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Abriremos la primera parte del programa con el rechazo de Canadá a los términos de EE. UU. durante las negociaciones comerciales entre ambos países. Canadá cree que ya no se trata de comercio. Ahora, se trata de soberanía e identidad cultural. La siguiente conversación estará inspirada en la primera noticia. ¿Puede la UE seguir el ejemplo de Canadá, y abandonar las negociaciones con Trump? La sección de ciencia estará dedicada a un estudio que informa de que las muertes de tráfico en EE. UU. aumentan un 15 % cuando se lanzan grandes álbumes musicales. Y concluiremos la primera parte del programa con una noticia sensacionalista: ¡Nigel Farage derrota con facilidad al Conde Carabasura, su principal adversario en unas elecciones especiales al Parlamento! El resto del episodio de hoy lo dedicaremos a la lengua y la cultura españolas. La primera conversación incluirá ejemplos del tema de gramática de la semana, Non-personal forms of a verb. Infinitive - Part III. En esta conversación hablaremos de la calvicie. Según un estudio, España es el país del mundo con más hombres calvos. Algunos lo llevan bien, pero otros lo pasan fatal y gastan mucho dinero para volver a tener pelo. ¿Vivimos en una sociedad que tolera poco la diversidad y deberíamos trabajar más la autoaceptación? ¡Lo discutiremos! Y, en nuestra última conversación, aprenderemos a usar una nueva expresión española, ¡Aquí se cuecen habas!. Hablaremos de las comunidades de vecinos, una pesadilla para muchos propietarios. Y lo haremos recordando una de las series de televisión española más exitosa y longeva de todos los tiempos: La que se avecina. Esta serie parodia las conflictivas relaciones vecinales de una comunidad mediante un humor negro e irónico. Aunque los personajes de esta serie son estereotipos muy exagerados, todos podemos reconocer algún vecino en ella. La negativa de Canadá a ceder a la presión estadounidense refleja tradiciones muy arraigadas ¿Puede la UE seguir el ejemplo de Canadá, y abandonar las negociaciones con Trump? Las muertes de tráfico suben un 15 % en EE. UU. cuando se lanzan grandes álbumes musicales Nigel Farage derrota con facilidad al Conde Carabasura, su principal adversario en unas elecciones especiales al Parlamento España, el país del mundo con más calvos La serie de televisión española más longeva
[Lunes 17 de agosto, edición PM] El oficialismo busca destrabar la megarreforma de seguridad ante los reparos por los 11 cambios constitucionales y el rechazo de la oposición. En tanto, Gael Yeomans asume la conducción del Frente Amplio y la comisión investigadora inicia su labor este lunes a las 19:30 horas para revisar la gestión de la exministra Trinidad Steinert.
O PSD culpa o árbitro no futebol como quem culpa o Parlamento. Pelo meio, o tuga faz do lixo o novo El Dorado (com fraude à mistura) e terminamos a marchar pelos direitos das televisões "LGTV".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bienvenidos a Andalucía Informa, un podcast de Europa Press. En este espacio podrás conocer en unos minutos las noticias más relevantes de nuestra comunidad. Hoy es 17 de agosto y estas son algunas de las informaciones más destacadas en nuestra agencia. Matan a tiros en plena calle en Isla Cristina (Huelva) a dos mujeres, una embarazada, y un menor de 16 años El PSOE-A pide un pleno "urgente" en el Parlamento para que Moreno "dé explicaciones" sobre el incendio de Niebla (Huelva) Granada hace balance de los efectos del terremoto y sus réplicas Recuerda que puedes encontrar estas y otras muchas noticias en la sección de Andalucía en nuestra web europapress.es.
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Na Guiné-Bissau, decorre a partir desta quinta-feira e até ao dia 28 de Agosto a campanha de sensibilização sobre a nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo 30 de Agosto. Ontem, por ocasião da comemoração dos 35 anos da existência da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o seu dirigente Bubacar Turé esboçou um retrato da situação actual do seu país, evocando nomeadamente a perspectiva desta consultação popular. Ao apelar à investigação dos homicídios de activistas por resolver e ao manifestar também a sua "profunda preocupação" com a situação dos civis e militares privados de liberdade há mais de um ano sem acusação formal, Bubacar Turé expôs, por outro lado, os seus questionamentos em torno da nova Constituição que o Conselho Nacional de Transição pretende implementar. Para além de mencionar que as actuais autoridades entram em contradição com leis que elas próprias adoptaram para regulamentar a organização do referendo. Bubacar Turé também considerou que a Constituição "não pode ser elaborada ou revista à pressa". Em entrevista concedida à RFI, o dirigente da Liga tornou a vincar esses argumentos e também questionou o próprio conteúdo da nova Constituição. RFI: Arranca nesta quinta-feira a campanha de sensibilização em previsão do Referendo sobre a nova Constituição. O que se pode dizer desde já sobre esta consulta? Bubacar Turé: Para nós, o referendo levanta questões legais. Nós estamos a falar de uma legislação que foi aprovada pelo Conselho Nacional de Transição no mês de Junho, a Lei N°12/2026 e que foi publicado no Boletim Oficial e está em vigor. Esta legislação, no seu artigo 9°, proíbe, de forma expressa, a realização de referendos entre a marcação da data das eleições para órgãos de soberania e eleições autárquicas. E, portanto, durante esse período, nos termos desta legislação, não se pode realizar referendo. Portanto, nós não somos contra o princípio de referendo. O referendo é algo importante porque permite ao povo directamente exprimir a sua vontade sobre um determinado assunto. Isso é algo salutar em qualquer processo democrático. O que nós questionamos é a legalidade deste processo. Repare que não estamos a falar de uma legislação aprovada pelo próprio Conselho Nacional de Transição. Não se trata de uma lei anterior ao golpe de Estado, mas sim uma lei aprovada para regulamentar a realização desta votação. Nós não tínhamos nenhuma legislação sobre o referendo. RFI: A nível da sociedade guineense, também se tem questionado muito a realização deste referendo, precisamente numa altura que coincide com o período das chuvas, que é um período em que não se organiza qualquer tipo de consultas populares. Bubacar Turé: Não há, em relação a esse aspecto, alguma proibição legal, pelo menos. Nós desconhecemos alguma norma que proíbe a realização de eleições ou referendo em período de chuva, é uma questão apenas operacional. Mas o processo levanta outros problemas. Tem a ver com a inclusividade, a participação, porque o processo de revisão constitucional, de facto, não foi um processo inclusivo. O texto foi adoptado pelo Conselho Nacional de Transição sem nenhum debate público. O que nós lamentamos, porque a Constituição é um contrato social. O povo, através de organizações representativas, actores nacionais, devem poder exprimir, contribuir para enriquecer o conteúdo de um documento que pretende ser um contrato social. Não foi o caso. RFI: Por exemplo, a Liga não foi questionada sobre o que acha dessa nova Constituição? Bubacar Turé: Não só a Liga, como outros actores. Existem outros actores relevantes. A Liga pode não ser consultada, mas nós temos outros actores, os partidos políticos, os líderes comunitários, as mulheres, os jovens e demais organizações da sociedade civil. E, além disso, na nossa perspectiva, foi preparada à pressa e contém alguns erros técnicos que, para nós, podem constituir problemas para o futuro. Por exemplo, o texto da revisão Constitucional removeu o capítulo referente à fiscalização da constitucionalidade. Isso para nós é extremamente preocupante. Eu não posso afirmar que esse acto de remoção deste artigo foi um acto deliberado. Não tenho elementos para isso. Pode até ser um erro técnico, mas é extremamente preocupante. A supremacia da Constituição reside no facto de ela própria criar mecanismos para impor essa supremacia. Isso só pode ocorrer em sede da fiscalização da constitucionalidade através de órgãos jurisdicionais. Ora, uma Constituição que não tem normas para a fiscalização do seu próprio cumprimento, é uma letra morta. Isso transmite uma imagem de insegurança aos cidadãos e isso constitui uma fragilidade enorme no tecido democrático e no Estado de Direito. E é também uma enorme vulnerabilidade no quadro de protecção de direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Portanto, esses aspectos todos podiam ser evitados, se houvesse um debate amplo, um debate nacional. Não está em causa a necessidade de revisão da Constituição. Nós não negamos que o Conselho Nacional possa ter essa ideia e, sobretudo, devolver a palavra ao povo através do referendo para o povo se pronunciar, desde que fosse algo inclusivo, participativo, aberto e democrático. Isso não é algo exclusivo da Guiné-Bissau. Na Guiné-Conacri, Mali, Burkina Faso, outros países depois dos golpes de Estado, organiza-se referendo. É perfeitamente normal. Não é isso que está em causa. Está em causa é o procedimento, a forma como está a ser feito. Coloca questões que nós entendemos que poderão prejudicar no futuro do país e os cidadãos. RFI: O que se sabe sobre este novo projecto de Constituição, é que instaura um regime semipresidencialista, ou seja, alarga as prerrogativas do Presidente, um regime algo semelhante aos países da África francófona e até semelhante à própria Constituição francesa, onde o presidente também tem poderes alargados. Os defensores desta nova Constituição dizem que isto será uma forma de precisamente se proteger contra os golpes. Bubacar Turé: Eu acho que a Constituição tem vários problemas e um dos problemas tem a ver com essa concentração de poderes na figura do Presidente da República. Um dos artigos problemáticos tem a ver com a nomeação do primeiro-ministro. A nova Constituição diz que é tendo em conta os resultados eleitorais e a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Essa parte não existia. O que existia era que o primeiro-ministro era nomeado, tendo em conta os resultados eleitorais. Agora vem acrescentar também a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Levanta várias interpretações. O Presidente da República, mesmo havendo um partido maioritário, pode escolher uma figura diferente desse partido maioritário que, na sua perspectiva, pode criar condições de estabilidade governativa. Estes conceitos indeterminados, essa discricionariedade que a Constituição prevê, pode criar, no futuro uma instabilidade governativa. Outros aspectos que têm a ver com a nomeação do Chefe de Estado-maior, que era sob proposta do Governo. Agora é o Presidente da República que escolhe. Agora o Presidente da República preside o Conselho de Ministros. Portanto, são de facto, aspectos que acabam por dar pendor presidencial ao regime semipresidencialista que a Constituição continua a adoptar. Portanto, são questões que deviam ser objecto, na nossa perspectiva, de um debate amplo de prós e contras. Nós não estamos contra. O nosso problema não é adoptar uma ou outra posição. Isso depende dos actores nacionais. Mas devia haver um debate em torno dessas questões, porque tem a ver com assuntos da nossa vida nacional. Portanto, nós pensamos que há um equilíbrio de poderes. Devia manter-se, até porque a nossa instabilidade política e governativa não se resume numa questão de constitucionalidade. É uma questão de falta de cultura democrática do homem guineense. E isso é que tem levantado problemas e outros aspectos. Nós podemos ter constituições semelhantes aos Estados Unidos, de França ou outros países. Se as pessoas que vão exercer o poder não têm uma cultura democrática que permita a observância da lei ao exercício do poder de forma democrática, portanto, a Constituição não serve para nada. Portanto, isso é que nós entendemos que é fundamental: que haja uma reflexão profunda sobre essas questões, porque tem a ver com o futuro do país, o futuro dos cidadãos e o futuro da nossa democracia. RFI: Para além do aspecto legal, a seu ver, porque é que se organiza esse referendo quando estamos já a poucos meses da realização de eleições gerais, das quais sairão autoridades que terão 'a priori' condições para organizar um referendo de forma mais ancorada na realidade política do país? Bubacar Turé: De facto, é difícil compreender isso. Podia-se esperar, depois das eleições, no mês de Dezembro, eleições gerais, legislativas e presidenciais. O parlamento que vai emergir nestas eleições terá o poder de fazer a revisão constitucional de forma serena, com mais legitimidade e de forma participada. Nós pensamos que isso podia ser uma forma mais fácil e consensual de resolver esta questão, mas não foi este o entendimento das autoridades de transição. Portanto, o país vai ter de facto esse referendo. RFI: Isto já está a ser discutido há uns quantos meses. Houve, de alguma forma, algum tipo de preparação, nem que seja, por exemplo, numa página internet ou algum tipo de comunicação antes da abertura desta sensibilização oficial? Bubacar Turé: Nós desconhecemos. Mas creio que as autoridades deverão estar a pensar nisso ou deverão estar a preparar a logística para isso. Mas por enquanto, nós não temos nenhuma informação da existência de websites ou redes sociais criadas para permitir a maior informação aos cidadãos para poderem ter mais informação sobre o conteúdo da Constituição. Acho que vai ser algo complexo. O tempo disponível até às eleições é muito escasso. Não acredito que haverá condições para maior informação, para a população poder perceber o que está em causa. É evidente que a Constituição, de facto, tem alguns elementos, alguns avanços no domínio até de Direitos Humanos. Nós reconhecemos isso. Mas, tal como disse, a forma como o processo está a ser conduzido coloca essas dificuldades e algumas contradições e algumas dificuldades do próprio texto. E, sobretudo, a questão da necessidade de observância da lei que foi especificamente aprovada para reger a realização deste referendo. Nós entendemos que deve ser respeitada, permitindo um referendo mais sereno e com maior participação dos cidadãos. RFI: Estamos num período particular do ano na Guiné-Bissau. Isto irá, de certa forma, condicionar também a afluência da população a essas sessões de sensibilização? Bubacar Turé: Creio que sim. Estamos a falar de um período agrícola, um período de chuva. O acesso a algumas localidades é extremamente complicado e também a população está a pensar mais no seu futuro económico, nas actividades agrícolas. Portanto, a afluência da participação da população na sensibilização é um dos desafios e também na própria votação. Também acredito que um dos maiores desafios será a questão da abstenção. Tudo vai depender da forma como a campanha de sensibilização vai decorrer. RFI: Este referendo organiza-se num contexto político e social particular. Como é que se poderia descrever a situação actual na Guiné-Bissau? Bubacar Turé: O país está numa acalmia aparente. Mas o país continua a enfrentar graves problemas sociais. A inflação continua a aumentar, nos serviços sociais básicos, tem havido alguma dificuldade no funcionamento do sistema de saúde e acesso a água potável. No que concerne a energia eléctrica, tem havido alguma extensão do fornecimento da energia eléctrica para o interior do país, através do Projecto OMVG. A barragem conjunta que vem, de facto, permitir às populações das zonas do interior do país, que não tinham acesso à energia eléctrica, a ter esse direito. Isso é algo extremamente importante. Mas sobretudo, a pobreza, o custo de vida hoje é muito elevado e não tem havido medidas de mitigação para isso, porque também as autoridades nacionais não têm condições. Não há nem tem havido apoio orçamental significativo devido à situação que o país está a viver. Portanto, tudo isso são elementos que, de facto, constituem preocupação para a população e para os cidadãos em geral. Nós entendemos que o país, para ultrapassar esta crise política -sobretudo esta crise de confiança, há uma enorme crise de confiança no país- para ultrapassar isso, é preciso ter coragem de dialogar. E as autoridades nacionais, os partidos políticos, as organizações da sociedade civil, devem poder sentar para dialogar e discutir e encontrar soluções para os grandes problemas. Não vale a pena enveredar pela confrontação, porque a confrontação e o uso da força não resolvem o problema. Os discursos segregacionistas e de apelo à violência e ao ódio étnico-religioso só vão conduzir ao país, ao abismo. Portanto, por isso nós apelamos e continuamos a apelar ao bom senso e, sobretudo, ao diálogo construtivo para a resolução dos problemas que afligem o país.
Guiné-Bissau: Começa amanhã uma campanha para divulgar as alterações à Constituição. Será que os guineenses conhecem o documento que vão votar? Moçambique: Afinal, quanto viaja o PR? Muito ou pouco? E que custos têm? Conheça as respostas aqui.
Il Libano compie un passo storico: il Parlamento vota per abolire la pena di morte, dopo oltre vent'anni senza esecuzioni. Una scelta di civiltà che arriva mentre il Medio Oriente continua a essere attraversato dalla guerra.Nel notiziario di oggi: le nuove tensioni nello Stretto di Hormuz, Gaza e la Cisgiordania sotto attacco, l'escalation in Yemen e Ucraina, il devastante terremoto in Colombia e i cinque anni di potere talebano in Afghanistan.Ma anche la battaglia contro le armi in Thailandia e le altre notizie dal mondo che raccontano le conseguenze della politica sulla vita delle persone.Il notiziario di Radio Bullets, a cura di Barbara Schiavulli.
La Danimarca è pronta a rafforzare i controlli alle frontiere e, "in ultima istanza", anche a chiuderle completamente nel caso di una nuova ondata migratoria attraverso l'Europa. Lo ha detto la premier danese Mette Frederiksen intervenendo oggi al Parlamento di Copenaghen, nel corso del dibattito urgente convocato sulla crisi migratoria e sulla situazione a Ceuta.
Muere a los 90 años Miguel Mancera, primer gobernador del Banxico Homicidios dolosos caen 51% en MéxicoParlamento de Hungría elige nuevo jefe de EstadoMás información en nuestro podcast#grc
Convidadas: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e coordenadora do estudo 'O fortalecimento do Legislativo no Brasil', da Fundação FHC; e Synthya Maia, pesquisadora do Legisla Brasil. A Constituição Federal, aprovada em 1988, indica logo em seu segundo artigo: "São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário". O pacto firmado pela sociedade brasileira no período da redemocratização deu à figura do presidente a centralidade do poder político. Acontece que nas últimas quatro décadas, muita coisa mudou: entre alterações regimentais, impeachments de presidentes e crescente ingerência sobre o destino do Orçamento público, o Congresso aumentou a força gravitacional de seu poder – e vem, historicamente, reduzindo sua taxa de renovação. Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista duas pesquisadoras. Primeiro, ele fala com Beatriz Rey sobre o contínuo processo de hipertrofia de poder do Parlamento – e sobre quais foram os instrumentos usados para isso nas últimas décadas. Depois, ele conversa com Synthya Maia sobre o funil para a renovação dos quadros no Congresso.
I titoli: Conflitto a Gaza, Israele respinge il piano in 15 punti di Donald Trump; Migranti, la Germania riapre alle espulsioni verso l'Italia; Australia, il Parlamento federale riprende oggi i lavori, immigrazione e gioco d'azzardo le riforme sul tavolo; Sport, è morto Livio Berruti, campione olimpico a Roma 1960.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui.
Haití se prepara para celebrar sus primeras elecciones nacionales en una década. El 13 de diciembre de 2026 los haitianos deberían elegir presidente y Parlamento, pero el proceso enfrenta un desafío extraordinario: violencia de pandillas, desplazamiento masivo, instituciones debilitadas y un Estado con una capacidad limitada para garantizar la seguridad electoral. En este episodio repasamos la historia electoral haitiana, desde la transición democrática de 1990 hasta la crisis actual, y analizamos si estas elecciones pueden convertirse en el comienzo de una reconstrucción institucional o en otro capítulo de la interminable transición haitiana.Recomendaciones:Clément Beauvois, Kevin Duval, Valentin Gaffié y Alexis Pautler (2023) Ayiti, une histoire haïtienne. Documental.Honoré, Russell."Haiti is a war zone: Why are we banishing our neighbors there?" The New York Times. 07/23/2026.
Luís Aguiar-Conraria é chamado a tentar desvendar o mistério. Mais de uma semana depois, não há novidades sobre a vandalizarão da sala de André Ventura no Parlamento. A demora será prudente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
En Alemania, una petición firmada por más de mil juristas y profesionales del derecho fue presentada ante el Parlamento alemán con el objetivo de solicitar el inicio del proceso constitucional para la prohibición del partido Alternativa para Alemania. Los firmantes sostienen que la retórica y las acciones de la agrupación extremista representan una amenaza directa contra el orden democrático del país. La controversia cobra especial relevancia en vísperas de elecciones regionales en las que la formación figura como favorita.
Salvatore Curreri"Il Parlamento. Marginale o centrale?"Edizioni del Mulinowww.mulino.itPer quanto spesso criticato, il Parlamento è il cuore della vita politica democratica: è il luogo istituzionale dove le forze politiche danno rappresentanza alle opinioni degli elettori e si confrontano alla ricerca di soluzioni il più possibile condivise, che rispondano agli interessi della collettività. Questo libro si propone di illustrare le origini del Parlamento, ripercorrerne l'evoluzione storica, comprenderne l'organizzazione e il funzionamento, analizzare profili e ragioni della sua attuale crisi, invitando il lettore a interrogarsi sul reale peso nell'Italia di oggi di un organo che deve rimanere una componente essenziale di qualunque ordinamento voglia dirsi autenticamente democratico. Salvatore Curreri insegna Diritto costituzionale all'Università di Enna «Kore». Ha pubblicato diversi saggi e monografie su Parlamento, rappresentanza politica, sistemi elettorali e forme di governo. È inoltre autore di due manuali: «Lezioni sui diritti fondamentali» (2023) e «Diritto parlamentare» (con A. Mannino, 2024), entrambi per FrancoAngeli. Francesco Clementi insegna Diritto pubblico italiano e comparato nell'Università La Sapienza di Roma. Tra le sue pubblicazioni con il Mulino, il «Commentario alla Costituzione italiana» (curato con L. Cuocolo, F. Rosa e G.E. Vigevani, 2 voll. 20212), «Il Presidente del Consiglio dei ministri. Mediatore o decisore?» (2023) e «Votare» (2026). Già componente della Commissione di studiosi sulle riforme costituzionali (XVII Legislatura), da anni partecipa al dibattito pubblico sui temi politico-istituzionali, scrivendo per il quotidiano «Il Sole 24 Ore» e curando in chiave divulgativa i propri canali social.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
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I retroscena dei fatti più importanti degli ultimi 7 giorni in Italia«Forza Italia cerca l'incidente?». Il dubbio di Meloni, dopo la frase di Tajani sui «fascisti», e il patto di fine legislaturaDelmastro, braccio di ferro sulle chat con Caroccia. L'alt di Fontana al presidente della giuntaDelmastro e le chat bloccate: «Niente da nascondere, le ho consegnate io». Bagarre e liti in Parlamento
Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes debatem o alegado roubo e vandalismo no gabinete de André Ventura, na Assembleia da República, e o inquérito entretanto aberto pelo Ministério Público, bem como as explicações do ministro Luís Neves, que falou pela primeira vez após semanas de polémica. Ouça este episódio do Eixo do Mal em podcast, emitido na SIC Notícias a 30 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Un decreto accelera in Parlamento e autorizza la polizia a usare il riconoscimento facciale in tempo reale senza giudice, con la raccolta preventiva dei volti di chi entra in luoghi sensibili. Cosa dice l'AI Act e cosa succede dove i paletti non ci sono, dal Regno Unito alla Germania. Poi il diritto alla riparazione, che da oggi è realtà in tutta l'Unione europea: cosa cambia per lavatrici, smartphone e monopattini. E da Londra la storia di Johannes Natland, il sicario diciannovenne reclutato su Signal da una rete criminale svedese, arrestato in un hotel di Huddersfield con due pistole sotto il letto. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pedro Delgado Alves e José Eduardo Martins analisam o caso do ministro da Administração Interna, Luís Neves, fragilizado politicamente após uma conferência de imprensa que não trouxe novidades relevantes. O debate estende-se ao caso de vandalismo e assalto no gabinete de André Ventura no Parlamento, descrito pelos comentadores como um crime grave e sem precedentes na democracia portuguesa. Ouça este episódio do Antes pelo Contrário em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rosana Laviada analiza cómo Sánchez ha justificado el indulto a Laura Borràs, expresidenta del Parlamento de Cataluña durante el golpe de Estado.
Cuba abre varios sectores de su economía a los capitales privados: gasolineras, farmacias, hogares de ancianos e importadoras de vehículos podrán aceptar ahora dinero de inversionistas privados, un giro importante en la historia económica del país. El Parlamento cubano ha dado luz verde a un paquete de reformas para fomentar la apertura económica. Sin embargo, expertos debaten si estas medidas son suficientes o si representan simples "parches" ante una crisis estructural agravada por las sanciones de EE. UU. En un intento por frenar la profunda crisis económica y energética que asfixia a la isla, el Parlamento de Cuba ha aprobado una batería de 176 medidas. Entre las reformas más destacadas se encuentra la autorización para que más de 15,000 pequeñas y medianas empresas (pymes) inicien sus actividades, un movimiento que busca dinamizar el mercado interno. Para Ricardo Torres, economista de Horizonte Cubano, estas medidas representan un giro necesario. Torres destaca la eliminación de restricciones en actividades profesionales y técnicas, así como los incentivos en el sector energético. "Es un cambio importante y positivo que elimina trabas innecesarias para el desarrollo del país", afirma el experto, subrayando que cualquier avance en materia de energía es vital en el contexto actual. No obstante, Torres señala un obstáculo crítico: la falta de capital. A pesar de la resiliencia y creatividad del sector privado doméstico, la movilización de recursos a gran escala sigue siendo una tarea casi imposible debido a las limitaciones financieras internas y externas. ¿Reformas reales o medidas desesperadas? Desde una perspectiva más escéptica, Jorge Duany, académico de la Universidad de Florida, considera que estas reformas son un "esfuerzo desesperado". Según Duany, las medidas no atacan el núcleo del problema: el modelo de planificación centralizada. "No se introducen cambios sustanciales al modelo económico", advierte Duany. El académico sostiene que, sin un estado de derecho sólido y una reforma estructural profunda, estas medidas se quedan en simples "parches" que difícilmente podrán contener la debacle económica. El factor externo: Sanciones y presión política El clima de inversión se ve enturbiado por la política de "máxima presión" de la administración de Donald Trump. El incremento de las sanciones estadounidenses y el bloqueo energético han generado una gran inseguridad jurídica, ahuyentando a inversores extranjeros. Empresas de sectores estratégicos como el turismo y la minería —muchas de ellas con capital español— se han visto obligadas a abandonar la isla o han visto dificultadas sus operaciones. Esta presión externa, sumada a las deficiencias estructurales del país, mantiene a la economía cubana en una situación de vulnerabilidad extrema, al borde del colapso.
Cuba abre varios sectores de su economía a los capitales privados: gasolineras, farmacias, hogares de ancianos e importadoras de vehículos podrán aceptar ahora dinero de inversionistas privados, un giro importante en la historia económica del país. El Parlamento cubano ha dado luz verde a un paquete de reformas para fomentar la apertura económica. Sin embargo, expertos debaten si estas medidas son suficientes o si representan simples "parches" ante una crisis estructural agravada por las sanciones de EE. UU. En un intento por frenar la profunda crisis económica y energética que asfixia a la isla, el Parlamento de Cuba ha aprobado una batería de 176 medidas. Entre las reformas más destacadas se encuentra la autorización para que más de 15,000 pequeñas y medianas empresas (pymes) inicien sus actividades, un movimiento que busca dinamizar el mercado interno. Para Ricardo Torres, economista de Horizonte Cubano, estas medidas representan un giro necesario. Torres destaca la eliminación de restricciones en actividades profesionales y técnicas, así como los incentivos en el sector energético. "Es un cambio importante y positivo que elimina trabas innecesarias para el desarrollo del país", afirma el experto, subrayando que cualquier avance en materia de energía es vital en el contexto actual. No obstante, Torres señala un obstáculo crítico: la falta de capital. A pesar de la resiliencia y creatividad del sector privado doméstico, la movilización de recursos a gran escala sigue siendo una tarea casi imposible debido a las limitaciones financieras internas y externas. ¿Reformas reales o medidas desesperadas? Desde una perspectiva más escéptica, Jorge Duany, académico de la Universidad de Florida, considera que estas reformas son un "esfuerzo desesperado". Según Duany, las medidas no atacan el núcleo del problema: el modelo de planificación centralizada. "No se introducen cambios sustanciales al modelo económico", advierte Duany. El académico sostiene que, sin un estado de derecho sólido y una reforma estructural profunda, estas medidas se quedan en simples "parches" que difícilmente podrán contener la debacle económica. El factor externo: Sanciones y presión política El clima de inversión se ve enturbiado por la política de "máxima presión" de la administración de Donald Trump. El incremento de las sanciones estadounidenses y el bloqueo energético han generado una gran inseguridad jurídica, ahuyentando a inversores extranjeros. Empresas de sectores estratégicos como el turismo y la minería —muchas de ellas con capital español— se han visto obligadas a abandonar la isla o han visto dificultadas sus operaciones. Esta presión externa, sumada a las deficiencias estructurales del país, mantiene a la economía cubana en una situación de vulnerabilidad extrema, al borde del colapso.
Diogo Pacheco de Amorim (CH) e Duarte Pacheco (PSD) concordam que deviam ser implementadas mais medidas de segurança no Parlamento. O deputado do Chega desvaloriza as declarações de André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da vandalização do gabinete de André Ventura ao adiamento das aulas devido ao caos nos exames nacionais, o verão político está ao rubro e a segurança do próprio Parlamento está agora em debate.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Viviana Mazza racconta come sono andati gli incontri alla Casa Bianca prima col presidente ucraino Volodimir Zelensky e poi con il primo ministro israeliano Benjamin Netanyahu. Virginia Piccolillo parla delle diverse visioni nella maggioranza dopo l'ufficializzazione da parte di Tajani del ricorso a 14,9 miliardi di prestiti Ue per l'acquisto di armi. Chiara Barison fa il bilancio del sisma di magnitudo 7 che ha colpito il sud-ovest del PaeseZelensky incontra Trump alla Casa Bianca: «Grato agli Stati Uniti per il sostegno. Abbiamo parlato di Patriot e diplomazia». Il Senato Usa prepara nuove sanzioni alla RussiaIsraele: «Sosterremo qualsiasi strada Trump scelga, allineati sull'Iran». Il presidente Usa: «Buon momento per l'accordo con Teheran, altrimenti distruggeremo la montagna di Pickaxe»Tajani: «Abbiamo deciso di utilizzare il Safe». È il fondo Ue per l'acquisto di armi. La Lega frena: «Decide il Parlamento»
Emídio Guerreiro (PSD) dá a garantia de que a Assembleia é segura e de que o roubo do gabinete de Ventura não foi durante a noite. Já Pedro Frazão (Chega) critica o escrutínio da Comunicação Social. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os choques de petróleo e gás gerados pelas guerras em curso deram a sacudida que faltava para a Europa mexer na sua matriz energética. A Comissão Europeia anunciou um plano para dobrar até 2040 a produção de eletricidade no bloco, estagnada em apenas 23% do consumo de energia final, ainda amplamente dominado pelas fontes fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O grande desafio será baixar e estabilizar o preço da eletricidade, três vezes mais taxada do que o gás, o que a torna mais cara. Para isso, serão necessárias novas fontes de financiamento para os investimentos nas infraestruturas dos sistemas energéticos europeus, historicamente focados no petróleo, no gás e no carvão. “Isso é realmente o cerne da coisa”, frisa Nicolas Berghmans, diretor do programa de Novas Políticas Industriais do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais (Iddri), em Paris. “Quando olhamos para o resto do mundo, a China, a Coreia e o Japão já atingiram taxas de 30% e seguem aumentando rapidamente a dinâmica de apoio à eletricidade no seu mix. Isso mostra que é perfeitamente possível caminhar nessa direção e que é rentável, mas requer alguns ajustes.” Mudança vem pelo bolso Apesar de o bloco europeu ter metas ambiciosas de descarbonização, a maioria das economias ainda tem uma forte dependência das importações de combustíveis fósseis. O novo Plano de Ação para a Eletrificação é uma reação a essa vulnerabilidade. Desde o bloqueio de Ormuz, no Irã, a conta da energia subiu € 50 bilhões na União Europeia, com impacto para a estabilidade econômica dos Estados e seus cidadãos. Neste contexto, o estímulo à eletrificação se tornou uma prioridade para Bruxelas, principalmente para os setores altamente consumidores de energia, como transportes, construção civil e indústria. O objetivo é conseguir cortar em 70% o uso de gás no bloco – substituindo, por exemplo, caldeiras de aquecimento dos prédios ou fornos industriais por modelos elétricos. “Uma das soluções é eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis e transferir para eles parte da carga tributária que existe na eletricidade. Isso desestimularia o uso dos fósseis e garantiria que o impacto de curto prazo nas finanças públicas não seja tão severo, uma vez que se os preços da eletricidade caírem, a arrecadação hoje atrelada a ela também vai diminuir”, observa Berghmans. Ao comentar a incompatibilidade entre o regime fiscal em vigor para a energia com as metas ambientais da UE, o comissário europeu de Energia, Dan Jorgensen, comparou os subsídios às fontes fósseis a “dar açúcar para pacientes diabéticos”. Ele defendeu que os incentivos – que chegaram a 97 bilhões de euros em 2024 – precisam acabar “o mais rapidamente possível”. A Comissão Europeia aponta para a meta de 46% de eletricidade no bloco até o fim da próxima década, mas caberá aos Estados-membros decidirem, nos próximos meses, se aceitam o desafio. Países com maior dependência das fontes fósseis, como Polônia, República Tcheca e Itália, tendem a pressionar por metas mais baixas ou contrapartidas, nas discussões que se sucederão no Parlamento e no Conselho Europeu, ao longo dos dois próximos semestres. Flexibilização do mercado de carbono Antecipando esse cenário, no mesmo dia da apresentação do plano, a Comissão também propôs um relaxamento das regras do mercado de carbono europeu. Os prazos de gratuidade e cotas mais baratas de emissões para diversos setores industriais altamente poluentes serão prorrogados, de 2034 para 2038. Em outras palavras, as empresas terão mais tempo para se descarbonizar. Aurélie Brunstein, analista de indústrias pesadas na organização Réseau Action Climat, ficou decepcionada. Ela acha que a decisão poderá comprometer as metas europeias de 90% de redução das emissões até 2040. “Constatamos que a Comissão Europeia escolheu privilegiar a competitividade industrial em detrimento do clima – e num momento em que acabamos de passar por uma terceira onda de calor. Quando vemos a que ponto ela relaxa a incitação para as indústrias se descarbonizarem, nos questionamos como os Estados farão para atingir os objetivos que foram fixados pela própria União Europeia”, questiona. “O risco é que a pressão que foi colocada sobre as indústrias seja transferida para outros setores, como o transporte, a agricultura, a construção civil e os sistemas de aquecimento”, lamenta Brunstein. Entenda o projeto de mudança Outro aspecto que gerou críticas de organizações ambientalistas é que as companhias poderão adquirir créditos de carbono internacionais a partir de 2036, por meio do financiamento de projetos de descarbonização fora da União Europeia, e esses créditos poderão ser contabilizados na redução de suas emissões. Há mais de 20 anos, o bloco implementou um mercado de cotas de emissões (ETS, na sigla em inglês) para enfrentar a mudança climática. Na prática, as indústrias que mais consomem energia e as companhias de luz devem comprar "permissões para poluir", segundo o princípio de "quem polui, paga", para compensar suas emissões de CO2. O preço da tonelada varia atualmente em torno de € 80. O total de cotas disponíveis no mercado vem sendo reduzido ao longo do tempo para estimular que as indústrias emitam menos. Cotas gratuitas também foram implementadas como incentivo. Elas deveriam ser extintas em 2034, mas agora a Comissão propõe prolongá-las e reduzir o ritmo de eliminação de todas as cotas disponíveis no mercado. “O preço do CO2 precisa ser baixo o suficiente para que as empresas europeias sejam minimamente competitivas e capazes de manter a produção. Mas, ao mesmo tempo, deve ser alto o bastante para impulsionar a descarbonização e permitir que os planos de investimento considerem um preço mínimo por tonelada de CO2 para fecharem o financiamento e a rentabilidade que esperam ter”, salienta Nicolas Leclerc, cofundador do Omnegy, consultoria especializada em descarbonização. Ele avalia que, num contexto em que a indústria europeia se encontra esmagada pela concorrência asiática e por regras ambientais rigorosas, a flexibilização representa um alívio. “Chegou-se a um compromisso, e que vai na direção certa, afinal, não queremos que as empresas europeias fechem e os produtos passem a ser fabricados no exterior, em condições ambientais piores”, ressalta, frisando que as receitas geradas pelo mercado de carbono poderão financiar projetos de descarbonização.
Ep. 148: Dice che le vecchie zie all'Olgiata non avrebbero mai «l'ascella pezzata» e che Roma ha una capacità «abbandonica» di farti «stare tra le rovine». In questa intervista con Malcom Pagani, Michele Masneri ripercorre le sue radici, diviso fin dall'infanzia tra i nonni paterni "fattivi" e una nonna materna araldica dedita a genealogie e film di Visconti. Fuggito dalla "Pretoria" di Brescia e dalle mitomanie di Gorizia per approdare alla Capitale, il giornalista riflette sulla fauna letteraria e sociale del nostro tempo, partendo dai fari intramontabili del Novecento: dall'Ennio Flaiano capace di non farsi mai inglobare nel "canone" dei giusti, all'Alberto Arbasino "lord inglese" ed esemplare per il suo 100% di presenze in Parlamento. Tra aneddoti leggendari, come i sadici colloqui telefonici di un'estate fantasma con l'ingegnere Carlo De Benedetti, Masneri osserva le nevrosi dell'epoca contemporanea: dall'abitudine di schierarsi in "batteria" per paura di una shitstorm sui social all'esasperazione della purezza morale a tutti i costi. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Viviana Mazza spiega l'intesa tra gli Stati Uniti e i sauditi sulla possibilità di arricchire il combustibile per i reattori. Alessandra Muglia racconta le proteste di decine di migliaia di giovani, scesi nelle piazze delle principali città per protestare contro il governo Modi. Virginia Piccolillo parla delle tensioni in Parlamento dopo il no alla richiesta della Procura di Roma di accedere alle conversazioni tra l'ex sottosegretario e il ristoratore CarocciaDelmastro, respinta la richiesta di acquisire le chat col ristoratore Caroccia (ora in carcere). Il M5S occupa i banchi del governo: «Vergogna, vergogna»Delmastro: «Non ho fatto verifiche, sono stato sprovveduto. In quel locale si mangiava bene, lui sembrava il classico oste romano...»Caso Delmastro, la moglie di Caroccia: «Ci aiutò dopo il Covid. Gli ho scritto, non ha risposto». Indagini sulla chat tra il prestanome del clan Senese e i politici di FdI in Piemonte
Tra il 2018 e il 2025 il numero di negozi del commercio al dettaglio in Italia è passato da 666.479 a 570.313, con una riduzione del 14,4%. Il calo riguarda soprattutto gli ambulanti (-27,3%) e i piccoli negozi alimentari (-17,9%). Secondo i dati del rapporto sul commercio di Confcommercio il rischio di desertificazione commerciale resta concreto, ma la rete è più strutturata. Il fatturato complessivo è cresciuto del 25,7%, con un boom per i discount (+101,1%) e per l'e-commerce (41,9%). In difficoltà ipermercati (-8,4%) e ambulanti (-14,9%).Il fenomeno del calo delle unità locali interessa la maggior parte dei segmenti del commercio. Secondo i dati di Confcommercio, questa dinamica colpisce soprattutto le attività di piccole dimensioni e a forte radicamento territoriale, tra cui anche gli esercizi dedicati ai consumi culturali e ricreativi (-21,9%). "La diminuzione di attività quali edicole, librerie, cartolerie, negozi di giocattoli e di articoli musicali - si legge nel rapporto -, penalizzate anche dalla crescente digitalizzazione dei consumi culturali e ricreativi, deve destare preoccupazione in quanto determina un impoverimento del tessuto urbano. Si tratta infatti di esercizi che, oltre alla loro funzione economica, svolgono un importante ruolo sociale e relazionale, contribuendo alla vitalità dei quartieri". Tra le poche eccezioni spiccano le farmacie (+4,2%), sostenute dalla natura meno elastica della domanda e dall'ampliamento dell'offerta di prodotti e servizi per la salute e la cura della persona. Confcommercio sottolinea però come il calo delle unità locali non si traduce necessariamente in un contrazione dell'occupazione complessiva. Dal rapporto emerge che la quota degli addetti nei negozi è diminuita complessivamente del 1,8% tra il 2018 e il 2025, ma nel caso dei supermercati e dei grandi punti vendita si è invece trattato di un incremento dell'8,3%. Allo stesso modo, anche nel segmento degli esercizi specializzati, come abbigliamento, calzature e gioielleria, mostrano una dinamica occupazionale positiva (+3,4%), pur in presenza di una riduzione del numero complessivo di punti vendita.Il commento Mauro Lusetti Vicepresidente Confcommercio e presidente ConadGiorgetti, nuovi tagli per i carburanti? Valuteremo le accise mobili"C'è il meccanismo delle accise mobili, quando entrerà in funzione lo valuteremo. Ma al momento non le ho". Così il ministro dell'Economia, Giancarlo Giorgetti, rispondendo a chi gli chiedeva, a margine del question time alla Camera, se visto l'aumento dei prezzi dei carburanti sui livelli di marzo ci sarà un nuovo taglio delle accise. La dichiarazione arriva dopo che sia Salvini che Urso si erano espressi in tal senso. Ma da dove arriveranno i fondi?Al momento il cammino tracciato a Palazzo Chigi prevede due tappe. La prima arriverà in fretta, alla vigilia della pausa estiva, quando andrà al voto del Parlamento una risoluzione per dare al Governo il mandato a negoziare in Europa l utilizzo dei margini di bilancio aggiuntivi. È lo stesso calendario europeo a imporlo, chiedendo ai Paesi di attivare la richiesta iniziale entro il 15 agosto.Le ipotesi circolate in queste settimane parlano di uno 0,3% di Pil da destinare alle misure sull energia, a cui si affiancherebbe un impegno sostanzialmente analogo sul versante del riarmo. In tutto, insomma, 14 miliardi equamente divisi tra i due filoni in uno scenario nel quale l unione con gli investimenti energetici potrebbe facilitare il disco verde delle Camere anche sul filone molto più indigesto della difesa. Il problema è chiarissimo anche agli occhi di Palazzo Chigi, come conferma la nota diramata subito dopo la riunione in cui si sottolinea la volontà di «concentrare nel prossimo biennio la maggiore capacità di spesa per il contrasto al caro energia». Il riferimento al «prossimo biennio» getta luce anche sulla tempistica effettiva della spesa. Numeri e decisioni finali arriveranno infatti soltanto con la seconda tappa del percorso, che nelle ipotesi attuali arriverebbe in autunno con l autorizzazione effettiva allo scostamento di bilancio da approvare a maggioranza assoluta dei componenti delle due Camere. Dipenderà dall esito di questa procedura la sorte dei capitoli centrali della prossima manovra, l ultima di questa legislatura targata Meloni. Quel che certo è che in questo conteggio non ci potranno rientrare le accise.L'intervento di Gianni Trovati, Il Sole 24 Ore ai microfoni di Sebastiano Barisoni.La sfida delle spiagge libere Liguria maglia nera d'Italia nell'estate del rebus concessioniLa battaglia per le spiagge libere parte da Spotorno e si ferma a Bacoli. Se il sindaco del Comune ligure porterà al 40% la quota di litorale libero e libero attrezzato tagliando gli stabilimenti da 34 a 25 (il che ha scatenato la protesta dei balneari, che hanno disertato la cerimonia delle Bandiere blu), il primo cittadino campano punta a restituire a uso gratuito l'80% dell'arenile. Anche Posillipo ha ampliato gli spazi a libera fruizione (quasi il 50%) mentre a Rimini il nuovo piano punta a garantire il 37% di sabbia libera ma a parita di concessioni. Restano, però, casi piuttosto isolati. Già, perché la maggior parte delle gare finora riassegna le concessioni demaniali marittime tal quali. In Italia, l'Ispra individua 644 Comuni "costieri" mentre il ministero del Turismo ne classifica 654 "a vocazione marittima prevalente".Stando a Legambiente, l'ultima mappatura ministeriale rileva chesolo il 33% delle coste italiane è oggetto di concessioni. Ma, per l'associazione ambientalista, il calcolo effettuato sul totale della costa e non sulle sole aree balneabili è fuorviante perché include i tratti di costa rocciosa, non accessibili, non appetibili o non assegnabili per la presenza di infrastrutture. La stessa Legambiente, su dati del Sistema informativo del demanio, quantifica 12.166 concessioni per stabilimenti balneari, fotografando una situazione critica in più punti della penisola. A partire dalla Liguria dove la percentuale di costa sabbiosa occupata dai bagni o altre strutture è il 69,9%. Come sta andando la fatidica liberalizzazione? Manca ancora il bando tipo nazionale del ministero delle Infrastrutture e trasporti per uniformare le procedure di assegnazione delle concessioni demaniali marittime. Il Mit fa sapere che il modello «è stato presentato alle associazioni di categoria con la Conferenza unificata e si attende la formalizzazione delle linee guida dall'Ordine dei commercialisti. Come da programma e accordi, auspichiamo un passaggio definitivo entro fine mese». Da parte sua, anche Anci chiarisce di «attendere il varo definitivo del bando nazionale».Nell'attesa, dunque, si procede in ordine sparso. Fra sindaci immobili e altri che, a fronte di anni di proroghe e crescenti ricorsi, hanno scelto di non rinviare. «Alla scadenza di una concessione non c'e un obbligo automatico di rimettere tutto a gara: il Comune puo riassegnare o lasciare il tratto a spiaggia libera», puntualizza Agostino Biondo di Mare libero. «È un'occasione per ridefinire l'assetto della costa a favore della collettivita . Ma pochi lo stanno facendo». La Liguria, per esempio, è oggi fra le regioni più avanti nelle gare. Una decisione presa per evitare strascichi e maturata anche alla luce dell'orientamento del Tar regionale, non favorevole all'ultima proroga nazionale per la validità delle concessioni fino al 30 settembre 2027. La Regione, d'intesa con i sindaci liguri, ha stilato un vademecum "non vincolante" di raccolta delle norme per fare ordine. Spesso, però, gli enti hanno scelto una durata provvisoria fino all'anno prossimo o di cinque anni (nel bando nazionale, dovrebbe essere la durata minima prevista). Si muovono anche Veneto, Friuli-Venezia Giulia, Toscana, Marche, Emilia-Romagna, Lazio, Campania, Sicilia. Laddove concluse, gli uscenti sono stati riconfermati nel 70% delle assegnazioni (anche perché, in diversi lotti, si è presentato solo un concorrente ovvero l'attuale gestore). Nel restante 20-30% dei casi, vince un nuovo gestore. A Recco e Chiavari, per esempio, su una dozzina di concessioni, cinque hanno avuto un cambio.I criteri per l'assegnazione, peraltro, oggi danno più peso alla qualità del progetto e alla sostenibilità, alla difesa della costa e all'accessibilità. Non mancano, però, incertezze.Il commento di Maurizio Rustignoli, presidente di Fiba Confesercenti.
Em Moçambique, Conselho Constitucional anula substituição do segundo vice-presidente do Parlamento e reconduz Fernando Jone.
A polémica em torno dos exames nacionais continua a intensificar-se, depois do ministro da Educação ter afirmado no Parlamento que desconhecia “erros graves” no exame-piloto de Filosofia. Ao mesmo tempo, cresce a pressão sobre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, que está agora a ser investigado por suspeitas dos crimes de descaminho e abuso de poder. Os dois temas marcam o debate entre Daniel Oliveira e Diogo Feio neste episódio de Antes pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 21 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moody's ratifica máxima calificación a la CFE Cherán prohíbe la caza de fauna silvestreRenuncia líder parlamentario en AlemaniaMás información en nuestro podcast#grc
El mal tiempo se fortalece en el norte y noreste de Coahuila FGR detiene al exgobernador de BC Ernesto Ruffo AppelIsrael aprueba reforma a ley de mediosMás información en nuestro Podcast#grc
En esta edición de No Hay Derecho abordaremos, entre otros temas: - Fiscalía evalúa inicia una investigación contra el periodista Gustavo Gorriti y fiscales Vela y Pérez. - Congresista Ruth Luque denuncia que agendan una denuncia en su contra en la SAC a pocos días de instalarse el Congreso Bicameral. - Julio Velarde a Keiko Fujimori: "El panorama (económico) está muy bien, pero hay un problema fuerte: El Niño nos va a golpear". - Congreso condecora a José Jerí la medalla Gran Cruz a puertas cerradas. - Keiko Fujimori llama a "reconciliar el país" pese a actuaciones de Fuerza Popular. - Instalan la Junta Preparatoria del Congreso 2026-2031 y comienza la transición al Parlamento bicameral. - Exclusivo: Las leyes pendientes de evaluación por el Ejecutivo.
Chegou ao Parlamento eleito pela Madeira, representando o estreante JPP. Diz que “tremia como varas verdes”, que não tem “qualquer preconceito” em elogiar o Governo “quando merece” e que não lhe passa pela cabeça “chamar incompetente a alguém”, porque parte do princípio que sabe menos do que outros. Em dia de Estado da Nação, Filipe Sousa vem ao Expresso da Manhã, dizer o que o pouco tempo que terá no debate não lhe permitirá transmitir. E tem alguns alertas a fazer a Montenegro. A moderação deste episódio é de David Dinis, a sonoplastia é de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El programa aborda la actualidad con varios temas clave. Primero, se celebra la llegada de la selección española de fútbol a la final del Mundial, destacando su unidad como un contraste a la polarización política. Se observa cómo el poder político intenta capitalizar este éxito, aunque se recuerda que un triunfo deportivo no garantiza el apoyo electoral. Segundo, se analiza el acuerdo sobre Gibraltar, que elimina la verja fronteriza. Se critica que España renuncia a la soberanía sobre el Peñón y sus aguas territoriales, y se denuncia la falta de transparencia en la negociación, que no pasa por el Parlamento español. Tercero, se examinan los casos de corrupción que afectan al entorno del Gobierno, como las reuniones de Leire con altos cargos, la defensa de Begoña Gómez, la condena del hermano del presidente, David Sánchez, y la de José Luis Ábalos. El Gobierno insiste en la teoría del "lawfare" y se señala la ausencia de investigaciones internas en el PSOE. Cuarto, se discuten las ...
La Tertulia - 10.07.2026 - Cruce en el Parlamento entre blancos y colorados por la figura de José Batlle y Ordóñez en su 170º aniversario by En Perspectiva
Parlamento Europeo también aprobó Acuerdo Comercial Interino Ataques rusos dejan al menos siete muertos en UcraniaUruguay, hizo historia dentro y fuera de las canchasMás información en nuestro podcast#grc
México celebra aval europeo a acuerdos comerciales La Secretaría de las Mujeres respaldan detención de Víctor Rodríguez UAM reúne más de una tonelada de ayuda para VenezuelaMás información en nuestro podcast#grc
EE. UU. libera recursos para sanear aguas en la frontera con México Ebrard prevé que acuerdo con Europa entre en vigor este añoAseguran ketamina oculta en equipaje en CancúnMás información en nuestro podcast#grc
Lorenzo Tron, proprietario della pizzeria Shop 225 di Melbourne, è stato invitato a preparare la pizza per i parlamentari australiani. “Abbiamo voluto rappresentare la nostra inclusività alimentare al Parlamento”, ci ha detto Tron.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui.
Sono almeno 21 i morti e circa 85 i feriti nei raid russi di stanotte su Kiev, come comunicato dal Servizio statale di emergenza dell’Ucraina. Nel frattempo, 34 residenti sono stati tratti in salvo. Ne parliamo con Piero Meda, direttore Paese in Ucraina per WeWorld, Luca Rifiorati, coordinatore dei progetti EMERGENCY in Ucraina, Robin Meldrum, country coordinator di Msf per l'Ucraina.Il capo della delegazione negoziale iraniana ha nuovamente smentito che agli ispettori dell'Agenzia internazionale per l'energia atomica sarà concesso di accedere ai siti nucleari bombardati dagli Stati Uniti. Lo scrive Al Jazeera, secondo cui il presidente del Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, ha dichiarato alla televisione di stato che non è vero che agli ispettori sarà permesso di ispezionare i siti di Fordow, Natanz e Isfahan. Ne parliamo con Paolo Magri, presidente del Comitato Scientifico di Ispi, e con Maziyar Ghiabi, professore di Scienze sociali e direttore del Centro studi sull'Iran all'Università di Exeter.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro. A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro. Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens. A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”. O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira. “Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar. Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou. As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta. Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”. “Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live. Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”. A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento. Ele nega. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Il 23 giugno la Commissione per gli affari economici e monetari del Parlamento europeo ha dato il primo via libera alla legislazione per introdurre l'euro digitale, il progetto di una versione digitale dell'euro destinata ad affiancare il denaro contante. Con Alessandro Lubello, editor di economia di InternazionaleIl 25 giugno il tribunale di Alessandria ha deciso, dopo un'udienza preliminare durata due anni, di rinviare a giudizio due dirigenti della Solvay, la multinazionale chimica che oggi si chiama Syensqo.. Con Laura Fazzini, giornalistaOggi parliamo anche di:Scienza • "Il grande disgelo" di Christof Gertschhttps://www.internazionale.it/magazine/christof-gertsch/2026/06/25/il-grande-disgeloLibro • Giusi Palomba, Frammenti di un discorso di classe (Einaudi)Ci piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Hace dos días Keir Starmer compareció para anunciar que abandonará el cargo de primer ministro este verano. La crisis política, cuya fase final dio comienzo tras la derrota laborista de las elecciones locales en mayo, se cobra así el sexto primer ministro de los últimos diez años. Su sucesor será Andy Burnham, antiguo alcalde de Manchester que, gracias a unas elecciones parciales celebradas este mismo mes, ha entrado en el Parlamento. Suponiendo que llegue convertirse en el próximo primer ministro, heredaría exactamente el mismo avispero que deja Keir Starmer. Una economía estancada, márgenes mínimos para endeudarse y gastar, y un electorado irritado que percibe el declive del país con el cinismo de quien ya no espera nada bueno. El problema de fondo no cambia con la persona que ocupe Downing Street, y esa es precisamente la trampa. El dato que mejor resume la frustración británica que en 20 años la renta real del hogar británico promedio apenas se ha movido. Es, de hecho, un 25% inferior a la que tendrían si el crecimiento hubiera mantenido el ritmo que tuvo entre los años 80 y 2007. Dos décadas perdidas explican por qué la política británica se ha vuelto un simple ejercicio de gestión del malestar. Los números tampoco invitan al optimismo. La presión fiscal está en máximos, la deuda ronda el 100% del PIB y sus intereses devoran ya un 8% del presupuesto, el doble de lo que el Reino Unido dedica a defensa. Otro 25% se va en prestaciones sociales, pensiones y subsidios. Sobre ese suelo de cemento debe Burnham crear algo parecido a una estrategia. Su dilema es el mismo que paraliza a toda Europa. Recortar partidas sociales para liberar recursos hacia la defensa o las infraestructuras envejecidas exige enfrentarse al electorado. Starmer eludió ese choque por miedo a sus diputados y a sus votantes. Su promesa de crecimiento comenzó, de hecho, subiendo impuestos a las empresas. El resultado fue un fracaso anunciado porque no existe salvación política que no pase por el crecimiento económico. Sobre Burnham planea además una incógnita personal. Hasta hace apenas unas semanas ni siquiera era diputado, y su trayectoria como alcalde de Mánchester es más la de un reformista de izquierdas que la de un laborista moderado. Algunos de sus asesores proponen eliminar las subidas de las pensiones para ganar margen de inversión. Los economistas aplaudirían, los jubilados protestarían, la pregunta inevitable es si querrá meterse en ese lío. El telón de fondo lo pone el mercado. El Reino Unido ya paga los tipos de interés más altos del G7 para financiarse. Carecen además del colchón de una gran divisa de reserva como el dólar o el euro. Cualquier promesa de gasto sin financiación clara dispararía esos tipos. El recuerdo de Liz Truss, que duró 49 días en el poder tras sus rebajas de impuestos sin cobertura en 2022, sigue muy vivo entre inversores y políticos. En el exterior los problemas se acumulan. Rusia es una amenaza, Europa mira de reojo y con desconfianza a los británicos y EEUU está en pleno repliegue. Dentro, crecimiento débil, escaso espacio para reformas y una derecha identitaria que es la favorita en las encuestas. Eso fue lo que hundió a Starmer. A Burnham no le quedará más remedio que poner en marcha reformas de calado o sufrirá la misma suerte. Para hablar de la enésima crisis política en el Reino Unido tenemos hoy a Andrea en La ContraCrónica, que ha estado siguiendo este asunto con mucha atención desde que comenzó esta ultima semana de Starmer. #FernandoDiazVillanueva #keirstarmer #andyburnham Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Convidado: Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM. Nesta segunda-feira (15), EUA e Irã assinaram eletronicamente o documento que estabelece as condições para um acordo de paz definitivo entre as partes – do lado americano, assinaram o presidente Donald Trump e o vice J.D. Vance; do lado iraniano, o responsável foi o presidente do Parlamento, Mohammed Qalibaf. O conteúdo do documento será apresentado na íntegra apenas na sexta-feira (19), para quando está marcada a cerimônia de assinatura presencial. O que se sabe do acordo é que ele prevê a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã, garantias do regime dos aiatolás de que não desenvolverá armas nucleares e desbloqueio de ativos financeiros iranianos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o professor de relações internacional Leonardo Trevisan. Ele avalia a chance de sucesso deste acordo e analisa quem mais ganha e quem mais perde nesta nova fase de negociações.