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Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Dans cet épisode, je reçois le Docteur Laurent Chevallier, médecin nutritionniste et auteur de Maigrir avec les nouveaux médicaments : révolution ou poison ?, pour parler d'un sujet qui déchaîne les débats depuis quelques années : les médicaments anti-obésité : les fameux GLP-1, Ozempic, Mounjaro. On les entend partout, on voit des stars en faire la promo, et pourtant on comprend rarement ce qu'ils font vraiment dans le corps, à qui ils s'adressent, et ce qu'ils ne règlent pas.Ce qui m'a frappée dans cet échange, c'est à quel point la question du poids est biologiquement complexe, bien au-delà du "mange moins, bouge plus" qu'on entend encore trop souvent.Dans cet épisode, on parle de :Pourquoi il est si difficile de maigrir, et ce que la science dit aujourd'hui sur la mémoire métaboliqueCe que sont vraiment les analogues GLP-1 : leur mécanisme d'action, leur histoire, et pourquoi ils ont d'abord été développés pour le diabèteLes trois effets concrets de ces médicaments : glycémie, estomac, cerveauCe qu'on perd vraiment quand on perd du poids rapidement : muscles, os, micronutrimentsLes carences silencieuses auxquelles faire attention et pourquoi les autres médicaments qu'on prend peuvent aussi être perturbésLes effets secondaires mineurs et les risques plus sérieuxPourquoi les critères actuels de prescription (IMC, poids) sont insuffisants et ce qu'il faudrait regarder à la placeCe qui se passe quand on arrête : les chiffres sur la reprise de poidsLa question des nouvelles formes orales à venir, et pourquoi le Dr Chevallier reste prudentLe rôle des perturbateurs endocriniens, des aliments ultratransformés et du stress dans l'obésitéCe que le Dr Chevallier prescrit vraiment et dans quelles situations précisesPourquoi il défend une médecine de prévention plutôt qu'une médecine de rattrapageEt vous : est-ce que cet épisode change votre regard sur ces médicaments ou sur la question du poids en général ? Dites-le moi en commentaire.Merci à WOJO, notre partenaire qui nous soutient en nous accueillant dans ses magnifiques locaux parisiens de Saint-Lazare !
Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.
Realignment Newsletter: https://therealignment.substack.com/ Realignment Bookshop: https://bookshop.org/shop/therealignment Email the Show: realignmentpod@gmail.com The Realignment host Marshall Kosloff and Niskanen Center Senior Fellow Steve Teles are set to appear at WelcomeFest 2026 today in Washington, DC. WelcomeFest is known as the biggest annual gathering of the political center. Steve will appear on a panel titled, "Building Centrist Abundance." Marshall will interview Senator Ruben Gallego and San Francisco District Attorney Brooke Jenkins on the center's lack of a broad story and worldview that can respond to an anti-status quo moment. Ahead of their appearances, Marshall and Steve discuss their problems with "moderation," an approach to politics associated with gatherings like WelcomeFest. While defending moderation as a personality and instinct, they differentiate between "higher" and "lower" forms of moderation and offer alternative approaches for politicians, organizations, and movements associated with the idea.
Nada le podría gustar más al inquilino de La Moncloa. No hay duda de que TeleSánchez ofrecería un despliegue espectacular. La armada mediática del régimen podría atacar a Feijóo, pero se sumaría, también, la derecha acomplejada. No hay que olvidar que la frase que les define es que el PSOE lo hace mal, pero también el Partido Popular. Creo que no tiene que llegar por una moción de censura salvo que hubiera un giro histórico donde todos se unieran para acabar con esta etapa triste y aciaga. En poco más de un año, Sánchez sufrirá una enorme derrota en las urnas.
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Patrícia Galvão Teles - Sea-Level Rise in Relation to International Law (Part II) by Audiovisual Library of International Law
Descubre cómo, según Aristóteles, nuestras creencias y pensamientos influyen en la forma en que percibimos el mundo y configuran nuestro destino a partir de las decisiones que tomamos cada día.
Seja kolegija predsednika državnega zbora je bila v znamenju prerekanja glede dogovora o razrezu delovnih teles. Predlog so sicer potrdili - delovnih teles bo 23, po mnenju verjetne prihodnje opozicije pa mesta v njih niso razdeljena sorazmerno z mandati. Predsednik parlamenta Zoran Stevanovič je izrazil presenečenje nad dogajanjem, češ da so bili včerajšnji pogovori za zaprtimi vrati konstruktivni. Kolegij se je dogovoril tudi o sklicu izredne seje, ki bo v ponedeljek. Drugi poudarki: - Obtoženi za povzročitev smrti Aleša Šutarja se pogaja o priznanju krivde. - V kranjski gimnaziji po razlitju živega srebra zapečatili učilnico, pouk sicer ni okrnjen. - Na zahodu Nemčije neznanci v banki zajeli več talcev.
Voted Best Local Podcast by The Pitch TWICE!!On today's episode, Agatha (Jillian Guthrie) is joined by Margaret and Camden from the podcast Don't Pee On Your Leg to talk about science! Then they interview a psychic (Margaret), a pet (Russell Galloway), and a musician (Gabi Sa Teles). Then, Tom Timly (Michael Stoufer) checks out a new museum!Like, but also subscribe!The Anarchy Fun Time ShowThe Bird Comedy TheaterFollow us on Instagram
Neste episódio falamos do Golfo Pérsico ao longo da História. Tentamos perceber qual a sua importância, que produtos por aí passavam, e como evoluiu a sua relação com o mundo nos últimos 500 anos.Sugestões de leitura1. Allen James Fromherz - The Center of the World: A Global History of the Persian Gulf from the Stone Age to the Present. University of California Press, 2024.2. Lawrence G. Potter (ed) - The Persian Gulf in History. Palgrave Macmillan, 2009.3. João Teles e Cunha - Olha da grande Pérsia o império nobre: relações entre Portugal e a Pérsia na Idade Moderna (1507-1750). Secretaria de Estado da Cultura / Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 2014.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
O que um dos maiores filósofos da história pode ensinar sobre vendas, performance comercial e crescimento nos negócios? Neste episódio poderoso e provocativo do seu Podcast de Vendas, Diego Maia — palestrante de vendas mais contratado do Brasil, autor de livros e fundador da CDPV — Companhia de Palestras — mergulha em um dos ensinamentos mais impactantes de Aristóteles e mostra como ele pode transformar completamente seus resultados.A famosa frase “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito” ganha uma leitura prática, direta e aplicável ao mundo real das vendas e do empreendedorismo. Aqui, você vai entender porque talento não sustenta carreira, motivação não paga boletos e inspiração não fecha negócios. O que realmente constrói resultados consistentes em vendas é a repetição disciplinada de comportamentos corretos.Neste episódio, você vai descobrir como os maiores vendedores e empreendedores não dependem de momentos de alta performance, mas sim de rotinas bem estruturadas, hábitos comerciais consistentes e execução diária com foco e intenção. Diego Maia compartilha insights práticos sobre como criar um padrão de excelência em vendas, como desenvolver disciplina comercial e como sair do ciclo de altos e baixos que trava a evolução de muitos profissionais.Se você sente que vende bem em alguns dias, mas não consegue manter constância…Se você depende da motivação para agir…Se você quer crescer em vendas, bater metas e construir uma carreira sólida…Este episódio do podcast feito de vendedor para vendedor é para você.Aqui, você vai refletir sobre quantas ligações você faz, quantos follow-ups executa, quantas oportunidades você cria e, principalmente, quais hábitos estão sabotando seus resultados sem que você perceba. Porque, no fim das contas, o faturamento não é fruto de um dia bom — é consequência de um comportamento repetido ao longo do tempo.Além disso, Diego Maia reforça um ponto essencial para vendedores e empreendedores modernos: a disciplina invisível. Aquela que ninguém vê, ninguém aplaude, mas que constrói autoridade, resultados e crescimento sustentável no longo prazo. É essa disciplina que separa os vendedores comuns dos profissionais extraordinários.Este conteúdo é ideal para quem busca melhorar performance em vendas, desenvolver hábitos de sucesso, aumentar a produtividade comercial e construir resultados previsíveis no negócio. Um verdadeiro guia prático inspirado na filosofia de Aristóteles, aplicado ao universo competitivo das vendas.
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Photografix-News ist EUER News-Podcast rund um alle Themen der Digitalen Fotografie!
Le Son de la Crypte, Saison 6 Épisode 8Dans ce nouvel épisode, (re)découvrons le pilote d'une série culte ou non. Aujourd'hui, gardons la tête sur les épaules avec Highlander.Article à découvrir sur le site de la Crypte aux Séries. Autrement dit, la version écrite du podcast : Highlander : un premier épisode qui perd déjà la têteLes liens pour suivre la Crypte aux séries :- Instagram- Facebook- TikTokIntro/Outro : "The 80s Spacewalk loop" by @TeknoAXE's Royalty Free MusicMusique en fond sonore : "Neon Dreams - 90s synthwave" by @lofidreams (pixabay)Effets sonores : Sound Effect from PixabayTV sound effets : COMTv_Turning on,off,or Switching TV channels.Close 1 x3_EM by newlocknew -- https://freesound.org/s/784061/ -- License: Attribution NonCommercial 4.0TV Static Sound by KLEBER KGF by Kleber_KGF -- https://freesound.org/s/354019/ -- License: Creative Commons 0Broken TV Noise by qubodup -- https://freesound.org/s/188798/ -- License: Creative Commons 0Tape rewind cinematic transition : ©mixkitGénériques : Highlander.Musique : Queen (Who wants to live forever), Queen (Princes of the Universe ), Nâdiya (Et c'est parti...), Lynda (T'en fais trop).Extraits, répliques films et séries : Kaamelott, La cité de la peur, The Big Lebowsky, Le Père Noël est une ordure, Bruce tout puissant, Pirates des Caraïbes, Retour vers le Futur, Alien, Bob l'éponge, Philippe Etchebest, Topaze, Vol au-dessus d'un nid de coucou, Interstellar, Emmanuel Macron, Hangover, Apocalypse Now, etc.
Para fechar nosso Março Delas o mês da mulher do Podcast Nordestino de 2026 estamos tendo a honra de receber a Advogada , Poetisa , Escritora , Colunista , Mariana Teles que já foi nossa convidada e faz parte da História do Podcast Nordestino sendo um dos Episódios mais populares de nossa História vamos receber Mariana novamente hoje para por os papos em dias com muita novidade e Poesia de qualidade. Inscreva-se no nosso Canal , deixe um Like é importante seu apoio para que o Youtube entenda que nosso conteúdo é legal.INSTAGRAM: https://encurta.ae/vPQJQTIK TOK: https://encurta.ae/r5py5KWAI: https://encurta.ae/Le3grFACEBOOK: https://encurta.ae/AR3LTSPOTIFY: https://encurta.ae/Yie2vCONTATO: https://encurta.ae/buDV7#podcast #nordeste #cultural
O Miolo de Pote, podcast da TV Unifor, recebe Roberta Teles e Beatriz Rosa!O Podcast tem por objetivo conectar os ouvintes aos participantes da conversa, ou também como uma forma de promover e divulgar os valores de uma marca. Uma variação desse produto é o videocast, formato que ganhou força com a pandemia, momento em que as lives e as produções audiovisuais se destacaram.Dê o play e confira!
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El periodista David Mejía expone en su sección de La Brújula el pensamiento aristotélico y su relación con el concepto de la virtud.
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EFAB : une école spécialisée pour se former aux métiers de l'immobilierL'EFAB est un établissement d'enseignement supérieur dédié aux métiers de l'immobilier, créé par des professionnels du secteur il y a plus de 30 ans. Présente sur 12 campus en France, elle propose des formations du bac+2 au bac+5, délivrant des diplômes d'Etat (niveau 5) ou des certifications professionnelles reconnues par l'Etat (niveau 6 & 7), permettant une spécialisation progressive vers des fonctions opérationnelles et managériales.L'école couvre l'ensemble des grands domaines de l'immobilier : la transaction (vente), la gestion (copropriété, administration de biens, asset management) et la promotion (construction et montage d'opérations). Cette structuration permet aux étudiants d'explorer différents métiers avant de s'orienter vers une spécialisation en phase avec leur projet.Des parcours spécialisés dès l'après-bacLe cursus EFAB s'organise en trois niveaux : BTS, Bachelor et Mastère. Chaque étape correspond à une montée en compétences et à une spécialisation progressive, avec des diplômes d'État ou des certifications professionnelles reconnues.Les deux premières années permettent d'acquérir les fondamentaux juridiques, économiques et techniques du secteur. La spécialisation intervient ensuite, notamment en troisième année, avec des parcours orientés vers des métiers ciblés comme la gestion de parc immobilier, le conseil en investissement ou la promotion immobilière.Les Mastères prolongent cette logique avec des programmes plus spécialisés, en lien avec les évolutions du secteur (transition énergétique, nouvelles formes d'habitat, digitalisation), et ouvrent à des fonctions de management ou d'expertise.Une pédagogie centrée sur l'expérience et l'employabilitéLa pédagogie de l'EFAB repose sur un équilibre entre enseignements académiques et immersion professionnelle. Les cours sont majoritairement assurés par des professionnels en activité, ce qui permet d'intégrer des pratiques concrètes et actualisées du secteur.L'apprentissage s'appuie sur des formats variés : études de cas, projets réels, séminaires thématiques, business games ou workshops. Ces dispositifs permettent de développer des compétences opérationnelles, mais aussi des compétences transversales (travail en équipe, gestion de projet, capacité d'analyse).Les programmes sont régulièrement ajustés grâce à des comités réunissant des entreprises du secteur, afin de rester en adéquation avec les attentes du marché et les évolutions des métiers.Une professionnalisation structurée et accompagnéeL'alternance occupe une place centrale dans les parcours, avec la possibilité d'intégrer une entreprise dès la première année de formation. L'école s'appuie sur un réseau de plus de 2 500 entreprises partenaires, facilitant l'accès aux stages et aux contrats d'apprentissage.Chaque étudiant bénéficie d'un accompagnement individualisé via un service dédié aux relations entreprises : aide à la définition du projet professionnel, préparation aux entretiens, coaching et mise en relation avec les recruteurs. Des événements réguliers (job dating, recrutements dédiés, rencontres professionnelles) viennent compléter ce dispositif.Des débouchés variés dans un secteur structurantÀ l'issue de leur formation, les diplômés peuvent accéder à des métiers tels que négociateur immobilier, gestionnaire de copropriété, conseiller en investissement, responsable de programmes immobiliers ou encore asset manager.Le secteur de l'immobilier reste un pilier de l'économie, avec des besoins constants liés à la construction, à la gestion des biens et aux enjeux de transition environnementale. Il offre ainsi des perspectives d'emploi réelles, à condition de disposer des compétences techniques, juridiques et relationnelles attendues.Ce que les parents doivent avoir en têteLes formations en immobilier offrent des débouchés concrets, mais les réalités professionnelles varient fortement selon les métiers.Les fonctions commerciales (transaction) impliquent souvent une part variable de rémunération et une forte pression sur les résultats. Les métiers de la gestion demandent davantage de rigueur administrative et juridique. La promotion immobilière, quant à elle, nécessite des compétences techniques et une capacité à piloter des projets complexes sur le long terme.Le choix de spécialisation est donc déterminant et doit être mûrement réfléchi. La phase d'exploration proposée en début de parcours constitue à ce titre un point structurant pour affiner progressivement le projet de l'étudiant.Episode sponsoriséℹ️ SUIVEZ L'ACTUALITÉ DE L'ORIENTATIONInscrivez-vous à l'Hebdo de l'orientation : https://azimut-orientation.com/abonnez-vous-a-la-newsletter/ (vous recevrez en cadeau un guide téléchargeable)
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Niskanen Summer Institute: https://www.niskanencenter.org/niskanen-summer-institute-democracy-that-works/Steve Teles | Varieties of Abundance: https://www.niskanencenter.org/abundance-varieties/Realignment Newsletter: https://therealignment.substack.com/Realignment Bookshop: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail the Show: realignmentpod@gmail.comSteve Teles, Niskanen Center Senior Fellow, returns to The Realignment. Marshall and Steve discuss how moderates, centrists, and the Abundance movement can navigate the anti-status quo/economic populist moment, why the modern center naturally trends towards milquetoast, aesthetic moderation, instead of boldly picking fights, and how the fights over school reform in the 2000s and 2010s (regardless of one's opinion of charter schools and unions) offer a better model. Plus, Marshall reminds undergraduates in the class of 2026 and later that Niskanen Summer Institute applications are due February 27th.
A Felicidade para o filósofo grego Aristóteles é tida como um bem para todos quando se torna uma virtude conquistada pelo Ser Humano. Neste episódio, os professores Danilo Gomes e José Roberto convidam a reconhecer o filósofo em potencial presente em cada nós, que somos capazes de refletir sobre vida, morte e felicidade. O diálogo aprofunda a relação entre felicidade, conhecimento e amizade, quando se torna uma experiência individual, e é verdadeiramente humana quando é compartilhada e se completa na amizade e na convivência ética, tornando-se um bem que alcança a todos e fortalece a vida em comum. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Ludwig van Beethoven - Sinfonia n. 02 Ré Maior - opus 36 - Allegro
Tres filósofos, una misma pregunta.Sócrates convierte la verdad en examen de vida, Platón la sitúa más allá de lo visible y Aristóteles la devuelve al mundo concreto. Entre diálogo, Ideas y experiencia, nace una tradición que aún define cómo pensamos, conocemos y vivimos.
TCL está a punto de superar a Samsung en cuota de mercado de teles a nivel mundial. En móviles ya pasó un fenómeno similar, en coches está pasando ahora. China desplazando marcas históricas en industrias que parecían inmunes. El patrón se repite.Loop Infinito, podcast de Xataka, de lunes a viernes a las 7.00 h (hora española peninsular). Presentado por Javier Lacort. Editado por Alberto de la Torre.Contacto:
Y llegamos a la cumbre de la filosofía griega. Hablamos de Aristóteles, el estagirita, el maestro de Alejandro Magno y fundador del Liceo de Atenas. De aquel que huyó de la ciudad que le vio filosofar paseando, para evitar que volviera a pecar contra la filosofía a costa de su vida, como hizo antes con Sócrates. Hablamos de aquel que determinaría de forma clara, para bien y para no tan bien como sabemos, el pensamiento occidental durante milenios. Conoceremos hoy En El Abrazo del Oso su historia y su filosofía, la que abrió un camino que en buena medida explica los derroteros de la historia del conocimiento hasta nuestros días. Episodio remasterizado el 1 de febrero de 2026. Emitido originalmente el 17 de marzo de 2019. Accede a más contenidos extra y haz posible la producción de El Abrazo del Oso pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! www.elabrazodeloso.es www.elaprenditivo.com www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/el-abrazo-del-oso-podcast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Juan Carlos Galindo, Karina Sainz Borgo, Pedro Narváez y Juanjo de la Iglesia repasan la actualidad cultural de la semana.
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Tema de abertura do Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
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España es una anomalía entre las democracias. Lo es por muchas razones, pero sobre todo por estar gobernada por una coalición socialista comunista que no cuenta con una mayoría parlamentaria. Muchos países iberoamericanos han sufrido la devastación de estar gobernados por formaciones de la izquierda radical y populista que tan grata resulta para el sanchismo y sus aliados. Esto llega al extremo de escuchar como el candidato del centro derecha a las elecciones chilenas, José Antonio Kast, es calificado de ultraderechista y su rival, la comunista Jeanette Jara, de izquierdista por TeleSánchez y el resto de los medios de comunicación afectos al régimen.
Black Friday: la gente con refri vacío compró 3 teles
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Early '60s Fender Telecasters are legendary, but what really changed between 1959 and 1964? From rosewood “slab boards” and “veneers” to pickguard and hardware tweaks, we break down the details that shaped the classic early-'60s Tele look and sound.We'll also highlight the famous players who made these Teles iconic, from country twang masters to R&B pioneers, and explore why 1961–1964 Telecasters are relatively rare compared to other Pre-CBS years.Support the show
Realignment Newsletter: https://therealignment.substack.com/Realignment Bookshop: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail the Show: realignmentpod@gmail.com
The Fender Vintera II LE Road Worn '60s Telecaster might be one of the best bang-for-your-buck guitars Fender has released in years. For the first time, Fender has made a maple-cap neck '60s style Telecaster available at an accessible price point.The maple-cap neck is a big deal in Telecaster history. Legendary players like Cornell Dupree, Brent Mason, Bobby Womack, Brad Paisley, Don Rich, and Buck Owens all made their mark with maple-cap Teles, and now Fender has finally delivered that vintage vibe in a guitar most players can actually afford.With its blonde finish, road-worn relic treatment, and authentic '60s specs, this Tele feels and sounds like a much more expensive vintage-style instrument. In this video, I put it through its paces, share tones, and explain why this release is such a milestone for Tele fans.Support the show
Fleurimond v. Bondi, No. 24-1913 (1st Cir. Sept. 18, 2025)CAT protection; low level prison guards and conditions in Haiti; mental health in Haiti; specific intent to torture; purpose Matter of Landers, 29 I&N Dec. 240 (BIA 2025)disbarment of immigration attorney; practice of law; preparation of law; similar filings Guzman-Torralva v. Bondi, No. 25-0259 (6th Cir. Sept. 17, 2025)in absentia motion to reopen; deficient NTA; prima facie eligibility for cancellation Teles de Menezes v. Rubio, No. 24-1253 (1st Cir. Sept. 18, 2025)age out; CSPA; 8 U.S.C. § 1151(f)(2); F2A and F1; statutory interpretation; naturalization during visa pendency; legislative history Sponsors and friends of the podcast!Kurzban Kurzban Tetzeli and Pratt P.A.Immigration, serious injury, and business lawyers serving clients in Florida, California, and all over the world for over 40 years. eimmigration "Simplifies immigration casework. Legal professionals use it to advance cases faster, delight clients, and grow their practices."Homepage!Demo Link!eimmigration and Visalaw!Stressless Webinar! Stafi"Remote staffing solutions for businesses of all sizes"Promo Code: STAFI2025Click me! Gonzales & Gonzales Immigration BondsP: (833) 409-9200immigrationbond.com Want to become a patron?Click here to check out our Patreon Page! CONTACT INFORMATIONEmail: kgregg@kktplaw.comFacebook: @immigrationreviewInstagram: @immigrationreviewTwitter: @immreview About your hostCase notesRecent criminal-immigration article (p.18)Featured in San Diego Voyager DISCLAIMER & CREDITSSee Eps. 1-200Support the show
¿Cómo se convirtió un ateo en el apologistas más influyente para la Gen Z? Rigoberto Hidalgo (@miamigoaristoteles) responde lo que nadie le pregunta: cómo maneja el hate, extraña los planes "normales" y por qué Aristóteles es su "amigo". Un kit de supervivencia intelectual con respuestas honestas para quienes dudan.
Must-Read on Political Violence in America: Days of Rage: America's Radical Underground, the FBI, and the Forgotten Age of Revolutionary ViolenceJerusalem Demsas in The Argument on Abundance vs. National Conservatism: A Tale of Two Ballrooms Steve Teles on "The Varieties of Abundance: Varieties of Abundance - Niskanen CenterNew Cascadian Abundance Substack: What is Cascadian Abundance? - by Kelly JiangRealignment Newsletter: https://therealignment.substack.com/Realignment Bookshop: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail the Show: realignmentpod@gmail.comSteve Teles, Niskanen Senior Fellow and Johns Hopkins University Professor, returns to The Realignment. After a brief note on Charlie Kirk's assassination yesterday in Utah, Marshall and Steve discuss their takeaways from last week's Abundance 2025 Conference in DC, tensions between the left-liberal wings of the Abundance project and the right-wing, "Dark Abundance" crew, the contrast between the dueling Abundance and National Conservatism conferences, and where the broader effort goes next after the previous week's events.
Varieties of Abundance: https://www.niskanencenter.org/abundance-varieties/PDF Version: https://www.niskanencenter.org/wp-content/uploads/2025/08/Varieties-of-Abundance.pdfRealignment Newsletter: https://therealignment.substack.com/Realignment Bookshop: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail the Show: realignmentpod@gmail.comSteve Teles, Senior Fellow at the Niskanen Center, returns to The Realignment. Ahead of next week's 2025 Abundance in DC, Marshall and Steve discuss his new Niskanen Center paper on "The Varieties of Abundance." In Steve's telling, despite broad agreement within the Abundance movement on the need to increase supply, challenge existing incumbents who benefit from scarcity, and the critical role of enhanced state capacity in addressing America's challenges, there are existing and potential varieties of Abundance across the ideological and geographic spectrums. Just as the late 19th- and early 20th-century Progressive Movement held a shared critique of the industrial-era American state, different actors took the project in different directions. Theodore Roosevelt, Herbert Hoover, and Woodrow Wilson were all progressives, but operated in separate camps. In Steve's telling, abundance is already operating accordingly. In the paper, he identifies six varieties of Abundance: Red Plenty, Cascadian Abundance, Liberal Abundance, Moderate-Abundance Synthesis, Abundance Dynamism, and Dark Abundance. The aim of the paper is not to be overly inside-baseball, but to offer readers and listeners a framework for understanding the diversity of actors, institutions, and ideologies that have positively engaged with the Abundance framework.
REALIGNMENT NEWSLETTER: https://therealignment.substack.com/PURCHASE BOOKS AT OUR BOOKSHOP: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail Us: realignmentpod@gmail.comThe Niskanen Center's Steve Teles returns to The Realignment for a wide-ranging discussion about the Democratic Party's evolution during the Trump-era and what lessons it can and can't take from the GOP's experience under Trump. Marshall and Steve unpack how Democratic Party factions - from abundance-focused reformers to the new "Common Sense Democrats" - mirror and diverge from the GOP's 2010s-era "Reform Conservative" movement. They explore the challenge of offering new ideas after rejection at the ballot box, the role of candidates like NYC's Zohran Mamdani, and why signaling change requires taking on your own side.
Steve Teles in Ezra Klein's NYT column: Opinion | The Abundance Agenda Has Its Own Theory of Power - The New York TimesJosh Barro on Unions and Abundance: In Blue Cities, Abundance Will Require Fighting Labor UnionsREALIGNMENT NEWSLETTER: https://therealignment.substack.com/PURCHASE BOOKS AT OUR BOOKSHOP: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail Us: realignmentpod@gmail.com
Abundance vs. Populism Polling: Poll: Democratic voters prefer "populism" over "abundance"REALIGNMENT NEWSLETTER: https://therealignment.substack.com/PURCHASE BOOKS AT OUR BOOKSHOP: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail Us: realignmentpod@gmail.comSteve Teles, Johns Hopkins University Professor and Niskanen Center Senior Fellow, returns to The Realignment. Steve and Marshall discuss new polling that that indicates voters, especially Democrats, prepare populist economic messaging to the "bottlenecks"-focused abundance agenda, why abundance and populism are complimentary, not oppositional, the dangers of over-focusing on polls (whether you're pro or anti abundance), and how the abundance agenda could address higher education challenges.
REALIGNMENT NEWSLETTER: https://therealignment.substack.com/PURCHASE BOOKS AT OUR BOOKSHOP: https://bookshop.org/shop/therealignmentEmail Us: realignmentpod@gmail.comSteve Teles, Niskanen Center Senior Fellow and Johns Hopkins University professor, returns to The Realignment. Marshall and Steve discuss the abundance agenda's future prospects, takeaways from the book tour, the left populist response to abundance, the differences between Steve's "captured economy" thesis and left concerns that abundance is too disinterested in corporate power and big money, and the prospects for right-wing, "dark abundance," during and after the Trump administration.