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TUTAMÉIA entrevista o dirigente sindical José Ferreira da Silva, o Frei Chico, vice-presidente do Sindica Nacional dos Aposentados e irmão mais velho do presidente Lula.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Daniela Arbex é uma jornalista renomada por seus trabalhos cobrindo grandes tragédias da história brasileira, como o caso do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, os incêndios da Boate Kiss e do Ninho do Urubu e o rompimento da barragem de Brumadinho. Em entrevista exclusiva para o Oxigênio, Arbex conta sobre seu processo de escrita, dos cuidados que tem ao tratar de temas tão sensíveis e de como podemos desenvolver outros olhares para produções jornalísticas. _____________________________________________________________________ ROTEIRO DANIELA: Eu acho que é sempre um chamamento para mim, tem que ser assim, porque é muito difícil você ficar tanto tempo dedicado a temas tão densos, se aquilo não fizer sentido para você ou você não tiver um comprometimento com aquela história. Então eu acho que para mim, inicialmente, o mais importante é que o que eu vá fazer, tenha relevância social e pública, isso é fundamental, porque existem grandes histórias, mas eu acho que esse caráter, esse viés da da de uma prestação de serviço é importante, e eu acho que os temas eles acabam nascendo para mim. MAYRA: Já imaginou como é escrever sobre temas como um holocausto num hospital psiquíatrico, o deslizamento de uma barragem de minério ou um incêndio que deixou centenas de pessoas mortas? A gente entrevistou a Daniela Arbex, autora de Holocausto Brasileiro, Arrastados e Todo dia a mesma noite, e ela contou um pouco sobre seu processo de escrita, falou do comprometimento necessário pra cobrir tragédias nacionais e das diferenças que sente entre a literatura e o jornalismo cotidiano. DANIELA: Mas eu vivi uma um tempo de ouro do jornalismo nesse sentido, em que a gente acreditava que o que a gente fazia ia mudar as coisas e que realmente a gente conseguia efetivamente mudar. Então eu tenho matérias no jornal das quais eu me orgulho muito. E é claro que o livro ele te dá uma visibilidade maior, um tempo maior que você consiga se aprofundar naquele tema, a ponto daquele livro virar uma referência para uma determinada área do conhecimento. Mas eu também fazia isso no jornalismo. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. [VINHETA] MAYRA: Vamos do começo… DANIELA: Então, eu sou Daniela Arbex, jornalista, escritora e documentarista. Eu trabalhei 23 anos no jornal diário no interior de Minas Gerais, chamado Tribuna de Minas e atualmente eu trabalho com a literatura. MAYRA: Você provavelmente já ouviu falar na Daniela. Talvez já tenha lido alguma obra dela MAYRA: Se não leu, eu recomendo! MAYRA: A Daniela tem hoje seis livros publicados, o primeiro, Holocausto Brasileiro, foi e ainda é um grande sucesso de vendas no Brasil. Ele conta a história do Hospital Colônia de Barbacena, onde aconteceram mais de 60 mil mortes entre 1930 e 1980. A maioria dos livros tratam de episódios dolorosos da história brasileira, como o incêndio na Boate Kiss, em 2013 em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 600 feridas. Ou o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, em 2019, que levou 272 pessoas, além de deixar outras centenas desabrigadas e causar um impacto imensurável no Córrego do Feijão. Já sua obra mais recente conta sobre o incêndio que matou 10 meninos no alojamento do Flamengo, no Rio, também em 2019. E isso não é coincidência. DANIELA: Eu falo que a literatura me ajudou a descobrir um dos papéis mais importantes do jornalismo que é a construção da memória coletiva do Brasil. MAYRA: Essa memória coletiva é um eterno lembrete. Eventos assim precisam ser constantemente lembrados e relembrados para tentarmos evitar que eles se repitam. Mas, como você bem pode imaginar, escrever sobre temas assim não é nenhuma tarefa fácil, envolve muito tempo se debruçando sobre dados, falando com pessoas que foram vítimas ou perderam entes queridos nas tragédias. Sem falar no peso da responsabilidade de retratar essas histórias. DANIELA: Eu falo muito uma frase que virou um pouco de chavão, mas é muito real, que nem sempre a jornalista que escolhe as histórias que ele vai contar. Eu me sinto escolhida pelas histórias, porque são temas que me atravessaram e que se apresentaram para mim. Por isso que eu falo que um livro, ele tem que nascer para você. MAYRA: Pra escrever sobre temas tão densos, a gente precisa encontrar uma conexão com a história. Às vezes, a gente escolhe uma pauta, às vezes, ela se impõe de alguma maneira. De qualquer forma, pra Daniela, é função do jornalista mostrar a relevância daquele assunto. DANIELA: Eu sempre defendi as histórias que eu queria contar, sempre. Seja no jornal, seja na na literatura. Por exemplo, falar de população carcerária, nossa, era quase um assunto tabu no jornal Não, por quê? Porque o nosso leitor é um leitor de classe média que não queria nem saber o que estava acontecendo dentro das cadeias brasileiras, entendeu? Então, assim, ah não não rende, não vende, mas é necessário. MAYRA: A gente não tá querendo dizer aqui que isso é fácil. Ainda mais no dia a dia do jornal, que pode ter um ritmo de trabalho bem corrido. DANIELA: Porque você tem um ritmo industrial ali para cumprir. E o jornal tem que tá na banca no dia seguinte, não tem essa: “Ah, esse tema não mexe tanto comigo quanto, né?” MAYRA: Mas também é importante lembrar que a gente tem brechas. E aprender a usar essas brechas. DANIELA: Então eu fazia, mas eu entendi muito cedo que se eu apresentasse as pautas que eu gostaria de cobrir, eu teria mais chance de estar fazendo coberturas que me interessassem mais e que eu achasse mais relevante. E aí eu comecei então a apresentar temas e apresentar pautas e aí não dá não dá tempo para os meus editores me pautarem. Porque eu já chegava com a pauta, com a ideia pronta e assim, e não não podia ser só uma ideia. Tinha que ser uma ideia com uma produção já feita, que se sustentasse, porque tinha que dali tinha que sair uma manchete do jornal. Então eu fazia o dever de casa. MAYRA: Claro que as realidades de cada jornal é muito diferente, mas a Daniela disse que sempre teve muita sorte na profissão. DANIELA: Eu vou te dizer que eu tive a felicidade e eu sei que isso é muito raro de fazer muito mais coisas que eu gostaria do que de fazer alguma coisa que eu não gostasse ou que que não tivesse é dentro da minha zona de interesse, entendeu? MAYRA: Na conversa que a gente teve, deu pra perceber que ela tem muito orgulho dos anos que passou trabalhando na Tribuna de Minas, com o jornalismo diário. DANIELA: Eu trabalhava em pautas locais que eu acabava pela repercussão que essas matérias tinham, elas acabavam tendo repercussão nacional. A gente conseguiu fazer isso várias vezes, vezes em que nós tivemos matérias que levaram advogados para cadeia e que nós tivemos matéria em que a gente tirou pessoas inocentes da cadeia e que tiveram repercussão nacional. MAYRA: E boa parte disso tem a ver com o olhar que a Daniela sempre teve pras histórias que tava contando. Assim como ela disse lá no começo, pra ela, a realização no trabalho sempre teve muito a ver com esse olhar mais cuidadoso com as histórias e, principalmente, com as pessoas envolvidas. Eu perguntei pra ela se, mesmo no ritmo meio caótico do jornalismo, era possível ter esse cuidado e dedicação com as pautas que ela consegue ter hoje com os livros. DANIELA: Dá para ter outro olhar mesmo no jornalismo diário. Eu falo muito sobre isso assim, que foi um casamento perfeito. Eu fui muito feliz no jornalismo diário, amava fazer o que eu fazia e eu não tinha muito tempo para pensar ou lamentar a falta de condição, a falta de espaço. Eu criava o espaço. Então assim, não foram muitas vezes, mas nós tivemos, por exemplo, matérias, séries que começaram com uma matéria de cinco páginas de jornal, que foi meu primeiro prêmio MS. A série Dossiê Santa Casa, a primeira matéria, nunca vamos esquecer, fevereiro de 2000, a gente ocupou cinco páginas do jornal, 10 horas da manhã, já não tinha mais nenhum jornal na banca, nenhum jornal na banca. É, eles já tinham se esgotado e foi assim um fenômeno. Então assim, claro, eu tive Quanto tempo eu tive para fazer? Eu tive três meses para fazer essa série, essa matéria, que começou com uma matéria e depois virou uma série de 50 matérias, né? É, mas dá para fazer. Dá para você virar também uma referência com esse tipo de trabalho. A gente conseguiu coisas incríveis com essa série. A gente conseguiu fazer um hospital, uma filantrópica que era muito importante para o sistema único de saúde não fechar, porque ela tava em vias de fechamento. MAYRA: E, apesar de hoje ela estar dedicada à literatura, inclusive com livro novo vindo aí, a Daniela disse que o tempo que passou trabalhando com o jornalismo diário foi fundamental pra aprender a contar essas histórias com outros olhares. DANIELA: Então o que você tem que que pensar é como eu vou contar essa história e através de quem eu vou contar essa história. [sobe trilha] DANIELA: Eu acho que o que eu procuro, ao contar essas histórias, é sempre buscar e preservar a humanidade dos sujeitos, sempre. MAYRA: Antes da nossa entrevista, eu assisti uma palestra que a Daniela apresentou pros alunos aqui do Labjor. E o que mais me chamou atenção das falas dela foi justamente a atenção que ela procura dar pras vítimas da história que ela tá contando. Os livros dela tem um pouco esse diferencial, um protagonismo pras pessoas que a gente não vê em qualquer lugar. Lembra que ela disse que as histórias meio que surgem pra ela? Esse surgir não é uma coisa meio mágica, de que de repente vem uma ideia genial. Tem a ver justamente de um olhar atento pras histórias que tão ali meio despercebidas. Ela deu o exemplo do livro Cova 312 e como a pauta apareceu pra ela através de uma matéria falando sobre a abertura de requerimentos de vítimas da ditadura diante do Governo de Minas. DANIELA: Por conta dessa matéria de jornal me interessei em contar as histórias de pessoas que foram torturadas no período e ao mergulhar nessas histórias, eu acabei entrando no coração de Linhares, que é a maior penitenciária, é uma das maiores penitenciárias políticas de Minas e descobrir que esse militante morreu lá dentro, foi o militante que integrou a primeira guerrilha contra a ditadura, que foi a guerrilha do Caparaó, mas o corpo dele tinha desaparecido. MAYRA: Ou a história do Arrastados, em que ela recebeu nas redes sociais um pedido de ajuda, da família de uma menina que estava desparecida depois do rompimento da barragem DANIELA: E eu fiquei muito mexida quando eu vi a foto da Isabela, que era de uma menina muito jovem vestida de noiva. E eu falei: “Nossa, se um dia eu contar essa história, a primeira família que eu vou procurar vai ser a família da Isabela” MAYRA: Esse é o diferencial do modo de contar da Daniela. Ela não começa pelo acontecimento, pelo aspecto mais amplo. Mas pelas pessoas. DANIELA: Então, todo mundo tem uma história para contar, de que maneira aquela pessoa que foi, que passou por uma tragédia, ela foi afetada por aquilo, mas quem é essa pessoa? Ela nasce no momento da tragédia, o nosso grande crime, entre aspas, tá, gente? Só pra gente entender. O nosso grande pecado enquanto jornalistas é reduzir aquela pessoa ao momento da tragédia. E ela é muito mais do que aquele momento. Ela já existia antes, ela tinha uma história, ela tinha sonhos. Então, quando você consegue enxergar esse sujeito e todas as complexidades da vida dele, eu acho que você consegue prestar um serviço de relevância e dar protagonismo para essas pessoas. Para mim eu quero gastar e usar meu tempo dando protagonismo para a vítima, que é tão silenciada, que já vive um apagamento social, que vive uma saga infinita para conseguir uma coisa que a gente ainda não conseguiu no Brasil, que é responsabilizar os autores de crimes. MAYRA: Nesse ponto a gente consegue entender bem a ideia de memória coletiva que a Daniela citou lá no começo. Ao aprofundar nas pautas por uma perspectiva mais humanizadora, a gente consegue criar vínculos mais fortes com essas histórias e isso ajuda a mantê-las vivas. Essa forma de retratar as pessoas também é muito importante quando a gente fala de grupos vulnerabilizados. DANIELA: Ninguém quer falar de adolescente em conflito com a lei, né? Ainda mais uma sociedade que é super menorista, né? Que vem, que tem um ranço do código de menores e tal. E eu me lembro que a gente fez uma matéria, porque eles estavam acautelados irregularmente na cadeia pública junto com adultos. Isso era um crime. Olha, você não queira saber a repercussão dessa matéria, que era uma matéria que ninguém queria fazer, ninguém queria falar, todo mundo passava pano para aquilo, fazia vista grossa e o próprio jornal não se interessou muito, mas quando a gente foi contar a história desses adolescentes e mostrar que antes deles serem autores, eles foram vítimas, a gente conseguiu pela primeira vez fazer com que a população olhasse para esses adolescentes sem ódio, sem desejar que eles morressem. E foi um trabalho incrível. A gente conseguiu criar um centro de acautelamento para adolescentes, né? Que era um espaço próprio para que eles pudessem cumprir é a medida de privação de liberdade. Então, eu acho que o jornalismo é isso. Eu acho que ele tem esse poder, sabe? Tanto na literatura, quanto no jornal, no podcast. Ele Ele tem o poder da palavra. A palavra, ela é muito potente. MAYRA: Só que pra fazer isso, é preciso um trabalho muuito meticuloso e cuidadoso de investigação. Ela falou sobre isso comentando do novo livro que vem por aí. DANIELA: Porque quando você reconstitui uma história de alguém, já tô eu dando spoiler aqui, você precisa, é, ter um nível de pesquisa que é o mesmo nível de pesquisa de uma uma grande denúncia, entendeu? Então, não existe algo que não vai ficar, é, é, que você não consiga colocar de pé ou que não tenha, é, profundidade suficiente para se tornar um grande livro. Isso é bobagem. É a sua pesquisa, a sua investigação, é o teu texto. É isso que vai transformar uma história que pode ser simples numa grande história. [sobe trilha] MAYRA: A gente quis saber como é esse processo de pesquisa e apuração pra Daniela. DANIELA: Eu começo, é, procurando e priorizando quem me responde, quem tá interessado em falar. MAYRA: Parece meio óbvio, né, mas a gente precisa lembrar que estamos falando de temas bem sensíveis e que muitas pessoas estão ainda sofrendo com tragédias que mudaram completamente suas vidas. Nem todo mundo se sente à vontade pra conversar sobre. DANIELA: Você tem inúmeras famílias envolvidas naquilo e aí você começa a procurar pessoas e você vai investir naquelas que te deram retorno, que querem falar e depois você vai investir o seu tempo naquelas que não querem falar, mas cujo testemunho é fundamental e você vai tentar falar com essas pessoas. É quase um novelo que você vai puxando o fio no começo tá totalmente enrolado, ele você não acha a ponta. Depois você acha a ponta e você começa delicadamente a desenrolar esse novelo porque é complexo. E aí você vai vendo o seguinte, o que que eu já tenho de informação e o que que eu não tenho que eu preciso ter, porque eu não posso ter furo nessa minha pesquisa. No caso do Flamengo, do Ninho do Urubu, eu falei com todas as famílias, as 10. Consegui falar com as 10, porque não fazia sentido com o número de vítimas muito menor do que Brumadinho, eu falar com nove famílias com cinco. Não era justo, não era ético. As 10 tinham que falar. E tinha uma especificamente que até o final me deu um trabalho uma canseira, não queria falar e com muita resistência e até que eu cheguei no limite do tempo e falei: “Olha, tipo 8 meses depois, procurando por eles”, falei: “Olha, eu preciso fechar minhas entrevistas e vai ser muito ruim contar a história de nove meninos, porque são 10, mas se vocês não falarem, eu vou contar de nove, infelizmente. MAYRA: E aí, não podemos negar, né, tá uma grande diferença no ritmo de trabalho. Lembra que a Daniela falou de uma grande reportagem pro jornal, que ela teve três meses pra escrever? Isso é um tempo gigante pro jornalismo diário. Já pros livros, ela consegue ter mais tempo pra fazer esse tipo de investigação. DANIELA: Então assim, eu fiz primeiro as famílias, depois eu fui fazer todo o trabalho de de ouvir o Ministério Público, depois eu fui fazer o trabalho de ouvir a Polícia Civil que tinha feito uma investigação inicial, para tentar entender qual era a linha de raciocínio que a Polícia Civil fez, depois a gente foi falar com o judiciário, depois a gente começou uma pesquisa que envolvia a prefeitura de Olha quantas camadas. Então, assim, na verdade, é tanta gente envolvida que você tem que tentar abraçar tudo. Às vezes, você não vai conseguir falar com todo mundo. Então, eu tentei, por exemplo, fazer entrevistas presenciais com a prefeitura eh do Rio, que tinha concedido eh eh tinha dado inúmeras oportunidades para o Flamengo, multou, multou, multou e não tomou uma medida mais eficiente. Chegou a interditar no papel o centro de treinamento, mas não na prática, o centro de treinamento continuou funcionando. Eu tinha que entender porque que eles foram tão omissos, né? A gente não conseguiu. A prefeitura não falou. E eu vou deixar de dizer que a prefeitura foi omissa, eu tinha documentos que mostravam isso. MAYRA: Mesmo com mais tempo, nunca dá pra cobrir tudo nos mínimos detalhes. Seja porque algumas partes envolvidas não querem participar, como a prefeitura do Rio, seja porque ainda há um limite de tempo ou de recursos. DANIELA: por exemplo, em Brumadinho, eu não tive braço para entrevistar a população ribeirinha que foi afetada pela contaminação do Rio Paraopeba, que era uma uma frente importante, mas você também precisa fazer algumas escolhas, porque senão você vai falar de tudo e não vai falar de nada. Você tem que falar de alguma coisa com profundidade. Então qual foi a minha escolha narrativa no caso de Brumadinho? Eu quero falar com qualidade, é, e com competência do resgate que foi feito, do trabalho do IML e aí eu me concentrei naquilo. MAYRA: Pode ter um limite de habilidade também, o jornalismo tem uma série de especializações e mesmo o trabalho de escrita de um livro às vezes precisa ser colaborativo. DANIELA: No, no Arrastados, por exemplo, eu tive que fazer um, um recorte econômico que era sobre as ações da Vale, quantas ações da Vale aumentaram naquele, no ano em que morreram 270, 272 pessoas e eu não tenho qualificação para isso, eu não entendo nada de ação e tal. A gente contratou alguém que sabia fazer isso e que fez com maestria, que é o Marcelo Soares. E tá tudo certo. Então, assim, a gente não tem que dar conta de tudo. A gente tem que ter um recorte possível para contar uma história. MAYRA: Essa fala da Daniela dá uma dimensão da quantidade de dados e informações que ela precisa lidar em cada livro. Ela contou que tem pilhas e pilhas de arquivos com as transcrições das entrevistas e toda a apuração de cada caso. E que ainda guarda tudo isso em casa. DANIELA: Eu acho que uma coisa que eu levei do jornalismo para literatura, que foi fundamental, foi a questão então da disciplina, no processo de escrita, de você ter que se organizar diante de múltiplas informações, assim, de que por onde eu vou começar. Então eu fazia já isso no jornalismo diário, claro, precariamente, porque eu não tinha muito tempo, mas de que que que eu vou abordar nessa matéria, na matéria principal, na minha retranca, é, o desdobramento, daí eu vou fazer o que nesse desdobramento? Então eu passei a fazer isso na literatura, um esqueleto, a partir de toda quando a minha apuração tá pronta, para eu, a partir desse esqueleto, pensar o que que eu quero contar nessa história, como é que eu vou abrir a minha história, nesse o primeiro capítulo eu vou trazer o quê, o segundo, o terceiro. Esse esqueleto é fundamental para você conseguir fazer um livro, porque fazer um livro não é sentar diante do computador e começar a escrever achando que você vai igual eh eh escritor americano em frente à praia, olhando pro mar e que aquilo vai brotar, não brota não. MAYRA: Foi graças a essa organização que ela conseguiu visualizar como ia contar a história de Arrastados, por exemplo. DANIELA: Depois que a minha apuração ficou pronta, eu percebi que eu tinha as 96 horas pós-rompimento quase que em tempo real. Então eu falei: “Eu vou contar a história por aqui”. MAYRA: Há uma certa discussão no mundo do jornalismo se o jornalismo literário é ou não jornalismo. Mas, ouvindo a Daniela, pra mim dá pra perceber que as práticas, os modos de fazer, são basicamente os mesmos. A gente pode mudar a forma de apresentar, tentar reconstruir a história de uma forma que a entrega dela pro público ganhe novos aspectos, mas ainda é um serviço de informar, e de informar bem. DANIELA: O que eu acho que eu não posso perder enquanto jornalista é o meu foco é no compromisso de entregar um conteúdo de qualidade. [sobe trilha] DANIELA: Expectativa zero quando eu lancei. Eu não conhecia o mercado editorial. Aliás, foi assim, é até uma ingenuidade da minha parte, sabe? Quando a gente lançou o Holocausto, porque eu não sabia nada do mercado e não tinha expectativa nenhuma. Eu simplesmente queria que esse livro fosse publicado, porque eu entendia que era um tema muito muito grandioso para ficar restrito a uma série de jornal. MAYRA: Eu quis saber, durante a entrevista, o que mudou na forma de escrever da Daniela quando ela passou do jornalismo diário para os livros. DANIELA: No jornal você precisa no lide, né, que para quem não sabe, a abertura da matéria, responder todas as perguntas numa única frase, né? Como, quando, onde, porquê e tal. É, e aí você tem que entregar tudo ali para que, que aquela pessoa se interesse em continuar lendo. No livro não, você não tem a obrigação de responder nada, muito pelo contrário, você pode começar colocando 1.000 dúvidas no leitor, ele te dá essa oportunidade, você tem tempo para trabalhar esse texto. É diferente, totalmente diferente um texto literário de um texto jornalístico. MAYRA: A Daniela contou que, conforme ela foi se aprofundando na escrita literária, ela começou a se preocupar mais com estratégias que fariam o leitor chegar até o final do livro. DANIELA: Então, você tem que apresentar alguma coisa que vá surpreender o leitor. O Cova 312, é minha preocupação, será que o leitor vai gostar? Era que ele virasse a página e aí isso é muito assustador, muito mesmo, porque você fica querendo repetir aqueles números que foram extraordinários. MAYRA: Especialmente porque o primeiro livro, o Holocausto Brasileiro, foi um grande sucesso de vendas e é até hoje uma das obras mais populares dela. DANIELA: E isso gerou muitas questões. Assim, uma cobrança imensa, tanto minha quanto do público, quanto da própria editora que me publicou pela primeira vez, de que o outro livro repetisse sucesso do Holocausto. Isso não aconteceu. E aí foi uma outra lição, do tipo, nem todo livro vai fazer o mesmo sucesso do Holocausto e tá tudo bem, porque o Holocausto é um ponto fora da curva. O Cova não foi esse sucesso imenso de vendas que foi o o Holocausto, mas ele ganhou o prêmio Jabuti. Ele é uma referência, ele mudou um capítulo da ditadura brasileira. Então, assim, do que que a gente tá falando? A gente tá falando de números de dinheiro, a gente tá falando de uma repercussão social, humana, de uma pesquisa, de uma documentação que virou pesquisa histórica, entendeu? MAYRA: Mais uma vez, a gente pode tocar aqui no ponto da memória. Ainda que um livro não bata um recorde de vendas, ele ainda tem uma função muito importante de abrigar uma informação do tempo. De manter ela ali, disponível e bem detalhada, pra quem precisar dela. DANIELA: Eu fiz um evento numa livraria aqui em Campinas e na plateia tava uma uma resgatista do Samu, uma médica. E ela disse assim: “todo mundo que é resgatista tinha que ler o Arrastados”. Então assim, é isso, é você fazer uma pesquisa que ela vire uma referência para uma área. MAYRA: A gente também precisa entender que cada livro é um livro, e tem muitos fatores que influenciam no sucesso. O momento político e econômico, a cultura da leitura, o tema do livro… DANIELA: Se ele vai acontecer, se ele vai explodir, se ele vai vender muito, se ele não vai, isso não não diz mais respeito a mim. Entendeu? Vai além do trabalho do autor, sabe? MAYRA: E mudar um pouco essa perspectiva também ajuda a ter um outro olhar pro texto, a entender que dá pra testar coisas diferentes com a escrita e aprimorar mesmo essa técnica. DANIELA: O que a literatura me deu foi, é, tempo para amadurecer esse texto, para criar eu não gosto dessa palavra técnica não, mas para encontrar meios e formas de fazer com que aquela história é que o leitor siga virando a página, porque se você entregar tudo no primeiro capítulo, essa pessoa não vai continuar lendo aquele livro, por melhor que seja o livro, então você tem que costurar as histórias. E isso é bem complexo e a literatura me deu tempo para aprender a fazer isso, né? DANIELA: Isso também é muito gostoso, porque escrever é sofrimento, né? Não tem jeito. É muito sofrimento, mas também ao mesmo tempo que é sofrimento é muito prazeroso. Quando você consegue fazer uma narrativa que faça com que a pessoa consiga visualizar o que ela tá lendo, imaginar o que ela tá lendo, cheirar o que ela tá lendo, é isso é realmente é muito poderoso. Então eu acho que a literatura me deu essa chance de aprender a fazer, e tô aprendendo até hoje, né? [sobe trilha] MAYRA: Esse episódio foi produzido por mim, Mayra Trinca, com ajuda do meu amigo Rafael Revadam, que também já fez parte da equipe aqui do Oxigênio. O roteiro e a edição, são meus. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. A trilha sonora é do BlueDotSessions, e os créditos estão no roteiro do episódio. O Oxigênio é apoiado pela Secretária Executiva de Comunicação da Unicamp e coordenado pela Simone Pallone. MAYRA: Obrigada por ouvir e até o próximo episódio! [VINHETA FIM] Músicas: Lo Margin The Gran Dias
A maioria das pessoas acredita que karma é punição.Que é algo que você precisa pagar…sofrer…e aceitar.Mas isso não é verdade.Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim desconstrói uma das maiores distorções da espiritualidade: a ideia de que você precisa sofrer para “quitar” karmas.Karma não é castigo.É padrão.E enquanto você não entender isso, sua vida não muda.Você vai descobrir:• Por que karma não é punição• O erro de tentar “compensar” o passado• Por que mudar comportamento não muda seu karma• O papel do sentimento na criação da realidade• Como realmente transformar seu karma negativo• O que é, de fato, karma positivoA verdade é simples… e desconfortável:Você não está sendo perseguido pelo seu karma.Você está gerando ele.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Fernanda Schmölz e Joel Suke batem um papo sobre a segunda temporada de "One Piece" da Netflix. Nesse episódio, mergulhamos de cabeça nessa nova fase da aventura de Luffy e sua tripulação! O que mudou? O que melhorou? A adaptação continua honrando o legado do anime e do mangá? Chegamos na esperadíssima Grand Line!!!! Ela é tudo isso mesmo? Laboon emocinou? Chooper é a melhor adição para os Chapéus de Palha? O que esperar da terceira temporada?|| PODCASTS RELACIONADOS- RapaduraCast 682 – One Piece (Sagas East Blue-Alabasta 1-130)- RapaduraCast 786 – A primeira temporada de One Piece live-action é um verdadeiro tesouro!- RapaduraCast 839 – One Piece (Sagas Skypiea-Water 7/Enies Lobby-Thriller Bark 144-381)|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Preço dos combustíveis sai do controle00:33 Diesel dispara e rompe os R$701:11 Como uma guerra afeta o Brasil01:31 Tensão no Oriente Médio e petróleo disparando01:41 Estreito de Ormuz e o petróleo global02:00 Petróleo a US$115 e impacto no Brasil02:16 O choque na bomba de combustível02:37 Tentativa do governo de segurar preços02:51 Por que as medidas falharam02:58 O Diesel B e o biodiesel mais caro03:15 ICMS e aumento da Petrobras03:50 Risco de desabastecimento de diesel04:10 Ameaça de greve dos caminhoneiros04:38 Diesel caro e alimentos mais caros04:54 Fertilizantes e impacto no agronegócio05:27 Dólar forte e pressão inflacionária05:59 Banco Central e a Selic em alerta06:42 Por que a bolsa está tão volátil07:11 A dúvida do mercado sobre a Selic07:26 Impacto nos investimentos09:50 Estratégia para atravessar o cenário10:58 RC Wealth11:34 RC Club
Neste episódio do Agro Resenha Podcast, conversamos com Jonas Gibbon Costa que começou programando sistemas quando a tecnologia ainda era rara no Brasil e acabou encontrando no agronegócio um dos maiores desafios de gestão do país. Ao longo do bate-papo, discutimos como a experiência no campo mudou sua visão sobre negócios, o papel dos dados na tomada de decisão do produtor rural e por que muitos ainda têm dificuldade em separar produção de gestão. Um episódio sobre tecnologia, sucessão familiar e profissionalização do agro em um cenário cada vez mais orientado por informação. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Jonas Gibbon CostaEdição: PH de OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Agro Resenha Podcast, conversamos com Jonas Gibbon Costa que começou programando sistemas quando a tecnologia ainda era rara no Brasil e acabou encontrando no agronegócio um dos maiores desafios de gestão do país. Ao longo do bate-papo, discutimos como a experiência no campo mudou sua visão sobre negócios, o papel dos dados na tomada de decisão do produtor rural e por que muitos ainda têm dificuldade em separar produção de gestão. Um episódio sobre tecnologia, sucessão familiar e profissionalização do agro em um cenário cada vez mais orientado por informação. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Jonas Gibbon CostaEdição: PH de OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem três problemas e uma sapiência no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no sábado, durante a reunião de aniversário do PT, na Bahia. A sapiência é que ele entendeu que a militância estava de salto alto. Já os problemas...See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um momento recente de discussão em Davos talvez tenha gerado menos reflexão do que deveria: o presidente do Banco Central da França e o CEO da Coinbase, falando sobre Bitcoin, deixaram claro que a compreensão de ambos é muito diferente.Quem está certo e quem está errado pouco importa. O problema é quem não entendeu ainda o que significa a revolução das criptomoedas.X, Felipe Demartini: O embate entre o central banker francês e o CEO da Coinbase - https://x.com/namcios/status/2013954831279370481 InfoMoney: 21 milhões como limite: Bitcoin pode não ser uma bolha - https://www.infomoney.com.br/colunistas/terraco-economico/21-milhoes-como-limite-bitcoin-pode-nao-ser-uma-bolha/
Quando o manager também é piloto e divide o carro com a piloto da qual gerencia a carreira. Entendeu? O Redação AutoMotor recebe Renata Camargo e Walter Savaglia para te explicar como funciona a relação piloto X manager e como é possível separar estes dois papéis. Saiba como e por que Renata trocou o cargo de gerente de banco pelas pistas e conheça a brilhante carreira que ela construiu, correndo até nas pistas de Dubai. Walter conta como é possível administrar a carreira de tantas pilotos , ser piloto e ainda atuar no mundo corporativo de alto nível---------------------------------------------------------------------------------------------O AutoMotor por Reginaldo Leme é a sua plataforma de conteúdo especializado. Com mais de 50 anos de cobertura na Fórmula 1, Reginaldo Leme é uma das referências internacionais no assunto, e o mais experiente jornalista brasileiro do esporte a motor. Eleito duas vezes como melhor comentarista esportivo do Brasil (2008 e 2016), atualmente ele integra a equipe da Band na cobertura da F-1 e da Stock Car. Inscreva-se já, ative as notificações e compartilhe com seus amigos.---------------------------------------------------------------------------------------------Quer anunciar nos projetos do AutoMotor por Reginaldo Leme?Fale com a gente: oficina259@oficina259.com.brParcerias comerciais, eventos e palestras: danielaleme@oficina259.com.brFaça suas sugestões, dicas, críticas ou correções nos comentários abaixo.---------------------------------------------------------------------------------------------
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capítulo 15, versículos 11 ao 32, nos traz uma reflexão sobre a parábola do filho pródigo.Quando olhamos para 2025, muitos de nós enxergamos uma palavra que parece resumir tudo: correria. Foi um ano intenso, cheio de compromissos, desafios, pressões, metas, cobranças e muitas vezes… distâncias.Distância de nós mesmos.Distância de quem amamos.Distância de Deus.E é justamente por isso que a parábola do filho pródigo fala tão profundamente com a gente neste momento de retrospectiva.1. A Correria que nos Afasta (v. 12–16)O filho mais novo tinha pressa. Pressa de viver, pressa de conquistar, pressa de ser dono da própria história.Mas a correria o levou para longe da casa do pai — e, finalmente, para longe de si mesmo.Assim como ele, talvez em 2025 você também correu muito…Correu atrás de resultados.Correu atrás de aceitação.Correu para tentar provar algo.Correu tanto que se perdeu no caminho.Há um tipo de correria que não nos leva para frente, mas para longe.2. O Cansaço que Desperta (v. 17)A Bíblia diz que o filho “caindo em si” decidiu voltar.Esse momento é precioso: o instante em que a correria desacelera e finalmente ouvimos o que a alma tenta sussurrar há meses.Talvez 2025 tenha sido o ano em que você também caiu em si:Percebeu que estava esgotado.Notou que estava tentando alimentar a alma com aquilo que não sustenta.Entendeu que não dá para viver longe da presença do Pai.O cansaço, às vezes, é a forma de Deus dizer: “Volta. Aqui é o teu lugar.”3. O Amor que Corre na Direção Oposta (v. 20)A correria de 2025 te afastou?A correria de Deus te traz de volta.O texto diz que o pai correu ao encontro do filho.Enquanto o filho vinha exausto, Deus vinha correndo com graça.Enquanto o filho vinha arrependido, Deus vinha com restauração.Enquanto o filho vinha com medo do futuro, Deus vinha com um abraço que cura o passado.O Pai não espera a tua perfeição. Ele te recebe do jeito que você está.4. A Festa da Restauração (v. 22–24)A retrospectiva do céu sobre você não é marcada pela sua queda, mas pela sua volta.Não é sobre onde você errou, mas sobre quem você voltou a ser.Quando o filho regressa, o pai não pergunta detalhes da falha, não humilha, não cobra. Ele celebra.2025 foi correria?Foi difícil?Foi confuso?Deus quer encerrar este ano não com juízo, mas com festa.Não com acusação, mas com acolhimento.Não com vergonha, mas com vestes novas.5. Final de Ano é Chamado à Consciência (v. 31–32)A fala final do pai ao filho mais velho nos lembra: “Tudo o que é meu é teu.”Ou seja:Pare de correr atrás do que já é seu.Pare de disputar aquilo que Deus já te deu.Pare de se comparar, se exaurir, se medir pelo ritmo dos outros.A correria nos tira da identidade.A presença do Pai nos devolve o propósito.Conclusão: Retrospectiva 2025: Correria não é apenas sobre o que você viveu, mas sobre o que Deus quer transformar.O ano pode ter sido turbulento, mas você não termina 2025 longe da casa do Pai.Você termina abraçado, restaurado, perdoado e plenamente amado.Que ao fechar este ciclo você possa dizer:“Eu corri muito… mas Deus correu atrás de mim ainda mais.”E que 2026 seja o ano não da correria, mas da presença.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Luiz Gasparetto convida você a refletir sobre quem realmente está no comando da sua vida. De forma clara, direta e com a intensidade que o caracteriza, ele mostra como criamos uma personalidade baseada em cópias — de pais, professores, religiões e da sociedade — e como isso nos afasta do nosso verdadeiro eu.Gasparetto revela que a verdadeira espiritualidade não está no sofrimento, mas na abundância, na saúde, na alegria e no prazer de viver. Ele ensina que é possível — e necessário — desincorporar tudo aquilo que não somos e recuperar o poder pessoal, assumindo a gerência da nossa existência. Espiritualidade, para ele, é prática, é escolha, é ação consciente. Um chamado para parar de culpar o "karma", a "vida" ou o "destino" e começar a fazer diferente, de dentro para fora.Um episódio transformador para quem está pronto para sair do papel de vítima e se reconectar com a própria essência.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Mais contencioso vindo por aí.
Viralizou nas redes sociais o vídeo de um desfile na COP30 de atores fantasiados de animais rastejando, com a presença do Curupira. Segundo os organizadores, o objetivo da performance foi enaltecer a fauna nacional.Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Fala Carlão conversa com Diego Nicoletti, COO da Solví, direto da COP30 em Belém (PA). Diego falou sobre os desafios globais relacionados à gestão de resíduos e como a Solví atua para reduzir os impactos ambientais de forma prática e inovadora. Ele destacou o termo de compromisso de descarbonização assinado pela empresa, explicando como essa agenda já está em andamento em diferentes operações pelo país. Com foco em sustentabilidade e circularidade, Diego mostrou como a Solví transforma resíduos em valor, promovendo soluções que conectam responsabilidade ambiental, tecnologia e desenvolvimento. Fala aí, Diego!Apoio Institucional:AbisoloANDAVFAESP/SENARPatrocínio:Publique AgroAgênciaAgroRevenda
A tese da esquerda, para a eleição de 2026, é simples. Defesa da soberania nacional e discurso contra as elites. A aposta da direita também é simples. Este é o debate que assistiremos no ano que vem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CURA NÃO ESTÁ EM VOCÊVivemos em uma geração obcecada por bem-estar, mas perigosamente distante da verdade. Buscamos incessantemente terapia, autocuidado e paz interior, ignorando a centralidade da cruz.Como psicólogo por formação, eu reconheço e acredito na importância da psicologia e da saúde mental, mas é crucial entender que a terapia não liberta por si só; a verdade de Deus é que liberta. Se o cuidado que você busca não o conduz à rendição a Cristo, ele facilmente se transforma em idolatria. Jesus nunca instruiu: "se ame mais"; Ele ordenou: "negue-se a si mesmo".O Evangelho, em sua essência, não visa nos fazer sentir bem, mas sim nos levar a morrer para nós mesmos e nascer de novo.Assista até o fim e dedique um tempo para refletir: o seu foco no bem-estar tem sido, de fato, a sua cura, ou ele tem se tornado, sutilmente, a sua prisão?Não deixe de garantir o meu livro, O Gatilho:https://editora4ventos.com.br/products/o-gatilho-teofilo-hayashi-lancamento
O governo federal aguarda a autorização da Justiça para transferir lideranças do Comando Vermelho para presídios de segurança máxima. O pedido foi feito pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), após a megaoperação que deixou 64 pessoas mortas. O analista de Política da CNN Caio Junqueira, Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Bope, e Raul Jungmann, ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública, debatem o assunto.
No açougue do avô, a balança era ferramenta de trabalho. No sítio da família, as férias eram divididas entre o feijão da roça e o gado no pasto. Foi nesses dois ambientes que a nossa convidada de hoje construiu a própria base — prática, direta e com o peso das coisas bem medido. Com orientação do pai, aprendeu a desossar traseiro bovino, trocar pneu, pilotar moto - e a fazer tudo o que fosse preciso. Sempre com responsabilidade, autonomia e vontade. Entendeu desde cedo que não existe tarefa de homem ou de mulher: existe competência! Na hora definir a profissão, a escolha pela zootecnia foi natural. O campo já fazia parte da vida dela. Anos depois, foi justamente essa vivência que abriu as portas para atuar em um dos setores mais estratégicos do agro: a gestão da pesagem. Head de Agronegócios da Toledo do Brasil, Karina Dametto está há mais de duas décadas na empresa, onde foi a primeira zootecnista da área técnica e participou ativamente do desenvolvimento de soluções que modernizaram a rotina das fazendas. De instrumento de pesagem, a balança evoluiu para uma ferramenta de rastreabilidade, gestão e tomada de decisão. Mais do que registrar números, ela ensina a interpretar o peso. Porque cada arroba carrega um dado. E cada dado bem medido evita prejuízo, melhora o manejo e fortalece o caixa da fazenda. Com firmeza, sensibilidade e experiência de campo, a Karina lidera projetos, forma times e reforça uma visão clara: balança boa não é só a que pesa — é a que entrega valor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump esteve em Israel, falou no Parlamento durante mais de uma hora e seguiu para o Egipto para uma reunião com 20 líderes mundiais. Esta reunião e a libertação dos 20 reféns vivos que restavam nas mãos do Hamas são um primeiro passo para uma paz que se pretende duradoura. Os israelitas estão reconhecido ao presidente dos Estados Unidos e à sua equipa que conseguiu desenhar um acordo tantas vezes falhado. Henrique Cymerman, correspondente da SIC em Telavive, lembra que em Israel se diz com ironia que “se passou da era dos diplomatas para a era dos promotores imobiliários que conseguem fechar todos os acordos”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tenha acesso a +15 modelos de IA, cursos, ferramentas exclusivas e 30 dias grátis pra testar: https://go.adapta.org/campaign/adapta-mm-youtubeO Brasil vai quebrar até 2028 e a elite será substituída pelo crime organizado?No episódio 262 do Market Makers, Thiago Salomão e Josué Guedes recebem Kim Kataguiri e Renan Santos, as principais lideranças do MBL, para uma conversa sem filtros sobre o futuro do Brasil. Renan Santos, agora pré-candidato à presidência pelo novo partido Missão, declara que o país vive um colapso anunciado das contas públicas, previsto para 2027 ou 2028, e que o próximo presidente, seja quem for, será obrigado a tomar medidas extremamente impopulares, como a desvinculação do orçamento e cortes em áreas sociais. Kim Kataguiri, deputado federal, reforça a tese e afirma que Lula não será candidato em 2026, tanto por questões de saúde quanto para não arriscar terminar sua biografia com uma derrota.Os dois analisam o cenário político e criticam duramente a direita bolsonarista e o Centrão, afirmando que figuras como Tarcísio de Freitas, apesar de bem-intencionadas, governariam reféns de figuras como Ciro Nogueira. A principal proposta do MBL para o país é clara: uma guerra total contra o crime organizado, tratando facções como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas e aplicando o "direito penal do inimigo", inspirado no modelo de El Salvador. Eles argumentam que, sem uma atitude drástica, a elite política, econômica e do judiciário brasileiro corre o risco real de ser substituída pelo poder do narcoestado, que já se infiltra em todas as esferas de poder.A conversa também aborda a criação do partido Missão, a estratégia para furar a polarização, os erros e acertos do mercado financeiro ao analisar a política, e por que o sistema de incentivos em Brasília, baseado na compra de votos com emendas, impede o avanço do país.Na sua opinião, o Brasil precisa de uma guerra declarada contra o crime organizado, mesmo que isso signifique endurecer drasticamente as leis? Deixe sua opinião nos comentários!
Chegou o momento do já tradicional episódio duplo sobre o IgNobel, que tem como missão "honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir e depois pensar", com as descobertas científicas mais estranhas do ano.Esta é a primeira de duas partes sobre a edição 2025 do prêmio, com as categorias Literatura, Psicologia, Nutrição, Biologia e Química.Confira no papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.> OUÇA (52min 22s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo,sabe qual a minha peça coringa no guarda-roupas?É a Camiseta Oversized T-Shirt da INSIDER.Trampo? Ela cai bem.Lazer? Ela cai muito bem.É macia.É elástica.É anti-odor.Não desbota com o tempo.Não precisa passar.Regula a temperatura corporal.Entendeu por que ela é minha peça coringa?E, em Setembro, o Mês do Cliente, você tem a melhor oportunidade para começar a comprar INSIDER: combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site, o seu desconto total pode chegar a até 50%!Isso mesmo: sua compra pode sair até pela metade do preço.Mas tem que acessar pela URL especial:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clicar no link da descrição deste episódio:o cupom será aplicado automaticamente no carrinho.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe 35th First Annual Ig Nobel Ceremony (2025)https://www.youtube.com/watch?v=z1cP4xKd_L4PRÊMIO DE LITERATURA [EUA]O falecido Dr. William B. Bean, por registrar e analisar persistentemente, durante 35 anos, a taxa de crescimento de uma de suas unhas. “A Note on Fingernail Growth,” William B. Bean, Journal of Investigative Dermatology, vol. 20, no. 1, January 1953, pp. 27-31. “A Discourse on Nail Growth and Unusual Fingernails,” William B. Bean, Transactions of the American Clinical and Climatological Association, vol. 74, 1962; pp. 152-67. “Nail Growth. Twenty-Five Years' Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 122, no. 4, October 1968, pp. 359-61. “Nail Growth: 30 Years of Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 134, no. 3, September 1974, pp. 497-502. “Some Notes of an Aging Nail Watcher,” William B. Bean, International Journal of Dermatology, vol. 15, no. 3, April 1976, pp. 225-30. “Nail Growth. Thirty-Five Years of Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 140, no. 1, January 1980, pp. 73-6. Vreeman, R. C; Carroll, A. E (2007). "Medical myths". BMJ. 335 (7633): 1288–9. doi:10.1136/bmj.39420.420370.25PRÊMIO DE PSICOLOGIA [POLÔNIA, AUSTRÁLIA, CANADÁ]Marcin Zajenkowski e Gilles Gignac, por investigarem o que acontece quando você diz a pessoas narcisistas — ou a qualquer outra pessoa — que elas são inteligentes. “Telling People They Are Intelligent Correlates with the Feeling of Narcissistic Uniqueness: The Influence of IQ Feedback on Temporary State Narcissism,” Marcin Zajenkowski and Gilles E. Gignac, Intelligence, vol. 89, November–December 2021, 101595. PRÊMIO DE NUTRIÇÃO [NIGÉRIA, TOGO, ITÁLIA, FRANÇA]Daniele Dendi, Gabriel H. Segniagbeto, Roger Meek e Luca Luiselli, por estudarem em que medida um certo tipo de lagarto escolhe comer certos tipos de pizza. “Opportunistic Foraging Strategy of Rainbow Lizards at a Seaside Resort in Togo,” Daniele Dendi, Gabriel H. Segniagbeto, Roger Meek, and Luca Luiselli, African Journal of Ecology, vol. 61, no. 1, 2023, pp. 226-227. PRÊMIO DE BIOLOGIA [JAPÃO]Tomoki Kojima, Kazato Oishi, Yasushi Matsubara, Yuki Uchiyama, Yoshihiko Fukushima, Naoto Aoki, Say Sato, Tatsuaki Masuda, Junichi Ueda, Hiroyuki Hirooka e Katsutoshi Kino, por seus experimentos para descobrir se vacas pintadas com listras semelhantes às de zebras podem evitar ser picadas por moscas. “Cows Painted with Zebra-Like Striping Can Avoid Biting Fly Attack,” Tomoki Kojima, Kazato Oishi, Yasushi Matsubara, Yuki Uchiyama, Yoshihiko Fukushima, Naoto Aoki, Say Sato, Tatsuaki Masuda, Junichi Ueda, Hiroyuki Hirooka, and Katsutoshi Kino, PLoS ONE, vol. 14, no. 10, 2019, e0223447. PRÊMIO DE QUÍMICA [EUA, ISRAEL]Rotem Naftalovich, Daniel Naftalovich e Frank Greenway, por experimentos para testar se comer Teflon [uma forma de plástico mais formalmente chamada “politetrafluoretileno”] é uma boa maneira de aumentar o volume do alimento e, portanto, a saciedade sem aumentar o conteúdo calórico. “Polytetrafluoroethylene Ingestion as a Way to Increase Food Volume and Hence Satiety Without Increasing Calorie Content,” Rotem Naftalovich, Daniel Naftalovich, and Frank L. Greenway, Journal of Diabetes Science and Technology, vol. 10, no. 4, July 2016, pp. 971–976. “Use of Nondigestible Nonfibrous Volumizer of Meal Content as a Method for Increasing Feeling of Satiety,” Rotem Naftalovich and Daniel Naftalovich, U.S. Patent 9,924,736, issued March 27, 2018. *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Com a bolsa brasileira oscilando entre retomada e cautela, o Stock Pickers desta semana traz convidados de peso para analisar o cenário das ações por aqui, identificar as principais oportunidades e debater o que pode movimentar as companhias nos próximos meses.Neste episódio, Fábio Spinola e Paulo Weickert, da Apex Capital, destrincham os drivers por trás do comportamento da bolsa brasileira, falam sobre juros, eleições, ciclos de mercado, fluxo estrangeiro, e claro, quais ativos eles acham interessantes no momento. Um episódio essencial para quem quer navegar a volatilidade da renda variável brasileira com a visão de quem está no front do mercado há décadas.
Por Pr. Jônatas Hübner. | Juízes 11-12 | https://bbcst.net/G9297
Por Pr. Jônatas Hübner. | Juízes 11-12 | https://bbcst.net/G9297
O que é aprender para você?E quando digo aprender, não me refiro àquela aprendizagem formal, empilhada, mecânica — que encaixota, separa e silencia a curiosidade. Falo de um processo vivo, afetivo e contínuo. Um movimento constante entre o saber e o não saber.Sou fascinado por esse tema — e minha convidada de hoje no Metadoxos também. Nira Bessler fez da curiosidade seu norte e da aprendizagem sua paixão; até entender que, no fundo, o que a movia era o desejo de aprender. Aprender exige energia, conexão, presença — e, sobretudo, afeto. E talvez seja justamente isso que falte nas formas como o sistema e as organizações têm promovido o aprender: espaço para a conexão real. Ainda tratamos o aprender como acúmulo – mas Nira nos convida a olhar para a aprendizagem como travessia. Nira é apaixonada por neurociência e através de muitos estudos, principalmente guiados pela renomada Lisa Feldman Barrett, ela explica como o cérebro funciona no processo de aprendizagem. Nossa conversa traz o tédio como espaço fértil da imaginação, e mostra como só o afeto é capaz de mobilizar a energia necessária para aprender de verdade. Vem conferir e compartilha conosco como é para você esse processo do aprender.Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@travs.estudio
Pressionado pela queda de popularidade, o presidente Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, deflagrando a reforma no primeiro escalão do governo. Para comandar a Saúde, que tem um orçamento de quase R$ 240 bilhões, Lula escolheu o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT). A ideia é ter um perfil mais político no ministério. "A ministra foi tropeçando, a começar pela Comunicação. Não se aproximou dos jornalistas ou do mundo político; não entendeu a importância da Política, e falou muito para dentro do governo. Quando começou a sofrer pressões ,houve uma onda de defesa de si - na mídia, na esquerda, em boa parte do Congresso e de especialistas -, mas começaram os problemas de sua gestão. Vacinas no lixo, a disparada da Dengue e os programas que a burocracia interna deixou claudicando. O método de Lula é ruim, porque Nísia ficou sendo fritada por meses", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pressionado pela queda de popularidade, o presidente Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, deflagrando a reforma no primeiro escalão do governo. Para comandar a Saúde, que tem um orçamento de quase R$ 240 bilhões, Lula escolheu o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT). A ideia é ter um perfil mais político no ministério. "A ministra foi tropeçando, a começar pela Comunicação. Não se aproximou dos jornalistas ou do mundo político; não entendeu a importância da Política, e falou muito para dentro do governo. Quando começou a sofrer pressões ,houve uma onda de defesa de si - na mídia, na esquerda, em boa parte do Congresso e de especialistas -, mas começaram os problemas de sua gestão. Vacinas no lixo, a disparada da Dengue e os programas que a burocracia interna deixou claudicando. O método de Lula é ruim, porque Nísia ficou sendo fritada por meses", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se você acha que IA é só para gigantes da tecnologia, o iFood prova o contrário. No sexto episódio do metamorfoseZ, Diego Barreto, CFO do iFood, mostra como a empresa usa mais de 150 modelos de IA para otimizar entregas, prever demanda e até conceder crédito a restaurantes. Quer sair na frente? Não perca esse episódio. Em 30 minutos, você vai sentir saindo de um verdadeiro MBA sobre IA e inovação. #ricardoamorim #inteligenciaartificial #ia #tecnologia #inovação #negócios #ifood #mba #dados #metamorfosez Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
Entre as brasileiras que conquistaram o seu espaço em Paris, certamente está a ex-modelo carioca Cristina Cordula. Em 30 anos na França, ela trilhou o seu próprio caminho no disputado mundo da moda. Porém, se engana quem pensa que a passarela até aqui foi um mar de rosas. Ela conta que, no início da carreira, encontrou muitas portas fechadas, mas que tudo mudou quando decidiu cortar o cabelo bem curto, que virou a sua marca registrada. Cristina não desistiu nas primeiras dificuldades e agora é uma referência de elegância, como conta nessa entrevista exclusiva à RFI Brasil. Maria Paula Carvalho, da RFI em ParisRFI: Como foi conquistar o seu espaço, primeiro como manequim e modelo, e agora como consultora no país da moda?Cristina Cordula: Foi difícil. Eu moro aqui há muitos anos e sou consultora de imagem, com um programa na televisão já há 20 anos e vários livros. Tudo na vida é difícil, ainda mais em um país que não é o seu. Foi muito trabalho para poder alcançar os meus objetivos. E talvez a forma que eu tenho de trabalhar, esse lado brasileiro, de ser mais positiva, mais alegre, ajudou. A consultoria de imagem é uma coisa muito particular, muito sensível. Então, uma coisa é você falar de um jeito sério, com gravidade, e outra coisa é você falar de um modo mais positivo: "olha só, você ficar tão mais bonita assim, minha querida, você vai ver!". Isso dá uma certa alegria para as pessoas. Então, acredito que é esse lado brasileiro que as pessoas gostam. RFI: Você estrelou vários sucessos na televisão, como "Um novo Look para uma nova Vida", "Rainhas do Shopping", entre outros. E você tem os seus bordões: "magnifaïk", "ma chérie", etc. Você não é só uma consultora de moda, mas também empresária, autora, tem a sua marca de maquiagem. Ao olhar para trás, como você avalia esses 30 anos em Paris? Cristina Cordula: Eu só posso ser muito grata com a minha trajetória de vida, com os programas, os meus livros, a minha linha de maquiagem, que eu lancei há dois anos, e a minha agência de consultoria de imagem. Eu fico muito feliz de ter conseguido alcançar isso aqui. Mas tudo é com muito trabalho. Nada se alcança assim fácil. RFI: Foi mais difícil ser consultora de imagem na França, um país que é símbolo de elegância e bom gosto?Cristina Cordula: Eu acho que até no Brasil seria o mesmo trabalho, mas aqui tem a barreira da língua, de ter que se expressar de outra forma. Eu fui modelo internacional por muitos anos, eu morei em Nova Iorque, morei em Londres. Depois, eu decidi morar em Paris, fiquei aqui, onde construí a minha família. Eu era muito jovem quando eu saí do meu país, eu tinha 20 anos. Então, esses são momentos difíceis na vida e você precisa de muita coragem para continuar. Mas graças a Deus, com a força do meu trabalho, eu consegui e estou muito feliz aqui, muito feliz mesmo. Eu adoro este país. RFI: Uma das suas marcas registradas é o cabelo curto. Isso lhe abriu portas? Cristina Cordula: Meu cabelo curto foi feito quando eu era modelo em Milão, por um cabeleireiro brasileiro chamado Marco. Na época, eu estava chateada porque eu já estava aqui na Europa desde janeiro, nós estávamos em outubro, e eu não tinha conseguido ainda o trabalho que queria, com o glamour dos desfiles, fotos, etc. Eu estava triste, querendo voltar para casa, com saudades da minha família e falei: "Marco, eu vou voltar para o Brasil, porque o Brasil é o meu país. Eu trabalho muito bem lá, todo mundo me conhece, tenho a minha família lá, os meus amigos que amam muito. Não está dando certo para mim aqui, eu não sou feita para cá, o meu tipo não é para ser modelo na Europa". E ele falou: "Cristina, você não consegue trabalhar na Europa por causa do cabelo comprido. Não fica bem em você, é cafona. Você fica muito perua com esse cabelo. Aqui você tem que ter a sua diferença. Você tem que ter um estilo diferente de todo mundo". E aí eu falei: "você quer saber de uma coisa? Corta o meu cabelo, porque pior do que isso não vai ficar e cresce em dois minutos. Não tem problema". Aí, ele cortou e eu fiquei muito feliz com a imagem que eu vi e pensei "porque eu não fiz isso antes?" Gostei muito do meu cabelo e ele abriu muitas portas.A minha carreira de modelo explodiu. Eu fiz os grandes desfiles, de grandes marcas: Chanel, Dior, fotos para as revistas. Depois, a minha carreira, obviamente, quando eu cheguei aos 30 anos, parou e eu, ao mesmo tempo, me casei e tive o meu filho, que é franco- brasileiro, hoje com 30 anos. Eu construí a minha família. Eu queria continuar trabalhando na moda, mas fazendo alguma coisa que fizesse bem para as pessoas. RFI: Foi então que você se tornou pioneira na consultoria de imagem na França?Cristina Cordula: Eu não queria só vender uma roupa. Eu queria fazer uma coisa que fosse mais humana. E aí eu escutei falar sobre a consultoria de imagem, que já existia nos Estados Unidos e na Inglaterra. Eu pensei: isso é maravilhoso, é um trabalho que eu vou usar o meu conhecimento e democratizar a moda também. Era o começo do fast fashion, no início dos anos 2000, e eu pensei que todo mundo tinha o direito de se vestir bem, de se sentir bonita e bonito. Então, eu trabalhei a minha própria técnica, comecei a estudar, comecei a aprender sobre cores e vi o que se fazia fora. Eu criei a minha própria técnica e abri a minha primeira agência. Era muito difícil na época, pois havia muito tabu, porque os franceses não aceitavam. Porque falar de imagem, de look, é uma coisa que pode ferir até o ego da pessoa. É uma coisa muito sensível. E os franceses têm muita resistência no começo, mas depois relaxam e aceitam. Eu comecei com isso aos poucos, então veio o programa da televisão, dois anos depois que eu abri a minha agência de consultoria e aí foi indo e até hoje estou aqui. RFI: Uma coisa que você ensina é se aceitar e usar aquilo que a gente tem de melhor. Você poderia dar um conselho aos leitores? Cristina Cordula: São as nossas diferenças que nos destacam. Essa coisa de ser igual a todo mundo e de estar na moda não serve para todos. Eu corto o cabelo assim porque está na moda, ou uso calça larga porque está na moda. Porém, de repente não fica bem em mim, com a minha morfologia. Essa calça pode não valorizar o seu corpo, os seus ossos, vai fazer você ficar baixinha, vai dar muito ombro, vai torcer o busto. Entendeu? Tem que usar uma roupa que seja obviamente moderna, mas que combine com a sua morfologia e que combine, também, com o seu estilo. Porque, por exemplo, uma pessoa que é descontraída, jamais eu posso propor a ela uma roupa muito chique, salto alto e saia justa, essas coisas muito sofisticadas, porque ela não vai gostar, vai se sentir fantasiada. RFI: Você tem saudades do Brasil e como é a sua relação com o país? Cristina Cordula: Claro que eu tenho saudades do Brasil. Nossa, eu sou brasileira! Eu vou ao Brasil sempre no Natal e pelo menos umas duas vezes por ano. Eu tenho uma relação maravilhosa com o Brasil. Eu tenho muitos amigos lá. Eu adoro o meu país e eu sinto muita falta. A coisa que eu tenho mais saudade do Brasil é a maresia. Eu sou carioca e o cheiro da maresia do Rio de Janeiro, aquele cheiro forte... Quando eu chego no Rio, eu digo: "é a minha madeleine de Proust", como a gente fala em francês. Na França, uma madeleine de Proust é uma espécie de gatilho que traz de volta uma memória de infância. A expressão vem do romance “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, em que o narrador vê surgir uma lembrança, ao comer uma madeleine, essa iguaria francesa. Mais ou menos o que acontece com a carioca Cristina Cordula ao sentir o cheiro da maresia de sua terra natal, e que ela não esquece, apesar da vida de sucesso em Paris.
(via ChatGPT) Gödel, Trump and Democracy https://chatgpt.com/share/672ca0a1-f438-8006-a303-867b3e561eb3 The Rest Is PoliticsDominique Sandbrook understands that for many Trump voters, it's all about the economy – they don't watch the news 24/7 https://x.com/RestIsPolitics/status/1854086716375625866 2024 is set to be the first year that breaches the 1.5°C warming limit https://www.newscientist.com/article/2455106-2024-is-set-to-be-the-first-year-that-breaches-the-1-5c-warming-limit/ Is This Type of Fire IMPOSSIBLE to Stop? https://youtu.be/_uVdeK2nrrg?si=HZKcq9Hu020omNef ... Read more The post nada será como antes? ChatGPT entendeu a humanidade? o fogo imbroxável! a Bomba Final appeared first on radinho de pilha.
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 4, o filósofo Luiz Felipe Pondé ironizou o combo da esquerda anti-Israel, ao falar sobre a guerra contra o grupo terrorista Hamas.Ele afirmou que viu esse cenário no meio acadêmico, principalmente entre professores de humanas. "Porque é a coisa ideológica.É o pacote: 'sou contra Israel, sei lá, voto no Boulos e não frequento churrascarias.Entendeu? É assim que funciona", acrescentou Pondé.Você também pode assistir ao Papo Antagonista na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+. Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Olá, eu sou Leo Lopes e está no ar o POD NOTÍCIAS, o podcast semanal que traz até você um resumo de tudo que acontece de mais importante no mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira, dia 26 de agosto de 2024 e esta é a nossa vigésima oitava edição! Este episódio conta com o apoio da CONTENT ACADEMY, uma plataforma de cursos online voltada para quem quer trabalhar com criação de conteúdo, onde o mais legal é que os professores são os próprios criadores e os profissionais que trabalham com eles. Então tem curso de True Crime com o Ivan Mizanzuk do Projeto Humanos, tem Webjornalismo independente com o Alvaro e a Ana do Meteoro Brasil, tem Storytelling com o Kenji do Normose, tem curso de Edição de vídeo para Youtube com o Will do Jogatina Maneira, tem também o meu curso Podcast para todos (que tá com uma mega promoção por tempo limitado) e mais um monte de cursos incríveis! Então entra lá no site pra dar uma conferida em contentacademy.com.br! 1 - A gente começa a edição de hoje falando sobre uma das notícias mais importantes do mercado de podcast dos últimos anos: o Apple Podcasts lançou a versão web do aplicativo, e isso significa uma mudança muito grande. Primeiro, porque a Apple sempre manteve todos os seus serviços dentro do ecossistema da Apple - e nada mais. Pra você ouvir o antigo iTunes, por exemplo, tinha que ser em um iPhone, ou num iPod, iPad, e por aí vai. Agora, com a versão web, todo e qualquer dispositivo que tenha acesso à internet pode acessar o diretório, mesmo que seja no Android, Windows Phone... Ainda existe Windows Phone? Não sei, mas se tiver acesso ao Google Chrome, dá também. Agora todo e qualquer usuário, até aqueles que não estão logados, podem acessar o player em podcasts.apple.com e navegar por milhões de podcasts, seguir programas, comprar assinaturas... De qualquer dispositivo! Tá aí uma notícia que eu acho que ninguém esperava, né, poder acessar algo da Apple pelo Android, mas lá no nosso portal do Pod Notícias, em podnoticias.com.br, a gente até já ensinou os macetes pra instalar o Apple Podcasts no seu smartphone como aplicativo. Não é através da Play Store, até porque a gente ainda está falando de um serviço Apple, mas são passos bem simples pra adicionar o app na sua página inicial do celular. Não deixa de conferir. Link 2 - A empresa de hospedagem Libsyn está oferecendo a todos os seus podcasters uma assinatura gratuita do Universal Music for Creators. A assinatura dura seis meses e dá acesso a mais de 50 mil faixas musicais e 200 mil efeitos sonoros diferentes, todos livres de direitos autorais. Os usuários do Libsyn podem assinar o Universal Music for Creators entrando no painel do Libsyn e solicitando o seu código promocional exclusivo na seção “Announcements”. Depois de receber o código promocional, os criadores devem aplicar esse código no processo de criação de conta no site do Universal pra ganhar o benefício, que só funciona pra novas contas. Não adianta pra quem já tem um perfil no site. Essa união entre as duas empresas é inédita, e dá uma boa ajuda pros podcasters que querem lapidar ainda mais a qualidade dos seus programas, com muita música e efeitos sonoros de alta qualidade. O diretor de parcerias do Libsyn disse que no final dos seis meses ainda talvez role um desconto na assinatura, mas essa parte ainda não foi confirmada. Vamos acompanhar. Link 3 - E na semana passada, a Edison Research, junto com a produtora de mídia Audiochuck, publicou o relatório True Crime Consumer Report. O estudo foi feito com dados compilados de pesquisas nos Estados Unidos, junto com dados de outras pesquisas feitas pelo mundo, sobre o consumo de conteúdos de crimes reais (que a gente já sabe que é um tema popular. Mas quão popular?). De acordo com o relatório, Crimes Reais são o terceiro gênero de podcast mais consumidos no mundo inteiro, com quase metade da população americana ouvindo podcasts toda semana sobre o tema. São mais ou menos 119 milhões de estadunidenses nessa conta. Além disso, 84% da população MUNDIAL consome conteúdo de true crime, mas aí de forma mais generalista; pode ser em podcasts, na televisão, em canais na internet, etc. E 55% desses ouvintes de true crime, dizem que compartilham os casos com os seus amigos, na intenção de conscientizar mais pessoas sobre os perigos que existem por aí. Deve ser por isso que o Cidade Alerta e o Linha Direta são programas de TV que sobrevivem a tantos anos... Mas o relatório também mostrou uma mudança: se antes o público de Crimes Reais consumia esse tipo de conteúdo por fascínio pelos crimes, hoje em dia eles preferem os conteúdos que são centralizados nas vítimas. E tá certo, porque são elas quem merecem a narrativa, e não quem comete os crimes. É o mínimo de justiça que a gente pode dar pra essas pessoas. Link AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA: 4 - Durante toda a semana passada esteve acontecendo lá nos Estados Unidos o evento Podcast Movement 2024, em Washington DC. Lá no evento, que reúne podcasters do mundo todo, foi anunciado o lançamento da Thrumm, um novo diretório de músicas para podcasts. Diferente de outras plataformas, a Thrumm não separa as músicas e efeitos sonoros por gênero, e sim por função narrativa. Então ao invés de você ter uma playlist de "músicas estilo blues", "rock music", etc, você tem as categorias: Ação, Exposição, Resolução e Tensão, por exemplo. É uma metodologia de classificação nova, e muito útil pra quem edita podcasts. Outra coisa bem legal sobre a biblioteca, é que todas as faixas são compostas em tonalidades e tempos complementares, porque assim o editor consegue uma transição suave entre uma música e outra. A gente que edita podcast sabe a trabalheira danada que é fazer esse tipo de transição às vezes, mas mesmo assim a gente continua fazendo por capricho. Então ter essa facilitada é bem legal mesmo. A Thrumm oferece opções de licenciamento adaptáveis, e mais detalhes sobre os pagamentos e assinaturas devem ser divulgados ao longo das próximas semanas. Link 5 - Você já faz parte dos podcasters que disponibilizam a transcrição de áudio dos episódios junto com o seu programa? Não? Então eu vou te dar alguns motivos pra começar ainda hoje. A gente tá entrando numa fase do mercado em que as transcrições dos episódios são essenciais pra ampliar o seu público. Você sabia que se o seu programa tiver legenda, ele fica acessível pra milhões de pessoas que tem perda auditiva? E não é milhares não, é milhões mesmo, porque, atualmente, 5% da população mundial é surda ou deficiente auditiva. Mas, se isso não é motivo o bastante pra você (deveria ser), ter legenda no seu podcast melhora o seu rankeamento nos motores de busca. A transcrição também facilita a criação de conteúdo pra marketing cruzado, já que você pode usar parte do texto pras redes sociais, e aumenta a chance do seu público de responder os seus call-to-actions. Não tem desvantagem nenhuma, só tem vantagem, e nem dá pra usar a desculpa de "leva muito tempo pra transcrever um áudio", porque tem inteligências artificiais por aí que fazem isso automaticamente. E é uma forma extra de respeitar a sua audiência, então eu aconselho você a começar a fazer isso o quanto antes. Link 6 - A Megaphone, plataforma de hospedagem do Spotify, lançou novas ferramentas para otimizar os anúncios em podcasts. As principais novidades são três: segmentação contextual (que permite direcionar anúncios com base em tópicos falados nos episódios), editor de segmentos (onde o usuário pode substituir um trecho de áudio por outro, sem a necessidade de apagar um arquivo que já está no ar) e melhorias na edição de vários episódios de uma vez. As ferramentas já estão disponíveis para todos os clientes da Megaphone. Link E MAIS: 7 - A versão 7.7 do Pocket Casts pra iOS e Android trouxe uma nova funcionalidade: agora, os usuários podem avaliar os podcasts com estrelinhas diretamente no aplicativo. A avaliação, por si só, não é uma grande novidade. Já dava pra fazer isso antes, mas era um processo mais burocrático. Agora, tudo o que o ouvinte precisa fazer é dar dois clicks na tela - e pronto! O processo é bem simples: é só acessar os detalhes do podcast e clicar em “Avaliar” para deixar a sua opinião. Pra isso, o usuário tem que ter ouvido alguns episódios. Afinal, como que você vai avaliar algo que não consumiu? Não dá. Então tá certo assim. A equipe do Pocket Casts está incentivando os ouvintes a deixarem as suas avaliações, que é pra destacar os programas que merecem, e apoiar os criadores de conteúdo. Na versão 4.5 da web, as avaliação também já estão disponíveis. Link 8 - O mercado de podcasts está crescendo rápido na Ásia, de acordo com o podcaster e jornalista indiano Bharat Vada. Os principais impulsos são a diversidade linguística da região e o aumento do acesso da população à internet e smartphones. De acordo com o Bharat, a demanda por podcasts em línguas locais, como mandarim na China, coreano na Coreia do Sul e hindi na Índia, estão crescendo mais a cada dia, porque o público não quer só consumir conteúdo; ele quer consumir conteúdo que seja culturalmente relevante, ou seja, que tenha a ver com a realidade deles. Quando falamos de valores de mercado, a projeção é que o podcasting asiático alcance valores bem altos, como 10 bilhões de yuans na China e 1 bilhão de dólares na Índia até 2025. O maior desafio que a Ásia enfrenta atualmente com os podcasts é o mesmo do resto do mundo: a descoberta de conteúdo, porque as ferramentas de busca e recomendação de novos podcasts ainda tem muito o que melhorar. Nenhuma experiência é individual, mesmo. Link 9 - E nessa última semana, como sempre, teve vários conteúdos lá no portal do Pod Notícias, em podnoticias.com.br, que não fizeram o corte pra entrar aqui no podcast. Tem artigo novo do Danilo Battistini falando sobre a imersão no áudio drama (um artigo muito bom, por sinal, que vale muito a pena ler na íntegra), tem as impressões da escritora Rebecca Shaw falando sobre como os podcasts ajudaram ela a se distrair enquanto estava doente... Enfim, sempre tem muito conteúdo bacana por lá, então você que ouve a gente aqui, toda segunda-feira, não deixa de acompanhar a gente também pelo site. Lembrando que por aqui a gente só pincela, mas é lá que você lê a íntegra de todas as notícias que a gente te trás no Pod Notícias. Link / Link HOJE NO GIRO SOBRE PESSOAS QUE FAZEM A MÍDIA: 10 - ...As pessoas somos nós mesmos! Na semana passada foi lançada a Podcast Store, uma loja online dedicada aos fãs do podcast aqui no Brasil. Eu já estava discutindo a ideia de criar uma loja com os membros do nosso grupo do Telegram, e a recepção foi tão positiva que a gente já fez acontecer logo! Então a loja já está no ar, você pode acessar ela em podcaststore.com.br, que lá nós já temos uma seleção exclusiva e totalmente felomenal de camisetas, bottons, ímãs, ecobags... E o melhor, todos os produtos com a qualidade da Chico Rei, que é referência no mercado nacional e é responsável por toda a produção, venda, entrega e atendimento ao consumidor, ou seja, não poderia ser mais seguro pra você! Por enquanto a gente já tem a estampa Podosfera Raiz, que é a preferida do público, e que tem um brasão com vários bordões de podcasts clássicos brasileiros, tem estampa do Rádiofobia Classics também, já tem produtos do Papo Delas e do Portal Refil, e logo mais a gente vai ter divulgação de novas estampas nossas e dos nossos parceiros, além de estampas inéditas e exclusivas com frases que todo ouvinte de podcast com certeza já disse, e eu tenho certeza que você vai se identificar! Eu ainda tenho algumas ideias pra loja, algumas parcerias que estão sendo viabilizadas, mas você vai ficar sabendo de tudo em primeira mão se seguir a loja no Instagram em @podcaststorebr, tudo junto. Segue a gente lá, já acessa a loja também pra ver do que a gente tá falando, que você não vai se arrepender. E se você ainda não faz parte do nosso grupo do Telegram, entra lá em t.me/radiofobianetwork . É totalmente grátis, tem muita gente boa pra trocar uma ideia, e todas as novidades da Podcast Store você vê primeiro por lá! Link 11 - E na semana passada o nosso Instagram não teve Caixinha de perguntas, mas nessa semana ela está de volta, e com uma pergunta que é quase uma declaração de carinho: Quem é o seu apresentador (ou apresentadora) de podcast favorito? A caixinha vai ficar aberta nos stories do Instagram do Pod Notícias por 24 horas, então não perde tempo, acessa lá ainda hoje que é pra deixar a sua resposta e fazer o dia de um podcaster mais contente, por que não? O nosso perfil é o @pod.noticias, e se eu fosse você, seguia a gente por lá também, que é pra acompanhar nossas postagens e stories ao longo da semana. Instagram Pod Notícias SOBRE LANÇAMENTOS: 12 - O jogador Cristiano Ronaldo lançou na última quarta-feira o seu canal no YouTube, "UR Cristiano" (You Are Cristiano), pra mostrar um lado mais diferente e pessoal da sua vida pro seu público. Não é exatamente um podcast, já que o conteúdo é feito de forma documental em vídeo, mas como ele mesmo disse que pretende sim disponibilizar no Spotify e outras plataformas de áudio, entra como lançamento aqui no programa também. O canal já conta com 10 vídeos e bateu um recorde: ele foi o mais rápido do YouTube a alcançar um milhão de inscritos, e isso aconteceu 5 horas mais rápido do que o recorde anterior. Hoje, o canal já tem mais de 30 milhões de seguidores. Link 13 - E pra quem estava com saudade dos lançamentos de equipamentos, a Shure lançou o microfone SM4 Home Recording. Ele é um condensador de diafragma grande, projetado para gravações profissionais de vocais e instrumentos em casa ou no estúdio. O SM4 possui cápsula de diafragma duplo, proteção contra interferências e um padrão polar cardióide que facilita a captura de áudio de alta qualidade, minimizando todos os ruídos indesejados. Ele também conta com recursos como pop filter magnético e shock mount, e garante gravações sem ruídos de manuseio. O SM4 já está disponível para compra por U$199 dólares, com um kit de gravação opcional no valor de U$269. Link RECOMENDAÇÃO NACIONAL: 14 - E se você é fã de filmes de terror e suspense (diferente de mim, porque eu tenho medo), a recomendação nacional dessa semana vai ser do seu interesse: é o podcast Sábado 14. (Entendeu? Sábado 14, porque vem depois da sexta-feira 13?) O programa é apresentado pelo Rômulo Konzen - meu querido amigo gaúcho do podcast Crazy Metal Mind, o Marcel Pfütz e a Patricia Giovanetti, um time de fãs do terror que trás análises semanais de filmes - que vão desde clássicos do gênero, até aqueles mais experimentais, ou alguns dramas mais pesados que deixam o espectador com aquele amargo na boca. Novos episódios são publicados todas as sextas-feiras, sejam elas 13 ou não, quando o trio explora tudo que há de melhor e de pior no cinema de terror - sem amarras cronológicas. O último episódio que eles publicaram, por exemplo, foi sobre o filme A Experiência de 1995. O Sábado 14 está disponível em todas as principais plataformas de podcast. Se essa é a sua vibe, não deixa de conferir. Link Se você quiser anunciar a sua marca, produto ou serviço com a gente aqui no Pod Notícias – tanto no podcast como no nosso site – e atingir um público qualificado que se interessa pelo podcast aqui no Brasil, manda um e-mail pro contato@podnoticias.com.br, que nós vamos ter o maior prazer em conversar com você sobre as nossas opções de publicidade. E caso você queira colaborar com a gente com texto, sugestão de pauta ou envio de notícias, também vai ser muito bem-vindo e pode fazer isso através do mesmo e-mail. E assim a gente fecha esta vigésima oitava edição do Pod Notícias. Acesse podnoticias.com.br para ter acesso à íntegra das notícias com todas as fontes e a transcrição completa do episódio, além dos artigos dos nossos colunistas e todos os links relacionados. Acompanhe o Pod Notícias diariamente:- Canal público do Telegram- Instagram- Page do Linkedin Ouça o Pod Notícias nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Deezer- Amazon Music- PocketCasts O Pod Notícias é uma produção original da Rádiofobia Podcast e Multimídia e publicado pela Rádiofobia Podcast Network, e conta com as colaborações de:- Camila Nogueira - arte- Eduardo Sierra - edição- Lana Távora - pesquisa, pauta e redação final- Leo Lopes - direção geral e apresentação- Thiago Miro - pesquisa Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço no Pod Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De Xuxa a Tom Jobim, o multiartista Gringo Cardia já trabalhou com grandes personalidades, mas seu olhar sensível enxerga muito além De Xuxa a Tom Jobim, de Cássia Eller a Pedro Cardoso, o multiartista Gringo Cardia já trabalhou com uma vasta gama de personalidades, seja como designer, cenógrafo ou diretor. Responsável por alguns dos videoclipes e capas de discos mais impactantes da história nacional, como o icônico "O Segundo Sol", de Cássia Eller, Gringo encontrou um espaço em sua concorrida agenda para bater um papo com o Trip FM. “Nunca acreditei na arte para poucos. O papel do artista é falar com todos, e não com uma turma de intelectuais. Tudo já está criado na natureza, nas pessoas, nas ruas, mas para ser um artista visual você precisa saber ver. Meu papel é de observador, de tradutor, quase como um psicólogo visual”, reflete. Na conversa com Paulo Lima, ele falou sobre a potência da cultura popular, o conceito de fracasso, a importância da educação e as dificuldades de administrar a Spetaculo, uma escola de arte e tecnologia para jovens da periferia do Rio de Janeiro. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2024/07/66916d7c0f852/interna.jpg; CREDITS=; LEGEND=Ellie Kurttz; ALT_TEXT=] Trip FM. Gringo é um apelido, baseado na sua aparência física, mas tem também aí um atributo, não tem? A questão do olhar de fora, daquele que enxerga o que os outros não estão vendo? Gringo Cardia. Mais do que ser artista, o meu trabalho é de observador. Tudo já está criado na natureza, no mundo, nas pessoas, nas ruas, no pipoqueiro, mas para ser um artista visual você precisa saber ver. Meu papel é ser um tradutor. Já trabalhei de Tom Jobim a Xuxa porque sempre tive muita curiosidade. Eu acho que a gente precisa valorizar as pessoas e não ter preconceito. O Brasil é do cult ao popular. Tudo que tem público é porque tem sinergia com a alma do povo. Meu trabalho é quase de um psicólogo visual, de mostrar as pessoas para o mundo. Qual o segredo de juntar o elegante como o popular? O principal é ter respeito pelas pessoas. Ver um trabalho de arte popular e olhar como se estivesse no Moma e não porque é moda, mas é preciso entender que aquilo tem valor. Nunca acreditei na arte para poucos. O papel do artista é falar com as pessoas, e não com a turma de intelectuais. Esse pessoal é importante para fazer a nossa cabeça na escola, mas é uma bolha. Conhecimento é não perder o olhar de criança, quando você fica com o olhar de adulto já está velho. A arte tem o papel de educar? A geração que nasceu depois da explosão da computação, nasceu com a noção de que a imagem fala tudo, mas a imagem não fala tudo. A imagem atrai os olhos para depois você pensar. O olhar bate, vai no coração, e depois chega na cabeça. Tudo o que eu aprendi para sensibilizar as pessoas através da arte, eu descobri, tem que servir ao conhecimento e de uma maneira que seja construtiva para o mundo. Tudo é para educar.
| PARTICIPAÇÕES | Iara Andrade @andradeiaras2 Will Sassano @willmuitonerd Ygor Amendoim @ygoramendoim Michael Dantas @michaeljdantas | EQUIPE TÉCNICA | Edição: Will Sassano Trilhas no SOUNDCLOUD: /canalumdois OS PRODUTOS MAIS PALOSOS TEM LÁ NA LOJAUMDOIS PODCAST UMDOIS TESTANDO no SPOTIFY INSTAGRAM, TIKTOK, TWITTER, FACEBOOK: @canalumdois FORTALECE NÓIS LA NO apoia.se/umdois Contato comercial e parcerias parcerias@canalumdois.com.br --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/umdoistestando/message
Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br Participe do financiamento coletivo em https://cafecomleitenaescola.com.br Há um texto que circula há tempos pela internet com o título de FILOSOFIA DE VIDA SEGUNDO CHARLES SCHULZ. Schulz é o criador da série Peanuts, aquelas tirinhas com o garoto Charlie Brown e seu cachorro Snoopy. Vamos a ele? O texto propõe um exercício: Enumere as cinco pessoas mais ricas do mundo. Enumere as últimas cinco vencedoras do Miss América. Enumere dez pessoas que ganharam o Prêmio Nobel ou Pulitzer. Enumere as últimas seis pessoas que venceram o Oscar como melhor ator e atriz. Enumere os últimos dez times que venceram a Copa do Mundo dignamente. Como é que você se saiu, hein? A questão é que nenhum de nós se lembra de muitas pessoas que foram manchete no passado. E olhe que nenhum deles chegou em segundo lugar, são os melhores em seus campos de atuação. Prêmios perdem o brilho, conquistas são esquecidas, diplomas e certificados são enterrados com seus donos. Então o autor propõe que mudemos o exercício: Enumere alguns professores que ajudaram você de verdade durante os tempos de escola. Enumere três amigos que te ajudaram durante um período difícil de sua vida. Enumere cinco pessoas que te ensinaram e mostraram coisas valiosas. Pense a respeito das pessoas que te fizeram se sentir valioso e especial. Pense em cinco pessoas com as quais você gosta de estar. É muito mais fácil, né? A lição? As pessoas que realmente fazem diferença na sua vida não são aquelas com as maiores e melhores credenciais, com mais dinheiro, maiores prêmios ou status. Não são aquelas que têm milhares de seguidores ou que aparentam ser as tais. Não são os influencers que aparecem a cada clique. São aquelas que se importaram com você, que lhe deram atenção. Causaram impacto sobre seu futuro. E vão ficar gravadas em sua memória para sempre. Entendeu? As pessoas que verdadeiramente impactam sua vida estão aí do seu lado. Don´t make stupid people famous.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O novo filme da Netflix, envolto de polêmicas, teve um final bom ou não?? Hoje comentamos sobre O Mundo Depois de Nós, novo filme do criador de Mr. Robot, está dando o que falar e hoje vamos destilar nossas opiniões. Além disso, ainda teve o Alêzão fazendo um recap das séries que ele ficou em dia e ainda tivemos tempo pra falar de algumas novas, dentre elas: Explosivos, Round 6 - O Desafio, O Sequestro do Vôo 375, Bookie e Toda Luz que Não Podemos Ver. Tudo isso no DerivadoCast que chegou para você!!! ***** 00:00 - Abertura 03:41 - Arouvengers 21:20 - O Mundo Depois de Nós (Netflix) 43:26 - Bookie (hbo max) 47:02 - Jack Reacher (Prime Video) 50:06 - Round 6 - O Desafio (Netflix) 56:15 - Explosivos (Netflix) 59:42 - Toda Luz que Não Podemos Ver (Netflix) 1:03:47 - Gen V (Prime video) 1:07:38 - Samurai dos Olhos Azuis (Netflix) 1:10:02 - O Sequestro do Vôo 375 1:13:49 - DeriCup semana que vem
Para download da Jornada Saia da Média: https://cafebrasilpremium.com.br/app/jornadas/jornada-saia-da-media Na década de 1950, o psicólogo Solomon Asch conduziu o Experimento de Conformidade de Asch, onde formava um grupo de 7 a 9 alunos. Exceto um, todos eram cúmplices do pesquisador. A cada um deles foram mostradas linhas desenhadas num cartão, para que indicasse qual linha era maior. Embora a resposta correta fosse claramente evidente, os cúmplices apontavam a resposta errada. O sujeito que não era cúmplice sentia uma forte pressão do grupo para adotar a mesma opção errada, mesmo contra sua lógica. Cerca de um terço dos participantes reais escolheu a resposta errada, porque queria se encaixar no grupo. Isso passou a ser chamado de mentalidade de rebanho. Considere com que frequência você faz certas escolhas simplesmente porque seus amigos a fazem. Esse processo facilita a tomada de decisões e evita que você destoe em um grupo. De acordo com pesquisas, uma pequena parte da multidão toma as decisões informadas às quais as outras pessoas se conformam. Quanto maior o grupo, menos membros informados existem. Entendeu? Uma elite pensante conduzindo a maioria para onde ela quer. Mas sabe o mais interessante do experimento Asch? Quando a pessoa era convidada para dar a resposta em privado, ela escolhia a opção certa. Ou seja: ela só escolhia a resposta errada se o grupo a estivesse observando. Ela sabia que estava escolhendo o errado, mas tinha medo de não ser aceita pelo grupo. E quando Asch colocava no experimento uma outra pessoa, também cúmplice, que destoasse da opinião da maioria, o número de pessoas que se sentiam confiantes para apontar a solução correta aumentava consideravelmente. Havia mais alguém que concordava com ela. Entendeu por que existe tanta pressão para calar a voz dos que se atrevem a discordar da opinião da maioria? Esse povo que pergunta e contesta é perigoso demais para a elite que controla o rebanho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para download da Jornada Saia da Média: https://cafebrasilpremium.com.br/app/jornadas/jornada-saia-da-media Na década de 1950, o psicólogo Solomon Asch conduziu o Experimento de Conformidade de Asch, onde formava um grupo de 7 a 9 alunos. Exceto um, todos eram cúmplices do pesquisador. A cada um deles foram mostradas linhas desenhadas num cartão, para que indicasse qual linha era maior. Embora a resposta correta fosse claramente evidente, os cúmplices apontavam a resposta errada. O sujeito que não era cúmplice sentia uma forte pressão do grupo para adotar a mesma opção errada, mesmo contra sua lógica. Cerca de um terço dos participantes reais escolheu a resposta errada, porque queria se encaixar no grupo. Isso passou a ser chamado de mentalidade de rebanho. Considere com que frequência você faz certas escolhas simplesmente porque seus amigos a fazem. Esse processo facilita a tomada de decisões e evita que você destoe em um grupo. De acordo com pesquisas, uma pequena parte da multidão toma as decisões informadas às quais as outras pessoas se conformam. Quanto maior o grupo, menos membros informados existem. Entendeu? Uma elite pensante conduzindo a maioria para onde ela quer. Mas sabe o mais interessante do experimento Asch? Quando a pessoa era convidada para dar a resposta em privado, ela escolhia a opção certa. Ou seja: ela só escolhia a resposta errada se o grupo a estivesse observando. Ela sabia que estava escolhendo o errado, mas tinha medo de não ser aceita pelo grupo. E quando Asch colocava no experimento uma outra pessoa, também cúmplice, que destoasse da opinião da maioria, o número de pessoas que se sentiam confiantes para apontar a solução correta aumentava consideravelmente. Havia mais alguém que concordava com ela. Entendeu por que existe tanta pressão para calar a voz dos que se atrevem a discordar da opinião da maioria? Esse povo que pergunta e contesta é perigoso demais para a elite que controla o rebanho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende." A raiva que me dá quando alguém fala isso. Porque você é responsável sim, meu camarada! Eu aqui, vendo o que você disse, não tenho a menor chance de adivinhar o que se passa na sua cabeça se você não fizer o mínimo de esforço. Eu não tenho a menor chance.Quando o assunto é filmes e séries então, é aí que a gente não entende nada mesmo. Tanto que temos aí a carreira de crítico de cinema e TV (ou especialistas em cultura pop) pra nos ajudar a navegar. Um deles é o Thiago Guimarães, o Ora Thiago, mais um que usa as histórias que passam nas nossas telas para tentar explicar o mundo. Mas que também faz um trabalho muito bom de desvendar os códigos das histórias, as mensagens não ditas. Na conversa desta semana tentamos descobrir o que o público e quem cria pode fazer para que a gente "entenda" a verdadeira mensagem da história. Na versão completa do episódio, disponível no Boa Noite Internet Secreto, falamos mais sobre a carreira dele na publicidade e também nos modelos de negócio disponíveis para creators que falam de temas que anunciantes não gostam muito de se conectar — como o Thiago, que fala de "política". (usou a palavra capitalismo no roteiro já vira "política") Apoie o Boa Noite Internet para ter acesso a esta todas as outras entrevistas completas. Links do episódio:Vídeo: O Imaginário Fascista na Cultura Pop: é possível escapar?Vídeo: Ruptura, Distopia Corporativa e Um Breve Resumo sobre Trabalho na Cultura PopTed Talk do Thiago: Entre o Cinema e o Tiktok: O Audiovisual Transforma a RealidadeVídeo: Lepo Lepo EmojiLivro: Bullshit Jobs, de David GraeberFormação Minha Carreira na Alura, pra você conseguir as ferramentas mentais e práticas para se posicionar no mercado de trabalho, mesmo que esteja pensando em mudar de carreira. Use nosso link pra ganhar 10% de desconto!Apoie o Boa Noite Internet!
Assine o Café Brasil Premium para ver a versão completa: https://canalcafebrasil.com.br Você provavelmente já ouviu falar da filósofa alemã Hannah Arendt, cuja obra merece ser lida, não é? Ela escreveu sobre governos totalitários, regimes políticos em que o poder é exercido de forma absoluta e concentrada em um único líder ou grupo. Nesses regimes, o controle sobre as pessoas é muito intenso e busca-se manipular sua maneira de pensar e perceber o mundo. Hannah disse que “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazi convicto ou o comunista convicto, mas pessoas para quem a distinção entre fato e ficção e a distinção entre o verdadeiro e o falso, já não existem mais.” Ela argumenta que o tipo de pessoa que melhor se adapta a governos totalitários não é necessariamente alguém que acredita fortemente nas ideologias do regime, mas quem não consegue distinguir entre fatos e ficção, verdade e falsidade. Merdades e ventiras. Quando Hannah menciona a "distinção entre fato e ficção", ela está se referindo à capacidade de diferenciar o que é real e baseado em evidências concretas do que é inventado ou imaginado. Quando fala em "distinção entre o verdadeiro e o falso" refere-se à habilidade de distinguir o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Entendeu? Perceber a diferença entre o que é real e baseado em evidências concretas e o que é inventado ou imaginado, e entre o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Em governos totalitários, as pessoas podem ser facilmente enganadas e manipuladas por propaganda, mentiras ou narrativas distorcidas. Tornam-se incapazes de distinguir entre o que é real e o que é inventado, entre o verdadeiro e o falso, e entram numa confusão mental que as deixa ainda mais suscetíveis à manipulação e ao controle do Estado. É uma espiral destrutiva... Bem, olhe à sua volta. Perceba o que vem acontecendo, quantas narrativas estão nos levando a conclusões muito convenientes para certos grupos de poder. É para isso que nós estamos aqui: ajudar você a desenvolver senso crítico e capacidade de discernimento para não ser facilmente manipulado por informações falsas ou distorcidas. Só assim você consegue tomar decisões informadas e preserva sua liberdade e autonomia. Sacou? A conversa aqui é sobre liberdade e autonomia. Há um pequeno livro chamado 10 lições sobre Hannah Arendt, que meu xará Luciano Oliveira escreveu baseado em seis livros que Hannah publicou em vida e mais um publicado após sua morte. É uma boa introdução.
Assine o Café Brasil Premium para ver a versão completa: https://canalcafebrasil.com.br Você provavelmente já ouviu falar da filósofa alemã Hannah Arendt, cuja obra merece ser lida, não é? Ela escreveu sobre governos totalitários, regimes políticos em que o poder é exercido de forma absoluta e concentrada em um único líder ou grupo. Nesses regimes, o controle sobre as pessoas é muito intenso e busca-se manipular sua maneira de pensar e perceber o mundo. Hannah disse que “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazi convicto ou o comunista convicto, mas pessoas para quem a distinção entre fato e ficção e a distinção entre o verdadeiro e o falso, já não existem mais.” Ela argumenta que o tipo de pessoa que melhor se adapta a governos totalitários não é necessariamente alguém que acredita fortemente nas ideologias do regime, mas quem não consegue distinguir entre fatos e ficção, verdade e falsidade. Merdades e ventiras. Quando Hannah menciona a "distinção entre fato e ficção", ela está se referindo à capacidade de diferenciar o que é real e baseado em evidências concretas do que é inventado ou imaginado. Quando fala em "distinção entre o verdadeiro e o falso" refere-se à habilidade de distinguir o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Entendeu? Perceber a diferença entre o que é real e baseado em evidências concretas e o que é inventado ou imaginado, e entre o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Em governos totalitários, as pessoas podem ser facilmente enganadas e manipuladas por propaganda, mentiras ou narrativas distorcidas. Tornam-se incapazes de distinguir entre o que é real e o que é inventado, entre o verdadeiro e o falso, e entram numa confusão mental que as deixa ainda mais suscetíveis à manipulação e ao controle do Estado. É uma espiral destrutiva... Bem, olhe à sua volta. Perceba o que vem acontecendo, quantas narrativas estão nos levando a conclusões muito convenientes para certos grupos de poder. É para isso que nós estamos aqui: ajudar você a desenvolver senso crítico e capacidade de discernimento para não ser facilmente manipulado por informações falsas ou distorcidas. Só assim você consegue tomar decisões informadas e preserva sua liberdade e autonomia. Sacou? A conversa aqui é sobre liberdade e autonomia. Há um pequeno livro chamado 10 lições sobre Hannah Arendt, que meu xará Luciano Oliveira escreveu baseado em seis livros que Hannah publicou em vida e mais um publicado após sua morte. É uma boa introdução. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assine o Café Brasil Premium para ver a versão completa: https://canalcafebrasil.com.br Você provavelmente já ouviu falar da filósofa alemã Hannah Arendt, cuja obra merece ser lida, não é? Ela escreveu sobre governos totalitários, regimes políticos em que o poder é exercido de forma absoluta e concentrada em um único líder ou grupo. Nesses regimes, o controle sobre as pessoas é muito intenso e busca-se manipular sua maneira de pensar e perceber o mundo. Hannah disse que “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazi convicto ou o comunista convicto, mas pessoas para quem a distinção entre fato e ficção e a distinção entre o verdadeiro e o falso, já não existem mais.” Ela argumenta que o tipo de pessoa que melhor se adapta a governos totalitários não é necessariamente alguém que acredita fortemente nas ideologias do regime, mas quem não consegue distinguir entre fatos e ficção, verdade e falsidade. Merdades e ventiras. Quando Hannah menciona a "distinção entre fato e ficção", ela está se referindo à capacidade de diferenciar o que é real e baseado em evidências concretas do que é inventado ou imaginado. Quando fala em "distinção entre o verdadeiro e o falso" refere-se à habilidade de distinguir o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Entendeu? Perceber a diferença entre o que é real e baseado em evidências concretas e o que é inventado ou imaginado, e entre o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso. Em governos totalitários, as pessoas podem ser facilmente enganadas e manipuladas por propaganda, mentiras ou narrativas distorcidas. Tornam-se incapazes de distinguir entre o que é real e o que é inventado, entre o verdadeiro e o falso, e entram numa confusão mental que as deixa ainda mais suscetíveis à manipulação e ao controle do Estado. É uma espiral destrutiva... Bem, olhe à sua volta. Perceba o que vem acontecendo, quantas narrativas estão nos levando a conclusões muito convenientes para certos grupos de poder. É para isso que nós estamos aqui: ajudar você a desenvolver senso crítico e capacidade de discernimento para não ser facilmente manipulado por informações falsas ou distorcidas. Só assim você consegue tomar decisões informadas e preserva sua liberdade e autonomia. Sacou? A conversa aqui é sobre liberdade e autonomia. Há um pequeno livro chamado 10 lições sobre Hannah Arendt, que meu xará Luciano Oliveira escreveu baseado em seis livros que Hannah publicou em vida e mais um publicado após sua morte. É uma boa introdução. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A filósofa alemã Hannah Arendt, investigou os regimes extremos como o nazismo e o stalinismo em sua obra "Origens do Totalitarismo". Ela ressaltou a destruição da esfera pública, a desvalorização da vida humana individual e a manipulação política como características centrais desses regimes. Para Hannah, a ação política é essencial para promover a liberdade e a igualdade, destacando a importância da esfera pública e do engajamento político. Hannah enfatizou a ideia da pluralidade, reconhecendo a diversidade e a individualidade de cada pessoa, e argumentou que a política é um espaço onde todos têm voz, apesar das diferenças. Entendeu? A política é um espaço onde todos têm voz, apesar das diferenças. Hannah também explorou a "banalidade do mal" ao analisar o caso do julgamento do nazista Adolf Eichmann, mostrando que o mal pode surgir da falta de pensamento crítico e da obediência cega. A obra de Hannah Arendt é fundamental para compreender a política como um espaço de convivência e deliberação entre pessoas diferentes. Agora a suprema ironia. Ouça esta fala de Hannah Arendt: “O resultado de uma total e consistente substituição da verdade dos fatos por mentiras é que, com isso, vão se destruindo os sentidos com base nos quais nos orientamos no mundo real”. Que tal? É com essa fala de Hannah Arendt, que Yuri Corrêa da Luz e Ana Letícia Absy, procuradores regionais dos direitos do cidadão, abrem as 215 páginas da ação civil pública que pede a cassação da rádio Jovem Pan porque a emissora, ao dar espaço para colunistas de opinião, “veiculou conteúdos desinformativos sobre o funcionamento de instituições públicas nacionais, e conteúdos incitatórios à violência e à ruptura do regime democrático brasileiro." Entendeu? Os procuradores usaram Hannah Arendt para dar um verniz à pratica da censura e da violência contra a liberdade de opinião e pensamento. Tudo aquilo que ela abominava. Se um dia esses procuradores se encontrarem com ela em outro plano, como todo malandro brasileiro, banalmente dirão: “Vai desculpando aí, dona Ana. Foi mal...” https://www.youtube.com/watch?v=UVjMBvR7F7o Este vídeo continua para assinantes do Café Brasil. Assine em https://canalcafebrasil.com.br
Quando você decide ser honesto, se compromete a agir de acordo com seus princípios e valores. Se recusa a enganar, manipular ou prejudicar os outros para obter vantagens pessoais. Isso pode ser muito desafiador em um ambiente competitivo, onde a pressão para obter resultados a qualquer custo é esmagadora. Ao optar por ser honesto, você coloca em risco a possibilidade de obter vantagens imediatas. Enquanto outros cortam caminhos e usam táticas questionáveis, você escolhe seguir pelo trajeto mais longo e difícil. Quando valores morais são, digamos, flexíveis, quem escolhe ser honesto não tem vida fácil. Olha para os lados e vê que muitos daqueles que sacrificam sua integridade, se dando bem, mais rápido que você. Se você busca obter dinheiro, fama, poder e vantagens pessoais rapidamente, ser honesto é estar em desvantagem. Mas a vida inteira meus pais me ensinaram a ser honesto! E eu ensino isso para meus filhos! Quando é que ser honesto vale a pena? Ué, quando a intenção é construir relações de confiança e respeito. Quando você quer se mostrar como alguém íntegro, mesmo se isso for impopular. Quando você quer se mostrar autêntico, verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Quando você está verdadeiramente interessado em resolver problemas. Quando você está interessado em seu crescimento pessoal, em aprender com seus erros e promover mudanças em sua vida. Entendeu? De um lado grana, poder, fama e vantagens a qualquer preço. De outro, confiança, respeito, integridade, autenticidade e crescimento pessoal. Escolha um lado. Assim você define qual tipo de sociedade ajudará a construir. A dos canalhas, desconfiada, onde todos querem puxar seu tapete e fazer você de otário. A sociedade da insegurança. Ou a sociedade dos honestos, onde você sabe que não será vítima de vigaristas e canalhas. Onde pode confiar nos outros. A sociedade da segurança. E aí? Em qual das duas você quer viver? Puta conversa óbvia, não é? É. Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ibGQqc6sdk8 Gostou? De onde veio este, tem muito mais. No Café Brasil Premium você se desenvolve como líder nutritivo, que não apenas lidera, mas atrai, inspira, educa e serve como modelo. São textos, livros, palestras, cursos, podcasts, jornadas de aprendizado exclusivas e uma comunidade de líderes e empreendedores nutritivos, criando o lugar ideal para sair da normose. Acesse https://canalcafebrasil.com.br/ e faça parte de uma comunidade que defende a liberdade!