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O balanço desta semana destaca o início da vacinação de 1,2 milhão de profissionais contra a dengue no Brasil e o alerta global da IARC sobre como infecções preveníveis, como HPV e hepatites, continuam associadas a parcela relevante dos cânceres. O episódio recapitula a resolução histórica da OMS sobre hemofilia , o combate do FDA a versões não aprovadas de medicamentos GLP-1 e os novos fluxos de urgência para o manejo do AVC na gestação. Acompanhe a síntese dos fatos que exigem maior preparo técnico e resiliência na prática médica no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/14-02-2026
Confira no episódio de hoje o início da vacinação de 1,2 milhão de profissionais da atenção primária com o imunizante 100% nacional contra a dengue e o alerta do FDA sobre os riscos de segurança em versões não aprovadas de medicamentos GLP-1. O conteúdo apresenta também o debate sobre a necessidade de garantir que o avanço das tecnologias digitais em saúde seja acompanhado por equidade e inclusão real no cuidado. Acompanhe as atualizações que reforçam a segurança das equipes e a integridade da prescrição clínica no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Confira o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/12-02-2026
Dra. Regiane de Paula - Coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças - CCD
O episódio de hoje fala sobre a tentativa de inclusão da vacina contra herpes-zóster. O Ministério da Saúde negocia para que o imunizante faça parte do caderno de vacinas do Sistema Único de Saúde, mas enfrenta barreiras financeiras. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Ao completar 125 anos, Instituto Butantan amplia e diversifica a produção de vacinas e soros, com novas fábricas para HPV e DTPa e modernização das plataformas de RNA mensageiro e da produção de soros
Discurso: Esper Kallas, diretor do Instituto Butantan l SP inicia vacinação contra a dengue by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Eleuses Paiva., Secretário de Saúde l São Paulo inicia vacinação contra a dengue by Governo do Estado de São Paulo
Send us a textEstamos quase chegando no Carnaval, por isso esse episódio traz a diversificação do desfile de uma escola de samba. Vem com a gente atravessar essa Sapucaí de conhecimento!1. Hepatitis B Vaccination at Birth: Safety, Effectiveness, and Public Health Benefit - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41639943/2. Desaturations with or without Bradycardia are Associated with Cerebral and Abdominal Hypoxemia: Secondary Analysis of a Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41615858/3. American Academy of Pediatrics 2022 phototherapy thresholds reduce the hospitalizations and the associated costs - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41591975/4. Clinical Signs Associated With Mortality and Sepsis in Young Infants A Systematic Review and Meta-Analysis - https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/article-abstract/2844622 Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org
Boletim: SP inicia campanha de vacinação com a Butantan-DV e é primeiro estado a distribuir imunizante para todos os municípios by Governo do Estado de São Paulo
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Bebês prematuros e crianças de até 2 anos com condições específicas de saúde podem receber a vacina contra bronquiolite pelo SUS. O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 300 mil doses em todos os estados. A imunização é indicada para bebês que nasceram com menos de 37 semanas e crianças com comorbidades como cardiopatia congênita, fibrose cística e Síndrome de Down. A vacina protege contra complicações do vírus sincicial, o principal causador da bronquiolite, responsável por 45 mil casos no Brasil no ano passado. E ainda: Acordo nuclear entre EUA e Rússia chega ao fim após 54 anos.
OMS realiza campanhas preventivas na retoma da distribuição de vacinas depois de mais de três anos de pausa; produção anual global de imunizantes duplicou de 35 milhões de doses em 2022 para quase 70 milhões em 2025.
A vacinação é tão importante para a criança como para o adulto? Neste episódio do Top of Mind, Margarida Santos conversa com o médico e CEO da HealthAI - A Agência Responsável para a Inteligência Responsável na Saúde, Ricardo Baptista Leite, sobre o verdadeiro estado da vacinação em Portugal, o que mudou na ciência e porque é que o risco de “adiar para depois” pode ter consequências reais. Falamos sobre a perda de imunidade ao longo do tempo e da importância dos reforços na idade adulta, mas também da evolução que tem havido neste campo tão importante da saúde, incluindo a importância crescente da IA na tomada de decisões e esclarecimento de dúvidas. Episódio disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. BIAL/JAN26/PT002
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:Bailinho da Borges altera trânsito no Centro de Santa Cruz a partir de amanhã.Vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes é estendida a todos os municípios gaúchosNovos pedidos de CNH quadruplicam em janeiroEm destaque na segurança pública: Homem morre após sofrer choque elétrico em Rio Pardinho
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:Bailinho da Borges altera trânsito no Centro de Santa Cruz a partir de amanhã.Vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes é estendida a todos os municípios gaúchosNovos pedidos de CNH quadruplicam em janeiroEm destaque na segurança pública: Homem morre após sofrer choque elétrico em Rio Pardinho
O âncora Jota Batista conversa sobre a importância de manter o calendário das vacinas em dia com o médico Eduardo Jorge da Fonseca, pediatra, membro do Comitê de Vacinação da Secretaria Estadual de Saúde e da Câmara Técnica do Ministério da Saúde, no Canal Saúde nesta segunda-feira (02).
A Secretaria Municipal de Saúde de Lauro Müller está realizando a vacinação contra a dengue em crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos. A ação integra a estratégia nacional do Ministério da Saúde e ocorre de forma gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A imunização faz parte da ampliação da campanha de combate à dengue em todo o país e contempla todos os municípios de Santa Catarina. O objetivo é reforçar a proteção do público-alvo, contribuindo para a redução do número de casos graves da doença. O esquema vacinal é composto por duas doses, sendo a segunda aplicada após um intervalo de três meses. A meta do Ministério da Saúde é atingir, no mínimo, 90% de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes incluídos na campanha. No município, a vacinação está disponível nas unidades de saúde dos bairros Arizona, Barro Branco, Centro e Guatá. Para receber a dose, é necessário apresentar um documento de identificação e, preferencialmente, a carteira de vacinação. Crianças e adolescentes devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (2) ao programa Cruz de Malta Notícias, a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica, Liliane Antunes, falou sobre a campanha de vacinação e reforçou o apelo para que pais e responsáveis levem crianças e adolescentes às unidades de saúde para se imunizarem. A Secretaria Municipal de Saúde destaca que, embora a vacina seja uma importante aliada na prevenção da dengue, ela não substitui os cuidados cotidianos, como a eliminação de água parada e a manutenção de ambientes limpos, medidas essenciais para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Sonora: Eleuses Paiva - Secretário da Saúde
O governo sinaliza uma estratégia preventiva com duas linhas de atuação: apontar o que o PT chama de relações inadequadas e direcionar críticas ao ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Para debater este assunto o WW convidou o Lucas de Aragão, cientista político da Arko Advice, Otaviano Canuto, economista e ex-diretor do FMI e a Lucinda Pinto, analista de economia da CNN.
A população de Nova Lima foi escolhida como alvo da campanha de imunização contra a dengue com vacina cem por cento nacional, de dose única, produzida pelo Instituto Butantã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio de hoje fala sobre a nova vacina contra a dengue que já está em fase de distribuição no Brasil. O imunizante, de dose única, é fabricado em laboratório brasileiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos no Janeiro Verde, mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer do colo do útero. A Organização Mundial da Saúde estabeleceu o Plano Global para a eliminação do câncer cervical como também é conhecido, com metas a serem alcançadas até 2030: 90% de meninas vacinadas contra o HPV até os 15 anos, 70% das mulheres rastreadas pelo teste de HPV aos 35 e 45 anos e 90% das mulheres com lesões pré-cancerígenas ou câncer tratadas adequadamente. O câncer do colo do útero segue como o quarto tipo mais comum entre mulheres no mundo, com cerca de 660 mil novos casos registrados em 2022, o dado global mais recente consolidado.
Ação ocorre neste sábado (24) em todas as regiões da capital, com vacinação em UBSs e pontos de grande circulação.
Tatiana Lang - Diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da SES-SP
O Ministério da Saúde iniciou, no dia 18 de janeiro, em Botucatu (SP), a imunização contra a dengue com a primeira vacina 100% nacional, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. A cidade paulista é a terceira a integrar a estratégia piloto do órgão, ao lado dos municípios de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Sonoras:
Butantan-DV, desenvolvida pelo instituto do Governo de São Paulo, é a primeira vacina do mundo em dose única contra os quatro sorotipos da doença
Está previsto decorrer na Guiné-Bissau um projecto clínico que está a suscitar polémica e a levantar muitas questões. Trata-se de um estudo, financiado por fundos americanos - 1,600 milhões de dólares pagos pelo Centro de Controlo das Doenças americano (CDC) - sobre os efeitos não específicos da vacina contra a Hepatite B. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo, alerta para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais. O estudo, liderado pelo Projecto de Saúde de Bandim, pretende acompanhar 14.000 recém-nascidos ao longo de cinco anos, comparando dois grupos: um que recebe a vacina contra a Hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e outro que segue a prática actual do país, recebendo a vacina apenas a partir das seis semanas de idade. E assim estudar os efeitos associados à vacinação contra a Hepatite B em função da data de administração da vacina. As recomendações da Organização Mundial da Saúde são claras: a vacina contra a Hepatite B é segura, sem efeitos adversos, e é mais eficaz quando administrada à nascença, sobretudo num país como a Guiné-Bissau, onde a prevalência da Hepatite B é elevada (18% da população está infectada). Actualmente, a Guiné-Bissau não administra a vacina contra a Hepatite B à nascença. No entanto, o Governo decidiu adoptar a vacinação universal de recém-nascidos a partir de 2028, em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo os investigadores do Projecto de Saúde de Bandim, esta transição cria uma “janela de oportunidade” para comparar a política actual com a futura política já decidida, mas ainda não implementada. Durante o ensaio, todas as crianças recebem a vacina contra a Hepatite B às 6, 10 e 14 semanas, respeitando o plano nacional de vacinação. Metade, 7.000 recém-nascidos, vão receber uma dose adicional nas primeiras 24h de vida. Para alguns elementos da comunidade médica internacional, o interesse deste ensaio clínico é mais político do que sanitário, como demonstra o financiamento americano de 1,6 milhões de dólares, numa altura em que o secretário norte-americano da Saúde, Robert Kennedy, é conhecido pelas suas posições antivacinação. O Centro Africano de Controlo das Doenças anunciou, na semana passada, o cancelamento do ensaio clínico com base nas questões éticas. Todavia, a equipa que se encontra a liderar a investigação, contactada pela RFI, desmente o cancelamento ou a suspensão. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo proposto pelo Projecto de Saúde de Bandim, alertando para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais que podem ter consequências negativas duradouras na confiança da população nas vacinas. Segundo a ex-governante, o Comité de Ética da Guiné Bissau terá analisado o protocolo “com a maior das boas vontades”, mas condicionado por uma relação histórica de proximidade com o Projecto de Saúde de Bandim, que actua no país há cerca de 45 anos. Essa proximidade poderá, na sua opinião, ter limitado uma avaliação mais crítica e abrangente do impacto do estudo. Para Magda Robalo, faltou ao Comité de Ética uma análise da “dimensão externa” do protocolo, nomeadamente do seu alcance internacional e da real necessidade científica de testar uma vacina amplamente utilizada. “Estamos a falar de uma vacina contra a Hepatite B que é utilizada há 40 anos e que não precisa de ser testada nos recém-nascidos da Guiné-Bissau”, afirma. A antiga ministra acrescenta que a eficácia da vacina administrada à nascença está solidamente comprovada e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Num país onde se estima que 18% da população esteja infectada com Hepatite B e onde cerca de 11% das crianças já estejam infectadas aos 18 meses, Magda Robalo considera que o estudo pode ter um efeito contraproducente. “O grande efeito nefasto deste estudo é exactamente criar na mente das populações, nomeadamente das mães, a desconfiança relativamente a esta vacina.” A ex-ministra relata que já ouviu no terreno perguntas que revelam esse receio: “Mas porque é que nós vamos introduzir uma vacina que nunca foi testada na Guiné-Bissau?”. A resposta é clara: “Várias vacinas, se não todas, que estão a ser administradas na Guiné-Bissau, nunca foram testadas particularmente na Guiné-Bissau. Não precisam de ser testadas na Guiné-Bissau, porque foram testadas em vários outros países e em populações muito maiores.” Magda Robalo insiste que as recomendações da OMS resultam sempre de estudos alargados e da avaliação de múltiplos peritos, antes de serem integradas nas políticas de saúde pública. Ainda assim, alerta para o perigo de as mães se sentirem usadas como “cobaias”, o que pode levar à rejeição da vacina. “É o risco que nós corremos, que as mães pensem que não se deve dar esta vacina às crianças”, afirma. Outra questão que se levanta prende-se com o processo de consentimento informado, num contexto de fraca literacia em saúde. “Na Guiné-Bissau, o consentimento informado é problemático”, garante Magda Robalo, lembrando que 14 mil mães teriam de ser esclarecidas no âmbito do estudo. Na sua opinião, é pouco provável que a maioria compreenda plenamente as diferenças entre os grupos e as implicações da decisão. “Posso arriscar a dizer que a maior parte das mães não irá perceber exactamente o que é que se passa”, esclarece. Em resposta escrita à RFI, Isaquel da Silva e Frederik Schaltz-Buchholzer, investigadores responsáveis pelo estudo no Projecto de Saúde de Bandim, salientam que o ensaio “não retira vacinas dos participantes, pelo contrário, metade dos participantes receberá uma vacina que, de outra forma, não teria recebido”. Explicam que se trata de “um ensaio clínico para avaliar os efeitos não específicos das vacinas administradas no período neonatal. (...) O estudo não questiona a eficácia da vacina contra Hepatite B na prevenção da doença. A lacuna científica está nos efeitos não específicos das vacinas - impactos sobre mortalidade geral, resistência a outras infecções e saúde global da criança. Há evidências de que o momento da vacinação pode influenciar esses efeitos, mas faltam dados robustos em contextos africanos.” Os investigadores acrescentam que “o ensaio resultará num maior número de recém-nascidos vacinados (e protegidos) contra a Hepatite B” e ressalvam que “o estudo segue protocolos éticos e científicos, foi aprovado pelo Comissão de Ética na Saúde de Guiné-Bissau, e vai responder perguntas importantes antes da implementação universal”. Questionados sobre as críticas éticas levantadas por alguns especialistas, explicam que essas críticas estão baseadas “mal-entendidos e em informação incompleta.” Apesar do Centro Africano de Controlo das Doenças ter anunciado o cancelamento do ensaio clínico, a equipa do Projecto de Saúde de Bandim desmente o cancelamento ou suspensão e reitera que os preparativos continuam e que será feito um anúncio aquando do arranque do projecto.
O Brasil avança na oferta de vacinas para o público infantil. O país tem um dos calendários de vacinação mais completos do mundo e amplia, a cada ano, a oferta de imunizantes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Imunizante que é o primeiro do mundo em dose única começa a ser aplicado neste domingo (18)
Imunizante que é o primeiro do mundo em dose única começa a ser aplicado neste domingo (18)
Eleuses Paiva - Secretário de Saúde de São paulo.
O Brasil inicia, em 17 de janeiro, a vacinação contra a dengue em três cidades: Maranguape (CE), Nova Lima (MG) e Botucatu (SP). A campanha utilizará o novo imunizante de dose única do Instituto Butantan, com o objetivo de imunizar pelo menos 50% da população adulta e profissionais de saúde da atenção primária. No JR 15 Minutos, a infectologista Marcela Bandeira, do Hospital Moriah, explica a eficácia da vacina, a escolha das cidades e os impactos esperados para a população.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa repercute a decisão do Ministério da Saúde de não incluir a vacina contra o herpes zóster no Sistema Único de Saúde, mesmo com a eficácia reconhecida para idosos e imunocomprometidos. O jornalista destaca o argumento do alto custo, questiona as prioridades do poder público e encerra com indignação, lembrando a famosa frase de Boris Casoy.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #SaúdePública #HerpesZoster #Vacinação #SUS #MinistérioDaSaúde #PrioridadesPúblicas
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50% da população mundial terá algum tipo de alergia até 2050. Algumas delas geram reações graves e podem provocar um choque anafilático, potencialmente fatal. Para preveni-lo, uma equipe de cientistas franceses testou, com sucesso, uma vacina terapêutica contra as alergias. O resultado foi publicado recentemente na revista científica Sciences Translacional Medicine. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O estudo durou sete anos e foi realizado por uma equipe de cientistas franceses. De acordo com o cientista Pierre Bruhns, do Instituto Pasteur em Paris, que conduziu a pesquisa ao lado do pesquisador Laurent Reber, as alergias respiratórias ou alimentares são desencadeadas por um mecanismo de “reconhecimento” entre alérgenos e proteínas presentes na superfície das células, conhecidas como IgE, ou imunoglobulinas E. Esses anticorpos são produzidos por células do sistema imunológico chamadas plasmócitos. A maior parte dos IgE se fixa nos mastócitos — células do sistema de defesa presentes na pele — e nos basófilos, um tipo de leucócito, ou glóbulo branco, existente no sangue. A reação entre os alérgenos e os IgE provoca as alergias, que podem ser localizadas ou generalizadas, gerando um choque anafilático. “A vacina possibilita ao indivíduo, ou ao organismo que estamos imunizando, a criação de anticorpos dirigidos contra as IgE e o bloqueio dessas IgE, antes que elas consigam se fixar nos mastócitos ou basófilos. Esse é o princípio da vacinação”, diz. “Então, se o paciente é alérgico a várias substâncias, a vacina poderá protegê-lo de vários alérgenos de uma vez.” Atualmente, o único tratamento que previne as reações graves é o omalizumabe, que fornece ao paciente anticorpos para bloquear as IgE. O medicamento existe há 20 anos e é injetado no hospital. O efeito é longo, garantindo o conforto do paciente. Mas a 'logística' é complexa, sobretudo para pessoas que vivem longe dos estabelecimentos. “Em vez de fazer as pessoas irem ao hospital para tomar uma injeção desse anticorpo, propomos vaciná-las com duas ou três doses e, após dois ou três anos — talvez até mais — elas vão ficar livre do medicamento e continuarão protegidas das alergias.” Sem prevenção e, em caso de choque anafilático, o único tratamento possível contra a reação alérgica grave é a injeção de adrenalina, lembra o pesquisador do Instituto Pasteur. “O choque anafilático provoca uma parada cardiorrespiratória, e a adrenalina faz com que o pulmão volte a funcionar normalmente. Ela funciona muito bem quando é administrada precocemente, mas, se for dada tarde demais, o paciente pode sofrer uma alergia grave, até mortal”, ressalta. Terapia foi testada em camundongos No laboratório, durante os sete anos de pesquisa, a nova terapia foi testada em camundongos. “O camundongo é resistente ao desenvolvimento de alergias. O modelo que podemos utilizar em laboratório para que eles se tornem alérgicos não é, em regra geral, dependente da ação das imunoglobulinas E, como nos humanos”, explica Pierre Bruhns. A equipe precisou, então, adaptar o sistema imunológico dos animais para desencadear reações alérgicas semelhantes às que ocorrem em humanos e provar a eficácia da vacina terapêutica. “Injetamos IgE humanas diretamente nos camundongos para sensibilizá-los, como nos humanos. Em seguida, vacinamos os camundongos e injetamos os alérgenos, que vão interagir com as IgE. É como se estivéssemos imitando a reação alérgica no homem, sem que o camundongo precisasse produzir sua própria imunoglobulina E.” Nos animais, as vacinas forneceram proteção de 100% contra alergias durante um ano, o que equivale à metade da vida de um camundongo. A expectativa é que, no homem, essa proteção dure mais tempo — até dez anos —, algo que só poderá ser estabelecido após os ensaios clínicos. Mas, antes, será feita a análise da toxicologia da vacina e de seus possíveis efeitos colaterais, como exige a regulamentação europeia. Essa etapa será conduzida pela empresa Neovacs, que decidirá, em seguida, se é necessário validar o estudo em primatas. Só então o medicamento-candidato poderá ser testado no homem. A equipe também desenvolve, paralelamente, uma vacina que impedirá crises graves de asma. “De modo geral, a vacinação contra alergias respiratórias e alimentares está progredindo, e a gente faz o que pode para obter soluções clínicas. Esperamos obter as autorizações para realizar os testes em humanos e para a comercialização.”
A cidade de São Paulo iniciou nesta segunda-feira uma ação para reforçar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela. A estratégia ocorre em pontos de grande circulação da capital, como estações de metrô. A iniciativa acontece até o dia 24 de janeiro e foi anunciada após a confirmação de dois casos importados de sarampo registrados em abril e dezembro do ano passado no Estado. No caso da febre amarela, o foco é atualizar a caderneta de vacinação da população. Segundo o Ministério da Saúde, a ação tem como principal objetivo bloquear a reintrodução do sarampo no Brasil. Desde 2024, o País é considerado livre da circulação endêmica do vírus pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). No dia 24 de janeiro, está marcado o Dia D de vacinação. Em entrevista à Rádio Eldorado, a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, Tatiana Lang, deu as principais orientações sobre a campanha e a prevenção das doenças e ressaltou que o “o sarampo é uma ameaça real”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boletim: Governo de SP mobiliza campanha de vacinação contra sarampo e febre amarela com ações no metrô e shoppings by Governo do Estado de São Paulo
Dando continuidade ao calendário de vacinação estipulado pela Resolução SAA nº 78/24 e pelas Portarias 33/24 e 34/24, começou no dia 1º de janeiro a primeira etapa de 2026 da Campanha de vacinação contra a Brucelose no estado de São Paulo. A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), reforça que durante a etapa, que vai até 30 de junho, devem ser imunizadas as bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, conversam por telefone após trocas de acusações. Presidente norte-americano anuncia que pretende aumentar gastos com defesa do país. Governo americano anuncia saída de mais de 60 organizações internacionais. Em SP, tempestade provoca estragos e alagamentos. Vacinação contra dengue começa em Nova Lima (BH) no próximo dia 17.
OMS divulgou estudo feito a 4 mil pacientes hospitalizados por infecções respiratórias agudas; agência aponta vírus como a principal causa de internações e mortes em toda a região europeia.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Polícia Federal diz que deputado, após condenação na trama golpista, fugiu do país com ajuda de garimpeiros da Região Norte. Filho de Rob Reiner é preso após morte dos pais. Vacina contra a dengue do Butantan reduz carga viral e pode conter transmissão. Netflix lança trailer do Volume 2 da série ‘Stranger Things’. Cássia Eller ganha biografia escrita por Tom Cardoso. E China incorpora cada vez mais IA em brinquedos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Crônicas da Cidade - 10/12
O Ministério da Saúde começa nesta quarta-feira (3), pelo Distrito Federal, uma campanha de vacinação em gestantes contra o vírus sincicial, causador de bronquiolite em recém nascidos. A ação deve se estender pelas outras regiões brasileiras. Veja também: Incêndio atinge Ceasa na zona norte do Rio de Janeiro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Anvisa aprovou a vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. É o primeiro imunizante do tipo em dose única do mundo. A vacina protege contra os quatro tipos de vírus da dengue e será destinada à população de 12 a 59 anos de idade. E ainda: Presidente Lula sanciona lei que isenta IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças avisa que os casos de gripe já estão a aumentar de forma invulgar e precoce e apela a que as pessoas, principalmente os grupos de risco, onde se incluem idosos, crianças, pessoas com doenças crónicas apressem a vacinação. A ministra antecipa um inverno muito duro e teme-se pela “saúde” das urgências hospitalares. Miguel Castanho, investigador da Fundação GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular e Professor na FMUL, salienta a importância da vacinação e lembra que nos Estados Unidos, onde a taxa de vacinação desceu para mínimos de 15 anos, já morreram centenas de crianças por causa da gripe. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo acordo entre Aliança Gavi e Unicef vai reduzir drasticamente custos com vacina R21/Matrix-M, permitindo que milhões de menores em países afetados pela doença recebam imunização; malária mata uma crinça por minuto.
Liliana Reis, apoiante de Cotrim de Figueiredo, diz que há cinco candidatos que podem vencer a presidência. Ângelo Correia, que apoia Gouveia e Melo, diz que o almirante tem "margem de progressão".See omnystudio.com/listener for privacy information.