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A 28 de Maio de há 100 anos começava em Braga uma revolta militar que faria cair uma I República que quase ninguém quis defender. Perceber porquê também ajuda a perceber os desafios dos dias de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em Isaías, capítulo 43, versículos 18 e 19, nos traz uma reflexão sobre o Novo de Deus, que para receber temos que abrir mão do passado.O povo de Israel estava vivendo dias difíceis. Havia marcas do passado, dores, lembranças e limitações. Mas Deus levanta Sua voz através do profeta Isaías para anunciar algo poderoso: “Eu estou fazendo algo novo!”O problema não era Deus parar de agir. O problema era o povo não conseguir perceber o novo por estar preso ao velho.1. Quem vive preso ao passado tem dificuldade de enxergar o futuroDeus começa dizendo: “Não vos lembreis das coisas passadas…”Isso não significa apagar a memória, mas não viver aprisionado nela. Há pessoas que perderam a capacidade de sonhar porque estão olhando somente para trás:dores antigas,frustrações,perdas,traumas,erros,decepções.Enquanto os olhos estiverem apenas no ontem, será difícil perceber o que Deus está construindo hoje.Muitas vezes, Deus quer abrir uma nova porta, mas a pessoa continua parada diante da porta que se fechou.2. Deus continua especialista em fazer o impossívelO Senhor declara: “Porei caminho no deserto e rios no ermo.”Deserto é lugar sem direção.Ermo é lugar sem vida.Mas Deus está dizendo:“Onde ninguém vê saída, Eu criarei um caminho.”“Onde tudo parece seco, Eu farei rios nascerem.”Nosso Deus não depende das circunstâncias para agir. Ele transforma cenários improváveis em testemunhos vivos.Talvez alguém esteja vivendo um deserto emocional, espiritual ou familiar. Mas o mesmo Deus de Isaías continua operando hoje.3. O novo de Deus já começouO texto diz: “Agora sairá à luz.”O novo de Deus não é apenas futuro. Muitas vezes, Ele já começou a agir, mas ainda não percebemos.Às vezes:o novo começa pequeno,silencioso,invisível aos olhos humanos.Uma conversa,uma oportunidade,uma mudança de pensamento,uma porta simples,um recomeço inesperado…Tudo isso pode ser Deus iniciando algo novo.4. É preciso sensibilidade espiritual para perceberDeus pergunta: “Porventura não o percebeis?”Isso revela que o novo pode estar diante de nós e ainda assim passar despercebido.Quem vive distraído, endurecido ou sem intimidade com Deus perde a sensibilidade espiritual.Há pessoas esperando um terremoto, enquanto Deus começa através de uma pequena semente.O novo de Deus nem sempre chega da forma que imaginamos, mas sempre chega da forma que precisamos.Conclusão: Deus continua fazendo coisas novas.Ele ainda abre caminhos impossíveis.Ele ainda faz rios nascerem no deserto da alma.Não permita que o peso do passado impeça você de perceber o que Deus já começou.Hoje o Senhor pergunta: “Vocês conseguem perceber algo novo?”Talvez aquilo que parecia fim seja apenas o começo de uma nova história escrita pelas mãos de Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nem todo desgasteé falta de sentimentoMuitas pessoas acreditam que, quando o relacionamento começaa ficar difícil, é porque o amor acabou. Mas essa conclusão nem sempre éverdadeira.Existe algo muito comum nos relacionamentos longos eintensos: o cansaço emocional.Não é necessariamente falta de amor.É acúmulo de frustrações.É desgaste de conflitos repetidos.É a sensação de falar e não ser compreendida.É tentar resolver e sentir que nada muda.O cansaço emocional tem um efeito cruel: ele distorce apercepção.O parceiro começa a parecer mais irritante.As qualidades ficam menos visíveis.O convívio fica pesado.O carinho vira esforço.E então surge aquele pensamento silencioso e doloroso:“Talvez eu não ame mais como antes.”Mas, em muitos casos, não é o amor que desapareceu.É o esgotamento que tomou espaço.Relacionamentos não se sustentam apenas de sentimento, elesprecisam de renovação emocional, de respiro, de reconstrução. Antes de interpretaro desgaste como fim, vale refletir: é ausência de amor ou excesso de cansaço?Porque afinal, quem cuida da mente, cuida da vida.Paula FreitasPsicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante ementoraWhatsApp: http://wa.me/5511983132371 E-mail: ajuda@paulafreitaspsicologa.com.br Site: http://paulafreitaspsicologa.com YouTube: http://youtube.com/paulafreitaspsicologa Instagram: https://www.instagram.com/paulafreitaspsicologa/
Bruno Pereira, presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia, diz ver a medida anunciada por Luís Montenegro como positiva. Mas deixa essa pergunta no ar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cérebro está sempre ligado – mesmo quando dormimos, continua ativo e a regular o organismo. No episódio de estreia da neurologista Raquel Gil-Gouveia, a especialista explora as principais funções do cérebro – da memória ao movimento e ao processamento das emoções.Sabia que nascemos com cerca de 86 mil milhões de neurónios e morremos com um número idêntico? Perceber estas células singulares passa por conhecer a sua estrutura e a forma como comunicam através de complexas redes de sinais elétricos e químicos.Nesta viagem pelo cérebro, Raquel Gil-Gouveia explica também como se formam as memórias e o que distingue as de curto e de longo prazo. Sem esquecer o que é a «memória de trabalho» e porque é que a atenção é importante.Ao longo da conversa, analisam-se ainda os fatores que influenciam o bom (e o mau) funcionamento do cérebro e as mudanças que ocorrem ao longo da vida.Para pensar, aprender e lembrar – e entender como tudo isto funciona – não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISEAGLEMAN, David, «O Cérebro – à descoberta de quem somos» (Lua de Papel, 2017)Série documental «The Brain with David Eagleman» (BBC, 2016)«David Eagleman: O cérebro moldável» (Entrevista FFMS, 2021)PARSHALL, Allison, «Brains Remember Stories Differently Based on How They Were Told» (Mind&Brain, Scientific American, 2025)HOPKIN, Karen & DELVISCIO, Jeffrey «Trying to Train Your Brain Faster? Knowing This Might Help with That» (Scientific American, 2023)Coleção «Segredos do Cérebro» (National Geographic): «A Química do Cérebro»; «A Ciência da Aprendizagem»; «A Idade do Cérebro»Filme «Divertida Mente» de Kelsey Mann (Pixar, 2015)Documentário «Resumindo: A Mente» (Netflix, 2019)BIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
O uso de inteligência artificial no ambiente de trabalho já virou rotina, mas será que ele está sendo feito da forma certa? No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente fala sobre um risco que ainda passa despercebido por muita gente: o uso de contas pessoais de IA para lidar com dados corporativos e de clientes. Na prática, isso pode abrir brechas sérias de segurança, mesmo sem nenhum ataque hacker. Informações sensíveis podem ser expostas, reutilizadas por modelos de IA ou até ficar armazenadas em contas pessoais de funcionários. Para explicar esse cenário, conversamos com Victoria Luz, especialista em inteligência artificial aplicada a negócios, que detalha os principais riscos, mostra exemplos reais e explica o que empresas e profissionais precisam fazer para usar IA com mais segurança. Você também vai conferir: Claro leva iCloud e Google One aos planos pós-pagos; Claude Code fora do plano Pro; WhatsApp explica como vai funcionar plano premium. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo e Marcelo Fischer, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Existe uma prisão que não pode ser vista.Uma prisão sem paredes, sem grades, sem limites aparentes… mas que controla pensamentos, emoções e a forma como você percebe a realidade.A maioria das pessoas vive dentro dela sem perceber.Neste episódio profundo do Positivamente Consciente, você vai começar a enxergar o que sempre esteve presente, mas nunca foi questionado: a mente, seus padrões e a identificação que mantém tudo funcionando.Quando você observa… algo muda.E talvez, pela primeira vez, você comece a perceber que a prisão nunca esteve fora.Eu sou Daniela Costa e agora faço parte da família Positivamente Consciente.#Consciência#MenteHumana#Despertar#Autoconhecimento#Psicologia#ConsciênciaInterior#Espiritualidade#Reflexão#Oculto#Mente#DesenvolvimentoPessoal#PositivamenteConsciente
Ela acreditava que precisava trabalhar apenas para se sentir segura… até perceber o quanto isso estava limitando a própria vida.Neste episódio, você vai ouvir uma história real de coragem, decisão e transformação , da segurança que aprisiona para a coragem que liberta.Siga a @demisantosrh e se permita expandir sua visão.✨ Se você sente que está travada e pronta para viver um novo nível, venha para a Mulher Titânio:https://go.hotmart.com/B101896313F?off=ln3rgf0c
No segundo dia da jornada terapêutica Destrava e Avança para o Dinheiro, você começa a enxergar algo que, até hoje, pode ter comandado a sua vida no automático:os pensamentos invisíveis que te mantêm presa em ciclos de escassez.Hoje, nós vamos iluminar o que está escondido no fundo da sua mente:
SD353 - O médico que perde a guerra sem perceber. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé analisa o fato de a maioria dos médicos viver ocupada, mas poucos viverem de forma estratégica. O que leva ao pensamento: estar sempre ocupado não significa estar no controle e a ausência de estratégia leva, inevitavelmente, à exaustão, estagnação e perda de autonomia. Como proposta de solução, Dr. Lorenzo explora a Matriz de Eisenhower, um modelo simples, porém poderoso, para reorganizar prioridades, sair do modo reativo e construir uma prática médica mais sustentável. Mais do que produtividade, este episódio é sobre direção: como parar de apagar incêndios e começar a tomar decisões que realmente mudam o jogo. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. ACESSE O Background do Lorenzo Casado com a Natália e pai de 3 filhos, Lorenzo é médico, Cofundador e CEO da SD Conecta e SD Escola de Negócios Médicos, host do 1º podcast do Brasil a apresentar tecnologias para médicos e que está no ar desde maio de 2018. Ele é Professor de Medicina Digital na Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic, fez Mestrado e MBA em negócios nas melhores escolas de negócios do país, é Internship no Hospital Center University de Rouen - França, entre várias outras atividades. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD352 - O erro de buscar faturamento a qualquer custo SD351 - Domine a gestão do WhatsApp antes de ser dominado por ele SD350 - Margem - Episódio 3 Music: Joy | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Bom dia!A pílula de hoje mostra como pequenos comportamentos do líder, como não ser exemplo, não cumprir o combinado e não apoiar o time, afastam a equipe sem aviso.
No terceiro e último episódio desta série especial de 'Temos de Falar Com Elas', a conversa foi feita com a apresentadora Liliana Campos que, ao lado de Ana Galvão, Ana Garcia Martins, e Bárbara Guimarães, quis deixar várias opiniões sobre a sexualidade feminina. "Não sei se estas gerações falam de sexo, mas com as minhas amigas, falamos mais agora com a menopausa, do que falávamos quando tínhamos 30 anos", salientou. Outros dos temas vão desde os valores Olímpicos à forma como se imagina a reforma. Para ouvir aqui!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Seu filho aprende sobre dinheiro todos os dias... mesmo quando você não está ensinando.Neste vídeo, Reinaldo Domingos mostra como a Educação Financeira acontece no cotidiano, através de atitudes, falas e comportamentos que muitas vezes passam despercebidos dentro de casa.Você vai entender:• Como o comportamento dos pais influencia a relação dos filhos com o dinheiro• Por que o exemplo fala mais alto que qualquer conversa• O impacto das emoções no aprendizado financeiro das crianças• Como ensinar educação financeira de forma natural, no dia a dia• Por que o ambiente familiar molda o futuro financeiro dos filhosEducação Financeira não começa com explicação. Começa com exemplo.
Na Índia, mestres ensinam que os problemas são como despertadores… tentando nos acordar para a vida.Talvez o segredo seja simples: acordar logo… antes que o próximo faça mais barulho.Já parou para pensar?O que essa dificuldade está tentando te mostrar?Muitas vezes, os problemas são avisos.Sinais de que algo precisa ser ajustado no nosso caminho.E isso vale também para o nosso corpo.Desconfortos, dores, sinais… não surgem por acaso.Eles pedem atenção.Mas, na pressa do dia a dia, a gente silencia esses sinais.Alivia o sintoma… e segue.Sem escutar o recado.E quando não escutamos… o sinal aumenta.Insiste.Até ser impossível ignorar.Talvez a vida funcione assim:primeiro ela sussurra… depois ela fala… e, se preciso, ela grita.Por isso, mais do que reagir, é preciso compreender.Olhar com mais calma.Perceber o que precisa mudar.Porque, quando entendemos o que um problema veio nos ensinar…algo dentro de nós também se transforma.E, nesse instante…uma nova versão da gente nasce.
Na Índia, mestres ensinam que os problemas são como despertadores… tentando nos acordar para a vida.Talvez o segredo seja simples: acordar logo… antes que o próximo faça mais barulho.Já parou para pensar?O que essa dificuldade está tentando te mostrar?Muitas vezes, os problemas são avisos.Sinais de que algo precisa ser ajustado no nosso caminho.E isso vale também para o nosso corpo.Desconfortos, dores, sinais… não surgem por acaso.Eles pedem atenção.Mas, na pressa do dia a dia, a gente silencia esses sinais.Alivia o sintoma… e segue.Sem escutar o recado.E quando não escutamos… o sinal aumenta.Insiste.Até ser impossível ignorar.Talvez a vida funcione assim:primeiro ela sussurra… depois ela fala… e, se preciso, ela grita.Por isso, mais do que reagir, é preciso compreender.Olhar com mais calma.Perceber o que precisa mudar.Porque, quando entendemos o que um problema veio nos ensinar…algo dentro de nós também se transforma.E, nesse instante…uma nova versão da gente nasce.
No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!
A busca por vitalidade começa quando reconhecemos aquilo que drena nossa energia. Neste episódio, Otávio Leal reflete sobre proteção energética, mudanças de comportamento e a importância de identificar padrões, relações e ambientes que enfraquecem nossa força interior.Inspirado em tradições espirituais, práticas xamânicas e ensinamentos sobre o campo energético, ele apresenta caminhos simples para restaurar o equilíbrio, como movimentos corporais, danças sagradas e banhos de ervas.A conversa também aborda a importância de aprender a separar o que realmente nos pertence daquilo que carregamos dos outros — críticas, conflitos e expectativas externas — e como isso influencia nossa saúde emocional e espiritual.
Você já parou para pensar que o ambiente da sua casa pode estar influenciando diretamente a sua vida financeira?Pode parecer exagero, mas não é. O espaço onde você vive (físico e emocional) molda comportamentos, decisões e hábitos que impactam diretamente o seu dinheiro.Quando a casa está desorganizada, sem rotina, sem planejamento e sem diálogo, o dinheiro tende a seguir o mesmo caminho: decisões impulsivas, gastos desnecessários e dificuldade para manter o controle financeiro.Neste vídeo, Reinaldo Domingos explica como o ambiente doméstico influencia o comportamento financeiro da família e como pequenas mudanças dentro de casa podem transformar a relação com o dinheiro.Organizar a casa não é só sobre estética. É sobre clareza, disciplina e consciência.Quando o ambiente muda, o comportamento muda. E quando o comportamento muda, o dinheiro também muda.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
vamos juntos
Compre na Insider: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTA Cupom: ADULTA Você sente que as pessoas estão se afastando de você e não entende o motivo? Neste episódio, eu falo sobre atitudes inconvenientes que afastam as pessoas sem que você perceba. Muitas vezes acreditamos que estamos sendo sinceros, prestativos ou apenas “verdadeiros”, mas alguns comportamentos podem soar invasivos, desrespeitosos ou emocionalmente imaturos. Aqui você vai entender: – Por que algumas atitudes afastam pessoas – Como identificar comportamentos inconvenientes – A diferença entre intenção e impacto – Como melhorar suas relações pessoais e profissionais Se você quer melhorar seus relacionamentos, desenvolver inteligência emocional e parar de repetir padrões que prejudicam sua vida social, esse episódio é para você.
O Governo prepara-se para avançar com uma versão light da legislação laboral. É suficiente para acelerar o crescimento? O que pensam as grandes empresas? O secretário-geral da Business Roundtable Portugal veio ao Money, Money, Money responder a estas e outras perguntas. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor-executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Pedro Gingeira do Nascimento, secretário-geral da Associação Business Roundtable Portugal. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Francisco Pereira Coutinho afirma que Trump subestimou o conflito na Ucrânia ao achar que Moscovo se contentaria com os territórios ocupados. E como está a relação da Venezuela com os Estados Unidos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
https://lp.marcellocotrim.com.br/dm-ytInscreva-se gratuitamente para o Desbloqueio MentalMuitas pessoas dizem que querem ficar bem, ser felizes e viver em paz.Mas, quando a vida começa a melhorar, algo estranho acontece: insegurança, culpa, medo, sabotagem ou vontade de voltar ao conhecido.Isso não é azar.É o medo de ficar bem.Neste ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim explica por que a felicidade pode assustar mais do que o sofrimento — e como experiências antigas fazem o inconsciente associar bem-estar à perda, rejeição ou abandono.Você vai compreender:• Por que o sofrimento pode virar identidade• Como o inconsciente se acostuma ao estado de dor• O medo de perder vínculos quando você melhora• A associação entre felicidade e punição• Por que algumas pessoas só se sentem vistas quando estão mal• A sabotagem inconsciente quando tudo começa a dar certo• Culpa por estar bem quando outros sofrem• O receio de não saber sustentar o bem• A diferença entre prazer momentâneo e bem-estar maduro• Por que ficar bem exige autonomia emocional• Como o ego reage quando perde o controle• O caminho para sustentar estados positivos sem culpaMarcello mostra que ficar bem não é egoísmo, nem abandono do outro.É maturidade emocional.Quem não aprende a sustentar o bem-estar acaba retornando, sem perceber, ao sofrimento conhecido — não porque gosta de sofrer, mas porque é o lugar que o inconsciente reconhece como seguro.Se você sente que sempre que tudo melhora algo desanda, este episódio vai te ajudar a entender o que está atuando — e a começar a sair desse ciclo.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais
Fala, jovens! Neste episódio do Spoilers da Vida, eu quero falar sobre um erro silencioso que derruba muitos novos líderes de tecnologia sem que eles percebam.Não é falta de conhecimento técnico. É falta de preparo emocional para lidar com pessoas.Eu já vi isso acontecer de perto. Profissionais brilhantes, referências técnicas, promovidos a líderes quase automaticamente. Na primeira semana, achando que estavam indo muito bem. Poucos meses depois, isolados, com o time distante, entregas travando e uma sensação incômoda de que algo saiu do controle, sem saber exatamente o quê.A transição do papel técnico para a liderança é uma das mais traiçoeiras da carreira em tecnologia. Porque muita gente acredita que vai liderar pessoas do mesmo jeito que lidera código: com lógica, controle e correção constante. Só que pessoas não funcionam assim. Não existe debug emocional. Não existe patch de confiança depois que ela se perde.Nesse episódio, eu falo sobre o desafio invisível de assumir uma liderança sem preparo, sobre o medo de perder relevância técnica, a dificuldade de delegar, de ter conversas difíceis e de entender que liderar não é fazer mais é fazer os outros crescerem.Também trago os erros mais comuns que fazem um novo líder de TI perder a equipe sem perceber, e por que esses erros não nascem de má intenção, mas de insegurança, crenças antigas e ausência de desenvolvimento humano.Se você acabou de virar líder, se sente que o time está mais distante, ou se já ouviu aquele feedback de que “tecnicamente você é excelente, mas ainda falta algo”, esse episódio é pra você.No fim das contas, a provocação é simples:
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata brando e neutro" e "alguém que é compagnon de route de grupos fascistas". Falamos ainda de Davos e das ondas de choque provocadas por Trump, um líder de "loucura incontrolável" e da politica externa de que Montenegro "não faz a mais pequena ideia"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta sexta-feira termina a campanha eleitoral e no domingo os portugueses escolhem, entre onze candidatos, quem vai ocupar as duas vagas para a segunda volta. Quem for com Ventura (muito provável na próxima etapa) tem fortes probabilidades de acabar eleito Presidente da República. Cruzamos as campanhas dos quatro candidatos que podem fazer companhia ao líder do Chega. Neste episódio, conversamos com a jornalista que foi à rua medir a temperatura a essas campanhas, a coordenadora de Política do Expresso, Liliana Valente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2025, André Ventura levou o Chega à liderança da oposição parlamentar e ficou a escassos 4313 votos do PS para ser também o segundo partido mais votado. Nas autárquicas não houve correspondência em número de votos com as legislativas, mas o partido reforçou substancialmente no poder local. Agora, nas presidenciais, Ventura aparece como sendo inevitavelmente derrotado na segunda volta, mas aparece em várias sondagens a liderar as intenções de voto na primeira volta. Há dois meses, conversámos com o investigador do ISCTE Riccardo Marchi sobre a capacidade de Ventura e do Chega marcarem a agenda mediática e é essa conversa que recuperamos hoje para ajudar a explicar a razão de Ventura ser o político mais valioso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Natal não começa com luzes. Começa com um incômodo. Algo que chama por dentro e pede para ser visto. Como Scrooge, que atravessou anos olhando apenas para o próprio dinheiro, muitas vezes também passamos pela vida sem levantar a cabeça. O mundo segue. As datas passam. E o coração vai ficando estreito. Até que algo interrompe o fluxo normal das coisas e nos obriga a olhar de novo.Há um primeiro movimento essencial. Levantar os olhos. Perceber que Deus não ficou distante. Ele atravessou a história, fez-se pequeno, entrou na nossa pobreza. Um bebê sempre chama a atenção. Não impõe. Não grita. Apenas está ali. E isso muda tudo. O Natal começa quando nos damos conta desse amor que veio antes, que tomou a iniciativa, que nos alcançou sem ser merecido. A vida cristã nasce da gratidão. Só ama de verdade quem primeiro se sabe amado.Quando essa verdade desce da cabeça para o coração, algo se move por dentro. Não é euforia. É alegria serena. A alegria de Simeão, que segura o Menino nos braços e sente que pode partir em paz. A alegria de Sara, que ri ao perceber que Deus ainda é capaz de surpreender. A alegria que não ignora a dor, mas a atravessa com sentido. Quem se sabe amado não vive mais do mesmo jeito. O coração se expande. O sorriso volta. O peso diminui.E então vêm as mãos. Porque alegria verdadeira nunca fica parada. Ela pede resposta. O amor recebido pede amor devolvido. É por isso que o Natal se transforma naturalmente em generosidade. Os reis magos caminham longas distâncias para oferecer o que têm de melhor. Scrooge, depois de renascer por dentro, muda concretamente sua maneira de viver. E uma mulher recém-convertida, ao preparar uma ceia de Natal, descobre que o Evangelho pede escolhas reais. Não apenas convidar quem pode retribuir, mas abrir a casa para quem nada pode oferecer além da própria presença.Esse é o escândalo do Natal. Deus escolheu precisar de mãos humanas. Escolheu bater à porta. Não força entrada. Espera. O Menino de Belém não impõe. Ele se oferece. E isso exige uma resposta livre. Amar não é automático. Amar custa. Mas também liberta.Existe ainda um convite mais silencioso, quase escondido. O da piedade. Do carinho com Deus. O desejo de se aproximar, de tratar Jesus não apenas como ideia, mas como presença viva. Há algo profundamente verdadeiro nessa intuição. Deus se fez pequeno para nos tornar mais atrevidos no amor. Para quebrar a frieza. Para facilitar o caminho até Ele.O Natal é isso. Um chamado para nascer do alto. De novo. Não por esforço isolado, mas por abertura. Cristo quer ser formado em nós. E isso acontece quando deixamos Maria nos ensinar a acolher. A guardar. A responder. Ela percebeu antes de todos. E continua nos mostrando como transformar gratidão em alegria, alegria em generosidade, generosidade em entrega.Talvez o maior risco seja repetir Belém. Casa cheia demais. Coração ocupado demais. Porta fechada demais. O Natal é a batida de Deus no nosso interior. Que não passemos distraídos. Que saibamos abrir. E deixar que Ele nasça._____________
Para saber como ela nasceu e ganhou o mercado global, ouça ou veja agora o Podcast, que está bem legal, curta o vídeo, inscreva-se no canal e compartilhe nas redes sociais.
No episódio @wagner__41 e @betonitrini abrem o jogo sobre um hábito silencioso que derruba a performance de muitos atletas: mudar a planilha de treino por conta própria.Eles revelam os erros mais comuns, explicam por que algumas “adaptações inocentes” podem destruir semanas de evolução e mostram o jeito certo de ajustar o treino sem sabotar a periodização.Se você já mudou um treino sem falar com seu técnico — ou pensa em fazer isso — você precisa ouvir este episódio antes de treinar novamente.Pegue o seu café e vem com a gente! ☕
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
A ingratidão é um dos vícios mais perigosos, porque quem tem, quase nunca percebe.Ela se disfarça de insatisfação, comparação e reclamação constante.E pouco a pouco, vai roubando a paz, a fé e a alegria de viver.Neste vídeo, você vai entender como a ingratidão age dentro de vocêe aprender o caminho para vencê-la — antes que ela destrua tudo o que Deus já lhe deu.
Foi uma vitória contra as expectativas, contra as sondagens e também contra umas elites que continuam a detestar quem desafia as suas verdades. O triunfo de Milei na Argentina tem significado mundial.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A hipomania é uma das fases mais desafiadoras de reconhecer no transtorno bipolar, tanto para quem vivequanto para quem convive. Ela pode parecer só um bom momento, uma fase de energia alta e produtividade, mas por trás há mudanças sutis no humor, no sono, no comportamento e na percepção de risco que merecem atenção.Neste episódio, o Dr. Renato Silva usa o livro infantil "Confiante” para explicar, de forma acessível e simbólica, como os sintomas da hipomania se manifestam e por que tantas vezes passam despercebidos até mesmo por profissionais da saúde.Um episódio pra quem deseja entender o que acontece no cérebro e no comportamento durante a hipomania, e aprender a identificar os primeiros sinais antes que o quadroevolua.Apresentado por Dr. Renato Silva @drrenatosilva
Vítor Gabriel Oliveira afirma que Rússia poderá aumentar atos provatórios nas fronteiras NATO caso EUA continuem a fornecer mísseis à Ucrânia. Em Gaza, há que aguardar o que vem do lado palestiniano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lutz veste Insider
As denúncias de violência doméstica cresceram 25,8% nos primeiros seis meses do ano face a igual período do ano passado. Várias razões podem explicar este aumento, mas ele é desta vez tão significativo que a APAV defende que é preciso comparar com outros tipos de violência, para perceber se há um problema mais geral na sociedade. Para melhor perceber a evolução da violência doméstica, neste episódio, conversamos com Frederico Moyano Marques, Assessor Técnico da Direção e Coordenador de Operações da APAV. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passamos anos a discutir a carreira dos professores, mas será que é agora que vamos finalmente dar a devida atenção aos alunos? Perceber realmente o que aprendem e como aprendem?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Radical Teen
Vale a pena voltar a ouvir este episódio, originalmente publicado em 31 de julho de 2019, Nessa altura, escrevi este texto na sinopse do podcast: Há muito que queria pegar neste tema no podcast, porque o acho fascinante e misterioso ao mesmo tempo. O humor está presente em muito do que fazemos - mas não em tudo - e pode ser extremamente básico mas também desafiantemente complexo. Perceber o que nos faz rir e, mais importante, por que nos rimos é algo em tenho pensado e esta foi uma óptima oportunidade para falar com alguém que não só é provavelmente o humorista português mais marcante do século XXI mas também uma espécie de filósofo do humor e um pensador de direito próprio sobre estes temas. O pretexto para a conversa foi um pequeno, mas muito interessante livro, que o Ricardo publicou há uns anos e que ele define como “uma espécie de manual de escrita humorística”. Este episódio é, na verdade, apenas a primeira parte da nossa conversa, porque gravámos em dois dias diferentes, o que permitiu ter uma conversa mais alargada do que o normal, em que pudemos discutir uma série de temas em profundidade. Durante este episódio, começámos por discutir a resposta a uma pergunta simples mas que continua a ser misteriosa: por que rimos? Falámos de um livro muito interessante de Matthew Hurley, Daniel Dennett (Inside Jokes), que tenta dar uma explicação evolutiva para a nossa capacidade para achar graça e que vai muito ao encontro da visão que o Ricardo expõe no livro.” Para compreender este fenómeno do humor, passámos também pelas chamadas ‘Teorias do Humor’, que deste a antiguidade tentam explicar este fenómeno. Um tema inevitável que também discutimos é o número crescente de pessoas ferozmente criticadas, despedidas do trabalho ou mesmo processadas por mandar uma piada. Isto resulta do facto de o humor ser hoje visto, em alguns campos, como uma fonte de poder e um meio potencial de agressão. Discutimos, então, isso mesmo, se o humor pode ser agressão, falámos de liberdade de expressão e do papel do humor nas relações humanas e na sociedade como um todo. Mas claro que para responder a estas perguntas precisámos de voltar constantemente ao início da conversa. Por isso a discussão sobre o que é o humor e porque achamos graça esteve sempre presente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Liberando o Espiritohttps://puraenergiapositiva.com/libertando-o-espiritohttps://puraenergiapositiva.com/breath-workVocê sente que está revivendo os mesmos padrões da sua família — nas emoções, relacionamentos ou finanças? Talvez sem perceber, você esteja carregando memórias ancestrais e traumas familiares que impactam sua vida hoje. Neste vídeo, você vai entender como o Breathwork pode te ajudar a identificar e liberar padrões repetitivos herdados.
Você sente que o amor verdadeiro está distante? Já fez listas, visualizou, curou feridas, mas ainda não vive o relacionamento que deseja?Neste episódio, eu revelo o que realmente bloqueia o amor de chegar até você, baseado na minha própria experiência e nos ensinamentos de Neville Goddard, Louise Hay, Abraham Hicks e Joe Dispenza.Descubra como se tornar magnética ao amor que deseja, sem forçar, sem esperar, mas apenas se alinhando com quem você veio SER.Eu falei sobre:✦ Como manifestar o amor da sua vida com consciência✦ Por que o amor parece demorar (e o que fazer no meio tempo)✦ Os erros sutis que impedem a chegada do relacionamento ideal✦ Como parar de buscar e começar a receber o amor✦ A chave para vibrar na frequência do amor (e não da carência)❤️ Adquira agora: A Energia dos Relacionamentos + A Cura das Emoções, disponível para compra avulsa APENAS durante o mês de Junho!
A Ana Torres "abriu-se" ao mundo em 2014. Passou por Inglaterra, Chipre e Espanha. O amor "meteu-se" no caminho e rumou a Berlim, na Alemanha. Em Portugal, a Ana confessa a vontade de estar mais perto de "casa".
A Ana Torres "abriu-se" ao mundo em 2014. Passou por Inglaterra, Chipre e Espanha. O amor "meteu-se" no caminho e rumou a Berlim, na Alemanha. Em Portugal, a Ana confessa a vontade de estar mais perto de "casa".
Veja se você consegue perceber que esta árvore foi montada de ponta-cabeça… https://www.patreon.com/posts/118223879 …e aprenda a dizer “dá para perceber”, “dá para notar” em inglês no mini-podcast de hoje. FRASES NO MINI PODCAST DE HOJE: I could tell that everyone on the team really likes you. notice I noticed you were lying. tell Tell me […] The post Eu não sei se dá para perceber… | Inglês Todos os Dias #615 appeared first on Domine Inglês.