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A situação arrasta-se há vários meses e agravou-se no período de Natal e Ano Novo. O governo anunciou, entretanto, a suspensão do novo sistema europeu de controle de fronteiras e mandou chamar, com carácter imediato, os militares da GNR. A ASPP acusa o toque, mas garante que não tem nenhuma responsabilidade pelos tempos de espera verificados. Para olhar para este problema que afecta a imagem do país, a vida de quem nos procura e as finanças das companhias de aviação, conversamos neste episódio com Paulo Geisler, presidente da RENA - Associação das Companhias Aéreas em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este Faro 'Palabra del año' nos acompaña para alumbrar la noche el escritor Andrés Neuman, autor de 'Hasta que empieza a brillar' en la que explora la vida de María Moliner, autora de uno de los diccionarios más especiales porque aterrizó cada palabra al sentir de la calle.
Cada vez más habitaciones de alquiler. Ya hay pisos cada día más caros y ofertas de pisos -por llamarlo así- de 30, de 20, de 17 metros cuadrados. Ya hay castings y condiciones abusivas y sitios inhabitables. No hace falta esperar: esa imagen distópica también es de 2025.
En entrevista para MVS Noticias con Óscar Palacios, en ausencia de Ana Francisca Vega, Cora de Jesús Rodríguez, vocera de pacientes oncológicos en Veracruz, expuso la situación crítica que enfrentan niñas y niños con cáncer ante el persistente desabasto de medicamentos, una realidad que, afirmó, contradice las recientes declaraciones de Rocío Nahle, actual gobernadora de la entidad. See omnystudio.com/listener for privacy information.
El sindicato CSIF denuncia “abandono institucional” y “falta de previsión” tras la agresión por parte de un recluso a cuatro funcionarios, que tuvieron lesiones leves, pero que no pudieron ser atendidos por no haber un facultativo médico
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
Pedro Henriques considera que o VAR teve "todo o mérito" ao assinalar o pénalti a favor dos azuis e brancos. Dá nota 6, uma arbitragem positiva, com ajuda do VAR em destaque.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mientras el Ministerio de Justicia de Servicios Penitenciarios del régimen de Nicolás Maduro reporta la liberación de 99 personas, organizaciones no gubernamentales como el Foro Penal y Provea manejan datos significativamente menores, confirmando apenas entre 45 y 70 ciudadanos liberados mediante una verificación caso por caso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Con la victoria ante el Sevilla cosechada en el Santiago Bernabéu, el 2025 futbolístico tocó a su fin para el Real Madrid. Ha sido, sin duda, un año de grandes cambios para los blancos. Carlo Ancelotti se despidió del club a finales de la pasada temporada para convertirse después en seleccionador de Brasil. Florentino Pérez, entonces, le dio las llaves del proyecto a un Xabi Alonso que, a pesar de haber triunfado con el Leverkusen, no tenía experiencia en equipos 'top', con perdón del conjunto alemán. Y estos primeros seis meses del tolosarra han estado cargados de altos y bajos.
En este episodio, Lee Ann se sienta con Alejandro Pineda, artista floral y especialista en floristería, conocido por sus elaborados arreglos florales y decoración para bodas y eventos. Alejandro se define como un **Floral Artist*, combinando flores, arte y experiencias únicas tanto en Honduras como en Estados Unidos.En esta conversación profunda y honesta, Alejandro comparte cómo *su negocio nació por necesidad, y cómo ese punto de quiebre se convirtió en el inicio de un camino de crecimiento personal y profesional. A lo largo del episodio, nos deja lecciones clave para quienes están emprendiendo: **no tener miedo a fracasar, aceptar los errores sin quedarse atrapados en el arrepentimiento, entender que tu negocio** no se define por tus fallas y reconocer que el crecimiento real solo es posible cuando aprendés a **aceptar ayuda*.Hablamos del *arte de pivotear* en los negocios y en la vida, de redefinir qué significa el éxito para vos y de cómo los objetivos profesionales están profundamente conectados con cómo te sentís por dentro. Alejandro también resalta la importancia de la *aceptación personal, el sistema de apoyo con su pareja y su familia, y cómo la **escogencia de tu pareja* puede influir directamente en el éxito y la estabilidad de tu negocio.Un episodio auténtico, vulnerable y poderoso que te recuerda que *seguir caminando, incluso con miedo, también es avanzar*.
Sousa Tavares começa por criticar o país "onde só se ouve o bota abaixo dos políticos, mas pagos e mal considerados". Não estranha, neste cenário, o protagonismo de Ventura, a quem aponta o problema da "hipocrisia e demagogia". Sobre as presidenciais, diz que "não se importava que o resto da campanha fosse feita com uma segunda volta de debates". O último merece-lhe uma análise atenta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En entrevista para MVS Noticias con Sheila Amador en Ausencia de Luis Cárdenas, Vania Pérez Morales, presidenta del Sistema Nacional Anticorrupción, habló sobre la denuncia contra David Colmenares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nochebuena de 2025. Esta noche, nos juntaremos para celebrar que seguimos por aquí un año más, que seguimos juntos y que seguimos cerca. Quizá sea una buena noche para dejar de lado todo el ruido que nos envuelve en estos últimos años. Una noche de descanso, un ejercicio casi contracultural, sin buenos ni malos. Sin muros ni extremos, sin nosotros y sin ellos. Una noche de paz en la que no haga falta tener la razón.
La nanotecnóloga y divulgadora Anna Morales nos habla sobre la ciencia detrás de ficciones como 'El planeta de los simios'
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Esto recién empieza. Todavía falta mucho por ver. _______________ Encuéntrame en más redes: Web: http://riosmauricio.com X/Twitter: https://x.com/riosmauricio https://www.linkedin.com/in/riosmauricio/ Facebook: https://www.facebook.com/riosmauriciocom Patreon: https://patreon.com/riosmauricio
En entrevista para MVS Noticias con Sheila Amador en ausencia de Luis Cárdenas, Juana María Amador, empresaria de globos aerostáticos en Teotihuacán, habló sobre denuncia vs. la AFAC por corrupción e incumplimiento de la ley.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a saída de Mariana Mortágua do parlamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Crônicas da Cidade - 23/12
Descubre Cómo Entender de Verdad Un Trastorno de Ansiedad y Tomar Acción En Nuestro Curso Gratuito El Mapa de La Ansiedad: https://escuelaansiedad.com/Cursos/el-mapa-de-la-ansiedad ️ TAMBIÉN ESTO ES ANSIEDAD | 12 Síntomas Silenciosos Que Nadie Te Cuenta ¿Tensión en la mandíbula, dolores musculares, problemas digestivos, o mareos sin explicación médica? No estás exagerando. Lo que nadie te dijo es que la ansiedad puede ser física, silenciosa y devastadora. Soy Rubén Casado y llevo más de 25 años trabajando con personas como tú. No solo como psicólogo especializado en ansiedad, sino como alguien que también lo vivió. En este video te revelo los 12 síntomas silenciosos de la ansiedad que podrían estar afectando tu vida sin que lo sepas: ✔️ Dolores “viajeros” ✔️ Tensión crónica en cuello y mandíbula ✔️ Problemas gastrointestinales ✔️ Mareos sin causa médica ✔️ Dificultad para respirar o necesidad de suspirar ✔️ Caída de cabello o picazón inexplicable ✔️ Niebla mental y fallos de memoria ✔️ Cansancio crónico incluso al despertar ✔️ Perfeccionismo paralizante ✔️ Irritabilidad silenciosa ✔️ Falta de ilusión o “anhedonia” ✔️ Incapacidad de descansar ¿Te suena familiar? Entonces este video puede cambiar tu forma de ver tus síntomas y tu salud mental. Lo que vas a aprender: Qué es el “Síndrome del Saltamontes” y por qué saltas de médico en médico sin diagnóstico. Cómo romper el ciclo de hipervigilancia e hipersensibilidad física. Qué mecanismos fisiológicos están detrás de tu malestar. Cómo dejar de luchar con tu ansiedad y empezar a interpretarla con menos amenaza. Qué hacer para recuperar la regulación corporal y mental con el sistema de los 3 pilares: Recalibración cognitiva (software) Regulación fisiológica (hardware) Cambios estructurales (mantenimiento emocional) Este no es un video más sobre ansiedad. Es una guía real para que empieces a recuperar el control sobre tu cuerpo y tu vida. Si algo de esto te ha resonado, no pospongas más tu bienestar. Da el primer paso ahora. Curso Gratuito El Mapa de la Ansiedad Conoce nuestro programa de orientación gratuita, donde aprenderás cómo funciona la ansiedad desde cero, y cómo puedes empezar a cambiar tu relación con ella: https://escuelaansiedad.com/Cursos/el-mapa-de-la-ansiedad Enlaces Útiles y Recursos: Nuestra escuela de ansiedad: www.escuelaansiedad.com Nuestro nuevo libro: www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página web: http://www.amadag.com Facebook: https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram: https://www.instagram.com/amadag.psico/ YouTube Amadag TV: https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw Hashtags: #AnsiedadSilenciosa, #SíntomasAnsiedad, #MapaDeLaAnsiedad, #SaludMental, #AnsiedadFísica, #PsicologíaReal Títulos Alternativos para este Video: 4 síntomas que nadie te contó sobre la ansiedad (y que podrías estar sufriendo) ¿Tensión, mareos y dolor crónico? Deja de ignorar esto: también es ansiedad Esta manera de entender la ansiedad puede cambiar tu salud para siempre 5 cosas que nunca asociaste con ansiedad… y podrían estar arruinando tu bienestar Por qué dejé de buscar enfermedades… y empecé a tratar mi ansiedad
"Levantar capital es difícil. Vender no debería serlo."En este episodio de Innovación Sin Barreras, converso con Andrés Nájera, quien comparte el framework exacto que ha usado para ayudar a cientos de startups a pasar del caos comercial a sistemas predecibles de ingresos.Esta no es una charla teórica. Es una masterclass táctica sobre cómo implementar el Framework MORE (Maximizar, Optimizar, Repetir, Escalar) para vender más sin depender de inversionistas.Andrés revela cómo un founder pasó de tener 6 a 36 reuniones de venta al mes en solo 30 días, simplemente activando recursos que ya tenía y no estaba usando. Hablamos de por qué la estrategia "Shotgun" (disparar a todos lados) está matando tu crecimiento y cómo cambiar a una mentalidad de "Sniper" (francotirador).Si sientes que necesitas más dinero para vender más, este episodio derribará esa creencia y te dará las herramientas para ejecutar hoy mismo.Lo que vas a aprender:
El periodista Nando Cruz critica los macrofestivales por deshumanizar la experiencia musical y apuesta por microfestivales y espacios comunitarios, sin masificaciones ni solapamientos, donde la música en directo sirve para crear comunidad y disfrutarse sin prisa ni estrés.
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Liliana Reis sublinha que João Cotrim de Figueiredo já pôs vida profissional a nu num livro. Bruno Nunes lembra que ambos candidatos são escrutinados na Entidade para a Transparência desde 2018.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema del dia S'acosta Nadal i, per això, cal tornar a un dels nostres temes preferits per aquestes dates: el tronc que caga, o tió de Nadal! En aquest episodi, el Joan i l'Andreu parlen de com han viscut al llarg de la vida aquesta tradició i de com eren els tions a casa seva. Som-hi! Apunta't als pròxims cursos i classes de català! (https://classes.easycatalan.org/) Practica i canta la cançó del tió de Nadal (https://statics.3cat.cat/multimedia/pdf/8/8/1639654406388.pdf) Paraules i expressions interessants: - "guirigall": Quan moltes persones parlen alhora i fan molt soroll. - "xivarri": Soroll provocat per un grup de persones, per exemple un grup de nens jugant. - "ser una olla de grills": Quan hi ha molt soroll i tothom parla i crida i no es pot entendre res. Bonus Següent polèmica: Quin tipus de regals pot cagar el tió? Quins regals no hauria de cagar? Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia! Andreu: [0:17] Com va? Joan: [0:18] Bé, anar fent, i tu? Andreu: [0:19] Bé, prou bé. Bé, en realitat, a veure... Joan: [0:22] Vull rectificar. Andreu: [0:24] Sí, he de rectificar, perquè no estic… no he acabat de fer net amb el refredat aquest, o sigui, estic allò arrossegant-lo, saps? Joan: [0:33] Quina merda. Andreu: [0:33] Sí, un pal. Però bé, ja millor, anant de mica en mica cap a millor. Joan: [0:39] D'acord. Andreu: [0:39] Escolta, ja, d'aquí no res, d'aquí una setmana és Nadal! Joan: [0:41] Sí. Andreu: [0:42] Ja esteu preparant coses? No ho sé, regals… Sabeu més o menys com passareu les festes, a on, amb qui…? Joan: [0:49] En principi, bastant. Sí, està tot bastant controlat. Andreu: [0:53] Molt bé. Joan: [0:54] Vols saber-ho o què? Andreu: [0:55] Clar, però això ho pregunto. Joan: [0:57] Ah, no sé… Andreu: [1:02] Jo i els oients tenim curiositat. Joan: [1:05] D'acord, d'acord. No, això em recorda a quan fem els vídeos d'entrevistes del carrer, que diem: "Tu estàs a favor o en contra de no-sé-què? - A favor." I tu: "Sí, però per què? O sigui, explica-ho, desenvolupa-ho una mica, explica!" Doncs, en principi, aquest Nadal, o sigui, els regals i això a casa sempre és una cosa molt senzilla, no fem grans regals, normalment, i em sembla que estan comprats tots. Falta alguna coseta, però ja està tot… És que són coses molt senzilles, a casa. Andreu: [1:35] Molt bé, que previsors. Joan: [1:36] Sí, sí, sí. I en relació al que farem per les festes, més o menys cada any fem el mateix, i aquest any el que farem és que la nit del 24 al 25 farem com un sopar, crec, a casa els pares de la Sílvia. El dia 25, que és el dia de Nadal, com si diguéssim, perquè... no sé tu si celebres la nit aquesta, però vaja, nosaltres, la meva família, no ho celebràvem gaire. Andreu: [1:58] La nit del... del 25, vols dir? Joan: [2:01] Del 24 al 25. Andreu: [2:02] Ah, jo, la del 24 al 25 fèiem un sopar, els de casa, però simplement els de casa, no?, i no sé, potser hi havia alguna cosa més bona de l'habitual, doncs, jo què sé, sopàvem gambes o una escudella, o no ho sé, i després, el dia de Nadal, sí que ens ajuntàvem potser també amb els avis, amb alguns tiets… Joan: [2:21] Bé, quan era petit sí que recordo que el 24 al 25 anàvem a casa una tieta, normalment, però era com una cosa que no era gaire important, saps?, era un sopar que te'l podies saltar, no era un sopar important. Andreu: [2:31] Sí, a casa nostra també. Joan: [2:33] En canvi, crec que els castellans… és com que és el dia més important, crec, la nit aquesta. Però bé. I aleshores crec que sí que amb la família de la Sílvia, també vindrà el seu germà, amb els nebots, serem una colla, jo què sé, poder deu, no gaires, però uns quants, i després, l'endemà, sí que anirem amb la meva família, que aleshores ens hem de desplaçar, perquè haurem d'anar a Cornellà, que està al costat de Barcelona, que és una hora i mitja de viatge. Serà el viatge més llarg que farem des de que va néixer la Meritxell, amb la Meritxell, perquè la presentarem a la família, una mica, perquè és una família estesa, com si diguéssim, perquè el meu pare... Andreu: [3:08] Tens molts cosins i això, no? Joan: [3:09] Sí, són deu germans, tinc dinou cosins, aleshores... amb les parelles, ara és una festa que poder som cinquanta, seixanta, jo què sé quants serem aquest any. I sí, serà… bé. El que passa que suposo que el que farem és que en comptes d'anar-hi i quedar-nos a fer totes les sobretaules, suposo que arribarem, dinarem i marxarem. Bé, no sé, no sé com anirà. Andreu: [3:30] Bé, teniu l'excusa perfecta per marxar abans, no? Vull dir, que a més és real, si la nena necessita descansar i vosaltres també. Joan: [3:38] Aleshores, aquest any el Sant Esteve també el farem a casa dels pares de la Sílvia, no el farem al Sant Esteve amb la meva família, que també fan un superdinar. Andreu: [3:45] Clar, ara has esmentat Sant Esteve i potser hi ha gent que ens escolta que no ho sap, no?, que Sant Esteve, el dia després del dia de Nadal, o sigui, el dia 26, és un festiu a Catalunya. Joan: [3:56] Sí. Andreu: [3:56] A diferència de la resta de l'Estat. Ara no sé segur si a les Illes Balears i al País Valencià també ho és… Joan: [4:02] Ho desconec. Però al món anglosaxó també fan festa, no? Andreu: [4:06] Sí, em penso que sí. I aquí, doncs, Sant Esteve és un dia més en el qual ens reunim per menjar. O sigui, mengem el 24 a la nit, tot i això que hem dit, no?, que mai ha sigut com… tan important com, per exemple, a la resta de l'Estat espanyol. Joan: [4:20] És curiós, perquè a Sant Esteve mengem les sobres del 25, no?, tradicionalment. No sé a casa teva com ho feu. Andreu: [4:26] Sí, teòricament, no?, el 26, per Sant Esteve, es mengen canelons fets amb la carn que va sobrar del brou de l'escudella. Joan: [4:35] Exacte. Sí, sí. I doncs, bé, a casa fem així, eh?, o sigui, és com… per desgràcia, encara, les do… algunes dones de la família, per desgràcia, vull dir, perquè és una mica masclista, però sí, encara funciona així, agafen i el dia després, o fins i tot el dia de Nadal a la tarda, vinga, a fer canelons a sac, saps?, per quaranta persones. Andreu: [4:56] Buah, deu-n'hi-do. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)
En entrevista para MVS Noticias con Diana Alcaraz en ausencia de Luis Cárdenas, Francisco Burgoa, abogado constitucionalista, habló sobre ¿Qué es la “Ley Esposa”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio de SOS, Rafa responde preguntas anónimas de redes. Manda tus preguntas con una nota de voz o texto en instagram a la cuenta de @rafalopezdr. Síguenos en @sonoropodcast en todas las redes sociales. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En este episodio nos acompaña Cecilia Hernández, quien pasó varios años en el mundo start-up liderando equipos y abriendo operaciones en Brasil, y que hoy se encuentra en una transición vital y profesional profundamente marcada por el cuerpo, el movimiento y la concienciaConversamos sobre algo que es central para este podcast y que queremos que sea central en las conversaciones de salud y sanación: el cuerpo que siente, que baila y que recuerda. Hablamos de lo que significa atreverse a que la vida cotidiana sea la verdadera práctica espiritual. De integrar lo vivido no desde la huida, sino desde el tráfico, el trabajo, la familia y el caos urbano.Exploramos el movimiento como puerta para regular el sistema nervioso, liberar energía y permitir que emerja la sabiduría que el cuerpo ya trae. De cómo la sociedad nos ha hecho creer que no sabemos bailar, cuando quizá el lugar más seguro del mundo es el propio cuerpo. Y de cómo, si creemos que el ser solo habita en la India, en un retiro o en la montaña, entonces no entendimos nada.También hablamos de la desconexión creciente en la era de las pantallas, del miedo a tomar riesgos, de la ilusión de la iluminación como una meta futura y de la posibilidad de vivir nuestra propia verdad aquí y ahora. Para muchas personas, el cuerpo es la pieza que falta para integrar la búsqueda espiritual con la salud, la emoción y la vida real.Un episodio para recordar que la práctica no siempre es silencio o retiro, sino presencia, permisividad y movimiento. Y que tal vez no hay nada que alcanzar, sino algo que permitir.Como siempre, tus comentarios son muy valiosos para mí. Gracias por compartir y co-crear conmigo mejores preguntas. Con cariño,Victor____¿No quieres perderte el estreno de nuevos episodios?Recíbelos directamente en tu correo. Regístrate aquí: unique-author-3554.kit.com/volver-al-futuroMás contenido en:
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Eraclio Rodríguez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano, habló sobre agricultores y transportistas activan ‘alerta máxima’ en CDMX; advierten bloqueos si no les cumplen demandas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Blogpost asociado https://ecctrainings.com/te-atreverias-a-dar-tromboliticos-prehospitalarios-para-embolia-pulmonar-lo-que-revela-el-nuevo-estudio-y-como-prepararte-con-acls/" Referencia del estudio original: Harjola, J., Holmström, P., Sane, M., Hartikainen, J., & Harjola, V.-P. (2025). Prehospital fibrinolysis in high-risk pulmonary embolism – Observational data on clinical picture and outcome. Prehospital Emergency Care, 29(7), 1–8. https://doi.org/10.1080/10903127.2025.2582671 Recordatorio rápido: embolia pulmonar de alto riesgo Definición sencilla: EP de alto riesgo / masiva → se manifiesta como shock obstructivo o paro cardiaco. Fisiopatología en pocas palabras: Trombo grande en circulación pulmonar → aumento de poscarga del ventrículo derecho → falla del VD → colapso hemodinámico. Por qué es tan letal: Deterioro muy rápido, ventana terapéutica corta. Frecuentemente se presenta como paro fuera del hospital. Conectar con ACLS: La EP masiva está dentro de las "T" (tromboembolismo) en las causas reversibles del paro. Las guías ACLS contemplan el uso de trombolíticos cuando se sospecha fuertemente EP como causa del paro. ¿Cómo se ve clínicamente un paciente con EP de alto riesgo? Disnea súbita, dolor torácico, síncope, hipotensión, antecedentes de riesgo trombótico. Resumen del estudio de Harjola et al. Objetivo principal del estudio Explorar supervivencia y complicaciones hemorrágicas del uso de trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar de alto riesgo. Diseño Datos de EMS del área metropolitana de Helsinki + hospital universitario. Periodo aproximado: 2007–2019. Inclusión: Pacientes con EP de alto riesgo sospechada clínicamente. Tratados con fibrinolisis intravenosa prehospitalaria. Diagnóstico de EP confirmado posteriormente por imagen o autopsia. Grupo comparador: Pacientes con EP de alto riesgo que no recibieron fibrinólisis prehospitalaria. Resultados clave Total de pacientes con EP de alto riesgo: 60. Grupo con trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: n = 23. 44% mujeres. Edad media: alrededor de 57 años. 74% se presentaron en paro cardiaco. 26% en shock obstructivo. Mortalidad: Mortalidad prehospitalaria aproximada: 35%. Mortalidad intrahospitalaria: alrededor de 27% de los que llegaron vivos. Mortalidad total combinada: cerca de 52%. Todas las muertes en este grupo fueron en pacientes que llegaron en paro cardiaco. Complicaciones: 2 pacientes con sangrado mayor. Ningún sangrado fatal. Supervivencia a 12 meses: Los pacientes trombolizados que salieron vivos del hospital seguían vivos a los 12 meses. Grupo sin trombolisis prehospitalaria: n = 37. Más añosos (edad media cercana a 72 años). Mayor proporción de paro cardiaco. Mortalidad a 12 meses más alta (≈ 76%, tendencia, p alrededor de 0.06). Comentario para desarrollar: Es un estudio observacional, con n pequeño, no podemos concluir causalidad, pero sí hay "señales" interesantes de posible beneficio. ¿Qué nos dice realmente este estudio? Mensajes principales La EP de alto riesgo fuera del hospital tiene una mortalidad muy alta aun con intervenciones agresivas. En este contexto crítico, los trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: Parecen relativamente seguros (pocas hemorragias mayores, ninguna fatal). Podrían ofrecer un beneficio en supervivencia, especialmente en pacientes seleccionados. Limitaciones para mencionar Serie de casos; no es ensayo aleatorizado. Número pequeño de pacientes trombolizados. Posible sesgo de selección: Pacientes más jóvenes y potencialmente con menos comorbilidades recibieron trombólisis. No responde preguntas como: Detalle exacto del protocolo. Diferencias entre equipos. Tiempos exactos desde el colapso hasta la trombólisis. Idea clave: No es un "permiso" para trombolizar a todo el mundo, pero sí una invitación seria a considerar que, en EP de alto riesgo, la inacción también tiene un costo muy alto. El reto práctico: decidir trombolisis en el campo Barreras en la vida real Diagnóstico presuntivo sin imagen: Dependemos de clínica, antecedentes, ECG, quizás eco focal. Miedo al sangrado: Especialmente hemorragia intracraneal. Falta de protocolos claros: Muchos sistemas de EMS no contemplan todavía trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar. Falta de entrenamiento específico: No todos se sienten cómodos con indicaciones, contraindicaciones, dosis. Cómo ayuda ACLS aquí ACLS bien aprendido: Te obliga a pensar en H y T, no solo en adrenalina y ciclos. Te muestra dónde se colocan los trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar dentro del algoritmo. Te entrena para liderar un equipo y tomar decisiones bajo presión. Conectar con los cursos de ECCtrainings: En nuestros ACLS discutimos escenarios de paro por EP masiva. Practicamos cómo tomar la decisión de administrar o no trombolítico. Simulamos la comunicación con el hospital receptor después de trombólisis. Caso clínico narrado Propuesta de caso Varón de 48 años. Disnea súbita, dolor torácico, antecedente de inmovilidad o TVP reciente. Hipotenso, taquicárdico, saturación baja, signos de shock. En la ambulancia entra en PEA. El equipo evalúa H y T → EP masiva muy probable. Protocolo local permite trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: Se administra el medicamento durante la RCP. Después de varios ciclos recupera pulso. Llega vivo al hospital, se confirma EP por imagen y sobrevive. Puntos a resaltar Valor de: reconocer el patrón clínico, tener protocolos, estar entrenado en ACLS. Conectar con la serie de Helsinki: "Son justamente este tipo de pacientes los que aparecen en la serie: altísimo riesgo, pero con posibilidad real de supervivencia si somos agresivos." Cómo prepararte tú y tu sistema Pasos sugeridos para líderes, educadores y clínicos de EMS Revisar la evidencia Usar este estudio como punto de partida para la discusión sobre trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar. Evaluar la realidad local ¿Disponibilidad del medicamento? ¿Quién puede prescribir y administrar? ¿Qué soporte hospitalario hay (UCI, hemodinamia, ECMO)? Desarrollar protocolos claros Criterios de inclusión y exclusión. Algoritmo que integre ACLS y trombólisis. Entrenamiento formal No basta con escribir el protocolo; hay que entrenarlo en simulación. Cursos ACLS con escenarios específicos de EP. Simulaciones y revisión de casos Simulacros periódicos con roles definidos. Morbimortalidad / debriefing de casos reales o simulados. Comunidad: seguir la conversación en ECCnetwork ECCnetwork: Comunidad en línea para profesionales de emergencias, cuidado crítico, medicina táctica, etc. Espacios para discutir artículos, casos, protocolos, dudas. Invitar a que compartan: ¿Su sistema consideraría trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar? ¿Qué barreras ven? ¿Experiencias que puedan comentar? Recursos adicionales y blogpost Recordar el blogpost: URL:
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (15/12/2025): O governo Lula criou 4,1 mil cargos comissionados desde o início da gestão, em janeiro de 2023. Com isso, a administração pública federal chegou ao maior número de ocupações de confiança da história: 50,4 mil cargos em outubro de 2025, informa Daniel Weterman. Os dados de um levantamento do Farol da Oposição, do Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB, foram confirmados pelo Estadão no Painel Estatístico de Pessoal, mantido pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. O governo alega que as nomeações vêm da reorganização de ministérios em 2023 e os novos comissionados não geram novas despesas, pois houve transformação de cargos que estavam vagos ou obsoletos. E mais: Política: Zambelli renuncia a mandato após STF determinar cassação imediata Metrópole: Falta de luz em SP tem sido frequente e longa mesmo sem evento climático Internacional: Atentado antissemita mata 15 na Austrália Esportes: Hugo brilha contra o Cruzeiro nos pênaltis e Corinthians está na finalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Muchos creen que el Temazcal es solo un "baño de vapor" para relajarse, pero en la tradición del Nahual Tata Cachora, es algo mucho más profundo: es un Útero de Tierra y Fuego donde vas a morir para renacer.En este fragmento, Gaby (estudiante del linaje de Tata Kachora y guía de la ceremonia) nos revela el verdadero funcionamiento de esta medicina ancestral. Nos explica la famosa frase de Tata Cachora: "No vas sola, vas con espíritus", y cómo aprovechar esa conexión directa para pedir sanación física, mental y emocional.Escucha los testimonios de milagros reales (desde sanaciones imposibles hasta fertilidad) y entiende por qué el miedo que sientes al entrar es solo la resistencia de tu ego antes de ser purificado.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (12):O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) comentou a decisão dos Estados Unidos de retirar o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Ele lamentou o recuo do governo americano e atribuiu a mudança à falta de união da direita no Brasil. Em publicação nas redes sociais, Eduardo também afirmou esperar que a decisão seja positiva para os interesses estratégicos dos EUA. Integrantes do governo dos Estados Unidos elogiaram a aprovação do PL da dosimetria no Congresso brasileiro, após o fim da aplicação da Lei Magnitsky. O número dois do secretário de Estado, Marco Rubio (Republicano), afirmou que o avanço da proposta representa um primeiro passo para combater o que chamou de abusos do Judiciário e normalizar as relações entre os dois países. Já Christopher Landau destacou preocupação com casos de perseguição e censura no Brasil. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, aposta na pressão da sociedade por mais transparência para convencer os ministros a aprovarem um código de ética e conduta na Corte. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a proposta se inspira no modelo alemão, que prioriza a divulgação de dados, como valores recebidos em palestras. Apesar disso, a iniciativa enfrenta resistência interna, em meio a tensões entre o Judiciário e o Congresso. Um funcionário terceirizado da Enel foi preso nesta quinta-feira em São Paulo após ser flagrado cobrando R$ 2,5 mil para religar a energia elétrica de um endereço na zona sul da capital. Segundo o boletim de ocorrência, Alex Rodrigues Nogueira fez a cobrança indevida de um comércio que estava sem luz há mais de 30 horas. O empresário simulou o pagamento da propina e acionou o subprefeito de Vila Mariana, Rafael Minatogawa, que realizou o flagrante. De acordo com a Enel, mais de 700 mil imóveis seguem sem energia elétrica na capital paulista. Após a revelação de uma conversa entre Lula e Nicolás Maduro, o presidente brasileiro afirmou que disse a Donald Trump não querer guerra na América Latina. Segundo Lula, o diálogo ocorreu na semana passada. O chefe do Executivo declarou acreditar que a palavra tem mais poder do que a arma e afirmou que buscará uma saída diplomática para reduzir as tensões entre os países. Para reencontrar os filhos e receber o Prêmio Nobel da Paz na Noruega, María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, precisou ser retirada da Venezuela por uma equipe privada de resgate formada por veteranos norte-americanos. A missão teve início na terça-feira e envolveu operações aéreas, terrestres e marítimas, com duração estimada entre 15 e 16 horas. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Esta semana hemos sabido que el Banco Europeo de Esperma de Dinamarca vendió más veces de las permitidas en la mayoría de países los gametos de un donante que acabó desarrollando un mutación que multiplica el riesgo de padecer cáncer. Su esperma fecundó a casi 200 mujeres y muchos de esos niños ya padecen la enfermedad, algunos incluso han muerto. Hemos consultado con expertos qué ha pasado y si están fallando los controles en España donde se utilizó este esperma para fecundar a 35 mujeres cuando el límite legal por donante es de tan solo 6. Hablamos con María Sellés, hija de donante, que ha creado la Asociación de Hijos e Hijas de Donantes. Piden que se reforme la Ley de Reproducción Asistida para eliminar el anonimato, acabar con la mercantilización y el negocio que supone. España es la meca del un turismo de reproducción asistida, nos apunta Maria Sellés.
O ano está chegando ao fim. Estamos em um contexto de final de jornada e logo começa outra. Isso gera ansiedade. Como estar preparado para a virada?Esta mensagem foi apresentada na Igreja Adventista Brasileira de Washington, em 6 de dezembro de 2025.Minhas anotações:O que é um ano?Um "ano" é o tempo que a Terra leva para completar uma órbita ao redor do Sol.Uma órbita completa ao redor do Sol leva aproximadamente 365,2422 diasNão 365.Nem 366.Mas 365 dias + quase 1/4 de dia.Este extra ~0.2422 dia ≈ 6 horas.Um mês é aproximadamente o tempo que leva um ciclo da lua (29,5 dias x 12 = 354)Cada novo dia temos novas oportunidades. “As misericórdias do Senhor…Cada nova semana, Deus nos dá uma pausa, e podemos recomeçarMas a virada do ano é um grande reset da vida.Você está preparado?Muitos não sabem conscientemente deste “reset” mas sentem isso instintivamente. Comemoram, bebem, comem, fazem festa, para esquecer a solenidade do momento.A maioria de nós vai ter esta experiência, no máximo, 85-90 vezes.Pesquisa:American Psycholgy Association (https://www.apa.org/news/press/releases/2023/11/holiday-season-stress)Deus diz: Isaías 27:5 A quem Deus abençoa?Isaías 66:2-4 2 Cron 20:17 - Hebreus 4:7-11 A ansiedade é cega e não pode discernir o futuroEGW: Nada temos que temer quanto ao futuro a menos que…Por isso,1 Tess 5:18 - 1 Pedro 5:7 - 1Pedro 5:7 NVTElementos que podem causar ou potencializar a Ansiedade:Perda de autocontrole nas redes sociaisUso de café e outos estimulantes Uso de bebida alcoólica (nem por brincadeira)Excessos na comida, sem limitação de horário, quantidade ou qualidade (diversão x nutrição)Falta de sonoFalta de exercício fisicoDescontrole nos hábitos financeirosDescontrole nos hábitos relacionais e sexuaisHábitos promotores da paz:(Muitos deles relacionados ao princípio do Primeiro Deus) Mat 6:33Hábitos devocionaisPrincipio Primeiro DeusMomento de oração - os sete minutos (episódio #85)Estudo da Biblia (episódio #1)Lição da Escola SabatinaEspirito de ProfeciaGuarda do sábadoFrequência à igrejaTrabalho para Deus - Atenção aos hábitos físicos 1 cor 10:31 Hábitos financeiros Provérbios 3:9-10 Primeiro Deus: dizimo (10%) e oferta (___%)Seu “eu” de amanhã - fundo de reservaSabedoria Financeira Bíblica: • A sequência é fundamental: trabalhar, receber, doar, poupar, gastar. • As primeiras coisas em primeiro lugar — Deus, os necessitados, a poupança, as necessidades. • Desenvolva o contentamento. A dívida é frequentemente o resultado do descontentamento por ter apenas o que é possível ter. As pessoas se endividam para ter o que não podem pagar. (Josanan). Fil. 4:11–12.Adote um estilo de vida simples — sem ostentação. Fil. 4:12. • Viva com o que pertence a você — não tome emprestado. • Pague o que você deve, antes mesmo de comer. “Nunca vi o justo desamparado, nem a sua descendência mendigar o pão.” • Use apenas o dinheiro que já está na sua conta bancária. Não conte com recursos que ainda não recebeu. • Recolha as migalhas.A vida é simples. Nós é que complicamos…A Biblia é o grande descomplicador dos problemas da vida. João 15:5 Filipenses 4:13 Naum 1:7 - Sermão BR1 6/dez/2025
É um dos apresentadores mais populares da televisão, mas viveu uma fase em que se afastou dos holofotes por desentusiasmo com o entretenimento e busca de sentido para a vida. É quando passa a dar voz a várias causas humanitárias e de sustentabilidade ambiental. João Manzarra afirma ter passado por um dos momentos mais belos de sempre quando acompanhou de perto o pai durante o seu último ano de vida. E atribui ao progenitor o facto de ter feito as pazes com o seu papel televisivo, como forma de trazer alegria às pessoas. Amante de grandes viagens, tem agora um canal no Youtube onde relata as aventuras pelo mundo e estreia em breve um videocast sobre caminhadas com figuras públicas. E aqui revela as razões por se ter encantado tanto pela Argentina e pelo seu povo, nas várias viagens que fez por lá. E, nesse caminho, conta algumas peripécias por que passou na estrada, num carro com atrelado, e explica o que o faz gostar tanto de viajar sozinho, para viver o que chama de “liberdade total”. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Un grupo de militares salvadoreños, entre ellos un exministro de Defensa, enfrentará juicio por la masacre de casi mil civiles ocurrida en 1981 durante una ofensiva estatal contra las guerrillas de izquierda. El proceso marca un hito en la lucha legal iniciada en 1990 para llevar ante la justicia a los responsables de la peor matanza en la historia reciente de América Latina. Sin embargo, el abogado de derechos humanos David Morales, miembro de Cristosal, advierte sobre la falta de voluntad política para respetar el proceso. Entre 1980 y 1992, El Salvador vivió una guerra civil que enfrentó a las fuerzas militares contra la guerrilla del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional, dejando alrededor de 75.000 muertos en centenares de masacres. La más grave ocurrió en 1981 en el cantón El Mozote, donde el Batallón Atlacatl, perteneciente al Ejército, asesinó y torturó a cerca de mil campesinos, en su mayoría niños. Ahora, 40 años después, y pese a la represión social y política que vive el país, la organización de derechos humanos Cristosal anunció que finalmente habrá un juicio contra los máximos responsables del batallón. Trece de los presuntos autores fueron enviados a juicio, según una resolución emitida el pasado 26 de noviembre por el Juzgado de Instrucción de San Francisco Gotera, informó Cristosal en un comunicado. No obstante, persisten dudas sobre los resultados del proceso, señaló a RFI David Morales, abogado y miembro de la organización. "En este momento, el régimen autoritario salvadoreño tiene un mayor control sobre la sociedad civil. Aún no tenemos claro si se va a respetar el proceso judicial, si no habrá injerencias políticas que impidan el desenlace de una audiencia pública y sentencia". Falta de voluntad política Durante cuatro décadas, los gobiernos de El Salvador negaron la masacre, a pesar de que instituciones como la Corte Interamericana de Derechos Humanos corroboraron los hechos. Aunque el discurso anticorrupción del actual presidente Nayib Bukele dio cierta esperanza a los familiares de las víctimas, sus medidas para controlar el poder judicial han entorpecido el proceso, obligando a renunciar al juez que llevaba el caso en 2021. "El poder militar en El Salvador ha tenido una posición contraria a la ley y a la Constitución, al derecho internacional. Se ha protegido a los miembros de la Fuerza Armada que cometieron crímenes de guerra, se han obstruido archivos y negado información. Todos los presidentes civiles, hasta Nayib Bukele, han sido dóciles ante esta postura", sostiene Morales. Este año se llevó a cabo un proceso contra el exministro de Defensa, Guillermo García, acusado también en el caso El Mozote por el asesinato de cuatro periodistas neerlandeses. A pesar de ello, el abogado señala que 2025 ha estado marcado por la persecución a organizaciones de derechos humanos, activistas y voces críticas. "Nuestra expectativa es que estos precedentes puedan ayudar a que otros casos avancen. Pero, a pesar de estos avances, el escenario general es de sostenimiento de la impunidad. La Fiscalía General, en la gran mayoría de casos, o tribunales como el que lleva el caso del calabozo, actúan con muchas omisiones y falta de voluntad para profundizar en las investigaciones. De tal manera que casos como el de los periodistas holandeses o El Mozote han sido excepcionales. En los restantes casos no estamos viendo esa voluntad", concluye Morales. Ante este panorama, Cristosal exige que el Estado respete el avance del proceso y permita hacer justicia a las víctimas de una de las peores masacres del continente.
Um minuto de silêncio pelas pessoas sem jeitinho nenhum para embrulhar a jarra que compraram para a avó.
¿Por qué no hacemos las cosas que sabemos que nos harían bien? Cuando tenemos decenas de metas y hábitos en nuestra mente que nos encantaría cumplir pero no traspasan a la realidad, la frustración suele magnificarse. Algunos lo llaman autosabotaje. Hay quienes dicen que es pereza, desmotivación o incapacidad para hacer las cosas. En realidad hay elementos en específico que te impulsan o limitan cuando se trata de cumplir lo que te propones. Por eso, hoy conversamos con el reflejo del compromiso, que nos ilumina sobre cuál es la diferencia entre las metas que solo se quedan en el deseo y aquellas que se vuelven una realidad. Club de lectura: https://patreon.com/ValeriaMachuca?utm_medium=unknown&utm_source=join_link&utm_campaign=creatorshare_creator&utm_content=copyLink ----------------------------------------------------------- Music by Grace Chiang - biking to the beach - Music by Grace Chiang - biking to the beach - https://thmatc.co/?l=13FCFE00 ----------------------------------------------------------- timestamps 0:00-3:20 intro 3:20-12:44 por qué pospones lo que es bueno para ti 12:44-26:20 cómo cumplir con lo que te propones 26:20-29:28 el tema con la disciplina 29:28-30:45 conclusión (canciones del episodio) 30:45-32:11 outro Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Lucas 17:5-10Support the show
Episodio 885 de Contralínea En Vivo conducido por Aníbal García: -TEPJF rechazó investigar acordeones de elección judicial por falta de pruebas- Transmisión 11 de julio de 2025 CONTRALÍNEA EN VIVO se transmite de lunes a viernes a partir de las 10:00hrs (hora del centro de México) a través de Facebook live, YouTube y Telegram. La MESA DE ECONOMÍA POLÍTICA se trasmite todos los lunes a partir de las 14:00hrs. Nuestro programa de análisis, AMÉRICA INSUMISA, se trasmite los martes a partir de las 14hrs. AGENDA DE SEGURIDAD NACIONAL es los miércoles a partir de las 14:00hrs Estamos en Facebook, YouTube, Twitter, TikTok, Instagram, Whatsapp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Hoy comentamos por qué Cuba se encuentra a las puertas de anunciar su participación en el Clásico Mundial y qué elementos faltan para que el proceso sea completamente oficial. Abordamos:El estatus actual del permiso de la OFACLa importancia de este permiso antes de cualquier confirmación públicaCómo influye este paso en la logística del equipoQué significa este anuncio para los jugadores disponibles y el armado del rosterUn análisis claro de dónde está Cuba hoy y qué se necesita para que el anuncio se convierta en participación real.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/pelota-cubana--3596768/support.Pelota Cubana USA: Donde hablamos del béisbol cubano como es, no como quieren que lo cuenten.
(Antevíspera del Día Internacional de las Personas con Discapacidad) Sucedió en París el 18 de octubre de 2018. Mientras esperaba para subir al autobús, nadie quería moverse. Eso de por sí no habría sido gran cosa si se hubiera tratado de una persona cualquiera. Pero la persona a quien le sucedió, François Le Berre, era un hombre diagnosticado con esclerosis múltiple primaria progresiva que se movilizaba en silla de ruedas en compañía de su hermano. «Como nadie se movió —contó después Le Berre mismo en la cuenta de Twitter Accessible POUR TOUS (en español, Accesible PARA TODOS)—, el conductor se levantó y gritó: “¡Hasta aquí llegamos! ¡Bájense todos!” Los pasajeros se bajaron, algunos refunfuñando. Luego el conductor anunció que el próximo autobús pasaría en cinco minutos, y se bajó él mismo. Esperó un rato —siguió narrando Le Berre—, y una vez que todos se dispersaron, se me acercó y me dijo: “Ahora sí pueden subir. Los demás tendrán que esperar a que pase el siguiente autobús. Algún día todos pudieran llegar a necesitar una silla de ruedas.”» Cuando se le preguntó si había vuelto a tener contacto con el conductor, Le Berre respondió: «No, no lo conozco. Él nos dijo que no tenía ningún familiar con discapacidad, que sólo hacía falta ser un poco civilizado.»1 Lo ocurrido se difundió en las redes sociales y, como era de esperarse, hubo claras manifestaciones de apoyo al conductor además de relatos afines de gestos nobles en líneas de autobuses. Uno de éstos, por ejemplo, fue el caso de una pasajera en la ciudad de Niza, Francia. Embarazada de ocho meses, se subió al transporte público, pero nadie le cedió su asiento. El chofer, al darse cuenta, frenó y no volvió a poner el autobús en marcha hasta que alguien se levantó para que la mujer pudiera sentarse.2 ¡Qué buenos ejemplos de personas nobles comúnmente criticadas a causa de su profesión! Nos recuerdan el refrán que dice: «No hagas juicio a montón, sino tras buena información.» Pues con frecuencia, como dice otro refrán, «el león no es como lo pintan». Por eso nos advirtió Jesucristo en el Sermón del Monte: «No se conviertan en jueces de los demás, y así Dios no los juzgará a ustedes. Si son muy duros para juzgar a otras personas, Dios será igualmente duro con ustedes. Él los tratará como ustedes traten a los demás.... Así que en todo traten ustedes a los demás tal y como quieren que ellos los traten a ustedes.»3 Con esa última sentencia, conocida como la regla de oro, Cristo nos dio la clave para resolver prácticamente todo problema humano. Es que Él sabía que si la llevamos a la práctica podemos evitar que se den situaciones intolerables como las que afrontaron el hombre con discapacidad y la mujer embarazada. Determinemos que vamos a tratar a los demás con respeto y consideración, dispensando así no sólo el mismo trato que queremos recibir de parte del prójimo, sino también el que queremos recibir de parte de Dios mismo, quien nos creó a todos iguales. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Pierre Lentz, «Un chauffeur vide son bus pour permettre a un handicapé d’y accéder», Le Huffpost, 24 octubre 2018 En línea 11 junio 2019. 2 «París: un chofer bajó a todos los pasajeros del colectivo por no ayudar a una persona discapacitada», La Nación, 26 octubre 2018 En línea 11 junio 2019. 3 Mt 7:1-2 (TLA),12 (NVI)
Rosana Laviada analiza el contexto en el que se mueven PSOE y Gobierno tras la entrada en prisión del círculo íntimo de Sánchez. Análisis con Vanessa Vallecillo y Silvia Riveiro.