Spanish Prime Minister
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À la Une de la presse, ce lundi 3 août, les réactions aux derniers bilans officiels des migrants morts en tentant de rejoindre l'enclave espagnole de Ceuta depuis le Maroc : 11 morts selon les autorités marocaines, au moins 72 selon les autorités espagnoles. Un drame qui fracture l'UE. La fronde de l'UEFA contre le patron de la Fifa, Gianni Infantino, malgré l'abandon de son projet d'ouvrir une partie de ses activités commerciales aux investisseurs privés. Et des surfeurs qui ont du chien.
A chegada de milhares de pessoas ao enclave espanhol de Ceuta, vindas de Marrocos, criou uma onda de contestação contra as autoridades espanholas vindas de outros países europeus. No entanto, para Raúl M. Braga Pires, este fenómeno trata-se de um "assunto exclusivamente marroquino", motivado pela difícil sucessão de Mohammed VI. Ceuta, enclave espanhol em África, recebeu na semana passada, apenas em dois dias, mais de 50 mil pessoas em busca de uma entrada assegurada na Europa. Algumas pessoas vieram a pé, outras a nado, resultando em mais de 70 mortos, segundo dados de Madrid, enquanto Rabat apenas admite 11 vítimas mortais. Questionados sobre os motivos desta rápida mobilização, os jovens que acorreram a Ceuta vindos de Marrocos, disseram que tinham visto nas redes sociais que a Espanha estava a acolher todos os imigrantes. Entretanto, milhares de pessoas que chegaram a este enclave, que conta com uma população residente espanhola de cerca de 80 mil pessoas, já partiram, com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, a assegurar que todos serão reencaminhados para Marrocos. Este afluxo repentino fez tremer as bases da política migratória europeia, sendo que Itália, assim como a Dinamarca e a Finlândia pediram a suspensão da Espanha do Espaço Schengen, que permite a livre circulação na Europa. Uma reacção motivada por movimentos de extrema-direita em toda a Europa, já que o estatuto de Ceuta, faz com que este enclave não esteja no Espaço Schengen. Para Raúl M. Braga Pires, especialista do Norte de África e Professor no Instituto Piaget de Almada, que no passado leccionou em Marrocos, este afluxo de jovens marroquinos está ligado à sucessão de Mohammed VI e trata-se de um assunto interno de Marrocos. "Há uma conjugação de factores que desaguaram todos no dia 30 de Julho, que é o dia da Festa do Trono. À imagem do 10 de Junho em Portugal, é sempre escolhida uma cidade diferente cada ano para a celebração. E na verdade este ano foi escolhida a cidade de Mdik-Fnideq [a cidade marroquina mais próxima de Ceuta] e no dia 30 estava toda a gente [todas as autoridades marroquinas] a 30 quilómetros dos acontecimentos, a celebrar 27 anos do reinado de Mohammed VI. Quantos mais anos é que este rei festejará a festa do seu trono? E, portanto, isto levanta aqui a questão da sucessão, o que começa a levantar também mais do que um candidato ou mais do que uma preferência. Portanto, há tendências e isto é um assunto exclusivamente marroquino", explicou o académico. Esta migração em massa aconteceu também no mesmo mês em que o Tribunal Supremo espanhol anunciou que interpretou a disposição da Lei de Estrangeiros sobre a rejeição de imigrantes ilegais na fronteira como aplicável apenas quando o migrante transpõe "elementos de contenção" física, como saltar uma vedação e não para quem chega a nado. Esta notícia terá sido propagada nas redes sociais e repassada pelas organizações de tráfico humano a quem espera uma oportunidade de vir para a Europa. Já o argumento que este movimento teria sido motivado por um mal-estar da administração marroquina face à apróximação entre a Espanha e a Algéria não chega para explicar este fenómeno, segundo Raúl M. Braga Pires. "Relativamente à Argélia, evidentemente que incomoda Marrocos de uma certa maneira esta aproximação. Embora eles saibam que uma aproximação à Argélia não invalida a aproximação a Marrocos. Aliás, o menos interessante disto tudo é que Marrocos nunca teve um governo tão favorável em Espanha como o de agora. E, portanto, os marroquinos não se vão boicotar a eles próprios", detalhou o investigador. As imagens de milhares de pessoas a a chegarem a Ceuta têm sido reproduzidas pelos meios de comunicação e nas redes sociais, servindo de argumento a países como a Itália, governada actualmente por um executivo de extrema-direita, para afastar a Espanha do Espaço Schengen. Também os partidos de extrema-direita vieram criticar a actuação de Pedro Sanchez e o facto de Espanha estar a receber nos últimos anos uma onda de migrantes vindos tanto de África como da América do Sul. A União Europeia vai realizar uma reunião de emergência na terça-feira para discutir esta crise migratória em Ceuta. Vinte e dois Estados-membros escreveram uma carta conjunta apelando a uma acção coordenada e ao reforço das fronteiras externas da União Europeia após este episódio. Apesar da maioria dos migrantes que chegaram a Ceuta já terem partido, e de dezenas de mortes terem sido registadas pelas autoridades espanholas, Raúl M. Braga Pires avisa que a extrema-direita europeia - tendo até ecos nos movimentos conservadores norte-americanos - "tem imagens para dar e vender" sobre os perigos da imigração de massa. "Há aqui uma questão fundamental que é nós vivemos neste momento, no momento da imagem, não é? Portanto, havendo estas imagens, até o Trump vem argumentar relativamente às imagens e ao que vai acontecer aos Estados Unidos se não construírem muros, se não tomarem as medidas que querem tomar e que andam a adiar. Obviamente que sim. Isto é, agora a extrema direita tem imagens para dar, vender e fazer propaganda através delas. Isso é truncar os assuntos. Quer dizer, desde a pandemia o jogo mudou. Desde uqe temos estas novas tecnologias. A extrema direita tem, agora tem as imagens e isso basta. É fundamental. Basta ter uma imagem para para depois se extrapolar o que se tem", concluiu o professor universitário.
L'afflux de dizaines de milliers de migrants dans l'enclave espagnole de Ceuta a fait réagir la droite européenne sur les contrôles aux frontières et soulève des questions sur l'attitude des autorités marocaines. L'Italie a annoncé ne plus appliquer, provisoirement, les règles de l'espace Schengen vis-à-vis de l'Espagne, et les ministres de l'Intérieur des pays de l'UE échangeront, mardi 4 août, en visioconférence sur la crise migratoire et les tensions diplomatiques qui ont suivi. Benjamin Biard, chargé de recherche au Centre de recherche et d'information socio-politiques à Bruxelles et enseignant à l'Université catholique de Louvain, livre son analyse. RFI : Quel est votre regard sur cette réunion des pays de l'Union européenne pour échanger sur les développements à Ceuta qui va se tenir alors que la majorité des personnes qui sont entrées dans le territoire espagnol sont reparties au Maroc ? Benjamin Biard* : On est dans un contexte bien particulier, et précisément pour une série de pays en tout cas, avec des élections à venir, certainement en Espagne, mais aussi en Italie ou en France par exemple, en 2027. On voit bien, dans un contexte où l'extrême droite se porte plutôt bien dans une série de pays, notamment dans les trois que je viens de citer ici, qu'il s'agit de la possibilité pour eux d'instrumentaliser d'une certaine manière cette thématique qui met aux prises la question des frontières, de l'immigration, de l'Union européenne aussi. Ces thématiques sont chères et classiques à l'extrême droite et elles permettent ainsi de mieux se démarquer en termes de discours, en dénonçant d'une part l'échec de l'Union européenne dans la politique migratoire et des frontières. Vient ensuite la question de la souveraineté, puis aussi la question de la sécurité, puisque c'est une véritable crise sécuritaire qui est pointée du doigt par différentes formations d'extrême droite. L'extrême droite « tracte », dicte l'agenda européen avec les thématiques qu'elle met en avant régulièrement sur les scènes nationales des différents pays ? En tout cas, il est très clair que l'extrême droite a une influence, effectivement. D'une autre manière, elle réussit aussi à se développer dans un contexte de crise que l'on peut qualifier de migratoire. Je prendrai un seul exemple, un peu plus ancien mais pas trop pour illustrer ceci : celui de la crise des réfugiés syriens, comme on l'a appelée en 2015-2016 lors de son pic, notamment avec une arrivée très importante d'immigrants en Allemagne et un discours d'Angela Merkel à l'époque, qui consistait à dire : « Nous sommes prêts à accueillir un million de réfugiés sur notre territoire ». Cela a eu pour effet presque automatique de booster l'extrême droite à travers des mouvements, des groupuscules, qui s'appelaient Pegida, par exemple, un mouvement « contre l'islamisation » de l'Allemagne, mais aussi de l'Europe. Et puis des partis politiques comme l'AFD, parti qui aujourd'hui a le vent en poupe et qui à l'époque réussit à se développer particulièrement bien dans un contexte où, quand même, en Allemagne, l'extrême droite ne réussissait plus à se développer depuis le retour de la démocratie à la fin de la Seconde Guerre mondiale, en réalité. Donc, on voit ainsi comment l'extrême droite se nourrit d'une série de faits d'actualité plus ou moins importants, mais notamment migratoires, pour se développer. Mais aussi comment l'extrême droite européenne, lorsqu'elle est déjà développée, se rebooste par ces faits d'actualité – je pense ici notamment à l'Italie et aux déclarations de Giorgia Meloni, par exemple. On voit ainsi comment l'extrême droite influence très clairement le jeu politique de manière générale. À lire aussiCeuta: les migrants quittent l'enclave et racontent le déchaînement de violence des derniers jours Au-delà des partis d'extrême droite en tant que tels, on voit qu'il y a aussi des partis plus centristes, à l'échelon européen, qui ont demandé la tenue de cette réaction d'urgence. Est-ce que les idées plutôt associées à l'extrême droite ont infusé plus largement dans le spectre politique ? Certainement. En matière migratoire, mais pas seulement. On a pu l'observer déjà depuis un certain nombre d'années, et c'est lié à nouveau au poids qu'a acquis l'extrême droite de manière générale. On a des formations souvent de droite, parfois aussi de gauche. Il suffit de regarder : même au niveau du Royaume-Uni, par exemple, surtout sous le gouvernement de Keir Starmer, il n'y a pas encore très longtemps. Ça a aussi été le cas au Danemark, par exemple, pendant de nombreuses années. Mais l'extrême droite a aussi influencé d'autres partenaires politiques, notamment parfois de gauche par exemple. Et donc on voit très bien que cette influence est très large, elle s'exerce de manière très forte sur les politiques publiques, sur les discours aussi, par exemple, bien entendu. On voit ainsi ce qu'on appelle dans une certaine mesure un élargissement de la fenêtre d'Overton qui semble s'être opéré, c'est-à-dire l'élargissement du champ du dicible ou de ce qui est considéré comme acceptable dans le débat public. Donc, dans le discours, ça s'observe très clairement avec des expressions, par exemple « ensauvagement de la nation », par exemple « grand remplacement », qui traditionnellement était confiné dans des discours de leaders ou de représentants de l'extrême droite et qui aujourd'hui semble plus accepté globalement et utilisé parfois par des acteurs qui ne relèvent pas de cette idéologie. José Manuel Alvarez, le chef de la diplomatie espagnole, a appelé à la solidarité européenne juste avant la réunion de mardi 4 août. Est-ce que l'extrême droite rejette cette dimension de solidarité pour faire la promotion de ses propres idées ? Je pense effectivement que c'est le cas. Et l'une des caractéristiques qui définit l'idéologie d'extrême droite, d'ailleurs, c'est notamment la conception inégalitaire de la société. L'inégalité, le fait de reconnaître qu'il y a des inégalités naturelles entre les individus, des inégalités culturelles, civilisationnelles. Et derrière cela, on a un programme d'action qui traditionnellement, effectivement, crée une certaine forme de discrimination entre les individus à partir de caractéristiques bien prédéterminées. Et donc c'est assez cohérent, finalement, que la solidarité ne soit pas au cœur du message de l'extrême droite. En tout cas, si on considère la solidarité au sens très large et pas simplement la solidarité au sein d'une même nation, d'une même ethnie ou d'une même civilisation, par exemple. Pensez-vous que l'ampleur de la réaction s'explique aussi par l'opposition frontale de certains pays au programme ambitieux, en termes de politique migratoire, de Pedro Sanchez ? Sans doute que ça joue certainement. Je pense que c'est un élément très fort dans le sens où on a ici finalement un symbole très important au niveau européen d'un gouvernement qui a contribué à régulariser récemment de manière massive – même si ce n'était pas la première fois – un grand nombre de personnes qui étaient en Espagne de façon illégale. Et on a par ailleurs le fait qu'on a ici un leader qui est l'un des derniers leaders de gauche européenne au pouvoir. Et donc on a un double symbole, d'une certaine manière, sur le plan de l'appartenance partisane et idéologique du leader espagnol, mais aussi sur le plan de sa mise en œuvre de certaines politiques publiques jugées – et en effet, on peut les considérer comme telles – comme plutôt de gauche, sur ce qu'elles témoignent, en tout cas en termes idéologiques. Il y a donc un symbole autour du fait que tout ceci se déroule en Espagne aujourd'hui. À lire aussiCeuta: face à la pression des Européens, Sanchez dénonce une «violation de l'intégrité territoriale» espagnole * Auteur de « L'influence (in)visible : les partis populistes de droite radicale et la fabrique de politiques publiques en démocratie », éditions Peter Lang.
Il y a quatre-vingt dix ans, l'Espagne basculait dans la guerre civile. Le 17 juillet 1936, le pays entrait dans l'une des tragédies majeures du XXè siècle, une guerre qui a brisé durablement la société espagnole et dont les mémoires restent, aujourd'hui encore, profondément disputées. Et si l'Espagne regarde encore autant son passé, c'est aussi parce qu'elle est traversée, au présent, par de fortes tensions politiques : sur la mémoire, sur les autonomies, sur le rapport à l'opposition, sur la place du pays en Europe et dans le monde. Que nous dit encore 1936 de l'Espagne d'aujourd'hui ? Dans un contexte assombri par les scandales de corruption qui planent sur son entourage et l'orbite du PSOE, comme du gouvernement, Pedro Sanchez conduit un pays toujours travaillé par de fortes crispations. Invités : Amalio de Marichalar y Saenz de Tejada, coordinateur d'« Espagnol à Espagnol pour la Constitution » et de 33 associations de la société civile de toute l'Espagne Miguel Angel Garcia Carrasco, chargé de recherche à la Fondation pour la Recherche Stratégique Benoît Pellistrandi, historien, spécialiste de l'Espagne. Les fractures de l'Espagne. De 1808 à nos jours, collection Histoire chez Folio.
Ceuta und die Migranten: Nada Solidarität mit Pedro Sanchez. Ameisen unterhöhlen die Stadt: Tschüß Karlsruhe! Ist Sachsen-Anhalt unter AfD-Herrschaft ein zuverlässiger Nato-Partner? Chilenischer Diaabend der Mutmacher am 2.9. im PoshTeckel. Herzlich willkommen zur Wochenschau mit Paul und Hajo Schumacher und diesen Themen: Sandalenepos "Odyssee": immerhin kühl im Kino. Hitzetote: das einsame Verdorren. Sonnencreme auf Krankenschein? Die Spinnen haben den Schreibtisch erobert. Illegale Migranten wählen Gartencenter-Route. Gema vs KI. Wedding: Tanzen neben Rheinmetall. Waldbrände: Feinstaub fliegt um die Welt. Von Gute Käse bis Merzwegeier - schon wieder nerviger Jugendsprachewettbewerb. PolitikerInnen auf Trittleitern: Berlin plakatiert die großen Unbekannten. Kenner schnalzen: Goldochse aus Ulm. Plus - der Sultan rät: "Sei die Konsequenz" und "Pause ist auch Musik". Folge 62. Shownotes:Wir empfehlen: Iris Lanz - Du kannst KI Die letzten Tickets: Suse und Hajo laden zum Dia-Abend mit Chile- und Überwinter-Tipps am 2.9. im PoshTeckel"Mama, was ist eigentlich eine Frau?" - das neue Donnerstagsformat von PaulDokument 1: Haben Sie einen Therapeuten, Herr Spahn, Folge 200 von 21. Januar 2021Dokumente 2: Wie komme ich als Normalverdiener an ein großes Haus, Herr Spahn? Folge 533 vom 15. Februar 2023Die MutMacher auf steady unterstützen und Geschenke-Newsletter bekommenHier den kostenlosen MutMach-Newsletter abonnierenHier gehts direkt zu Suses Workshops Der MutMachPodCast auf InstagramPodcast Elefantenrunde mit Frank Stauss und HajoPauls Band Udo Butter und das Team mit allen AuftrittsterminenBücher:Suse SchumacherDie Psychologie des Waldes, Kailash Verlag, 2024Michael Meisheit + Hajo SchumacherLaufende Ermittlungen - großartige Krimi-Reihe mit dem Berliner Kommissar Peer Pedes.Band 1, 2 und 3 erscheinen bei Droemer Knaur.Kostenlose Meditationen für mehr Freundlichkeit (Metta) und Gelassenheit (Reise zum guten Ort) unter suseschumacher.deWir bedanken uns bei Markus C. Hurek für das tolle Coverfoto. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Tysiące migrantów z Maroka wdarło się na teren Ceuty, hiszpańskiej enklawy w północnej Afryce. Służby graniczne nie były w stanie opanować sytuacji, władze w Madrycie wysłały wojsko do Ceuty. Minister spraw wewnętrznych obarczył odpowiedzialnością za kryzys gangi dokonujące przerzutu ludzi do Europy. Włoska premier Giorgia Meloni zapowiedziała zawieszenie działania zasad strefy Schengen wobec Hiszpanii. Jak ten kryzys będzie próbował opanować premier Pedro Sanchez? Jak wpłynie on na politykę migracyjną jego rządu? Jak hiszpański premier radzi sobie z innym kryzysem: niekontrolowanymi pożarami lasów, które dotykają południe Europy, głównie Półwysep Iberyjski i Francję? W Berlinie doszło do zamachu terrorystycznego dokonanego przez Niemca pochodzenia libańskiego powiązanego z Państwem Islamskim. Wzmagają się głosy domagające się zaostrzenia prawa wobec osób podejrzewanych o ekstremistyczne poglądy. Jak zareagują władze?Andy Burnham, były burmistrz Manchesteru, został premierem Zjednoczonego Królestwa. Siódmym w ciągu ostatniej dekady. Czy Burnham wyciągnie Wielką Brytanię z kryzysu politycznego, który zapoczątkował Brexit przed 10 laty?Rosyjska Duma przyjęła ustawy ograniczające prawa obywatelskie osób przebywających poza granicami kraju. Wzmagają się ataki ukraińskie na infrastrukturę mającą wpływ na życie zwykłych Rosjan, na przykład na magazyny firmy handlowej Wildberries. Czy to będzie miało wpływ na wewnętrzną sytuację w Rosji?Izraelski historyk Omer Bartow uważa, że jego kraj dokonuje w Gazie ludobójstwa, a idea syjonizmu – początkowo szlachetna i oparta na demokratycznych zasadach – została wypaczona przez Izrael po 1948 roku. W programie rozmowa z autorem książki na ten temat.A także: O oszustwach, na których bogacą się szantażyści, kryptofinansiści i banksterzy. I politycy oczywiście.Rozkład jazdy: (03:12) Jędrzej Bielecki: Migranci z Maroka w Ceucie(26:12) Mateusz Wiliński: Zamach terrorystyczny w Berlinie(46:28) Grzegorz Dobiecki: Świat z boku - Pasterz, wilk i ja(52:58) Podziękowania(59:40) Adam Dąbrowski: Siódmy brytyjski premier w ostatniej dekadzie(1:13:19) Maria Domańska: Putin ogranicza prawa rosyjskiej diaspory(1:36:21) Omer Bartow: Izrael dokonuje ludobójstwa w Gazie(2:03:27) Do usłyszenia---------------------------------------------Raport o stanie świata to audycja, która istnieje dzięki naszym Patronom, dołącz się do zbiórki ➡️ https://patronite.pl/DariuszRosiakSubskrybuj newsletter Raportu o stanie świata ➡️ https://dariuszrosiak.substack.comKoszulki i kubki Raportu ➡️ https://patronite-sklep.pl/kolekcja/raport-o-stanie-swiata/ [Autopromocja]
E dopo il punto europeo sul caso di Ceuta dell'apertura, il commento di Mario Ajello resta sul tema con un ritratto del premier Pedro Sanchez, con Laura Pace restiamo ancora in Europa per cercare di capire quando il caldo allenterà la sua presa, con l'esperta Gloria Satta cambiamo argomento e andiamo al cinema per un film che emoziona perché a trent'anni di distanza tornano sul set i figli di Richard Gere e Cindy Carwford e chiudiamo con lo sport e una pagina commovente di Massimo Boccucci dedicata alla scomparsa di Franco Baresi
Au moins 57 morts, c'est le lourd bilan de ces derniers jours, lorsque plusieurs dizaines de milliers de migrants, entre 50 et 60 000, marocains pour la plupart, ont pénétré à Ceuta, la petite enclave espagnole au nord du Maroc et du continent africain, principalement par la mer. Ce matin, El Païs explique que « le gouvernement espagnol n'a pas vu venir la crise à Ceuta ». « Si nous avions eu des informations, déclare un haut responsable, 50 000 personnes ne seraient pas entrées en 24 heures ». Le gouvernement espagnol était semble-t-il concentré sur les immenses incendies qui faisaient rage notamment dans la région de Madrid. Ce n'est toutefois pas l'argument utilisé par Pedro Sanchez, cité par le journal Le Soir, à Bruxelles. Le Soir explique que le Premier ministre espagnol « accuse les "mafias" d'une interprétation malhonnête d'une récente décision de justice, interprétation propagée sur les réseaux sociaux ». « Selon cet arrêt de la Cour suprême espagnole, il ne serait "pas possible de reconduire à la frontière les personnes qui seraient arrivées en Espagne par la mer" ». Le quotidien suisse Le Temps précise d'ailleurs que « les migrants se sont précipités vers Ceuta, en raison de rumeurs qui se sont répandues par le bouche à oreille et sur les réseaux sociaux », selon lesquelles : « "Les frontières avec l'Espagne seraient ouvertes" ». Que s'est-il passé à la frontière de Ceuta ? Différents médias présentent une autre analyse, selon laquelle le Maroc serait derrière cet afflux de migrants à Ceuta. Ainsi Mediapart, le journal en ligne français, assure que « plusieurs observateurs et observatrices accusent le pays, en pleine célébration du 27ème anniversaire de l'intronisation de Mohamed VI, d'avoir sciemment réduit les effectifs au niveau de la frontière avec Ceuta, en réponse à la visite du Premier ministre espagnol Pedro Sanchez en Algérie, le 20 juillet. » L'Algérie, ennemi juré du Maroc, en raison notamment de la question du Sahara occidental. Plus prudent, Le Monde estime « qu'on ignore, pour l'instant, ce qui a poussé le Maroc, qui contrôle habituellement ses frontières étroitement, à laisser passer des dizaines de milliers de migrants ». Mais en Espagne, précise le quotidien français, « certains voient la main de Donald Trump dans cette affaire qui tombe à point nommé pour tous les dirigeants en inimitié avec Pedro Sanchez, l'un des derniers chefs de gouvernement de gauche en Europe, du fait de ses prises de positions (…) ou ses déclarations en faveur de la Palestine. » Une jeunesse désespérée Qu'en dit la presse marocaine ? La presse officielle, notamment le Matin, passe sous silence les évènements de Ceuta. Le Matin fait ses gros titres sur la Fête du Trône. Les médias en ligne, en revanche, sont plus bavards. C'est le cas notamment d'Hespress, qui s'intéresse aux réactions politiques au Maroc. Ainsi Fatima-Zahra Mansouri, du Parti Authenticité et Modernité, parti membre de l'actuelle coalition gouvernementale, estime que les événements de Ceuta nécessitent « un débat approfondi, qui ne concerne pas uniquement le parti, mais l'ensemble de la société ». Plus ferme, Jamal El Assri, secrétaire général du Parti socialiste unifié, estime que « le gouvernement vit déconnecté de la vie des citoyens », estimant que cette situation illustre « l'ampleur du fossé existant et la responsabilité dont l'exécutif cherche à se défausser alors même que la coalition gouvernementale prétend représenter un État social » . On se souvient d'ailleurs que le Maroc a été ébranlé en 2025 par la révolte de la Gen Z, la génération Z, celle des 15/20 ans, qui réclamait un avenir meilleur et la liberté d'expression. Aujourd'hui, les images de ces jeunes Marocains, prêts à risquer leur vie pour quitter leur pays et gagner le continent européen, ne sont guère favorables au Royaume.
A.M. Edition for July 31. Earnings from AI hyperscalers this week showed rising demand for their cloud services, with Amazon's CEO forecasting corporate AI use was still in its ‘early stages.' But as EY's Dan Diasio tells us, rising token costs are leading many businesses to question their broader AI approach. Plus, the U.S. says Hamas has agreed to a broad plan to disarm in exchange for an eventual Israeli withdrawal from Gaza. And WSJ reporter Margherita Stancati describes how the arrival of thousands of migrants into the Spanish territory of Ceuta from neighboring Morocco is piling political pressure on the center-left government in Madrid. Luke Vargas hosts. Sign up for the WSJ's free What's News newsletter. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Muslim immigrants are swarming the Spanish territories of Morocco after the country's socialist President Pedro Sanchez recently granted mass amnesty to illegal immigrants. European Union members are threatening to cut Spain out of the EU's Schengen Zone, which allows for open-borders travel, for fear that the migrants might spread deeper into Europe. Author Joshua Lisec joins me to analyze the situation and discuss his new book "The Haitians of Springfield." Follow on: Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/the-auron-macintyre-show/id1657770114 Spotify: https://open.spotify.com/show/3S6z4LBs8Fi7COupy7YYuM?si=4d9662cb34d148af Substack: https://auronmacintyre.substack.com/ Twitter: https://twitter.com/AuronMacintyre Gab: https://gab.com/AuronMacIntyre YouTube:https://www.youtube.com/c/AuronMacIntyre Rumble: https://rumble.com/c/c-390155 Odysee: https://odysee.com/@AuronMacIntyre:f Instagram: https://www.instagram.com/auronmacintyre/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Themen u.a.: Das deutsche Verbot der Leihmutterschaft wird der Realität nicht gerecht, meint unsere Gesprächspartnerin Antje Schrupp. Und: Scheitert in Ceuta die Abschottung Europas? Von WDR 5.
12h Pedro Sanchez sobre Ceuta: ataque à soberania espanholaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
2008 krizi sonrası İspanya ekonomisi ciddi bir çöküş yaşadı. İşsizlik yükseldi, bankacılık sistemi sarsıldı ve ülke uzun süre Avrupa'nın kriz ülkelerinden biri olarak görüldü. Peki İspanya bunu nasıl tersine çevirdi? Bu videoda 2008 krizine giden yolu, İspanya'nın ekonomik krizden çıkışını, yapılan reformları, işgücü piyasasını ve Avrupa içindeki konum değişimini anlattık. İspanya ekonomisi son yıllarda çok hızlı büyümesine rağmen, bu büyümenin içeriği ise hâlâ tartışmalı. İspanya gerçekten Avrupa'nın en güçlü ekonomilerinden biri mi oldu, yoksa bu sadece geçici bir toparlanma mı? Keyifli seyirler...0:00 Giriş1:55 Avrupa Birliğine giriş3:00 2008 krizine giden yol5:20 2008 krizi11:11 krizden çıkış15:20 Pedro Sanchez'in başbakanlığa gelişi19:59 Ekonomiyi büyüten faktörler27:20 Sanchez'in politikaları31:45 Göçmenlerin etkisi35:55 Konut sorunu37:25 Sanchez'e gelen eleştiriler40:00 Sanchez'in dış politika tutumu41:15 Kapanış
60.000 migrants ont passé la frontière entre le Maroc et Ceuta ces derniers jours, après une rumeur assurant que la frontière avec le territoire espagnol était ouverte. Le Premier ministre espagnol Pedro Sanchez a dénoncé une "attaque" et une "violation de l'intégrité territoriale de l'Espagne". En Europe, plusieurs voix appellent au retrait de l'Espagne de l'espace Schengen. Retour sur ce que l'on sait. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
İspanya'nın Afrika'daki toprak parçası Sebte (Ceuta) binlerce göçmenin akınına uğradı. Denizden bölgeye girmeye çalışan çok sayıda düzensiz göçmen de hayatını kaybetti. İspanya Başbakanı Pedro Sanchez, Fas'tan ülkesine düzensiz göçmen akınını "ülkesinin toprak bütünlüğüne yönelik saldırı ve ihlal" olarak niteledi.Anadolu Ajansı Madrid Muhabiri Şenhan Bolelli ile konuştuk.
Crise migratoire sans précédent où quelque 50 000 migrants ont traversé ces derniers jours la frontière entre le Maroc et Ceuta, l'enclave espagnole située sur le continent africain, soit l'équivalent de « 70 % de la population locale », selon le président du gouvernement local de Ceuta, Juan Vivas. Plus de 37 500 migrants sont déjà rentrés au Maroc, a annoncé vendredi après-midi 31 juillet le gouvernement espagnol. Le Premier ministre espagnol Pedro Sánchez s'est rendu sur place et a dénoncé « une attaque, une violation de l'intégrité territoriale de l'Espagne ». Plusieurs pays de l'Union européenne, l'Italie en tête, réclament l'exclusion de l'Espagne de l'espace Schengen. Entretien avec Marie-Laure Basilien-Gainche, professeure de droit public à l'université Jean-Moulin-Lyon-III, membre senior de l'Institut universitaire de France et de l'Institut Convergences Migrations. RFI : Comment ont réagi les autorités marocaines face à l'afflux de personnes qui prenaient la direction de la frontière espagnole ? Marie-Laure Basilien-Gainche : Dans un premier temps, les autorités marocaines se sont révélées très timides, très prudentes, n'ont manifesté ni de soutien, ni d'opposition. Et, depuis ce matin, elles ont réitéré leur volonté de collaborer avec les autorités de police espagnoles pour empêcher ces flux de migrants depuis le Maroc vers l'enclave de Ceuta. Comment analysez-vous cette réaction et ce changement dans la stratégie, dans la réaction des autorités marocaines ? Je ne m'explique pas le changement de position du Maroc. Je ne m'explique pas le silence initial. Je pense que c'est d'abord une position qui doit être établie par le roi et par le Conseil de direction, et ensuite il s'agit de relations diplomatiques entre le Maroc et l'Espagne qui sont ensuite révélées. C'est donc le temps de la mise en place des décisions et de la mise en place des décisions communes. À lire aussiEspagne: au moins 34 personnes meurent en tentant de rejoindre Ceuta, l'armée mobilisée face à l'afflux de migrants Les deux parties ont communiqué, ont assuré dans un premier temps travailler en coordination pour assurer le rapatriement dès que possible de toutes les personnes entrées illégalement à Ceuta ces derniers jours. On a appris il y a quelques minutes que 25 000 migrants sont repartis au Maroc. C'est le signe que cette coordination, elle marche pour le moment. Le fait que ces dizaines de milliers, essentiellement marocains, qui sont allés depuis le territoire marocain vers le territoire espagnol via la mer, soient maintenant rapatriés vers le Maroc, me paraissait évident vu les circonstances. Et c'est d'ailleurs une politique qui est menée par l'Espagne depuis très longtemps avec les « rechazos en la frontera », les rejets à la frontière qui sont très fréquents pour ce qui est des frontières terrestres. Pour ce qui était des frontières maritimes, il n'y avait pas de dispositif législatif permettant de les opérer pour les autorités espagnoles, mais la collaboration avec les autorités marocaines permet de réaliser le même effet, c'est-à-dire le renvoi des Marocains vers le territoire marocain le plus rapidement possible. Par le passé, Rabat a déjà utilisé la pression migratoire pour faire plier l'Espagne sur certains dossiers, comme en 2021, notamment. Est-ce que vous pensez que cette fois-ci, cela peut aussi être le cas ? On peut émettre des hypothèses. Bien sûr, on n'a aucune confirmation. Les relations qu'a pu avoir l'Espagne avec le Front Polisario, le rapprochement de l'Espagne avec l'Algérie sur la question du Sahara occidental, tous ces éléments pourraient indiquer un certain refroidissement des relations entre le Maroc et l'Espagne, qui pourrait expliquer peut-être le fait que les autorités marocaines ne se sont pas opposées au départ des migrants vers le territoire espagnol. Mais là, il s'agit uniquement d'hypothèses et de supputations. À lire aussiÀ Ceuta, un afflux de migrants sans précédent provoque l'affolement et un début de crise diplomatique On attendra, on a bien compris les réactions, notamment du côté marocain. Il y a aussi eu beaucoup de déclarations de la part des pays européens membres de l'Union européenne depuis hier. Est-ce qu'on peut dégager certaines tendances dans les réactions des pays de l'UE ? Les réactions, en fait, sont essentiellement celles de dirigeants de droite et d'extrême droite. Je pense en particulier à Giorgia Meloni qui veut se positionner comme chef de file de la droite et de l'extrême droite européenne et qui prend prétexte de tout élément, surtout migratoire, pour s'afficher comme celle qui soutient une politique migratoire et d'asile européenne la plus restrictive possible. Elle a donc affirmé que l'Espagne devait être suspendue de l'espace Schengen. On a de quoi être surpris puisque dans le régime de Schengen, il n'y a pas de dispositif de suspension d'un État membre. Il y a des mesures qui peuvent être prises, par exemple, lorsque la Commission fait une évaluation du mécanisme de Schengen. Elle peut relever, comme elle l'avait fait en Grèce en 2016, qu'il y a des négligences graves, et elle peut appeler les autorités à modifier leur mode de fonctionnement et les mesures qu'elles prennent pour qu'il y ait un contrôle des frontières extérieures qui soit plus solide et qui soit plus rigoureux. Mais je rappelle qu'en 2016, c'était la venue de 1 million de personnes qui était concernée. L'autre mesure qui est envisageable, c'est pour les États autres de l'Union européenne de restaurer les contrôles aux frontières intérieures. Pour rappel, beaucoup d'États membres ont restauré ces contrôles depuis 2015. Ils les ont renouvelés depuis lors. Donc, finalement, on a un espace de libre circulation qui n'en est pas un pour les ressortissants européens du fait de ces restaurations, des contrôles aux frontières intérieures. Donc, l'appel de Meloni est plus une manière symbolique de se positionner autour du fantasme migratoire et d'essayer d'affermir sa position de chef de file de la droite et de l'extrême droite au niveau européen. Est-ce que toutes ces réactions européennes, il y en a de nombreuses, signifient que ces pays européens ont peur de certaines répercussions quand même au vu de cette vague migratoire ? D'abord, ce n'est pas une vague. Ensuite, quelques dizaines de milliers de personnes, 60 000 personnes, qui sont toujours sur le territoire africain, qui ne sont pas du tout sur le territoire européen, et qui vont être rapatriées vers le Maroc. Ça n'aura aucune incidence sur l'Italie ou la Finlande. Donc, je ne vois pas pourquoi il y a cette émotion, si ce n'est qu'il y a la volonté de faire croire que le mythe du grand remplacement existe, alors que scientifiquement, il est prouvé qu'il n'existe pas. À lire aussiCeuta: face à la pression des Européens, Sanchez dénonce une «violation de l'intégrité territoriale» espagnole
Alicia González repasa la actualidad centrada en la pasividad del Gobierno ante la invasión de Ceuta y Melilla por parte de Marruecos.
La presse marocaine évoque ce matin cet afflux de migrants considérable à Ceuta, mais elle n'est pas la seule. Cet afflux est aussi à la Une de la presse internationale, tant les photos et les vidéos de ces milliers d'arrivées sont spectaculaires. Le Wall Street Journal décrit ainsi ces images : « Une foule importante, composée principalement de jeunes hommes, nageant autour des digues et escaladant les clôtures pour rejoindre Ceuta, la plupart ne portant guère plus que le short et les tongs qu'ils avaient sur eux ». Certains d'entre eux crient et sautent de joie, ils lèvent les bras en l'air en signe de victoire. Leur objectif désormais : gagner le continent européen. Toutefois, certains ont péri en route : au moins 18 migrants se sont noyés selon les autorités espagnoles. En Espagne, El País parle « d'effondrement à la frontière de Ceuta » et précise que « la Garde civile et les services d'urgence, débordés, ne s'occupent que des blessés ». El Païs ajoute que « l'affluence est telle qu'il est impossible d'organiser l'accueil : les pieds et les genoux ensanglantés à force de heurter les rochers, les garçons, pour la plupart de jeunes hommes, poursuivent leur chemin pieds nus. Ils sont arrivés ». « Immigration incontrôlée » Les réactions politiques s'enchaînent. Le Wall Street Journal parle de « scènes chaotiques qui constituent un casse-tête politique pour le premier ministre espagnol socialiste Pedro Sanchez, qui s'est montré relativement indulgent envers l'immigration clandestine ». Ce qui n'est visiblement pas du goût de Giorgia Meloni, la Première ministre d'extrême droite en Italie. C'est ce que nous explique La Repubblica. « Le gouvernement italien envisage la fermeture de l'espace Schengen avec l'Espagne », assure le journal. Dans un message sur Facebook, Giorgia Meloni a notamment déclaré : « Nous ne cèderons pas d'un pouce sur l'immigration : défendre nos frontières et assurer les rapatriements, telle est la ligne de ce gouvernement ». La Première ministre italienne parle aussi « d'images choquantes » et ajoute que « l'immigration incontrôlée représente une menace pour la sécurité européenne ». À Paris, Libération précise que l'Espagne et le Maroc « vont mettre en œuvre "des mesures pour le transfert, dès que possible, de toutes les personnes entrées illégalement à Ceuta" ». Le quotidien français remarque toutefois que « cette procédure d'expulsions à chaud, (appelée push back en anglais) contrevient au droit humanitaire, qui précise que tout étranger arrivé dans un pays de l'Union européenne, doit pouvoir déposer un dossier d'asile. Dans le cas des mineurs, ajoute Libération, le pays d'accueil a, envers eux, une obligation de protection et d'éducation ». Mineurs étrangers sans avocat Autre parcours de migrants, celui des mineurs sans papiers isolés aux États-Unis… C'est un article du Washington Post qui s'inquiète du sort de ces mineurs. « Des milliers d'enfants, explique le quotidien américain, sont sur le point de perdre leur représentation légale (…) un contrat fédéral garantissant l'assistance juridique aux mineurs sans papiers vulnérables, arrive en effet à échéance, ce vendredi ». Quelles en sont les conséquences ? Selon le Washington Post, « des dizaines de milliers d'enfants arrivés aux États-Unis ces dernières années (sans leurs parents) en tant que mineurs non accompagnés, pourraient être contraints de comparaître seuls, sans avocat, devant un juge ». Le quotidien américain précise que « la plupart de ces enfants en situation irrégulière sur le territoire américain, pourraient potentiellement prétendre à l'asile ou à un visa spécial ». « Or, beaucoup d'entre eux ne maîtrisent pas l'anglais, et selon les avocats, ils risquent davantage d'être expulsés s'ils ne sont pas représentés ». Le Washington Post a interrogé Michael Lukens, directeur d'une ONG d'aide aux migrants, selon lequel « la meilleure chance pour un enfant de bénéficier d'un procès équitable, et du respect des procédures légales est d'être assisté d'un avocat. Il est évident, ajoute-t-il, que le gouvernement tente de supprimer cet élément essentiel ».
The French President, Emmanuel Macron, has promised to commit every available resource to contain the flames from the raging wildfires. In Spain, the prime minister, Pedro Sanchez, has warned of difficult times ahead with temperatures forecast to hit forty Celsius from Tuesday. Also, the United Nations body which fights AIDS has said the world risks a resurgence of the HIV epidemic due to funding cuts. President Trump has told reporters that the US is in "very deep talks with Iran" but that he would be ready for "strong military action" if diplomacy failed. In Kenya, activists launch a high-profile legal case which claims hazardous pesticides and herbicides that are meant to make farming more efficient have been harming people's health. Gianni Infantino, the head of football's world governing body, FIFA, has told critics of his handling of several high-profile controversies at the recent men's World Cup that they had missed the joy and togetherness experienced by millions of fans. And the UN cultural organisation, UNESCO, has unusually awarded World Heritage status to a battle ground: the Normandy beaches used for the D-Day landings in 1944.The Global News Podcast brings you the breaking news you need to hear, as it happens. Listen for the latest headlines and current affairs from around the world. Politics, economics, climate, business, technology, health – we cover it all with expert analysis and insight. Get the news that matters, delivered twice a day on weekdays and daily at weekends, plus special bonus episodes reacting to urgent breaking stories. Follow or subscribe now and never miss a moment. Get in touch: globalpodcast@bbc.co.uk Photo: A Military Emergencies Unit (UME) worker carries a hose during a wildfire in San Martin de Valdeiglesias, Madrid, Spain, July 26, 2026. Credit: REUTERS/Ana Beltran
Juan Pablo repasa la actualidad centrada en cómo Sánchez tras una comparecencia triunfalista inicia sus vacaciones en plena crisis por los incendios.
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he dives into today's top stories shaping America and the world. In this Monday Headline Brief of The Wright Report, Bryan breaks down President Trump's surprise pullback from an all-out war with Iran, ordering a ceasefire just days after promising a two week bombing campaign. Bryan lays out the four reasons behind Trump's decision, from dwindling US missile interceptor stockpiles to a new push for peace led by China, plus fresh violence in the Strait of Hormuz and a renewed Saudi-Houthi conflict that threaten to unravel the truce. He also covers a deadly Islamist terror attack in Germany and a wave of asylum controversies rocking the UK and Spain. Plus, Bryan covers Trump's fight with the Smithsonian over what he calls anti-American bias, a WNBA player facing death threats for defending women's sports, and a Minnesota mother's controversial conviction that raises hard questions about which battles, foreign or domestic, deserve America's attention. "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: Wright Report, Bryan Dean Wright, Iran ceasefire, Strait of Hormuz, Houthis, Saudi Arabia, China, Germany terror attack, UK asylum, Spain, Pedro Sanchez, Smithsonian, Sophie Cunningham, Shiloh Hendrix, Minnesota
Nuacht Mhall. Príomhscéalta na seachtaine, léite go mall.*Inniu an cúigiú lá is fiche de mhí Iúil. Is mise Niall Ó Siadhail. Tháinig deireadh le dhá chomórtas spóirt mór le rá Dé Domhnaigh seo caite. Sa tráthnóna, bhuaigh Luimneach Craobh Iomána na hÉireann den séú huair le naoi mbliana anuas. Bua compordach a bhí ann do Chontae an Chonartha agus agdeireadh an chluiche bhí cúl amháin agus naoi gcúilín is fiche acu in aghaidh cúl agus ocht gcúilín déag de chuid na Gaillimhe. Níor bhain Fir na dTreabh Corn Liam Mhic Cárthaigh ó bhí 2017 ann. Ina dhiaidh sin, oíche Dé Domhnaigh, imríodh cluiche ceannais Chorn an Domhain in New Jersey, agus bhí an bua ag an Spáinn den dara huair i stair na tíre. Bhí smacht láidir acu ar an chluiche,agus níor éirigh leis an Airgintín an liathróid a thabhairt dá gceannaire, Lionel Messi, a bhí ag imirt i gCorn an Domhain den uair dheireanach agus é naoi mbliana is tríocha d'aois. Ba é Kylian Mbappé a bhuaigh an Bhróg Órga, agus deich gcúl scóráilte aige le linn an chomórtais. Beidh cluiche ceannais Chraobh Peile na hÉireann ar siúl amárach, agus na curaidh reatha Ciarraí ag tabhairt aghaidh ar Mhaigh Eo.Tá na húdaráis sa Spáinn agus sa Fhrainc ag streachailt le smacht a choinneáil ar fhalscaithe atá ag scaipeadh mar gheall ar an tonn teasa san Eoraip. Bhí ar níos mó ná ceathrú milliúin duine an baile a fhágáil de bharr na dtinte, go háirithe gar do Bordeaux in iardheisceart na Fraince agus in Ávila, lastiar de Mhaidrid. D'éiligh Príomhaire na Spáinne Pedro Sanchez "Comhaontú Náisiúnta in aghaidh na hÉigeandála Comhshaoil" le dul ingleic leis an ghéarchéim. Bhí falscaí in Am Monadh Ruadh in Albain fosta, agus aslonnaíodh sráidbhaile darb ainm Nethy Bridge. Meastar nach mbeidh mórán fearthainne ann don chuid eile de mhí Iúil.Fuair buachaill óg ó Bhéal Feirste aistriú croí Dé Máirt. Tá siondróm hipeapláiseach croí clé ar Dháithí Mac Gabhann ó rugadh é sa bhliain 2016, rud a chiallaíonn nár cruthaíodh taobh clé a chroí i gceart. Chuaigh Dáithí faoi scian in Newcastle i dtuaisceart Shasana agus dúirt a athair Máirtín go bhfuil a bheola bándearg den chéad uair riamh, mar go raibh dath gorm orthu roimhe seo. Tugadh dlí úr isteach trí bliana ó shin ar a dtugtar 'Dlí Dháithí', le go mbeidh daoine ina ndeontóirí orgáin go huathoibríoch, muna bhfuil sé ráite go soiléir nár mhaith leo a bheith.*Léirithe ag Conradh na Gaeilge i Londain. Tá an script ar fáil i d'aip phodchraolta.*GLUAISContae an Chonartha - the Treaty CountyFir na dTreabh - the Tribesmenfalscaithe - wildfiresAm Monadh Ruadh - the Cairngorms (Gàidhlig na hAlban)siondróm hipeapláiseach croí clé - hypoplastic left heart syndromedeontóirí orgáin - organ donors
C'est une politique d'immigration claire et assumée qu'affiche l'Espagne. Le Premier ministre Pedro Sanchez la résume d'ailleurs de manière on ne peut plus simple. Il préfère un pays « ouvert et prospère » plutôt que « fermé et pauvre ». Deux millions d'immigrés sont arrivés légalement dans le pays en sept ans. Contribuant à 20% de la croissance du PIB. Il s'agit aussi de compenser une natalité en berne. La nouvelle réforme migratoire prévoit la régularisation de 300 000 personnes d'ici 2027. La plupart viennent d'Amérique latine. C'est le cas dans ce petit village de Castille-et-León, au nord de Madrid. L'activité de la principale entreprise céréalière et l'école ont retrouvé une nouvelle vie. C'est le reportage de notre correspondante Diane Cambon. Remettre de l'ordre à l'Assemblée nationale turque Difficile à croire en ces temps de blocage budgétaire et parlementaire, mais l'Assemblée nationale française pourrait servir de modèle, en matière de discipline. En Turquie, les autorités s'intéressent de près au règlement intérieur du palais Bourbon et à tout son échelonnage de sanctions pour mauvaise conduite… ce qui n'est pas rare dans l'hémicycle turc, Anne Andlauer. Les musiciens allemands gagnent leur procès contre l'IA Entre l'intelligence artificielle et les artistes, les contentieux se jugent désormais devant les tribunaux. C'est le cas en Allemagne où, fin juillet 2026, un procès est très attendu : il oppose le monde de la musique et une société de production de musique générée par l'IA… un procès qui suscite plus d'espoir que d'inquiétude car il y a déjà eu un précédent en Allemagne : en novembre 2025, la justice a estimé que la société américaine Open AI avait violé le droit d'auteur allemand. Une première en Europe. Les explications de Delphine Nerbollier. Les inquiétudes de la pop britannique Cette année, le Royaume-Uni a bien failli ouvrir en grand la porte aux géants de l'IA… mais face à la fronde des artistes et des syndicats de créateurs, Londres finit par reculer. En mars 2026, le gouvernement britannique a renoncé à une loi qui aurait légalisé l'entraînement des intelligences artificielles sur des œuvres protégées – chansons, paroles, enregistrements – dès lors que ces contenus étaient accessibles et que les ayants droit ne s'y étaient pas EXPLICITEMENT opposés. Les explications de Marie Billon. La chronique musique de Vincent Théval Avec le groupe de rock allemand Urlaub in Polen.
C'est une politique d'immigration claire et assumée qu'affiche l'Espagne. Le Premier ministre Pedro Sanchez la résume d'ailleurs de manière on ne peut plus simple. Il préfère un pays « ouvert et prospère » plutôt que « fermé et pauvre ». Deux millions d'immigrés sont arrivés légalement dans le pays en sept ans. Contribuant à 20% de la croissance du PIB. Il s'agit aussi de compenser une natalité en berne. La nouvelle réforme migratoire prévoit la régularisation de 300 000 personnes d'ici 2027. La plupart viennent d'Amérique latine. C'est le cas dans ce petit village de Castille-et-León, au nord de Madrid. L'activité de la principale entreprise céréalière et l'école ont retrouvé une nouvelle vie. C'est le reportage de notre correspondante Diane Cambon. Remettre de l'ordre à l'Assemblée nationale turque Difficile à croire en ces temps de blocage budgétaire et parlementaire, mais l'Assemblée nationale française pourrait servir de modèle, en matière de discipline. En Turquie, les autorités s'intéressent de près au règlement intérieur du palais Bourbon et à tout son échelonnage de sanctions pour mauvaise conduite… ce qui n'est pas rare dans l'hémicycle turc, Anne Andlauer. Les musiciens allemands gagnent leur procès contre l'IA Entre l'intelligence artificielle et les artistes, les contentieux se jugent désormais devant les tribunaux. C'est le cas en Allemagne où, fin juillet 2026, un procès est très attendu : il oppose le monde de la musique et une société de production de musique générée par l'IA… un procès qui suscite plus d'espoir que d'inquiétude car il y a déjà eu un précédent en Allemagne : en novembre 2025, la justice a estimé que la société américaine Open AI avait violé le droit d'auteur allemand. Une première en Europe. Les explications de Delphine Nerbollier. Les inquiétudes de la pop britannique Cette année, le Royaume-Uni a bien failli ouvrir en grand la porte aux géants de l'IA… mais face à la fronde des artistes et des syndicats de créateurs, Londres finit par reculer. En mars 2026, le gouvernement britannique a renoncé à une loi qui aurait légalisé l'entraînement des intelligences artificielles sur des œuvres protégées – chansons, paroles, enregistrements – dès lors que ces contenus étaient accessibles et que les ayants droit ne s'y étaient pas EXPLICITEMENT opposés. Les explications de Marie Billon. La chronique musique de Vincent Théval Avec le groupe de rock allemand Urlaub in Polen.
Rosana habla con Eduardo Inda que está en Nueva York y cuenta cómo se ha vivido la victoria de España.
Rosana Laviada analiza con Beatriz García la actualidad económica centrada en la victoria de la selección española de fútbol.
El equipo de La mañana analizan las noticias centradas en los incidentes registrados durante las celebraciones futbolísticas.
Hoy en la tertulia con Teresa Gómez, Miguel Ángel Pérez y Óscar Rivas
Domingo en La Trinchera tras el aval de Europa a la amnistía, el juicio a Begoña y la final del Mundial
Carmen Tomás analiza con Javier Santacruz e Israel García Juez el corte de luz a la gran industria por segunda vez este año.
Federico analiza con Carlos Cuesta y Tomás Cuesta cómo el Gobierno de Sánchez ha ido tomando todas las instituciones del país.
Santiago González comenta las reacciones al aval del TJUE a la ley de amnistía cuando el propio Sánchez dijo que era "claramente inconstitucional".
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Federico analiza con Alessia Putin y Julián Quirós la situación de Gibraltar.
Federico analiza cómo Sánchez ha renunciado en nombre de España a la soberanía de Gibraltar sin haberlo consultado al menos con las Cortes.
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Federico analiza con Dieter y Marhuenda analizan cómo los voceros del Gobierno están noqueados tras la condena al hermano de Pedro Sánchez.
Vanessa Vallecillo y Luis Díaz repasan los titulares del día centrados en la condena al hermano de Pedro Sánchez.
Luis Herrero analiza junto a Inocencio Arias y Cristina de la Hoz la demolición de la Verja de Gibraltar.
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Federico analiza con Beatriz García la actualidad económica centrada en el aumento de bajas por parte de los funcionarios desde la llegada de Sánchez.
Federico analiza con Rosana Laviada, Luis Herrero y Francisco Rosell las palabras de Pedro Sánchez sobre el incendio en Los Gallardos.
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Luis Herrero analiza junto a Luca Costantini y Juan Pablo Polvorinos la condena a David Sánchez.
Luis Herrero analiza la condena al hermano del presidente del Gobierno.
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Luis Herrero analiza junto a Pilar Gómez, Ana Sánchez y Raúl Vilas el último informe de la UCO.
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) TWR Special Film Project Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he covers today's top stories shaping America and the world. In this Thursday Headline Brief of The Wright Report, Bryan tracks the accelerating rise of Communist Democrats ahead of the midterms, from Kamala Harris courting NYC Mayor Zohran Mamdani to Ethiopian-born Congressional winner Melat Kiros unseating a 30-year Democrat incumbent in Colorado by running hard left and defending the 9/11 attacks on America. Bryan also covers Google co-founder Sergey Brin taking a 94% loss to exit New York real estate, the DOJ expelling a Cuban spy running a Leftist NGO, former CIA Director John Brennan filing a preemptive lawsuit ahead of his expected indictment, and egg producers settling price-fixing charges with 17 state attorneys general. On the global front, Iran's IRGC tightens its grip on negotiations as the Ayatollah's office signals resistance to any deal with the US, global shipping companies form convoys through the Strait of Hormuz, and South Africa is rocked by mass protests demanding African migrants go home. Plus, VP JD Vance takes on Pope Leo over immigration, Spain's Socialist government openly uses illegal alien amnesty as a political weapon against Catholics and conservatives, a Screwworm update warns pet owners to watch their animals, and Bryan releases a 14-minute Independence Day film tracing his family's journey west to Oregon in 1872. (Link Above) "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: Bryan Dean Wright, The Wright Report, Kamala Harris 2028, Zohran Mamdani, Communist Democrats, Melat Kiros Colorado, Diana DeGette, Sergey Brin New York real estate, John Brennan DOJ indictment, Cuban spy NGO Carlos Dominguez, egg price fixing DOJ settlement, Screwworm pets dogs, JD Vance Pope Leo immigration, Spain amnesty Pedro Sanchez, South Africa migrant protests, Strait of Hormuz shipping convoys, Iran IRGC negotiations, Ayatollah nuclear deal, Operation Epic Fury, Project Freedom, Trump midterm convention Dallas, Abdul el-Sayed Michigan, Thursday Headline Brief, Independence Day film, 250 years America