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O Major-General Arnaut Moreira diz que Trump é um mestre a manipular a realidade. Defende ainda que a visita de Xi Jinping à Coreia foi por ciúmes e para travar a influência de Putin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A COPA COMEÇOU!!! O Futebol no Mundo chega para conversar sobre tudo do torneio! O México faz o jogo de abertura contra a África do Sul, reeditando a icônica partida inaugural de 2010! Mais tarde, temos Coreia do Sul e República Tcheca! E além disso, vamos falar muito da preparação da Seleção Brasileira para a estreia contra Marrocos. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Portugal está pela quarta vez no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Um destaque que lhe é merecido por ser considerado um país que faz pontes das mais diversas entre números ‘tabuleiros' diplomáticos.Um tema tão abrangente, que acabou resultando numa conversa sobre o… campeonato do mundo de futebol.Na frente diplomática, destaque também para a visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte, o único país do mundo com que Pequim mantém um acordo de defesa.Na defesa mas não muito está o Irão, novamente acossado pelos Estados Unidos, com o alto patrocínio de Telavive – não vão os Estados Unidos esquecer-se de bombardear Teerão.
Começa hoje a Copa do Mundo de Futebol Masculino que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Além da tradicional cerimônia de abertura, dois jogos marcam está quinta: o México encara a África do Sul e a Coreia do Sul enfrenta a República Tcheca. O Brasil estreia no sábado, diante do Marrocos. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Zelesnky, em carta aberta, enviada a Putin, propõe um cessar-fogo completo, enquanto se negociam as condições para pôr um fim a essa guerra. E ainda:- Na Suíça, começou agora pela manhã acareação entre os gerentes do bar que sofreu com um incêndio na cidade de Crans Montana. A justiça quer saber quem foi o responsável pelo ato de trancar algumas saídas de emergência do bar- Hezbollah rejeita cessar-fogo do que anunciava uma trégua com Israel- Presidente da China, Xi Jinping, vai fazer visita de dois dias à Coreia do Norte- Na Colômbia, justiça proibiu o candidato da extrema-direita de utilizar a camisa da seleção colombiana de futebol como"símbolo" de seu partido político Ouça Gabi Lins no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (04/06/2026): No dia seguinte à proposta de imposição de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros sob alegação de práticas comerciais ilegais, os EUA anunciaram nova rodada de sobretaxas a 59 países (entre eles o Brasil) e à União Europeia por “não impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado”. As tarifas variam de 10% a 12,5%. O Brasil seria punido com 12,5%, assim como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Suíça, Austrália, Chile, Israel e Vietnã, entre outros. Para os EUA, esses países não impedem a entrada de produtos feitos com trabalho forçado. No caso brasileiro, também haveria “motivos para acreditar” na existência de trabalho forçado no setor de carne bovina. Em reação, o Brasil chamou a conclusão de “absurda” e “lamentável” e cogita aplicar o mecanismo de reciprocidade. Política: Vorcaro diz a advogados que deu dinheiro a políticos por ‘amizade’ Internacional: Com aeroporto atacado, Kuwait prega união de países do Golfo contra Irã Esportes: Ancelotti ensaia novo esquema e mudanças See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sistema prisional foi concebido originalmente como um instrumento de reabilitação e de isolamento social voltado para a manutenção da ordem pública. No entanto, em diversas regiões do mundo, essa estrutura básica colapsou completamente. Existem complexos penitenciários onde o Estado simplesmente deposita indivíduos considerados irrecuperáveis, resultando em cenários onde a brutalidade substitui qualquer processo de reabilitação e a humanidade é colocada à prova sob o rigor absoluto da sobrevivência. Neste programa, a Brasil Paralelo apresenta uma análise detalhada e documentada sobre algumas das realidades prisionais mais severas e perigosas do planeta. Investigamos as condições extremas do Campo 14 em Kaechon, na Coreia do Norte, onde vigora o sistema de punição hereditária por três gerações; a Colônia Penal n.º 6, conhecida como Golfinho Negro, na Rússia, destinada ao isolamento definitivo de criminosos de alta periculosidade; o colapso por superlotação no Presídio de Muhanga, em Ruanda; e o histórico de descontrole institucional que marcou o complexo de La Sabaneta, na Venezuela. O panorama expõe os limites da hostilidade estrutural e o impacto do colapso da ordem interna.
Nesse vídeo analisamos o desempenho de gigantes como Nvidia, Intel e Micron, e como o boom de semicondutores e chips HBM impacta o mercado financeiro global. Entenda a correlação entre o investimento em IA e o crescimento econômico de Taiwan e Coreia do Sul, comparando o cenário atual com a crise das empresas "ponto com" nos anos 2000. Avaliamos riscos, projeções de lucratividade e o impacto macroeconômico real desse avanço tecnológico. Descubra se estamos vivendo uma nova bolha da inteligência artificial.00:00:00 – Analisando a atual bolha da IA00:00:59 – Desempenho dos índices de mercado financeiro00:01:58 – Nvidia e empresas de hardware beneficiadas00:03:24 – O papel estratégico dos chips HBM00:04:33 – Concentração excessiva no índice S&P 50000:05:42 – Boom da IA na Ásia impactante00:09:24 – Impactos na economia global e PIB00:10:30 – Exportações de Taiwan e Coreia disparando00:15:10 – Comparação com bolhas históricas do mercado00:22:00 – Conclusão sobre riscos e investimentos futuros
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Ao longo dos últimos dias, Trump indicou que restariam poucos pontos para um entendimento, incluindo questões relacionadas ao programa nuclear iraniano e às condições de reparação do país. O mercado encerra a semana com expectativa mais positiva sobre a possibilidade de avanço nas negociações. Nos dados econômicos, o Core PCE veio abaixo do esperado, com surpresa baixista concentrada em serviços ex-habitação. O dado representou a primeira surpresa baixista relevante de inflação após sequência de números mais fortes, embora os indicadores anualizados ainda permaneçam acima da meta do Fed. No Brasil, a semana trouxe dados econômicos relevantes. O IPCA veio levemente acima do esperado, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e energia elétrica, enquanto os núcleos permaneceram em linha. O Caged veio abaixo das expectativas, sugerindo desaceleração marginal do mercado de trabalho, embora a PNAD tenha continuado mostrando força, com nova mínima da taxa de desemprego e crescimento robusto da massa salarial. O PIB do primeiro trimestre veio em linha com o esperado, mas com composição forte, reforçando revisões altistas para o crescimento de 2026. No campo político, seguiram os efeitos das medidas expansionistas do governo e dos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro. Nos mercados, a semana foi marcada por forte desempenho das bolsas globais. As bolsas americanas subiram entre 1,5% e 3%, enquanto mercados ligados à tecnologia continuaram se destacando, com alta expressiva na Coreia do Sul e desempenho positivo de emergentes. Os juros fecharam globalmente, com destaque para os Treasuries, enquanto o petróleo caiu cerca de 9% na semana, refletindo o maior otimismo com um possível acordo geopolítico. O dólar teve comportamento misto, enquanto o ouro avançou levemente. No Brasil, o Ibovespa caiu cerca de 1%, pressionado pela Petrobras e pelo ambiente doméstico. Na próxima semana, destaque para dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, além da continuidade das negociações entre EUA e Irã.
Na culinária, um dos pratos mais famosos é o kimchi, uma conserva apimentada feita geralmente com acelga. O prato é tão importante para os coreanos que existe até museu dedicado a ele.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Uma campanha promocional da Starbucks na Coreia do Sul desencadeou críticas, boicotes e mudanças na liderança da empresa. Em causa está uma ação de marketing lançada numa data carregada de significado histórico para o país e que muitos consumidores interpretaram como uma referência desrespeitosa a episódios ligados à repressão militar. Mas como é que uma campanha para vender copos reutilizáveis acabou por gerar tanta indignação? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Onze dias depois de os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump terem acertado 30 dias para chegar a um acordo sobre a aplicação de tarifas aos produtos brasileiros importados pelos americanos, o ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, disse estar “confiante" de que prazo será cumprido. Ele se encontrou com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, na manhã desta terça-feira (19), em Paris. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A reunião ocorreu à margem da agenda oficial das reuniões dos ministros das Finanças do G7, em preparação para a cúpula do grupo em junho, na cidade francesa de Évian-les-Bains. Além de tentar evitar um novo tarifaço, a negociação inclui outros temas comerciais sensíveis, como a investigação que os Estados Unidos estão realizando sobre o sistema brasileiro de pagamentos PIX. "Eu disse para ele que gostaria que a gente avançasse nos acordos bilaterais. Ele mesmo se colocou à disposição e falou: 'Olha, se a gente precisar, enquanto ministros da Fazenda, entrar no jogo para ajudar na negociação, nós dois estaremos à disposição. Então foi uma reunião muito fluida, muito boa e bem consensual, eu diria”, relatou Durigan, em uma coletiva de imprensa. "A gente não entrou em detalhes. Mas ele disse: 'vocês seguem confiantes no prazo de 30 dias, determinado pelos dois presidentes?' Eu disse que sim, que isso estava sendo tratado pelo Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, com o Jamieson Greer, que é a contraparte [nos EUA], e que nós dois deveríamos ajudá-los na condução.” Os dois ministros abordaram o tema da segurança, mencionado na reunião entre Trump e Lula, com foco no combate ao crime organizado e operações conjuntas nas aduanas dos dois países. Os impactos da guerra no Irã sobre os preços do petróleo também estiveram na pauta. Subsídios aos combustíveis Este foi um dos principais tópicos das reuniões ministeriais do G7, das quais o Brasil participou como país convidado, ao lado do Quênia, da Índia e da Coreia do Sul. Dario Durigan indicou que vê o Brasil em uma posição “privilegiada” para enfrentar o aumento dos preços dos combustíveis, em meio bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. "O que tem entrado a mais de receita em razão do Brasil ser exportador líquido de óleo cru, a gente tem direcionado para mitigar o impacto para os caminhoneiros, para as famílias que têm que comprar comida, e para ajudar os Estados a garantir escoamento de safra e outras atividades econômicas importantes. Eu acho que é muito compatível", alegou. "E quando eu olho para o lado no mundo, a situação brasileira é uma situação privilegiada.” O ministro ressaltou que os subsídios e desonerações adotados no país para combater o aumento dos preços internacionais do petróleo serão reavaliados a cada dois meses, conforme o andamento do conflito no Oriente Médio. Durigan reafirmou o compromisso da pasta com a neutralidade fiscal das medidas e rejeitou a acusação de que seriam motivadas pela campanha eleitoral. "Os países aqui estão falando em racionamento de combustível. No Brasil, não. No Brasil, a gente tem dito que o excedente de recurso vai ser utilizado para moderar, para diminuir o impacto nas pessoas. Essas medidas todas têm que ser adotadas com cuidado para não prejudicar a situação fiscal do país”, ressaltou. Os ministros do G7 discutiram formas de atenuar os efeitos da alta de preços do petróleo e de fertilizantes sobre os países mais vulneráveis, principalmente africanos. Os contornos ainda serão debatidos na cúpula de chefes de Estado e de Governo, no mês que vem, mas o plano contaria com o suporte de bancos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Pressão sobre a Rússia Ao final dos dois dias de reuniões em Paris, os ministros ressaltaram a determinação de “manter a pressão” sobre as exportações de petróleo russo, em um tema que gerou atrito entre as delegações europeias e americana. Para atenuar o impacto doméstico, Washington suspendeu as restrições ao produto de Moscou no começo do mês. "Quero deixar bem claro que a Rússia não pode se beneficiar da guerra no Oriente Médio. Isso não é uma opção. E sobre isso, todos os membros do G7 concordam”, afirmou o ministro francês da Economia, Roland Lescure, ao final do evento. "Nós estamos firmemente comprometidos em manter e prosseguir com as sanções e pressões sobre a Rússia para impedi-la de obter receitas cruciais e financiar o esforço de guerra.” Os ministros também decidiram estender a aliança de minerais críticos criada no Canadá no ano passado, para melhorar o planejamento de estoques internacionais, a rastreabilidade da cadeia de valor e o compartilhamento de informações. O tema é prioritário para o Brasil, dono das segundas maiores reservas mundiais dessas matérias-primas essenciais para a economia digital e a transição energética. "Nós estamos à disposição para abrir um diálogo, mas nós temos as nossas exigências, as nossas condições como país soberano. Há um interesse comum em minerais críticos, e acho que se a gente tiver uma legislação que dê segurança jurídica a partir desses dois pilares, soberania e industrialização no Brasil, dará segurança jurídica”, frisou Durigan. "Eu percebo que há um interesse muito grande dessas empresas em irem para o Brasil, por isso eu digo: não precisa de benefício fiscal. Há uma demanda instalada no mundo. Os países do G7 são os países mais ricos do mundo e têm interesse enorme por minerais críticos”, reiterou. Durigan ainda deve se reunir com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, antes de retornar a Brasília na noite desta terça-feira (19).
O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Nesse episódio recebemos a maravilhosa Doutora em História Suzana Veiga, para falar sobre o que nós podemos aprender com o movimento feminista coreano! Com ela, aprendemos o conceito de patriarcado confucionista, entramos em mais detalhes sobre a cultura misógina do país e entendemos qual é o problema de idealizá-la. Nossa maior referência foi o livro "Flores de Fogo" da Hawon Jung, um relato jornalístico incrível sobre o movimento de mulheres da Coreia que você pode comprar aqui na nossa lista.Siga a gente no Instagram e no Substack e acompanhe o trabalho da Suzana também no Instagram e no Substack dela!
O impacto da tensão no Médio Oriente e a era dos robôs na Ucrânia surpreendem? Bruno Cardoso Reis analisa ainda a nova postura da Coreia do Norte e os riscos ambientais e políticos no Ártico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: A polícia encontrou uma metralhadora antiaérea e 16 fuzis em um esconderijo do tráfico no Rio de Janeiro. O armamento estava escondido em uma casa na comunidade da Coreia, zona oeste da cidade. Uma passagem subterrânea levava ao depósito das armas. Segundo a polícia, o arsenal de guerra era usado em disputas territoriais entre facções e contra as forças de segurança durante as operações. Uma grande quantidade de drogas também foi apreendida. Dois suspeitos foram presos. Apenas neste ano, mais de 280 fuzis foram apreendidos pela Polícia Militar. E ainda: Lula viaja aos Estados Unidos para encontro com Donald Trump.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Coreia do Norte retira da Constituição referências sobre a unificação entre as Coreias; - Trump assina nova estratégia antiterrorismo com foco em cartéis; - Ministro da Fazenda anuncia que fim do imposto “taxas das blusinhas” está sendo discutido. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Thales Faria, dos cursos de Jornalismo.Escute agora!
Sem o maior nome da história do MTB XCO, Nino Schurter, o circuito de Copas do Mundo (Whoop UCI MTB World Series) começa neste final de semana, na Coreia do Sul.E como anda a expectativa de todo mundo para esse recomeço da modalidade sem o GOAT ?A Warner ainda segue tomada por decisões polêmicas e o esporte necessita reencontrar seu lugar e, principalmente, seus novos ídolos.Recebemos o Tiago Santos, do Canal Bike na Lama, para um podcast que discute esse cenário: os novos nomes, os aspirantes, os brasileiros, as polêmicas decisões da Warner e muito mais.Claro, a Estrada não fica de fora. Afinal, são tantos nomes fazendo a conexão bike na lama/ bike no asfalto que é impossível não ficar de olho nos dois mundos.
Em 2025, a história de Rumi, Mira e Zoey — um trio fictício que utiliza a energia dos seus fãs para alimentar uma barreira mágica contra demónios — deixou de ser apenas um sucesso de streaming para se tornar um fenómeno cultural sem precedentes. Em apenas dois meses, tornou-se o filme mais visto da história da Netflix e foi recentemente consagrado com dois Óscares. O impacto deste sucesso já se sente em Portugal, onde concertos de tributo esgotaram salas de espectáculo de norte a sul. Em Águeda, na estreia do concerto “A Batalha do K-Pop”, centenas de crianças e adolescentes de tranças roxas e fatos dourados cantaram as letras de cor, demonstrando que as personagens de animação são tratadas como verdadeiros ídolos de carne e osso. Não são apenas sessões para crianças: são eventos familiares, com merchandising oficial, coreografias replicadas ao detalhe e momentos de histeria colectiva quando soa “Golden”, a canção que este ano arrecadou o Óscar de Melhor Canção Original e que quebrou recordes ao ficar 43 semanas no topo norte-americano da Billboard. O sucesso surpreendeu até quem o fez. A Sony Pictures Animation investiu cerca de 100 milhões de dólares no projecto, mas acabou por vender os direitos à Netflix numa altura em que os cinemas estavam vazios, em plena pandemia. Resultado: passou a galinha dos ovos de ouro à concorrente e arrecadou apenas 20 milhões de dólares com o projecto. Mas “como assim”? Como é que um filme de animação baseado na cultura coreana se tornou um sucesso tão grande no mercado ocidental? Neste episódio, dissecamos o caso das guerreiras do K-Pop e tentamos perceber como o filme conseguiu romper o nicho e chegar ao mainstream no Ocidente. Mas também como encaixa numa estratégia mais ampla de soft power da Coreia do Sul, que há décadas usa o K‑Pop, os dramas televisivos, o cinema e até a gastronomia para exportar a sua identidade cultural e transformar entretenimento em influência global. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Referências do EpisódioWEBINAR TEMPEST: Superfície exposta, acesso concedido: como ativos esquecidos formam o caminho perfeito para o atacanteDissecting Sapphire Sleet's macOS intrusion from lure to compromisePowMix botnet targets Czech workforceBeyond the breach: inside a cargo theft actor's post-compromise playbookAnalyzing the RondoDox Botnet: A DDoS and Mining ThreatNew Microsoft Defender “RedSun” zero-day PoC grants SYSTEM privilegesRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Em 2026, Donald Trump acusou o Japão de não ter participado da guerra contra o Irã — e na mesma cúpula bilateral evocou Pearl Harbor para responder a uma pergunta da primeira-ministra Sanae Takaichi. O Japão, que havia concordado em investir 550 bilhões de dólares nos Estados Unidos para evitar tarifas ainda mais severas, ouvia em silêncio. A quarta maior economia do mundo, cercada pela China, pela Rússia e pela Coreia do Norte, encontra-se estruturalmente incapaz de contrariar Washington. A pergunta que este episódio tenta responder é: como um país chega a esse ponto? Para entender o Japão de hoje, é preciso recuar até 1945. Com Jojô Neto (PUC-MG), percorremos o arco que vai da ocupação americana e da constituição pacifista redigida pelas forças de MacArthur, passando pela ascensão econômica japonesa e o pânico que ela gerou em Washington nos anos 1980 e 1990, até a guinada nacionalista deflagrada pelas declarações Kono e Murayama sobre as chamadas “mulheres de conforto”, o surgimento de grupos como o Nippon Kaigi, e a consolidação do revisionismo histórico como ferramenta política sob Shinzo Abe, cujo legado ambíguo ainda define os termos do debate político japonês. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Filipe Mendonça (UFU/AIA-NRW) e Jojô Neto (PUC Minas) Inserções de áudio: Guardian Australia | Bloomberg Capa do episódio: Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ), outubro de 2025 Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Gosta do whastapp? Faça parte de nosso canal clicando aqui Capítulos: 00:00 — O Japão que não pode dizer não: conjuntura e abertura 00:07 — O Japão do pós-guerra: ocupação americana e nova constituição 00:17 — O pacifismo como projeto de poder 00:24 — O Japão Imperial: anticolonial mas não decolonial 00:30 — Ascensão econômica e o “perigo amarelo” 00:42 — Os anos 1990: fim da Guerra Fria e guinada nacionalista 00:45 — As declarações Kono e Murayama e as “mulheres de conforto” 00:53 — Koizumi, Yasukuni e a extrema direita japonesa 00:57 — Shinzo Abe: dos dois mandatos ao legado ambíguo 01:15 — Abenomics, Cool Japan e o fim do governo Abe The post O Japão que não pode dizer não appeared first on Chutando a Escada.
A Seleção Brasileira Feminina alcançou a marca de 100 gols sob o comando do técnico Arthur Elias. O número foi atingido na goleada por 5 a 1 sobre a Coreia do Sul, pela estreia no FIFA Series. A artilheira do ciclo é Kerolin, com dez gols. Diante das sul-coreanas, a atacante marcou o quarto gol e deu duas assistências, sendo um dos destaques do confronto. Em coletiva de imprensa pós-jogo, o técnico, elogiou a atuação de Kerolin e disse enxergar muita maturidade no momento atual da jogadora.
A Coreia do Norte é um dos Estados mais fechados e isolados do planeta, governado com mão de ferro pela dinastia Kim desde 1948. Recentemente, uma figura jovem começou a ganhar destaque ao lado do ditador Kim Jong-un em eventos militares e lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais: sua filha, Kim Ju-ae. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa os relatórios de inteligência da Coreia do Sul (NIS) que apontam para uma preparação sucessória avançada. Investigamos o significado político do título "Grande Guia", o simbolismo da "Linhagem de Paektu" e o impacto de uma possível liderança feminina em uma sociedade profundamente patriarcal e militarizada. Entenda se a aparição precoce de Kim Ju-ae é uma estratégia de normalização do poder ou uma apólice de seguro diante das incertezas sobre a saúde de seu pai.
Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. _______________ Índice (1ª parte): Porque voltámos a falar de Política Industrial? Tipos de PI Exemplo das despesas em I&D O caso de Hong Kong O caso do Chile Como o Estado pode ajudar as empresas? Problemas de incerteza e coordenação O caso do turismo Banco de Fomento É difícil fazer Política Industrial em democracia? O caso da Coreia do Sul Precisamos de capacitar o Estado? Check Ha jung chang 2022 states institutions Países africanos onde PI falhou O caso da China Politica Industrial na Europa Devemos apostar no mercado único na EuropaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, a Brasil Paralelo presta uma homenagem profunda e detalhada a Carlos Ray "Chuck" Norris, que faleceu na manhã de 20 de março de 2026, aos 86 anos. Mais do que um astro de cinema ou um meme da internet, Chuck Norris foi a personificação de valores fundamentais como disciplina, coragem e fé. Exploramos sua infância difícil em Oklahoma, marcada pela ausência paterna e pela pobreza, e como o serviço militar na Coreia do Sul transformou um jovem tímido em um dos maiores mestres de artes marciais do mundo. Analisamos a criação do seu próprio estilo, o Chun Kuk Do, e sua ascensão meteórica no cinema ao lado de Bruce Lee em "O Voo do Dragão".
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Você não precisa de um podcast. Com Alex Yoo | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasilNo episódio de hoje, o Gustavo recebe o Alex (“Xixa”) pra uma conversa sem filtro sobre empreender no mundo real: o que você aprende (e desaprende) quando transforma hobby em operação — e descobre que “amor pelo produto” não paga boleto.
Nesta semana, falamos sobre a condenação dos assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes, a aprovação do PL Antifacção na Câmara dos Deputados, a quebra de sigilo bancário do Lulinha, a convocação dos irmãos do Toffoli na CPI e BORA VOTAR PORRA! APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: ------------------ - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com ------------------ # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Câmara endurece lei contra facções, mas tira dinheiro da segurança Publicação do governo celebrando a aprovação Câmara conclui votação do projeto de lei antifacção CPI do Crime Organizado aprova convocação de irmãos de Toffoli e quebra de sigilo do Master e da Maridt CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão Ex-dirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha e políticos VÍDEOS mostram momento da confusão na CPI do INSS após aprovação de quebra de sigilo de Lulinha STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de Marielle e Anderson Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro cresce e empata com Lula no 2º turno Atlas: Flávio Bolsonaro sobe, Lula cai, e candidatos empatam tecnicamente O que diz a 1ª pesquisa Atlas pós-Carnaval sobre a eleição presidencial OAB envia ofício a Fachin pedindo o encerramento do inquérito das fake news no STF Presidente da Coreia do Sul publica vídeo feito por IA em que aparece abraçando Lula na infância: 'Somos irmãos' Bia Kicis e Michelle Bolsonaro anunciam 'chapa pura' do PL para o Senado no DF; Ibaneis diz que segue candidato Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões neste ano com alta na tarifa de importação de mais de mil produtos; celulares foram taxados Após repercussão negativa, governo avalia revogar tarifa de importação sobre eletrônicos Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump Até R$ 140 mil: magistrados punidos por acusações envolvendo crimes sexuais recebem valores turbinados com penduricalhos TJ-RS aprova pagamento de penduricalhos mesmo após veto de Dino PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas; ex-deputado pode ser demitido PL e Oposição na Câmara oficializam apoio à candidatura de Hélio Lopes ao TCU Exército promove primeira mulher à patente de general
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde00:28 – Lula em crise: Queda nas pesquisas de popularidade e o avanço de Flávio Bolsonaro12:30 – A fixação da taxa Selic não poderia ser considerada um tabelamento de preço do dinheiro no tempo?14:08 – Qual a diferença na perspectiva do investidor quando vê Palantir e Tesla, que trocam de narrativa o tempo todo?15:46 - Qual a diferença entre put e short?18:42 – Uma crise de confiança no dólar não seria uma crise de confiança em todas as moedas Fiat?19:09 – Qual é a vantagem para os Estados Unidos ou qualquer país ao forçar a desvalorização da sua moeda?21:07 – Modelagem financeira e preço justo: Como avaliar o potencial da empresa Borr?22:22 – Poderia comentar sobre a taxação de 36% aprovada na Holanda, incluindo imposto sobre lucro não realizado?23:40 – Por que não tentar avaliar uma terceira via no primeiro turno das eleições ao invés dos Bolsonaros?24:48 – Segue comprado em Argentina?24:53 – IA e desemprego: O impacto do corte de 40% da força de trabalho na Block.28:28 – Investimento em OBTC3: "Comprei duas unidades de OBTC3, já posso me considerar investidor da holding?"28:44 – A influência econômica e política da China no Brasil e a dependência estratégica.29:22 – Pode indicar um livro para aprender os fundamentos do Bitcoin? O seu livro envelheceu bem?30:11 – Tarifaço do Lula: Por que não está na mídia e qual o impacto na industrialização?31:29 – O apoio ao Bitcoin poderia dar vitória à direita brasileira, assim como aconteceu com Trump nos EUA?32:20 – Livro para entender o momento atual do Bitcoin e as polêmicas de governança do software34:58 – A maior utilização de stablecoins aumentaria a utilidade do Bitcoin?35:33 – Curiosidade: Por onde anda o seu irmão gêmeo da Coreia do Norte o Ulpoor?35:55 – Qual a janela mínima de tempo razoável para avaliar se o Bitcoin vale como reserva de valor?40:06 – Como seria o mundo se o dólar ainda fosse lastreado em ouro?40:58 – O impasse do Pentágono com a Anthropic: O uso de IA em armas autônomas e vigilância.44:20 – Como Haddad pode afirmar que o aumento do imposto de importação não causa aumento de preço?44:34 – Perspectiva para o câmbio em caso de vitória da oposição: Dólar abaixo de R$ 5,00?45:30 – Warren Buffett com 60% em caixa: Ele está prevendo uma crise próxima?48:18 – Dica sobre mercados preditivos e o canal da Paradigma Education.49:15 – Por que para a OranjeBTC recomprar ações faz mais sentido do que comprar BTC direto em certos níveis?50:32 – Em qual nível de queda do preço do Bitcoin a empresa OBTC3 começaria a se preocupar?52:38 – Internacionalizar a empresa ou encarar a reforma tributária no Brasil?53:05 – Somente um candidato tem propostas concretas. O que acha?53:46 – Existe alguma chance do Bitcoin ser um grande golpe? Como investigar a fundo.55:30 – Morar no Paraguai, Uruguai ou Argentina: Opções fiscais e mudanças de vida.56:53 – Por que ter filhos é o melhor investimento do mundo?
Netflix desiste e Paramount vai comprar Warner por US$ 111 bilhões. Haddad nega que aumento de imposto de importação encarecerá celulares. Xbox não vai forçar uso de IA em jogos, diz nova CEO. Brasil foi atacado por hackativistas da Coreia do Sul, Rússia e China, afirma relatório. 'Para quem tem QI alto': Xiaomi zoa lançamento do Galaxy S26. E eu sou Amanda Fleure, a companhia de vocês nessa noite no Hoje no TecMundo, seu programa diário de tecnologia que começa depois da vinheta envolvente que o editor vai colocar aí pra gente!
Em 2019, um vídeo chocante das câmeras de segurança da boate Burning Sun, na Coreia do Sul, foi divulgado e então começou uma investigação para descobrir se havia algo suspeito acontecendo lá dentro. Mas ninguém esperava que com essa investigação um esquema de prostituição que envolviva algumas das pessoas mais famosas do país fosse descoberto.***Petlove: Use o cupom MODUSOPERANDI60 e pague só 4,99 por mês no plano anual.*Termos e Condições devem ser consultados. Válido por tempo limitado | Publi**Cupom Petlove - Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. https://bit.ly/4kMNXnC〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
Bom dia 247_ Lula fecha na Coreia o ciclo de grandes viagens internacionais 24_2_26 by TV 247
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Defesa Civil de São Paulo mobilizou o gabinete de crise para monitorar as intensas chuvas no litoral do estado, prorrogando o alerta para temporais. Em Peruíbe, nas últimas 48 horas, choveu mais de 270 milímetros. Em apenas 12 horas, a precipitação atingiu níveis esperados para todo o mês de fevereiro. Os rios transbordaram e ruas ficaram alagadas, aumentando o risco de deslizamentos. A Defesa Civil mantém o alerta ativo devido à continuidade das chuvas e aos perigos associados. E ainda: Lula assina acordos de cooperação com a Coreia do Sul.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A semana começa com muita chuva no Grande Rio. Várias cidades na Baixada Fluminense têm registros de alagamentos e a rodovia Presidente Dutra teve um trecho interditado. Só em Nova Iguaçu choveu três vezes mais do que o esperado para todo mês de fevereiro. E ainda: Lula assina acordos em visita oficial à Coreia do Sul.
Em visita oficial à Índia e à Coreia do Sul, a ideia é reforçar a cooperação em áreas como tecnologia, produção de medicamentos e vacinas, transição energética, comércio, espacial. Lideranças petistas fazem parte da comitiva e ressaltaram a expectativa de resultados positivos da missão para o Brasil. Sonoras:
Confira nesta edição: começam nesta terça-feira (17) as inscrições para o programa Pé-de-Meia Licenciaturas. Veja como e quem pode se inscrever. O fluxo nas rodovias vai aumentar com a aproximação do fim do feriado de Carnaval. Veja quais são os melhores horários para viajar. E o presidente Lula embarca logo mais para Índia e Coreia do Sul.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (17/02/2026): No dia seguinte ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, cujo enredo foi a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou que vai protocolar ação no Tribunal Superior Eleitoral contra supostos crimes cometidos pelo PT na Marquês de Sapucaí. O partido Novo também informou que vai apresentar ação contra o desfile, pedindo a inelegibilidade de Lula. A alegação é de que houve propaganda antecipada financiada com dinheiro público. A Embratur, estatal vinculada ao governo federal, contribui com o financiamento de todas as escolas de samba do Rio de Janeiro, assim com a Prefeitura e o governo do Estado. Especialistas ouvidos pelo Estadão se dividem na análise do episódio. Há quem fale em “zona de penumbra”, em falta de respaldo jurídico e em procedência da ação. E mais: Economia: IPCA mais perto de 3% em março vira trunfo eleitoral Internacional: Em visita à Índia e à Coreia do Sul, Lula busca acordos em setores estratégicos Metrópole: Rodovias federais têm 199 acidentes e 16 óbitos por dia Cultura: Bonecões de Olinda surgem em versão ‘O Agente Secreto’ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (12): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deverá avaliar se há conflito de interesse na atuação do ministro Dias Toffoli em um processo relacionado ao Banco Master. A análise ocorre após a Polícia Federal encontrar menções ao magistrado no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. O gabinete do ministro do STF Dias Toffoli divulgou nota pública esclarecendo sua participação societária na empresa Maridt e negando qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal. Segundo o comunicado, a empresa é familiar, tem declarações regulares aprovadas e a administração é feita por parentes, sem atuação direta do magistrado na gestão. O texto também afirma que Toffoli jamais recebeu valores dos citados e não possui vínculos com investigados ou gestores mencionados no caso. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que um grupo de trabalho criado no Senado poderá aprimorar salvaguardas relacionadas ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Segundo Alckmin, as discussões serão conduzidas com cautela e o tratado, de forma geral, tende a trazer benefícios econômicos ao Brasil. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o MDB pode apoiar a reeleição do presidente Lula (PT) caso o partido fique com a vaga de vice na chapa presidencial. Segundo ele, há maioria interna favorável à aliança. Entre os nomes cotados estão o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho. A possível mudança na vice-presidência também gera incômodo no PSB, partido do atual vice, Geraldo Alckmin. Associações ligadas ao Carnaval de rua de São Paulo pediram a revisão dos locais e trajetos dos desfiles após registros de superlotação e riscos de tumulto em eventos recentes. Em resposta, a Prefeitura anunciou a ampliação das ações de segurança e medidas para reduzir aglomerações durante a folia de 2026. O presidente Lula (PT) confirmou que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui passagens por Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando todos os cenários testados para as eleições presidenciais de 2026, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O levantamento indica variações entre 35% e 39% das intenções de voto no primeiro turno e entre 42% e 44% em simulações de segundo turno. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que pretende promover um “tesouraço” nas despesas públicas para reduzir a carga tributária, estimular investimentos e incentivar o empreendedorismo. Ao mesmo tempo, o parlamentar disse que pretende manter programas sociais voltados à população de baixa renda, como o Bolsa Família. O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os “penduricalhos” ilegais no serviço público. O órgão afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. Campanhas da direita e da esquerda têm monitorado pontos considerados sensíveis na disputa pelo governo de São Paulo. A avaliação é que alguns temas como o sistema de pedagio Free Flow e a privatização da Sabesp podem ganhar holofotes ao longo do processo eleitoral e influenciar o debate entre os candidatos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta quinta-feira (05), o destaque foi a decisão do ministro do STF Flávio Dino, que determinou a suspensão de verbas indenizatórias que permitem pagamentos acima do teto constitucional a servidores dos Três Poderes. A liminar aponta falta de regulamentação para os chamados “penduricalhos” e fixa prazo de 60 dias para que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem os benefícios. A medida ainda será analisada pelo plenário da Corte. O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou o encontro com ministros que discutiria a criação de um código de conduta para a Corte. Segundo o gabinete, a suspensão ocorreu por conflito de agenda e pela ausência de parte dos magistrados, incluindo Luiz Fux, que se recupera de pneumonia. O adiamento ocorre em meio à resistência interna e à crise de imagem enfrentada pelo Supremo. O presidente Lula (PT) falou pela primeira vez sobre o encontro fora da agenda com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, realizado no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. Lula afirmou que Vorcaro relatou sofrer perseguição política e econômica e garantiu que as investigações sobre a instituição serão conduzidas de forma técnica pelo Banco Central, sem interferência do governo. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o país está disposto a dialogar com os Estados Unidos, desde que as conversas ocorram sem pressões, pré-condições ou interferência em assuntos internos. A fala ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Havana e à disputa de influência geopolítica na América Latina. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avalia que a direita precisa lançar uma candidatura de centro ao Senado para evitar a perda de espaço para a esquerda nas eleições. A estratégia leva em conta a possível entrada de nomes fortes do campo lulista, como Fernando Haddad (PT), além da pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite (PP). O presidente Lula (PT) também afirmou que Geraldo Alckmin (PSB) e Fernando Haddad (PT) terão papel importante na disputa eleitoral em São Paulo, mesmo sem conversas diretas recentes sobre o tema. A declaração reforça a mobilização do campo governista no maior colégio eleitoral do país. PT e PDT divergem sobre alianças estaduais para as eleições de 2026, com impasses em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Enquanto o PDT afirma haver compromissos de apoio nos estados, o PT nega acordos formais e diz que as definições ainda serão debatidas internamente, evidenciando tensões na base aliada de Lula. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido terá candidatura própria no primeiro turno das eleições presidenciais, citando Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, mas sinalizou uma possível aliança com o PL de Flávio Bolsonaro no segundo turno. O presidente Lula (PT) confirmou ainda que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Com a chegada das Olimpíadas, o governo resolveu esconder os problemas sociais da Coreia do Sul. E uma de suas decisões foi criar centros de detenção para prender pessoas em situação de rua. Mas o que já era horrível por si só, piorou quando um desses centros começou a torturar e assassinar pessoas.***Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove junto com o cupom: MODUSOPERANDIGANHE60https://bit.ly/43QMq93 | Publi〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
Trump e Xi se encontraram, na Coreia do Sul, acertando uma trégua comercial entre China e EUA. Passamos por essa e outras notícias da bacia do Pacífico, incluindo a eleição do candidato democrata Zohran Kwame Mamdani como prefeito de Nova Iorque.Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do GRANDE Oriente Médio, explicando o novo capítulo na questão do Saara Ocidental e o plano de autonomia pelo Marrocos.No mais, demos aquele tradicional pião na nossa quebrada latino-americana, com destaque para rompimento unilateral das relações diplomáticas do Peru com o México.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://petlovebr.com/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/