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Devocional do dia 18/07/2026 com o tema: De virada Gosto de fazer metáforas entre o nosso cotidiano e o futebol. Acho que tem tudo a ver. Imagine a cena: seu time do coração enfrenta uma partida difícil, o adversário está ganhando por dois a zero, e falta pouco para terminar o jogo. O craque da equipe tenta marcar pelo menos um gol, mas a bola teima em não entrar. A torcida está impaciente e começa a trocar os gritos de incentivo pelas vaias. O técnico já fez todas as substituições. Parece que não tem mais jeito. De repente, alguém arrisca um chute de fora da área e marca - dois a um. LEITURA BÍBLICA: 1 Samuel 7.1-17 Samuel pegou uma pedra e a ergueu entre Mispá e Sem, e lhe deu o nome de Ebenézer, dizendo: "Até aqui o Senhor nos ajudou" (1Sm 7.12).See omnystudio.com/listener for privacy information.
O controlo do voto nas eleições. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A peça de teatro “Au Ciel” [“No céu”] é uma ilustração de como a poesia e a imaginação podem ser a melhor forma para explicar o que não se consegue explicar, nomeadamente para falar sobre a perda de um ente querido às crianças. Neste espectáculo, que está a ser apresentado no festival Off Avignon, o público embarca numa viagem espacial com uma criança, Ariane, que vai procurar a avó Philomène que – dizem os adultos – foi “para o céu”. Esta é “uma história de amor às avós”, conta a sua autora Cindy Rodrigues, que é também uma das três intérpretes em palco. A protagonista é representada por uma marioneta inspirada no filme “Ma Vie de Courgette” e o espectáculo usa “o espaço como cenário, como lugar de viagem, mas também como metáfora da ausência”. A história passa-se passa no verão de 1969. Em palco, há uma janela horizontal gigante que, ora se abre para as esculturas voadoras que acompanham as aventuras cósmicas de Ariane, ora se transforma numa televisão analógica a preto e branco. Dessa televisão tanto saem imagens da chegada do homem à lua, como noticiários burlescos sobre a viagem de uma menina de sete anos pelo espaço. Há, ainda, um sósia francês do Elvis Presley profundamente deprimido, um arlequim filósofo num dos planetas, uma professora de ciência que é todo um planeta e extraterrestres em forma de peúgas super coloridas que não têm emoções. A “descolagem” começa com “a partida da avó para o céu” porque Ariane não percebe para onde ela foi. A história foi imaginada e escrita por Cindy Rodrigues, uma das três intérpretes em palco, da Compagnie du Radis Couronée, que fala da peça como “uma história de amor às avós”. Foi com ela que falámos no Fabrik Théâtre, onde o espectáculo está a ser apresentado no âmbito do Festival Off Avignon. RFI: Do que é que fala para si este espectáculo? Cindy Rodrigues, Actriz e autora de “Au Ciel”: “É a história de uma menina de sete anos a quem dizem que a avó foi para o céu. Esta expressão é muitas vezes usada pelos adultos para falar com as crianças sobre a morte porque é um tema sensível, porque por vezes não encontram as palavras e têm medo de causar tristeza. Então, a Ariane, que não percebe bem o que quer dizer ‘ir para o céu', vai iniciar uma grande viagem pelo espaço à procura da avó e de respostas para estas perguntas. Este espectáculo interroga a forma como as crianças compreendem o conceito de morte, mas fala também da dificuldade de os adultos em acompanharem as crianças quando elas próprias se confrontam com a experiência do luto.” A Cindy é a autora do texto. Como surgiu a ideia de o escrever? “Este texto nasceu de uma conversa com o encenador. Ele tinha o desejo de criar um espectáculo situado no espaço. Durante o processo de escrita, o conceito do luto surgiu com relativa naturalidade, pois o céu está frequentemente associado à ideia da separação. Queríamos explorar o espaço como cenário, como lugar de viagem, mas também como metáfora da ausência.” Porque é que decidiu situar a acção em 1969, no contexto da chegada do homem à Lua? “Porque gosto da ideia de que as pequenas histórias se encontram com a grande história, criando um elo entre a ficção e os factos históricos. A alunagem da Apollo 11 foi um evento muito marcante que as novas gerações conheceram na escola, mas para certos adultos que assistiram ao espectáculo é também um salto no passado.” Qual é a ligação que a Cindy Rodrigues tem com a personagem Ariane? “Penso que a ligação que tenho à personagem da Ariane é o amor que tenho pelas minhas duas avós, queria homenagear as relações particulares que cada criança pode ter com os seus avós, essas figuras ao mesmo tempo próximas e um pouco à distância, que são fontes de ternura, de memórias. Quando nos tornamos adultos, procuramos manter vivo esse vínculo espacial.” Até que ponto é que o teatro, a arte, a poesia, as marionetas ajudam a explicar melhor a perda de um ente querido aos mais pequenos? “O teatro, a poesia, as marionetas podem contribuir para explicar melhor a perda de um ente querido às crianças pequenas. Elas não dão uma resposta à morte, oferecem um espaço seguro para a expressar, para a viver simbolicamente. O espectáculo de teatro cria uma situação colectiva em que a criança pode assistir a uma história que se assemelha à sua experiência sem ser directamente confrontada com a sua realidade.” Este é um teatro de marionetas. Há muitos objectos em palco, é muito visual, e também há muita música. Como é que foi o processo de criação da marioneta Ariane e o que é que os bonecos permitem expressar que actores em carne e osso não expressam da mesma forma? “Trabalhamos em colaboração com Nadine Delannoy, que foi responsável pela construção da marioneta. Entre as nossas referências encontrava-se a personagem do filme de animação “Ma Vie de Courgette”, com os seus grandes olhos e uma cabeça maior do que o corpo. Trata-se de uma marioneta de tipo bunraku, uma forma tradicional japonesa de teatro de marionetas, manipulada por duas ou três pessoas. A utilização de uma marioneta para representar a nossa protagonista, que é uma criança, permite transpor a realidade para um plano mais poético, criando uma maior empatia em relação à personagem e uma identificação mais universal por parte do público.” O luto, a imaginação, a infância são os temas da peça. O espectáculo quer falar simultaneamente a várias gerações? “Sim, sim, totalmente. Gosto da ideia de que um espetáculo possa ser intergeracional. Claro que os níveis de compreensão não são os mesmos para as crianças e para os adultos, mas acredito que as crianças são muitas vezes muito mais maduras do que se pensa. E quanto aos adultos, nunca estão realmente longe da sua própria infância.” O que é que representa estar no Festival de Avignon? Não é complicado financeiramente? “Sim, sim, naturalmente. Participar no festival representa um grande risco financeiro para as companhias. Cada ano há mais espectáculos e nunca se pode ter a certeza de recuperar os custos, mas quando funciona, isso abre uma oportunidade de oferecer uma bela temporada ao espectáculo e assim acreditamos e queremos que funcione.”
Existe uma experiência curiosa que quase todo mundo já viveu: revisitar um filme ou uma série que amava... e perceber que alguma coisa simplesmente não funciona mais.Mas o que mudou? A obra envelheceu mal? Ou fomos nós que mudamos?Neste episódio do Imagina Se Pega no Olho, recebemos Leonardo Vicente, o Buddy do podcast Fala, Animal, para uma conversa inspirada por uma sugestão da nossa ouvinte Angelica Belmonte, diretamente da Noruega. Cada um escolheu cinco filmes e séries que já ocuparam um lugar especial no coração — e que hoje despertam sentimentos bem diferentes.No papo aparecem X-Men, Caça-Fantasmas, Karatê Kid, A Vingança dos Nerds, The Big Bang Theory, House, Sex and the City e Two and a Half Men, numa conversa sobre nostalgia, mudança de perspectiva e como o tempo transforma tanto as obras quanto quem assiste.E você, qual filme ou série amava... mas hoje não consegue mais assistir?
“Minha avó via a morte à frente dos olhos”, conta Rafaela Ferraz, mestre em Medicina Legal, que em “Portugal de Morte a Sul” fala de cemitérios, capelas dos ossos, corpos expostos em igrejas e museus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma nova moda nas redes sociais preocupa os profissionais brasileiros: o "trimestre zero". Promovida por influenciadores no TikTok, ela vende a ideia de que é possível preparar o corpo três meses antes da concepção para aumentar as chances de engravidar. O problema é que, além dessas práticas não terem nenhum embasamento científico, trazem riscos para as pacientes alerta Pedro Porto, ginecologista do esporte pela Universidade Federal de São Paulo. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris As rotinas compartilhadas por influenciadores no Tiktok incluem dietas restritas, exercícios físicos intensos, suplementos e outros protocolos de "detox" para facilitar a gravidez. Os influenciadores recomendam, por exemplo, banir esmaltes que teriam metais pesados na composição, tintura de cabelo, roupas e até medicamentos. Para conhecer o fenômeno mais de perto, Pedro Porto acessou algumas das contas nas redes sociais que promovem a trend e preconizam rotinas espartanas. “O que mais tenho visto são dietas muito restritivas, com grande redução calórica, associadas a exercícios em excesso e milimetricamente planejados. Há uma lógica de controle absoluto, como se a gestação fosse totalmente previsível e controlável”, explica. “Isso é preocupante porque cria uma falsa sensação de cuidado e de melhora da fertilidade. Mas muitas dessas práticas não têm base científica, e algumas podem ser prejudiciais, como a interrupção de medicações necessárias”, acrescenta o ginecologista. “O que me chama atenção nessa tendência do TikTok são duas coisas. A primeira é o investimento crescente em radicalismo, com práticas bastante extremas. A segunda é que a medicina já estabelece que um casal jovem, sem problemas de saúde, com relações frequentes, em média quatro vezes por semana, e sem preservativo, pode levar até um ano para engravidar”, explica o ginecologista brasileiro. Segundo ele, existem, sim, mudanças no estilo de vida que devem ser adotadas antes da concepção, mas o preparo do corpo é um conceito relativo. “Mudanças nos três meses anteriores à concepção são importantes. É válido pensar sobre alguns hábitos, mas essas mudanças não fazem sentido se não forem mantidas ao longo do período que pode ser necessário para uma gestação bem-sucedida”, afirma o ginecologista. Há problemas de saúde como pré-eclâmpsia, obesidade ou diabetes gestacional que exigem monitoramento, mas a demanda pode ser simplesmente estética. Aí é que mora o perigo. Segundo Pedro Porto, a pressão pela imagem perfeita no Brasil leva algumas mulheres a tomar decisões que podem colocar em risco não só a própria saúde, mas também a do bebê. De acordo com o ginecologista, uma revisão sistemática publicada na revista Human Reproduction Update, referência na área médica, mostrou que essas medidas radicais não melhoram a saúde reprodutiva. O estudo foi feito com 7.905 mulheres. “Entre aquelas que já tinham boa saúde e qualidade de vida, intervenções feitas nos três meses antes da tentativa de engravidar não aumentaram a fertilidade nem reduziram as taxas de abortamento. Isso indica que, para mulheres saudáveis, esses protocolos mais radicais do chamado ‘trimestre zero' não apresentam benefício significativo. A ciência disponível até o momento não sustenta a ideia de que essas mudanças tragam melhora relevante nos desfechos reprodutivos”, afirma o especialista. O ginecologista brasileiro costuma atender em seu consultório pacientes que planejam manter o corpo perfeito durante a gravidez com exercícios intensos. “Uma das minhas pacientes, por exemplo, perguntou se poderia correr uma meia maratona entre as 25 e 30 semanas de gravidez. Também há gestantes muito preocupadas com o ganho de peso. Tivemos um caso de uma atleta que fazia crossfit, musculação e natação durante a gestação e precisou de intervenção não só na dieta, que era muito restritiva, como na carga de exercícios”, diz. “Eu não costumo desencorajar atividade física. Ao contrário, geralmente incentivo, mas, nesse caso, foi necessário reduzir o treino por causa de uma restrição de crescimento fetal. Ou seja, o bebê não estava evoluindo como o esperado. Temos visto esse movimento no consultório, de encarar a gestação como situação de desempenho, no sentido esportivo do termo”, afirma o médico. "Pacote" de sucesso pessoal O ginecologista explica que muitas pacientes incluem o bebê nesse "pacote" de sucesso pessoal e minimizam os riscos naturais inerentes à gestação, como os abortos espontâneos. “O abortamento não é um evento raro, embora muitas pessoas tenham essa impressão. Ele é mais frequente do que parece, mas, por vergonha, questões psíquicas ou até por essa lógica de performance, muitas mulheres evitam falar sobre o tema. Isso faz parecer que se trata de algo incomum, quando não é.” De acordo com ele, a principal causa de abortamento no primeiro trimestre é genética. O corpo humano está em constante evolução, e podem ocorrer alterações que não são compatíveis com a vida naquele momento, observa. "Há poucas intervenções capazes de reduzir de fato essa taxa. Muitas vezes, a paciente chega dizendo que quer ‘fazer tudo' para evitar um novo abortamento, mas é importante esclarecer que existem medidas possíveis e outras que não dependem de intervenção médica", afirma. Outro ponto importante, ressalta, é a chamada reserva ovariana, definida ainda na vida intrauterina. Ao longo da vida, há uma perda progressiva de óvulos. Em geral, a partir dos 35 anos, observa-se uma queda mais acentuada na quantidade e na qualidade. "Isso não significa que seja impossível engravidar depois dessa idade. Isso é possível e cada vez mais comum, mas pode ser mais difícil, o que exige um acompanhamento mais cuidadoso e planejamento.” Para o especialista, o segredo é investir na educação e na luta contra a desinformação, trabalho que ele faz durante seus atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde de São Paulo. “Desmentir as informações que circulam e explicar para as pacientes faz parte do trabalho. Gosto muito de usar analogias, porque acredito que ensinar é justamente traduzir algo complexo, como a medicina, em uma linguagem simples, que qualquer pessoa consiga entender.”
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a novela em torno da delação premiada de Daniel Vorcaro. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dias após a Polícia Federal também ter rechaçado um acordo com o dono do Banco Master. Com isso, os investigadores fecham o cerco contra Vorcaro e sinalizam que, ao menos por ora, não há mais espaço para uma negociação. A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi apresentada nesta segunda-feira, 15, e aponta que as informações apresentadas por Vorcaro não trazem provas novas e teriam pouca utilidade para as investigações. Na semana passada, a Polícia Federal também chegou a uma conclusão semelhante e comunicou à defesa de Vorcaro que não tinha interesse na sua proposta de colaboração premiada. Como mostrou o Estadão, Vorcaro chegou a justificar aos seus advogados que fez pagamentos a políticos por causa de sua relação de amizade com eles. A primeira proposta foi recusada pela Polícia Federal e pela PGR, mas a equipe de Paulo Gonet deixou a negociação aberta e pediu à defesa de Vorcaro que completasse as lacunas do acordo. Depois disso, o banqueiro chegou a acrescentar mais fatos no acordo e mudou parte dessas narrativas, mas o material não foi suficiente para convencer os investigadores. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Teatro e gastronomia se encontram em uma experiência cultural que celebra as tradições do interior brasileiro no projeto SerTão a Gosto no teatro Sesc Paulo Gracindo.
Episódio 397 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Regressando aos arquivos mais antigos, escutamos hoje José Carlos Dias, do Instituto Camões em Varsóvia, na Polónia, que ali nos acolheu para um encontro com alunos, em 2019. É ele que nos lê um magnífico poema de Adília Lopes. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Sermão para o Domingo de Pentecostes / Padre Daniel Pinheiro, IBP. /Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Bernardo Silva, que se prepara para completar 30 anos, reflete sobre o percurso que o conduziu ao mais alto nível do futebol mundial, sublinhando que o talento representa apenas uma fração do sucesso: “O talento é só uma pequena percentagem, eu diria 30% do que é um futebolista”. Nesta entrevista a Daniel Oliveira, o internacional recordou os anos difíceis na formação do Benfica, entre os 12 e os 17 anos, quando o crescimento físico tardio o colocou à margem das opções dos treinadores, numa fase que descreveu como determinante. Para além da dimensão desportiva, a entrevista revelou um Bernardo Silva profundamente consciente do lugar que ocupa na sociedade, recusando qualquer tentação de vedetismo e reafirmando valores de humildade e responsabilidade cívica. A recente paternidade surgiu como o momento mais transformador da sua vida adulta, descrevendo a chegada da filha Carlota como algo que “muda a forma de olharmos para a vida”. O jogador falou ainda com nostalgia sobre Portugal, lamentando as condições que levam a juventude portuguesa a emigrar, mas recusando qualquer discurso pessimista sobre o país: “Não consigo dizer mal de Portugal. Gosto tanto do nosso país que gosto sempre de olhar de forma positiva”. A entrevista foi re-emitida na SIC a 23 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há dias em que queremos “fugir para longe da confusão” e é assim que nos encontramos nos braços de “Odore dell'Asfalto”, uma canção do franco-italiano Carbeau e da portuguesa Maro, que é o primeiro single do novo disco de Carbeau. O álbum também se chama “Odore dell'Asfalto” e é uma viagem entre Paris, Roma, Lisboa e Rio, à boleia de textos que transpiram saudade, que se cantam em português, francês e italiano e que cruzam sonoridades oriundas de uma cartografia musical e sentimental entre terra e mar. Fomos conhecer Carbeau em Paris. Carbeau é o nome artístico do músico franco-italiano Tommaso Taddonio, que nasceu em Paris, dividiu a infância e adolescência entre Paris e o Rio de Janeiro, estudou no prestigiado Berklee College Of Music, viveu nos Estados Unidos, foi pianista da banda de indierock “The Lemon Twigs”, com a qual andou em digressão mundial entre 2018 e 2020 e fez, nomeadamente, a primeira parte dos Artic Monkeys no Reino Unido. Em 2023, lançou o primeiro disco em nome próprio, intitulado “Madrugada”, para o qual fez uma reedição em 2024 com mais canções, “Madrugada+ Tramonto”, e agora, em 2026, lança “Odore dell'Asfalto”. “Odore dell'Asfalto” é um trabalho mais intimista, com mais texto e poesia, escrito e composto de um trago num quarto introspectivo em Paris, alude a canção “Quella Stanza di Paris”. Aqui, o tom é mais contemplativo e onírico, as canções transpiram saudade e são - talvez - a banda sonora cinematográfica de uma vida poética. “Este é um disco muito mais pessoal, muito mais íntimo, mais acústico e com menos artifícios. Acho que me encontrei, de verdade, neste novo projecto”, resume Carbeau, explicando que “Odore dell'Asfalto” é “o cheiro do asfalto que representa a cidade, o barulho, os cheiros, a intensidade que uma cidade pode ter e essa vontade de escapar”. No fundo, como escreveu e canta Maro nessa música, a vontade é “fugir para longe da confusão”. “Odore dell'Asfalto” é a continuidade mais contemplativa da viagem iniciada em “Madrugada+Tramonto”, uma jornada às raízes do cantautor, que vai buscar os ritmos musicais, as influências e as línguas dos países onde viveu. Por aqui, canta-se em português, italiano e francês. “Eu sempre fiz isso desde que comecei a escrever letras na minha música porque acho um jeito muito interessante de ir buscar emoções. Cresci falando português, ouvindo italiano, falando francês com a minha mãe, e são todas línguas que sinto que conheço bem, não necessariamente na língua, mas na cultura e em que tudo o que isso representa”, conta. Daí vêm os ritmos também. Em criança, começou por tocar bateria no Brasil e ficou marcado por esses ritmos até hoje. Quanto à harmonia, inspira-se na música clássica italiana e quanto às letras e poesia recorre também ao francês. “Gosto de misturar as coisas. Musicalmente e muito brasileiro, misturado com aquele ‘cantautorato' italiano”, descreve. Também se ouvem notas do 'tres', um instrumento cubano, a fazer pensar na guitarra portuguesa e no bandolim italiano, mas que também dá essa cultura sul-americana à cor do álbum. Vale a pena ouvir também “Madrugada+ Tramonto”, um projecto mais electropop, feito de música festiva e solar para dançar “comme un été”. “Era um trabalho diferente. Eu estava ainda à procura do que queria exprimir com a minha música. Não tinha uma linha directiva muito definida ainda e eu queria fazer algo parecido com o que escutava nesse momento, como Polo & Pan e outros artistas electrónicos dessa geração”, acrescenta. Pode ouvir a conversa neste programa.
Anna Luisa Pignatelli"Il letto cinese"Fazi Editorewww.fazieditore.itLibro originale, dallo stile raffinato, Il letto cinese racconta il difficile rapporto tra un vecchio professore ormai al tramonto e un giovane in cerca di sé durante gli anni di piombo.Uno stimato accademico, sinologo di fama, chiama suo nipote, un giovane inconcludente e un po' sconclusionato, ad aiutarlo nella stesura di un testo sugli ultimi imperatori cinesi della dinastia dei Qing. Zio e nipote appartengono a due mondi diversi: il primo è dedito alla carriera, ligio e ambizioso, mentre il secondo è ancora uno studente, sognatore e romantico. Il professore cerca di portare il ragazzo sulla propria strada, facendogli battere a macchina i suoi scritti e trasformandolo nel suo assistente. Durante le lunghe sedute di dettatura, lo studioso ha modo di ripercorrere le vicende del tormentato regno dell'imperatrice madre Tzu Hsi e le tragiche circostanze che portarono alla morte del sovrano Kuang Hsu, con il quale il nipote si identifica. Quando la vita, con i suoi drammi, farà irruzione nell'esistenza monotona del giovane, lo zio non lo aiuterà e, anzi, si rivelerà in tutto il suo egoismo. Un evento inaspettato, però, consentirà al nipote di riflettere meglio su quel legame e il ragazzo capirà di aver ricevuto più di quanto abbia realizzato. Si renderà conto che quell'uomo, così diverso, è riuscito a infondergli la passione per lo studio grazie alla sua immensa cultura: un lascito essenziale, che gli permetterà di seguire le sue orme dando finalmente un senso alla propria esistenza.Un racconto profondo che mette a confronto due mondi apparentemente inconciliabili con un unico, grande punto di contatto: l'amore per la vita, per se stessi e per quello che si sceglie di essere. Un romanzo appassionante, scritto con la maestria di un'autrice di talento apprezzata per il suo stile asciutto e oltremodo incisivo, per una storia potente di scontro tra generazioni.Anna Luisa PignatelliToscana di nascita, e già definita da Antonio Tabucchi «una voce insolita nella letteratura italiana di oggi: lirica, tagliente e desolata», ha trascorso molti anni fuori dall'Italia. Tradotta in Francia, nel 2010 ha vinto il Prix des lecteurs du Var con la raccolta di racconti Noir Toscan. Per Fazi Editore, nel 2016 ha pubblicato Ruggine, Premio Lugnano 2016, nel 2019 Foschia, e nel 2023 Il campo di Gosto.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Rui Piçarra começou a viajar com intensidade após a pandemia, inspirado por conteúdos online. Já foi a quase 100 países e em alguns deles realizou grandes viagens de bicicleta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Piçarra começou a viajar com intensidade após a pandemia, inspirado por conteúdos online. Já foi a quase 100 países e em alguns deles realizou grandes viagens de bicicleta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Piçarra começou a viajar com intensidade após a pandemia, inspirado por conteúdos online. Já foi a quase 100 países e em alguns deles realizou grandes viagens de bicicleta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É um dos mais populares atores e autores de comédia em Portugal. Tornou-se conhecido por imitar de forma brilhante as mais variadas figuras públicas e pela sua escrita satírica. Este ano, Eduardo Madeira voltou à estrada com o seu solo mais pessoal de sempre. Neste “Grande entre os Assassinos”, revela episódios difíceis por que passou, com a lente da comédia: O sexo, a loucura, os excessos, as dores pessoais, e como acabou testemunha num processo de violência doméstica a envolver um antigo colega do meio artístico. Uma purga que há muito o ator precisava fazer. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As minhas flores preferidas são loucas e possessivas. Os especialistas de Fen Shui desaconselham-me a sua amizade, mas eu insisto. Gosto delas exatamente como são.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As minhas flores preferidas são loucas e possessivas. Os especialistas de Fen Shui desaconselham-me a sua amizade, mas eu insisto. Gosto delas exatamente como são.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 349 do PQU Podcast vamos mostrar para você, psiquiatra em formação, como conduzimos internações psiquiátricas em nosso dia a dia. Indicações, modelo ideal de internação, encaminhamento, integração do tratamento durante a internação, alta e seguimento pós-alta. Gosto e aproveito muito episódios em que podemos discutir nossa prática cotidiana, afinal, é ali que tudo acontece! E ainda mais com a companhia do Luiz Alberto, que estará comigo na bancada do PQU. É sempre um prazer e um privilégio! Espero que você também goste!
Muito sono, muitos beijos e pouca dignidade.
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusic
São pai e filho e vão dar, pela primeira vez, um concerto completo a meias, dia 12, no Coliseu de Lisboa. Paulo de Carvalho e Agir são os convidados do episódio desta semana do Posto Emissor, tendo falado no podcast da BLITZ sobre política, tecnologia e, claro, canções. Nesta edição destacamos ainda sobre o documentário sobre Hillel Slovak, antigo guitarrista dos Red Hot Chili Peppers, e recordamos os concertos que poderá ver por estes dias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No final dos anos 90 tornou-se uma espécie de ‘rockstar’ instantânea enquanto vocalista e figura de proa dos Silence 4, a banda de Leiria que marcou uma geração. Mas David Fonseca afirma não ter saudades do que ficou no caminho. “O passado não é assim tão especial. Aos que olham muito para trás digo: ‘acordem’. O passado pode morder-vos o rabo.” Mais de duas décadas depois de se afirmar a solo, o músico prepara o lançamento de um novo álbum, cantado inteiramente em português, com um single já cá fora, chamado “Nada a Perder”. Uma canção que retrata uma fase pessoal de maior libertação. “Até tenho medo do que vem aí. Faço literalmente o que me apetece e passa pela cabeça.” Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A derrota para a França esfriou a empolgação brasileira para a Copa do Mundo. Esta foi a primeira vez que o técnico do Brasil, Carlo Ancelotti, enfrentou uma equipe europeia desde que assumiu o comando da seleção brasileira, em maio do ano passado. É bem verdade que o Brasil entrou em campo desfalcado de alguns jogadores que são considerados titulares. Além do resultado do amistoso disputado em Boston, nos Estados Unidos, o desempenho apresentado em campo preocupou a torcida brasileira. Marcio Arruda, da RFI em Paris Apesar de ter perdido a partida por 2 a 1, o treinador italiano da seleção confia no esquema de jogo com quatro atacantes e um meio de campo mais defensivo. “Se tivermos de avaliar a seleção com quatro atacantes, a equipe teve um bom equilíbrio porque o Ederson fez apenas uma defesa difícil. A verdade é que tomamos gols em dois contra-ataques com pouca vigilância defensiva dos jogadores de trás. Na frente, o desempenho está muito bom porque o trabalho defensivo de todos foi satisfatório. E é por isso que eu falo do único chute perigoso que parou no Ederson. A equipe estava bem equilibrada”, afirmou o treinador do Brasil. Além de citar o sistema defensivo brasileiro, Ancelotti falou quantos zagueiros pretende convocar para a Copa. “Os zagueiros estão mais ou menos definidos. Nesta data-Fifa, temos três zagueiros novos: Léo Pereira, Bremer e Ibañez. Vamos avaliar nem tanto a condição física, mas como eles se comportam com o grupo. É claro que todos os três têm qualidades para estar na Copa do Mundo. Para a Copa, vamos convocar quatro ou cinco zagueiros. Também vamos levar em conta que um desses zagueiros pode, em algum jogo, atuar como lateral-direito”, revelou Ancelotti. O técnico do Brasil demonstrou satisfação com o futebol que os atacantes Vini Jr. e Raphinha têm apresentado. “Raphinha jogou bem, mas depois teve um problema no fim do primeiro tempo e tivemos de tirá-lo da partida. O Raphinha teve oportunidades e se movimentou bem sem a bola. O Vini é perigoso; ele pode não ter marcado, mas um atacante que sempre pode fazer gol. O trabalho feito pelos dois está muito bom”, analisou o treinador italiano. No entanto, quem tem feito um ótimo trabalho é a França. Antes do amistoso, o técnico Didier Deschamps elogiou a seleção brasileira. Mas quando o árbitro apitou o início da partida, a França mostrou que tem muita determinação e obediência tática, além de diversos jogadores de útima qualidade. A vitória da atual vice-campeã mundial sobre o Brasil deixou a torcida e a imprensa francesas empolgadas. As opções ofensivas da França deixam os franceses sonhando com o tricampeonato em Copas. Ekitiké, o carrasco francês da vez Autor do segundo gol francês no amistoso, o atacante Hugo Ekitiké revelou ter se inspirado no camisa 10 e companheiro de seleção Kylian Mbappé. “Construímos um bom contra-ataque onde o Olise se deu bem em cima do defensor. Ele teve qualidade para passar a bola para mim. Na hora não temos muito tempo para pensar, mas lembrei do primeiro gol do jogo, quando o Mbappé deu uma cavadinha. Então, eu tentei fazer o mesmo e funcionou", revelou. Hugo Ekitiké entrou para a galeria de carrascos franceses da seleção brasileira, que inclui nomes de peso, como Zinedine Zidane, Michel Platini e Thierry Henry. Esta vitória em 2026 colocou fim ao jejum francês de 15 anos sem vitória em jogos contra o Brasil. "Tivemos o prazer de conquistar uma grande vitória neste clássico contra uma grande seleção. Sempre estive pronto para este tipo de jogo de futebol. É um confronto que eu assistia na infância e acho que todo mundo também assistia na televisão. Então, sou muito grato pelo que aconteceu e vou continuar trabalhando. Temos outra partida e o tempo passa muito rápido”, declarou o francês Ekitiké, que atualmente defende as cores do Liverpool. A seleção francesa vota a campo no domingo (29) em Landover para enfrentar a Colômbia também em jogo amistoso de preparação para a Copa. Gosto amargo O Brasil também tem outro jogo. A seleção volta a campo na terça-feira, dia 31 de março, desta vez na Flórida, para encarar a Croácia. A última vez que as duas equipes se enfrentaram, o resultado teve um gosto amargo para o Brasil. Na Copa de 2022, a seleção foi eliminada nos pênaltis para os croatas. Porém, o histórico é favorável à equipe pentacampeã mundial. Foram cinco jogos até momento, sendo que o Brasil conquistou três vitórias e colecionou dois empates. Autor do gol em cima dos croatas na última Copa, Neymar não foi convocado por Ancelotti. Questionado sobre a ausência do camisa 10 do Santos, o treinador não falou muito sobre o assunto e foi direto ao ponto. “Agora temos de falar a respeito dos jogadores que estão aqui e que deram tudo em campo. Eles trabalham muito e estou bem satisfeito. Agora a gente vai se preparar para o próximo jogo contra a Croácia”, disse o técnico sem mencionar qualquer jogador brasileiro. Carlo Ancelotti acredita que o Brasil não é inferior a nenhuma seleção. “Podemos competir contra as melhores equipes do mundo. E disso eu não tenho dúvida. Então, estou convencido que brigaremos na Copa do Mundo com toda a nossa energia.” Mais uma vez, Carlo Ancelotti deixou claro que ainda não definiu os 26 jogadores brasileiros que irão para a Copa do Mundo. A lista, que será divulgada no próximo dia 18 de maio, pode ter novidades. “Novidades? Eu não sei. Temos de olhar para os próximos dois meses, quando as competições pelo mundo mostrarão os jogadores que podem estar com a seleção brasileira na Copa do Mundo. Há muita concorrência em todas as posições”, afirmou o treinador italiano. Leia tambémBrasil garante vaga no mundial de 2026 e país segue como único a disputar todas as Copas do Mundo Antes de estrear no Mundial contra o Marrocos, no dia 13 de junho, a seleção disputará dois amistosos: o primeiro será no dia 31 de maio contra o Panamá, no Maracanã, principal estádio do Rio de Janeiro. O segundo está marcado para 6 de junho contra o Egito, em Cleveland, nos Estados Unidos. A 23ª Copa do Mundo será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O Brasil, maior vencedor em Copas com cinco títulos, vai em busca do hexacampeonato. Um sonho que os brasileiros perseguem desde 2006.
Os filho da Ana Garcia Martins não a deixam ver televisão. Depois de duas horas a discutir, a Benedita e o Mateus lá chegam a um acordo e a mãe tem sempre de ver o que eles querem.
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These artists are participating in the upcoming Treefort Music Festival in Boise ID www.treefortmusicfest.com Chico Detour "Two Way Mirror" -Too Easy Hudson Powder Company "Bitters" - Crest Of Orange www.hudsonpowdercompany.com Family Worship Center "Is It Me" - Kicked Out Of The Garden Mylo Bybee "Liar" - Revisions www.mylobybee.comZookraught "Matchstick" - Vida Violet ***********************Dead Reynolds "Face Me" www.deadreynoldsband.co.uk The Certs "Intuition" www.thecertsofficial.com The Voxx "Someone's Watching" The Dahmers "Underdog" - Creature Feature www.dahmers.com Fieldhockey "Common Trope" Gottlieb "What Are You Worth?" https://www.gottlieb-la.com/Licorice Chamber "Heavy" - Remnants Lost In Separation "Can't Forget" www.lostinseparationtour.com**************************ALBUM FOCUS: Putumayo Discovery presents “Love Songs Around the World” http://www.putumayo.comLove Songs Around the World is a celebration of the enduring beauty and universal importance of romance. Featuring contemporary artists from diverse global cultures, this album gathers songs that speak softly yet powerfully about intimacy, desire, affection, and devotion.Fancy Fingers & Winyo (Kenya) "Maria"Luisa Sobral (Portugal) "Gosto de Ti"Amparo Sanchez with Raly Barrionuevo & Willy Fuego (Spain/Argentina) "“Siempre Es Azul” (It Is Always Blue),********************Kelly's Lot "Late Bloomer" - Late Bloomer www.kellyslot.com Devil's Forfeit "Knickers" - www.devilsforfeit.com The Velvet Room "Feet Don't Fail Me Now" Clela Errington "Standing On The Platform" www.clelaerrington.comPaula Boggs "We All Fall Down" - Live At Sweetwater Music Hall www.paulaboggsband.net Switchback "Stellar Jay's Wing" - American Roots and Celtic Soul Live, Volume One www.waygoodmusic.com Ken Whiteley "I'll Just Say I'm Fine" - Keep Going www.kenwhiteley.comKenny White "How Long" - Never Like This www.kennywhite.netChuck Brodsky "Gravity The People" - Gravity Wings And Heavy www.chuckbrodsky.comClosing music: Geoffrey Armes "Vrikshashana (The Tree)" - Spirit Dwelling Running time: 3 hours, 57 minutes.I hold deed to this audio's usage, which is free to share with specific attribution, non-commercial and non-derivation rules.https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
É um dos rostos mais populares da ficção televisiva, a par de um longo percurso nos palcos, em particular no Teatro Aberto, em Lisboa, onde aprendeu muito do que sabe, sob a batuta de João Lourenço. Há dois anos, após uma separação e questionamentos pessoais, começou a fazer terapia, e revela ter ganho mais confiança e aprendido mais sobre empatia e a importância de dizer ‘não’. De gargalhada inconfundível, e apurado sentido de humor, a atriz Ana Guiomar está agora em cena na premiada comédia de enganos “Uma Ideia Genial”, até 17 de maio, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, com encenação de Ricardo Neves-Neves. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte da conversa em podcast com o cineasta e encenador Marco Martins, ficamos a saber como treina o seu músculo da intuição, fala da sua boa relação com a falha e com o imprevisto, e o que mais o inspira e alimenta nesta fome insaciável, e obsessiva, por descobrir e contar histórias pequenas para falar dos grandes temas que atravessam o país e o mundo. E ainda fala de amor, da relação com os 3 filhos, e do próximo filme que aí vem, a partir da história da peça “A Colónia”, que inclui um elenco de crianças que tiveram de representar o medo que nos anos 70 sentiram outras crianças, filhas de resistentes e presos políticos, que viviam na clandestinidade, enclausuradas, sem poderem ir à rua. Depois, perto do final, partilha as músicas que o acompanham, os livros que tem lido, assim como os filmes, peças e outros eventos culturais que sugere. Boas escutas! Músicas: “Chicago to Texas”- Irreversible entanglements “Kyrie, Missa Criola” - Ariel Ramirez “Memória” - Rosalia e Carminho “Mum does the Washing" - Joshua idehen Livros: “Linguagens da Verdade”, Salman Rushdie “Images de la Politique/Politique des Images”, George Didi-Huberman, Enzo Traverso, Guillaume Blanc-Marrianne “Poetics of Relation e Caribbean Discourse”, Eduard Glissant “O Fim Dos Estados Unidos da América“, Gonçalo M.Tavares “O Colapso”, Eduard Louis Filmes “Primeira Pessoa do Singular”, Sandro Aguilar “Orwell 2+2=5”, Raul Peck “Três Menos Eu” (a estreia na realização de João Canijo, em 1987, na Cinemateca) “O Agente Secreto”, Kleber Mendonça Filho “The Servant”, Joseph Losey “Sátántangó“, Béla Tarr Teatro e outros: Pavilhão Julião Sarmento - “Depois de Para Sempre” e ciclo de cinema “MOVIE EXPERIMENTS, LOS ANGELES” “TBA” - CREEPY BOYS SLUGS Marcha do Dia da Mulher - 8 de Março Aniversário Noite Príncipe, LUX, Sexta 6 de MarçoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Afirma que acaba de subir a montanha profissional mais difícil da sua vida. Refere-se ao monólogo “À Primeira Vista”, de Suzie Miller, com encenação de Tiago Guedes, que representa há mais de um ano, sempre com sala cheia. Uma peça que conta uma história de abuso sexual, a refletir sobre o lado perverso dos bastidores da Justiça. É este o ponto de partida desta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte da conversa com a médica e ativista antifascista Isabel do Carmo ficamos a saber de onde veio a sua escolha e impulso para combater o antigo regime e o medo, dá conta de quem era o suporte do fascismo e responde à questão se a ideia de liberdade serve acima de tudo uma elite. Ainda nesta segunda parte, Isabel do Carmo aponta para o futuro e para o caminho que considera melhor para o país, para mais igualdade e liberdade. É possível uma utopia coletiva onde os desejos e a criatividade individual impere? Como podemos cuidar de nós e uns dos outros nestes tempos tão difíceis para continuarmos a lutar por um país mais justo e mais livre e mais democrático? Isabel responde e revela o que a leva a não querer abrandar e a ter o consultório aberto aos 85 anos. E ainda lê um excerto do seu livro “Puta de Prisão”, sobre as vidas das prostitutas que conheceu atrás das grades, e lê também um livro de sonetos de Florbela Espanca. Depois fala dos seus amores do passado e de sempre, partilha algumas das músicas que a acompanham e os seus atuais pequenos grandes prazeres. Boas escutas! Leitura: “Puta de Prisão”, de Isabel do Carmo e Fernanda Fráguas, pela D. Quixote.Sonetos, de Florbela Espanca Músicas: “Araucária” - Aldina Duarte (letra de Capicua - álbum "Metade Metade")“Esperança“ - Teresa Salgueiro (álbum "Horizonte")“Cantiga d'um marginal do séc. XIX” - Vitorino e Manuel João Vieira (Novo álbum de Vitorino - “50 anos a semear salsa ao Reguinho”)“Les temps des cerises” - Yves MontandSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a cantora e compositora MARO fala da emoção de ter ao seu lado, na tournée do novo disco “So Much Has Changed”, a sua família portuguesa e brasileira, tanto no palco e bastidores, e revela como compôs as músicas deste álbum, numa fazenda do interior de São Paulo, a morada do “seu pai brasileiro”. E MARO ainda conta como continua a demarcar-se da cultura de competição da indústria musical, como torce o nariz aos mandamentos das fórmulas de sucesso, para se manter fiel a si mesma e como lhe apetece continuar na música e na vida. No final, partilha as músicas de outros artistas que anda a ouvir, lê um poema de Gonçalo Câmara, deixa uma sugestão cultural e descreve alguns dos seus pequenos prazeres quotidianos. Boas escutas! Leitura: Poema do livro “Nuvem Cortante”, de Gonçalo Câmara Sugestão Cultural: Peça de Teatro “À primeira vista”, de Suzie Miller, com Margarida Vila-Nova, no Teatro Maria Matos Músicas: “KISS ME” - MARO “this is me now“ - Martin Luke Brown “Me (heavy)” - fred again “Steel” - Matt Champion ft. Dora JarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Às 5h da manhã já se diz "bom dia"? E sopa passada é melhor do que sopa não passada?
Aqui está a nossa espécie de especial de Natal. Temos troca de presentes? Sim! Conversa sobre bolo rei? Também! Falamos sobre dinossauros, sobre a coragem que é preciso para nos despedirmos e sobre irritações. Começamos com o mapa astral da Luana- quem bem se lembra fizemos isso logo nos primeiros episódios deste podcast. O que reserva 2026 para Luana do Bem? Vamos descobrir. Para além disso descobrimos quão bem conhece Luana o seu cabelo e que tipo de pessoa é no bingo.REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.peAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Neste Alta Definição, mergulhamos na vida de João Miguel Tavares, conhecido pela sua visão crítica e humor afiado. Apesar da sua dificuldade em pronunciar os “R”, e de ter sido gozado várias vezes, isso não impediu o cronista de ter coragem para desafiar as normas e questionar a autoridade, como é notório nas suas intervenções no Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já ouviu que “gosto não se discute”, né? Pois aqui a gente vai discutir, e muito. Neste episódio eu junto Guimarães Rosa, Roger Scruton, neuroestética, cidades feias, músicas pobres e timelines tóxicas para mostrar como a perda da beleza está emburrecendo o Brasil. Beleza não é frescura: organiza a alma, a cidade e a cultura. Se tudo vira “tanto faz”, abrimos espaço para a estética da burrice. Bora afinar o olhar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................
Inês Meneses é radialista, cronista e autora do icónico programa radiofónico “Fala com Ela” da Antena 1, que celebra este mês 20 anos de conversas. Para festejar esta data, a comunicadora convida ouvintes e amigos a juntarem-se a si numa matiné dançante no próximo dia 26 de outubro, no LUX, em Lisboa, onde será exibida a curta metragem “Falem Com Ela”, de Bruno Ferreira. Autora de tantos outros programas como “O Amor é”, com o psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz, ou o podcast “Cultas e Vinho Verde”, no “Público”, Inês Meneses afirma-se incomodada com o mundo extremado, e a falta de humanismo, mas mantém a esperança no que aí vem. “Não percebo porque é que ‘empatia’ é uma palavra colada à esquerda. A empatia deve ser de todos.” Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Richard se apaixonou à primeira vista pela Isabel. O relacionamento foi intenso e em poucas semanas, eles já estavam morando juntos. Quando Isabel perdeu o emprego, ele conseguiu uma vaga na empresa do primo, o Henrique. Mas logo, Richard começou a desconfiar da proximidade entre os dois. Mesmo achano que era ciúmes, ele acabou flagrando a Isabel no colo do primo e foi humilhado na frente de todos. Traído e ridicularizado, ele perdeu o emprego, a mulher e o respeito da família. Mesmo assim, ele não conseguia deixar de amá-la. Hoje, Richard segue preso ao passado e esconde a dor de ter sido enganado e espera por alguém que o destruiu. Agora, qual seria o melhor caminho?
Republicamos a conversa gravada ao vivo em janeiro no Festival PodFest entre a escritora Isabela Figueiredo e o autor e jornalista Bernardo Mendonça. No podcast mais antigo do Expresso, que celebra agora dez anos de existência, a autora dos livros “Caderno de Memórias Coloniais”; “A Gorda” e “Um Cão no Meio do Caminho” fala sobre a imigração em Portugal, a vida que agora leva na aldeia e revela os temas do novo romance que anda a preparar: a morte do pai e, mais uma vez, as memórias de África. “Estou-me nas tintas se sou cancelada. Vou continuar a fazer aquilo que acho que deve ser feito.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 82 de De Repente Cringe, Luisa e Nanna falam sobre gosto. Tem como ter bom gosto hoje em dia? A internet ao invés de nos ajudar a sermos ilimitados, está nos limitando cada vez mais? Dicas:- Substack | Monica Ainley DLVLuisa veste calça Camys, blusa Myne e sapato Luiza BarcelosNanna veste calça, cinto e blazer Zara, blusa &other stories e sapato TotemeAgradecimento especial ao @for.you.studio e a @marleipierolo que cuida da nossa beauty! E à @enlevoatelie pelas nossas canecas personalizadas!Encomende aqui a sua caneca do Pod: https://www.enlevoatelie.com/produtos/xicara-de-repente-cringe/ Instagram: @derepentecringepod*Escute também nas plataformas Youtube e Apple Podcast
Jornalista, atriz e escritora, Maria Ribeiro transita entre artes e ideias com rara intensidade – mas confessa que às vezes queria ser outra "Está faltando um pouco de conversa entre mulheres e homens. O feminismo é bom para os homens também, porque libera todo mundo de papéis engessados", afirma a atriz e escritora Maria Ribeiro.No Trip FM, ela reflete sobre marcos de sua vida e fala do lançamento do livro "Não sei se é bom, mas é teu", uma coletânea de mais de 70 textos, parte de uma produção literária que começou nas páginas da Trip e da Tpm. “Esse livro cobre dos meus 42 aos 49 anos: um período crítico e maravilhoso. Tem pandemia, morte, separação, novos amores, crescimento dos meus filhos. É como se fosse uma autobiografia disfarçada, porque está tudo ali, mas filtrado pela literatura.”No papo com Paulo Lima, ela também fala sobre envelhecimento, menopausa e redes sociais. “Sempre gostei muito do Instagram porque ele me dava um canal direto, sem precisar da aprovação de ninguém. Eu podia falar o que queria, no meu tom, do meu jeito. Mas hoje estou de saco cheio. Talvez eu tenha menos público por isso, mas é o que eu posso dar. Minha bateria social está menor, e o que eu tenho para oferecer de mais verdadeiro talvez esteja no que escrevo, não no que posto o tempo todo."O programa fica disponível no Spotify e no site da Trip!Maria Ribeiro acaba de lançar uma coletânea de mais de 70 textos publicada pela Editora Record.Catarina Ribeiro @catarinaribeir.oeditarremoverNo livro, você fala de um período muito marcante, que coincidiu com a chegada da menopausa. Como foi atravessar esse momento?Maria Ribeiro. A menopausa foi um marco muito forte. Minha mãe caiu e quebrou o fêmur e, na mesma época, meu estrogênio despencou. Foi um ano de quedas — físicas, hormonais e simbólicas. É duro porque para a mulher o envelhecimento ainda é mais cruel. Os homens continuam vistos como interessantes, enquanto a gente precisa encarar a pergunta: quem eu sou se não for mais a “atraente” da história? No começo é difícil, mas depois do buraco vem também uma libertação.Você costuma dizer que pensa na morte todos os dias. Como isso afeta o seu jeito de viver? Penso na morte todo dia, e isso me dá uma consciência muito clara de que o meu tempo é o que tenho de mais precioso. Quando percebo que algo está me roubando tempo, seja raiva, ressentimento ou situações que me esgotam, eu corto. Hoje escolho muito melhor onde e com quem quero estar. Gosto de lembrar de uma frase do Gonçalo Tavares: “Aquele que vai morrer hoje toma um café com um pastel de nata”. Então, se eu for morrer hoje, que seja aproveitando a conversa, a música, o encontro.A Anitta escreveu o prefácio do seu livro. Como nasceu essa amizade? Demos um match inacreditável logo de cara. Temos uma história de amor. A gente se diz a verdade — e isso é raríssimo. Ela já me ligou para dizer que eu mandei mal num texto, que eu não deveria falar de algo que não conhecia. E eu também digo para ela o que acho que precisa ser dito. Isso, para mim, é amor. Ela me apresenta um Brasil que eu não conhecia e que quero conhecer mais.
A gente já sabe da importância de falar uma segunda língua pra vida profissional e pro lazer, mas você sabia que uma pessoa bilíngue também tem vantagens cerebrais que servem pra vida toda? Sim, meu amor! São muitas vantagens e quanto mais cedo aprendemos uma nova língua, melhor! Aperte o play pra ouvir esse papo bem gostoso e sinta-se motivado pra exercitar o cérebro! WIZKIDS Inglês para cada fase da infância. É Wizard. É WizKids. É WOW! Clique no link e ganhe 4 aulas grátis!: https://mamicas.page.link/Momento_WOW_WizKids_Mamicas REDES SOCIAIS Kátia Ligeiro, Gerente de Produtos da @pearsonlanguages e @wizardbrasil.oficial Andre L Souza - @oandrelesouza Andreia Pazos - @deiaduboc Agatha Ottoni - @agathaottoni ARTE DA VITRINE: Felipe Camêlo Baixe Versão Wallpaper da Vitrine CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: canecademamicas@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store