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Donald Trump continua a fragilizar os aliados dos Estados Unidos. Depois da Europa e do Médio Oriente, parece ter chegado a vez dos aliados na Ásia-Pacífico. O presidente norte-americano deu ordens ao Pentágono para reduzir a participação num exercício militar conjunto com a Coreia do Sul, ao mesmo tempo que fazia um elogio ao ditador da Coreia do Norte. O que move Trump? À procura de respostas, conversamos com Henrique Burnay, consultor em Assuntos Europeus e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O poder de defesa do Brasil frente a um ataque estrangeiro | Rodolfo Laterza | Programa 20 Minutos
Coronel José do Carmo destaca que a integração de norte-coreanos liberta tropas russas. Sublinha que Moscovo tem vantagem negocial e que o Irão é uma ditadura militar liderada por fanáticos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministro das Relações Exteriores da Argentina descarta a possibilidade de aplicar a reciprocidade contra o Brasil, depois que o governo brasileiro rebaixou a relação entre os países e nega que o governo argentino estivesse tentando interferir politicamente nas eleições brasileiras. E mais:- Autoridades iranianas afirmam que o país está muito perto de concluir um acordo para a navegação comercial por Ormuz com Omã. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos dizem também estar engajados em negociações sobre a região, mas Teerã nega- Em uma declaração conjunta divulgada pela Organização dos Estados Americanos, 10 países da América Latina condenaram o plano do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, para acabar com as eleições no país- Netanyahu divulga vídeo reafirmando que um acordo com o Hamas ainda não tem seu consentimento não vai recuar até que o Hamas esteja desarmado- Autoridades ucranianas acusam a Coreia do Norte de posicionar uma unidade de mísseis para ajudar a Rússia. Nessa madrugada, ataques no leste da Ucrânia a cidades e navios cargueiros deixaram seis mortos e mais de 20 feridos- Papa Leão XIV anuncia turnê pela América Latina, com visitas ao Uruguai, Argentina e Peru, entre 6 e 17 de novembro Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Mudanças no visto de retorno para residentes permanentes. Brasileiro fala da vida em Townsville, cidade que vai sediar amistoso da seleção em setembro. O Festival Garma no Território do Norte. Também: a morte de uma bebê esquecida num carro em Portugal, a presença portuguesa na FLIP de Paraty e como câmeras com IA estão ajudando a evitar suícidios nas pontes de Seul, Coreia do Sul.Mudanças no visto de retorno para residentes permanentes. Brasileiro fala da vida em Townsville, cidade que vai sediar amistoso da seleção em setembro. O Festival Garma no Território do Norte. Também: a morte de uma bebê esquecida num carro em Portugal, a presença portuguesa na FLIP de Paraty e como câmeras com IA estão ajudando a evitar suícidios nas pontes de Seul, Coreia do Sul. Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Abra sua conta na COINBASE e ao comprar R$1000 ganhe $10 USDC:https://coinbase-consumer.sjv.io/c/7081608/3861328/9251O que aconteceria se Vladimir Putin decidisse usar uma arma nuclear na Ucrânia?Neste vídeo, analisamos os principais cenários considerados por governos e especialistas: uma detonação demonstrativa sobre o Mar Negro, o uso de uma bomba nuclear tática no campo de batalha ou um ataque contra uma cidade ucraniana.Também relembramos a crise nuclear de 2022, quando autoridades americanas identificaram discussões entre militares russos sobre o possível emprego desse tipo de armamento. Naquele momento, Estados Unidos, China, Índia e outros países enviaram recados a Moscou sobre as consequências de uma escalada nuclear.A análise mostra os possíveis efeitos militares, políticos e econômicos de cada cenário, incluindo uma eventual resposta convencional da OTAN, o isolamento internacional da Rússia, a reação da China e o risco de uma nova corrida nuclear em países como Polônia, Coreia do Sul, Japão e Arábia Saudita.Por fim, discutimos o paradoxo das armas nucleares: enquanto permanecem guardadas, elas funcionam como instrumento de dissuasão. A partir do momento em que são utilizadas, podem provocar uma escalada impossível de controlar.Assista até o final e entenda por que um ataque nuclear poderia transformar a guerra da Ucrânia na maior crise da história.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/
No resumo de notícias de hoje, vamos falar da oficialização da candidatura de Flávio Bolsonaro, com Milei roubando a cena, vídeo de Jair feito por inteligência artificial, crise diplomática, dificuldade para encontrar um vice, novos jingles e pesquisas mostrando um país dividido; do governo, com Lula reagindo ao tarifaço no Washington Post, aproximação com a Coreia do Sul, distribuição do lucro do FGTS, prorrogação do Desenrola, medidas de proteção às mulheres e dívida pública em alta; do Supremo, com Cármen Lúcia na Flip, investigação contra Lulinha e novas revelações sobre Jaques Wagner no caso Master; da sequência de desastres naturais, com terremoto no Japão, calor e incêndios na Europa, tornado no Rio Grande do Sul e ventanias mortais no Sudeste; do cenário internacional, com crise política na Argentina, posse de Keiko Fujimori, pedido de prisão de Evo Morales, pressão migratória em Ceuta e novas regras de resgate na Itália; e dos Estados Unidos, com o Brasil ainda tratado como ameaça, reunião de Trump com Netanyahu, possível desarmamento do Hamas e novas relações entre política, negócios e a Fifa.E claro, não poderiam faltar os nossos quadros: Realidade Distorcida, Two Dots, Keeping Up With the Fofoca, Rivo de Ouro, Como Vota Deputado, Rapidinhas e Cancelamento da Semana, além do anúncio do próximo RivoTalks — sempre com a sua participação aqui com a gente.Vem no chat ao vivo!___Apoie o Rivo! Pix: 54.538.001/0001-13
Câmeras equipadas com inteligência artificial estão ajudando a evitar suicídios nas pontes que cortam o rio Han, em Seul, Coreia do Sul. Quando detectam que alguém pode estar prestes a saltar, as câmeras acionam o alarme para que haja uma resposta rápida dos socorristas.Câmeras equipadas com inteligência artificial estão ajudando a evitar suicídios nas pontes que cortam o rio Han, em Seul, Coreia do Sul. Quando detectam que alguém pode estar prestes a saltar, as câmeras acionam o alarme para que haja uma resposta rápida dos socorristas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
No último episódio da Temporada 4 do DESTINO: SAUDADE, Gaúcho leva-nos pelos dias no Marítimo ao lado do Pepe e confessa os problemas vividos com dois treinadores: Anatoliy Byshovets e Manuel Cajuda. Nada comparável, porém, à dor sentida pela morte do seu irmão Heriberto. O antigo ponta-de-lança deixou Portugal para trás, após 13 épocas, e voltou ao Brasil para ajudar a família. A conversa ainda nos leva à Coreia do Sul, aos golos em Recife e à amizade fraterna com Jorge Andrade, «um amigo para a vida». Boas férias para todos, voltaremos em setembro
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (29): O advogado de Jair Bolsonaro (PL), João Henrique de Freitas, disse na terça-feira (28) não ter sido do ex-presidente a decisão da exibição de um vídeo feito com inteligência artificial na Convenção Nacional do Partido Liberal (PL). No evento que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Também na terça-feira (28), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas para a defesa explicar se houve permissão de Bolsonaro. Reportagem: Paulo Edson Fiori. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, lamentou as falas do presidente da Argentina, Javier Milei, durante a Convenção Nacional do PL em São Paulo. Alckmin também afirmou que pretende dobrar o comércio com a Coreia do Sul como um caminho para driblar o tarifaço. O porta-voz da Casa Rosada emitiu uma declaração minimizando o desconforto entre Milei e Lula (PT), afirmando que a troca de insultos entre os governos do Brasil e da Argentina sempre existiu e que a Argentina nunca levou o fato para o campo diplomático. Em encontro com o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Lula afirmou que não quer “transformar a situação em uma coisa maior do que é ou dar uma importância maior à Milei do que ele tem”. Reportagem: André Anelli. A Federação PSDB - Cidadania lançou Soninha Francine para o Senado por São Paulo. A legenda pleiteou uma candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, mas reconheceu a dificuldade de enfrentar os extremos. Outros 95 nomes devem ser lançados como pré-candidatos à deputados estaduais. A Ucrânia advertiu o Irã para não retaliar um ataque feito à um navio persa no Mar Cáspio. O navio iraniano levava armamentos para Rússia, que abasteceriam o front contra cidades ucranianas. Teerã pediu ressarcimentos pelas perdas, enquanto Moscou classificou o ato como terrorismo. O Irã coopera com a Rússia vendendo equipamentos e drones em troca de informações de inteligência militar russa contra os EUA. Segundo o mais recente levantamento da Paraná Pesquisas, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) têm chances de vencer ainda no primeiro turno, onde lidera com 48,5%. O mesmo cenário mostra Fernando Haddad (PT) com 35%. Em um cenário de segundo turno, Tarcísio tem 51,8 % e Haddad com 38,5%. A mais recente pesquisa eleitoral para a Presidência da República realizada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg mostra o presidente Lula (PT) liderando no primeiro turno com 44,9%, à frente de Flávio Bolsonaro (PL), com 35,8% e Renan Santos (Missão) com 7,8%. Já no segundo turno, o petista venceria o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com 49,2% contra 42,9%. As Forças de Defesa de Israel confirmaram um ataque de drone realizado pelo Hezbollah na zona neutra entre os dois países. Atualmente está em vigor um cessar-fogo, entretanto, o Hezbollah atua de forma independente do Líbano, podendo re-aquecer as tensões na região. O Republicanos deve deixar para bater o martelo sobre o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República para a véspera de sua convenção. A tendência do partido é optar pela neutralidade, mesmo com Daniella Marques (Republicanos) sendo um dos nomes cotados para a Vice-Presidência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, foi sorteado relator da ação da Federação Brasil da Esperança contra o PL e o senador Flávio Bolsonaro. A representação questiona a exibição, durante a convenção do partido, de um vídeo produzido com inteligência artificial que simula um pronunciamento de Jair Bolsonaro, sob alegação de propaganda eleitoral antecipada e uso irregular da tecnologia. Reportagem: Janaína Camelo. A convenção estadual do PL em Minas Gerais terminou sem definir um candidato ao governo estadual, deixando a decisão em aberto para a Executiva do partido enquanto aguarda uma posição do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). O encontro, realizado em Belo Horizonte, também homologou a candidatura de Domingos Sávio ao Senado e priorizou acertos de palanque e chapas proporcionais. Reportagem: André Santos. O governo federal e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) definiram uma estratégia conjunta focada na criação da sétima missão da Nova Indústria Brasil (NIB), com foco na internacionalização das cadeias produtivas. O plano foi alinhado em reunião entre o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e o presidente da CNI, Ricardo Alban. Reportagem: Thaís Sprovieri. Brasil e Coreia do Sul assinaram cinco memorandos de cooperação durante cerimônia no Palácio da Alvorada, com a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Lee Jae-myung. Os acordos abrangem áreas como educação, energia, tecnologia industrial, atividades espaciais e esportes. Segundo o governo brasileiro, a iniciativa fortalece a cooperação bilateral e abre caminho para futuros acordos formais. Reportagem: André Anelli. O conflito entre Irã e Estados Unidos entrou em um momento de trégua, mas a tensão continua elevada no Oriente Médio. Teerã afirmou que não há negociações em andamento com Washington e que qualquer nova ofensiva americana será respondida. Reportagem: Luca Bassani. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá reuniões separadas com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. Os encontros abordarão propostas de cessar-fogo na guerra entre Ucrânia e Rússia, além dos conflitos no Oriente Médio, incluindo a situação em Gaza e a presença militar israelense na região. Reportagem: Eliseu Caetano. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) deve prestar depoimento à Polícia Federal nesta terça-feira (28) para prestar esclarecimentos no inquérito sobre calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O depoimento foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a pedido da defesa do candidato. Na decisão, Moraes afirmou que foi dada oportunidade à defesa do senador para indicar data e horário para ser ouvido. Como não houve resposta, a oitiva foi marcada para às 14h desta terça-feira (28). Reportagem: Marco Viana. O presidente da Argentina, Javier Milei, compartilhou uma série de publicações com críticas ao presidente Lula nas redes sociais, na tarde desta segunda-feira (27). Os conteúdos foram publicados por apoiadores e repostados por ele no X. Em quatro horas, Milei republicou cinco posts com críticas a Lula. As publicações foram compartilhadas em meio à crise diplomática entre os dois países, iniciada após ataques do argentino a Lula na convenção do PL, no sábado (25). Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta terça-feira (28): Um vídeo que circula nas redes sociais mostra criminosos utilizando uma charrete durante um assalto em Ferraz de Vasconcelos (SP). O caso bizarro chama a atenção para algo sério: os bandidos perderam a vergonha. O Anuário da Segurança Pública de 2026 indica que o Brasil pode atingir 1 milhão de pessoas presas em 2027 e abre o debate sobre a superpopulação carcerária e redução da maioridade penal. O cálculo é que houve um aumento de 160% da população carcerária nas últimas décadas. Um vídeo gerado por inteligência artificial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgado na Convenção do Partido Liberal tem gerado polêmica. Javier Milei, presidente da Argentina, compartilhou uma série de postagens nas redes sociais contra o presidente Lula (PT). O atrito entre os mandatários começou após falas agressivas de Milei na convenção do PL, em que chamou o presidente brasileiro de presidiário. Questionado, Lula respondeu “quem é esse cara?”. A filha do ex-ditador Alberto Fujimori, assumirá a presidência do Peru na tarde desta terça-feira (28), com presença do presidente argentino Javier Milei. Keiko venceu as eleições presidenciais do país após três tentativas. O Tribunal Superior Eleitoral irá reunir diplomatas para defender e explicar o funcionamento das urnas eletrônicas, após o senador pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) pôr em dúvida o processo eleitoral através de urnas eletrônicas também em uma reunião com diplomatas. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), teria repostado por engano uma imagem de Lula (PT) com o presidente da Coreia do Sul, em visita do líder asiátio á Brasília. Um terremoto de 7,1 graus na escala Richter atingiu o Japão nesta terça-feira (28). Segundo o governo japonês, foram registrados alguns casos de edifícios que caíram e até mesmo vítimas que se feriram, mas até o momento, maiores estragos não foram registrados. O país possui estrutura para lidar com esse tipo de evento sísmico. Donald Trump cumpre agenda com Vlodomir Zelensky e Benjamin Netanyahu sobre rumos das guerras da Ucrânia e no Oriente Médio. O americano também é notícia por tentar passar uma lei para restringir a votação por correio nas eleições do país. O ator Juliano Cazarré reuniu 600 homens em um evento sobre masculinidade, espiritualidade, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Intitulado “O Farol e a Forja”, o evento contou com palestras e dinâmicas sobre o papel do homem na sociedade, com ingressos entre R$ 600 e R$ 6.000. O Supremo Tribunal de Justiça negou o recurso da defesa do ex-jogador Robinho para levar seu caso a julgamento no STF. O pedido da defesa se baseia no fato de que quem condenou o ex-jogador por abuso sexual foi a Justiça italiana, com o STJ apenas determinando o cumprimento da pena no Brasil. A Justiça do Trabalho de Minas Gerais anulou a demissão por justa causa de um operário de uma indústria de alimentos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O homem havia sido dispensado após atrasar quatro minutos para bater o ponto, por conta da distância entre seu posto de trabalho e o relógio de ponto. Um professor divulgou nas redes sociais que plantou uma “armadilha” para descobrir quais alunos utilizavam inteligência artificial para fazer uma prova, resultando na reprovação de 32 dos seus 35 alunos. O professor explicou que inseriu um comando “invisível” de que a palavra “madagascar” teria que aparecer fora de contexto nas redações, e quando os alunos copiavam o texto para jogar na IA, o comando ia junto, revelando os trapaceiros. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques desta terça-feira (28/07/26):➡️ Boi: 10 altas seguidas. O que vem pela frente?➡️ Risco à fertilizantes volta ao radar do mercado. Entenda!➡️ Quanto vale, para a pecuária, abrir Coreia do Sul e Japão? ➡️ Como o produtor rural acha que a cidade enxerga o agro? Pesquisa indica.*Kellen Severo, jornalista Agro
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Presidente da Coreia do Sul esteve em visita oficial ao Brasil. Os dois se reuniram no Palácio da Alvorada.
Bom dia! ☕Aproveite o Black App do Magalu aqui.Mande seu áudio pro time aqui.Garanta seu ingresso para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:
Confira os destaques desta segunda-feira (27/07/26):➡️ Arroba vai disparar com abertura do mercado da Coreia? ➡️ Ureia sobe 14% em quatro semanas. Vai subir mais? ➡️ Café tem novo dia de alta em NY. Saiba o por quê➡️ Petróleo e clima nos EUA mexem com preços da soja e do milho. Entenda *Kellen Severo, jornalista Agro
Na segunda edição deste boletim você confere:- Lula recebe presidente da Coreia do Sul para discutir minerais críticos e terras raras;- Ministro do STJ nega recurso que pretendia levar a análise de condenação de Robinho para o STF;- Programa que financia motos para entregadores e mototaxistas é lançado pelo governo.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales Faria, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Os Estados Unidos anunciaram mais uma rodada de imposição de tarifas comerciais, atingindo cerca de 60 países. O Brasil está entre eles, mas também outros tradicionais parceiros dos americanos, como o Japão, Coreia do Sul, Índia, Canadá, Reino Unido e União Europeia. Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Brian Winter, editor-chefe da Americas Quaterly, e Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme.
Os choques de petróleo e gás gerados pelas guerras em curso deram a sacudida que faltava para a Europa mexer na sua matriz energética. A Comissão Europeia anunciou um plano para dobrar até 2040 a produção de eletricidade no bloco, estagnada em apenas 23% do consumo de energia final, ainda amplamente dominado pelas fontes fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O grande desafio será baixar e estabilizar o preço da eletricidade, três vezes mais taxada do que o gás, o que a torna mais cara. Para isso, serão necessárias novas fontes de financiamento para os investimentos nas infraestruturas dos sistemas energéticos europeus, historicamente focados no petróleo, no gás e no carvão. “Isso é realmente o cerne da coisa”, frisa Nicolas Berghmans, diretor do programa de Novas Políticas Industriais do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais (Iddri), em Paris. “Quando olhamos para o resto do mundo, a China, a Coreia e o Japão já atingiram taxas de 30% e seguem aumentando rapidamente a dinâmica de apoio à eletricidade no seu mix. Isso mostra que é perfeitamente possível caminhar nessa direção e que é rentável, mas requer alguns ajustes.” Mudança vem pelo bolso Apesar de o bloco europeu ter metas ambiciosas de descarbonização, a maioria das economias ainda tem uma forte dependência das importações de combustíveis fósseis. O novo Plano de Ação para a Eletrificação é uma reação a essa vulnerabilidade. Desde o bloqueio de Ormuz, no Irã, a conta da energia subiu € 50 bilhões na União Europeia, com impacto para a estabilidade econômica dos Estados e seus cidadãos. Neste contexto, o estímulo à eletrificação se tornou uma prioridade para Bruxelas, principalmente para os setores altamente consumidores de energia, como transportes, construção civil e indústria. O objetivo é conseguir cortar em 70% o uso de gás no bloco – substituindo, por exemplo, caldeiras de aquecimento dos prédios ou fornos industriais por modelos elétricos. “Uma das soluções é eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis e transferir para eles parte da carga tributária que existe na eletricidade. Isso desestimularia o uso dos fósseis e garantiria que o impacto de curto prazo nas finanças públicas não seja tão severo, uma vez que se os preços da eletricidade caírem, a arrecadação hoje atrelada a ela também vai diminuir”, observa Berghmans. Ao comentar a incompatibilidade entre o regime fiscal em vigor para a energia com as metas ambientais da UE, o comissário europeu de Energia, Dan Jorgensen, comparou os subsídios às fontes fósseis a “dar açúcar para pacientes diabéticos”. Ele defendeu que os incentivos – que chegaram a 97 bilhões de euros em 2024 – precisam acabar “o mais rapidamente possível”. A Comissão Europeia aponta para a meta de 46% de eletricidade no bloco até o fim da próxima década, mas caberá aos Estados-membros decidirem, nos próximos meses, se aceitam o desafio. Países com maior dependência das fontes fósseis, como Polônia, República Tcheca e Itália, tendem a pressionar por metas mais baixas ou contrapartidas, nas discussões que se sucederão no Parlamento e no Conselho Europeu, ao longo dos dois próximos semestres. Flexibilização do mercado de carbono Antecipando esse cenário, no mesmo dia da apresentação do plano, a Comissão também propôs um relaxamento das regras do mercado de carbono europeu. Os prazos de gratuidade e cotas mais baratas de emissões para diversos setores industriais altamente poluentes serão prorrogados, de 2034 para 2038. Em outras palavras, as empresas terão mais tempo para se descarbonizar. Aurélie Brunstein, analista de indústrias pesadas na organização Réseau Action Climat, ficou decepcionada. Ela acha que a decisão poderá comprometer as metas europeias de 90% de redução das emissões até 2040. “Constatamos que a Comissão Europeia escolheu privilegiar a competitividade industrial em detrimento do clima – e num momento em que acabamos de passar por uma terceira onda de calor. Quando vemos a que ponto ela relaxa a incitação para as indústrias se descarbonizarem, nos questionamos como os Estados farão para atingir os objetivos que foram fixados pela própria União Europeia”, questiona. “O risco é que a pressão que foi colocada sobre as indústrias seja transferida para outros setores, como o transporte, a agricultura, a construção civil e os sistemas de aquecimento”, lamenta Brunstein. Entenda o projeto de mudança Outro aspecto que gerou críticas de organizações ambientalistas é que as companhias poderão adquirir créditos de carbono internacionais a partir de 2036, por meio do financiamento de projetos de descarbonização fora da União Europeia, e esses créditos poderão ser contabilizados na redução de suas emissões. Há mais de 20 anos, o bloco implementou um mercado de cotas de emissões (ETS, na sigla em inglês) para enfrentar a mudança climática. Na prática, as indústrias que mais consomem energia e as companhias de luz devem comprar "permissões para poluir", segundo o princípio de "quem polui, paga", para compensar suas emissões de CO2. O preço da tonelada varia atualmente em torno de € 80. O total de cotas disponíveis no mercado vem sendo reduzido ao longo do tempo para estimular que as indústrias emitam menos. Cotas gratuitas também foram implementadas como incentivo. Elas deveriam ser extintas em 2034, mas agora a Comissão propõe prolongá-las e reduzir o ritmo de eliminação de todas as cotas disponíveis no mercado. “O preço do CO2 precisa ser baixo o suficiente para que as empresas europeias sejam minimamente competitivas e capazes de manter a produção. Mas, ao mesmo tempo, deve ser alto o bastante para impulsionar a descarbonização e permitir que os planos de investimento considerem um preço mínimo por tonelada de CO2 para fecharem o financiamento e a rentabilidade que esperam ter”, salienta Nicolas Leclerc, cofundador do Omnegy, consultoria especializada em descarbonização. Ele avalia que, num contexto em que a indústria europeia se encontra esmagada pela concorrência asiática e por regras ambientais rigorosas, a flexibilização representa um alívio. “Chegou-se a um compromisso, e que vai na direção certa, afinal, não queremos que as empresas europeias fechem e os produtos passem a ser fabricados no exterior, em condições ambientais piores”, ressalta, frisando que as receitas geradas pelo mercado de carbono poderão financiar projetos de descarbonização.
No novo episódio do quadro “Expresso”, a Laura comentou sobre a sua viagem para o Japão e para Coreia junto com várias indicações de filmes para você assistir e ficar com aquela vontade de arrumar as malas e ir para a Ásia. Ficou curioso(a) para saber mais? Então corre dar o play! Não esquece de comentar e compartilhar com os amigos nerds!
Abra sua conta na COINBASE e ao comprar R$1000 ganhe $10 USDC:https://coinbase-consumer.sjv.io/c/7081608/3861328/9251Xi Jinping não precisa necessariamente invadir Taiwan para colocar a ilha sob o controle de Pequim. Neste vídeo, eu explico como a estratégia chinesa pode combinar pressão política, econômica e militar com uma tentativa de destruir a confiança de Taiwan nos Estados Unidos.Também analiso como Donald Trump pode se tornar uma peça central nesse plano. As negociações entre Washington e Pequim, as vendas de armas para Taiwan, o futuro das alianças americanas na Ásia e a possibilidade de uma quarentena marítima fazem parte de uma disputa que pode mudar o equilíbrio de poder no Indo-Pacífico.Eu mostro ainda por que Taiwan é tão importante para a segurança regional, para a produção mundial de semicondutores e para a credibilidade dos Estados Unidos diante de aliados como Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Austrália.Talvez a principal pergunta já não seja quando a China vai invadir Taiwan, mas se Xi Jinping conseguirá alcançar seu objetivo sem precisar disparar um único tiro.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/#coinbase #taiwan #china #usa #xijinping #trump
Várias observações do Universo indicam que a matéria escura é um ingrediente fundamental do cosmos: é cerca de cinco vezes mais abundante do que a matéria normal e contribui para manter as galáxias coesas. Apesar disso, a sua detecção directa é um grande desafio, uma vez que as partículas que a constituem não emitem nem interagem com a luz. A RFI falou com a doutora Isabel Lopes, responsável do grupo Matéria Escura na Universidade de Coimbra. E se alguém lhe dissesse que tudo aquilo que conseguimos ver no Universo representa apenas cerca de 5% do que existe? Os outros 95% seriam, pois, matéria escura. A experiência LUX-ZEPLIN é uma colaboração internacional com 250 cientistas e engenheiros de 37 instituições dos Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Suíça, Austrália e Coreia do Sul. A doutora Isabel Lopes é responsável do grupo Matéria Escura do LIP, o Laboratório de instrumentação e física experimental de partículas, da Universidade de Coimbra. Ela começa por explicar o âmbito da experiência LUX-ZEPLIN. Essa experiência tenta detectar as partículas, hipotéticas porque não sabemos se elas sequer existem, que constituirão a matéria escura. A matéria normal, nós sabemos que é feita de partículas, então nós pomos a hipótese de que a matéria escura também seja feita de partículas. Só que não podem ser estas partículas que nós conhecemos. As propriedades da matéria escura não são de molde a serem compatíveis com as propriedades das partículas que nós conhecemos. De modo que são partículas desconhecidas. E então a experiência LUX-ZEPLIN tem um enorme detector numa antiga mina de ouro, a 1,7 quilómetros de profundidade, a ver se consegue detectar partículas dessa matéria escura que venham da periferia da nossa galáxia. Porque é que o detector está enterrado tão fundo? Estas partículas da matéria escura, nós sabemos que têm pouca probabilidade de interagir com a matéria normal, portanto, com o detector. Ao mesmo tempo, por exemplo, aqui à superfície da Terra, temos imensas outras partículas que vêm da atmosfera, que vêm dos materiais, até nós próprios irradiamos partículas. E, portanto, seria impossível distinguir, no meio de tanta partícula a interagir no detector, aquelas que nós procuramos, que são muito raras. Por isso, vamos lá para baixo, e assim, no nosso detector só vamos ver os sinais das partículas de matéria escura, quando eles aparecerem claro. Para tentar ver estes sinais, utilizam o xénon líquido. O que é e porque é importante nessa pesquisa? Pois são dez toneladas de xénon líquido e como a probabilidade destas partículas interagirem é muito pequena, nós temos que aumentar a massa das nossas partículas normais. São os átomos de xénon líquido, compostos por electrões, protões e neutrões. Por isso temos que ter muitos desses átomos. O xénon é bom porque ele tem um gás inerte, não é perigoso. Portanto daí a escolha do xénon. E é líquido porque sendo líquido é muito mais denso que sendo gás. Densidade significa que temos mais partículas por unidade de volume. E, portanto, conseguimos maior probabilidade de observar as tais partículas da matéria escura. Se uma partícula de matéria escura atravessar o detector, o que acontece exactamente? Vemos um sinal eléctrico, não no xénon directamente. No xénon directamente, essa partícula vai alterar os átomos, vai produzir luz. E essa luz que é uma luz no ultravioleta, vai ser detectada por uns sensores que nós temos no detector, no pote, digamos assim, cheio de xénon líquido. Temos um conjunto de sensores de luz no topo e na base. E então esta luz é detectada por esses sensores. Esses sensores convertem a luz num sinal eléctrico e o que nós vimos é nos computadores um sinal eléctrico. Depois há todo o trabalho de ver se o sinal eléctrico observado é compatível com que nós esperamos da partícula da matéria escura. E aí entra a física. Se o encontrassem matéria escura, o que mudaria na física? Isso me ajudaria imenso, porque é um mistério enorme. Termos provas de que exista matéria escura, que não só existe como é 90% de toda a massa do universo. Nós temos aqui na nossa galáxia toda um halo de matéria escura à volta da parte luminosa e que não sabemos o que é. E, portanto, além disso, seriam partículas novas, totalmente desconhecidas. Iremos ter que estudar todas estas partículas e ver se compreendemos o comportamento dessas massas. Era realmente uma revolução. Ao contrário, se o LUX-REPLIN terminar sem encontrar matéria escura, significa que não existe ou que temos de a procurar de outra forma? Já está a ser desenhado um detector ainda maior, também de xénon líquido, muito parecido com LUX-ZEPLIN, porque o tamanho importa muito. Portanto já está a ser desenhado esse detector que se chama XLZD. Essa é a fase seguinte. Prevê-se que esteja pronto para 2030, 2031 e depois, se esse não der, então temos que procurar outras maneiras. Nesses projetos, qual é o papel de Portugal? Há só uma instituição em Portugal a participar que é o LIP. E então nós fomos responsáveis e mantemos a manutenção. Fomos nós que desenhámos e construímos, digamos, o cérebro da experiência que se chama o sistema de controlo, que é o sistema, como o nome indica, que controla as várias partes do detector e toma a acção quando ela é necessária. Por exemplo, estas dez toneladas de xénon estão sempre a circular, não estão quietinhas no detector. Isso obriga a que abram e fechem as torneiras e sejam lidos muitos sensores. Esta experiência tem 10.000 sensores, para além dos sensores de luz, têm 10.000 sensores de pressão, temperatura porque o cheiro só é liquido a -100 graus. Também fizemos um sistema todo software para ir analisando os dados da experiência, ou seja, os sinais dos sensores de luz para ver se está tudo a correr bem. Isso é bastante complexo porque nós temos que ter a certeza que o detector está estável a um nível muito elevado. A precisão tem que ser muito grande. E agora somos responsáveis por analisar os dados à procura do tal sinal da matéria escura. Temos uma parte dessa tarefa. Portanto, temos várias valências. É um grupo que não é muito grande. Tem 12 pessoas, entre investigadores e estudantes. Fizeram uma operação de 417 dias entre 2023 e 2025, na qual não encontraram matéria escura, mas aprenderam muito. Considera que é um sucesso? Ah sim é um sucesso. Ela foi um sucesso. Nós já temos resultados posteriores a estes, mas estes foram um sucesso porque não só mostraram que era possível operar um detector tão grande. E, por outro lado, ficámos a saber um pouco mais da matéria escura, quanto, por exemplo, a sua potencial massa. Era Isabel Lopes, investigadora e responsável do grupo Matéria Escura do LIP da Universidade de Coimbra, que nos acompanhou neste magazine de Ciência.
A EPIDEMIA DE SOLIDÃO MASCULINA: O Que Está Acontecendo? Por que os homens estão cada vez mais isolados? No episódio de hoje, o Nerdebate traz uma bancada 100% feminina e altamente qualificada para debater um dos temas mais discutidos e urgentes da atualidade: A Epidemia de Solidão Masculina. Julia Paula "Dell" recebe a Gabi Psicóloga e a Fernanda Eggers (Despautada) para uma conversa profunda sobre comportamento, cultura pop e sociedade.Navegamos pelas raízes desse fenômeno global, analisando desde o impacto de movimentos sociais extremos até a forma como o cinema molda e reflete as frustrações dos homens modernos. O que a ficção tem a nos dizer sobre a realidade? E como as dinâmicas de relacionamento mudaram ao ponto de criarem barreiras invisíveis? Prepare-se para um debate sem filtros, pautado pela psicologia e pela análise cultural.
Acesse https://surfshark.com/hoc para ter 4 meses extras na Surfshark com um preço imbatível!As guerras de hoje talvez já tenham acontecido antes.Neste vídeo, analiso dois dos principais conflitos do nosso tempo — a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, e a guerra entre Rússia e Ucrânia — a partir de dois grandes precedentes históricos: a Guerra do Vietnã e a Guerra da Coreia.A tese é simples: guerras diferentes podem ter estruturas parecidas. E quando os mesmos padrões aparecem — impasse militar, pressão doméstica, aliados com interesses diferentes, chantagem nuclear, desgaste econômico e negociações inevitáveis — o desfecho também pode seguir caminhos semelhantes.O Irã pode estar se tornando o novo Vietnã dos Estados Unidos.A Ucrânia pode estar caminhando para um final parecido com o da Coreia.Neste episódio, você vai entender por que grandes potências nem sempre conseguem transformar superioridade militar em vitória política, por que algumas guerras terminam sem vencedores claros e como a história pode ajudar a prever o futuro dos conflitos atuais.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/#surfshark #iran #coreiadosul #coreiadonorte #putin #trump #israel #vietnam
Num Leste/Oeste marcado pela análise dos principais focos de tensão internacional, Nuno Rogeiro acompanha os desenvolvimentos no Irão após o funeral de Ali Khamenei e explica o significado político e estratégico de uma cerimónia que mobiliza líderes, milícias e aliados regionais, num momento de grande incerteza sobre o futuro do regime. Enquanto Portugal enfrenta mais uma época de incêndios devastadores, Rogeiro defende a criação de um conceito estratégico europeu de proteção civil que envolva os países vizinhos. No programa, analisa ainda o reforço militar da China no Indo-Pacífico, a crescente preparação de Taiwan, Japão e Coreia do Sul para um cenário de crise e as mudanças no equilíbrio de forças entre Pequim e Washington. Na guerra da Ucrânia, avalia a nova vaga de ataques, a evolução tecnológica no campo de batalha e o impacto das operações sobre território russo. Há também uma análise detalhada da próxima cimeira da NATO, dos desafios à segurança europeia e das prioridades da Aliança, sem esquecer Portugal, onde se discutem a resposta às emergências, o reforço das capacidades de proteção civil e os novos meios das Forças Armadas. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 05 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Enquanto a Copa do Mundo é disputada na américa do norte, na Ásia, a Coreia do sul recebe um torneio de futebol voltado à tecnologia. Criada em 1997, a RoboCup ocorre em campos compactos e atrai espectadores que podem circular livremente entre as quadras para acompanhar os jogos das máquinas totalmente autônomas. O torneio tem uma meta ambiciosa: formar um time capaz de vencer a seleção campeã do mundo em 2050. E ainda: Acidente de ônibus no Paquistão deixa mais de 40 mortos.
Em dezembro de 2024, um cargueiro russo chamado Ursa Major afundou na costa da Espanha levando uma carga oficialmente descrita como tampas de bueiro, contêineres vazios e guindastes.Mas a investigação apontaria para uma possibilidade muito mais sensível: o navio transportava componentes de reatores nucleares de submarinos, com destino real à Coreia do Norte.Neste vídeo, explico a história do Ursa Major, a rota suspeita do navio, o envolvimento da Rússia, a possível conexão com Kim Jong Un, os indícios de uma operação clandestina ocidental e por que esse episódio pode revelar uma nova fase da guerra nas sombras entre grandes potências.O caso envolve torpedos, navios militares russos, investigação espanhola, explosões registradas no fundo do mar, o navio Yantar, voos americanos de detecção nuclear e a possibilidade de que a Rússia tenha tentado transferir tecnologia de submarino nuclear para a Coreia do Norte.Uma história sobre guerra secreta, proliferação nuclear, Ucrânia, Rússia, Coreia do Norte e a disputa silenciosa que acontece longe das manchetes.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/
O Major-General Arnaut Moreira diz que Trump é um mestre a manipular a realidade. Defende ainda que a visita de Xi Jinping à Coreia foi por ciúmes e para travar a influência de Putin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A COPA COMEÇOU!!! O Futebol no Mundo chega para conversar sobre tudo do torneio! O México faz o jogo de abertura contra a África do Sul, reeditando a icônica partida inaugural de 2010! Mais tarde, temos Coreia do Sul e República Tcheca! E além disso, vamos falar muito da preparação da Seleção Brasileira para a estreia contra Marrocos. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (04/06/2026): No dia seguinte à proposta de imposição de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros sob alegação de práticas comerciais ilegais, os EUA anunciaram nova rodada de sobretaxas a 59 países (entre eles o Brasil) e à União Europeia por “não impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado”. As tarifas variam de 10% a 12,5%. O Brasil seria punido com 12,5%, assim como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Suíça, Austrália, Chile, Israel e Vietnã, entre outros. Para os EUA, esses países não impedem a entrada de produtos feitos com trabalho forçado. No caso brasileiro, também haveria “motivos para acreditar” na existência de trabalho forçado no setor de carne bovina. Em reação, o Brasil chamou a conclusão de “absurda” e “lamentável” e cogita aplicar o mecanismo de reciprocidade. Política: Vorcaro diz a advogados que deu dinheiro a políticos por ‘amizade’ Internacional: Com aeroporto atacado, Kuwait prega união de países do Golfo contra Irã Esportes: Ancelotti ensaia novo esquema e mudanças See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sistema prisional foi concebido originalmente como um instrumento de reabilitação e de isolamento social voltado para a manutenção da ordem pública. No entanto, em diversas regiões do mundo, essa estrutura básica colapsou completamente. Existem complexos penitenciários onde o Estado simplesmente deposita indivíduos considerados irrecuperáveis, resultando em cenários onde a brutalidade substitui qualquer processo de reabilitação e a humanidade é colocada à prova sob o rigor absoluto da sobrevivência. Neste programa, a Brasil Paralelo apresenta uma análise detalhada e documentada sobre algumas das realidades prisionais mais severas e perigosas do planeta. Investigamos as condições extremas do Campo 14 em Kaechon, na Coreia do Norte, onde vigora o sistema de punição hereditária por três gerações; a Colônia Penal n.º 6, conhecida como Golfinho Negro, na Rússia, destinada ao isolamento definitivo de criminosos de alta periculosidade; o colapso por superlotação no Presídio de Muhanga, em Ruanda; e o histórico de descontrole institucional que marcou o complexo de La Sabaneta, na Venezuela. O panorama expõe os limites da hostilidade estrutural e o impacto do colapso da ordem interna.
Nesse vídeo analisamos o desempenho de gigantes como Nvidia, Intel e Micron, e como o boom de semicondutores e chips HBM impacta o mercado financeiro global. Entenda a correlação entre o investimento em IA e o crescimento econômico de Taiwan e Coreia do Sul, comparando o cenário atual com a crise das empresas "ponto com" nos anos 2000. Avaliamos riscos, projeções de lucratividade e o impacto macroeconômico real desse avanço tecnológico. Descubra se estamos vivendo uma nova bolha da inteligência artificial.00:00:00 – Analisando a atual bolha da IA00:00:59 – Desempenho dos índices de mercado financeiro00:01:58 – Nvidia e empresas de hardware beneficiadas00:03:24 – O papel estratégico dos chips HBM00:04:33 – Concentração excessiva no índice S&P 50000:05:42 – Boom da IA na Ásia impactante00:09:24 – Impactos na economia global e PIB00:10:30 – Exportações de Taiwan e Coreia disparando00:15:10 – Comparação com bolhas históricas do mercado00:22:00 – Conclusão sobre riscos e investimentos futuros
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Ao longo dos últimos dias, Trump indicou que restariam poucos pontos para um entendimento, incluindo questões relacionadas ao programa nuclear iraniano e às condições de reparação do país. O mercado encerra a semana com expectativa mais positiva sobre a possibilidade de avanço nas negociações. Nos dados econômicos, o Core PCE veio abaixo do esperado, com surpresa baixista concentrada em serviços ex-habitação. O dado representou a primeira surpresa baixista relevante de inflação após sequência de números mais fortes, embora os indicadores anualizados ainda permaneçam acima da meta do Fed. No Brasil, a semana trouxe dados econômicos relevantes. O IPCA veio levemente acima do esperado, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e energia elétrica, enquanto os núcleos permaneceram em linha. O Caged veio abaixo das expectativas, sugerindo desaceleração marginal do mercado de trabalho, embora a PNAD tenha continuado mostrando força, com nova mínima da taxa de desemprego e crescimento robusto da massa salarial. O PIB do primeiro trimestre veio em linha com o esperado, mas com composição forte, reforçando revisões altistas para o crescimento de 2026. No campo político, seguiram os efeitos das medidas expansionistas do governo e dos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro. Nos mercados, a semana foi marcada por forte desempenho das bolsas globais. As bolsas americanas subiram entre 1,5% e 3%, enquanto mercados ligados à tecnologia continuaram se destacando, com alta expressiva na Coreia do Sul e desempenho positivo de emergentes. Os juros fecharam globalmente, com destaque para os Treasuries, enquanto o petróleo caiu cerca de 9% na semana, refletindo o maior otimismo com um possível acordo geopolítico. O dólar teve comportamento misto, enquanto o ouro avançou levemente. No Brasil, o Ibovespa caiu cerca de 1%, pressionado pela Petrobras e pelo ambiente doméstico. Na próxima semana, destaque para dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, além da continuidade das negociações entre EUA e Irã.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O impacto da tensão no Médio Oriente e a era dos robôs na Ucrânia surpreendem? Bruno Cardoso Reis analisa ainda a nova postura da Coreia do Norte e os riscos ambientais e políticos no Ártico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A polícia encontrou uma metralhadora antiaérea e 16 fuzis em um esconderijo do tráfico no Rio de Janeiro. O armamento estava escondido em uma casa na comunidade da Coreia, zona oeste da cidade. Uma passagem subterrânea levava ao depósito das armas. Segundo a polícia, o arsenal de guerra era usado em disputas territoriais entre facções e contra as forças de segurança durante as operações. Uma grande quantidade de drogas também foi apreendida. Dois suspeitos foram presos. Apenas neste ano, mais de 280 fuzis foram apreendidos pela Polícia Militar. E ainda: Lula viaja aos Estados Unidos para encontro com Donald Trump.
Sem o maior nome da história do MTB XCO, Nino Schurter, o circuito de Copas do Mundo (Whoop UCI MTB World Series) começa neste final de semana, na Coreia do Sul.E como anda a expectativa de todo mundo para esse recomeço da modalidade sem o GOAT ?A Warner ainda segue tomada por decisões polêmicas e o esporte necessita reencontrar seu lugar e, principalmente, seus novos ídolos.Recebemos o Tiago Santos, do Canal Bike na Lama, para um podcast que discute esse cenário: os novos nomes, os aspirantes, os brasileiros, as polêmicas decisões da Warner e muito mais.Claro, a Estrada não fica de fora. Afinal, são tantos nomes fazendo a conexão bike na lama/ bike no asfalto que é impossível não ficar de olho nos dois mundos.
Em 2025, a história de Rumi, Mira e Zoey — um trio fictício que utiliza a energia dos seus fãs para alimentar uma barreira mágica contra demónios — deixou de ser apenas um sucesso de streaming para se tornar um fenómeno cultural sem precedentes. Em apenas dois meses, tornou-se o filme mais visto da história da Netflix e foi recentemente consagrado com dois Óscares. O impacto deste sucesso já se sente em Portugal, onde concertos de tributo esgotaram salas de espectáculo de norte a sul. Em Águeda, na estreia do concerto “A Batalha do K-Pop”, centenas de crianças e adolescentes de tranças roxas e fatos dourados cantaram as letras de cor, demonstrando que as personagens de animação são tratadas como verdadeiros ídolos de carne e osso. Não são apenas sessões para crianças: são eventos familiares, com merchandising oficial, coreografias replicadas ao detalhe e momentos de histeria colectiva quando soa “Golden”, a canção que este ano arrecadou o Óscar de Melhor Canção Original e que quebrou recordes ao ficar 43 semanas no topo norte-americano da Billboard. O sucesso surpreendeu até quem o fez. A Sony Pictures Animation investiu cerca de 100 milhões de dólares no projecto, mas acabou por vender os direitos à Netflix numa altura em que os cinemas estavam vazios, em plena pandemia. Resultado: passou a galinha dos ovos de ouro à concorrente e arrecadou apenas 20 milhões de dólares com o projecto. Mas “como assim”? Como é que um filme de animação baseado na cultura coreana se tornou um sucesso tão grande no mercado ocidental? Neste episódio, dissecamos o caso das guerreiras do K-Pop e tentamos perceber como o filme conseguiu romper o nicho e chegar ao mainstream no Ocidente. Mas também como encaixa numa estratégia mais ampla de soft power da Coreia do Sul, que há décadas usa o K‑Pop, os dramas televisivos, o cinema e até a gastronomia para exportar a sua identidade cultural e transformar entretenimento em influência global. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2026, Donald Trump acusou o Japão de não ter participado da guerra contra o Irã — e na mesma cúpula bilateral evocou Pearl Harbor para responder a uma pergunta da primeira-ministra Sanae Takaichi. O Japão, que havia concordado em investir 550 bilhões de dólares nos Estados Unidos para evitar tarifas ainda mais severas, ouvia em silêncio. A quarta maior economia do mundo, cercada pela China, pela Rússia e pela Coreia do Norte, encontra-se estruturalmente incapaz de contrariar Washington. A pergunta que este episódio tenta responder é: como um país chega a esse ponto? Para entender o Japão de hoje, é preciso recuar até 1945. Com Jojô Neto (PUC-MG), percorremos o arco que vai da ocupação americana e da constituição pacifista redigida pelas forças de MacArthur, passando pela ascensão econômica japonesa e o pânico que ela gerou em Washington nos anos 1980 e 1990, até a guinada nacionalista deflagrada pelas declarações Kono e Murayama sobre as chamadas “mulheres de conforto”, o surgimento de grupos como o Nippon Kaigi, e a consolidação do revisionismo histórico como ferramenta política sob Shinzo Abe, cujo legado ambíguo ainda define os termos do debate político japonês. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Filipe Mendonça (UFU/AIA-NRW) e Jojô Neto (PUC Minas) Inserções de áudio: Guardian Australia | Bloomberg Capa do episódio: Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ), outubro de 2025 Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Gosta do whastapp? Faça parte de nosso canal clicando aqui Capítulos: 00:00 — O Japão que não pode dizer não: conjuntura e abertura 00:07 — O Japão do pós-guerra: ocupação americana e nova constituição 00:17 — O pacifismo como projeto de poder 00:24 — O Japão Imperial: anticolonial mas não decolonial 00:30 — Ascensão econômica e o “perigo amarelo” 00:42 — Os anos 1990: fim da Guerra Fria e guinada nacionalista 00:45 — As declarações Kono e Murayama e as “mulheres de conforto” 00:53 — Koizumi, Yasukuni e a extrema direita japonesa 00:57 — Shinzo Abe: dos dois mandatos ao legado ambíguo 01:15 — Abenomics, Cool Japan e o fim do governo Abe The post O Japão que não pode dizer não appeared first on Chutando a Escada.
A Coreia do Norte é um dos Estados mais fechados e isolados do planeta, governado com mão de ferro pela dinastia Kim desde 1948. Recentemente, uma figura jovem começou a ganhar destaque ao lado do ditador Kim Jong-un em eventos militares e lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais: sua filha, Kim Ju-ae. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa os relatórios de inteligência da Coreia do Sul (NIS) que apontam para uma preparação sucessória avançada. Investigamos o significado político do título "Grande Guia", o simbolismo da "Linhagem de Paektu" e o impacto de uma possível liderança feminina em uma sociedade profundamente patriarcal e militarizada. Entenda se a aparição precoce de Kim Ju-ae é uma estratégia de normalização do poder ou uma apólice de seguro diante das incertezas sobre a saúde de seu pai.
Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. _______________ Índice (1ª parte): Porque voltámos a falar de Política Industrial? Tipos de PI Exemplo das despesas em I&D O caso de Hong Kong O caso do Chile Como o Estado pode ajudar as empresas? Problemas de incerteza e coordenação O caso do turismo Banco de Fomento É difícil fazer Política Industrial em democracia? O caso da Coreia do Sul Precisamos de capacitar o Estado? Check Ha jung chang 2022 states institutions Países africanos onde PI falhou O caso da China Politica Industrial na Europa Devemos apostar no mercado único na EuropaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, a Brasil Paralelo presta uma homenagem profunda e detalhada a Carlos Ray "Chuck" Norris, que faleceu na manhã de 20 de março de 2026, aos 86 anos. Mais do que um astro de cinema ou um meme da internet, Chuck Norris foi a personificação de valores fundamentais como disciplina, coragem e fé. Exploramos sua infância difícil em Oklahoma, marcada pela ausência paterna e pela pobreza, e como o serviço militar na Coreia do Sul transformou um jovem tímido em um dos maiores mestres de artes marciais do mundo. Analisamos a criação do seu próprio estilo, o Chun Kuk Do, e sua ascensão meteórica no cinema ao lado de Bruce Lee em "O Voo do Dragão".
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Você não precisa de um podcast. Com Alex Yoo | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasilNo episódio de hoje, o Gustavo recebe o Alex (“Xixa”) pra uma conversa sem filtro sobre empreender no mundo real: o que você aprende (e desaprende) quando transforma hobby em operação — e descobre que “amor pelo produto” não paga boleto.
Nesta semana, falamos sobre a condenação dos assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes, a aprovação do PL Antifacção na Câmara dos Deputados, a quebra de sigilo bancário do Lulinha, a convocação dos irmãos do Toffoli na CPI e BORA VOTAR PORRA! APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: ------------------ - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com ------------------ # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Câmara endurece lei contra facções, mas tira dinheiro da segurança Publicação do governo celebrando a aprovação Câmara conclui votação do projeto de lei antifacção CPI do Crime Organizado aprova convocação de irmãos de Toffoli e quebra de sigilo do Master e da Maridt CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão Ex-dirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha e políticos VÍDEOS mostram momento da confusão na CPI do INSS após aprovação de quebra de sigilo de Lulinha STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de Marielle e Anderson Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro cresce e empata com Lula no 2º turno Atlas: Flávio Bolsonaro sobe, Lula cai, e candidatos empatam tecnicamente O que diz a 1ª pesquisa Atlas pós-Carnaval sobre a eleição presidencial OAB envia ofício a Fachin pedindo o encerramento do inquérito das fake news no STF Presidente da Coreia do Sul publica vídeo feito por IA em que aparece abraçando Lula na infância: 'Somos irmãos' Bia Kicis e Michelle Bolsonaro anunciam 'chapa pura' do PL para o Senado no DF; Ibaneis diz que segue candidato Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões neste ano com alta na tarifa de importação de mais de mil produtos; celulares foram taxados Após repercussão negativa, governo avalia revogar tarifa de importação sobre eletrônicos Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump Até R$ 140 mil: magistrados punidos por acusações envolvendo crimes sexuais recebem valores turbinados com penduricalhos TJ-RS aprova pagamento de penduricalhos mesmo após veto de Dino PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas; ex-deputado pode ser demitido PL e Oposição na Câmara oficializam apoio à candidatura de Hélio Lopes ao TCU Exército promove primeira mulher à patente de general
Em 2019, um vídeo chocante das câmeras de segurança da boate Burning Sun, na Coreia do Sul, foi divulgado e então começou uma investigação para descobrir se havia algo suspeito acontecendo lá dentro. Mas ninguém esperava que com essa investigação um esquema de prostituição que envolviva algumas das pessoas mais famosas do país fosse descoberto.***Petlove: Use o cupom MODUSOPERANDI60 e pague só 4,99 por mês no plano anual.*Termos e Condições devem ser consultados. Válido por tempo limitado | Publi**Cupom Petlove - Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. https://bit.ly/4kMNXnC〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
Bom dia 247_ Lula fecha na Coreia o ciclo de grandes viagens internacionais 24_2_26 by TV 247