POPULARITY
Categories
O MUNDO DA COPA é a nova série do 45 Minutos. Apresentamos cada um dos 48 países que formam a Copa do Mundo de 2026 — a Copa das grandes histórias. Histórias que vão muito além das quatro linhas. No episódio #04, Marrocos. Um país onde tradição e modernidade caminham lado a lado. Terra de […]
Nesta entrevista exclusiva, conversamos com Christopher Cannan, fundador da Clos Figueras e uma das figuras mais influentes do mundo do vinho. Cannan relembra sua trajetória desde os anos 1970, sua transição do mercado financeiro para o vinho, e a criação de uma das principais empresas de exportação da Europa.A conversa aborda também o nascimento do projeto Clos Figueras em Priorat, o impacto de Robert Parker no mercado internacional e a evolução do estilo dos vinhos da região. Cannan compartilha insights sobre terroir, identidade dos vinhos, a participação da família na vinícola e o surgimento do projeto especial "Spectacle". Com uma visão ampla e histórica, ele explica como o Priorat se transformou em uma referência global em vinhos de alta qualidade.
No Fim do Ano, Uma Conversa Sobre o Que Está em Causa Com Rui Cardoso Martins, no Pergunta Simples No último dia do ano, o Pergunta Simples oferece uma conversa que nos obriga a parar, escutar e pensar. Num tempo de urgências e distrações, Rui Cardoso Martins senta-se ao microfone para falar da única coisa que nunca sai de moda: a palavra — e tudo o que ela transporta. Escritor, cronista, argumentista, dramaturgo, repórter de guerra e professor universitário. Rui é um dos mais versáteis criadores da língua portuguesa. Um faz-tudo da escrita, como diz de si mesmo, capaz de passar do teatro à televisão, da reportagem à literatura, do humor à tragédia — sem perder a integridade, nem a humanidade. Esta conversa percorre décadas de jornalismo, atravessa fronteiras geográficas e morais, revisita tribunais e zonas de guerra, e detém-se naquelas perguntas que importam sempre: o que está em causa aqui? O que fazemos com o que vemos? Como escrevemos a memória? A Escrita como Resistência Rui começou no jornalismo nos anos 90, no nascimento do jornal Público. Foi repórter nos Balcãs durante o cerco de Sarajevo, embarcou no Lusitânia Expresso rumo a Timor, e cobriu as primeiras eleições livres na África do Sul. Testemunhou a História em carne viva — e sobreviveu a ela escrevendo. Um olhar atento, uma ironia serena, e uma linguagem afinada como um motor de avião: porque escrever mal, diz ele, pode ser mais perigoso do que um mecânico incompetente. Do jornalismo passou para a ficção, sem nunca abandonar o rigor. As crónicas judiciais Levante-se o Réu revelaram o teatro trágico e grotesco da justiça portuguesa, num tom que une Fernando Namora e Monty Python. A sua literatura — premiada e traduzida — transporta o peso da experiência, mas também a leveza de quem sabe rir do absurdo. Rui escreve como quem repara o mundo. De madrugada, antes que os Pokémons acordem, com uma folha branca como animal de companhia. O tempo da escrita é anterior ao ruído, à velocidade, à obrigação. É o momento em que a linguagem ainda não foi contaminada. A Memória e o Corpo da Palavra A entrevista percorre também o terreno íntimo da memória. Rui fala do papel dos cadernos, dos rituais, dos mestres como Cardoso Pires e Lobo Antunes — e da descoberta inesperada de que, sim, talvez seja mesmo um escritor. Há pudor, mas não pose. Há humor, mas não cinismo. Há sobretudo uma preocupação com a precisão: “tudo o que acontece no mundo passa pela linguagem”, diz ele. E acrescenta: quando a mentira tem o mesmo peso da verdade, estamos à beira da desgraça. A sua voz não é a de um moralista, mas a de um observador treinado. Rui descreve Sarajevo como um lugar onde o vizinho passou a ser o inimigo. Fala de genocídio, da escolha de um lado — e da ilusão de neutralidade em tempos de barbárie. Fala da Avenida dos Snipers, dos campos de futebol transformados em cemitérios, da ausência de cães, de gatos, de calor. A sua literatura é feita dessa matéria: o choque entre o que era e o que se tornou. Do Humor à Tragédia: a Responsabilidade de Dizer Criador de frases como o célebre “Penso eu de que…”, Rui ajudou a moldar o humor político com Contra-Informação, Herman Enciclopédia e Conversa da Treta. Mas vê nessa sátira algo mais profundo do que entretenimento. O humor é uma forma de resistência. Uma forma de pensar por dentro da linguagem, de devolver o ridículo ao poder, de encontrar o ponto fraco do discurso dominante. Fala da responsabilidade de quem escreve. De como se pode usar a palavra para curar ou para envenenar. De como a verdade se perde quando todas as versões da realidade parecem ter o mesmo valor. E de como o jornalismo, quando feito com rigor, ainda pode ser um antídoto para a manipulação. O Mundo que Vem A conversa fecha com uma pergunta que nos interpela a todos: a Europa está pronta para viver sozinha? Num tempo de guerras em curso, de democracias frágeis e de redes que amplificam o boato, Rui não tem ilusões: ou lutamos pela liberdade, pela educação, pela justiça, ou perdemos. A escrita, nesse contexto, é mais do que estética — é ética. No fim do episódio, Rui confessa: só quer contar histórias úteis. Úteis no sentido mais profundo da palavra. Histórias que sirvam para entender o mundo e para não esquecer. Histórias que transformem o banal em universal, o pequeno em essencial. Porque, como diz, não há escritor sem memória. E não há futuro sem narrativa. Este episódio foi originalmente publicado no Pergunta Simples, mas regressa agora como parte da nossa coleção Essencial. Uma conversa profunda, com valor reconhecido. Ouça ou reveja com tempo: continua atual, necessário e transformador.
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
O Gonçalo Ferreira, o Bernardo Figueiredo e o Gil Caçoilo reuniram-se para mais um episódio de wrestling. Falou-se da programação semanal, review da AAA Guerra de Titanes, antevisão do Worlds End e dos melhores e piores combates de 2025. Link para o fantasy booking da WrestleMania 42 VFW: https://forms.gle/MpF6CazuJVzmY7218 Onde falamos apaixonadamente de Wrestling! Podem participar no Grupo do WhatsApp do Vamos Falar de Wrestling aqui: https://chat.whatsapp.com/BqunYaY9WCPBmAV8PdtVAE Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/JrIbkrCcvvr4WLbYyhdKoO Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (29): O Irã afirmou que está dedicado a uma guerra declarada contra os EUA, a Europa e Israel. O líder iraniano diz que responderá a qualquer tipo de agressão contra o seu país. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A Polícia Militar de São Paulo prendeu ao menos 17 detentos que voltaram a cometer crimes durante a saidinha de Natal. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 29 de dezembro. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A onda de calor, com máximas de 40ºC, impacta a rotina dos paulistas e pode afetar o bem-estar das pessoas. Em meio às altas temperaturas, especialistas recomendam hidratação e uma alimentação regrada. Reportagem: Matheus Dias. A acareação marcada pelo ministro do STF Dias Toffoli no caso da compra do Banco Master está marcada para a próxima terça-feira (30). Serão ouvidos o dono do banco, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o atual diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Reportagem: Janaína Camelo. Com a chegada do Ano Novo, os paulistas podem ter que desembolsar mais dinheiro para o transporte de ônibus. O prefeito Ricardo Nunes afirmou que um reajuste no valor da tarifa do transporte público é praticamente inevitável. O sorteio da Mega da Virada paga R$1 bilhão e os brasileiros já fazem as contas e os planejamentos do que fazer com o montante. É melhor ter sorte ou estratégia? O repórter Misael Mainetti pergunta à população. Reportagem: Misael Mainetti. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, Marina Lacerda, uma das vítimas de abuso do empresário Jeffrey Epstein, afirmou que a divulgação parcial dos arquivos é uma “ofensa a quem lutou por Justiça”. Reportagem: Talita Souza. O debate em torno do combate à criminalidade e da segurança pública ganhou destaque em 2025. O Distrito Federal é considerado um exemplo no setor, com o monitoramento dos presídios sendo uma das principais ações do estado. Reportagem: Janaína Camelo. A audiência de custódia completa 10 anos no Brasil e a medida representa um marco na defesa dos direitos humanos, além da luta contra a violência institucional. Em 2025, foram realizadas 1.206 sessões em seis estados. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a criação de um grupo de trabalho informal visando estreitar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia. O time norte-americano será liderado por Jared Kushner e Steve Witkoff. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em 2025 ficou claro que o mundo que conhecíamos desde o fim da Guerra Fria não existe mais. A hegemonia americana está sendo desafiada não só por outros players, cada vez mais organizados entre si, mas também pelos próprios americanos, muitos deles não acreditam que o país tenha mais o mesmo poder.Em 2026 essa dinâmica promete se agravar ainda mais. Se tem uma coisa que a história do mundo nos ensinou é que em momentos de desafio das hegemonias dominantes, o mundo é dominado por guerras, conflitos e mudanças imprevisíveis.Nesse vídeo vou mostrar para vocês coisas que devemos ficar atentos no próximo ano!
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
Neste vídeo, analisamos o documento de Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos divulgado no fim de novembro e o que ele revela sobre o plano econômico e geopolítico de Donald Trump.O foco na contenção da China, o reposicionamento da Europa, a nova Doutrina Monroe e a reindustrialização americana ajudam a entender o redesenho do comércio global.Uma leitura essencial para compreender tarifas, cadeias de suprimento, dólar forte e os impactos dessa estratégia para o Brasil e o mundo.
Com a Comissária do Plano Nacional de Leitura, Regina dos Santos Duarte
Acesse a plataforma da Binance aqui: https://www.binance.com/pt-BR/wealthAssine agora a The Report: https://lp.mmakers.com.br/the-report-2026?xpromo=MI-TRPT-YT-DESCRICAO-X-20251218-DESCRICAOSOBREPODCAST-MM-XConheça a Credi Guide: https://creditguide.com.br/?utm_source=Market+Markers&utm_medium=video2025 termina e 2026 começa com Marcos Troyjo (ex-presidente do Banco do BRICS) desenhando as 7 grandes tendências globais que já estão moldando economia, mercado financeiro, investimentos e geopolítica. No papo, o mundo muda de rota e o ESG vira outra coisa: E de economia, S de segurança e G de geopolítica. Enquanto isso, a China acelera com superávit recorde, sobrecapacidade e um novo trunfo: minerais críticos e terras raras como arma de negociação. A conversa conecta o “mundo Highlander” — alta tecnologia (IA, robótica humanoide, novos materiais, computação quântica) com o básico que decide na prática: energia, comida e água.Do outro lado, os EUA empurram um “Bretton Woods 2.0”, com reciprocidade, autonomia estratégica e disputa por semicondutores, enquanto a Europa vive um “momento Hamlet”: ou ganha velocidade e competitividade, ou fica acessória num mundo que tende ao G2 EUA x China. E no centro de tudo, chega o cenário AI-cêntrico, em que toda empresa vira “empresa de IA” — ou perde valor e relevância.Por fim, Troyjo mostra como nascem alianças geoeconômicas à la carte, onde países negociam por tema, interesse nacional e latitude estratégica, sem “casar” com um bloco para sempre.E pra você: o Brasil deveria apostar mais em neutralidade estratégica ou escolher prioridades claras (energia, alimentos, IA e minerais críticos) para negociar melhor com EUA e China?- - - - - - - - -AS 7 TENDÊNCIAS QUE VÃO TRANSFORMAR O MUNDO EM 2026 | Market Makers #303Apresentador: Thiago Salomão (@_salomoney)Convidados: Marcos Troyjo (ex-presidente do Banco do BRICS)#ECONOMIAGLOBAL #TENDÊNCIAS2026 #EUA #CHINA #CRIPTO #AI #INVESTIMENTOS #THIAGOSALOMAO #MARKETMAKERS
O feminicídio de uma mulher atropelada e arrastada pelo ex-companheiro escancara que, no Brasil, as mulheres não vivem, elas tentam sobreviver. O Congresso atua contra as mulheres e o presidente Lula promete ações, mas não aponta nenhuma.Natal não é mais tempo de paz há muito tempo. Só no deste ano, teve presidente desejando a morte de outro enquanto diz querer paz, país apresentando novas armas nucleares e os EUA fazendo bullying militar contra a Venezuela e escolhendo presidente de outro país. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Confiar em você mesmo é o ato mais rebelde que existe.Às vezes, a coragem não está em provar nada pra ninguém…está em continuar acreditando em silêncio, mesmo quando o mundo duvida em voz alta.Dia 4 — Confie em você. Ignore o resto. A rota é sua.
Ouça e seja abençoado! Nos envie sua mensagem fazendo seu pedido de oração (41) 99615-5162Siga nossas redes sociais!Instagram.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAFacebook.com/agindoOFICIALYouTube.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAwww.agindodeusquemimpedira.com.br
No Explica Bitcast de hoje, conversei com o Diego Kolling (@diegokolling), educador bitcoiner e head da estratégia de Bitcoin da Meliuz, sobre a sua palestra na Satsconf de 2025.Siga o Explica Bitcoin nas redes sociais:X: @BitcoinExplica https://x.com/BitcoinExplica Instagram: @caioleta_ ; @ExplicaBitcoin
Mensagem "Boas Notícias para o mundo aflito " do Pr Jan Marke Texto Lido: Lucas 2: 8 -14 Culto 10h: 21.12.2025
O mundo anda pesado demais. O Natal aponta um caminho: menos barulho, menos vaidade, menos pressa. Mais presença, mais perdão, mais amor. Às vezes, isso já é tudo. Acompanhe minha reflexão.
21/12/2025 | Mateus 5. 14 -16 | Daniel Guanaes | Culto Noite
Rav Segal ensina um dos artigos do Rav Kook sobre Chanuka.
El clásico que trajo el stop motion a la gran pantalla fue un fracaso en taquilla, pero su éxito fue exponencial a lo largo de los años por una manada de jóvenes deprimidos, confundidos y hornys, justo como Jack y Sally.-Puedes apoyarnos y tener acceso anticipado enhttps://www.patreon.com/updateando Show en vivo y más contenido enTwitch: https://www.twitch.tv/updateando-https://www.instagram.com/updateando/https://twitter.com/updateandohttps://www.facebook.com/updateando/https://discord.gg/YftZeAj-Sigue a Lego:https://twitter.com/Lego_Rodriguezhttps://www.instagram.com/legordgzSigue a Mei:https://www.instagram.com/meimeimei.___Sigue a Cham:https://x.com/Cham311#ElExtrañoMundoDeJack #NightmareBeforeChristmas #Jack
El clásico que trajo el stop motion a la gran pantalla fue un fracaso en taquilla, pero su éxito fue exponencial a lo largo de los años por una manada de jóvenes deprimidos, confundidos y hornys, justo como Jack y Sally.-Puedes apoyarnos y tener acceso anticipado enhttps://www.patreon.com/updateando Show en vivo y más contenido enTwitch: https://www.twitch.tv/updateando-https://www.instagram.com/updateando/https://twitter.com/updateandohttps://www.facebook.com/updateando/https://discord.gg/YftZeAj-Sigue a Lego:https://twitter.com/Lego_Rodriguezhttps://www.instagram.com/legordgzSigue a Mei:https://www.instagram.com/meimeimei.___Sigue a Cham:https://x.com/Cham311#ElExtrañoMundoDeJack #NightmareBeforeChristmas #Jack
No episódio de estreia das Conversas do Adamastor, recebemos António Carlos Fernandes Rodrigues, CEO do Grupo Casais, para uma viagem que começa em Tibães e se estende hoje a mais de duas dezenas de mercados.Nesta conversa franca e sem filtros, exploramos a história de uma das maiores empresas portuguesas de engenharia e construção, o percurso de crescimento internacional e as decisões que permitiram transformar uma empresa familiar num grupo global. Falamos sobre liderança em ciclos desafiantes, inovação num setor tradicional, gestão de risco e a visão que tem guiado o Grupo Casais a dobrar sucessivos “Cabos das Tormentas”. Com a autenticidade que caracteriza este podcast, António Carlos Fernandes Rodrigues partilha os seus próprios “Adamastores”: os dilemas, as escolhas difíceis e as oportunidades que surgem quando se ousa ir mais além.Um episódio para quem quer perceber como se constrói — literalmente — uma empresa que leva Portugal ao mundo.
Disponibilidade por pessoa caiu 7% na última década; norte de África e Ásia Ocidental enfrentam pressão extrema; agricultura continua a ser o principal consumidor do recurso no mundo.
leitura e meditação de I JOÃO 5:1-4, por Missionária Andréa Rodrigues
Fred Gomes recebe Manu Ribeiro, Thiago Lima e Pedro Henrique Cardoso para debater vitória por 2 a 0.
RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados, MARCELA TOMASZEWSKI, FERNANDO HOLIDAY, FELIPE MOURA BRASIL, SILVIA FERRARO e PETER JORDAN. O Vilela ainda usa jornal pra algumas funções mais íntimas.
A China ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão de superávit comercial, aprofundando desequilíbrios que já provocam reações duras de EUA, Europa e outros países. Enquanto consumidores se beneficiam dos preços baixos, setores industriais inteiros ao redor do mundo estão sendo sufocados pela capacidade produtiva chinesa impulsionada por subsídios, excesso de oferta e uma economia que produz muito mais do que consome. Neste vídeo, analisamos os dados do balanço de pagamentos da China, o impacto global desse superávit recorde e os riscos de uma escalada protecionista que pode redefinir o comércio internacional.
O natal é uma vibração. É como se a própria atmosfera espiritual da Terra se tornasse mais leve, mais suave, mais aberta ao perdão, à compaixão, ao reencontro, e por isso, a espiritualidade amiga tem maior liberdade para atuar.Inscreva-se em nosso canal
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nelson Rodrigues já avisou: “Os idiotas vão tomar conta do mundo.” E quando olho os rankings musicais, começo a achar que ele tinha razão. Entre fraudes digitais, “fazendas de visualizações” e hits fabricados por centenas de celulares ligados na tomada, a arte virou algoritmo — e o sucesso, um software hackeável. Neste episódio, eu pergunto: estamos ouvindo música… ou apenas sendo enganados em escala industrial? MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Nelson Rodrigues já avisou: “Os idiotas vão tomar conta do mundo.” E quando olho os rankings musicais, começo a achar que ele tinha razão. Entre fraudes digitais, “fazendas de visualizações” e hits fabricados por centenas de celulares ligados na tomada, a arte virou algoritmo — e o sucesso, um software hackeável. Neste episódio, eu pergunto: estamos ouvindo música… ou apenas sendo enganados em escala industrial? MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Quer mandar seu caso pra gente? Mande um desabafo, uma rapidinha ou dilema para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto!Podcast #692 apresentado por:@phelipecruz@eusousamir@santahelena@seltonmelloProdução:Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)Edição / Captação:Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!Apoiase: https://apoia.se/podcastwandaOrelo: https://orelo.cc/wandahttps://linktr.ee/podcastwandaToda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
Mensagem do dia 30 de Novembro de 2025 por Israel Magalhães Mudar a mesa, mudar o mundo | Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
No Fio da Meada #8, Adler Silva costura três grandes fios que atravessam economia, história e Direito Internacional — e que caem direto no CACD. O episódio revisita os principais planos econômicos do Brasil, do SALTE ao Plano Real, explicando como políticas liberais, inflação crônica e intervenções do Estado moldaram a trajetória econômica brasileira entre Dutra e FHC. A análise segue conectando a política econômica latino-americana ao Consenso de Washington, revelando como a crise mexicana de 1994 dialoga com a vulnerabilidade dos países da região — e com o próprio histórico brasileiro. E porque economia e geopolítica caminham juntas, o episódio avança para o cenário internacional da Guerra Fria, explorando a corrida nuclear, o TNP, a atuação da AIEA, a lógica da legítima defesa e o risco global da crise dos mísseis. Tudo para mostrar como o “SALTE econômico” se liga, de forma surpreendente, ao “salto nuclear” das superpotências.
Muitos entendem que não podemos afirmar que Jesus já voltou, uma vez que, na visão desses irmãos, o mundo (a Terra; a criação) ainda não acabou. O que tais pessoas ― que têm o pensamento “futurista” em relação ao Apocalipse ― não sabem é que, na verdade, o mundo já acabou sim. Mas, biblicamente, isto não tem a ver com a destruição ou transformação cósmica da Terra. (Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 21/05/2023)-------------------------------------------------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ https://bit.ly/2srbORGAjude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.--------------------------------------------------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ http://www.loja.abencoados.com--------------------------------------------------Instagram - Cristiano França ➜ https://instagram.com/cfeleitoAplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ http://app.abencoados.comPágina do MIGG no Facebook ➜ https://www.facebook.com/evangelhogenuino/Página do MIGG no Twitter ➜ http://www.twitter.com/infomigg-----------------------------------------Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.https://t.me/canalmigg------------------------------------------
A questão russa impede que a cimeira ecuménica pretendida pelo papa para hoje em Niceia possa ser um pleno. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Episódio publicado originalmente em 14 de dezembro de 2022.No começo do século passado, um homem chamado Thomas Midgley revolucionou a indústria automotiva. Na época, ele trabalhava para uma empresa de engenharia que prestava serviço para a General Motors. Midgley descobriu que, ao adicionar uma pequena quantidade de chumbo na gasolina, os motores ganhavam muito em potência e em eficiência, e quebravam menos.A descoberta permitiu carros maiores e mais confortáveis. Ajudou a criar os Estados Unidos das autoestradas e a moldar o fascínio do mundo inteiro pelos automóveis. Mas, ao mesmo tempo, envenenou o planeta com um metal pesado e nocivo à saúde humana.Anos mais tarde, ainda trabalhando para a GM, Midgley fez outra descoberta que revolucionaria a indústria. Ele foi o primeiro a usar o gás clorofluorcarbono na refrigeração. Os carros ganharam aparelhos de ar-condicionado, as casas ganharam geladeiras mais seguras e a humanidade ganhou latinhas de aerosol.Como consequência, o céu sobre a Antártica ganhou um buraco na camada de ozônio que tornou o câncer de pele e outras doenças mais comuns.A partir das invenções de Thomas Midgley, este episódio reflete sobre o impacto muitas vezes nocivo que nossas invenções causam no planeta. E sobre a postura da humanidade diante de questões atuais, como as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global.Mergulhe mais fundoBreve história de quase tudoPrometheans in the Lab: Chemistry and the Making of the Modern World (em inglês)Cautionary Tales – The inventor who almost ended the world (podcast em inglês)Radiolab - Heavy Metal (podcast em inglês)Ozone Crisis: The 15-Year Evolution of a Sudden Global Emergency (em inglês)Joe Farman (1930–2013)Susan Solomon and Stephen Andersen on Saving the Ozone Layer (podcast em inglês)Episódios relacionados08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse29: E se a gente fosse índio?Entrevistados do episódioAlberto SetzerGraduado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia Mauá, com mestrado em engenharia ambiental - Technion Institute of Technology, doutorado em engenharia ambiental - Purdue University (1982) e pós-doutorado no Joint Research Center/EEC. Pesquisador do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Giovana GirardiJornalista de ambiente e ciência. Repórter e apresentadora do podcast Tempo Quente.Ficha técnicaTrilha sonora tema: Paulo Gama,Mixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariConcepção, produção, roteiro, edição e apresentação: Tomás ChiaveriniTrilha incidental: Blue Dot
Quer viajar o mundo com milhas aéreas? No episódio de hoje do Kiwicast, o Vinicius De Almeida, especialista em gestão de milhas, compartilha as melhores dicas para quem quer começar a viajar o mundo sem gastar muito e sem precisar de cartão de crédito para acumular milhas aéreas. Mais de 8 mil pessoas já aplicaram suas estratégias e economizaram em viagens pelo Brasil e pelo mundo._____________ O que você vai aprender: - Como viajar sem ter milhas- Melhores sites para encontrar voos baratos- Aprenda a ganhar e acumular milhas- Formas de acumular milhas além do cartão de crédito- O que é acúmulo passivo e ativo de milhas- A estrutura de negócio dele para atender clientes E muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
O novo “Linhas Cruzadas” discute o desencantamento do mundo - o homem deixa de buscar sentido na vida por meio do sagrado e do sobrenatural e passa a buscar respostas na ciência e na tecnologia.Mas será que o encanto desapareceu ou só mudou de lugar? Pondé é direto: “O desencantamento é quando o universo vira só pedra e poeira — e o homem se sente sozinho dentro dele.”O programa ainda recebe o filósofo Vladimir Safatle para discutir o desencantamento do mundo na política e o papel da fé como refúgio em meio ao vazio das democracias modernas.E se o racionalismo não basta, as pessoas buscam novas formas de dar sentido à vida — seja pela espiritualidade, pela astrologia ou pela reconexão com a natureza. Será que aí está a solução para os nossos dilemas?Isso e muito mais no “Linhas Cruzadas”, as quintas-feiras, a partir das 22h, na TV Cultura
Por Pr. Luiz Sayão. | 1 João 2.15-17 | https://bbcst.net/G9451
Por Pr. Luiz Sayão. | 1 João 2.15-17 | https://bbcst.net/G9451
Tanya 25 cheshvan Cap 31 -A energia divina para o mundo se reveste antes nas almas unificadas
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre os mundos espiritual e real. Já o Vilela, na real, é muito espirituoso.
No episódio 91 de De Repente Cringe, Luisa e Nanna falam sobre como o mundo está feio hoje! Feiura é subjetiva? O mundo realmente está mais feio hoje? Porque as construções novas estão mais feias?Dicas:- filme: A Mulher na Cabine 10 | Netflix- livro: Hamnet | Maggie O'FarrellLuisa veste vestido CLub Monaco e sapatilha LarroudéNanna veste blusa Coven, calça Claudie Pierlot, papete BottegaAgradecimento especial ao nosso produtor de vídeo João (@goncalves.joao_) Encomende aqui a sua caneca do Pod na Enlevo: https://www.enlevoatelie.com/produtos/xicara-de-repente-cringe/ Instagram: @derepentecringepod*Escute também nas plataformas Spotify e Apple Podcast
O presidente Trump recebeu o presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, na Casa Branca, hoje. De 2017 até dezembro do ano passado, o FBI oferecia uma recompensa de 10 milhões de dólares por qualquer informação que levasse al Sharaaa à prisão, uma vez que ele era o líder do antigo braço sírio da Al Qaeda, o grupo Hayat Tahrir al-Sham (HTS). Desde janeiro deste ano, entretanto, ele lidera o governo da Síria, após ter liderado a guerra civil que retirou o ditador Bashar al-assad do poder. Este é o principal assunto da live de hoje, mas não o único! Trataremos também dos mais importantes assuntos estratégicos e geopolíticos da semana!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe de acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Fernando Alvim conversou com José Vegar sobre a mudança no mundo do crime, no século XXI.
No episódio 306 do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Paolo Di Sora, CIO da RPS Capital, para uma análise afiada das eleições legislativas da Argentina, realizadas em 26 de outubro. As urnas portenhas surpreenderam: o partido A Liberdade Avança, de Javier Milei, conquistou mais de 40% dos votos e consolidou uma vitória política que, segundo Di Sora, mostra que a população argentina endossa a atual política fiscal do governo.Na conversa, o gestor explica como esse novo cenário afeta a dívida argentina, o fluxo de investimentos e a confiança do mercado, especialmente diante dos investidores que apostaram contra Milei, vendendo ativos e dólares antes da votação. Para Di Sora, esse movimento traz riscos, mas também revela oportunidades de longo prazo para quem acredita na recuperação da economia do país. O episódio ainda aborda o impacto das eleições nos ativos argentinos, nas relações econômicas com o Brasil e no mercado latino-americano como um todo.Uma conversa essencial para entender como o resultado eleitoral na Argentina pode redefinir o humor dos investidores e o futuro da região, até no Brasil.