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Parlem d'Òpera 651: "Anem a descobrir (LII): Artaserse"
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
“Lisboa, discretamente, tornou-se um dos destinos mais criativos da Europa”, refere Michèle Fajtmann, mentora da Lisbon Design Week, que celebra o design de autor e o alto artesanato contemporâneo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ho'oponopono para Atrair Dinheiro | Oração Poderosa de ProsperidadeVocê não tem problema com dinheiro. Você tem memórias sobre dinheiro. E memórias se limpam.Neste episódio, eu conduzo você numa oração de Ho'oponopono específica para limpar as memórias de escassez que você herdou da sua linhagem , da sua mãe, do seu pai, das gerações que vieram antes. É a mesma prática que eu criei quando cheguei em Londres e tinha 6 meses para fazer dar certo, depois de quase todos os meus clientes do Brasil não me acompanharem na transição online.Eu sou Gloria Urizar, terapeuta de performance de vida para mulheres 40+, e nesse episódio você vai:→ Entender por que afirmações de prosperidade sozinhas não funcionam→ Descobrir como as memórias da sua família ainda influenciam sua relação com dinheiro hoje→ Receber uma oração guiada completa de Ho'oponopono para limpar essas memórias→ Aprender por que a CONSISTÊNCIA (não a perfeição) é o que transforma
Fala, otakeiros e otakeiras, sejam bem-vindos a mais um OtakeiraCast, seu podcast com mais chá de revelação sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes, nem tão orientais assim.E no episódio de hoje, JF, Gabriel, Tainá e Jhana Monteiro jogam muita água fria e muita água quente enquanto mergulham de cabeça no remake de Ranma 1/2.Prepara a chaleira e vem com a gente! ☕
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Parlem d'Òpera 647: "Anem a descobrir (LI): Les Danaïdes"
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Quando o assunto é crédito, o detalhe faz toda a diferença — e, muitas vezes, está escondido no balanço.Neste episódio do Stock Pickers, Conrado Rocha, sócio da Polo Capital, abre o playbook de como analisar empresas em profundidade e identificar riscos (e oportunidades) antes do mercado.Ao longo da conversa, Conrado passa por casos reais que marcaram o mercado recente, como Oncoclínicas, Banco Master, Aegea, Hapvida e CSN: mostrando como decisões baseadas em muito estudo podem evitar perdas (ou gerar ganhos relevantes).Mais do que teoria, é uma aula prática sobre crédito: leitura de números, confiança, gestão de risco e por que se aprofundar nos detalhes pode ser o maior diferencial para quem quer performar no mercado. Acompanhe este bate-papo imperdível!
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMentoria DestinyMind: https://forms.gle/EDcJzoAb3ZKPU7v86Você sabe o que Deus espera de você? Neste Brunecast especial, Tiago Brunet responde às perguntas mais profundas sobre propósito, identidade e vontade de Deus — com base bíblica, experiências reais e ensinamentos práticos.
Quem está cuidando de investigar as necessidades? Descobrir oportunidades? Analisar dados basicos ?Qual a direção do produto ? Para mim, agora que o papel de Liderança de Produtos sera ainda mais necessária!Convidados: Fernandes Lima Especialista em Gestão e Performance
Parlem d'Òpera 642: "Anem a descobrir (L): Jessonda"
Avui a La Furgo de #CarrerMajor ens submergim literalment al fons del mar des del CaixaForum Tarragona, on s'inaugura la nova exposició Naufragis. Arqueologia submergida. Aquesta mostra apropa al públic un patrimoni marítim sovint invisible, amb vaixells enfonsats i objectes recuperats que actuen com a càpsules del temps, permetent reconstruir la història i entendre com […] L'entrada La Furgo | CaixaForum Tarragona viatja al fons del mar per descobrir arqueologia submergida ha aparegut primer a BXC Ràdio Ciutat de Reus - Ràdio Online.
Há mais de seis anos deu-lhe para fazer o primeiro espetáculo de stand-up da carreira. Após ter começado a escrever humor em blogs, Ana Garcia Martins estabeleceu uma forte presença no digital, sendo conhecida como “A Pipoca Mais Doce”. Para além de vários podcasts de sucesso, é autora de “Ninguém POD Comigo”, nas manhãs da RFM. E se no palco tudo começou quando foi convidada para participar num roast, o regresso à stand-up acontece com “Insuficiente”, um espetáculo pessoal, em que vai abordar assuntos que não discute quer com amigos próximos, quer com a própria terapeuta. Neste seu segundo solo, atua pela primeira vez nos Coliseus de Porto e Lisboa, já em abril. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque esteve afastada dos palcos durante seus anos, aponta o sarcasmo como uma “técnica de sobrevivência” e admite que já não quer saber do reconhecimento dos seus colegas humoristas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Completa-se este ano o centenário do nascimento da artista Ruth Asawa e o Museu Guggenheim de Bilbau apresenta, pela primeira vez na Europa, uma exposição retrospetiva. O Ensaio Geral esteve lá e mostra-lhe o que poderá ver até setembro. Em cartaz no programa desta semana, um livro de teatro da poeta Filipa Leal, a peça “Todos os Pássaros” no São Luiz e o novo projeto do músico português PZ. Guilherme d'Oliveira Martins desvenda os seus destaques semanais.
A procura de pessoas adotadas por suas origens pode ser um processo delicado, mas também de liberdade, de escolha, de saber de onde se veio. E por uma série de motivos: desde conhecer pais e avós, até questões que envolvam saúde e relacionamentos. Nesta edição do DW Revista, conversamos com a advogada Gisele Assis, cofundadora da Adotiva: Associação Brasileira de Pessoas Adotadas.
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim debatem a “Constituição do Claude”, o documento de diretrizes publicado pela Anthropic para orientar o comportamento do modelo de linguagem Claude, abordando temas centrais como antropomorfização da IA, regulação tecnológica, responsabilidade das empresas e a questão filosófica sobre agência versus inteligência artificial. O episódio toca em termos estratégicos como inteligência artificial, segurança da informação, privacidade, ética em IA, responsabilidade corporativa, modelos de linguagem, guardrails, jailbreak, Constitutional AI, agente moral, agência artificial, “papagaio estocástico” e governança digital. Você vai descobrir por que a escolha da palavra “constituição” por uma empresa privada levanta alertas sobre legitimidade democrática, entender a diferença entre dar instruções em linguagem natural a um sistema computacional e genuinamente acreditar que ele possui consciência, e refletir sobre os riscos reais de se pavimentar, ideologicamente, um caminho que transforma a IA em “agente moral” para potencialmente reduzir a responsabilidade das grandes empresas de tecnologia. O debate também traz referências à obra de Luciano Floridi, ao conceito de papagaio estocástico, às Três Leis da Robótica de Asimov e ao clássico HAL 9000, conectando ficção científica, filosofia e direito num instigante. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, deixe sua avaliação e compartilhe com quem se interessa por direito da tecnologia e inteligência artificial. Siga o podcast no YouTube, Mastodon, Bluesky, Instagram e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Paper fundacional sobre a questão de uma Constituição para a IA – Constitutional AI: Harmlessness from AI Feedback Claude’s constitution Claude’s Strange Constitution por Luiza Jarovsky Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War
Existe um livro chamado as 5 linguagens do amor. Descobrir a linguagem do amor do outro é importantíssimo e poderia salvar muitos casamentos. De que adianta receber presentes, se você precisa mesmo é de tempo de qualidade. Entende? É sobre isso que trata a linguagem do amor.O Salmo 51 nos versos 16 e 17 fala um pouco sobre esse tema. Assim diz: Pois não te agradas de sacrifícios; do contrário, eu os ofereceria; e não tens prazer em holocaustos. Sacrifício agradável a Deus é o espírito quebrantado; coração quebrantado e contrito, não o desprezarás, ó Deus."Esses versos falam daquilo que agrada ao Senhor e também sobre aquilo que não o agrada. Cultuar a Deus não deve ser do seu jeito, mas como Ele quer.Nos versos, percebemos que Deus se agrada de um espírito quebrantado, de um coração que não pensa em si mesmo, mas que está disponível diante do Pai. Tal coração está sensível à voz do Senhor.Significa que Deus não anda atrás de um monte de coisas. Deus não está atrás de um louvor extravagante, nem de uma igreja moderninha. Deus olha o nosso coração e se o nosso coração não está sensível a Ele, de nada serve.A questão é simples de entender: se você ama a Deus, faça o que o agrada e não apenas o que você quer.
Neste episódio, levo-vos comigo numa viagem a Londres: desde explorar King's Cross sozinha, ir a um listening bar, a uma livraria num barco e passeios por alguns dos cantinhos mais bonitos de Londres. O grande motivo da viagem foi ver a RAYE ao vivo, mas pelo meio partilho também várias recomendações para guardarem para uma próxima visita a Londres. Espero que gostem! ♥️Encontra-me em: https://linktr.ee/carolinacsantiago ou @carolinacsantiago no Instagram ✨Fala comigo através de carolinasantiagohr@outlook.com
Parlem d'Òpera 638: "Anem a descobrir (XLIX): L'Arlesiana"
Alexandra Garc
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Parlem d'Òpera 634: "Anem a descobrir (XLVIII): Il cappello di paglia di Firenze"
Resultado operacional de 25% não é sorte, é engenharia de gestão.No nosso mercado, muitos tratam o sucesso como algo subjetivo, mas a verdade é que o poder de realização do gestor de um negócio está diretamente ligado à qualidade da sua gestão de números. Quando você domina seus dados (DRE,CMV, CMC, CMO …) o que parecia impossível se torna uma meta palpável.Ter a gestão dos números bem feita permite:Enxergar o invisível: Descobrir onde a eficiência está sendo drenada;Subir o sarrafo: Entender que se um resultado de 22% ou 25% é possível, a sua gestão tem o dever de buscá-lo;Segurança para realizar: Números dão o suporte necessário para você tomar decisões ousadas e escalar com pé no chão.Não se contente com o que é comum. A gestão intencional transforma a inspiração em execução e o potencial em lucro real. Se os números mostram que o caminho existe, o seu poder de realização é o que vai te levar até lá.A gestão dos dados é o que separa quem sonha com o sucesso de quem realiza o resultado, e pra ilustrar tudo isso a gente conversou com a Fernanda Lee, sócia do Ariga Food, Dacho Sushi e do recém inaugurado Tõ Asian Food.
O Expresso foi para o terreno com uma equipa de repórteres para fazer o retrato da dimensão dos estragos provocados pela tempestade Kristin, medir o poder do voluntariado da sociedade civil e escrutinar a acção do Estado. A cada evento climático extremo, como aconteceu com os fogos em 2017 ou com a tempestade Kristin a semana passada, o país descobre-se impreparado. O que falhou então voltou a falhar agora. Pomos as mãos ao céu para que não volte a acontecer, mas é do céu que se esperam mais más notícias nos próximos dias. Vamos pelas mãos dos repórteres, ouvindo o que os olhos deles viram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fotógrafo espanhol Juan Carlos Vega transforma a junção entre arquitetura e balé, duas de suas grandes paixões, em uma verdadeira ode à obra de Oscar Niemeyer. O resultado é a mostra em cartaz em Madri até o dia 30 de janeiro. Ana Beatriz Farias, correspondente da RFI na Espanha Ao entrar na sala de exposições da fundação madrilenha Ortega-Marañón, onde está em cartaz a mostra “Niemeyer Legado”, é fácil perceber que tudo ali indica movimento. As obras fotográficas expostas unem arquitetura e balé, como se os edifícios fossem linhas de uma partitura e os corpos dos bailarinos as notas que dão vida à música. É assim que o fotógrafo Juan Carlos Vega interpreta a interação entre dança e cidade, retratada de diferentes formas na exposição. A disposição dos quadros é única em cada uma das seções. As instalações de videoarte mostram, em movimento, o olhar de Vega sobre a produção de Oscar Niemeyer. As mesas centrais têm formato de “S”, dialogando diretamente com a geometria refletida em todo o salão. Elas reúnem revistas, fotografias e textos que contam como a história do fotógrafo e a obra do arquiteto se encontram. A obra de Niemeyer A proposta da exposição é apresentar o legado de Niemeyer como um processo aberto, em permanente construção, à medida que é redescoberto e ressignificado. É a partir dessa base que Juan Carlos Vega interpreta os projetos do carioca, considerado um dos maiores nomes da arquitetura mundial e primeiro arquiteto vivo a ver uma de suas obras se converter em Patrimônio Mundial da Humanidade, com o reconhecimento de Brasília pela Unesco, em 1987. Depois, também receberam a honraria o conjunto arquitetônico da Pampulha – que fica em Belo Horizonte e foi inscrito em 2016 – e a Feira Internacional de Rachid Karami, em Trípoli, no Líbano. Esta última passou a fazer parte da lista da Unesco em 2023. As imagens reunidas em “Niemeyer Legado” retratam espaços como a Igreja de São Francisco, em Belo Horizonte; o Congresso Nacional, em Brasília; o Memorial da América Latina, em São Paulo; o Memorial Teotônio Vilela, em Maceió, e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Nas fotos, os ângulos e curvas projetados por Niemeyer se fundem com as formas desenhadas pelo corpo de baile, disposto sempre em interação com a paisagem arquitetônica. Brasília, única no mundo Enquanto cada um dos recantos brasileiros visitados para dar origem à mostra recebe o seu devido destaque na exposição, a capital federal ocupa lugar privilegiado na vida do espanhol Juan Carlos Vega. Faz cinco anos, completados neste mês de janeiro, que Vega conheceu Brasília. A primeira impressão foi a de encarar algo único. “Em Brasília aconteceu algo especial comigo. Há algo que não há em nenhuma parte do mundo. É que os edifícios estão sozinhos. Não estão colados uns aos outros, têm muito espaço. E isso faz com que você tenha um enquadramento, uma visão diferente de outras cidades”, comenta o fotógrafo. Desde a primeira aterrissagem, Vega já esteve na capital brasileira dez vezes. Essas visitas, registradas em imagens, se somaram a trabalhos feitos em outras cidades e deram origem a diversas exposições. Em 2022, o espanhol inaugurou a mostra “Niemeyer – Dança por Vega” – que passou pelo Instituto Cervantes de Brasília; pela Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes, e pela Casa Thomas Jefferson. Em 2024, realizou o projeto “Niemeyer – Utopia do movimento, legado internacional”, com exibição dupla no Senado Federal do Brasil e no Instituto Cervantes de Brasília. Já em 2025, apresentou a exposição “Brasília 65, Visões em um Sonho Geométrico”, na Fundação Pons, em Madri. Hoje, cinco anos depois do primeiro encontro com a capital brasileira, a cidade segue inspirando novos passos, olhares e enfoques. “Sempre que vou a Brasília, algo novo me inspira. É incrível. O relevo [presente na impressão de algumas fotos] foi um trabalho [feito] aqui, mas era com uma fotografia de Brasília. E tudo o que vou investigando e vou fazendo... Muito vem de quando vou a Brasília e tenho a inspiração”, reflete Vega. Formatos e acessibilidade Como o fotógrafo explica, a inspiração que a cidade traz não afeta apenas o momento do clique: ela o leva a querer transformar os resultados de suas obras, brincar com formatos, cores, modelos e desconstruções. Tudo isso também se reflete na exposição “Niemeyer Legado”, onde as fotografias ganham aspectos multidimensionais. Relevos e recortes adicionam ainda mais movimento às criações. Há quadros adaptados ao toque que, além de vistos, podem ser sentidos. O formato permite que pessoas cegas tenham contato com as fotografias feitas por Vega. A primeira foto confeccionada dessa maneira foi dedicada e entregue pelo autor à Infanta Margarita, tia do Rei Felipe VI, que tem deficiência visual. Legado Internacional Além das criações de Niemeyer em solo brasileiro, é possível apreciar, na exposição, parte do legado internacional do arquiteto. Estão representados o Palácio Mondadori, em Milão, e o Centro Niemeyer, em Avilés – uma cidade pertencente ao Principado de Astúrias, região onde Juan Carlos Vega nasceu. As fotografias feitas na Itália e na Espanha são de 2024 e, segundo Vega, abriram portas para que ele explorasse o trabalho de Niemeyer em mais cidades, como Niterói, São Paulo e Belo Horizonte – clicadas em 2025. E a busca por explorar novos ângulos da obra de Niemeyer não está finalizada. O fotógrafo diz que está se tornando especialista no arquiteto brasileiro e mantém uma lista de outras cidades, dentro e fora do Brasil, que pretende agregar a essa jornada de ressignificação de seu legado. Descobrir-se artista A exposição “Niemeyer Legado” inaugura oportunidades. Por um lado, permite que o público que está em Madri se encante pelo Brasil e, potencialmente, visite o país para conhecer sua “cultura maravilhosa”, como define Vega. Por outro lado, o trabalho é uma celebração dos 25 anos de carreira do fotógrafo que, a partir desse projeto, tem solidificado conceitos internos sobre sua arte e sobre si mesmo. “Demorei muito tempo para dizer que eu era fotógrafo, porque me parecia uma palavra muito importante de dizer. Como para mim é muito importante dizer a palavra ‘artista'. Então, poder dizê-la é como se realizar, não? Eu acredito que esse projeto também me deu isso. O avançar em mais um ponto. Não só profissionalmente, mas também internamente e emocionalmente”, conclui, comovido. A exposição “Niemeyer Legado” está em cartaz na Fundação Ortega–Marañón até o dia 30 de janeiro. A visita é gratuita, de segunda a sexta-feira, de 10h às 20h30.
No episódio #319 do Animes Overdrive, Pedro Lobato, Ped e Luis Hunzecher participam de um game show maluco e divertido chamado Ranking de Personagens de Anime!Neste episódio, cada participante vai trazer, em cada rodada, 5 personagens de anime e uma premissa secreta: pode ser “do mais novo ao mais velho”, “do que mais matou vilões ao que menos lutou”, ou qualquer outra lógica criativa e inesperada. A missão dos outros? Descobrir qual é o critério e acertar o ranking! Vamos ver se você aí também acerta!
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Conversem amb Colman Andrews, reconegut escriptor, editor i cr
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Parlem d'Òpera 629: "Anem a descobrir (XLVII): La cena delle beffe"
Dissabte 15 i diumenge 16 de novembre en sessions de matí i tarda es duran a terme rutes guiades que permetran descobrir la relació de Federico García Lorca amb Sitges, els assistents, a més, rebran un fanzín de seixanta pàgines que posarà en valor la figura de Lorca com a símbol de llibertat i de dissidència sexual. L'activitat s'emmarca coincidint amb el 90 aniversari de l'assassinat del poeta i amb els 50 anys que fa de l'homenatge que se li va fer al Casino Prado. Han presentat la proposta el regidor de Drets Socials, Ciutadania i Igualtat, Xavier Ripoll i Isidre Roset, investigador del Grup de Treball de Memòria històrica LTBI de Colors Sitges Link. L'entrada Rutes i un fanzín per descobrir la relació de Sitges amb Lorca ha aparegut primer a Radio Maricel.
A Zona Franca de Manaus é um dos principais polos industriais do país, responsável por atrair investimentos, gerar empregos e sustentar parte importante da produção nacional de eletrônicos. Mas será que ainda vale a pena fabricar por lá? No novo episódio do Podcast Canaltech, Leo Muller, editor de Produtos do Canaltech, conversa com Manuel Moreira, diretor executivo da planta de TVs da TCL SEMP em Manaus, e José Higino, diretor de produção, que explicam o papel dos incentivos fiscais, os desafios logísticos e o impacto econômico da região para o Brasil. O episódio também traz a participação de Silvio Ribeiro, porta-voz da marca, que comenta sobre o modelo da Zona Franca e por que ele segue sendo fundamental para a indústria de tecnologia no país. Você também vai conferir: Como a inteligência artificial está reprogramando a mente humana, Apple terá de compensar 36 milhões de usuários após derrota judicial e BYD anuncia centro de direção autônoma e IA no Rio de Janeiro. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Marcelo Fischer,, Lucas Parente, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Avui amb la Mayka Navarro recuperem la hist
00:00 5 coisas ridículas para a classe média00:43 Opinião 01:53 Jogos03:50 Rotina05:43 Decisões07:40 Conhecimento09:44 Conclusão
Mais um episódio de back up, mais uma dupla de comedianeiros. Igualmente apreciadores da arte de fazer rir e da arte de bem jantar, Diogo e Vítor juntam-se a Pedro no velho estúdio de watch para debater a descoberta de novas frutas, a utilização de atalhos variados no computador, fazer humor com o Chega e carregadores de escovas de dentes elétricas.00:00 Intro 00:23 Carlos Vilhena não tem conhecimento sobre futebol 01:37 Onde estavam quando morreu Pinto da Costa? 10:50 Dificuldade de ver conteúdos live 16:24 Descobrir novas frutas 22:34 Ser querido para a namorada 26:12 Comer fruta vs beber sumo dessa fruta 27:18 Pedir o menu inteiro no restaurante 34:22 Mudar de tema sem necessidade de teleponto 38:02 Testar novo material de stand up 48:09 Conteúdo do Batáguas obriga a estar atento à atualidade 56:20 Usar atalhos no computador 01:06:07 Quem é Pedro Miguéis? 01:09:20 Ouvir Leandro durante viagem de 5 horas 01:10:58 Porque é que os carregadores de escovas de dentes elétricos são todos diferentes? 01:14:55 Adorar apps que dão pontos
Els dinosaures són els principals protagonistes de la revista descobrir del mes d'octubre. Parlem de jaciments catalans, que són dels millors d'Europa i del món. Més enllà d'això, visitem Girona parlant de les seves llegendes i el parc natural del Montsant per parlar de les construccions de pedra seca.
A soprano gaúcha Gabriella Di Laccio será oficialmente condecorada nesta terça, 30, pelo rei Charles III com o título de Membro da Ordem do Império Britânico (MBE), uma das mais importantes distinções concedidas pelo Reino Unido. O reconhecimento se deve à sua contribuição para a música e à defesa da igualdade de gênero no cenário artístico internacional. A honraria, que já foi concedida a nomes como os Beatles, Ed Sheeran, Adele e o chef Jamie Oliver, chega como coroação de um trabalho que Di Laccio iniciou em 2018 com a criação da Foundation Donne, dedicada a dar visibilidade a compositoras esquecidas ou invisibilizadas ao longo da história. “É uma emoção enorme, não apenas pelo título, mas por poder representar o Brasil e levar comigo as mulheres que sigo tentando dar voz através da minha carreira”, disse a artista. A trajetória que levou à condecoração começou quase por acaso, quando Gabriella encontrou uma enciclopédia dos anos 1980 que listava cerca de seis mil mulheres compositoras da música clássica. “Até então, eu havia cantado pouquíssimas obras de compositoras. Descobrir essa riqueza escondida foi como abrir uma caixa de Pandora que nunca mais se fecha”, relembra. Desde então, passou a incluir obras de mulheres em seus concertos e a estimular colegas a ampliar repertórios. O impacto de seu trabalho é global. Além de promover pesquisas inéditas sobre compositoras de diferentes épocas, a fundação já realizou ações de grande alcance, como o concerto de 26 horas transmitido ao vivo em 2020, que entrou para o Guinness World Records e reuniu mais de 100 artistas de diversos países executando apenas obras de mulheres e artistas não binárias. Di Laccio também tem se dedicado a aproximar o público brasileiro dessa memória musical, resgatando nomes como Chiquinha Gonzaga e estabelecendo parcerias com instituições culturais nacionais. “Quero que a fundação seja uma ponte para que as mulheres da América do Sul tenham mais presença e reconhecimento no cenário internacional”, afirmou. Ao receber o título em Windsor, a soprano soma mais um marco a uma carreira que já lhe rendeu o reconhecimento da BBC, que a incluiu na lista das 100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo. Gabriella Di Laccio conversou com Luciana Garbin e Carolina Ercolin no episódio do Mulheres Reais desta semana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La revista Descobrir ens proposa aquest mes de setembre un dossier de portada sobre el Penedès. En parlem amb el seu director en cap, Joan Morales.
Este é só um trecho da aula completa da música "Still Got the Blues (For You)" com Gary Moore, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
Ao vivo, palestra do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar, respondendo a perguntas (29/06/25)
André Mafra e Mara Carneiro visitam comunidade no Mar Báltico onde homens passam meses longe no mar e mulheres cuidam de todo o resto em terra. Conhecida como um dos países mais digitais do mundo, a Estônia tem uma ilha na costa sudoeste de seu território cujo modo de vida destoa do universo de startups e tecnologia. Em Kihnu, no Mar Báltico, centenas de pessoas ainda vivem como no passado, mas com uma particularidade: lá as mulheres cuidam da cultura local, trabalham na terra, tecem roupas tradicionais, criam os filhos e comandam toda a vida cotidiana. Já os homens passam a maior parte do ano fora, pescando ou trabalhando como marinheiros. Tais características suscitaram uma pergunta que se espalhou pela internet: seria a ilha o último matriarcado da Europa? Acostumados a viajar o mundo por antigas estruturas matriarcais, os documentaristas brasileiros Mara Carneiro e André Mafra foram até a Estônia responder à questão e contaram o que viram no programa Mulheres Reais, da Rádio Eldorado. A experiência resultou no documentário Kihnu, O Último Matriarcado da Europa, que será lançado no dia 28 de maio, no Cine Marquise, em São Paulo. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.