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A possibilidade de o governo dos EUA classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas voltou a ganhar destaque às vésperas de uma possível visita do presidente Lula a Washington.O governo americano já adota essa estratégia com outros grupos ligados ao tráfico de drogas na América Latina, o que permite bloquear recursos financeiros, impedir a entrada de pessoas ligadas a essas organizações e realizar operações militares conjuntas com forças locais. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TrumpNoBrasil #SegurancaPublica #Geopolitica #Faccoes #CrimeOrganizado #RelacoesInternacionais #EUAeBrasil #Politica2026 #DoutrinaTrump #Narcotrafico
Red de Centros LIBRE para mujeres crecerá a más de mil espaciosSheinbaum propone embajador de México ante la OMCMás información en nuestro Podcast
Morena, PT y Verde cierran filas con Plan BGobernadores de Morena respaldan reforma electoralEU vuelve a izar su bandera en CaracasMás información en nuestro Podcast
No Papo Antagonista de hoje, conversamos sobre os principais filmes que devem ganhar o Oscar 2026 em suas categorias.Também comentamos sobre a negativa do Governo Lula à entrada do assessor de Trump para visitar Bolsonaro; sobre a internação de Jair Bolsonaro após problemas de saúde e sobre Alexandre de Moraes ter mandado fazer busca e apreensão na casa de um jornalista do Maranhã que fez questionamentos contra Flavio Dino.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PodcastBrasil#AnalisePolitica#NoticiasDoDia
O presidente Lula disse na manhã desta sexta-feira, 13, que proibiu Beattie de entrar em nosso território, e o Itamaraty confirmou a O Antagonista a revogação do visto.O Itamaraty confirma a revogação do visto, tendo em conta a omissão e falseamento de informações relevantes quanto ao motivo da visita por ocasião da solicitação do visto, em Washington.Trata-se de princípio legal suficiente para a denegação de visto, de acordo com a legislação nacional e internacional, disse a pasta a este portal.Em um evento, Lula comentou sobre a revogação do visto de Darren. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #Bolsonaro #Trump #Itamaraty #STF #DarrenBeattie #Diplomacia #BrasilEUA #AlexandreDeMoraes #AlexandrePadilha #Geopolitica #PoliticaNacional #AnoEleitoral #Ingerencia #Papuda
Episcopado respalda a mujeres víctimas de violenciaIrán condiciona paso por el Estrecho de OrmuzMás información en nuestro Podcast
DIPLOMACIA, POLITICA Y ECONOMIA con Horacio Daboul 8-3-2026
Tome previsiones continúa mantenimiento en la autopista Cuernavaca–Acapulco Reportan 47 detenidos por el caso del Rancho Izaguirre Europa llama a reforzar diplomacia ante crisis en Medio OrienteMás información en nuestro podcast
El anuncio del Departamento de estado sobre el restablecimiento de relaciones diplomáticas entre Estados Unidos y Venezuela genera expectative. El analista político Antonio de la Cruz destaca un avance de la estabilidad regional, pero con posible riesgo de desacato por parte del régimen.
A Bienal de Veneza propõe-se a ser, já este ano, a ONU da Arte ou Internacional da Beleza. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
EUA e Israel atacaram conjuntamente o Irão, enquanto decorriam negociações entre Teerão e Washington. O Irão retaliou e atacou vários países vizinhos, espalhando o caos ao Médio Oriente. Trump não se compromete com um prazo para o fim da guerra. Será que há sequer um plano do presidente americano? José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves analisam os mais recentes desenvolvimentos no conflito no Médio Oriente, no Antes Pelo Contrário em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversaron con Ximena Jara y Hernán Larraín sobre el viaje del Presidente electo José Antonio Kast a Estados Unidos, a pocos días del cambio de mando.
La periodista de Más de uno ha señalado la errática estrategia de Donald Trump cuyas últimas consecuencias han abierto una nueva guerra en Oriente Medio, poniendo en riesgo la estabilidad del mercado del petróleo.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara não poupou palavras ao classificar o Brasil como um "protozoário diplomático" diante do conflito entre EUA e Irã.A crítica foca na postura omissa do governo Lula, que evita condenar as ações da teocracia iraniana, adotando uma neutralidade que, para muitos especialistas, beira a cumplicidade.Enquanto o mundo se posiciona, o Itamaraty parece perdido em narrativas ideológicas que isolam o país das grandes democracias ocidentais.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Diplomacia #Brasil #Lula #Irã #Itamaraty #PolíticaExterna #Vergonha #Brasília #EUA
Bloqueo en Pemex alerta por desabastoCierran 49 negocios en CDMXCanadá impulsa diálogo EU-IránMás información en nuestro Podcast
En la edición sabatina de El Cocodrilo, conducido por Sergio Almazán, la pasajera invitada es Vania Guerrero, jefa de Diplomacia Pública de la Embajada Británica en México, para conversar sobre la participación del Reino Unido como país invitado en la quinta edición de la Feria Internacional del Libro de Coyoacán. La FILCO, que se ha consolidado como un referente cultural en la ciudad, se llevará a cabo del 6 al 15 de marzo en el corazón de Coyoacán, y se define como una feria plural e incluyente que celebra la lectura, la diversidad cultural y la vida comunitaria. Durante la conversación se detallaron las actividades que la embajada británica presentará: encuentros literarios sobre obras representativas como Hamnet, desfile de modas inspirados en libros y demás propuestas que fortalecerán el intercambio entre México y el Reino Unido. Sin duda, los libros también son puentes entre culturas, diálogos abiertos y en encuentros que transforman plazas públicas en territorios de imaginación.
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
La periodista de Más de uno ha señalado la errática estrategia de Donald Trump cuyas últimas consecuencias han abierto una nueva guerra en Oriente Medio, poniendo en riesgo la estabilidad del mercado del petróleo.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
António Guterres alerta riesgo grave para la paz mundialRusia tacha de ilegal ofensiva y exige alto al fuegoOcho muertos por volcadura en la Xochimilco-OaxtepecMás información en nuestro Podcast
DIPLOMACIA POLITICA Y ECONOMIA con Horacio Daboul 01-03-2026
SRE pide diálogo por crisis en IránMedia Luna Roja reporta 200 muertos en ofensivaSheinbaum inicia hospital del IMSS en SinaloaMás información en nuestro Podcast
O poder raramente se manifesta de forma explícita. Ele não precisa.Ele se reconhece nos símbolos, nos rituais, nos gestos.E poucas ferramentas atravessaram a história com tamanha consistência simbólica quanto o vinho.Desde os banquetes da Antiguidade às mesas corporativas contemporâneas, o vinho nunca foi apenas bebida. Foi instrumento de aproximação, marcador de hierarquia, veículo diplomático e catalisador de decisões estratégicas.Se olharmos com atenção, perceberemos: o vinho sempre esteve presente onde o poder se senta. Nesta aula apresentada por Dayane Casal você conhecerá detalhes deste tema.
O mundo acordou observando uma escalada militar sem precedentes no século. Em 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel lançaram uma agressiva ofensiva nacional contra o Irã, batizada de Operation Epic Fury. O objetivo declarado por Donald Trump? Destruir a indústria de mísseis, o programa nuclear e forçar a queda do regime islâmico.Neste vídeo, fazemos uma análise completa do cenário geopolítico:
El embajador de Estados Unidos en Chile advirtió que su país podría revisar la exención de visado para ciudadanos chilenos tras revocar el beneficio a tres funcionarios vinculados al proyecto de cable interoceánico "Chile-China Express" para conectar a Valparaíso con Hong Kong. El analista Guillermo Holzmann no descarta que estas tensiones continúen tras la llegada de Katz al poder. La administración Trump volvió a subir el tono frente al saliente gobierno de Chile el lunes al anunciar, por boca de su embajador, que podría abrir la puerta a retirar la exención de visado a los chilenos para ingresar a Estados Unidos como turistas, en otras palabras, eliminar la "Visa Waiver". La causa de las tensiones se encuentra en un cable de fibra óptica que podría conectar Valparaíso con Hong Kong —el cable interoceánico "Chile-China Express"— y que, para el gobierno de Boric, está en etapa de "evaluación". Para Washington, el proyecto socava la seguridad regional. De hecho, tres funcionarios de la administración chilena vinculados al proyecto fueron sancionados con la revocación de su Visa Waiver. "El embajador de Estados Unidos en Chile hizo ver a la autoridad respectiva en diciembre y enero que hay un inconveniente. Según Estados Unidos, hay antecedentes suficientes en términos de lo que podría ser una eventual fuga de datos (a China) o la interferencia en el traslado de esa información y, en la práctica, de que esas interferencias lleguen directamente al gobierno chino. Esto podría constituir un riesgo y una amenaza a la seguridad nacional de Estados Unidos, pero también a la seguridad regional", dijo a RFI Guillermo Holzmann, analista político y académico de la Universidad de Valparaíso. El anuncio del embajador de Estados Unidos es una advertencia a Santiago que se enmarca en la nueva Estrategia de Seguridad Nacional de la administración actual, sostiene Holzmann. La Visa Waiver no corre riesgos a corto plazo "Hay un aumento de tono de parte del embajador. Pero todo hace pensar que la Visa Waiver no corre riesgo en este momento, ya que ésta se maneja por otras instancias en términos del acceso a los datos. Pero es cierto que Estados Unidos la puede colocar sobre la mesa si efectivamente desea presionar al gobierno de Chile con respecto a cuál va a ser el estatus que va a mantener en su relación con Santiago, si es o no una relación normal en términos migratorios y de circulación de personas", apunta. El presidente electo de Chile, Antonio Kast, tomará posesión en marzo, pero el cambio de gobierno no es garantía de que las tensiones con Estados Unidos se reduzcan, estima el analista. "Lo más probable es que las dificultades se mantengan [cuando Kast llegue al poder]. Chile tendrá que ver cómo abre el espacio de diálogo y negociación. Hay que considerar la atención y la focalización que tiene Estados Unidos respecto a los intereses chinos en América Latina. Esto no es nuevo; también está lo que pasa con el Canal de Panamá", concluye. En diciembre, el presidente Donald Trump celebró la victoria de Antonio Kast y señaló que apoyó abiertamente al candidato de extrema derecha durante las elecciones.
El embajador de Estados Unidos en Chile advirtió que su país podría revisar la exención de visado para ciudadanos chilenos tras revocar el beneficio a tres funcionarios vinculados al proyecto de cable interoceánico "Chile-China Express" para conectar a Valparaíso con Hong Kong. El analista Guillermo Holzmann no descarta que estas tensiones continúen tras la llegada de Katz al poder. La administración Trump volvió a subir el tono frente al saliente gobierno de Chile el lunes al anunciar, por boca de su embajador, que podría abrir la puerta a retirar la exención de visado a los chilenos para ingresar a Estados Unidos como turistas, en otras palabras, eliminar la "Visa Waiver". La causa de las tensiones se encuentra en un cable de fibra óptica que podría conectar Valparaíso con Hong Kong —el cable interoceánico "Chile-China Express"— y que, para el gobierno de Boric, está en etapa de "evaluación". Para Washington, el proyecto socava la seguridad regional. De hecho, tres funcionarios de la administración chilena vinculados al proyecto fueron sancionados con la revocación de su Visa Waiver. "El embajador de Estados Unidos en Chile hizo ver a la autoridad respectiva en diciembre y enero que hay un inconveniente. Según Estados Unidos, hay antecedentes suficientes en términos de lo que podría ser una eventual fuga de datos (a China) o la interferencia en el traslado de esa información y, en la práctica, de que esas interferencias lleguen directamente al gobierno chino. Esto podría constituir un riesgo y una amenaza a la seguridad nacional de Estados Unidos, pero también a la seguridad regional", dijo a RFI Guillermo Holzmann, analista político y académico de la Universidad de Valparaíso. El anuncio del embajador de Estados Unidos es una advertencia a Santiago que se enmarca en la nueva Estrategia de Seguridad Nacional de la administración actual, sostiene Holzmann. La Visa Waiver no corre riesgos a corto plazo "Hay un aumento de tono de parte del embajador. Pero todo hace pensar que la Visa Waiver no corre riesgo en este momento, ya que ésta se maneja por otras instancias en términos del acceso a los datos. Pero es cierto que Estados Unidos la puede colocar sobre la mesa si efectivamente desea presionar al gobierno de Chile con respecto a cuál va a ser el estatus que va a mantener en su relación con Santiago, si es o no una relación normal en términos migratorios y de circulación de personas", apunta. El presidente electo de Chile, Antonio Kast, tomará posesión en marzo, pero el cambio de gobierno no es garantía de que las tensiones con Estados Unidos se reduzcan, estima el analista. "Lo más probable es que las dificultades se mantengan [cuando Kast llegue al poder]. Chile tendrá que ver cómo abre el espacio de diálogo y negociación. Hay que considerar la atención y la focalización que tiene Estados Unidos respecto a los intereses chinos en América Latina. Esto no es nuevo; también está lo que pasa con el Canal de Panamá", concluye. En diciembre, el presidente Donald Trump celebró la victoria de Antonio Kast y señaló que apoyó abiertamente al candidato de extrema derecha durante las elecciones.
En este episodio de #LosDanieles conversamos con Roberto Deniz, periodista de Armando.Info medio venezolano dedicado al periodismo de investigación, acerca de la crisis política y diplomática que vive Venezuela tras la captura de Nicolás Maduro por parte del gobierno de Estados Unidos. Además analizamos las recientes encuestas a la presidencia de Colombia.
La relación bilateral entre Colombia y Estados Unidos se ha visto afectada en los últimos meses por las acciones de comunicación de los presidentes Gustavo Petro y Donald Trump. Un encuentro bilateral será suficiente para destrabar y mejorar la relación, se encontrará una línea de acción que facilite terminar la administración Petro en buenos términos con EE.UU. La discusión de esta semana se concentra en analizar la importancia que tienen los encuentros cara a cara en términos diplomáticos.
Invitados: Emb. Carlos de Icaza, embajador emérito de México, y Consejera Luisa Solchaga, Directora General de Proyectos de Cooperación Internacional para el Desarrollo, Ayuda Humanitaria y Vinculación en la AMEXCID.Conduce: Raúl Cueto Martínez, Coordinador adscrito al IMR.
Desde la Conferencia de Seguridad de Múnich nos fijamos con Marc Bassets en Cuba y en China. El primer país está desde hace años sumido en una escasez de todo, cada vez más aislado tras el fin del envío de petróleo venezolano, como nos cuenta el excongresista demócrata Joe García. El segundo país tiene algo que se conoce como "la diplomacia del panda", que se sustenta en la cesión de parejas de esta especie endémica china para mostrar cercanía y preservar la especie. Inés Arco, investigadora del CIDOB especializada en Asia y China nos explica cómo operan estos acuerdos.
En este episodio de El Locutorio podcast, nos acompaña el abogado experto en derecho internacional Fabián Cárdenas, para desmenuzar lo que realmente ocurrió en la reciente reunión entre el presidente Gustavo Petro y Donald Trump. ¿Cómo pasó Petro de las tensiones ideológicas a ser recibido como un aliado estratégico en la Casa Blanca?
Ao buscar um estreitamento de laços com a Rússia em meio à invasão da Ucrânia, o Brasil desafia o consenso das principais democracias e flerta com a erosão de sua própria identidade como nação democrática. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/7QjknkmZ9t4 +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ #ACTUALIDAD #GEOPOLÍTICA #ORIENTEMEDIO Las negociaciones entre Estados Unidos e Irán se rompen… y se reabren en cuestión de horas. Washington acepta volver a sentarse a hablar, Teherán intenta limitar el diálogo al programa nuclear y mientras tanto el Golfo Pérsico se llena de portaaviones, sistemas antimisiles y despliegues navales. ¿Estamos ante diplomacia real o ante una maniobra para ganar tiempo mientras se prepara una intervención militar? ¿HABLAMOS? Analizamos la ruptura y reapertura de las negociaciones, el papel de Omán, la presión de los países árabes, los movimientos del IRGC y el riesgo real de escalada en una de las regiones más explosivas del planeta. Porque el problema no es atacar a Irán. El problema es la respuesta. SUSCRÍBETE A @BELLUMARTISHISTORIAMILITAR Y @BELLUMARTISACTUALIDADMILITAR apoya a Bellumartis Historia Militar: Patreon: / bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos: Instagram: / bellumartis_historia_militar Twitter / X: / bellumartishm COMPRA EN AMAZON CON EL ENLACE DE BHM Y AYÚDANOS: https://amzn.to/3ZXUGQl Hazte con los libros de Paco firmados y dedicados: https://franciscogarciacampa.com/ #EstadosUnidos #OrienteMedio #Geopolítica #AnálisisMilitar #Misiles #DefensaAérea #Trump #Pentágono #Bellumartis #Irán #EstadosUnidos #GolfoPérsico #Ormuz #Geopolítica #ActualidadMilitar #Negociaciones #CrisisInternacional #Bellumartis #OrienteMedio #IRGC
NESTA EDIÇÃO. Brasil vê oportunidade para embarcar em estratégia dos EUA para minerais críticos. Axia e GIZ vão construir a primeira planta brasileira para produção de aço de baixo carbono a partir do hidrogênio verde. Governo vai apresentar projetos para novos incentivos à indústria química. ***Locução gerada por IA
Los presidentes de Estados Unidos y Colombia se reunieron la víspera por primera vez desde que Trump llegó a la Casa Blanca, tras un año de reproches mutuos y enfrentamientos. La cita se produjo un mes después de la detención del exmandatario venezolano Nicolás Maduro y con temas prioritarios como el petróleo y la lucha contra el narcotráfico. Dada la historia de desencuentros y reproches mutuos, el encuentro entre Trump y Petro puede abrir la puerta para reconfigurar la relación bilateral. Isaac Morales, analista y coordinador de la Fundación Paz y Reconciliación, cree que esto es fruto del trabajo del equipo colombiano, que trata de mostrar los avances del país en la lucha contra el narcotráfico. "Esta reunión de Petro con el presidente Trump es importante porque es el culmen de una agenda que han tenido los equipos del Gobierno de Colombia. Al gobierno de Estados Unidos le interesa muchísimo el avance en la lucha contra las drogas, por el hecho de que Colombia para ellos sigue siendo el segundo mayor productor de cocaína en el mundo; de hecho, lo es. También ha habido unos esfuerzos institucionales bastante grandes para poder orientar la lucha contra las drogas y los cultivos ilícitos. Ir a Washington a vender una agenda de lucha contra las drogas implica también mostrar los avances en el programa de erradicación de cultivos, así como las incautaciones que ha habido recientemente", dice Morales. Segundo mayor productor de cocaína del mundo, Colombia necesita del apoyo de Washington para mantener la presión militar en las zonas de cultivo de coca. La lucha contra el tráfico de drogas es una de las prioridades de Trump. El petróleo es otro de los temas clave en las relaciones bilaterales que se construyan a partir de ahora. ¿Qué puede ofrecer Colombia a Estados Unidos? "También creo que es importante lo que Colombia le puede ofrecer a Estados Unidos, sobre todo en esta dinámica de acceso a materias primas y recursos naturales, lo cual interesa al Gobierno del presidente Trump. Colombia no puede llegar al nivel de lo que puede ofrecer Venezuela en cuanto a reservas de petróleo, pues Venezuela tiene las reservas más grandes de petróleo del mundo. Colombia tiene reservas, pero no al mismo nivel. Esto va muy asociado a esos dos temas: la agenda contra las drogas y la posibilidad de obtener materias primas y recursos naturales". La cita Trump-Petro tuvo lugar cuando a Gustavo Petro le quedan solo un par de meses en el poder. ¿Qué impacto puede tener esta reunión antes de esas elecciones en las que la izquierda es favorita? "Al presidente Petro le quedan seis meses de gobierno. Si es una persona inteligente y capaz de pensar en este país como representante de este país, también podría encontrar la forma en la que podría dejar abierta la puerta para una eventual relación del gobierno Trump con el nuevo gobierno que salga elegido. En cuanto a una posible intervención en las elecciones en Colombia, no creo que sea un tema que se toque directamente diciendo que el Gobierno colombiano preferiría que no hubiera intervención. No necesariamente una intervención directa, pero sí una influencia. El tema electoral seguramente también es una preocupación de la agenda colombiana", concluye Morales.
En El Debate de France 24 analizamos las claves de la histórica reunión en la Casa Blanca entre el presidente de Estados Unidos, Donald Trump y su homólogo colombiano Gustavo Petro tras meses de tensiones y amenazas. Sin declaraciones conjuntas después del encuentro, ambos mandatarios destacaron la necesidad de reforzar la cooperación, especialmente en la lucha contra el narcotráfico y la relación con Venezuela. ¿Fue un éxito para Petro? ¿Quedó normalizada la relación entre los dos países?
Los presidentes de Estados Unidos y Colombia se reunieron la víspera por primera vez desde que Trump llegó a la Casa Blanca, tras un año de reproches mutuos y enfrentamientos. La cita se produjo un mes después de la detención del exmandatario venezolano Nicolás Maduro y con temas prioritarios como el petróleo y la lucha contra el narcotráfico. Dada la historia de desencuentros y reproches mutuos, el encuentro entre Trump y Petro puede abrir la puerta para reconfigurar la relación bilateral. Isaac Morales, analista y coordinador de la Fundación Paz y Reconciliación, cree que esto es fruto del trabajo del equipo colombiano, que trata de mostrar los avances del país en la lucha contra el narcotráfico. "Esta reunión de Petro con el presidente Trump es importante porque es el culmen de una agenda que han tenido los equipos del Gobierno de Colombia. Al gobierno de Estados Unidos le interesa muchísimo el avance en la lucha contra las drogas, por el hecho de que Colombia para ellos sigue siendo el segundo mayor productor de cocaína en el mundo; de hecho, lo es. También ha habido unos esfuerzos institucionales bastante grandes para poder orientar la lucha contra las drogas y los cultivos ilícitos. Ir a Washington a vender una agenda de lucha contra las drogas implica también mostrar los avances en el programa de erradicación de cultivos, así como las incautaciones que ha habido recientemente", dice Morales. Segundo mayor productor de cocaína del mundo, Colombia necesita del apoyo de Washington para mantener la presión militar en las zonas de cultivo de coca. La lucha contra el tráfico de drogas es una de las prioridades de Trump. El petróleo es otro de los temas clave en las relaciones bilaterales que se construyan a partir de ahora. ¿Qué puede ofrecer Colombia a Estados Unidos? "También creo que es importante lo que Colombia le puede ofrecer a Estados Unidos, sobre todo en esta dinámica de acceso a materias primas y recursos naturales, lo cual interesa al Gobierno del presidente Trump. Colombia no puede llegar al nivel de lo que puede ofrecer Venezuela en cuanto a reservas de petróleo, pues Venezuela tiene las reservas más grandes de petróleo del mundo. Colombia tiene reservas, pero no al mismo nivel. Esto va muy asociado a esos dos temas: la agenda contra las drogas y la posibilidad de obtener materias primas y recursos naturales". La cita Trump-Petro tuvo lugar cuando a Gustavo Petro le quedan solo un par de meses en el poder. ¿Qué impacto puede tener esta reunión antes de esas elecciones en las que la izquierda es favorita? "Al presidente Petro le quedan seis meses de gobierno. Si es una persona inteligente y capaz de pensar en este país como representante de este país, también podría encontrar la forma en la que podría dejar abierta la puerta para una eventual relación del gobierno Trump con el nuevo gobierno que salga elegido. En cuanto a una posible intervención en las elecciones en Colombia, no creo que sea un tema que se toque directamente diciendo que el Gobierno colombiano preferiría que no hubiera intervención. No necesariamente una intervención directa, pero sí una influencia. El tema electoral seguramente también es una preocupación de la agenda colombiana", concluye Morales.
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Sheinbaum insiste en vías diplomáticas para enviar combustible a CubaTrump amenaza a Irán ante posible incumplimiento del acuerdo nuclearMás información en nuestro Podcast
Entrevista Guillermo Valles - Doctor en Diplomacia, primer embajador de Uruguay en China en 1988 by En Perspectiva
Llaman a apoyar al Refugio Franciscano en CuajimalpaMéxico enviará ayuda humanitaria a CubaUcrania, Rusia y EU dialogarán en febreroMás información en nuestro Podcast
Estados Unidos se marcha oficialmente del Acuerdo de París el 27 de enero. Da carpetazo a toda la lucha medioambiental y en especial a la batalla contra el cambio climático. Aunque hay una buena noticia: acaba de entrar en vigor un nuevo pacto para proteger los océanos. Estados Unidos no lo ratifica y, sin embargo, 82 países, entre los que destaca China, se han unido para garantizar que allí donde está el futuro de lo que comamos y de mucha investigación clave no impere la ley del más fuerte. En este episodio hablamos con Frances Colón, investigadora principal del Center for American Progress, que describe los ataques contra la ciencia por parte de la Casa Blanca. El periodista de EL PAÍS Manuel Planelles, experto en medioambiente, da cuenta de los avances que se están llevando a cabo pese a todo. CRÉDITOS: Realiza y presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Nacho Taboada Edición: Ana Ribera Coordina: José Juan Morales Dirige: Ana Alonso Sintonía: Jorge Magaz Si tienes quejas, dudas o sugerencias, escribe a defensora@elpais.es o manda un audio a +34 649362138 (no atiende llamadas).
Edomex inicia proceso de inscripciones escolaresApoyan a familias afectadas por frío extremoBrasil protege sede diplomática mexicana en PerúMás información en nuestro Podcast
México refuerza acciones contra la lepra Hallan a dos niños solos en plaza de IztapalapaBrasil protegerá embajadas de México en PerúMás información en nuestro Podcast
En este episodio de Me lo dijo Adela, analizamos los hechos más relevantes del Foro Económico Mundial en Davos con la internacionalista Brenda Estefan, quien comenta el discurso del primer ministro de Canadá y de Donald Trump, así como la reacción de la presidenta Claudia Sheinbaum y la filtración de mensajes privados de Emmanuel Macron. Además, vía Zoom, el alcalde de Miguel Hidalgo, Mauricio Tabe, explica su solicitud formal ante la Secretaría de Relaciones Exteriores para reubicar las embajadas de Venezuela, Cuba y Nicaragua por considerarlas representaciones de gobiernos antidemocráticos. También presentamos un caso de secuestro en Sinaloa vinculado a la cultura del crimen organizado, y en nuestra mesa de análisis, con Rosario Robles y Arturo Maximiliano García, se abordan la reforma electoral, los impactos de Trump en México y los temas internacionales de Davos. Un episodio completo de política, seguridad y relaciones internacionales. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Los gremios económicos del país hicieron un llamado al diálogo entre los gobiernos de Colombia y Ecuador para evitar una escalada en la guerra arancelaria, luego de la imposición de gravámenes del 30 % a las importaciones. Advierten riesgos para el empleo, el comercio y el suministro de energía, mientras la Cancillería colombiana anunció una nota de protesta y propuso una reunión binacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio de Me lo dijo Adela, analizamos los hechos más relevantes del Foro Económico Mundial en Davos con la internacionalista Brenda Estefan, quien comenta el discurso del primer ministro de Canadá y de Donald Trump, así como la reacción de la presidenta Claudia Sheinbaum y la filtración de mensajes privados de Emmanuel Macron. Además, vía Zoom, el alcalde de Miguel Hidalgo, Mauricio Tabe, explica su solicitud formal ante la Secretaría de Relaciones Exteriores para reubicar las embajadas de Venezuela, Cuba y Nicaragua por considerarlas representaciones de gobiernos antidemocráticos. También presentamos un caso de secuestro en Sinaloa vinculado a la cultura del crimen organizado, y en nuestra mesa de análisis, con Rosario Robles y Arturo Maximiliano García, se abordan la reforma electoral, los impactos de Trump en México y los temas internacionales de Davos. Un episodio completo de política, seguridad y relaciones internacionales. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
A un año del inicio del nuevo mandato de Donald Trump, las relaciones entre México y Estados Unidos atraviesan una etapa de fuerte deterioro, marcada por presiones en materia de seguridad, comercio y migración, así como por amenazas inéditas desde Washington, advierte un especialista de la UNAM. En medio de múltiples amenazas estadounidenses, incluida una posible operación militar en territorio mexicano contra los cárteles del narcotráfico, México y Estados Unidos atraviesan un “momento diplomático muy difícil”, dijo a RFI Javier Rosiles Salas, politólogo de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). A pesar de un año de negociaciones en materia de seguridad, comercio y migración, México sigue siendo un vecino incómodo para la administración Trump. En los últimos días, Donald Trump ha intensificado la presión sobre el gobierno mexicano para que permita a fuerzas militares atacar laboratorios de fentanilo.La próxima reunión entre ambos países tendrá lugar el próximo mes en Washington, cuando el secretario de Exteriores de México, Juan Ramón de la Fuente, se entreviste con el secretario de Estado de Estados Unidos, Marco Rubio, con la intención de seguir implementando acciones que fortalezcan la cooperación en seguridad y de obtener resultados significativos en el combate a los cárteles. Las relaciones bilaterales se han deteriorado de manera considerable, estima Javier Rosiles Salas. "Las relaciones entre México y Estados Unidos están quizá en uno de sus peores momentos. Hay muchas amenazas provenientes de Estados Unidos. El asunto es que algunas de esas amenazas, que no se habían cumplido, como en el caso de Venezuela, ahora hemos visto que sí se cumplen. Esto suscita bastante incertidumbre para un gobierno que está al frente de un país muy complejo, con muchos problemas, como es México, cuyos principales desafíos son la inseguridad y la desigualdad. Un gobierno que está interesado en combatir esos problemas ahora tiene que enfrentarse a un gobierno como el de Trump, que es bastante agresivo tratándose de un país vecino como México", explica. Ahora bien, ¿hay razones para considerar que, en el caso de México, también se materialicen las amenazas de intervención? El especialista se muestra reservado. ¿Una intervención de Estados Unidos en México? "México es clave para Estados Unidos y por eso pienso que las amenazas de intervención no serán efectivas. Pero sí hay presión. Yo diría que hay dos temas: uno es, ciertamente, la amenaza que deriva de los grupos del crimen organizado, pero también existen otras amenazas, quizá menos visibles. Me refiero a las dirigidas contra políticos de Morena, el oficialismo. En el caso de México ha habido algunas entregas de capos del narcotráfico, y se está pensando en que haya entregas también de políticos del oficialismo. Ésa es una amenaza que considero incluso más preocupante que esta narrativa del narcotráfico", subraya. Pese a las amenazas y presiones impuestas por Trump, ambos países están condenados a entenderse en los próximos meses debido a dos eventos de gran relevancia: uno deportivo y otro comercial. "Aunque existe una desigualdad muy clara entre México y Estados Unidos, México sigue siendo un país estratégico. Hay que tener en mente que se aproximan varios eventos importantes y habrá que ver cómo se desarrollan. Uno de ellos es el Mundial de Fútbol y otro, también muy importante para nosotros, es el T-MEC, el tratado de libre comercio. No sé si las amenazas de Trump también tengan que ver con ese proceso de negociación. Hay que estar atentos", concluye.
Na estante, esta semana, temos “A Máquina de Fazer Ganhar as Direitas”, de Yves Citton, “Bonecos para o Povo”, de Pedro Piedade Marques, “O Divórcio das Nações”, de João Vale de Almeida e “Riso, Troça e Aplauso”, de Maria Virgílio Cambraia Lopes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En 6AM de Caracol Radio estuvo Sandra Borda, profesora y Alta Consejera para las Relaciones Internacionales, quien habló sobre lo que significa esta llamada entre los dos Estados