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Bora bater um papo sobre os filmes mais recentes de Mortal Kombat? Então bora! - Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em https://apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Salmo 23: O Senhor é Meu Pastor: De Nada Terei FaltaUma meditação guiada inspirada no Salmo 23, para fortalecer a fé, acalmar o coração e despertar a confiança em Deus. Nesta reflexão, somos conduzidos a lembrar que o Senhor é o nosso Pastor, nossa fonte de cuidado, direção, descanso e provisão. Uma mensagem para sair da sensação de falta e entrar em um estado interior de paz, contentamento e entrega.00:00 Explicação sobre a meditação 2304:08 Leitura do Salmo 2305:27 Meditação GuiadaPalestra sobre o Salmo 23: https://youtu.be/vbuUq3v9F1o---------------------------------------------------
Bem-vindo à IBMetrô Online!Celebração transmitida em 12 de abril de 2026Seguimos nossa caminhada:“Quando Jesus chega perto.”Na mensagem de hoje, “A boa parte”, o pastor Renato Marinoni nos conduz ao encontro de Jesus com Marta e Maria.Duas irmãs.Duas posturas.Um mesmo Jesus.Marta faz.Maria permanece.E Jesus nos lembra:“Uma só coisa é necessária.”Em meio às demandas e ao peso da vida, somos convidados a discernir o que realmente importa.Porque, no fim,a boa parte não é o que construímos —é o que vivemos na presença de Jesus.⸻
Você está reclamando do peso do trabalho, da família ou do casamento e não percebeu que isso está te custando a sua paz? Neste episódio do Entra Pra Rachar, Caio Carneiro mostra por que tudo dá trabalho e como escolher o difícil certo muda a sua vida.
Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri, PVC e Danilo Lavieri debatem a convocação do meio-campista Éderson após o corte do lateral direito Wesley na seleção brasileira para a Copa do Mundo. Foi a melhor escolha? Endrick pede passagem após o gol da vitória sobre o Egito?Qual deve ser o time titular para a estreia? Marrocos assusta o Brasil com atuação diante da Noruega?
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Nesta palestra, refletimos sobre uma das grandes perguntas da humanidade: de onde vieram os extraterrestres?00:00 Abertura e boas-vindas08:44 Início da palestra: Os Extraterrestres: De Onde Eles Vieram?Abordamos temas como alienígenas, vida extraterrestre, OVNIs, possíveis origens desses seres e hipóteses sobre outras civilizações no universo. Será que os extraterrestres vieram de outros planetas? De outras dimensões? De civilizações antigas? Ou de realidades que ainda não compreendemos?Uma conversa aberta sobre mistérios, espiritualidade, ciência, ufologia e possibilidades que despertam a curiosidade humana há muito tempo.Deixe seu comentário: você acredita que os extraterrestres vieram de onde?---------------------------------------------------
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Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Milhões de pessoas recitam este salmo em busca de proteção, conforto e esperança. Mas será que essa é toda a sua mensagem?Neste vídeo, vamos mergulhar profundamente nos ensinamentos do Salmo 23 e descobrir por que ele é muito mais do que uma promessa de segurança. Cada versículo revela uma poderosa lição sobre confiança, entrega, fé, direção espiritual e relacionamento com Deus.Você compreenderá o verdadeiro significado de expressões como "O Senhor é o meu pastor" e "Nada me faltará", percebendo que elas apontam para uma transformação interior capaz de trazer paz mesmo nos momentos mais difíceis da vida.Se você busca fortalecer sua fé, encontrar serenidade em meio aos desafios e compreender mais profundamente a Palavra de Deus, este conteúdo foi preparado para você.
31/05/2026 | Marcos 6.17-28 e 32-44 | Valdir Steuernag | Culto Manhã
Neste podcast, Luciana, Letícia e Mariane se reúnem para ler e refletir sobre os evangelhos do domingo de uma maneira mais informal e descontraída. Escolha com as meninas seu momento "Espinho na Carne" e seu momento "Glória", e aproveite para ouvir uma dica em cada episódio, nossa "Boa Nova". Mande seus comentários/críticas/elogios/sugestões/partilha para o e-mail "leigapartilha@gmail.com". Siga-nos no instagram "@leigapartilha" e curta nossa página no facebook "Leiga Partilha".
O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil instauraram procedimentos para apurar supostas ilegalidades em um contrato de mais de R$ 150 milhões firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil.A representação que originou o caso foi protocolada pelo vereador Nabil Bonduki (PT). A investigação foca em um chamamento público voltado à instalação de pontos de Wi-Fi gratuito em comunidades de baixa renda.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. l https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #NabilBonduki #SaoPaulo #PrefeituraSP #WiFiSP #InternetParaTodos #ONGs #Transparencia #GestaoPublica #Custos #PoliticaMunicipal #DebateSP #NoticiasSP #Polemica #Investigacao #Atualidades #PodcastBR #PodcastBrasil #Politica #Internet #ServicoPublico
Dragon Quest completa 40 anos e nós recebemos os amigos do Grindingcast para um episódio super especial sobre o primeiro jogo dessa franquia mega influente para os JRPGs. - Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em https://apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
João Almeida (CDS) confia na decisão de Luís Neves. Luís Paulo Fernandes (Chega) diz que Viegas Nunes não tem "crédito" e Isabel Mendes Lopes (Livre) quer ler relatório da IGF para dissolver dúvidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, eu falo sobre a importância de reconhecer onde termina o meu campo e onde começa o das outras pessoas. Muitas vezes eu percebo que absorvemos emoções, expectativas e energias que não nos pertencem, e isso influencia diretamente a forma como vivemos e nos sentimos.Mentoria: Agende seu horário comigo.Universo: Faça parte da nossa comunidade e tenha acesso a áudios de reprogramação emocional e conteúdos exclusivos.Newsletter: receba minhas cartas gratuitamente no seu e-mail.Plano Mágico: cadastre seu e-mail para saber sobre a próxima edição.Por hoje é só.Um beijo e até o próximo episódio!
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Neste vídeo você vai entender como a possível aproximação extraterrestre pode estar ligada à transformação energética da humanidade, ao despertar coletivo e às mudanças espirituais que já estão acontecendo no planeta. Uma reflexão profunda sobre consciência, evolução espiritual, dimensões superiores, frequência vibracional e o novo ciclo da humanidade.
Conta-se que havia dois homens: um tomado pela ganância, o outro consumido pela inveja. Um dia, o rei, conhecido por sua generosidade, quis ajudá-los.E disse:— Um de vocês pode me pedir qualquer coisa, e eu concederei. Mas atenção: ao que pedir, darei exatamente o dobro ao outro.No início, os dois se encheram de entusiasmo. Mas logo veio o dilema…O invejoso hesitou. Ele não suportava a ideia de ver o outro receber mais do que ele.O ganancioso travou. Ele queria tudo, mas não dividiria nada.E assim, ficaram paralisados. Não por falta de oportunidades, mas porque suas próprias sombras os impediam de agir.Após muito discutir, decidiram na sorte quem faria o pedido. O ganancioso perdeu. O invejoso, então, sorriu. Mas não foi um sorriso de felicidade, e sim de um veneno silencioso.Ele olhou para o rei e disse:— Quero que fures um dos meus olhos.O rei se entristeceu. Mas cumpriu a promessa.E assim se cumpriu também a lógica cruel da inveja: ele preferiu viver na penumbra, desde que isso fizesse o outro viver na escuridão absoluta.Agora eu te pergunto…Quantas vezes, mesmo sem perceber, nos comportamos como esse invejoso?Quantas vezes desejamos que alguém tropece, ao invés de simplesmente corrermos atrás da nossa própria vitória?Quantas vezes gastamos mais energia odiando o sucesso do outro do que construindo o nosso?A verdade é dura: tem gente que prefere perder, desde que o outro perca mais!
Conta-se que havia dois homens: um tomado pela ganância, o outro consumido pela inveja. Um dia, o rei, conhecido por sua generosidade, quis ajudá-los.E disse:— Um de vocês pode me pedir qualquer coisa, e eu concederei. Mas atenção: ao que pedir, darei exatamente o dobro ao outro.No início, os dois se encheram de entusiasmo. Mas logo veio o dilema…O invejoso hesitou. Ele não suportava a ideia de ver o outro receber mais do que ele.O ganancioso travou. Ele queria tudo, mas não dividiria nada.E assim, ficaram paralisados. Não por falta de oportunidades, mas porque suas próprias sombras os impediam de agir.Após muito discutir, decidiram na sorte quem faria o pedido. O ganancioso perdeu. O invejoso, então, sorriu. Mas não foi um sorriso de felicidade, e sim de um veneno silencioso.Ele olhou para o rei e disse:— Quero que fures um dos meus olhos.O rei se entristeceu. Mas cumpriu a promessa.E assim se cumpriu também a lógica cruel da inveja: ele preferiu viver na penumbra, desde que isso fizesse o outro viver na escuridão absoluta.Agora eu te pergunto…Quantas vezes, mesmo sem perceber, nos comportamos como esse invejoso?Quantas vezes desejamos que alguém tropece, ao invés de simplesmente corrermos atrás da nossa própria vitória?Quantas vezes gastamos mais energia odiando o sucesso do outro do que construindo o nosso?A verdade é dura: tem gente que prefere perder, desde que o outro perca mais!
Todo mundo no hype do filme recente sobre o Michael Jackson? Então bora reviver Michael Jackson's Moonwalker, clássico dos fliperamas e consoles da SEGA. - Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em https://apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Extraterrestres, despertar espiritual e expansão da consciência.Neste vídeo você vai entender como a possível aproximação extraterrestre pode estar ligada à transformação energética da humanidade, ao despertar coletivo e às mudanças espirituais que já estão acontecendo no planeta. Uma reflexão profunda sobre consciência, evolução espiritual, dimensões superiores, frequência vibracional e o novo ciclo da humanidade. ---------------------------------------------------
Venha ouvir nosso papo, direto do Rio Retrogames, com os os youtubers Sr. Wilson e Rambo dos Jogos. Falamos de jogos ruins, da biblioteca do Nintendo 64 e várias outras coisas, o papo rendeu. - Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em https://apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
Pr. Valmir RochaTexto: Genêsis 13, 19. v15 e 16https://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/13https://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/19
O torneio esteve ao rubro, os jogos foram de alto nível e o circuito entra numa fase decisiva. Neste episódio, falamos de escolhas — e para nós, quando o tema é domínio até ao fim, só há uma resposta: Tapia e Coello.
Escolha Hoje - Matheus Fischer
Venha ouvir nosso papo, direto do Rio Retrogames, com os dubladores do filme Super Mario Galaxy: Raphael Rossatto (Mario) e Nano Max (R.O.B). - Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em https://apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
Neste episódio do CNA News, abrimos a votação para você escolher a nova mandala do Circuito Brasil Gigante (Vote aqui - https://cnoar.run/VotacaoMandala). Falamos sobre o calendário do Circuito Centauro Desbrava , a abertura do Autódromo de Brasília para treinos de corrida às sextas-feiras e a coleção especial da Golden Run. Também destacamos a Maratona Internacional de João Pessoa e abordamos a triste notícia do atropelamento da corredora Letícia Ferreira em Caruaru, que gerou grande comoção e ação das autoridades.Corra a CENTAURO DESBRAVA – Use o cupom CORRRIDANOAR10https://cnoar.run/CentauroDesabrava2026Corra a MARATONA DE JOÃO PESSOA (Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto)https://cnoar.run/MaraIntJampa2026Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Novo episódio do Comercast chegando por aqui! Dessa vez, nossa conversa foi com a Camila Rosa, Especialista em Novos Negócios da Comerc Energia, que trouxe em primeira mão todas as informações importantes relacionadas ao Mercado Livre de Energia, o que é, como é simples migrar, tirou as principais dúvidas sobre o assunto e reforçou a importância de escolher a gestão certa para ajudar sua empresa nesse caminho. Entenda como essa ferramenta estratégica, em conjunto com diversos fatores, pode ajudar a impulsionar seus resultados, aumentar a economia da operação, reduzir custos e gerar ainda mais benefícios para negócios que escolhem migrar. Assista ao episódio, saiba mais sobre essa estratégia da Comerc e seus benefícios financeiros e ambientais. Conheça todas as soluções da Comerc para o Mercado Livre de Energia: https://www.comerc.com.br/mercado-livre-de-energia
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #EGOISTA e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE HIDRABENEConheça a linha de Body Splashes da Hidrabene. Você encontra 4 fragrâncias únicas, em edição limitada. Escolha o seu, use o cupom exclusivo PONEIBENE15 e ganhe 15% de desconto. Link: https://hidrabene.com.br/collections/body-splash?utm_source=Nao_inviabilize&utm_medium=Spot_11_05&utm_campaign=Body_splashesQUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
A 99 já alcança cerca de 60 milhões de brasileiros, seja na solução de mobilidade, delivery ou carteira digital. Mas como a marca tem trabalhado essa nova função de "super app"? O episódio 237 do programa Mídia e Marketing recebe Ana Verroni, CMO da 99, que também fala sobre o trabalho de comunidades e sobre a "fortaleza" dos algoritmos. 'Saber o que o consumidor precisa e entender a rua é essencial para nossa jornada. Uma coisa importante da 99 é esse DNA brasileiro', diz.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (8), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a cientista política, Priscila Lapa, sobre a escolha dos políticos no legislativo.
José Borralho é meu amigo de longa data, mas é também e antes disso marketeer, a mente por trás da Escolha do Consumidor, do Produto do Ano, acredito que já teve conquistas e falhanços como todos nós e talvez por isso escreveu agora este Medo - Como Transformar Ameaças em Forças.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Daniela vivia um amor simples e verdadeiro com William. Com o tempo, ela cresceu profissionalmente e passou a querer uma vida com mais estabilidade, enquanto ele continuava sem ambição. Incomodada com isso, ela conheceu o Leandro, que tinha tudo o que ela buscava e começou a se envolver. Um dia, ela deu um ultimato no William e se casou com o Leandro. Mesmo com a vida mais estável, Daniela nunca conseguiu amá-lo de verdade e viveu um casamento sem conexão. Anos depois, ela reencontrou o William e descobriu que ele tinha evoluído, aberto um negócio e formado uma família. Nesse momento, ela percebeu que perdeu o homem que amava por escolha, trocando o amor verdadeiro por uma estabilidade de momento.❤️ Se você quer contar sua história, é só entrar em contato através do nosso e-mail: quemamanaoesquece@band.com.br ou pelas nossas redes sociais.Você é fã da Band FM? Então, inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum vídeo da rádio que é líder no Ibope em São Paulo há mais de 9 anos.
Passagens Complementares:Eclesiástico 15,14-18Gálatas 6,7-8I Timóteo 2,4
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
O que o Egito Antigo sabia sobre seus problemas que você ainda não sabe?Há mais de 3.000 anos, os egípcios desenvolveram o Sebaíte, um gênero literário de "instruções" criado não para entreter, mas para forjar a sabedoria humana.Neste encontro, o Professor Paulo Tarcísio (Nova Acrópole João Pessoa) analisa 6 provérbios fundamentais de três papiros históricos, revelando como essa ética milenar é a chave para os dilemas da vida moderna.
No episódio de hoje do Radar Médico, Juliane B. Braziliano, endocrinologista, apresenta um panorama das principais recomendações da nova Diretriz Brasileira de Tratamento Farmacológico da Obesidade, prevista para 2026.A obesidade é uma doença crônica, multifatorial e em crescente prevalência, que exige abordagem estruturada e contínua. O episódio destaca o papel da terapia farmacológica associada a mudanças de estilo de vida, além de discutir critérios de indicação, escolha de medicamentos e impacto em desfechos clínicos relevantes.
A new MP3 sermon from Audiobooks by C. H. Spurgeon is now available on SermonAudio with the following details: Title: A Estranha Escolha de Deus Subtitle: V.10 Metropolitan Tabernacle Speaker: C. H. Spurgeon Broadcaster: Audiobooks by C. H. Spurgeon Event: Audiobook Date: 8/28/1864 Bible: 1 Corinthians 1:26–29 Length: 40 min.
Ação faz parte de um conjunto de manejos integrados para proteger o potencial produtivo das culturas
Um homem sobe ao palco para ser aceito… e descobre que está sendo julgado. A partir de uma cena do Coringa, este episódio mergulha em uma mudança silenciosa: quando o erro deixa de ficar no passado e vira espetáculo. O que isso faz com a forma como aprendemos, falamos e existimos? Entre memória pessoal, cultura digital e um incômodo inevitável, fica a pergunta: você está vivendo… ou apenas se apresentando?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ideia de proteger a infância e garantir tempo para brincar e estudar é uma conquista social, mas que ainda falha para milhares de meninas no Brasil.No episódio #552, o Mamilos recebe Ana Nery e Flávio Debique para conversar sobre um tema sensível: o casamento infantil no Brasil. Mergulhamos na construção histórica da infância, no peso que o machismo e a desigualdade exercem sobre as meninas, e desconstruímos a ilusão de que o casamento precoce é uma "escolha" quando faltam outras oportunidades de estudo e vivência.É uma conversa urgente sobre como a sociedade ainda falha em proteger as mulheres do amanhã.*Esse episódio do Mamilos tem parceria com a Plan International Brasil, uma organização que atua diretamente nas comunidades e nas políticas públicas para combater o casamento precoce, garantindo educação e oportunidades para que as meninas possam ser donas do próprio futuro.Conheça as iniciativas, compartilhe informações e apoie essa causa: https://plan.org.br
FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!Apoiase: https://apoia.se/podcastwandaOrelo: https://orelo.cc/wandahttps://linktr.ee/podcastwandaLOTUSGente que causa filaGente que não fala “por favor” e “Obrigado”Influencers militantes que são escrotos no offQuem leva tudo para o pessoalMERYLSe dar um dia de herdeiraQuando algo que você procrastinou é rápidoDormir de tardeSorveteME AJUDA, WANDA!A vida da solteira tá difícil, WandaTerapia de madrugada? O que ele esconde?Quer mandar seu caso pra gente? Mande um desabafo, uma rapidinha ou dilema para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto!Episódio #726 apresentado por:@phelipecruz@eusousamir@nnogueirabia@jeskagreccoProdução:Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)Edição / Captação:Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
Em 1941, a Alemanha parecia invencível… até decidir lutar em todas as frentes ao mesmo tempo. O resultado não veio de uma grande derrota, mas do acúmulo de pequenas falhas. Soa familiar? No Cafezinho 721, a gente fala sobre esse impulso moderno de querer resolver tudo, agora, e o custo silencioso disso. Não é sobre priorizar melhor. É sobre aceitar limites, escolher batalhas e aprender a conviver com o inacabado. Porque o problema não é não dar conta de tudo… é achar que você deveria dar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1941, a Alemanha parecia invencível… até decidir lutar em todas as frentes ao mesmo tempo. O resultado não veio de uma grande derrota, mas do acúmulo de pequenas falhas. Soa familiar? No Cafezinho 721, a gente fala sobre esse impulso moderno de querer resolver tudo, agora, e o custo silencioso disso. Não é sobre priorizar melhor. É sobre aceitar limites, escolher batalhas e aprender a conviver com o inacabado. Porque o problema não é não dar conta de tudo… é achar que você deveria dar.See omnystudio.com/listener for privacy information.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Felipe Frazão, repórter do Estadão em Brasília, aborda as principais notícias do dia na política brasileira, na coluna 'Sua Política', às terças e quintas, 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que o Egito Antigo sabia sobre seus problemas que você ainda não sabe?Há mais de 3.000 anos, os egípcios desenvolveram o Sebaíte, um gênero literário de "instruções" criado não para entreter, mas para forjar a sabedoria humana.Neste encontro, o Professor Paulo Tarcísio (Nova Acrópole João Pessoa) analisa 6 provérbios fundamentais de três papiros históricos, revelando como essa ética milenar é a chave para os dilemas da vida moderna.
O homem tem que acabar; “Uma escolha muito difícil” de novo??; Desça daí, Alcolumbre; Agrocristianismo Festa do Medo e Delírio em Belo Horizonte dia 28/3 na Autêntica! Melhor forma de ajudar o medo e delírio? Pix recorrente no medoedelirioembrasilia@gmail.com Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.17 – “Uma escolha muito difícil”, de novo apareceu primeiro em Central 3.
O homem tem que acabar; “Uma escolha muito difícil” de novo??; Desça daí, Alcolumbre; Agrocristianismo Festa do Medo e Delírio em Belo Horizonte dia 28/3 na Autêntica! Melhor forma de ajudar o medo e delírio? Pix recorrente no medoedelirioembrasilia@gmail.com Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.17 – “Uma escolha muito difícil”, de novo apareceu primeiro em Central 3.
Parlamentares da bancada feminina também reagiram negativamente à escolha do PSOL.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #Ratinho #PoliticaBrasileira #ComissaoDaMulher #NoticiasBrasil #GiroDeNoticias #DebatePolitico #DireitosDasMulheres #CâmaraDosDeputados #BrasilUrgente
Na vida, tudo é difícil o sucesso, o fracasso, agir ou permanecer parado. A verdadeira questão não é evitar as dificuldades, mas escolher o difícil certo para você. Neste episódio, refletimos sobre decisões, persistência e o tempo necessário para construir algo significativo. Entre plantar e colher existe regar e esperar: agir com consistência enquanto o tempo faz sua parte. Aprenda a manter o compromisso com seus objetivos, ajustar a rota quando necessário e evitar o difícil do arrependimento. Afinal, escolher o seu desafio hoje pode definir o destino de amanhã.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam a possível escalação do Sport na decisão diante da Desportiva Ferroviária na 2ª fase da Copa do Brasil 2026. Escolha correta do Leão? Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
E se aquilo que você chama de verdade não passar de uma aposta confortável? Em 12 Homens e uma Sentença, onze homens têm certeza. Apenas um permite a dúvida entrar. E é nesse instante que algo muda. Neste episódio, vamos explorar o Teorema de Bayes, a ferramenta que explica como nossas crenças nascem, se fortalecem e, às vezes, precisam ser abandonadas. Você vai descobrir que pensar melhor não é ter mais certezas. É aprender a atualizá-las. Bem-vindo ao território onde suas verdades sagradas começam a ser questionadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.