POPULARITY
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Leonardo Carvalho, IBP.01/03/2026Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Luiz F. Pasquotto, IBP.01/03/2026Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Marcos Mattke, IBP.01/03/2026Capela Nossa Senhora das Dores, DF.Sermão em texto:https://oantoniano.com/sermao-a-mente-escravizada-e-a-reconquista-de-si-ou-como-a-va-curiosidade-destroi-nossas-almas/
Homilía en el II Domingo de Cuaresma (01/03/2026)
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Ivan Chudzik, IBP.01/03/2026Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Raul Regula, IBP.01/03/2026Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Sermão para o II Domingo da QuaresmaPadre Thiago Bonifacio, IBP.01/03/2026Oratório da Imaculada Conceição – Curitiba/PR.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Meditación predicada en el II Domingo de Cuaresma (año A) en un Centro de la Obra, coincidiendo con el Quinto Domingo de San José, en un día de retiro espiritual. Meditamos el episodio de la Transfiguración, que apunta a la Cruz. Necesidad de convertirnos, y del examen de conciencia para ello.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Meditaciones diarias. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/874295
+ Evangelio de nuestro Señor Jesucristo según san Mateo 17, 1-9 Jesús tomó a Pedro, a Santiago y a su hermano Juan, y los llevó aparte a un monte elevado. Allí se transfiguró en presencia de ellos: su rostro resplandecía como el sol y sus vestiduras se volvieron blancas como la luz. De pronto se les aparecieron Moisés y Elías, hablando con Jesús. Pedro dijo a Jesús: «Señor, ¡qué bien estamos aquí! Si quieres, levantaré aquí mismo tres carpas, una para ti, otra para Moisés y otra para Elías.» Todavía estaba hablando, cuando una nube luminosa los cubrió con su sombra y se oyó una voz que decía desde la nube: «Este es mi Hijo muy querido, en quien tengo puesta mi predilección: escúchenlo.» Al oír esto, los discípulos cayeron con el rostro en tierra, llenos de temor. Jesús se acercó a ellos y, tocándolos, les dijo: «Levántense, no tengan miedo.» Cuando alzaron los ojos, no vieron a nadie más que a Jesús solo. Mientras bajaban del monte, Jesús les ordenó: «No hablen a nadie de esta visión, hasta que el Hijo del hombre resucite de entre los muertos.»Palabra del Señor.
Tambémesta é a nossa vocação. Somos chamados não por causa das nossasobras ou capacidades, mas segundo o desígnio e a graça de Deus. Asegunda leitura exprime-o com clareza: Ele salvou-nos e chamou-nos àsantidade não pelas nossas obras, mas pelo seu próprio desígnio. Éa sua graça que atua em nós; é o seu amor gratuito que está naorigem de tudo. Àluz deste chamamento, o Evangelho da Transfiguração ganha umatonalidade particular. O episódio acontece depois de Jesus anunciara sua paixão. Os discípulos estão perturbados: não compreendem ocaminho da cruz. É nesse contexto que Pedro, Tiago e João sobem comJesus a um alto monte. E aí Jesus transfigura-Se diante deles. Maisdo que perguntar “como foi”, importa deter-nos no sentido dapalavra. No quotidiano, quando alguém “se transfigura”, querdizer que revela o mais íntimo de si. Na Transfiguração, osdiscípulos veem para além da aparência habitual de Jesus;contemplam a sua identidade profunda. Isso provoca espanto econsolação: “Como é bom estarmos aqui!” Maseste “estar aqui” pode tornar-se tentação. Ficar no conforto daexperiência espiritual, no “quentinho” da fé, esquecendo que omonte não é morada definitiva. Jesus faz subir, mas também fazdescer. A experiência da glória não nos retira do mundo; envia-nosa ele. Subimos para contemplar, descemos para nos comprometermos. Aglória deve reorganizar o quotidiano segundo a graça. OEvangelho fala ainda de Moisés e Elias: a Lei e os Profetas. Jesus évisto transfigurado à luz da história da salvação. Também nós Ovemos transfigurado quando lemos a nossa história e osacontecimentos do mundo à luz da Palavra de Deus. Meditar a vida àluz da Palavra provoca transformação. Notexto grego surge a ideia de metamorfose. A metamorfose não ésimples mudança exterior; é transformação interior que semanifesta por fora. Talvez seja mais expressiva do que a palavra“conversão”, que pode sugerir apenas alteração decomportamentos. A metamorfose é algo que acontece no íntimo. Cadaescuta da Palavra é ocasião de metamorfose. Em linguagem paulina,trata-se de deixar o homem velho e revestir-se do homem novo. Nestecaminho quaresmal, importa fixar-nos na Transfiguração: o Senhornão nos pede nada que não esteja ao nosso alcance com a sua graça.Pede-nos uma vida boa, santa, equilibrada — e dá-nos a forçanecessária. Quandodeixamos que a Palavra se instale no coração, ela transforma-nos apartir de dentro. Por isso, quando pensamos: “Se o Senhor Setransfigurasse diante de mim, eu acreditava”, talvez devamosreconhecer que Ele já Se transfigura diante de nós. Oque nos é pedido é simples e exigente: subir ao monte. Procurar oslugares onde Deus Se torna mais próximo — a oração, a meditaçãoda Palavra, a liturgia, as obras de caridade. Estes exercíciostornam-se lugares de metanoia, de transformação interior. E,pouco a pouco, o Senhor instala-Se luminosamente no nosso coração,gerando a convicção de que Ele é bom, que nos liberta e que noscapacita a viver como filhos da luz.
II Domingo da Quaresma - Evangelho
Reflexiones sobre la liturgia dominical dirigidas por Tais Gea.
II Domingo da Quaresma - Segunda Leitura
Meditators las lectures del II Domingo de Cuaresma y una reflexion.
I Domingo da Quaresma - Primeira Leitura
Reflexión para las lecturas. Primera Lectura (Génesis 12, 1-4a). Salmo (32). Segunda Lectura (2 Timoteo 1, 8b-10). Evangelio según San Mateo (Mateo 17, 1-9) L'articolo II Domingo de Cuaresma – Miércoles 18 feb 2025 proviene da Radio Maria.
Sermão para o II Domingo depois da EpifaniaPadre Leonardo Carvalho, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para o II Domingo depois da EpifaniaPadre Marcos Mattke, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para o II Domingo depois da EpifaniaPadre Raul Regula, IBP.Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA
Sermão para o II Domingo depois da EpifaniaPadre Thiago Bonifácio, IBP.18/01/2026Oratório da Imaculada Conceição – Curitiba/PR.
Sermão para o II Domingo depois da EpifaniaPadre Daniel Pinheiro, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Hoy estaremos meditando las lecturas del II domingo del tiempo ordinario. Primera lecturaIsaίas 49, 3. 5-6. Segunda lectura 1 Corintios 1, 1-3. Salmo ResponsorialSalmo 39, 2 y 4ab. 7-8a. 8b-9. 10 Evangelio Juan 1, 29-34. Recuerda que Radio María se sostiene exclusivamente con las donaciones de sus oyentes. Ayúdenos a continuar esta obra de la Virgen María con su donativo, por pequeño que sea.
Esta reflexión se publicó originalmente en 2023. Aunque el título del Redentorista, su ubicación y los días y fechas específicos de ya no coincidan, ¡la lectura y la reflexión siguen siendo igual de relevantes hoy en día!
+ Evangelio de nuestro Señor Jesucristo según san Juan 1, 29-34 Juan Bautista vio acercarse a Jesús y dijo: «Éste es el Cordero de Dios, que quita el pecado del mundo. A Él me refería, cuando dije: Después de mí viene un hombre que me precede, porque existía antes que yo. Yo no lo conocía, pero he venido a bautizar con agua para que Él fuera manifestado a Israel». Y Juan dio este testimonio: «He visto al Espíritu descender del cielo en forma de paloma y permanecer sobre Él. Yo no lo conocía, pero el que me envió a bautizar con agua me dijo: "Aquel sobre el que veas descender el Espíritu y permanecer sobre Él, ese es el que bautiza en el Espíritu Santo". Yo lo he visto y doy testimonio de que Él es el Hijo de Dios». Palabra del Señor.
O Evangelho de hoje faz-nos recordar o de domingo passado, quando celebrámos a festa do Batismo do Senhor. Agora, na versão de São João, voltamos ao mesmo acontecimento, mas com outro olhar. E pode surgir a pergunta: “Isto não se repete? Não está já dito?” A verdade é que o batismo não é apenas um episódio do passado; é uma realidade que se fez em nós e que continua a fazer-se em nós. Ser batizado é entrar num caminho, numa identidade e num projeto de vida que se vai concretizando dia após dia.Estamos também a celebrar o segundo domingo do Tempo Comum, o tempo dos paramentos verdes. Começa depois do Natal, é interrompido pela Quaresma e pela Páscoa, e retoma até ao fim do ano litúrgico. Às vezes, este tempo pode parecer um “tempo de segunda”, menos importante. Se pensássemos numa prova de ciclismo, como a Volta a Portugal, diríamos que é uma “etapa de rolar”: parece que não decide nada, parece apenas para cumprir. Na liturgia, poderíamos achar que o essencial são os tempos “roxos” da Quaresma e os tempos “brancos” do Natal e da Páscoa. E é verdade que esses tempos são belíssimos e muito intensos. Mas o Tempo Comum é decisivo, porque é no comum do dia a dia que nós nos identificamos, ou não, com o Senhor Jesus. Nos tempos fortes, tudo nos desperta e nos recorda Deus; no comum, distraímo-nos com mais facilidade.Por isso, hoje, recordar o batismo é importante. Não para o ver como uma obrigação imposta, mas como um projeto de vida sonhado e querido por Deus. A primeira leitura diz-o com força: “Tu és o meu servo, em ti manifestarei a minha glória.” E ainda: “Ele formou-me desde o seio materno.” Nós fomos escolhidos por Deus não por sermos melhores, nem por termos méritos especiais, mas porque Ele quis, porque nos amou desde sempre, porque nunca deixa de tomar a iniciativa. E depois nós respondemos. Cantámos no salmo: “Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade.” E, se me permitem, tantas vezes eu sinto vontade de mudar uma palavra e dizer: “Eu venho, Senhor, para fazer a nossa vontade.” Não porque deixemos de seguir Deus, mas porque a conversão é precisamente este processo: deixar que a vontade de Deus se torne também a nossa vontade. Aquilo que Deus nos pede e sonha para nós é sempre maior e mais realizador do que aquilo que, sozinhos, conseguimos desejar.É neste contexto que a segunda leitura, no início da carta de São Paulo aos Coríntios, faz todo o sentido. Paulo saúda a comunidade com palavras que a liturgia conserva: “A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco.” Reparemos na ordem: a graça vem primeiro. O amor de Deus vem antes de tudo. É sempre Deus quem dá o primeiro passo. E João aponta para Jesus e diz: “Eis o Cordeiro de Deus.” Cordeiro de Deus lembra-nos o Cordeiro Pascal: a Páscoa, a libertação, a alegria de uma vida nova, plena.E a paz, para nós, não é apenas ausência de conflitos. Isso é pouco. Paz é harmonia interior: comigo, com os outros e com Deus. É a consequência da ação de Deus na nossa vida. Por isso somos capazes de viver tendencialmente em paz: aceitando quem somos, compreendendo a complexidade do mundo e até as feridas que por vezes nos chegam através dos outros, mas amando mesmo assim ao estilo de Deus, construindo pontes e laços.São Paulo diz ainda: “Aos que foram santificados em Cristo, chamados à santidade.” A santidade não é privilégio de alguns; é vocação de todos. Em Cristo, somos santos e, ao mesmo tempo, estamos a caminho de o ser de forma concreta. E assim se cumpre a promessa: “Vou fazer de ti a luz das nações.” Tornamo-nos luz quando somos homens e mulheres de paz, moldados pela graça de Deus, levando aos lugares onde estamos uma presença mais pascal, mais reconciliada e mais humana.
II Domingo do Tempo Comum - Evangelho
II Domingo do Tempo Comum - Segunda Leitura
II Domingo do Tempo Comum - Primeira Leitura
+ Evangelio de nuestro Señor Jesucristo según san Juan 1, 1-5. 9-14Al principio existía la Palabra, y la Palabra estaba junto a Dios, y la Palabra era Dios.Al principio estaba junto a Dios. Todas las cosas fueron hechas por medio de la Palabray sin ella no se hizo nada de todo lo que existe. En ella estaba la vida, y la vida era la luz de los hombres. La luz brilla en las tinieblas, y las tinieblas no la percibieron. La Palabra era la luz verdadera que, al venir a este mundo, ilumina a todo hombre. Ella estaba en el mundo,y el mundo fue hecho por medio de ella, y el mundo no la conoció. Vino a los suyos, y los suyos no la recibieron. Pero a todos los que la recibieron, a los que creen en su Nombre,les dio el poder de llegar a ser hijos de Dios. Ellos no nacieron de la sangre, ni por obra de la carne, ni de la voluntad del hombre, sino que fueron engendrados por Dios. Y la Palabra se hizo carne y habitó entre nosotros. Y nosotros hemos visto su gloria, la gloria que recibe del Padre como Hijo único, lleno de gracia y de verdad. Palabra del Señor
Meditación predicada en el II Domingo de Navidad. De nuevo el Evangelio nos presenta el prólogo de San Juan. Nos fijamos en las palabras: «Pero a cuantos lo recibieron, les dio poder de ser hijos de Dios (...). Estos no han nacido de sangre, ni de deseo de carne, ni de deseo de varón, sino que han nacido de Dios». La libertad es un don de los hijos de Dios: hemos de amarla y fomentarla.
Sermão para o II Domingo do AdventoPadre Ivan Chudzik, IBP.Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Sermão para o II Domingo do AdventoPadre Luiz F. Pasquotto, IBP.07/12/2025Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para o II Domingo do AdventoPadre Leonardo Carvalho, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF
Sermão para o II Domingo do AdventoPadre Raul Regula, IBP.07/12/2025Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Sermão para o II Domingo do AdventoDiácono Pedro Scomparin, IBP.Oratório da Imaculada Conceição – Curitiba/PR.
Catequesis de Adviento a cargo del Padre Alex Pinilla, sacerdote salesiano. El Adviento 2025 comenzará el domingo 30 de noviembre y concluirá el 24 de diciembre, víspera de la Navidad. Este periodo marca el inicio del año litúrgico para la Iglesia Católica y es un tiempo de esperanza, reflexión y preparación espiritual para recibir al Niño Dios. L'articolo Camino de Preparación – II Domingo de Adviento proviene da Radio Maria.
(Mateo 18:12-14)Queridos hermanos y hermanas en Cristo Jesús,Les doy la bienvenida a "LA BUENA PALABRA", nuestro podcast diario en el que los Misioneros Redentoristas de la Provincia de Baltimore comparten la Buena Nueva de Jesús. Soy el Padre Manuel Rodríguez, redentorista, de la Basílica de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro en Brooklyn, Nueva York. Hoy es el 9 de diciembre del año 2025. Estamos en la temporada de Adviento. El Evangelio nos presenta al Buen Pastor que deja a las noventa y nueve para buscar a la oveja perdida. Esta imagen es perfecta para este momento del año, porque el Adviento no es solo nuestra espera por Dios: es la certeza de que Dios viene a buscarnos primero.Todos, en algún momento, nos alejamos un poco de Dios y de la comunidad: sea por cansancio, distracciones (por ejemplo, el consumismo de este tiempo), preocupaciones diversas o por el pecado. Pero el Señor no se resigna. Él sale a nuestro encuentro, se acerca a nuestras oscuridades y nos llama por nuestro nombre. Eso es la Navidad que se acerca: un Dios que nos busca y no nos deja solos.Jesús dice que el Padre del cielo no quiere que se pierda ni uno solo de estos pequeños. En Adviento, esta verdad nos invita a dos cosas:1. Primero, dejarnos encontrar por Dios, permitir que Él cure nuestras heridas, renueve nuestra esperanza y anime nuestro regreso a nuestra familia y comunidad.2. Segundo, buscar también a quienes están lejos: un hermano triste, un familiar herido, alguien que no se siente digno, un enfermo o un envejeciente que se siente solo. Me hace pensar en varias personas que durante toda la semana no reciben ni una sola visita, excepto el Ministro de la Eucaristía, quien les lleva a Jesús en la hostia todos los domingos, y en la alegría que sienten con esta visita, especialmente al escuchar el toque a la puerta o el sonido del timbre. El Adviento nos pide tener un corazón que no se acostumbra a la ausencia de nadie. Tanto debemos entristecernos por la ausencia de un ser querido en nuestros encuentros familiares.Que este tiempo nos prepare para recibir al Dios que viene a cargarnos sobre sus hombros y a traernos de regreso a la alegría.Amén.
+ Evangelio de nuestro Señor Jesucristo según san Mateo 3, 1-12 En aquel tiempo, se presentó Juan el Bautista, proclamando en el desierto de Judea: «Conviértanse, porque el Reino de los Cielos está cerca.» A él se refería el profeta Isaías cuando dijo: Una voz grita en el desierto: Preparen el camino del Señor, allanen sus senderos. Juan tenía una túnica de pelos de camello y un cinturón de cuero, y se alimentaba con langostas y miel silvestre. La gente de Jerusalén, de toda la Judea y de toda la región del Jordán iba a su encuentro, y se hacía bautizar por él en las aguas del Jordán, confesando sus pecados. Al ver que muchos fariseos y saduceos se acercaban a recibir su bautismo, Juan les dijo: «Raza de víboras, ¿quién les enseñó a escapar de la ira de Dios que se acerca? Produzcan el fruto de una sincera conversión, y no se contenten con decir: "Tenemos por padre a Abraham". Porque yo les digo que de estas piedras Dios puede hacer surgir hijos de Abraham. El hacha ya está puesta a la raíz de los árboles: el árbol que no produce buen fruto será cortado y arrojado al fuego. Yo los bautizo con agua para que se conviertan; pero aquel que viene detrás de mí es más poderoso que yo, y yo ni siquiera soy digno de quitarle las sandalias. El los bautizará en el Espíritu Santo y en el fuego. Tiene en su mano la horquilla y limpiará su era: recogerá su trigo en el granero y quemará la paja en un fuego inextinguible.»Palabra del Señor.
João Batista é uma personagem de fronteira: é o último profeta do Antigo Testamento e, ao mesmo tempo, já uma figura do Novo. No Evangelho de hoje aparece como grande destaque, batizando e convidando à conversão, isto é, a confessar os pecados e a realizar obras de arrependimento. Converter-se significa deixar para trás formas antigas e desumanas de viver e começar a viver de modo mais digno, mais de acordo com a promessa de salvação de Deus. Por isso, João denuncia com firmeza os fariseus e os saduceus, que cumpriam ritos exteriores, mas não se deixavam tocar no coração, nem se preocupavam com uma verdadeira mudança de vida.Se olharmos para eles e para aquilo que fazemos neste tempo de Advento, temos também de nos interrogar. Todas as práticas com que preparamos a vinda do Senhor estão, de facto, a provocar mudança na nossa vida? Estão a abrir em nós um lugar onde Deus possa acontecer? Ou corremos o risco de viver mais um Advento que passa por nós sem nos transformar, sem nos modificar, sem nos tornar mais disponíveis para o Evangelho?Para que o Advento seja, de verdade, tempo de preparação, São Paulo, escrevendo aos Romanos, oferece-nos uma indicação decisiva: tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nossa instrução. A Palavra de Deus não é apenas informação religiosa a acumular; é instrução no sentido mais profundo, é uma força que nos molda por dentro, que nos forma segundo o desejo de Deus. Por isso o apóstolo acrescenta que, pela paciência e consolação que vêm das Escrituras, tenhamos esperança. A escuta da Palavra gera paciência e consolação, e é assim que se acende em nós a verdadeira esperança.Paciência significa aceitar que nem tudo está bem, reconhecer que em nós há coisas que precisam de mudar, sem cair no desespero nem numa agitação frenética. Deus dá, a seu tempo, a graça necessária para a transformação de que precisamos. Consolação significa experimentar já, ainda que de forma imperfeita, algo daquilo que esperamos. Quando aguardamos algo bom, de algum modo começamos a saborear por antecipação o que está para chegar. Assim também no Advento: esperamos a vinda do Senhor com paciência, mas também com consolação, sentindo e desejando em nós essa presença que se aproxima.O profeta Isaías ajuda-nos a reconhecer quem é este Senhor que vem. Fala de um rebento que brota de uma raiz humilde, sobre o qual repousa o Espírito do Senhor: espírito de sabedoria e de inteligência, de conselho e de fortaleza, de ciência e de temor de Deus. Não julgará pelas aparências, nem decidirá pelo que ouviu dizer, mas julgará os pequenos com justiça e defenderá os humildes do povo. Com o “chicote da sua palavra” atingirá o violento e com o “sopro dos seus lábios” exterminará o ímpio.Estas imagens não falam de um Deus que vem para agredir ou destruir, mas de um Senhor que traz uma paz exigente. O “chicote da palavra” não é um instrumento que fere; é uma Palavra que revela o que está mal e pede correção. E o “sopro dos lábios” não é um vento que arrasa tudo, mas a força subtil do Espírito que varre de nós o que é impuro, aquilo que impede que o Natal aconteça com a intensidade que Deus deseja.Deus vem ao nosso encontro na história concreta da nossa vida. Ele acontece quando nos deixamos purificar pela sua Palavra e pelo seu Espírito. Se, neste Advento, aceitarmos esse trabalho interior de conversão, deixando que a Palavra nos corrija e o Espírito sopre sobre aquilo que em nós é velho, duro ou egoísta, então este não será apenas mais um tempo que passa: será um tempo em que Deus passa por nós e nos renova na fé, na esperança e na caridade.