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Até US$ 2,5 trilhões foram movimentados pelo comércio de minerais em estado bruto ou semiprocessados; total superou 10% do comércio global em 2023; informe ao Conselho de Segurança destaca que demanda pode triplicar até 2030 e ser quatro vezes maior uma década mais tarde.
Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma. O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”
Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Até agora, os Estados africanos ainda não reagiram oficialmente a esta proposta. A candidatura de Macky Sall não conta com o apoio do Senegal, uma vez que o ex-chefe de Estado é acusado pela nova liderança do país de ocultar dados económicos importantes, como a dívida pública. O último mandato do Presidente senegalês ficou ainda marcado por episódios de violência e repressão da população. Régio Conrado, professor de Ciência Política e Direito na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique, afirma que “Macky Sall não é a pessoa certa para representar os interesses africanos”. Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Que comentário lhe merece esta candidatura? É profundamente complicado que um Presidente que já foi chefe de Estado num país que não o reconhece como candidato oficial -e, portanto, não é apoiado pelas autoridades do seu próprio país -seja apresentado pelo actual presidente da União Africana, o Presidente do Burundi, e não necessariamente pela própria União Africana. Isto já significa que há um duplo problema. Por um lado, há um problema de legitimidade no próprio país de origem, onde foi chefe de Estado. Por outro lado, os restantes chefes de Estado do continente africano ainda não se pronunciaram sobre o assunto, o que mostra que esta é uma iniciativa particular do Presidente do Burundi. É muito provavelmente uma má iniciativa e Macky Sall está, provavelmente, à procura de uma saída internacional, talvez para escapar a eventuais responsabilizações que possam recair sobre ele, não só no plano interno do país, mas também como uma forma de sobrevivência política através de dinâmicas internacionais. O antigo chefe de Estado do Senegal é a pessoa certa para representar o continente africano nos fóruns internacionais? Não, ele não é a pessoa certa para representar os interesses africanos. Quando esteve na presidência do Senegal e mesmo na presidência rotativa da União Africana, esteve muito mais ligado aos interesses franceses, funcionando quase como um dispositivo operativo -um cipaio, digamos -não dos interesses africanos, mas sobretudo dos interesses franceses e, por consequência, dos interesses europeus. Não é uma figura que, no continente africano, possa ser vista como a mais razoável para ocupar este lugar neste momento. Precisamos de uma figura pan-africana, com uma percepção de independência profundamente entranhada. Alguém que tenha uma visão de África fora das relações de subordinação ou de neocolonialismo com o Ocidente. Portanto, uma figura que congregue e agregue respeitabilidade no plano da defesa dos interesses africanos. E quem poderia ser essa pessoa? A actual Presidente da Tanzânia poderia, provavelmente, sugerir alguém da sua máxima confiança para representar os interesses africanos. Temos também Carlos Lopes, que é uma grande figura no continente africano e que tem estado sempre na linha da frente da defesa dos interesses africanos. Para além da sua carreira académica, é uma figura que já trabalhou com vários secretários-gerais das Nações Unidas e que tem uma longa experiência dentro das estruturas da organização e da União Africana. É uma figura alinhada com a defesa dos interesses africanos. Carlos Lopes, antigo secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas em África , poderia reunir o consenso dos líderes africanos? Penso que ele tem todo o potencial para reunir muitos consensos. Primeiro, porque não se trata de uma figura amarrada a um determinado país. Mesmo sendo originário da Guiné-Bissau, é uma figura completamente pan-africana. Isso poderia evitar, talvez, algumas clivagens regionais. Agora, também sabemos que os processos de negociação para apresentar uma candidatura são sempre profundamente complexos. E, obviamente, esses processos nem sempre traduzem aquilo que são as verdadeiras convicções de todos os actores envolvidos. África tem reclamado uma maior presença nas diferentes organizações das Nações Unidas. Já houve dois secretários-gerais africanos, Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan. Há possibilidade de o próximo secretário-geral das Nações Unidas ser oriundo do continente africano? Fica muito difícil. O que podemos dizer é que, neste momento, tendo em conta aquilo que África tem defendido -uma maior presença nos diferentes organismos das Nações Unidas, e muito particularmente ao nível do Conselho de Segurança, essa reivindicação faz sentido. Estamos a falar de 54 países e de um continente com uma população que ultrapassa mil milhões de pessoas. É um continente que tem um peso muito profundo e determinante para o futuro do mundo. O problema é que o mundo em que vivemos hoje mostra que várias potências procuram também controlar as Nações Unidas. Até ao momento foram apresentadas duas candidaturas oficiais: a da ex-Presidente chilena Michelle Bachelet e a do responsável da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi. A Costa Rica também nomeou a ex-Presidente Rebeca Grynspan, mas a candidatura ainda não é oficial. Segundo uma tradição de rotação geográfica, que nem sempre é observada, o cargo estaria agora a ser disputado pela América Latina. Muitos países defendem também que uma mulher deveria ocupar este cargo. A organização está preparada para ter uma mulher na liderança? Neste momento, o continente que está melhor posicionado parece ser a América Latina, onde há quase um consenso generalizado. Grandes potências regionais como o Brasil e a Argentina, bem como outros países que orbitam à volta destas potências, podem ser determinantes para orientar a dinâmica da escolha do próximo secretário-geral. Na minha opinião, mais do que nunca ficou demonstrado que as mulheres têm capacidade para dirigir determinadas agências das Nações Unidas, grandes programas e a diplomacia de alto nível no sistema internacional. Não me parece irrazoável pensar que uma mulher possa reunir consensos para dirigir a organização. Seria também uma forma de chamar a atenção para a necessidade de confiar responsabilidades às mulheres que demonstraram competências, ao longo das suas carreiras, sobretudo quando se trata de figuras que têm estado empenhadas em temas centrais como a paz, o desenvolvimento e outras questões fundamentais da agenda internacional. Relativamente à questão da paz: de que forma o contexto actual, com uma guerra no Médio Oriente e outros conflitos em várias partes do mundo, pode influenciar a escolha do novo secretário-geral da ONU? Está cada vez mais evidente que as Nações Unidas precisam de uma reforma profunda para aprimorar a sua capacidade de resolução dos grandes conflitos. Com a emergência de novos conflitos, marcados pela força física e pela brutalidade nas relações internacionais, assistimos também à erosão do direito internacional e à fragmentação da capacidade das Nações Unidas para resolver problemas complexos. Veja-se, por exemplo, a situação envolvendo o Irão, Israel e os Estados Unidos. Torna-se claro que chegou o momento de repensar a arquitectura das Nações Unidas, a arquitectura do Conselho de Segurança e o próprio sistema internacional de promoção da paz. O que é facto é que, neste momento, as Nações Unidas têm demonstrado limitações profundas - para não dizer fragilidades - na capacidade de conter os conflitos no mundo. Muitos dos conflitos em que a organização interveio continuam por resolver. São os membros do Conselho de Segurança que deverão iniciar o processo de selecção até ao final de Julho, em particular os cinco membros permanentes com poder de veto -Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França - que detêm, na prática, o futuro dos candidatos nas mãos. São conhecidas as divergências actuais. O que se pode esperar desta eleição? A Grã-Bretanha é hoje um país que pesa muito pouco no sistema internacional. Tem pouca capacidade de influenciar o processo. O verdadeiro debate vai acontecer entre as grandes potências. A China e a Rússia estão em confrontação directa com o Ocidente e encontram apoio em vários países do chamado Sul global, como o Brasil e a África do Sul, que são actores importantes. Há também países como o Irão e outros que defendem que não é positivo que haja uma dominação ocidental das instituições internacionais. Estas clivagens já existentes e o agravamento das tensões internacionais -como a situação envolvendo o Irão - vão certamente tornar o processo mais complexo. O que está em jogo nas próximas eleições para secretário-geral das Nações Unidas não é apenas a questão da eficácia, como defende a Grã-Bretanha. O que está em jogo é quem vai influenciar o rumo do sistema internacional nos próximos anos: sobre que bases serão tomadas as decisões, qual será a arquitectura das Nações Unidas e sob que orientação política actuará o próximo secretário-geral. Essas são as grandes questões. Que força terão os países africanos nesta escolha? Hoje não é possível pensar qualquer arquitectura das Nações Unidas sem considerar os 54 países do continente africano. O que será profundamente importante é perceber até que ponto os países africanos conseguirão articular posições comuns. Muitos deles estão hoje mais alinhados com o discurso do chamado Sul global, nomeadamente com posições defendidas pela China, pela Rússia e pelo Brasil, e menos próximos das posições do Ocidente. Infelizmente, há também divisões dentro do próprio continente. Existem países que estão mais alinhados com interesses externos. A Costa do Marfim, por exemplo, mantém uma forte proximidade com a França e, por consequência, com a União Europeia. Há também outros países pequenos que seguem essa linha. Mas há igualmente países com posições fortemente pan-africanas -como a África do Sul, o Quénia, a Tanzânia, Moçambique ou Angola -que podem defender um posicionamento mais autónomo do Sul global. O peso do continente africano dependerá da capacidade de coordenação política entre os seus líderes e da capacidade do presidente da União Africana de construir consensos entre os diferentes países e regiões. Mas tudo começa mal quando um presidente da União Africana decide avançar com uma candidatura sem um consenso mínimo, porque isso revela desde logo um processo de divisão desnecessária.
No 3 em 1 desta quarta-feira (04), o destaque foi o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso durante a Operação Compliance Zero. O grupo ligado ao executivo é investigado por acessar sistemas restritos da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol. Reportagem de Janaína Camelo. O deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil), relator da CPMI do INSS, comentou a prisão do empresário Daniel Vorcaro afirmando que “ninguém está acima da lei”. A comissão aguarda informações sigilosas para dar seguimento aos trabalhos. O mandatário da relatoria segue monitorando os desdobramentos da Operação Compliance Zero. Reportagem: Beatriz Souza. O 3 em 1 detalha a Operação Compliance Zero e a rede de influência do grupo conhecido como “A Turma”, comandado pelo empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O integrante do grupo conhecido como A Turma, Luiz Phillipi Mourão, atentou contra a própria vida após ser detido no âmbito do Caso Banco Master. Mourão é investigado por monitorar adversários do empresário Daniel Vorcaro. O presidente Lula (PT) teceu críticas ao Conselho da Paz proposto por Donald Trump e à atuação da ONU diante dos conflitos globais. O líder brasileiro questionou o alto volume de dinheiro gasto em armamentos enquanto o mundo enfrenta crises humanitárias. Reportagem: André Anelli. O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), reafirmou o desejo de aliança com o PL (Partido Liberal) para a sua sucessão. O mandatário mineiro destacou a parceria de sete anos com o governador Romeu Zema (Novo) e afirmou que a “esquerda é fraca e Lula é forte em grande parte do Brasil”. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça criticou a Procuradoria-Geral da República por se manifestar contra a prisão do empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O magistrado afirmou que a Procuradoria teria ignorado a urgência dos fatos apresentados no âmbito das investigações. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu nesta quarta-feira (04) a quebra dos sigilos de Roberta Luchsinger, investigada pela CPMI do INSS. A empresária, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é apontada como parte do núcleo político de um grupo liderado por Antonio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”. O magistrado atendeu ao pedido da defesa contra a medida aprovada pelo colegiado. Reportagem: Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
A afirmação do dia é: Eu amo a minha vida A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Autoamor e autovalor. O cristal de conexão do dia é: Quartzo rosa. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
O Governo convidou o Presidente da República para presidir a um Conselho de Ministros e no fim tiveram uma conversa com jornalistas, com o balanço da última década em Belém. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A dor é um mecanismo de defesa.Se você se corta, o corpo sente dor e alerta que algo precisa de atenção.Existe dor física.Existe dor emocional.Existe dor material.Mas há uma dor mais profunda: a espiritual.A Bíblia Sagrada diz em Isaías 59:2:“Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus…”Quando a raiz está desconectada da Fonte, a vida inteira sente os efeitos.E os sintomas aparecem: culpa constante, sentimento de vazio que nada preenche, frieza, indiferença, falta de paz.Assista até o final e descubra como resolver essa raiz que tanto dói.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
A afirmação do dia é: Eu cultivo bons pensamentos ao olhar para dentro A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Chama Verde de Cura - Mestres de Telos. O cristal de conexão do dia é: Jaspe sangue de dragão. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
Segundo mídia israelense, alguns dos 88 membros da chamada Assembleia dos Peritos estariam reunidos em prédio atingido por ataque de Israel. O ataque atingiu também a sede da Presidência e do Conselho de Segurança do Irã. E ainda:- Estados Unidos fecham as embaixadas no Kuwait, Líbano e Arábia Saudita e aconselham que cidadãos americanos deixem 14 países no Oriente Médio- Segundo a Cruz Vermelha, quase 800 pessoas morreram desde o início dos ataques no Irã- Chipre, na Europa, também teve uma base militar operada por Londres atingida por drones suicidas iranianos- Trump anuncia que pretende cortar todo o comércio com a Espanha após o país europeu se posicionar contra o uso das suas bases pelo governo dos Estados Unidos- De acordo com pesquisa do instituto Ipsos, em parceria com a agência Reuter, apenas 27% dos norte-americanos apoiam o conflito Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Neste vídeo, mergulhamos profundamente na crise geopolítica sem precedentes de março de 2026, iniciada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Descubra como a tentativa de decapitar a liderança iraniana através da "Operação Epic Fury" desencadeou uma resposta devastadora. O Irã implementou uma guerra assimétrica brilhante e letal, focando no calcanhar de Aquiles do império americano: a infraestrutura dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Catar.Explicamos como o Irã transformou a extrema vulnerabilidade hídrica do Golfo em uma arma de guerra, atacando usinas de dessalinização de água que mantêm capitais inteiras vivas. Entenda também as consequências catastróficas do fechamento de fato do Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária do Irã, cortando não apenas o suprimento global de petróleo, mas bloqueando 85% da entrada de alimentos básicos para a região do Golfo.Mas o impacto vai muito além do Oriente Médio! Revelamos a conexão oculta entre a sobrevivência do Golfo e o boom tecnológico nos EUA. Os fundos soberanos árabes não são mais apenas exportadores de petróleo; eles são o principal motor financeiro que sustenta a revolução da Inteligência Artificial (IA) e o mercado de ações americano. Mostramos como a destruição de data centers no Oriente Médio pode estourar a bolha da IA em Wall Street e como o CCG está usando essa alavancagem financeira trilionária para pressionar o governo dos EUA por um cessar-fogo.Assista até o final para entender por que não se vence uma guerra do século XXI com táticas do século XX e como essa crise vai redefinir o equilíbrio de poder global.#Geopolitica #Irã #EstadosUnidos #InteligenciaArtificial #EconomiaGlobal #Crise2026 #EstreitoDeOrmuz #OrienteMedio
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Segundo Israel, um centro de comunicações ligado à GuardaRevolucionária do Irã foi o alvo dos ataques da noite desta segunda-feira. E ainda:- No Líbano, Israel volta a atingir subúrbios de Beirute, atacando centros de comando e depósitos de armas doHezbollah- Dois drones atingem prédio da embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita- No Qatar, dois mísseis balísticos foram neutralizados após explosões serem ouvidas em Doha- Irã ameaça atacar navios que tentarem furar um eventual bloqueio na principal rota marítima de escoamento dopetróleo do Oriente Médio- Com os Estados Unidos na presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU em março, Melania Trump comandou sessão e fez um apelo em defesa das crianças vítimas de conflitos armados Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Conselho de Segurança debateu “Crianças, Tecnologia e Educação em Conflito”; primeira-dama americana diz crer no fim da divisão tecnológica empoderando a todos para alcançar totalmente seu potencial; um quinto das crianças do mundo vive em zona de conflito ou está em situação de deslocamento.
Reunião de emergência do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica aborda situação das usinas em Viena; diretor da Aiea pede que não seja descartado possível vazamento radiológico com graves consequências.
A afirmação do dia é: Eu me liberto das minhas amarras e encaro a minha vulnerabilidade com coragem A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Libertando-se do medo. O cristal de conexão do dia é: Obsidiana. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
A afirmação do dia é: Eu paro hoje de dar desculpas, eu me liberto das antigas amarras.A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Equilíbrio da Kundalini.O cristal de conexão do dia é: Quartzo Verde.Links:Portal AlvorecerGabi Rubi StoreRubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Veja na edição do Jornal da Record deste sábado (28): Estados Unidos e Israel atacam o Irã. Primeiro-ministro israelense diz que líder supremo pode estar morto. Em resposta, Irã bombardeia bases americanas no Oriente Médio. Potências europeias estão em alerta máximo. Conselho de Segurança da ONU faz reunião de emergência em Nova York. Brasil condena ofensiva e fala em evitar escalada da violência. Presidente Lula visita áreas atingidas pelas fortes chuvas em Minas Gerais. No futebol, Novorizontino e Corinthians disputam vaga na final do Paulistão.
Secretário-geral menciona relatos da morte do líder supremo em situação no terreno tida como “muito instável”; discurso insta aos 15 Estados-membros a uma atuação internacional com responsabilidade e em conjunto.
A afirmação do dia é: Eu honro e aceito as mudanças que o meu coração me pede A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Contato com seu Eu Superior. O cristal de conexão do dia é: Pirita e Pedra da Lua. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
A afirmação do dia é: Eu me conecto à docilidade da vida e exerço a compaixão. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Conexão ao Comando Esmeralda. O cristal de conexão do dia é: Esmeralda. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Será que vai sobrar alguma coisa depois desse governo?Bloco 1- Irâ - Expectativa continua e país se prepara para guerra em duas frente.- Cisjordânia - Limpeza étnica, assentamentos e a destruição do projeto de 2 Estados. - Gaza - Conselho da Paz de Trump se reúne e aponta caminhos para Gaza.Bloco2- Suprema Corte: - Determina que caso da procuradora do exército volte para procuradoria pública. - Volta a ser enfraquecida em velha-nova lei do golpe autocrático. - Determina regras para uso de área sul do Muro da Lamentações.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #342 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
A afirmação do dia é: Eu construo em mim uma realidade empática, cooperativa e dentro da compaixão. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Águas curativas de Aruanda. O cristal de conexão do dia é: Apatita e água marinha. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
ONU quer mostrar à cúpula de Trump que é incapaz de funcionar sem os EUA, explica Bernardo Valente: "Mais uma escolha caricata da esfera pessoal do Presidente. É a personalização da política".See omnystudio.com/listener for privacy information.
A afirmação do dia é: Eu entro com leveza no meu novo caminho e abraço a mudança que é necessária A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Abertura dos caminhos. O cristal de conexão do dia é: Serpetinita. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Secretário-geral da ONU deve participar de encontro no Conselho de Segurança em Nova Iorque; OMS alertou para aumento de 20% a entidades de saúde na Ucrânia; desde a invasão da Rússia pelo menos 41 mil civis foram feridos.
A afirmação do dia é: Eu expando a minha luz e acesso a minha intuição. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Equilíbrio da Kundalini. O cristal de conexão do dia é: Equilíbrio da Kundalini. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Secretário-geral discursa na abertura da nova sessão do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, criticando enfraquecimento do Estado de direito e o crescimento da impunidade.
A afirmação do dia é: Eu sou uma pessoa formidável, perfeita, capaz, inteligente e maravilhosa. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Estado de presença e reconhecimento. O cristal de conexão do dia é: Quartzo rosa e lápis lazuli. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Marco Rubio em Munique. A primeira reunião do Conselho de Paz. Irão e Ucrânia discutidos em Genebra. Jesse Jackson. Edição de Mário Rui Cardoso.
A afirmação do dia é: Eu trago a leveza necessária que preciso para a minha mudança A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Ativação dos Meridianos de Energia. O cristal de conexão do dia é: Crisopásio. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
João Vale de Almeida, um dos diplomatas mais influentes da UE, junta-se a Bruno Cardoso Reis. Destaque para a Conferência de Segurança de Munique, o Conselho de Paz de Trump e os conflitos no mundo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A afirmação do dia é: A vida é leve, é um fluxo e eu sou feliz porque eu nasci para ser. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Liberação de medos. O cristal de conexão do dia é: Selenita. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
As medidas de resposta às populações, a tensão com o Chega e o diálogo com o PS. Ainda a posição portuguesa sobre o Conselho de Trump e o 'pit stop' de aviões nos Açores. Edição de João Alexandre.
A afirmação do dia é: Eu me liberto dos julgamentos e opiniões preconcebidas em minha psique. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Curandeira Interior. O cristal de conexão do dia é: Granada. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
O Presidente de Moçambique elogiou a liderança angolana na 39.ª Cimeira da União Africana, destacando os esforços de paz e a necessidade de África reforçar a sua influência, nomeadamente no Conselho de Segurança da ONU. A transição na Guiné-Bissau gera tensões na CPLP e, em Angola, um jornalista denuncia um alegado caso de espionagem com recurso ao sistema “Predator”. A 39.ª Cimeira da União Africana ficou marcada por um balanço positivo da presidência angolana, pela reafirmação dos desafios das alterações climáticas e pelo apelo a uma maior representação africana no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, considerou “excelente” a liderança de Angola, destacando o empenho de João Lourenço na promoção da paz, em particular no leste da República Democrática do Congo. A cimeira deu especial atenção às infra-estruturas e à gestão da água, sem descurar as questões de paz e segurança. Daniel Chapo defendeu ainda que África deve organizar-se para garantir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e reforçar a sua influência nos centros de decisão internacionais. Em Adis Abeba, uma reunião de alto nível, promovida pela Libéria, permitiu concertar posições africanas sobre a sucessão de António Guterres na liderança das Nações Unidas. O mandato termina a 31 de Dezembro e o processo de escolha do novo secretário-geral arranca a 1 de Abril. Diplomatas sublinham a importância de uma estratégia comum do continente. Na Guiné-Bissau, o enviado especial da União Africana, o antigo primeiro-ministro são-tomense, Patrício Trovoada, iniciou contactos no âmbito da crise política desencadeada pela tomada do poder pelos militares a 26 de Novembro. O responsável reconheceu que há “muito para fazer” na transição para uma ordem constitucional legítima e recusou comentar críticas sobre alegadas proximidades ao Presidente Umaro Sissoco Embaló. A situação em Bissau tem provocado tensões na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O porta-voz do Conselho Nacional de Transição acusou Cabo Verde, Angola e Timor-Leste de ingerência. Para Pedro Seabra, do ISCTE, regimes saídos de golpes de Estado tendem a usar críticas externas para reforçar a sua legitimidade interna e consolidar a narrativa de estabilidade. Em Angola, o jornalista Teixeira Cândido denunciou ter sido alvo de espionagem através do sistema informático “Predator”, alegadamente utilizado para aceder ao seu telemóvel. A Amnistia Internacional classificou o caso como uma grave violação do direito à privacidade. O jornalista anunciou que apresentará queixa junto do Ministério Público, enquanto persistem suspeitas sobre um eventual envolvimento de entidades estatais.
No 3 em 1 desta quinta-feira (19), o destaque foi o ministro Flávio Dino (STF) que proibiu, nesta quinta-feira (19), novas leis com penduricalhos acima do teto constitucional, após a decisão do presidente Lula (PT) de vetar supersalários no Legislativo. O STF analisará o caso na quarta-feira (25). Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, elogiou a atuação do ministro Flávio Dino nos seus dois anos de posse, destacando sua busca constante pela transparência no uso de recursos públicos. Segundo Fachin, o magistrado “tem determinado medidas relevantes”. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deve comparecer à CPMI do INSS nesta segunda-feira (23) para detalhar sua relação com a autarquia. A oitiva foca em suspeitas sobre contratos de empréstimos consignados. Reportagem: André Anelli. A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei causou o cancelamento de diversos voos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O projeto em votação na Câmara flexibiliza férias e permite jornadas diárias de até 12 horas. Esta é a quarta paralisação convocada desde 2023 em protesto às medidas econômicas do governo. Reportagem: Julia Fermino. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou para "coisas ruins" caso o Irã não aceite um acordo diplomático. A afirmação ocorreu nesta quinta-feira (19) durante o lançamento oficial do Conselho da Paz, em reunião de alto nível. Forças Armadas americanas encontram-se prontas para um eventual ataque diante da escalada de tensão. Reportagem: Eliseu Caetano. O ex-príncipe britânico, Andrew Mountbatten-Windsor, foi liberado pelas autoridades nesta quinta-feira (19) após prestar depoimento. Embora esteja em liberdade, a polícia mantém a investigação ativa sobre seu suposto envolvimento no caso Jeffrey Epstein. Reportagem: Luca Bassani. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de uma representação no TSE protocolada pelo deputado Lindbergh Farias (PT). A ação aponta propaganda antecipada em um vídeo do ex-ministro Gilson Machado (PL) que exibe adesivos de campanha para 2026. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional acumula 77 vetos do presidente Lula (PT) para análise, dependendo exclusivamente da pauta estabelecida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, um projeto na Câmara propõe obrigar a divulgação da agenda semanal de votações legislativas no rádio e na televisão. Reportagem: André Anelli. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói após a escola homenagear o presidente Lula (PT) na Sapucaí. O político classificou a apresentação como de "péssimo nível" e afirmou que a agremiação "já vai tarde" para a série de acesso. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (19): Parlamentares e figuras da oposição usaram as redes sociais para comentar e comemorar o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói para a Série Ouro. A escola havia homenageado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante desfile realizado na Marquês de Sapucaí, no domingo (15). O resultado da apuração, divulgado nesta quarta-feira (18), repercutiu no meio político. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na madrugada desta quinta-feira (19) durante cúpula realizada na Índia sobre os impactos da inteligência artificial. Em sua fala, Lula defendeu a regulamentação das chamadas big techs como medida para proteger os direitos humanos no ambiente digital e garantir a integridade da informação. A decisão do presidente Lula de vetar dispositivos que poderiam elevar salários de servidores acima do teto constitucional aprofundou a divisão entre líderes partidários na Câmara dos Deputados. O impasse envolve trechos de um projeto apresentado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que previa reajuste salarial às carreiras do Legislativo, parte já sancionada, mas incluía mecanismos classificados como “penduricalhos”. O presidente Lula pretende discutir com Donald Trump, em reunião prevista para março em Washington, a possibilidade de a Petrobras voltar a explorar petróleo na Venezuela. A estatal já atuou no país, mas deixou o mercado diante de sanções e da instabilidade política. O novo cenário, após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA e a reorganização do governo sob Delcy Rodríguez, abriu espaço para negociações no setor energético. O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor foi preso nesta quinta-feira (19), segundo a BBC. A polícia do Vale do Tâmisa informou ter detido um homem na casa dos 60 anos por suspeita de má conduta em cargo público e realizou buscas em endereços em Berkshire e Norfolk. A investigação apura se Andrew enviou relatórios confidenciais a Jeffrey Epstein quando atuava como representante comercial do Reino Unido. Ele foi destituído de títulos por Charles III após novas revelações sobre sua relação com Epstein. Andrew nega irregularidades e também já enfrentou acusações feitas por Virginia Giuffre, que morreu em 2025. O caso segue em apuração. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) antecipou para a próxima segunda-feira (23) o depoimento de Daniel Vorcaro. A oitiva do banqueiro é aguardada por parlamentares para que ele esclareça o envolvimento do Banco Master no escândalo de descontos a aposentadorias e pensões. Os Ministérios do Esporte e da Igualdade Racial divulgaram nota oficial nesta quarta-feira (18) manifestando solidariedade ao atacante brasileiro Vini Jr após o jogador denunciar um episódio de racismo durante a partida entre Real Madrid e Benfica, válida pela UEFA Champions League nesta terça-feira (17). Delegações de mais de 20 países se reúnem nos Estados Unidos nesta quinta-feira (19) para a primeira reunião do chamado “Conselho da Paz”. Durante o encontro, o presidente Donald Trump deve anunciar o envio de tropas americanas à Faixa de Gaza e a criação de um fundo multibilionário para reconstrução do território. O Primeiro Comando da Capital (PCC) teria criado um organograma específico para regulamentar o uso de redes sociais por seus integrantes, segundo informações da Polícia Civil. De acordo com as investigações, a facção criminosa também mantém uma espécie de “corregedoria interna” para fiscalizar condutas e impor disciplina aos membros. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A afirmação do dia é: Eu com consciência me liberto dos meus padrões negativos e repetitivos. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Regeneração da saúde vital do corpo. O cristal de conexão do dia é: Quarto azul. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi BoxJornada da Purificação e Renovação
Confira nesta edição do JR 24 Horas: STF confirma que contas do FGTS devem ser corrigidas pelo índice de inflação. Em cúpula de inteligência artificial na Índia, presidente Lula defende regulamentação das grandes empresas de tecnologia. Os bombeiros socorreram 348 vítimas de afogamento durante o feriado de Carnaval no estado de São Paulo. O presidente norte-americano Donald Trump realiza nesta quinta-feira a primeira reunião do Conselho de Paz.
No 3 em 1 desta quarta-feira (18), o destaque foi a Unidos do Viradouro, que é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2026 após uma disputa acirrada decidida apenas no último quesito da apuração. A escola conquistou seu quarto título na Sapucaí com um enredo que homenageou o Mestre Ciça, uma das maiores referências do samba. Por outro lado, a Acadêmicos de Niterói, que gerou polêmica ao levar o presidente Lula (PT) como enredo, acabou sendo rebaixada na competição deste ano. O presidente Lula (PT) sancionou, nesta quarta-feira (18), o projeto de reajuste salarial para servidores do Legislativo, mas vetou os chamados “penduricalhos”, que poderiam permitir que os salários dos servidores chegassem ao valor de R$ 80 mil. Além disso, o Partido dos Trabalhadores avalia que o ano eleitoral deve impedir a análise dos vetos. Reportagem: André Anelli. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, marcando a sexta instituição ligada ao grupo do Banco Master a sofrer esse tipo de intervenção. O atual dono, Augusto Lima, chegou a ser preso no final de 2025 junto com Daniel Vorcaro, do Master, e hoje ambos cumprem medidas cautelares com o uso de tornozeleira eletrônica. Reportagem: Janaína Camelo. A Justiça dos Estados Unidos adiou a audiência de Nicolás Maduro, acusado de narcotráfico, do dia 17 para 26 de março. O ex-presidente venezuelano segue preso em Nova York, e a mudança foi solicitada pelo Ministério Público por questões logísticas e de planejamento processual, com aval da defesa e do juiz. Reportagem: Eliseu Caetano. O Vaticano anunciou que não vai participar do Conselho de Paz criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem como objetivo intermediar conflitos globais. A posição da Igreja é de que as crises internacionais são administradas pela ONU, justificando a ausência na nova estrutura proposta pelos EUA. Reportagem: Luca Bassani. O Palácio do Planalto teme um possível desgaste na relação com o público evangélico após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí (RJ). O desfile, que teve o presidente Lula (PT) como enredo, gerou polêmica e pode ter acendido um alerta no governo sobre o impacto da homenagem junto aos setores religiosos. Reportagem: André Anelli. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, viaja com o presidente Lula (PT) em uma agenda oficial pela Ásia, em meio a um cenário de forte tensão com o STF. Rodrigues tem sido alvo de críticas recorrentes devido ao relatório da corporação sobre o caso do Banco Master. Reportagem: André Anelli. O conselheiro de Lula (PT), João Paulo Cunha, afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) seria o rival mais difícil para as eleições presidenciais de 2026. A análise estratégica aponta que enfrentar o senador seria um desafio maior do que disputar contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (18): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que concede reajuste salarial para os servidores do Congresso Nacional e do Tribunal de Contas da União (TCU). No entanto, a sanção veio acompanhada de vetos importantes a trechos polêmicos do texto. A principal canetada do chefe do Executivo barrou a criação de benefícios adicionais, popularmente conhecidos no meio político como "penduricalhos". O presidente Lula (PT) cumpre nesta semana uma importante agenda diplomática na Ásia, com o objetivo de fortalecer os laços bilaterais e comerciais do Brasil. A primeira parada ocorre na Índia, onde o mandatário desembarcou nesta quarta-feira (18) para reuniões do mais alto nível de estado. A repórter Janaína Camelo destaca que um dos focos da viagem é o agronegócio. Lula tentará negociar com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a redução das tarifas para a venda de aves brasileiras. O Peru mergulhou em um novo capítulo de sua profunda crise política. O Congresso Nacional aprovou uma moção de censura e destituiu o presidente interino, José Jeri, que estava no comando do país há menos de um ano. Diferente de um processo de impeachment tradicional, a medida exigia apenas uma maioria simples de 66 votos, mas a destituição passou com folga: foram 75 votos a favor, 24 contra e 3 abstenções. Um novo relatório divulgado por senadores do Partido Democrata nos Estados Unidos revelou que a administração do presidente Donald Trump gastou mais de US$ 40 milhões em um programa controverso de imigração entre 2024 e 2026. O objetivo do projeto era deportar imigrantes ilegais para "terceiros países", ou seja, nações que não eram as de origem dessas pessoas. A Mocidade Alegre é a grande campeã do Carnaval de São Paulo! Após uma apuração marcada por extrema tensão e nervosismo no sambódromo do Anhembi, a escola do bairro do Limão garantiu o primeiro lugar no pódio. Com a vitória, a agremiação contabiliza agora 13 conquistas em sua história, isolando-se como a segunda maior vencedora do estado, atrás apenas da Vai-Vai, que possui 15 títulos. As intensas negociações de paz entre as delegações da Rússia e da Ucrânia, mediadas pelos Estados Unidos e realizadas em Genebra, na Suíça, terminaram o seu segundo dia sem qualquer acordo ou avanço significativo para um cessar-fogo. O principal obstáculo que inviabiliza o fim do conflito continua sendo a disputa territorial, com ambos os lados irredutíveis em suas exigências. O Vaticano anunciou oficialmente que não participará do novo "Conselho da Paz", uma iniciativa internacional promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O projeto, que originalmente tinha como foco a reconstrução da Faixa de Gaza após a guerra entre Israel e o grupo Hamas, teve seu escopo ampliado para tentar resolver todos os tipos de conflitos globais. A Receita Federal deve entregar até o final deste mês um relatório de auditoria ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento trata do vazamento de dados fiscais sigilosos de ministros da Corte e de seus familiares. A Justiça dos Estados Unidos adiou a segunda audiência do ex-presidente e ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, a ex-primeira-dama Cilia Flores. O correspondente Eliseu Caetano explica que o adiamento ocorreu após o juiz responsável aceitar um pedido formal da acusação e da defesa para reorganizar o calendário do processo. Esse tempo adicional será utilizado para a troca e revisão cuidadosa das provas e para a preparação de moções pré-julgamento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vive uma de suas sessões mais dramáticas. Por unanimidade, o Pleno da Corte decidiu pelo afastamento cautelar e excepcional do ministro Marco Buzzi, alvo de denúncias graves de importunação sexual.O magistrado, que é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), fica agora impedido de frequentar o tribunal, utilizar veículo oficial e exercer qualquer prerrogativa da função enquanto durar a sindicância interna.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br