POPULARITY
Toni Sant presents the 771st in a series of podcasts featuring music by performers in or from Malta. Artists featured in this podcast: PART 1Sean Borg - Sabiħ UkollTara Formosa - Sky's the LimitMotherknives - OthersideAndre Camilleri - I Wish I Was Stoned TodayMegan May - HomePART 2Carlo Gerada feat. Kristina Casolani - Never Let Go (2013)Funk Initiative - The Furthest From Home That I've Ever Been (2016)Chris Tanti & Cheryl Balzan - Sweet SisterStefanos - Navigate (2012)Mistura - Misraħ il-ĦelsienKantilena -X'ubidú?Fredu Abela l-Bamboċċu - Tal-Life (1973)PART 3Featured album: That's About It by Carlo Muscat >> Details about this podcast [in Maltese] See also: - MMI Podcast: YouTube playlist - MMI Podcast: Facebook Page - MMI Archive on Mixcloud | @tonisant on Twitter - M3P: Malta Music Memory Project - Mużika Mod Ieħor ma' Toni Sant on Facebook (MP3)
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
A fala de Juca Kfouri sobre a reforma tributária gerou polêmica ao misturar conceitos diferentes e levantar um debate questionável sobre impostos no futebol brasileiro.Ao citar IPTU, um imposto municipal, dentro de uma discussão sobre tributação federal, a análise levanta dúvidas sobre a condução do tema e o impacto dessa narrativa no público.Neste vídeo, destrinchamos o que foi dito, onde está a confusão e quais são as consequências reais desse tipo de abordagem no debate sobre clubes associativos e SAFs.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #UOL
Langoy 418 | Nos escribieron desde USA para ofrecernos hablar sobre Mistura, la película peruana estrenada en el 2024 y aquí estamos atendiendo al llamado, hablando de lo que nos gustó, lo que no y sobre todo del contexto histórico y social en el que se desarrolla la película.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje, o seu Mário fala com propriedade sobre como funciona uma empresa familiar.Com experiência de quem já viveu essa realidade, ele compartilha histórias, desafios e aprendizados.Dê o play e confira!
Brasil já estaria pronto para 22% de mistura e garantia de autosuficiência no de diesel, sem mais necessidade de importação. Porém, insegurança jurídica e falta de previsibilidade ainda limitam o avanço do país.
Os sabores, os saberes e a cultura do Cerrado ganham destaque no primeiro Festival de Gastronomia e Cultura Cerratense.
Jocelyn Balu ou simplesmente Balu – seu nome artístico – é um compositor e cantor natural de Kinshasa, capital da República Democrática do Congo. O artista é um dos novos representantes da rumba congolesa, e propõe uma mistura deste gênero com afrobeat, jazz e rock, criando uma sonoridade que a imprensa especializada já apelidou de “folk da rua”. A preservação da tradição musical congolesa é, para Balu, uma missão pessoal. A paixão pela rumba surgiu ainda na infância. Aos 14 anos, enviado para um internato, ele iniciou os estudos de canto e passou a integrar um coral gospel. Mais tarde, fundou a banda Les Aigles de la Révolte, experiência que abriu caminho para sua entrada na histórica Bakolo Music International, um dos grupos mais importantes e tradicionais da rumba no país. Em 2020, Balu se radicou em Montpellier, no sul da França, onde começou a desenvolver seu primeiro projeto solo. Seis anos depois, o artista lança “Borumba”, um trabalho recém-saído do forno. A Programação Musical da RFI selecionou para sua playlist a faixa “Borumba Song”, que abre o disco e que pode ser conferida nesta edição do Balada Musical. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
David Sterritt is a film critic, author, teacher and scholar. He is most notable for his work on Alfred Hitchcock and Jean-Luc Godard, and his many years as the Film Critic for The Christian Science Monitor, where, from 1968 until... Read More ›
NESTA EDIÇÃO. MME desmarca reunião que poderia definir maior teor de etanol na gasolina. Cotação do barril de petróleo tem alívio no mercado internacional e Acelen reduz combustíveis. Redistribuição dos royalties do petróleo recebe voto contrário da relatora no STF; decisão é adiada após pedido de vista. Flexibilização do modelo de risco para reduzir preço da energia divide setor elétrico. ***Locução gerada por IA
David Sterritt is a film critic, author, teacher and scholar. He is most notable for his work on Alfred Hitchcock and Jean-Luc Godard, and his many years as the Film Critic for The Christian Science Monitor, where, from 1968 until... Read More ›
David Sterritt is a film critic, author, teacher and scholar. He is most notable for his work on Alfred Hitchcock and Jean-Luc Godard, and his many years as the Film Critic for The Christian Science Monitor, where, from 1968 until... Read More ›
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 368 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/fBFhIh9gN1U
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:38 Ibovespa00:51 Dólar00:58 Petróleo01:17 EUA vs. Irã02:05 Emirados Árabes saem da OPEP03:18 Gasolina Dispara nos EUA04:47 Defasagem dos Combustíveis06:45 Mistura de Etanol na Gasolina08:42 China Domina Mercado de Carros Brasileiros10:33 IPCA12:03 Desenrola 2.014:52 RC Club15:25 RC Wealth
Olá, bio-ouvintes! Chegamos ao último episódio da nossa estadia em Angola, mas não nosso intercâmbio fora do Brasil. Neste episódio teremos uma conversa com Estevão Fontes, graduado em Relações Internacionais e membro do Bio In Situ, ele nos conta como é divulgar ciência conectando Brasil e outros países com o mundo. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidado: Estêvão Fontes. Locução e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 228 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 3 - O divulgador. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidado: Estêvão Fontes. Edição e locução: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 23 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/228-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-3-o-divulgador/.
Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) avalia que o início da testagem abre caminho para consolidação do setor e deve permitir o B16 ainda este ano
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Vida de Rico e Patrimônio de Estagiário00:36 Decisão 1: Falta de meta financeira01:43 Decisão 2: Inflação do estilo de vida03:19 Decisão 3: Dívida e consumo04:47 Decisão 4: Mistura de dinheiro pessoal e empresarial06:34 Decisão 5: Renda ativa vs patrimônio08:29 Conclusão08:54 RC Club e RC Wealth: Qual é o seu caminho?
O senador Alessandro Vieira apresentou seu relatório na CPI do Crime Organizado e pediu o indiciamento de três ministros do STF — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O relatório não foi aprovado. Mas o estrago político já estava feito.- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA A reação do Supremo foi imediata. Gilmar Mendes encaminhou representação à PGR por abuso de autoridade. Outros ministros seguiram na mesma direção. Para alguns, a resposta foi desproporcional. Para outros, era esperada. O debate é esse: quem errou mais?Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck analisam a troca de acusações, os limites institucionais e o que esse episódio revela sobre o embate entre Congresso e Supremo — e sobre os riscos de heterodoxia dos dois lados.Capítulos00:00 Ação e Reação no STF03:24 Análise do Relatório de Alessandro Vieira06:53 Desvios e Fragilidades da CPI11:21 Imunidade e Responsabilidade no Debate Político13:30 Mistura de Condutas e Críticas ao Supremo19:21 A Ironia das CPIs e o Foco Desviado22:29 Oportunidades Perdidas e Propostas de Emenda23:59 Reações Políticas e Consequências Jurídicas27:16 Heterodoxias e Implicações no Sistema Jurídico30:20 Controle e Responsabilização no Contexto das CPIs
Olá, bio-ouvintes! No episódio de hoje iremos conversar com um dos professores, a professora Danisa de Assis que Heloá Caramuru, desenvolvedora do projeto, trabalhou enquanto desenvolvia o podcast nas escolas de Luanda. Danisa irá nos contar como é lecionar em Angola e como são as metodologias e o ensino pedagógicos nas escolas da região. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Danisa de Assis. Locução: Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 227 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 2 - A professora. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Danisa de Assis. Locução: Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Ramos Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 17 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/227-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-2-a-professora/.
Olá, bio-ouvintes! Está semana iremos atravessar o oceano até o continente Africano, em Luanda, capital de Angola! O episódio de hoje iremos falar sobre as experiências vividas pela mestre e doutora Heloá Caramuru, enquanto desenvolvia sua pesquisa de doutorado em Luanda. Episódios produzidos com as turmas de Luanda: 173 – Bio In Situ em Angola 185 – Preconceito, bullying, internet e imagologia 186 – Planta imortal e antílope em extinção 187 – Autismo e reprodução das abelhas 188 – Escoliose, varíola e racismo CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Heloá Caramuru e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 226 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 1 - A pesquisadora. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Heloá Caramuru Carlos e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo Fernandes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 09 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/226-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-1-a-pesquisadora/.
No programa deste feriado, José Edgar de Matos, Bruno Gutierrez e Nagila Luz, a “Voz da Torcida”, debatem o papel de Neymar na vitória por 2 a 0 sobre o Remo. Decisivo para o resultado, o craque se revoltou com os adversários, recebeu o terceiro amarelo e vai ficar fora do jogo contra o Flamengo. Ainda neste episódio, atualizações sobre Gabigol e o balanço financeiro do clube de 2025 detalhado.
Com os números cada vez mais expressivos de carros chineses elétricos vendendo no Brasil - e as marcas novas que não param de chegar -, vale pensar um pouco: será que seu próximo carro será um desses?FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:Reflecenários: Só compre um carro elétrico se você tiver essas condições - https://share.sender.net/campaigns/7Bme/s%C3%B3-compre-ve%C3%ADculo-el%C3%A9trico-se-voc%C3%AA-tiver-essas-condi%C3%A7%C3%B5es–Reflecenários: O dilema dos governos com os veículos elétricos - https://share.sender.net/campaigns/7DAj/o-dilema-dos-governos-com-os-ve%C3%ADculos-el%C3%A9tricos- Quatro Rodas: Governo de SP voltará a cobrar IPVA de carros híbridos - https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/ipva-2026-sao-paulo-isencao-hibridos-regras/#google_vignette
O pão está muitas vezes à mesa — mas será que estamos a escolher o melhor para o dia a dia? A nutricionista Mariana Chaves explica a diferençasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!
.Abraço remoto. .Politizar o silêncio. .O início político de André Ventura. .Montenegro, o contorcionista retórico. .Pedro Passos Coelho, o padrinho do André. Hefesto . .Casamento de Zeus e Hera com mel, Hefesto e André Ventura à mistura. .Métis e Zeus . .As três deusas celibatárias da mitologia grega. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
O Autores e Livros desta semana reúne lançamentos que atravessam o Brasil e o mundo, com histórias de amor, mistério, memória, inclusão e poesia contemporânea. O programa abre com o romance “Vento Endiabrado”, da premiada escritora Regina Helena de Paiva Ramos. Ambientado em um vilarejo caiçara fictício, o livro mistura paixão, tradição e assassinato em uma narrativa que retrata a cultura litorânea brasileira com riqueza de detalhes e forte carga emocional. Na sequência, o historiador Santiago Delgado apresenta “O Testemunho”, ficção histórica ambientada no Império Alemão de 1898. O romance investiga as raízes ideológicas e sociais que antecederam o nazismo, abordando temas como eugenia, fanatismo e dilemas morais diante do poder. Outro destaque é a HQ “ULIS”, do quadrinista francês Fabien Toulmé, publicada pela Editora Nemo. A obra discute inclusão escolar a partir da relação entre um adulto em crise e um garoto autista em processo de reintegração à escola. O programa também revisita uma tragédia real que marcou o interior paulista. Em “Entre Vidas”, Mario Salerno Junior transforma o acidente de Rio Turvo, ocorrido em 1960, em um romance sobre memória, identidade e luto. Na área da educação parental, Thelma Nascimento lança “Me escuta?”, livro construído a partir de relatos de crianças e adolescentes, propondo uma escuta mais atenta e empática no ambiente familiar. A poesia encerra a edição com “Olhos de Mandrágora”, de Ivy Menon. Em 72 poemas, a autora explora identidade, narcisismo e os riscos de se encantar pela própria imagem, em versos densos e reflexivos.
Alter Bridge e a loja nova.
Referências do EpisódioUNC1069 Targets Cryptocurrency Sector with New Tooling and AI-Enabled Social EngineeringTechnical Analysis of GuLoader Obfuscation TechniquesRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Mistura inadequada de produtos químicos pode ter provocado morte de mulher em academia de São Paulo. Piloto de avião suspeito de abusar sexualmente de menores é preso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
21 DE JANEIRO DE 2026 - QUARTARef.: Lucas 24.1-7, Gênesis 27.22
1.Gary Chaos – Shake Shake Shake 2.Double Vision – Knokin 2012 (Julian The Angel remix) 3.Mousse T feat. Roachford - Pop Muzak (Ian Pooley Extended Mix) 4.DJ Kuba and Neitan ft. Anna Motgomery – Take it to the top 5.Браво - Любовь не горит (Примат And Шувалов Full Vox Mix) 6.Deekline and Ed Solo ft. Splack Pack and Kidd Money – Shake the pressure 7.Inaya Day - Keep Pushin' (Sharam Jey Vocal Mix) 8.Joey Negro - Better Things To Come (feat. Mistura & Kadija Kimara - Joey Negro Club Mix) 9.Агент Смит - (Завалю снегом) Космос (Original Mix) 10.МАРИНА ХЛЕБНИКОВА - Печаль моя (PPK Russian Trance Dub Mix) 11.Raduga & MC Solarka - My little fantasy 2003
Andiamo alla scoperta di una delle migliori avventure di Mistura per AD&D!
Réécoutez FG mix invite La résistance (Paris) by Yann Vico du mardi 25 novembre 2025 Bienvenue à La Résistance, un bar à cocktails niché au cœur du Marais, où l'élégance parisienne rencontre l'esprit libre et audacieux de la mixologie.Dans une ambiance cosy et chic, les lumières tamisées, les fauteuils enveloppants et la décoration raffinée créent un cocon intimiste. En fond sonore, une sélection musicale lounge, house et soulful accompagne chaque moment, pour une atmosphère à la fois feutrée et vibrante.La Résistance est l'adresse idéale pour savourer un instant suspendu, entre élégance, plaisir et bonnes vibrations.Tracklist : 1) Ultra Natè - Divine Love (Original Mix)2) Dj Disciple, Glowin, Jose Uceda - You Did Everything Right (Jose Uceda Remix)3) Slick - Space Bass (Dr Packer Remix - Extended)4) Phil Fuldner - Afrodesia (Extended Mix)5) Jonas Blue - Edge of Desire (Jazz-N-Groove Extended Club Mix)6) Mistura, Dave Lee ZR - Tonight (Dave Lee Club Mix)7) Blaze, Barbara Tucker, UDAUFL, Nico de Andrea - Most Precious Love feat. Barbara Tucker (Extended Mix)8) Prefix One, Nambi, Reelsoul - Grateful (Reelsoul Remix)9) Solution, Soulution, Todd Terry, Victor Simonelli - Feels So Right (Todd Terry Remix)10) David Penn, Thando, OFFAIAH, Eric B Turner - Always feat. Eric B Turner (Extended Mix) 11) Fatback Band, Joaquin "Joe" Claussell - Snake (Joaquin 'Joe' Claussell's Sacred Rhythm Version Edit)12) J.Soul, Rona Ray, Richard Earnshaw - You Got It (Richard Earnshaw Extended Vocal Mix)13) Soul II Soul, Ron Trent - A Dreams A Dream (Ron Trent Refix)Infos et Booking Yann Vico sur : - Instagram : https://www.instagram.com/yann_vico_dj/ - FaceBook : https://www.facebook.com/yannvico - Soundcloud : https://soundcloud.com/yannvico - Bandcamp : https://yannvico.bandcamp.com/
Fashion, Lifestyle, self-love, & Chit-chat are all passions of Mistura Iginla. Mistura Iginla, is a life coach who is passionate about helping singles create intentional, fulfilling, and healed lives. Her approach blends practical strategies with a deep understanding of human emotions, communication, and trauma. She believes that life isn't just about finding the right person; it's about becoming the right person.For more information about Mistura Iginla, visit https://mymentor.life/coaches-frontpage/?coach_id=2071 and @misturaiginla Ways To SupportBasil and Sage, visit them at https://basilandsage.com/. Use code WEBSTERSTYLE10GoTieLess: Use the code WEBSTERSTYLE to get 10% off your purchase. https://gotieless.com/?ref=websterstyleBeard Organics: www.beardorganics.com/WEBSTERSTYLEBecome a Producer on Patreon for just $1 per month. https://www.patreon.com/websterstylePete and Pedro: Use the link https://bit.ly/3rClqHK to get 10% off your first purchase.El Viajero Coffee use WEBSTERSTYLE for a 10% discount at checkout https://elviajerocoffee.com/Try Dubby energy drink. Get 10% off your first purchase with code WEBSTERMAN https://www.dubby.gg/discount/WEBSTERMAN?ref=4Ff8bGGh#sotd #misturaiginla #lifecoach #mentalhealth #tiktok #youtuber #contentcreator #style #beauty #beautiful #influencer #blackisbeautiful #blackgirlmagic #fragrancelover #fashion #fasionista #stylish
Toni Sant presents the 746th in a series of podcasts featuring music by performers in or from Malta. Artists featured in this podcast: PART 1Chris Lanzon -Rise and FallA Broken Design - Sun in the Gutter Mistura - Il-Ħadd FilgħaxijaStjanu - Lament KuntentOtherend - Refraction (Sound Synthesis Remix) PART 2Farrad Waħdieni - Id-Dipartiment tal-Infomazzjoni - Vol.2PART 3Featured album: Promises by Mama Kin Spender >> Details about this podcast [in Maltese] See also: - MMI Podcast: YouTube playlist - MMI Podcast: Facebook Page - MMI Archive on Mixcloud | @tonisant on Twitter - M3P: Malta Music Memory Project - Mużika Mod Ieħor ma' Toni Sant on Facebook (MP3)
Hoy Hablamos de películas en cartelera comercial como "Mistura", "La Vida de Chuck", "Atrapado Robando", "El Conjuro 4" y "Haz que regrese"
EUA anunciam tarifas de 10% a 41% sobre diversos países; Veja perguntas e respostas sobre o tarifaço. STF volta aos trabalhos com expectativa de falas em defesa a Moraes. Moraes determina que a AGU tome providências sobre extradição de Zambelli. Presidente da COP30 diz que países pediram retirada do evento de Belém por preços 'extorsivos' em hotéis. Mistura de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel aumenta a partir desta sexta-feira.
On Documentary & Drama on Newstalk, producer Mary Lavery Carrig brings you into the life of Mistura Oyebanj, a Muslim woman in her mid-20s. In June 2024, Mistura stood as a candidate in the Local Elections for the Tralee municipal district area, in Co Kerry.From her arrival as a refugee child, to losing her mother in a tragic car accident, to putting her name on the ballot paper as a candidate in 2024, this is a heartfelt story.You will listen to the Mayor of Kerry and the Mayor of Derry & Strabane District, to her family and friends, and you will get to know Mistura herself, the central character.Cian McGrath and Zahid Khan Ahmadzai are Senior Editor and Assistant Editor, music by Matt Griffin, and the producer, researcher and narrator is Mary Lavery Carrig.This documentary was funded by Coimisiún na Meán with the Television License Fee.
Uma mudança de endereço, um ciclo que se encerra, uma grande conquista, um relacionamento que termina, um reencontro, uma conversa difícil com uma amiga: estamos cercados de momentos nos quais a gente se vê sentindo “um misto de sentimentos”. Alegria e tristeza, medo e vontade, compreensão e indignação. Tem como a gente sentir essas coisas ao mesmo tempo? Como reconhecer e lidar com coisas tão conflitantes dentro da gente sem ficar maluca?O título desse episódio “nunca é só um sentimento” é uma expressão que a Larissa Guerra e a Marina Melz usam quase todo dia uma pra outra. O que a gente não sabia que é existe um conceito da psicologia por trás disso: ambiguidade emocional. Pra nos ajudar a dar contorno a esse sentimento, chamamos a psicóloga Carla Ramalho.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
NESTA EDIÇÃO. Mistura obrigatória de 30% de etanol anidro e de 15% de biodiesel entra em vigor em agosto; setor cobra fiscalização para coibir crimes. Negociação entre Shell e BP pode criar “supermajor”. Unificação dos campos do projeto Raia em análise na ANP vai elevar pagamentos de participações especiais pela Equinor. Entidades do setor elétrico pedem recomposição do orçamento da Aneel.
Mariana Carneiro, repórter do Estadão em Brasília, repercute Política e Economia internas às 2ªs, 4ªs e 6ªs, 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 10 de Junho, o Presidente da República e a conselheira de Estado Lídia Jorge alinharam no elogio à “mistura” que se traduz na existência do povo português. Contra o revisionismo, a história ao serviço de uma cultura de tolerância e humanismo. Neste episódio, conversamos com Vasco Malta, chefe da missão da Organização Internacional das Migrações em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Às dez da noite de uma quarta-feira, quatro músicos e um bailarino de flamenco se encontraram para ensaiar no Molino de Santa Isabel, uma escola de música no centro de Madri, onde receberam a equipe da RFI. Juntos, eles ajustaram os últimos detalhes para a estreia do espetáculo "Bailables", que acontece neste domingo (1º). Ana Beatriz Farias, correspondente em MadriO show une música autoral e dança, mesclando o flamenco com ritmos brasileiros e influências musicais de diversas partes do mundo. Diferentes estilos, às vezes, se encontram em um mesmo número — tem até a junção de tango flamenco com forró brasileiro.Quem está à frente do projeto "Bailables" é Letícia Malvares, flautista, compositora e arranjadora carioca radicada na Espanha há dez anos. Antes de se firmar profissionalmente na música, Letícia era bailarina de dança de salão. Mais tarde, quando começou a tocar flamenco, seu caminho voltou a cruzar com a dança.Sabendo que “o jeito de ter contato com o flamenco no Brasil é por meio das escolas de dança”, a flautista decidiu tocar, em 2006, em um espetáculo de fim de curso de uma dessas academias. Foi aí que ela se apaixonou de vez pelo estilo musical. “Hoje, é das coisas que eu mais gosto de fazer na vida: tocar para ver o povo dançar enquanto eu toco”, conta.Letícia descreve o espetáculo "Bailables" — que em português poderia ser traduzido como “Dançáveis” — como uma consequência natural de sua trajetória artística. Algumas das canções do repertório foram compostas especialmente para serem coreografadas. “A dança, para mim, é muito fundamental, me inspira. E minha música é dedicada à dança e inspirada na dança também”, explica a compositora.Parceria além dos palcosPara transformar as canções em movimento, Letícia conta com outro brasileiro: o gaúcho Gabriel Matias, bailarino de flamenco. Dançando sobre o tablado, ele acrescenta ainda mais elementos típicos do flamenco à mistura de ritmos criada para o espetáculo. Como "bailaor" profissional, Gabriel domina o improviso. E, no espetáculo "Bailables" — que também abre espaço para a improvisação musical —, ele inclui passos improvisados no palco. No entanto, para que isso funcione, é necessário um trabalho prévio intenso: “muito profundo, extenso e constante”, como destaca o artista.Já são meses trabalhando no repertório do show. “É a união do estudo e da prática com o frescor desse momento, do improviso, de coisas que nascem e são únicas nesse espaço e nesse tempo, que vai ser o domingo”, narra, entusiasmado.Parceiros profissionais desde o Brasil, foi na Espanha que a amizade entre Letícia e Gabriel se fortaleceu. Isso aumenta ainda mais a expectativa de Gabriel para a estreia de "Bailables". “É muito especial. Primeiro, pela nossa relação de amizade – que é muito bonita. Segundo, pela qualidade artística que tem esse projeto. E terceiro, pela dificuldade que é, em muitos aspectos, estrear um projeto autoral.”Uma banda, muitas referênciasNa dança, além de Gabriel, o espetáculo contará com a participação da "bailaora" Lisi Sfair. Já na música, Letícia Malvares é acompanhada por músicos de diferentes origens e estilos.A brasileira apresenta os companheiros de jornada à RFI: “O Pantera Acosta é mexicano, toca flamenco, mas é do mundo pop. Ele toca em uma banda chamada Jenny and the Mexicats. Tem a Kyra Teboe, pianista, que é jazzista de berço, norte-americana. E tem o Epi Pacheco, de San Fernando, que é flamenco, flamenco, flamenco. Então, a gente tem todos os elementos.”O espetáculo busca ter um público tão diverso quanto o grupo de artistas que o compõe. Ao longo da carreira, Letícia Malvares tem trabalhado para isso, em um processo de formação de público que reúne pessoas de diferentes origens. Os encontros com o público surgem desde as aulas de flauta que Letícia ministra em Madri até as apresentações de flamenco de que participa, passando pelas rodas de choro que frequenta, como flautista, todos os meses.“Tem gente de todo canto, e eu quero cada vez mais que tenha gente de todo canto. A minha música está para quem está interessado em conhecer música autoral”, descreve Letícia, que dedica seu som a ouvintes de mente aberta. Muita coisa que pode ser ouvida no show provavelmente vai “soar diferente”; não será o que a plateia está acostumada a ouvir, segundo a artista. Mas ela também aposta que haverá elementos que soarão familiares.Em 1° de junho, a apresentação de "Bailables" acontece na Sala Villanos, em Madri. Depois, haverá apresentação também no dia 27 de junho, dentro da programação do Festival Galapajazz, em Galapagar, na Espanha.
Esta semana, entra N'a Caravana Sofia Cotrim — criativa, prática e apaixonada por transformar casas e vidas com as próprias mãos. Tornou-se conhecida do grande público através de O Mundo de Sofia, o blog e programa de televisão na SIC Mulher, onde mostrou que qualquer pessoa pode pôr mãos à obra e criar beleza com simplicidade, engenho e muita imaginação.Autodidata, Sofia adora experimentar e arriscar. Mistura técnicas, inventa, reinventa e transforma o óbvio numa coisa nova. Trabalha com materiais fora do comum, guiada por um espírito livre e curioso que faz da tentativa e erro o seu maior aliado criativo.É também mãe, e os trabalhos manuais e a cozinha andam de mãos dadas com o amor pela família. Acredita que viver com alegria é a melhor forma de levar aos outros um mundo mais colorido.Hoje, recebe o lugar que merece nesta caravana onde se celebram mulheres que constroem, literalmente, o seu caminho senta-se connosco nesta caravana feita de histórias, ideias e mãos cheias de vontade de criar.N'a Caravana Sofia CotrimPodem seguir a Sofia em @sofiacotrim.mundodesofia e a Rita em @ritaferroalvim no instagramUltra Suave de Garnier - A gama Sun-Kissed Camomila e Mel de Flores de Ultra Suave foi reformulada para iluminar e reparar o cabelo louro. Com 4 produtos – shampoo, amaciador, máscara, e o novo Sérum Aclarante Progressivo – com uma dupla ação promete aclarar progressivamente a partir de 3 usos e nutrir intensamente. Já podemos manter aquele louro de verão que tanto gostamos o ano todo e ao mesmo tempo com aspeto saudável, cuidado e nutrido.Ultra Suave: O teu louro de verão cuidado todo o anoVisita a página para saberes mais: https://www.garnier.pt/as-nossas-marcas/ultra-suave/camomilaInstagram: https://www.instagram.com/garnierportugal/Support the show
Saudações pessoas! Há algo de podre no reino do capitalismo atual (não brinca!): de um tipo de reacionarismo e fascismo já bem conhecidos, emergem novas noções que extrapolam tudo que conhecemos. Mistura de repúdio ao que já eram efeitos nefastos do capitalismo, tal antigas catedrais, com uma explosão fora de controle dos seus efeitos mais espúrios, visões de aceleracionismo e do "iluminismo dark" informam e preenchem o núcleo do que estamos vendo enquanto novo e perigoso engodo.Quem está de volta ao Vira é Victor Marques , professor, pesquisador, e um dos sujeitos que costuma provocar esse tipo de debate no cenário brasileiro, para discutir conosco isso._____________________Quem está com o Vira nesse episódio é a EDITORA SOB INFLUÊNCIA !!Conheça o catálogo incrível deles no site, e garanta 10% de desconto nas compras com o cupom SOBCASACAS
NESTA EDIÇÃO. Investimentos privados avançam na maior região produtora de petróleo e gás do país. Pequenas hidrelétricas negociam contratos de autoprodução remota para se viabilizar no mercado livre de energia. Conexão de Roraima ao Sistema Interligado Nacional deve ocorrer ainda em 2025. Mistura de 30% de etanol na gasolina pode ampliar em 16,2% a produção do biocombustível, diz Bioind MT. Demanda brasileira por minerais críticos para transição energética vai crescer 54% até 2034, segundo EPE.
NESTA EDIÇÃO. Combate a fraudes no setor de combustíveis na mira do governo e do Congresso. Aumento da mistura de etanol abre as portas para exportação de gasolina, indica ministério. Petrobras enfrenta restrições no escoamento de gás do pré-sal. Micro e minigeração distribuída adicionaram 601 MW em fevereiro. Projeto de aço verde da Vale entra em lista de prioridade da União Europeia.
NESTA EDIÇÃO. Brasil vai precisar comprar mais diesel do exterior caso suspensão da mistura de biodiesel entre em vigor. Geradoras obtêm liminar contra leilão de reserva de capacidade. Agentes estão cautelosos com preços no mercado livre de energia. Transição energética está entre as principais preocupações do mercado de mineração no Brasil. Aquecimento das águas levou a elevação inesperada do nível do mar em 2024, segundo a Nasa.
Let's rewind back to 2013, a time of dreamy synth lines and classic '90s sounds making a resurgence in the electronic music scene. This era brought a fresh take on the familiar, creating tracks that moved dancefloors while paying homage to the golden age of house music. Back Home (Original Mix)/ Northeye, Frankin Bring it Down (Baunz Remix)/The Deepshakerz There You Go (Soul Minority Remix)/Reagan Grey You Got Me Singing (Spiritchaser Remix)/Groove Cartell, Samantha Mogwe Smile Feat. Kendra Cash (Shur-i-kan Future Vox)/Joey Negro, Mistura, Kendra Cash Set Me Free (Original Mix)/Andrew Lozano Holding On (Original Mix)/Ross Couch So Tight (Original Mix)/Kiko Navarro, DJ Fudge Count of Three (Original Mix)/Ryan Truman All My Love (Original Mix)/Samir Maslo She Got Me Moaning (Original Mix)/Leon S NY 2 UK (James Dexter Mix)/ DJ Romain, DeepCitySoul Over Me feat. Amy Lyon (Detroit Swindle Rework)/Zoo Look Manteiga (Original Mix)/Cosmic Kids, Fingerpaint Dirty Lowdown (Original Mix)/Kenny Summit Everybody (Pete Herbert Dub)/Pete Herbert, Andre Espeut, Remixed by Pete Herbert The Partylife (Original Mix)/Stefano Ritteri Your Song (Original Mix)/Soledrifter I'm In Love With You (Original Mix)/Samir Maslo Sunday (Original Mix)/City Soul Project You've Got To Have Freedom (Patchworks Remix)/Uptown Funk Empire