POPULARITY
Categories
Contagem regressiva para o resultado da 45ª edição do Prêmio Descobertas RFI, uma das maiores plataformas de promoção de novos artistas e grupos africanos. Terminadas as três fases de seleção, os ouvintes e internautas podem votar até 11 de março nos dez finalistas. A recompensa será anunciada em 13 de março. Daniella Franco, da RFI Desde 1981, o Prêmio Descobertas (Prix Découvertes, em francês) é realizado anualmente. O processo que mobiliza todas as equipes que trabalham com música na RFI, mas também representantes da cena musical francesa que compõem o júri, neste ano presidido pelo rapper MC Solaar. Em 2025, a vencedora foi a cantora guineense Queen Rima. A reta final da 45ª edição do Prêmio Descobertas conta com dez concorrentes. Entre eles, quatro cantoras solo, quatro vocalistas homens, uma dupla e uma banda. Para votar, clique aqui. Claudio Rabé De Madagascar, a RFI selecionou Claudio Rabé, que lidera um coletivo que mistura rock, trance e sonoridades afro-psicodélicas. O objetivo do grupo é exportar cultura e denunciar as injustiças vividas pelo povo malgaxe. "Nasci no meio musical - meu avô é músico, meu pai é dançarino - então a música sempre foi algo óbvio para mim. Representamos o povo e a cultura malgaxe. Queremos que todos saibam o que acontece no nosso país", diz. Ouça Claudio Rabé Defmaa Maadef A dupla senegalesa Defmaa Maadef é formada pelas artistas Defa e Mamy Victory. O primeiro álbum, o dançante "Jaar Jaar", foi lançado no ano passado, propondo um encontro do mbalax senegalês com afrobeats, kwaito e amapiano. Nas letras, cantadas quase integralmente na língua wolof, o engajamento feminista dá o tom. "Nossa música celebra a cultura senegalesa e dá uma voz livre e poderosa às mulheres. O mundo é nosso!", diz Defa. Ouça Defmaa Maadef Joyce Babatunde De Camarões, a RFI selecionou Joyce Babatunde. A versátil artista transita facilmente entre diversos estilos, slam, rap, funk, soul ou r&b. Ela classifica suas composições de "afro-soul". "Quis deixar que a minha música fosse uma expressão do que eu sinto. O afro-soul, para mim é a expressão, da minha alma", explica. Ouça Joyce Babatunde Malha Afrobeat, pop, house e twarab engajado direto de Comores: é essa a proposta da cantora Malha, que em suas letras expressa seu engajamento feminista. "Meu engajamento vem da minha experiência. Fiquei órfã na infância, aos 7 anos, e minha vida não foi fácil. Tive que lutar para sobreviver e meu engajamento vem daí, sobretudo pelas mulheres e crianças", diz. Ouça Malha Manu Desroches O cantor e multi-instrumentista Manu Desroches é originário das Ilhas Maurício. Misturando jazz, blues e música tradicional de seu país natal, ele homenageia suas raízes e faz um convite a uma viagem às paisagens sonoras do Oceano Índico. "Faço música porque acho que essa é uma das coisas mais bonitas que nos conectam como seres humanos", diz Desroches. Ouça Manu Desroches Opa Também do Benin vem o candidato Opa, que transita entre o r&b, o soul e estilos tradicionais do país: um verdadeiro embaixador da cultura beninense. "Trabalho com música porque é algo que eu adoro e que me faz vibrar. Também porque tenho um sonho, poder exportar toda a riqueza cultural do meu país", afirma. Ouça Opa Sym Sam Mbalax com uma pitada de funk, reggae e jazz, mas também highlife e amapiano: essa é a proposta do músico beninense-senegalês Sym Sam. "Minha paixão pela música vem dos meus pais. Meu pai é diretor de coral e minha mãe é cantora, então nasci mergulhado nesse meio musical e minha paixão surgiu naturalmente", diz. Ouça Sym Sam Tyty Meufapart Para Tyty Meufapart, de Congo-Brazzaville, cantar é existir. A artista propõe uma mix de rap, soul e jazz a ritmos tradicionais congoleses. Essa "afro-fusion" é regada à voz singular e a uma presença de palco empoderada da cantora. "Canto em lingalá, kitubá e em francês. Sou cantora, autora e compositora e estou muito feliz de fazer parte dos dez finalistas do Prêmio Descobertas RFI", declara. Ouça Tyty Meufapart Yewhe Yeton Yewhe Yeton faz parte de uma tradicional família de percussionistas e cantores do Benin. Com composições que oscilam entre diversos ritmos beninense, cantadas na língua fongé, ele desponta hoje como um dos novos nomes do rock vodu. "Faço música porque tenho uma mensagem para passar. Transmitir os valores sagrados é uma missão para mim: o amor, a vida em comunidade, a resiliência: tudo o que o mundo precisa hoje", diz Yewhe Yeton. Ouça Yewhe Yeton Yotsi O quarteto Yotsi vem da República Democrática do Congo e mistura afro-rock, afro-folk e ritmos tradicionais congoleses. Suas letras abordam temáticas sociais e são cantadas em lingala, swahili e tshiluba. "Começamos a tocar quando éramos crianças, na igreja. Fazemos música porque é nossa paixão, porque gostamos de nos voltar ao mundo também, diz a cantora Linda Tombo. Ouça Yotsi
Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma. O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”
Governo turco diz que míssil foi disparado do Irã em direção ao seu espaço aéreo, mas que o ataque teria sido interceptado e destruído pelos sistemas de defesa aérea da Otan. E ainda:- Ministro da Defesa israelense afirma que sucessor de Ali Khamenei será assassinado, independentemente de quem seja- Paralisação da navegação no Estreito de Ormuz faz Rússia anunciar que pode interromper o fornecimento de gás para a Europa- Conflito entre Afeganistão e Paquistão chega ao sétimo dia com o exército paquistanês atacando também a capital afegã, Cabul, afirmando que o território do Afeganistão estaria sendo usado para que grupos armados tramassem e executassem ataques contra paquistaneses- Dois terços de Cuba ficam sem energia por uma falha na rede elétrica nacional - Equador declara o embaixador de Cuba, Basilio Gutiérrez, “persona non grata” e dá 48 horas para que a equipe cubana deixasse o país- Após tempestade no leste da República Democrática do Congo, mais de 200 pessoas, incluindo cerca de 70 crianças, morrem em deslizamento de terra em mina de extração de coltan Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Reginaldo Sandoval, diputado y coordinador de la bancada del PT
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 027 DE FEVEREIRO DE 2026 ADAPTAÇÃO DEMOCRÁTICA DO SALMO 91 - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
Avui a La Furgo de #CarrerMajor ens desplacem fins a l'Arxiu de Tarragona per conèixer de prop la programació de Memòria Democràtica 2026, dedicada enguany a “El tardofranquisme i la transició”. Parlem amb el director de l'Arxiu, Joaquim Nolla, que també coordina la Comissió de Programes de Memòria Democràtica, per descobrir els detalls d'un calendari […] L'entrada La Furgo | Tarragona mira al tardofranquisme i la Transició amb 48 actes de Memòria Democràtica ha aparegut primer a BXC Ràdio Ciutat de Reus - Ràdio Online.
Ràdio Ciutat de Tarragona | Tots els continguts rctgn.cat Radio
Avui a La Furgo de #CarrerMajor ens desplacem fins a l'Arxiu de Tarragona per conèixer de prop la programació de Memòria Democràtica 2026, dedicada enguany a “El tardofranquisme i la transició”. Parlem amb el director de l'Arxiu, Joaquim Nolla, que també coordina la Comissió de Programes de Memòria Democràtica, per descobrir els detalls d'un calendari […] L'entrada La Furgo | Tarragona mira al tardofranquisme i la Transició amb 48 actes de Memòria Democràtica ha aparegut primer a BXC Ràdio Ciutat de Reus - Ràdio Online.
Luis Armado Melgar, Senador Partido Verde
Três servidores públicos foram detidos na província moçambicana de Gaza por alegado desvio de bens destinados às vítimas das cheias. Analista pede punição exemplar. Em São Tomé e Príncipe, Partido Ação Democrática Independente expulsa seis deputados e aprofunda crise político-parlamentar. Chanceler alemão realiza visita à China para discutir parcerias estratégicas.
podcast recorded with enacast.com
El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), nos describe su experiencia como misionero al servicio de la comunidad de los pigmeos. Destaca que este tiempo fue una riqueza, no solo para ellos, que conocieron a Jesucristo, sino también para él, porque profundizó en la importancia del Sacrificio Eucarístico y en la necesidad de hablar acerca de Dios a todos los pueblos, para que puedan conocer la grandeza por la cual han sido creados y el fin último al que han de aspirar.
O Presidente de Moçambique elogiou a liderança angolana na 39.ª Cimeira da União Africana, destacando os esforços de paz e a necessidade de África reforçar a sua influência, nomeadamente no Conselho de Segurança da ONU. A transição na Guiné-Bissau gera tensões na CPLP e, em Angola, um jornalista denuncia um alegado caso de espionagem com recurso ao sistema “Predator”. A 39.ª Cimeira da União Africana ficou marcada por um balanço positivo da presidência angolana, pela reafirmação dos desafios das alterações climáticas e pelo apelo a uma maior representação africana no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, considerou “excelente” a liderança de Angola, destacando o empenho de João Lourenço na promoção da paz, em particular no leste da República Democrática do Congo. A cimeira deu especial atenção às infra-estruturas e à gestão da água, sem descurar as questões de paz e segurança. Daniel Chapo defendeu ainda que África deve organizar-se para garantir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e reforçar a sua influência nos centros de decisão internacionais. Em Adis Abeba, uma reunião de alto nível, promovida pela Libéria, permitiu concertar posições africanas sobre a sucessão de António Guterres na liderança das Nações Unidas. O mandato termina a 31 de Dezembro e o processo de escolha do novo secretário-geral arranca a 1 de Abril. Diplomatas sublinham a importância de uma estratégia comum do continente. Na Guiné-Bissau, o enviado especial da União Africana, o antigo primeiro-ministro são-tomense, Patrício Trovoada, iniciou contactos no âmbito da crise política desencadeada pela tomada do poder pelos militares a 26 de Novembro. O responsável reconheceu que há “muito para fazer” na transição para uma ordem constitucional legítima e recusou comentar críticas sobre alegadas proximidades ao Presidente Umaro Sissoco Embaló. A situação em Bissau tem provocado tensões na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O porta-voz do Conselho Nacional de Transição acusou Cabo Verde, Angola e Timor-Leste de ingerência. Para Pedro Seabra, do ISCTE, regimes saídos de golpes de Estado tendem a usar críticas externas para reforçar a sua legitimidade interna e consolidar a narrativa de estabilidade. Em Angola, o jornalista Teixeira Cândido denunciou ter sido alvo de espionagem através do sistema informático “Predator”, alegadamente utilizado para aceder ao seu telemóvel. A Amnistia Internacional classificou o caso como uma grave violação do direito à privacidade. O jornalista anunciou que apresentará queixa junto do Ministério Público, enquanto persistem suspeitas sobre um eventual envolvimento de entidades estatais.
El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), fue enviado por su obispo a un lugar remoto de su diócesis. Allí descubrió una tribu de pigmeos que aún no había recibido el primer anuncio del Evangelio. Un tiempo después, el cacique de la tribu recibía el bautismo, abriendo las puertas de su comunidad al Evangelio.
La democracia no suele romperse de golpe. Se erosiona gradualmente, a través de decisiones que parecen legales, técnicas o incluso necesarias. El debilitamiento de los contrapesos, la captura de instituciones y el uso del miedo como herramienta política son parte de ese proceso. En este episodio de Con su permiso, conversamos con Miguel Toro, director de la Iniciativa de Democracia y Desarrollo del Tec de Monterrey, sobre cómo opera la erosión democrática, su vínculo con la desigualdad económica y la polarización social.
Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.
No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo. A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.
Luis García Montero evoca su juventud en las cuevas de Granada frente a la actual crispación política que infecta la convivencia democrática. Viaja entre la nieve y los recuerdos musicales para imaginar un buen país donde su nieta pueda ser feliz. Se apoya en el buen periodismo y las personas decentes porque, según afirma, merece la pena.
Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.
Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.
Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.
La secretaria general de CCOO en Castilla y León, Ana Fernández, sobre la "necesidad de crear un cordón democrático" ante las elecciones del 15M
El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), afirma en este programa de «El Sacerdote» que la celebración de la Santa Misa no es un acontecimiento más, sino el mismo sacrificio de Cristo que se entrega por nosotros para darnos la vida eterna. El P. Augustin nos recuerda la necesidad de estar en gracia para poder recibir la Eucaristía y anima a los fieles laicos a comulgar diariamente, pues la celebración de la Santa Misa debe ser el centro de la vida de cada cristiano.
Hace diez años que el P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo) fue ordenado sacerdote. Durante este tiempo, ha podido comprobar que el sacerdote tiene infinidad de debilidades, pero, a pesar de eso, si imita verdaderamente a Jesucristo y se agarra a la cruz, al final de su vida serán recompensados todos los esfuerzos realizados. El P. Augustin es feliz porque sabe que nunca está solo. El Señor sale siempre a su encuentro para ayudarle a afrontar las dificultades de cada jornada.
Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.
Donald Trump lleva tiempo diciendo que una de las guerras que ha solucionado es la de República Democrática del Congo. La realidad es bien distinta. En el enorme país africano la situación en sus regiones más orientales se ha agravado estos meses. Los combates con la guerrilla del M23 siguen y a nivel humanitario nada ha cambiado, es decir, la población sigue enfrentándose a todo tipo de prohblemas, desde el sarampión a agua contaminada o a casos de violencia sexual. Estados Unidos mientras, trata de afianzar el acuerdo para intentar obtener minerales críticos y reducir así su dependencia de China en este sector tan estratégico. Julián Cambronero es el responsable de la revista Congo Actual.Escuchar audio
Los mandatarios de los países del bloque comunitario han intentado hoy en Bélgica acercar posturas para intentar hacer un frente común y avanzar hacia una mayor competitividad de los 27 frente a las amenazas que llegan desde EEUU o China.Vamos a estar en Irán con nuestra enviada especial que ha podido hablar con algunos ciudadanos de Teheran sobre la situación por la que pasa el país. También en Estados Unidos donde podremos saber más sobre lo que ha dicho Tom Homan tras la ofensiva de ICE en Minessota.Vamos a hablar también de la aprobación del gobierno italiano de un proyecto de ley con varias medidas para intentar frenar la inmigración irregular; de Bruno Retailleau, quien fue ministro de Interior de Francia y ha anunciado que se presenta como candidato a suceder a Emmanuel Macron en las próximas elecciones presidenciales; y de las elecciones en Bangladesh, las primeras tras las manifestaciones de la generación Z. También de las protestas en Argentina y de la heredera de Kim Jong Un en Corea del Norte. Además va a estar con nosotros Julián Cambronero, responsable de la revista Congo Actual para profundizar en la situación que vive República Democrática del Congo. Escuchar audio
Solemos asociar las listas de espera con objetos de lujo extremo o superdeportivos de edición limitada. Sin embargo, la historia del automóvil nos revela una realidad muy distinta: en muchas ocasiones, el coche más deseado no ha sido el que más corre, sino aquel que simplemente no se podía fabricar al ritmo que la sociedad lo necesitaba. Desde la necesidad más básica de movilidad hasta el consumo impulsivo, hoy recorremos las historias de aquellos vehículos que agotaron la paciencia de generaciones enteras. La estafa del sueño alemán: El KdF-Wagen (1938) Antes de que el mundo lo conociera como el Volkswagen Escarabajo, nació como el KdF-Wagen. El gobierno nazi ideó un sistema de ahorro mediante el cual los obreros pegaban sellos de 5 marcos en una cartilla semanal. La promesa era sencilla: al completar el pago de 990 marcos, recibirían su vehículo. Utilidad social frente al dinero: Citroën 2CV (1948) Tras la Segunda Guerra Mundial, Francia necesitaba moverse. El Citroën 2CV, despreciado inicialmente por la prensa, se convirtió en un éxito absoluto entre la población rural. La lista de espera alcanzó los seis años, pero lo fascinante fue el criterio de entrega. Pierre-Jules Boulanger, director de Citroën, instauró una selección ética: se dio prioridad absoluta a parteras, veterinarios, médicos rurales y agricultores. El Rastrojero: Orgullo e ingenio argentino (1952) En Argentina, la falta de divisas para importar vehículos llevó a la creación del Rastrojero. Fabricado por la estatal IAME utilizando motores de tractores sobrantes de Estados Unidos, este vehículo se convirtió en el símbolo del trabajo en la Pampa. Su dureza y fiabilidad generaron una demanda tan masiva que las listas de espera se contaban por años. El SEAT 600 y la picaresca española (1957) El 600 fue el motor de la libertad para España, pero la fábrica de la Zona Franca en Barcelona no podía seguir el ritmo del país. Para entrar en la lista de espera, que superaba los dos años, había que adelantar una fianza de 20.000 pesetas. Esto dio lugar a un fenómeno muy particular: el mercado secundario de "turnos". Quienes recibían la notificación de entrega y no podían o no querían el coche, vendían su derecho a compra a precios desorbitados. El Ford Mustang y la histeria americana (1964) En Estados Unidos, el lanzamiento del Mustang no generó una lista de espera convencional, sino una auténtica fiebre colectiva. Ford esperaba vender 100.000 unidades en un año; vendieron 22.000 el primer día. Los concesionarios vivieron escenas de caos absoluto, con clientes durmiendo dentro de los coches de exposición para evitar que otros se los llevaran. El Trabant 601: Una vida entera esperando (1964) En la República Democrática Alemana, la economía planificada llevó el concepto de espera al extremo del absurdo. El Trabant, con su carrocería de duroplast y motor de dos tiempos, tenía una lista de espera de entre 12 y 17 años. Esto creó una economía invertida: un Trabant usado costaba el doble que uno nuevo, simplemente porque el usado estaba disponible de inmediato. Crisis del petróleo y el Honda Civic (1973) Cuando la crisis del petróleo de 1973 golpeó a Occidente, los enormes motores V8 americanos se volvieron insostenibles. Honda apareció con el Civic, un coche que "gastaba como un mechero". La demanda fue tal que los concesionarios en EE.UU. introdujeron los "Market Adjustments": sobreprecios de hasta el 40% que los clientes pagaban sin rechistar con tal de no seguir arruinándose en las gasolineras. Mercedes-Benz W123: El taxi que no se devaluaba (1976) El antecesor del Clase E fue víctima de su propia excelencia. Su reputación de indestructible hizo que la lista de espera oficial en Alemania llegara a los tres años. Al igual que ocurrió con el Trabant, pero en un mercado libre, los ejemplares con un año de uso se vendían más caros que los nuevos en el concesionario. La lotería nacional del Nissan Figaro (1991) En el Japón de la burbuja económica, Nissan lanzó el Figaro, un pequeño descapotable de diseño retro. La previsión era de 8.000 unidades, pero recibieron 300.000 solicitudes. Ante la imposibilidad de gestionar una lista de espera de décadas, la marca optó por una solución salomónica: sortear el derecho a compra. Toyota Land Cruiser 300: El reto del siglo XXI (2021) Incluso hoy, con toda nuestra capacidad industrial, el deseo sigue superando a la oferta. El lanzamiento del Land Cruiser 300, sumado a la crisis de microchips, provocó esperas de cuatro años.
El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), descubrió su vocación sacerdotal a la edad de nueve años. A través del canto de unas religiosas, el P. Augustin Kalamba experimentó que el Señor quería que fuese solo de Él. Cuando recuerda las dificultades encontradas en el seminario menor, considera que el Señor le permitió pasar por ellas para crecer en humildad y fortalecer su vocación, demostrándole que no es él quien debe guiar su vida, sino que debe dejarse guiar por Dios.
El Museo Americano de la Diáspora Cubana nombra a Lech Wałęsa Embajador de la Libertad en Cuba. En un acto celebrado este jueves el Premio Nobel de la Paz y expresidente de Polonia, habló sobre los desafíos de una eventual transición democrática en Cuba.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Hoy en Observador Global abordamos un tema del que apenas ningún medio informa, pero que dice mucho de la geopolítica actual desde que Mr. Trump volvió a la Casa Blanca. El acuerdo extractivo con la República Democrática del Congo, la gran promesa de potencia de África. Lo analizaremos de la mano de un informe llamativo del Oakland Institute y un artículo de su directora Anuradha Mittal. OGP es un podcast de El Abrazo del Oso Producciones dirigido por Javier Fernández Aparicio y Eduardo Moreno Navarro. Mapa de enlaces para móviles: https://lookerstudio.google.com/u/0/reporting/79244224-67b9-41f1-910a-f6d517b23315/page/oHmrE Mapa de enlaces para ordenador: https://lookerstudio.google.com/u/0/reporting/342fc166-e9aa-4083-9d2f-2bc84b8d038b/page/oHmrE ¿Quieres más Observador Global? Hazte mecenas, ayuda a esta producción independiente y accede a los contenidos extra: https://www.ivoox.com/support/1640122 www.elabrazodeloso.es Bluesky: https://bsky.app/profile/oglobalpod.bsky.social Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¡Suscríbete! Telegram abierto de El Abrazo del Oso: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/observador-global-podcast
Manuel Cuesta Morua, presidente del Consejo para la Transición Democrática en Cuba
Humans Rights Watch dio a conocer resultados de investigación sobre reforma judicial: la iniciativa de AMLO provocó 'retroceso democrático'.
El P. Augustin Kalamba fue ordenado el 23 de agosto de 2009, en el 50 aniversario de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo). Está convencido de que no fue casualidad ser ordenado ese día, sino que la elección es fruto de la providencia de Dios. La coincidencia le ayudó a identificarse más con la diócesis a la que iba a servir a través de su ministerio sacerdotal, conduciendo a las almas por el camino de la verdad, que es Cristo.
El calendario electoral de este 2026 comenzó con la reciente elección de Laura Fernández en primera vuelta en Costa Rica. Unos comicios en los que más allá del contundente resultado a favor del partido oficial, destaca la solidez, transparencia y profesionalismo institucional del proceso costarricense tal como los confirma la observación electoral internacional. Y es precisamente en el papel que desempeña este acompañamiento técnico externo, es en donde queremos fijar nuestro análisis en este episodio de Mirada Semanal. Destacando su importancia para el mejoramiento de la integridad electoral de una región marcada por la polarización, el avance del extremismo y la sostenida desafección electoral de importantes segmentos de la ciudadanía.Y es que además de Costa Rica, este año será decisivo para países con grandes niveles de conflictividad social, violencia política y permanentes tensiones institucionales como Colombia, Perú, Brasil o Haití, sin descartarse la posibilidad de una convocatoria electoral sobrevenida en Venezuela. Cabe destacar el caso de Brasil, la mayor economía del continente y una de las más influyentes diplomáticamente, celebrará comicios generales en octubre. Un proceso comicial que pondrá a prueba si la gestión de Lula Da Silva ha podido realmente recomponer el tejido social y superar el sectarismo, la corrupción y la crispación política del pasado recientes. También destaca el caso de Colombia, una nación con un historial reciente de conflicto interno, asesinatos políticos y debates profundos sobre paz y justicia, en el que sus ciudadanos votarán en mayo para elegir un nuevo presidente en medio de una feroz contienda política. Más al sur, Perú nación que acudirá a elecciones en abril en un contexto de alta volatilidad institucional, fragmentación partidista tras años de crisis institucional que han generado descontento generalizado y sostenido en el país andino. Sin embargo, el caso más crónico será el de Haití, el proceso electoral de agosto buscará reestablecer una mínima normalidad tras años de violencia entre pandillas, desplazados, pobreza y una crisis humanitaria continuada.En virtud de la compleja agenda política que debe afrontarse en buena parte de los países de la región, la observación electoral resulta crucial. Especialmente para promover la transparencia, documentar irregularidades y ofrecer recomendaciones técnicas de lo que ocurre en cada etapa del proceso, desde la campaña hasta la comunicación de resultados. En un contexto regional donde el descrédito de la política ha alimentado teorías de fraude y desconfianza generalizada en el proceso electoral, la labor de observadores puede marcar la diferencia entre un resultado aceptado socialmente o uno que avive más las tensiones. Para analizar este tema nos acompañó la Dra. Ana Claudia Santano. Doctora y Máster en Ciencias Jurídicas y Políticas de la Universidad de Salamanca, España. Profesora de Derecho Constitucional, Electoral y Derechos Humanos en diversas instituciones de Brasil y América Latina. Coordinadora general de Transparencia Electoral Brasil. Una voz calificada desde la experiencia internacional quien nos ayudará a entender la observación electoral en tiempos de deterioro democrático.Analistas:Manuel Alcántara SáezMaría Puerta RieraInvitada:Ana Cláudia SantanoEdición y Conducción:Xavier Rodríguez Franco
Australia es duramente criticada en el informe de HRW por sus políticas migratorias, la detención obligatoria de solicitantes de asilo, la criminalización temprana de menores y la falta de una ley nacional de derechos humanos.
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Gabriel Regino, abogado, habló sobre jueces sin rostro se debatirá en parlamento abierto. Gabriel Regino analizó la propuesta de implementar la figura de los jueces sin rostro en el sistema de justicia mexicano. Ante el próximo debate en parlamento abierto, el especialista advirtió sobre los riesgos de confundir la seguridad de los juzgadores con la opacidad procesal, señalando que esta medida podría vulnerar derechos fundamentales y contradecir el discurso oficial de seguridad en el país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Juanita Goebertus, directora de Human Rights Watch para las Américas
Los costarricenses acuden a las urnas el próximo domingo para elegir al presidente para el periodo 2026-2030. Hablamos con Carolina Ovares, politóloga y socióloga, docente de la Universidad de Costa Rica.Escuchar audio
Con las presidenciales y legislativas del domingo, Costa Rica abre el ciclo electoral latinoamericano del 2026, que continuará con la convocatoria a las urnas en Perú (abril), Colombia (mayo), Haití (agosto) y Brasil (octubre). De todos estos países hermanos, el nuestro es el único que ostenta la categoría de "democracia plena". Solo hay 21 en el mundo entero. En términos generales, el continente experimenta un giro a la derecha, con ratificación de liderazgos personalistas, voto castigo, pérdida de relevancia del centro político en un entorno de mayor fragmentación y polarización, pobres crecimientos económicos, altas tasas de inseguridad ciudadana y penetración del crimen organizado. En algunos casos además, incide en el entorno político el denominado "factor Trump". Aunque ciertamente las elecciones en Colombia y Brasil serán las más determinantes en Suramérica, la nuestra es crucial, precisamente dadas nuestra característica como la democracia más longeva del continente. El mundo libre estará observando lo que decidamos. Conmemoramos nuestros 19 años Hablando Claro, apoyando la deliberación democrática en Radio Columbia, con una reflexión final de previo a la jornada electoral de este primero de febrero. Con el politólogo Sergio Araya y el periodista Armando Mayorga.
En este penúltimo programa de «Un ancla en la tormenta», el Prof. Ricardo Ruiz de la Serna, profesor de Historia del Mundo Actual en CEU San Pablo (Madrid, España) y autor del libro «El genocidio armenio», nos hace esta pregunta: ¿Cómo se termina un genocidio? Veremos los acontecimientos más relevantes que llevaron al final del genocidio, como la batalla de Sardarapat (1918), el incendio de la ciudad de Esmirna (1922) y la integración de la República Democrática de Armenia en la Unión Soviética. Aunque se ha preservado la memoria de la tragedia entre las comunidades armenias, quedan grandes sombras que pesan sobre el genocidio, sobre todo la impunidad de los responsables, la falta de restitución por las pérdidas de la Armenia histórica, y la destrucción del patrimonio cultural —y por tanto, de la memoria del pueblo armenio—. Aunque las prácticas genocidas serán reflejadas en el Holocausto de los judíos poco después, «El genocidio armenio» se distinguirá por los daños sucedidos y nunca recompensados, quedándose así «congelado en el tiempo».
En este FINAL DE TEMPORADA, analizamos lo que nos deja el gabinete, y las varias explicaciones de por qué será el más cercano a la gran empresa de la historia moderna de Chile. Luego, revisamos qué sucede en EE.UU. detrás de las invasiones a ciudades y las ejecuciones callejeras de disidentes.Programa grabado en vivo a las 16:00 del miércoles 28 de enero del 2026, cada uno desde su lugar de trabajo, por Ximena Jara y Davor Mimica.--Si deseas hacer un aporte mensual (lo que quieras, desde $1.000) a Democracia en LSD, para fortalecer nuestra comunidad y que podamos hacer más y mejores podcasts, lo puedes hacer en ESTE LINK. Recibirás un reporte de lo que hacemos con tu plata y un exclusivo capítulo adicional al mes: "LSD Sin Censura".Si deseas aportar mensualmente desde el extranjero, puedes hacerlo en PatreonSigue, escucha y comparte nuestro nuevo programa sobre democracia global "Planeta D" en plataformas de podcast y síguelo en Instagram.Sigue y escucha nuestra nueva serie Código Democrático, sobre las relaciones entre Inteligencia Artificial y Democracia, donde escuchen sus podcasts: https://open.spotify.com/show/0zn07W2OQU8lT94czD1WdzSi deseas seguir y escuchar nuestro "Proyecto 50", puedes hacerlo donde escuches tus podcasts: y síguelo en twitter e Instagram en proyecto50cl.Si deseas seguir y escuchar nuestro otro podcast "A mí nunca me han encuestado", puedes hacerlo vía Spotify, donde escuches tus podcasts o por Youtube.Escríbenos a nuestro correo DemocraciaEnLSD@gmail.com, a nuestro Bluesky, twitter, Instagram o Facebook para enviarnos tus comentarios o preguntas o participar de nuestros sorteos. También: Únete al Discord de nuestra comunidad, para mantenernos conectados durante la semana.Timestamps(00:00) Introducción(01:51) Tema 1: Claves del gabinete(28:17) Pastelazos del año(36:27) Tema 2: ¿Qué pasa en EE.UU.?(51:51) Las buenas noticias(57:30) Cierre
Costa Rica se prepara para unas elecciones presidenciales seguidas de cerca por el contraste entre su tradición democrática y el aumento de la inseguridad. Más de tres millones y medio de ciudadanos votarán este domingo entre una veintena de candidatos, en un contexto de fragmentación política y auge del discurso de mano dura.
La crisis ferroviaria en España presenta esa doble cara de un problema aparentemente simple, que los trenes funcionen y que lleguen a su hora. Fatiga de materiales, grandes aguaceros tras largas temporadas de sequía y malestar de conductores por un traspaso de Rodalies a la Generalitat. El cabreo de la gente es aprovechado por algunos para aumentar el descrédito de lo público. Defender hoy un sistema ferroviario digno en Cataluña o una atención primaria fuerte en Madrid es un acto de resistencia democrática.
En El Primer Café, el exministro Ricardo Solari (Partido Socialista) y el dirigente Luis Ruz (Democracia Cristiana) comentaron este lunes la creciente fragmentación del bloque gubernamental, tras la reciente reunión entre el Socialismo Democrático y la Falange, una cita que marcó un hito al excluir deliberadamente al Partido Comunista (PC) y al Frente Amplio (FA). Conduce Cecilia Rovaretti.
La guerra en República Democrática del Congo no solo no ha cesado sino que sigue obligando a miles de personas a huir de sus casas. En las últimas semanas, la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados, ACNUR, ha detectado que unas 100.000 personas han cruzado la frontera sur entre el país y Burundi para escapar de la violencia creciente.Hablamos con la coordinadora de emergencias de MSF en Burundi, Carolina López Led.Escuchar audio
Trump participa en el Foro Económico Mundial de Davos y antes de marcharse anuncia un acuerdo con la OTAN sobre Groenlandia que, si sale adelante, supondría que no se aplicaran aranceles a los países europeos que enviaron militares a la isla danesa a partir del 1 de febrero.Vamos a conocer más detalles de la próxima fase del plan de paz de Donald Trump para Gaza. Nos lo va a contar nuestro corresponsal en Jerusalén.Les contaremos también que el ejército de Estados Unidos ha trasladado a 150 prisioneros del Estado Islámico de prisiones en Siria a Irak después de que la seguridad de las cárceles se haya visto comprometida. También profundizaremos en los problemas del acuerdo Unión Europea-Mercosur y en la condena a Salvatore Mancuso, excomandante de las Autodefensas Unidas de Colombia, un grupo paramilitar que acabó siendo parte de las redes narcotraficantes del país.También estaremos en China, el segundo país con más habitantes del mundo, que ha visto su población reducida y el envejecimiento de la población, siguiendo la tónica de los últimos años.Además va a estar con nosotros la coordinadora de emergencias de Médicos Sin Fronteras en Burundi a donde han llegado miles de personas huyendo de la violencia en República Democrática del Congo.Escuchar audio
Angola parece estar novamente envolvida na mediação da República Democrática do Congo, mas analistas duvidam que consiga resultados concretos. Medida inédita em Quelimane: o edil Manuel de Araújo exonerou, de uma só vez, 37 funcionários do Conselho Autárquico. Um navio de guerra russo esteve em São Tomé e Príncipe sem o conhecimento do Parlamento.
Este lunes 5 de enero, Carlos Alsina nos trae las historias para empezar la manana: del temporal a la ultima hora de la situacion que atraviesa Venezuela.
Aunque es plena Navidad, aprovechamos la oportunidad para conversar con el Director de IDEA Internacional acerca de los desafíos democráticos del mundo actual.
El Telón de acero fue la barrera ideológica, política y física que dividió Europa durante desde el final de la Segunda Guerra Mundial hasta 1990. Era mucho más que una metáfora: se materializaba en kilómetros y kilómetros de fronteras fortificadas con alambradas, torres de vigilancia, campos minados y guardias armados. Se extendía desde el océano Ártico hasta el mar Mediterráneo, separando el bloque soviético del occidental. El término fue popularizado por Winston Churchill en un discurso que dio en 1946 en una universidad de Missouri, donde advirtió que un “telón de hierro" había descendido desde Stettin en el Báltico hasta Trieste en el Adriático, sometiendo al control soviético a capitales europeas como Varsovia, Praga y Budapest. Aunque el término ya se usaba antes para describir la frontera rusa tras la revolución de 1917, Churchill lo elevó a símbolo de la guerra fría. Churchill sabía bien de lo que hablaba porque había negociado con Stalin en Yalta y Potsdam, y era consciente de que quería dotarse de un colchón de repúblicas satélite en el este de Europa que sirviesen de primera línea de defensa y de proyección del poder soviético. Con los años el telón propiamente dicho no hizo más que perfeccionarse para evitar las huidas al oeste, que en Alemania llegó a convertirse en un problema de primera magnitud. Entre 1949 y 1961, tres millones de alemanes huyeron de la República Democrática a la República Federal. La frontera intra alemana tenía casi 1.400 kilómetros y a ella se sumaban los 155 kilómetros del muro de Berlín. El muro, levantado en 1961, era un telón de acero en miniatura que atravesaba el centro de la ciudad. Para que la capital se comunicase con el resto de Alemania se crearon corredores aéreos, ferroviarios y de carretera que conectaban Berlín Oeste con la RFA. Los tres estaban bajo estricta vigilancia para prevenir las fugas. Política, económica y socialmente el telón separaba dos mundos. Mientras el oeste prosperaba con democracias liberales y libre mercado, el este se sumía en la pobreza y la opresión. La cultura occidental era también más atractiva y eso erosionaba el control de las autoridades. La televisión y radio del oeste ofrecían información, entretenimiento y abrían una ventana a un mundo diferente que percibían como mucho mejor y más cómodo. Las televisiones alemanas se podían ver en los países fronterizos y EEUU financió una emisora de radio, Radio Europa Libre, que podía sintonizarse en todo el bloque del este. Estas emisiones sorteaban las alambradas, pero no los controles. Los gobiernos del este trataron de impedir que la población viese la televisión occidental, pero terminaron dejándolo por imposible. Cualquier infiltración de otra índole estaba muy vigilada por las agencias de seguridad, algunas muy temidas como la Stasi alemana, la Securitate rumana o el KGB soviético. Todo aquel sistema de control que simbolizaba el telón de acero se vino abajo a partir de 1985 cuando Mijail Gorbachov se hizo con el poder en la URSS. El telón en sí mismo empezó a desmantelarse cuatro años más tarde coincidiendo con la caída del muro de Berlín. En 1991 la Unión Soviética pasó a mejor vida y con ella cualquier rastro que pudiese quedar de esa frontera impenetrable que dividió Europa durante más de cuatro décadas. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:00 El telón de acero 1:21:43 Uruguay en la guerra de la triple alianza Bibliografía “La otra guerra fría” de Ramón González Férriz - https://amzn.to/4qyLwXp “De la guerra fría a la caída del Muro” de Juan Carlos Pereira Castañares - https://amzn.to/3N2Cjs2 “La guerra fría” de Robert McMahon - https://amzn.to/44RZCep “La guerra fría” de Odd Arne Westad - https://amzn.to/4jlR98Y · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #unionsovietica Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals