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A Igreja Adventista do Sétimo Dia não rejeita o passado protestante. Pelo contrário: ela é a fiel continuação da Reforma do século XVI. Neste vídeo, baseado nas pesquisas históricas do Dr. Michael Campbell, mostramos como a IASD resgatou e aprofundou as bases teológicas de Martinho Lutero para o tempo do fim. Descubra como os pilares das "Cinco Solas" — a autoridade da Bíblia, a salvação pela graça, o sacerdócio de todos os crentes e a liberdade de consciência — moldaram a estrutura e a governança da nossa igreja. Entenda por que, no adventismo, a organização eclesiástica não é apenas burocracia, mas sim teologia reformada encarnada na missão global. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Se paciência fosse vendida em farmácia, teria fila na calçada.E bastaria alguns minutos de espera para alguém reclamar da demora.A gente vive uma época curiosa. Nunca foi tão fácil ganhar tempo. Mesmo assim, parece que ele vive escapando pelas mãos.Trinta segundos no trânsito já tiram o sorriso de muita gente. Um celular que toca interrompe a paz. Uma resposta que demora cria inquietação. A vida vai ficando pesada, quando, muitas vezes, quem está cansado é o coração.Pouca gente faz uma pergunta simples:“Essa pressa toda está me levando para onde?”Tem gente que passa o dia inteiro correndo. Entrega, resolve, responde, produz. Quando a noite chega, sobra uma sensação difícil de explicar. O corpo descansou pouco. A alma, menos ainda.Talvez o maior luxo dos nossos dias seja conseguir viver um momento inteiro sem sentir vontade de correr para o próximo.A vida tem um ritmo que pede presença. Ela floresce na conversa sem olhar para o relógio, no abraço demorado, no café compartilhado, no silêncio que acalma e na gratidão pelas coisas pequenas.Porque a vida segue o seu curso. Ela dispensa pressa e também dispensa controle absoluto. O tempo ensina isso todos os dias.Então, antes de sair acelerando por mais uma manhã, faça um favor a si mesmo.Cultive paciência.Ela continua sendo um dos remédios mais poderosos que existem. E o melhor de tudo: faz bem para quem oferece e para quem recebe.
Se paciência fosse vendida em farmácia, teria fila na calçada.E bastaria alguns minutos de espera para alguém reclamar da demora.A gente vive uma época curiosa. Nunca foi tão fácil ganhar tempo. Mesmo assim, parece que ele vive escapando pelas mãos.Trinta segundos no trânsito já tiram o sorriso de muita gente. Um celular que toca interrompe a paz. Uma resposta que demora cria inquietação. A vida vai ficando pesada, quando, muitas vezes, quem está cansado é o coração.Pouca gente faz uma pergunta simples:“Essa pressa toda está me levando para onde?”Tem gente que passa o dia inteiro correndo. Entrega, resolve, responde, produz. Quando a noite chega, sobra uma sensação difícil de explicar. O corpo descansou pouco. A alma, menos ainda.Talvez o maior luxo dos nossos dias seja conseguir viver um momento inteiro sem sentir vontade de correr para o próximo.A vida tem um ritmo que pede presença. Ela floresce na conversa sem olhar para o relógio, no abraço demorado, no café compartilhado, no silêncio que acalma e na gratidão pelas coisas pequenas.Porque a vida segue o seu curso. Ela dispensa pressa e também dispensa controle absoluto. O tempo ensina isso todos os dias.Então, antes de sair acelerando por mais uma manhã, faça um favor a si mesmo.Cultive paciência.Ela continua sendo um dos remédios mais poderosos que existem. E o melhor de tudo: faz bem para quem oferece e para quem recebe.
Um ditado popular, mas até que ponto tem sido a verdade na vida de muita gente?Existe no ser humano um instinto de autopreservação. Ou seja, se a vida está difícil ou em risco, esse indivíduo se protege de todo jeito. Ele faz o necessário para não morrer. Ele defende a si e a sua família.Acho curioso ver isso em séries que passam na TV. Algumas séries, por exemplo, que tentam retratar a destruição do planeta por qualquer motivo, mostram também pessoas lutando pra sobreviver a qualquer custo.Mas pare e responda: quem vai socorrer aquele que não tem condições de fazer isso? Falo de pessoas acamadas, doentes, crianças, idosos, etc. Eles até podem tentar sobreviver, mas as condições limitadas os impedirão.Veja o que diz o Salmo 82 no verso 4: "Socorram os fracos e os necessitados, tirando-os das mãos dos ímpios."Aprender a correr atrás da farinha pouca é um exercício, talvez o primeiro. Mas o segundo e mais importante é aprender a repartir a farinha que se conquistou. Sem a atitude de compartilhamento e defesa do fraco não há evangelho.O evangelho de Jesus ensina a olhar além da minha própria vida. Agora responda: com que pessoas além de você e sua família você se preocupa? Que grupo de fracos e oprimidos tem sido alvo de sua atenção e preocupação? Não se preocupe apenas com o seu pirão.
No início dos seus manuscritos, de 1844, Marx escreve qualquer coisa como «o meu próximo é o dinheiro», e o poeta francês Christophe Hanna admite que esta declaração pode ser entendida como uma indiciação de que o dinheiro determina as nossas vidas num tal grau que não nos livramos de qualificar os outros e a relação que com eles estabelecemos a partir da fortuna que lhes atribuímos. No fundo o dinheiro actua como um «capcioso parasita» (António Vieira) capaz de conduzir o hospedeiro a seu bel-prazer. Este parasita que se apropriou inteiramente dos destinos das sociedades pós-históricas, alcançou esse efeito prodigioso, diz-nos Vieira, ao infiltrar-se em todas as esferas do espaço humano, desenvolvendo um parasitismo de alta virulência: «fazendo-se desejar sem limite, inverte os papéis e põe a sociedade ao seu serviço até fazer perigar a sobrevivência do hospedeiro.» A narcose que este gera é tão profunda, que tudo se submete às suas leis, e ele deforma a própria realidade física através do homem, que se torna o agente dessa força viral. Como um astro negro, este irradia subtilmente a sua promessa que acaba por dominar o curso do mundo. Borges notou que «nada há de menos material do que o dinheiro, pois qualquer moeda (uma moeda de vinte cêntimos, digamos) é, em rigor, um repertório de futuros possíveis». Mas esse tempo futuro não nos pertence, na verdade os homens não são ricos, tanto como se tornam seres possuídos pelo dinheiro. O dinheiro é uma função que transtorna inteiramente a razão moral de um ser ao ver-se capturado pela sua influência, por essa excepção que nos desintegra sucessivamente até levar a um desinvestimento de todos os afectos e ligações, e desse desejo de autonomia, de liberdade, a qual não existe a não ser enquanto luta com o seu contrário. A adesão significa uma perda de si, uma diluição, enquanto o homem se cinge aos fins do próprio dinheiro, que visa a multiplicação, e que determina que toda a coisa, todo o bem, todos os seres, no esforço de se realizarem no mercado, passem a definir-se apenas segundo essa necessidade de competir com todas as outras mercadorias. Como nos diz Huysmans, «o dinheiro atrai-se a si próprio, procura aglomerar-se nos mesmos locais, vai de preferência parar aos celerados e aos medíocres; e depois, quando uma inescrutável excepção o leva a acumular-se num rico de alma não criminosa nem abjecta, permanece estéril, incapaz de se converter num bem inteligente, e entre mãos caridosas nem mesmo é apto a alcançar um fim elevado. Dir-se-ia que vinga assim o seu destino falso, se paralisa voluntariamente quando não pertence ao último dos trapaceiros nem ao mais repelente dos malandros.» A forma como o dinheiro se impõe passa desde logo por submeter a si o tempo e todas as funções cronológicas, de modo a neutralizar o Kairós, essa capacidade de ler no inesperado, de se aproveitar do acaso na forma como este procura corroer os enredos coercivos que visam tornar-nos meros espectadores passivos das nossas próprias vidas, existências paralisadas. O triunfo do capital significa essa redundância absoluta, num encadeamento que conduz ao fenómeno do presentismo, esse tempo que se define pela eterna hipnose do presente. Isto faz de nós seres dominados por uma compulsão para refazer o mundo segundo a lógica carcerária que exponencia as dinâmicas preditivas. A nossa época define-se, assim, como um nó temporal, uma sobreposição de tempos assombrados, em que o passado se dissolve nesses ecos ou reflexos comprometidos com o efémero e a contingência, dificultando a capacidade de recuperar as referências e, mergulhando na tradição, reactivar as sobrevivências de outras eras. Nem o futuro aquilo que nos ocupa, mas uma sua projecção que acaba por gerar a impotência, vivendo-se por antecipação apenas na correspondência com um desejo mórbido que se devasta a si mesmo, sendo que as promessas se concatenam e se tornam imediatamente perecíveis. O dinheiro não é, por isso, tão-só um equivalente absoluto, mas ele actua no espírito dos homens produzindo uma metamorfose que os tranca fora dessas cogitações inebriadas pelo tempo longo da história, sendo que em todos os domínios da vida, as obsessões presentistas levam ao colapso temporal, um tempo liso que não permite que nada se sedimente. Daí a tendência desde há algumas décadas para o deperecimento das formas artísticas, uma vez que esta lógica carcerária, mais do que nos confinar no espaço, vulnera-nos ao estarmos mergulhados num ritmo em constante aceleração que impede aquela maturação lenta que sempre esteve na base das principais realizações do espírito, e especificamente na arte que se fez até à modernidade. Hoje, devemos reconhecer como a arte contemporânea mais do que definir um conjunto de práticas que já não correspondem a critérios ou formas estáveis, numa relação tensa com a tradição, mas ao cooptar e misturar processos e linguagens com uma crescente indiferença pelas suas funções originárias, coloca-se como uma estação situada no ponto extremo da aceleração. Como nos diz o filósofo francês Yves Michaud, esta «indiferenciação dos géneros artísticos e coexistência de critérios estéticos provindos de tradições artísticas diferentes – uma paisagem chinesa, um rosto de manga japonês, um graffiti urbano, uma abstracção geométrica cientista, uma pintura abstracta expressionista ou monocromática, etc. – neutralizaram todos os critérios em favor daquilo que pode chamar-se ‘pluralismo indiferentista'». No fundo, o paradigma da arte contemporânea que infectou e contagiou tantas outras esferas da realização artística determinou que fosse o próprio conceito de arte que se dissolveu. Hoje, tudo é arte, porque a própria arte foi dominada pelo dinheiro, e está hoje inteiramente capturado pelos enredos da valorização e especulação das mercadorias, conferindo glamour, aura, brilho, confundindo-se nos seus fins com a própria ideia de luxo, de definição das tendências, sendo que ao artista não restou outra escolha senão tornar-se produtor, fabricando em série a partir de um modelo genérico, oferecendo ao mercado objectos produzidos que dizem sempre o mesmo, tornando-se idênticos, porque não servem para outra coisa senão para corresponder a uma marca, não se distinguindo nos fins do da publicidade. Voltando a Huysmans, este vinca como o dinheiro «torna lúbrico o indigente mais casto, actua de uma só pancada no corpo e na alma, e a quem o possui sugere um egoísmo baixo, um orgulho ignóbil, aconselha a gastá-lo apenas consigo próprio, do mais humilde faz um lacaio insolente, do mais generoso um larápio. Num segundo altera todos os hábitos, transtorna todas as ideias, num abrir e fechar de olhos transforma as paixões mais teimosas.» Aquilo que subsiste são apenas as paixões tristes de que falava Espinoza, desde logo a do dinheiro. Por isso mesmo, esta conjunção de todos os destinos, não deixa já margem a esses processos artísticos que se definiam pela resistência, pela «negação contínua daquilo que ameaça suprimir a própria liberdade» (Hegel). Bolaño, que nunca foi outra coisa senão um espírito que se alimentava das formas que, contrariando o monoteísmo do mercado, procuravam resgatar aquele politeísmo da imaginação, lamentava-se da perda da função social da literatura… «Que podem fazer Sergio Pitol, Fernando Vallejo e Ricardo Piglia perante a avalanche de glamour? Pouca coisa. Literatura. Mas a literatura não vale nada se não vier acompanhada de algo mais refulgente do que o mero acto de sobreviver. A literatura, sobretudo na América Latina, e suspeito que também em Espanha, é sucesso, sucesso social, claro, isto é, grandes tiragens, traduções para mais de trinta línguas. Os escritores actuais já não são, como bem fez notar Pere Gimferrer, senhoritos dispostos a fulminar a respeitabilidade social, nem muito menos um bando de inadaptados, mas gente saída da classe média e do proletariado, disposta a escalar o Evereste da respeitabilidade, desejosa de respeitabilidade. São louros e morenos, filhos do povo de Madrid; são gente da pequena burguesia que espera terminar os seus dias na alta burguesia. Não rejeitam a respeitabilidade. Procuram-na desesperadamente. Para a alcançar têm de transpirar muito. Assinar livros, sorrir, viajar para lugares desconhecidos, sorrir, fazer de palhaço nos programas cor-de-rosa, sorrir muito, sobretudo não morder a mão que lhes dá de comer, assistir a feiras do livro e responder com boa disposição às perguntas mais cretinas, sorrir nas piores situações, fazer cara de inteligentes, controlar o crescimento demográfico, agradecer sempre.» Que outra coisa vemos por estes dias tomar conta de todos os programas e «eventos» culturais senão isto? O que se andou a tramar por estes dias ali no Porto? Espécie de assalto sem se mexer muito, procurando excitar um tão bacoco fervor regionalista, propor os valores locais, poetas alinhados como artigos numa feira de produtos de uma cidade que há muito, tal e qual como Lisboa, não está em condições de lutar contra nada, nem contra a erosão de qualquer ordem de valores face à sua conversão em manta de retalhos, de atracções turísticas e activos financeiros, e assim, vimos Arnaldo Saraiva, num artiguelho encomendado, render-se à impostura de um reles promotor de valores regionais, fornecendo uma "selecção" de entre alguns perfis seguros, aspirantes e os habituais basbaques que ajudam a engrossar o lote, e, logo ele que tanto gosta dos brasileiros, parecia esquecer essa sóbria lição de «política literária» que nos deu Drummond de Andrade: «O poeta municipal/ discute com o poeta estadual/ qual deles é capaz de bater o poeta federal.// Enquanto isso o poeta federal/ tira ouro do nariz.» É só mais um entre uma série de promotores que, logo que foi posto algum dinheiro à disposição para a campanha, com o fim de reclamar que a cidade ainda mexe, provando que esta direita não quer fazer como a do último autarca social-democrata, que limpou o cu à cultura, e veja-se como se engendrou logo o patético golpe, como se encheram de presságios estes coronalecos, que luzes, e que maneiras agora, com a entoação favorecida por aquele lance de escadas da pronúncia, mas, desta feita, em vez do vernáculo, da bojarda que nos fazia sentir o gosto às tripas, temos uns assanhados prontos para fazerem da cultura o partido geral, nesse modo prático de ir com quem tiver o maço delas, esbanjando a esmola, multiplicando o pão abstracto, e olhó blazer que ali vem, Couceiro-argonauta-da-volta-à-terra-na-treta, lá vem, e garantem-nos que é tempo do rapaz, este que sofre daquela ternura publicitária pelos livros, vai morrer de letriose, uma cirrose de tanto ir ao fundo do tinteiro, das mil maneiras como se enrola com as sílabas numa tal felação, industrioso chouriceiro, cheio dessa bibliogarrulice, messias que irá salvar os canhenhos da glutonice da bicharia da prata, e aí vem o parque temático para os que tanto gostam de comer a erva das passadeiras em vez de a pisar, e se qualquer palco serve a quem vai partir prò infinito, que imortal salsada, vamos pôr a invicta a ler até desmaiar de inanição, vai fundar-se uma disneylândia das bovarinhas, com lendas que as levem para a cama e as aturem, enquanto põem ovos e os cornos ao pobre Charles, umas com as outras a desfiar delírios pelos festivais em vez de engolirem duma vez a merda do arsénico. Ora, neste episódio, e para pôr alguma ordem nisto, tivemos a companhia de António Pinto Ribeiro, alguém que tem pensado e exercido um papel enquanto programador cultural, buscando construir enredos de ordem excepcional que permitam ainda resistir à moral do lucro, a estas engrenagens submetidas de mil maneiras aos mecanismos do poder, nomeadamente neste quadro que serve para promover os artistas dóceis e inócuos, atrapalhando os potencialmente ameaçadores.
Você não sabe que raios está acontecendo, mas sente que simplesmente não tem aquela energia, disposição e vitalidade que tinha há anos atrás... Você se sente mais fadigado, menos disposto e com a bateria sempre pela metade ou baixa mais seguido do que deveria até quando dorme bastante e não tem nem ideia do porque... Enquanto várias coisas podem contribuir para esse tipo de coisa, talvez a principal delas seja alguma deficiência em 2 nutrientes que abastecem a real fundação dos sistemas de geração de energia no corpo, então vamos ver se este é seu caso e a boa notícia é que se for, isso é facilmente corrigido e a diferença em como se sente pode ser como a noite e o dia Vou te mostrar agora quais são estes 2 nutrientes e porque podem ser responsáveis por como se sente e ainda te mostrar 2 nutrientes adicionais que podem turbinar essa energia naturalmente e por fim mais pro final te passar um protocolo pra botar tudo em prática o quanto antes, combinado?
No novo episódio 339 do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Facioli e Fael, resolvemos falar de um assunto que acompanha a gente há anos — e que talvez ainda receba menos atenção do que merece: os games indies brasileiros. A conversa parte de uma pergunta simples: por que ainda tem tanta gente que ignora jogo brasileiro sem nem conhecer? E a partir daí, o papo vai longe. Falamos de títulos nacionais que surpreenderam, jogos que mereciam muito mais reconhecimento e daqueles projetos que fazem você pensar: “como eu não joguei isso antes?”. Também comentamos sobre a evolução da cena indie BR, o quanto ela amadureceu e como os desenvolvedores brasileiros vêm criando experiências cada vez mais criativas, emocionantes e cheias de personalidade. Claro que também rolou aquele papo sincero sobre o comportamento do próprio público brasileiro. A gente realmente apoia game nacional ou só fala que apoia? Será que ainda existe preconceito? E o que faz um indie brasileiro chamar atenção em meio a tanto lançamento? Entre histórias, recomendações e bastidores de quem acompanha de perto muitos estúdios nacionais, o episódio acaba virando quase uma carta de amor ao cenário indie brasileiro — mas sem passar pano quando precisa falar de desafios. No fim, fica uma certeza: tem muito jogo brasileiro bom por aí… talvez só esteja faltando você dar uma chance. Agora queremos saber: qual indie BR merece MUITO mais atenção?E qual jogo brasileiro mais te surpreendeu?
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Muita gente quer visibilidade. Pouca gente quer responsabilidade. Protagonismo não é aparecer. É assumir.
Previsão indica chuvas no Sul e em áreas do Norte e Nordeste, enquanto o Brasil Central segue com tempo seco e baixa umidade
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Pouca gente já leu o texto da Convenção de Genebra, e a maior parte das pessoas provavelmente tropeçaria se precisasse explicar a diferença entre a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional. No entanto, lembra João Paulo Charleaux, isso não é essencial para que quase todo o mundo entenda alguns princípios humanitários que devem ser respeitados nas guerras —por exemplo, que nada justifica atirar em inimigos rendidos, atacar ambulâncias e hospitais, matar uma população de fome ou torturar crianças. Charleaux, autor do recém-lançado "As Regras da Guerra", analisa como essas normas evoluíram ao longo dos últimos séculos. Neste episódio, ele fala sobre alguns conflitos atuais, como a ofensiva militar de Israel em Gaza e o ataque de Trump ao Irã. Para o autor, o Hamas cometeu uma longa lista de crimes de guerra no 7 de Outubro e Israel tem o direito de se defender. Contudo, em sua avaliação, o país vem ultrapassando de forma calculada os limites legais estabelecidos e isso deve ter um alto custo moral. Ele diz considerar que Israel está cometendo crimes de guerra gravíssimos em Gaza e que o mandado de prisão do TPI contra Netanyahu é acertado. Charleaux também discute os dilemas criados pelo uso cada vez mais frequente de drones e de ferramentas de inteligência artificial nas guerras e o papel que as Forças Armadas do Brasil devem ter em um cenário geopolítico mais extremo. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda conversa fazemos uma leitura da guerra dos EUA contra o Irão motivada pela busca pela hegemonia energética estadunidense. A conversa vai de leituras mais amplas e chega até nossa longa transição para uma vida mais autônoma no campo. Esperamos que ao conversar sobre nossa busca por uma vida autorresponsável, digna, saudável e resiliente no campo frente a um mundo com cada vez menos energia disponível inspire outras famílias as fazer o mesmo em suas regiões.
Direita quer rever, esquerda contra, PSD ignora para já: Ventura quer ser levado a sério com mais um incidente, desta vez nos 50 anos da Constituição? E ainda o caso Saramago e o novo diretor da PJ.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Bruno Tomás, Gonçalo Ferreira e o Bernardo Figueiredo reuniram-se para mais um episódio de wrestling acerca da review do AEW Revolution, AAA Rey de Reyes e da programação semanal da WWE. Link para o fantasy booking da WrestleMania 42 VFW: https://forms.gle/MpF6CazuJVzmY7218 Onde falamos apaixonadamente de Wrestling! Podem participar no Grupo do WhatsApp do Vamos Falar de Wrestling aqui: https://chat.whatsapp.com/BqunYaY9WCPBmAV8PdtVAE Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/JrIbkrCcvvr4WLbYyhdKoO Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
Todo mundo vê a foto da medalha.Pouca gente fala do cansaço, da dúvida e do medo de não conseguir.No episódio de hoje do Universo Corredor, Felipe Fagundes e Fabio Dutra puxam uma conversa sincera sobre o início de tudo:Do sofá aos 5km, o que ninguém te conta sobre começar a correr.Se você já tentou começar, desistiu… ou ainda acha que corrida não é pra você, esse episódio é pra te mostrar que o começo é difícil mesmo e tá tudo bem.
O que o Atlético mostrou que não tinha apresentado? Entre os jogadores que disputam posição, quem ganhou e quem perdeu pontos com o treinador? Como explicar os 36 mil torcedores presentes na Arena? Pouca posse de bola será tendência no Galo-2026? Jogo com o Flu é ainda mais difícil? Com André Ribas, Carol Leandro e Rogério Corrêa. Edição: Amanda Paiva.
Você sabe o que fazer depois de uma conversa difícil? Você já pensou em fazer um acompanhamento depois de conversas difíceis? Pouca gente dá atenção para essa prática que é importante e determinante para o sucesso da comunicação. Na reflexão de hoje, vamos explorar 7 razões sobre a importância do acompanhamento. Confira!Sobre a NortusA Nortus é uma instituição de desenvolvimento humano global e organizacional, referência em soluções para gestão contemporânea, fundada em 2009 e com sede em Campinas (SP). Já formamos centenas de gestores em todo o Brasil, atendendo dezenas de empresas e impactando o desenvolvimento de milhares de pessoas com nossa Tecnologia Comportamental Metassistêmica. Mantemos parcerias internacionais com pesquisadores do campo da psicologia social, comportamental e organizacional e da neurociência. Somos um Multiverso formado pelos Universos Científico, Estrutural, Negócios e Social. Juntos, eles atuam para cocriar condições para a ampliação da consciência humana. Acompanhe a NortusLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nortusInstagram: https://www.instagram.com/nortus.oficialFacebook: https://www.facebook.com/Nortus/Visite: https://www.nortus.com.br/
Todo mundo fala de tecnologia. Pouca gente fala do que realmente destrava a adoção.Neste episódio, André Mussio, Country Manager da Gallagher no Brasil, mostra com casos reais o que separa quem opera no escuro de quem opera com rotina de dados e como esse gap está ✅decidindo quem compra e quem vende a fazenda.✅O primeiro passo que não custa nada e já gera resultado✅Por que a tecnologia retém o funcionário em vez de demiti-lo✅Rastreabilidade: custo obrigatório ou alavanca de margem?✅Cases reais: do pecuarista tradicional no RS ao produtor em Roraima que comprou o projeto antes da empresa chegar✅O que a Nova Zelândia ensinou ao Brasil e o que o Brasil ensinou de voltaSe você é produtor, executivo ou trabalha na cadeia da pecuária, esse episódio entrega um olhar direto sobre o que separa a fazenda lucrativa das demais. Nos acompanhe também:- Canal de conteúdos e notícias no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/KxfdyyUlQvW25pWTjsoX1Q?mode=ems_copy_t- Instagram da Rural: https://www.instagram.com/rural.com.vc/- LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/ruralcomvc- Site: https://rural.com.vc/- Spotify: https://open.spotify.com/show/0gkC14Iy0hqJTkkvowQ8EZ?si=270dd9bc27e34a6c- Youtube: https://www.youtube.com/@Rural_TalksSee omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Mais de 1 milhão atrasaram o financiamento00:52 Os números reais (2022 a 2025)01:48 Como funciona a alienação fiduciária02:52 Crescimento dos leilões imobiliários03:13 A vida real: divórcio, filhos, desemprego04:21 A falsa sensação de estabilidade04:55 O sistema é feito para beneficiar os bancos05:39 Regra 01 | Reserva de Emergência06:28 Regra 02 | Seguro Prestamista e Seguro de Vida06:55 Regra 03 | Amortização é o seu melhor investimento07:30 Regra 04 | Estratégia de saída07:52 Conclusão sobre o sonho da casa própria08:31 RC Club vs RC Wealth: Qual escolher?
Depois da convocatória deixada “a todos” para embarcarem na recuperação do país sob o signo do PTRR, o primeiro-ministro apresentou as linhas gerais do plano que prevê ter fechado no início de Abril, faltando definir um dos elementos-chave: não há um envelope financeiro definido à partida. “Assumidamente”, Luís Montenegro trocou ter uma disponibilidade financeira predeterminada por esperar pela auscultação da sociedade – que começa já na próxima semana com o primeiro encontro de trabalho com o Presidente da República eleito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Bitcoin atravessa um período raro de pressão vendedora. Depois de meses de queda, o debate muda de tom: deixa de ser sobre “quanto pode subir” e passa a ser sobre “o que, exatamente, está sendo avaliado”.Neste episódio bônus do Stock Pickers, Lucas Collazo volta à origem da tese - passando pelo criador anônimo, o bloco Gênese e até um sujeito muito criativo que resolveu até comprar pizza com a criptomoeda.Quando o mercado está eufórico, quase qualquer narrativa parece convincente. É na queda que a tese é realmente testada. Veja episódio sobre ciclos, confiança, liquidez e sobre o que o Bitcoin de fato representa quando o gráfico deixa de ajudar.
Uma dermatologista tinha um método valioso nas mãos, mas estava travada sem saber como transformar isso em um infoproduto.Nesse episódio, você vai aprender o melhor jeito de organizar uma oferta, escolher o formato certo e fazer um infoproduto se tornar muito mais atraente para quem compra.Se você já pensou em ganhar dinheiro ensinando alguma habilidade que você já tenha, esse papo pode abrir sua mente e te fazer enxergar oportunidades que talvez estejam bem na sua frente.Participe do evento Seu Produto Pronto em 3 dias:http://vtsd.com.br/spp-mar26-ep416Se inscreva gratuitamente na minha Newsletter:https://news-leandro-ladeira.beehiiv.com/subscribe Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep415-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (11)
Ataques cibernéticos contra o setor de Saúde acontecem todos os dias. Mas, se apenas 18% dos hospitais brasileiros possuem estratégias de digitalização bem definidas, como fazer com que a maturidade em cibersegurança se transforme em prioridade? Neste episódio, nosso CEO, Eduardo Lopes, conversou com os CISOs Amaro Neto (Hospital Ernesto Dornelles), Everson Remedi (Hcor) e Lucio Comanche (A.C. Camargo Cancer Center) sobre suas jornadas em hospitais que, hoje, são reconhecidos por sua maturidade cibernética. Aqui, eles compartilham seus desafios a aprendizados na gestão de segurança de instituições essenciais.
Atual cenário ainda não traz preços que permitam produtividade mais baixa, exigindo assim cautela por parte dos produtores
Setor é um dos mais poluentes do mundo e o brasileiro tem baixa transparência, impactos ambientais crescentes e urgência de mudanças estruturais, avalia pesquisadora
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Pouca coisa representa mais o Brasil do que a favela. Cerca de 16 milhões de pessoas, ou 8% da população, moram nas hoje chamadas comunidades. É símbolo do descaso histórico com quem vive nas franjas da sociedade, mas também um ponto central da cultura brasileira, em particular da música e do carnaval.Cultura negra, de resistência, que fascina e é questionada na mesma medida. A favela é o tema desta edição do Travessia, aqui na Central 3.Seja nosso apoiador e participe do maior e melhor grupo de música popular brasileira do país. Acesse apoia.se/travessiapodcast
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
Ricardo Arioli analisa a segunda semana da Conferência do Clima, a COP 30, direto de Belém. Pouca participação dos países que poderiam fazer a diferença, tanto na redução das emissões quanto no financiamento para países em desenvolvimento mudarem suas matrizes energéticas. E, pasme, as ameaças ao nosso Agro vêm do nosso Governo!
No episódio do dia 11 de novembro de 2025, a Micro Import marcou presença mais uma vez na Jovem Pan, levando informação prática, tecnologia e dicas úteis para o dia a dia de quem usa iPhone e se interessa por inovação. No programa de hoje, trouxemos duas dicas de iPhone que realmente fazem diferença na rotina. A primeira é voltada para quem costuma enjoar ao usar o celular no carro. Pouca gente sabe, mas o iPhone conta com um recurso ... Saiba Mais > The post Micro Import na Jovem Pan – Episódio de 11/11/2025 appeared first on Micro Import.
Qualidade no momento é questionada, enquanto lotes melhores estão represados
Plantio generalizado ainda precisa ser avaliado, mesmo após chuvas na primeira quinzena de setembro
Mensagem do dia 21 de Setembro de 2025 por Ed René Kivitz A benção que pouca gente quer|2 Reis 2. 1 - 15 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Meia-Maratona da Amazônia não entregou o que prometeu, Meia-Maratona Metropolis também teve falhas, queniano toma capote mas vence prova e a quantidades de inscritos em Boston e a qual será o corte deste ano?#corrida #corridaderua #corridaderuabrasil #criadorporesporte #cnanews #flow #criadorporesporte O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Pouca luz, mesa inclinada, flippers em ação! Prepare-se para o som da bolinha de metal e o brilho das luzes. Nesse episódio, acompanhe conosco um pouco da história do pinball, nossas experiências, memórias e jogos de destaque. Confira!
Um balanço do Conselho da Europa indica que, das 15 recomendações para combater a corrupção feitas há quase uma década, 10 continuam implementadas apenas parcialmente. É muita parra e pouca uva?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros pelo presidente americano, Donald Trump, com previsão de começar a valer em 1º de agosto. Ao aventar a possibilidade de aplicar a Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras, a Casa Branca ameaça atravessar uma linha que poderá forçar a redefinição do equilíbrio entre as democracias aliadas. A medida ainda não foi oficializada e Trump não se pronunciou diretamente sobre o assunto. Mas a hipótese já circula nos bastidores, e sua eventual adoção colocará aliados históricos dos Estados Unidos diante de um dilema inédito. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
À beira da terceira ronda de negociações entre a Ucrânia e a Rússia, Bruno Cardoso Reis reflete: "Não temos visto resultados". Afinal, ainda conseguirá Kiev manter a independência?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A prancha mágica geralmente é um erro. Pouca gente errou tanto e tão consistentemente quanto Ricardo Martins. Nesse Boia 286, Bruno Bocayuva, João Valente e Julio Adler mataram a curiosidade sobre pranchas e escolhas. Como sempre concentramos no supérfluo e não no essencial. O que importa no final das contas é o que fazemos com os pés (cintura, dedos, braços, pescoço!) em cima da arte que o mago do Bairro Peixoto faz com as mãos. A trilha fica por conta do João Bosco com Siri Recheado e o Cacete (Bosco e Aldir Blanc), The Sandals com Wild as The Sea, The Replacements com Here Comes a Regular e Elvis Costello And The Attractions com Everyday I Write The Book.
O técnico Pepa termina o ano em alta no Sport, com o acesso à Série A, e muito bem adaptado ao Recife. O português conversou com Tiago Medeiros no quadro Carona do GE, papo reproduzido na íntegra neste Embolada especial. Entre os assuntos, Pepa responde se gosta do cuscuz e faz algumas revelações da vida pessoal: segundo ele, a careca tem um motivo especial. E o treinador também revela os momentos mais tensos durante a campanha do Leão na Série B.
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