Podcasts about parlamento

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Semana em África
Golpes, terrorismo e clima dominam agenda da União Africana

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:23


Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.

Noticias De Pisa y Corre
Frente Amplio Democrático pide parlamento abierto para la reforma electoral DPC con Paola Rojas

Noticias De Pisa y Corre

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:10


El Frente Amplio Democrático sostuvo un encuentro con Kenia López, presidenta de la Cámara de Diputados, para impulsar la realización de un parlamento abierto sobre la #reformaelectoral. #NoticiasDigital #PaolaRojasDPC De Pisa y Corre con Paola Rojas de lunes a viernes a las 8:00 am por Imagen Televisión. Visita también nuestra página www.imagentv.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pagella Politica Podcast
La nuove misure del governo su sicurezza e immigrazione

Pagella Politica Podcast

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 16:14


In mezzo alla campagna elettorale per il referendum sulla giustizia, il governo Meloni è tornato ad affrontare due temi particolarmente cari al centrodestra: l'immigrazione e la sicurezza. In pochi giorni infatti il Consiglio dei ministri ha approvato due disegni di legge e un decreto-legge che puntano a rafforzare sia il contrasto all'immigrazione irregolare, sia il controllo della sicurezza pubblica da parte delle forze dell'ordine. Vediamo nel dettaglio che cosa prevedono questi nuovi provvedimenti, che hanno già iniziato a far discutere i partiti in Parlamento. Seguiteci sui nostri siti Pagella Politica e Facta e sui nostri profili Facebook, Instagram, X, Telegram, Threads, TikTok e Bluesky. Episodio scritto da Davide Leo e Federico Gonzato prodotto da Jessica Mariana Masucci Link utili: Guida al referendum costituzionale sulla giustizia Che cosa prevede il nuovo disegno di legge del governo sull'immigrazione Che cosa c'è nella nuova stretta del governo sulla sicurezza  È vero che le forze dell'ordine non sono sotto organico, come dice Meloni? CREDIT BRANI “Right on target” di Lemonmusicstudio  “Midnight blues” di Lemonmusicstudio  Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Vida em França
"As relações sexuais devem estar ligadas ao consentimento"

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 6:56


O Parlamento francês aprovou por unanimidade, no passado mês de Janeiro, um projecto de lei que visa excluir o dever de ter relações sexuais no casamento. A medida, se vier a ser aprovada pelo Senado, poderá contribuir para evitar lacunas jurídicas em casos de violação no casamento ou de divórcios por ausência ou recusa de relações sexuais. Em entrevista à RFI, Luísa Semedo, doutorada em Filosofia Política, considera que, com esta votação, os deputados enviam uma mensagem clara sobre a urgência de eliminar a ambiguidade da lei e impedir interpretações que imponham uma obrigação sexual no casamento. O diploma ainda tem de passar pelo Senado, mas que mensagem enviam os deputados franceses ao votarem de forma unânime um projecto de lei que visa excluir o dever de manter relações sexuais no casamento? A mensagem é a de eliminar a ambiguidade da lei. Em si mesma, a lei nunca afirmou explicitamente que é necessário ou obrigatório ter relações sexuais, mas o texto é suficientemente ambíguo para permitir esse tipo de interpretação. O objectivo é acabar com a possibilidade de julgamentos arcaicos que defendem que uma mulher ou um homem são obrigados a manter relações sexuais dentro do casamento e que, se não o fizerem, são de alguma forma culpados do que quer que seja. A exclusão do dever conjugal elimina totalmente ambiguidades legais em casos de violação no casamento? Como sempre, há uma diferença entre a lei e a prática. Seria perfeito se as leis fossem sempre cumpridas. A ideia de que a mulher ou o homem têm de estar sempre disponíveis sexualmente é profundamente cultural. No caso das mulheres, implica estarem à mercê do desejo do homem. Não é apenas uma questão legal; é algo que está enraizado culturalmente. Ainda vivemos com esse pensamento, profundamente patriarcal, que limita tanto mulheres como homens, embora por razões diferentes. Este modo de ver o mundo não está apenas na lei, mas também na cultura e na arte. Em filmes, por exemplo, surge muitas vezes a ideia de que a ausência de relações sexuais significa que alguém está a falhar. E não é assim que deveria ser visto. As relações sexuais devem estar ligadas ao consentimento, ao desejo e à relação afectiva. A França que chegou a ser condenada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em 2025, num caso em que uma mulher foi considerada culpada de divórcio por recusar sexo ao marido…. Porque esta obrigação não faz parte dos textos fundamentais da lei. Mesmo em França, tratava-se de interpretações feitas por juízes e por jurisprudência, sem base no Código Civil ou na Constituição. Por isso, faz todo o sentido que os tribunais internacionais se tenham manifestado contra. Houve também casos anteriores que marcaram a actualidade. Em 2011, houve pelo menos dois casos mediáticos: um homem condenado a pagar 10.000 euros de indemnização por falta de relações sexuais com a mulher e uma mulher condenada por ter recusado manter relações íntimas com o marido... Estas decisões têm impacto em muitos outros casos. Por exemplo, no caso de Gisèle Pelicot, estava presente a ideia de que a mulher pertence ao marido e que, portanto, o marido pode fazer o que quiser com ela, como se existisse um dever. A mulher passa a ser vista como um instrumento ou um objecto, ao ponto de poder ser “emprestada” ou “alugada” a outros homens. Esta forma de ver os corpos como objectos continua a existir e tem consequências extremamente graves. Estamos a falar de uma visão mais patriarcal? Sim, claramente mais patriarcal, sabendo que o patriarcado também tem implicações negativas para os homens. Quando falamos de masculinidade tóxica, falamos disso mesmo: os homens são pressionados a estar sempre disponíveis, sempre “funcionais”. Parte-se do princípio de que o homem quer sempre ter sexo e, quando isso não acontece, ele é insultado, diminuído ou sente-se obrigado a ser performativo, muitas vezes perante outros homens. O caso de Gisèle Pelicot mostra também isso: homens que mantêm relações sexuais à frente de outros homens como forma de pertença a um boys club, de validação da virilidade, daquilo que significa ser “macho” ou ser homem. Esta lei pode oferecer maior protecção às vítimas de violência sexual no casamento, facilitando a denúncia e a prova de crimes sexuais entre cônjuges? Penso que sim, na medida em que pode ajudar a mudar mentalidades. Pode tornar a violação conjugal mais presente no debate público e ajudar a consolidar a ideia de que insistir não é consentir. Dizer “sim” depois de insistência não é consentir; é ceder, é fazer algo que não se quer. Em França, por exemplo, 57% das mulheres já tiveram relações sexuais dentro do casamento sem vontade. Isto corresponde, na prática, à definição de violação. É extremamente grave. De que forma esta decisão reforça a protecção do consentimento e da autonomia individual dentro do casamento? Reforça porque afirma que o indivíduo não é um instrumento ao serviço dos desejos do outro, mas sim uma pessoa autónoma, com vontade própria. O consentimento não é dado para sempre. Não é por uma pessoa casar que consente para sempre ter relações sexuais com o seu companheiro. E não é sequer por ter iniciado uma relação sexual que não pode dizer “não” a meio. A qualquer momento, qualquer um dos dois pode dizer que não quer continuar. Isto reforça a ideia do indivíduo como alguém com desejos próprios, unicidade e autonomia, e não como um objecto utilitário. Esta decisão do Parlamento francês pode ter repercussões noutros países? Penso que sim. A França é um país muito observado neste tipo de questões e pode servir de modelo, tanto para outros países como para si própria, afirmando esta visão também a nível europeu.

Start - Le notizie del Sole 24 Ore
Figli per sempre: perché i giovani non riescono a uscire di casa?

Start - Le notizie del Sole 24 Ore

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 11:33


In questa puntata partiamo dalla notizia secondo cui in Italia otto giovani su dieci tra i 20 e i 29 anni vivono ancora con i genitori; ci spostiamo a Bruxelles, dove il Parlamento europeo ha approvato una svolta sulle regole di asilo; passiamo a Milano, con il Villaggio olimpico di Porta Romana che dopo i Giochi diventerà uno studentato; infine, ti racconto la storia di Benedetta. Se vuoi dirmi le difficoltà e le sfide che, come giovane, incontri nella tua vita quotidiana o, semplicemente, la tua opinione sulle notizie di oggi, scrivimi in DM su Instagram, mi trovi come Angelica Migliorisi. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Effetto notte le notizie in 60 minuti
Il primo voto dei vannacciani

Effetto notte le notizie in 60 minuti

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026


Si alla fiducia, no al decreto: questa è la linea dei vannacciani nel voto di oggi in Parlamento. Parliamo di questo e della giornata della politica italiana con Lina Palmerini, quirinalista e commentatrice politica de Il Sole 24 Ore. Crans-Montana, Moretti in aula per l'interrogatorio. Sentiamo Alessandro Vaccaro, legale della famiglia Galeppini. Iran, Netanyahu alla corte di Trump. Facciamo il punto con Marco Valsania, corrispondente de Il Sole 24 Ore da New York. La giornata delle Olimpiadi di Milano-Cortina. Ci aggiorna il nostro inviato Dario Ricci.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 10/02/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 53:38


Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (10): STJ afasta o ministro Marco Buzzi depois de nova denúncia por importunação sexual. Senadores querem ouvir PF, Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários sobre o Banco Master. Parlamento europeu aprova medidas para proteger agricultores do acordo com o Mercosul. Nos EUA, FBI divulga imagens do suspeito de sequestrar a mãe de uma apresentadora de TV. No Brasil, deslizamento provoca morte de família na Zona da Mata mineira. Alta do combustível puxa a inflação, mas índice em 12 meses, fica dentro da meta. E a preparação de Fluminense e Botafogo para o clássico carioca da rodada no Brasileirão.

Zuga Podcast

No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Notizie dall'Ucraina
Via libera dal Parlamento Ue al prestito di 90 miliardi a Kiev

Notizie dall'Ucraina

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:58


E' arrivato il via libera dal Parlamento europeo al prestito da 90 miliardi all'Ucraina. Il cosiddetto "prestito di sostegno all'Ucraina" contribuirà a coprire le esigenze di finanziamento del paese. Dei 90 miliardi di euro 60 andranno per rafforzare la difesa dell'Ucraina e 30 miliardi per assistenza macrofinanziaria. Il prestito sarà finanziato tramite debito comune Ue e l'Ucraina lo rimborserà una volta ricevute le riparazioni di guerra dalla Russia. In cambio del prestito l'Ucraina dovrà impegnarsi a proseguire le riforme democratiche e la lotta alla corruzione.Ascolta "Notizie dall'Ucraina" ogni giorno su podcast.adnkronos.com e su tutte le piattaforme di streaming.

Inglorious Globastards - IL PODCAST
Referendum sulla Giustizia

Inglorious Globastards - IL PODCAST

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 71:42


La riforma costituzionale sulla separazione delle carriere dei magistrati tra requirenti e giudicanti prevede anche lo sdoppiamento del Consiglio superiore della Magistratura (CSM) e la “rivoluzione” del procedimento disciplinare, affidata all'Alta Corte Disciplinare e non più ad una sezione delCSM che praticamente non ha mai punito seriamente qualcuno.Cambieranno radicalmente le modalità di composizione dei due Consigli superiori. I membri “laici”, infatti, saranno sorteggiati da un elenco di professori ordinari in materie giuridiche e avvocati con oltre 15 anni di esercizio della professione eletti dal Parlamento in seduta comune; i “togati”, invece, saranno designati per sorteggio tra i magistrati giudicanti e tra i magistrati requirenti secondo quanto stabilirà una legge ordinaria.Con Roberto Bolzan spieghiamo perché questa riforma è estremamente urgente, ma non sufficiente per ristabilire lo Stato di Diritto in Italia. E' un primo passo per depotenziare lo strapotere di magistrati che agiscono da sicari di partito e che quanto ad efficienza sono un disastro senza pari nel mondo civile.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/inglorious-globastards-podcast--4600745/support.

RPL - La tua radio
Qui Parlamento 11-02-2026 09:00

RPL - La tua radio

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026


Approfondimento sulla politica italiana

Modem
Dumping salariale, servono più controlli (e controllori)?

Modem

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 30:26


Modem si occuperà dell'unico tema di carattere cantonale in votazione in Ticino il prossimo 8 marzo: l'iniziativa popolare generica promossa nel 2019 dall'MPS e bocciata dal Gran Consiglio lo scorso novembre, intitolata “Rispetto per i diritti di chi lavora! Combattiamo il dumpiDumng salariale!” A discuterne e ad argomentare il Sì e il No ci saranno: Elia Agostinetti, consigliere comunale di Mendrisio per AlternativA – Verdi e SinistraCristina Maderni, rappresentante del PLR in Parlamento e vicepresidente della Camera di commercio del Canton TicinoConduzione: Alain Melchionda undefined

3 em 1
PF acessa celular de Vorcaro no caso Master / Câmara analisa fim da escala 6x1

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 118:24


No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana. No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral. Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional. Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Zuga Podcast

No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

RPL - La tua radio
Qui Parlamento 10-02-2026 18:30

RPL - La tua radio

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026


Approfondimento sulla politica italiana

Volta ao mundo em 180 segundos
10/02: Cuba cada vez mais isolada pelos EUA com falta de petróleo | Parlamento da Venezuela anuncia que não haverá eleição a curto prazo | Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno estão se quebrando

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 4:31


Air Canada cancela voos para Cuba depois que governo notificou companhias aéreas de que vai faltar querosene paraavião no país. E tem também:- Jorge Rodríguez, líder do Parlamento e irmão da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anuncia que não haverá eleição no país enquanto não houver estabilização a curto prazo- Israel anuncia medidas que facilitam ainda mais os assentamentos e a compra de terras por judeus na Cisjordânia. Ao menos oito países muçulmanos condenam ainiciativa- Vários atletas se queixam que medalhas entregues nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão-Cortina, apareceram quebradas ou com fissura ao soltar do cordão depoisdas cerimônias de entregasApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aqui⁠Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui⁠Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

RPL - La tua radio
Qui Parlamento 09-02-2026 12:00

RPL - La tua radio

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026


Approfondimento sulla politica italiana

SOMMA Insight
Primeira-ministra japonesa confirma maioria mais expressiva no parlamento em décadas. Payroll será destaque internacional. No Brasil, mercados aguardam IPCA e pesquisa Quaest.

SOMMA Insight

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 9:01


Primeira-ministra japonesa confirma maioria mais expressiva no parlamento em décadas. Payroll será destaque internacional. No Brasil, mercados aguardam IPCA e pesquisa Quaest.

Convidado
António José Seguro eleito com voto útil e procura de moderação

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:20


António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.”  Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.

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RW notícias - fique sempre bem informado
Japoneses vão às urnas em eleições antecipadas

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 1:58


Os japoneses votam nas eleições legislativas antecipadas, convocadas pela primeira-ministra Sanae Takaichi, neste domingo. Takaichi dissolveu o Parlamento em 19 de janeiro. Ela convocou eleições antecipadas para tentar transformar a alta popularidade em uma maioria mais consolidada no Legislativo.

Convidado
Votar em tempo de tempestade: Santarém vai a votos num país dividido

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 18:10


Portugal vai este domingo, 8 de Fevereiro, a votos na segunda volta das eleições presidenciais, um cenário inédito em quase quatro décadas. Pela primeira vez desde 1986, a escolha do Presidente da República não se decide à primeira volta, mas também pela primeira vez a votação não acontece, em simultâneo, em todo o território. Em sete municípios, entre os quais Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, e ainda em duas freguesias do concelho de Santarém e duas do concelho de Sintra, o voto foi adiado para o próximo dia 15, devido à situação de calamidade provocada pelas tempestades que atingiram o país. As autarquias justificam a decisão com a falta de condições de segurança e de acessibilidade, num contexto em que persistem estradas cortadas, zonas inundadas e constrangimentos no transporte e na circulação. Apesar do cenário, em muitos pontos do país, os eleitores atravessam ruas ainda marcadas pelos estragos para chegar às urnas. Em Santarém, na Escola Primária de São Domingos, o dia é vivido num equilíbrio tenso entre o dever cívico e a fragilidade deixada pela última semana. “Precisamos de um Presidente e de um bom Presidente e, seja em que circunstância for, é muito importante votar”, diz uma eleitora, sublinhando que, embora na sua zona “não tenha acontecido nada de extraordinário”, viveu os últimos dias com preocupação. Conta que tem familiares obrigados a abandonar a casa na Ribeira de Santarém, onde a água invadiu o rés-do-chão. “Tiveram de tirar tudo da parte de baixo”, descreve, referindo que há um bebé e uma criança na família. Para ela, a crise pode criar terreno fértil para o desespero: “As pessoas estão muito desesperadas, não pensam nas eleições. Alguns coitados não têm grandes hipóteses psicologicamente, nem fisicamente.” Outros eleitores falam da votação como uma resposta directa ao momento político. “Só dois candidatos: temos de ter atenção à nossa liberdade e à nossa democracia”, afirma um outro eleitor, à saída da mesa de voto. Uma mulher, natural de Santarém e residente fora do Ribatejo, diz estar “emocionada” com o que viu nos últimos dias e recusa a ideia de abdicar do voto: “Votar é talvez o único poder que nos dão. Não lutar pela democracia num dia como o de hoje seria uma vergonha.” A eleição opõe António José Seguro e André Ventura, num regime semi-presidencial em que o Presidente não governa, mas pode desempenhar um papel determinante em momentos de crise: dissolução do Parlamento, convocação de eleições, nomeação do primeiro-ministro e influência política e simbólica na vida pública. A própria existência de uma segunda volta e a presença de um candidato de extrema-direita no confronto final confirmam uma transformação do sistema partidário e do debate público, num país habituado a presidenciais resolvidas no primeiro domingo. Em Santarém, porém, a política mistura-se com a urgência do pós-tempestade. As marcas estão no chão, na paisagem e no ritmo interrompido do quotidiano. No Miradouro de São Bento, a cidade olha para um cenário onde a cheia ainda domina: campos totalmente alagados, árvores submersas, telhados e paredes a meio, água de cor cinzenta e esverdeada. “Já assisti a muitas cheias, mas esta é a maior desde que me lembro, desde 1979”, conta Marcolino Pedreiro, recordando também a cheia de 1969 e outra, em 1981. Para ele, esta pode situar-se “entre as duas”. Questionado sobre se as condições meteorológicas podem influenciar o resultado eleitoral, responde com frieza: “O impacto será residual e insignificante.” A leitura não é consensual. O historiador Vítor Pereira descreve um sentimento recorrente em crises deste tipo: a percepção de abandono, mesmo em zonas relativamente próximas de Lisboa. “Quando há catástrofes, muitas vezes há um sentimento de falta de protecção e de falta de atuação do Estado”, explica, apontando para a frustração de quem paga impostos e sente que a resposta pública é lenta ou insuficiente. Para o investigador, falhas de comunicação política, e uma resposta percebida como desadequada, podem alimentar discursos de crítica ao Estado e, em contexto eleitoral, ter consequências. O historiador sublinha ainda o contraste entre a expectativa criada nos últimos anos por um Presidente marcado pela proximidade e pela presença pública, e o que poderá vir a seguir. “Portugal vai sentir-se órfão do Presidente das empatia”, afirma, antecipando que o próximo chefe de Estado terá de construir o seu próprio estilo, sem repetir o modelo dos últimos dez anos. A historiadora Raquel Varela vai mais longe e enquadra o episódio numa sequência de acontecimentos recentes: incêndios, cheias, falhas na resposta de emergência para sustentar uma crítica estrutural. “Nós não temos protecção civil”, diz, apontando para a fragilidade dos serviços e para a dependência das redes informais. “As pessoas têm-se a si, aos vizinhos e aos amigos.” Raquel Varela considera que esta auto-organização popular pode gerar um novo momento de politização, à semelhança do que aconteceu após as cheias de 1967, mas alerta para a ausência de preparação e de estruturas comunitárias. A dimensão internacional também atravessa o dia eleitoral. O activista guineense, Yussef, acompanha a votação a partir de uma perspectiva da diáspora, defende que o resultado em Portugal tem impacto nas relações com a Guiné-Bissau e no espaço político da CPLP. Critica o que considera ter sido um “branqueamento” de práticas anti-democráticas nos últimos anos e pede ao futuro Presidente “coerência com a Constituição”, pressão democrática e uma diplomacia alinhada com os princípios que Portugal afirma defender. Em Santarém, este domingo, cruza-se assim o calendário eleitoral com a recuperação depois de três tempestades. Entre ruas ainda condicionadas e uma normalidade incompleta, o país escolhe o próximo Presidente num contexto excepcional, com adiamentos locais, marcas visíveis no terreno e uma sensação de fragilidade que, para muitos, pesa tanto quanto o voto.

De puertas al campo
En 2025, Aragón produjo 1,16 millones de toneladas de carne de cerdo y 12.491 toneladas de ovino lo que supone un crecimiento del 10,6% y del 5,1%, respectivamente

De puertas al campo

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 90:36


El Departamento de Agricultura, Ganadería y Alimentación del Gobierno de Aragón recibía ayer la autorización por parte del Ministerio de Agricultura para el uso de productos fitosanitarios formulados a base de bacteriófagos destinados al control del Erwinia amylovora, bacteria responsable del fuego bacteriano, una de las enfermedades más dañinas para los cultivos de fruta de pepita y que afecta de manera considerable, entre otras, a la comarca Comunidad de Calatayud (Zaragoza). El Ministerio de Agricultura ha abierto el plazo de audiencia pública para el proyecto de Real Decreto que modificaba el reglamento de 2002 sobre protección de cerdos, para devolver la estabilidad legal al sector productor y a la administración. Nos lo ha explicado Miguel Ángel HIguera, director general de Anprogapor. La producción cárnica española crece en algo más de 405.000 t durante 2025 y supera por primera vez los 8 millones de toneladas. De las 405.000 t de incremento, casi 321.000 t correspondieron a la subida registrada en la producción de carne de cerdo que llegó a los 5,27 millones de t. Por comunidades autónomas, la producción es liderada por Cataluña, con un crecimiento del 2,2 %, mientras que Aragón sigue en segundo lugar con 1,16 millones de t y un crecimiento del 10,6%. Giussepe Aloisio, director general de Anice, nos ha acompañado hoy para repasar estas cifras. La caída del precio internacional de las patatas prefritas congeladas, sumada a la sobreproducción en Centroeuropa y al avance exportador de China e India, ha desatado un exceso de oferta que hunde el precio de la patata fresca en España hasta apenas 12 céntimos por kilo. En ‘Agua y regadíos de Aragón' estamos muy pendientes del anuncio de la CHE para mantener la vigilancia hidrológica en la cuenca del río Jalón; conoremos las últimas alertas fitosanitarias en Aragón y viajamos hasta Bruselas para repasar la actualidad del Parlamento y la Comisión en lo referente al sector agrario junto a Gonzalo Corrales, responsable de la oficina de UPA en esta ciudad. Junto a César Langa, director técnico de Bodegas Langa, hablamos de vino y con Salz Medina, propietaria de Salzy Salz, y Roberto Pueyo, agricultor de Valdealgorfa , lo hacemos de aceite. Cinco AOVEs españoles, uno de ellos el que produce Salz Medina en Agón, han sido premiados en Monocultivar. Pueyo nos ha explicado lo que suponen las lluvias de estas últimas semanas para el olivo.  

La ContraHistoria
La no revolución inglesa

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 92:08


La revolución de 1688, más conocida como revolución gloriosa, supuso el triunfo definitivo del parlamentarismo en Inglaterra. Trajo también el fin de la casa Estuardo, aunque en este caso con algunos años de retraso. Este acontecimiento no fue algo ni repentino, ni aislado, sino la culminación de un proceso que había dado comienzo casi un siglo antes. Durante ese tiempo proliferaron las tensiones entre la Corona y el parlamento, unas tensiones que dejaron un reguero de guerras civiles y la ejecución de Carlos I en 1649. El detonante final se produjo durante el reinado de Jacobo II, que ascendió al trono en 1685. Su abierto catolicismo y su uso de la "facultad de dispensa" para ignorar al parlamento despertaron el temor a que implantase en Inglaterra una monarquía absoluta similar a la de Luis XIV en Francia. La desconfianza se transformó en crisis en 1688 por dos hechos: el juicio a siete obispos anglicanos que se opusieron al rey y, especialmente, el nacimiento de un heredero varón que sería criado como católico. Esto eliminaba la esperanza de una sucesión protestante a través de su hija María. Ante la amenaza de que se revirtiese la reforma anglicana, un grupo de parlamentarios que se dieron en llamar a sí mismos los "Siete Inmortales" invitaron a Guillermo de Orange, estatúder de los Países Bajos y esposo de María, a intervenir militarmente para proteger las libertades inglesas. Guillermo organizó una gran expedición financiada por el banquero sefardí Francisco Lopes Suasso. En noviembre de 1688 desembarcó en Torbay con más de 15.000 hombres. La resistencia de Jacobo II se vino abajo rápidamente debido a las deserciones en su ejército y su propio colapso personal. Tras arrojar el Sello Real al Támesis y huir a Francia, el Parlamento declaró el trono vacante por una abdicación tácita. En 1689 el parlamento ofreció la corona a Guillermo y María, pero con una condición sine qua non: la aceptación de la Declaración de Derechos o Bill of Rights. Este documento restringía mucho el poder real. Entre otras cosas prohibía al monarca suspender leyes y recaudar impuestos sin permiso parlamentario. Se materializó así el "contrato social" preconizado por John Locke, mediante el cual la legitimidad del soberano emana de un pacto con sus súbditos y no del derecho divino. La estabilidad del nuevo régimen se reforzó con el Acta de Establecimiento de 1701, que excluía a perpetuidad a los católicos del trono. Esto permitió que, tras la muerte sin herederos de la reina Ana en 1714, la corona pasara de los Estuardo a la Casa de Hannover en la persona de Jorge I. Aunque Jacobo II intentó recuperar el trono con apoyo francés, su derrota en la batalla del Boyne en Irlanda selló su destino. A diferencia de la Revolución Francesa, la Gloriosa fue un cambio de régimen relativamente incruento y conservador en sus formas, ya que no pretendía alumbrar un mundo nuevo, sino preservar las leyes tradicionales. Pero sus consecuencias fueron radicales. La estabilidad que otorgó a Gran Bretaña permitió su expansión imperial y la revolución industrial. El modelo de supremacía parlamentaria que quedó establecido entonces ha perdurado hasta el momento presente e influyó mucho en todas las revoluciones que vinieron después. En El ContraSello: 0:00 Introducción 4:05 La no revolución inglesa 23:40 Literatura Gredos - http://literaturagredos.com/ 1:18:17 La revolución francesa - https://diazvillanueva.com/la-contrahistoria-de-la-revolucion-francesa/ 1:21:38 Historia de la coca Bibliografía: - "La revolución inglesa" de Alonso de Cárdenas - https://amzn.to/4kgybRE - "The Oxford Handbook of the English Revolution" de Michael J. Braddick - https://amzn.to/4aeK6uD - "The English Revolution" de GM Trevelyan - https://amzn.to/4bCDJnx - "The debate on the English Revolution" de R. Richardson - https://amzn.to/4bJBIWJ · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva #FernandoDiazVillanueva #fdv Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Semana em África
Semana África: crises políticas, debates identitários e desafios à segurança

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 8:33


Neste programa, destacamos a crise política em São Tomé e Príncipe, um debate identitário que reacende divisões na Guiné-Bissau, as crescentes ameaças à segurança dos jornalistas em Moçambique e a defesa da imagem sanitária de Cabo Verde. Começamos em São Tomé e Príncipe, onde a crise política se agravou esta semana. Vinte e nove deputados, reunidos sob protecção policial, destituíram a presidente do Parlamento e exoneraram os cinco juízes do Tribunal Constitucional, através de resoluções aprovadas por unanimidade. Decisões que, horas mais tarde, o próprio Tribunal Constitucional viria a declarar inconstitucionais.Em entrevista à RFI, o antigo primeiro-ministro são-tomense, Gabriel Costa, alerta para o clima de caos político que se vive no país e aponta o Tribunal Constitucional como principal responsável pela actual situação. Ainda em São Tomé e Príncipe, o Presidente Carlos Vila Nova reagiu com prudência à nomeação do antigo primeiro-ministro Patrice Trovoada como enviado especial da União Africana para a Guiné-Bissau. Sem entrar em considerações pessoais, o chefe de Estado sublinhou a necessidade de respeito pelos princípios da União Africana e pela soberania dos Estados, defendendo que a missão contribua para a paz e para o pleno restabelecimento das instituições democraticamente eleitas. Na Guiné-Bissau, a polémica em torno da bandeira do PAIGC voltou à agenda política. O debate reacendeu-se depois de o Conselho Nacional de Transição, criado pelos militares, ter aprovado uma lei que obriga o partido a alterar o seu emblema histórico.Ainda no país, o mandatário nacional da candidatura de Umaro Sissoco Embaló pediu, esta sexta-feira, ao Alto Comando Militar garantias de segurança para que o ex-Presidente da República e os seus apoiantes possam regressar à Guiné-Bissau. João Paulo Semedo encontrou-se com o Presidente da República de Transição, Horta Inta, e no final elogiou o trabalho dos militares que tomaram o poder a 26 de Novembro de 2025. Em Moçambique, um jornalista escapou por pouco a uma tentativa de assassinato. Carlitos Cadangue foi alvo de um atentado na noite de ontem, em Chimoio. Homens armados dispararam contra a sua viatura, deixando-a crivada de balas, num ataque que volta a levantar sérias preocupações sobre a segurança dos profissionais da comunicação social no país. Em Cabo Verde, o Governo rejeita as notícias publicadas na imprensa britânica que associam mortes de turistas a alegados problemas de saúde pública no arquipélago. As autoridades garantem que vão accionar os mecanismos necessários para repor a imagem do país enquanto destino seguro.

DW em Português para África | Deutsche Welle
4 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 19:59


PAIGC recusa mudar os seus símbolos partidários e acusa o Alto Comando Militar de agir sem legitimidade.Em Xai Xai, as vítimas das cheias descrevem dias de pavor e grandes perdas Em São Tomé e Príncipe, um acórdão do Tribunal Constitucional que anulou a demissão do Governo desencadeou um confronto com o Parlamento.

DW em Português para África | Deutsche Welle
3 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 19:50


Em São Tomé e Príncipe, deputados destituem a presidente do Parlamento, agravando a crise política no país. Mineração ilegal continua a fazer vitimas em Moçambique. Em menos de um mês 11 garimpeiros perderam a vida em Manica. Disputa pelo poder coloca Sudão do Sul à beira de nova guerra civil.

3 em 1
STF e Congresso retomam agenda institucional / Lula busca apoio para indicação

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 119:39


No 3 em 1 desta segunda-feira (02), o destaque foi a abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, marcada pela leitura de uma mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com um balanço das ações do governo em 2025 e a apresentação das prioridades para 2026. O texto ressaltou indicadores econômicos, investimentos, acordos internacionais e programas sociais, além de reforçar a necessidade de diálogo entre Executivo e Legislativo em um ano eleitoral. Com o fim do recesso parlamentar, o comentarista Fábio Piperno avaliou que a principal estratégia do governo será evitar atritos com deputados e senadores diante de um calendário eleitoral apertado. Já durante a solenidade de abertura, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a independência e a harmonia entre os Poderes, destacando o papel do Parlamento na mediação e solução de conflitos políticos. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa seguirá como “a casa do povo brasileiro” em 2026 e destacou uma agenda intensa no primeiro semestre, com votações como o programa Gás do Povo, a PEC da Segurança Pública, além de debates sobre inteligência artificial, economia digital e acordos internacionais. Na mesma linha, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defendeu a harmonia e a independência entre os Poderes, ressaltando que o diálogo institucional não significa omissão e reforçando a responsabilidade democrática do Legislativo em ano eleitoral. Ainda no cenário político, o presidente Lula intensificou as articulações no Senado para viabilizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. O presidente deve se reunir com Davi Alcolumbre para buscar apoio à sabatina, prevista para depois do Carnaval. Na abertura do ano judiciário de 2026, Edson Fachin voltou a se pronunciar ao defender a criação de um código de conduta para os ministros do Supremo. Em discurso, o magistrado afirmou que o momento exige autocorreção institucional, transparência e prestação de contas, destacando que ministros não são intangíveis. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Zuga Podcast

No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Sobre o assunto da semana, não há muito a dizer. Uma calamidade não se discute, lamenta-se. Só depois do socorro às vítimas será tempo de analisar o comportamento dos poderes públicos. Enquanto isso, vamos observando o comportamento dos candidatos, numa altura em que decorre a campanha para a segunda volta das presidenciais. No debate televisivo que pôs frente-a-frente Seguro e Ventura, imperou a cautela. Ventura só por uma vez usou a palavra “bandalheira”. E lançou uma proposta de que se arrependeu pouco tempo depois: que o procurador-geral da República passe a ser escolhido pela “corporação” dos magistrados do Ministério Público. Uma correcção à proposta do Chega, no Parlamento, para que a escolha seja do Presidente da República. Contraditório? Mais contradição, menos contradição, quem é que ainda está a contabilizar? Por exemplo, o número de tachos autárquicos do partido que se insurge contra o “tachismo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zuga Podcast
⚡ PARLAMENTO AO VIVO l ACOMPANHA CADA SEGUNDO!

Zuga Podcast

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 199:55


No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade. Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

SBS Italian - SBS in Italiano
Oltre il referendum sulla Voce in Parlamento: risultati e sfide per i popoli delle Prime Nazioni

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 14:05


A più di due anni dal fallimento del referendum sulla Voce in Parlamento, avvenuto il 14 ottobre del 2023, l'attenzione nazionale si è spostata sui trattati e sull'emancipazione economica.

Prima Pagina
28 gennaio: Crans, la giustizia della cricca; Anguillara, si decide per il figlio; Stupri, passa il centrodestra;

Prima Pagina

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 16:47


E dopo lo scandalo di Crans Montana di cui maggiori dettagli troverete nel servizio di Valentina Errante, Mario Ajello commenta la giornata della memoria e scopre una Giorgia Meloni molto determinata, quindi con Valentina Pigliautile ci spostiamo in Parlamento per capire meglio il disegno di legge in materia stupri, per la cronaca l'inviata Valeria di Corrado ci porta ad Anguillara e al dilemma del futuro del figlio della madre uccisa, cambiamo decisamente argomento e andiamo al cinema con la guida dell'esperta Gloria Satta e chiudiamo con la storia di sport di Massimo Boccucci che ci fa tifare Sinner e Musetti

Expresso - Expresso da Manhã
Especial ao vivo Podfest 2026 com Teresa Nogueira Pinto: “Se Ventura for Presidente não vai a Angola dizer que João Lourenço deve ser preso”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 45:34


A direita ou o conjunto das direitas tem no Parlamento uma ampla maioria que serviu para aprovar, por exemplo, a lei da imigração e a lei da nacionalidade, mas ainda não se efectivou na escolha do Provedor de Justiça, na eleição de juízes para o Tribunal Constitucional ou para o Conselho de Estado e mantém-se no “não é não” para uma solução governativa. Olhando para as sondagens, percebemos como é feliz o título mais recente do podcast Comissão Política: “Seguro vai ganhar, mas Ventura já ganhou”. O que vai o líder do Chega fazer com este resultado? Para respondermos a esta pergunta, mas também à necessidade de saber “que direita é esta que sai das presidenciais?”, ao vivo no festival Expresso Podfest, Paulo Baldaia convida os comentadores do Importa-se de Repetir, programa da SIC na quarta-feira à noite, a fundir-se com o Expresso da Manhã. A Ângela Silva e Bernardo Ferrão junta-se Teresa Nogueira Pinto, a ministra da Cultura do governo sombra do Chega, nova comentadora da SIC e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate da Super Manhã
O ano no Parlamento Brasileiro

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 51:55


Debate da Super Manhã: Intensos debates, decisões estratégicas e movimentações políticas que impactam diretamente a vida dos cidadãos. Os planos para o ano no parlamento brasileiro trará a análise dos desafios e avanços da agenda legislativa, além de discutir os projetos e prioridades que devem ganhar destaque nos próximos meses. No debate desta terça-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a atuação das comissões e frentes parlamentares, as emendas propostas, o orçamento aprovado para este ano e as expectativas da Câmara Federal para 2026. Participam os deputados federais: Coronel Meira (PL-PE), Iza Arruda (MDB-PE) e Pedro Campos(PSB-PE).

DW em Português para África | Deutsche Welle
27 de Janeiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 20:00


Com apenas uma candidatura, corrida à liderança do braço feminino do MPLA, Organização da Mulher Angolana (OMA), gera críticas. Em Angola, proposta de lei das ONG gera divergências no parlamento entre a oposição e o partido no poder. No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto conhecemos a historia de um sobrevivente.

En Perspectiva
La Mesa - Lunes 26.01.2026 - Ajuste de la Patente de Rodados: Andújar (PN) criticó excesos y reclamó que el Parlamento intervenga

En Perspectiva

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 35:00


La Mesa - Lunes 26.01.2026 - Ajuste de la Patente de Rodados: Andújar (PN) criticó excesos y reclamó que el Parlamento intervenga by En Perspectiva

SBS Spanish - SBS en español
Política | Australia aprueba nuevas leyes sobre control de armas y discurso de odio

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 24:48


Australia recuerda a las víctimas del atentado de Bondi con un día nacional de luto, tras la aprobación en el Parlamento de leyes que endurecen el control de armas y refuerzan la acción contra el discurso de odio y los grupos extremistas. Las reformas han provocado una fuerte crisis en la Coalición opositora. El experto en seguridad César Álvarez analiza el alcance de algunas de estas medidas.

Herrera en COPE
07:00H | 22 ENE 2026 | Herrera en COPE

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 60:00


El accidente de Adamuz suma 43 víctimas mortales, con la investigación enfocada en si el problema reside en la vía o en las ruedas del tren, tras hallarse "muescas" en los bogies que sugieren un fallo en la infraestructura. El ministro Óscar Puente reconoce la posibilidad de que la vía sea el origen. En Cataluña, el servicio de Rodalies sigue sin circular tras el derrumbe de un muro, llevando a los maquinistas a convocar una huelga del 9 al 11 de febrero por falta de garantías de seguridad. La Comunidad de Madrid exige responsabilidades al Ministerio de Transportes por el caos ferroviario. La oposición, aunque inicialmente contenida, presiona para que se aclaren los hechos. En Europa, el Parlamento congela el pacto comercial de Mercosur, remitiéndolo al Tribunal de Justicia de la UE. Por su parte, Julio Iglesias difunde conversaciones privadas para defenderse de las acusaciones de agresión sexual.

Focus economia
Davos ridisegna le priorità di super ricchi e politici

Focus economia

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026


Il World Economic Forum di Davos mette in evidenza una crescente frattura tra finanza globale, politica e società. Larry Fink, amministratore delegato di BlackRock, riconosce apertamente il rischio che il capitalismo perda legittimazione politica ed etica se non tornerà a essere percepito come strumento di mobilità sociale. Fink sottolinea la necessità di integrare ampie fasce della popolazione nel nuovo ciclo economico per evitare un'esplosione del dissenso sociale. A rafforzare il quadro, un sondaggio di Survation per Patriotic Millionaires International rivela che sei milionari su dieci nei Paesi G20 giudicano negativamente l'impatto della presidenza Trump sulla stabilità economica globale. Una lettera aperta firmata da quasi 400 milionari e miliardari chiede ai leader mondiali maggiore tassazione dei super ricchi per contrastare l'eccessiva concentrazione di ricchezza. Il commento è di Riccardo Monti, Presidente del Gruppo Triboo e imprenditore e di Andrea Illy, presidente di Illycaffè.Federvini, voto sul Mercosur rischia di frenare opportunità per l'export italianoIl presidente di Federvini Giacomo Ponti esprime forte rammarico per il voto del Parlamento europeo che chiede un parere alla Corte di Giustizia Ue sull'accordo Mercosur. Secondo Ponti, il ricorso rischia di congelare l'intesa per oltre un anno, privando le imprese italiane ed europee di uno strumento cruciale di competitività in una fase di forte instabilità globale. L'accordo Mercosur viene definito una grande opportunità di sviluppo per l'export e per la crescita industriale. Federvini auspica un rapido superamento dell'impasse attraverso il dialogo tra Parlamento, Consiglio e Commissione, per arrivare all'applicazione dell'accordo. Analizziamo il tema con Giacomo Ponti, presidente Federvini.Davos tra retromarcia 'Taco' e Board of PeaceDal palco di Davos, il presidente Usa Donald Trump attenua la minaccia immediata di nuovi dazi nel contesto della disputa sulla Groenlandia, lasciando emergere un'intesa quadro ancora da definire nei dettagli. Secondo indiscrezioni riportate dal New York Times, nei colloqui sarebbe stata discussa una possibile soluzione territoriale limitata che consentirebbe agli Stati Uniti di esercitare una forma di sovranità su aree strategiche della Groenlandia per basi militari. Nel frattempo, l'ambasciatore Usa presso l'Ue Andy Puzder sollecita l'Europarlamento ad approvare rapidamente l'accordo sui dazi Usa-Ue, accusando l'Europa di alimentare instabilità per motivi politici. A Davos Trump ha inoltre firmato lo Statuto del Board of Peace, rendendolo operativo come organizzazione internazionale, con l'adesione di una ventina di Paesi, tra cui Ungheria e Argentina, ma senza la presenza dei principali alleati occidentali degli Stati Uniti. Ne parliamo con Gianluca Di Donfrancesco, Il Sole 24 Ore.

DW em Português para África | Deutsche Welle
22 de Janeiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 20:00


Guiné-Bissau: Jurista acusa o Alto Comando Militar de "forçar uma realidade" ao povo. Colapso da democracia na Guiné-Bissau só pode ser revertido com intervenção da comunidade internacional, defende ex-ministra guineense. Será que terminou "o sonho americano" para os angolanos e cabo-verdianos com as elevadas cauções impostas por Washington para o acesso ao visto?

Corriere Daily
Trump fluviale. Mercosur rinviato. Uno strano Board of Peace

Corriere Daily

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 20:57


Federico Fubini riassume i punti fondamentali del discorso del presidente degli Stati Uniti al Forum di Davos. Francesca Basso racconta del voto del Parlamento europeo che ha bloccato la ratifica del trattato commerciale firmato il 17 gennaio ad Asuncion, rimandandolo alla Corte di Giustizia europea. Andrea Nicastro spiega come funziona l'organismo internazionale pensato da The Donald per risolvere le controversie internazionali.I link di corriere.it:Il discorso integrale di Donald Trump, a DavosAccordo Ue-Mercosur, il Parlamento europeo frena il sì al trattato: ora tocca alla Corte UeL'Italia dirà no al Board of Peace voluto da Trump: anche la Costituzione è un ostacolo

SBS Spanish - SBS en español
Noticias SBS Spanish | Anthony Albanese elogia las reformas a leyes de armas y discursos de odio

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 11:37


Boletín 21/01/26: El primer ministro australiano afirmó que el Parlamento ha aprobado las reformas más rigurosas contra el odio y sobre armas de fuego en la historia de Australia. Por otra parte, gobierno estadounidense dice que su plan para Gaza cuenta con amplio respaldo internacional, y Venezuela recibe primeros ingresos por venta de petróleo a EE.UU.

Focus economia
Al via il secondo giorno del WEF a Davos

Focus economia

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026


Si apre la seconda giornata del World Economic Forum di Davos, che riunisce circa 3.000 partecipanti da 130 Paesi, tra cui 65 capi di Stato e di governo e 850 leader dell'economia globale. Donald Trump è intervenuto per la prima volta dopo sei anni, con un discorso segnato da toni duri verso l'Europa. Sulla Groenlandia ha escluso l'uso della forza, chiedendo però l'avvio immediato di negoziati e avvertendo che "si ricorderà" di chi si opporrà. Ha poi affrontato i rapporti transatlantici, rilanciando provocazioni verso la Francia, annunciando un incontro con il presidente ucraino Zelensky e difendendo l'uso dei dazi come strumenti punitivi. Sulla NATO ha ribadito l'adesione degli Stati Uniti, esprimendo però dubbi sulla reciprocità dell'impegno europeo. Trump è arrivato con una delegazione particolarmente ampia, che include il segretario di Stato Marco Rubio, il segretario al Tesoro Scott Bessent, il responsabile del Commercio Howard Lutnick e l'inviato speciale Steve Witkoff: secondo il presidente del WEF Børge Brende, la più consistente degli ultimi anni.Il Forum si svolge in un clima profondamente diverso rispetto al passato: i temi "woke", come diversità e inclusione, sono stati di fatto marginalizzati, riflettendo una crescente polarizzazione globale e la competizione tra grandi potenze, riassunta dal tema ufficiale A Spirit of Dialogue. È inoltre il primo Davos senza Klaus Schwab alla guida: dopo le sue dimissioni, la governance è passata a una leadership ad interim con Larry Fink e André Hoffmann, mentre Brende ricopre il ruolo di presidente e amministratore delegato.Nessun aggiornamento sulla presenza della premier Giorgia Meloni, che sta valutando l'invito di Trump a entrare nel Board of Peace per Gaza; tra le ipotesi, una partecipazione al summit senza firmare immediatamente la carta istitutiva. Approfondiamo il tutto con: Gianluca Di Donfrancesco, Il Sole 24 Ore e con Marco Magnani, Professore di International Economics, LUISS Guido Carli.Passa il blitz al PE contro il Mercosur, l'accordo va alla Corte UEIl Parlamento europeo ha deciso di chiedere alla Corte di Giustizia dell'Unione europea un parere giuridico sull'accordo di partenariato tra UE e Mercosur, firmato dopo oltre 25 anni di negoziati. La mozione è stata approvata con una maggioranza risicatissima e sostenuta da sinistra, verdi e liberali. Il ricorso alla Corte non blocca l'applicazione provvisoria dell'accordo, già decisa dal Consiglio, che scatterà però solo dopo la ratifica da parte di almeno uno dei quattro Paesi coinvolti: Brasile, Argentina, Paraguay e Uruguay.La richiesta di parere giuridico viene letta da molti come un tentativo politico di indebolire l'intesa, che punta a rafforzare l'influenza economica europea in Sud America in un contesto di crescenti tensioni globali. Mentre il mondo industriale guarda con favore alle nuove opportunità commerciali, il settore agricolo europeo esprime forti preoccupazioni. Una seconda mozione, presentata dai partiti di destra con lo stesso obiettivo, è stata invece bocciata. La decisione del Parlamento rinvia di fatto il voto di ratifica, inizialmente previsto tra febbraio e aprile. Esponenti della sinistra e dei verdi hanno rivendicato il risultato come una vittoria politica e una riaffermazione del ruolo dello Stato di diritto a livello europeo. Ne discutiamo con Adriana Cerretelli, editorialista Il Sole 24 Ore - Bruxelles.

Bonita Radio
EELU ¿Se rehabilitará Olvin V. después de llamar colonia al ELA?

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Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 58:14


#partidos #mundo #fascismo El nuevo miembro del Partido Popular Democrático (PPD), ex Comisionado Electoral, Olvin Valentín, se enfrenta al liderato de un partido que cree que 'el status no está en issue". | Groenlandia y la intención de Trump cada vez más bélica y el Parlamento y la Comisión Europea cierran fila con el territorio de Dinamarca. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo tiktok.com: @bonitaradio Facebook: bonitaradio Instagram: bonitaradio X: Bonita_Radio

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Noticias SBS Spanish | El gobierno presenta su legislación de recompra de armas al parlamento

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Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 11:08


El ministro del Interior, Tony Burke, afirma que las leyes introducirán regulaciones aduaneras más estrictas en nuestras fronteras y controles de antecedentes para las licencias de armas. Escucha el resumen informativo de este martes 20 de enero 2026.

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Ataque en Bondi: gobierno divide su paquete de leyes sobre armas y discurso de odio por falta de consenso

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Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 10:20


Con el objetivo de facilitar la aprobación en el Parlamento, que ha adelantado su calendario de sesiones al lunes 19, el gobierno de Albanese ha dividido su paquete de leyes para tratar de forma separada la regulación de los discursos de odio y la reforma de posesión de armas tras el ataque terrorista en Bondi, luego de enfrentar resistencia de la Coalición y los Verdes.

Focus economia
Nuova guerra tariffaria per la Groenlandia

Focus economia

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026


Gli Stati Uniti hanno annunciato nuovi dazi contro otto Paesi europei che hanno rafforzato la presenza militare in Groenlandia: tariffe del 10% dal 1° febbraio, destinate a salire al 25% da giugno, come strumento di pressione per ottenere la cessione del territorio dalla Danimarca a Washington. Francia e Svezia hanno respinto il ricatto, mentre il Parlamento europeo ha reagito bloccando la ratifica dell'accordo commerciale Ue-Usa siglato nel 2025. Secondo il Financial Times, Bruxelles valuta contromisure per 93 miliardi di euro o restrizioni all'accesso delle imprese americane al mercato europeo, inclusa l'attivazione dello strumento anti-coercizione. Intanto la Danimarca ha smentito l'esistenza di minacce imminenti da Russia e Cina, contestando la narrativa di Trump, che ha ulteriormente rilanciato lo scontro con dichiarazioni aggressive rivolte agli alleati Nato. Interviene Adriana Cerretelli, editorialista Sole 24 Ore BruxellesLa Schizofrenia dei mercati tra i dazi di Trump e i record EuropeiL'inizio del 2026 mostra mercati finanziari apparentemente indifferenti a un cambio di regime profondo: dal commercio globale imperfetto a un mercantilismo esplicito, in cui i dazi diventano leva geopolitica. Nonostante le tensioni legate alla Groenlandia, la reazione degli investitori è stata contenuta: leggere correzioni azionarie, euro stabile e movimenti moderati dei beni rifugio. Paradossalmente, mentre il quadro politico europeo si fa più fragile, le borse del continente corrono: lo Stoxx 600 segna una lunga serie di rialzi e sovraperforma nettamente Wall Street, trainato da settori ciclici, difesa e "old economy". Al tempo stesso, il forte afflusso verso oro e argento segnala un'esigenza di copertura contro l'instabilità, indicando che gli investitori cercano protezione più che rendimento in uno scenario di crescente incertezza strutturale. Il commento è di Lorenzo Codogno, Visiting professor alla London School of Economics e al College of EuropeNon solo dazi, la UE dopo il Mercosur guarda all'India, la Cina al CanadaIl World Economic Forum di Davos si apre in un contesto segnato da tensioni geopolitiche e dalla ricerca di nuove rotte commerciali alternative ai dazi americani. L'Unione europea accelera sul fronte degli accordi: dopo la storica intesa con il Mercosur, guarda all'India come partner strategico, con l'obiettivo di chiudere un accordo di libero scambio entro gennaio. La missione del cancelliere tedesco Merz a New Delhi conferma questo orientamento, anche se alcuni dossier industriali restano aperti. Parallelamente, la Cina ha siglato un accordo con il Canada per normalizzare i rapporti commerciali, riducendo dazi su veicoli elettrici e prodotti agricoli, segnando un raffreddamento delle tensioni e una diversificazione delle alleanze commerciali globali in risposta al nuovo protezionismo statunitense. Andiamo dietro la notizia con Alessandro Plateroti, Direttore editoriale UCapital.com