Podcasts about democr

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DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 20:00


Três servidores públicos foram detidos na província moçambicana de Gaza por alegado desvio de bens destinados às vítimas das cheias. Analista pede punição exemplar. Em São Tomé e Príncipe, Partido Ação Democrática Independente expulsa seis deputados e aprofunda crise político-parlamentar. Chanceler alemão realiza visita à China para discutir parcerias estratégicas.

Darrers podcast - Tarragona Ràdio
La Circular - El tardofranquisme i els primers anys de la Transició centren el programa de memòria democràtica

Darrers podcast - Tarragona Ràdio

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 60:00


podcast recorded with enacast.com

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: Mi experiencia con los pigmeos

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 7:16


El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), nos describe su experiencia como misionero al servicio de la comunidad de los pigmeos. Destaca que este tiempo fue una riqueza, no solo para ellos, que conocieron a Jesucristo, sino también para él, porque profundizó en la importancia del Sacrificio Eucarístico y en la necesidad de hablar acerca de Dios a todos los pueblos, para que puedan conocer la grandeza por la cual han sido creados y el fin último al que han de aspirar.

Semana em África
Moçambique elogia liderança angolana na UA e defende maior peso de África na ONU

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 9:33


O Presidente de Moçambique elogiou a liderança angolana na 39.ª Cimeira da União Africana, destacando os esforços de paz e a necessidade de África reforçar a sua influência, nomeadamente no Conselho de Segurança da ONU. A transição na Guiné-Bissau gera tensões na CPLP e, em Angola, um jornalista denuncia um alegado caso de espionagem com recurso ao sistema “Predator”. A 39.ª Cimeira da União Africana ficou marcada por um balanço positivo da presidência angolana, pela reafirmação dos desafios das alterações climáticas e pelo apelo a uma maior representação africana no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, considerou “excelente” a liderança de Angola, destacando o empenho de João Lourenço na promoção da paz, em particular no leste da República Democrática do Congo. A cimeira deu especial atenção às infra-estruturas e à gestão da água, sem descurar as questões de paz e segurança. Daniel Chapo defendeu ainda que África deve organizar-se para garantir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e reforçar a sua influência nos centros de decisão internacionais. Em Adis Abeba, uma reunião de alto nível, promovida pela Libéria, permitiu concertar posições africanas sobre a sucessão de António Guterres na liderança das Nações Unidas. O mandato termina a 31 de Dezembro e o processo de escolha do novo secretário-geral arranca a 1 de Abril. Diplomatas sublinham a importância de uma estratégia comum do continente. Na Guiné-Bissau, o enviado especial da União Africana, o antigo primeiro-ministro são-tomense, Patrício Trovoada, iniciou contactos no âmbito da crise política desencadeada pela tomada do poder pelos militares a 26 de Novembro. O responsável reconheceu que há “muito para fazer” na transição para uma ordem constitucional legítima e recusou comentar críticas sobre alegadas proximidades ao Presidente Umaro Sissoco Embaló. A situação em Bissau tem provocado tensões na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O porta-voz do Conselho Nacional de Transição acusou Cabo Verde, Angola e Timor-Leste de ingerência. Para Pedro Seabra, do ISCTE, regimes saídos de golpes de Estado tendem a usar críticas externas para reforçar a sua legitimidade interna e consolidar a narrativa de estabilidade. Em Angola, o jornalista Teixeira Cândido denunciou ter sido alvo de espionagem através do sistema informático “Predator”, alegadamente utilizado para aceder ao seu telemóvel. A Amnistia Internacional classificou o caso como uma grave violação do direito à privacidade. O jornalista anunciou que apresentará queixa junto do Ministério Público, enquanto persistem suspeitas sobre um eventual envolvimento de entidades estatais.

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: ¿Quiénes son los pigmeos?

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 8:23


El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), fue enviado por su obispo a un lugar remoto de su diócesis. Allí descubrió una tribu de pigmeos que aún no había recibido el primer anuncio del Evangelio. Un tiempo después, el cacique de la tribu recibía el bautismo, abriendo las puertas de su comunidad al Evangelio.

Con Su Permiso
Ep. 252 - Erosión democrática: poder sin límites, miedo y captura institucional

Con Su Permiso

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 29:54


La democracia no suele romperse de golpe. Se erosiona gradualmente, a través de decisiones que parecen legales, técnicas o incluso necesarias. El debilitamiento de los contrapesos, la captura de instituciones y el uso del miedo como herramienta política son parte de ese proceso. En este episodio de Con su permiso, conversamos con Miguel Toro, director de la Iniciativa de Democracia y Desarrollo del Tec de Monterrey, sobre cómo opera la erosión democrática, su vínculo con la desigualdad económica y la polarización social.

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 20:00


Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.

Convidado
Daniel Chapo: “O terrorismo e o clima não se resolvem apenas com bilateralismo”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 15:10


No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo.   A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.

Hoy por Hoy
La mirada | Luis García Montero: "Las estrategias del miedo, las amenazas y las mentiras están infectando nuestra convivencia democrática"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 2:08


Luis García Montero evoca su juventud en las cuevas de Granada frente a la actual crispación política que infecta la convivencia democrática. Viaja entre la nieve y los recuerdos musicales para imaginar un buen país donde su nieta pueda ser feliz. Se apoya en el buen periodismo y las personas decentes porque, según afirma, merece la pena.

Cualquier tiempo pasado fue anterior
Acontece que no es poco | 16 de febrero de 1936: El triunfo democrático del Frente Popular en las urnas que la derecha no quiso permitir

Cualquier tiempo pasado fue anterior

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 19:15


Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina
Acontece que no es poco | 16 de febrero de 1936: El triunfo democrático del Frente Popular en las urnas que la derecha no quiso permitir

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 19:15


Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.

La Ventana
Acontece que no es poco | 16 de febrero de 1936: El triunfo democrático del Frente Popular en las urnas que la derecha no quiso permitir

La Ventana

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 19:15


Nieves Concostrina habla de la victoria en las urnas del Frente Popular en 1936 y cómo con los años la derecha fabricó el bulo de un fraude electoral para justificar el golpe de Estado y la dictadura de Franco.

Radio Valladolid
La secretaria general de CCOO en Castilla y León, Ana Fernández, sobre la "necesidad de crear un cordón democrático" ante las elecciones del 15M

Radio Valladolid

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 0:32


La secretaria general de CCOO en Castilla y León, Ana Fernández, sobre la "necesidad de crear un cordón democrático" ante las elecciones del 15M

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: Prenda de la vida eterna

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 9:23


El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), afirma en este programa de «El Sacerdote» que la celebración de la Santa Misa no es un acontecimiento más, sino el mismo sacrificio de Cristo que se entrega por nosotros para darnos la vida eterna. El P. Augustin nos recuerda la necesidad de estar en gracia para poder recibir la Eucaristía y anima a los fieles laicos a comulgar diariamente, pues la celebración de la Santa Misa debe ser el centro de la vida de cada cristiano.

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: Mi cruz no la llevo solo

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 7:45


Hace diez años que el P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo) fue ordenado sacerdote. Durante este tiempo, ha podido comprobar que el sacerdote tiene infinidad de debilidades, pero, a pesar de eso, si imita verdaderamente a Jesucristo y se agarra a la cruz, al final de su vida serán recompensados todos los esfuerzos realizados. El P. Augustin es feliz porque sabe que nunca está solo. El Señor sale siempre a su encuentro para ayudarle a afrontar las dificultades de cada jornada.

Convidado
São Tomé e Príncipe: “Bom senso tem que prevalecer”, defende Patrice Trovoada

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 7:52


Patrice Trovoada, classificou como “muito grave” a actual crise institucional em São Tomé e Príncipe. O ex-primeiro-ministro são tomense acusou as recentes decisões políticas no país de configurarem “uma ruptura do sistema constitucional”, advertindo para o risco de descrédito das instituições e defendendo a reposição imediata da legalidade. “É uma ruptura e tem que se dizer, é um golpe”, afirmou, em entrevista à RFI à margem da 39.ª cimeira da União Africana, em Addis Abeba. Questionado sobre o que considera ser o estado do país, Patrice Trovoada admitiu tratar-se de “uma situação confusa”, mas sustentou que os órgãos competentes já se pronunciaram. “Houve uma tentativa de demitir a presidente da Assembleia Nacional. O Tribunal Constitucional disse que não era possível”, afirmou, recordando que o mesmo entendimento já tinha sido expresso anos antes. O ex-primeiro- ministro descreveu o actual momento político como “uma situação confusa”, mas sustentou que os órgãos competentes já clarificaram os limites legais. “Houve uma tentativa de demitir a presidente da Assembleia Nacional. O Tribunal Constitucional disse que não era possível”, recordando que o mesmo entendimento já tinha sido assumido no passado. Segundo o antigo chefe do Governo, uma plenária “convocada por um grupo de deputados em que não houve uma verificação de mandato” avançou com “uma série de decisões”, incluindo a destituição da presidente do parlamento e a nomeação da Comissão Eleitoral Nacional. “O que se passa é que tudo isso foi promulgado pelo Presidente da República. Temos um presidente da Assembleia Nacional que eles escolheram, que não pertence a nenhuma bancada. Alguém que se tinha demitido do ADI e tinha saído da bancada do ADI, que é algo ‘sui generis'”, criticou. Para Patrice Trovoada, o processo “viola a Constituição e, sobretudo, desacredita todo o sistema judicial”: “Leva quer os políticos, quer o cidadão comum, não só a não acreditar na justiça, mas a não acatar as decisões da justiça, que é muito grave”. Confrontado com declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, que, a 03 de Fevereiro, acusou o Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, de ser “instigador de um golpe palaciano”, o ex-primeiro-ministro foi peremptório: “Eu próprio falei em golpe de Estado palaciano e muita gente, muitos observadores também acham que há um golpe de Estado parlamentar, palaciano.” Ainda assim, manifestou esperança numa solução política. “Reconheço que nós estamos aqui perante uma ruptura do nosso sistema (…) mas, felizmente, eu penso que essa ruptura pode ser reversível. Eu acredito que o bom senso tem que prevalecer”, afirmou. Leia tambémGuiné-Bissau: MNE acusa Carlos Vila Nova de ser “instigador de um golpe palaciano” O líder da ADI defendeu a reversão das decisões tomadas fora do quadro legal. “Eu acho que deve-se reverter. Se estamos de acordo (…) de que não é possível demitir a presidente da Assembleia Nacional (…) isso seria bom. A partir daí repetimos todo o processo”, declarou, insistindo na validação dos mandatos e na realização de votações “dentro das regras”. Leia tambémCelmira Sacramento foi destituída do cargo de presidente da Assembleia Nacional Sobre a situação interna da Acção Democrática Independente (ADI), Patrice Trovoada rejeitou a ideia de fractura. “O partido não está dividido”, acrescentando que os “deputados fiéis à direcção do partido são 21, num total de 30”. E deixou críticas aos parlamentares dissidentes: “Não se pode brincar com a delegação de poderes que o povo dá aos deputados. É preciso respeitar o resultado das urnas.” Questionado sobre uma eventual candidatura presidencial, respondeu: “Ainda não decidi. Muita gente está a decidir por mim.” Perante o contexto, pretende avaliar posições. “Aquilo que me interessa agora (…) é ver quem tem fibra democrata. Porque um Presidente da República no nosso sistema não é um executivo. Ele é o garante da estabilidade e do funcionamento regular das instituições.” A entrevista decorreu à margem da 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, que termina este domingo, 15 de Fevereiro, em Addis Abeba, Etiópia. Patrice Trovoada participa no encontro enquanto enviado especial da UA para a Guiné-Bissau. Leia tambémPR são-tomense fixa presidenciais para 19 de Julho e legislativas para 27 de Setembro

Semana em África
Golpes, terrorismo e clima dominam agenda da União Africana

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:23


Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.

Noticias De Pisa y Corre
Frente Amplio Democrático pide parlamento abierto para la reforma electoral DPC con Paola Rojas

Noticias De Pisa y Corre

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:10


El Frente Amplio Democrático sostuvo un encuentro con Kenia López, presidenta de la Cámara de Diputados, para impulsar la realización de un parlamento abierto sobre la #reformaelectoral. #NoticiasDigital #PaolaRojasDPC De Pisa y Corre con Paola Rojas de lunes a viernes a las 8:00 am por Imagen Televisión. Visita también nuestra página www.imagentv.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Cinco continentes
Cinco Continentes - Europa buscar ser más competitiva

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 54:48


Los mandatarios de los países del bloque comunitario han intentado hoy en Bélgica acercar posturas para intentar hacer un frente común y avanzar hacia una mayor competitividad de los 27 frente a las amenazas que llegan desde EEUU o China.Vamos a estar en Irán con nuestra enviada especial que ha podido hablar con algunos ciudadanos de Teheran sobre la situación por la que pasa el país. También en Estados Unidos donde podremos saber más sobre lo que ha dicho Tom Homan tras la ofensiva de ICE en Minessota.Vamos a hablar también de la aprobación del gobierno italiano de un proyecto de ley con varias medidas para intentar frenar la inmigración irregular; de Bruno Retailleau, quien fue ministro de Interior de Francia y ha anunciado que se presenta como candidato a suceder a Emmanuel Macron en las próximas elecciones presidenciales; y de las elecciones en Bangladesh, las primeras tras las manifestaciones de la generación Z. También de las protestas en Argentina y de la heredera de Kim Jong Un en Corea del Norte. Además va a estar con nosotros Julián Cambronero, responsable de la revista Congo Actual para profundizar en la situación que vive República Democrática del Congo. Escuchar audio

Cinco continentes
Cinco continentes - La realidad en República Democrática del Congo, muy lejos del fin del conflicto

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 12:09


Donald Trump lleva tiempo diciendo que una de las guerras que ha solucionado es la de República Democrática del Congo. La realidad es bien distinta. En el enorme país africano la situación en sus regiones más orientales se ha agravado estos meses. Los combates con la guerrilla del M23 siguen y a nivel humanitario nada ha cambiado, es decir, la población sigue enfrentándose a todo tipo de prohblemas, desde el sarampión a agua contaminada o a casos de violencia sexual. Estados Unidos mientras, trata de afianzar el acuerdo para intentar obtener minerales críticos y reducir así su dependencia de China en este sector tan estratégico. Julián Cambronero es el responsable de la revista Congo Actual.Escuchar audio

El Garaje Hermético de Máximo Sant
Los 10 COCHES más INALCANZABLES de la historia

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 15:10


Solemos asociar las listas de espera con objetos de lujo extremo o superdeportivos de edición limitada. Sin embargo, la historia del automóvil nos revela una realidad muy distinta: en muchas ocasiones, el coche más deseado no ha sido el que más corre, sino aquel que simplemente no se podía fabricar al ritmo que la sociedad lo necesitaba. Desde la necesidad más básica de movilidad hasta el consumo impulsivo, hoy recorremos las historias de aquellos vehículos que agotaron la paciencia de generaciones enteras. La estafa del sueño alemán: El KdF-Wagen (1938) Antes de que el mundo lo conociera como el Volkswagen Escarabajo, nació como el KdF-Wagen. El gobierno nazi ideó un sistema de ahorro mediante el cual los obreros pegaban sellos de 5 marcos en una cartilla semanal. La promesa era sencilla: al completar el pago de 990 marcos, recibirían su vehículo. Utilidad social frente al dinero: Citroën 2CV (1948) Tras la Segunda Guerra Mundial, Francia necesitaba moverse. El Citroën 2CV, despreciado inicialmente por la prensa, se convirtió en un éxito absoluto entre la población rural. La lista de espera alcanzó los seis años, pero lo fascinante fue el criterio de entrega. Pierre-Jules Boulanger, director de Citroën, instauró una selección ética: se dio prioridad absoluta a parteras, veterinarios, médicos rurales y agricultores. El Rastrojero: Orgullo e ingenio argentino (1952) En Argentina, la falta de divisas para importar vehículos llevó a la creación del Rastrojero. Fabricado por la estatal IAME utilizando motores de tractores sobrantes de Estados Unidos, este vehículo se convirtió en el símbolo del trabajo en la Pampa. Su dureza y fiabilidad generaron una demanda tan masiva que las listas de espera se contaban por años. El SEAT 600 y la picaresca española (1957) El 600 fue el motor de la libertad para España, pero la fábrica de la Zona Franca en Barcelona no podía seguir el ritmo del país. Para entrar en la lista de espera, que superaba los dos años, había que adelantar una fianza de 20.000 pesetas. Esto dio lugar a un fenómeno muy particular: el mercado secundario de "turnos". Quienes recibían la notificación de entrega y no podían o no querían el coche, vendían su derecho a compra a precios desorbitados. El Ford Mustang y la histeria americana (1964) En Estados Unidos, el lanzamiento del Mustang no generó una lista de espera convencional, sino una auténtica fiebre colectiva. Ford esperaba vender 100.000 unidades en un año; vendieron 22.000 el primer día. Los concesionarios vivieron escenas de caos absoluto, con clientes durmiendo dentro de los coches de exposición para evitar que otros se los llevaran. El Trabant 601: Una vida entera esperando (1964) En la República Democrática Alemana, la economía planificada llevó el concepto de espera al extremo del absurdo. El Trabant, con su carrocería de duroplast y motor de dos tiempos, tenía una lista de espera de entre 12 y 17 años. Esto creó una economía invertida: un Trabant usado costaba el doble que uno nuevo, simplemente porque el usado estaba disponible de inmediato. Crisis del petróleo y el Honda Civic (1973) Cuando la crisis del petróleo de 1973 golpeó a Occidente, los enormes motores V8 americanos se volvieron insostenibles. Honda apareció con el Civic, un coche que "gastaba como un mechero". La demanda fue tal que los concesionarios en EE.UU. introdujeron los "Market Adjustments": sobreprecios de hasta el 40% que los clientes pagaban sin rechistar con tal de no seguir arruinándose en las gasolineras. Mercedes-Benz W123: El taxi que no se devaluaba (1976) El antecesor del Clase E fue víctima de su propia excelencia. Su reputación de indestructible hizo que la lista de espera oficial en Alemania llegara a los tres años. Al igual que ocurrió con el Trabant, pero en un mercado libre, los ejemplares con un año de uso se vendían más caros que los nuevos en el concesionario. La lotería nacional del Nissan Figaro (1991) En el Japón de la burbuja económica, Nissan lanzó el Figaro, un pequeño descapotable de diseño retro. La previsión era de 8.000 unidades, pero recibieron 300.000 solicitudes. Ante la imposibilidad de gestionar una lista de espera de décadas, la marca optó por una solución salomónica: sortear el derecho a compra. Toyota Land Cruiser 300: El reto del siglo XXI (2021) Incluso hoy, con toda nuestra capacidad industrial, el deseo sigue superando a la oferta. El lanzamiento del Land Cruiser 300, sumado a la crisis de microchips, provocó esperas de cuatro años.

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: Mi historia la escribe Dios

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 8:03


El P. Augustin Kalamba, sacerdote de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo), descubrió su vocación sacerdotal a la edad de nueve años. A través del canto de unas religiosas, el P. Augustin Kalamba experimentó que el Señor quería que fuese solo de Él. Cuando recuerda las dificultades encontradas en el seminario menor, considera que el Señor le permitió pasar por ellas para crecer en humildad y fortalecer su vocación, demostrándole que no es él quien debe guiar su vida, sino que debe dejarse guiar por Dios.

Venezuela en Crisis - RadioTelevisionMarti.com
Lech Walesa alerta sobre los desafíos de una transición democrática en Cuba - febrero 12, 2026

Venezuela en Crisis - RadioTelevisionMarti.com

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 2:43


El Museo Americano de la Diáspora Cubana nombra a Lech Wałęsa Embajador de la Libertad en Cuba. En un acto celebrado este jueves el Premio Nobel de la Paz y expresidente de Polonia, habló sobre los desafíos de una eventual transición democrática en Cuba.

Negocios Televisión
DE CASTRO: "El parlamento de Europa ya no es democrático. Von der Leyen quiere mandar con 2 países"

Negocios Televisión

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 10:34 Transcription Available


DE CASTRO: "El parlamento de Europa ya no es democrático. Von der Leyen quiere mandar con 2 países"Análisis sobre el rumbo político y económico de la Unión Europea con Juan Antonio de Castro, exfuncionario de Naciones Unidas. En esta entrevista se aborda el giro energético global tras el regreso de Donald Trump al centro del escenario político: del impulso a la transición verde al regreso del carbón, el petróleo y la energía nuclear como pilares estratégicos. ¿Fue un error la política energética europea de los últimos años? ¿Ha perdido Europa competitividad por motivos ideológicos?También se analiza el papel de Ursula von der Leyen, las propuestas para eliminar la unanimidad en ciertas decisiones clave de la UE y el debate sobre soberanía nacional. De Castro pone sobre la mesa un rumbo autoritario hacia una Europa liderada por Francia y Alemania. ¿Se está produciendo un cambio estructural en el equilibrio de poder dentro de Europa? #europa #democracia #vonderleyen #ue #eu #geopolitica #francia #alemania #entrevista #negociostv #decastro Si quieres entrar en la Academia de Negocios TV, este es el enlace:   https://www.youtube.com/channel/UCwd8Byi93KbnsYmCcKLExvQ/join Síguenos en directo ➡️ https://bit.ly/2Ts9V3pSuscríbete a nuestro canal: https://bit.ly/3jsMzp2Suscríbete a nuestro segundo canal, másnegocios: https://n9.cl/4dca4Visita Negocios TV https://bit.ly/2Ts9V3pMás vídeos de Negocios TV: https://youtube.com/@NegociosTVSíguenos en Telegram: https://t.me/negociostvSíguenos en Instagram: https://bit.ly/3oytWndTwitter: https://bit.ly/3jz6LptFacebook: https://bit.ly/3e3kIuy

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Neocolonialismo USA en la Rep. Democrática del Congo - Observador Global Podcast

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 21:36


Hoy en Observador Global abordamos un tema del que apenas ningún medio informa, pero que dice mucho de la geopolítica actual desde que Mr. Trump volvió a la Casa Blanca. El acuerdo extractivo con la República Democrática del Congo, la gran promesa de potencia de África. Lo analizaremos de la mano de un informe llamativo del Oakland Institute y un artículo de su directora Anuradha Mittal. OGP es un podcast de El Abrazo del Oso Producciones dirigido por Javier Fernández Aparicio y Eduardo Moreno Navarro. Mapa de enlaces para móviles: https://lookerstudio.google.com/u/0/reporting/79244224-67b9-41f1-910a-f6d517b23315/page/oHmrE Mapa de enlaces para ordenador: https://lookerstudio.google.com/u/0/reporting/342fc166-e9aa-4083-9d2f-2bc84b8d038b/page/oHmrE ¿Quieres más Observador Global? Hazte mecenas, ayuda a esta producción independiente y accede a los contenidos extra: https://www.ivoox.com/support/1640122 www.elabrazodeloso.es Bluesky: https://bsky.app/profile/oglobalpod.bsky.social Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¡Suscríbete! Telegram abierto de El Abrazo del Oso: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/observador-global-podcast

De Frente con Oscar Ortiz
Ciudadanía y reconstrucción democrática - Renzo Abruzzese

De Frente con Oscar Ortiz

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 20:19


Renzo Abruzzese, sociólogo, analiza a 90 días del cambio de gobierno el rol de la ciudadanía, el agotamiento de las viejas estructuras políticas y el desafío de construir una democracia verdaderamente ciudadana, institucional y sostenible.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Reunião com Félix Tshisekedi em Luanda: "Angola é um mediador nato do conflito da RDC"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 15:36


O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.

Así las cosas
¿Cómo esta la situación en Cuba?

Así las cosas

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 9:29


Manuel Cuesta Morua, presidente del Consejo para la Transición Democrática en Cuba

Templo Mayor
TEMPLO MAYOR: Retroceso democrático

Templo Mayor

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 3:13


Humans Rights Watch dio a conocer resultados de investigación sobre reforma judicial: la iniciativa de AMLO provocó 'retroceso democrático'.

Radio HM
El Sacerdote- P. Augustin Kalamba: Nada ocurre por casualidad

Radio HM

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:20


El P. Augustin Kalamba fue ordenado el 23 de agosto de 2009, en el 50 aniversario de la Archidiócesis de Kananga (República Democrática del Congo). Está convencido de que no fue casualidad ser ordenado ese día, sino que la elección es fruto de la providencia de Dios. La coincidencia le ayudó a identificarse más con la diócesis a la que iba a servir a través de su ministerio sacerdotal, conduciendo a las almas por el camino de la verdad, que es Cristo. 

Latinoamérica 21
La observación electoral y la mejora democrática

Latinoamérica 21

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 35:34


El calendario electoral de este 2026 comenzó con la reciente elección de Laura Fernández en primera vuelta en Costa Rica. Unos comicios en los que más allá del contundente resultado a favor del partido oficial, destaca la solidez, transparencia y profesionalismo institucional del proceso costarricense tal como los confirma la observación electoral internacional. Y es precisamente en el papel que desempeña este acompañamiento técnico externo, es en donde queremos fijar nuestro análisis en este episodio de Mirada Semanal. Destacando su importancia para el mejoramiento de la integridad electoral de una región marcada por la polarización, el avance del extremismo y la sostenida desafección electoral de importantes segmentos de la ciudadanía.Y es que además de Costa Rica, este año será decisivo para países con grandes niveles de conflictividad social, violencia política y permanentes tensiones institucionales como Colombia, Perú, Brasil o Haití, sin descartarse la posibilidad de una convocatoria electoral sobrevenida en Venezuela. Cabe destacar el caso de Brasil, la mayor economía del continente y una de las más influyentes diplomáticamente, celebrará comicios generales en octubre. Un proceso comicial que pondrá a prueba si la gestión de Lula Da Silva ha podido realmente recomponer el tejido social y superar el sectarismo, la corrupción y la crispación política del pasado recientes. También destaca el caso de Colombia, una nación con un historial reciente de conflicto interno, asesinatos políticos y debates profundos sobre paz y justicia, en el que sus ciudadanos votarán en mayo para elegir un nuevo presidente en medio de una feroz contienda política. Más al sur, Perú nación que acudirá a elecciones en abril en un contexto de alta volatilidad institucional, fragmentación partidista tras años de crisis institucional que han generado descontento generalizado y sostenido en el país andino. Sin embargo, el caso más crónico será el de Haití, el proceso electoral de agosto buscará reestablecer una mínima normalidad tras años de violencia entre pandillas, desplazados, pobreza y una crisis humanitaria continuada.En virtud de la compleja agenda política que debe afrontarse en buena parte de los países de la región, la observación electoral resulta crucial. Especialmente para promover la transparencia, documentar irregularidades y ofrecer recomendaciones técnicas de lo que ocurre en cada etapa del proceso, desde la campaña hasta la comunicación de resultados. En un contexto regional donde el descrédito de la política ha alimentado teorías de fraude y desconfianza generalizada en el proceso electoral, la labor de observadores puede marcar la diferencia entre un resultado aceptado socialmente o uno que avive más las tensiones. Para analizar este tema nos acompañó la Dra. Ana Claudia Santano. Doctora y Máster en Ciencias Jurídicas y Políticas de la Universidad de Salamanca, España. Profesora de Derecho Constitucional, Electoral y Derechos Humanos en diversas instituciones de Brasil y América Latina. Coordinadora general de Transparencia Electoral Brasil. Una voz calificada desde la experiencia internacional quien nos ayudará a entender la observación electoral en tiempos de deterioro democrático.Analistas:Manuel Alcántara SáezMaría Puerta RieraInvitada:Ana Cláudia SantanoEdición y Conducción:Xavier Rodríguez Franco

SBS Spanish - SBS en español
Human Rights Watch pone a Australia bajo la lupa por derechos humanos en un mundo cada vez menos democrático

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 15:07


Australia es duramente criticada en el informe de HRW por sus políticas migratorias, la detención obligatoria de solicitantes de asilo, la criminalización temprana de menores y la falta de una ley nacional de derechos humanos.

Luis Cárdenas
Debate sobre 'jueces sin rostro' en México: ¿Protección o retroceso democrático? - 6 febrero 2026

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 7:58


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Gabriel Regino, abogado, habló sobre jueces sin rostro se debatirá en parlamento abierto. Gabriel Regino analizó la propuesta de implementar la figura de los jueces sin rostro en el sistema de justicia mexicano. Ante el próximo debate en parlamento abierto, el especialista advirtió sobre los riesgos de confundir la seguridad de los juzgadores con la opacidad procesal, señalando que esta medida podría vulnerar derechos fundamentales y contradecir el discurso oficial de seguridad en el país.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Así las cosas
Informe anual Human Rights Watch ubica a Mexico como uno de los países con mayor deterioro democrático y graves violaciones a los derechos humanos

Así las cosas

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 12:30


Juanita Goebertus, directora de Human Rights Watch para las Américas

Cinco continentes
Cinco continentes - El futuro democrático de Costa Rica

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 21:07


Los costarricenses acuden a las urnas el próximo domingo para elegir al presidente para el periodo 2026-2030. Hablamos con Carolina Ovares, politóloga y socióloga, docente de la Universidad de Costa Rica.Escuchar audio

Hablando Claro con Vilma Ibarra
30-1: 19 años apoyando la deliberación democrática.

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 54:33


Con las presidenciales y legislativas del domingo, Costa Rica abre el ciclo electoral latinoamericano del 2026, que continuará con la convocatoria a las urnas en Perú (abril), Colombia (mayo), Haití (agosto) y Brasil (octubre). De todos estos países hermanos, el nuestro es el único que ostenta la categoría de "democracia plena". Solo hay 21 en el mundo entero. En términos generales, el continente experimenta un giro a la derecha, con ratificación de liderazgos personalistas, voto castigo, pérdida de relevancia del centro político en un entorno de mayor fragmentación y polarización, pobres crecimientos económicos, altas tasas de inseguridad ciudadana y penetración del crimen organizado. En algunos casos además, incide en el entorno político el denominado "factor Trump". Aunque ciertamente las elecciones en Colombia y Brasil serán las más determinantes en Suramérica, la nuestra es crucial, precisamente dadas nuestra característica como la democracia más longeva del continente. El mundo libre estará observando lo que decidamos. Conmemoramos nuestros 19 años Hablando Claro, apoyando la deliberación democrática en Radio Columbia, con una reflexión final de previo a la jornada electoral de este primero de febrero. Con el politólogo Sergio Araya y el periodista Armando Mayorga.

Radio HM
Un ancla en la tormenta- El genocidio armenio: Final del genocidio 6/7

Radio HM

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 14:40


En este penúltimo programa de «Un ancla en la tormenta», el Prof. Ricardo Ruiz de la Serna, profesor de Historia del Mundo Actual en CEU San Pablo (Madrid, España) y autor del libro «El genocidio armenio», nos hace esta pregunta: ¿Cómo se termina un genocidio? Veremos los acontecimientos más relevantes que llevaron al final del genocidio, como la batalla de Sardarapat (1918), el incendio de la ciudad de Esmirna (1922) y la integración de la República Democrática de Armenia en la Unión Soviética. Aunque se ha preservado la memoria de la tragedia entre las comunidades armenias, quedan grandes sombras que pesan sobre el genocidio, sobre todo la impunidad de los responsables, la falta de restitución por las pérdidas de la Armenia histórica, y la destrucción del patrimonio cultural —y por tanto, de la memoria del pueblo armenio—. Aunque las prácticas genocidas serán reflejadas en el Holocausto de los judíos poco después, «El genocidio armenio» se distinguirá por los daños sucedidos y nunca recompensados, quedándose así «congelado en el tiempo».

Democracia en LSD
Gobierno S.A.

Democracia en LSD

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 58:27


En este FINAL DE TEMPORADA, analizamos lo que nos deja el gabinete, y las varias explicaciones de por qué será el más cercano a la gran empresa de la historia moderna de Chile. Luego, revisamos qué sucede en EE.UU. detrás de las invasiones a ciudades y las ejecuciones callejeras de disidentes.Programa grabado en vivo a las 16:00 del miércoles 28 de enero del 2026, cada uno desde su lugar de trabajo, por Ximena Jara y Davor Mimica.--Si deseas hacer un aporte mensual (lo que quieras, desde $1.000) a Democracia en LSD, para fortalecer nuestra comunidad y que podamos hacer más y mejores podcasts, lo puedes hacer en ESTE LINK. Recibirás un reporte de lo que hacemos con tu plata y un exclusivo capítulo adicional al mes: "LSD Sin Censura".Si deseas aportar mensualmente desde el extranjero, puedes hacerlo en PatreonSigue, escucha y comparte nuestro nuevo programa sobre democracia global "Planeta D" en plataformas de podcast y síguelo en Instagram.Sigue y escucha nuestra nueva serie Código Democrático, sobre las relaciones entre Inteligencia Artificial y Democracia, donde escuchen sus podcasts: https://open.spotify.com/show/0zn07W2OQU8lT94czD1WdzSi deseas seguir y escuchar nuestro "Proyecto 50", puedes hacerlo donde escuches tus podcasts:  y síguelo en twitter e Instagram en proyecto50cl.Si deseas seguir y escuchar nuestro otro podcast "A mí nunca me han encuestado", puedes hacerlo vía Spotify, donde escuches tus podcasts o por Youtube.Escríbenos a nuestro correo DemocraciaEnLSD@gmail.com, a nuestro Bluesky, twitter, Instagram o Facebook para enviarnos tus comentarios o preguntas o participar de nuestros sorteos. También: Únete al Discord de nuestra comunidad, para mantenernos conectados durante la semana.Timestamps(00:00) Introducción(01:51) Tema 1: Claves del gabinete(28:17) Pastelazos del año(36:27) Tema 2: ¿Qué pasa en EE.UU.?(51:51) Las buenas noticias(57:30) Cierre

SBS Spanish - SBS en español
Latinoamérica | Costa Rica vota entre tradición democrática y mano dura contra el crimen

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 5:49


Costa Rica se prepara para unas elecciones presidenciales seguidas de cerca por el contraste entre su tradición democrática y el aumento de la inseguridad. Más de tres millones y medio de ciudadanos votarán este domingo entre una veintena de candidatos, en un contexto de fragmentación política y auge del discurso de mano dura.

Hoy por Hoy
Claves del día | Joan Subirats: "Defender un sistema ferroviario digno en Cataluña o una atención primaria fuerte en Madrid es un acto de resistencia democrática"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 1:38


La crisis ferroviaria en España presenta esa doble cara de un problema aparentemente simple, que los trenes funcionen y que lleguen a su hora. Fatiga de materiales, grandes aguaceros tras largas temporadas de sequía y malestar de conductores por un traspaso de Rodalies a la Generalitat. El cabreo de la gente es aprovechado por algunos para aumentar el descrédito de lo público. Defender hoy un sistema ferroviario digno en Cataluña o una atención primaria fuerte en Madrid es un acto de resistencia democrática.

El Primer Café
Solari: Exclusión del FA y el PC en cita del Socialismo Democrático fue "una buena advertencia"

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 69:32


En El Primer Café, el exministro Ricardo Solari (Partido Socialista) y el dirigente Luis Ruz (Democracia Cristiana) comentaron este lunes la creciente fragmentación del bloque gubernamental, tras la reciente reunión entre el Socialismo Democrático y la Falange, una cita que marcó un hito al excluir deliberadamente al Partido Comunista (PC) y al Frente Amplio (FA). Conduce Cecilia Rovaretti.

Cinco continentes
Cinco continentes - Más de 100.000 personas buscan refugio en Burundi

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 11:13


La guerra en República Democrática del Congo no solo no ha cesado sino que sigue obligando a miles de personas a huir de sus casas. En las últimas semanas, la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados, ACNUR, ha detectado que unas 100.000 personas han cruzado la frontera sur entre el país y Burundi para escapar de la violencia creciente.Hablamos con la coordinadora de emergencias de MSF en Burundi, Carolina López Led.Escuchar audio

Cinco continentes
Cinco Continentes - Trump anuncia un acuerdo sobre Groenlandia con la OTAN

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 54:28


Trump participa en el Foro Económico Mundial de Davos y antes de marcharse anuncia un acuerdo con la OTAN sobre Groenlandia que, si sale adelante, supondría que no se aplicaran aranceles a los países europeos que enviaron militares a la isla danesa a partir del 1 de febrero.Vamos a conocer más detalles de la próxima fase del plan de paz de Donald Trump para Gaza. Nos lo va a contar nuestro corresponsal en Jerusalén.Les contaremos también que el ejército de Estados Unidos ha trasladado a 150 prisioneros del Estado Islámico de prisiones en Siria a Irak después de que la seguridad de las cárceles se haya visto comprometida. También profundizaremos en los problemas del acuerdo Unión Europea-Mercosur y en la condena a Salvatore Mancuso, excomandante de las Autodefensas Unidas de Colombia, un grupo paramilitar que acabó siendo parte de las redes narcotraficantes del país.También estaremos en China, el segundo país con más habitantes del mundo, que ha visto su población reducida y el envejecimiento de la población, siguiendo la tónica de los últimos años.Además va a estar con nosotros la coordinadora de emergencias de Médicos Sin Fronteras en Burundi a donde han llegado miles de personas huyendo de la violencia en República Democrática del Congo.Escuchar audio

Democracia en LSD
El Chile de Claudio Crespo

Democracia en LSD

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 67:00


Revisamos los detalles y las consecuencias del fallo en el juicio por las lesiones a Gustavo Gatica, y analizamos la previa del gabinete de KastPrograma grabado en vivo a las 16:00 del martes 13 de enero del 2026, cada uno desde su lugar de trabajo, por Ximena Jara y Davor Mimica.--Si deseas hacer un aporte mensual (lo que quieras, desde $1.000) a Democracia en LSD, para fortalecer nuestra comunidad y que podamos hacer más y mejores podcasts, lo puedes hacer en ESTE LINK. Recibirás un reporte de lo que hacemos con tu plata y un exclusivo capítulo adicional al mes: "LSD Sin Censura".Si deseas aportar mensualmente desde el extranjero, puedes hacerlo en PatreonSigue, escucha y comparte nuestro nuevo programa sobre democracia global "Planeta D" en plataformas de podcast y síguelo en Instagram.Sigue y escucha nuestra nueva serie Código Democrático, sobre las relaciones entre Inteligencia Artificial y Democracia, donde escuchen sus podcasts: https://open.spotify.com/show/0zn07W2OQU8lT94czD1WdzSi deseas seguir y escuchar nuestro "Proyecto 50", puedes hacerlo donde escuches tus podcasts:  y síguelo en twitter e Instagram en proyecto50cl.Si deseas seguir y escuchar nuestro otro podcast "A mí nunca me han encuestado", puedes hacerlo vía Spotify, donde escuches tus podcasts o por Youtube.Escríbenos a nuestro correo DemocraciaEnLSD@gmail.com, a nuestro Bluesky, twitter, Instagram o Facebook para enviarnos tus comentarios o preguntas o participar de nuestros sorteos. También: Únete al Discord de nuestra comunidad, para mantenernos conectados durante la semana.Timestamps(00:00) Introducción(03:32) Tema 1: El juicio a Claudio Crespo(33:10) Pastelazos del año(42:25) Tema 2: La previa del gabinete de Kast(1:01:37) Las buenas noticias(1:05:16) Cierre

Semana em África
Semana marcada por tensões políticas e sociais na África lusófona

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 8:08


A Guiné-Bissau voltou a dominar a actualidade africana esta semana, após a libertação de figuras políticas e da sociedade civil detidas na sequência do golpe militar de Novembro de 2025, num contexto ainda marcado por contestação social, enquanto São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e a República Democrática do Congo enfrentam desenvolvimentos políticos e judiciais relevantes. Na Guiné-Bissau, foram libertados o jurista e activista Augusto Nansambé, os dirigentes do PAIGC Octávio Lopes e Marciano Indi, bem como o responsável do PRS Roberto Mbesba, todos detidos após o golpe militar de 26 de Novembro de 2025. A informação foi confirmada à RFI pelo advogado Vaiton Gomes Barbosa. Entretanto, é esperada no país uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que integra, entre outras personalidades, os Presidentes da Serra Leoa e do Senegal. A sociedade civil, através do Pacto Social, solicitou um encontro com a delegação para expor a situação política e social do país desde a tomada do poder pelo Alto Comando Militar. Segundo Sabino Gomes Júnior, signatário do Pacto Social, o objectivo é dar a conhecer à missão regional os desenvolvimentos ocorridos no país após o golpe. Ainda na Guiné-Bissau, a alegada morte de um jovem provocada por militares desencadeou uma onda de indignação popular. Centenas de jovens e mulheres saíram às ruas de Bissau para exigir justiça, numa manifestação que acabou por ser travada pela polícia. O Ministério Público prepara-se agora para levar a julgamento os dois militares acusados no caso. Em São Tomé e Príncipe, a escala do navio de assalto anfíbio russo Alexander Otrakovskiy, durante o fim-de-semana, gerou polémica política. A Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, acusa o Presidente da República e o Governo de terem autorizado a entrada e o transbordo de mercadorias de um navio de guerra russo sem o conhecimento nem a aprovação do Parlamento. As autoridades são-tomenses ainda não reagiram publicamente às acusações. O país enfrenta igualmente dificuldades no sector da educação, onde mais de 300 profissionais não docentes trabalham há vários anos sem remuneração. O Governo reconhece irregularidades no recrutamento, admite sanções aos responsáveis e garante estar a procurar soluções para regularizar a situação laboral. Em Cabo Verde, a partir de 21 de Janeiro, os cidadãos que solicitarem visto para viajar para os Estados Unidos, por motivos de turismo ou negócios, poderão ser obrigados a pagar uma caução de até 15 mil dólares. Cabo Verde passou a integrar a lista de 38 países abrangidos por esta medida, que se estende igualmente a Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, ficando Moçambique de fora. Já em Moçambique, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a libertação imediata do cidadão turco Emre Çınar, detido na semana passada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). As autoridades não avançaram detalhes sobre os fundamentos da detenção nem sobre eventuais acusações. Por fim, na República Democrática do Congo, o Presidente Félix Tshisekedi manifestou-se favorável a um cessar-fogo “imediato e incondicional” no leste do país, durante um encontro realizado em Luanda, na sequência de um apelo do Presidente angolano João Lourenço, actual presidente em exercício da União Africana.

DW em Português para África | Deutsche Welle
8 de Janeiro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 20:00


Angola parece estar novamente envolvida na mediação da República Democrática do Congo, mas analistas duvidam que consiga resultados concretos. Medida inédita em Quelimane: o edil Manuel de Araújo exonerou, de uma só vez, 37 funcionários do Conselho Autárquico. Um navio de guerra russo esteve em São Tomé e Príncipe sem o conhecimento do Parlamento.

Más de uno
Las tres noticias de Carlos Alsina para empezar el día: "Trump, el sheriff que dice controlar Venezuela y no tiene entre sus prioridades la transición democrática"

Más de uno

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 12:54


Este lunes 5 de enero, Carlos Alsina nos trae las historias para empezar la manana: del temporal a la ultima hora de la situacion que atraviesa Venezuela.

Hablando Claro con Vilma Ibarra
24-12: Desafíos democráticos del mundo actual.

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 58:07


Aunque es plena Navidad, aprovechamos la oportunidad para conversar con el Director de IDEA Internacional acerca de los desafíos democráticos del mundo actual.

La ContraHistoria
El telón de acero

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 88:18


El Telón de acero fue la barrera ideológica, política y física que dividió Europa durante desde el final de la Segunda Guerra Mundial hasta 1990. Era mucho más que una metáfora: se materializaba en kilómetros y kilómetros de fronteras fortificadas con alambradas, torres de vigilancia, campos minados y guardias armados. Se extendía desde el océano Ártico hasta el mar Mediterráneo, separando el bloque soviético del occidental. El término fue popularizado por Winston Churchill en un discurso que dio en 1946 en una universidad de Missouri, donde advirtió que un “telón de hierro" había descendido desde Stettin en el Báltico hasta Trieste en el Adriático, sometiendo al control soviético a capitales europeas como Varsovia, Praga y Budapest. Aunque el término ya se usaba antes para describir la frontera rusa tras la revolución de 1917, Churchill lo elevó a símbolo de la guerra fría. Churchill sabía bien de lo que hablaba porque había negociado con Stalin en Yalta y Potsdam, y era consciente de que quería dotarse de un colchón de repúblicas satélite en el este de Europa que sirviesen de primera línea de defensa y de proyección del poder soviético. Con los años el telón propiamente dicho no hizo más que perfeccionarse para evitar las huidas al oeste, que en Alemania llegó a convertirse en un problema de primera magnitud. Entre 1949 y 1961, tres millones de alemanes huyeron de la República Democrática a la República Federal. La frontera intra alemana tenía casi 1.400 kilómetros y a ella se sumaban los 155 kilómetros del muro de Berlín. El muro, levantado en 1961, era un telón de acero en miniatura que atravesaba el centro de la ciudad. Para que la capital se comunicase con el resto de Alemania se crearon corredores aéreos, ferroviarios y de carretera que conectaban Berlín Oeste con la RFA. Los tres estaban bajo estricta vigilancia para prevenir las fugas. Política, económica y socialmente el telón separaba dos mundos. Mientras el oeste prosperaba con democracias liberales y libre mercado, el este se sumía en la pobreza y la opresión. La cultura occidental era también más atractiva y eso erosionaba el control de las autoridades. La televisión y radio del oeste ofrecían información, entretenimiento y abrían una ventana a un mundo diferente que percibían como mucho mejor y más cómodo. Las televisiones alemanas se podían ver en los países fronterizos y EEUU financió una emisora de radio, Radio Europa Libre, que podía sintonizarse en todo el bloque del este. Estas emisiones sorteaban las alambradas, pero no los controles. Los gobiernos del este trataron de impedir que la población viese la televisión occidental, pero terminaron dejándolo por imposible. Cualquier infiltración de otra índole estaba muy vigilada por las agencias de seguridad, algunas muy temidas como la Stasi alemana, la Securitate rumana o el KGB soviético. Todo aquel sistema de control que simbolizaba el telón de acero se vino abajo a partir de 1985 cuando Mijail Gorbachov se hizo con el poder en la URSS. El telón en sí mismo empezó a desmantelarse cuatro años más tarde coincidiendo con la caída del muro de Berlín. En 1991 la Unión Soviética pasó a mejor vida y con ella cualquier rastro que pudiese quedar de esa frontera impenetrable que dividió Europa durante más de cuatro décadas. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:00 El telón de acero 1:21:43 Uruguay en la guerra de la triple alianza Bibliografía “La otra guerra fría” de Ramón González Férriz - https://amzn.to/4qyLwXp “De la guerra fría a la caída del Muro” de Juan Carlos Pereira Castañares - https://amzn.to/3N2Cjs2 “La guerra fría” de Robert McMahon - https://amzn.to/44RZCep “La guerra fría” de Odd Arne Westad - https://amzn.to/4jlR98Y · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #unionsovietica Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Matices
Luz Mary Alpízar Loaiza, candidata del partido Progreso Social Democrático: Viernes 19 de diciembre 2025

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Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 48:38