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Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o Esporte em Foco desta semana conversou com exclusividade com a maior referência feminina brasileira no automobilismo: Bia Figueiredo. A pilota tem uma grande e vitoriosa carreira nas quatro rodas, dentro e fora do Brasil. Na temporada 2026, ela disputa a Copa Truck, tradicional competição brasileira de caminhões, e é inspiração para as mulheres que sonham em trabalhar no automobilismo. Marcio Arruda, da RFI em Paris Bia, que já tem título nesta categoria, começou no automobilismo ainda criança. Ela contou que hoje sabe que seu papel nas pistas vai muito além de pilotar em alta velocidade. “Quando comecei a correr com 8 anos de idade, meu sonho era correr num grande nível profissional. Eu não tinha um grande entendimento desse negócio de ser mulher. Queria ser um grande piloto", lembra. A pilota ressalta que "no automobilismo, homens e mulheres competem juntos". Durante sua carreira, ela foi "competitiva, na maioria das vezes, desde o kart, vencendo em todas as categorias, disputando o título da Fórmula Renault e andando na frente na Fórmula 3. Nos Estados Unidos, na Indy Light, a gente disputou o título e ficamos em terceiro no campeonato. Eu fui a primeira mulher a ganhar na categoria". A Fórmula Indy foi a competição mais sofrida "porque a gente andou em equipes pequenas. Depois, mesmo tendo andado na equipe Andretti, as coisas não encaixaram. Cheguei a andar entre os cinco primeiros em São Paulo, mas o bom resultado não aparecia. E mesmo sendo mulher, a gente precisa de bons resultados", conta Bia Figueiredo. "Depois voltei ao Brasil e disputei a Stock Car. Aí eu fiz uma pausa na minha carreira na pandemia para ter filhos e voltei para acelerar; primeiro de TCR e depois na Copa Truck. Mas só depois de muitos anos nesse esporte é que as pessoas começaram a falar de mim como a primeira mulher que fez isso, fez aquilo… foi aí que eu percebi a dimensão do quanto isso era importante para as mulheres”, completou. “Quando eu coloco o capacete, eu não penso nisso. Entendo a importância e fico feliz de ter conquistado tudo o que conquistei como piloto e como mulher.” Projeto "Girls on Track" Atualmente, Bia concilia o trabalho de pilota com uma atividade que não exige velocidade, mas requer talento e competência. A brasileira é a representante para a América do Sul do projeto "Girls on Track" da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), que está sediada em Paris. Bia também foi convidada pelo presidente da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), Giovanni Guerra, a presidir a comissão feminina da entidade. “Eu me tornei membro da comissão de mulheres da FIA representando a América do Sul, comecei a colocar em prática os projetos do 'Girls on Track' aqui no Brasil e foi um sucesso. A partir daí, o Giovanni Guerra decidiu criar a comissão feminina de automobilismo. Foi quando eu chamei a publicitária Bruna Frazão e a engenheira mecânica Rachel Loh para me ajudar com os projetos. A Bruna saiu no ano passado para focar em outros objetivos. A Rachel continua comigo até hoje liderando a comissão feminina”, explicou. Bia Figueiredo disse que forma uma parceria com Fabiana Ecclestone, que é vice-presidente da seção para a América do Sul da FIA e esposa de Bernie, ex-proprietário da Fórmula 1. “Eu tenho, junto com a Fabiana Ecclestone, tentado fazer um trabalho para que outros países da América do Sul criem comissões femininas para conquistarem seus espaços, mas sempre com o apoio das confederações nacionais", afirma. O objetivo dos projetos "Girls on Track" da FIA e da CBA é inserir cada vez mais mulheres no automobilismo. E tem dado certo. “Hoje existem vários movimentos legais para trazer as mulheres para o automobilismo. Muitas categorias e até mesmo a própria FIA têm um incentivo muito grande para termos essa equalização para que mais mulheres se interessem pelo esporte a motor. E aí eu vejo nas categorias de base que tem mais meninas começando, existe mais interesse, temos mais meninas para trabalhar no automobilismo, mais seguindo e acompanhando… começando pela Fórmula 1 e chegando a outras categorias. A gente precisa de muito interesse na base para que a gente possa encontrar grandes talentos no automobilismo em várias áreas. Eu até brinco que na minha época, se existisse esse incentivo, eu nem sei como teria sido a minha carreira. Hoje tem muito mais oportunidades do que tive. Eu acho que é um movimento sensacional que só ajuda o aumento de participação”, opinou. Acostumada a sempre competir contra homens, Bia Figueiredo acredita que a criação da F1 Academy, categoria que reúne um grid formado inteiramente por mulheres, sem a participação de qualquer homem, dá novos estímulos às jovens pilotas. “O automobilismo não exige força física. É fato que existe um trabalho grande na parte de musculatura para as meninas; o mesmo não ocorre com os meninos. Sei que já corri em alto nível sendo mulher, então eu acho isso possível. Tudo depende de dedicação. Como eu sempre corri com homens, eu acho normal. Mas, por fim, não acho negativo haver uma separação, como acontece na F1 Academy. Esta categoria é hoje uma baita oportunidade para as meninas terem uma chance de competir em alto nível e fazer seus nomes e fama para dar continuidade às suas carreiras. E elas acabam virando referência para jovens meninas. Apesar de tudo isso, na minha opinião, nenhuma menina que hoje está na F1 Academy vai chegar à Fórmula 1 porque não estão preparadas para isso”, afirmou. Fórmula 1 Mas se nenhuma pilota da F1 Academy chegará à categoria máxima do automobilismo, será que alguma brasileira tem chance de brilhar nas pistas nos próximos anos e, quem sabe, um dia estar no grid da Fórmula 1? “A Vicky Farfus, que é filha do Augusto Farfus, piloto brasileiro que continua brilhando nas pistas europeias. Ela, que é apoiada pela Iron Dames, largou em terceiro no último mundial de kart. Logo no início, jogaram ela para fora. Ela voltou para a pista, veio lá de trás e chegou em quarto lugar. Esse foi o melhor resultado de uma menina no mundial de kart. Para mim, entre as mulheres, é ela quem pode chegar à Fórmula 1”, aposta Bia. Leia tambémJovem brasileiro Rafael Câmara é aposta da Ferrari para futuro da F1 A brasileira também aposta em uma jovem tcheca, que é filha do finlandês bicampeão mundial de F1 e já integra o programa de jovens talentos da McLaren. “Também tem a Ella, que é filha do Mika Hakkinen. Ela é um supertalento que está andando bem na Europa”, garantiu Bia. Leia tambémUm novo Barrichello estreia na F3 sonhando com a Fórmula 1 Com tantos projetos que estimulam a presença e a participação feminina no automobilismo, Bia Figueiredo confia que haverá mais mulheres nos paddocks dos autódromos pelo mundo nos próximos anos. “Com certeza a presença feminina e o interesse de mulheres no automobilismo aumentou bastante. Hoje quando entro no paddock da Fórmula 1, tem muito mais mulheres trabalhando, organizando e mexendo nos carros. Mesmo que você ainda tenha poucas mulheres no esporte a motor, já ajuda muito outras mulheres a se sentirem mais confortáveis nesse ambiente. Uma menina de 10 ou 12 anos quando entra num boxe de um autódromo e não vê uma mulher, o inconsciente dela diz que aquilo não é para ela porque ali só tem homens. Por outro lado, se ela vê mulheres, já chama atenção e ela pensa: ‘olha que legal, eu posso ser uma engenheira, uma mecânica'. Isso ajuda, a longo prazo, a termos mais mulheres nesse meio e a deixar o ambiente mais aberto para elas”, disse Bia. A imagem do automobilismo ligada somente a homens já não existe mais e nem dá para ver pelo retrovisor. Lugar de mulher é onde ela determina; inclusive no automobilismo. Torcendo nas arquibancadas ou trabalhando nos boxes e nas pistas.
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez un hombre que había estudiado durante años sobre un tema que pocos en el mundo tomaban en serio. Este hombre vivía y trabajaba en su laboratorio en un barrio a las afueras del pueblo. El polvo del barrio olvidado se adhería a las ventanas creando una atmosfera lugubre y desordenada, pero adentro, el mundo estaba hecho de geometría, paciencia y seda. El aracnólogo no era un científico común; era un coleccionista de lo imposible. Su estudio, oculto entre fábricas paralizadas, casas de lata y jardines marchitos donde ya no cantaban los pájaros, parecía flotar dentro de una nube gris de hierro y herrumbre . La poca luz que entraba por aquellas ventanas sucias estaba tamizada por miles de telarañas que él mismo, con el tiempo, había aprendido a cultivar.Con sus precisas pinzas de plata, el hombre pasaba las horas atrapando maravillas que desafiaban la biología en sus propias redes. Las había observado, sentido y finalmente atrapado. En frascos de cristal sin tapa, albergaba a sus mayores triunfos:· La araña filosófica, que en lugar de moscas atrapaba silogismos en el aire y tejía redes en forma de interrogación.· La araña crisantémica, cuyos hilos estallaban en flores amarillas y frágiles cuando la rozaba el viento frío del otoño.· La temible araña de la fiebre delirante, que vibraba con un calor iridiscente, tejiendo pesadillas incomprensibles y que muchas veces se hacia presente en los momentos en que los hombres más necesitaban paz y tranquilidad· La horrible araña paciente. Aquella que era capaz de esperar y esperar sin moverse por días, semanas y meses, sabiendo que algún día su presa caería en su telaraña. El aracnólogo se creía el amo absoluto de los hilos Queria encontrar la forma de combinar algunas de sus arañas para así tener un ejemplar que al mismo tiempo llegara a ser increíble. Pasaba las madrugadas en blanco, encorvado sobre su escritorio, diseñando en su mente y en sus libretas nuevas especies de arácnidos, buscando la perfección absoluta entre el terror y la belleza.Hasta que una noche de tormenta seca, la gran red central que cruzaba de lado a lado su cuarto de trabajo tembló.No fue el tirón errático de una presa desesperada, ni el zumbido de un insecto atrapado. Fue una vibración rítmica, pausada, casi musical. El aracnólogo tomó sus pinzas, con el pulso acelerado por la curiosidad, y se acercó a la penumbra de los visillos de seda.Allí, suspendida en el centro exacto de su trampa más sutil, estaba la mujer araña.No era una aberración anatómica, sino un ser de una belleza abrumadora. Al ver al investigador acercarse con sus pinzas amenazantes, ella no se retorció. En lugar de luchar contra los hilos pegajosos, utilizó la tensión de la red como un escenario en el cual ella se presentaba con todas sus virtudes. Sus extremidades, pálidas y precisas, comenzaron a trazar en el aire una danza seduciente. Era el baile atávico y antiguo de una mujer desnuda que no conoce el miedo, moviéndose al compás de una música que solo ella escuchaba.Cada giro, cada extensión de sus brazos, desbarataba las leyes de la telaraña. No estaba atrapada; estaba tejiendo un hechizo directamente sobre la mirada del hombre que solo podía pensar en aquel ritmo mágico y alucinante.El aracnólogo sintió, por primera vez en su vida, que el hilo de su propia voluntad se cortaba. Las pinzas de plata cayeron de su mano y golpearon el suelo de madera con un eco metálico, rompiendo el silencio del barrio de las cocheras vacías.Comprendió en ese instante que todos los diseños de sus libretas, todas las arañas irónicas y
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente americano, Donald Trump, vai participar de uma cerimônia para receber os corpos dos soldados mortos na guerra contra o Irã. A informação foi confirmada pela porta-voz da Casa Branca, que também reiterou o objetivo americano de destruir o programa nuclear do país. Trump e assessores já discutem planos para o pós-guerra. O secretário de Defesa informou que o homem apontado como responsável por planejar um ataque contra Trump foi morto nos bombardeios. E ainda: Últimos foragidos por estupro de adolescente se entregam à polícia no Rio.
TEMPO DE REFLETIR 01693 – 4 de março de 2026 João 14:27 – Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não a dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Como diferem os dons de Deus e os dons deste mundo? Jesus afirma que Ele dá a paz, mas que o dom tem uma quantidade diferente das coisas que o mundo dá. Jesus ensinava continuamente os valores eternos. O mundo representa transição e mudança. Seus dons duram pela eternidade. Aqueles que aceitam as Suas dádivas não permitirão que o mundo os desvie ou desanime. Como muitos outros, ele apareceu na extremidade da multidão que rodeava Jesus. Ele ouviu. O ensino de Jesus o inquietou. Sentiu em Jesus algo que o mudaria por todo o tempo. Finalmente chegou o momento de fazer a pergunta: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” Queria uma garantia de que herdaria as promessas feitas a Israel. Jesus apresentou-lhe as respostas costumeiras da época. Pela obediência o israelita fiel encontraria vida. Mas o príncipe não ficou satisfeito. Deveria haver mais do que isto. Não haveria alguma ação adicional que penderia a balança em seu favor? O príncipe permitiu que o mundo roubasse suas perspectivas de alegria. O Espírito o havia inquietado, levando-o a conhecer sua necessidade. Que momento de decidir-se! Ele perturbou-se, o mundo o perturbou, mas ele recusou a paz do concerto eterno. Dez anos a partir daquele dia, será que ele lembraria do seu momento de oportunidade? Ainda o mundo o perturbava? Ainda sentia ele aquela carência? Talvez ele não tenha feito mais qualquer pergunta. Tinha herdado a riqueza, devia lutar também pela vida eterna? Sim, os dons deste mundo podem insensibilizar os aguilhões do Espírito. Uma consciência calma não é necessariamente uma boa consciência. Os dons de Jesus não têm permanência. nEle o perturbado torna-se jubiloso. O jovem rico retirou-se com tristeza no coração. Mediu o preço da alegria e a rejeitou. Para ele, triste história, nunca haveria alegria após tristeza, mas haveria para sempre tristeza após tristeza. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, todo o dia precisamos estar cientes das decisões que são tomadas. Que todas as decisões relativas ao mundo presente e futuro sejam de acordo com a Tua vontade. Por favor, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
RIP Jim Carrey; pré-match da III Guerra Mundial; deixem o Luís (ver Sport TV enquanto está a) trabalhar; rescaldo da 2ª semifinal e apostas para a final do Festival da Canção.
6 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite3 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento4 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi5 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi36 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)
Fazemos um balanço dos altos e baixos de 2025, as maiores surpresas, decepções, as narrativas inesquecíveis, os momentos mais marcantes, os maiores injustiçados do ano e várias outras categorias! Além, é claro, de batermos o martelo sobre o tema do ano, conferirmos o saldo das previsões feitas pra 2025 e deixarmos registradas as apostas para 2026. 00:01:52 - Tema do ano 00:29:15 - Jogos que Queria ter Jogado Mais 00:56:27 - Melhor Jogo de Outro Ano 01:23:51 - Jogo Mais Bonito 02:04:38 - Melhor História 02:15:27 - Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 02:29:30 - Fim do Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 02:30:03 - Spoiler de Blue Prince 02:39:02 - Fim do spoiler de Blue Prince 02:39:13 - Spoiler de Silent Hill f 02:53:43 - Fim do spoiler de Silent Hill f 03:04:42 - Melhor Mecânica 03:50:53 - Coisa Mais Idiota 04:09:24 - Spoiler de Death Stranding 2: On the Beach 04:10:20 - Fim do spoiler de Death Stranding 2: On the Beach 04:19:59 - Maior Decepção 04:58:46 - Maior Surpresa 05:27:27 - Melhor Momento 05:46:19 - Spoiler de Blue Prince 05:53:44 - Fim do spoiler de Blue Prince 05:54:11 - Spoiler de Despelote 05:56:45 - Fim do Spoiler de Despelote 05:58:59 - Spoiler de Split Fiction 06:01:36 - Fim do Spoiler de Split Fiction 06:01:57 - Spoiler de SIlent Hill f 06:03:20 - Fim do Spoiler de Silent Hill f 06:06:04 - Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 06:18:31 - Fim Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 06:18:39 - Esquecidos do Ano 06:58:45 - Pontuando Apostas de 2025 07:01:22 - Resultado do Sushi 07:06:20 - Resultado do Rafa 07:11:53 - Resultado o André 07:14:53 - Resultado do Tengu 07:17:46 - Apostas de 2026 do Sushi 07:26:56 - Apostas de 2026 do Rafa 07:34:51 - Apostas de 2026 do André 07:42:21 - Apostas de 2026 do Tengu Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez un hombre que tenía al mismo tiempor una gran arte y una gran frustración, siendo el gran escultor de Chipre todos reconocían en el su capacidad de crar hermosas figuras pero su gran frustración era que ninguna mujer en todo Chipre le parecía suficiente para su gusto. Ahora el se encontraba entrando a la oficina de aquel medico que supuestamente lo iría a tratar de alguno de sus males y allí la vio. Ella estaba en la sala de espera, posiblemente ansiosa a que la hicieran pasar y El destino, que alguna vez había convocado a dioses y milagros lo llevaba a encontrarla en aquel lugar. Pigmalión la reconoció por el lóbulo de la oreja. Recordaba haber pasado tres días enteros puliendo ese lóbulo, eligiendo el grano más fino de la lija para que el mármol capturara la luz de la tarde. Ahora, sin embargo, esa oreja sostenía un pendiente de mal gusto y la piel que la rodeaba tenía una pequeña mancha que denotaba el mal uso de aquel lóbulo perfecto«Se está estropeando», pensó él con la crueldad clínica de un artista. «Mi obra maestra se está echando a perder».La mujer que obviamente lo había visto ingresar se sintió perturbada por su presencia y aunque trataba de ignorarlo sentía su mirada constante sobre ella. Su nombre era Galatea y era la más bella mujer de todo Chipre sin duda alguna. No necesitaba levantar la vista para saber que él la estaba juzgando. Conocía muy bien como aquel hombre al que detestaba era quien mejor la podía observar y juzgar.. Era la misma densidad de la mirada que sentía cuando él la miraba en su taller, no con amor, sino buscando dónde corregir hasta el mínimo detalle que ella pudiera tener. La veía siempre como una obra en proceso y ella realmente ya estaba perfecta. En su mente de mujer beldad pensaba —Sigue mirándome como si fuera un bloque de piedra —pensó ella, apretando la mandíbula—. Nunca quiso una mujer. Querías un ser que sirviera como reflejo de su propio ego. Queria la más perfecta mujer posible. El silencio entre los dos era espeso, el frio de sus miradas podía sentirse en toda la habitacion.Pigmalión recordó la historia de aquella mujer. Siendo el el gran escultor de su tiempo había llegado a la creación de la más bella y perfecta mujer y cansado de las imperfecciones de las mujeres de Chipre sentía que ninguna era lo suficientemente perfecta para el. En cambio aquella era perfecta. Una figura como ninguna otra y con la mirada más enigmática que mujer alguna pudiera tener. Era ella toda suya era su Galatea. La perfección hecha piedra. Desesperado le hizo la plegaria a afrodita que le permitiera que aquella estatua de mármol fuera su propia mujer. Pigmalión recordó el momento exacto en que la piedra gracias a la intervención de la bella afrodita se volvió tibia bajo sus dedos. Sus ojos se posaron sobre el y su cuerpo frio y firme se convirtió en una figura dulce y suave. Fue el momento más glorioso de su vida. Pero ahora, viendo cómo ella tosía discretamente y se acomodaba el abrigo, se dio cuenta del error de cálculo en ese momento. El mármol era eterno; la carne al contario era una decepción constante. El mármol no criticaba ni sentía celos, El mármol no tenía reclamos constantes sobre cosas pequeñas y no te miraba con decepción cuando llegabas tarde.Ella por su parte al encontralo en aquella habigtacion recordaba aquel frio. Pero no el frio del marmo que antes podía sentir como su cuerpo. No Galatea recordaba El frío de no ser reconocida y ser ignorada en cada asunto de la vida. Recordaba como aquel famoso escultor la hacia sentir menos en cada ocasión social cuando se referia a ella como su creación. . A veces, cuando él l
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Ezequiel Capítulo 02 (Comentado) - Coragem para obedecer: "A verdade que ninguém queria ouvir ."
Assumindo-se “mais ensinante que investigador”, o biólogo Jorge Araújo lança “Diálogo sobre as alterações climáticas com os meus netos”, onde adverte para as crescentes migrações climáticasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Mercado do Filme do Festival de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, a sessão dedicada ao cinema brasileiro é sempre um dos momentos mais aguardados pelos realizadores que chegam à França para apresentar seus trabalhos. Para muitos, é a primeira vez em que seus filmes encontram uma plateia estrangeira. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand Quatro curtas paulistas selecionados pela associação Kinoforum, em parceria com a Spcine, foram exibidos na confortável sala George Conchon, um dos espaços mobilizados durante o festival. O programa abriu com "Xicas", de Asaph Luccas, que recebeu os aplausos mais calorosos da manhã. Na sequência vieram "Madrugada no Edifício Terezinha", de Cesar Cabral e Renato José Duque; "Sandra", estreia na direção da atriz Camila Márdila; e, encerrando o bloco, "Replikka", de Heloisa Passos e Piratá Waurá. Como é tradição do festival, a sessão não se limitou à exibição dos filmes. Depois das projeções, o público participou de uma conversa aberta com os realizadores, que detalharam processos de criação e escolhas estéticas. O destaque inicial ficou com "Xicas", curta que marcou a segunda participação de Asaph Luccas no festival francês e seu quarto trabalho na direção. A recepção calorosa refletiu o interesse do público pelo modo como o filme aborda identidades travestis sob uma perspectiva afetiva e política. A narrativa se desenvolve durante os preparativos do carnaval, e a realizadora, que até agora só havia assinado ficções, explicou o que exigiu o registro documental. “O nosso filme é costurado através da história de Chica Manicongo, que foi a primeira travesti não indígena do Brasil, trazida escravizada do Congo. Essa história se mescla muito com a nossa história de Brasil, com a nossa história de identidade de gênero. (...) Temos mulheres trans na política, mulheres trans médicas, mulheres trans que trabalham com prostituição. Foi muito importante mostrar como nós somos múltiplas.” Asaph Luccas espera que "Xicas" represente um voto de futuro para as identidades trans, para que elas estejam presentes em todas as esferas, no Brasil e no mundo, num momento em que disputam espaços políticos. “É um filme muito querido para mim e muito importante para todas as travestis que participam dele. Eu realmente acredito que o cinema serve como essa ferramenta para transformação social e para trazer luz para histórias marginalizadas e muitas vezes invisíveis.” Entre estética e experimentação O segundo filme da sessão foi "Madrugada no Edifício Terezinha", dirigido por Cesar Cabral em parceria com Renato José Duque. O curta chamou a atenção do público pela mistura entre animação stop motion e elementos filmados, criando uma estética híbrida incomum para o gênero terror. O diretor explicou como essa abordagem nasceu e como buscou provocar tensão visual combinando o real e o animado. “A ideia foi misturar imagens reais com animação. (...) O filme tem um boneco caminhando, mas o olho dele foi filmado com um ator e o encaixe desse olho feito em pós-produção. O olho transmite uma emoção muito forte. Trazer esses elementos do real num boneco foi o que eu busquei para criar essa tensão.” A animação despertou curiosidade no público presente, e Cesar Cabral falou sobre as expectativas de circulação do curta, que chegou a Clermont-Ferrand recém-finalizado. “O filme está estreando aqui no mercado. Sempre existe um interesse muito grande, até porque o gênero terror cresce no mundo. Trazer algo que tem um diferencial, que é a animação junto com esse universo, está sendo bem positivo. Ele acabou de ficar pronto, a gente terminou há duas semanas para apresentar aqui em Clermont, que era uma oportunidade muito importante. Agora seguimos na carreira dos festivais.” O terceiro filme da sessão brasileira de curtas foi "Sandra", estreia de Camila Márdila como diretora e roteirista. Conhecida pelo trabalho como atriz, ela conta que a vontade de estar atrás das câmeras vinha de muito antes, influenciada tanto pelo teatro quanto pela experiência em diferentes áreas do audiovisual. Ela explica como decidiu dar esse passo e o que significou dirigir seu primeiro filme. “Eu sempre tive esse desejo. Pela minha formação no teatro, onde trabalho há muitos anos coletivamente, e também pela faculdade de comunicação social, onde transitei por várias áreas do audiovisual. Eu já estava há um tempo querendo elaborar um roteiro para exercitar essa direção, estar por trás das câmeras. Não tinha vontade de atuar no meu primeiro filme. Queria participar de todos os processos e entender desafios, especialmente na pós-produção, que era novidade para mim. Foi um processo muito prazeroso.” Sem se deter nos bastidores da produção, Camila volta o olhar para a continuidade do trabalho: ela já prepara um novo curta, concebido para ser realizado com equipe reduzida e um ritmo de filmagem compatível com o formato, dando sequência ao impulso criativo que nasceu com “Sandra”. Memória, identidade e resistência O último filme apresentado na sessão brasileira foi “Replikka”, dirigido por Heloisa Passos e Piratá Waurá. O curta acompanha a jornada do povo Wauja pela preservação de seu principal patrimônio cultural: a gruta sagrada do Kamukuwaká, que ficou fora da área de demarcação do território indígena do Xingu e foi vandalizada em 2018. Considerada o “livro do conhecimento” para os povos do Alto Xingu, a parede da gruta era talhada com inscrições ancestrais que há séculos transmitiam ensinamentos fundamentais às novas gerações. Fotógrafa, cineasta e documentarista com 35 anos de carreira, Heloisa contou à RFI como surgiu o convite para realizar o documentário em parceria com Piratá Waurá. “Nós dois fomos convidados a formar um coletivo de pessoas indígenas e não indígenas para realizar a filmagem da chegada da réplica [da gruta] na aldeia Ulupuwene. Com essas imagens, a gente decidiu transformá-las em um curta-metragem e, aí, convidamos novos parceiros: o Oswaldo Santana, o ‘Oswaldinho', que se tornou roteirista junto comigo e com o Piratá. Também tivemos o apoio de dois produtores importantes: o produtor americano Mark Slagle e a Yula Rocha, da People's Palace Projects.” Apresentar o documentário na língua Wauja foi uma escolha central, tanto artística quanto política, e parte da própria luta do povo retratado. “Eu acho que a língua é uma luta, é também uma forma de resistência. Nós estamos falando do Aruaki, a língua do povo Wauja. […] Então, preservar a língua deles – esse filme é deles para o mundo, eu sou só uma ponte – era fundamental. Para nós, para mim e para o Piratá, era essencial que o filme fosse falado na língua Wauja, porque isso também é uma luta de resistência.” A sessão terminou reafirmando, na sala Conchon, a força da cultura brasileira, sua diversidade e a criatividade de seus cineastas.
O musical infantil “Bertoldo, O Tubarão Que Queria Ser Gente”, da companhia amazonense Buia Teatro, referência nacional no teatro para as infâncias, está em cartaz na CAIXA Cultural Brasília até o dia 13 de fevereiro.
Talvez nada esteja aparentemente acontecendo na sua vida (como você quer) porque este momento precise ser usado de outra maneira por você Um podcast para trazer calma - da alma pro humano Respire, aperte o play e curta a viagem interior Ressoou aí? Curta, compartilhe e me mande um oi lá no instagram @anapaulabarros.oficial Sobre a playlist das músicas que criei com IA, clique aqui: https://youtube.com/playlist?list=PLu-DI8IDhSME3IFWiaRQ7INCTvUzBEAsd&si=h73Mf7hMPs1I5Jn6
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“Criança que não sai do lugar está doente”, já diziam as avós. Andar, explorar e descobrir novos horizontes faz parte da infância tanto quanto cobrir os adultos com milhares de perguntas. Tudo isso por um motivo simples: aos poucos, os pequenos crescem e, para isso, precisam descobrir seus limites, até onde podem conquistar espaço e conhecimento. No livro O menino que queria ir, lançamento do selo Globinho, a experiência de ver o mundo encolher conforme a curiosidade infantil aumenta é contada com o texto suave da experiente Blandina Franco. Toda a ambientação poética parece mais intensa acompanhada das ilustrações de José Carlos Lollo, criador dos cenários dessa surpreendente viagem. Num convite para que as crianças usem sua curiosidade para descobrir até onde vão seus limites, a história de Blandina Franco mostra um simpático menino com olhos ávidos, que não tem nome, mas que tem muitas vontades. Testando suas aptidões, o menino começa um percurso que começa dentro da confortável barriga da mãe e vai ganhando novos horizontes, como o quintal de casa, a rua, a cidade, outros países... Nessa aventura movida por uma combinação de coragem e vontade de desvendar o mundo, o menino chega até ao espaço sideral, destino imaginário preferido pelas crianças que não conseguem (nem querem) parar quietos. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/4jF6QbwSe vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/podcast_livros_que__amamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Un bonito cuento para trabajar la llegada del otoño y hablar sobre la caída de las hojas
Árvores de Natal, vizinhos, burros e gente sexy|
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Conversas com as Entidades sobre temas diversos
El trío germano-holandés-brasileño Zuco 103, con su disco de hace dos años 'Telenova', y las canciones 'Aruenda', 'Telenova', 'Não tem jeito' y 'Postcard'. El trío brasileño Bossacucanova con su disco, también de hace dos años, 'As próprias' y las canciones 'Queria' -con Marcos Valle-, 'A bossa é cuca nova' -con Carlos Lyra, Cris Delano y João Donato-, 'Previsão' -con Adriana Calcanhotto- y 'Balanço'. 'Samba is our gift', del grupo brasileño The Ipanemas (Os Ipanemas), editado en 2006 y reeditado ahora en vinilo, contiene canciones como 'Imperial', 'O samba é o meu dom', 'Samba pra mim mesmo', 'São Roque' o 'Malandro quando vaza'. Y uno de los miembros de los Ipanemas, Wilson das Neves, con 'Se você me levar' de su disco 'Senzala e favela'. Escuchar audio
Devocional do dia 20/12/2025 com o Tema: “Livros” Resolvi comprar um livro e dar de presente aos filhos. Pensei em Admirável mundo novo, de Aldous Huxley, livro que fala de um tempo futuro, quando as coisas seriam bem diferentes. Pensei também em comprar outro: 1984, de George Orwell. Muitas das previsões relatadas por ele nesse livro já estão se tornando realidade. Mas não comprei nenhum deles, afinal! Queria dar aos meus filhos um presente diferente. Para a menor, um livro de contos brasileiros, desses que eu lia na casa de meu tio e que gostava muito. LEITURA BÍBLICA: João 5.39 E começando por Moisés e todos os profetas, [Jesus] explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras (Lc 24.27).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segundo investigação da BBC, robôs de IA às vezes aconselham jovens a se suicidar e fornecem informações erradas sobre saúde mental.
El Chiquilín Todas Las Mañanas Te Va A Dejar Con La Boca Abierta
Sergio invito a comer a Alma y queria tener sexo con ella full 699 Wed, 10 Dec 2025 13:41:13 +0000 lKkRXVmgDWavNXQCfC1puPJsgZ1Q5CX6 comedy,music,news El Chiquilín Sin Filtro comedy,music,news Sergio invito a comer a Alma y queria tener sexo con ella Chiquilin and team will share news, entertainment, and some of the best features from their show in this on-demand podcast. The podcast will include everything from exclusive interviews with artists, pranks, and segments where the team is engaging with their listeners. 2024 © 2021 Audacy, Inc. Comedy Music News False https://player.amperwavepodcasting.
Gostava de ter sido coreógrafa. Queria, acima de tudo, ser livre. Estudou dança, jornalismo e trabalhou na rádio. É apresentadora e comunicadora. O palco é a sua casa, o voluntariado uma parte importante da sua essência. E é uma estreia no Fala Com Ela.
Clásicos del cancionero estadounidense de la primera mitad del siglo XX, de Rodgers y Hart, Irving Berlin, Harold Arlen, Jerome Kern o los Gershwin, adaptados al portugués por Carlos Rennó en grabaciones de Gal Costa ('Meu romance''), María Rita ('Encantada'), Moreno Veloso ('Tão fundo é o mar'), Erasmo Carlos ('Verão'), Emilio Santiago ('Estava escrito nas estrelas'), Paula Morelenbaum ('Nego'), João Bosco ('Sábio rio'), Seu Jorge ('Strange fruit'), Elba Ramalho, Dominguinhos & João Donato ('Tenho um xodó por ti'), Ná Ozzetti & Simoninha ('Queria estar amando alguém'), Luciana Souza ('O homem que partiu') y Zelia Duncan ('Mais além do arco-iris'). Escuchar audio
As memórias de quem viveu um centenário e presenciou o bombardeio a Hiroshima ultrapassam fronteiras de tempo, espaço e linguagem, mas ganharam forma sensível e poética no curta-metragem 'Alma Errante - Hibakusha'. O documentário mergulha no imaginário de Takashi Morita, sobrevivente da bomba atômica, ex-soldado da Guarda Imperial japonesa e ativista pela paz, que faleceu no Brasil, em 2024, aos 100 anos. Dirigida pelo cineasta Joel Yamaji, a produção fez sua estreia internacional no 26º Festival de Cinema Asiático de San Diego, na Califórnia, no domingo (9). Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O projeto começou há quase três décadas, quando o cineasta conheceu a família Morita em São Paulo, em 1996. Desde lá, Yamaji acumulou horas de imagens e depoimentos até encontrar a forma que desejava. Mais do que um registro histórico, o filme é um poema visual. “Não queria explorar o sofrimento em forma de espetáculo. Queria um filme sobre a paz, sobre aqueles que passaram pela guerra e continuaram. É sobre a superação", conta o diretor. Yamaji define o curta como uma obra que ultrapassa o documentário tradicional, mistura gerações em uma metáfora de convivência. “Eu sempre acho que a poesia no cinema é necessária, ainda mais num mundo em guerra. O Sr. Takashi sempre professou a paz, então quis fazer um filme que fosse um poema, não uma denúncia", diz Yamaji. A herança da memória e a mensagem de paz A filha do Sr. Takashi, Yasuko Morita, veio a San Diego para a apresentação de 'Alma Errante - Hibakusha'. Ela acompanha a trajetória do filme, do legado e das memórias dos pais que ouvia desde criança, ambos sobreviventes de Hiroshima. “Além deles serem um casal muito unido, eram companheiros da mesma lembrança. Eu e meu irmão crescemos ouvindo essas histórias. Eles eram vítimas de uma mesma tragédia, mas unidos pela esperança. Meu pai nunca falou mal de ninguém. Quando perguntavam se ele tinha raiva dos Estados Unidos, ele dizia: ‘Não. Eu tenho raiva da guerra', contou Yasuko. Ela relembrou ainda que seu pai dedicou a vida a campanhas sobre a paz e à Associação de Sobreviventes da Bomba Atômica no Brasil, criada por ele para garantir assistência médica e promover campanhas de conscientização. “As nossas campanhas pela paz sempre foram voltadas aos jovens, para entenderem que a bomba atômica não pode andar com a humanidade. Meu pai dizia: ‘Hiroshima foi a primeira. Nagasaki tem que ser a última", disse ela. Yasuko reforça o simbolismo de trazer o filme agora aos Estados Unidos, país que lançou a bomba e que há poucos dias o presidente Donald Trump falou em retornar os testes nucleares. Ela relembra a última conversa que teve com o pai. "As últimas falas do meu pai antes de falecer me tocaram bastante. Ele falou assim: 'A gente não fez o suficiente, olhe como está o mundo agora'. Eu disse: 'Mas o senhor fez o que podia. E o resto tem que ficar para outras pessoas continuarem.' Depois de dois meses que ele tinha falecido, uma entidade de sobreviventes lá do Japão, com quem nós tínhamos bastante contato, foi premiada com o Prêmio Nobel da Paz. Eu pensei, papai, o senhor iria ficar tão orgulhoso!", finaliza.
CV queria comprar drone com câmera térmica para vigiar a polícia à noite. STF nega pedidos de revisão de condenados no 8 de janeiro. Maior apreensão de ouro do AM tem 77 barras avaliadas em R$ 45 milhões e 3 policiais presos. Brasil enfrenta tarifa mais alta do que a China após acordo entre Trump e Xi Jinping. Palmeiras vence LDU e vai à final da Libertadores pela sétima vez.
Fazia tempo que pensava em bater um papo com um livreiro aqui no podcast. Queria saber como é esse negócio de vender livros aqui na década de 20 do século 21. Como lidar com as adversidades, a concorrência online… E também saber quais são os prazeres dessa empreitada. Foi por isso que convidei o Beto Ribeiro para o papo que vocês ouvirão a seguir. Há décadas que Beto se dedica profissionalmente aos livros. Começou aos 16 anos, passou por livrarias de grandes redes e em 2016 fundou a Livraria Simples, hoje uma referência dentre as livrarias de São Paulo. Espero que curtam essa conversa com o Beto. Para ele, como acontece por aqui, estar metido em meio aos livros ajuda a dar sentido à vida. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** A Livraria Simples fica na Rua Rocha, 259. Bela Vista, São Paulo. Na mesma rua, no número 416, está o Mercadinho Simples.
Os socialistas adiantaram-se e tornaram o Chega desnecessário ao anunciarem a abstenção na votação do Orçamento de Estado. E os alunos pobres enfrentam mais obstáculos do que os ricos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! Un recorrido por el universo TRON, desde el clásico original de 1982 hasta la nueva entrega de 2025. Se explora el origen de la saga, sus avances técnicos, curiosidades, y se resumen brevemente Tron y Tron: Legacy, incluyendo el rol de la serie animada Tron: Uprising. En la segunda mitad, se analiza Tron: Ares, primero sin spoilers —con contexto, personajes, producción y claves temáticas— y más adelante, en una sección claramente marcada, con spoilers tras su estreno. Ideal tanto para quienes llegan nuevos como para los que ya conocen el código de la Red (Marciana) Con XeviPanda y Masterwikie Edita: Masterwikie Musica y canciones: XeviPanda y Suno xD Mesias Letonico: Mesías de mármol, túnica blanca, predicas “culto” y cobras la banca; las fotos en islas, devotas en fila, tu ego en procesión, tu mano en la axila. “Sí, es un culto”, lo grita tu banda, la fe tiene entrada, la duda no manda. DMs en la noche, “hola, ¿qué tal?”, dieciocho clavados, manual paternal; te apuntan mil voces: “no es normal”. Tú, santo de selfie, sermón digital. En Escuadrón Suicida repartes marrón: rata en cajita, rumor de condón; luego te excusas, cambias versión, que “todo fue broma”, revelación. Escalas rascacielos por promoción, si falta foco te da bajón; tu mística pide altavoz, milimetras el mismo sermón. Y el cine te pasa la factura: Blade Runner 2049, belleza dura, caja insegura; Pequeños detalles rascó lo justo, ni pa’ palomitas, santo busto; Morbius memético, sangre aguada, ni reestrenando te salvó la jugada. Así que baja del púlpito, profeta cool, tu aura de mármol no tapa el baúl; talento hubo, sí, pero ya suena a rutina; te cuelgas del Óscar de dos mil catorce como vitrina. Tu pose mesiánica, truco de bar, para mojar sin tener que sudar; y cuando el humo deje de tapar tu cara, sin rentas del pasado, ¿quién te ampara? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Fala pessoal, esse é o episódio tradicional do relato dos ouvintes, que continua mesmo no Halloween Obscuro para manter a tradição!O Canal no youtube tem episódios que nunca foram ao ar aqui no Podcast, ouçam lá! https://www.youtube.com/@receiosobscuros
Deitado, rabiscando e errando de propósito, o pernambucano de 19 anos transformou humor em poesia visual e virou referência da nova arte brasileira
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Cavaco e o guia de boas práticas para o próximo presidente. Trump e a censura institucional que se pode estender a Portugal.
Fala galera!! Esse é um episódio que veio do apoia.se com relatos do Reddit sobre terror da vida real, então tomem cuidado com os gatilhos!Eu estou planejando fazer um especial de Halloween, com relatos de terror da vida real, bem recheado para vocês e para isso preciso que me enviem esse tipo de relato colocando "Halloween" no título para eu saber diferenciar, conto com a ajuda de todos!No canal novo do Youtube (https://www.youtube.com/@receiosobscuros) eu postei um episódio que vocês nunca ouviram aqui no Spotify, é o terceiro vídeo que eu postei, entrem lá para ouvir, curtir o vídeo, se inscrever e comentar!
O líder do Chega apresentou-se como líder do “movimento político que vai fazer desabar o sistema”. Ventura não tem dúvidas: “se não acontecer a partir de São Bento, acontecerá a partir de Belém, se não acontecer a partir de Belém, acontecerá a partir das galerias do Parlamento, mas acontecerá”. É candidato, mas preferia ter Passos Coelho em Belém. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Outro dia me dei conta pela enésima vez que eu me levo a sério demais. Sei que faço isso, porque com muita frequência me coloco expectativas irreais, mas também porque vez ou outra meu ego me coloca como protagonista de histórias que eu sequer sou figurante. Sabe aquela coisa de achar que algo é sobre você, quando, na verdade, nunca foi? Então.Dai que eu escrevi uma lista com sinais que eu mesma dou quando caio nessa armadilha. Queria ser capaz de reconhecer eles pra mudar a rota sempre que possível. O episódio de amanhã é uma partilha dessa descoberta. Cê vem?edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPublicidade: insider storeCupom: NOMEASCOISASCompre com desconto: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASApoie nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPalestra Rio de Janeiro: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-medo-de-dar-certo/3010972?referrer=www.google.comPalestra Belo Horizonte: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
"Esse é meu pai. Ele é gay. Essa é minha mãe. Ela é hétero. Eles são amigos". É assim que Alyce costuma se apresentar quando alguém pergunta sobre sua história. Não é uma resposta que costuma vir sozinha. Ela geralmente vem acompanhada de um olhar curioso, confuso ou até chocado. Mas, pra Alyce, tudo sempre foi muito simples: ela nasceu de um desejo comum. E de um afeto verdadeiro.Os pais de Alyce se conheceram num churrasco na casa do tio dela, que também era gay, embora ninguém soubesse ainda. No meio dessa festa, nasceu uma amizade entre a mãe de Alyce e seu futuro pai. Uma amizade tão forte que fez com que ele passasse a frequentar a casa com frequência.O tempo foi passando, a amizade foi ficando mais sólida, e ele começou a brincar que queria ter um filho com ela. No começo, ela achava que era só piada. Até que, cinco anos depois, eles decidiram que sim: iriam tentar. Naturalmente, sem inseminação, sem processo médico. Com afeto, confiança e consentimento.Foram três tentativas até que desse certo. E quando a notícia da gravidez chegou, por meio de uma cólica que parecia ser renal, mas era só a Alyce dizendo "cheguei", ele ficou eufórico. Ligou pra todo mundo. Queria contar ao mundo que ia ser pai.Muitos achavam que por ele ser um homem gay, não seria presente. Pelo contrário: ele sempre esteve lá. Acordava de madrugada, se preocupava com os cuidados, foi presente em todas as fases. Foi acolhido pela família da mãe dela, morou com elas, e nunca escondeu quem era. Alyce cresceu ouvindo que seu pai era gay. Cresceu indo à Parada com ele no colo. Viu de perto o que era diversidade. Viveu, em casa, a experiência do respeito.
¿Y si la maternidad no fue tu sueño de siempre? ¿Y si decidiste adoptar desde el amor más profundo… pero igual sentiste que no podías más? En este episodio de Se Regalan Hijos, Sandra conversa con la psicóloga y mamá por adopción Irma Torres sobre esa maternidad que no viene con moño rosa ni final de película. Una maternidad real, con trauma, culpa, expectativas rotas y mucho trabajo emocional. Hablamos sin filtros de: El día en que Irma quiso devolver a su hijo (sí, así de fuerte) Qué pasa cuando tu hijo no confía en ti El modelo de crianza terapéutica que le salvó la vida (TBRI) Por qué el amor no basta para sanar heridas El mito de la madre abnegada que se borra a sí misma Y cómo pedir ayuda NO te hace débil. Te hace humana. Si alguna vez pensaste “esto no era lo que esperaba”... Si estás criando desde el cansancio, la confusión o el trauma… Este episodio es tu abrazo.
Canal Voces De La Noche: https://bit.ly/3MRYH2Q
Alexandre Caldini deixou o mundo corporativo para mergulhar na filosofia espírita. Ele não quer pregar nada, mas sim provocar reflexão Quanto mais você se sente ‘certo', mais risco corre de se achar especial demais”, diz Alexandre Caldini. “A vaidade disfarçada de sabedoria é traiçoeira. Melhor seguir tentando, sabendo que erramos muito, mas podemos errar um pouco menos amanhã.”Depois de uma carreira no topo do mercado editorial, ocupando a presidência de empresas como a Editora Abril e o jornal Valor Econômico, ele decidiu trocar os relatórios pelo mergulho na vida interior – e passou a se dedicar integralmente ao estudo e à divulgação da filosofia espírita. “Queria falar de sentido, de presença, de escolhas. Consegui parar e me dedicar ao que realmente me move”, diz. Com uma abordagem racional e nada dogmática, o escritor e palestrante propõe o espiritismo como ferramenta de autoconhecimento, ética e transformação pessoal. “Evitar conversas sobre aborto, eutanásia e suicídio empurra as pessoas para o medo. Falar sobre isso com honestidade é uma forma de cuidado coletivo.” No Trip FM, Caldini bate um papo com Paulo Lima sobre o cansaço do mundo do lucro, os limites do ego, a ilusão da meritocracia e o valor de pensar com liberdade. Você ouvir o programa completo no play aqui em cima ou no Spotify. Você vinha de uma carreira no topo do mercado editorial. O que te fez mudar completamente de rumo? Alexandre Caldini. Já presidindo a Editora Abril, depois o Valor Econômico, eu estava cansadão. A vida corporativa é exigente, intensa. Chega uma hora que você pensa: cara, eu quero fazer outra coisa. Acumulei uma graninha, consegui me organizar financeiramente, e fui fazer o que gosto. Tem gente que adora surfar. Eu adoro estudar espiritismo, escrever, dar palestra. É isso que me faz vibrar. Quando vejo, passaram cinco horas e eu nem percebi. É o que me dá tesão de viver. Seu novo livro fala de temas polêmicos como aborto, eutanásia e suicídio. Por que decidiu entrar nessas questões? Porque são temas que estão aí, na vida das pessoas. E eu acho que a gente precisa falar sobre eles. Mesmo sabendo que a maior parte do movimento espírita é conservadora, eu quis colocar essas discussões no livro. Não é pra dar lição de moral, nem pra dizer o que é certo ou errado. É pra provocar reflexão, com honestidade intelectual. O que não dá é pra fingir que esses assuntos não existem ou achar que são simples. São complexos, delicados – por isso mesmo, precisam ser tratados com respeito e abertura. Você também fala muito sobre ego e vaidade. Como lida com isso pessoalmente? O risco de se achar iluminado é gigante. Ainda mais quando as pessoas começam a te ouvir, a te elogiar. Tem que vigiar o ego o tempo todo. Eu sou só um cara tentando entender as coisas, refletindo. Como dizia o Cortella: “vós sois mortal”. A gente está aqui de passagem. Quando começo a achar que sei demais, tento lembrar que estou só devolvendo ideias que eu mesmo recebi. Ninguém é dono da verdade. No máximo, a gente compartilha dúvidas bem pensadas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira, 24, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cometeu uma “irregularidade isolada” e, portanto, não caberia decretar prisão preventiva. Moraes afirmou no despacho que a “JUSTIÇA É CEGA MAS NÃO É TOLA!!!!!”. Na semana passada, Moraes impôs uma série de medidas cautelares de Bolsonaro – entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de frequentar redes sociais. Diante da divulgação de declarações de Bolsonaro em plataformas da internet, Moraes pediu explicações aos advogados. "Essa decisão soou como recuo mas, se o é, é envergonhado, de quem não quer, quem está engolindo seco. É muito confuso; Moraes não queria recuar, mas tinha, e o fez de modo confuso. O ministro certamente não queria bater de frente com a imprensa nacional ou ser acusado fora da bolha bolsonarista de censura, além de não poder continuar dando tudo que o ex-presidente queria - se vitimizar", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Amani, a história de uma palestiniana em Portugal. Javier Milei por Philipp Bagus. A Venezuela pela embaixadora Mary Flores. Edição de Mário Rui Cardoso.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar discutir a tarifa de Donald Trump sobre produtos brasileiros com a Embaixada dos Estados Unidos. Eduardo afirmou o seguinte à Folha de São Paulo:“O Tarcísio utilizou os canais errados. O filho do [ex-] presidente está nos Estados Unidos.O Tarcísio não tem nada que querer costurar por fora uma decisão que provavelmente vai chegar a mais um acordo caracu. O Tarcísio tem que entender que o filho do [ex-] presidente está nos Estados Unidos e tem acesso à Casa Branca. Qualquer tentativa de nos dar bypass será brecada e freada. Nós já provamos que somos mais efetivos até do que o próprio Itamaraty. O filho do [ex-] presidente, exilado nos Estados Unidos. [Tarcísio] Queria buscar uma alternativa lateral. É um desrespeito comigo.”Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Um vilão acidental numa loja de móveis, a estreia de Nuno Markl no mundo dos bikinis e das máquinas de alta pressão.