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Rosana Laviada aborda con Vanessa Vallecillo el mensaje que han arrojado las urnas este domingo
O Chile escolheu um novo presidente. José Antonio Kast venceu o segundo turno das eleições presidenciais com 58,2% dos votos, derrotando Jeannette Jara, candidata do Partido Comunista. Com um discurso alinhado à direita e foco no endurecimento da segurança pública, Kast assume o comando do país em meio a um cenário de forte polarização política. No JR 15 Minutos, o professor de Relações Internacionais e Economia do Ibmec São Paulo, Alexandre Pires, analisa quem é o novo presidente, o significado político da vitória e os possíveis impactos para o Chile e a América do Sul.
Miguel Paradela, profesor de Relaciones Internacionales, analiza la victoria de Kast, quien promete mano dura contra la inmigración ilegal.
Mais de 15 milhões de eleitores chilenos vão às urnas neste domingo para o segundo turno da eleição presidencial. A ex-ministra do Trabalho Jeannette Jara, de 51 anos, do Partido Comunista e da coalizão governista, disputa com o ex-deputado José Kast, de 59 anos, do Partido Republicano e ultradireitista.
Os chilenos voltam às urnas neste domingo, para eleger o seu próximo presidente, em uma eleição em que a direita é a clara favorita. O conservador José Antonio Kast disputa com a comunista Jeannette Jara a sucessão do Palácio La Moneda. Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou nesta sexta-feira, o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. O sub-editor de Internacional do Estadão, Luiz Raatz, conversou com Emanuel Bomfim sobre os assuntos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi nomeado neste sábado, 29 de Novembro, o novo Governo de transição da Guiné-Bissau, liderado por Ilídio Vieira Té, antigo ministro das Finanças do executivo deposto. O analista político guineense Rui Jorge Semedo, denuncia “a encenação golpista” e espera que a missão de alto nível da CEDEAO, que deve chegar ao país em breve, "faça cumprir a legitimidade das urnas". Que comentário lhe merece este novo governo de transição? É a confirmação dessa encenação golpista e que está fortemente ligado com as estratégias do ex-Presidente Umaro Sissoco Embaló para continuar a controlar o poder. A começar pelo primeiro-ministro Ilídio Vieira Té- que foi director de campanha do Sissoco Embaló- e alguns membros desse governo de transição, além de figuras também ligadas ao sector castrense. Portanto, isso na verdade, não é um governo legítimo. Como todos sabem, é um governo imposto que não cumpre com a legitimidade, nem com a vontade saída das urnas. Portanto, eu acho que os guineenses defensores da democracia e dos direitos humanos estão a acompanhar impávidos e serenos, convictos de que a situação será revertida. Obviamente com o esforço dos próprios guineenses, mas também com o apoio da comunidade internacional. Este que esse governo simboliza a encenação em que os guineenses foram colocados desde o dia 26 de Novembro. Um governo sem credibilidade? Sem credibilidade e sem legitimidade. Acabamos de sair do processo eleitoral na votação do dia 23 de Novembro e os guineenses merecem ter um governo que não seja imposto pela vontade das armas, mas sim pela vontade popular. Eu acho que mais tarde ou mais cedo, os guineenses terão essa oportunidade de reverter esta situação vergonhosa e grave. Estamos perante um atentado grave contra a democracia. Como é que vê esta nomeação do João Bernardo Vieira para a pasta dos Negócios Estrangeiros? O João [Bernardo Vieira] sempre suportou as agendas autoritárias do Presidente Sissoco Embaló. Portanto, é um prémio que ganhou e está muito feliz, contente. Porém, é um prémio sem legitimidade. A meu ver, ele acabou por cometer um grande erro da sua vida. Porque sendo um político, formado na área do direito, talvez deveria ser o primeiro a defender a legitimidade democrática. Ele sabe quem ganhou as eleições. mas como o interesse dele, como outras figuras, é chegar sempre ao poder, então o importante é pensar em si e não no bem comum dos guineenses. João Bernardo Vieira, enquanto responsável pela diplomacia, não terá nenhuma influência junto da comunidade internacional. Então, estamos diante de um governo de fachada e a contribuição de João Bernardo Vieira será insignificante, tanto ele como os restantes membros do executivo. Este governo -e as pessoas que ali estão, não tem pernas para andar. CEDEAO adiou para segunda-feira a chegada a Bissau, o que é que se espera desta missão de alto nível? Que faça cumprir a legitimidade das urnas. É o mínimo que se espera. Na verdade, chegámos onde chegámos pela cumplicidade da comunidade internacional. É preciso ser honesto e frontal. Umaro Sissoco Embalá e toda a sua equipa desrespeitarm a Constituição da República da Guiné-Bissau, acabarão com a legitimidade democrática arruinaram o Supremo Tribunal, o Parlamento e o Executivo. Durante todos esses anos, nenhuma governou sem considerar a questão da República. A comunidade internacional, com as suas representações aqui na Guiné-Bissau, nunca fiez nada; particularmente, a CEDEAO. Portanto, chegámos onde chegámos por desleixo da comunidade internacional e agora nós esperamos uma contribuição valiosa, não uma contribuição irresponsável, uma contribuição contundente para poder contornar esta situação. Este novo executivo ou vai continuar a ser comandado por Umaro Sissoco Embaló a partir do Congo Brazzaville, como especula alguma imprensa guineense? A própria classe castrense está a ser comandada por Umaro Sissoco Embaló. Quem deu as ordens para colocar o Domingos Simões Pereira na cadeia? E as outras pessoas? Então, se ele está a comandar os militares, porque não faria o mesmo com o executivo de transição? Outro grande erro da CEDEAO foi preocupar-se com Embaló, mesmo sabendo que foi ele quem fez toda essa encenação, então deveria estar num lugar seguro, onde as suas comunicações iriam ser controladas, mas lhe deixaram-no ir para um país onde também não se respeita o Estado de direito democrático. Então ele está à vontade para fazer e continuar a fazer aquilo que ele tem feito com o povo guineense. A posição do antigo Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, e a do primeiro-ministro senegalês, Ousmane Sonko, que falaram em encenação de golpe de Estado na Guiné-Bissau, acha que pode mudar o xadrez político? Acho que podem influenciar essas posições. Podem influenciar a percepção da comunidade internacional, relativamente ao que está a acontecer na Guiné-Bissau. Os guineenses gostaram muito da frontalidade e da transparência, mas sobretudo da coragem que estes dois dirigentes tiveram para denunciar o que está a acontecer na Guiné-Bissau. Portanto, esperamos que com estas duas declarações, estes dois posicionamentos, possam ter uma acção mais responsável, mais humana, perante aquilo que está a acontecer neste momento. Aliás, de acordo com a imprensa senegalesa, foram mesmo as palavras do Ousmane Sonko que levaram à saída do país do Umaro Sissoco Embaló…. Também não duvido. Acho que deve ser isso mesmo, porque Sonko, com as suas declarações assumiu, que é um defensor da democracia e dos direitos humanos. Mas que peso tem o Congo Brazzaville? O Congo não e um Estado democrático. Denis Sassou-Nguesso, no poder há mais de duas décadas, é o modelo de Sissoco Embaló. Como também os outros ditadores que se espalham pelo continente africano. Sissoco Embaló revê-se no comportamento dessas pessoas para poder aplicar o mesmo na Guiné-Bissau. E foi o que ele fez durante todo esse tempo. Por isso, talvez o Congo é o melhor refúgio para ele, para continuar a comandar de longe os militares e os políticos e a açambarcar os nossos direitos. Na sua opinião, qual é a solução para o país? A solução é respeitar a vontade das urnas, permitindo que a CNE anuncie os resultados eleitorais. Ficou claro, para todos nós, que o vencedor foi o Fernando Dias da Costa. Deve-se permitir que o Fernando Dias da Costa assuma as suas responsabilidades e contribua para a reorganização e revitalização dos órgãos da soberania. Só assim, os guineenses poderão começar a sentir-se mais seguros e poderão sonhar com um amanhã [melhor]. Acredita que as actas eleitorais continuam intactas, longe das mãos dos militares? Os homens da Comissão Executiva da CNE estão todos sob custódia dos militares, assim como alguns magistrados da Procuradoria-Geral da República que trabalharam no processo de fiscalização do processo eleitoral. Portanto, segundo algumas informações oficiais, os dados estão seguros. Esperemos que assim seja, para que se possa, quando se consiga fazer, reunir todas as condições, para que os resultados possam ser lidos e validados.
A saída de Umaro Sissoco Embaló para Dacar não prova qualquer golpe, defende o analista político Armando Lona, que garante tratar-se de “uma farsa” montada por um Presidente "derrotado nas urnas". Sem ruptura militar real, o coordenador da Frente Popular defende que o país aguarda pelo anúncio dos resultados eleitorais e que o povo guineense “derrubou a ditadura nas urnas”, exigindo agora que a ordem constitucional seja restaurada. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, deposto por um grupo de militares chegou, ontem à noite, a Dacar num avião fretado pelo governo senegalês. Nos próximos dias, é esperada em Bissau uma missão de mediação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), anunciada depois da cimeira de emergência entre os líderes regionais. O analista político guineense e coordenador da Frente Popular, Armando Lona, rejeita a leitura de que esteja em curso um golpe militar, descrevendo a situação como “uma farsa” atribuída a um Presidente “derrotado nas urnas”. Armando Lona começa por contrariar a interpretação de que exista uma crise institucional na Guiné-Bissau: “Nós não temos nenhuma crise. O que estamos a viver é uma farsa provocada por Umaro Sissoco Embaló, candidato derrotado nas eleições de 23 de Novembro”. Para o analista, a instabilidade das últimas semanas resulta de uma estratégia recorrente: “Ele perdeu as eleições. Ciente disso, voltou à sua técnica privilegiada. Ele é especialista na invenção de golpes. Inventou há três semanas um golpe e inventou outro há dois dias.” Segundo Armando Lona, Umaro Sissoco Embaló terá procurado manipular as comissões regionais de eleições e, posteriormente, a Comissão Nacional de Eleições (CNE). “Tentou (…) forjar resultados falsos e, com o fracasso, avançou para esse plano de golpe de Estado”, descreve. Contudo, rejeita que tenha havido qualquer tomada de poder por parte das Forças Armadas: “Como é possível falar em golpe de Estado de um Presidente que tem um exército atrás de si e um contingente de centenas de homens da CEDEAO, como se faz um golpe nesta situação?” Para Armando Lona, a explicação é simples: “Quem o derrotou não foram os militares, mas sim o povo da Guiné-Bissau.” Os membros da CEDEAO estiveram reunidos de emergência, esta quinta-feira ao final do dia, e anunciaram o envio de uma missão de mediação composta pelos presidentes de Serra Leoa, Senegal, Cabo Verde e Togo. Armando Lona reconhece que a organização actua em conformidade com o protocolo, mas acusa-a de falhar sistematicamente no país: “É uma obrigação da CEDEAO, que falhou várias vezes. (…) A força da CEDEAO está no país apenas para proteger o Presidente agora derrotado, Umaro Sissoco Embaló.” E questiona: “Como se pode permitir que chegássemos a este ponto com uma força incapaz de cumprir a sua função?” Apesar das críticas, considera necessária a decisão anunciada pelos líderes regionais: “A posição é clara: retorno à ordem constitucional, retomada do processo eleitoral e anúncio dos resultados da eleição de domingo, cujo vencedor já é conhecido.” Para Armando Lona, tudo depende agora da formalização dos resultados: “As missões de observação internacional têm os resultados. A CNE tem os resultados. Falta apenas anunciá-los para que o Presidente eleito tome posse.” “O povo guineense derrotou a ditadura nas urnas, derrotou o autoritarismo e derrotou o culto de personalidade”, acrescentando que “o povo guineense está disposto a novos sacrifícios para fazer respeitar a sua vontade. Não vamos permitir mais fintas”. Sobre a saída de Umaro Sissoco Embaló para Dacar, Armando Lona não exclui a hipótese de apoio internacional. “É uma suspeição legítima, tendo em conta o papel dúbio da França em relação à Guiné-Bissau”, observa, recordando que não seria a primeira vez que Paris actuaria nos bastidores de crises africanas. No entanto, distingue a França do Senegal: “Do Senegal não acredito. O Senegal tem uma opinião pública esclarecida (…) e uma consciência africana que não permite jogos obscuros.” Armando Lona rejeita a narrativa de perseguição apresentada pelo Presidente deposto: “O que ele fez foi para procurar proteção. Não teve coragem de abandonar o país reconhecendo a derrota e criou um quadro de vitimização, quando, na verdade, se tratou de um golpe fabricado por ele.” E recorda que tais episódios seriam recorrentes: “Toda a gente sabe. Não é a primeira vez; será a quinta ou sexta vez que inventa golpes.” Para o analista, a comunidade internacional tem agora um papel determinante: “Saudamos o posicionamento firme das missões de observação internacional, da CPLP, da União Africana e da CEDEAO.” Segundo o coordenador da Frente Popular, existe um alinhamento claro: “Encorajamos essas organizações a prosseguir para que sejam criadas condições para o anúncio dos resultados e a tomada de posse do novo Presidente.” Quanto à missão da CEDEAO que deve chegar a Bissau nos próximos dias, Armando Lona considera adequada a composição: “As pessoas envolvidas conhecem profundamente o país. Não são estranhas à Guiné-Bissau", reforçando que o país aguarda apenas o passo final: “Houve uma eleição transparente. Um candidato venceu. Resta criar condições para que a entidade competente anuncie os resultados.”
La oposición del gobierno de Jorge Azcón ya se prepara para un posible adelanto electoral. Sin fisuras, todos coinciden en que están dispuestos a ir a las urnas en un 'superdomingo' como el de Extremadura. Esta es la respuesta que dan los grupos parlamentarios a un giro de guion del PP, que se mueve entre la estrategia nacional y la falta de apoyos para sus presupuestos.
Carolina Brígido fala que mesmo com o apoio de integrantes da cúpula do Judiciário, como o de Fux, no STF, e Kássio Nunes Marques, no TSE, não há caminho possível para que a inelegibilidade de Bolsonaro seja revertida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hablamos en Concepción con Paulina Astroza, doctora en ciencias políticas y sociales; en Washington D.C. con Dori Toribio, periodista y corresponsal, y en Ciudad de México con Karolina Gilas, profesora de la UNAM
Os chilenos vão às urnas neste domingo para a eleição presidencial em meio a uma polarização política acirrada em torno de temas como o aumento da violência, reações à imigração principalmente de venezuelanos e problemas com a economia. Três candidatos aparecem à frente nas pesquisas, que não podem mais ser divulgadas e apontavam indefinição sobre os dois que devem ir para o 2º turno. Os principais nomes da disputa são: a comunista Jeannette Jara e os extremistas de direita José Antonio Kast e Johannes Kaiser. Em entrevista à Rádio Eldorado, Carolina Pedroso, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), disse que é “quase certo” que haverá 2º turno e indicou que o futuro governo terá obstáculos a enfrentar em razão da polarização. “Independentemente de quem ganhar, vai haver dificuldade de governar com um Congresso e a população divididos”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Voto obrigatório volta após 13 anos.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Conversamos con Alejandro Morales, internacionalista, sobre los recientes resultados electorales en Estados Unidos, la llamada “marea azul” y lo que estos cambios dicen sobre el humor político del país norteamericano. Hablamos del rechazo al caos y la incertidumbre asociada al trumpismo, del costo de vida como tema central del voto, del papel de los gobernadores y alcaldes como contrapesos, y de por qué estas elecciones, aunque locales, ayudan a leer hacia dónde podría moverse la política estadounidense en los próximos años. También conversamos sobre el cierre del gobierno federal, los aranceles y cómo estas tensiones internas afectan a la región, incluyendo a Guatemala, no desde el titular superficial, sino desde las dinámicas reales de poder, seguridad y alianzas.https://vm.tiktok.com/ZMAWon522/Gracias a nuestros patrocinadores:Party SmartInterlunio: www.interlunio.orgBrouwerSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https: //whatsapp.com/channel/0029VaFGJYN7z4ko8qL0Rk3USpotify:https://open.spotify.com/show/6nwrSBjxwubm0nJlEDoJdD?si=d2a6238d0a05462eTiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
La reforma que juntará las elecciones políticas con la revocación puede provocar el desequilibrio en el tablero democrático, pues la imagen de Sheinbaum impulsará candidaturas, dicen expertos. Capítulos 00:20 - Reforma para megaeleeción 00:56 - Caos en las Urnas 01:47 - 'Efecto Arrastre' de Sheinbaum
NotiMundo Estelar - Jahiren Noriega y Andrés Castillo, Ecuador a las urnas, el 'SÍ' y el 'NO' en debate by FM Mundo 98.1
Finalmente acabaram as eleições na Luz e o novo Presidente do Benfica é... Rui Costa! Aleluia, aleluia! Esta semana, na ausência imprevista do nosso Velho de Remelhe, falamos sobre as eleições e sobre o que o seu resultado poderá significar para o Benfica. Fazemos um balanço das primeiras 11 jornadas, com o Porto como equipa em destaque, bem como o Gil Vicente, actualmente num merecido 4º lugar. Mas falamos também da luta pelo 4º lugar e da situação actual no fundo da tabela: será ainda cedo para dizer que o AVS já não se safa? Sendo que estamos a meio da fase regular da Champions e da Liga Europa, fazemos também um balanço das prestações Europeias dos clubes Portugueses. Terminamos com a Selecção: Portugal pode selar o apuramento para o Mundial já no próximo jogo contra a Irlanda, e vai fazê-lo... sem laterais canhotos! Esperamos que gostem!
No primeiro dia de análise, alguns juízes da Suprema Corte dos EUA sugeriram que o presidente americano, Donald Trump, pode ter extrapolado a autoridade presidencial com sua política econômica. O analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna e Mauricio Moura, professor da Universidade George Washington, debatem o assunto.
En este episodio, el abogado Jonathan analiza las noticias más importantes de inmigración en Estados Unidos. Explica las nuevas redadas en Texas, el uso de reconocimiento facial en aeropuertos y la decisión del Departamento de Seguridad Nacional que pone fin a la extensión automática de permisos de trabajo. Además, comenta los resultados de las elecciones recientes y cómo estos envían un mensaje político directo a Donald Trump. Durante el programa, también responde preguntas sobre la tarifa de $100 para casos de asilo, el futuro del TPS de Venezuela, renovaciones de DACA, casos VAWA y parole militar. El episodio concluye con un mensaje de esperanza, fe y unidad para la comunidad inmigrante que sigue enfrentando cambios en las leyes migratorias.
'Hora 14' es el informativo líder del mediodía. Cada tarde a las 14:00 de lunes a domingo, la actualidad de la mañana en la Cadena SER. Dirigido por Javier Casal.
Nadie duda que Estados Unidos pisa firme el "patio trasero". El término ciertamente es repudiado, empero quienes lo escuchan lo entienden perfectamente. Veamos solo algunos de los hechos más recientes: Javier Milei tuvo una contundente victoria en las legislativas del domingo. Se dice que los argentinos se enfrentaron a una elección entre dos miedos y que ganó el miedo de regresar a la era kirchnerista. Pero lo cierto es que, además, Donald Trump tuvo mucho que ver en la crucial votación. Tanto así que los analistas estiman que será inevitable que gravite en el ciclo electoral venidero que tiene escalas próximas en Chile, Perú, Colombia y Brasil. También Costa Rica, claro. El otro hecho es la presencia cada vez mayor en el Caribe. A este martes se contaban 57 muertos por la destrucción de las supuestas narcolanchas. Inicialmente, se dijo que las operaciones eran contra Venezuela. ¿Para terminar con el trasiego o para terminar con el régimen de Maduro? Eso no está claro aún. Lo que sí salta a la vista es que el operativo marítimo -que ya incluye operaciones terrestres encubiertas de la CIA- profundizó las severísimas desavenencias con Colombia. El presidente Gustavo Petro, el más vocal de los anti trumpistas, no solo se quedó sin visa, sino que fue sancionado financieramente por ser -según Trump- jefe del narcotráfico. Pero la cuestión va mucho más allá de la feroz guerra de palabras entre ambos. Estados Unidos suspendió todas las ayudas al país desertificó a Colombia como nación aliada en la lucha contra las drogas y amenaza con elevarle más los aranceles. Repasamos estos tópicos con el internacionalista Carlos Cascante.
Como cada manana, este martes 28 de octubre, Miguel Ondarreta, nos trae las historias para empezar la manana: de la convocatoria de elecciones en Andalucia a la ruptura de Junts con el Ejecutivo.
Maria Daban, Paco Marhuenda, David Jimenez Torres, Marta Garcia Aller y Ruben Amon analizan la actualidad politica.
NotiMundo Estelar - Carlos Aguinaga, Ecuador a la urnas el 16 de noviembre, ¿qué debemos tomar en cuenta los votantes? by FM Mundo 98.1
Como cada manana, este martes 28 de octubre, Miguel Ondarreta, nos trae las historias para empezar la manana: de la convocatoria de elecciones en Andalucia a la ruptura de Junts con el Ejecutivo.
Maria Daban, Paco Marhuenda, David Jimenez Torres, Marta Garcia Aller y Ruben Amon analizan la actualidad politica.
Un total de 8.423 urnas del distrito Santa Fe arribarán este lunes a la capital provincial. El conteo final de votos comenzará este martes a las 18, cuando se cumplan las 48 horas que establece el Código Electoral Nacional. Habrá cortes y desvíos de tránsito en la zona del Correo Argentino y del Comando Electoral.
As eleições legislativas argentinas revelaram uma crise compartilhada. Javier Milei venceu nas urnas, mas perdeu o ímpeto populista que o tornara símbolo dos descontentes. O peronismo, por sua vez, resistiu sem recuperar o fôlego. O país parece cansado, dividido entre dois projetos em crise. Thomás Zicman de Barros, analista político O clima no comitê de Javier Milei era de celebração. Com cerca de 40% dos votos, o presidente argentino saiu das eleições legislativas parciais deste domingo consolidado como a principal força política do país, à frente de um peronismo que se reduz a 31% do eleitorado. Mas, por trás da vitória, o que se vê é um país cansado, marcado por uma abstenção recorde e um clima de desânimo generalizado. As eleições, que renovavam um terço da Câmara e do Senado, registraram uma taxa de comparecimento de apenas 68%, a mais baixa desde 1942. O dado é eloquente: a Argentina parece exausta. O mileísmo sobreviveu e se expandiu no Parlamento, obtendo uma bancada suficiente para proteger seus decretos e resistir a tentativas de destituição, mas num ambiente de retração da participação. Os 40% de hoje garantem poder, mas estão longe dos 55% que o consagraram em 2023, num cenário de maior mobilização popular. O entusiasmo libertário de então deu lugar à simples rejeição ao peronismo. Naquele ano, Milei não venceu apenas como candidato das elites tradicionais, hostis à herança de Perón. Venceu como figura de transgressão, um outsider que falava a linguagem dos desencantados. Conseguiu atrair parte dos trabalhadores precários, dos jovens sem perspectivas e de uma população exausta do Estado e descrente dos partidos. Seu estilo anárquico, feito de improviso e fúria, parecia disputar com o peronismo o monopólio de representar “os de baixo” contra “a casta”. Era um populismo de extrema direita, o primeiro capaz de desafiar o tradicional populismo peronista em seu próprio terreno. Reorganização do voto antiperonista O que se viu neste domingo foi outra coisa. Milei demonstrou fôlego, venceu em províncias importantes como Santa Fé, Córdoba, Mendoza e na Cidade de Buenos Aires. Sobretudo, empatou na província de Buenos Aires, a mais populosa do país, onde vive cerca de 40% do eleitorado, revertendo a vantagem de dois dígitos que o peronismo havia conquistado há apenas um mês. O que explica esse desempenho, porém, não é o fervor de 2023, mas a reorganização do voto antiperonista. Ao longo do mandato, Milei alienou parte da base popular que o levara ao poder. Assumiu prometendo ajustes dolorosos em nome de uma futura prosperidade, mas o que se viu foi recessão, inflação ainda persistente e cortes sociais que corroeram o pouco apoio entre os setores populares. A isso se somaram dois escândalos que abalaram sua imagem moralista: o caso da criptomoeda promovida pelo próprio presidente, cujo valor disparou após suas declarações antes de o dinheiro sumir, e o das propinas de 3% em programas sociais que teriam beneficiado sua irmã e chefe de gabinete, Karina Milei. Os setores populares em que Milei se enfraquece o deixaram restrito à base que antes orbitava o PRO de Mauricio Macri e aos grupos mais à direita da União Cívica Radical, partidos que encolheram no Parlamento e hoje veem seu eleitorado migrar para La Libertad Avanza. O medo substituiu o entusiasmo. Parte dos argentinos votou nele não por convicção, mas por rejeição ao retorno do peronismo, visto como sinônimo de estagnação e crise. Mas se o populismo de extrema direita perdeu vitalidade, o peronismo está ainda mais combalido, incapaz de capitalizar o desgaste do governo. A abstenção o atingiu em cheio. Apesar de conseguir preservar sua bancada na Câmara, o movimento que por décadas encarnou o populismo argentino perdeu força no Senado e vive talvez sua crise mais profunda. O fracasso do governo Fernández, a prisão domiciliar de Cristina Kirchner e as divisões internas esvaziam seu apelo popular. No mês passado, Axel Kicillof, governador da província de Buenos Aires, comemorava uma vitória arrasadora nas eleições provinciais. Agora, vê-se diante de um empate que mina seu impulso e reabre espaço para Cristina, cuja liderança é, ao mesmo tempo, carismática e profundamente rejeitada. Crise dupla O resultado deste domingo mostra que Milei ainda é o nome forte da política argentina, mas que sua capacidade de mobilização está debilitada. Seu diferencial era dar voz aos descontentes, aos precarizados e aos que se sentiam deixados para trás. Essa parte do eleitorado, hoje, parece ter preferido ficar em casa. A Argentina vive, assim, uma crise dupla: a do populismo de extrema direita, que perdeu o fôlego transgressor, e a do populismo peronista, que perdeu a capacidade de encantar os de baixo. Milei governa um país cansado, e o peronismo o enfrenta sem vigor. Nenhum dos dois parece capaz, por ora, de devolver sentido à política.
Pedro Donoso analiza el impacto político del paro y cómo puede influir en las elecciones del 16 de noviembre. Mauro Andino reflexiona sobre el liderazgo indígena y el resultado de 30 días de protestas. Además, el abogado Mario Ruiz actualiza la situación judicial de los 12 de Otavalo. #CaféLaPosta
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Entre os candidatos há brasileiros que também formam a maioria dos eleitores estrangeiros.
Reportaje de Carlos González
NotiMundo A La Carta - Esteban Ron, Ecuador a las urnas para decidir sobre la Constituyente by FM Mundo 98.1
Para esta edição, o Giro 360 foi ao quarto andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, onde fica o gabinete do vice-governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB). Nome mais cotado para suceder o governador Ronaldo Caiado (UB), Daniel conversou por mais de uma hora com o editor da coluna Giro, Caio Henrique Salgado; o subeditor de Notícias do POPULAR, Júlio Lacerda; e o repórter de política Rubens Salomão. A entrevista abordou temas como a agenda de Caiado — cada vez mais voltada para compromissos fora do estado —, a relação com o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), a corrida para entregar obras de infraestrutura e a escolha do vice para a eleição de 2026. O Giro 360 é o podcast de política do jornal O POPULAR, em parceria com a rádio CBN Goiânia. Para acompanhar a entrevista, é só dar o play.
NotiMundo Estelar - Enrique Pita, Ecuador otra vez a las urnas; y tiempos para que la CC emita un dictamen sobre la Constituyente by FM Mundo 98.1
Los guerristas fueron durante mucho tiempo una almendra amarga en el PSOE, los sorayos ocuparon un poder muy vasto en el PP, y hasta el ala liberal de VOX -quizá un poco mitológica, eso es cierto- tuvo mando entre los suyos antes de que Abascal los mandara de cabezas de lista por las islas Chafarinas.
🔴🇺🇸 Este podcast examina los atentados más recientes contra políticos e influencers de todo el espectro ideológico en Estados Unidos, una tendencia en alza que está marcando récords históricos en los últimos años. ⚠️ Aunque la gran mayoría de los estadounidenses rechaza la violencia, la percepción dominante es que “el otro bando” sí estaría dispuesto a matar. Analizamos cómo esa idea, alimentada por la polarización 🔥, la desinformación 💻 y las redes sociales 📱, refuerza un ciclo de miedo y hostilidad que se retroalimenta, mostrando cómo la sospecha recíproca se ha convertido en una amenaza real para la convivencia democrática.
El presidente argentino, Javier Milei, sufrió el domingo su primera gran derrota desde que asumió el poder, al perder las elecciones provinciales en Buenos Aires. Los analistas Sergio Berensztein y Lara Goyburu evaluaron en RFI el impacto de este traspié y el posible surgimiento de una tercera alternativa política. Para el analista político Sergio Berensztein, se imponen cambios profundos en el partido de Milei si no quiere seguir acumulando derrotas. "Indudablemente esta elección puede implicar un costo significativo de cara a las elecciones legislativas, si el gobierno no cambia. Se supone que va a haber un cambio de gabinete y una modificación en la narrativa electoral. Pero sí, efectivamente, fue una derrota significativa. En el plano de la corrupción, si no se aclaran las sospechas que ya están instaladas en la opinión, esto puede generar una pérdida del electorado más moderado, que fue lo que ocurrió en la provincia de Buenos Aires", sostiene Berensztein. La politóloga Lara Goyburu, directora ejecutiva de Management & Fit, agencia que analiza exhaustivamente el escenario político argentino, considera que el resultado no se explica tanto por un triunfo del peronismo, sino más bien por los traspiés de La Libertad Avanza en la transparencia de su gestión económica, lo que generó dudas en un electorado que esta vez no lo acompañó en las urnas. Desmovilización de los seguidores de Milei "No sorprende tanto el resultado en la provincia de Buenos Aires porque este era un contexto que, ya a nivel social, mostraba agotamiento. Ese agotamiento hizo que quienes no fueran a votar fueran los desencantados con la política del gobierno nacional. Es decir, no es que hubiera un cambio de voto de los electores que sí habían votado, digamos que los electores de La Libertad Avanza pasaron a votar por Fuerza Patria. Yo creo, más bien, que aquellos que votaron a La Libertad Avanza en 2023 no fueron a votar esta vez. También ocurrió que en algunas secciones electorales optaron por terceras fuerzas", subraya. Según Goyburu, Milei tendrá que revisar a contrarreloj sus errores políticos, ya que su gobierno se juega el fortalecimiento o no de su bloque legislativo en las elecciones del 26 de octubre, donde se vislumbra la irrupción de una tercera fuerza política. "También es cierto que, a nivel nacional, existe una tercera fuerza que han armado algunos gobernadores que tienen un peso territorial específico, más racional, más dialoguista. Esta tercera fuerza está buscando ponerse como alternativa entre lo que sería el peronismo kirchnerismo y La Libertad Avanza", apunta. El presidente Milei necesita ampliar la pequeña minoría de su partido en el Congreso, dominado por una oposición que hasta ahora ha utilizado su poder para aprobar medidas de gasto social que bloquean los esfuerzos del mandatario por equilibrar las cuentas públicas.
El presidente argentino, Javier Milei, sufrió el domingo su primera gran derrota desde que asumió el poder, al perder las elecciones provinciales en Buenos Aires. Los analistas Sergio Berensztein y Lara Goyburu evaluaron en RFI el impacto de este traspié y el posible surgimiento de una tercera alternativa política. Para el analista político Sergio Berensztein, se imponen cambios profundos en el partido de Milei si no quiere seguir acumulando derrotas. "Indudablemente esta elección puede implicar un costo significativo de cara a las elecciones legislativas, si el gobierno no cambia. Se supone que va a haber un cambio de gabinete y una modificación en la narrativa electoral. Pero sí, efectivamente, fue una derrota significativa. En el plano de la corrupción, si no se aclaran las sospechas que ya están instaladas en la opinión, esto puede generar una pérdida del electorado más moderado, que fue lo que ocurrió en la provincia de Buenos Aires", sostiene Berensztein. La politóloga Lara Goyburu, directora ejecutiva de Management & Fit, agencia que analiza exhaustivamente el escenario político argentino, considera que el resultado no se explica tanto por un triunfo del peronismo, sino más bien por los traspiés de La Libertad Avanza en la transparencia de su gestión económica, lo que generó dudas en un electorado que esta vez no lo acompañó en las urnas. Desmovilización de los seguidores de Milei "No sorprende tanto el resultado en la provincia de Buenos Aires porque este era un contexto que, ya a nivel social, mostraba agotamiento. Ese agotamiento hizo que quienes no fueran a votar fueran los desencantados con la política del gobierno nacional. Es decir, no es que hubiera un cambio de voto de los electores que sí habían votado, digamos que los electores de La Libertad Avanza pasaron a votar por Fuerza Patria. Yo creo, más bien, que aquellos que votaron a La Libertad Avanza en 2023 no fueron a votar esta vez. También ocurrió que en algunas secciones electorales optaron por terceras fuerzas", subraya. Según Goyburu, Milei tendrá que revisar a contrarreloj sus errores políticos, ya que su gobierno se juega el fortalecimiento o no de su bloque legislativo en las elecciones del 26 de octubre, donde se vislumbra la irrupción de una tercera fuerza política. "También es cierto que, a nivel nacional, existe una tercera fuerza que han armado algunos gobernadores que tienen un peso territorial específico, más racional, más dialoguista. Esta tercera fuerza está buscando ponerse como alternativa entre lo que sería el peronismo kirchnerismo y La Libertad Avanza", apunta. El presidente Milei necesita ampliar la pequeña minoría de su partido en el Congreso, dominado por una oposición que hasta ahora ha utilizado su poder para aprobar medidas de gasto social que bloquean los esfuerzos del mandatario por equilibrar las cuentas públicas.
Cepeda, quien se perfila como una figura clave en el espectro de la centro derecha colombiana, ha articulado una candidatura fundamentada en la búsqueda de "orden".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu, em suas alegações finais, que Jair Bolsonaro seja condenado pelo STF por liderar uma trama golpista para continuar na Presidência da República, após a derrota nas eleições de 2022. As penas podem chegar a 43 anos de prisão. Um dos episódios citados por Gonet foi o do relatório da Comissão de Transparência Eleitoral, integrada por membros das próprias Forças Armadas.Bolsonaro desautorizou a divulgação do documento após o primeiro turno, porque a conclusão da Comissão foi de que não havia fraude nas urnas eletrônicas.Somente em 9 de novembro de 2022, o Ministério da Defesa encaminhou o relatório ao TSE, que então divulgou nota afirmando que a Comissão não apontou existência de fraude.Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Los audios conseguidos por EL PAÍS en los que se puede escuchar a Emiliano García Page, presidente de Castilla La Mancha, y Oscar Puente, ministro de Transportes, el pasado fin de semana en el Comité Federal del PSOE reflejan la tensión que se vive en las filas socialistas desde que estalló el caso Cerdán. Esas discrepancias a puerta cerrada contrastan con la intención de un PSOE que ha intentado salir de su comité dando una imagen de unidad y de fortalecimiento para seguir adelante con la legislatura. Mientras, el PP celebraba su comité mostrándose como un equipo. Un equipo en el que estuvo incluso, sin disensiones, Isabel Díaz Ayuso, que estuvo al lado de su líder, Alberto Núñez Feijoo, que aprovechó la ocasión para abrirle las puertas a Vox. Créditos Realizan: Ana Fuentes y Silvia Cruz Lapeña Con información de: José Marcos y Elsa García de Blas Presenta: Ana Fuentes Edición: Ana Ribera Diseño de sonido: Nacho Taboada Dirección: Silvia Cruz Lapeña Sintonía: Jorge Magaz
“O PCP não levou arquivos para Moscovo”, mas controlava a comissão de extinção da PIDE, que “estava um bocadinho em regime de regabofe”. A carga de pancada dos PIDES no aeroporto. O conselho do avô: “À frente dos PIDES não se chora”. A coragem física de Mário Soares e Salgado Zenha. Spínola e a “matança da Páscoa, uma coisa de doidos”. O DN de Saramago, “uma coisa do pior que se possa imaginar”. E o grande negócio com o livro “O Triunfo dos Porcos”. Segunda parte da conversa com João Soares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia del domingo 15 de junio de 2025 a las cinco de la tarde.
O presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco, espera continuidade no Governo mas diz serem naturais "alguns ajustes". Já quando à AR, reconhece que os entraves com a mesa "não dignificam". See omnystudio.com/listener for privacy information.
En un ejercicio electoral inédito y sumamente cuestionado, la llamada “elección judicial” terminó en lo que varios expertos califican como un fracaso democrático. Durante una entrevista en MVS Noticias con Manuel López San Martín, el abogado constitucionalista y profesor en la Facultad de Derecho de la UNAM, Francisco Burgoa, ofreció un balance crítico del proceso, subrayando la baja participación ciudadana, la falta de legitimidad de los resultados y la evidente cercanía entre los ganadores y el oficialismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El próximo 1° de junio marca una jornada electoral inédita en México: las primeras elecciones por voto popular del Poder Judicial. Los ciudadanos irán a las urnas para elegir cargos de impartición de justicia en posiciones clave como la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) o el Tribunal de Disciplina Judicial. RFI entrevistó a Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH, sobre este hecho histórico. Serán unas elecciones históricas y, además, las más grandes de la historia de México. El 1 de junio, se elegirán por voto popular 881 cargos, resultado de una reforma a la justicia aprobada por el Congreso. Es una reforma constitucional "necesaria en aras de tener jueces para la democracia y no corruptos", defiende el gobierno. Sectores detractores alegan, sin embargo, que jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia caerán presa de la politiquería electoral.En entrevista con Radio Francia Internacional (RFI), Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH explica los pasos del mecanismo de selección de candidatos a jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) que ha legitimado este proceso electoral.RFI: ¿Qué tipo de criterios y filtros se usaron en esta selección? ¿Y cuáles organismos o instituciones se encargaron de ese proceso? Adrián Ramírez: Contrariamente a lo que fue la reforma de Ernesto Zedillo, que jubiló a todos los ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación y eligió ministros a su modo, hoy se abrió la posibilidad de un proceso de participación electoral en el que las personas en funciones y candidatos que quisieran aspirar pudieran, primero, participar en un proceso de selección por competencias y, luego, desde las tres instancias del poder público, es decir, el judicial, el Legislativo y el Ejecutivo, se hicieron las entrevistas y verificación de los datos para que los candidatos pudieran registrarse.A pesar de eso, hubo casos en los que personas que podían estar cuestionadas en su probidad pasaron a la siguiente parte de las listas. Pero ha habido un proceso de impugnaciones. Los partidos políticos no tienen cabida y se ha generado un mecanismo de regulado por el INE, el Instituto Nacional Electoral.RFI: Visto así, estamos hablando de un grupo de candidatos selecto por sus calidades, porque serían idóneos después de pasar por este colador. ¿Pero cómo se hizo para que la ciudadanía tenga la posibilidad de saber por quién vota? Porque es un abanico muy grande de candidatos. Son 881.Adrián Ramírez: Esos 881 candidatos no van a ser votados por cada persona, sino que de ellos vamos a elegir algunos como ministros de la Suprema Corte de Justicia. Ese número es reducido. Luego tenemos otro número también reducido de magistrados. Y el número más amplio es el que constituye los cargos de los jueces de las diferentes instancias. Pero de acuerdo a la entidad federativa y a la sección distrital que cada persona tiene en su credencial de elector, el número se reduce significativamente.Se ha tratado de hacer un gran esfuerzo para que se conozcan los currículos de cada candidato. El INE tiene en su página entrevistas y perfiles, los diferentes factores de la vida pública, opinólogos, expertos, medios de comunicación e incluso personas con tintes partidistas, han sacado a la luz las bondades y los defectos de cada uno de los candidatos desde su óptica y, de alguna manera, esto puede formar el criterio.RFI: En una elección tan suis generis, ¿en qué consiste la campaña de un juez o de un candidato a magistrado o a ministro de la Corte Suprema de Justicia?Adrián Ramírez: Nada está escrito. Hay desde quien exalta su físico o su territorio diciendo "Ven a Puebla, Puebla tiene comida, tiene turismo", etc. Incluso hay candidatos que han hecho papeletas y han ido con grupos sociales a repartirlas y ofrecer a la gente que, si votan por ellos, de alguna manera, se beneficiará. Pero también hay quienes hacen propuestas claras de planes de trabajo o se presentan diciendo 'mis fallos se han orientado en esto, se han tratado tales y tales asuntos y los he resuelto de tal o cual manera'. Hay una diversidad de propuestas. La misma forma en que las personas se presentan como candidatos ya les está calificando de antemano.RFI: Algunos sectores descontentos han llamado a boicotear las primeras elecciones judiciales en México.Adrián Ramírez: Primero, el papel que el Poder Judicial tuvo respecto a estar boicoteando el proceso. Finalmente, a regañadientes, llegó muy tarde e hizo una lista sumamente rasurada. Prácticamente lo hizo porque no tenía otra opción. Pero son los partidos políticos y los grupos de interés manifiestamente beneficiados de la libre empresa, de los más poderosos, los que están llamando a boicotear la elección haciendo creer que la disminución de la participación será un rechazo a este proceso.Pero este proceso no se legitima por el número de participantes o de abstenciones, sino por los resultados de quienes pasaron por un proceso de selección, luego pasar un proceso de insaculación [selección aleatoria de personas] . Y tercero, van a pasar por un proceso de elección. Es ahí que apenas empieza el proceso para lograr tener jueces para la democracia."Hay deseos de participar", ha dicho la presidenta del país, Claudia Sheinbaum. La mandataria mexicana cuestionó también las ironías del Financial Times, que en un editorial consideró que México iba a un experimento kafkiano. La Presidenta subrayó que en Estados Unidos los ciudadanos eligen jueces y en algunos estados los de las Cortes estatales, aunque no a los integrantes de la Corte Suprema estadounidense.
Marta García Aller reflexiona sobre las elecciones que se van a realizar a lo largo de la semana en numerosos países de Europa.
Ecuador va a las urnas nuevamente este domingo 13 de abril para elegir al próximo presidente de la nación sudamericana, en una segunda vuelta que se prevé reñida.