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Entre vistos negados, controles migratórios reforçados e tensões diplomáticas, o Mundial de 2026 expõe o contraste entre a promessa de integração do futebol e a política de fronteiras de Donald Trump. Thomás Zicman de Barros, analista político Na próxima quinta-feira (11), será dado o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2026. Como todo brasileiro, parto do pressuposto de que o hexacampeonato é apenas uma questão de tempo. Mas não é por isso que menciono o torneio. Alguém pode perguntar, de fato, o que uma competição de futebol está fazendo numa crônica de política internacional. A história, porém, não deixa mentir: competições esportivas são permeadas por política. Das Olimpíadas de Berlim em 1936 ao boicote ocidental aos Jogos de Moscou em 1980, passando pelas ditaduras sul-americanas que buscaram legitimidade em grandes torneios, o esporte sempre refletiu disputas que o ultrapassam. Poucas Copas ilustram tão bem essa realidade quanto a que começa agora. Pela primeira vez, o torneio será compartilhado entre três países da América do Norte. O primeiro jogo será na Cidade do México, haverá partidas em Vancouver e Toronto, no Canadá, e o maior número de duelos – inclusive a final, nos arredores de Nova York – acontecerá nos Estados Unidos governados por Donald Trump. A ideia de dividir a Copa entre diferentes países se explica, em parte, pelo tamanho do novo formato da competição, assim como pela perda de atratividade de sediar grandes eventos esportivos que implicam custos elevados e frequentemente provocam protestos – como se viu inclusive no México nesta edição. Mas havia também o desejo de superar fronteiras. O lema da candidatura conjunta era “United 2026”. Muito além dos “United States”, a proposta era simbolizar a integração entre os povos. Ocorre que esse discurso entra cada vez mais em choque com a retórica anti-imigrante do presidente americano. Desde sua primeira campanha republicana, há dez anos, Trump tem atacado imigrantes latino-americanos, e mexicanos em particular. Segundo ele, seriam “bad hombres”, responsáveis por trazer drogas, crime e violência para os Estados Unidos. “Alguns poucos, eu acredito, devem ser boas pessoas”, dizia então o candidato. Seu grande mote de campanha era construir um inexpugnável muro na fronteira mexicana, alimentando fantasias de uma supremacia branca americana supostamente ameaçada pela substituição demográfica por um povo que fala espanhol e que, por coincidência, também gosta de futebol. Restrição à imigração De volta ao poder, Trump tem adotado políticas ainda mais restritivas em relação à imigração. E não apenas contra mexicanos. Vistos têm sido negados, e muitos viajantes veem sua entrada barrada pelos serviços de imigração com base em critérios frequentemente arbitrários. Estrangeiros nos Estados Unidos vivem preocupados com o fortalecimento do ICE, a temida polícia migratória, que por vezes detém e deporta até imigrantes em situação regular. Houve queda no número de viajantes para o país, numa combinação entre dificuldades para obter autorização de entrada e a simples desistência de visitantes diante dos inconvenientes. Como receber o mundo inteiro para uma Copa do Mundo em um ambiente assim? Os Estados Unidos criaram o chamado FIFA PASS, que prometia priorizar entrevistas para concessão de vistos a torcedores com ingressos. Ao mesmo tempo, porém, a própria administração americana deixou claro que não hesitaria em vetar rigorosamente visitantes considerados indesejáveis. Em especial, torcedores de países sujeitos a restrições, como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim, têm enfrentado obstáculos. Em tese, haveria exceções para atletas e delegações. Mas mesmo aqui os incidentes se multiplicam. A seleção do Irã só obteve seus vistos na última semana e decidiu realizar sua concentração no México para evitar mais dores de cabeça. No último fim de semana, o atacante da seleção do Iraque foi detido e interrogado por sete horas no aeroporto de Chicago. Enquanto isso, a FIFA segue acusada de complacência com Trump, cujo ego o presidente da entidade, Gianni Infantino, parece empenhado em massagear. Um exemplo foi a criação do Prêmio FIFA da Paz, feito sob medida para agradar o presidente americano, primeiro e único agraciado com tão distinta honraria. Como se vê, futebol e política são inseparáveis. E as próximas semanas prometem deixar claro o contraste entre um evento que prometia união e integração e um governo que transformou o controle das fronteiras na sua principal bandeira.
Existe um tipo de elogio que devia acender o sinal amarelo de quem o recebe. O Brasil acaba de ganhar um desses. Em abril, segundo o levantamento do PRC Leader sobre a estratégia chinesa para o sul global, o país virou o segundo maior fornecedor de petróleo da China. Não por mérito comercial nosso. Foi porque o Estreito de Ormuz estava bloqueado, o Golfo travado, e Pequim precisava de barril rápido vindo de um lugar que não dependesse do humor de Washington, nem de Moscou. Thiago de Aragão, analista político Some a soja a isso. Desde que a China reativou o boicote aos grãos americanos, ela realocou pedidos para o Brasil e para o resto da América Latina e fez o trabalho burocrático fino de garantir que nossos exportadores cumprissem as exigências fitossanitárias para vender em escala. O resultado é um Brasil que, em 2026, acumulou duas funções ao mesmo tempo: o posto de gasolina e o celeiro de emergência da segunda maior economia do planeta. Para o investidor, o número de curto prazo seduz. A demanda chinesa firme sustenta o preço das commodities, o superávit comercial e o fluxo que mantém o real ancorado. Petrobras, as graníferas, o agronegócio do Centro-Oeste, todos colhem o prêmio de serem o fornecedor que apareceu quando o resto do mundo fechou a porta. O problema mora numa palavra: reposição A China não comprou petróleo brasileiro em abril porque escolheu o Brasil como parceiro estratégico de longo prazo. Comprou porque o fornecedor preferido estava indisponível. Reposição é o que se usa enquanto a peça original não chega. No dia em que Ormuz reabrir, e Ormuz sempre reabre, a pergunta é se o barril brasileiro continua na cesta de compras de Pequim no mesmo volume ou se volta a ser a segunda opção que era antes da crise. A Venezuela já viveu esse filme, e convém olhar para o final dele. Durante a Segunda Guerra, Caracas se tornou o grande supridor de petróleo dos Aliados, a ponto de expandir a produção em 42% só entre 1943 e 1944 para cobrir o que a guerra exigia. Parecia consagração. Durou enquanto durou a escassez alheia. Quando o petróleo do Oriente Médio entrou no mercado em peso na metade dos anos 1950 e os Estados Unidos impuseram cotas de importação, a Venezuela viu o preço desabar e descobriu que tinha construído um país inteiro sobre uma demanda que era circunstancial. A resposta veio em 1960, quando Juan Pablo Pérez Alfonzo ajudou a fundar a Opep justamente para não depender mais da bondade de comprador nenhum. O fornecedor de emergência tem poder de barganha exatamente enquanto dura a emergência. Depois, ele negocia do chão. Aqui está o ponto que Brasília celebra e não examina. Ser indispensável numa emergência alheia não é a mesma coisa que ser estratégico. O fornecedor de ocasião manda no preço enquanto o fogo está aceso. Apagado o fogo, sobra a capacidade que ele instalou, a logística que ele montou e a dependência fiscal que ele criou em cima de um pedido que nunca foi para ficar. E a dependência é a parte que ninguém quer discutir. Quanto mais o orçamento da Petrobras, a balança comercial e a arrecadação passam a contar com o comprador chinês, menos margem o Brasil tem para dizer não a Pequim em qualquer outra mesa, seja 5G, seja porto, seja a próxima licitação de metrô que uma estatal chinesa vai ganhar, como ganhou a Linha 1 de Bogotá. O comprador que te salva numa crise é o mesmo que apresenta a fatura política depois. Repare no padrão, porque a estatal chinesa não improvisa. Ela compra petróleo quando precisa de petróleo, compra soja quando precisa contornar Washington e financia infraestrutura quando precisa de presença. Cada movimento chega ao lado brasileiro com cara de oportunidade isolada. Vistos juntos, formam uma arquitetura de dependência que o Brasil ajuda a erguer, um contrato de cada vez. O governo Lula trata a aproximação com a China como contrapeso aos Estados Unidos, e há lógica nisso enquanto Trump mantém a tarifa de 40% e a investigação da Seção 301 sobre a mesa. Mas contrapeso pressupõe que você consiga equilibrar os dois lados. Quem vira peça de reposição de um deles perde exatamente o equilíbrio que dizia procurar. Fica então a pergunta para quem olha o Brasil de fora com o cheque na mão. Você está comprando um país que diversificou seus compradores ou um país que está trocando uma dependência por outra e chamando isso de soberania? A China sabe a diferença. Falta saber se Brasília também sabe.
Esta mañana con Nuño Domínguez hemos mirado, no sin incredulidad a los pasados juegos Olímpicos del dopaje celebrado en Las Vegas, donde todo lo que el deporte prohíbe, era allí común moneda de cambio. Además en el cine, con Javier Ocaña, hemos comprobado que el universo de la `Guerra de las Galaxias´ es infinito. lo último; "The Mandalorian y Grogu". En Usted no sabe con quién está hablando hemos conocido de la mano del experto Javier Bandrés, cómo medir el comportamiento humano a través de las ratas blancas en el laboratorio del departamento de la facultad de Psicología de la Universidad Complutense de Madrid.... Y, por último, junto a Ainhoa Aguirregoitia le hemos sacado mucho partido a las aceitunas, más allá de los aperitivos.
Teotónio Andrade dos Santos, administrador executivo dos TUB, destaca crescimento de de passageiros nos TUB. Com passes acessíveis e frota elétrica, já atrai a classe média para a mobilidade coletiva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal é um país de burocracias e o Tribunal de Contas sabe perfeitamente como atrasar todos os processos. PS e PSD dão as mãos na lei das bolsas e até se ajuda quem tenta pagar quartos alugados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Manuel Carballal lleva investigando casos ovni desde hace décadas y, con motivo de la desclasificación ovni estadounidense, comenta varios casos españoles que el clasifica como testigos no humanos, ya que los testigos son radares e incluso infrarrojos que logran detectar estos ovnis. Además puedes escuchar el testimonio de un controlador aéreo y el de un antiguo piloto militar que habla por primera vez del suceso que vivió, en el que no sólo su avión quedó afectado, sino que él mismo sufrió efectos físicos.
Manuel Carballal lleva investigando casos ovni desde hace décadas y, con motivo de la desclasificación ovni estadounidense, comenta varios casos españoles que el clasifica como testigos no humanos, ya que los testigos son radares e incluso infrarrojos que logran detectar estos ovnis. Además puedes escuchar el testimonio de un controlador aéreo y el de un antiguo piloto militar que habla por primera vez del suceso que vivió, en el que no sólo su avión quedó afectado, sino que él mismo sufrió efectos físicos.
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Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Hoy hablamos sobre las amenazas de "invasión inminente" de Donald Trump a Cuba. Vistos los antecedentes la amenaza debe ser tomado en serio, si bien los Estados Unidos se encuentran aún en guerra con Irán. Por otra parte, Israel ha detenido a varios integrantes de la Flotilla Humanitaria que se dirigía a Gaza. En último lugar, hablamos sobre el impacto económico de la guerra de Irán en el mundo. El último informe de la Agencia Internacional de la Energía acredita que las reservas mundiales de petróleo están descendiendo a un gran ritmo y, de continuarse el bloqueo del Estrecho de Ormuz en el Golfo Pérsico, podríamos enfrentar graves problemas. Con Andrea Benites Dumont, con José Luís Carretero y Pedro García Bilboa. Conduce Juan Carlos Barba.
Hoy hablamos sobre las amenazas de "invasión inminente" de Donald Trump a Cuba. Vistos los antecedentes la amenaza debe ser tomado en serio, si bien los Estados Unidos se encuentran aún en guerra con Irán. Por otra parte, Israel ha detenido a varios integrantes de la Flotilla Humanitaria que se dirigía a Gaza. En último lugar, hablamos sobre el impacto económico de la guerra de Irán en el mundo. El último informe de la Agencia Internacional de la Energía acredita que las reservas mundiales de petróleo están descendiendo a un gran ritmo y, de continuarse el bloqueo del Estrecho de Ormuz en el Golfo Pérsico, podríamos enfrentar graves problemas. Con Andrea Benites Dumont, con José Luís Carretero y Pedro García Bilboa. Conduce Juan Carlos Barba. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Muchos de nosotros vivimos rodeados de gente, pero emocionalmente aislados.Podemos estar en una reunión, en el trabajo o incluso con nuestra familia… y aun así sentir que nadie nos está viendo de verdad. #salud #saludmental #sonomacounty #napacounty #mendocinocounty #lakecounty #familia #hijos #hijas #padres #madres #amorincondicional #podcast #prevencióndelsuicidio #autocuidado
Você já teve um plano travado pela burocracia?Agora imagina isso acontecendo com uma família inteira… ou até com uma empresa que precisa se mudar para outro país.No episódio de hoje, conversamos com Gustavo De Togni, ítalo-brasileiro de Santa Catarina, com raízes no Veneto, que vive esse problema há mais de 10 anos — ajudando brasileiros a conquistarem cidadania europeia.Mas em vez de aceitar o caos, ele fez o oposto: decidiu resolver.Depois de anos lidando com processos complexos, documentos perdidos e sistemas ineficientes, Gustavo transformou experiência em tecnologia.Assim nasceu a VISAPRO (www.visapro.app): um software brasileiro criado para organizar, acompanhar e revolucionar a gestão de vistos, passaportes e mobilidade global.Uma plataforma pensada para escalar o trabalho de centenas de agências — e com ambição de se tornar referência mundial.Uma história que começa com raízes italianas… e aponta para o futuro da mobilidade internacional.L'ITALIA È QUI. Direto de Santa Catarina para o mundo.Quer se MUDAR para ITÁLIA ? Aproveite nosso curso sobre como escolher a cidade italiana onde investir e morar: https://hotmart.com/pt-br/marketplace...Quer estudar a HISTÓRIA politica da ITÁLIA: https://hotmart.com/pt-br/marketplace...
Assistir aos jogos de uma Copa do Mundo nunca foi barato, mas o Mundial nos Estados Unidos parece estar extrapolando os limites. Ingressos que podem chegar à casa dos milhões de dólares, custos elevados para conseguir um visto, conforme o país de origem, e agora a gota d'água são os valores do transporte público para chegar aos estádios, que podem chegar a US$ 100, ou mais de R$ 500. Para o público brasileiro, a Copa nas Américas – com jogos também no México e no Canadá – facilita em relação às sedes das últimas competições. O preço de passagens aéreas é menor do que foi para o Catar e a Rússia. Entretanto, todo o resto da conta corre o risco de sair mais alto: hospedagens, transportes e restaurantes, além da tradicional gorjeta nos serviços, que chega a 20% nos Estados Unidos. Muitos torcedores desistiram da viagem. “Quando é uma pessoa sozinha, ela se vira, vai no amor e fica no sofá de alguém. Mas quando é para quatro pessoas, a gente viu que muita gente não vai conseguir ir porque o custo aumentou muito”, afirma Fernanda Zaguis, consultora em planejamento e gestão do Movimento Verde e Amarelo, que desde 2008 organiza a ida de brasileiros para as Copas. Ao contrário de 2022 e 2018, quando o transporte público para os estádios era gratuito, desta vez os gastos com o trajeto terão de ser considerados. Em Boston, o valor do trem para o Estádio Gillette, em Foxborough, a cerca de 50 quilômetros da metrópole, estará quase 10 vezes mais caro que o normal, num total de US$ 80. A viagem de ida e volta no ônibus Express, reservado para portadores de ingressos, custará US$ 95. Em Nova York, o valor é semelhante (US$ 100 ida e volta) para ir de Manhattan ao MetLife Stadium, em East Rutherford. “Está todo mundo revoltado. Acho que vai ser até mais caro do que no Catar, que era um país caro, mas a gente não tinha que ficar mudando de lugar. Não tinha voos internos e economizamos nisso”, lembra Zaguis. “Estamos juntando a galera para chegarmos ao máximo de pessoas possível e reduzir o preço.” Final por pelo menos R$ 54 mil Os ingressos são outro problema. A partida final, em 19 de julho, não sai por menos de US$ 11 mil (R$ 54 mil) na plataforma oficial da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os mais caros disparam para US$ 2,3 milhões). Essa tem sido a realidade desde que a entidade adotou um sistema de preços dinâmicos para aumentar os seus lucros, explica Pim Verschuuren, especialista em gestão do esporte e professor-associado da Universidade de Rennes 2, na França. “Quatro anos de futebol são financiados em um mês de Copa do Mundo, mas existe o problema de manchar o discurso da Fifa de que o futebol deve ser o esporte mais popular do mundo, universal”, pondera. “É verdade que essas tarifas excessivas permitem financiar o futebol, mas também financiam a própria Fifa, onde temos problemas antigos de governança. O dinheiro infelizmente não vai todo para os praticantes de futebol e a todos os que se envolvem com o esporte”, constata. Vistos e caução Outro ponto delicado é a própria entrada nos Estados Unidos, que preocupa os torcedores dos países pobres e em desenvolvimento, alvos prioritários da polícia anti-imigração americana nos últimos meses. Restrições de entrada são aplicadas a países como Haiti, Senegal e Costa do Marfim, mas podem ser contornadas com o pagamento de uma caução que vai de US$ 5 mil a US$ 10 mil. O Brasil não está nesta lista, que inclui 47 países, a maioria africanos. Mas, mesmo assim, o torcedor que precisa de visto teve de desembolsar a quantia de US$ 435 para a obtenção do documento – e ainda muitos tiveram o pedido recusado. “Muita gente teve o visto negado. Muita mesmo, principalmente músicos, profissionais liberais, e já estavam com tudo comprado, passagem, voo”, aponta Fernanda Zaguis. “Não teve o que fazer.” O maior sindicato do estádio de Los Angeles exige garantias de que todos os torcedores com ingressos poderão cruzar as fronteiras americanas – do contrário, ameaça fazer greve durante as competições. “É um jogo político, e a Fifa está presa na sua própria armadilha porque o seu modelo econômico depende de os países anfitriões administrarem todos os aspetos de segurança e hospitalidade, enquanto as receitas vão diretamente para os cofres da Fifa”, indica Verschuuren. “Infelizmente, agora este modelo está sendo desafiado porque a federação não tem controle real sobre o que é feito.” O receio de enfrentar problemas na imigração e a perspectiva de gastos afetam os planos de torcedores pelo mundo, inclusive nos países ricos. Na França, uma pesquisa divulgada pela BetFirst apurou que para assistir aos três primeiros jogos dos “bleus” na Copa, é preciso gastar em média € 4,8 mil. Em março, a Organização dos Torcedores Europeus (FSE, na sigla em inglês), entrou com uma queixa contra a Fifa para denunciar os preços “exorbitantes” do Mundial, além de um procedimento considerado “opaco e desleal” de venda de ingressos.
Na madruga de segunda-feira são conhecidos os Óscares que ajudam a imortalizar filmes. Na competição pela estatueta de melhor filme há uma corrida a dois, apesar de haver 10 nomeados. Nas restantes categorias há cinco nomeados, mas em muitas delas também há uma corrida a dois. Neste episódio, falamos também do melhor filme estrangeiro, da melhor atriz e melhor ator e do que mais se destacou para Jorge Leitão Ramos e Rui Pedro Tendinha. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana falámos sobre algo que quase todos nós sentimos, mas nem sempre dizemos em voz alta: a sensação de não sermos vistos.Vivemos todos os dias a fazer pequenas coisas — arrumar a casa, trabalhar, estudar, cuidar dos outros, resolver problemas — e muitas dessas coisas passam despercebidas. Entramos numa espécie de roda da vida. Corremos para cumprir responsabilidades, para corresponder às expectativas, para agradar. Muitas vezes tentamos ser aquilo que os outros precisam que sejamos. Mas, no meio disso tudo, esquecemo-nos de algo essencial: sentirmo-nos valorizados e agradecidos.E não é só sobre os outros não nos verem. Às vezes, também nós não vemos os outros.Vivemos na mesma casa, partilhamos o mesmo espaço, mas cada pessoa vive uma realidade diferente. Cada um carrega preocupações, medos, sonhos e cansaços que nem sempre são visíveis. Duas pessoas podem estar lado a lado no sofá e, ainda assim, estar a viver mundos completamente distintos por dentro.Precisamos de aprender a reconhecer as pequenas coisas. Um “obrigado”. Um “eu reparei”. Um “sei que não tem sido fácil”. Pequenas frases que podem mudar o dia — e até o peso que alguém carrega.Talvez possamos começar hoje. Olhar com mais atenção. Ouvir com mais presença. E lembrar-nos que, mesmo vivendo na mesma casa, cada pessoa vive uma história diferente.Se sentires que este episódio pode tocar alguém que conheces, partilha. Às vezes, uma simples partilha pode fazer toda a diferença.Obrigada por estares desse lado, até ao próximo episódio! INSTAGRAM @avidaacontece.podcasthttp://instagram.com/avidaacontece.podcastQueremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__Iĺ
Passagens Complementares:Mateus 5,16João 12,43Gálatas 1,10
3 de marzo 2026 - Mateo 23, 1- 12 - No actuar para ser vistos, sino servir desde el amor by Javeriana919fm
Envíame un mensajeHoy Agustín Avalis nos hablan del proceso de restauración y poner color a los video archivos de los Papas.Support the show YouTube Facebook Telegram Instagram Tik Tok Twitter
Brasileiros que sonham em se mudar permanentemente para os Estados Unidos dizem estar frustrados e decepcionados após a suspensão do processamento de vistos de imigrante para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil. Os solicitantes continuam sendo entrevistados, mas nenhum visto de imigração será emitido enquanto durar a suspensão, que tem caráter temporário.
María Paula Camacho, creadora de Etiquette y experta en comportamiento social, explicó por qué las reglas rígidas han perdido terreno y cómo los buenos modales siguen siendo clave para convivir y proyectarse mejor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estados Unidos vão suspender, a partir de 21 de janeiro, a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A decisão de Donald Trump gerou dúvidas e incertezas entre brasileiros que pretendem morar ou trabalhar nos Estados Unidos. O JR 15 Minutos recebe o advogado de imigração, Vinicius Bicalho, para explicar o que muda e quem realmente é atingido nesse novo cenário.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (15/01/2026): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e parentes – pai, irmã e cunhado – foram alvo de operação de busca e apreensão da PF em endereços em cinco Estados. Foram apreendidos R$ 290 mil em dinheiro, relógios e carros. Armas foram encontradas em um endereço em MG. A pedido da PF, a Justiça bloqueou R$ 5,7 bilhões em bens. A ação foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do STF. Em uma medida incomum, o magistrado determinou que o material apreendido fosse lacrado e endereçado ao Supremo. Após críticas de policiais e pedido da Procuradoria-Geral da República, ele autorizou que a PGR analisasse o material. Investigadores apuram se o banco usava fundos para inflar o patrimônio do Master. Por causa disso, também estão na mira fundos e empresários, como Nelson Tanure. João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag, foi alvo de buscas, mas não estava no Brasil. E mais: Política: Lula se mantém na liderança; Flávio se consolida no 2º lugar, diz pesquisa Metrópole: Últimos 3 anos foram os mais quentes e calor não deve dar trégua em 2026 Internacional: Irã adia morte de dissidente na forca, mas regime já fez 3,4 mil vítimasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! ☕the news ao vivo aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Para ter seu Binance Card, clique aqui.No episódio de hoje:
Confira no Jornal da Record News desta quarta-feira (14): O Departamento de Estado dos Estados Unidos suspendeu o processamento de solicitação de vistos para 75 países, incluindo o Brasil. A suspensão terá início na próxima quarta-feira (21) e continuará por tempo indeterminado. Dinamarca anuncia aumento da presença militar na Groenlândia. E mais: A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero nesta manhã de quarta (14). A ação investiga supostos esquemas fraudulentos no Banco Master e seu proprietário, Daniel Vorcaro.
A Polícia Federal deflagrou uma nova operação sobre o Banco Master e bloqueou R$ 5,7 bilhões. Os agentes fizeram buscas em endereços da família Vorcaro e apreenderam o celular do empresário Nelson Tanure. O ministro Dias Toffoli determinou que o material apreendido fique na Procuradoria-Geral da República. Os Estados Unidos fizeram manobras militares no Oriente Médio. O Irã ameaçou reagir e bombardear bases americanas na região. Alemanha, Suécia e Noruega decidiram enviar soldados para a Groenlândia. O governo americano suspendeu vistos de imigrantes de 75 países, incluindo o Brasil.
Cláudio Valente, suspeito dos ataques em Boston, estava nos EUA desde 2000. O ataque levou os EUA a suspender o programa de vistos. Vasco Maldonado Correia é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! "Vistos Inmediatamente tras su Muerte" La Hora de Nuestr@s Fans - Programa nº92 - 07/12/2025 En este nuevo episodio exclusivo para vosotr@s, nuestr@s querid@s Fans, abordamos uno de los fenómenos más desconcertantes dentro de las experiencias anómalas: las apariciones de personas fallecidas, minutos después de su muerte, a veces casi simultáneamente, manifestándose con una claridad que sorprende a quienes las presencian. Se trata de encuentros en los que la figura del difunto o de la difunta parece materializarse por completo ante una o varias personas. Escucharéis en el Programa raps o golpes inexplicables que han acompañado a D. Santiago Vázquez durante la grabación. D. Santiago comparte varios Casos que conoce de primera mano y que resultan especialmente impactantes: • "El vecino que se despide" saludando con la mano a personas que no sabían que había fallecido minutos antes. • "La anciana del hospital", vista por su enfermera recorriendo el pasillo después de que su fallecimiento hubiera sido certificado. • Y un tercer Caso, espectacular, que ocurre en una funeraria, de madrugada: "el Caso del hombre angustiado". ¿Por qué, en estos tres Casos, queda descartado que su origen pudiera ser inmanente? ¿Por qué parecen ocurrir con mayor frecuencia estas apariciones en hospitales y entornos sanitarios? ¿Existe algún vínculo emocional con las personas que les ven? En el Programa D. Santiago también explora otro tipo de fenómenos: las apariciones premonitorias de muerte, como el "Caso de la niña de las coletas" o el "Caso de la niña del vestido rojo". ¿En qué se diferencian con los Casos anteriores? ¿Qué actitud mantiene la Iglesia Católica con respecto a los fenómenos paranormales? Escuchad este episodio que, sin duda, os impresionará porque está cargado de testimonios, relatos y reflexiones que os conducirán inevitablemente a realizaros preguntas intrigantes sobre la continuidad de la vida tras el fallecimiento. ¿Qué es lo que realmente se aparece en estos Tres Casos? ¿Por qué se aparecen las personas fallecidas? Un viaje a lo inexplicable que no dejará indiferente a nadie. ¿Habéis vivido alguna experiencia similar? Escribidnos y compartidnoslas. Un fraternal abrazo! *Información Adicional: - Si te ha gustado este Programa pulsa el icono ME GUSTA, ya que de esta forma apoyas al Programa y, por tanto, a nuestro Canal en iVoox. - Si aún no te has suscrito a nuestro Canal puedes hacerlo gratuitamente pulsando el botón correspondiente. - Si aún no eres FAN, puedes hacerte Fan de este Canal clicando el botón azul 'APOYAR' en la portada de nuestro Canal y así poder disfrutar ya de todos nuestros Programas Exclusivos para nuestros Fans. En ellos encontrarás un alto contenido de Misterio y Humanidades, con información exclusiva, vivencias, casos impactantes, confidencias, opiniones y reflexiones de D. Santiago Vázquez que te apasionarán y no encontrarás en otro lugar, por 2,99 € al mes sin compromiso de continuidad al mes siguiente. Disfruta ya de todos estos Programas exclusivos haciéndote Mecenas o Fan del Canal. - ✌Bizum: 649 17 41 52 También puedes apoyar a este Canal para que siga produciendo Contenidos de alto interés mediante tu contribución a través de Bizum. ¡Muchas Gracias! * Nuestras REDES SOCIALES: Puedes seguir también la actividad profesional de D. Santiago Vázquez en: - Nuestro Canal de YouTube: "Mundo Metafísico Santiago Vázquez" - Twitter: @svazquezgomariz (Santiago Vázquez) - Instagram: @santiagovazquezoficial (santiagovazquezoficial) - Facebook: Santiago Vázquez *E-mail del Programa: masalladelarealidad1994@gmail.com *CURSOS impartidos por D. Santiago Vázquez que PUEDES SEGUIR O REALIZAR: - D. Santiago Vázquez pone a tu disposición el "CURSO DE DEMONOLOGÍA Y ENIGMAS DEL MAL" explicado en profundidad en 10 vídeos muy pedagógicos de gran interés por tan sólo 100 €. Puedes ver el Tráiler del Curso en nuestro Canal de YouTube en: https://youtu.be/vKrxcfmSWRA - Si te interesa la Parapsicología, D. Santiago Vázquez pone a tu disposición su CURSO DE PARAPSICOLOGÍA explicado en profundidad en 8 vídeos muy completos, pedagógicos y de gran interés, por tan sólo 100 €. Puedes ver el Tráiler del Curso en nuestro Canal de YouTube en: https://youtu.be/t8mSx1N1f9A?list=TLPQMTgwNDIwMjJJApLFVK46bA Solicita Información de uno u otro Curso (o de ambos) sin compromiso alguno escribiéndonos un e-mail a: masalladelarealidad1994@gmail.com Te enviaremos toda la Información sobre el Curso solicitado (o de ambos) y tú decides libremente si lo quieres efectuar. Un afectuoso saludo para tod@s y muchas gracias por estar ahí, al otro lado. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Te compartimos la meditación del día tomada de Lc 12, 54-59.Para más recursos para encontrarte con Dios en la oración, visita nuestra página web www.meditaciondeldia.com, nuestra tienda www.meditaciondeldia.com/tienda/ o síguenos en Instagram @meditaciondeldia_ y compártenos tu opinión!Conviértete en donante de Meditación del Día en este enlace: https://bit.ly/DonarMdD María Reina de los Apóstoles, ¡enséñanos a orar!Este podcast es parte de JuanDiegoNetwork.com¡Gracias por escucharnos!
Uma investigação da SBS revelou um mercado clandestino que funciona em aplicativos que têm como alvo chineses que querem migrar para a Austrália. Um mercado onde se vendem... cônjuges. Esposas ou maridos de fachada, criados para atender aos pedidos de residência permanente. Conversamos com o ex-cônsul honorário do Brasil em Queensland, o advogado Valmor Gomes Morais, sobre um dos golpes mais comuns na web.
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos, discute a Lei Magnitsky e as sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras, incluindo a esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Instituto Lex, que administra o patrimônio da família.
El uso del descomunal poder fuego de las fuerzas armadas estadounidenses contra presuntos narcos en el Hemisferio Occidental plantea riesgos, según expertos.
Dino suspende emendas Pix de R$ 671 milhões e pede investigação da PF sobre suspeitas. E ‘O Agente Secreto’ é escolhido para representar o Brasil na disputa pelo Oscar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vídeo. Os fogos vistos do céu. Avião da Força Aérea faz missões de vigilância aos incêndios
Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre e da COP-30 - evento que discute ações de combate às mudanças climáticas e este ano ocorre em Belém, no Pará. A coluna vai ao ar às 2ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Será que obter os vistos em terras africanas é tudo o que falam por ai? Precisa mesmo de tantos documentos? E a tal "taxa extra" na fronteira, é mito ou verdade? Um episódio pra quem quer entender o que te espera antes de cruzar o continente.Bancada: Rafael Souza e Nataly Castro➡️ Apoie e ajuda a dividir o peso da mochila. E faça parta da comunidade. Através do catarse
Según las predicciones de Morgan Stanley. El dólar caerá a niveles vistos por última vez durante la pandemia de Covid-19 para mediados del próximo año.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No começo da semana se espalhou pelas redes sociais a notícia de que o Brasil caiu de nível 1 para nível 2 perante a imigração australiana, o que tem relação com a análise, pelo Departamento de Assuntos Internos, das solicitações de vistos de estudante. Com a demonstração de preocupação e falta de entendimento sobre o assunto nas mesmas redes sociais diante da notícia, a SBS em português resolveu convidar a agente de imigração Karina Spooner para esclarecer o que essa mudança de nível do Brasil realmente significa para os atuais e futuros portadores de visto de estudante na Austrália.
Trump é imprevisível, mas uma coisa é certa: os EUA passaram a assumir um dos lados do conflito em Gaza ou na Ucrânia. Olhamos ainda para a Europa e a crescente urgência para investir em defesa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este programa de «Un ancla en la tormenta» nos aproximamos a un tema que es frecuentemente malentendido en la relación entre ciencia y fe: los milagros. D. Enrique Solano Márquez —investigador científico en el Centro de Astrobiología (Madrid, España) y presidente de la Sociedad de Científicos Católicos de España— nos presenta cuatro posibilidades al considerar la actuación de Dios en el mundo: que Dios no existe; que Dios existe pero no tiene relación con el mundo; que existe un Dios «relojero» que ha creado las leyes que rigen el cosmos, pero no interviene más; y por último, la visión cristiana de que existe el Dios cristiano, quien actúa en su providencia sobre el mundo a través de causas segundas, o puede a veces intervenir con la suspensión de leyes físicas, lo que constituiría un milagro. Aunque la ciencia sirve para discernir los casos de milagros reportados, hay que recordar que lo más importante no es entender el milagro desde la perspectiva científica, sino buscar su significado, lo que Dios nos quiere decir a través de ello.
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