Commune in Hunedoara, Romania
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NESTA EDIÇÃO. Pacote do Congresso contra crimes nos combustíveis corre risco de escorregar para 2027. Petroleira do Kwait estreia no pré-sal brasileiro com compra de fatia de projeto da Shell na Bacia de Santos. Mercado na expectativa de projeto de lei para garantir incentivos a data centers. ***Locução gerada por IA
Foram retomadas oficialmente nesta quinta-feira as actividades do megaprojecto para a exploração de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, cerca de cinco anos depois da sua suspensão, por "motivos de força maior", devido aos múltiplos ataques terroristas naquela zona e, em particular, junto das suas instalações em Afungi, no extremo norte da província, em Março de 2021. Com um orçamento de 20 mil milhões de Dólares e uma capacidade projectada de produzir 13 milhões de toneladas por ano a partir da Bacia 'offshore' do Rovuma, a retoma deste projecto que suscita muitas expectativas no país, foi assinalada esta manhã numa cerimónia na qual participaram o Presidente moçambicano Daniel Chapo, e o líder da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, nas instalações do empreendimento, em Cabo Delgado. Após visitar as obras do megaprojecto, Daniel Chapo considerou que isto “representa a vitória, resiliência, coragem e determinação do povo moçambicano perante as adversidades”, o Presidente destacando igualmente o impacto económico que este empreendimento representa para o país: 35 mil milhões de Dólares de receitas para o Estado ao longo de 25 anos e a criação de 17 mil postos de trabalho na fase de construção, com 80% a serem ocupados por moçambicanos. Paralelamente a estas perspectivas florescentes para o Estado moçambicano e também para a petrolífera francesa, o regresso da TotalEnergies a Cabo Delgado acontece numa altura em que o conflito vigente desde 2017 naquela região ainda não está resolvido. De acordo com as mais recentes informações da ACLED, organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos, registaram-se seis ocorrências violentas nestas duas últimas semanas em Cabo Delgado, com um balanço de pelo menos três mortos, o que eleva a 6.432, o número de mortos em oito anos de ataques constantes naquela zona. Em entrevista concedida à RFI, Borges Nhamirre, investigador do Instituto de Estudos de Segurança em Maputo, aborda esta questão, começando todavia por destacar a importância que a retoma deste projecto tem para Moçambique. RFI: O que representa a retoma das actividades da Total Em Cabo Delgado cinco anos depois da sua suspensão? Borges Nhamirre: No seu todo, a retoma das actividades é positiva porque o projecto significa um grande investimento para Moçambique. Há detalhes que não são satisfatórios, mas no geral, significa entrada de dinheiro para os cofres do Estado moçambicano e significa postos de trabalho para moçambicanos. O Presidente, no seu discurso de relançamento do projecto, disse que neste momento há cerca de 5000 pessoas que estão a trabalhar no acampamento da TotalEnergies e desses, 80% são moçambicanos e 40% são de Cabo Delgado. Portanto, é positivo para o uso do chamado 'conteúdo local', que inclui mão-de-obra e recursos locais. Então, no geral, é uma boa coisa. Agora, há detalhes que ainda têm que vir a público. Um dos mais importantes é o custo adicional do projecto, devido ao tempo da paragem. Este ponto não está esclarecido. O que veio a público é que a Total apresentou um custo adicional de 4,5 mil milhões de Dólares e o governo moçambicano pediu uma auditoria a estes custos. O projecto retoma hoje, sem que esta auditoria tenha sido concluída e os resultados apresentados. Não significa que o projecto não vai avançar, mas o custo total do projecto ainda não foi revelado. Isto eu penso que é o maior problema do ponto de vista de transparência deste projecto. RFI: A seu ver, quem é que vai pagar a conta a partir do momento em que se vai determinar o que de facto se perdeu durante estes anos todos? Borges Nhamirre: No final, quem vai pagar a conta são os moçambicanos, o Estado moçambicano, porque estes são os chamados 'custos dedutíveis', ou seja, Total a pagar pela Total. Dizemos Total porque é a operadora do projecto. Mas vamos dizer que os accionistas do projecto vão pagar no seu investimento o valor inicial já incorreram essas despesas. Na verdade, o que agora está em causa, é haver acordo entre a autoridade concedente, neste caso, o Estado moçambicano e a concessionária Total de que o valor gasto é este, para que este valor seja deduzido dos impostos que a Total iria pagar. Então não significa que o Estado moçambicano vá passar um cheque para a Total para pagar esses custos. Significa que a Total vai pagar menos impostos do que deveria pagar, deduzindo as despesas que já incorreu. Isto, parecendo que não, é um assunto muito sério, porque a factura que ela apresentou de 4,5 mil milhões de Dólares é aproximadamente um quarto de custo total inicial do projecto. Portanto, o valor que se tinha antes do custo inicial do projecto era cerca de 20 mil milhões. Então, se vai acrescentar 4,5 mil milhões, significa que é 25% mais caro do que se estava à espera. Isso automaticamente significa que Moçambique vai receber menos 25% daquilo que esperava receber em termos de impostos. E mesmo antes deste custo adicional, já havia muita contestação de que os ganhos que ficam para Moçambique destes recursos que são moçambicanos, são muito reduzidos. Mas de uma ou de outra forma, eu penso que este é o preço da guerra em Cabo Delgado. RFI: O Governo moçambicano argumenta que a Total decidiu suspender o projecto de "forma unilateral" e, no fundo, está a dizer implicitamente que não tem culpa da Total a ter interrompido o projecto. Borges Nhamirre: Eu penso que não. Essa leitura não está correcta, não da interpretação, mas da afirmação em si, porque a responsabilidade de garantir a segurança no território moçambicano é em primeira mão do Estado moçambicano. Portanto, se o Estado moçambicano tivesse garantido a segurança em território nacional, incluindo desse empreendimento económico, a Total não tinha como declarar "força maior", alegando razões de segurança. A responsabilidade de segurança dentro do território nacional é primeiramente do Estado moçambicano, seja para as empresas, seja para os cidadãos, seja para infra-estruturas do governo, seja lá o que for. Os outros detalhes dos custos, eu penso que esses já devem ser discutidos neste momento. Tecnicamente, não há elementos para argumentar se efectivamente a paragem custou este valor ou não custou, mas eu penso que não faz sentido dizer isto. E podíamos olhar para outras regiões. Por exemplo, temos outros projectos de exploração de gás para sul, na província de Inhambane. Não há conflito. Não houve suspensão dos projectos. Simples quanto isso. RFI: A Total, entre as condições que pediu a Moçambique, no âmbito da retoma das suas actividades, era que a sua concessão fosse prolongada por mais dez anos. O que é que se sabe exactamente sobre este aspecto das negociações? Borges Nhamirre: Sobre este aspecto, já há decisão do Conselho de Ministros. O que o Governo de Moçambique decidiu é que o período de extensão do projecto seria igual ao período da paralisação. Portanto, os quatro anos e meio, que é de Março ou Abril de 2021 até Outubro de 2025. Portanto, os dez anos de extensão que a Total estava a pedir, o Estado moçambicano não concedeu. Já emitiu um Boletim da República com o diploma do Conselho de Ministros a instruir nesse sentido. Portanto, esse aspecto já está ultrapassado. Poderia fazer sentido para a Total, para poder distribuir o custo adicional neste período de dez anos. Mas seria muito prejudicial para Moçambique porque o projecto é de Moçambique. A Total é só uma concessionária. Vamos compreender que seria uma espécie de capital. Está a arrendar o projecto. Então, quando o período de arrendamento termina, tem que terminar e se negociar um novo contrato se houver uma necessidade de extensão, com novas condições. Eu penso que a decisão tomada foi das melhores possíveis. RFI: A Total retoma as suas actividades em Cabo Delgado, numa altura em que a situação está longe de estar resolvida, uma vez que continuam os ataques. Borges Nhamirre: Sim, esta questão tem dois lados que devem ser vistos e compreendidos. Primeiro, era importante que o projecto retomasse, porque uma das causas do conflito em Cabo Delgado é o subdesenvolvimento. Os jovens que são radicalizados para integrar no grupo da insurgência, são jovens que estão desempregados, que não têm meios de sobrevivência. Então, teoricamente, acredita-se que com o desenvolvimento económico da província, também isso vai beneficiar as pessoas. O desenvolvimento é um dos factores para a redução do conflito. Então, teoricamente, isso é positivo. Agora, o risco que há é que agora o projecto vá operar em formato de 'enclave'. Ou seja, todos os trabalhadores da Total e também das empresas subcontratadas estarão fechados no acampamento e afins e não terá comunicação com a economia circundante, com o mundo exterior. Então, isso significa que as pessoas que construíram hotéis ou outras casas para alojamento, a esperar que beneficiassem do projecto terão poucos benefícios. Significa que pessoas que construíram restaurantes e outros serviços ou serviços de transporte a esperar que fossem utilizados pelas pessoas que estavam a trabalhar para o projecto, pelos milhares de pessoas que vão trabalhar para o projecto, não irão ter esses benefícios. Isso tem o potencial de frustrar as pessoas. Aliás, já ouvimos muitas ameaças das comunidades locais, a dizer que vão manifestar contra o projecto precisamente pelo facto de o projecto estar a operar como se fosse um enclave fechado. Então isso é negativo e pode contribuir para que as pessoas fiquem mais radicalizadas, as pessoas desenvolvam um sentimento negativo de ódio para com o projecto e assim o projecto e a segurança na região ficam precários. RFI: Durante estes cinco anos de suspensão do projecto, houve um relatório com recomendações sobre a forma de actuar da Total em termos, por exemplo, de responsabilidade social em Cabo Delgado e uma das recomendações foi de "envolver as comunidades locais" no projecto. Julga que neste momento, alguma das recomendações desse relatório foi tomada em consideração? Borges Nhamirre: Nesse relatório, uma das principais recomendações que tinha, era a constituição de uma fundação e que essa fundação iria apoiar o desenvolvimento com um orçamento de milhões de dólares. Isto ainda não é visível no terreno, mas em parte também pode ser porque o projecto estava suspenso. Com o projecto suspenso, dificilmente se haveria de canalizar dinheiro para a responsabilidade social corporativa através dessa fundação. Agora, temos de ver nos próximos doze meses, agora que o projecto retomou oficialmente, se a fundação também está a trabalhar, está a apoiar as pessoas. Contudo, a situação de conflito em Cabo Delgado, é prevalecente sobretudo nas zonas um pouco afastadas do projecto, porque Palma, onde o projecto está, está relativamente seguro. Não há ataques registados nos últimos meses, nos últimos anos. No entanto, há um perímetro de 80 quilómetros ou 50 quilómetros. A insegurança está lá. É lá onde as comunidades estão. Será muito difícil desenvolver projectos de beneficência social para as pessoas de uma zona de conflito, simplesmente porque as empresas, as organizações, não quererão destacar os seus recursos humanos, os seus recursos materiais, para apoiar zonas em conflito. Não há segurança. Era muito importante que se estabilizasse não só Afungi e Palma, mas também a região toda a norte de Cabo Delgado e a província toda, para permitir que as pessoas tenham os benefícios. Mas, mais uma vez, essa não é tarefa da TotalEnergies. Essa é a tarefa do governo moçambicano. RFI: Sente que, de facto, há alguma vontade política para o Governo encontrar uma estratégia para estabilizar a situação em Cabo Delgado? Por exemplo, o Presidente, recentemente, disse que poderia entrar em negociações com as organizações que estão a disseminar a violência em Cabo Delgado. Julga que existem algumas pistas que se possam explorar? Borges Nhamirre: Sim, eu penso que essa é a saída. A insurgência está há oito anos. A guerra civil em Moçambique durou 15 ou 16 anos e terminou com negociações entre as partes, a luta de libertação de Moçambique durou dez anos e terminou com a negociação entre as partes, para falar dos exemplos concretos moçambicanos. Então, eu penso que o Presidente tem é de aceitar as várias iniciativas existentes, porque há várias iniciativas a nível local em Cabo Delgado, a nível nacional e a nível regional da África Oriental e até a nível internacional, que estão a apoiar o diálogo para a resolução do conflito em Cabo Delgado. O antigo Presidente, Filipe Nyusi, era muito relutante em avançar para estas iniciativas de diálogo. Agora, o Presidente Chapo tem incluído esta questão de diálogo no seu discurso. Espera-se é que passe para a prática, porque esta é uma das melhores saídas para acabar com o conflito. RFI: Julga que há essa vontade efectiva de avançar? Borges Nhamirre: Normalmente, o diálogo para a resolução de conflito acontece de uma forma secreta e quando a informação transparece ao público, muitos passos já terão sido dados. É assim que funciona para evitar sabotagens, para evitar que aqueles que se beneficiam do conflito, façam acções de obstrução do diálogo. Porque não podemos nos esquecer que, enquanto o conflito armado é um problema para a população, para a maioria das pessoas, beneficia certas pessoas de todos os lados, seja do lado dos grupos atacantes, nesse caso os insurgentes, que se beneficiam de economia ilícita, mas também da parte do governo. Os generais ficam mais importantes em tempos de guerra. A logística militar enriquece as pessoas. Então o diálogo, normalmente sendo um meio alternativo de resolução de conflito, acontece de uma forma silenciosa, até que alguns acordos importantes sejam alcançados e a informação, depois, aparecer em público. Neste momento, para quem faz o trabalho de campo e faz pesquisa, dá para notar que existem alguns movimentos no sentido de se fazer o diálogo. Existem organizações identificáveis que têm estado a fazer esses contactos das duas partes. Neste momento estou em posição de afirmar que há contactos já feitos das lideranças dos insurgentes e das lideranças do governo moçambicano, para que haja diálogo. Agora, o diálogo para resolver o conflito não é linear, tem altos e baixos, tem acordos, tem rupturas. Então, até que seja anunciado pelas autoridades competentes, não há muita coisa que se possa dar como garantido. Mas as palavras do Presidente, quando repetidamente diz que é importante dialogar, não me parece que sejam palavras vazias. São palavras que reflectem esses esforços existentes.
NESTA EDIÇÃO. Consulta sobre proibição de biodiesel importado para cumprimento da mistura é concluída. Brava compra participação da Petronas em campos no pós-sal da Bacia de Campos. Europa e Brasil avançam rumo a acordo para lítio, níquel e terras raras. Desconto para baixa tensão no mercado livre de energia deve ser de até 18%, prevê comercializadora. ***Locução gerada por IA
The 1952 classic, "Botch-a-me," by Rosemary Clooney, is a play on "Bacia me" which means "kiss me" in Italian. It has nothing to do with a guy named Butch. Card #737 on Beckett - https://marketplace.beckett.com/hooplasportscards_1082/item/1988-topps-737-butch-wynegar_82605424Hall of Fame Card Corner - https://baseballhall.org/discover/cardcorner-1978-topps-butch-wynegarSABR Article about Butch's big year - https://sabr.org/journal/article/butch-wynegar-from-single-a-to-the-major-league-all-star-game-in-one-year/1986 Article about Butch leaving NY - https://www.upi.com/Archives/1986/08/04/New-York-Yankees-catcher-Butch-Wynegar-who-left-the/9117523512000/BP interview with Butch - https://www.baseballprospectus.com/news/article/8101/prospectus-qa-butch-wynegar/ Minor League Interview - https://www.milb.com/news/gcs-350176Twins Daily article about Early Butch - https://twinsdaily.com/forums/topic/70808-butch-wynegar-had-an-incredible-two-year-start-to-a-13-year-career/ Opening Day Homer - https://youtu.be/EV5g8PD7-Us?si=KVjevlzyMeJV3qF8
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo e do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop-Maphu), acompanhou, nesta quarta-feira, 19, a entrega da revitalização da Estação Elevatória de Esgoto (ETE) da Bacia do Igarapé Redenção, em Rio Branco.
NESTA EDIÇÃO. Crise entre EUA e Venezuela vive escalada com bloqueio ao trânsito de navios petroleiros. Greve na Petrobras tem adesão em todas as plataformas da Bacia de Campos. Nova linha de crédito de até R$ 6 bilhões incentiva redução no consumo de diesel no transporte rodoviário. ANP não busca convergência nem toma lado na revisão tarifária do gás, diz Pietro Mendes. Menos de 250 mil famílias retiraram botijões no Gás do Povo. ***Locução gerada por IA
Êxodo 30:17-21 e 38:8 • Patrick Waridel • 16 de Dezembro, 2025
STF publica ata de julgamento em que ministros rejeitaram recursos de Bolsonaro por unanimidade. Defesa de Bolsonaro vai entrar com novos recursos, mas já prepara laudos médicos para prisão domicilia. O que se sabe e o que falta esclarecer sobre ataque armado que matou indígena Guarani Kaiowá em MS. Petrobras faz nova descoberta de petróleo na Bacia de Campos. Abono salarial PIS/Pasep: veja as novas regras para 2026 e quem pode perder o direito ao benefício.
Na primeira edição deste boletim você confere:- Candidatos do Partido Comunista e da extrema direita avançam para o segundo turno das eleições presidenciais no Chile;- Prazo para solicitar a reaplicação do Enem 2025 começa hoje;- Petrobras descobre petróleo na Bacia de Campos. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Maria Clara Pinheiro e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
A Petrobras anunciou a descoberta de petróleo de alta qualidade em uma área do pós-sal na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. O petróleo foi identificado em um poço exploratório localizado a 108 quilômetros da costa de Campos dos Goytacazes, em uma área com 734 metros de profundidade.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Objawy występują przez co najmniej dwa tygodnie po porodzie. Obejmują takie symptomy jak smutek, utrata zainteresowań, zmęczenie, problemy z koncentracją, lęk o dziecko czy poczucie winy związane z macierzyństwem. Rozpoznanie i leczenie depresji okołoporodowej ma kluczowe znaczenie dla zdrowia i dobrego samopoczucia pacjentki i jej dziecka. Nieleczona może utrudniać opiekę nad dzieckiem, przyczynia się do ogromnego cierpienia, budowania więzi, długotrwałych problemów rozwojowych u dziecka, wpływa na relacje rodzinne i zwiększa ryzyko samobójstwa. Dane epidemiologiczne wskazują, że dotyka pomiędzy 10 a 20% osób, a ta zmienność związana jest z regionem, statusem socjoekonomicznym, występowaniem epizodów depresji w przeszłości, brakiem wsparcia społecznego i wieloma czynnikami indywidualnymi. Jest problemem złożonym i nadal wstydliwym, bo macierzyństwo często jest stanem upragnionym, a gdy pojawia się choroba, trudno poczuć radość, bo ta przygnieciona jest lawiną poczucia winy.To jest seria Gutral Gada Osobiście, nie tylko dlatego, że widzę się dzisiaj z moją gościnią w studio, ale dlatego, że dzieli się ona swoim osobistym doświadczeniem trudności w obszarze zdrowia psychicznego. Najczęściej zadawane przez Was pytania dotyczą przeżyć osób w chorobie, by odnieść to do własnych doświadczeń. Poszukiwanie wsparcia i psychoedukacji przez dzielenie się doświadczeniem jest naturalne i może być wspierające, jednak pamiętajcie, że żaden podcast, ebook czy kurs nie załatwi Wam ani diagnozy, ani nie zagwarantuje efektów równych do współpracy ze specjalistą. Jednak dla oswajania tematu i społecznego wsparcia powstaje ta osobista seria. A pierwsza zaproszenie przyjęła aktorka filmowa, teatralna i dubbingowa, Karolina Bacia @costampoangielsku. Nie będzie wiwisekcji, będzie, mam nadzieję, wspierająco i inspirująco dla tych, którzy przekonają się, że jest wsparcie w cierpieniu. Za możliwość realizacji i dystrybucji tego podcastu kłaniam się w pas Patronom i Patronkom.Fot. moje - @opowiedziane_swiatlem Fot. Karoliny - Aleksandra ZaborowskaMontaż: Eugeniusz Karlov
O Brasil acolhe desde esta segunda-feira a 30a Conferência das Nações Unidas sobre o clima. O economista guineense Carlos Lopes é o enviado especial do evento para África, por decisão do chefe de Estado brasileiro, Lula da Silva. Este também docente universitário na cidade sul-africana do Cabo está, em Belém do Pará para esta COP30. Carlos Lopes, enviado especial da COP30 para África, e economista guineense, começa por nos revelar em que consiste a sua tarefa nesta cimeira. Somos sete para as regiões consideradas pelo Brasil como estratégicas para a discussão climática. No que me toca, eu responsabilizo-me pela África. Estive envolvido na Organização da Cúpula Africana do Clima, que teve lugar em Adis Abeba há cerca de um mês e, portanto, faço a ponte entre as lideranças africanas e a presidência brasileira para poder fazer com que esta COP ouça melhor cada uma das regiões. No meu caso, a África, mas também possa, digamos, articular as várias conexões que são necessárias para negociações desta natureza, que são sempre muito complexas. E é sempre o mesmo chavão. Mas, ao fim ao cabo, um chavão acertado em relação à realidade, ou seja, um continente que padece sobremaneira das alterações climáticas e que pouco polui. Esta constatação continua a ser válida em 2025, na COP de Belém em relação a África ? Sim, eu penso que nós temos agora até uma narrativa mais forte sobre o facto de regiões como a África precisarem de muito mais foco nos problemas de adaptação climática... E menos na mitigação, que normalmente domina os debates. E isso graças ao Brasil, digamos, ter também a mesma preocupação e estar orientada na mesma direcção. Portanto, o Brasil oferece à África essa possibilidade de maior concentração na adaptação, que é, de facto, o que nos interessa. Fala-se muito em perdas e danos, precisamente em mitigação. O que é que se pode esperar em relação a esse prisma, sendo que houve já anúncios feitos desde a pré-COP e agora o início da COP propriamente dita... por exemplo, o lançamento do Fundo de Florestas Tropicais para sempre. Na prática, há já avanços aí a registar ? Na realidade, é o único fundo novo que aparece nesta COP porque a presidência brasileira quis dar ênfase à implementação e não a novos acordos. Mas tratando-se de uma COP que tem lugar numa zona que é considerada a maior floresta mundial, achou oportuno que se lançasse, digamos, uma iniciativa particularmente orientada para as florestas tropicais e centrada sobretudo na protecção de três grandes zonas do planeta, que são a principal reserva florestal que é a Amazónia, a África, na Bacia do Congo e também a Indonésia e o Sudeste Asiático. E, portanto, a inovação desse fundo é que ele tem características um pouco diferentes de tudo o que foi até agora lançado na COP, porque é um fundo para pagar aquilo que já existe e não para fazer coisas. Portanto, é para permitir a protecção da floresta existente, e com uma ênfase também nas populações locais: as populações indígenas, as comunidades locais, a quem será reservada a 20% da utilização dos fundos apropriados. E com, digamos, características que são menos de compensação, e que são mais de aposta e investimento no futuro através da conservação. Portanto, têm de facto uma inovação muito grande. É importante sublinhar que o Fundo já está, digamos, com contribuições anunciadas importantes, sendo que dos 5 biliões que foram anunciados, cerca de três são da Noruega, que é o país que toma a dianteira e vai muito para além até das expectativas que se poderia ter nesta etapa da discussão. E há, digamos, uma adesão muito importante neste momento política para a criação desse fundo. Como é que é o ambiente aí, sendo que, uma vez mais, os Estados Unidos ficam de fora? É claro que já não é uma novidade. Em que medida é que o "climato-cepticismo", por assim dizer, continua a pairar como uma sombra sobre as negociações da COP? As negociações deste ano não são tão importantes porque não se trata de conseguir mais. Há um mapa do caminho, como se chama, de Baku para Belém, que foi definido na COP 29 e que é o assunto principal de negociações. E à volta de quais são os montantes de financiamento que até agora não foram cumpridos, e qual é o nível de ambição que se tem que acrescentar em matéria de financiamento climático? Mas, para além disso, as outras discussões estão mais ou menos alinhavadas. Não vai haver grandes controvérsias. A ausência dos Estados Unidos vai-se fazer sentir em termos de resultados, porque não é só o facto de os Estados Unidos estarem ausentes do debate climático. É a importância que tem indirecta nos comportamentos, equipamentos, por exemplo, corporativos, regulatórios. O facto de, por exemplo, os financiamentos privados estarem muito orientados pelas preocupações da principal bolsa de valores que é a Bolsa de Valores de Nova Iorque e, portanto, acaba por ter resultados indirectos muito negativos e que vão muito para além de os Estados Unidos propriamente ditos fazerem ou não fazerem o necessário. Que olhar é que se pode ter acerca da proposta da economista francesa Esther Duflo, que apresenta uma solução original e na COP 30 de Belém, com o economista indiano Abhijit Banerjee, que é o seu esposo, que ganhou com ela o Prémio Nobel da Economia em 2019, mais o economista americano Michael Greenstone, que foi conselheiro de Barack Obama ? Eles estão a propor um sistema de transferências de dinheiro em troca de acções ambientais. Acha que este sistema pode ter pernas para andar? Eles propõem um esquema em que os países ricos se comprometem a arrecadar fundos e a enviá-los directamente às entidades, às pessoas para as ajudar a se proteger contra os excessos do clima na forma de transferências financeiras ? Digamos que não é tão original. Tem a ver com as várias iniciativas para regular de uma forma ética, a emergência de um mercado de carbono. Eu sou defensor de que, no caso da África, nós precisamos ter um mercado de carbono regulado pelos africanos e liderado pelo Banco Africano de Desenvolvimento, porque é assim que nós podemos contornar o facto de que do exterior se faz a certificação, se faz a taxonomia, se faz, digamos, o controlo daquilo que é verde e do que não é verde, o que é o bom e o mau carbono e qual é o valor do carbono? Portanto, isto não são coisas que podem ser decididas por outrém, devem ser decididas por aqueles que detém, de facto, uma espécie de crédito histórico de carbono que não contribuíram para o problema e estão a sofrer mais do que os outros. E, portanto, é necessário poder de facto, conseguir transferir aquilo que nós consideramos como problema, que é o problema da dívida de um aspecto financeiro para um aspecto de carbono. É adquirido, portanto, que não se consegue cumprir a meta de um máximo de 1,5 graus de aquecimento do planeta. Já se está a trabalhar num patamar superior: de menos de dois graus e meio do aquecimento, é assim ? É de 2,4 graus ! Mas eu acho que o problema maior é de que mesmo essa segunda meta, que é uma meta, digamos, de realismo, também não será atingida se não se fizerem muito mais esforços do que aqueles que estão anunciados. E nós temos ainda o déficit sempre verificado daquilo que se promete e daquilo que se faz. Portanto, há contribuições dos vários países anunciadas aqui na COP, porque este era o ano em que se deveria fazer a revisão dos planos nacionais. Apenas 100 países, mais ou menos, vão apresentar esses planos nacionais. Se tivermos sorte, chegar aos 100. Portanto, faltarão cerca de 80 e poucos países. Mas mais importante do que isso é que esses países que não estão presentes, digamos, na mesa, alguns deles são os maiores emissores e, portanto, nós temos aqui já, digamos, comprometimento muito menor do que anteriormente, mas daqueles que anunciam temos um nível de ambição que está em redução, em vez de aumento. Como o senhor professor está, nomeadamente responsável pela parte africana. Eu pedir-lhe-ia que nos desse um pouco um olhar da dimensão dos africanos presentes em Belém. Em que estado de espírito é que viu as delegações chegarem? São de alto nível? Isso é promissor, a seu ver, em relação à visibilidade de África nesta conferência ? Nós não temos delegações lideradas por chefes de Estado em grande número, não é? E também a nível ministerial, a presença é bastante limitada e há várias explicações para isso. Uma delas é o facto de que estamos quase com as mesmas datas com a cimeira do G20, em que a África, pela primeira vez, tem uma importância maior, porque está a hospedar a cimeira do G20 e é a primeira vez que a União Africana participa a pleno. E há uma série de países africanos convidados pela presidência sul-africana. Portanto, isso não joga a favor da COP. A segunda razão é a logística. A logística aqui em Belém é muito complexa, é também muito cara. Portanto, as delegações africanas acabaram por ser penalizadas por causa dessa logística. A terceira razão é o facto de nós estarmos numa COP em que, digamos, os principais protagonistas estão ausentes e, portanto, não vamos ter aqui os três principais emissores actuais, que são os Estados Unidos, a China e a Índia. E podemos juntar de todo o G7. A nível de lideranças vieram apenas cerca de três, portanto há 17 países do G20 e do G7 e do G20, que não estarão presentes. E isso é, digamos, um desincentivo para a própria presença de outros países, nomeadamente africanos. No discurso de abertura, o presidente brasileiro, Lula da Silva, lembrava que, de facto, em 92 tinha havido um pontapé de saída importante já no Brasil em relação às questões ambientais. E esta conferência volta, então, ao Brasil e agora à a Amazónia e a Belém, onde se encontra o senhor professor. O que é que nos pode dizer acerca, precisamente, da expectativa dos habitantes desta grande cidade da Amazónia brasileira, relativamente ao acolhimento desta conferência, para a qual o mundo inteiro tem os olhos virados ? Há uma grande excitação em Belém e há uma atitude, digamos, de grande euforia que se vê, que se sente. É palpável. Portanto, há um défice de visibilidade na Amazónia e esta é uma grande oportunidade. É uma janela para se poder mostrar que a Amazónia é muito mais do que apenas árvores. Tem pessoas, tem cultura, tem gastronomia, tem cultura musical também muito importante para o Brasil o carimbó. Enfim, temos aqui uma atitude de grande celebração e uma atitude de grande entusiasmo, a tal ponto que não vai haver problema de números em termos de participantes da COP. Pode haver problema de participação internacional, mas todo o espaço que não for ocupado por presença de delegações internacionais seguramente é ocupado com grande pompa e circunstância e entusiasmo por participantes paraenses, amazónicos, brasileiros. Belém do Pará é mesmo uma área particularmente vulnerável às alterações climáticas ? Seguramente, porque a Amazónia tem um problema de desmatamento, mas também tem um problema de grilagem, como aqui se chama, de ocupação ilegal de terras. Tem um problema de populações que vivem em regime quase escravo, segundo a definição da Organização Internacional do Trabalho. E nestes três quesitos, um dos Estados que sofrem mais é justamente o Estado do Pará. Portanto, não estamos muito longe dos grandes problemas que afectam a Amazónia.
Na abertura da Cúpula de Líderes da COP30, o presidente Lula (PT) reclamou da queda no financiamento ambiental e pediu pelo "afastamento" dos combustíveis fósseis, dias após o Ibama ter concedido licença à Petrobras para perfurar um poço na Bacia da Foz do Amazonas. O analista de Política da CNN Caio Junqueira, o analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna, Marcello Brito, secretário-executivo do Consórcio Amazônia Legal, e Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, debatem o assunto.
Há dez anos aconteceu o rompimento da barragem da Samarco, na data de 5 de novembro de 2015. Com o desastre, mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério escoaram do Complexo Industrial de Germano, no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana, provocou uma tragédia que deixou 19 mortos e cerca de mil pessoas desalojadas na região de Minas Gerais. A lama gerada pelo desastre percorreu grande parte da Bacia do Rio Doce até chegar à foz, no distrito de Regência, em Linhares, no Norte do Estado, onde a lama se encontrou com o mar em 22 de novembro daquele ano.O rastro de destruição causou prejuízos financeiros, ambientais e emocionais incalculáveis para moradores dos estados mineiro e capixaba. O que mudou de lá para cá? Em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce, Guerino Balestrassi – ex-prefeito de Colatina, cidade impactada pelo rompimento – fala sobre as ações realizadas ao longo dos anos para a recuperação do Rio Doce e o apoio aos impactados.
NESTA EDIÇÃO. Congresso começa a discutir relatório de Eduardo Braga (MDB/AM) para a MP 1304/2025, que pode traçar os rumos para o leilão de gás da União. Governo acena com decretos para captura de carbono e SAF até a COP30. Petrobras avalia CCS na Bacia do Paraná. J&F anuncia nova aquisição de térmicas, dessa vez a óleo.
NESTA EDIÇÃO. Os motivos que levaram a Eletrobras a mudar de nome para Axia Energia. Petrobras pede para perfurar mais poços na Bacia da Foz do Amazonas, enquanto ambientalistas judicializam licença ambiental. A alta do preço do barril de petróleo, com as novas sanções contra a Rússia. Brasil e Indonésia assinam memorando para cooperação em energia e mineração.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras recebe a licença para a Bacia da Foz do Amazonas, com a chancela do MMA: “rigoroso processo ambiental”. Enquanto a indústria comemora, ambientalistas falam em judicialização. Empregados da EPE intensificam greve. Europa fecha acordo para a proibição completa de importações de gás russo a partir de 2028. BNDES, a Petrobras e Finep concluem seleção de gestor de fundo para transição energética.
Três semanas para a abertura da Conferência do Clima em Belém e a presidência da COP 30 usa a diplomacia para tentar garantir avanços. O Ibama autorizou pesquisa exploratória de petróleo e gás na Bacia da Foz do Amazonas, e a Petrobras vai poder perfurar um poço em águas profundas. Foram presos em Minas Gerais traficantes de drogas que estavam com fardas da Polícia Militar. A Faixa de Gaza teve novos episódios de conflito, e mediadores pressionam Israel e o Hamas a cumprir o acordo de cessar-fogo. A França reforçou a segurança em museus depois do roubo de joias no Louvre. O jogo entre os dois melhores times do Brasileirão incendiou o debate sobre falhas de arbitragem. Neurologistas atualizaram diretrizes para agilizar o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista.
Petrobras tem licença para prospectar na Bacia da Foz do Amazonas / Novo ministro: Lula nomeia Boulos para a Secretaria-Geral / Messias pode ser indicado hoje para o STF / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
NESTA EDIÇÃO. Receios de pressão nos preços e na oferta levam MME a estabelecer meta reduzida de aquisição obrigatória de biometano por produtores e importadores de gás natural para 2026. Perfuração na Bacia da Foz do Amazonas custará R$ 842,4 milhões, estima Petrobras. PetroReconcavo liberada para importar gás da Argentina. Incêndio em reator e falha na proteção de subestação foram as causas do apagão, aponta relatório preliminar do ONS.
NESTA EDIÇÃO. Brasil avança em estratégia para minerais críticos, tema que deve entrar na pauta das conversas sobre as tarifas impostas pelos EUA. Ibama nega licença para térmica a gás em Brasília. Campo de Bacalhau entra em produção no pré-sal da Bacia de Santos. Preço do petróleo cai ao menor valor desde o final de maio. Porto do Açu e JAQ estudam embarcações movidas a hidrogênio verde.
NESTA EDIÇÃO. Brasil tem mais um apagão causado por falhas pontuais em equipamentos no Sistema Interligado Nacional. No primeiro dia das audiências públicas da MP 1304, relator critica usinas renováveis sem conexão à rede e promete texto para fim de outubro. Petrobras e Ibama terão nova reunião para ajustes em licenciamento na Bacia da Foz do Amazonas. País formaliza proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis até 2035.
O Governo de São Paulo inaugurou nesta sexta-feira (3), em Franco da Rocha, o Reservatório EU-08, mais uma entrega do Programa de Combate a Inundações na Bacia do Rio Juquery, que reúne obras de macrodrenagem e reservatórios para mitigar cheias em municípios da região e na capital. Já em operação, o reservatório EU-08 representa um marco importante para a segurança hídrica e a redução de riscos de enchentes na região.
O convidado do JR ENTREVISTA desta terça-feira (30) é o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ao jornalista Yuri Achcar, ele fala sobre políticas públicas implementadas ao longo dos dois anos e sete meses em que está à frente da pasta, como o programa Gás do Povo. Também aborda o tarifaço imposto pelos Estados Unidos e a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, na região da Margem Equatorial.
NESTA EDIÇÃO. Plano vai garantir oferta de derivados no mercado com interrupção das atividades na Refit, que atendia sobretudo baixada e norte fluminense. Petrobras entrega ajustes ao Ibama em processo de licenciamento para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Redata vai multiplicar em quase quatro vezes a capacidade de processamento de dados no Brasil e pode atrair R$ 2 trilhões de investimentos. União Europeia anuncia pacote para acelerar transição energética da África.
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NESTA EDIÇÃO. Megaoperações contra crime organizado pavimentam trabalhos para combate a fraudes no setor de combustíveis. Novos diretores de agências reguladoras tomam posse. Regras do leilão de reserva de capacidade inviabilizam participação de usina a carvão no RS. Ibama indica próximos passos de análise para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Brasil fecha acordos em bioenergia com o México e inaugura nova rota de comércio com a China.
NESTA EDIÇÃO. EUA ampliam presença no abastecimento de combustíveis brasileiro. Em resposta a investigação de Trump sobre etanol, governo e indústria brasileira propõem parceria para abrir mercados. Senado aprova diretores indicados para ANP e Aneel. Sonda chega ao Amapá para simulado da Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras quer retornar à distribuição de GLP em um momento de reformulação das regras do setor. Presidente da Petrobras acredita que a companhia está “perto de um consenso” para a licença de exploração da Bacia da Foz do Amazonas. Lula veta 63 dos 400 dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Créditos de descarbonização do RenovaBio sofrem desvalorização acentuada em 2025.
NESTA EDIÇÃO.MP da reforma do setor elétrico chega ao Congresso com instalação de Comissão Mista que deve ser comandada por ex-ministros. Descoberta da bp no pré-sal da Bacia de Santos é a maior da companhia em mais de duas décadas. EUA vão aumentar tarifas sobre a Índia por compra de petróleo russo. Entidade de biocombustíveis apoiam governo em discussões sobre tarifas.
Marcos do Val é alvo de operação da PF e terá que colocar tornozeleira eletrônica. BP anuncia descoberta de poço de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Ministro de extrema direita de Israel gera crise após rezar em templo muçulmano e pedir 'conquista' de Gaza. Hamas divulga vídeo de refém israelense cavando a própria cova: 'Isso não é ficção, isso é real'. Funcionário da Voepass relata 'remorso desgraçado' por não ter registrado por escrito falha; ouça áudio.
Ricardo Arioli comenta algumas das notíciss ligadas ao Agro que foram destaque na semana. O Leilão para procurar petróleo na Bacia do Parecis, em Mato Grosso. Biocombustíveis nos Estados Unidos mexem com o preço da Soja. Brasil pode diminuir emissões apostando no uso maior de biocombustíveis, ao invés dos elétricos.
NESTA EDIÇÃO. Expectativa de perfuração da Petrobras e de extensão das descobertas na Guiana desperta interesse pela Bacia da Foz do Amazonas em leilão da ANP. Conflito entre Irã e Israel aumenta a atratividade do petróleo brasileiro, diz IBP. Comissão Europeia apresenta plano para interrupção da importação de gás natural e petróleo da Rússia. Projeto do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação vai desenvolver microrreatores nucleares em parceria com a Diamante Energia.
Ao todo serão investidos 170 bilhões na nova etapa do Acordo Rio Doce, com foco na reconstrução, reparação e justiça aos atingidos e atingidas pelo rompimento da barragem, em 2015.
A retomada do julgamento conjunto de dois recursos que discutem a responsabilidade civil das plataformas da internet por conteúdos de terceiros é destaque no episódio #154 do podcast Supremo na Semana. A discussão sobre a validade de regra do Marco Civil da Internet sobre responsabilização das empresas por descumprimento de ordem judicial de retirada de conteúdo continuará na próxima quarta-feira (11/6).O episódio também analisa o andamento de ações que envolvem a deputada federal Carla Zambelli, entre elas a decisão que rejeitou recurso contra sua condenação a 10 anos de reclusão pela invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a que determinou sua prisão preventiva após fuga do Brasil. Também em destaque está o relatório parcial de monitoramento sobre o Novo Acordo da Bacia do Rio Doce para reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Outro tema é o início, na segunda-feira (9/6/2025), da fase de interrogatório dos réus que integram o Núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado.Esta edição do Supremo na Semana é apresentada por Mariana Brasil, analista de redes sociais do STF, e tem comentários de Gisele Reis, analista jurídica da Rádio e TV Justiça, e de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do STF.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
O Café PT recebeu, nesta segunda-feira, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros, Deyvid Bacelar. Na conversa, ele comentou a importância estratégica da nova descoberta de petróleo na Bacia de Santos e os impactos para o setor energético e o desenvolvimento do país.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras reduz preço do diesel a partir desta terça (6/5). BW Energy vai investir US$ 1,5 bilhão no campo de Maromba, na Bacia de Campos. Projeto de lei que elimina direito de preferência da Petrobras na partilha é pautado na Comissão de Infraestrutura do Senado. Capacidade global de geração renovável cresce 585 GW em 2024. Medida provisória da reforma do setor elétrico pode gerar novas tentativas de ampliar a geração termelétrica, diz Instituto E+.
A Petrobras criou uma comissão para investigar as causas da explosão que gerou um incêndio em uma plataforma na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. 32 trabalhadores receberam atendimento médico. 14 funcionários ficaram feridos. Um desses funcionários chegou a cair no mar e precisou ser resgatado. Ele sofreu diversas queimaduras e foi levado para um hospital. O estado de saúde dele é considerado estável. As chamas foram controladas depois de 4 horas. Segundo a Petrobras, a plataforma não produz petróleo desde 2020, mas mantém a extração de gás. Veja também: Bahia marca no fim, vence Ceará e conquista primeiro triunfo no Campeonato Brasileiro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Nesta segunda-feira (21), uma plataforma de petróleo explodiu na Bacia de Campos, no interior do Rio de Janeiro, e deixou pelo menos 14 funcionários feridos. Um homem chegou a cair no mar, foi socorrido por uma embarcação de apoio com queimaduras e levado para o hospital. E ainda: Polícia apreende avião em Goiás carregado com 500 quilos de cocaína.
Especialista angolano em relações internacionais diz que falta capacidade à União Africana para resolver problemas como o conflito na RDC. Em Angola, a exploração de petróleo na Bacia do Etosha-Okavango preocupa ambientalistas e defensores dos direitos humanos. Destacamos os 60 anos de existência do serviço amárico da DW e da sua influência em mais de 120 milhões de etíopes.
O seu download não será tarifado! Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com o linchamento do cineasta Hamdan Ballal e a formação do novo governo na Síria.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com visita de Lula ao Japão, a suspeita de espionagem da ABIN no Paraguai e projeções eleitorais pela região.Por fim, explicamos o tarifaço de Trump, junto com outras notícias dos EUA e da Bacia do Pacífico.E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal
A Petrobras está ampliando sua atuação global e investindo em novas reservas de petróleo e gás. Em entrevista exclusiva ao estúdio eixos na CERAWeek 2025, Sylvia Anjos, diretora de Exploração e Produção da estatal, detalha os planos da companhia para aumentar a produção, expandir operações internacionais e fortalecer o mercado de gás no Brasil. Entre os destaques da entrevista:
Secas severas e intensas têm se tornado mais frequentes e devastadoras no Brasil e no mundo, principalmente nas últimas quatro décadas. Neste período, o país registrou mais de 13 mil casos de estiagem extrema, de norte a sul -- essa é a conclusão de um estudo publicado na revista científica "Science". Em 2024, por exemplo, quase 60% do país sofreu com a maior seca da história, comprometendo biomas e a produção agrícola, já que o cenário de seca favorece incêndios e compromete pastos, tomados pelo fogo. As consequências são vistas agora, de imediato, e tendem a ser ainda mais preocupantes para o futuro. Cientistas alertam que as secas vão ficar piores até 2060. As saídas apontam para a diminuição do desmatamento, o investimento em tecnologias sustentáveis e a cobrança de ações do governo. Quem explica isso é Ana Paula Martins do Amaral Cunha, pesquisadora no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, o Cemaden. "As imagens que nós temos visto nesses últimos anos são rios sumindo". Trata-se de uma situação que, segundo ela, se espalha pelo Brasil. "Agora a gente tem visto grandes rios na Amazônia, onde isso não é comum, secando. E não só na Amazônia, como também na região da Bacia do Paraguai, ou seja, região do Bioma Pantanal."
NESTA EDIÇÃO. Leilão de reserva de capacidade tem mais um questionamento na Justiça. Petrobras pode enfrentar dificuldades para contratar sondas para a Bacia da Foz do Amazonas, diz Pietro Mendes. Maricá vai debater administração de royalties com prefeitos da região da Margem Equatorial. CNPE terá proposta de marco legal para combustíveis sustentáveis de navegação até o final de junho. ABIHV fecha acordo com banco japonês para cooperação no setor de hidrogênio.
NESTA EDIÇÃO. Investimentos privados avançam na maior região produtora de petróleo e gás do país. Pequenas hidrelétricas negociam contratos de autoprodução remota para se viabilizar no mercado livre de energia. Conexão de Roraima ao Sistema Interligado Nacional deve ocorrer ainda em 2025. Mistura de 30% de etanol na gasolina pode ampliar em 16,2% a produção do biocombustível, diz Bioind MT. Demanda brasileira por minerais críticos para transição energética vai crescer 54% até 2034, segundo EPE.
NESTA EDIÇÃO. Governo avalia diversificar tecnologias nos leilões de potência. TotalEnergies avalia levar hidrogênio verde do Brasil para refinarias na Europa. Ministro de Minas e Energia defende licença para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas antes da COP30. Opep terá plano para compensar produção acima das cotas.
Debate da super manhã: Pernambuco é um dos maiores produtores de leite do Nordeste. São 27 cidades localizadas no Agreste e no Sertão do estado que fazem parte da bacia leiteira, com produção diária de aproximadamente 2,3 milhões de litros do produto. No debate desta terça-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber sobre a infraestrutura, o apoio governamental e os benefícios fiscais dados aos produtores e empresários do setor. Participam o secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco, Wilson de Paula, o presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco (Sinproleite), Saulo Malta, o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de Pernambuco (Sindileite), Alex de Oliveira Costa, e o gerente da Fábrica Polilac, George Pires Martins.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! No episódio de hoje, Bibo e Gutierres Fernandes conversam com Valmir Nascimento, autor de A Mente Carismática, um livro lançado pela Editora Thomas Nelson Brasil que busca provocar a igreja evangélica a pensar uma cosmovisão pentecostal. […] O conteúdo de A política da bacia – BTCast 585 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! No episódio de hoje, Bibo e Gutierres Fernandes conversam com Valmir Nascimento, autor de A Mente Carismática, um livro lançado pela Editora Thomas Nelson Brasil que busca provocar a igreja evangélica a pensar uma cosmovisão pentecostal. […] O conteúdo de A política da bacia – BTCast 585 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
#553 - Lições da Liderança - Abraçando a Toalha e a Bacia | JB Carvalho by JB Carvalho