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Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

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SERP: Por dentro da tecnologia que está criando o Pix dos cartórios no Brasil – Hipsters Ponto Tech #524

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Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 53:24


Hoje o papo é sobre o SERP, o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos! Neste episódio, conversamos sobre como a plataforma Meu Registro pretende simplificar o acesso aos serviços de cartório e integrar diferentes tipos de registros públicos. O papo também passa por interoperabilidade, APIs, segurança, assinaturas digitais, modernização dos cartórios e os desafios de conectar sistemas antigos em uma única porta de entrada. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que usa a palavra governança Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Fabrício Carraro, co-host do IA Sob Controle, Program Manager da Alura, autor de IA e host do podcast Carreira Sem Fronteiras Rodrigo Gonçalves de Souza, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, no CNJ Rodrigo Pinho, gerente de projetos de tecnologia no Operador Nacional de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas (ON-RTDPJ)  Links:  Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (SERP) Meu Registro Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Corregedoria Nacional de Justiça Operador Nacional de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas (ON-RTDPJ) Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ON-RCPN) Portal Oficial do Registro Civil Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR) Lei nº 14.382/2022 Central Nacional de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas Atos normativos do Conselho Nacional de Justiça Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br) Toda revolução tecnológica começa com quem antecipa o futuro e transforma ideias em soluções de alto impacto. Conheça os cursos da Alura + FIAP Skills & Go: Agentic Engineering, Building AI Products, e AI Data Strategy. Saiba mais sobre o Skills & Go. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

the news ☕️
Procon vigia decisão da Sony, Governo segura o petróleo, academias de luxo viram tendência e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 16:46


Bom dia! ☕As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.No episódio de hoje:

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Pull requests e code review na era dos agentes de desenvolvimento – Hipsters Ponto Tech #523

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 52:41


Hoje o papo é sobre a nova era do desenvolvimento de software! Neste episódio, conversamos sobre o aumento no volume de código gerado por IA e os desafios de revisar, governar e levar essas mudanças para produção. O papo também passa por novos processos de desenvolvimento, modelos locais e abertos, harnesses, contexto e orquestração de agentes. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que usa a palavra governança Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Juliano Martins, Head de Plataforma na nullplatform Zarathon “Zara” Viana, Head de Engenharia do QuintoAndar Mauricio Aniche, CTO da Alura  Links:  Newsletter Zara Tips Harness Engineering, por Juliano Martins Stacked Diffs — The Pragmatic Engineer GitHub Stacked PRs Palestra do Linus Torvalds sobre git Stripe Minions — parte 1 Stripe Minions — parte 2 Claude Code OpenAI Codex OpenCode OpenRouter Kimi DeepSeek-V4-Flash Codex CLI Como funciona o loop do Codex DHH fala sobre agentes de código Addy Osmani fala sobre o Gemma 4 12B rodando localmente no Mac Compound Engineering Toda revolução tecnológica começa com quem antecipa o futuro e transforma ideias em soluções de alto impacto. Conheça os cursos da Alura + FIAP Skills & Go: Agentic Engineering, Building AI Products, e AI Data Strategy. Saiba mais sobre o Skills & Go. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Rádio Cordel: Na Frequência do Agreste
A Apendicite do Presidente (2 temporada) - Episódio 2: Entre a Glória e o Silêncio (1926)

Rádio Cordel: Na Frequência do Agreste

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 17:15


A Apendicite do Presidente Washington Luís: uma radionovela sobre os bastidores da políticaEntre a Glória e o Silêncio (1926)Três anos depois, Washington Luís assume a presidência da República e alcança o ápice da vida pública. Enquanto ele é celebrado, Elvira enfrenta a outra face da ascensão: permanece invisível, excluída dos círculos sociais e vista como ameaça à moralidade por ser desquitada e amante. Ao tentar circular em um evento ligado à posse, Elvira é alvo de cochichos e olhares de reprovação.

Mark Mehigan’s Weekly Roast
Sauce on the Side: The Ozemprick Finale

Mark Mehigan’s Weekly Roast

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 34:10


Our caller from earlier in the week has confronted her SIL. Her husband has been in touch with us - with the approval of us wife! - and this is what he had to say. Thanks again to Dr Tara Logan Buckley for joining us to discuss the complexities around weight related stigma and shame in Ireland. I am firmly team wife and in my honest opinion the SIL has gotten off lightly. Please tell me if you think I'm wrong though.

Amplitudes
Amplitudes : Détlef Kieffer

Amplitudes

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026


Comme promis, voici le second entretien teasé pour cette saison, qui fait suite à Aho Ssan en mai. Il existe ce genre de personne qui, lorsque vous parlez avec elles, vous enrichissent. Sans arrogance, ni jugement ; vous en sortez tout simplement grandis. C'est ce que j'ai ressenti durant l'enregistrement de cette interview avec Détlef Kieffer, fin mars 2026. Né en 1944 en Silésie, la naissance de sa passion pour la musique remonte à la découverte de la pièce Le Marteau sans maître de Pierre Boulez. Vous devinez donc pourquoi cet artiste à immédiatement suscité un intérêt pour Amplitudes, cherchant ses premières influences dans les sons contemporains et expérimentaux qui ont mené à notre propre création bien plus tard. De cette racine unique est né un rhizome tentaculaire de projets, allant de l'intégration au pupitre des percussions de l'Orchestre Philharmonique de Strasbourg aux premières heures des Percussions de Strasbourg, de la direction d'ensembles musicaux à la mise en place de la première classe occidentale de cymbalum au Conservatoire National régional de Strasbourg, sans omettre tout l'aspect créatif de sa carrière, tant au niveau de la composition que de l'écriture de poèmes. Pour cette émission, Amplitudes tente de revenir en deux heures sur une carrière immense répartie entre composition, direction, écriture, interprétation et pédagogie ; une vie où les arts semblent cohabiter dans un univers aussi varié et différent qu'il est transversal et intercommunicant. Et au-delà de la musique en elle-même, c'est évidemment l'occasion d'aborder en profondeur des thèmes chers à Détlef Kieffer tels que son rapport au temps, à la mémoire, à la spiritualité et la remise en question permanente de son statut d'épigone (ou non). Merci évidemment à Détlef de nous avoir accordé son temps, mais aussi à Norbert Jensen pour la prise de contact et son intervention durant l'émission, ainsi qu'à Max Grundrich pour toute la préparation nécessaire à cet entretien. Si vous êtes curieux de poursuivre la découverte de ce musicien au parcours extraordinaire que trop peu de gens connaissent, n'hésitez pas à consulter son site ; sa musique mérite de sortir de son écrin de confidentialité. Bonne écoute. Tracklist : Scherchen Conducts Bach - Simple Fugue on the Original Subject, Rectus (a 4) - Winds (Art of the Fugue, 1966) Arnold Schoenberg - Mondestrunken / Colombine / Der Dandy (Pierrot Lunaire, dirigé par Détlef Kieffer et joué par le Studio 111, 1975) Alain Bancquart - Hymne [Extrait] (Symphonie n° 5, 1992) Détlef Kieffer - La Reine de Saba (UrRequiem, 2000) Richard Wagner - "Götterdämmerung" Trauermarsch und Finale (Akt III, Szene 2 und 3) (Götterdämmerung, dirigé par George Szell et joué par le Cleveland Orchestra, 1992) Détlef Kieffer - Miroirs orfévrés, Reflets damasquinés (La Conscience de l'écho, 2018) Détlef Kieffer - Acte III : Les sept derniers Fléaux (Le Dévoilement - L'Apocalypse de Patmos, 2023) Photo : Détlef Kieffer, Sandra Munch

That Girl
reddit stories where the wedding drama is truly unhinged

That Girl

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 47:58


DescriptionToday, we're diving into Reddit stories with insane wedding drama!Please sign the petition for Evie's Law here: https://c.org/9qRrkkzvL4Podcast Links:Instagram:  https://www.instagram.com/thatgirlthepod/ Spotify: https://open.spotify.com/show/1DAlTJgYiop4tdUZ6Tm2ixApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/that-girl-an-audience-and-reddit-stories-podcast/id1631617176TikTok:   https://www.tiktok.com/@thatgirlthepodEmail: thatgirlthepod@gmail.comMy Links:Instagram:   https://www.instagram.com/gracetorie/Pinterest: https://pin.it/4mQ1DQkSubstack: https://substack.com/@gracetorieTimes:00:00 intro03:22 AITAH for asking my Step brother to take eggs of my menu at his wedding?12:16 AITA for saying no when my SIL asked for my husband's nieces and nephews to put on a performance at our wedding?24:39 WIBTAH if I dropped out as a bridesmaid a week before the wedding because of what happened at the bachelorette?Story Links:Story One: https://www.reddit.com/r/AITH/comments/1u5v6dl/aitah_for_asking_my_step_brother_to_take_eggs_of/?share_id=VJMJQu7IX2T9uT2uGEaGh&utm_content=1&utm_medium=ios_app&utm_name=ioscss&utm_source=share&utm_term=1 Story Two: https://www.reddit.com/r/BestofRedditorUpdates/comments/1uhmzqj/aita_for_saying_no_when_my_sil_asked_for_my/ Story Three: https://www.reddit.com/r/BestofRedditorUpdates/comments/1ujr7kb/wibtah_if_i_dropped_out_as_a_bridesmaid_a_week/ Tags:reddit, reddit stories, aita, aita reddit stories, aita smosh, storytime, reddit stories to fall asleep to, reddit stories smosh, reddit smosh, reddit am i the devil, charlotte dobre, smosh pit, two hot takes, bridezilla stories, best reddit stories, best of reddit stories, kallmekris 2nd channel, petty revenge, reddit top posts

E eu com isso?
#381 LGBTs no Holocausto

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 46:51


Com a ascensão do nazismo na Europa, pessoas LGBTQIA+ passaram a ser perseguidas de forma sistemática. Apesar disso, essa é uma dimensão menos conhecida da história no contexto do Holocausto. Por quê? Visando o resgate dessa narrativas silenciadas, o Museu do Holocausto de Curitiba realizou, no último dia 23, a visita temática “Além do Silêncio: existências LGBTQIA+ durante o Holocausto”. Para aprofundar o tema e nos contar como foi o processo de pesquisa para essa visita, convidamos o Michel Ehrlich, que é historiador, educador e coordenador de História do Museu do Holocausto de Curitiba.

Hipsters Ponto Tech
IBM: Soberania, governança e agentes de desenvolvimento – Hipsters Ponto Tech #522

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 38:49


Hoje o papo é sobre soberania digital, governança de dados e agentes de desenvolvimento com IA! Neste episódio, conversamos sobre os riscos de empresas e governos dependerem de fornecedores externos para armazenar dados, executar modelos de IA e manter aplicações críticas. A seguir, falamos sobre soberania por arquitetura, proteção de código-fonte e o IBM Bob, o agente de desenvolvimento da empresa. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que fala vuco-vuco Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Ricardo Boaretto, Principal for Data, AI & Security na IBM Brasil  Links:  Claude Fable 5 e Mythos 5: Os melhores modelos que quase ninguém pôde usar – Hipsters Ponto Tech #521 IBM Bob Teste o IBM Bob gratuitamente com 40 Bobcoins por 30 dias Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Palavra é Vidas!
Devocional Diário EPP #197 - Deus Trabalha em Silêncio, Mas a Sua Vitória Será Pública! #devocional

Palavra é Vidas!

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 1:26


Devocional Diário EPP #197 - Deus Trabalha em Silêncio, Mas a Sua Vitória Será Pública! #devocional *NOVO APP Devocional365 disponível na Google Play p/ Android! Todos os dias uma mensagem de fé para sua edificação: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://play.google.com/store/apps/details?id=com.palavraevidas.devocional365

Nerd S.A. Podcasts
O Efeito Bandwagon no Vale do Silício: Como o instinto de manada e um circo do século XIX governam suas escolhas. | Ailice no País das Tecnologias - Podcast (Produção: Nerd S.A.)

Nerd S.A. Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 6:09


O Vale do Silício se orgulha de criar o futuro baseado em dados, disrupção e racionalidade. Mas a verdade por trás das tecnologias que você usa é muito mais arcaica. Esta é a anatomia do Efeito Bandwagon: como uma estratégia de marketing político criada em um circo de 1848 moldou o comportamento digital moderno, ativou nosso instinto de manada mais primitivo e transformou o "todo mundo usa" no modelo de negócios mais lucrativo e perigoso do planeta.

SBS Kurdish - SBS Kurdî
Lêkolîn li ser îdiaya destdirêjiyeke li zanîngeha Silêmanî tê kirin

SBS Kurdish - SBS Kurdî

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 8:43


Ji ber belavbûna çend tomaran dengî ku tê de îdîaya destdirêjiya li ser xwendekarên keç ên Zanîngeha Silêmaniyê li dijî mamosteyekî kolêja ayînî tê kirin, komîsyoneke lêkolînê hatiye damezrandin. Li aliyekî din nakokiyên di navber Partî û Yekîtiyê de ji bo avakirina kabîneya dehem ya parlemana Herêma Kurdistanê berdewamin. Zêdetir di hevpeyvîna bi peyamnêr Ehmed Xefûr ji Hewlêrê heye.

Hipsters Ponto Tech
Claude Fable 5 e Mythos 5: Os melhores modelos que quase ninguém pôde usar – Hipsters Ponto Tech #521

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 54:52


Hoje o papo é sobre Fable, Mythos e a disputa pelo controle dos modelos de IA! Neste episódio, conversamos sobre o salto de capacidade do Claude Fable 5, e do seu impacto no trabalho de devs. A seguir, abordamos os bastidores do bloqueio imposto pelo governo dos Estados Unidos, o que toca em temas de segurança, regulação, soberania tecnológica e o risco de empresas e países dependerem de modelos que podem sair do ar de uma hora para outra. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que fez um mashup Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Sérgio Lopes, cofundador da Alura e CEO do Alun Future Studio Fabrício Carraro, co-host do IA Sob Controle, Program Manager da Alura, autor de IA e host do podcast Carreira Sem Fronteiras Marcus Mendes, co-host do IA Sob Controle  Links:  Anthropic anuncia o Claude Mythos 5 e Fable 5 System Card do Fable 5 e Mythos 5 (PDF) Anthropic suspende acesso ao Claude Mythos 5 e Fable 5 Victor Taelin comenta desempenho do Fable 5 The Verge apura lance-a-lance da suspensão do Claude Mytos 5 e Fable 5 Yann LeCun critica forma como Dario Amodei abordou o Mythos Ordem Executiva de Trump para o mercado de IA Texto de Fabrício Carraro sobre soberania tecnológica na era da IA Meta Muse Spark Toda revolução tecnológica começa com quem antecipa o futuro e transforma ideias em soluções de alto impacto. Conheça os cursos da Alura + FIAP Skills & Go: Agentic Engineering, Building AI Products, e AI Data Strategy. Saiba mais sobre o Skills & Go. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

ThreadTalk: The Reddit Review Show
EP169: Adults Only Reddit Stories!

ThreadTalk: The Reddit Review Show

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 78:41


NSFW IS BACK! Bonus episodes on Patreon! 4 per month every Friday! https://www.patreon.com/threadtalkpodcast RV Travel Vlogs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLGnkhJNb0dylJlLkdFpZ5J-cDQvE0C7T-

Brasil Paralelo | Podcast
A CIÊNCIA DESCOBRIU A EXISTÊNCIA DE DEUS?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 14:30


Durante décadas, fomos ensinados a acreditar que Ciência e Espiritualidade caminhavam em direções opostas. A ciência seria responsável por explicar o mundo tangível e material, enquanto a espiritualidade ficaria relegada aos campos do inexplicável. Contudo, essa barreira está desmoronando sob o peso de novas descobertas. Hoje, neurocientistas, físicos e os maiores gênios do Vale do Silício estão reavaliando o que realmente sabemos sobre a realidade. Neste vídeo inédito, mergulhamos nas descobertas da física moderna, como o Bóson de Higgs — a famosa "Partícula de Deus" — e o entrelaçamento quântico, que evidenciam que o universo não é um vasto vazio, mas um campo invisível e altamente conectado. Além da física, exploramos a ascensão da Neuroteologia, que comprova como práticas espirituais, a fé e a oração geram mudanças biológicas reais e profundas em nosso cérebro, moldando nossa saúde, foco e longevidade.

Hipsters Ponto Tech
Team Topologies na era de agentes de IA, com Manuel Pais – Hipsters Ponto Tech #520

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 50:46


Hoje o papo é sobre topologia de times e o impacto da IA nas organizações! Neste episódio, conversamos com Manuel Pais, coautor do livro Team Topologies, sobre como os times continuam sendo uma peça central para a entrega de valor, mesmo em um cenário de agentes de IA, automação, organizações mais enxutas e novas formas de trabalho. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que arredonda para cima Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Manuel Pais, coautor do livro Team Topologies Mauricio Aniche, CTO da Alura  Links:  Livro Team Topologies Banco do Brasil Digital Week  Lei de Conway Paulo Silveira Comenta: Da Hierarquia à Inteligência, de Jack Dorsey – Hipsters Ponto Tech #514 Livro Sooner Safer Happier Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

That Girl
Reddit Stories that prove weddings should be shamed more (with updates!)

That Girl

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:04


Today, we're diving into Reddit stories where unhinged wedding drama takes over!Podcast Links:Instagram: https://www.instagram.com/thatgirlthepod/ Spotify: https://open.spotify.com/show/1DAlTJgYiop4tdUZ6Tm2ixApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/that-girl-an-audience-and-reddit-stories-podcast/id1631617176TikTok: https://www.tiktok.com/@thatgirlthepodEmail: thatgirlthepod@gmail.comMy Links:Instagram: https://www.instagram.com/gracetorie/Pinterest: https://pin.it/4mQ1DQkSubstack: https://substack.com/@gracetorieStory Links:Am I (35m) in the wrong because I said no to giving away my now ex partner (36f) at a future wedding with her new fiancé (30f):https://www.reddit.com/r/BORUpdates/comments/1twnxa0/am_i_35m_in_the_wrong_because_i_said_no_to_giving/AITA for ordering pizza at my friend's wedding because there was no food:https://www.reddit.com/r/BORUpdates/comments/1u07a4z/aita_for_ordering_pizza_at_my_friends_wedding/AITA for resciding our gift for SIL's wedding?:https://www.reddit.com/r/BORUpdates/comments/1twmo02/aita_for_resciding_our_gift_for_sils_wedding/Times:00:00 intro 01:20 AITA because I said no to giving away my ex at a future wedding with her new fiancé? 12:52 AITA for ordering pizza at my friends wedding because there was no food?32:37 AITA for rescinding our gift for SIL's wedding?Tags:reddit, reddit stories, aita, aita reddit stories, aita smosh, storytime, reddit stories to fall asleep to, reddit stories smosh, reddit smosh, reddit am i the devil, charlotte dobre, smosh pit, two hot takes, bridezilla stories, best reddit stories, best of reddit stories, kallmekris 2nd channel, petty revenge, reddit top posts

Hipsters Ponto Tech
O RH e os agentes de IA – Hipsters Ponto Tech #519

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 47:13


Hoje o papo é sobre IA no RH e na gestão de pessoas! Neste episódio, conversamos sobre como a inteligência artificial e os agentes de IA estão chegando às áreas de pessoas, e os impactos disso na gestão, nos processos seletivos, na cultura corporativa, no desenvolvimento de lideranças e até no desenho das organizações. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que quer saber se é top-down, ou bottom-up Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Valéria Marretto, diretora de pessoas do Itaú Daniel Linhares, diretor de gente na Localiza Raphael Bozza, VP de pessoas no iFood Tavane Gurdos, CEO da Alura Business  Links:  CEO da CloudFlare fala sobre builders, sellers, e mensuradores Case de transformação do Itaú para Agile e Squads Texto original de Jeff Bezos sobre decisões one-way-door e two-way-doors (PDF) Jack Dorsey: From Hierarchy to Intelligence Paulo Silveira Comenta: Da Hierarquia à Inteligência, de Jack Dorsey – Hipsters Ponto Tech #514 CEO da Bolt comenta demissão em massa, incluindo o time de RH Grit, TED Talk de Angela Lee Duckworth Livro Grit: The Power of Passion and Perseverance, de Angela Lee Duckworth O Paradoxo de Stockdale Conheça o Alun Business Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

The KE Report
Craig Hemke – Technical and Fundamental Outlook For Gold, Silver, and PM Equities After The Market Bloodbath Last Friday

The KE Report

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 17:20


Craig Hemke, founder and editor of the TF Metals Report, joins me to reflect on the technical outlook and fundamental factors fueling the longer-term precious metals bull market, after the market bloodbath and strong corrective move to end last week in gold, silver, and the precious metals equities. He breaks down what aspects have be pressuring the precious metals complex over the last few months, culminating the extreme selling we saw at the end of last week; and what this all means for shorter-duration traders versus longer-term buy-and-hold macro-investors as we look ahead.   Key Discussion Points:   The Aftermath Of Fridays Chart Damage: Gold, (GDX), (GDXJ), (SIL), and (SILJ) all saw pricing on their charts pierce down through the 200-day moving average support to end last week on June 5th. Silver went down and tagged the 200-day, but then dropped below it today in Monday's trading session on June 8th; before closing back above it again. (GDX) Testing The 200-day SMA In Mid-May Was The Early Warning Signal:  Craig mentioned that Gold and the other precious metals ETFs losing their 200-day moving average support levels over the last few trading sessions shouldn't have been a surprise; because the GDX already dipped below this level a couple of weeks back.  He told his subscribers that this was likely coming for gold and silver next, and that is what we've seen play out. Jobs, Inflation, and Manufacturing Data Could Be Setting Up Rate Hikes: While the markets spent the last year convinced we'd see a series of further rate cuts from the Fed and other central banks, the economic data has turned that narrative on its head and now the Fed funds futures markets are not anticipating any cuts, but rather rate hikes by year end. Central Bank Buying Remains The Prime Mover For Gold: After consistent buying from central banks for the last few years, shifted to a few central banks like Turkey and the UAE central banks to start selling gold to address liquidity challenges and stabilize their currencies, the pricing trends followed.  Craig remains encouraged that China has been picking up the slack buying record amounts of gold over the last few months. Additionally, Turkey may be starting to shift back to buying gold again, and other nations with low or no gold reserves may get onto the bid to purchase more gold. The Great Rotation Out Of Bonds And Into Gold Cuts Both Ways: We discussed that as more individuals and nations sell US treasuries to rotate into gold as a reserve asset, that it helps underpin buying in gold but simultaneously raises interest rates which pressures gold. Craig helps parse out those to forces at work in the markets, and how Fed policy may respond to keep the system afloat.  Gold and Silver Producers Sold Off Hard, Ignoring Strong Fundamentals: Even though its been only a few weeks since most precious metals producers reported record Q1 earnings, and Q2 appears to still be one of their strongest quarters in historic terms, the miners were sold without mercy into the end of last week, and that is after having already corrected hard over the last few months. Navigating Algo Trading and Machine-driven Market Volatility: Craig doesn't believe the extreme selling in gold, silver, or the PM equities, last week or even over the last few months has been resource investors parsing out the fundamentals and throwing in the towel.  Instead he believes that high-frequency trading algos keep triggering the selling patterns based off interest rates and currencies moves, war headlines, and expectations that central banks will tighten monetary policies.   Once the algos start selling, then that selling triggers other machine trading selling, and the waterfall declines show up on the charts. Gold Is A Long-Term Store Of Value Preserving Purchasing Power:   Craig wraps us up sharing why he believes the longer-term fundamentals for gold have not changed and are just as strong today as they were at the end of last year or the early spike this year.  He makes the point that gold is the true measuring stick of how much purchasing power that national fiat currencies are losing over time, and that is unlikely to change over the fullness of time. He still anticipates that gold and silver prices will keep rising over time, as fiat units deteriorate, and thus this will translate into higher valuations in the PM equities for patient investors.   Cl   For more market commentary & interview summaries, subscribe to our Substacks:   The KE Report: https://kereport.substack.com/ Shad's resource market commentary: https://excelsiorprosperity.substack.com/     Investment disclaimer: This content is for informational and educational purposes only and does not constitute investment advice, an offer, or a solicitation to buy or sell any security. Investing in equities and commodities involves risk, including the possible loss of principal. Do your own research and consult a licensed financial advisor before making any investment decisions. Guests and hosts may own shares in companies mentioned.  

The Mail-In Podcast
Who Is Your Hall Pass?

The Mail-In Podcast

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 67:28


Back on The Mail-In this week with Brett Merriman and Sally deFries. Here's what we've got: 1. Instagram story etiquette 2. What are we watching this summer - Love Island UK or USA? 3. We're talking hall passes 4. Can I be annoyed that my MIL put my SIL on her Costco membership? 5. My wife is bummed we're having a boy when she wanted to have a girl... Our Partner: Warby Parker: Buy one prescription pair of glasses and get 20% OFF any additional prescription pair at WarbyParker.com/MAIL WRITE IN TO THE MAIL-IN FOLLOW US ON INSTAGRAM Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Hipsters Ponto Tech
Paulo Silveira comenta: Encíclica Magnifica Humanitas, de Papa Leão XIV – Hipsters Ponto Tech #518

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 32:19


Hoje o papo é sobre inteligência artificial, tecnologia e humanidade. Neste episódio, Paulo Silveira lê e comenta trechos da encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV, publicada com reflexões sobre IA, poder digital e os desafios éticos da tecnologia.  Links:  Carta encíclica ‘Magnifica Humanitas' na íntegra, em português Carta encíclica ‘Rerum Novarum' do Papa Leão XIII, em português Discurso do Papa Leão XIV na apresentação da encíclica ‘Magnifica Humanitas' Comentários de Chris Olah, cofundador da Anthropic, sobre a encíclica Vídeo de Leandro Karnal conversando com o Claude Hartmut Rosa: Aceleração: A transformação das estruturas temporais na modernidade Post do Paulo: Byung-Chul Han, Hiperestímulos e Autoprogramação Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Am I The A**hole? Podcast (AITApod)
How to NEVER Get a Divorce (ft. Divorce Mediator, Coach, 2x Divorcee) - 824

Am I The A**hole? Podcast (AITApod)

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 183:18


THE SPONSOR: betterhelp.com/aitapod 10% off online therapy (probably also helps prevent divorce!!) Holy macaroni, this is one for the books, folks. I'm joined by a veritable cast and crew. Joe Dillon, divorce mediator, returns with his wife, Cheryl Dillon, divorce coach, certified charmer and better half. The two form Equitable Mediation. Chronically single myself, I had to bring along my good friend, Brogan Kearney, 2x divorcee, and self-identified "rat girl." It's the longest AITA episode EVER. Need I say it? TIMESTAMPS BELOW. Much love and enjoy(0:00) - Banter and Brogan's IRL Divorces(19:52) - Joe ended an engagement(26:58) - Cheryl on choosing someone right, her exes(59:08) - Interview Questions(01:18:49) - Role plays. Danny and Brogan get divorced (with mediation)AITAs BEGIN(01:25:10) - WIBTA for threatening divorce if my wife becomes a surrogate?(01:41:34) - AITA for saying it's my sister's fault her hubby is divorcing her?(01:57:10) - AITA for my reaction to my SIL's divorce settlement?(02:14:50) - AITA for not inviting my friend's wife to my bday dinner?(02:36:57) - AITA for refusing to split alcohol costs at the bachelorette?(02:51:12) - AITA for wearing an eclectic outfit to my friend's dinner party?BEST way to Submit a sitch or comment: https://www.reddit.com/r/AITApod/Email - amitheahole@gmail.com Join Patreon! https://patreon.com/aitapodWhat's on Patreon?- 250+ Bonus eps- NO ADS and accurate timestamps- Complain and comment DIRECTLY to Danny :D TikTok - https://www.tiktok.com/@aitapodInstagram - https://www.instagram.com/aita_pod/

Hipsters Ponto Tech
Estudo de caso: Engenharia Agêntica e Vibe Coding na Alura – Hipsters Ponto Tech #517

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later May 26, 2026 58:01


Hoje o papo é sobre adoção de IA dentro de casa! Neste episódio, conversamos sobre como a Alura vem incorporando agentes de código, ferramentas como Codex e workflows agênticos no dia a dia da engenharia, e os impactos disso em produtividade, na revisão de código, na cultura de desenvolvimento e até na criação de produtos. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que quer saber se é top-down, ou bottom-up Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Mauricio Aniche, CTO da Alura Crisley Marques, Engenheira de Software IA/LLM na Alura Carlos Müller, Staff Engineer na Alura Caio Burgorin, Engineering Manager na Alura Links: Alura: Luri OpenAI Codex Claude Code GitHub Copilot Datadog MCP Discourse Oracle Cloud Infrastructure (OCI) Stack Overflow IntelliJ IDEA No dia 26 de maio de 2026, a Alura vai te mostrar o que esperar do futuro e anunciar um novo movimento. Inscreva-se para uma live imperdível, com a presença de grandes especialistas do mercado. Confirme a sua presença. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Storytime
r/amithejerk? I STOLE MY ROOMMATES ROOM!!! - Reddit Stories

Storytime

Play Episode Listen Later May 25, 2026 30:39


Reddit rSlash Storytime r amithejerk? where AITAH for not telling my housemate I'm moving out and taking everything with me? AITAH for being upset that my family didn't get invited to SIL's baby shower? + UPDATE AITAH for swapping rooms with my roommate while he was away? Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Growthaholics
#312 - Empreender no Brasil com manual americano realmente funciona? | Com Gustavo Brigatto — Fundador e Editor-Chefe do Startups

Growthaholics

Play Episode Listen Later May 21, 2026 58:28


DIAGNÓSTICO GRATUITO: Descubra qual a defensibilidade do seu SaaS nesse cenário tão incerto, baseado nos 6 eixos que avaliamos SaaS aqui na ACE Ventures:https://encurtador.com.br/ONtZPor que, mesmo com tantas metodologias, livros e frameworks, as startups continuam falhando pelas mesmas razões? Neste episódio, a gente questiona a avalanche de “fórmulas prontas” do universo empreendedor e investiga se esses métodos realmente fazem sentido — especialmente no contexto brasileiro e latino-americano.Pedro Waengertner conversa com Gustavo Brigatto, jornalista experiente e fundador do Startups.com.br, sobre os limites das metodologias tradicionais como Lean Startup, Steve Blank e Blitzscaling. Eles exploram o quanto esses conceitos são replicados sem adaptação à nossa realidade de mercado, cheia de instabilidades, custos altos de capital e desafios regulatórios, destacando também a importância da ambição e da criatividade para empreender de verdade — além de seguir um manual.No papo, você vai encontrar insights como:Por que ninguém nasce sabendo que “tem que ouvir o cliente”A diferença entre lançar um produto no Vale do Silício e no BrasilO papel da “sorte” e do talento que não cabe em planilhaComo o custo inflacionário e a instabilidade impactam as startups por aquiO perigo de dogmatizar metodologias sem olhar o contexto real de cada negócioSe você já se perguntou “será que esse método funciona pra mim?” ou sente que empreender virou um copiar-e-colar sem alma, esse episódio vai ajudar você a pensar fora do script. Dá o play e vem com a gente!Para conferir mais conteúdos,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠acesse nosso site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠!Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠@aceventuresbr⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠ACE Ventures⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠contato@goace.vc⁠⁠⁠

Hipsters Ponto Tech
O profissional de tecnologia e o Itaú na era da IA agêntica – Hipsters Ponto Tech #516

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later May 19, 2026 55:52


Hoje o papo é sobre o profissional de tecnologia na era da IA! Neste episódio, gravado ao vivo em 5 de maio de 2026, no Meetup Itaú Tech, conversamos sobre como a IA está mudando a forma como software é criado, quem passa a participar desse processo, e por que gerar linhas de código é só uma parte da história. O papo também incluiu agentes, novas abstrações, segurança, GitHub, Copilot, carreira, fundamentos, criatividade, e as habilidades que continuam sendo essenciais para quem quer trabalhar com tecnologia nesse novo momento. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que também é host ao vivo Vinícius Caridá, especialista executivo em AI/Dados no Itaú Fernanda Kipper, CTO e founder na Pora Pedro Lacerda, Strategic Solutions Engineer no GitHub Links: Post do GitHub sobre 100 milhões de desenvolvedores Post do GitHub Octoverse sobre uma nova pessoa dev por segundo Paulo Silveira Comenta: Generalistas Especialistas, de Martin Fowler – Hipsters Ponto Tech #510 LeetCode Kaggle ProgramBench, o benchmark em que todos os modelos tiraram 0 Texto de Simon Willison sobre “The Lethal Trifecta” Anthropic: Equipping agents for the real world with Agent Skills Case do Itaú com Devin Y Combinator pede sessão de coding agent na aplicação de emprego No dia 26 de maio de 2026, a Alura vai te mostrar o que esperar do futuro e anunciar um novo movimento. Inscreva-se para uma live imperdível, com a presença de grandes especialistas do mercado. Confirme a sua presença. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Accents d'Europe
Relance de la natalité : en Europe, beaucoup de mesures, peu d'effets

Accents d'Europe

Play Episode Listen Later May 19, 2026 19:29


Hongrie, Allemagne, France, Turquie : chaque pays a sa stratégie pour inciter à la procréation mais le désir d'enfants ne suit pas. Reportage en Lituanie et analyse de Thibault Prébay.  Également dans cette émission, l'espoir des Kurdes pour la reconnaissance de leur langue en Turquie, et les difficultés de la Silésie à faire accepter la sienne en Pologne. Démographie La baisse de la fertilité est une réalité mondiale mais elle préoccupe particulièrement dans une Europe à la population déjà âgée. Sans le nord du continent, en Lituanie le nombre d'enfants par femme est aujourd'hui tout juste de 1,1. Une statistique loin d'assurer le renouvellement des générations. Alors pour convaincre les jeunes de faire des enfants, comme dans quasiment tous les pays européens, le gouvernement cherche à relancer le désir d'enfants... Il multiplie les mesures et les projets, avec parfois une pointe d'originalité. Reportage à Vilnius, Marielle Vitureau. Entretien avec l'économiste Thibault Prébay, auteur de Démographie, la bombe tranquille (éditions du Rocher).   Minorités En Turquie, l'espoir des Kurdes. L'État turc est engagé dans un processus de paix avec le parti des travailleurs du Kurdistan, en guerre contre Ankara depuis près d'un demi-siècle. Objectif affiché : le désarmement et la dissolution du groupe. Et dans l'ensemble de la population kurde, l'espoir d'une paix retrouvée a ravivé celui d'avoir droit à une éducation en langue maternelle. Mais pour le pouvoir, cette demande reste un tabou. Reportage à Ankara, Anne Andlauer.   En Pologne, le Silésien reste dans l'ombre. C'est une langue parlée par presque un million de personnes, mais l'État polonais refuse de la reconnaitre comme une langue régionale. En février 2026, le président Karol Nawrocki a de nouveau dit non et dénié aux habitants de Silésie la reconnaissance d'une partie de leur culture, et relégué cette langue au rang de dialecte. La semaine dernière, la Prix de Nobel de littérature polonaise Olga Tokarczuk a qualifié la décision présidentielle de « scandaleuse ». À Varsovie, les explications d'Adrien Sarlat.

Accents d'Europe
Relance de la natalité : en Europe, beaucoup de mesures, peu d'effets

Accents d'Europe

Play Episode Listen Later May 19, 2026 19:29


Hongrie, Allemagne, France, Turquie : chaque pays a sa stratégie pour inciter à la procréation mais le désir d'enfants ne suit pas. Reportage en Lituanie et analyse de Thibault Prébay.  Également dans cette émission, l'espoir des Kurdes pour la reconnaissance de leur langue en Turquie, et les difficultés de la Silésie à faire accepter la sienne en Pologne. Démographie La baisse de la fertilité est une réalité mondiale mais elle préoccupe particulièrement dans une Europe à la population déjà âgée. Sans le nord du continent, en Lituanie le nombre d'enfants par femme est aujourd'hui tout juste de 1,1. Une statistique loin d'assurer le renouvellement des générations. Alors pour convaincre les jeunes de faire des enfants, comme dans quasiment tous les pays européens, le gouvernement cherche à relancer le désir d'enfants... Il multiplie les mesures et les projets, avec parfois une pointe d'originalité. Reportage à Vilnius, Marielle Vitureau. Entretien avec l'économiste Thibault Prébay, auteur de Démographie, la bombe tranquille (éditions du Rocher).   Minorités En Turquie, l'espoir des Kurdes. L'État turc est engagé dans un processus de paix avec le parti des travailleurs du Kurdistan, en guerre contre Ankara depuis près d'un demi-siècle. Objectif affiché : le désarmement et la dissolution du groupe. Et dans l'ensemble de la population kurde, l'espoir d'une paix retrouvée a ravivé celui d'avoir droit à une éducation en langue maternelle. Mais pour le pouvoir, cette demande reste un tabou. Reportage à Ankara, Anne Andlauer.   En Pologne, le Silésien reste dans l'ombre. C'est une langue parlée par presque un million de personnes, mais l'État polonais refuse de la reconnaitre comme une langue régionale. En février 2026, le président Karol Nawrocki a de nouveau dit non et dénié aux habitants de Silésie la reconnaissance d'une partie de leur culture, et relégué cette langue au rang de dialecte. La semaine dernière, la Prix de Nobel de littérature polonaise Olga Tokarczuk a qualifié la décision présidentielle de « scandaleuse ». À Varsovie, les explications d'Adrien Sarlat.

Reddit On Wiki
#460: I Won't ALLOW My Mother In Law In Our House... AITA?

Reddit On Wiki

Play Episode Listen Later May 15, 2026 68:29


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The Agile Embedded Podcast
Fuzzing and Dynamic Analysis for High-Integrity Software with Paul Butcher

The Agile Embedded Podcast

Play Episode Listen Later May 13, 2026 48:39


Fuzzing and Dynamic Analysis for High-Integrity Software with Paul Butcher We sit down with Paul Butcher, Unit Director of Dynamic Analysis at AdaCore, to explore verification techniques beyond basic compliance in safety-critical software. Paul shares his experience from Eurofighter to automated trains, explaining how dynamic analysis—from unit testing to coverage analysis to fuzzing—helps find bugs that traditional testing misses. The conversation dives deep into fuzzing: how it works, why it's so effective at finding corner-case bugs (even in well-tested systems), and the challenges of applying it to embedded systems with timing constraints. Paul introduces an intriguing approach that combines static analysis with targeted fuzzing to automatically triage false positives and generate reproducers. We also touch on formal verification, the role of LLMs in verification workflows, and why the simplest software is often the safest. Whether you're working in aerospace, medical devices, or any safety-critical domain, this episode offers practical insights into building more robust systems. Key Topics [02:30] Paul's background in high-integrity embedded systems: Eurofighter, rail, drones, and AdaCore's dynamic analysis tools [05:00] Dynamic vs. static analysis: executing code to observe real behavior across different environments [08:15] How fuzzing works: mutation engines, anomaly detection, and finding bugs through negative testing [14:20] Challenges of fuzzing timing and concurrency bugs in embedded systems [17:45] Real-world success: fuzzing the NH90 avionics via the MIL bus uncovered numerous bugs [22:30] Safety standards (DO-178C, SIL levels) and objective-based approaches vs. checkbox compliance [28:00] Determining 'enough' fuzzing: coverage, input space complexity, and building certification arguments [32:15] Combining static analysis with targeted fuzzing to automatically triage false positives and generate reproducers [38:45] Symbolic execution and theorem provers: breaking through complex branch conditions in fuzzing campaigns [42:00] Shift-left philosophy: building verifiable software from the start with testing and analysis tools [47:30] Formal verification in practice: London Underground's Victoria line uses SPARK-proven emergency braking [51:00] LLMs in verification: cautious adoption for report analysis, but determinism remains critical for core tools [54:30] High Integrity Software Conference (HISC) in Birmingham, October 2026 Notable Quotes "Software testing is typically about, is it functionally correct? Fuzzing is like a negative testing technique. It's the inverse of that. It fires random inputs into your system with the intent of finding anomalies." — Paul Butcher "Every time I speak to someone who's tried fuzzing, even if it's a system that's considered high integrity with a high level of assurance, they always find something. It's really good at eking out those weird corner case scenarios." — Paul Butcher "With testing you would like to prove the absence of bugs, but unfortunately you can't. So you have to settle for a very distant second place of proving the presence of bugs." — Luca Ingianni Resources Mentioned Paul's paper on fuzzing in safety-critical contexts - Detailed discussion of how to argue 'enough' fuzzing for certification High Integrity Software Conference (HISC) - Annual conference in Birmingham, UK (October 2026) covering high-integrity software across industries AdaCore Dynamic Analysis Tools - Coverage, fuzzing, and unit testing solutions for high-integrity software SPARK formal verification - Formal proof technology used in London Underground's Victoria line emergency braking AFL++ - Successor to the discontinued AFL (American Fuzzy Lop): Fuzzing technology mentioned as capable of quickly finding the Heartbleed bug You can find Jeff at https://jeffgable.com.You can find Luca at https://luca.engineer.Want to join the agile Embedded Slack? Click hereAre you looking for embedded-focused trainings? Head to https://agileembedded.academy/Ryan Torvik and Luca have started the Embedded AI podcast, check it out at https://embeddedaipodcast.com/

Hipsters Ponto Tech
O SaaS está morto? – Hipsters Ponto Tech #515

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later May 12, 2026 69:13


Hoje o papo é sobre o futuro do software! Neste episódio, mergulhamos em uma discussão para entender se o SaaS está mesmo morrendo, como a IA está mudando a criação e a venda de software, e por que agentes, modelos por resultado e novas formas de programar podem transformar o mercado sem acabar com os devs. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que voltou a programar Denis Balaguer, Líder de inovação na EY Guilherme Pereira, Diretor de Inovação, Programas & Experiências na Alura Para Empresas Rafael Salomão, CEO e fundador de Niuco Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Links: Paulo Silveira Comenta: Da Hierarquia à Inteligência, de Jack Dorsey – Hipsters Ponto Tech #514 Blog do Vinny Neves Site da Niuco Linkedin do Denis Balaguer Linkedin do Guilherme Pereira Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Infiltrados No Cast
EP. 07 — A periferia reprograma a tecnologia: WhatsApp, pirataria e contracultura digital

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later May 10, 2026 13:06


O cyberpunk imaginou megacorporações controlando tudo, mas também mostrou outra coisa: pessoas comuns hackeando a função original da tecnologia.Neste episódio, discutimos como a periferia brasileira transformou ferramentas corporativas em redes alternativas de comunicação, cultura e sobrevivência. Do impacto do WhatsApp contra o monopólio das teles até a circulação paralela de música, vídeos e inteligência artificial, exploramos como populações periféricas remodelam tecnologias fora dos planos do Vale do Silício.Porque enquanto as empresas pensam produtos, a precariedade obriga as pessoas a reinventarem funções.Entra no canal Periferia do Futuro pra continuar a conversa sem filtro:⁠⁠https://whatsapp.com/channel/0029VaaAULA8aKvNJZNFEv1A

Hipsters Ponto Tech
Paulo Silveira Comenta: Da Hierarquia à Inteligência, de Jack Dorsey – Hipsters Ponto Tech #514

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later May 5, 2026 36:22


Hoje o papo é sobre liderança e organizações na era da IA. Neste episódio, Paulo Silveira lê e comenta o artigo From Hierarchy to Intelligence, escrito por Jack Dorsey e publicado no blog da Block, sua empresa de pagamentos. Descubra como a IA pode mudar a forma como empresas coordenam informação, reduzem camadas de gestão e repensam hierarquia, sem deixar de lado a importância da liderança, da cultura e das relações humanas no trabalho. Links: Texto: From Hierarchy to Intelligence Post do Sérgio Lopes sobre o impacto da mudança do Slack para o Teams StartSe AI Festival 2026 Alura IA Conference Brasil 2026 Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Podcast oficial da Brazil at Silicon Valley
Fim dos devs? Conheça o novo perfil exigido por gigantes como Meta e Anthropic

Podcast oficial da Brazil at Silicon Valley

Play Episode Listen Later May 4, 2026 44:35 Transcription Available


RESUMIDO
O manifesto sombrio da Palantir – RESUMIDO Drops

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 3:40


A Palantir, empresa de vigilância e análise de dados para governos e forças armadas fundada por Peter Thiel, publicou um manifesto de 22 pontos no X sobre o futuro da civilização ocidental. Parlamentares britânicos chamaram o texto de "delírios de supervilão".O CEO Alex Karp aparece em entrevistas dizendo que a empresa precisa assustar seus inimigos e ocasionalmente matá-los. No manifesto, defende que o Vale do Silício tem obrigação moral de servir ao complexo militar americano, que serviço militar deveria ser obrigatório e que algumas culturas são "disfuncionais e regressivas". Um dos pontos pede que as pessoas sejam mais gentis com bilionários e cita Elon Musk pelo nome.A empresa já opera dentro de sistemas públicos de saúde, segurança e defesa no Reino Unido, nos EUA e em Israel. Não é uma provocação intelectual. É uma informação sobre quem está tomando decisões e no que essas pessoas acreditam. Apresentado por Bruno Natal.--Newsletter O Futuro Explicado: https://resumido.substack.com/subscribeAssinatura: https://resumido.cc/assinaturaLoja RESUMIDO: https://www.studiogeek.com.br/resumido/Ouça mais: https://resumido.cc

Hipsters Ponto Tech
OpenClaw e a categoria Claw – Hipsters Ponto Tech #513

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 64:37


Hoje o papo é sobre claws! Neste episódio, mergulhamos em como o surgimento do OpenClaw marcou o início de uma nova era na forma como agentes de IA podem ajudar no dia a dia, inspirar novos projetos, e reacender a chama da vontade de desenvolver. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que voltou a programar Luiz Couto, Organizador do Claude Code Meetup São Paulo Sérgio Lopes, cofundador da Alura e CEO do Alun Future Studio Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Links: OpenClaw n8n Claude Code OpenAI Codex Pi Mono OpenClaw apaga emails de executiva da Meta Nanoclaw Claude Desktop Hermes Claude Code: criando sua primeira aplicação Conheça o curso Engenharia de software na era da IA: como usar IA no fluxo real de desenvolvimento da Alura. Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Mark Narrations - The Wafflecast Reddit Stories
I Left My Mother In Laws Birthday When My Husbands Ex Was There! | r/AITAH

Mark Narrations - The Wafflecast Reddit Stories

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 22:07


In this AITA story, OP ends up leaving her Mother In Laws birthday party when her husbands ex is there and decides to openly flirt with husband and SIL is encouraging it.00:00 Intro00:19 Story 1 u/NoDrummer709204:11 Comments07:28 Update09:56 Second Update11:49 Comments16:26 Story 2 u/Background-Still337118:39 Comments19:49 Update21:28 Outro Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Scicast
Vale do Silício (SciCast #685)

Scicast

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 103:20


Na ensolarada Califórnia, uma junção de Universitários Brilhantes, Laboratórios Industriais e o Financiamento do Exército Americano deu origem a um ecossistema carregado de diversidade de pensamentos, comportamentos e invenções, eventualmente se espalhando por toda costa oeste e que alteraram o curso da Comunicação mundial. Entenda as contradições, as histórias de inovação, as traições e toda a tecnologia que transformou o Vale do Silício num berço de talentos sem paralelo em lugar nenhum do mundo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha Citação ABNT: Scicast #685: História do Vale do Silício. Locução: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha. [S.l.] Portal Deviante, 22/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-685 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: The Man Behind the Microchip: Robert Noyce and the Invention of Silicon Valley - Leslie Berlin (2005) Broken Genius: The Rise and Fall of William Shockley - Joel N. Shurkin (2006) Blank, Steve. "The Secret History of Silicon Valley." Steve Blank, steveblank.com/category/secret-history-of-silicon-valley. Doctorow, Cory. "The Traitorous Eight and the Battle of Germanium Valley." Pluralistic, 24 Oct. 2021, pluralistic.net/2021/10/24/the-traitorous-eight-and-the-battle-of-germanium-valley. "Fairchild Semiconductor founders." Computer History Museum, www.computerhistory.org/revolution/digital-logic/12/275. "Fred Terman: Father of Silicon Valley." Hewlett-Packard History, www.hewlettpackardhistory.com/item/the-father-of-silicon-valley. "Stanford and Silicon Valley." Best Practices in State and Regional Innovation Initiatives: Competing in the 21st Century, National Academies Press, www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK158815. "The “Traitorous Eight” and the Rise of Fairchild Semiconductor." All About Circuits, 28 Feb. 2022, www.allaboutcircuits.com/news/the-traitorous-eight-and-the-rise-of-fairchild-semiconductor. "The Origins of Silicon Valley: Why and How It Happened." Stanford Digital Repository, Stanford University, purl.stanford.edu/dw901gv8707. "The suburban office park that launched Silicon Valley." The Hustle, 25 Apr. 2025, thehustle.co/originals/the-suburban-office-park-that-launched-silicon-valley. "The Traitorous 8 and Birth of Silicon Valley." Investing Caffeine, 13 Mar. 2016, investingcaffeine.com/2016/03/13/the-traitorous-8-and-birth-of-silicon-valley. "The Traitorous Eight Traitorously Leave Shockley Semiconductor." PBS, www.pbs.org/transistor/album1/eight/index.html. “William Shockley — accidental inventor of Silicon Valley." Engelsberg Ideas, 11 Jun. 2022, engelsbergideas.com/portraits/william-shockley-accidental-inventor-of-silicon-valley. Sugestões de filmes: Silicon Valley - https://www.imdb.com/title/tt2547530/ Jobs (2013) dirigido por Joshua Michael Stern - https://www.imdb.com/title/tt2357129/ Piratas do Vale do Silicio - https://www.imdb.com/title/tt0168122/ Triunfo dos Nerds - https://www.imdb.com/title/tt0115398/ Sugestões de vídeos: Documentário que detalha a criação do Transistor: https://www.youtube.com/watch?v=Y0hEFafx7Eg Vídeo detalhando o quanto o Altair 8800 foi revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=cwEmnfy2BhI Sugestões de links: Código fonte em Assembly que deu origem a Microsoft: https://l1nq.com/Wkrso See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Vale do Silício (SciCast #685)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 103:20


Na ensolarada Califórnia, uma junção de Universitários Brilhantes, Laboratórios Industriais e o Financiamento do Exército Americano deu origem a um ecossistema carregado de diversidade de pensamentos, comportamentos e invenções, eventualmente se espalhando por toda costa oeste e que alteraram o curso da Comunicação mundial. Entenda as contradições, as histórias de inovação, as traições e toda a tecnologia que transformou o Vale do Silício num berço de talentos sem paralelo em lugar nenhum do mundo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha, Cezar Antônio Citação ABNT: Scicast #685: História do Vale do Silício. Locução: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha, Cezar Antônio. [S.l.] Portal Deviante, 22/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-685 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: The Man Behind the Microchip: Robert Noyce and the Invention of Silicon Valley – Leslie Berlin (2005)  Broken Genius: The Rise and Fall of William Shockley – Joel N. Shurkin (2006) Blank, Steve. “The Secret History of Silicon Valley.” Steve Blank, steveblank.com/category/secret-history-of-silicon-valley.  Doctorow, Cory. “The Traitorous Eight and the Battle of Germanium Valley.” Pluralistic, 24 Oct. 2021, pluralistic.net/2021/10/24/the-traitorous-eight-and-the-battle-of-germanium-valley.  “Fairchild Semiconductor founders.” Computer History Museum, www.computerhistory.org/revolution/digital-logic/12/275.  “Fred Terman: Father of Silicon Valley.” Hewlett-Packard History, www.hewlettpackardhistory.com/item/the-father-of-silicon-valley.  “Stanford and Silicon Valley.” Best Practices in State and Regional Innovation Initiatives: Competing in the 21st Century, National Academies Press, www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK158815.  “The “Traitorous Eight” and the Rise of Fairchild Semiconductor.” All About Circuits, 28 Feb. 2022, www.allaboutcircuits.com/news/the-traitorous-eight-and-the-rise-of-fairchild-semiconductor. “The Origins of Silicon Valley: Why and How It Happened.” Stanford Digital Repository, Stanford University, purl.stanford.edu/dw901gv8707. “The suburban office park that launched Silicon Valley.” The Hustle, 25 Apr. 2025, thehustle.co/originals/the-suburban-office-park-that-launched-silicon-valley.  “The Traitorous 8 and Birth of Silicon Valley.” Investing Caffeine, 13 Mar. 2016, investingcaffeine.com/2016/03/13/the-traitorous-8-and-birth-of-silicon-valley.  “The Traitorous Eight Traitorously Leave Shockley Semiconductor.” PBS, www.pbs.org/transistor/album1/eight/index.html.  “William Shockley — accidental inventor of Silicon Valley.” Engelsberg Ideas, 11 Jun. 2022, engelsbergideas.com/portraits/william-shockley-accidental-inventor-of-silicon-valley. Sugestões de filmes: Silicon Valley – https://www.imdb.com/title/tt2547530/ Jobs (2013) dirigido por Joshua Michael Stern – https://www.imdb.com/title/tt2357129/  Piratas do Vale do Silicio – https://www.imdb.com/title/tt0168122/ Triunfo dos Nerds – https://www.imdb.com/title/tt0115398/ Sugestões de vídeos: Documentário que detalha a criação do Transistor: https://www.youtube.com/watch?v=Y0hEFafx7Eg  Vídeo detalhando o quanto o Altair 8800 foi revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=cwEmnfy2BhI Sugestões de links: Código fonte em Assembly que deu origem a Microsoft: https://l1nq.com/Wkrso

Hipsters Ponto Tech
Carta De Amor: TXT, Markdown e JSON – Hipsters Ponto Tech #512

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 40:59


Hoje o papo é sobre a volta dos arquivos texto. Neste episódio, mergulhamos em como formatos simples e legíveis ganharam ainda mais relevância na era da IA, por que eles ajudam humanos e máquinas a se entenderem melhor, e como esse tipo de estrutura vem se tornando uma nova forma de alfabetização digital. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que escreveu uma carta de amor Sérgio Lopes, cofundador da Alura e CEO do Alun Future Studio Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Links: Lumina Tweet do Paulo sobre o JSON do MASP Markdown YAML grep CURSO Claude Code: criando sua primeira aplicação Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Down Cellar Studio Podcast
Episode 318: Springtime & Shows

Down Cellar Studio Podcast

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 37:13


Thank you for tuning in to Episode 318 of the Down Cellar Studio Podcast. Full show notes with photos can be found on my website. This week's segments included:   Off the Needles, Hook or Bobbins On the Needles, Hook or Bobbins From the Armchair Crafty Adventures KAL News Events On a Happy Note Quote of the Week   Off the Needles, Hook or Bobbins   Northern Lights Socks Yarn: Patons Kroy in the Northern Lights Colorway Pattern: OMG Heel Socks by Megan Williams ($5 knitting pattern available on Ravelry) Needles: US 1.5 (2.5 mm) Ravelry Project Page Started November 2024, but I don't think I've ever mentioned them on the podcast. About the yarn- thin stripes of cream broken up 3 shades of teal/light blue, 2 grays and 1 deep purple.   October 2025 Sock Club Socks Yarn: agirlandherwool Sock Yarn in the October 2025 Colorway Pattern: OMG Heel Socks by Megan Williams ($5 knitting pattern available on Ravelry) Needles: US 1.5 (2.5 mm) Ravelry Project Page Mystery self-striping sock yarn club- stripes of peach, orange, yellow and green.   On the Needles, Hook or Bobbins   Log Cabin Blanket Pattern: Log Cabin Square by Julie Harrison. Free crochet pattern available on Ravelry. Video tutorial available on the Little Woollie Makes YouTube Channel Yarn: Legacy Fiber Artz Minis (mostly from Advent calendars 2023 & 2024) Hook: I (5.5 mm) Ravelry Project Page Inspired by Rachel (treehousefiberarts on Instagram) and Sue & Chelsea (Legacy Fiber Artz on Instagram). Check out the Floss Toss Ravelry Group for details on their Scrappy Blanket CAL. Ends December 21st (but you don't have to finish. 2 prize drawings will be done). My color placement is inspired by this project/pattern available on Ravelry. Inspired to pick it back up after see Sue (from Legacy Fiber Artz)'s version on their podcast episode. She bordered with cream before seaming. I love it. You can see a peek in this Instagram post. Progress- 23 squares   Inclinations Cowl Inclinations Cowl by Andrea Mowry ($7.00 Knitting Pattern available on Ravelry & her website. Needles: US 2 (2.75 mm) Yarn: 2 skeins of handspun Color A: Fiber Addict Designs 100% Merino in the Wild Plum Colorway- Ravelry link. Color B: Candombe, I think the fiber is from Malabrigo- Ravelry link. My Ravelry Project Page Progress: Nearly done with the increase section!   Midnight Orchid Socks Pattern: OMG Heel Socks by Megan Williams ($5 knitting pattern available on Ravelry) Needles: US 1.5 (2.5 mm) Yarn: Patons Kroy Stripes in the Midnight Orchid colorway Ravelry Project Page About the yarn: skinny stripes of cream with contrast colors- greens, ochre and mauvy purples. Progress: Cast on both socks on two separate needles.   Pollen Party Socks Yarn: Hypnotic Yarn Plush Sock in the Pollen Party colorway + 20g mini (I think it's Legacy Fiber Artz mini) Pattern: OMG Heel Socks by Megan Williams ($5 knitting pattern available on Ravelry) Needles: US 1.5 (2.5 mm) Ravelry Project Page Progress: I am nearly done with sock 1   Pucker Brush Farm BFL Sweater Spin Fiber: 16 oz of multi colored BFL roving from Pucker Brush Farm (purchased at Rhinebeck 2025), 4 oz Merino in a mustard color & 20 ounces of Grey Shetland from Forever in Fiber on Etsy Ravelry Project Page I am planning to knit a Traveler sweater inspired by Emily Curtis' handmade version- click here for her Ravelry Project Page. I was thrilled to see a recent post on Emily's Instagram that she made a YouTube video about this spin/knit. I started spinning the Shetland and its so dreamy. I'm still working on the first 4 oz bump.   From the Armchair   Books So Old, So Young by Grant Ginder. Amazon Affiliate Link. Intermezzo by Sally Rooney. Amazon Affiliate Link. There's a great review of Intermezzo by Alexandra Harris (with some potential spoilers) on the Guardian's website. Bring the House Down by Charlotte Runcie. Amazon Affiliate Link.   Musical: The Outsiders   Note: Some links are listed as Amazon Affiliate Links. If you click those, please know that I am an Amazon Associate and I earn money from qualifying purchases.   Crafty Adventures Making a flower arrangement to put under the headstone/bench at the cemetery for Mom.   KAL News Splash Pad Party will start Friday May 22nd and run through July 31st. Sponsor call has gone out to email subscribers. Will share on social soon. Click here to learn more about sponsor options for Splash Pad '26.   Events Fiber Witch Festival- April 24-26th in Salem, MA Connecticut Sheep & Wool- April 25 in North Haven, CT NH Sheep and Wool - May 9 & 10 in Deerfield NH Coggeshall Farm Fiber Festival- May 16 in Bristol, RI Webs Tent Sale- May 15-17 in Northampton, MA Massachusetts Sheep & Wool- May 23 & 24 in Cummington, MA   On a Happy Note Connecting with our nephew Oisin over a re-watch of West Wing. Seeing Rent- but especially how much Riley enjoys it. The show fell on Eme's 22nd birthday so that was fun too! Riley turned 18! So proud of that kid! Katie's Randomness (Pigskin sponsor) was having a winter sale. I splurged on two winter bags- one Gilmore Girls themed and the other Christmas chickens! I checked out a new to our area secondhand shop- Uptown Cheapskate. Despite cooler temps and rain, we had a lovely Easter dinner at my Dad's. A text from my SIL after Easter dinner saying that Zach (who turns 4 in May) went to bed Easter night asking if my dad was coming to his birthday party. I inadvertently made a ridiculously large batch of Superhero muffins because I added too much salt. Turns out I can make 94 muffins in about 3 hours. Not too shabby! Good thing they freeze well. Warming temps and quieter weekends after a stressful work week. My Monday morning workout turned into a country music jam! Such a fun way to start the week.   Quote of the Week Feeling gratitude and not expressing it is like wrapping a present and not giving it. -William Arthur Ward ------ Thank you for tuning in!   Contact Information: Check out the Down Cellar Studio Patreon! Ravelry: BostonJen & Down Cellar Studio Podcast Ravelry Group Instagram: BostonJen1 YouTube: Down Cellar Studio Facebook: https://www.facebook.com/downcellarstudio Sign up for my email newsletter to get the latest on everything happening in the Down Cellar Studio Check out my Down Cellar Studio YouTube Channel Knit Picks Affiliate Link Bookshop Affiliate Link Yarnable Subscription Box Affiliate Link FearLESS Living Fund to benefit the Blind Center of Nevada Music -"Soft Orange Glow" by Josh Woodward. Free download: http://joshwoodward.com/ Note: Some links are listed as Amazon Affiliate Links. If you click those, please know that I am an Amazon Associate and I earn money from qualifying purchases.  

Hipsters Ponto Tech
Coding Agents na Prática: Claude Code, Cursor e Cia. – Hipsters Ponto Tech #511

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 54:38


Hoje o papo é sobre vibe coding! Neste episódio, mergulhamos no impacto da IA no fluxo do trabalho de devs, nas diferenças entre usar agentes na CLI ou na IDE, e como tudo isso está puxando profissionais sêniors de volta para o código. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que voltou a blogar Vinny Neves, Líder de Front-End na Alura Rafael Ribeiro, CTO da StartSe Mauricio Aniche, CTO da Alura Crisley Marques, Engenheira de Software IA/LLM na Alura Links: Blog do Paulo Claude Code OpenAI Codex Augment Cursor Windsurf GitHub Copilot Alura – Claude Code: criando sua primeira aplicação Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

A Funny Feeling
Ouija Drop - Listener Stories

A Funny Feeling

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 67:05


Kim had nasty sleep paralysis experience while staying in a hotel. Victoria saw a ghost while learning to drive and another sleep paralysis! Alex had an experience with a mirror that freaked us out! Matthias had a freaky dream that undermined everything he knew to be real. Malina had an ouija board drop out of nowhere! DJ's brother and SIL had a ghost waiter in Jerome, AZ. Dylan went to the Whaley House in San Diego and had a spooky experience.
 Please send us your own true paranormal experiences in either a voice memo or e-mail to funnyfeelingpod@gmail.com.
 SpectreVision Radio is a bespoke podcast network at the intersection between the arts and the uncanny, featuring a tapestry of shows exploring creativity, the esoteric, and the unknown. We're a community for creators and fans vibrating around common curiosities, shared interests and persistent passions.
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Hipsters Ponto Tech
Paulo Silveira Comenta: Generalistas Especialistas, de Martin Fowler – Hipsters Ponto Tech #510

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 34:29


Hoje o papo é sobre generalistas especialistas na era da inteligência artificial! Neste episódio, Paulo Silveira lê e comenta o artigo Generalists vs Specialists, publicado no blog de Martin Fowler. Descubra como, em um cenário cada vez mais moldado por LLMs e mudanças rápidas nas ferramentas, profissionais capazes de combinar profundidade em fundamentos com amplitude entre áreas se tornarão cada vez mais valiosos. Links: Martin Fowler: Expert Generalists Blog do Paulo Silveira Inscreva-se na Hipsters.Builders, a newsletter da comunidade builder. Toda semana, a principal newsletter de quem constrói software no Brasil traz notícias, citações e movimentos da comunidade Builder do X, do Hipsters e do IA Sob Controle, além dos melhores links e eventos. Direto no seu e-mail. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Franck Ferrand raconte...
BONUS : La surprise du traité d'Aix-la-Chapelle : quand la France gagne la guerre mais perd la paix

Franck Ferrand raconte...

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 2:26


En 1748, la France a gagné la guerre. Alors pourquoi a-t-elle perdu la paix ?Rejoignez Franck Ferrand pour découvrir l'histoire fascinante de la Guerre de Succession d'Autriche et de la paix d'Aix-la-Chapelle qui a suivi. Alors que la France sort victorieuse sur le champ de bataille, notamment avec la célèbre bataille de Fontenoy, Louis XV fait le choix surprenant de rendre tous les territoires conquis, laissant l'Europe perplexe. Remontez le temps jusqu'en 1740, lorsque la mort de l'empereur Charles VI déclenche un conflit qui embrase l'Europe. Frédéric II de Prusse profite de la situation pour s'emparer de la Silésie, tandis que la France hésite à s'engager dans le conflit. Mais lorsqu'elle le fait, c'est pour connaître des débuts désastreux sous la direction du cardinal de Fleury.Tout bascule lorsque Louis XV confie le commandement de ses armées au génie militaire qu'est le maréchal de Saxe. Ses victoires à Fontenoy, Roucoux et Lauffeld permettent à la France de s'emparer des Pays-Bas autrichiens, la plaçant dans une position de force inédite depuis le règne de Louis XIV. Mais au moment des négociations de paix à Aix-la-Chapelle en 1748, le roi de France fait le choix surprenant de tout restituer, sans la moindre contrepartie. Pourquoi Louis XV a-t-il pris cette décision qui laisse l'Europe médusée ? Était-ce par idéalisme ou par calcul dynastique ? Franck Ferrand vous plonge dans les coulisses de cette paix qui marque un tournant majeur dans l'histoire de la France. Un épisode passionnant à ne pas manquer !

Franck Ferrand raconte...
La surprise du traité d'Aix-la-Chapelle : quand la France gagne la guerre mais perd la paix

Franck Ferrand raconte...

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 22:55


En 1748, la France a gagné la guerre. Alors pourquoi a-t-elle perdu la paix ?Rejoignez Franck Ferrand pour découvrir l'histoire fascinante de la Guerre de Succession d'Autriche et de la paix d'Aix-la-Chapelle qui a suivi. Alors que la France sort victorieuse sur le champ de bataille, notamment avec la célèbre bataille de Fontenoy, Louis XV fait le choix surprenant de rendre tous les territoires conquis, laissant l'Europe perplexe. Remontez le temps jusqu'en 1740, lorsque la mort de l'empereur Charles VI déclenche un conflit qui embrase l'Europe. Frédéric II de Prusse profite de la situation pour s'emparer de la Silésie, tandis que la France hésite à s'engager dans le conflit. Mais lorsqu'elle le fait, c'est pour connaître des débuts désastreux sous la direction du cardinal de Fleury.Tout bascule lorsque Louis XV confie le commandement de ses armées au génie militaire qu'est le maréchal de Saxe. Ses victoires à Fontenoy, Roucoux et Lauffeld permettent à la France de s'emparer des Pays-Bas autrichiens, la plaçant dans une position de force inédite depuis le règne de Louis XIV. Mais au moment des négociations de paix à Aix-la-Chapelle en 1748, le roi de France fait le choix surprenant de tout restituer, sans la moindre contrepartie. Pourquoi Louis XV a-t-il pris cette décision qui laisse l'Europe médusée ? Était-ce par idéalisme ou par calcul dynastique ? Franck Ferrand vous plonge dans les coulisses de cette paix qui marque un tournant majeur dans l'histoire de la France. Un épisode passionnant à ne pas manquer !