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O Governo chinês cancelou os serviços de AI companions e criou novas directivas para o sector, tentando diminuir a dependência, solidão e sofrimento dos utilizadoresSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio de Linhas Vermelhas, Cecília Meireles e Miguel Prata Roque debatem os mais recentes desenvolvimentos no caso dos exames nacionais e as polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves. Deveria Fernando Alexandre ter adiado o calendário de candidaturas ao ensino superior? E como tem Luís Neves gerido as acusações de que é alvo? Ouça a análise dos comentadores SIC neste Linhas Vermelhas em podcast, emitido a 20 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Entre polémicas na educação, com falhas de software e erros na correção digital de exames, a criação de uma época especial salva tudo? Também a idoneidade do MAI está fragilizada pelo seu silêncio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre polémicas na educação, com falhas de software e erros na correção digital de exames, a criação de uma época especial salva tudo? Também a idoneidade do MAI está fragilizada pelo seu silêncio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Imagine um serviço público que funciona antes mesmo de o cidadão precisar pedir. Essa é a proposta do chamado "Governo Zero Clique": usar dados, integração entre sistemas e inteligência artificial agêntica para reduzir ao mínimo a burocracia e fazer com que muitos serviços aconteçam de forma automática, simples e quase invisível para a população. Mas até onde esse modelo pode chegar? E quais são os desafios para transformar essa ideia em realidade? Uma das empresas que está à frente desse movimento é a Gove, uma govtech fundada em 2016 que desenvolve soluções para a gestão pública. Presente em 22 estados brasileiros, a empresa atende centenas de municípios e estima já ter impactado mais de 16 milhões de pessoas com plataformas que automatizam serviços públicos e utilizam IA, inclusive pelo WhatsApp. Para entender como essa tecnologia está mudando a gestão municipal e quais são os próximos passos do governo digital, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, o CEO da Gove, Rodolfo Fiori. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Tesouro Nacional tomou uma decisão drástica e cancelou um leilão de venda da dívida pública no dia 22 de junho, consolidando um dos eventos fiscais mais importantes do anoO governo não conseguiu formar preço nas taxas de juros desejadas, revelando uma forte desconfiança do mercado.A dívida pública federal ultrapassou R$ 12 trilhões, alcançando cerca de 94% do PIB e o nível mais alto em cinco anos. Apenas no mês de maio, o governo gastou cerca de R$ 100 bilhões com juros, acumulando mais de R$ 1 trilhão nos últimos 12 meses. Neste vídeo, fazemos uma análise profunda sobre o atual cenário econômico e o que isso significa para o seu dinheiro.00:00 - O cancelamento do leilão da dívida pública00:27 - O déficit fiscal e a dívida de R$ 12 trilhões02:00 - Por que o mercado está recusando o Tesouro IPCA (NTN-B)?03:26 - Quem são os principais compradores da dívida do governo?04:22 - O impacto do IOF na captação da Previdência (VGBL)06:23 - Fundos de investimento vs. Pessoas físicas na compra de títulos09:55 - A diferença fundamental entre gerir o orçamento e gerir a dívida11:20 - A perigosa mudança no perfil da dívida pública brasileira13:05 - Como proteger seu patrimônio com a consultoria da Liberta Wealth14:36 - Aumento de impostos, intervencionismo e a recusa em cortar despesas17:19 - Por que não podemos comparar a dívida do Brasil com a do Japão?18:59 - A urgência de um ajuste fiscal profundo
O Governo chegou fragilizado ao debate do Estado da Nação. A jornalista Rita Tavares analisa se a oposição conseguiu aproveitar esse desgaste ou se ninguém saiu reforçado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A estrutura da Igreja Adventista existe para administrar ou para evangelizar? Neste episódio, analisamos uma das perguntas mais importantes da história adventista: qual é a relação entre organização e missão? A estrutura da Igreja foi criada para preservar uma instituição ou para cumprir a Grande Comissão de Cristo? A partir da Bíblia, da história adventista e das contribuições de autores como George Knight, Barry Oliver, Michael Campbell, David Trim, Angel Manuel Rodríguez e Ellen G. White, veremos como o sistema representativo adventista surgiu para servir à missão mundial e por que sua existência continua sendo essencial para a proclamação das Três Mensagens Angélicas. Neste episódio você descobrirá: ✅ Por que a Igreja Adventista decidiu se organizar em 1863 ✅ Como a estrutura tornou possível a missão global ✅ O papel das igrejas locais, Associações, Uniões, Divisões e Associação Geral ✅ Como escolas, hospitais, editoras e mídias fortalecem a evangelização ✅ As lições da grande reforma organizacional de 1901–1903 ✅ Os perigos da burocracia quando a missão deixa de ser prioridade ✅ O equilíbrio entre unidade mundial e contextualização local ✅ Como líderes e membros podem utilizar a estrutura para acelerar a missão A estrutura adventista não foi criada para controlar pessoas. Ela foi criada para mobilizar recursos, proteger a verdade, fortalecer a unidade e levar o evangelho eterno a todas as nações, tribos, línguas e povos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Governo avalia negociação e estuda reação após tarifa dos EUA. Indústria faz crítica à tarifa dos EUA e defende solução diplomática. CNI e Fiesp avaliam que decisão é prejudicial porque atinge exclusivamente o Brasil. No Pará, ônibus com trabalhadores cai de uma balsa no rio, em Barcarena. Senado aprova projeto de lei que aumenta penas para crimes praticados contra profissionais da saúde ou da educação.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a medida busca proteger empresas e empregos e disse que o Brasil poderá recorrer à Lei da Reciprocidade. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Oposição avança nas articulações e desenha possível chapa para disputa das eleições de 2026; homem é preso por tentar matar companheira ateando fogo no corpo dela; suspeito de ter matado o próprio irmão em Ipueiras, está foragido.
12.07.2026 | EBH | Lucas 2: 41-52
Antena Aberta: O Estado da Nação.Quando olha para o país de hoje, que balanço faz? O Governo merece confiança para continuar o trabalho que iniciou ou os acontecimentos das últimas semanas demonstram falta de capacidade política para responder aos problemas dos portugueses?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miques João, candidato independente, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Este conhecido advogado é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato, muito implicado na defesa do único civil condenado no caso do ataque contra o Quartel general a 25 de Novembro de 2022, afirma que o povo é que o move. A campanha, de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos como convidado o candidato Miques João, que concorre pela segunda vez às presidenciais em São Tomé e Príncipe. Miques João, que esteve preso por razões infundadas, segundo ele, encontra-se há dez meses em liberdade e disse que não tem espírito de vingança, afirmando mesmo o que lhe move é o povo. Quem montou as suas coisas vai desmontar sozinho, ou seja, já desmontaram. Eu estou há dez meses em liberdade, como se pode aperceber, e as pessoas todas que fizeram correr ou esconder, sabem o que fizeram. Eu não tenho espírito de vingança de ninguém. As pessoas, quando fazem alguma coisa errada, eu chamo a atenção, porque não deve ser, para corrigir, mas cada um responderá pelos seus actos conforme os seus métodos. A minha preocupação e minha concentração são para o povo. É só o povo que me interessa. Porque se não fosse o povo, senhor, eu estaria morto. O povo agora quer esclarecimento e o meu objectivo é esclarecer o povo e dizer ao povo com quem pode contar, o que povo pode contar e como é que pode contar. Porque o povo agora vai decidir, é a vez do povo decidir. O povo tem que decidir de forma esclarecida para que, após tomar a decisão 19 de Julho, ser capaz de assumir ou aguentar as consequências das suas decisões durante cinco anos. Porque o poder pertence ao povo e o povo é para o povo e só para o povo, por exemplo, que eu estou a concorrer. Interrogado sobre o exercício da democracia em São Tomé e Príncipe e o papel do Presidente da República Miques João respondeu: O que temos assistido nesses 35 anos, 36 anos de democracia é confusão. Cada um quer mostrar poder e eu não estou cá para isso. O Presidente da República, eu, caso o povo assim decidir, estarei cá como árbitro para fazer o seguinte: não sou árbitro para pôr regras nisso, por ordem. Quando houver confusões, eu vou intervir para fazer parar a confusão. Nós temos essa tendência, o Presidente da República, em princípio, no âmbito dos poderes que tem na Constituição, ele tem capacidade de fazer três tipos de coisas. Eles funcionam como para estabelecer as regras e fazer o jogo democrático funcionar. A dada altura, ele também funciona como polícia. Quando houver violações, ele aplica a sanção. E, por fim, ele funciona como bombeiro para apagar fogos. Quando vemos a Assembleia com muita inconveniência, a querer sobrepor o Presidente da República, querer sobrepor-se à vontade do povo, dissolvemos a Assembleia, mandamos novamente, devolvemos poder ao povo. Está na lei. O presidente tem poder de dissolver a Assembleia e voltar a devolver poder ao povo. Admite que, se for eleito Presidente da República, trabalhará com todos os órgãos para que se possa atingir os objectivos do Estado. Enquanto Estado, esses órgãos de soberania têm que agir em interacção para exaurir o objectivo do Estado. Não podem efectivamente estar. E o Presidente tem essa função. Por isso que assegura o regular funcionamento da gestão democrática e permite que os objectivos de Estado sejam atingidos. E muita gente está a fazer confusão. Quando nós falamos dos objectivos do Estado, todos os órgãos de soberania devem concorrer para os objectivos de Estado. É por isso que existe hierarquia no Estado e o Presidente da República é o chefe do Estado. Está na Lei número 1 do artigo 77. E enquanto Chefe do Estado, cabe garantir que o Estado funciona. E é nessa conjuntura que esse exercício deve ser feito. Na lógica de que o poder que o povo nos dá, porque o poder não nos pertence, o povo dá um mandato, ora de cinco anos, ora de quatro anos, ora de três anos, para fazer cumprir o objectivo do Estado. E este mandato deve ser cumprido. O que está a acontecer em São Tomé e Príncipe é que cada um dos órgãos de soberania, uma vez eleitos ou empossados, indicados, pegam o poder que recebem, fazem como se fosse a sua propriedade e tornam-se o Estado dentro do Estado a impedir ou a tornar o estado disfuncional. Isto vai acabar. O Presidente da Republica tem aquela missão enquanto chefe de Estado, permitir que o Estado funcione, porque nós somos um colectivo. O Estado é como se fosse uma equipa de futebol. Tome o exemplo de Cabo Verde, como é que foi o jogo? O presidente da República é o treinador. Ele tem que fazer com que a máquina funcione. E fazer a máquina funcionar é começar a efectivamente aplicar a lei e fazer as pessoas entenderem que cada um tem que cumprir o seu papel. Durante muito tempo foram enganando os cidadãos. Não explicaram aos cidadãos como é que as coisas são. É assim: o governo tem o papel de executar a política do Estado, fazer gestão, executar a política do Estado. Repare bem, não se faz eleições para eleger governos nenhum em São Tomé e Príncipe. A eleição é feita para eleger deputados que compõem a Assembleia. E uma vez assembleia constituída, é preciso que o partido que ganhou ou que efectivamente pretende constituir o Governo apresente ao Presidente da República aquilo nós chamamos de sustentabilidade parlamentar. E é a partir daqui que sai o Governo. O Governo é o Executivo. Tanto o governo como órgão de soberania, como os tribunais, não são eleitos, são executivos. Os Tribunais passam por concurso, cidadão vai, concorra e tudo mais, faz concurso público a juiz. Mas dita o direito ao nome do povo, à luz do artigo 120 da Constituição, podem ver. Mas, tanto o governo como os tribunais, não são eleitos directamente pelo povo, Mas já o presidente e os deputados, sim. Tanto é que, repare, o Presidente é o chefe do Estado na hierarquia do Estado e o presidente da Assembleia é o segundo homem do Estado, porque são eleitos directamente pelo povo. Miques João é um dos quatro candidatos às presidenciais de 19 de Julho em São Tomé e Príncipe.
O Governo e os parceiros sociais vão estar reunidos esta tarde em sede de Concertação Social. É a primeira reunião depois de o Parlamento ter chumbado as alterações que o Governo queria fazer à Lei do Trabalho. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição que o governo aprovou a quantidade de etanol que será misturada à gasolina para conter o impacto da alta dos combustíveis. Caminhoneiros se envolveram em confusão com policiais perto do Porto de Santos durante manifestação pelo aumento do frete mínimo. No Rio de Janeiro, uma operação contra o Comando Vermelho prendeu 23 pessoas. E o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desistiu de taxar em 20% as cargas que passarem pelo Estreito de Ormuz.
Os exames nacionais continuam à espera de soluções e de outra confiança no sistema — seja nesta primeira fase, seja nas revisões ou na fase seguinte. Mas o Governo de Luís Montenegro, já no seu terceiro ano de vida, mostra outras debilidades. Neste episódio da Comissão Política falamos de tudo isso. Sob moderação de David Dinis, com comentários de João Vieira Pereira, Rita Ferreira e Liliana Valente. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A polémica na correção dos exames.Apesar das críticas dirigidas ao Ministério da Educação, Luís Montenegro mantém a confiança no ministro,Os problemas na correção dos exames nacionais abalaram a sua confiança no sistema de avaliação?O Governo fez o suficiente para proteger os alunos e as famílias desta situação?Se depois de sexta-feira vierem a confirmar-se problemas nos resultados da correção das provas a posição política do Ministro da Educação fica mais frágil dentro do Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo apresentou um pacote de medidas para tentar dinamizar o mercado de arrendamento. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo estuda reverter a entrada gratuita semanal devido a pressões financeiras e normas europeias. Pagamentos sem faturas o uso de empresas certificadas para fins privados em obras gera polémica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo aprovou uma reforma do arrendamento. Dois meses de rendas em atraso vão dar direito a despejo e as rendas antigas de inquilinos com menos de 65 anos podem ser descongeladas e aumentar. Análise de Clara TeixeiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas últimas semanas, a África do Sul tem conhecido uma nova onda de xenofobia, com ataques directos, assaltos, agressões físicas, incêndios nas residências e locais de trabalho dos imigrantes, com um balanço de pelo menos quatro mortos, entre os quais dois moçambicanos. Também foram organizadas manifestações em vários pontos do país, nomeadamente Pretória, Joanesburgo, Durban ou ainda a Cidade do Cabo, para exigir medidas do governo para combater a imigração clandestina. Com uma taxa de desemprego a ronda os 33% e um Estado com dificuldades em responder às necessidades básicas da sua população, nomeadamente em termos de saúde e segurança, certas franjas da população sul-africana acabaram por ficar mais sensíveis às mensagens de incitação ao ódio por parte de organizações como 'March and March', ou ainda 'Operação Dudula', que peritos acreditam ser financiadas por partidos políticos. Apesar de já ter terminado no passado dia 30 de Junho, o prazo fixado por estas organizações para os imigrantes em situação irregular deixarem o país, há relatos de que a situação continua tensa. Perante os riscos cada vez maiores para a sua segurança, desde o começo do mês de Junho, dezenas de milhares de migrantes designadamente oriundos da Nigéria, Zimbabué, Maláui e Moçambique regressaram aos seus países pelos seus próprios meios ou com apoio dos seus respectivos governos. Com cerca de 300 mil cidadãos residentes na África do Sul, o executivo moçambicano refere que “milhares” já regressaram ao país, sendo que uns 1.400 nacionais foram repatriados com o apoio de Maputo. Nestes últimos dias, o governo evocou a eventualidade de se propor às pessoas repatriadas trabalhos nos megaprojectos, ou mobilidade laboral em Portugal e nos Emirados Árabes Unidos, ao abrigo de acordos estabelecidos com estes países. Foi sobre a situação vigente na África do Sul e as condições em que os emigrantes moçambicanos regressam ao seu país que a RFI conversou com Wilker Dias, coordenador da plataforma Decide, que divide o tempo entre Maputo e a África do Sul e tem acompanhado este processo. RFI : Passados 10 dias do fim do ultimato das organizações anti-imigração, qual é a situação vigente na Árica do Sul? Wilker Dias : Em alguns bairros a situação ainda continua tensa, principalmente se formos olhar em alguns pontos em Joanesburgo continuam com alguns focos e temos situações, na maior parte dos casos, claramente visíveis contra os imigrantes ilegais, mas também há alguns outros aspectos. Nós acabamos verificando que existem alguns bairros em que, mesmo sendo o cidadão legal, acaba sofrendo com as represálias desta questão da xenofobia que tem sido recorrente na África do Sul. Um outro aspecto que nós poderíamos aqui levantar é que além das pessoas estarem a serem vitimas, também nós temos estabelecimentos comerciais que acabam levando por tabela esta questão ligada a xenofobia, em que também por um lado, demonstra que não é apenas um acto que é provocado por conta da pressão de estrangeiros no país, mas também ligados àqueles que são os factores de pobreza ou de desemprego, que acaba assolando um pouco parte daquela que é a comunidade sul-africana. RFI : Como é que se explica que, apesar de ter terminado esse ultimato, a violência continua? Wilker Dias : É claramente por isso, porque eles deram um ultimato e claramente que depois deste ultimato, já se previa que seria o início de uma fase mais violenta, em que poderíamos ter feridos e poderíamos ter mortos. E é basicamente isso que ainda continuamos a verificar. Do outro lado, temos moçambicanos mortos, alguns deles contabilizados obviamente pelo Estado. Mas existe também algum número que é difícil de contabilizar e a gente vai recebendo algumas informações com os familiares próximos que habitam daquele lado. RFI : Consta que haverá partidos políticos que financiam essas organizações. Wilker Dias : Essa teoria é quase que normal, que existe até uma altura destas, porque estamos em ano eleitoral na África do Sul. Complica ainda mais. Primeiro, para que o governo tome alguma medida relativamente ao aspecto e alguns partidos políticos também saem contra algumas medidas que podem eliminar esses movimentos. Eu digo isto porquê? Porque se nós formos a ver, há um grande peso da comunidade africana e zulu e esses movimentos anti-imigração são também liderados por zulus. É por esse motivo que nós temos o MK (partido fundado pelo antigo Presidente Jacob Zuma), que decerto apoia o movimento anti-imigração. Já vimos a filha do Jacob Zuma a proferir algumas palavras ‘Também vou apoiar este movimento' e por aí vai. Mas é tudo por uma táctica eleitoral, porque estamos num ano eleitoral. RFI : Tem-se a sensação que o ANC no poder não tem tido propriamente mão firme relativamente a estas violências. Wilker Dias : Sim, o ANC, aquilo que se fala pelos corredores aqui na África do Sul é que o ANC não tem tido esta mão firme por conta deste quesito que é o ‘factor ano eleitoral', porque as coisas nas últimas eleições não correram bem, porque ganharam, obviamente, mas não foram naqueles números desejados. E o facto de não ter ganho os números desejados é a fragilidade que o ANC foi enfrentando ao longo dos tempos. Se tivermos este ir contra estes que defendem os movimentos, neste caso anti-imigração, isto poderá ter consequências ainda piores para o próprio ANC. Então, por isso tem que fazer um jogo um pouco mais neutro para encontrar alguma solução para tudo isto. RFI : Wilker Dias anda entre a África do Sul e Moçambique e tem estado atento a todo este processo de repatriamento dos moçambicanos que estavam radicados na África do Sul. Como é que eles chegam? Em que situação é que eles se encontram? O que é que eles contam? Wilker Dias : Temos visto pessoas em diferentes situações. Há aqueles que chegam de facto, sem nenhuma documentação, alguns não por serem propriamente ilegais, mas porque naquele processo de saídas às pressas e etc, acabaram perdendo os seus documentos. Nesse caso concreto, o passaporte. E há uma complicação enorme, por vezes do lado sul-africano, em que há denúncias de que para passar do outro lado precisa-se de valores monetários. Estás a voltar para o teu país e mesmo assim precisas de ter algum valor, que é para poder praticamente subornar a polícia ou a imigração para poder passar. Então isto acaba sendo um dos factores que deixa as pessoas muito frustradas com isso. São várias pessoas que já contabilizamos, acho que mais de 50 ou 100 pessoas que já passaram por esta situação a nível da fronteira do lado sul-africano, o que é um factor um pouco negativo. RFI : O governo esta semana disse que tinha ajudado a repatriar cerca de 1400 pessoas provenientes da África do Sul. Tem-se alguma ideia de quantas outras é que terão saído da África do Sul pelos seus próprios meios? Wilker Dias : É um número muito grande. Eu só posso adiantar isso porque é um facto praticamente histórico. A África do Sul, durante anos, sempre foi tido como um eldorado por parte dos moçambicanos e de certeza nós temos lá muitos, principalmente nas zonas ou em regiões mineiras. E isto faz com que nós, a uma altura destas, tenhamos vários moçambicanos que vão atravessar. é só nós irmos a terminal da Junta Rodoviária em Maputo, nós vamos ver lá várias pessoas, tanto moçambicanos e também malauianos que estão daquele lado e que infelizmente uma das coisas que me deixou meio triste com o governo do Maláui é não era haver uma mobilização também forte por parte do governo para tirar aqueles que são os seus cidadãos. Este facto também mostra um pouco daquela que é a falta de união ou preparação por parte dos países da SADC no que diz respeito a esse fenómeno da xenofobia. A diplomacia não está a funcionar a nível da nossa região como deve ser. A própria sociedade está muito tímida relativamente a esse aspecto. Era altura de se unir e aí também olhar-se não só para aqueles que vão sair da África do Sul, mas que olham para Moçambique como o ponto mais próximo para tentar ver o que é que se pode fazer e voltar. Temos muitos cidadãos, a título de exemplo, que também conseguiram ir para a Beira para depois apanhar um comboio e seguir para os outros países próximos. O que revela também um número grande de imigrantes que Moçambique está a receber. E isso também pode trazer consequências para Moçambique, que para além de os cidadãos moçambicanos que estão a vir do outro lado, nós teremos que se calhar encontrar uma medida para aqueles cidadãos malauianos e também de outras nacionalidades que estão a vir para Moçambique e que até podem estar numa situação ilegal. RFI : O Governo comunica bastante sobre o apoio que tem dado aos moçambicanos que têm que sair da África do Sul. Transportam essas pessoas e depois dão-lhes algum apoio, um kit, alguma informação para tentar restabelecer-se. E também falam em projectos para estas pessoas, para serem colocadas em novos postos de trabalho, nomeadamente nos megaprojectos no Norte ou nos Emirados ou em Portugal. O que é que constata no terreno? Wilker Dias : Eu constato que isso é uma miragem. Primeiro ponto : não é só o governo que está a prestar este apoio. Temos, além dos partidos político, temos também visto grupos de cidadãos que se têm mobilizado e também dirigido a estes pontos para poder distribuir refeições e ajudar as pessoas que vêm da África do Sul. Por conta da xenofobia, muitos cidadãos tem-se mobilizado, sensibilizado para este efeito. Relativamente à questão de empregabilidade a nível dos megaprojectos aqui em Moçambique, por aí vai. Eu lhe digo que isto é uma autêntica ilusão. Só para ter uma ideia, antes de ontem nós tivemos uma situação em Maputo, a título de exemplo, onde mais de 1000 pessoas foram concorrer para 30 lugares num supermercado. Ontem tivemos também pessoas que queriam concorrer para a Rádio Moçambique. Mais de 1000 pessoas que estavam a tentar entrar para oito vagas de serventes. Aí vem a seguinte questão. Só para estas oito vagas de servente, lá temos essas 1000 pessoas que nem sequer conseguimos colocar. Agora imagine o nível de desemprego em todo o país. E com estas pessoas que estão a vir, será que vão conseguir alcançar este objectivo? Obviamente que não. E como é que as pessoas vão para Portugal? Com que meios serão mandadas para Portugal? O Governo vai custear os vistos? O Governo vai custear as passagens? Então são essas questões que nós devemos colocar antes de poder proferir esse tipo de coisas. Eu acho que foi mais um discurso politicamente bonito, que é para tentar sacudir a poeira de cima do capote. Mas é ilusório. Isso não vai acontecer. RFI : E a seu ver o que é que pode ser melhorado? Wilker Dias : Eu acho que uma das coisas que nós deveríamos tentar fazer era um comité de gestão para este caso em específico, em que colocaríamos se calhar não só a componente financeira, mas também a componente diplomática, como falei, a questão da assistência alimentar, pelo menos garantir o regresso às suas residências. Eu acho que isso poderia ter sido feito ou poderá se fazer de uma forma muito mais forte. Mas, infelizmente, às vezes nós não temos este hábito de lidar bem com questões ligadas à gestão de crise.
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #GovernoLula #Eleições #MeioDiaEmBrasilia #PoliticaBrasileira #PodcastDePolitica #Noticias #BastidoresDaPolitica #Lula #Eleição #AnalisePolitica #Brasilia #EmAlta
Nesse podcast você acompanhara uma ministração do culto da família na nossa igreja local.
O Governo venezuelano quer reabrir o principal aeroporto do país a voos comerciais "o mais rapidamente possível" após os sismos que a 24 de Junho devastaram o país. O balanço de mortos não para de aumentar. Segundo as autoridades venezuelanas, 3.811 pessoas morreram e 16.740 ficaram feridas. De acordo com as Nações Unidas, os desaparecidos podem chegar aos 50.000. Muitos sobreviventes ficaram sem abrigo ou em abrigos improvisados em parques, sem perspectivas de futuro. O aeroporto internacional Simón Bolívar, que serve Caracas, fica em La Guaira, o epicentro do duplo sismo de magnitude 7,2 e 7,5, que reduziu a escombros dezenas de edifícios residenciais. Várias equipas de socorro estrangeiras já se retiraram do local, após não encontrarem sinais de vida. O balanço de mortos não para de aumentar. Segundo as autoridades venezuelanas, 3.811 pessoas morreram e 16.740 ficaram feridas, 6.462 foram resgatadas dos escombros e 17.907 pessoas ficaram sem habitação. De acordo com as Nações Unidas, os desaparecidos podem chegar aos 50.000. Muitos sobreviventes ficaram sem abrigo ou em abrigos improvisados em parques, sem perspectivas de futuro. Lucecita Fernandes, presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas em Caracas, traça um retrato marcado pela dor, pela incerteza e pela solidariedade dos dias que se seguiram à tragédia que atingiu a região de La Guaira. A presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas em Caracas, Lucecita Fernandes, traça um retrato marcado pela dor, pela incerteza e pela solidariedade dos dias que se seguiram à tragédia que atingiu a região de La Guaira. Segundo a dirigente associativa, o cenário tem mudado à medida que passam os dias. Se, numa primeira fase, todos os esforços estavam concentrados no resgate de sobreviventes, a prioridade começa agora a deslocar-se para a recuperação dos corpos das vítimas mortais, permitindo às famílias fazer o funeral e iniciar o processo de luto: "Nos primeiros dias, toda a energia da sociedade civil foi colocada no resgate de pessoas com vida. Agora, com o passar do tempo, as famílias fazem pressão para que também sejam encontrados os corpos dos seus entes queridos". A responsável admite que algumas vítimas poderão nunca ser encontradas, mas recorda que, para as famílias, a ausência de um corpo não diminui a dimensão da perda. Apesar da devastação, Lucecita Fernandes diz que permanece a esperança. Reconhece que o sentimento dominante é de tristeza, impotência e dor, mas destaca igualmente a enorme onda de solidariedade entre os venezuelanos: "A capacidade de partilha continua muito presente na sociedade venezuelana". Perante uma tragédia que atinge praticamente todas as famílias, a dirigente considera que o apoio emocional passa sobretudo pela empatia e pela capacidade de escutar quem sofre. "Quem está mais forte tem de amparar quem está mais fragilizado. É assim que uma sociedade consegue levantar-se depois de momentos tão difíceis." Num país profundamente religioso, a fé continua também a desempenhar um papel fundamental. Lucecita Fernandes recorda os testemunhos de sobreviventes resgatados ao fim de vários dias sob os escombros: "Os primeiros agradecimentos são sempre dirigidos a Deus. Muitos dizem que sobreviveram porque rezaram, porque acreditaram e porque nunca perderam a esperança." "Isto não é uma tragédia que se resolve num mês ou em dois meses. Esperamos que a solidariedade internacional continue, sempre com esperança e com a convicção de que a Venezuela conseguirá olhar novamente para o futuro", conclui.
O prejuízo decorre de esquemas no imposto petrolífero e no IVA. O Governo já aprovou várias medidas para travar o avanço destas infrações, mas a implementação no terreno ainda vai demorar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos últimos meses, a guerra na Faixa de Gaza perdeu espaço no noticiário internacional diante do confronto entre Estados Unidos e Irã. Mesmo com o foco mundial voltado para esse novo conflito, os combates entre Israel e Hamas continuaram, assim como a grave crise humanitária que atinge a população da região. Agora, um anúncio do Hamas pode marcar uma nova etapa no cenário político de Gaza. Após quase vinte anos no poder, o grupo terrorista informou a dissolução do órgão responsável pela administração da Faixa de Gaza desde 2007. A medida, segundo o próprio Hamas, pretende facilitar a transição para um Comitê Nacional de Administração de Gaza. O anúncio, no entanto, levanta questões centrais: a decisão representa um passo concreto rumo à paz ou tem apenas caráter simbólico? E, sem o desarmamento do Hamas, há condições para uma mudança efetiva na região? Para discutir esses temas, o JR 15 Minutos recebe Kai Enno Lehmann, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP.
O PS acusa o Governo de manter casas prontas fechadas por razões eleitorais. Com Rui Pedro Antunes, analisamos os factos para perceber se esta história está mesmo bem contada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo prepara-se para lançar a 5ª série de Certificados do Tesouro, com taxa fixa, maturidade de 10 anos e retorno médio de 2,71%. Como funciona, quanto rende e como compara com os Certificados de Aforro e os depósitos? Neste episódio, explicamos tudo o que precisa de saber. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo vai aprovar hoje em Conselho de Ministros um novo produto de poupança chamado Certificados do Tesouro. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Linhas Vermelhas desta semana, Miguel Prata Roque e Cecília Meireles discutem a intenção do PSD de chamar ex-governantes socialistas ao Parlamento para prestarem esclarecimentos sobre as políticas de imigração do anterior Governo, na sequência da divulgação dos novos dados do INE sobre a população residente em Portugal. Ouça aqui o programa em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Acusação de habitações prontas há mais de um ano levanta questões sobre falta de transparência. Ligação Évora-Elvas está pronta, mas burocracia e falta de técnicos no IMT travam exploração ferroviáriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Certidões, patrimônio e veto em convenções: MP quer cerco a facções nas candidaturas de 2026. Desenrola Adimplentes: governo lança nova etapa do programa para trabalhadores informais e devedores do Fies; veja regras. Venezuela registra novo tremor 5 dias após terremoto duplo de 4,6 de magnitude. Ataque a tiros na Alemanha deixa mortos e feridos; dois suspeitos são presos. Homem morre ao cair de trilha no RJ; vítima tinha subido em pedra para tirar foto. Resultado do Festival de Parintins 2026: apuração define campeão nesta segunda-feira.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (24):Após reunião com o presidente Lula (PT), o senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu deixar a liderança do governo no Senado. A mudança ocorre em meio às repercussões da investigação que cita o parlamentar e à pressão política para que ele deixasse o cargo, enquanto sua defesa contesta a operação autorizada pelo ministro André Mendonça. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode perder o benefício da prisão domiciliar após a Justiça apontar falta grave pela presença de uma arma de fogo em sua residência. A Procuradoria-Geral da República deverá se manifestar sobre a continuidade da medida, enquanto a defesa afirma que o armamento estava sendo levado para conserto. Após a operação que atingiu o senador Jaques Wagner (PT-BA), integrantes do governo avaliam que novas investigações da Polícia Federal relacionadas ao Caso Banco Master poderão alcançar outros aliados do presidente Lula (PT).Integrantes do governo do presidente Lula (PT) avaliam que recentes gestos e declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem representar uma tentativa de influenciar o cenário político brasileiro. O perfil oficial do Itamaraty publicou uma mensagem afirmando que "traidores da pátria" não conseguirão prejudicar o Brasil, em meio à discussão sobre novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos. Integrantes da oposição interpretaram a publicação como um recado ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, enquanto o governo nega essa interpretação e mantém o discurso de defesa dos interesses brasileiros. Após uma série de atritos com o Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Hugo Motta, passou a ser visto pelo governo Lula como um aliado estratégico na tramitação de pautas consideradas sensíveis. Segundo informações apresentadas no programa, a aproximação busca evitar desgastes ao Executivo e dificultar o avanço de propostas defendidas pela oposição. Durante o lançamento de uma nova etapa do programa Celular Seguro, o presidente Lula (PT) orientou a população a evitar o uso do celular em locais públicos para reduzir o risco de furtos e roubos. Segundo o presidente, o aparelho concentra informações pessoais e financeiras e exige cuidados redobrados no dia a dia. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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O PSD negoceia com Ventura e o país reza para não pagar a fatura. E ainda, o "déjà vu" no exame de Português, a novela do Provedor de Justiça e a maldade pura que nos deixa sem respostas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (12): O Congresso Nacional deve diminuir o número de sessões na transição entre o primeiro e o segundo semestre deste ano. Além do período de festas de São João, muito populares em todo o país, a Copa do Mundo da FIFA também ocupa espaço na agenda do legislativo. Os atrasos podem acabar adiando algumas pautas para a segunda metade do ano, já no período eleitoral. Com a aprovação de “pautas bomba” no Senado Federal, que vão pesar no orçamento do Governo, programas sociais como “Minha Casa Minha Vida” e “Pé de Meia” sofrerão bloqueios temporários para atingir a meta fiscal do ano. Gastos essenciais para o funcionamento desses programas não entram nos R$ 23 bilhões de congelamento programados. A medida acirra a queda de braço entre Congresso e Planalto a poucos meses das eleições. O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a transferência pelo Governo de “dinheiro esquecido” em contas bancárias para um fundo que está sendo usado para o programa “Desenrola Brasil 2.0”. Até o final do mês de maio, cerca de R$ 5,7 milhões foram transferidos para o Fundo de Garantia de Operações (FGO), utilizado para financiar as renegociações de endividados. A Polícia Federal (PF) rejeitou, nesta quinta-feira (11), uma nova proposta de acordo de delação premiada apresentada pela defesa do empresário e banqueiro Daniel Vorcaro. Esta é a segunda vez que a corporação nega os termos sugeridos pelo investigado, sob a justificativa de que as informações apresentadas não tiveram novidades. O presidente americano, Donald Trump, voltou atrás e cancelou os ataques ao Irã, que havia anunciado nesta quinta-feira (11), dia de estréia da Copa do Mundo da FIFA de 2026. Além de suspender a agressão, Trump também citou um possível acordo de paz com o país persa. O Governo dos Estados Unidos estabeleceu regras rígidas para a criação de conteúdo por turistas que estão no país para a Copa do Mundo. Influenciadores que desejam produzir vídeos, postagens e publicidade durante o torneio precisam ingressar nos EUA com visto de trabalho, caso entrem com visto de turista, a monetização nas redes é estritamente proíbida. Copa do Mundo: O Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou ponto facultativo a partir das 15h do dia 24 de junho, data do jogo entre Brasil e Escócia, encerrando a fase de grupos. A medida gerou questionamentos, uma vez que a partida só começa às 19h. A Corte Suprema de Cassação da Itália divulgou nesta sexta-feira (12) os motivos que levaram à soltura da ex-deputada Carla Zambelli (PL) no mês passado e a decisão de anular sua extradição para o Brasil. Segundo a justiça italiana, o julgamento da ex-parlamentar no Supremo Tribunal Federal (STF) foi parcial. O Supremo Tribunal Federal barrou as mudanças na Lei da Ficha Limpa feitas pelo Senado Federal A alteração ocorreu sem cumprir o rito constitucional de devolver o texto à Câmara dos Deputados. As mudanças na legislação fixam o limite de 12 anos para inegibilidade, contando a partir da condenação e não mais do fim do mandato, esvaziando a lei original. Dois caminhões provocaram um acidente ao realizar um “racha” na ponte Aricanduva, na zona leste de São Paulo. Ao todo, oito veículos foram atingidos e quatro pessoas ficaram feridas, incluindo um bebê. Os motoristas testaaram negativo para o consumo de alcool, mas um deles foi preso por já estar sendo procurado pela polícia. Uma startup americana produziu e aplicou em um paciente a primeira “vacina contra o envelhecimento”. O remédio possui um vírus que reprograma as células e reverte o envelhecimento. Uma tradicional rede de supermercados de Minas Gerais adotou um modelo de jornada de trabalho em que os funcionários trabalham durante 12 horas diárias durante 15 dias e folgam outros 15 dias. A carga horária mensal caiu de 220 para 180 horas sem alterações nos salários. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União) aprovou um pacote de projetos que aumentam os gastos públicos. As propostas aumentam despesas obrigatórias e mudam regras previdenciárias para categorias específicas. A maior preocupação do Planalto é com a proposta que renegocia dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e crises econômicas, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB). O presidente dos EUA Donald Trump fez um post nas redes sociais afirmando que irá bombardear o Irã “muito duramente” na noite desta quinta-feira (11) e que tomará a ilha de Kharg e pontos de infraestrutura petrolífera. A postagem ainda diz que a tomada será “igual ao que fizemos na Venezuela”. A ameaça ocorre no dia de abertura da Copa do mundo da FIFA, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá. O 17º boletim Desigualdade nas Metrópoles, realizado pelo Observatório das Metrópoles, apontou que a proporção de pessoas consideradas pobres nas grandes cidades brasileiras caiu de 19,5% em 2024 para 18,4% em 2025. O mesmo levantamento, entretanto, mostra que a desigualdade aumentou. O Governo brasileiro fez o registro do nome “Pix” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial como uma “Marca de Alto Renome”. Na prática, o registro garante que apenas o Banco Central possa usar a marca em todo o território nacional. Segundo o Governo, esse é o “mais alto nível de proteção” que pode ser concedido à uma marca. O presidente Lula (PT) afirmou que o governo federal estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados em todo o país. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando os usuários a devolvê-los em agências dos Correios, evitando a necessidade de comparecimento a delegacias. Segundo Lula, o governo possui informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados, incluindo dados de identificação dos aparelhos. Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) encerraram uma greve de quase 60 dias na semana passada, mas alunos de outras instituições como a Unicamp e a Unesp permanecem em paralisação. As reivindicações são por pautas variadas, como permanência estudantil, reajuste de bolsas e cotas para pessoas transgênero. O novo gestor do Theatro Municipal de São Paulo, Édilson Venturelli, afirmou que as óperas montadas sob sua gestão não terão “temas políticos ou identitários”. Josias Teófilo explica que na o que não haverá é “política partidária”. Recentemente o comando da instituição mudou da Organização Social Sustenidos para o Instituto Baccarelli. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) cancelou a participação em um evento de lançamento de uma candidata a deputada distrital nesta quinta-feira (11) depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ter crise de soluços. A equipe médica do ex-presidente vem tentando ajustar a medicação para aliviar a situação de Bolsonaro. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reduz a maioridade penal para crimes graves por 44 votos contra 18. A emenda à Constituição segue para uma comissão especial e fica a cargo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O relator da emenda, deputado Coronel Assis (PL-MT) explica os detalhes do texto. Um caso curioso aconteceu em Ribeirão Preto: uma mulher consultou o ChatGPT para saber se estava grávida após ter sintomas estranhos e a inteligência artificial respondeu que eram apenas gases. Mas, após mais desconfianças, Tainara resolveu fazer um teste de farmácia que deu positivo. A moça estava com oito meses de gravidez e para completar, Tainara ainda brigou com a IA pelo erro! O caso mostra como é importante consultar especialistas orgânicos, de carne e osso! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
País importa mais de 85% de seu combustível e precisa de dólares; por isso, primeiro-ministro fez apelo para que população contenha sua 'sede por ouro'.
O Governo do Brasil apresentou fartas documentações à administração de Donald Trump para rebater a cobrança de tarifas que, na visão do presidente Lula e de sua equipe, são totalmente descabidas e injustificáveis. O presidente Nacional do PT, Edinho Silva, comentou o esforço diplomático para reverter o impasse criado pelo clã Bolsonaro. Sonoras:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil tem até o dia 15 de julho para apresentar uma resposta aos Estados Unidos sobre a tarifa de 25% sobre produtos. A proposta americana ainda precisa passar por consulta pública. O texto prevê exceções para determinados produtos, como alguns tipos de carne, café e peças de avião. E ainda: Brasil faz primeiro treino nos EUA de olho na estreia na Copa do Mundo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (24): O pré-candidato à Presidência Renan Santos voltou a criticar a família Bolsonaro e afirmou que a direita errou ao apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ligado ao Movimento Brasil Livre e ao partido Missão, Renan defendeu a construção de uma nova alternativa política para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem associação a escândalos. O pré-candidato também declarou que o Caso Master começou durante o governo Bolsonaro e afirmou considerar natural o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro nas investigações relacionadas a Daniel Vorcaro. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou um novo lote de arquivos sobre supostos avistamentos de objetos voadores não identificados. Os documentos incluem relatos de pessoas que afirmaram ter visto esferas verdes, discos e bolas de fogo misteriosas. A divulgação faz parte de um processo iniciado nos anos 1970 para tornar públicos arquivos do governo americano sobre fenômenos aéreos não identificados. O primeiro pacote de documentos já havia sido liberado em maio, por determinação do presidente Donald Trump, junto com a criação do site oficial WAR.GOV/UFO para hospedar os registros sobre os chamados UAPs. Um tiroteio registrado próximo à Casa Branca deixou duas pessoas baleadas neste sábado (23), segundo informações do Serviço Secreto dos Estados Unidos. De acordo com as autoridades, o suspeito sacou uma arma de uma bolsa e começou a atirar na região da rua 17 com a Pennsylvania Avenue. Agentes reagiram aos disparos e atingiram o homem, identificado pela CBS News como Nasire Best, de 21 anos, que morreu após ser levado ao hospital. Um possível transeunte também foi atingido e encaminhado para atendimento médico. Segundo a emissora americana, o suspeito já era conhecido pelas autoridades e tinha histórico de problemas de saúde mental. O Governo de São Paulo promoveu um mutirão digital chamado “Baixaço” para incentivar o download do aplicativo SP Mulher Segura. A plataforma reúne diversas funcionalidades integradas voltadas ao combate à violência doméstica e à proteção das mulheres. A iniciativa busca ampliar o acesso da população às ferramentas de segurança e fortalecer os canais de apoio às vítimas no estado. Um possível acordo entre Irã e Estados Unidos prevê que o tráfego de navios no Estreito de Ormuz volte ao nível anterior à guerra dentro de 30 dias, segundo informações divulgadas pela agência iraniana Tasnim. O memorando de entendimento também prevê a suspensão completa do bloqueio naval no mesmo período e a liberação parcial de fundos iranianos congelados ainda na primeira fase das negociações. O possível acordo inclui o fim da guerra em diferentes frentes e a suspensão das sanções americanas sobre o petróleo iraniano durante o processo de negociação. Apesar disso, o Irã ainda não teria aceitado medidas relacionadas ao seu programa nuclear. Alberto Barros, analista político da Vox Brasil, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para comentar o cenário das pré-campanhas presidenciais, os resultados das pesquisas eleitorais e as perspectivas para as eleições de 2026. Durante a conversa, o analista também avaliou os possíveis impactos do escândalo envolvendo o Banco Master sobre diferentes candidatos e o ambiente político nacional. O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização criado para reduzir sinistros e mortes no trânsito. Desenvolvida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a campanha busca colocar a segurança viária em pauta na sociedade e incentivar a participação de motoristas, pedestres e ciclistas na prevenção de acidentes. A iniciativa promove ações educativas e debates sobre responsabilidade e comportamento no trânsito. A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mantendo os salários atuais e garantindo dois dias de folga por semana aos trabalhadores. Apesar do avanço da proposta, as negociações seguem em andamento e a tendência é que o texto final seja mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior, como os regimes especiais de trabalho, incluindo escalas 12x36 e atividades embarcadas. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Luiz Gastão. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O governo diz que quer ser reformista, agora é o o Tribunal de Contas que está contra. Israel recebeu de forma ignominiosa os ativistas das flotilhas, o que levou Luís Montenegro a sugerir a suspensão da cooperação comercial da União Europeia com o estado israelita. Xi Jinping recebeu Trump e logo a seguir Putin. O estreito de Ormuz continua fechado e o plano americano, com o apoio de Israel, de colocar Ahmadinejad no poder iraniano falhou, revelou o “The New York Times”. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 21 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com time completo novamente, o Lado B debate as derrotas do Governo Lula III na última semana, a fragilidade da dita democracia brasileira, os empecilhos para a eleição e o risco Flávio Bolsonaro. Também comentam a declaração de Romeu Zema a favor do trabalho infantil.Com Caio Bellandi, Daniel Soares, Fagner Torres Lima e Luara RamosRetire seu ingresso gratuito para a Festa de aniversário do Marx no Armazém da Utopia, neste sábado: https://www.sympla.com.br/evento/festa-de-aniversario-do-marx-no-armazem-da-utopia-rio-de-janeiro/3399879APOIE SEU PODCAST PREFERIDO a partir de R$ 10/mês no apoia.se/ladobdorio e concorra a oito livros da Boitempo! Se preferir, FAÇA UM PIX de qualquer valor para ladobdorio@yahoo.com e contribua com seu podcast preferido; LADO B & BOITEMPO: Tenha 20% de desconto no cupom “LADOBOI20” no site boitempoeditorial.com.br e ajude o Lado B! DESCONTO NA CAMISA CRÍTICA: Faça suas compras na Camisa Crítica em bit.ly/CamisaCriticaLadoB garanta 10% de desconto com o cupom “LADOB” e ajude o seu podcast preferido!