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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (13): O ministro Dias Toffoli deixou oficialmente a relatoria do inquérito que investiga as fraudes bilionárias no Banco Master nesta quinta-feira (12). A decisão foi anunciada após uma reunião administrativa de emergência convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, que contou com a participação de todos os dez ministros. Em nota conjunta, os magistrados negaram a existência de suspeição ou impedimento legal de Toffoli, reafirmando o apoio institucional ao colega, mas informaram que o próprio ministro solicitou a redistribuição dos processos para preservar os “altos interesses institucionais” do tribunal diante do desgaste causado pelas recentes revelações. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Gustavo Sampaio, professor de direito constitucional. Nesta quinta-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em um post na rede social Truth Social que as relações entre Washington e a Venezuela têm sido “extraordinárias”, elogiando o secretário de Estado Marco Rubio e outros representantes do governo pela condução da política externa naquele país. Trump destacou que o petróleo venezuelano está “começando a fluir” e que grandes quantias de recursos, que não eram vistas há muitos anos, devem ajudar o povo venezuelano em breve. O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (12) que é contra o projeto de lei que prevê a quebra de patentes do Mounjaro e do Zepbound, duas marcas de canetas emagrecedoras. A renúncia de Chris Wormald, secretário de gabinete e um dos principais nomes do governo britânico, aprofundou a crise enfrentada pelo primeiro-ministro Keir Starmer após novas revelações ligadas ao caso Jeffrey Epstein. Wormald se tornou o terceiro integrante da equipe a deixar o cargo em poucos dias. A situação ganhou ainda mais pressão após o nome de Peter Mandelson aparecer em fotos e extratos bancários associados ao escândalo. A Justiça suspendeu liminarmente regras das escolas cívico-militares do estado de São Paulo, sob argumento de que há evidência de violação ao princípio da legalidade, ofensa ao princípio da gestão democrática do ensino e potencial discriminatório. A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) iniciou a coleta de assinaturas na Câmara dos Deputados para viabilizar a tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a obrigatoriedade de códigos formais de conduta e integridade no Judiciário brasileiro. A proposta pretende estabelecer diretrizes éticas para ministros do STF e de outros tribunais superiores, ampliando mecanismos de controle e transparência institucional. O Governo de São Paulo lançou um alerta à população sobre os riscos do consumo de bebidas alcoólicas adulteradas durante o Carnaval. A campanha reforça a importância de comprar apenas em estabelecimentos regularizados, verificar a procedência dos produtos e evitar itens de origem desconhecida. Segundo o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, ações de fiscalização serão intensificadas em parceria com vigilâncias municipais, responsáveis pela inspeção de comércios e vendedores ambulantes. Nesta sexta-feira (13), primeira noite do Carnaval em São Paulo, a Mocidade Unida da Mooca, estreante no grupo especial, abre os desfiles a partir das 23h, enquanto a Barroca Zona Sul será a última a entrar no sambódromo, com início previsto para as 5h30 de sábado (14). Ao todo, serão sete escolas na sexta e mais sete no sábado; das 14 agremiações que participam neste fim de semana, duas serão rebaixadas após a apuração das notas marcada para as 16h de terça-feira (17). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A segunda fase da operação Compliance Zero ampliou o escopo contra as suspeitas de fraudes bilionárias do caso Master. O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou os mandados contra o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, após um pedido de reconsideração da PF (Polícia Federal). A âncora e analista de Economia da CNN Thais Herédia, o analista de Política da CNN Caio Junqueira, o diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, e Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, debatem o assunto.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli rejeitou o pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para suspender a acareação do caso do Banco Master. O ministro concluiu, em sua decisão, que já há motivos para ordenar a acareação na atual fase da investigação. O diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, a repórter Luciana Amaral e Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, debatem o assunto.
A oposição aumentou a pressão contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para pautar o projeto de lei da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A analista de Política da CNN Jussara Soares, o analista de Política da CNN Caio Junqueira, Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, e Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, comentam o assunto.
A pedido do presidente Lula (PT), a Advocacia-Geral da União (AGU) avalia as medidas jurídicas possíveis para tentar salvar a alta do IOF. A analista de Política da CNN Jussara Soares, Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos, e Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, comentam o assunto.
Por 14 dias, o ministro do STF Alexandre de Moraes interrogou as 52 testemunhas no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado, investigada após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A íntegra do que foi dito se tornou pública na última terça-feira e revela, além do que disseram as testemunhas, a reação do ex-presidente Jair Bolsonaro ao ouvir os depoimentos. Bolsonaro é um dos 8 réus que, a partir da semana que vem, vão ser interrogados na ação da trama golpista que tinha como objetivo manter o ex-presidente no poder, mesmo após a derrota nas eleições de 2022. Para detalhar o que as testemunhas falaram, Natuza Nery recebe Flávia Maia, analista de judiciário na plataforma Jota. Ela, que acompanhou de perto todos os depoimentos, destaca o que disseram o ex-comandante da Aeronáutica Carlos Almeida Baptista Júnior e o ex-chefe do Exército Freire Gomes. Ela conta os bastidores dos depoimentos e as reações de Jair Bolsonaro ao ouvir as testemunhas de defesa e acusação. Depois, para entender como as falas das testemunhas podem implicar o ex-presidente e dos outros réus, o convidado é Gustavo Sampaio. Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Fluminense, ele explica também os próximos passos do processo.
Em um intervalo de quatro dias, novos áudios e vídeos expuseram mais detalhes da trama golpista que resultou na denúncia da PGR que implica o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas na tentativa de um golpe de Estado. Primeiro, o ministro do STF Alexandre de Moraes tornou públicos detalhes da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. No último domingo, áudios inéditos revelados pelo Fantástico, da TV Globo, expuseram como civis e militares planejaram romper com o Estado democrático. Para explicar como a delação de Cid e novos áudios de civis e militares se relacionam a Bolsonaro, Julia Duailibi conversa com a jornalista Malu Gaspar e com Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF (Universidade Federal Fluminense). Malu, que é colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN, aponta o que há de inédito na delação de Cid e contextualiza a atuação de militares na coordenação dos acampamentos golpistas antes do 8 de janeiro de 2023. Ela também analisa como está a discussão para que o julgamento do caso seja levado ao plenário do Supremo Tribunal Federal. Gustavo Sampaio explica, à luz da Constituição, como esses novos conteúdos implicam juridicamente os denunciados pela Procuradoria-Geral da República. Ele avalia ainda o peso das provas no conjunto geral das investigações em curso contra Jair Bolsonaro.
Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, Thais Herédia, analista de Economia, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Daniel Rittner, diretor da CNN em Brasília, analisam as consequências da suspensão do X no Brasil
Seis anos depois do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, a Polícia Federal concluiu sua investigação e apontou como mandantes do crime o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa e os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, respectivamente, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ e deputado federal. A presença do parlamentar entre os suspeitos levou o caso ao Supremo Tribunal Federal, onde o ministro Alexandre de Moraes decidiu pela prisão de Chiquinho - não pelo assassinato, mas pelo que definiu como “flagrante delito pela prática do crime de obstrução de justiça em organização criminosa”. Como determina a Constituição, a detenção de um parlamentar precisa ser referendada no Congresso, o que está previsto para acontecer nesta quarta-feira (10): a Comissão de Constituição de Justiça retoma a sessão sobre o caso. Em seguida, o Plenário deve analisar a manutenção da prisão. Além disso, o Conselho de Ética deve instaurar o processo que pode cassar o deputado. Convidado de Julia Duailibi neste episódio, Pedro Figueiredo, repórter da Globonews no Congresso, revela o clima nos bastidores de Brasília para a manutenção ou não da prisão de Chiquinho. Participa também Gustavo Sampaio, professor de Direito Constituição da UFF, que analisa a pertinência jurídica das decisões de Moraes em relação ao foro privilegiado.
Tim Burton é um daqueles diretores que nunca parou de lançar filmes... mas mesmo assim acho que o último que consegui gostar foi lá pra 2007 e olhe lá. E isso é triste pra caralho porque ele costumava a fazer clássico atrás de clássico! Inclusive conseguiu uma trinca dificílima: 3 filmes gigantescos pra cultura pop por 3 anos seguidos, Os Fantasmas se Divertem em 88; Batman em 89 e Edward Mãos-de-Tesoura em 90! Pra analisar como diabos ele conseguiu isso chamei o Gustavo Sampaio e o Diego Quaglia pra discutirmos o Tim Burton no Auge.
Episode 89. This week the annual NOHO Cinefest kicks off! It's a great film festival in North Hollywood that we had the pleasure of being a part of a few years ago with some of our short films. The founder of the festival, Gustavo Sampaio, joined us to talk about how film festivals have had to evolve because of Covid, how he is making his festival stand out from the rest and the importance of keeping theaters alive. If anyone would like to attend the festival virtually, it starts on December 4th-12th and there is an exclusive promo code "Noho50" that will give you half off the admission fee.
Segundo João Paulo Batalha, presidente da Associação Cívica Transparência e Integridade, há um risco de retrocesso a nível político numa democracia cada vez mais fragilizada e onde as decisões do Governo possam começar a ser tomadas informalmente “em rodas de amigos, grupos de sueca ou jantares de família”. O tema das relações familiares não é exclusivo do PS, parecendo um tema transversal ao panorama político nacional. Duarte Cordeiro, secretário de estado adjunto e dos Assuntos Parlamentares, José Matos Correia, deputado do PSD, e Gustavo Sampaio, jornalista no Jornal Económico foram os restantes membros do painel. O debate foi moderado por Bernardo Ferrão, da SIC, e emitido na SIC Notícias na noite de 30 de março
This week's session is an interview with Gustavo Sampaio, the Founder and Director of the NoHo Cinefest in North Hollywood, now in its sixth year. He is also a writer, producer, director and editor. We discuss the upcoming festival and his film "GAIA."SHOW NOTES:NoHo Cinefest: https://www.nohocinefest.comGustavo on IMDb: https://www.imdb.me/gustavosampaioGustavo on Twitter: https://twitter.com/gustavoproducer
No episódio de número 43 do Pokercast, os apresentadores discutem sobre o fim da aposta do banheiro escuro, fecham o WPT Diamond do Bellagio, falam da WSOP Circuit do Uruguai e comentam a respeito de uma das apostas mais surreais que já presenciaram! A entrevista do episódio é a segunda parte de Gustavo Sampaio, o KKgustavoKK, que conta tudo sobre sua carreira como jogador e coach. WhatsApp do Pokercast: (031) 9-7518-9609 FichasNet: (62) 9-8130-6680 http://www.fichasnet.com.br/site/ Assine nosso podcast (copie e cole esse link no seu aplicativo de podcasts preferido, ou procure por Superpoker ou Pokercast!): http://feeds.soundcloud.com/users/soundcloud:users:174415076/sounds.rss Você pode ouví-lo pelo iTunes, WeCast entre outras plataformas de sua preferência. Toda semana, um episódio novo! E também estamos no Spotify! Mais episódios em: http://www.superpoker.com.br/categoria/podcast/pokercast/ Tags: SuperPoker, PokerCast, poker
No episódio de número 42 do Pokercast, Kalil e Lanza apresentam a primeira lista definida para o Super High Roller Bowl, comentam sobre a morte do chefão do Poker norueguês Thor Hansen, e contam tudo que rolou no encerramento do BSOP Millions 2018. Acompanhe também uma rápida entrevista com o campeão brasileiro Saulo Sabioni e a primeira parte da esperada entrevista com Gustavo Sampaio, o KKgustavoKK. WhatsApp do Pokercast: (031) 9-7518-9609 FichasNet: (62) 9-8130-6680 http://www.fichasnet.com.br/site/ Assine nosso podcast (copie e cole esse link no seu aplicativo de podcasts preferido, ou procure por Superpoker ou Pokercast!): http://feeds.soundcloud.com/users/soundcloud:users:174415076/sounds.rss Você pode ouví-lo pelo iTunes, WeCast entre outras plataformas de sua preferência. Toda semana, um episódio novo! E também estamos no Spotify! Mais episódios em: http://www.superpoker.com.br/categoria/podcast/pokercast/ Tags: SuperPoker, PokerCast, poker
O 60º Grammy Awards, que foi ao ar no último domingo (28), se consagrou como um dos mais polêmicos da história. Os jornalistas Emmanuel Menezes e o Gustavo Sampaio comentaram sobre os vencedores das principais categorias. Aperta logo o play e embarca nessa jornada do mundo da música com a gente!
Entre 1999 e 2001, 4 Parcerias Público-Privadas para a construção de autoestradas foram assinadas com a Ascendi, que na altura pertencia ao Grupo Mota-Engil: as auto-estradas do Norte, Costa de Prata e Beiras Litoral e Alta. Jorge Coelho era então Ministro de Estado e do Equipamento Social. Luís Parreirão era Secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas. Os dois tutelavam a pasta das Obras Públicas. Os 2 assinaram estes acordos. Não foi preciso esperar muito para que, 1 ano depois, em 2002, Luís Parreirão, já fora do governo, aceitasse um convite para ser administrador de várias empresas do Grupo Mota-Engil, incluindo a própria Ascendi. Em 2008, foi a vez de Jorge Coelho. Coube-lhe assumir a presidência executiva da Mota-Engil. Os casos de Jorge Coelho e de Luís Parreirão não são únicos nos Ministérios que tutelaram as Obras Públicas ao longo das últimas décadas. Dezenas de governantes juntaram-se a empresas como a Mota Engil (e outras) depois cumprirem as suas funções governamentais. Luís Valente de Oliveira era Ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação em 2002, quando foi assinada mais uma PPP para a concessão de outra autoestrada com a mesma Ascendi. Um ano mais tarde, em 2003, foi para o Conselho de Administração da Mota-Engil. Joaquim Ferreira do Amaral era Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações à data em que se negociava com a Lusoponte a concessão da Ponte Vasco da Gama, 1995. Em 2008 foi nomeado para o Conselho de Administração da mesma empresa. O benefício direto a que governantes têm acesso, ao assinarem contratos, parcerias, e legislarem sobre assuntos que diretamente convêm às empresas para as quais trabalharão mais tarde mostra a promiscuidade entre o poder político e as empresas privadas. Empresas como a EDP, a Caixa Geral de Depósitos, a Mota Engil, a Lusoponte, o Grupo José de Mello, a Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, a Cuatrecasas, entre outras, recrutam dezenas e dezenas de políticos que cruzam portas giratórias entre o privado e o público. Tudo legal, dizem. E tudo às claras. Gustavo Sampaio, jornalista com quem falamos no episódio desta semana, chama-lhe o “capitalismo de compadrio”. O Gustavo trabalha na redação do Jornal Económico e tem vindo a investigar, desde há muito, a corrupção, as portas giratórias e a influência das grandes empresas privadas e das sociedades de advogados nas decisões políticas e nos governantes, tendo já escrito 3 livros - “Os Privilegiados”, “Os Facilitadores” e “Porque Falha Portugal?”. Uns dias depois da comemoração do Dia Internacional contra a Corrupção, celebrado a 9 de Dezembro, conversamos sobre casos concretos: qual a influência da Mota Engil na política portuguesa? O que tem a EDP a ver com a decisão de avançar com o Plano Nacional de Barragens? Está o governo “amarrado” à EDP? Porque tantos Ministros e Ministras da Saúde vêm de seguradoras privadas e de empresas de saúde privadas? Texto: Ricardo Ribeiro Entrevista: Ricardo Ribeiro Preparação: Maria Almeida e Ricardo Ribeiro Captação e edição de som: Bernardo Afonso Support the show.