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Alan Turing, matemático británico y precursor de la informática moderna, lidera durante la Segunda Guerra Mundial el equipo de Bletchley Park. Allí descifra los complejos códigos de la máquina Enigma nazi. Enigma, con claves diarias, es un desafío formidable. Tras el descubrimiento de su mecanismo, Turing desarrolla las "bombes", máquinas que, al explotar patrones de comunicación humana, leen los mensajes enemigos. Esta inteligencia, "Ultra", acorta la guerra y salva vidas, aunque a veces exige permitir ataques menores para preservar el secreto. Turing también concibe la máquina universal, fundamento del ordenador actual, y propone el Test de Turing, que evalúa la competencia conversacional de una máquina para distinguirla de un humano. La criptografía moderna hereda su legado. Pese a su genialidad, Turing es perseguido en 1952 por su homosexualidad, sometido a castración química y pierde su autorización de seguridad. Fallece a los 41 años, probablemente por suicidio. El mundo actual, ...
Crédito y Caución presenta su último Economic Outlook, el informe de Atradius sobre la economía global, que analiza las previsiones para 2026 en un contexto marcado por tensiones geopolíticas y transformaciones tecnológicas. Vanesa Santos, responsable de comunicación de Crédito y Caución, detalla los principales hallazgos de este análisis exhaustivo.
La abogada feminista analiza las obligaciones del Estado en casos de violencia familiar, las medidas de protección para víctimas e hijos, y el debate judicial sobre si Víctor Rodríguez puede continuar su proceso en libertad.
Donald Trump ya no quiere tratar con los iraníes. Los llama mentirosos. Dice que los acuerdos no sirven. Y ayer llevó esa conclusión un paso más adelante: Estados Unidos anunció nuevos ataques, reinstaló el bloqueo naval a la navegación iraní y aseguró que Washington se convertirá en el “guardián” del Estrecho de Ormuz. Maruan Soto Antaki, analista internacional y escritor, nos habla al respecto. En otros temas: Pese al perdón de su esposa, jueza vincula a proceso al exdirector de Pemex, Víctor Rodríguez Padilla / El Mundial entra en su recta final. Unas de las rivalidades más intensas de la historia del fútbol se verán cara a cara.
Nito Abreu, apoiado pela ADI, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Ele é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato assume a sua confiança no apoio do eleitorado jovem e não só. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Nito Abreu. Nito Abreu começa por justificar a sua candidatura à Presidência da Republica. São Tomé e Príncipe, em torno, acima de tudo, de uma liderança e uma liderança nova ! Não é apenas uma liderança jovem. É uma liderança de comprometimento de alguém que de facto esteja preocupado com o país. Relativamente à minha campanha, eu optei por uma presença de terreno através de passeatas em várias localidades no país e também no exterior. Falei com milhares de militantes, milhares de são-tomenses e senti neles, de facto a necessidade de mudança. Isso eu senti. E eu creio que isso no dia 19 o povo vai decidir. O facto de São Tomé e Príncipe ter um sistema semi-presidencialista. O candidato aponta que o Presidente da República deve trabalhar fundamentalmente em estreita coordenação com o Governo. Eu, enquanto são-tomense, eu enquanto jovem, enquanto indivíduo que pensa muito sobre a realidade do país, eu não vejo o sistema como ponto dos problemas que nós temos. Eu vejo o homem: quando o homem está preocupado, está envolvido, sente-se comprometido com a causa. Independentemente do sistema, as coisas mudam. Nós temos vários países que nós podemos tomar como exemplo, que não são um sistema semi-presidencialista como o nosso: 1 ! Mas também digo que quem sabe até experimentarmos um sistema presidencialista já vivemos 30 e poucos anos, não é? 30 e poucos anos ! 35 anos num sistema semi-presidencialista também não seria mau se experimentássemos um outro ! Já tivemos presidencialismo também na Primeira República ! Mas não, não garantiu também grande grande coisa. Mas também não vou aqui criticar aquilo que foram os 15 anos. Porquê? Porque os 15 anos eu ainda lembro. Em 1990 eu ia para a escola comendo ou não comendo em casa. Eu era obrigado a comer na escola que havia as coisas a funcionar. Referi a década de 90, ainda na primeira e segunda classe. Nós tínhamos lá e às vezes acontecia duas vezes. Comíamos, até levarmos para casa. E hoje? E hoje? Essa é a grande questão ! No âmbito da política externa Nito Abreu defende uma maior aproximação com os países da região central africana e também o reforço no contexto das organizações internacionais. Eu defendo uma aproximação forte, sobretudo regional. Primeiramente, um Estado tem que ter um projecto seu interno, para depois atingir, através dos parceiros internacionais, através dos vizinhos, através das organizações, conseguir mecanismos ou meios para materializar. Eu digo qual é a característica, qual é, qual é, qual é o nosso projecto? Qual é a política externa de São Tomé hoje para termos que país tem para resultar em ações e que possivelmente conseguirá consubstanciar em desenvolvimento? Nós não temos porque temos uma governação. Temos um país à deriva e que vive com base numa governação de vulcanização. Quando há problema nós atendemos. Tapa esse furo. Quando surge outro, tapamos o outro. O que acontece ? A câmara entra em ruptura, este é o nosso Estado hoje. Por isso uma política externa forte, maior aproximação, maior conexão com as organizações de países amigos tradicionais e não só. Nito Abreu diz que a sua candidatura não se revê exclusivamente na juventude, mas em população são-tomense. A minha candidatura, ela não assenta apenas na juventude. Talvez as pessoas identificam-me mais por isso.Ainda está nessa faixa etária ! Pese embora, um indivíduo de 42 anos é um indivíduo jovem, não é? Mas as pessoas identificam-me mais como candidato jovem. O país tem 73% de jovens, no último resultado estatístico a que tive acesso. Dados estatísticos revelam que 73% da população tem menos de 30 anos, menos de 30 anos ! Se essa massa toda galvanizar, é claro que terei vitória nestas eleições. Mas, por outro lado, como disse, a minha candidatura é uma candidatura aberta, de todas as idades para todas as idades, independentemente de classe social, grupo social, seja lá quem for, porque os são-tomenses a Constituição não nos separou pela idade. Ela une-nos a todos. Este é o meu propósito. Para o candidato Nito Abreu, a fragmentação do ADI, o partido que o apoia não o intimida. O ADI tem um grupinho, muito ínfimo, que decidiu ou pensou que de facto poderia usurpar o partido, mas como já disseram, o partido não é aparelho, não é sigla, é mais do que isso. Os militantes da ADI conhecem-se e sabem o que é que é. Hoje o ADI é visto, as pessoas sabem quem é o ADI. Ninguém levou 5 ou 10% no ADI. Não foi a nenhum lugar ! E ninguém levou 10% dali para nenhum lugar. Esperava-se que o ADI fosse dividido, talvez 50 por 40 ou 30% e apoiar uma outra candidatura. O ADI não moveu, o ADI, assumiu a minha candidatura. Está em torno disto. Mas a minha candidatura continua, com base numa estratégia que todos já conhecem: aproximação, contacto com a militância sem acusação, sem envolvimento, com base em violência. Porquê que digo isto? Porque tem havido actos de violência contra a presença dos que me apoiam. Nito Abreu é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, marcadas para o dia 19 de Julho.
Las negociaciones entre EE.UU. e Irán para alcanzar un acuerdo de paz permanente continúan, según un funcionario estadounidense, pese a dos días de enfrentamientos que amenazaron el alto el fuego; SK Hynix comprueba que la demanda por productores de chips sigue fuerte; y Fabiola Zerpa, periodista de Bloomberg News, explica cuales son las empresas que buscan reactivar la industria petrolera venezolana. Daybreak América Latina, las noticias diarias de mercados del mundo y la región, de lunes a viernes.Newsletter Cinco cosas: https://bloom.bg/42Gu4pGLinkedin: https://www.linkedin.com/company/bloomberg-en-espanol/Youtube: https://www.youtube.com/BloombergEspanolWhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFVFoWKAwEg9Fdhml1lTikTok: https://www.tiktok.com/@bloombergenespanolX: https://twitter.com/BBGenEspanolProducción: Ivana Bargués, Paola Vega Torre y Eduardo ThomsonSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Estados Unidos ha sido el país que más ayuda económica y operativa ha aportado ante la emergencia que enfrenta Venezuela tras el doble sismo. Pese a ello, su actuación despierta dudas y no escapa a las críticas.
⚢ Le Café des Femmes de l'E-Commerce, c'est le podcast qui donne enfin la parole aux femmes du digital, de la tech, du retail : bref, des femmes qui font du e-commerce et qui osent se livrer, partager, émouvoir et surtout apporter un éclairage différent sur la startup nation, les internets et les licornes. Dans cet épisode, on parle d'une question qui dépasse largement le marketing : qui décide vraiment de nos achats ?Pendant longtemps, les marques ont cherché à comprendre leurs consommateurs en leur posant des questions. Aujourd'hui, les algorithmes analysent nos comportements, les intelligences artificielles recommandent des produits, et demain, elles pourraient même acheter à notre place. Mon invitée est Candice François, docteure en neurosciences et cofondatrice d'Igonogo, une DeepTech française qui aide les entreprises à mieux comprendre les émotions et les mécanismes invisibles qui influencent nos décisions.Après plusieurs années de recherche et un doctorat consacré aux comportements humains, Candice a fait un pari audacieux : rendre les neurosciences accessibles aux entreprises pour les aider à concevoir de meilleurs produits, de meilleures expériences… et, finalement, de meilleures marques.Avec Candice, on parle sans filtre de :• Ce que les neurosciences révèlent sur nos émotions, nos biais cognitifs et notre cerveau• Pourquoi TikTok, Netflix ou Spotify semblent parfois mieux nous connaître que nous-mêmes• Ce qui différencie une marque performante d'une marque véritablement désirable• Le commerce agentique : que se passera-t-il lorsque des intelligences artificielles feront nos achats à notre place ?➡️ Les algorithmes nous connaissent-ils mieux que nous-mêmes ?, c'est l'épisode 34 du Café des Femmes de l'E-Commerce, avec Candice François.
La líder de la ultraderecha francesa, Marine Le Pen, anunció que se presentará como candidata en las elecciones presidenciales de 2027, a pesar de la condena del Tribunal de Apelación de París. Sobre el futuro político de Le Pen, en particular sus opciones de ganar esas elecciones haciendo campaña con un brazalete electrónico, entrevistamos a Emiliano Grossman, profesor de Ciencias Políticas. Marine Le Pen confirmó este martes que liderará a una extrema derecha en posición de fuerza en la elección presidencial de Francia en 2027, pese a que una condena por malversación le impuso el uso de un brazalete electrónico durante un año. La condena del Tribunal de Apelación de París en su contra cierra un largo proceso judicial de 10 diez años con una sentencia clara: la líder de la extrema derecha francesa ha sido reconocida culpable de malversación de fondos públicos en el caso de los falsos asistentes parlamentarios europeos. El Tribunal de Apelación de París le ha impuesto a Le Pen 15 meses de inhabilitación para ejercer cargos públicos y un año de brazalete electrónico. Una condena que, sin embargo, no le impide presentarse a las elecciones presidenciales de 2027. Y así lo ha confirmado ella misma, reiterando su intención de ser candidata presidencial en esos comicios. Le Pen no da por cerrado el caso y anunció que recurrirá la sentencia ante la Corte de Casación, la última instancia judicial en Francia. Pero ¿qué implica este recurso y qué posibilidades tiene de modificar la decisión? “Ella podría pedir una disminución de esa pena, lo que se otorga bastante fácilmente. Podría bajar la condena de 12 a 6 meses. En ese caso, en realidad, para la mayor parte de la campaña estaría ya liberada también del brazalete”, explica Emiliano Grossman. El caso de los falsos asistentes parlamentarios se remonta a la etapa en la que el partido todavía se llamaba Frente Nacional y estaba bajo el liderazgo de su padre, Jean-Marie Le Pen. Ella no habría creado ese sistema, pero los tribunales consideran que lo heredó y lo mantuvo cuando la dirección pasó a sus manos. Marine Le Pen abre así el camino para convertirse, oficialmente, en la primera candidata a unas elecciones presidenciales francesas con brazalete electrónico. Francia ya ha conocido casos de dirigentes políticos afectados por decisiones judiciales similares, recuerda el profesor de Ciencias Políticas. “Tenemos el caso de Nicolas Sarkozy, que tenía muchas causas pendientes y participó en la última campaña electoral, aunque no pasó las primarias de la derecha. En ese sentido, yo pienso que la evolución de enjuiciar a nuestros candidatos o nuestros expresidentes es una tendencia general que se observa también en muchos otros países occidentales en los últimos 20 o 30 años. Esto no tiene tanto que ver con el hecho de que la clase política se volvió más corrupta. Yo pienso, más bien, que la exigencia hacia la clase política aumentó muchísimo y cosas que eran aceptables hace 10 o 15 años atrás hoy ya no lo son. Hay un problema de, digamos, puesta al día por parte de la clase política, que finalmente continúa con prácticas que eran aceptables en otra época, pero que hoy claramente ya no lo son”. La extrema derecha, favorita en los sondeos para las elecciones de 2027, espera hacerse con el Palacio del Elíseo.
El proceso de negociación es frágil y los recientes ataques estadounidenses demuestran lo difícil que será llegar a un acuerdo, escribe Jeremy Bowen, editor internacional de la BBC.
La película El Nadador (1968) presenta a un Burt Lancaster en plenitud física interpretando a un hombre de mediana edad que decide "nadar hasta su casa" atravesando la serie de piscinas construidas en los chalets de sus adinerados vecinos en los suburbios de Nueva York. Lo que comienza como una premisa narrativa sencilla se convierte en un profundo estudio psicológico sobre el narcisismo y la fragilidad mental, donde el espectador descubre gradualmente que la visión idílica que el protagonista tiene de su vida está completamente separada de la realidad. El productor José Egea destaca que la cinta, iniciada por Frank Perry y finalizada por Sydney Pollack, utiliza una fotografía magnífica y recursos sonoros inmersivos —incluyendo planos desenfocados y sonidos que nos introducen en la cabeza del personaje— para narrar un viaje a través de la inestabilidad emocional de un hombre visiblemente enfermo. Pese a tener un ritmo distinto al cine actual, la obra mantiene una gran fuerza interior gracias a un guion que prioriza las emociones contenidas y las verdades no dichas sobre la acción convencional.
El secretario de Economía, Marcelo Ebrard, aclaró la situación actual de la relación comercial con Estados Unidos tras la negativa del gobierno de Donald Trump para renovar de forma automática el Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá (TMEC) hasta el año 2042. Pese a la incertidumbre generada en los mercados, el funcionario federal lanzó un mensaje de certidumbre y reveló que se activará un mecanismo de revisiones anuales para ajustar las diferencias operativas entre ambas naciones.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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SUMMARY DEL SHOW Futuros ligeramente a la baja este miércoles arrancando julio, con el mercado esperando comentarios de Kevin Warsh en el BCE y una agenda económica cargada antes del reporte de empleo del jueves. $NKE reportó por encima del consenso pero cayó en afterhours, con ventas bajando en casi todas las regiones y China cayendo 12% interanual, señal de que el plan de recuperación todavía no se traduce en crecimiento real. El Departamento de Energía declaró emergencia eléctrica para la red PJM ante una ola de calor extremo, impulsando a utilities de la región, mientras NASA otorga cerca de $600M en contratos lunares a empresas espaciales privadas.
El mercado de las criptomonedas vuelve a situarse en el centro de la actualidad empresarial tras la suspensión de la actividad de Binance en la Unión Europea. La medida supone un importante revés para la plataforma, que cuenta con una amplia base de usuarios en el continente. Aunque no existen cifras oficiales, distintas estimaciones apuntan a que alrededor de 40 millones de europeos utilizan sus servicios, de los cuales unos 500.000 se encuentran en España. Según datos de CryptoQuant, las operaciones realizadas desde Europa representan aproximadamente el 1 % del mercado spot de Binance. La decisión se hace efectiva después de que los reguladores de Grecia retiraran la licencia MiCA de la compañía, el marco regulador que permite operar con criptoactivos dentro de la Unión Europea. Pese a este contratiempo, la empresa asegura que no abandonará el mercado europeo. En declaraciones concedidas a Reuters, Gillian Lynch, directora de Binance para Europa y Reino Unido, afirmó que la compañía continúa trabajando para recuperar su posición en la región. Entre las alternativas que estudia se encuentra renovar la autorización en Grecia o trasladar parte de sus operaciones a otros países con una regulación más favorable para el sector, como Letonia o Irlanda. Ambos destinos ofrecen ventajas fiscales y procesos administrativos más ágiles, factores que podrían facilitar el regreso de la plataforma al mercado comunitario. La retirada de la licencia está relacionada con preocupaciones sobre la prevención del blanqueo de capitales, la complejidad de la estructura internacional de la empresa y una gestión del riesgo considerada insuficiente por los reguladores. No obstante, Binance sostiene que ha reforzado de forma significativa sus mecanismos de control. Lynch explicó que la compañía ha incrementado su inversión en cumplimiento normativo y que actualmente cuenta con cerca de 1.500 empleados dedicados exclusivamente a supervisar estas tareas y garantizar el cumplimiento de las exigencias regulatorias. Los problemas de Binance no se limitan a Europa. En 2023, las autoridades estadounidenses investigaron a la plataforma tras detectar que organizaciones terroristas como Hamás, Estado Islámico y Al Qaeda habían utilizado el servicio para realizar más de un millón de transacciones. Ese mismo año, su fundador y entonces consejero delegado, Changpeng Zhao, aceptó el pago de una multa superior a 4.000 millones de dólares por incumplimientos relacionados con la normativa contra el blanqueo de dinero y la regulación financiera. Además, fue condenado a cuatro meses de prisión, en uno de los casos más relevantes que ha afrontado la industria de los criptoactivos.
Encuentras un magnífico escenario para los viajes y desplazamientos hacia otras localidades, pero también para reforzar procesos de capacitación y estudio. Las relaciones con tus allegados y seres queridos se fortalecen, por lo que debes aprovechar este tiempo para definir nuevas reglas del juego. Pese a las presiones, necesitas mantener la calma.Tu actitud ideal: receptiva.Las decisiones que tomes: exigen contemplar al otro.Lo inminente para ti: aprender.Lo que parte de ti: nutre a los demás.Lo que llega a tu vida: te abruma.Quien llega a tu vida: te cuestiona.
Te has dado cuenta de que los coches actuales corren más que nunca, pero nos dicen menos que nunca? El sonido siempre ha sido el lenguaje de nuestros motores, su forma de hablarnos y de transmitirnos emociones; y sin embargo, hoy se han vuelto casi mudos. Ese rugido mecánico que antes nos ponía los pelos de punta ha sido ahogado por montañas de material aislante, taponado por normativas o, lo que es peor, sustituido por una mentira digital que sale por los altavoces del habitáculo. En este vídeo repasamos cómo la industria, las leyes y la física se han aliado para silenciar la música que más nos gusta: la de un buen motor de combustión. De la explosión libre al lenguaje del motor A principios del siglo XX, cuando los primeros coches empezaron a sustituir a los caballos, el estruendo era una consecuencia inevitable. Cada explosión en esos enormes cilindros salía casi libre a la atmósfera. Pero los conductores y mecánicos pronto descubrieron algo fascinante: el sonido era un cuadro de mandos acústico inigualable. Los conductores de marcas como Bugatti o Hispano-Suiza no miraban delicados cuentarrevoluciones; solo necesitaban afinar su oído. El motor les decía con total honestidad cuándo el avance del encendido estaba en su punto, cuándo la mezcla de combustible era pobre o si el bloque pedía a gritos una marcha superior. Con el paso de las décadas, marcas de lujo como Rolls-Royce entendieron que el ruido rudo era "sucio", pero el sonido refinado otorgaba prestigio. Comenzaron a diseñar silenciadores complejos, cajas de espejos acústicos donde las ondas se anulaban mediante interferencia destructiva. Buscaban un poder contundente, pero envuelto en el sonido de un susurro rítmico. La era dorada y la "castración" del turbo Los años dorados del sonido automovilístico llegaron en los 50 y 60 con la era de la aspiración natural. Coches míticos como el Ferrari 250 GTO o los Alfa Romeo con motor Bialbero sonaban a gloria porque no había nada que interrumpiera la conexión directa entre la explosión y nuestro tímpano. Marcas como Maserati llegaron a colaborar con músicos expertos en instrumentos de viento para afinar sus escapes, buscando que los armónicos del motor emularan acordes mayores perfectos. Sin embargo, a partir de los 70 y 80, apareció el primer "enemigo" acústico de esta melodía: el turbocompresor. Aunque a nivel prestacional es una maravilla de la técnica, un turbo es, por definición, una gran obstrucción en la salida del escape. Al aprovechar la energía de los gases, la turbina "pica" y aplana las ondas sonoras, resultando en un sonido muchísimo más sordo y con menos matices. A esta pérdida de pureza se sumaron normativas anticontaminación y de ruido cada vez más estrictas. Pasamos de permitir casi 90 decibelios en los años 50 a los límites actuales, lo que ha obligado a los fabricantes a llenar los tubos de escape con catalizadores, filtros de partículas y enormes silenciadores que actúan como dolorosos tapones musicales. La era del engaño: Altavoces y teatro mecánico Llegados al siglo XXI, con el downsizing (motores más pequeños) y las extremas medidas de insonorización, la industria se enfrentó a un dilema: desde dentro, el coche suena a máquina de coser. ¿La solución? El maquillaje sonoro digital. Marcas como BMW implementaron sistemas como el Active Sound Design, que lee las revoluciones del motor y reproduce una pista de audio por los altavoces del habitáculo, como si el coche estuviera haciendo playback. Otros optaron por vibradores enganchados al chasis o por tubos acústicos que filtran el ruido hacia el interior. Incluso los espectaculares petardeos de escape ("pops and bangs") que hoy escuchamos en muchos deportivos modernos ya no son el resultado natural de una mezcla de gasolina desajustada; están programados a propósito en la centralita electrónica, inyectando combustible extra solo para hacer "teatro mecánico". Aunque aún hay excepciones sublimes donde la ingeniería acústica se eleva a obra de arte —como el espectacular Lexus LFA y su V10 afinado por la división de instrumentos de Yamaha—, la tendencia general apunta hacia el silencio de la movilidad eléctrica y el diseño de sonido por ordenador. Pese a todo, nuestros oídos siempre sabrán distinguir la vibración real de un cigüeñal a 8.000 vueltas de un vulgar archivo de audio reproducido por altavoces.
Pese a los testimonios desgarradores de familias que escuchan gritos bajo las toneladas de concreto, el funcionario enfatizó que "son lo último que se pierde, la esperanza". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Venezuela declara la emergencia nacional tras sufrir un devastador doble terremoto que deja al menos 32 muertos, 700 heridos y masivos derrumbes en Caracas y La Guaira. En España, la actualidad política está marcada por un informe de la UDEF que señala al expresidente Zapatero por cobrar 200.000 euros para mediar ante el Gobierno de Bolivia utilizando a su secretaria. Su entorno defiende la legalidad de estos trabajos y los desvincula por completo de la investigación judicial por el rescate de Plus Ultra. Este escándalo y la condena de 24 años de cárcel a José Luis Ábalos centraron la tensa comparecencia parlamentaria del presidente Pedro Sánchez. Pese a la presión por la ristra de casos judiciales que salpican a su Ejecutivo, Sánchez dejó claro en el Congreso que piensa agotar la legislatura hasta 2027.
A comienzos de la década del 50, el binomio artístico-sentimental de Ingrid Bergman y Roberto Rossellini estaba plenamente consolidado. Pese al escándalo en Hollywood, a la mala prensa en Italia y la excomunión del Vaticano a ambos, el dúo se lanzó a explorar un terreno totalmente nuevo en la historia del audiovisual: el drama sicólogico existencial. Hijo directo de la inmensa crisis social y personal gatillada tras la posguerra, este nuevo tipo de filme indagaba en el trayecto social y espiritual de personajes sometidos a tensiones imposibles. Se trataba, en esencia, de un viaje interior que bebía de raíces melodramáticas, pero que superaba con mucho las convenciones del cine de género. En cierta forma, se trataba del origen de lo que alguna vez se conoció como cine arte, cine de autor o cine ensayo. La primera muestra de algo que más tarde desarrollarían multitud de cineastas, artistas como Bresson, Bergman, Fellini, Antonioni, Erice, Wenders, Kiarostami, Kieslowski y un largo listado que llega hasta nuestros días. Incluso así, y dicho todo lo anterior, Europa '51 todavía sorprende al narrar la historia de una mujer de clase alta quien, tras la muerte de su hijo, comienza a ver el mundo de una forma que nadie, ni siquiera sus más cercanos, pueden compartir. Es como si, de un momento a otro, el velo que tiene sobre los ojos se descorriese y comenzara a ver el mundo en términos totalmente espirituales, sin concesión alguna. Sobre esa situación imposible, sobre este logro artístico absoluto, sde discute en este podcast.
¿Pensabas que la historia de los coches híbridos comenzó con el Toyota Prius? ¿O que el motor de gasolina siempre tiene que mover las ruedas de tu coche para que funcione? Si es así, prepárate para cambiar tu forma de ver la mecánica. En este vídeo analizamos a fondo el "híbrido en serie", un sistema que funciona completamente al revés de lo que estamos acostumbrados y que, para muchos expertos, es la mejor opción de movilidad actual. El concepto: Un híbrido diseñado "al revés" Cuando pensamos en un híbrido, solemos imaginar el sistema clásico (en paralelo o combinado). En él, un motor térmico de ciclo Atkinson trabaja de forma conjunta con un motor eléctrico mediante un complejo engranaje planetario. El híbrido en serie toma un camino radicalmente distinto: aquí el motor de combustión no tiene ninguna conexión mecánica con las ruedas. Cero. Su única función en esta vida es actuar como un generador estacionario. Al repostar, echas gasolina de la forma habitual; el motor térmico la quema de forma eficiente exclusivamente para producir electricidad. Esa energía alimenta una batería o va directamente al motor eléctrico, que es el único encargado de mover el vehículo. El resultado es que disfrutas de la suavidad, el silencio y la inmediatez de un coche 100% eléctrico, pero con la facilidad de repostaje y la tranquilidad de la gasolina. Una innovación con más de un siglo de historia Aunque parezca una tecnología vanguardista del siglo XXI, el híbrido en serie nació en la Exposición Universal de París del año 1900. En unas calles dominadas por el carbón y los caballos, un joven y brillante ingeniero llamado Ferdinand Porsche sorprendió al mundo. Refugio en alta mar y en las vías férreas Pese a este prometedor inicio, el invento del motor de arranque eléctrico en 1912 y la producción en masa del Ford Model T abarataron los motores de gasolina puros, y el coche híbrido en serie desapareció de las calles. Sin embargo, no desapareció del mundo; sobrevivió en aplicaciones donde se necesitaba un par motor máximo desde cero revoluciones y una fiabilidad extrema. Durante las dos Guerras Mundiales, los enormes motores diésel de los submarinos no movían las hélices cuando estaban en superficie, sino que hacían girar generadores para cargar toneladas de baterías; bajo el agua, los motores eléctricos tomaban el relevo. Poco después, este mismo sistema conquistó las vías férreas. Cronología de un regreso anunciado Con el tiempo, la industria del automóvil redescubrió el potencial del híbrido en serie: -1900: Lohner-Porsche Semper Vivus, el origen absoluto del sistema. -1969: General Motors XP-883, un prototipo pionero surgido frente a los primeros temores por la contaminación urbana. -2010: Opel Ampera y Chevrolet Volt, que resucitaron el concepto moderno vendiéndose bajo la etiqueta de "eléctricos de autonomía extendida". 2013: BMW i3 REx, un urbano de fibra de carbono que escondía un pequeño motor bicilíndrico en el maletero dedicado solo a mantener la carga de la batería. -2016: Nissan Note e-Power, un éxito masivo en Japón al democratizar la conducción eléctrica sin necesidad de equipar baterías enormes. -2023: Mazda MX-30 e-Skyactiv R-EV, que trajo de vuelta el motor rotativo Wankel, utilizándolo como un generador compacto, ligero y libre de vibraciones. La física: Luces y sombras La gran ventaja de este sistema es la tremenda eficiencia del motor estacionario. Al no tener que subir y bajar constantemente de revoluciones para adaptarse al tráfico, el motor térmico se enciende y se queda en su "zona dulce" de máxima eficiencia. Gracias a esto, sistemas como el e-Power de Nissan logran un asombroso 50% de eficiencia térmica, una auténtica barbaridad frente al 40% que rara vez supera un motor tradicional de calle. El rey indiscutible de la ciudad Sin embargo, el panorama cambia drásticamente en el entorno urbano y periurbano. En nuestra rutina de atascos, supermercados, colegios, semáforos y rotondas, el híbrido en serie arrasa sin piedad. Como el motor eléctrico entrega todo su enorme empuje desde cero revoluciones, la respuesta es instantánea y vigorosa, sin los retrasos de un turbo ni los tirones de una caja de cambios reduciendo marchas. Tienes en tus manos la experiencia premium de un vehículo de alta gama 100% eléctrico, pero con la tranquilidad incalculable de poder llenar el depósito de gasolina en cualquier estación de servicio en apenas dos minutos. En conclusión, el híbrido en serie es un aplastante triunfo de la técnica y la cabezonería humana. Una solución centenaria reinventada con maestría que nos demuestra que el viejo y querido motor de combustión interna, aunque ahora trabaje como actor secundario, todavía tiene muchísimo que decir en la historia del automóvil.
Nieves Concostrina cuenta cómo Manuel de Falla se marchó a Argentina en 1939 huyendo de una España franquista opresiva y violenta para la cultura y las libertades. Pese a que rechazó regresar en vida y detestaba la pompa, tras su muerte en 1946 su cadáver fue repatriado por la dictadura y enterrado con grandes homenajes en la catedral de Cádiz, junto al franquista José María Pemán.
Nieves Concostrina cuenta cómo Manuel de Falla se marchó a Argentina en 1939 huyendo de una España franquista opresiva y violenta para la cultura y las libertades. Pese a que rechazó regresar en vida y detestaba la pompa, tras su muerte en 1946 su cadáver fue repatriado por la dictadura y enterrado con grandes homenajes en la catedral de Cádiz, junto al franquista José María Pemán.
Nieves Concostrina cuenta cómo Manuel de Falla se marchó a Argentina en 1939 huyendo de una España franquista opresiva y violenta para la cultura y las libertades. Pese a que rechazó regresar en vida y detestaba la pompa, tras su muerte en 1946 su cadáver fue repatriado por la dictadura y enterrado con grandes homenajes en la catedral de Cádiz, junto al franquista José María Pemán.
Netanyahu ha dicho que no se siente interpelado, ni vinculado al memorando de entendimiento que han negociado EEUU e Irán para poner
Pese a derrota, buena presentación de Curazao. ¡Gran partido Países Bajos-Japón!: david pérezEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Trabajas 10, 12 o 15 horas al día y tu negocio no avanza. No es un problema de esfuerzo. Es un problema de no saber dónde poner ese esfuerzo.En este episodio, Evaristo y Alberto analizan, área por área, qué puede estar fallando en tu negocio: desde el mensaje que lanzas al mercado hasta cómo cierras una venta o consigues que un cliente siga contigo meses después de empezar. Con ejemplos concretos y aplicable desde hoy mismo.
Boletín de noticias viernes 12/06/2026: Irán niega acuerdo final de paz con EE.UU. La dimisión del ministro de Defensa británico levanta dudas sobre el pacto AUKUS. México arranca el Mundial con victoria y protestas por los desaparecidos.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíEn redes: síguenos en Facebook e Instagram.
Turismo y migración están ampliamente ligados en las Islas Canarias, escenario de la visita del papa León XIV que termina este viernes. El sector es el principal motor económico del archipiélago. Pese a las objeciones de que la llegada ilegal de migrantes en embarcaciones desde África supone un golpe a la imagen y al turismo de las islas, lo cierto es que el sector no podría sobrevivir sin los extranjeros. Desde las Palmas de Gran Canaria Las playas y el buen clima de las Canarias atrajeron en 2025 a casi cinco millones de visitantes… Una cifra que hace que el turismo sea la piedra angular de la economía de las islas, generando uno de cada cuatro empleos. Leer tambiénEl papa pide más solidaridad hacia los migrantes en el último día de su visita a Canarias Necesidad de mano de obra extranjera Sin embargo, las robustas cifras económicas esconden un dato: la necesidad de la migración. Uno de cada cuatro trabajadores del sector es extranjero. Leer también“No sabes si vas a sobrevivir”: La Ruta del Atlántico, travesía migratoria letal hacia las Canarias Pese a las políticas antinmigración que defienden partidos como la formación de extrema derecha Vox, José Mañaricua, presidente de la Federación de Empresarios de Hostelería en las Palmas, defiende que los migrantes son fundamentales. "Lo que pasa es que estamos en una situación donde se mezcla todo, ideas políticas intentando entrar en la economía, cuando realmente hay que ver la realidad, ver como España va a necesitar en los próximos años mano de obra. Una población envejecida, con jóvenes europeos y españoles y canarios que no quieren trabajar en el sector servicios, y donde la mano de obra migrante va a sustituir a esas personas que se van a jubilar en los próximos años, y van a suponer mayor riqueza para nuestros países", explica. Leer tambiénEl papa León XIV afirma que "todos, de algún modo, somos migrantes" al terminar su visita a España Lucha por mejores condiciones Entre esos trabajadores migrantes se encuentra Marcia Díaz, chilena llegada a las Canarias hace 27 años. Empezó a trabajar de manera irregular, hasta que logró la documentación. Supera las dos décadas de experiencia como camarera de piso en hoteles. Marcia no solo defiende la necesidad de los trabajadores migrantes, sino que además es portavoz en las Canarias de la asociación Las Kelys, diminutivo de “Las que limpian”, que se bate para que este grupo, formado principalmente por mujeres extranjeras, tenga mejores condiciones laborales. Leer tambiénMigrar hacia Canarias: La vida en el limbo de un centro de acogida "La mayoría son mujeres migrantes, muchas, bastante sudamericanas, y muchas compañeras africanas también tenemos. La asociación ya se había creado en el 2014, mediante un grupo de Facebook, por las mismas razones que estamos hablando, por las injusticias que se estaban cometiendo en los hoteles, en la hostelería, que las camareras de piso somos en la parte estructural de un hotel. Un hotel vende camas limpias. Entonces nuestro trabajo es esencial. Tenemos algo dentro de nosotras que es como un fuego que tiene esa necesidad de prosperar, de salir adelante, de no volver atrás a lo que estábamos pasando en nuestros países", afirma.
́ , , , Pese a ser offseason en College, el caso que ha involucrado al quarterback de Texas Tech Brendan Sorsby ha trastocado todo el mundo de la NCAA y amenaza con hacer desaparecer el sistema colegial tal y como lo conocemos. Lo analizamos todo con Guillaume Boyer y Alvaro Fraile, expertos en la materia. Twitter: @ElCapologist Twitch: https://www.twitch.tv/elcapologist Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=br4bwIXvCjE&;;;;t=811s
Sheinbaum anuncia consulta con maestros para agosto ISSSTE expone propuestas educativas y de pensión a la CNTE ¿Sabías que ninguna selección ha ganado tres campeonatos seguidos? Más información en nuestro podcast#grc
¿Cómo llegó Perú a esta instancia en materia de crecimiento? ¿En qué medida la inestabilidad política del último decenio ha pesado —o no— sobre la actividad? ¿Qué fortalezas y qué pendientes tiene la economía peruana? Análisis del economista Alejandro Vallcorba.
Pese a las fuertes caídas registradas en algunas sesiones recientes, Franco Machiavelli recuerda que el contexto sigue siendo claramente alcista: desde los mínimos marcados tras el inicio de la guerra, el S&P 500 acumula una subida cercana al 21% y, hasta ahora, la mayor corrección apenas había alcanzado el 2,4%. Macchiavelli considera que el actual retroceso responde más a una recogida de beneficios que a un deterioro real de los mercados. De hecho, señala que indicadores como el S&P 500 equiponderado siguen mostrando fortaleza, mientras que el dólar, aunque ha repuntado en las últimas semanas, continúa moviéndose dentro de un amplio rango lateral sin dispararse. Tampoco los rendimientos de los bonos han mantenido la presión alcista de semanas anteriores. Además, el petróleo sigue aportando tranquilidad. Aunque la volatilidad geopolítica continúa presente, el crudo no se ha disparado y se mantiene más cerca de los mínimos que de los máximos registrados durante el periodo de conflicto, lo que ayuda a contener el nerviosismo de los inversores. En este contexto, el principal foco de la semana está en el Banco Central Europeo. El mercado da prácticamente por descontada una subida de tipos de 25 puntos básicos, por lo que la atención estará centrada en el mensaje de la institución y en las posibles pistas sobre los próximos movimientos de política monetaria. La otra gran protagonista es SpaceX. Machiavelli considera que la valoración de la compañía es "completamente desorbitada", llegando a cotizar en torno a cien veces ventas pese a que algunas de sus divisiones continúan generando pérdidas. Sin embargo, cree que esa sobrevaloración no impedirá que la acción suba inicialmente debido al enorme interés inversor, al reducido porcentaje de acciones disponibles para cotizar y a los importantes flujos de capital que previsiblemente recibirá. A corto plazo se muestra moderadamente optimista con la evolución bursátil de SpaceX, aunque advierte de que acudir a una OPV siempre implica riesgos importantes. Por ello, prefiere esperar a que finalice el periodo de bloqueo de acciones previsto para diciembre antes de valorar una entrada, recordando que incluso compañías de gran calidad como Meta sufrieron fuertes correcciones tras su debut bursátil antes de consolidar su crecimiento.
El pasado 1 de junio un tribunal de Southampton condenó a Vickrum Digwa a cadena perpetua con un mínimo de 21 años por el asesinato de Henry Nowak, un estudiante de 18 años. En principio se trataba de un suceso local, pero pronto se convirtió en una crisis de ámbito nacional que se ha seguido incluso en el extranjero. La diferencia la hizo el vídeo de las cámaras corporales de los agentes de policía, difundido a finales de mayo en el que se ve a Nowak ya apuñalado y agonizante, esposado por la policía mientras suplicaba ayuda. Los hechos ocurrieron la noche del 3 de diciembre del año pasado en una zona residencial de Southampton. Nowak regresaba a su residencia de estudiantes tras salir con unos amigos cuando se cruzó con Digwa, un sij británico de 23 años. Tras un forcejeo por el teléfono de la víctima, durante el cual cayó el turbante del acusado, Digwa sacó un cuchillo de 21 centímetros y le apuñaló repetidas veces. Cuando llegaron los agentes, Digwa alegó haber sido víctima de una agresión racista, los policías, dando crédito a lo que les contaba, esposaron a la víctima, que murió poco después como consecuencia de las heridas. En la grabación se escucha como uno de los agentes duda de que Nowak haya sido apuñalado, lo que ha puesto a la policía del condado de Hampshire contra las cuerdas. La Oficina Independiente para la Conducta Policial investiga en estos momentos el caso. El vídeo no tardó en convertirse en munición política. Keir Starmer lo calificó de horrible, Nigel Farage, por su parte, denunció que la policía en el Reino Unido tiene dos raseros y prejuicios contra los blancos. Entró entonces Elon Musk desde Estados Unidos, dijo que el comportamiento de los agentes fue repugnante y dio su apoyo a Rupert Lowe, candidato de un partido de derecha identitaria recién fundado llamado Restore Britain. Pese a que la familia pidió que la muerte no se usase para dividir a la sociedad, la polémica saltó a la calle y se convocaron manifestaciones en Southampton que derivaron en disturbios. El fondo de este asunto no es tanto el crimen en sí como la existencia de un doble rasero policial que favorece a las minorías. Los datos oficiales apuntan en sentido contrario, ya que los negros sufren muchos más registros callejeros y mayor uso de la fuerza por parte de la policía. El debate ha entrado también en la cuestión de ciertos privilegios que tiene la comunidad sij, como el de poder llevar por la calle unas dagas ceremoniales llamadas kirpan. El asesinato de Nowak, de hecho, se perpetró con uno de ellos. Cuando estaba empezando a recobrarse la calma en el sur de Inglaterra un ataque este lunes en Belfast encendió de nuevo la mecha. Un hombre llamado Stephen Ogilvie resultó gravemente herido en un ataque atribuido a Hadi Alodid, un solicitante de asilo sudanés. La respuesta en Irlanda ha sido mucho más violenta. Los manifestantes han incendiado un autobús y varias viviendas, los disturbios se han extendido además a Escocia. Musk se apuntó de nuevo a calentar el ambiente desde X. Ambos casos han dejado al descubierto las costuras de la sociedad británica, cada bando ve el mismo vídeo de manera distinta. Unos ven un error policial, mientras que los otros ven la demostración de que la policía es racista, pero contra los blancos. La pregunta que queda abierta es si las instituciones podrán procesar estas tragedias sin convertir cada una en una nueva línea de fractura que termine por romper la sociedad británica. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:51 Gran Bretaña en llamas 35:56 ¿Qué hará Sánchez? 43:15 ¿Huelga de profesores politizada? 46:53 Aldo Mariátegui · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #reinounido #henrynowak Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Miguel Méndez analiza un mercado centrado en la situación del oro, al que parece que no le está afectando el contexto geopolítico. También atentos al dato de IPC en EEUU y a la salida de Space X a bolsa. El metal precioso ha perdido los 4.200 dólares y atraviesa una fase correctiva, sin que el tradicional efecto refugio esté teniendo impacto en su cotización. Según Miguel Méndez, la zona comprendida entre los 3.800 y los 3.900 dólares podría convertirse en una oportunidad para acumular posiciones. A corto plazo considera más probable que las caídas continúen. Aun así, mantiene una visión positiva para el medio plazo, con un potencial que podría llevar al oro hacia los 6.000 dólares. Méndez pone el foco también en los fuertes movimientos registrados en los mercados antes de los ataques de Estados Unidos sobre Irán, sugiriendo que algunos participantes podrían haber contado con información anticipada. En su opinión, episodios como estos vuelven a alimentar las dudas sobre el grado de manipulación existente en determinados tramos del mercado. Señala que el mercado está manipulado y que “alguien se está aprovechando y sabía que se iban a producir ataques por parte de EEUU a Irán” Mientras tanto, la atención de los inversores se concentra en el dato de inflación estadounidense que se publica hoy. Méndez espera una reacción positiva de las bolsas tras el IPC, en un contexto en el que la tecnología continúa siendo el principal destino de los flujos de capital. Otro de los focos es la salida a bolsa de SpaceX. Aunque el consenso del mercado teme que la operación pueda provocar correcciones posteriores por una valoración considerada excesiva, Méndez cree que el estreno será positivo y que la compañía podría registrar una fuerte revalorización inicial. No obstante, advierte de que después podrían llegar varias jornadas de descensos antes de retomar una tendencia alcista más sólida. Pese a la volatilidad reciente, sigue confiando en el potencial de los sectores ligados a la tecnología, los semiconductores y la inteligencia artificial, que considera seguirán liderando el mercado una vez superado este periodo de ajuste.
ON TODAYS SHOW: Azura's love life continues and we're taking a deep dive into her exes. Flava whānau sounds like you've all been on the same rollercoaster. Plus, special guest from Australia, Pese with BCD join the show to talk about their album recording and do a Throwback Thursday of Could I Have This Dance. For more, follow our socials: Instagram Facebook TikTokSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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OPEN HEAVENSMATALA LE LAGI MO LE ASO LULU 10 IUNI 2026(tusia e Pastor EA Adeboye) Manatu Autu: Vaai au uo (Mind your friends) Tauloto Tusi Paia: 1 Korinito 15:33 “Aua ne‘i fa‘asesēina ‘outou, “O lē feoa‘i ma ē amio leaga e leaga ai amio lelei.”Faitauga - Tusi Paia: 2 Korinito 6:14-17E toatele kerisiano e fai mai o i latou o fanau a le Atua, peitai o loo tumau ona uo vavalalata ma tagata lē faatuatua ma e matuā aafia leaga ai i latou i nei mafutaga. E masani i le ō i le lotu ae o loo iai a latou uō e matua lē fia auai i soo se mea e fesootai ma le Ekalesia. O kerisiano faapea, e ono masani ona faalogo i le Upu a le Atua ma auai i mea fai a le Ekalesia, peitai a faatasi ma uō, e lē taitai talanoa i mea tau le Atua. E oo lava ina avea a latou mafutaga ma ia uo e avea ma laau tuitui e luai mai ai i fafo le upu a le Atua mai o latou loto. O loo apoapoai mai iai tatou le faitauga mai le Tusi Paia o le asō, ia vavaeeseina i tatou mai le lalolagi aua e leai se fesootaiga a le malamalama ma le pogisa. Talitonu mai, e faigofie atu ona toso mai i lalo se tagata i lo le taumafai e toso atu i luga se tagata. O lona uiga e faigofie atu e uo lē faatuatua ona toso i lalo se kerisiano i lo le kerisiano e taumafai e toso i luga latou uo ia. O le mafuaaga lea na apoapoai mai ai Paulo i le au kerisiano, e aua nei amo faalegatasi ma le au lē faatuatua. Le au pele e, a iai ni au uo e faale lalolagi, e te ono fiafia foi la i mea o le lalolagi, ma e fai mai Iakopo 4:4 o le fefaauoa'i ma le lalolagi o le ita lea i le Atua, le Ekalesia ma tagata o le Atua ma e vave ae amata ona e faifai i mea o le Atua. I le 2 Timoteo 4:10, na faamatala e Paulo se talavou e igoa ia Tema sa malaga ma ia i ana talaiga peitai na iu ina ia tuua Paulo ona o le fiafia i le olaga o le lalolagi. A faataga ese tagata uo lē ola paia e avatu ni tamai alope e pei o amioga lē lelei, talanoaga amiolētonu ma amio agasala i lona olaga, e oo lava ina faaumatia ai o ia ( Pese a Solomona 2:15). O iai ni lagona poo ni naunautaiga e lē amio Atua o loo i lou olaga e mafai ona fesootai ma au mafutaga ma nisi o au uo? Tago e momotu ese na amio ma naunautaiga lē lelei ina ia aua nei e lulū i le vao tuitui ma e misia ai faamanuiaga a le Atua, pe tulei esea ai oe mai le faamoemoega o lou olaga e pei o Tema. E le gata i lea, aua e te toe mafuta ma au uo e lē ola paia ae amata ona e mafuta vavalalata ma le Atua faapea ma isi kerisiano e mafai ona fesoasoani ma faamalosi ia te oe, ina ia tupu lou faatuatua. Ou te tatalo ia taitaia oe e le Atua malosi e fausia ni mafutaga ma tagata o le Atua e fesoasoani ia te oe ina ia e gauai i le Atua ma faamalosi ia te oe e ausia faamoemoega a le Atua mo lou olaga, i le suafa o Iesu. TataloTamā, faamolemole taitai ia te a'u e faauō i tagata e lelei ma faamalosi i lo'u faatuatua ia te oe, i le suafa o Iesu, Amene
Pese al plantón de la CNTE está garantizada la movilidad en la CDMX: BrugadaTras sismo magnitud 6.1 no se reportan daños en CubaCabo Verde, cuna de la música "Morna", llega por primera vez a una copa mundialistaMás información en nuestro podcast#grc
ose María Lerma analiza una semana que ha comenzado con más tranquilidad de la que se esperaba tras las tensiones geopolíticas vividas durante el fin de semana. Lejos de provocar un fuerte episodio de aversión al riesgo, la apertura de los mercados ha mostrado una resistencia, especialmente en Europa. El Ibex 35 apenas registra descensos y continúa moviéndose en la parte alta de su rango reciente, cerca de los 18.300 puntos. El comportamiento del selectivo español refleja que los inversores, por ahora, no están descontando un deterioro significativo del escenario de mercado. El resto de índices europeos también muestran una evolución contenida, con ligeros retrocesos que contrastan con la magnitud de las incertidumbres geopolíticas existentes. Más llamativo aún es el comportamiento previsto para Wall Street. Los futuros del Nasdaq y del S&P 500 apuntan a una apertura claramente alcista, mostrando que el mercado estadounidense mantiene intacta su fortaleza. Esta reacción evidencia que los inversores siguen priorizando los fundamentales económicos y empresariales frente a los riesgos geopolíticos de corto plazo. Sin embargo, la verdadera atención del mercado estará puesta en tres grandes referencias que podrían marcar el rumbo de las bolsas durante los próximos días. La primera llegará el miércoles con la publicación del IPC de Estados Unidos, un dato clave para calibrar las expectativas de inflación y las futuras decisiones de la Reserva Federal. El segundo gran foco estará en Europa. El mercado da prácticamente por descontada una nueva subida de tipos de interés por parte del Banco Central Europeo, con un incremento esperado de 25 puntos básicos. La reacción de los inversores dependerá en gran medida del mensaje que acompañe a la decisión y de las pistas que ofrezca la autoridad monetaria sobre los próximos movimientos. Por último, los mercados seguirán muy de cerca la esperada salida a bolsa de SpaceX, uno de los acontecimientos corporativos más relevantes del año. La operación genera una enorme expectación y podría convertirse en un importante catalizador para el sector tecnológico y para el sentimiento inversor en general.
Luis Herrero analiza junto a Anabel Díez y Maite Loureiro las palabras del ministro del Interior.
SUMMARY DEL SHOW Futuros a la baja antes del reporte de empleo. El $US100 lidera las caídas, el $SPX retrocede moderado y el $INDU aguanta mejor. El dato puede cambiar el pricing de la Fed. $CRWD cae tras earnings. El trimestre fue sólido, pero el mercado quería más impacto inmediato del auge de amenazas AI. La compañía defiende la guía y empuja el caso de crecimiento en seguridad para AI. $NVDA certifica a $SSNLF, $HXSCL y $MU como proveedores HBM4 para Vera Rubin. $PTON compra Skōp para acelerar su empuje en fuerza y Pilates.
En un nuevo informe, expertos de la Universidad de Naciones Unidas alertan sobre el consumo astronómico de electricidad y de agua ligado a los centros de datos que albergan los servidores de inteligencia artificial. Mientras el mercado de la IA está en pleno boom, los autores del reporte recomiendan también tomar en cuenta la huella de carbono de este sector. Somos cada vez más los que consultamos las plataformas de inteligencia artificial tipo ChatGPT, las usamos para generar imágenes o porque nos facilitan el trabajo. Sin embargo, este auge de lo virtual tiene impactos reales: el consumo de agua y de electricidad que ocasiona el boom de la IA es insostenible a largo plazo. La expansión del sector dispara la demanda de energía y de emisiones de CO2 que agravan el cambio climático: "En 2025, los centros de datos relacionados con la IA consumieron más de 448 teravatios-hora de electricidad, lo que equivale al consumo eléctrico de Francia”, indica Kaveh Madani, ingeniero ambiental del Instituto de Naciones Unidas para el Agua, el Medioambiente y la Salud, y coautor del informe titulado "El Impacto Medioambiental del Consumo Energético de la IA, impacto en el carbono, el agua y el territorio" (informe completo aquí). “A veces, para divertirnos, generamos imágenes. Pero una imagen generada por IA consume 60 veces más energía que una respuesta textual”, apunta Madani. “Para 2030, se prevé que el consumo eléctrico de los centros de datos genere alrededor de 400 millones de toneladas de CO₂. ¡Para compensar esa cantidad de emisiones se necesitaría aproximadamente el doble de árboles de los que hay en todo el Reino Unido!" - Kaveh Madani, investigador del Instituto de la ONU para el Agua, el Medioambiente y la Salud Además de la energía, crecen los temores de que los centros de datos acaben con los recursos hídricos en las zonas más afectadas por las sequías porque estas infraestructuras necesitan agua para enfriar los servidores. "Hemos calculado que el consumo hídrico asociado a la producción energética para alimentar los centros de datos de la IA es de alrededor de 4,5 mil millones de metros cúbicos de agua, lo que equivale a cerca de 2000 piscinas olímpicas", agrega Miriam Aczel, coautora del informe. Pese a estas advertencias, los especialistas subrayan que no buscan denigrar la inteligencia artificial: "Es una tecnología increíble. Pero en nuestro informe recomendamos más transparencia sobre el consumo energético y de agua de los centros de datos, así como sistemas más eficientes, e incorporar la IA en las políticas climáticas", precisa Aczel a RFI. El ejemplo de Querétaro, un Estado con sequías recurrentes y que se llena de centros de datos Más transparencia, es justamente lo que exige Teresa Roldán, activista ambiental de Voceras de la Madre Tierra en Querétaro, el estado mexicano que concentra la mayor capacidad de procesamiento de datos del país. Las autoridades estatales de este territorio del centro de México han desplegado la alfombra roja a más de 20 centros de datos, eximiéndoles de manifestación ambiental, un documento en el que las empresas detallan su política para prevenir y mitigar los daños ambientales ligados a sus actividades. Querétaro es también una de las entidades de la República mexicana que más sufre por las sequías. Según el Servicio Meteorológico Nacional mexicano, la superficie del estado afectada por episodios de sequía ha ido aumentando de forma continua desde 2015, alcanzando el 94% del territorio en 2024. Leer tambiénMéxico: los centros de datos de las GAFAM agotan el agua en Querétaro "Las comunidades aledañas a los centros de datos pasan meses sin agua y toda la zona metropolitana de Querétaro ha sufrido apagones", alerta Teresa Roldán. En conversación telefónica con RFI, la activista denuncia el auge de un sector que no trae empleos para las comunidades rurales, ocupa tierras agrícolas y carece de transparencia: "¿Cuánta agua están ocupando?, ¿cuál es su gasto energético? Todo ello está oculto", apunta Roldán. En 2023, según datos recabados por el diario El País con el apoyo de la fundación Pullitzer, la empresa Microsoft obtuvo una concesión para explotar 25 millones de litros de agua de un acuífero sobreexplotado en Querétaro. En el reporte de la ONU, los autores ponen de relieve el ejemplo del caso de Irlanda, "un país pequeño con una carga de centros de datos desmesurada", según escriben los expertos. En esta nación europea, los data centers representan el 21% del consumo eléctrico, al punto que el operador energético puso en pausa las nuevas autorizaciones de conexión a la red eléctrica de la región de Dublín hasta 2028. En Chile, Francia y España también ha ido creciendo el descontento contra los centros de datos a causa de su impacto ambiental. Y en Estados Unidos, se multiplican las protestas contra los centros de datos que disparan la demanda energética y, por ende, el costo de la luz.
El cierre de calles genera una empatía hormonal hacia la figura de León XIV, proyectando sus propias ansiedades en el papa. La angustia de que el apretado programa protocolario en España le provoque un ataque de pánico y acabe perdido en el desfile del Orgullo. Pese a sufrir por estas situaciones de opresión y protocolo, concluye con resignación que se está acostumbrando a todo de manera asombrosa.
Pese a su éxito arrolador, el seleccionador es un hombre sencillo y cercano que nunca nos niega una entrevista. Unos días después de dar la lista para el Mundial, se pasa por nuestro programa para hablar incluso de Inteligencia Artificial. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nieves Concostrina relata cómo la neutralidad española en la Primera Guerra Mundial fue una "farsa". Pese a su compromiso oficial de no intervención, España actuó como un nido de espías y facilitó el abastecimiento de submarinos alemanes en sus costas, debido en gran medida a la germanofilia y los intereses privados de los Borbones.
Nieves Concostrina habla de Sadí de Buen, un científico español que estuvo a punto de erradicar el paludismo en España mediante el uso pionero de la gambusia, un pez que combate las larvas de mosquito. Pese a su enorme prestigio internacional y a haber salvado decenas de miles de vidas, fue fusilado en 1936 debido a su militancia socialista y a su cargo en la Sanidad de la República.