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Radijo
RADIJO: Pank Trepezarija #20

Radijo

Play Episode Listen Later Sep 24, 2022 55:59


U novoj epizodi podcasta Pank Trepezarija, Minel Abaz Mima i Arnel Šarić pričaju o smrti kraljice Elizabete, festivalu Ljubav i Bes, te parama USAID-a. Podrži nas na http://www.patreon.com/arnelsaric  Pišite nam na radijo@onajkojikuca.com Potražite nas na Trepezarija Discordu. Sharan ovih dana fura TikTok. Prijatelji Pank Trepezarije: PiBrewery Shop Print Mania Slušaj gdje god i na www.onajkojikuca.com Disclaimer: Svi stavovi izneseni u podcastu su isključivo stavovi onoga ko ih iznosi. Kompanije navedene kao prijatelji podcasta promovisane su na inzistiranje voditelja Arnela Šarića, u sklopu inicijative promovisanja kvalitetnih bh. proizvoda malih biznisa, te one mogu i ne moraju podržati stavove iznesene u ovoj ili bilo kojoj drugoj epizodi podcasta Pank Trepezarija.  Isto tako, tim Pank Trepezarije ne odgovara za proizvode, aktivnosti ili djelovanja kompanija koje su navedene kao prijatelji podcasta.

Em directo da redacção
Moçambique: “congresso não vai servir para resolver problemas estruturantes” da Frelimo

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Sep 23, 2022 17:22


De hoje até quarta-feira, a Frelimo, partido no poder em Moçambique, reúne-se para o seu 12.º Congresso. O actual líder, Filipe Nyusi, é o único candidato anunciado à presidência do partido. O encontro vai ainda servir para eleger os novos órgãos sociais: Comité Central, Comissão Política e Comité de Verificação. Arrancou esta sexta-feira na Matola, arredores de Maputo, o 12.º Congresso da Frelimo. O encontro contar com a participação de cerca de 1.500 delegados. No discurso de abertura, o presidente da Frelimo e actual chefe de Estado moçambicano apelou para que os debates se afastem de uma "agenda" de divisão e se foquem em resolver os problemas do país: "Apelamos a todos para conduzirmos os debates dentro da nossa agenda, agenda que nos une e não na agenda que nos pode dividir". Filipe Nyusi foi eleito pela primeira vez como líder da Frelimo pelo Comité Central do partido em 29 de Março de 2015. A Frelimo reúne-se até quarta-feira, o actual líder é o único candidato anunciado à presidência. Depois do congresso, passará pelos novos órgãos escolher o candidato às eleições presidenciais de Outubro de 2024. Em entrevista à RFI, Régio Conrado, investigador do Centro Estudos Africanos da Universidade de Bordéus, sublinhou que em vez de discutir as verdadeiras problemáticas do país ou de “resolver os problemas estruturantes do partido”, este congresso vai servir para as diferentes alas da Frelimo medirem forças e lutarem pela influência e pelos postos dos novos órgãos sociais do partido:  “Este congresso vai ser da tentativa de pacificação das diferentes facções que estão neste momento em conflito dentro do partido pelo controlo dos principais órgãos do partido. O controlo dos principais órgãos do partido significa uma grande capacidade de influência sobre a dinâmica de funcionamento do Estado e, por consequência, da distribuição dos diferentes recursos, que é o que me parece ser mais interessante para essas elites.” O investigador defende que o encontro “deveria ser um lugar de discussão sobre as principais opções de desenvolvimento para Moçambique e discutir, de facto, as fragilidades internas do partido Frelimo e a desconexão que tem com um povo, a corrupção endémica que é estrutural dentro do partido e a degradação da imagem que o partido tem hoje dentro das populações moçambicanas.” Além disso, “também deveria ser um aspecto profundamente importante, uma reflexão crítica sobre os comportamentos desviantes, sobre a absurdidade dos comportamentos das oligarquias que estão sendo formadas dentro do partido que depois têm implicações desastrosas, na forma como é que os recursos dos Estados são distribuídos e geridos. Tudo isto deveria ser objecto de discussão, mas não vai ser, exactamente porque isto deveria trazer mais conflitos com as diferentes alas, todas elas estão envolvidas em negociatas, em práticas que lesam os diferentes interesses do Estado”. Régio Conrado acrescenta que este congresso vai “ser fundamentalmente um processo de legitimação das posições previamente tomadas, uma tentativa de reconciliação estratégica. O que significa que é muito provável que as diferentes alas se acordem na ocupação de determinadas posições, para equilibrar aquilo que são os sentimentos e ressentimentos existentes entre estes diferentes grupos, mas também a distribuição de cadeiras, de postos, de posições, de recursos, em função do peso de cada uma das alas.” Questionado sobre um possível terceiro mandato presidencial do Filipe Nyusi e uma eventual revisão constitucional, o investigador do Centro Estudos Africanos da Universidade de Bordéus, refere que “a questão do terceiro mandato é profundamente complexa, por um lado, porque a economia política da distribuição de poder, no contexto de Moçambique, que passou não necessariamente a ser baseada no critério da eficácia, de eficiência, da credibilidade profissional e técnica do indivíduo que deveria chegar ao poder, mas, sobretudo, passou a ser na base da distribuição de poder em função das regiões.  O segundo ponto que é fundamental é que há uma grande oposição da sociedade civil em relação à possibilidade de um terceiro mandato, exactamente porque isto abriria, de facto, um precedente.  Mas o que eu posso dizer e de informações seguras, é que determinados sectores dentro do aparelho securitário, do aparelho da defesa, do aparelho até governamental e da administração pública, e determinados grupos dentro do partido, estão profundamente interessados em que o Presidente Nyusi se mantenha como timoneiro do país em 2024, portanto, como candidato. E tem que ver também com a consolidação daquilo que são as suas estruturas de acumulação primitiva do capital. O quarto fundamento que é profundamente importante para compreender o contexto de Moçambique, é o medo que existe no interior do partido Frelimo, caso o Presidente Nyusi não siga para o terceiro mandato. Isto vai ter implicações estruturais sobre alguns indivíduos que estão metidos em múltiplas práticas corrosivas, práticas corruptivas. Então, se entra uma pessoa diferente significa que estes aspectos podem ser levantados. Depois sabemos também que a questão do terceiro mandato em si, não é o objecto fundamental de discussão, objecto fundamental de discussão é o que é que isto vai significar em termos de controlo dos recursos que vêem aí e como é que isto pode ser depois utilizado como elemento de ajuste contas. Porque não estamos a discutir sobre modelo de desenvolvimento, nem se o Presidente Nyusi vai ser capaz de desenvolver Moçambique, não. O problema é se vai conseguir controlar e manter os interesses destes grupos.” Régio Conrado conclui que neste momento as clivagens dentro da Frelimo são de tal ordem que “não existe uma figura que possa ser considerada como capaz de se impor de forma quase total a possível candidato às presidenciais de 2024. As clivagens são tantas, os ódios são tantos, as desconfianças são tantas que nenhum indivíduo pode colocar-se como capaz de fazer confluir os diferentes interesses.”

Convidado
UE: “Processo eleitoral tem decorrido de forma calma” em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 23, 2022 11:53


A chefe dos observadores europeus às eleições são-tomenses diz que “o processo eleitoral tem decorrido de forma calma, sem incidentes”, mas “com participação desigual dos vários partidos”. Maria Manuel Leitão Marques espera “que não haja compra de consciências” e admite que a não realização de recenseamento eleitoral deverá constar no relatório final porque “é um problema naturalmente grave” quando há “pessoas que poderiam votar e não vão votar”.  Maria Manuel Leitão Marques promete que a missão vai estar atenta a qualquer queixa de fraude e afirma que "nada" a leva a estar preocupada quanto a eventuais motins pós-eleitorais, como ocorreu em 2018. A eurodeputada sublinha, também, que a missão de observação eleitoral da União Europeia em São Tomé e Príncipe “é um reconhecimento do que em termos democráticos se tem passado" no país. Esta é a primeira vez que a União Europeia desloca uma Missão de Observação Eleitoral para São Tomé e Príncipe. A missão tem 42 observadores eleitorais distribuídos por todo o país e é liderada pela eurodeputada portuguesa. Os observadores não podem interferir no processo eleitoral, nem corrigir deficiências ou oferecer assistência. A missão também não legitima o processo eleitoral, nem valida os resultados, mas recolhe informação para fazer um relatório com recomendações para o país e que será emitido dois meses após as eleições. A RFI foi falar com Maria Manuel Leitão Marques, em São Tomé.   RFI: Em que consiste a missão? Maria Manuel Leitão Marques, Chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia às eleições são-tomenses: Isto é uma missão um bocadinho diferente de outras missões, que são também importantes, e algumas que estão aqui presentes para observar estas eleições, porque é uma missão de largo prazo, por assim dizer. É uma missão que já começou há várias semanas, com observadores em todo o território - nós chamamos observadores de largo prazo - que falam com todas as forças políticas que concorrem e até outras existentes nos vários distritos eleitorais, que falam com a sociedade civil de forma a perceber não apenas o processo eleitoral, mas o contexto em que ele decorre. O contexto nacional, o contexto regional e o contexto local em que ele decorre. Perceber se a campanha eleitoral foi realizada com condições equivalentes por parte de todos os actores políticos concorrentes, perceber se as mulheres participam na campanha - não apenas nas listas, mas na actividade política decorrente de um acto eleitoral para, no final, chegarmos a um relatório final que é um relatório um pouco mais profundo devido a esta observação, que envolve também vários especialistas em assuntos eleitorais, em assuntos jurídicos que estudaram todas as leis que têm relação directa ou indirecta com o processo eleitoral, especialistas em assuntos políticos na análise da imprensa e nas redes sociais para ver como é que os partidos usaram as redes sociais. Até agora, como é que tem sido? Qual é a avaliação que faz? Nós vamos fazer uma avaliação na terça-feira das nossas conclusões, ainda provisórias, não o relatório definitivo. Até agora, a informação que temos tido é que o processo eleitoral tem decorrido de forma calma, sem incidentes, com participação desigual dos vários partidos... Participação desigual? Sim, porque, naturalmente, como em todo o país e todas as democracias do mundo, pelo menos aquelas que eu conheço, há naturalmente partidos com mais capacidade de fazer campanha, com mais meios e outros com menos capacidade. Não se sabe o que será o futuro, mas, por ora, com menos capacidade, ou porque são partidos recentes, como o Partido Verde ou que ainda estão a fazer o seu caminho, ou porque não têm esse acesso a meios. Estamos num país com poucos recursos, não estamos num país rico. Isso também se reflecte naturalmente nos meios usados nas campanhas eleitorais como esta. E isso também influencia eventualmente o resultado dos votos. Pois evidente, mas isso também não é uma especificidade da democracia são-tomense. Com certeza que os meios - às vezes há surpresas – mas, em geral, influenciam o resultado dos votos. As campanhas também estão hoje a mudar muito de natureza pelo mundo e as pessoas também. A sua decisão de voto, felizmente, é cada vez mais independente. Tanto mais que aqui se fala muito, em São Tomé e Príncipe, do fenómeno do “banho”, que é a compra das consciências. Ou seja, quanto mais dinheiro o partido tem para a campanha, mais pode "comprar"? Pois, esperemos que não haja compra de consciências, mas esse fenómeno também já observámos, quer dizer, ainda não observámos mas também já nos foi relatado. Temos conhecimento desse fenómeno, embora de muitas conversas que tivemos já, ele tenha vindo a ser desvalorizado no sentido de não de nos dizerem que não existe, mas de nos dizerem que ele cada vez menos influencia a decisão de voto, o que é um bom sinal de que as pessoas votam em consciência e não são compradas, que a sua consciência não está à venda. Os observadores no terreno aperceberam-se do banho? Nós estamos ainda à espera dos relatórios, mas, naturalmente, se eles se aperceberem, será registado nos relatórios dos observadores do terreno e será tido em conta no nosso relatório. Esse relatório terá recomendações apenas? Sim. Não ainda no provisório, mas no relatório definitivo o objectivo é que a nossa observação não seja apenas um diagnóstico (como se costuma dizer quando se atende alguém como um paciente). Não se faz apenas o diagnóstico, também se recomenda a receita, digamos assim, para alguns dos problemas detectados. Essa é a natureza desta observação que é uma observação metodologicamente muito consistente, muito testada, muito orientada por normas internacionais e por códigos de conduta muito rigorosos. E, no final, naturalmente - se for o caso porque em teoria poderia não acontecer - mas se for o caso de detectarmos problemas, serão também feitas recomendações para que o sistema possa ser melhorado. Ou seja, para se chegar à “cura”? Uma missão de observação tem um valor em si, tem o valor de reforçar um processo democrático, que é transparente, que é observado internacionalmente, que é aberto, que não é fechado em si. Isso é um valor de qualquer observação e tem um segundo valor acrescentado que é as recomendações que pode fazer no sentido de os próximos actos eleitorais poderem decorrer de uma forma melhor que os anteriores e, digamos, para a reputação do país em causa, seja São Tomé ou outro qualquer que convide - porque é o país que convida, não viemos aqui por mera iniciativa da União Europeia, nós fomos convidados pelo Governo. Ora, se o Governo nos convidou para observar, num processo tão exigente como é esta observação, que é uma observação de longo prazo que chega antes e parte muito depois do embate eleitoral, que acompanha inclusivamente o contencioso - se ele existir - é porque tem alguma disponibilidade, ou presume-se que terá alguma disponibilidade, para a seguir olhar com atenção para as recomendações que forem feitas e, naturalmente, no exercício da sua soberania poder segui-las. Sendo certo que, se isso acontecer, naturalmente, também é importante para a União para futuras parcerias que possa estabelecer com São Tomé. Falou em contencioso. As últimas presidenciais foram marcadas por acusações de fraude do terceiro classificado, Delfim Neves, actual Presidente do Parlamento. Vão estar atentos a isso, às queixas de fraude? Claro, nós seguiremos todas essas queixas, nós seguiremos o chamado contencioso pós-eleitoral se ele acontecer. E eu conheço esse caso, esperemos que não se repita, creio que ficou definitivamente resolvido e o Presidente da República está no exercício das suas funções. Na sequência das últimas legislativas, houve motins. Está preocupada? Até agora, nada me faz estar preocupada com esse facto, mas, como se costuma dizer, só no fim é que se sabe. Depende muito do resultado. Se isso acontecer, os observadores estão aqui só para observar, não podem fazer nada, não é? Claro, nós não fazemos parte das forças de segurança, nem mandamos nelas. É a primeira vez que a União Europeia tem aqui uma missão de observação eleitoral. Simbolicamente, qual é que é o significado? É, na verdade, a primeira vez que a União Europeia aprova uma missão como esta, uma missão com tantas pessoas, com tantos observadores no terreno. Quantos são? São 42 no terreno, com observadores de largo prazo que já estão no terreno há muito tempo e com observadores de curto prazo. Esta é uma missão que é a primeira vez que se faz em São Tomé. É um reconhecimento do que em termos democráticos se tem passado em São Tomé. Apesar de todos esses problemas que referiu - que são incidentes eleitorais que às vezes também acontecem noutros países com maior tradição democrática - o que é facto é que as eleições se têm realizado regularmente, tanto para a Presidência da República como para as eleições para a Assembleia Nacional e com alternância democrática. Eu acho que isto é um bom sinal para a democracia, mesmo que ela possa ser aperfeiçoada e acho que também foi esse reconhecimento que levou a que esta missão tivesse sido aprovada. E, como sabe, há uma grande competição das missões da União Europeia - que é também um reconhecimento da qualidade dessas missões - e nem todas são aprovadas porque, naturalmente, os recursos são escassos. Quando se põe num lado, falta no outro. Este ano não houve um novo recenseamento eleitoral e houve muitas queixas de que cerca de 8.000 jovens, segundo associações de juventude e segundo a oposição, teriam ficado de fora. Também está atenta a isso? Com certeza. Nós também temos a intenção, como não podia deixar de ser, de ver como é que ocorre o recenseamento eleitoral e quais são os problemas, que podiam ser esses ou outros, mas, neste caso, houve esse problema. De acordo com a lei, devia ter havido uma actualização de recenseamento eleitoral que não existiu. Penso que isso durante esta campanha não tem criado uma grande tensão entre os partidos, o que é bom, aceitaram fazer esta campanha e concorrer às eleições, apesar desse problema inicial, digamos assim. Que é um problema grave, não é? Que é um problema naturalmente grave, mas que também tem que ser percebido noutro contexto e nós analisaremos esse problema no relatório. Nunca é bom que haja pessoas que poderiam votar e não vão votar. Nunca é bom que tenha acontecido, mas há também algumas razões, uma das quais foi o facto da Comissão Eleitoral ter entrado em funções muito tarde, não permitindo, naturalmente, que cumprisse essa sua função. A Comissão Eleitoral Nacional desvalorizou um pouco e disse que essas pessoas que não podem votar agora, votarão nos próximos pleitos e que aqueles que mudaram de residência são “um número insignificante”... Não temos esse número e, naturalmente, essa questão depois será vista no relatório final.

Inteligência para a sua vida
#772: PORQUE TE QUERO BEM, TENHO QUE LHE FALAR ISTO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 10:08


O amor na sua essência não é um sentimento, mas o querer bem. Por isso Deus entregou seu único Filho por você. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16

Isto Não É - PodCast
VINICIUS LORENZETTI - SIMBOLOGIA, MITOLOGIA, PSICANALISTA E MAIS - Isto Não É #232

Isto Não É - PodCast

Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 201:55


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Assunto Nosso
Existe vida depois daqui?

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Sep 20, 2022 3:42


No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro: - Você acredita em vida após o parto? O outro respondeu: - É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde. - Bobagem, disse o primeiro. Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta? O segundo disse: - Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossa boca. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora. O primeiro retrucou: - Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação. O segundo insistiu: - Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico. O primeiro contestou: - Bobagem e, além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum. - Bem, eu não sei, disse o segundo, mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós. O primeiro respondeu: - Mamãe, você realmente acredita em mamãe? Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora? O segundo disse: - Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir. Disse o primeiro: - Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe. Ao que o segundo respondeu: - Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima... Este diálogo dos gêmeos no ventre materno foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus. Maravilhosa comparação entre o tempo vivido pelos bebês na gestação, antes de nascerem, e o tempo que passamos aqui nessa vida, antes de partirmos para a vida eterna. Estamos sendo gestados para uma vida com Deus que nunca mais acabará.

Convidado
PTOS quer “revolução” na educação e saúde em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 20, 2022 9:50


O Partido de Todos os Santomenses (PTOS) é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Aniceto de Sousa Penhor, explica que o projecto do partido passa por uma “revolução para rentabilizar”, desde logo, as áreas da educação e da saúde. O objectivo é transformar num “parente de receita” aquilo que diz ser visto como “um parente da despesa pública”. RFI: Quais são as principais bandeiras da sua candidatura? Aniceto de Sousa Penhor, Líder do Partido de Todos os Santomenses (PTOS): Revolução na educação para rentabilizar. Sabemos que a educação é, até hoje, um parente de despesa pública e nós pretendemos transformar a educação num parente de receita e, concomitantemente, num parente de aumento da produtividade no país. Esse é o nosso maior objectivo. Como é que o vai concretizar? Vai concretizar a partir do sistema de produção de conhecimento, isto é, uma aposta muito forte nos estudantes, desde a fase inicial onde os estudantes se tornam rentáveis sem custo para o Estado e onde o estudante até ganha com isso. Depois, mesmo em termos da parte universitária, nós preconizamos que haja universidade grátis para todos os cidadãos, seja a universidade pública ou privada no ponto de vista da primeira graduação, a licenciatura. Só os mestrados, doutoramento é que poderão ser pagos. E nós vamos implementar o sistema de educação rentável em São Tomé e Príncipe. Já temos o projecto elaborado, já temos a linha empresarial externa que vai fazer essa implementação e nós queremos levá-la, neste momento, ao embate eleitoral do dia 25 de Setembro. Mas o objectivo é estar em São Tomé, independentemente do resultado eleitoral, ajudaremos qualquer governo a avançar com este projecto para mudar o paradigma em São Tome e Príncipe. Está a dizer que ajudarão qualquer governo. O governo cessante era composto por uma “nova maioria” no Parlamento. O seu partido está disposto a alianças também? O Partido de Todos os Santomenses é mesmo um partido de todos os são-tomenses. É um partido que vê que adversário político não é inimigo político. E, assim sendo, todo e qualquer projecto que nós estamos a apresentar nestas eleições é para ser materializado, independentemente do resultado que nós venhamos a ter. Significa que nós apoiaremos qualquer governo de São Tomé e Príncipe a desenvolver esses projectos na área da educação, que é o primeiro ponto. Segundo, na área de saúde. Terceiro na área do turismo. Quarto, na área de infra-estruturas. Então, nós vamos ajudar a desenvolver porque nós já o temos. Nós trabalhámos, estruturámos, fizemos um estudo próprio do desenvolvimento social e económico de São Tomé e Príncipe e estamos a apresentar a São Tomé e Príncipe uma solução com uma viabilidade para os próximos dez, vinte anos. Um grande problema de São Tomé e Príncipe é o acesso aos cuidados médicos, a medicamentos. A saúde é uma das suas prioridades no manifesto eleitoral. Que propostas para a saúde? A proposta para a saúde, em termos concretos, nós também temos de revolucionar a saúde para rentabilizar. Será como? Instituiremos um projecto que é de construção de um hospital de referência no Golfo da Guiné, com especificidade mas instalado na zona da Região Autónoma do Príncipe, na zona Baía das Agulhas. Esse hospital de referência será o hospital pilar e terá hospitais satélites nos distritos do país onde funcionará a partir de uma linha, a linha da telemedicina, assistência directa às pessoas nas localidades cujo envolvimento terá uma base do Brasil directamente -  que o nosso protocolo já está criado com as instituições da Bahia, no Brasil - para que nós desenvolvamos esse projecto. E será grátis para os cidadãos são-tomenses distritais. O que é que acontece? Numa parceria público-privada vai ter um hospital de referência no Golfo da Guiné onde vai atingir os cidadãos do Golfo da Guiné.  Como sabe, São Tomé e Príncipe está numa zona próxima de 350 milhões de habitantes a uma hora e meia, 45 minutos de avião. A nossa política é explorar esta zona em termos de serviços, isto é, enquanto cerca de 14 milhões de cidadãos daquela zona que viajam para o Ocidente - Europa ou Estados Unidos - para tratamento médico e turismo, nós vamos ter um hospital de referência e queremos pelo menos 20% dessas pessoas que se vão tratar na Europa. Estaremos a falar de 2,4 milhões de cidadãos, por ano. Fariam o tratamento e turismo de saúde. O turismo é outra das suas prioridades, como disse, assim como a agricultura e a pesca. Que propostas para desencravar o país que é um dos mais pobres do mundo e que depende da ajuda externa? Sim. O turismo é importantíssimo. Não é só dizer o nome turismo, como até agora, nos últimos 12 anos, vários governos têm dito, mas nós temos proposta real para rentabilizar o turismo em São Tomé e Príncipe. Não é admissível nós termos um país insular, como é o caso de São Tomé, e não termos um porto de recreio. Este é um ponto simples. Agora, a rentabilização do turismo numa visão também da economia azul. Como? Quando nós temos um hospital de referência no Golfo da Guiné, nós estamos a fazer uma questão que é o turismo de saúde porque o cidadão que viaja da costa africana para tratar fora, aproveita o tratamento e a visita e o lazer. Mas na agricultura e na pesca, apesar dos recursos, os meios são muito precários. O que fazer? Sim. Na agricultura, nós temos que ter uma agricultura simplesmente de subsistência. Ver o próprio tamanho do nosso território, São Tomé e Príncipe, como um território pequeno de 1001 km², nós não acreditamos que há condições vastas para uma grande agricultura industrial. Então, centralizamos a agricultura por via da economia social ou agricultura de família, mas injectamos o meio controlado, muito controlado, para desenvolver projectos específicos de produção e de escoamento interno. Nós temos que começar a criar a forma de produzir o que comemos para que o preço seja mais baixo, para que haja acesso para toda gente, tendo em conta que o salário no país é baixo. Quanto à pesca, gostaríamos que houvesse acompanhamento dos navios que, já tendo o acordo de pesca com a União Europeia, então tivesse um navio de acompanhamento que é para recolher, entre aspas, restos dos peixes não utilizados pelos navios europeus. Isto é, navios europeus fazem uma pesca de lagosta, de atum e o resto do peixe apanhado deitam ao mar. Teríamos um sistema de buscar, ter uma linha frigorífica forte na cidade de São Tomé e todo o cidadão são-tomense pudesse ter acesso ao peixe fresco à mesma hora, ao mesmo preço, sem o custo que tem tido hoje. Então, é uma visão de redistribuição real de peixe no país para os cidadãos. Outra das prioridades do vosso projecto é o que chama de choque fiscal. Em que consiste? Nós entendemos que nenhum são-tomense tem culpa de nascer nesta terra onde a economia obriga a ser cidadão do mundo. O governo deve urgentemente fazer a tributação das acções aduaneiras só por via do produto ao preço Fob [“Free on Board” – Grátis a Bordo] e não ao preço CIF [“Cost, Insurance and Freight” – Custo, Seguro e Carga]. Hoje a tributação é feita ao preço de compra no país de origem, mais o preço do transporte. Isto leva a uma tributação fiscal alta e com esta tributação automaticamente aumenta o preço do produto. O Estado deve fazer essa compensação, só tributar o preço da compra dos produtos. E, ainda, a ENAPOR [Empresa Nacional de Administração de Portos] deixar de cobrar o que diz que é taxa - que não é taxa, é um imposto - porque a ENAPOR é uma prestadora de serviços, deve funcionar por cubicagem. Peso do ouro ou peso do lixo é igual. Não pode cobrar por preço de mercadoria. E isto ia ajudar a diminuição do preço do produto em São Tomé. No ponto de vista ainda do IRS, nós teríamos um escalão único do IRS. Também temos outra política que é a questão de despartidarização da administração central do Estado. O Partido de Todos os São-Tomenses trabalhará com todos os cidadãos na administração central do Estado, desde que estejam capacitados, no ponto de vista técnico, para exercer funções técnicas da administração central do Estado. Não ao clientelismo partidário dentro da administração pública. Pela primeira vez, vão ser eleitos deputados pelos círculos eleitorais da emigração. Qual é a importância deste voto? É bastante importante. Nós, por exemplo, ao apresentar o nosso candidato da diáspora, definimos quatro pontos fundamentais: o cartão consular grátis para todos. Acobertamos essa receita com a implementação do visto, do pagamento do visto no aeroporto a chegada a São Tomé e Príncipe.  O ponto dois: todos os países onde São Tomé e Príncipe tem uma política de cooperação coesa, caso de Portugal, Angola, Cabo Verde e Gabão, deve-se evitar ter embaixadores políticos partidários. Tem de ter sempre embaixador de carreira diplomática para estas funções. O ponto três: nós orientaremos directamente a criação de uma plataforma do empresariado são-tomense no mundo. Para terminar, um gabinete de orientação da diáspora em todos os países onde tem são-tomenses a residirem para acompanhar o desempenho e as suas situações.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Arauto Repórter UNISC
Existe vida depois daqui?

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Sep 20, 2022 3:42


No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro: - Você acredita em vida após o parto? O outro respondeu: - É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde. - Bobagem, disse o primeiro. Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta? O segundo disse: - Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossa boca. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora. O primeiro retrucou: - Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação. O segundo insistiu: - Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico. O primeiro contestou: - Bobagem e, além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum. - Bem, eu não sei, disse o segundo, mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós. O primeiro respondeu: - Mamãe, você realmente acredita em mamãe? Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora? O segundo disse: - Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir. Disse o primeiro: - Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe. Ao que o segundo respondeu: - Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima... Este diálogo dos gêmeos no ventre materno foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus. Maravilhosa comparação entre o tempo vivido pelos bebês na gestação, antes de nascerem, e o tempo que passamos aqui nessa vida, antes de partirmos para a vida eterna. Estamos sendo gestados para uma vida com Deus que nunca mais acabará.

Vale a pena com Mariana Alvim

Apaixonada por livros infantis e thrillers assustadores. A Sara fala de fobias, a necessidade do silêncio e outras opiniões que defende. Que giro que foi conhecer facetas diferentes desta super artista que é "amorosa e fofinha" :) Os livros que a actriz trouxe para a conversa: Deus das Moscas, William Golding; Isto acaba aqui, Colleen Hoover; Trilogia policial Millenium, Stieg Larson: - Os homens que odeiam as mulheres; - A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo; - A rainha no palácio das correntes de ar. Lea e o elefante, Kim Sena; Silêncio na era do ruído, Erlin Kagge; Mataram a Cotovia, Harper Lee. O que ofereci: Sanatório, Sarah Pearse.

Convidado
MCI/PS-PUN quer “filhos das roças” no Parlamento de São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 18, 2022 9:54


Levar “os filhos das roças” à Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe é o objectivo da coligação MCI/PS-PUN, uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro. Adalberto Catambi, o porta-voz da coligação, explica que o movimento quer o “despertar da comunidade rural” e a sua presença “a níveis de decisão do país” para acabar com o “ciclo vicioso” da pobreza e melhorar as condições de vida “dos mais desfavorecidos”. RFI: Qual é a principal bandeira do movimento? Adalberto Catambi, porta-voz da coligação Movimento de Cidadãos Independentes, Partido Socialista e Partido de Unidade Nacional (MCI/PS-PUN): A nossa principal bandeira do movimento é justamente o movimento para a mudança e melhoria das condições da camada mais desfavorecida, concretamente para os filhos da roça, sendo eles os descendentes de cabo-verdeanos, descendentes de angolanos, angolares e todos os nativos provenientes de roça. Isto é a bandeira fundamental do Movimento Cidadãos Independentes e também do Partido da Unidade Nacional – PUN. Historicamente, há uma bipolarização política em São Tomé e Príncipe. Nestas eleições legislativas temos 11 forças políticas a concorrer. O que é que faz deste movimento a diferença e poderá levar os eleitores a votarem nele? A nossa diferença é justamente demonstrar à colectividade que o movimento surge para responder e defender o interesse da classe desfavorecida: demonstrar os pontos e o porquê de ser desfavorecida, demonstrar que nos sucessivos governos nada se fez para essa mesma classe, demonstrar inclusive com provas. Quais provas? Se tivesse oportunidade de estar em São Tomé a 12 de Julho de 1975 e se hoje viesse a São Tomé fazer uma fotografia comparativa das antigas empresas agrícolas, o que se pode apanhar automaticamente é um enfarte. Demonstra que os governos com evidência não cuidaram do país e consequentemente não cuidaram das roças. Facto é que a ruína delas fala por si. Obviamente, em face disso, é o despertar dessa comunidade. Queremos é passar uma mensagem de despertar da comunidade rural para que ela também possa ser o verdadeiro interlocutor das suas questões. Como? Nós, na prática, compomos as nossas listas para a Assembleia Legislativa por gentes da roça, moradores na roça que vivem e sentem a realidade da roça. Como é que pretendem resolver a questão da pobreza extrema, ajudar as pessoas que tanto precisam e que são a maioria da população? Primeiramente é ter a nossa voz muito activa a nível dos órgãos decisores, particularmente a nível da Assembleia. A partir da Assembleia podemos, então, levar discussões de políticas e planos sustentáveis concretamente numa educação de qualidade. Nós teríamos que investir no conhecimento da população jovem, no conhecimento da população rural para que efectivamente os jovens de meios rurais, os jovens desfavorecidos, os jovens roceiros - em termos práticos que se usam aqui - possam então estar munidos de conhecimento para dentro da sua realidade, do contexto da roça, serem então o impulsionador da economia. Concretamente, a partir da roça, com o “know-how” [conhecimento] que dispõem, poderem investir fortemente na indústria transformadora, que é transformar e aumentar o valor dos produtos locais para assim poderem passar a gozar de melhores condições financeiras e com essas melhores condições financeiras permitir o desenvolvimento da sua comunidade e consequentemente o desenvolvimento do país. Porquê? Porque se nós não formos capazes, volvidos 45 anos, de mudar o ciclo - porque isto é um ciclo e um ciclo vicioso mau e ruim da população rural - nós não estamos a falar de nada para São Tomé e Príncipe. Pai agricultor, filho agricultor, mãe palaiê [vendedora ambulante] - e não é em desprezo da classe - não se vê o progresso e, consequentemente, o filho serviria simplesmente da peça de substituição para o sistema imperante. Nós queremos que deixe de ser isto. Terá que ter oportunidades, terá que também estar a níveis de decisão do país para que efectivamente as acções do país comecem assim a ser em prol e em benefício da comunidade. E os meios? De onde virão esses meios? Sabemos que a nível de cooperações estratégicas, tanto com a União Europeia, com o Banco Mundial, com o FMI, que existem programas claros, programas de financiamento para o desenvolvimento rural e, simplesmente, em São Tomé não se põem em prática esses programas com todas as vantagens que os mesmos têm porque não vão de encontro às políticas dos sucessivos governos são-tomenses. O país dispõe de meios, por exemplo, junto à União Europeia. O país dispõe de meios junto ao Banco Mundial, junto ao BAD...  Já existem essas fontes de financiamento. Nós teríamos que junto a esses parceiros de desenvolvimento redefinir o plano de investimento para que este investimento vá ao encontro da população, vá mudar o dia-a-dia da população. Porque os meios existem mas têm sido mal canalizados ao longo dos 47 anos da independência de São Tomé e Príncipe. É um país que se caracteriza por muitas ajudas externas, convertidas em inúmeros projectos, mas, como sabe, os projectos têm um tempo de vida limitado e findo o projecto não se vê o que é que se implementou. Logo se pergunta: o porquê do projecto? O que se fez com os fundos desses projectos e para quê esses projectos? Há um fundo. Agora temos é que fazê-lo ser realidade, fazer que ele reverta a favor da população são-tomense e, neste caso particular, os mais desfavorecidos: a população da roça. O dia-a-dia dos são-tomenses continua a ser pautado por cortes de energia. Como é que vocês pensam resolver os problemas de abastecimento de energia? Temos que investir em fontes de energias sustentáveis. Obviamente, passando pela recuperação das mini-hídricas existentes no país desde a era colonial e que foram totalmente banalizado por sucessivos governos são-tomenses. E por outras vias alternativas também que é através da energia solar, na medida em que somos um país que temos a sorte e o privilégio de ter o sol durante os 12 meses do ano e isso permitiria reduzir a energia emitida através de combustíveis fósseis e também para termos uma fonte de energia sustentável e que vai de encontro à real situação financeira de São Tomé e Príncipe. Este é o ano do primeiro furo petrolífero na Zona Económica Exclusiva. O que é que vocês pensam da exploração desta energia?   Falar do petróleo no contexto são-tomense à data de hoje é uma matéria que nos deixa com muitas dúvidas porque há mais de 20 anos que estamos em discursos sobre o petróleo e na realidade o petróleo nunca chega. Mas este ano houve o primeiro furo. O primeiro furo não é suficiente para darmos o conforto de alívio, na medida em que se fez o primeiro furo, mas a população, de uma maneira geral, ainda não dispõe de conhecimentos sustentáveis e plausíveis sobre a situação do referido furo. E não conhecemos também a sua capacidade, por exemplo, se temos petróleo em quantidade comercial para que efectivamente possamos definir e delinear políticas em volta do petróleo. Quer dizer que o petróleo ainda continua sendo um mero sonho que ainda não sabemos efectivamente para quando teremos e podemos contar com o petróleo. Seria uma bênção para o país a nível económico, mas não tanto a nível ambiental? Obviamente, a confirmação do petróleo e o contexto em que São Tomé vive hoje, ela serviria sim como um alívio financeiro, económico para permitir o país financiar outros projectos sustentáveis porque teríamos que pautar pela sustentabilidade do acto governamental e das políticas governamentais para permitir a longevidade e também o alvejado desenvolvimento a que prosperamos no país. Porque não basta ter petróleo. Já temos experiências de países vizinhos que tiveram muito petróleo, mas quando se observa, não há qualquer desenvolvimento, não há qualquer crescimento económico e não há qualquer sustentabilidade das acções desenvolvidas por eles. Logo, o petróleo serve sim como uma fonte do financiamento das nossas acções mas para outras actividades que sejam efectivamente sustentáveis e que possam garantir um futuro melhor de cada um dos são-tomenses e, concretamente, daqueles que sempre viveram no limiar da pobreza, sempre viveram em condições difíceis, estamos a falar de filhos de roça, de gente de roça que é a maioria, mas que sempre viveu dominada  por uma minoria, e que usa a classe simplesmente para fins eleitorais.   Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN).   Nestas eleições legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Isto Não É - PodCast
GUILHERME ROMANO - YOGI, FILOSOFIAS INDIANAS, MEDITAÇÃO E ESPIRITUALIDADE - Isto Não É #230

Isto Não É - PodCast

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 168:55


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Isto Não É - PodCast
OGAN JATOBÁ - OGAN DE CANDOMBLÉ - Isto Não É #231

Isto Não É - PodCast

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 151:40


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Bronze Podcast
Casar é só um papel?

Bronze Podcast

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 19:42


Estive há semanas num casamento, que teve tanto de belo como de simples, duas virtudes católicas que precisamos conservar e practicar. Belo porque liturgicamente foi o que a Igreja sempre quis que fosse e simples porque se celebrou realmente, sem excessos e exageros, um novo casal para a Santa Igreja Católica. Isto fez-me pensar: Caramba, é tão fácil no fundo, porque raio não se casam as pessoas hoje em dia? Fazem tanta complicação sobre isso. É simples, é casar.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
VIDA NOVA - essa é a proposta de Deus para você! - Palavra Amiga 16/09/22

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 29:45


"E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o Meu Corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no Meu Sangue, que é derramado por vós." Lucas 22:19,20

Prima Qualquer Tecla
#PQT 121: Planeamento

Prima Qualquer Tecla

Play Episode Listen Later Sep 15, 2022 98:32


Planear é complicado! Estamos a transitar do "merda, não limpámos as florestas" para o "merda, não limpámos as sarjetas". Isto de fazer calor no verão e chover no inverno é sempre uma completa surpresa. No verão fomos surpreendidos pela falta de médicos, no inverno começam inesperadamente aulas e faltam professores. Os salários que oferecemos a ambos são inesperadamente pouco interessantes e o tema não estava no radar porque todos estávamos convencidos que eram muitíssimo bem pagos. No que respeita ao que é absolutamente previsível somos aparentemente incapazes de planear uma resposta atempadamente. Somos, portanto, Portugueses. #PQT

Expresso - Comissão Política
Isto não é um truque, sr. pensionista!... Costa ainda não virou a página do novo Governo

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 47:25


Esta Comissão Política analisa a entrevista de rentrée do primeiro-ministro à TVI, onde António Costa negou que os aumentos das pensões fossem um truque, mas não revelou o que tem na cartola para lhes restituir o poder de compra no fim de 2023. Neste episódio, comentamos como o chefe do Governo transformou o ministro Pedro Nuno Santos num mero "diretor-geral" para executar o aeroporto que São Bento decidir e como o grupo parlamentar do PS não está confortável com algumas medidas do Executivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pílulas Feministas
Entrevista: Estereótipos racistas sobre o corpo feminino negro - Pílulas FEminIstAS 2022# Ep.10

Pílulas Feministas

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 24:51


Pílulas Feministas é uma série de podcasts, produzidos pelo NINFEIAS (PPGAC-UFOP) desde abril de 2020, que tem o intuito de tratar de temas caros à agenda feminista, tais como violência doméstica, abuso sexual e masculinidades tóxicas, sempre sob um viés de análise interseccional e em linguagem bastante acessível. Nos episódios da categoria “Entrevista”, pesquisadories do NINFEIAS entrevistam especialistas em assuntos de interesse, aprofundando-se em questões candentes da atualidade. Neste episódio, as criadoras e pesquisadoras negras Danielle dos Anjos e Mônica Santana conversam a respeito de estereótipos raciais sobre o corpo feminino negro, a partir da noção de “mulatarização”, bem como sobre as violências causadas pela hipersexualização e os confrontos que têm surgido, especialmente os vistos em performances de mulheres negras. Discutem também acerca do trabalho cênico de Mônica Santana, "Isto não é uma mulata", como um exemplo de enfrentamento artístico a este estereótipo. Esse podcast foi gravado durante roda de conversa ocorrido dentro da programação da 6ª Semana Afrofeminista e com transmissão ao vivo pelo youtube. Links dos vídeos citados: https://youtu.be/6nbProu6Uig https://youtu.be/CPZ2cSAHdDs https://www.monicasantana.com.br/ Referências utilizadas na criação do episódio: COLLINS, Patricia Hill. Pensamento Feminista Negro: conhecimento, pensamento e politica de empoderamento. São Paulo: Boitempo,2019. GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje. Anpocs. p.223-244. 1984. LORDE, Audre. Irmã Outsider; Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. SANTANA, Mônica Pereira de. Mulheres negras: (auto) - (re)invenções devires e criação de novos discursos de si nos corpos de criadoras negras. Tese (doutorado) - Universidade Federal da Bahia, Escola de Teatro, Salvador, 2021. ___________ A Performance de Criadoras Negras e o Corpo como Discurso. In: Caderno do GIPE-CIT ano 21 n. 39 – O Discurso Negro nas Artes Cênicas: processos, pesquisas, poéticas e epistemes, 2017. Músicas Bia Ferreira e Caru Bonifácio - Negra Tinta: https://youtu.be/AdT6v6cIUOc Negra Li – Brasilândia: https://youtu.be/U5XXAUHkEv0 Xenia França – Breu: https://youtu.be/vRTUoJ7dVe8 Pílulas Feministas vai ao ar quinzenalmente, sempre às quartas-feiras. Fiquem de ouvido em pé! Produção: NINFEIAS - Núcleo de INvestigações FEminIstAS Edição e tratamento do áudio: Danielle dos Anjos e Marcinha Baobá Vinheta - narração: Amanda Marcondes. Música: Maria da Vila Matilde (Elza Soares) - Remix: Shaitemi DJ - Insta: www.instagram.com/shaitemi_dj/ Imagem: Logo do NINFEIAS, por Paola Giovana. Insta: www.instagram.com/apaolagiovana/ Edição em vídeo (para YouTube): Marcia Cristina Sousa (Marcinha Baobá) Insta: www.instagram.com/ninfeias_/ Facebook: www.facebook.com/ninfeias/ Email: ninfeiaseventos@gmail.com Apoio: PROEX_Pró-Reitoria de Extensão da UFOP

Lectio Divina Dominical
Setembro: Mês da Bíblia (T1E14)

Lectio Divina Dominical

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 0:51


"Isto é uma ordem: sê firme e corajoso. Não te atemorizes, não tenhas medo, porque o Senhor está contigo em qualquer parte para onde fores” (Josué 1, 9) • Percebo a presença de Deus em meu dia-a-dia? Produção: Grupo de Leitura Orante da Bìblia (Jataizinho/PR) --- Send in a voice message: https://anchor.fm/ldd/message

Café com Edu
#288 Café com Edu: Confiança e Coragem

Café com Edu

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 3:08


COMO ESTÁ SE SENTINDO NESTA SEMANA, CONFIANTE OU COM MEDO? UM DOS GANHOS MAIS PODEROSOS para o meu desenvolvimento dos últimos cinco anos foi TER MAIS CONSCIÊNCIA SOBRE a manifestação da CONFIANÇA E DO MEDO no meu dia. Isto tem me ajudado a ESCOLHER para onde caminhar, CONHECER PRÁTICAS para me conectar ao que me importa (o meu “CARE”) e, assim, AMPLIAR OS MEUS RECURSOS para sair da paralisia e ENCONTRAR POSSIBILIDADES, TER MAIS VITALIDADE e não sentir tanto cansaço, entre outros aspectos que envolvem estar confiante e sentir medo. E eu me percebo a partir da integração de três aspectos: 1 - Somático 2 - Emocional 3 - Linguístico PARA SE PERCEBER MAIS, assista a este CAFÉ COM EDU, conheça os três aspectos e tome ATITUDES TRANSFORMADORAS AINDA HOJE. Ubuntu. Eu sou porque você é. Você é porque nós somos. ************ A série Café com Edu é a minha live semanal, transmitida todas às terças-feiras, às 8am, pelo meu Instagram (@eduseidenthal) onde compartilho as reflexões e insights da minha jornada EUpreendedora. Por aqui, compartilho a versão compacta da edição ao vivo. E se você quiser refletir sobre Liderança, Team Building, Autoconhecimento, Eupreendedorismo, acesse o meu site (www.eduseidenthal.com.br) e confira os artigos sobre os desafios e tendências das relações de trabalho, individuais e coletivos! #EduardoSeidenthal #EduSeidenthal #Coaching #EUpreendedorismo #Ubuntu #Propósito #CaféComEdu #LiderançaUbuntu #LiderançaGenerativa #UbuntuTeams #TimesUbuntu

Podcast da Mariologia
#137 Podcast da Mariologia - Nossa Senhora das Dores: uma devoção bíblica

Podcast da Mariologia

Play Episode Listen Later Sep 13, 2022 44:15


Para compreender a identidade de Maria e, portanto, a verdade da Mater dolorosa, devemos apreender cada fato da Escritura e trazê-lo de volta ao centro, a Cristo. Isto é o que a Igreja sempre fez. Se percorrermos os Evangelhos encontramos a Mãe de Deus que, desde o início da existência histórica de Jesus, está intimamente associada ao seu destino de paixão e ressurreição. Refletindo sobre alguns momentos de sua vida, chegamos a reconhecer que a Virgem é marcada por sofrimentos e dificuldades próprias da condição humana. Ela vive pouco tempo na casa de Nazaré; parte a caminho de Belém, onde dá à luz o Messias esperado, experimentando a dor de ter que colocá-lo numa manjedoura [prefiguração do túmulo] (cf. Lc 2,7); ela foge para o Egito com José para salvar seu Filho da fúria infanticida de Herodes (cf. Mt 2,13-14); volta a Nazaré para trabalhar com Jesus e José na vida familiar de todos os dias (cf. Mt 2,23; Lc 2,51). Além disso, os Evangelhos dão particular espaço a três episódios que explicitam a dor vivida por Maria: 1- a profecia de Simeão (Lc 2,33-35); 2 - a perda de Jesus em Jerusalém (Lc 2,41-50); 3 - a sua presença no Calvário junto à Cruz (Jo 19,25-27). A referência constante dessas passagens é a paixão-ressurreição de Cristo, um evento amargo e glorioso, de morte e nascimento, de derrota e vitória, de trevas e luz, de ódio e amor. Maria está envolvida na vida dolorosa e gloriosa de seu Filho e permanece fiel a ele desde o fiat inicial da Serva do Senhor até ao fiat de nossa Mãe na Cruz. O seu é um caminho de fé humilde, marcado por um amor oferecido gratuitamente por Deus e fielmente correspondido por ela. Lucas e João Das três amplas passagens do Evangelho indicadas acima, duas estão presentes em Lucas no Evangelho da infância, e uma em João no relato da Paixão. «E uma espada traspassará também a tua alma» (Lc 2,35) A expressão evangélica refere-se ao episódio de Jesus apresentado no templo por Maria e José para ser consagrado a Deus. E no templo Simeão profetiza a dolorosa missão que teria envolvido o Menino e a Mãe (cf. Lc 2,34-35). Ele pronuncia duas declarações solenes sobre Jesus (Lc 2,29-32; 2,34-35). A primeira é uma bênção que o mostra como salvação e luz das nações (cf. Is 49,6), glória de Israel (cf. Ex 19,21; Sb 6,22-23). O outro é um severo oráculo sobre o futuro de Jesus que o verá ruína e ressurreição de muitos em Israel e sinal de contradição. Este segundo oráculo de Simeão prediz os efeitos que a presença-missão do Messias Jesus causará em Israel: queda-ruína ou ressurreição para muitos. Cristo como Salvador e Redentor não encontrará plena aceitação e reconhecimento. Ao contrário, será um sinal de contradição, cercado de hostilidades e mal-entendidos até atingir seu clímax no Calvário. O não a Cristo de muitos em Israel manifestará o pensamento oculto de seus corações, a incredulidade. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/locus-mariologicus/message

Convidado
Basta quer ser "alternativa à bipolarização" política em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 9:49


O Movimento Basta é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu coordenador, Salvador dos Ramos, diz que o Basta quer ser "um grito de alerta" e uma "alternativa à bipolarização" política no país. Questionado sobre quem seria primeiro-ministro em caso de vitória, tendo em conta que o movimento integra, por exemplo, Delfim Neves, Salvador dos Ramos diz que a decisão será tomada pelo movimento e mostra-se disponível para o cargo. RFI: O Movimento Basta apresenta-se como uma terceira via para a governação do país, alegando que a população está cansada dos partidos políticos. Salvador dos Ramos foi ministro dos Negócios Estrangeiros do governo da ADI e Delfim Neves é um dos políticos com mais responsabilidades num dos maiores partidos do país, o PCD. O que é que este movimento tem de diferente dos partidos tradicionais? Salvador dos Ramos, Coordenador do Movimento Basta: O Movimento Basta, como o próprio nome indica, é um movimento. Ele vem como um grito de alerta de um grupo de cidadãos são-tomenses residentes no país e na diáspora que decidiram trabalhar no sentido de que, conjuntamente com os são-tomenses, ponhamos um basta em tudo quanto nos vem dividindo, nos vem separando, nos vem prejudicando, enquanto país. Nós temos quase meio século de existência e o país ainda não conseguiu dar os saltos que todos os são-tomenses gostariam que ele desse. Porquê? Porque para além dos problemas inerentes ao subdesenvolvimento, as dificuldades que o país tem enfrentado nesse domínio, nós temos sido incapazes enquanto são-tomenses de encontrarmos uma via que nos possa pôr no caminho do progresso e do desenvolvimento sustentável. A divisão no seio dos são-tomenses hoje é um factor que bloqueia qualquer tipo de processo de desenvolvimento que queiramos projectar para o país. Por isso, o Basta é no sentido de nós encontrarmos vias, mecanismos e meios para que todos nós, à volta de um projecto nacional, possamos trabalhar no sentido de construir um São Tomé e Príncipe para todos, sem excepção, para todos. Por isso é que nós dizemos que nós somos diferentes. Queremos ser a alternativa à tendência à bipolarização hoje existente. Desde 2010 até 2022, portanto, nos últimos 12 anos tem havido uma bipolarização política no nosso país. Sai uma força do poder, entra a outra. É a nível dessas duas forças que tem havido alternância e, entretanto, nós continuamos a ter problemas muito sérios, continuamos a estar divididos, continuamos a não encontrar o rumo que nós desejamos para São Tomé e Príncipe. Diz que os são-tomenses continuam a estar divididos. O Movimento Basta está aberto a integrar coligações pós-eleitorais? Este assunto é um assunto que será discutido no seu devido tempo. Nós somos um movimento aberto a todos os cidadãos, a todas as sensibilidades, desde que todos os cidadãos, todas as sensibilidades que desejarem entrar para o Basta, sejam capazes de dizer basta a tudo isso que está a acontecer. Quando nós falamos da questão da divisão, nós propusemos, a 7 de Junho - quando fizemos o lançamento do movimento - nós propusemos um pacto de regime a todos os actores políticos são-tomenses porque nós consideramos que é possível através do debate pormos termo a muita coisa que ainda impede o processo de desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe é de todos nós. São Tomé e Príncipe não tem dono. São Tomé e Príncipe pertence a todos os são-tomenses e todos os são-tomenses têm a obrigação de contribuir para que São Tomé e Príncipe possa, de facto, conhecer um novo futuro. E é este o novo futuro que o Basta propõe aos são-tomenses, sendo a alternativa às duas forças que até agora têm dominado o poder. O Movimento Basta foi fundado por si, mas também integra Delfim Neves, o actual presidente do Parlamento. No caso de vencerem, quem seria primeiro-ministro, Salvador dos Ramos ou Delfim Neves? O Movimento Basta adoptou uma filosofia de funcionamento. Os nossos órgãos, as nossas decisões são decisões tomadas em colégio. Isto quer dizer que nós não tomamos decisões de forma unilateral. Todos os membros do nosso movimento participam nas grandes decisões que o movimento toma. Portanto, nós temos um colégio. Naturalmente que desde a fundação, desde a constituição do movimento, quem tem estado a coordenar as actividades do movimento sou eu. No entanto, falou de nomes de figuras que aderiram, inspiraram, que contribuíram e que contribuem e que estão disponíveis, determinadas, a levar-nos até à vitória. O Movimento Basta concorre para ganhar e, em caso de vitória - como diz - o Movimento Basta, no seu colégio, decidirá. Se o Movimento Basta decidir que seja o coordenador o Primeiro-Ministro, assim será. Quais é que são as principais bandeiras da candidatura do Movimento Basta, por exemplo, na saúde? Nós queremos oferecer as melhores condições da saúde para todos os são-tomenses. Eu vou dizer isto assim porque nós não gostaríamos de antecipar o nosso manifesto eleitoral que será apresentado brevemente à nação e ao eleitorado. O dia-a-dia dos são-tomenses continua a ser pautado por cortes de energia. Quer-me adiantar como é que pretendem resolver os problemas de abastecimento de energia? Hoje em dia, não há invenções nas formas de solucionar esses problemas. O país tem seguido uma prática que já vem de trás, vem do período de antes da Independência. No entanto, hoje em dia há outras soluções. Há soluções por via de mini-hídricas, há soluções por via de energias limpas que nesta era da energia limpa, nós temos é que tomar decisões e avançar no sentido de as concretizar. A solução para questões energéticas de São Tomé e Príncipe passa pela tomada de decisões certas, corajosas, no domínio das energias limpas e renováveis e no domínio das mini-hídricas. Este ano é o ano do primeiro furo petrolífero na Zona Económica Exclusiva. Falou-me em energias limpas. E o petróleo? Este assunto nós gostaríamos de tratar dele mais tarde. Como eu lhe disse, não gostaríamos de fazer considerações à volta desta problemática neste momento. E perante este aquecimento global do planeta, em que São Tomé e Príncipe sofre o impacto com situações climáticas extremas, o que é que se pode fazer para mitigar essas consequências? No nosso entender, embora não sejamos um país poluidor do planeta, devemos contribuir enquanto membro da comunidade internacional para que se consiga não continuar no plano das promessas, mas que se passe à concretização das promessas já feitas ao longo dos últimos anos. O nosso trabalho será a nível interno e no plano internacional para que, de facto, se possa pôr cobro a este flagelo que o mundo conhece hoje que são as mudanças climáticas e que trazem consequências muito nefastas para os países, particularmente países costeiros como São Tomé e Príncipe.  São Tomé e Príncipe regista uma das mais elevadas taxas de desemprego da África Central. Que política para a criação de emprego e de formação? Apostaremos fortemente no sector privado. Nós acreditamos que o forte investimento do sector privado na criação de pequenas e médias empresas e no empreendedorismo jovem, e não só, nós daremos respostas à questão do emprego. Nós temos outras propostas, como eu lhe disse, e elas serão conhecidas quando fizermos o lançamento do nosso manifesto eleitoral. Como é que pretendem resolver a pobreza extrema, numa altura em que a pandemia agravou a crise e atirou muitos para o desemprego e temos a guerra na Ucrânia que provocou uma inflação mundial dos preços? Os são-tomenses, conjuntamente com os seus dirigentes, têm que apostar no país. Nós temos um país rico, um país que tem muita riqueza na área da agricultura, a nível do mar, nós temos um imenso mar, a economia do mar é uma economia que pode ajudar a alavancar a economia nacional. O sector informal bem enquadrado, estruturado, pode contribuir para reduzir, erradicar, melhor dizendo, a pobreza em São Tomé e Príncipe. Nós temos é que estar juntos, focados num objectivo que é tirar São Tomé e Príncipe da situação em que se encontra.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. Na sequência das legislativas de 2018, o MLSTP/PSD e a coligação PCD-UDD-MDFM formaram a chamada “nova maioria” e constituíram governo, liderado por Jorge Bom Jesus. Nessas eleições, o ADI foi o partido mais votado, com 25 deputados, seguido pelo MLSTP/PSD, que conseguiu 23 assentos. A coligação então formada pelo PCD, pela UDD e o MDFM foi a terceira formação mais votada, obtendo cinco mandatos. O MCI/PS ocupou dois lugares no Parlamento. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Fita Isoladora
Isto É Gozar Com Quem Trabalha. Ainda continuamos a sentir saudades de Ricardo Araújo Pereira? | Deu no Comando

Fita Isoladora

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 36:13


Um dos grandes regresso da reentré foi o de 'Isto É Gozar Com Quem Trabalha'. O programa de humor apresentado por Ricardo Araújo Pereira regressa num momento em que também acontece a reentré política no país. Mas será que Ricardo Araújo Pereira ainda nos dá saudades? Ou este regresso revela um programa desgastado? Para nos ajudar a responder recebemos a Márcia Barroso, redatora do Espalha-Factos e presença já habitual para comentar a televisão portuguesa.

DEUS AMA EM VOCÊ!
Entre na minha casa ainda que eu não seja digno!

DEUS AMA EM VOCÊ!

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 2:48


Primeira Leitura: 1 Coríntios 11,17-26.33 Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios – Irmãos, 17no que tenho a dizer-vos, eu não vos louvo, pois vossas reuniões não têm sido para o vosso bem, mas para o mal. 18Com efeito, e em primeiro lugar, ouço dizer que, quando vos reunis em assembleia, têm surgido divisões entre vós. E, em parte, acredito. 19Na verdade, convém que haja até cisões entre vós, para que também se tornem bem conhecidos aqueles dentre vós que resistem à prova. 20De fato, não é para comer a ceia do Senhor que vos reunis em comum. 21Pois cada um se apressa a comer a sua própria ceia; e, enquanto um passa fome, o outro se embriaga. 22Não tendes casas onde comer e beber? Ou desprezais a Igreja de Deus e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Hei de elogiar-vos? Neste ponto, não posso elogiar-vos. 23O que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazei-o em memória de mim”. 25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a Nova Aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes desse pão e beberdes desse cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha. 33Portanto, meus irmãos, quando vos reunirdes para a ceia, esperai uns pelos outros. – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 39(40) Irmãos, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha! 1. Sacrifício e oblação não quisestes, / mas abristes, Senhor, meus ouvidos; / não pedistes ofertas nem vítimas, † holocaustos por nossos pecados, / e então eu vos disse: “Eis que venho!” – R. 2. Sobre mim está escrito no livro: † “Com prazer faço a vossa vontade, / guardo em meu coração vossa lei!” – R. 3. Boas-novas de vossa justiça † anunciei numa grande assembleia; / vós sabeis: não fechei os meus lábios! – R. 4. Mas se alegre e em vós rejubile / todo ser que vos busca, Senhor! / Digam sempre: “É grande o Senhor!” / os que buscam em vós seu auxílio. – R. Evangelho: Lucas 7,1-10 Aleluia, aleluia, aleluia. Deus o mundo tanto amou, / que lhe deu seu próprio Filho, / para que todo o que nele crer / encontre vida eterna (Jo 3,16). – R. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 1quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. 2Havia lá um oficial romano que tinha um empregado, a quem estimava muito e que estava doente, à beira da morte. 3O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. 4Chegando aonde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças esse favor, 5porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. 6Então, Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. 7Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. 8Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!', ele vai; e a outro: ‘Vem!', ele vem; e ao meu empregado: ‘Faze isto!', e ele o faz”. 9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. 10Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde. – Palavra da salvação.

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BELLE BELINHA - "RAINHA DA LIBERDADE", INFLUENCER - Isto Não É #229

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Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 94:00


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FRATER MAGOG - BRUXO OCULTISTA, INVOCAÇÕES, BANIMENTOS E MAIS - Isto Não É #228

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Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 250:50


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LUIZ SHANGÔ - MEDICINAS DA FLORESTA, ESPIRITUALIDADE, HIPNOSE E MAIS - Isto Não É #227

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Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 183:55


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Convidado
Jorge Bom Jesus pede “maioria absoluta” nas eleições legislativas

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 10, 2022 9:32


O líder do MLSTP-PSD e primeiro-ministro cessante de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, diz acreditar “piamente” no voto de confiança dos são-tomenses para continuar o que descreve como “ciclo virtuoso para o desenvolvimento” do país. Na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro, Jorge Bom Jesus pede "maioria absoluta" e faz um balanço positivo do seu mandato, argumentando que o seu governo “prestou muita atenção às pessoas” em tempos de pandemia e crise. RFI: Que balanço faz do mandato cessante? Jorge Bom Jesus, Líder do MLSTP-PDS: Primeiro, nós salvámos vidas. E naturalmente que salvámos o emprego, salvámos a dignidade das pessoas e, neste momento, estamos já na saída da pandemia, não obstante toda a problemática internacional, o contexto da crise, da guerra, da subida dos preços, entre outros. Nós conseguimos estabilizar a doença com ajuda dos parceiros internacionais naturalmente, contámos com um grande cordão de solidariedade e generosidade durante este período. Contámos também com, digamos, a entrega, a abnegação do governo, outros órgãos de soberania e, sobretudo, da nossa população da nossa diáspora. De facto, conseguimos vencer, entre aspas, a doença. Também durante este período salvámos o emprego, pudemos subsidiar as empresas de forma a que não houvesse despedimentos em massa, nós apoiámos o sector informal, portanto, as palaiês [vendedoras ambulantes], os motoqueiros, os pequenos empresários, os artesãos, entre outros. Aumentámos o salário mínimo de 1.100 dobras para 2.500, aumentámos a pensão mínima em mais de 200 dobras, de 600 para 800 dobras. Portanto, o governo prestou muita atenção às pessoas, ao capital humano. Saúde, educação, a protecção social, houve muito investimento feito a esse nível porque acaba por ser o maior activo de São Tomé e Príncipe. Somos escassas 220 mil almas. A diferença entre o MLSTP, este governo, e os outros, é precisamente a primazia que nós damos ao sector social, a dignificação dos são-tomenses através de vários projectos às famílias. Neste momento, nós estamos a apoiar 16.000 famílias através de apoio social com cerca de mais de 50 euros por mês. É por isso que acha que os são-tomenses vão voltar a confiar em si? Acredito que sim. Piamente. Este governo aumentou, em plena pandemia, o salário mínimo em mais de 100%, sem esquecer os vários apoios que nós temos dado. Portanto, os são-tomenses saberão reconhecer todo o esforço que nós fizemos para dignificar e quebrarmos, digamos, os paradigmas e abrirmos um novo ciclo virtuoso para o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. Como perspectiva os próximos desafios, nomeadamente na saúde, na energia, no emprego? Criámos as condições para, sobretudo, dar início aos projectos estruturantes: o porto de águas profundas, a nossa ilha precisa de um porto acostável, de um porto de águas profundas para poder alavancar o seu desenvolvimento. Em termos de energia, nós já inaugurámos a transição energética a partir de um projecto-piloto do PNUD, mas temos vários outros projectos em termos de energias limpas com o sector privado, nalguns casos, associação público-privada. Inaugurou, em Agosto, a primeira central fotovoltaica do país. Ao mesmo tempo, este é o ano do primeiro furo petrolífero na zona económica exclusiva. Isto não é andar para trás? Não, creio que não. Nós estamos a tomar todas as precauções e naturalmente este petróleo acaba por ser uma bênção também para podermos aplicar noutras áreas de desenvolvimento. Sabe, estas ilhas são ilhas verdes de esperança e queremos ser os verdadeiros amigos do ambiente. Tudo o que nós fazemos é salvaguardando o nosso ambiente, mas vamos precisar desta dádiva da natureza para podermos alavancar outros aspectos e tirando sempre ilação dos erros que os outros cometeram. Nós estamos numa sub-região, Golfo da Guiné, há muitos países que já exploram o petróleo e vamos naturalmente acautelar com os erros cometidos. Um grande problema em São Tomé e Príncipe é o acesso aos cuidados médicos. Quais os projectos? Nós depois de termos ultrapassado este período da pandemia, em primeiro lugar, com o apoio do Fundo Global, vamos ter que investir ao nível do HIV-Sida, a malária e a tuberculose nos próximos quatro anos. Mas também há um projecto de reabilitação, modernização do Hospital Ayres Menezes, é um projecto antigo, com alguma polémica à mistura mas, neste momento, nós já conseguimos resgatar o projecto, já há um desenho feito, a associação de uma empresa internacional e empresas locais. Neste momento, está lançado o concurso público e esperamos poder investir nesse hospital cerca de 17 milhões de dólares para modernizá-lo. O senhor primeiro-ministro chegou a admitir que a "nova maioria" composta pelo MLSTP/PSD, PCD-MDFM-UDD, sofreu um “ligeiro abalo” com a derrota do seu candidato na segunda volta das presidenciais, Guilherme Posser da Costa. Está disposto a fazer novamente alianças? O futuro a Deus pertence. O MLSTP há 22 anos que não governa sozinho, portanto, em maioria absoluta. Desta vez, estamos a pedir justamente a maioria absoluta. Estamos a pedir a maioria absoluta de forma a que o MLSTP possa estar mais confortável. Mas São Tomé e Príncipe é de todos nós. Estou aberto para, enfim, poder também negociar, em diálogo, seja em maioria, terei que conversar com os outros partidos porque temos de encontrar viabilidades para São Tomé e Príncipe. Algumas figuras eminentes do MLSTP-PSD que concorreram às presidenciais de 2021, ficaram de fora destas eleições, como a ex-primeira-ministra Maria das Neves, a ex-ministra dos Negócios Estrangeiros Elsa Pinto. Havia uma divisão no partido? Houve uma limpeza? Não, de forma nenhuma, de forma nenhuma. O MLSTP é um partido grande, é um partido de gerações que está a comemorar os seus 50 anos este ano e tem espaço para toda a gente e tem sido uma escola de democracia. Temos estado a trabalhar ao nível da congregação, da unidade, da coesão interna e o que acaba de dizer não corresponde à realidade. Ainda no último fim-de-semana eu estava no congresso da JMLSTP [Juventude do MLSTP] de Água Grande de mãos dadas com a camarada Elsa Pinto e que está neste momento no terreno a trabalhar. Esse é o espírito do MLSTP. Naturalmente nós continuaremos a conversar e a ir buscar outros camaradas também porque o objectivo é, de facto, encontrarmos uma solução para o país e todos somos poucos, não é, todos não somos demais para a ingente tarefa que nos espera. Neste mandato houve vários diferendos com o Presidente da República, por exemplo, na aprovação do código das actividades francas e offshore, no recenseamento eleitoral, na exoneração do governador do banco central. Como é que perspectiva a nova coabitação? Em São Tomé e Príncipe somos todos parentes, somos todos primos e eu acho que estamos condenados a trabalhar em conjunto. Ao nível dos órgãos de soberania, é verdade que há separação dos poderes, mas há uma interdependência. Todos os órgãos, respeitando as balizas constitucionais, vamos ter que trabalhar. Portanto, é nessa perspectiva que vai-se melhorando aquilo que estiver menos bem feito. E acredito que sim, eu sou um homem de diálogo, se assim não fosse teria muita dificuldade em terminar a legislatura em coabitação, por um lado, e, depois, com uma coligação de quatro partidos. Em Dezembro, o Movimento de Cidadãos Independentes instou o Presidente da República a demitir o senhor primeiro-ministro face às denúncias do ex-presidente Fradique Menezes de que os partidos da "nova maioria" criaram uma firma para comercialização do arroz oferecido pelo Japão. Estas suspeitas mancharam, de algum modo, o seu trabalho? No calor de um congresso, creio eu, de forma leviana, foi lançada esta calúnia contra o governo, mas isto não teve pernas para andar. Não corresponde à verdade o que disse o Presidente na altura. Inclusivamente houve desculpas que foram dadas depois e tudo isso. Esse caso está ultrapassado.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às eleições legislativas: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. Na sequência das legislativas de 2018, o MLSTP/PSD e a coligação PCD-UDD-MDFM formaram a chamada “nova maioria” e constituíram governo, liderado por Jorge Bom Jesus. Nessas eleições, o ADI foi o partido mais votado, com 25 deputados, seguido pelo MLSTP/PSD, que conseguiu 23 assentos. A coligação então formada pelo PCD, pela UDD e o MDFM foi a terceira formação mais votada, obtendo cinco mandatos. O MCI/PS ocupou dois lugares no Parlamento. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Podcast.HR - Cijela kolekcija
Koji dodaci prehrani su čisto bacanje novca?

Podcast.HR - Cijela kolekcija

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022


Fita Isoladora
O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder: esta série é 'woke'? "Discutir isto não já não faz sentido nos dias de hoje" | Filmes em Série

Fita Isoladora

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 44:41


'Os Anéis do Poder' é a nova adaptação multimilionária do mundo d''O Senhor dos Anéis'. Os Anéis do Poder são dos objetos mais importantes da obra de fantasia e a sua criação são o foco da nova série da Amazon Prime. Com uma temporada que custou milhões, será que tanto dinheiro compensou? E as críticas à introdução de maior diversidade neste universo, fazem qualquer tipo de sentido? Marina Monteiro junta-se novamente ao painel para analisar o arranque da produção. O 'Filmes em Série' é o podcast de sexta-feira do Espalha-Factos. Este episódio é conduzido por Tiago Serra Cunha e João Malheiro. Segue o Espalha-Factos: Site: https://espalhafactos.com/ | Facebook: https://www.facebook.com/EspalhaFactos | Instagram: http://instagram.com/espalhafactos | Twitter: http://www.twitter.com/espalhafactos

Isto Não É - PodCast
ATIVAÇÃO DO TERCEIRO OLHO - KARYEL ORACULOS - CARTAS CIGANAS AO VIVO - Isto Não É #226

Isto Não É - PodCast

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 235:00


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ibab - igreja batista de água branca
Isto é o meu corpo | Fellipe Dos Anjos

ibab - igreja batista de água branca

Play Episode Listen Later Sep 8, 2022 42:01


Mensagem do dia 04 de Setembro de 2022 por Fellipe Dos Anjos Isto é o meu corpo | 1 Coríntios 11. 23-27 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais: www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab

EconOlívia
#52 - O salário da enfermagem está na UTI!

EconOlívia

Play Episode Listen Later Sep 7, 2022 23:48


A classe dos enfermeiros sofreu na última semana ao tentar reivindicar o piso salarial da categoria. Um sofrimento que já vem prejudicando toda nossa rotina) Todo aumento de salário requer um estudo detalhado da empresa para observar seus indicadores de lucro e produção. Além disso, nem todos os empresários conseguem bancar aumento/ajustes de salários para seus colaboradores. Isto possiblita 3 cenário diferente para o empregador/eleitor. Ficou curioso? A gente comenta sobre isso nesse novo episódio do EconOlívia! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/econolivia-podcast/message

Radijo
RADIJO: Pank Trepezarija #19

Radijo

Play Episode Listen Later Sep 7, 2022 55:26


U novoj epizodi podcasta Pank Trepezarija, Minel Abaz Mima i Arnel Šarić pričaju o predizbornoj kampanji. Podrži nas na http://www.patreon.com/arnelsaric  Pišite nam na radijo@onajkojikuca.com Potražite nas na Trepezarija Discordu. Sharan ovih dana fura TikTok. Prijatelji Pank Trepezarije: PiBrewery Shop Print Mania Slušaj gdje god i na www.onajkojikuca.com Disclaimer: Svi stavovi izneseni u podcastu su isključivo stavovi onoga ko ih iznosi. Kompanije navedene kao prijatelji podcasta promovisane su na inzistiranje voditelja Arnela Šarića, u sklopu inicijative promovisanja kvalitetnih bh. proizvoda malih biznisa, te one mogu i ne moraju podržati stavove iznesene u ovoj ili bilo kojoj drugoj epizodi podcasta Pank Trepezarija.  Isto tako, tim Pank Trepezarije ne odgovara za proizvode, aktivnosti ili djelovanja kompanija koje su navedene kao prijatelji podcasta.

Ciência
Desertificação culpada por incêndio “catastrófico” na Serra da Estrela

Ciência

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 8:31


Em Agosto, a Serra da Estrela, pulmão de Portugal, ardeu durante 11 dias, queimando 52% desta região que inclui cerca de 2.200 quilómetros de Parque Natural, classificado como Geopark Mundial da UNESCO. Uma das principais causas destes grandes incêndios, segundo a organização não-governamental do Ambiente, Quercus, uma das razões é a desertificação do interior do país e abandono da agricultura. Um incêndio “terrível” e “catastrófico”, segundo classificou Rui Cunha, membro da direção Nacional da Quercus. Esta organização Não Governamental de Ambiente dedicada à preservação do Ambiente pediu que as razões deste grande incêndio fossem esclarecidas, assim como a ação da AGIF - Agência para a Gestão Integrada dos Fogos. "Quem vai à Serra da Estrela hoje vai ver um território todo queimado, uma grande parte do Parque Natural ardeu e é a primeira vez que a Serra da Estrela tem um incêndio desta envergadura nos últimos anos. É terrível e é catastrófico e tem a ver também, quanto a nós a nível da Quercus, coma forma como têm sido geridas as áreas protegidas", explicou o especialista. Em entrevista à RFI, Rui Cunha, diz que a desertificação deste Parque, a introdução de arvores exóticas como o eucalipto e o fim das práticas da agricultura vão continuar a ameaçar não só a Serra da Estrela, mas todas as florestas de Portugal. "As áreas protegidas, especialmente os parques naturais em Portugal, caracterizam-se por ter população e a população residente nestes parques tem vindo a decair e tem também vindo a abandonar a agricultura tradicional. Isto que acontece não só na Serra da Estrela, mas no país inteiro tem muito a ver com este exôdo demográfico porque de facto eram as populações residentes que em grande parte faziam com que não houvesse estes fogos de grande intensidade", indicou Rui Cunha. Rui Cunha, membro da direção Nacional da Quercus, que recomenda ao Governo português um mapeamento das florestas e um reforço da floresta autóctone para evitar grandes fogos nos próximos anos. Do forma a lidar com as consequências deste incêndio, o Governo declarou a situação de calamidade por um ano para o Parque Natural da Serra da Estrela, com o Executivo a reconhecer a necessidade de intervenção urgente junto dos concelhos mais afectados, onde tenha ardido mais de 10% do teritório como Manteigas, Guarda, mas também Covilhã, Celorico da Beira e Gouveia.

Padre Rodolfo Morbiolo
No Caminho da Palavra TERÇA 06 de setembro

Padre Rodolfo Morbiolo

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 1:00


*Tempo Comum - Terça.* Leituras: 1Cor 6,1-11 - Sl 149 - Lc 6,12-19. Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus (Evangelho Lc 6,12). #Mensagem Quanta intensidade tem a oração de Jesus. Antes de tomar a decisão importante de chamar seus discípulos, Ele ora. Isto não significa que retira a liberdade de cada um deles: um dos chamados será Judas Iscariotes, que O vai trair. Mesmo assim, Ele o chamou para que se cumprisse nele toda a vontade do Pai. Nem sempre as coisas seguem como desejamos ou como esperamos quando oramos. A verdadeira oração que brota do coração acende em nós a fé expectante, que opera o milagre de colocar-nos em pé para seguir com plena doação de si. Meditemos. Padre Rodolfo. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pe-rodolfo-morbiolo/message

Fricção Científica
Emissões de gases efeito estufa aumentam

Fricção Científica

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 1:48


Relatórios americano e europeu dão conta de um aumento dos gases efeito estufa na atmosfera. Isto contribui para a acelereção das alterações climáticas no planeta

Alta Definição
Nuno Pereira: “Nunca disse a ninguém que tenho saudades da minha mãe”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Sep 4, 2022 47:34


“Não vou conseguir ultrapassar isto a minha vida toda”, confessa o jornalista da SIC sobre a morte da mãe. “Acabei por ter que aceitar isto sendo o brincalhão, o palhaço, mas eu não aceito.” Emocionado, Nuno Pereira, que assina com Joana Latino o Olha a Festa, recorda os últimos anos a cuidar da sua mãe e o orgulho que ela tinha no seu trabalho: “Queria sempre saber em que terra eu estava.” O jornalista recorda também o tempo em que esteve como enviado especial à Ucrânia e conta episódios que nunca contou na televisão: “Isto é tão viciante, o facto de conseguires levar ao mundo a realidade pura e dura”, exalta. O Alta Definição foi exibido na SIC a 3 de Setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
É irmã mais velha? Se calhar vai-se identificar com isto

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Aug 29, 2022


É irmã mais velha? Se calhar vai-se identificar com isto Full2235http://podcastmcr.iol.pt/rcomercial/8Z0LF9YK-4AUB-4HTX-P7HP-CMJZJ5PBH0FG.mp3

Alquimia da Mente
366 - FAÇA ISTO Durante 7 Dias para Manifestar o FUTURO QUE VOCÊ QUER!

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Aug 27, 2022 12:27


FGcast
FGcast #268 - Toy Story - Um Mundo de Aventuras (Toy Story, 1995)

FGcast

Play Episode Listen Later Aug 25, 2022 106:20


O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um caubói que é também o brinquedo predileto de Andy, eles montam uma escuta que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre eles está Buzz Lightyear, o boneco de um patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção do garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz também para limpar sua barra com os outros brinquedos. SIGA O FILMES E GAMES: Podcast: https://anchor.fm/fgcast Spotify: https://open.spotify.com/show/5KfJKth Instagram: https://www.instagram.com/filmesegames Facebook: https://www.facebook.com/filmesegames/ Twitter: https://twitter.com/filmesegames

Devocional Elegante Sempre
Devocional Elegante Sempre 22.08

Devocional Elegante Sempre

Play Episode Listen Later Aug 22, 2022 2:43


Leia Marcos 5 “Não fazendo caso do que eles disseram, Jesus disse ao dirigente da sinagoga: "Não tenha medo; tão-somente creia". Marcos 5:36 Reflita: Somente fé Jesus ressuscita a filha de Jairo de 12 anos instantes depois de curar a mulher com fluxo de sangue há 12 anos. Na Bíblia não existem acasos. O Senhor quer nos mostrar que não importa a nossa idade ou há quanto tempo lidamos com um problema, precisamos manter nossa fé continua porque independentemente da situação Deus nos oferece as mesmas respostas. 1º)O Senhor vê você - Jairo pede com insistência e desespero: Minha filha está morrendo. Não há tempo a perder. O que Jesus faz? “Jesus foi com ele”. Isto é, Jesus lhe dedica tempo, atenção, cuidado. No caminho a mulher com fluxo de sangue toca nele. O que Jesus faz? Jesus prestou atenção ao toque, parou no meio da multidão, gastou tempo com ela. Em ambos os casos, a resposta de Cristo foi exatamente: tempo e atenção. Jesus vê você. 2º)O Senhor lança fora o medo - Jairo está aterrorizado, pois a filha morreu. O que Jesus faz? Jesus lhe pede que troque o medo pela confiança. Jesus diz para a mulher que a fé dela a curou. Esta crença é salvadora porque se fundamenta em Cristo. Crer é acreditar com total convicção. Jesus oferece confiança, esperança e, por isso, podemos nos livrar do medo. Não importa o tamanho ou o tempo dos problemas que lidamos, a resposta para todos eles é confiar em Jesus. Ore: Pai amado, obrigada porque o Senhor me vê e me livra dos medos. Não importa há quanto tempo luto com um desafio. Se há anos ou há pouco tempo. Que eu possa renovar a minha confiança em ti hoje.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Não é bom que o homem esteja só. Mas, sabei isto: - Meditação Matinal 22/08/22

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Aug 22, 2022 14:58


"Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque diz, serão dois uma só carne. Mas o que se ajunta com o SENHOR é um mesmo espírito." I Coríntios 6:16-17

Inteligência para a sua vida
#743: COMO GANHAR NO FINAL, SEMPRE - GARANTIDO! (SE FIZER ISTO)

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 11:00


Sua escolha precisa ser feita agora. "Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á." - Jesus em Mateus 16:25

Inteligência para a sua vida
#734: ADIANTA GOSTAR DO QUE EU FALO E FAZER ISTO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 29, 2022 10:32


É a prática da Palavra que mostra Sua eficácia.

Inteligência para a sua vida
#735: NUNCA MAIS SE SENTIRÁ FRACO, DESANIMADO SE FIZER ISTO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 29, 2022 7:09


Se você deseja que sua vida mental seja FORTE, é necessário que você passe a filtrar o que entra nela.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Tomem nota que isto sai para o teste

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 28, 2022


Tomem nota que isto sai para o testeFull2255http://podcastmcr.iol.pt/rcomercial/QW14ZZKP-CTPJ-MFUH-74I9-UJKJ4VAFF3CD.mp3

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Tenho de meter isto no universo dos amigos

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 27, 2022


Tenho de meter isto no universo dos amigosFull2253http://podcastmcr.iol.pt/rcomercial/D89QFXZO-Z5W5-8R13-UHQU-HVS5KTPFQFJ1.mp3

Christo Nihil Praeponere
Homilia Diária | As demoras de Deus são fontes de salvação (Sábado da 16.ª Semana do Tempo Comum)

Christo Nihil Praeponere

Play Episode Listen Later Jul 23, 2022 5:02


Deus tudo faz no tempo certo e conveniente; somos nós que, apressados e impacientes, esperamos que o mundo se submeta ao ritmo de nossos desejos e expectativas. Isto se dá tanto no nível da história da Igreja, na qual crescem juntas a boa e a má semente, quanto na história pessoal de cada alma, que deve passar por um processo longo e exigente de purificação. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para este sábado, dia 23 de julho, e entenda o sentido salvífico das demoras de Deus! → Conheça de verdade o centro da vida espiritual católica. Saiba mais em: https://bit.ly/aula-com-ppr-sc

Inteligência para a sua vida
#729: FAÇA AS PAZES COM ISTO LOGO E SERÁ MAIS FELIZ

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 22, 2022 10:36


Vida ideal neste mundo não existe. Você está pronto para encarar esta realidade?