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No 3 em 1 desta segunda-feira (15), o destaque foi que os governos dos Estados Unidos e do Irã anunciaram um acordo preliminar histórico para encerrar o conflito militar que já durava quase quatro meses. O entendimento, mediado por Paquistão e Catar, prevê um cessar-fogo permanente e a reabertura imediata do crucial Estreito de Ormuz. O presidente Donald Trump (Republicano-EUA) estabeleceu a próxima sexta-feira como a data-limite para a reabertura total do Estreito de Ormuz, a principal artéria do petróleo mundial. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu esfriar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. Confira as últimas informações com Bruno Pinheiro. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), celebrou os indicadores socioeconômicos do município e garantiu que a cidade ostenta a melhor qualidade de vida do Brasil. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu publicamente a perenidade do Bolsa Família. O parlamentar afirmou que o benefício se transformou em um "direito adquirido da população" e garantiu que, sob sua eventual gestão, o programa não sofrerá cortes ou retrocessos. A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou um pedido no STF para atuar na defesa jurídica do ministro Alexandre de Moraes. A movimentação ocorre após o ministro Edson Fachin abrir prazo para manifestação no processo que envolve as plataformas digitais Rumble e Trump Media. O presidente Lula (PT-SP) acionou a diplomacia brasileira para articular, em caráter de urgência, uma reunião bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano-EUA), durante a cúpula do G7. O ex-governador e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo-MG), adotou um tom consideravelmente mais moderado ao comentar suas divergências com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (14): O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu um rompimento político com o Partido Novo e subiu o tom contra o pré-candidato a presidencia, Romeu Zema (NOVO-MG). O parlamentar afirmou que o governador mineiro gostaria de ocupar a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário nacional. A declaração acirra os bastidores da oposição e reacende o debate sobre as alianças e o protagonismo da direita para os próximos pleitos. Repórtagem: André Anelli. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta uma piora considerável nas crises de soluço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exigindo doses extras de medicamentos no limite de segurança. Embora o quadro cardiovascular siga estável, o documento assinalado pelo cardiologista Brasil Caiado acende o alerta para a necessidade de novos exames digestivos. Repórtagem: André Anelli. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o acordo de cessar-fogo com o Irã pode ser selado neste domingo, mas o governo de Teerã nega a assinatura imediata do texto e pede cautela nas negociações. A nova rodada de conversas ocorre após uma escalada de ataques recentes na região do Estreito de Ormuz. Repórtagem:Teressa Morrone. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) assumiu o papel de mediador político e trabalha nos bastidores para tentar reconstruir as pontes e reaproximar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Lula (PT). Diante de atritos recentes que travam pautas cruciais, Pacheco usa de seu bom trâmite com o Executivo para pacificar a relação e destravar as negociações. Repórtagem: Beatriz Souza. O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar o prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas regras de responsabilidade civil sobre conteúdos publicados por terceiros. O plenário definirá na próxima quarta-feira (17) a redação final da tese consolidada. Entrevista: Matheus Puppe. A videoconferência entre representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos terminou sem consenso sobre as novas diretrizes de tarifas comerciais entre as duas nações. A equipe do presidente Lula busca mitigar os impactos econômicos das taxações propostas pela gestão do presidente Donald Trump. Repórtagem: André Anelli. A advogada Florence Rosa deixou a defesa de Monique Medeiros, ré pelo homicídio do filho Henry Borel. A profissional esclareceu que o seu contrato previa atuação exclusiva durante a sessão plenária do júri e que o ciclo foi encerrado. Repórtagem: Rodriga Viga. As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque preciso contra um centro de comando e infraestruturas do grupo extremista Hezbollah na região de Dahiyeh, nos subúrbios ao sul de Beirute. A investida militar é uma retaliação direta aos recentes disparos de projéteis e drones contra as comunidades do norte israelense, intensificando a tensão regional no Oriente Médio. Repórtagem: Elieseu Caetano. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou a PEC 14/2021, que garante aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O texto fixa critérios de idade mínima e tempo de contribuição, e agora segue para votação em dois turnos no Plenário sob forte debate sobre os impactos fiscais. Sobre esse assunto o Jornal da Manhã entrevista o senador Irajá Silvestre (PSD-TO). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Observatório Feminino deste domingo (14) trata de três assuntos que foram muito comentados ao longo da semana. Primeiro deles é sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil, que teve a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10). Agora o texto segue para análise de uma comissão especial para tratar do tema e, depois, para o plenário da Casa. A PEC foi aprovada por 44 votos contra 18. Na prática, a proposta faz com que adolescentes de 16 e 17 anos acusados de crimes hediondos, como homicídio, estupro e latrocínio, passem a responder criminalmente perante a Justiça comum e possam ser condenados à prisão. Atualmente, menores de 18 anos não respondem pelo Código Penal e estão sujeitos apenas às medidas socioeducativas previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).O outro tema debatido pelas apresentadoras e convidadas é o caso de Amanda, a mulher de 37 anos que se passou por uma adolescente de 12 e viveu como filha adotiva de uma família e Joinville (SC).A suspeita vai passar por um exame de sanidade mental, a pedido da defesa, a determinação foi feita pela Justiça durante audiência de custódia realizada após a prisão de Amanda, investigada pelos crimes de estelionato e falsa identidade. Por fim, outro assunto discutido é sobre o decreto da Polícia Militar de São Paulo (PMSP) que confirmou oficialmente a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu preso sob acusação de feminicídio contra a esposa - também PM - Gisele Alves Santana. O ato transfere oficialmente o tenente-coronel para a reserva da polícia, passando o pagamento da pensão dele para o Instituto de Previdência do governo de São Paulo. Ele vai receber 22 mil reais. Caso o tenente-coronel seja condenado pela Justiça Militar à perda de patente pela morte da esposa ele não terá mais direito ao salário.As convidadas do podcast desta semana são a Conselheira Tutelar pela Regional Nordeste, Surya Noara, e a Defensora Pública de Minas Gerais e Especialista em Direito Penal, Silvana Lobo. O podcastO podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (13): O Ministro da Fazenda interino, Dario Durigan, afirmou que o governo federal pode recorrer ao STF para barrar as chamadas pautas-bomba do Congresso. Segundo a equipe econômica do governo Lula, as medidas elevam os gastos públicos de forma irresponsável. Durigan alertou que a renegociação sem critérios das dívidas rurais pode desestabilizar os juros e prejudicar severamente o agronegócio nacional. Repórtagem de: Beatriz Souza. A Justiça da Itália citou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em uma decisão recente envolvendo a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). O tribunal italiano argumentou que o magistrado atuou simultaneamente como vítima e juiz no processo em questão, levantando debates sobre a competência jurisdicional. Repórtagem: Janaína Camelo. O presidente do Brasil Lula (PT) lançou o programa Move Motos, criando uma linha de crédito especial voltada para entregadores e motociclistas de aplicativos. A medida facilita o financiamento de motos e bicicletas elétricas com juros reduzidos e prazos de até 48 meses para pagamento. Repórtagem: Marco Vianna. As negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irã entram em fase crucial para um inédito acordo de paz. O presidente em exercício Donald Trump indicou a proximidade de um pacto definitivo, focado na contenção nuclear e no fim do bloqueio naval. Por outro lado, as autoridades de Teerã alertam que o governo de Israel tenta ativamente sabotar e frustrar as conversas para manter a instabilidade na região. A Polícia Federal rejeitou a nova proposta delação premiada do empresário Daniel Vorcaro e acionou o Supremo Tribunal Federal para que ele retorne imediatamente ao complexo penitenciário da Papuda. O pedido da corporação baseia-se na falta de consistência das informações apresentadas e no descumprimento de requisitos legais indispensáveis para o benefício. Repórtagem: Janaína Camelo. A violência urbana atinge um novo patamar na Zona Norte do Rio de Janeiro. Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho assumiram o controle de um condomínio residencial no bairro da Pavuna, expulsando moradores e impondo regras próprias. Repórtagem: Matheus Dias. A escalada do conflito no Oriente Médio acende o alerta máximo para a economia global e brasileira. O professor de Economia do Ibmec-RJ, Gilberto Braga, analisa os impactos diretos da guerra no bolso do consumidor, destacando o forte temor de uma nova rodada de pressão inflacionária. Entrevista: Gilberto Braga. A pré-candidata ao Senado Simone Tebet (PSB-MS) subiu o tom contra o atual modelo de distribuição de emendas parlamentares, alertando que o mecanismo esvazia o Poder Executivo e abre brechas para a corrupção. Repórtagem:Marcelo Matos. A produtora Go Up Entertainment declarou que o filme Dark Horse, obra cinematográfica baseada na trajetória de Jair Bolsonaro, custou pouco mais de R$ 75 milhões. O montante, revelado em uma perícia privada, acende o debate por ser inferior aos valores que vinham sendo negociados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Repórtagem: Bruno Pinheiro. O ministro do STF Alexandre de Moraes avalia prorrogar a prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro (PL-RJ). A medida temporária de 90 dias, concedida após uma internação por broncopneumonia bacteriana, pode ser estendida devido a um novo boletim médico que aponta crises severas de soluço, fadiga e oscilações de equilíbrio do ex-mandatário. Repórtagem: André Anelli. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil. O texto do relator Coronel Assis (PL-MT) retira as alterações civis e foca exclusivamente na responsabilização criminal de jovens envolvidos em delitos graves. Repórtagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
CNC prevê movimentação de quase R$3 bilhões em compras no comércio por conta do Dia dos Namorados. Dados do IBGE revelam, ainda, queda da inflação e expansão no volume de serviços 20% acima do nível pré-pandemia. O economista e deputado Merlong Solano (PT-PI) comenta medidas do governo Lula que têm dinamizado a economia.Sonoras:
Cerimônias de abertura da Copa no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações. Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não. IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão? Suspeito de estupro ofereceu pipoca para convencer menina a entrar no vestiário masculino do Palmeiras, diz polícia. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen em São Paulo. Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil.
Justiça da Itália explica decisão sobre absolvição de Zambelli e diz que Moraes foi 'vítima' e 'juiz'. Inflação desacelera, mas alta dos últimos 12 meses fica acima do teto da meta. Advogado pede a condenação do próprio cliente e réu é considerado 'indefeso' em SC. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen, em São Paulo. Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir oito titulares na estreia da Copa do Mundo.
Cerca de 30 milhões de brasileiros trabalham por conta própria e mais de 12 milhões atuam como microempreendedores individuais (MEIs). Em um cenário de crescimento da informalidade e das novas formas de trabalho, uma dúvida se torna cada vez mais comum: como garantir aposentadoria e proteção previdenciária sem carteira assinada? Quais são as regras para contribuir com o INSS? Que benefícios estão disponíveis para autônomos, informais e MEIs? E o que acontece quando há atraso nas contribuições? Para esclarecer essas questões, o JR 15 Minutos conversa com Rodolfo Ramer, advogado, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP e vice-presidente da Comissão Estadual de Direito Previdenciário da OAB São Paulo.
Comissão de Meio Ambiente aprovou projeto que cria Política Nacional de Fomento à Agricultura Regenerativa.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves.O texto agora seguirá para análise de mérito em uma comissão especial.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#maioridade, #penal, #CCJ, #Câmara, #notícias, #política, #lei, #debate, #redução, #brasil, #direito, #atualidades, #crime, #sociedade, #votação, #justiça, #deputados, #constituição, #segurança, #polêmica
No Papo Antagonista desta quinta-feira, 11, falamos sobre a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados que aprovou a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para autores de crimes graves.O texto recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários e agora segue para análise em uma comissão especial.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#maioridade, #penal, #CCJ, #Câmara, #notícias, #política, #lei, #debate, #redução, #brasil, #direito, #atualidades, #crime, #sociedade, #votação, #justiça, #deputados, #constituição, #segurança, #polêmica
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (11): A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. A proposta ainda passará por uma Comissão Especial antes de seguir para votação no plenário. Para ser aprovada, precisará alcançar o quórum exigido para mudanças na Constituição. O Senado aprovou um projeto que cria uma linha especial de crédito para produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos e crises geopolíticas. A medida será financiada com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e pode movimentar até R$ 140 bilhões nos próximos anos. O objetivo é aliviar dívidas e ampliar o acesso ao crédito no setor agropecuário. O governo, porém, aponta limitações fiscais para custear integralmente a iniciativa. O INPI reconheceu o Pix como marca de alto renome, tornando-o a primeira marca ligada ao governo federal a receber essa classificação. A decisão garante o mais alto nível de proteção previsto na legislação de propriedade industrial. Com isso, o nome e os símbolos associados ao sistema ficam protegidos em todos os setores da economia. O reconhecimento será publicado oficialmente no dia 16 de junho. O papa Leão XIV participou de uma cerimônia histórica na Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, e abençoou a nova Torre de Jesus Cristo. A inauguração marca uma das etapas mais importantes da obra idealizada por Antoni Gaudí, no centenário de sua morte. Com a nova estrutura, a basílica passa a ser considerada a igreja mais alta do mundo. Durante a celebração, o pontífice também fez um apelo pela paz e condenou os conflitos armados. A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) com o duelo entre México e África do Sul no Estádio Azteca. Esta será a maior edição da história do torneio, com 48 seleções participantes. As equipes foram distribuídas em 12 grupos, e o novo formato classificará os dois melhores de cada chave, além dos oito melhores terceiros colocados. A ampliação também aumenta o número de partidas na fase eliminatória. O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz por tempo indeterminado após os recentes ataques realizados pelos Estados Unidos. A região é considerada estratégica para o transporte mundial de petróleo e gás natural. A medida foi comunicada pela Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico. O fechamento aumenta a preocupação com impactos no comércio global de energia. O presidente da Câmara, Hugo Motta, comprometeu-se a colocar em votação o chamado PL da misoginia antes do recesso parlamentar de julho. A informação foi confirmada pela deputada Tabata Amaral, coordenadora do grupo de trabalho responsável pela proposta. A expectativa é que o relatório seja votado já na próxima semana. Depois disso, o texto poderá seguir para análise do plenário da Câmara. O presidente Lula afirmou que o governo estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando a devolução em agências dos Correios. Segundo Lula, há informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados no país. A iniciativa complementaria ferramentas já existentes, como o programa Celular Seguro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país pretende realizar uma ação militar de grande intensidade contra o Irã. Segundo publicação nas redes sociais, os alvos incluiriam a Ilha de Kharg e outras infraestruturas estratégicas ligadas ao setor energético iraniano. Trump declarou que o objetivo é atingir áreas centrais da exportação de petróleo do país persa. A declaração aumenta a tensão em meio à escalada do conflito entre Washington e Teerã. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União) aprovou um pacote de projetos que aumentam os gastos públicos. As propostas aumentam despesas obrigatórias e mudam regras previdenciárias para categorias específicas. A maior preocupação do Planalto é com a proposta que renegocia dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e crises econômicas, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB). O presidente dos EUA Donald Trump fez um post nas redes sociais afirmando que irá bombardear o Irã “muito duramente” na noite desta quinta-feira (11) e que tomará a ilha de Kharg e pontos de infraestrutura petrolífera. A postagem ainda diz que a tomada será “igual ao que fizemos na Venezuela”. A ameaça ocorre no dia de abertura da Copa do mundo da FIFA, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá. O 17º boletim Desigualdade nas Metrópoles, realizado pelo Observatório das Metrópoles, apontou que a proporção de pessoas consideradas pobres nas grandes cidades brasileiras caiu de 19,5% em 2024 para 18,4% em 2025. O mesmo levantamento, entretanto, mostra que a desigualdade aumentou. O Governo brasileiro fez o registro do nome “Pix” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial como uma “Marca de Alto Renome”. Na prática, o registro garante que apenas o Banco Central possa usar a marca em todo o território nacional. Segundo o Governo, esse é o “mais alto nível de proteção” que pode ser concedido à uma marca. O presidente Lula (PT) afirmou que o governo federal estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados em todo o país. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando os usuários a devolvê-los em agências dos Correios, evitando a necessidade de comparecimento a delegacias. Segundo Lula, o governo possui informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados, incluindo dados de identificação dos aparelhos. Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) encerraram uma greve de quase 60 dias na semana passada, mas alunos de outras instituições como a Unicamp e a Unesp permanecem em paralisação. As reivindicações são por pautas variadas, como permanência estudantil, reajuste de bolsas e cotas para pessoas transgênero. O novo gestor do Theatro Municipal de São Paulo, Édilson Venturelli, afirmou que as óperas montadas sob sua gestão não terão “temas políticos ou identitários”. Josias Teófilo explica que na o que não haverá é “política partidária”. Recentemente o comando da instituição mudou da Organização Social Sustenidos para o Instituto Baccarelli. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) cancelou a participação em um evento de lançamento de uma candidata a deputada distrital nesta quinta-feira (11) depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ter crise de soluços. A equipe médica do ex-presidente vem tentando ajustar a medicação para aliviar a situação de Bolsonaro. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reduz a maioridade penal para crimes graves por 44 votos contra 18. A emenda à Constituição segue para uma comissão especial e fica a cargo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O relator da emenda, deputado Coronel Assis (PL-MT) explica os detalhes do texto. Um caso curioso aconteceu em Ribeirão Preto: uma mulher consultou o ChatGPT para saber se estava grávida após ter sintomas estranhos e a inteligência artificial respondeu que eram apenas gases. Mas, após mais desconfianças, Tainara resolveu fazer um teste de farmácia que deu positivo. A moça estava com oito meses de gravidez e para completar, Tainara ainda brigou com a IA pelo erro! O caso mostra como é importante consultar especialistas orgânicos, de carne e osso! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Martim Sousa Tavares escondia o apelido para provar o seu valor, agora está em paz com a herança familiar. O diretor artístico do Festival de Sintra elogia a descentralização das escolas artísticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quinta-feira (11), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o economista, Werson Kaval, sobre a proposta do Governo Federal de aumentar para 32% o etanol na gasolina contra alta de preço. A advogada integrante da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB-PE, Gerlainy Roberta, sobre a proposta, do CNJ, para definir regras para influenciadores mirins com proteção do patrimônio.
Confira na edição do Jornal da Record desta quarta-feira (10): Comissão do Senado aprova a inclusão do Pix na Constituição federal e governo registra a marca. Avião bimotor cai durante voo de teste no interior paulista. Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Protestos contra imigrantes tem confrontos e perseguição a refugiados na Irlanda do Norte. No dia do aniversário, técnico da seleção brasileira dá pistas sobre o time da estreia. Uma disputa curiosa entre Brasil e México: afinal de onde vem o vira-lata caramelo? E na série especial, a história da caminhoneira que se preparou para transportar cargas perigosas pelas rodovias.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou hoje a proposta de emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou a proposta que dá autonomia financeira ao Banco Central. Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã. Nesta quarta-feira (10), o técnico Carlo Ancelotti começou a dar pistas sobre o time que deve estrear contra Marrocos. Um dos nomes praticamente garantidos é o atacante Raphinha.
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários.Com o aval da CCJ, a proposta segue para uma comissão especial, que analisará o mérito da matéria antes da votação em plenário. Para avançar, serão necessários ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos.A PEC altera o artigo 228 da Constituição Federal, estabelecendo a imputabilidade penal a partir dos 16 anos de idade.O parecer aprovado retirou trechos que tratavam do voto obrigatório aos 16 anos e da redução da idade mínima para candidatura a cargos eletivos, mantendo apenas a discussão sobre a maioridade penal.
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência realiza audiência pública na cidade, nesta segunda-feira (15/6).
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
O post Avanço da PEC da maioridade pena divide opiniões e vai para comissão Especial sem parecer definido apareceu primeiro em Conteúdo Brasil.
No 3 em 1 desta quarta-feira (10), o destaque foi a nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, que mostrou o presidente Lula (PT-SP) abrindo uma vantagem de 10 pontos percentuais no primeiro turno sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, sob forte articulação da oposição e do Centrão, aprovou por 44 votos a 18 a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e homicídio doloso. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira o julgamento dos recursos apresentados por gigantes de tecnologia, como o Google e a Meta, contra a decisão que alterou o artigo 19 do Marco Civil da Internet. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira o julgamento dos recursos apresentados por gigantes de tecnologia, como o Google e a Meta, contra a decisão que alterou o artigo 19 do Marco Civil da Internet. O líder do PT na Câmara, Odair Cunha (PT-MG), confirmou que o Palácio do Planalto manterá o regime de urgência constitucional para o projeto de lei que extingue a jornada 6x1 no país. O mais recente desdobramento da pesquisa Genial/Quaest revelou um dado alarmante para a oposição: 47% dos entrevistados culpam o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela ameaça de um novo tarifaço dos EUA contra os produtos brasileiros. O presidente Lula (PT-SP) endureceu o tom e afirmou que o Brasil tem o pleno direito de rejeitar as novas taxas de importação recomendadas pelo governo de Donald Trump (Republicano-EUA). O pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo-MG), subiu o tom e chamou o banqueiro preso Daniel Vorcaro de "bandido", fazendo referência direta aos supostos elos do dono do banco Master com outros parlamentares. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quarta-feira (10): Segundo a pesquisa eleitoral Quaest divulgada nesta quarta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera em todos os cenários no primeiro e no segundo turno, abrindo vantagem de 6 pontos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O levantamento eleitoral da Quaest divulgado nesta quarta-feira (10) indica que a polêmica envolvendo os áudios trocados entre o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, diminui a vontade de 12% dos eleitores de votar no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A Comissão de Constituição e Justiça mantém em pauta a discussão sobre a redução da maioridade penal no Congresso Nacional. Após duas horas de debate, a votação foi adiada para esta quarta-feira (10). O coronel Fernando Príncipe, ex-comandante do Bope, opina sobre o tema. Uma operação policial na comunidade de Paraisópolis terminou com troca de tiros entre os agentes e traficantes, que resultou em um suspeito baleado na perna, que deve ser amputada. Um ônibus sem passageiros também foi alvejado. Diretamente do sofá, o coronel Fernando Príncipe, ex-comandante do Bope, analisa a megaoperação contra o Terceiro Comando Puro (TCP) em andamento no Complexo da Maré no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (10). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira (10) do “Conselhão” que reúne cerca de 300 representantes dos setores produtivos e personalidades da mídia e sociedade. A expectativa é que o presidente discuta sobre o tarifaço americano e sobre a soberania brasileira para entender o engajamento dos membros do conselho. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal votará nesta quarta-feira (10) o Projeto de Emenda à Constituição que prevê a autonomia financeira do Banco Central (BC). Hoje o BC possuí independência de gestão, poder de decisão e de política monetária, mas seu orçamento ainda está atrelado ao Governo Federal. Caso a CCJ vote à favor, a medida segue para o plenário. A Polícia Federal deve rejeitar a nova tentativa de colaboração premiada do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Esta é a terceira tentativa de delação de Vorcaro, as anteriores já haviam sido rejeitadas pela identificação da PF de que o ex-banqueiro omitiu nomes e informações que vieram à tona com a perícia de celulares apreendidos na investigação. O Supremo Tribunal de Justiça negou um pedido feito pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra para que sua pena fosse cumprida em prisão domiciliar. A alegação da defesa é que Deolane é mãe. A influenciadora foi presa em maio em uma investigação sobre lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). O influenciador Mayk Leão se afastou das redes sociais após internautas não acreditarem em um vídeo em que Mayk supostamente teria avistado extraterrestres perto de sua chácara em Campo Largo, no Paraná. Nos últimos dias, o influenciador fez postagens que indicavam um abalo psicológico com a reação negativa ao vídeo. O piloto da Ferrari Lewis Hamilton e a empresária Kim Kardashian foram filmados aos beijos pela primeira vez. Um paparazzi flagrou os dois famosos em um iate em Mônaco. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou a proposta que garante autonomia financeira para o Banco Central. O texto segue agora para a análise do plenário. A proposta garante à instituição o controle do próprio orçamento e o custeio por receitas próprias.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Plenário garante amparo ao trabalhador resgatado de situação análoga à escravidão e Comissão de Assuntos Econômicos ouve presidente do BRB sobre prejuízos com Banco Master.
A finalidade do encontro, nesta 6º feira (12/6), é avaliar a situação das unidades que o Estado vai privatizar a gestão escolar.
Este episódio da Comissão Política debate a primeira sondagem feita em Portugal, pelo ICS/ISCTE/GFK para o Expresso e para a SIC, sobre a polarização política na sociedade portuguesa: 16% dos inquiridos dizem que já evitaram falar de política para não terem chatices com pessoas próximas, mas mesmo este resultado faz com que, em Portugal, o fenómeno não seja tão preocupante como em Espanha: 14% dos espanhóis diziam já ter rompido relações com amigos ou familiares por discussões partidárias. Em Portugal, esses são apenas 3%. Também vamos analisar aqueles que tentam gerar ódio, mais do que polarização - a extrema-direita - e que fizeram uma cimeira europeia sobre remigração na Figueira da Foz. Os comentários são de Martim Silva, diretor-adjunto da SIC, Micael Pereira, grande repórter do Expresso e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Tomás Delfim e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (08):O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (8) que o presidente Lula (PT) parece "o chefe do PCC" diante da postura contrária à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar a facção paulista, além da fluminense Comando Vermelho, como organizações terroristas. As declarações ocorreram durante um almoço do pré-candidato à Presidência com o Grupo Voto, organização que reúne mulheres empresárias, no hotel Palácio Tangará, na zona sul de São Paulo. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, determinou, nesta segunda-feira (08), a suspensão da divulgação da pesquisa AtlasIntel que apontava uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República. A decisão atende a um pedido da campanha do parlamentar, que apontou indícios de indução dos entrevistados.O Itamaraty acionou os canais diplomáticos e insiste em agendar uma reunião de urgência entre o presidente Lula e Donald Trump. A ofensiva brasileira ocorre após o Escritório de Representação Comercial dos EUA (USTR) recomendar novas tarifas de 25% e taxas extras de até 12,5% sob pretexto de falhas no combate ao trabalho forçado. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República decidem esta semana se aceitam a nova proposta de delação premiada apresentada pelo empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As autoridades analisam os novos anexos entregues pela defesa para verificar se existem provas concretas e revelações inéditas capazes de fazer avançar as investigações sobre os escândalos financeiros. Reportagem: Raphaela Almeida.Em nova delação, o empresário Daniel Vorcaro mencionou a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar da citação, Vorcaro negou qualquer irregularidade na destinação de recursos para o projeto. Segundo o depoimento, os aportes seguiram critérios comerciais e não tiveram motivação política. As declarações passam a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados analisa propostas de emenda à Constituição que buscam reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e outros delitos graves. Entre os textos em discussão está a PEC 32/2015, que prevê a responsabilização a partir dos 16 anos mediante análise individual, com cumprimento de pena em unidades separadas e procedimentos específicos. Também estão em debate as PECs 8/2026 e 9/2026, que propõem a redução da idade penal para 16 anos, seja de forma mais ampla ou restrita a situações excepcionais, como crimes marcados por extrema crueldade.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Debate da Super Manhã: Recentemente, os Estados Unidos anunciaram a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse posicionamento reacende uma discussão que o Brasil evita enfrentar: afinal, o que define o terrorismo? No debate desta quinta-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o posicionamento do governo americano em relação às facções brasileiras, as consequências políticas dessa decisão, a soberania nacional e as relações diplomáticas entre os dois países diante da ofensiva americana. Participam o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE), Armando Nascimento; a advogada especialista em Direito Criminal, doutora em Processo Penal pela PUC/SP, presidente da Comissão Nacional de Direito Penal do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Carolina Amorim; e o estudioso do modelo de Segurança Pública da Colômbia, Idealizador e ex-gestor da Rede Compaz do Recife, Murilo Cavalcanti.
No Estadão Analisa desta segunda-feira, 8 de junho, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que rejeitou o pedido de suspeição apresentado por quatro senadores contra o ministro Kassio Nunes Marques. O magistrado foi sorteado para relatar o mandado de segurança relacionado à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar o Banco Master. Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Alessandro Vieira (MDB-SE), Marcos Pontes (PL-SP) e Plínio Valério (PSDB-AM) argumentaram que Nunes Marques não deveria atuar no caso devido à sua proximidade com o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O parlamentar está entre os citados nas apurações que envolvem suspeitas de participação em um esquema de fraude financeira associado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Andreazza também comenta sobre o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, que acionou o STF para pedir o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da análise de um requerimento ligado a Daniel Vorcaro e ao Banco Master. O pedido ocorre após o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitar a ampliação de uma investigação que já envolve Eduardo Bolsonaro, incluindo também Flávio e o ex-presidente Jair Bolsonaro no escopo das apurações. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (08): Israel afirmou ter atacado alvos militares no oeste e no centro do Irã na madrugada desta segunda-feira (08), pelo horário local. A ofensiva ocorreu mesmo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedir ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que não realizasse uma retaliação aos bombardeios com mísseis e drones lançados pelo Irã contra o norte de Israel no domingo (7). Os ataques iranianos ocorreram após ações militares israelenses em Beirute, no Líbano. A guerra envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos completa 100 dias sem que um acordo tenha sido alcançado para encerrar o conflito. Nos últimos dias, os ataques foram intensificados em diferentes pontos do Oriente Médio, ampliando as tensões e elevando as preocupações sobre uma possível escalada ainda maior da crise. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Marcus Vinícius de Freitas, professor de relações internacionais. O papa Leão XIV celebrou uma missa para mais de um milhão de fiéis neste domingo (07), em Madri, durante o segundo dia de sua visita à Espanha. Desde as primeiras horas da manhã, milhares de pessoas ocuparam a Praça de Cibeles, um dos locais mais emblemáticos da capital espanhola, para acompanhar a celebração. Durante a homilia, o pontífice defendeu a renovação da fé católica e afirmou que a religiosidade que há séculos marca a história da Espanha não deve ser vista como um museu do passado, mas como uma escola de fé capaz de inspirar as novas gerações. O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que os desafios enfrentados pelo setor aéreo em razão do conflito no Oriente Médio precisam ser enfrentados de forma conjunta entre os países. A declaração foi feita durante a abertura da 82ª Assembleia Geral Anual e da Cúpula Mundial de Transporte Aéreo da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Segundo Alckmin, a aviação global enfrenta problemas que nenhum país consegue resolver sozinho, destacando o alto e volátil custo do combustível. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados analisa propostas de emenda à Constituição que buscam reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e outros delitos graves. Entre os textos em discussão está a PEC 32/2015, que prevê a responsabilização a partir dos 16 anos mediante análise individual, com cumprimento de pena em unidades separadas e procedimentos específicos. Também estão em debate as PECs 8/2026 e 9/2026, que propõem a redução da idade penal para 16 anos, seja de forma mais ampla ou restrita a situações excepcionais, como crimes marcados por extrema crueldade. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a escala de trabalho 6x1 pode enfrentar atrasos e sofrer mudanças durante sua tramitação no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que o Senado não deve atuar como uma "casa carimbadora" e indicou que a proposta precisará passar pelas comissões antes de ser votada, o que pode ampliar o prazo para sua análise. Para discutir os possíveis impactos e o andamento da proposta, a Jovem Pan entrevista o senador Izalci Lucas (PL-DF). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, terá de aceitar qualquer acordo que Washington venha a fechar com o Irã. Em entrevista ao Financial Times, Trump declarou que é ele quem conduz as negociações e que Israel não terá alternativa além de aceitar os termos definidos pelos EUA. O presidente também minimizou os efeitos do ataque com mísseis lançado pelo Irã contra Israel, afirmando que a ofensiva não terá impacto nas tratativas em andamento. Para analisar esse cenário, a Jovem Pan entrevista Priscila Caneparo, professora de direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No programa de hoje: as audiências da Comissão Real sobre Antissemitismo e Coesão Social revelaram que muitas vítimas e autores de atos antissemitas na Austrália são crianças. Como discutir essa questão de maneira adequada para cada faixa etária? Hoje ficamos também a conhecer Rita Sanches. A cantora portuguesa conquistou o público ao vencer o The Voice Portugal em 2020, mas está agora a viver em Sydney, onde também não tem passado despercebida. Entre atuações em diferentes espaços da cidade, a jovem artista foi convidada a atuar no Vivid Sydney de 2026. No programa de hoje refletimos também sobre quais os serviços gratuitos e independentes disponíveis ajudar quem mais precisa a lidar com dificuldades financeiras. Vamos também conhecer a trajetória inspiradora de Allan Ribeiro Pimenta. O brasileiro é natural de Feira de Santana, no estado da Bahia, e acaba de receber o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne.
Hearings for the Royal Commission on Antisemitism and Social Cohesion have revealed many victims and perpetrators of antisemitism in Australia are children. How do we discuss the issue in an age-appropriate way? - As audiências da Comissão Real sobre Antissemitismo e Coesão Social revelaram que muitas vítimas e autores de atos antissemitas na Austrália são crianças. Como discutir essa questão de maneira adequada para cada faixa etária?Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Bloco 1- Knesset passa em primeira leitura a divisão do cargo da Conselheira Jurídica do Governo.- Shlomo Kerry, ministro das comunicações, passa reforma de forma ilegal.- Pressão política e prisão de desertores gera violência no setor ultraortodoxo. - Suprema Corte ordena que Yariv Levin convoque a Comissão nomeadora de juízes. - Suprema Corte autoriza a nomeação de Roman Goffman para chefia do Mossad.- Em votação com voto de cabresto, advogado pessoal de Netanyahu é eleito Corregedor do Estado.Bloco 2- Situação no Líbano escala, Israel ameaça atacar Beirute e Trump detona Netanyahu em ligação. - Deputado Tzvi Sukot vai à Tumba de José em Nablus e 3 batalhões do exército são mobilizados.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #356 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (03): O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pedindo que o governo americano poupe o Brasil da nova proposta de tarifas sobre importações brasileiras. No documento, Flávio argumenta que o país enfrenta uma grave deterioração fiscal e econômica, citando o aumento da dívida pública, o recorde de inadimplência e dificuldades enfrentadas por empresas. A iniciativa ocorre após o Representante Comercial dos Estados Unidos recomendar a aplicação de tarifas de 25% sobre parte das importações do Brasil. Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado se encontraram em Belo Horizonte nesta terça-feira (02) e defenderam a união das forças de direita para enfrentar uma eventual tentativa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro marcou a primeira aparição pública conjunta de Flávio e Zema após o ex-governador mineiro criticar o senador em razão do áudio relacionado ao empresário Daniel Vorcaro e ao financiamento do filme “Dark Horse”. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, afirmou que uma eventual Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master serviria para “fazer palanque eleitoral”. Segundo Alcolumbre, diferentes órgãos já conduzem apurações sobre o caso, incluindo a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários. O senador argumentou que não vê necessidade de uma nova comissão parlamentar enquanto as investigações seguem em andamento pelos órgãos competentes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera uma nova conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir a proposta de tarifas de 25% anunciada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros. Durante a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de Catalão, em Goiás, Lula declarou que aguarda um telefonema de Trump para explicar o que aconteceu após o prazo de 30 dias concedido para negociações entre ministros dos dois países. O presidente brasileiro também lembrou que Trump já havia mencionado uma boa relação entre ambos e afirmou que os dois líderes ainda têm conversas pendentes diante do novo impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos. O julgamento da morte de Henry Borel chega ao décimo dia com expectativa de que a sentença seja anunciada ainda nesta quarta-feira (3). Os debates entre acusação e defesa, que podem durar até nove horas, ocorrem após o depoimento de 22 testemunhas e o interrogatório dos dois réus. O caso já se tornou o julgamento mais longo realizado no Rio de Janeiro desde a reforma do Código de Processo Penal de 2008. Durante seu depoimento, Monique Medeiros afirmou suspeitar que tenha sido dopada no dia da morte do filho, em março de 2021. Monique e Jairo Souza Santos Júnior são réus no processo. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Jairinho torturava o enteado e Monique teria sido omissa na proteção da criança. O Partido Liberal já trabalha com a possibilidade de desgaste político para o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro diante da provável aplicação de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo informações de bastidores, o partido realizou diversas reuniões envolvendo equipes de comunicação e articulação política para avaliar uma estratégia de reação ao cenário. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Consultor da Comissão Econômica para a África destaca que desafio não está mais em criar políticas, mas em garantir sua implementação para ampliar oportunidades reais de trabalho e inclusão; até 2035, mais jovens do continente entrarão no mercado de trabalho que no resto do mundo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (02): Uma greve geral em Portugal provocou cancelamentos e alterações em voos entre o Brasil e Lisboa, afetando operações de companhias como TAP Air Portugal, Azul Linhas Aéreas e LATAM Airlines. O Aeroporto de Lisboa orientou os passageiros a verificarem o status de suas viagens antes de seguirem para o terminal, enquanto as empresas adotaram medidas de flexibilização e remarcação para clientes impactados. A paralisação, motivada por reivindicações trabalhistas, pode afetar cerca de 500 voos e também atingir outros serviços de transporte no país. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enfrenta forte pressão de diferentes setores em torno da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva articula pela aprovação do texto já aprovado na Câmara dos Deputados, Alcolumbre encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma proposta alternativa apresentada pela oposição. O Superior Tribunal de Justiça concedeu prazo de 15 dias para que o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, apresente defesa prévia em uma denúncia por calúnia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ministro do STF Gilmar Mendes. A acusação tem como base vídeos satíricos da série “Os Intocáveis”, divulgados nas redes sociais de Zema, que, segundo a PGR, associaram falsamente o magistrado ao caso envolvendo o Banco Master. Após a manifestação da defesa, o STJ decidirá se aceita ou não a denúncia, etapa que poderá transformar Zema em réu no processo. Os Estados Unidos concluíram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que, segundo o relatório, oneram ou restringem o comércio norte-americano. Entre os pontos citados estão o PIX, questões relacionadas ao desmatamento ilegal e problemas na aplicação de leis anticorrupção. Como resposta, o documento propõe a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceção de itens como carne, frutas, café, aeronaves e terras raras, entre outros. A investigação foi iniciada em 15 de julho de 2025 pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos, após determinação do presidente Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 dos EUA. O deputado federal Lindbergh Farias, vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, protocolou uma petição incidental no Supremo Tribunal Federal pedindo a abertura de uma investigação sobre uma possível conexão entre um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo, emendas parlamentares e o financiamento do filme Dark Horse. O pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino no âmbito da ADPF 854, que trata da transparência e da rastreabilidade das emendas parlamentares no país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um cessar-fogo está em vigor entre Israel e o Hezbollah. Segundo Trump, após uma conversa com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, ficou acertado que não haverá movimentação de tropas israelenses em direção a Beirute. O presidente norte-americano também declarou que manteve contato, por meio de representantes de alto escalão, com o Hezbollah e que o grupo concordou em interromper os disparos, enquanto Israel também não realizaria novos ataques. Os Estados Unidos concluíram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que, segundo o relatório, oneram ou restringem o comércio norte-americano. Entre os pontos citados estão o PIX, questões relacionadas ao desmatamento ilegal e problemas na aplicação de leis anticorrupção. Como resposta, o documento propõe a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceção de itens como carne, frutas, café, aeronaves e terras raras, entre outros. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o economista Roberto Giannetti da Fonseca, ex-secretário da Camex. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Europa enfrenta uma de suas maiores transformações geopolíticas desde o fim da Guerra Fria. Após três décadas colhendo os frutos de um longo período de paz, estabilidade e desarmamento, o continente acorda para uma nova e dura realidade de conflitos convencionais de alta intensidade. Impulsionados pela iminência de novos desdobramentos da guerra na Ucrânia e pelo profundo abalo na confiança histórica da proteção militar dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, as capitais ocidentais iniciaram uma corrida armamentista sem precedentes históricos recentes. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa em detalhes os bastidores desse rearmamento continental. Entenda o impacto do plano "ReArm Europe / Readiness 2030" liderado pela Comissão Europeia, o aumento drástico e recorde dos gastos militares da Polônia e dos países bálticos, e a quebra de um tabu histórico definitivo: a decisão da Alemanha de construir o exército convencional mais forte da Europa sob o comando do Chanceler Friedrich Merz.
A Tela Brasil, primeira plataforma pública federal de streaming de audiovisual brasileiro, é gratuita, acessível e reúne mais de 500 obras nacionais.”O mais bonito disso é realmente semear a paixão pelo cinema brasileiro de forma democrática”, comentou a bibliotecária e cinéfila, Sora Lacerda.Sonoras:
Investimento no setor terá de mais do que triplicar para cumprir metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Comissão Econômica na África apela à mudança da forma de uso dos recursos hídricos no continente.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (27):A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, enviando a matéria para votação imediata no Plenário. O debate ganhou forte tensão política após parlamentares da oposição articularem um destaque para forçar a votação da proposta original de 4x3, manobra classificada por críticos e comentaristas como um "populismo eleitoral desastroso" que engessa o mercado de trabalho e ignora a realidade técnica das pequenas empresas. A possível aliança entre os pré-candidatos à presidência Romeu Zema e Ronaldo Caiado já no primeiro turno de 2026 movimenta os bastidores políticos de Brasília em ano de eleição. A articulação ganha força como uma estratégia de união da centro-direita diante do cenário de estagnação nas pesquisas eleitorais. O movimento sinaliza um rearranjo importante no tabuleiro político, especialmente após os desdobramentos envolvendo outros nomes de oposição. Em entrevista exclusiva ao programa Os Pingos nos Is, o pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado negou os boatos de que assumiria o posto de vice em uma chapa com Romeu Zema já no primeiro turno. Caiado reforçou a necessidade de união da centro-direita para derrotar o PT, minimizou os atritos causados pelos áudios recentes envolvendo Flávio Bolsonaro e adiantou que, se eleito, sua primeira medida será decretar anistia plena para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A Câmara dos Deputados discute a proposta de fim da escala 6x1 em plenário, com forte polarização entre governistas e oposição. Em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, a deputada Júlia Zanatta (PL-SC), que votou contra o relatório na comissão especial, criticou o governo Lula e apontou a "hipocrisia" no debate. A parlamentar destacou que a oposição foca no impacto para pequenas empresas e cobrou coerência diante da sugestão de uma escala ainda mais rígida, a 4x3. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro cumprem uma agenda estratégica em Washington, fortalecendo laços com a cúpula do governo Donald Trump. Após um encontro reservado com o próprio presidente norte-americano na Casa Branca, os irmãos se reuniram com o Secretário de Estado, Marco Rubio, e outras lideranças influentes da política dos EUA. O presidente Lula criticou duramente a privatização da Eletrobras, ocorrida em 2022, classificando o processo como "o maior roubo da história do país" e apontando o aumento do salário do presidente da empresa como exemplo. Em debate na Jovem Pan, analistas rebateram as declarações, defendendo que a desestatização gerou eficiência e receita bilionária para o Estado, além de apontarem prejuízos em empresas estatais. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O plenário da Câmara dos Deputados iniciou a discussão da Proposta de Emenda Constitucional que prevê o fim da escala 6x1, quando há seis dias trabalho e um de folga.O texto que concede dois dias de folga semanais a todos trabalhadores foi aprovado mais cedo na comissão especial que analisa o tema por 34 votos a favor e apenas 4 contrários.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PECdaJornada #Escala6x1 #FimDaEscala6x1 #ReducaoDaJornada #DireitosTrabalhistas #CLT #ComissaoNoCongresso #CongressoNacional #Trabalho #ReformaTrabalhista #PoliticaBrasileira #Noticias #Atualidades #Polemica #Tendencias #Viral #PodcastBR #PodcastBrasil #Emprego #DebateTrabalhista
No 3 em 1 desta quarta-feira (27), o destaque foi que a comissão especial da Câmara aprovou nesta quarta-feira (27) a PEC que põe fim à escala 6x1. O texto estabelece a jornada de 40 horas semanais e o modelo 5x2 (cinco dias de trabalho para dois de descanso). O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada, anunciou que o partido apresentará um destaque para adotar a escala 4x3 (quatro dias de trabalho por três de folga) imediatamente. A comissão especial da Câmara aprovou nesta quarta-feira (27), por 34 votos a 4, a PEC que acaba com a escala 6x1. O relatório estabelece o modelo 5x2 com jornada de 40 horas semanais. A bancada do 3 em 1 avalia os impactos econômicos e sociais da proposta. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aposta as fichas na agenda internacional após o encontro estratégico com o presidente Donald Trump na Casa Branca. A bancada do 3 em 1 debate os impactos do encontro na reputação de sua pré-campanha à Presidência. Após a divulgação de áudios pela Polícia Federal sugerindo pressões sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, setores da indústria e do varejo avaliam o risco de manter o apoio à a pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) subiu o tom contra a aprovação da PEC do fim da escala 6x1 na comissão especial. O parlamentar afirmou que o governo Lula (PT-SP) ignora os impactos econômicos reais para focar em uma pauta "puramente eleitoreira". Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT-SP), defendeu a aprovação da PEC que extingue a escala 6x1. Segundo o ministro, a redução para 40 horas semanais trará benefícios e melhoras na produtividade das empresas. O ex-governador Ronaldo Caiado (União-GO) deu sinais claros nesta quarta-feira (27) de que aceita abrir mão da cabeça de chapa para ser vice de Romeu Zema (Novo-MG). Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o ex-ministro Aldo Rebelo (DC-SP) reagiu à decisão judicial que oficializou sua expulsão do Democracia Cristã. Aldo afirmou que a cúpula nacional da legenda "induziu o juiz ao erro" para inviabilizar sua pré-candidatura. A Polícia Federal (PF) cogita encerrar as negociações de delação premiada com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Confira os bastidores com Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices