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Que final de semana bonito amigos, Maratona do Rio foi linda, foi sucesso, e teve gente da Z2 correndo desde o pro até o amador! Tivemos também Ironman feminino em Hamburg, Xtreme Triathlon, recorde do Gout Gout e quem sabe o retorno do Running Nerd? Então sem mais delongas... RUN THE NEWS!---------------------------------------------Victor Castello Branco - VCBhttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2Ricardo Favoretto - Running Nerdhttps://www.instagram.com/rifavorettoPaulo Puccinelli - Dochttps://www.instagram.com/paulo.puccinelli---------------------------------------------00:00 Intro01:40 Maratona do Rio10:59 Running Nerd11:20 Inforunning17:39 Dica do Doc19:31 Outro20:24 Bloopers---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing
SCJN avala penas de hasta 60 años por feminicidio en Oaxaca Habilitan canal contra extorsiones a comercios durante la Copa MundialistaPapa León XIV pone la migración entre sus prioridadesMás información en nuestro podcast#grc
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Camilla Rocha,médica com 24 anos, autora e criadora de conteúdo com 1,6 milhão de seguidores, conhecida como a médica que traduz a medicina para você entender.A história dela começa antes da medicina. Com 10 anos, elajá gravava vídeos na internet cantando e tocando violão, numa época em que fazer isso era considerado completamente fora da casinha. Sofreu bullying na escola por isso. Em vez de desistir, foi à frente. Fez escola de teatro ecinema, prestou medicina e passou. Hoje, com 24 anos, é médica, autora do livro Zona de Potência e referência no digital com 1,6 milhão de seguidores, provando que a coragem de não pertencer foi exatamente o que a trouxe até aqui.No Kiwicast, ela falou sobre:● Como sua comunicação ajudou a crescer sua base de seguidores e alavancou sua carreira● O que significa ter a coragem de não pertencer e por que isso vale milhões no digital● Como construiu 1,6 milhão de seguidores sendo médica e criadora de conteúdo● Como traduzir conhecimento técnico em conteúdo que conecta e vendeAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública exigindo que a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein passe a aplicar o sistema de cotas raciais em seus processos seletivos para programas de residência médica.A demanda é fundamentada nos incentivos e parcerias públicas mantidos pela instituição.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MPF #HospitalAlbertEinstein #CotasNaMedicina #ResidenciaMedica #JusticaFederal #DireitoEsaude #MedicinaBrasil #AcaoDireta #DebateSobreCotas #PodcastDeNoticias #Atualidades #Noticias #SaudeEPolitica #EmAlta #Tendencias #Debate #Internet #Brasil #PoliticasAfirmativas
O 'Doa a Quem Doer' confrontou Carolina, a falsa médica residente na Madeira que faz cirurgias estéticas e vende cursos, mas esta não quis responder. A PSP tem várias queixas de burla contra esta mulher.
El Hospital Universitario Gregorio Marañón (Madrid) es pionero en la introducción de la impresión 3D, una técnica revolucionaria que permite una medicina personalizada. Nos lo explica Rubén Pérez-Mañanes, cirujano ortopédico oncológico y subdirector del Instituto de Investigación Sanitaria del Gregorio Marañón. No falta a la cita nuestro médico de cabecera, Borja Quiroga.
Olá, internet!
Un polémico desequilibrio en las sanciones aplicadas por la Municipalidad de Osorno quedó al descubierto tras la destitución del profesor Javier Lara, quien fue sancionado con la máxima gravedad legal luego de que la Contraloría detectara un viaje al extranjero que coincidió con los días de su licencia médica.El caso, analizado por el abogado Alberto Ruiz Díaz en una entrevista conducida por la periodista Rocío Gambra para PaísLobo Prensa, expone que el docente fue acusado de una supuesta falta a la probidad administrativa. La sanción se aplicó por una licencia otorgada entre el 25 y el 31 de marzo de 2023.
No episódio de hoje do Check-up Semanal, o Dr. Ronaldo Gismondi, editor-chefe médico do Portal Afya e do Whitebook, comenta os principais destaques recentes em Clínica Médica, com foco em tromboembolismo pulmonar, piúria, infecção por Helicobacter pylori, calprotectina fecal e uso de vasopressores por acesso periférico.Falamos sobre uma nova estratégia diagnóstica com D-dímero para suspeita de TEP, a investigação prática da piúria estéril, as atualizações de 2026 no manejo da infecção por H. pylori, a interpretação clínica da calprotectina fecal e as evidências mais recentes sobre segurança do uso de vasopressores em acesso venoso periférico.Leia na íntegra os artigos mencionados hoje:Piúria no diagnóstico clínico: como investigar causas e conduzir o manejo urinárioInfecção por Helicobacter pylori: revisão 2026 do manejo atualCalprotectina fecal: um guia prático para a interpretação do clínicoEventos adversos do uso de vasopressor em acesso venoso periférico
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
Seja muito bem-vindo a mais um episódio do Magia de Orlando! Hoje nós trouxemos um tema que todo viajante precisa dominar, mas que quase ninguém presta a atenção devida até a hora do aperto: as malas e as regras da alfândega! Você realmente sabe o que pode e o que não pode levar na mala de mão ou despachada? E na hora de voltar dos EUA cheio de compras, sabe como funciona a cota de US$ 1.000 por pessoa, as regras para crianças pequenas e o bônus do Free Shop? Neste episódio, eu, a Camila e a Jerônima destrinchamos tudo para você não passar perrengue com a Receita Federal e viajar com a cuca 100% fresca!
O que resta do bolsonarismo quando o próprio Bolsonaro está preso e inelegível? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP/OED), um dos principais especialistas em política brasileira, para discutir o bolsonarismo como governo-movimento, a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o escândalo do Banco Master e o papel que os Estados Unidos de Trump desempenham na equação eleitoral de 2026. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios recentes que revelam as contradições internas da Rassemblement National: a fratura programática entre Marine Le Pen e Jordan Bardella sobre política econômica, a proposta de Le Pen de retirar a França do comando integrado da OTAN e a mais recente ofensiva do partido contra Kylian Mbappé — três janelas para compreender os limites da direita radical francesa às vésperas de 2027. Para encerrar, a dica cultural traz o livro Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita, de Michel Gherman e Ronilso Pacheco (Editora Fósforo). Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU / OED), Guilherme Casarões (FIU / OED) e Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP / OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: O globo Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio CAULCUTT, Clea. French far right misses big targets but says it is on track for presidency. Politico, 26 maio 2026. FIESCHI, Catherine. “The French Far-right’s Foreign Policy: Big Ambitions, Uncertain Directions”. In: The Populist Turn in Middle Power Diplomacy. Washington: Carnegie Endowment for International Peace, maio 2026. GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. MUDDE, Cas. Distinção conceitual entre direita radical e extrema-direita. PIRRO, Andrea. Sobre o conceito de far right como categoria guarda-chuva. Universidade de Bolonha. Capítulos 00:00 Introdução 02:00 Bolsonarismo como governo-movimento 23:00 A candidatura de Flávio Bolsonaro e o escândalo do Banco Master 43:00 Trump e a influência americana nas eleições de 2026 54:00 O futuro do Congresso e a ultradireita no Legislativo 01:03:00 Boletim OED: a crise interna da Rassemblement National 01:17:00 Mbappé e o nativismo lepenista 01:24:00 Dica cultural e encerramento The post Bolsonarismo sem Bolsonaro nas eleições 2026 appeared first on Chutando a Escada.
ENHANCED! JUICED! UPGRADED? Olha não sei, mas os Enhanced Games vieram ai e poucos recorded foram quebrados. VCB e Favs vão falar mais sobre isso! Teve também Triathlon na Espanha e Alisson Piu mais uma semana quebrando recordes, então sem mais delongas... RUN THE NEWS!---------------------------------------------Victor Castello Branco - VCBhttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2Ricardo Favoretto - Running Nerdhttps://www.instagram.com/rifavorettoPaulo Puccinelli - Dochttps://www.instagram.com/paulo.puccinelli---------------------------------------------00:00 Intro01:20 Enhanced Games06:03 6500 Calorias09:36 Iron Lanzarote e T10012:17 Inforunning20:27 Dica do Doc23:51 Outro25:44 Bloopers---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing
Mónica Katz (Médica Especialista en Nutrición M.N. n° 60164) Tercer Tiempo @Sditomaso
A la primera part del Voltant i Girant parlem amb Magí Marqués, president del Centre d'Esports Tortosa sobre la quinzena edició del Torneig d'Handbol Platja que se celebra este dissabte a la platja de les Avellanes de l'Ampolla.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos al Dr. Fabián Walters, Presidente del Baja Health Cluster. Tema: Futura Médica, donde se construye el futuro médico del noroeste: 27 de mayo en Hotel Quartz Tijuana #Uniradioinforma
María Belén Ullúa Sosa (Médica Especialista en Medicina General y/o Familiar. Especialista en Medicina del Trabajo) La Picadita de los Sábados @picaditasbado
TESTIMONIOS |PRESTIGIOSA MÉDICA, ES SANADA POR EL SEÑOR| PATRIARCA ANDRES TIRADO|5 MAYO 2026https://youtube.com/live/Sm8_IcpzdRcDONACIONES: PAYPAL: https://paypal.me/OBISPOANDRESTIRADOFACEBOOK PAGINAShttps://www.facebook.com/profile.php?id=100063452115636LINKEDINhttps://www.linkedin.com/in/arzobispo-andres-tirado-perez-b1b4a89a/CANAL DE WHATSAAP EXORCISTA PATRIARCA ANDRES TIRADO https://whatsapp.com/channel/0029VaY3VsHCxoAthlCKuA3tINSTAGRAMhttps://www.instagram.com/obispoandrestirado/?hl=es-laTWITTERhttps://twitter.com/PADREANDRESYOUTUBEhttps://www.youtube.com/user/CONGREGACIONCSI/videosTIK TOK OBISPO ANDRÉS TIRADOhttps://www.tiktok.com/@obispoandrestirado?is_from_webapp=1&sender_device=pcCongregación Sacerdotal Internacional – Católicos IndependientesNO representamos a la Iglesia Católica Apostólica RomanaWEB: www.congregacionsacerdotal.orgE-mail padreandrestirado@gmail.com
Dra. Marisa Labovsky (Médica Ginecóloga, Especialista en Ginecología Infanto Juvenil, Endocrinología Ginecológica y Sexología) Nada Personal @animessina
Conagua avanza en saneamiento del río Santiago en JaliscoGuerrero lleva servicios médicos y sociales a Chilapa Cuba responde a acusaciones de Marco RubioMás información en nuestro Podcast#grc
Gabriela Bugarín (Directora Médica de Oncología de MSD Argentina) Unas Cuantas Verdades @marianoobarrio
Aprovado na Câmara, o PL 2.564/2025 propõe impedir restrições ambientais aplicadas exclusivamente por imagens remotas e amplia discussão sobre fiscalização, direito de defesa e impacto no crédito rural.
Federico entrevista a José Ramón Zurdo, director de la Agencia Negociadora del Alquiler. ¿Cómo afecta la no convalidación del RDL 08/2026?
Estados Unidos redefinió el narcotráfico mexicano bajo el paradigma de terrorismo.
Hay violencias que no se entienden en el momento. Solo se sienten.En este episodio reunimos por primera vez a varias sobrevivientes del caso del urólogo Alberto Posada para hablar no desde el morbo, sino desde las preguntas que quedan en el cuerpo:¿Por qué cuesta tanto cuestionar a una autoridad?¿Por qué muchas víctimas tardan años en entender lo que pasó?¿Qué sucede cuando el cuidado se cruza con el poder?¿Y qué transforma una voz cuando deja de guardar silencio?Esta no es solo una conversación sobre violencia médica. Es un episodio sobre intuición, vergüenza, culpa, miedo, instituciones, silencio… y el poder profundamente humano de hablar.Si alguna vez sentiste incomodidad y dudaste de ti. Si alguna vez pensaste “de pronto estoy exagerando”. Si alguna vez te preguntaste por qué alguien no habló antes… Este episodio es para ti.Aprende mas de sexualidad sin misterios, te invitamos a ver nuestra escuela online con diferentes cursos en temas de sexualidad que encuentras listos para ser vistos, desde cualquier lugar del mundo www.pinksecretonline.comInstagram: pinksecretcol y anasgiraldo TikTok: sexologa.anasgiraldo Citas con Ana: https://www.pinksecretonline.com/reservarNo olvides activar la campana para que me sigas, compartir y dejarme tus comentarios ♥
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre uma semana que começa no mínimo curiosa em Brasília. No STF, o ministro Alexandre de Moraes toma decisão diante da Dosimetria, que não aplica a lei e não declara sua inconstitucionalidade. A situação é grotesca: a defesa de uma condenada – pelo 8 de janeiro – pediu que os benefícios da chamada Lei da Dosimetria lhe fossem estendidos. Alexandre de Moraes disse não. Trata-se de lei vigente, aprovada pelo Parlamento, promulgada pelo presidente do Congresso, cuja aplicação Xandão negou. Porque o STF permite, pervertido o tribunal em plataforma desde onde o monocrata governa. O colunista comenta também sobre o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que divulgou nesta terça-feira, 12, um vídeo em que nega ter apresentado a “emenda Master” na íntegra. Segundo a Polícia Federal (PF), o texto, que tratava do aumento do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), foi encomendado pelo banqueiro Daniel Vorcaro à assessoria do Banco Master e apresentado pelo parlamentar no Senado com a mesma redação. O presidente Lula também é assunto no programa de hoje, pois assinou uma Medida Provisória que zera o imposto federal da chamada “taxa das blusinhas”, um imposto federal sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A assinatura da medida não estava prevista na agenda. O presidente, que tenta a reeleição em outubro, convocou representantes dos ministérios e abriu uma transmissão para o ato, que foi informado à imprensa instantes antes de começar. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou os detalhes da medida. “Presidente, com a sua autorização, comunicamos que, depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante”, disse Ceron, durante a cerimônia de assinatura. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Bienvenidos a NOCHES DE TERROR, programa dedicado al espiritismo, casas encantadas, fantasmas, ouijas y demás misterios... ¿Qué se esconde detrás de lo que nos asusta? Dirige y presenta: Salva Valero. Las opiniones vertidas en este programa son de exclusiva responsabilidad de quienes las emiten y no representan, necesariamente, el pensamiento del programa. Twitter: @NdeTerror Mail: ndeterror@gmail.com Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No episódio 54 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a mergulhar em um mistério que mistura neurociência, teorias da conspiração e um dos maiores clássicos do cinema: o filme Matrix. Você já ouviu falar de Jacobo Grinberg? Este neurocientista mexicano desapareceu misteriosamente em 1994, deixando para trás uma carreira brilhante e a polêmica "Teoria Sintérgica", que questionava a própria natureza da nossa realidade. Seria o mundo uma construção da nossa mente? Greenberg acreditava que sim, e suas pesquisas sobre estados alterados de consciência e fenômenos místicos o levaram a fronteiras que a ciência tradicional ainda reluta em cruzar. Acompanhe este episódio instigante para entender como as ideias de Grinberg ecoam nos debates modernos sobre simulação e por que sua história continua a fascinar gerações de entusiastas da cultura digital. E, claro, não perca a "Dica do Giro" sobre o impacto revolucionário das irmãs Wachowski no cinema! Ouça agora e descubra se você tomaria a pílula vermelha. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Matrix Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #54 Jacobo Grinberg e a Matrix da Vida Real. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 06/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66911&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar Mundo Diners. El chisme histórico: El científico que descubrió ‘la Matrix’ y desapareció Stratega – Busines Magazine. Teoría sintérgica: ¿vivimos en la Matrix? Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Midnight Trace - Jimena Contreras Hypnosis - Godmode Night Hunt - Jimena Contreras What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 54 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a mergulhar em um mistério que mistura neurociência, teorias da conspiração e um dos maiores clássicos do cinema: o filme Matrix. Você já ouviu falar de Jacobo Grinberg? Este neurocientista mexicano desapareceu misteriosamente em 1994, deixando para trás uma carreira brilhante e a polêmica "Teoria Sintérgica", que questionava a própria natureza da nossa realidade. Seria o mundo uma construção da nossa mente? Greenberg acreditava que sim, e suas pesquisas sobre estados alterados de consciência e fenômenos místicos o levaram a fronteiras que a ciência tradicional ainda reluta em cruzar. Acompanhe este episódio instigante para entender como as ideias de Grinberg ecoam nos debates modernos sobre simulação e por que sua história continua a fascinar gerações de entusiastas da cultura digital. E, claro, não perca a "Dica do Giro" sobre o impacto revolucionário das irmãs Wachowski no cinema! Ouça agora e descubra se você tomaria a pílula vermelha. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Matrix Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #54 Jacobo Grinberg e a Matrix da Vida Real. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 06/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66911&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar Mundo Diners. El chisme histórico: El científico que descubrió ‘la Matrix’ y desapareció Stratega – Busines Magazine. Teoría sintérgica: ¿vivimos en la Matrix? Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Midnight Trace - Jimena Contreras Hypnosis - Godmode Night Hunt - Jimena Contreras What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy:Cara B:-¿Es ético que los médicos hablen públicamente sobre la salud mental de Trump? (07:00)-Problema número 1196 de Erdös (1:14:30)-El cometa R3/2025 (PANSTARRS) (1:47:50)-Señales de los oyentes (1:56:00)Este episodio es continuación de la Cara A.Contertulios: Juan Carlos Gil, Borja Tosar, Ignacio Crespo, Francis Villatoro, Héctor Socas. Imagen de portada realizada con Midjourney. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy:Cara A:-Ha fallecido Craig Venter (9:00)-El simulacro del eclipse (12:30)-Ladrones de cloroplastos (40:00)Este episodio continúa en la Cara B.Contertulios: Juan Carlos Gil, Borja Tosar, Ignacio Crespo, Francis Villatoro, Héctor Socas. Imagen de portada realizada con Midjourney. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.
Experta jurídica avisa en La Brújula de las prórrogas de los alquileres: "Si el contrato no ha vencido, no se ha generado el derecho"
Luis Herrero analiza la nueva derrota parlamentaria del Gobierno.
Su catastrófica gestión al frente del Ministerio de Sanidad me hace dudar, dicho irónicamente, que lo sea. Es una licenciada en Medicina que un día ejerció la profesión, pero hace tiempo que es una política fanática y sectaria, pero, sobre todo, inexperta en la gestión de la sanidad pública. No hace mucho se hacía broma con que era la única política de la Historia que era mujer, médica y madre. Tenía un familiar que era un gran médico, con una de esas especialidades de cirugía complicada, que se había formado en Estados Unidos y era catedrático.
Hoje a gente vai treinar compreensão oral para provas como o TCF e o DELF — de forma prática, exatamente no estilo do exame. Nesses testes, você não precisa entender 100%.Você precisa entender o suficiente para responder corretamente, rápido.O que eles avaliam:* sua capacidade de identificar ideias principais* palavras-chave* intenções (opinião, informação, reclamação…)Dica essencial:Não tenta traduzir tudo. Escuta, capta o sentido geral e decide.1 - Excusez-moi, vous savez à quelle heure ferme le supermarché ?A. Elle demande un prixB. Elle demande une information ✅ C. Elle fait une plainte 2 - Je suis vraiment déçu par ce service, c'est inacceptable.A. SatisfactionB. Opinion positiveC. Réclamation ✅ 3 - On pourrait aller au cinéma ce soir, ça te dit ?”A. Une invitation ✅ B. Une obligationC. Une interdiction 4 - Le train à destination de Marseille partira avec 15 minutes de retard.”A. Le train est annuléB. Le train est en avanceC. Le train est retardé ✅ 5 - Je pense que travailler de chez soi est plus efficace.”A. Une information neutreB. Une opinion ✅ C. Une question 6 - Attention, le sol est mouillé.”A. Une suggestionB. Un avertissement ✅ C. Une invitation 7 - Tu dois finir ce travail avant demain.”A. Une obligation ✅ B. Une possibilitéC. Une préférence 8 - Finalement, on a décidé d'annuler le voyage.”A. Le voyage est confirméB. Le voyage est annulé ✅ C. Le voyage est reporté 9 - Il fait tellement froid aujourd'hui, je n'ai pas envie de sortir.”A. Il fait chaudB. Il aime sortirC. Il ne veut pas sortir ✅ 10 - Merci beaucoup pour votre aide, ça m'a vraiment servi.”A. Une plainteB. Un remerciement ✅ C. Une critique 11 - Même si c'est difficile, il faut continuer à essayer.”A. AbandonnerB. Persévérer ✅ C. Attendre 12 - Je ne suis pas tout à fait d'accord avec cette idée.A. Accord totalB. Désaccord ✅ C. Indifférence13 - Contrairement à ce qu'on pourrait penser, cette solution n'est pas la plus efficace.”A. C'est la meilleure solutionB. Ce n'est pas la meilleure solution ✅ C. On ne sait pas14 - Il aurait pu réussir s'il avait travaillé davantage.A. Il a réussiB. Il n'a pas réussi ✅ C. On ne sait pas15 - Je me demande si ce projet est vraiment viable à long terme.A. Elle est certaineB. Elle doute ✅ C. Elle refuse16 - Ce n'est pas que je n'aime pas, mais je préfère autre chose.A. Elle détesteB. Elle aime totalementC. Elle nuance son opinion ✅ 17 - D'après les derniers chiffres, la situation s'est nettement améliorée.A. La situation est pireB. La situation est meilleure ✅ C. Rien n'a changé18 - Il semblerait que les résultats aient été surestimés.A. Les résultats sont exactsB. Les résultats sont exagérés ✅ C. Les résultats sont inconnus19 - À moins d'un changement majeur, le projet sera abandonné.A. Le projet continueB. Le projet sera abandonné ✅ C. Le projet est terminé20 - Autant dire que cette décision n'a pas fait l'unanimité.A. Tout le monde est d'accordB. Personne n'est d'accordC. Il y a des désaccords ✅ 21 - Il n'est pas exclu que les prix augmentent dans les prochains mois.A. Les prix vont baisserB. Les prix peuvent augmenter ✅ C. Les prix sont stables22 - Force est de constater que les efforts n'ont pas porté leurs fruits.A. Les efforts ont réussiB. Les efforts ont échoué ✅ C. Les efforts continuent23 - Bien qu'il soit compétent, il manque d'expérience.A. Il est incompétentB. Il est compétent mais limité ✅ C. Il est parfait24 - On dirait qu'il a changé d'avis au dernier moment.A. Il est sûrB. C'est une supposition ✅ C. C'est confirmé25 - Cette mesure vise à réduire les inégalités.A. AugmenterB. Réduire ✅ C. Ignorer------
El derecho médico se está consolidando como una de las áreas con mayor proyección dentro de la práctica jurídica contemporánea.En este episodio del podcast del Centro de Estudios Jurídicos Carbonell, a partir de lo vivido en el Segundo Congreso de Derecho Médico en la Ciudad de México, se exploran los temas clave que hoy están redefiniendo esta especialidad: la prueba pericial en casos de responsabilidad médica, los retos en la atención de urgencias, el consentimiento informado, la cirugía estética y el fenómeno del daño desproporcionado. A lo largo del episodio, se analiza cómo estos elementos no solo plantean desafíos técnicos y conceptuales, sino que también abren nuevas oportunidades para quienes ejercen la abogacía.⚖️ ¿Qué implica litigar en un campo donde el conocimiento médico es determinante?⚖️ ¿Cómo enfrentar la valoración de pruebas altamente especializadas?⚖️ ¿Qué habilidades exige esta nueva área del derecho?Este capítulo no solo ofrece una mirada actual sobre el derecho médico, sino que invita a repensar el ejercicio profesional desde una perspectiva estratégica, en un contexto donde la especialización ya no es opcional, sino indispensable.El derecho médico no es una tendencia pasajera.Es un campo en expansión que exige preparación… y ofrece grandes oportunidades.
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En más notas, desmantelan una de las principales redes de huachicol en México; hay 7 detenidos, informa García Harfuch, por otra parte restauradores del INAH señalan que falta de seguridad en Teotihuacán se debió a recortes presupuestales, en notas deportivas, ¡Comienza la carrera ESTO! Así te puedes unir a la celebración de los 85 años del diario. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Esthela Damián confirma que buscará candidatura por la gubernatura de Guerrero Hidalgo impulsa atención materna con parteríaCanadá responde ante revisión del T-MECMás información en nuestro podcast #grc
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Si alguna vez un padre o madre entró a tu consultorio y dijo: "Doctora… lo vi en TikTok" … este episodio es para ti. Una conversación muy especial grabada desde los estudios de Children's Hospital Colorado. ¿Qué pasa cuando el contenido viral de salud se cruza con la pediatría real? Y más importante aún: ¿cómo protegemos la confianza mientras navegamos la desinformación? Nuestra invitada es la Dra. Mona Amin — pediatra, educadora y la voz detrás de PedsDocTalk, una plataforma con más de 1.5 millones de seguidores que conecta a las personas con guías basadas en evidencia sobre salud infantil, desarrollo y crianza de los niños. Su trabajo ha sido expuesto en The New York Times, Times Magazine, NPR, Good Morning America, Parents: Trusted Parenting Information for Raising the Future y ABC News. A través de su podcast PedsDocTalk, canal de YouTube, redes sociales y talleres en línea, la Dra. Mona Amin brinda a los padres de familia consejos prácticos y un sentido de mayor confianza en sí mismos. Redes sociales: @pedsdoctalk Podcast: PedsDocTalk Website: pedsdoctalk.com ¿Tienes algún comentario sobre este episodio o sugerencias de temas para un futuro podcast? Escríbenos a pediatrasenlinea@childrenscolorado.org.
A neuralgia do trigêmeo é uma condição rara em que algo tão simples como uma rajada de vento pode causar uma dor excruciante.
Los medicamentos GLP-1 están en boca de todos: en redes, en consultorios y en conversaciones de pasillo. Pero entre el hype y el miedo, hay mucha información a medias. En este episodio, Ana Sofía y yo hablamos con la Dra. Paola Portillo para entender qué son realmente estos fármacos, cómo funcionan, para quién están indicados y qué pasa cuando se usan sin los criterios correctos. Hablamos de semaglutida, tirzepatida, liraglutide y los que vienen. De efectos adversos, de pérdida de músculo, de fertilidad, lactancia y re-ganancia de peso. Una conversación sin filtros, con evidencia y con mucho respeto por la complejidad del tema. No te lo pierdas, y compártelo si sabes de alguien que lo toma o lo está considerando. Datos de contacto Dra. Paola: Hospital Zambrano Hellion en el Instituto de Medicina Interna Piso 6. Teléfono 8188880651
¿Alguna vez has salido de una consulta médica sintiéndote invalidada porque, sin importar tu síntoma, la respuesta siempre ha sido "pierde peso"? En el episodio de hoy hablamos de la gordofobia médica y el sesgo de peso en el sistema sanitario.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/comiendo-con-maria-nutricion--2497272/support.
Firma je bankrotirala jer ih je AI lagao 3 meseca. Saznajte zašto su algoritmi po dizajnu nagrađeni da nas varaju. Gost 362. epizode podkasta Pojačalo je Nikola Pejović Dica, finansijski konsultant i jedan od najoštrijih analitičkih umova na domaćoj poslovnoj sceni, koji se ovog puta vraća u Pojačalo nakon dve godine. A u te dve godine svašta nešto se izdešavalo. Ivan i Nikola razgovaraju o uznemirujućem usponu veštačke inteligencije i njenom stvarnom uticaju na IT industriju i tržište rada, o tome zašto LLM-ovi su po dizajnu nagrađeni da lažu, o galopirajućim cenama zlata i srebra kao utočištima vrednosti u turbulentnim vremenima, te o geopolitičkim potresima koji ruše sve finansijske prognoze. Kroz konkretne primere - od uspešne akvizicije niške IT firme do razgovora s iskusnim investicionim bankarom - Dica objašnjava šta znači finansijska disciplina u praksi, koliki runway firma zaista treba da ima i zašto se firma kupuje, a ne prodaje. O čemu smo pričali: - Najava - Početak razgovora - AI i budućnost IT industrije - Da li AI stvarno pomaže produktivnosti - Koliko nas AI zapravo košta - LLM-ovi su dizajnirani da nas lažu - Da li je AI bubble koji će pući? - Smena tehnoloških paradigmi - Zlato i srebro kao metod štednje u krizi - Kako se firma priprema za prodaju - Kako firme da prežive krizu? - Diversifikacija portfolija - Budućnost fizičkog rada Podržite nas na BuyMeACoffee: https://bit.ly/3uSBmoa Pročitajte transkript ove epizode: https://bit.ly/4lUepMI Posetite naš sajt i prijavite se na našu mailing listu: http://bit.ly/2LUKSBG Prijavite se na naš YouTube kanal: http://bit.ly/2Rgnu7o Pratite Pojačalo na društvenim mrežama: FB: https://www.facebook.com/PojacaloRS/ IG: https://www.instagram.com/pojacalo.rs/ X: https://x.com/PojacaloRS LN: https://www.linkedin.com/company/pojacalo TikTok: https://www.tiktok.com/@pojacalo.rs
Aquí el compa @xelavelav nos platica cómo vivió unasobredosis de quimio mal recetada y mal aplicada de un doctor que casi le provoca que se lo lleve larrrga! Pero nos cuenta cómo fue que le terminó pelando la riatssss! Préndanse y disfrútenlo con nosotros
O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.