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Esta segunda-feira, dia 9 de Março, é empossado o sexto Presidente da República eleito em democracia. O que podemos e devemos esperar de António José Seguro? Deixará perceber logo na posse, com um discurso estratégico, que país quer deixar quando sair de Belém? Ou vai entrar de pantufas para não agitar logo a abrir o mandato um mundo partidário altamente polarizado e muito fragmentado no Parlamento? À procura de respostas, conversamos com Marina costa Lobo, doutorada em Ciência Política pela Universidade de Oxford, investigadora no Instituto de Ciências Sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desgastar Montenegro para se erguer como "líder das direitas unidas" — é esta a estratégia de Passos Coelho? Ainda Marcelo Rebelo de Sousa, que aproximou a presidência do povo, e a guerra no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os preços dos combustíveis vão voltar a subir de forma expressiva na próxima semana. O gasóleo deverá aumentar cerca de 25 cêntimos por litro e a gasolina cerca de 7 cêntimos.Perante esta subida, o Governo anunciou um apoio para travar parte do aumento. Como vai funcionar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo convidou o Presidente da República para presidir a um Conselho de Ministros e no fim tiveram uma conversa com jornalistas, com o balanço da última década em Belém. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta declarações de Celso Amorim sobre ataque ao Irã, e outros desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Afinal, o Governo tem de declarar os movimentos na Base das Lajes? Regina Bastos (PSD) diz que não, Luís Dias (PS) exige que sim e Nuno Simões de Melo (CH) percebe a decisão, mas quer ouvir Rangel.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os novos números da disputa entre Elmano e Ciro no Ceará, segundo o Paraná Pesquisas; homem tenta estuprar mulher, é perseguido e foge nu pelas ruas no Ceará; prisão por violência doméstica na cidade de Crateús.
Catarina Louro, do PS, defende que MNE deve esclarecimentos e PS vai chamar Paulo Rangel ao Parlamento. Pedro Correia, do Chega, diz que Portugal não precisa de ser informado. O que diz o protocolo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O antigo ministro da Defesa Azeredo Lopes considera que o MNE fez uma interpretação "peculiar" do acordo com EUA. Diz ainda que o CE não deve "verbalizar de forma clara" a discordância com o ataque.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo aprovou medidas que flexibilizam o pagamento de dívidas à Segurança Social, permitindo que tanto empresas como cidadãos beneficiem de prazos mais alargados para a regularização das suas contas.
E também tem um ministro que pode não ter lido bem o acordo de utilização da base das Lajes. Na Administração Interna, saiu Maria Lúcia Amaral e entrou Luís Neves, direto da direção da Polícia Judiciária para o ministério. Até já respondeu a Passos Coelho, que voltou a criticar o Governo. Luís Neves afirma não ver nenhum conflito de interesses por transitar de um orgão que está a investigar Luís Montenegro, para o governo de Luís Montenegro. A análise de Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 26 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante dias, vimos um país a duas velocidades. Em Leiria, uma cidade e uma região devastada, com infraestruturas destruídas, empresas paradas e milhares de pessoas sem eletricidade. Um território em colapso, onde o Estado parecia não chegar, ou chegar tarde. Em Coimbra, dias depois, uma cidade que se preparava para o pior, com evacuações, barragens a descarregar e uma tentativa de controlar o que já não dependia apenas da chuva, mas da forma como o sistema estava montado para responder a ela. Podemos ser benévolos e dizer que a diferença está entre os momentos: a surpresa e a compreensão do que estava em causa. Entre o “país de faz de conta”, gritado pelo presidente da Câmara de Leiria a um governo que parecia ignorar o sucedido, e a “coordenação” elogiada por Ana Abrunhosa abriu-se uma fratura difícil de ignorar. Falharam comunicações, falhou o SIRESP, falhou a resposta nacional — mas também ficou exposto algo mais profundo: um país com infraestruturas pensadas para um clima que já não existe, pouca manutenção e um Estado que reage de forma desigual consoante o território. O Governo anuncia agora milhares de milhões para a reconstrução, mas levantam-se mais dúvidas do que certezas. Estamos a responder à emergência ou a aproveitar a crise para aprovar medidas que o governo sabe polémicas, como a reformulação do INEM e Proteção Civil? E, ao condensar um programa de governo no que deviam ser apoios de urgência à reconstrução de infraestruturas e empresas, não estamos a correr o risco de atrasar a resposta? No Perguntar Não Ofende, conversamos com os dois rostos que estiveram na linha da frente desta resposta e foram elogiados por serem, por um lado, o rosto do Estado que não falhou, e, por outro, a voz das populações quando ela era urgente. Gonçalo Lopes é presidente da Câmara de Leiria desde 2019 (quando substituiu o presidente Raul Castro), e Ana Abrunhosa é presidente da Câmara de Coimbra há escassos meses. Falamos sobre o que estas cheias nos dizem sobre o país, a organização do Estado e a forma como tratamos o território e preparamos o futuro. E sobre o futuro destas regiões devastadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia 28 de janeiro, o governo Lula realizou uma reunião com diversos representantes da comunidade judaica para discutir o combate ao antissemitismo no Brasil. Por parte da sociedade civil, estiveram presentes instituições, figuras e nomes relevantes, entre eles, o Instituto Brasil-Israel. Por parte do governo, estiveram o vice-presidente, Geraldo Alckmin - que estava no exercício da presidência na ocasião, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, da Gestão, Esther Duek, e a ministra substituta das Relações Exteriores, Maria Laura. Por que essa reunião aconteceu? Qual era o objetivo? O que pode mudar depois desse diálogo?Além da reunião, a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, esteve em São Paulo e visitou instituições judaicas como o Memorial do Holocausto e a Casa do Povo. Para saber mais sobre essa ponte de diálogo, a gente conversa com uma parte fundamental deste processo: Clara Ant, chefe da Assessoria Especial de Apoio ao Processo Decisório da Presidência da República.
O Governo de São Paulo entregou as matrículas de 1.190 apartamentos aos moradores do Conjunto Habitacional Itaquaquecetuba, na Região Metropolitana de São Paulo. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) investiu R$ 4,6 milhões na regularização fundiária do empreendimento.
A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (23): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento da ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli no caso envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada neste sábado (21). Paralelamente, o ministro André Mendonça deverá se reunir novamente nesta semana com integrantes da Polícia Federal para discutir os próximos passos da investigação sobre supostas fraudes relacionadas à instituição financeira, que seguem em apuração. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou que o relator da proposta de emenda à Constituição que trata do fim da escala de trabalho 6x1 será definido no início desta semana. A indicação ocorrerá na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa considerada decisiva para a tramitação da PEC, que propõe mudanças na jornada semanal de trabalho e tem gerado amplo debate entre parlamentares, empresários e trabalhadores. Brasil e China aparecem entre os países que podem ser mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre sexta-feira (20) e sábado (21). As medidas devem alterar o fluxo do comércio internacional, encarecendo produtos de alguns concorrentes e abrindo espaço para exportações brasileiras e chinesas em setores estratégicos. Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos e policiais do Departamento do Xerife do Condado de Palm Beach mataram a tiros um homem armado após ele entrar ilegalmente no perímetro de segurança de Mar-a-Lago, na Flórida, na madrugada deste domingo (22). Segundo as autoridades, o suspeito, de cerca de 20 anos, invadiu a área por volta de 1h30 e foi neutralizado. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump não estavam no local no momento do incidente, pois se encontravam na Casa Branca. Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, fundador do Cartel Jalisco Nova Geração, morreu neste domingo (22), aos 59 anos, durante uma operação do Exército no México. Considerado o último grande narcotraficante em atividade no país, El Mencho construiu o cartel mais poderoso e violento do território mexicano por meio do confronto direto com autoridades e do uso sistemático da violência. Sua morte ocorre anos após a prisão de líderes históricos do Cartel de Sinaloa, como Joaquín Guzmán e Ismael Zambada. O governo dos Estados Unidos oferecia recompensa de US$ 15 milhões por sua captura, e especialistas o classificavam como um criminoso “violento por natureza”, que desafiava abertamente o Estado mexicano. O Governo do Brasil, por meio da Caixa, inicia nesta segunda-feira (23) a terceira etapa da liberação do vale-recarga de gás de cozinha (GLP) para beneficiários do Programa Gás do Povo. A nova fase vai contemplar cerca de 4,5 milhões de famílias em todo o país. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), afirmou que o setor portuário e o agronegócio consideram ilegal a invasão indígena ao terminal da Cargill, em Santarém, no Pará, que levou o governo a suspender a licitação de dragagem no Rio Tapajós. Lupion também comentou a expectativa do agro em relação à nova tarifa de 15% anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando possíveis impactos sobre exportações brasileiras. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (22) que existe um “desencontro” interno no Partido Liberal e insinuou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo isolado pela sigla após ter a prisão decretada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Governo reúne-se hoje com os patrões e com a UGT, a propósito das alterações à Lei do Trabalho. Caso não haja acordo, o Governo levará a proposta de lei, tal como está, ao Parlamento? Análise de Pedro Sousa Carvalho.
O Governo de São Paulo inaugurou a Praça da Cidadania de Embu das Artes, na Grande São Paulo. Localizado na Vila Perequê, o espaço foi entregue à população na semana em que o município completou 67 anos. A praça conta com áreas para esporte e lazer, além de uma Escola de Qualificação Profissional com cursos gratuitos pensados para incentivar autonomia financeira e geração de renda.
A crise económica em Cuba agravou-se desde o início do ano com o corte no fornecimento do petróleo venezuelano. O Governo português já aconselhou a adiar viagens “não indispensáveis”. Análise de Clara Teixeira.
O Governo pediu um relatório urgente sobre o impacto das cheias no Mondego e avaliação dos modelos de gestão de risco, para adaptar o sistema de infraestruturas da bacia do rio aos dias de hoje.
O Governo prepara-se para avançar com uma versão light da legislação laboral. É suficiente para acelerar o crescimento? O que pensam as grandes empresas? O secretário-geral da Business Roundtable Portugal veio ao Money, Money, Money responder a estas e outras perguntas. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor-executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Pedro Gingeira do Nascimento, secretário-geral da Associação Business Roundtable Portugal. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 O Governo deu um xeque-mate nas caixinhas00:48 O que é o Tesouro Reserva (LFT-TD)01:16 Liquidez 24h 01:40 Investimento mínimo de R$ 101:47 Não tem marcação à mercado 02:10 Segurança soberana02:48 A pegadinha do vencimento em 3 anos03:58 Imposto de Renda e juros compostos04:31 Veredito: Onde colocar seu dinheiro agora?06:13 RC Club e RC Wealth
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública, lançou uma ferramenta estratégica para ampliar a divulgação de pessoas desaparecidas na Grande Vitória. O delegado Tarcísio detalha como funciona a iniciativa ,que reforça o uso da tecnologia e da comunicação direta com a sociedade para solucionar casos que dependem de mobilização comunitária. Ouça a conversa completa!
O Governo recebeu abertura da Comissão Europeia para flexibilizar as regras orçamentais e permitir que as despesas do Estado com as tempestades não venham a contar para o défice orçamental. Análise de Clara Teixeira.
O Brasil está caminhando para uma nova crise fiscal e ninguém quer admitir?No episódio 324 do Market Makers, Walter Maciel (CEO da AZ Quest) e André Muller (economista-chefe da AZ Quest) analisam em profundidade a reforma do Imposto de Renda proposta pelo governo e fazem uma provocação direta: o governo está realmente ajudando a classe média ou está apenas dando com uma mão e tirando muito mais com a outra?A conversa parte do artigo publicado no Brazil Journal — “Na reforma do imposto de renda, o governo dá com uma mão e tira muito mais com a outra” — e avança para uma análise completa do cenário econômico brasileiro. Eles mostram que, para quem ganha R$ 5.000 por mês (o principal beneficiado da nova isenção), o impacto final pode ser negativo quando se considera inflação, juros elevados, aumento de impostos indiretos e custo do crédito.O debate se aprofunda nos seguintes temas:-Arrasto fiscal e perda de renda real-Endividamento das famílias brasileiras-Taxa Selic a 15% e juros reais entre os maiores do mundo-Crescimento da dívida pública-Dominância fiscal e risco de desorganização econômica-Eleições 2026 e impacto no mercado-Possível cenário de Lula 4 e suas consequênciasA conclusão é clara: o Brasil tem solução, mas depende de credibilidade fiscal e liderança.Se o ajuste vier, o país pode viver um ciclo forte de crescimento. Se não vier, o risco é repetir erros do passado.E você: acredita que o Brasil vai fazer o ajuste fiscal necessário ou estamos caminhando para outra crise econômica?
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (13): O ministro Dias Toffoli deixou oficialmente a relatoria do inquérito que investiga as fraudes bilionárias no Banco Master nesta quinta-feira (12). A decisão foi anunciada após uma reunião administrativa de emergência convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, que contou com a participação de todos os dez ministros. Em nota conjunta, os magistrados negaram a existência de suspeição ou impedimento legal de Toffoli, reafirmando o apoio institucional ao colega, mas informaram que o próprio ministro solicitou a redistribuição dos processos para preservar os “altos interesses institucionais” do tribunal diante do desgaste causado pelas recentes revelações. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Gustavo Sampaio, professor de direito constitucional. Nesta quinta-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em um post na rede social Truth Social que as relações entre Washington e a Venezuela têm sido “extraordinárias”, elogiando o secretário de Estado Marco Rubio e outros representantes do governo pela condução da política externa naquele país. Trump destacou que o petróleo venezuelano está “começando a fluir” e que grandes quantias de recursos, que não eram vistas há muitos anos, devem ajudar o povo venezuelano em breve. O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (12) que é contra o projeto de lei que prevê a quebra de patentes do Mounjaro e do Zepbound, duas marcas de canetas emagrecedoras. A renúncia de Chris Wormald, secretário de gabinete e um dos principais nomes do governo britânico, aprofundou a crise enfrentada pelo primeiro-ministro Keir Starmer após novas revelações ligadas ao caso Jeffrey Epstein. Wormald se tornou o terceiro integrante da equipe a deixar o cargo em poucos dias. A situação ganhou ainda mais pressão após o nome de Peter Mandelson aparecer em fotos e extratos bancários associados ao escândalo. A Justiça suspendeu liminarmente regras das escolas cívico-militares do estado de São Paulo, sob argumento de que há evidência de violação ao princípio da legalidade, ofensa ao princípio da gestão democrática do ensino e potencial discriminatório. A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) iniciou a coleta de assinaturas na Câmara dos Deputados para viabilizar a tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a obrigatoriedade de códigos formais de conduta e integridade no Judiciário brasileiro. A proposta pretende estabelecer diretrizes éticas para ministros do STF e de outros tribunais superiores, ampliando mecanismos de controle e transparência institucional. O Governo de São Paulo lançou um alerta à população sobre os riscos do consumo de bebidas alcoólicas adulteradas durante o Carnaval. A campanha reforça a importância de comprar apenas em estabelecimentos regularizados, verificar a procedência dos produtos e evitar itens de origem desconhecida. Segundo o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, ações de fiscalização serão intensificadas em parceria com vigilâncias municipais, responsáveis pela inspeção de comércios e vendedores ambulantes. Nesta sexta-feira (13), primeira noite do Carnaval em São Paulo, a Mocidade Unida da Mooca, estreante no grupo especial, abre os desfiles a partir das 23h, enquanto a Barroca Zona Sul será a última a entrar no sambódromo, com início previsto para as 5h30 de sábado (14). Ao todo, serão sete escolas na sexta e mais sete no sábado; das 14 agremiações que participam neste fim de semana, duas serão rebaixadas após a apuração das notas marcada para as 16h de terça-feira (17). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Governo de São Paulo vai investir cerca de R$ 75 milhões em modernização e melhorias da infraestrutura urbana de Guarulhos, com contrapartidas da prefeitura que irão ampliar o valor total do aporte. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (12) pelo governador Tarcísio de Freitas, durante a liberação de três convênios com a prefeitura da segunda cidade mais populosa do estado.
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição: governo vai enviar mensagens para beneficiados por nova faixa de isenção do Imposto de Renda com orientações para conferir o holerite e também alertas sobre possíveis tentativas de golpe. Polícia Federal encontra menções a Dias Toffoli em celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e pede que ele seja declarado suspeito para conduzir investigações sobre possíveis fraudes na instituição financeira. Ministro do STF fala em ilações. Em Atibaia (SP), um rio transbordou e deixou bairros alagados.
O Governo de São Paulo reforçou a proteção à mulher nesta quarta-feira (11) com ação policial que mobilizou 1.500 policiais e prendeu 430 agressores nas vésperas do Carnaval. A Operação M – Carnaval Seguro foi coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, com o apoio da Secretaria de Políticas para a Mulher. A ação da polícia contou com 770 viaturas e, além das prisões, apreendeu 14 armas de fogo. Os policiais iniciaram a operação na segunda-feira (09), com o Dia D de ações nesta quarta.
Da demissão da MAI à guerra Merzoni-Manchez, dos 23 anos de Casa Pia ao abuso de chamadas ao INEM, o Governo esquece-se de responder aos problemas e adia reformas decisivas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a vitória de Seguro, sobre os candidatos que se julgam donos dos votos e sobre o novo plano de Macron para a Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a vitória de Seguro, sobre os candidatos que se julgam donos dos votos e sobre o novo plano de Macron para a Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O governo federal iniciou um projeto piloto que disponibiliza linhas de crédito para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) voltadas a empreendedores. O programa terá duração inicial de três meses e estará acessível nas agências da Caixa Econômica Federal localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Os empréstimos oferecidos variam entre R$ 500 e R$ 21 mil e contam com taxas de juros reduzidas. Os beneficiários terão prazos que vão de quatro a 12 meses para quitar os valores. Além disso, o programa inclui garantias fornecidas pelo Fundo Garantidor de Operações e isenta os tomadores do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). E Ainda: Acordo Mercosul-UE pode ser aprovado em comissão do Congresso.
Pouco ou nada vai mudar, além do inquilino de Belém. O Governo e a AD terão sempre de procurar entendimentos com outras bancadas, sobretudo o Chega e o PS. E que Portugal político deixa Marcelo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3120 de 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves, Miguel Morgado, António Vitorino e João Cotrim de Figueiredo analisam o resultado de André Ventura nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (06), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político Adriano Oliveira sobre a nova pesquisa Datafolha com intenção de votos para Raquel Lyra e João Campos. A Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, conversa sobre o início do carnaval no Estado. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois da devastação no centro do país, Montenegro anunciou medidas de emergência e 2,5 mil milhões em apoios. Mas chegaram a tempo para quem perdeu casas, empresas e empregos? See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 O governo quer 44% do seu aluguel01:04 Aluguel por temporada deixou de ser renda02:54 Novo imposto sobre receita, não sobre lucro05:06 Por que a Pessoa Física vai sofrer07:31 A saída: profissionalização ou prejuízo09:36 Conclusão: não é o fim, é a virada de chave09:54 RC Club e RC Wealth: qual faz sentido pra você
O que interessa à Receita é a sua renda, e esse meio de pagamento instantâneo é um caminho por onde o seu dinheiro passa - e pode ser fiscalizado. ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-yt -SIGA O ESTADÃO NAS REDES:Instagram: https://instagram.com/estadao | X: https://twitter.com/estadao | Facebook: https://facebook.com/estadao | TikTok: https://tiktok.com/@estadao | LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/estadao/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Afinal, o Governo parece que está a falar a duas vozes no acordo da Galp com a Moeve. Mas há uma conclusão: o Governo quer sentar-se à mesa do negócio ibérico. E há mistérios para descobrir no episódio desta semana. De Davos a estação mais próxima do TGV (quando cá chegar)
Luccas Riedo é engenheiro civil e ex-CEO do G4 Educação. Após uma carreira executiva de sucesso, ele tomou uma decisão radical: vendeu tudo, saiu do mundo corporativo e alocou 100% do seu patrimônio em Bitcoin.Neste episódio, Luccas explica a lógica por trás dessa aposta "all-in". Ele detalha como o sistema financeiro atual opera como um mecanismo de confisco (via inflação e impostos), revela o risco real de bloqueios judiciais que o motivou a buscar soberania e discute a tese da "Greve dos Produtores" (inspirada em A Revolta de Atlas).Uma aula sobre economia, a história do dinheiro e como é possível viver de Bitcoin sem nunca precisar vendê-lo.Disponível no youtube:Link: https://youtu.be/J-kKBUHZgkYPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: O sistema é baseado em confiança (e ela está acabando)00:02:25 - Por que alocar 100% do patrimônio em Bitcoin?00:03:30 - A história dos bancos e a fraude da reserva fracionária00:05:10 - 1971: O fim do padrão ouro e o início da impressão infinita00:08:19 - A inflação real é 17% (IPCA é uma mentira?)00:11:53 - A dívida impagável dos EUA e o roubo do futuro00:13:33 - A estratégia do governo para se perpetuar no poder00:18:17 - Bitcoin como "Opt-out": A saída do sistema00:20:14 - O risco de bloqueio judicial (Alexandre de Moraes e STF)00:22:45 - Escassez absoluta: Bitcoin vs Imóveis e Ouro00:28:06 - As 3 opções: Ignorar, Mudar o Sistema ou Se Proteger00:31:26 - Renda Fixa é Perda Fixa? (A conta real do prejuízo)00:34:17 - O segredo: Como viver de Bitcoin sem vender (Empréstimo Colateral)00:38:55 - A estratégia da MicroStrategy e empresas comprando Bitcoin00:44:18 - Como funciona a rede (Nodes) e por que não podem mudar as regras00:50:44 - Os riscos reais: Computação Quântica e Bugs00:55:07 - Custódia: Como guardar seu Bitcoin com segurança (Seed Phrase)01:08:28 - O Governo te rouba 3 vezes: Passado, Presente e Futuro01:09:48 - A Revolta de Atlas: O dilema de "entrar em greve" e parar de produzir01:15:02 - Vivendo na prática: Cartão de Crédito com Bitcoin01:21:28 - O ciclo do Bitcoiner: De Hater a Maximalista01:33:00 - A diferença brutal entre Bitcoin e "Cripto" (Ethereum, Solana)01:40:07 - Como começar a estudar (Dicas de livros e "100 horas")Siga o Luccas no Instagram:https://www.instagram.com/luccasriedo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Marques Mendes cola, António José Seguro evita, Gouveia e Melo afasta-se e Ventura gravita. Como os candidatos presidenciais se posicionam face ao governo perante as polémicas na saúde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Guiné-Bissau voltou a dominar a actualidade africana esta semana, após a libertação de figuras políticas e da sociedade civil detidas na sequência do golpe militar de Novembro de 2025, num contexto ainda marcado por contestação social, enquanto São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e a República Democrática do Congo enfrentam desenvolvimentos políticos e judiciais relevantes. Na Guiné-Bissau, foram libertados o jurista e activista Augusto Nansambé, os dirigentes do PAIGC Octávio Lopes e Marciano Indi, bem como o responsável do PRS Roberto Mbesba, todos detidos após o golpe militar de 26 de Novembro de 2025. A informação foi confirmada à RFI pelo advogado Vaiton Gomes Barbosa. Entretanto, é esperada no país uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que integra, entre outras personalidades, os Presidentes da Serra Leoa e do Senegal. A sociedade civil, através do Pacto Social, solicitou um encontro com a delegação para expor a situação política e social do país desde a tomada do poder pelo Alto Comando Militar. Segundo Sabino Gomes Júnior, signatário do Pacto Social, o objectivo é dar a conhecer à missão regional os desenvolvimentos ocorridos no país após o golpe. Ainda na Guiné-Bissau, a alegada morte de um jovem provocada por militares desencadeou uma onda de indignação popular. Centenas de jovens e mulheres saíram às ruas de Bissau para exigir justiça, numa manifestação que acabou por ser travada pela polícia. O Ministério Público prepara-se agora para levar a julgamento os dois militares acusados no caso. Em São Tomé e Príncipe, a escala do navio de assalto anfíbio russo Alexander Otrakovskiy, durante o fim-de-semana, gerou polémica política. A Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, acusa o Presidente da República e o Governo de terem autorizado a entrada e o transbordo de mercadorias de um navio de guerra russo sem o conhecimento nem a aprovação do Parlamento. As autoridades são-tomenses ainda não reagiram publicamente às acusações. O país enfrenta igualmente dificuldades no sector da educação, onde mais de 300 profissionais não docentes trabalham há vários anos sem remuneração. O Governo reconhece irregularidades no recrutamento, admite sanções aos responsáveis e garante estar a procurar soluções para regularizar a situação laboral. Em Cabo Verde, a partir de 21 de Janeiro, os cidadãos que solicitarem visto para viajar para os Estados Unidos, por motivos de turismo ou negócios, poderão ser obrigados a pagar uma caução de até 15 mil dólares. Cabo Verde passou a integrar a lista de 38 países abrangidos por esta medida, que se estende igualmente a Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, ficando Moçambique de fora. Já em Moçambique, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a libertação imediata do cidadão turco Emre Çınar, detido na semana passada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). As autoridades não avançaram detalhes sobre os fundamentos da detenção nem sobre eventuais acusações. Por fim, na República Democrática do Congo, o Presidente Félix Tshisekedi manifestou-se favorável a um cessar-fogo “imediato e incondicional” no leste do país, durante um encontro realizado em Luanda, na sequência de um apelo do Presidente angolano João Lourenço, actual presidente em exercício da União Africana.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram nesta quinta-feira uma nova fase da Operação Sem Desconto, que mira o escândalo do INSS. Um dos alvos foi o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula no Senado. Segundo a PF, Weverton Rocha atuou "como liderança e sustentáculo das atividades empresariais e financeiras" do Careca do INSS.A Polícia Federal pediu a prisão do senador, mas a Procuradoria Geral da República se manifestou contra a medida. Com isso, Weverton foi alvo de mandados de busca e apreensão. Duda Teixeira, Dennys Xavier, Ricardo Kertzman e Josias Teófilo comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br