O CNN PODER é informação e contexto. Diariamente, William Waack analisa em profundidade e opina sobre os fatos que são destaque nos noticiários nacional e internacional.

A comitiva do governo brasileiro voltou dos Estados Unidos nesta semana com a sensação de que pode vir mais tarifaço por aí e de que o ensaio de aproximação entre Lula e Trump não vale mais.

O secretário de guerra dos Estados Unidos é um cristão evangélico, defensor de uma espécie de nacionalismo religioso patriótico. A forma como a Casa Branca mistura religião com a guerra contra o Irã produziu uma outra situação constrangedora. Além disso, o programa aborda o governo preparando novas medidas contra efeitos da guerra e a dívida do Brasil, que pode chegar a 100% do PIB. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Thais Herédia, analista de Economia, Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, André Pagliarini, professor da Universidade Estadual da Louisiana, e Sandro Teixeira Moite, professor de Ciências Militares da Eceme, debatem os temas.

Conforme se antecipava, o estrondo político causado pela tentativa da CPI do Crime Organizado de indiciar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) escalou. Depois de um dos ministros que a CPI queria indiciar ameaçar com a cassação do relator da comissão, o ministro Gilmar Mendes, outro mencionado nesse relatório, acionou, na quarta-feira (15), a PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o relator da matéria, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Thais Herédia, analista de Economia, e Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, debatem o tema. Sobre a guerra no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Vitelio Brustolin, professor da UFF e pesquisador de Harvard, participam da discussão.

Com a decisiva ajuda do governo, foi rejeitado o relatório final da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado que pedia o indiciamento de três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), além do procurador-geral da República. Mas o estrondo político ficou e é de grandes proporções. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, e Wálter Maierovitch, jurista e professor, debatem o tema. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Marcello Estevão, dir. gerente e economista do IIF, e Hussein Kalout, prof. de Relações Internacionais da USP e pesquisador de Harvard, participam da discussão.

Não é comum Vladimir Putin e Donald Trump levarem uma sapatada ao mesmo tempo, mas é o que os eleitores na pequena Hungria - na comparação com os grandes na Europa - fizeram nas eleições do último domingo (12). Mandaram para casa o chefe de governo que era adulado ao mesmo tempo pelo ditador russo e pelo presidente americano. É difícil ressaltar o suficiente o peso dessa eleição, em um país de apenas 10 milhões de habitantes. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Thais Herédia, analista de Economia, Thiago de Aragão, CEO da Arko Advice International, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e David Magalhães, coordenador do Observatório da Extrema Direita, debatem o tema.

O WW Especial aborda o seguinte tema: "O mundo não escapa de mais guerras?". Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio Denis Lerrer Rosenfield, filósofo e escritor, Marcelo Consentino, doutor em Filosofia da Religião pela PUC-SP e Michel Gherman, historiador e prof. de Sociologia da UFRJ.

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, disse não ter previsão para votar a ação do PT de 2021 que restringe delações premiadas. A declaração vem no momento em que os principais envolvidos nos escandâlos do INSS e Master negociam colaborações em troca de redução de penas. A analista de Política da CNN Jussara Soares e Flávia Maia, analista de Judiciário do Jota, debatem o assunto.

Na sua fúria épica, Donald Trump não parece ter conseguido até aqui o que queria. O odiado regime teocrático do Irã continua lá, mesmo depois de ter tomado uma histórica surra militar, e continua praticando o histórico fechamento do Estreito de Ormuz. A fúria de Trump volta-se agora para os tradicionais aliados da Otan, enquanto ainda não sabe se volta ou não a bombardear ou até invadir o Irã, o que parece depender mais de Israel do que da própria superpotência. No episódio, movimentações entre governo federal e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a avaliação de subsídios a fertilizantes foram temas do debate. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Marcos Jank, coordenador do Insper Agro Global, e Leonardo Mattos, professor da Escola de Guerra Naval, participam da discussão.

O STF (Supremo Tribunal Federal) ouviu, nesta quarta-feira (8), uma das mais duras críticas à maneira como está enfrentando uma crise política e de credibilidade. Veio do presidente Lula (PT), que já deixou claro em público, mais de uma vez, que seu terceiro mandato é devido em boa parte ao Supremo. Mas hoje, deixou claro que a Corte é uma ameaça para obter um eventual quarto mandato. E a culpa disso é do ministro Alexandre de Moraes, que Lula já tratou como salvador da democracia. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília debatem o tema. Sobre a suspensão da taxa de exportação de petróleo, Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, participa da conversa. Sobre a guerra no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Augusto Teixeira, professor de Relações Internacionais da UFPB, comentam o assunto.

Trump recuou, mas o estrago ficou. A ameaça de acabar com o Irã como civilização foi pior do que um crime, foi um erro. Mas essa seria uma abordagem cínica da questão, cuja principal dimensão é moral, disse, nesta terça-feira (7), o papa Leão XIV. Fora a violação do direito internacional e dos princípios de geopolítica. É imoral ameaçar destruir a base da existência de milhões de civis inocentes. O âncora da CNN William Waack, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme, e Danny Zahreddine, Professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.

A localização geográfica do Irã concede ao país o controle de um dos mais importantes pontos de estrangulamento da economia mundial: o Estreito de Ormuz. E a não ser que o presidente americano, Donald Trump, faça o Irã deixar de existir, o país continua lá, fechando o tal do estreito sem ter que afundar um só navio que passe por ali. Hoje, o Irã tem mais força geopolítica do que no início da guerra. No Brasil, o governo anuncia medidas para alta dos combustíveis. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Thiago de Aragão, CEO da Arko Advice International, debatem os tema.

A renomada jornalista e historiadora americana Anne Applebaum, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é a convidada de William Waack no WW Especial.

Dois caças dos Estados Unidos foram abatidos pelo Irã. O piloto de um deles já foi resgatado, enquanto o outro continua desaparecido, com recompensa prometida por Teerã para quem o capturar. O incidente demonstra que o Irã mantém capacidade militar significativa e está disposto a impor mais custos aos Estados Unidos. O discurso de um conflito curto não se sustenta mais diante de uma dinâmica que aponta não só para uma escalada, mas também para um prolongamento do confronto. A âncora da CNN e analista de Economia Thais Herédia, Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme, Carlos Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, e Rodrigo Zeidan, professor da NYU Shanghai e da FDC, debatem o tema.

Uma nova rodada de tensão entre Brasil e Estados Unidos começa a ganhar forma no cenário internacional. Após um período marcado por afinidades entre Lula e Trump, no qual muito se falou sobre a química existente na relação entre os dois líderes, o governo americano volta a criticar o Brasil em temas considerados sensíveis como o pix, a chamada 'taxa das blusinhas' e a regulação de redes sociais. A âncora da CNN e analista de Economia, Thais Herédia, Roberto Azevedo, ex-diretor-geral da OMC, Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, Larissa Rodrigues, analista de Política, e Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras, debatem o tema.

O resto do mundo tem dificuldades em entender as razões que levaram Donald Trump a entrar em guerra contra o Irã. Resto do mundo menos Israel, bem entendido, que sabe muito bem o que lhe interessa e o que lhe serve nesse conflito. Também nos Estados Unidos há uma grande dificuldade em entender, justificar e apoiar a ação militar ordenada por Trump e essas dificuldades se expandem também pelo Partido Republicano e um pouquinho até no movimento MAGA, que em geral considera genial qualquer coisa que Trump faça ou diga. Houve também o pronunciamento do presidente americano sobre o conflito no Oriente Médio. O âncora da CNN William Waack, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Fernando Brancoli, professor de Geopolítica da UFRJ, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, debatem o tema.

O presidente americano Donald Trump disse na terça-feira (31) que a guerra contra o Irã deve durar de duas a três semanas. Trump está agora diante de uma opção muito ruim e outra péssima. A ruim é sair de lá rápido e deixar no lugar um regime, o iraniano, que aprendeu a usar a posição geográfica como grande arma. A péssima é escalar a guerra com o emprego de tropas para ocupar partes do território iraniano, o que significa prolongar, por tempo indefinido, uma situação que já cobra um preço altíssimo, em todos os sentidos, inclusive dentro dos Estados Unidos. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Jean Castro, CEO da Vector Relações Governamentais, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.

Com o anúncio oficial de Ronaldo Caiado como pré-candidato do PSD, temos o começo de um desenho mais nítido do grid das eleições presidenciais de outubro. Governador de Goiás, Caiado é o terceiro nome com alguma expressão nas pesquisas, até aqui amplamente dominadas por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma corrida descrita como campeonato de rejeições, o eixo Lula-Bolsonaro parece sobreviver a alternativas. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Sergio Denicoli, CEO da AP Exata e cientista de dados, e Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, debatem o tema. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Michel Gherman, coordenador do núcleo de Estudos Judaicos da UFRJ, e Carlos Gustavo Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, participam da discussão.

O tema do programa é: O que vai decidir as eleições no Brasil? O âncora da CNN William Waack, Carlos Melo, cientista político e professor do Insper, Luciana Veiga, cientista política e professora da Unirio e da FGV, e Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia, debatem o tema.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), impôs, nesta sexta-feira (27), restrições à atuação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para o compartilhamento de RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira). A medida gerou reações entre especialistas que apontam para um cenário de instabilidade jurídica no país. O analista de Política da CNN Caio Junqueira, a âncora e analista de Economia da CNN Thaís Herédia, o diretor da Consultoria Eurasia no Brasil, Silvio Cascione, e o professor adjunto de Processo Penal na UnB, Vladimir Aras, debatem o assunto.

Nesta quinta-feira (26), o STF (Supremo Tribunal Federal) deu uma freada de arrumação nas investigações de escândalos levadas adiante por comissões parlamentares de inquérito. O pretexto era derrubar uma liminar de um dos ministros, André Mendonça, que permitia a prorrogação dos trabalhos da CPMI do escândalo do INSS. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, e Creomar de Souza, CEO da Consultoria Dharma Politics, debatem o assunto. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Fernando Brancoli, professor de Geopolítica da UFRJ, e Augusto Teixeira, professor de Relações Internacionais da UFPB, participam da discussão.

Um sistema como o de penduricalhos não é algo que se inventa de um dia para o outro. Há mais de 20 anos se sabe que tribunais buscaram, por meio de benefícios, compensar uma remuneração considerada desajustada, permitindo que seus integrantes furassem o teto constitucional, até chegar ao ponto em que o Judiciário sozinho levava mais da metade dos vinte bilhões de reais pagos em supersalários no país inteiro. Depois de anos empurrando essa situação com a barriga, vem o Supremo e tenta resolver a questão de uma vez, estabelecendo um teto para os penduricalhos e seus tipos. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Wálter Maierovitch, jurista e professor, Vitelio Brustolin, professor da UFF e pesquisador de Harvard, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

O ministro Alexandre de Moraes já foi vítima, investigador e julgador dos fatos envolvendo Jair Bolsonaro (PL). Agora, na condição de carcereiro, mandou o condenado para prisão domiciliar. Os médicos atestaram o delicado estado de saúde do ex-presidente e seus óbvios riscos — entre eles, os riscos políticos. Mito encarcerado é uma coisa. Mártir, vítima de crueldade persecutória, é outra. O problema do STF agora não é mais o que fazer com Bolsonaro, mas o que fazer dentro do próprio Supremo. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

Não há sinais claros neste momento de como Donald Trump quer acabar a guerra no Irã e, o que é mais confuso ainda, nem como pretende continuar. Ele recuou da ameaça de destruir a infraestrutura de energia dos iranianos, começando por usinas que fornecem eletricidade para a capital Teerã. Trump teria sido dissuadido de cumprir o ultimato pelos países aliados do Golfo e pela péssima reação dos mercados ao redor do mundo, e começou a falar em possíveis negociações. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Thiago Aragão, CEO da Arko Advice International, e Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.

O tema do programa é "a eleição que a imprensa não cobre". Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Mario Sabino, jornalista e escritor, Renato Dolci, diretor de dados da Timelens, e Manoel Fernandes, diretor da consultoria Bites.

O WW Especial deste sábado (21) colocou em pauta o questionamento "Na desordem mundial, qual o lugar das potências médias?". Participam deste programa: Feliciano de Sá Guimarães, professor de Relações Internacionais da USP, Hussein Kalout, cientista político e pesquisador de Harvard e Eduardo Mello, professor de Relações Internacionais da FGV.

O ministro Gilmar Mendes seguiu os votos da Segunda Turma do Supremo e manteve Daniel Vorcaro preso. Mas o ponto central de seu voto é a sugestão de que o caso Master pode terminar tal e qual a Lava Jato: em nada. O decano da Corte sugere no voto que o script dos dois casos é o mesmo. No Oriente Médio, os desdobramentos da guerra e seus impactos globais. O âncora e analista de política Caio Junqueira, Thaís Herédia, analista de economia, Celso Vilardi, advogado criminalista, Larissa Rodrigues, analista de política, David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da ANP, Leonardo Mattos, professor da Escola de Guerra Naval, e Rodrigo Ayupe, pesquisador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da UFF, debatem sobre os temas.

Daniel Vorcaro foi transferido para uma cela na Polícia Federal, em Brasília. Medida que facilita os trâmites da delação premiada proposta por seu advogado. Isso ocorreu pouco depois de o ministro Gilmar Mendes ter proibido a quebra de sigilo de um fundo, controlado por Vorcaro, que adquiriu participação da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá. Gilmar reverteu voto de uma comissão parlamentar de inquérito e, na prática, ajudou Toffoli a conseguir o que já tentara diretamente, sem êxito, com o relator do caso, André Mendonça. No roteiro desse escândalo, há claramente duas forças opostas. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme, e Luciana Amaral, repórter da CNN, debatem o tema.

A queda na taxa Selic, nesta quarta-feira (18), podia ser maior? Podia. O buraco fiscal do governo com subsídios a combustíveis podia ser menor? Podia. E os próprios preços de combustíveis também? Podiam, não fosse a guerra no Irã. A guerra no Oriente Médio é um exemplo clássico de impacto geopolítico, acontecimento aparentemente distante daqui, mas de impacto imediato na vida de todos nós. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Paulo Filho, mestre em Ciências Militares, e Fernando Brancoli, professor de Geopolítica da UFRJ, debatem o tema.

O STF (Supremo Tribunal Federal) condenou, nesta terça-feira (17), três deputados acusados de desviar emendas parlamentares. Além dos condenados, falava-se de outros oitenta e três parlamentares na mira do Supremo por questões envolvendo as emendas parlamentares. No caso desses três acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República), ficou comprovado que eles enviavam recursos a uma prefeitura em troca de comissão de 25% do valor das emendas. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, Thiago de Aragão, CEO da Arko Advice International, e Hussein Kalout, professor de RI da USP e pesquisador de Harvard, debatem o tema.

Donald Trump adora o sapato de modelo Oxford, um clássico distribuído nos Estados Unidos, entre outras, por uma loja tradicional de Chicago. Gosta tanto que mandou seus ministros calçarem o tal do sapato. Um deles, o Marco Rubio, secretário de Estado, estava nadando dentro do calçado. Trump não acertou o número, mas para cumprir ordens, Rubio faz qualquer coisa. Se Trump cismasse só com sapatos, tudo bem, mas ele cismou com uma guerra contra o Irã que não está indo do jeito que ele achava que iria. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Murillo de Aragão, cientista político e CEO da Arko Device, Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Economia da FAAP e Relações Internacionais da FGV, e Clifford Young, presidente da Ipsos nos Estados Unidos, debatem o tema.

Para debater os desdobramentos do caso Master, Caio Junqueira recebe, no WW, Bernardo Fenelon, mestre em Direito Penal e a analista de Política da CNN, Jussara Soares. O programa também tratou da decisão do presidente Lula (PT) em revogar o visto do assessor de Donald Trump como estratégia para impedir a reaproximação entre Trump e o bolsonarismo, com a presença do analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna. Além disso, debate sobre a guerra no Oriente Médio contou com as falas do professor da UFF e pesquisador de Harvard, Vitelio Brustolin.

Trump já provocou vários choques na economia mundial. Mas o do petróleo, que está acontecendo agora, já é descrito como um dos maiores da história. O cenário que está desenhado era um dos que mais se temia: a interrupção parcial do fornecimento de petróleo por conta de ações militares relacionadas à guerra do Irã. Embora bastante provável, parece ter sido um cenário com o qual Trump não contava. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Eberaldo de Almeida Neto, ex-diretor da Petrobras e ex-presidente do IBP, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

Ataques a navios por parte do Irã sugerem um cenário muito preocupante para a guerra. A possibilidade real e próxima de estrangulamento de parte significativa do fornecimento de petróleo que vem do Golfo Pérsico agrava ainda mais a situação. O presidente americano parece ter sido apanhado de surpresa, não tanto pela reação do Irã, que está sendo mais ou menos a esperada, mas pela proporção que tomou a questão do impacto da queda de fornecimento de petróleo sobre a economia global em geral e sobre os preços aos consumidores americanos em particular. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Thiago Rodrigues, professor de Relações Internacionais da UFF, Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

O STF (Supremo Tribunal Federal) está em busca da credibilidade perdida, fenômeno acelerado pelo escândalo do Banco Master, mas não está claro qual o caminho. Em parte, essa dificuldade se deve a divisões profundas na Corte. Em parte, as dificuldades para encontrar um caminho de saída. Existe esse caminho, o caminho da recuperação da credibilidade perdida? O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Creomar de Souza, CEO da consultoria Dharma Politics, Maurício Santoro, professor de Relações Internacionais, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

O presidente Donald Trump não encontrou ainda no Irã uma Delcy para chamar de sua. Delcy era a vice-presidente da Venezuela quando o republicano capturou Nicolás Maduro e se mostrou disposta a transformar o país em uma espécie de vassalo dos Estados Unidos, desde que o regime continuasse o mesmo. No Irã, a estratégia Venezuela não funcionou, pelo menos até agora. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da ANP, Michel Gherman, professor de Sociologia da UFRJ, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

O WW Especial deste domingo (9) colocou em pauta o questionamento "Trump errou ao começar guerra contra o Irã?". Participam deste programa: Feliciano de Sá Guimarães, professor de Relações Internacionais da USP, Luíza Cerioli, especialista em Oriente Médio, e Alberto Pfeifer, coordenador-geral do grupo DSI-USP.

Para debater a crise que envolve o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o WW recebe Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, e Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF. O programa também tratou da guerra no Oriente Médio com Leonardo Mattos, professor de Geopolítica na Escola de Guerra Naval, e Rodrigo Ayupe, pesquisador do Núcleo Est. do Oriente Médio - UFF.

Não há dúvidas mais de que o celular de Daniel Vorcaro é um caso de como a realidade supera a ficção. O que a polícia extraiu dali e entregou em parte para uma CPI é um roteiro prontinho de um filme sobre a promiscuidade entre endinheirados através de esquemas fraudulentos e poderosos sem o menor pudor de levar dinheiro e trabalhar para fraudulentos. O âncora da CNN William Waack, Thiago Vidal, diretor de análise política da Prospectiva, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Marcus Vinícius de Freitas, professor de Relações Internacionais, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.

O que levou o dono do Banco Master de novo à cadeia é considerado apenas a ponta do iceberg, mas não há, no momento, maiores detalhes; mesmo assim, o veneno já é bem forte. Agora já há uma morte no escândalo. Suicidou-se, ao entrar na cadeia, o homem que, segundo a Polícia Federal, executava alguns tipos de serviços sujos para o banqueiro Vorcaro. O âncora da CNN William Waack, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, Sergio Florêncio, diplomata e ex-secretário em Teerã, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Caio Junqueira, analista de política, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, debatem o tema.

O conflito no Oriente Médio se agravou nesta terça-feira (3). Estados Unidos e Israel atingiram prédios históricos e locais associados à liderança dos aiatolás em Teerã, capital do Irã. Israel avançou sobre o Hezbollah no sul do Líbano. O Irã, por sua vez, segue resistindo e busca compensar a desvantagem militar com uma arma menos visível, porém potencialmente devastadora: o impacto do conflito sobre a economia global. O âncora da CNN Caio Junqueira, Monique Sochaczewski, professora de Relações Internacionais do IDP, Paulo Filho, mestre em ciências militares, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, e Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, debatem o tema.

O Irã resiste e contra-ataca os Estados Unidos e Israel. O regime ampliou o disparo de mísseis contra bases americanas no Oriente Médio e passou a contar, de forma mais direta, com o apoio de aliados como a milícia libanesa do Hezbollah. O âncora da CNN Caio Junqueira, Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares, Hussein Kalout, cientista político, e os analistas de Internacional da CNN, Lourival Sant'Anna e Fernanda Magnotta, debatem o tema.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, chamou de “atípica” a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes de suspender a quebra de sigilo da empresa Maridt, ligada ao ministro Dias Toffoli. O ex-senador e ex-ministro Romero Jucá respondeu às perguntas sobre o tema da analista de Política da CNN Jussara Soares e da analista de Economia da CNN Lucinda Pinto.