Commune in Hunedoara, Romania
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Agosto foi um mês profético pra nós. Um mês em que Deus nos lembrou quem somos como igreja: COMUNHÃO CRISTÃ. Fomos chamados à comunhão, chamados a deixar tradições que não servem mais, chamados a ser odres novos, chamados a acertar não só o alvo, mas a “mosca” da vontade de Deus.E hoje o Senhor juntou tudo isso em um tema simples e profundo: Servir e governar.Na lógica do mundo, quem governa é quem sobe, quem pisa, quem disputa cadeira, quem aparece.Mas na lógica do Reino, Jesus inverte tudo: “Quem quiser ser grande entre vocês, seja o que serve. Quem quiser ser o primeiro, seja servo de todos.”Deus nos chamou para GOVERNAR nesta geração. Mas o caminho pra isso não é glamour, palco, título ou posição.O caminho é TOALHA, BACIA e SERVIÇO.Uma experiência marcante com o presidente do congresso das Ilhas Fiji, o Deputado e pastor Wacavacatonga. Um homem que viu sua nação ser transformada pelo Evangelho.No meio de uma conferência lotada, com gente importante, mandou colocar 12 cadeiras na plataforma. Quando pediu voluntários para ocuparem as cadeiras, foi um empurra-empurra de líderes querendo “os tronos”.E então, ele agradeceu, pediu que todos voltassem aos seus lugares… e passou quatro horas apenas lendo um relatório. Sem show, sem “sapatear”, sem performance. Só fatos: o que acontece com um país quando um povo decide servir a Deus de verdade.No final, quase todo mundo tinha ido embora. Ao lavar os seus pés, ele orou por mim e passou a repetir uma frase que ecoa dentro de mim até hoje:“Ensina o teu povo a servir.”Essa é a marca que o Espírito Santo está acendendo em nós como Comunhão Cristã: uma igreja de diáconos, uma igreja de servos, uma igreja que governa, porque aprendeu a servir.Na Bíblia, quem serviu bem nunca ficou “pequeno” aos olhos de Deus:– Estevão, um diácono que servia às mesas, se tornou o primeiro mártir e liberou uma das mensagens mais profundas do Novo Testamento.– Filipe, outro diácono, saiu de servir comida para servir multidões com milagres… e depois deixou a multidão para alcançar UM homem no deserto – o eunuco etíope – e, através dele, o Evangelho entrou na África.A promessa é clara: “Os que servirem bem alcançam para si justa preeminência e muita ousadia na fé em Cristo Jesus.”Deus não deu o Espírito Santo para meia dúzia “de ungidos”. Ele derramou o Espírito sobre TODA a igreja, porque Ele quer usar TODA a igreja.E isso toca diretamente a nossa vida prática. Culto não é “o que eu recebo de Deus”. Culto – avodá – é serviço.Eu venho ao culto para oferecer algo:– meu louvor,– meu sorriso,– meu tempo,– meu ouvido,– minhas mãos,– meu dom,– minha disposição de servir qualquer pessoa que Deus colocar do meu lado.Servir não é só ter escala, cargo ou microfone. Servir é: – pegar o papel de bala do chão sem esperar o “responsável”,– chegar mais cedo e sair um pouco mais tarde,– ser o funcionário que mais se doa no trabalho,– ajudar o vizinho com o lixo,– oferecer um café, uma escuta, uma oração, um abraço,– deixar que Jesus apareça no seu jeito de viver.Porque “o servo que não serve… não serve pra nada.”Nós também fomos lembrados de outra cena: Moisés com as mãos levantadas no monte, Josué guerreando no vale, e Arão e Hur segurando os braços de Moisés quando ele já não aguentava mais. Cada um tem um lugar diferente nestas batalhas que temos de enfrentar em nossas próprias vidas e realidades, mas essa GUERRA é de todos nós!Essa é a nossa identidade como Comunhão Cristã: “Essa batalha é sua, mas essa guerra é nossa.”Você tem lutas pessoais – na família, no trabalho, na saúde, nas emoções. Mas você não está sozinho. Deus nos juntou como corpo, como comunhão, para que: – alguns nos dirijam, ensinem, inspirem, cuidem de nós,– outros no lugar de intercessão,– outros sustentando, encorajando, discipulando,– mas TODOS servindo e governando juntos em nome de Jesus.CONTINUA...
Decorre desde esta segunda-feira e ainda até ao dia 6 de Setembro nas imediações da capital moçambicana a 61.ª edição da FACIM, Feira Internacional de Maputo, a principal montra dos diversos sectores da economia do país. Esta mostra em que participam cerca de 3 mil expositores, entre os quais mais de 2 mil nacionais e os restantes oriundos de uns 30 países, nomeadamente Portugal, mas também o Brasil e a China, decorre sob o lema "Transformação digital e energética para uma economia sustentável". Durante a inauguração ontem do evento, o Presidente moçambicano incitou os investidores privados a se interessarem pelo seu país, prometendo eliminar o que chamou de "complicómetro" para criar um bom ambiente e negócios. Daniel Chapo também disse que Moçambique vai investir as futuras receitas do gás da Bacia do Rovuma noutros sectores de modo a "fazer chegar o dinheiro ao bolso" de cada cidadão. Anúncios que analisamos com Teresa Boene, economista do CIP, Centro de Integridade Pública de Moçambique, que começa por esboçar um panorama dos principais desafios que a economia do seu país enfrenta neste momento. RFI: Como está a economia de Moçambique actualmente? Teresa Boene: Eu penso que, em termos económicos, o país atravessa um momento bastante sensível. Um momento de grandes desafios, mas também que podemos dizer, de grandes oportunidades. Isso pode muito depender da forma como as acções serão levadas a cabo. Estamos desde 2024 a enfrentar uma situação de escassez persistente de divisas. Estamos ainda a tentar recuperar da questão das manifestações pós-eleitorais. No início deste ano, tivemos inundações que também constituíram um desafio para o país. Em relação às finanças públicas no geral, pode-se dizer que não estão saudáveis, com um nível elevado da dívida pública, atrasados com fornecedores, dívida de reembolsos com IVA e outros impostos com os empresários. Todas as nossas atenções realmente estão viradas para as receitas do gás. Mas nós conduzimos um estudo, inclusive no início deste ano, em que apontamos que devemos ter bastante cautela em relação às expectativas elevadas que nós colocamos para essas receitas, porque realmente, qualquer plano que é desenhado nesses dias, ele sempre olha para a questão das receitas do gás. Recentemente foram aprovados os instrumentos legais que vão orientar o Banco de Desenvolvimento de Moçambique e também olhar para a questão das receitas do gás. Mas nós advertimos para que não se concentrem todas as atenções para as receitas do gás, porque pode ser que não se gerem as receitas que nós esperamos por diversas razões e principalmente ligadas ao preço que não depende da influência de Moçambique, é uma variável fora do nosso controlo. Então, há uma necessidade realmente de se olhar para as receitas do gás como um ponto de partida, mas que as atenções não estejam todas concentradas para este recurso. É que realmente há uma necessidade de se tentar captar esses recursos para uma maior diversificação económica. RFI: Antes de falarmos precisamente desse ponto, gostava também de lhe perguntar relativamente ao panorama económico actual de Moçambique, no qual, para além de todas as dificuldades que expôs, veio somar-se mais uma, que é o conflito no Médio Oriente, que evidentemente teve consequências em todo o mundo em termos de acesso e preço do combustível. Como é que estamos neste momento em Moçambique? Teresa Boene: Posso dizer que estamos razoavelmente melhor quando comparado com alguns meses atrás, porque nós, no início dessa tensão do Médio Oriente, enfrentámos uma situação de escassez severa de combustível no país, onde assistíamos a uma situação do resto do mundo com os preços do combustível a subir. E Moçambique continuava "tentando segurar as pontas" em relação a isto. Tendo em conta também o impacto que isto poderia causar na população e olhando também para o receio que podemos dizer que o governo tem em relação a como a população pode olhar para um possível aumento do custo de vida. Entretanto, acabou realmente ocorrendo que os preços tiveram que subir e isto depois, acabou por aliviar um pouco a pressão que estava a observar em relação a esta escassez de combustíveis, pelo menos para a província de Maputo. Nos últimos dias, já há um relativo equilíbrio entre a procura e oferta de combustível. Entretanto, existem províncias como Cabo Delgado que continuam a enfrentar este problema. Se a situação do conflito no Médio Oriente persistir, com certeza isto poderá ter um impacto significativo e negativo para a economia moçambicana. Esta dependência que nós temos dos preços internacionais e também o impacto que o aumento dos preços do combustível têm na economia no seu todo, é com certeza elevado, porque isto vai aumentar os custos de produção das empresas. Automaticamente os preços dos bens e serviços no seu todo e, com certeza, o custo de vida da população aumentam. RFI: Ontem, durante a inauguração da feira, o Presidente prometeu eliminar o "complicómetro" para criar um bom ambiente de negócios em Moçambique. Quando ele está a falar do "complicómetro", ele está a falar do quê exactamente? Teresa Boene: Poderia olhar possivelmente para a questão dos processos administrativos. Nós somos um país conhecido por uma excessiva burocracia que, em algum momento, acaba alimentando a corrupção. E é este um dos factores que temos vindo a discutir e advogar para que realmente possa, como disse o Presidente, tirar esse "complicómetro" para que o sector empresarial possa realmente trabalhar. Porque nós aqui assistimos a uma situação em que só para licenciar uma empresa é um procedimento longo, exaustivo, que acaba fazendo com que o empresário prefira dar dinheiro ao funcionário público para ter o seu processo facilitado. Então, isto eu vejo com bons olhos. Com certeza é algo que nós já vínhamos alertando, que é uma necessidade de realmente se criar um bom ambiente de negócios e com certeza parte por aí. Só que há uma necessidade de se olhar também para um outro conjunto de factores que vai criar um bom ambiente de negócios. Como referia, por exemplo, a questão da escassez de divisas. Os empresários estão neste momento com limitações severas para a importação de produtos. Isto também é um aspecto que tem que ser olhado se realmente nós desejamos que a actividade económica flua devidamente no nosso país. RFI: Durante a inauguração da FACIM, Daniel Chapo também mencionou que pretende aplicar as futuras receitas dos megaprojectos de gás do Norte de Moçambique noutros sectores da economia. No fundo, falou do que é a missão do Fundo Soberano criado há dois anos. Como é que estamos relativamente à esse Fundo Soberano? O que é que se sabe sobre essa estrutura? Teresa Boene: Bom, posso dizer que ainda estamos mesmo num estágio inicial e não no nível desejado. Talvez possa explicar realmente o que diz em palavras simples a lei do Fundo Soberano. O Fundo Soberano, a lei, no seu geral, prevê a alocação de 60% das receitas do gás para o Orçamento do Estado e esta parte das receitas deve ser alocada para investimento público. E os 40% são esses que podem ser investidos no sistema financeiro internacional e neste momento já foi aprovada a política de investimentos e o Banco de Moçambique já está realmente na gestão deste activo, desses recursos. E eu olho de forma positiva quando o Presidente da República também vê que há uma necessidade de se alocar os recursos do gás para a diversificação económica, porque nós há pouco tempo até fizemos uma análise em que apontávamos que no total do investimento directo, cerca de 85% vão para a indústria extractiva e também acima de 50% das exportações de Moçambique são da indústria extractiva. Isto é bastante crítico, tendo em conta que se trata de exportações de matéria-prima. Estamos a falar, neste caso, que há uma capacidade de transformação bastante limitada no país, e estes sectores, o sector da indústria transformadora e o sector agrícola são sectores que realmente têm uma capacidade de geração de emprego. Então, eu olho para este pronunciamento de forma positiva. RFI: Um dos elementos desse discurso do Presidente moçambicano é dizer que, investindo noutros sectores com as receitas do gás, pretende "fazer chegar o dinheiro ao cidadão". Mencionou, por exemplo, as empresas que poderiam trabalhar directamente com esses megaprojectos. Ora, nós sabemos que geralmente esses megaprojectos chegam também já com a sua carteira de empresas associadas. Que garantias é que acha que o governo tem, neste momento? Teresa Boene: As condições legais, eu posso dizer que elas estão criadas. Foi aprovada recentemente a lei de conteúdo local. Nós temos também a questão do imposto de produção, que prevê que uma parte vá para as comunidades. Então, estes aspectos todos, eu diria que eles fazem com que nós possamos dizer que realmente as condições legalmente estão criadas. Mas um dos grandes problemas de Moçambique é colocar a lei em prática. Então, existem outras condições para além das legais, que há uma necessidade de que sejam criadas. Depois, também olhando para o tipo de investimento que é feito na indústria extractiva, estamos a falar de capital intensivo. Pode ser difícil para as empresas moçambicanas, a maior parte delas são pequenas e médias empresas, poderem realmente prestarem serviços a estes megaprojectos. Entretanto, eu estou em crer que o Governo poderá criar condições para que isto possa acontecer. Mas tem que se olhar, por exemplo, para a questão de que inclusive o próprio imposto sobre a produção, que era suposto uma parte beneficiar as comunidades, essas transferências não estão sendo feitas devidamente e também não estão criadas as condições em termos de infra-estruturas, para que a parte das receitas em espécie também possa beneficiar a essas comunidades. RFI: Quando o Presidente moçambicano fala de bom ambiente de negócios, ele também pode estar a referir-se à segurança, a segurança, que não está garantida, pelo menos até ao momento, em Cabo Delgado. Talvez no resto do país seja um pouco mais fácil, mas pelo menos em Cabo Delgado não parece ainda haver propriamente condições, apesar de os megaprojectos garantirem que vão avançar. Como é que estamos neste aspecto? Teresa Boene: Com certeza, um dos pontos fortes de um ambiente de negócios favorável é a segurança. Pelo menos em relação à questão dos raptos, já há alguns meses que não se assiste a nenhum e inclusive há pouco tempo foi noticiado isto. Então neste aspecto podemos ver de forma positiva, mas com certeza a norte do país a segurança não está garantida. Com certeza, isto é um aspecto que mina realmente o ambiente de negócios e também é um aspecto que faz com que pelo menos nós, o CIP digamos que não se deve colocar todas as expectativas da economia moçambicana nas receitas do gás, porque apesar por exemplo, da Total ter anunciado uma possível retoma, não se sabe o que pode vir a acontecer, mesmo em relação aos outros projectos que prevêem a sua decisão final de investimento para os próximos tempos. Também são questões imprevisíveis e também muito associadas à questão da segurança no norte do país.
NESTA EDIÇÃO. Mesmo sob judicialização, taxa sobre petróleo exportado é renovada pela segunda vez. Equinor defende discussões sobre abertura do mercado de gás no Brasil; companhia norueguesa avalia leilão de baterias e possível entrada na exploração da Bacia de Pelotas. Armazenamento de energia na América Latina deve crescer 13 vezes e chegar a 34 GW até 2035, calcula Wood Mackenzie. ***Locução gerada por IA
Na pauta do programa Acerto de Contas, da Rádio Gaúcha Apresentação: Giane GuerraA descoberta de petróleo na Foz do Amazonas e os preços dos combustíveisE ainda, a análise da Bacia de Pelotas, no RSSai parecer do Conselho Nacional de Educação sobre lei que obriga um mês de férias escolares na Copa Feminina de 2027Estreias, retornos e ampliações: shopping da Região Metropolitana ganhará 14 novas lojasParada transformação do Hotel Everest, mas empresário está disposto a ceder o projetoProdução: Isadora Terra e João Pedro CecchiniEdição de áudio: Fernando BortolinPatrocínio: Shopping Total, Sindilojas Porto Alegre, Marcopolo, Be8 e Corsan
A retórica e as disputas entre Japão e Rússia se intensificaram no norte do oceano Pacífico e te atualizaremos dos últimos acontecimentos.Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com mais denúncias de crimes de guerra contra Israel.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, destacando o anúncio de libertação de dezenas de presos políticos na Venezuela, enquanto o ouro retido no Reino Unido deve ter novo destino.Cuide de sua saúde mental com a Psicólogos Brasil: https://www.psicologosbr.com/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Convidado: Felipe Maciel, sócio-fundador e diretor executivo da agência eixos, especializada nos setores de petróleo, gás e energia. No último sábado (15), a Petrobras anunciou a identificação de hidrocarbonetos no poço Morpho, localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá e a cerca de 2.800 metros de profundidade. A confirmação de que há petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, na chamada Margem Equatorial, gerou empolgação imediata – o presidente Lula chegou a chamar a descoberta de "passaporte para o futuro" do país. Mas ainda falta uma longa jornada até que seja confirmada a viabilidade econômica da exploração do petróleo na região. A presidente da estatal, Magda Chambriard, fala em até 7 anos para que o primeiro barril de petróleo seja extraído de águas submarinas. Há perspectivas econômicas otimistas, mas também há riscos ambientais e climáticos: a região é considerada de extrema sensibilidade ambiental e o investimento em combustível fóssil vai na contramão do compromisso do país com a transição energética. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Felipe Maciel, jornalista que acompanha há duas décadas os setores de petróleo, gás e energia. Ele explica como irá se dar a possível exploração, analisa os riscos para a questão ambiental e compara o caso brasileiro com o da Guiana. Participa também do episódio Shigueo Watanabe Jr., especialista em energia do Observatório do Clima e pesquisador do Climainfo.
O ex-governador do Rio Cláudio Castro foi alvo de mais uma operação da Polícia Federal. Dessa vez, a suspeita foi de favorecimento de empresários e fraude na concessão de licenças ambientais. A Quaest divulgou uma nova pesquisa com a intenção de voto para presidente. A Petrobras anunciou a descoberta de sinais de petróleo na Bacia da Foz do Rio Amazonas. O fogo consome a vegetação de cerrado no Parque Estadual Terra Ronca, em Goiás. Na Europa, os incêndios florestais obrigaram milhares de pessoas a saírem de casa. Os repórteres do JN chegaram à cidade colombiana mais atingida pelo terremoto de segunda-feira (10). Moradores de Pereira dormem na rua, em meio a construções que podem desabar a qualquer momento.
A Petrobras realizou uma descoberta de hidrocarbonetos em um poço exploratório na Bacia da Foz do Rio Amazonas, em águas ultraprofundas do Amapá, informou a companhia em comunicado nesta sexta-feira (14). "O intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos e indicativos em rocha", disse a petroleira. Thais Herédia, âncora da CNN, Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, e Roberto Ardenghy, presidente do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo), debatem o assunto.
Novo centro regional, em Brasília, integra dados globais, regionais e locais para enfrentar eventos extremos na Bacia do Prata, como chuvas intensas, inundações e tornados, garantindo previsões mais precisas e comunidades mais seguras
PEGUE A BACIA - PR. RUBENS MARTIM - 21/06/26Seja muito bem-vindo!Neste Podcast você vai encontrar tempos preciosos de orações e pregações inspiradas pelo Espírito Santo de Deus, o único capaz de transformar os corações por inteiro, conduzindo para uma profunda intimidade com o Pai e equipando sua vida para falar do amor de Jesus a todos os povos.Que o fogo do Espírito Santo queime em seu coração em cada vídeo/aúdio, despertando sua vida para o chamado de Deus para estes últimos dias.Inscreva-se no canal e compartilhe para que mais pessoas sejam abençoadas pela pregação do evangelho do Reino de Jesus Cristo.Leia a bíblia!https://www.instagram.com/casa.comunidadecrista/https://www.instagram.com/rubens_martim/https://www.instagram.com/falaprapsico.julianamartins/
NESTA EDIÇÃO Petrobras indica que perfuração na Bacia da Foz do Amazonas pode durar dez meses. AGU defende suspensão de benefício para a Refinaria da Amazônia. ONS adota operação especial para a Copa do Mundo, que traz desafios adicionais para o sistema elétrico no Brasil. Aquecimento causado pelas atividades humanas atingiu 1,37°C em 2025. ***Locução gerada por IA
NESTA EDIÇÃO. EUA batem recorde de exportações de petróleo em abril e mantêm volumes em maio, em meio a guerra com o Irã. Petrobras compra participação em bloco da Equinor no pré-sal da Bacia de Campos. Observatório do Clima quer colocar fim dos leilões de petróleo na pauta eleitoral. Acelen e Iata firmam acordo de olho na diversificação de matérias-primas para SAF. ***Locução gerada por IA
Secretária Natália Resende explica os investimentos feitos pelo Governo de SP em coleta e tratamento de esgoto.
NESTA EDIÇÃO. Reajustes no querosene de aviação e no gás natural indicam aceleração da inflação dos combustíveis em maio. Nova plataforma entra em produção no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Opep+ vai aumentar produção em junho. Trump promete esforço para retirar navios presos no Estreito de Ormuz. ***Locução gerada por IA
Divergências estratégicas entre dois dos maiores produtores do petróleo, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, vão originar um aumento brutal do preço do produto no mercado internacional e quem não se precaver com fontes energéticas alternativas terá problemas internos. As divergências já antigas com a Arábia Saudita levaram os Emirados Árabes Unidos a anunciar que vão sair da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) a partir do dia 1 de Maio. Viriato Luís Soares Cassamá, engenheiro ambiental e ex-ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau diz que os Emirados Árabes Unidos querem atacar o mercado da venda do petróleo, a partir de agora, de forma isolada. Ou seja, querem estar livres da responsabilidade de produzir por quotas, conforme os mecanismos da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos é o terceiro maior produtor do petróleo do mundo. A sua saída (da OPEP) em larga medida, irá comprometer o preço do barril do petróleo a nível mundial. No sistema de quotas haverá uma viragem para a conquista do mercado. Os Emirados Árabes Unidos, como todos nós sabemos, investiram muito (dinheiro) para aumentar a sua capacidade de produção do petróleo. De acordo com os dados investiram mais de cinco mil milhões de dólares para produção de cinco milhões de barris (de petróleo) por dia e essa saída (da OPEP) irá com certeza reduzir a quantidade de barris produzidos por dia a nível da OPEP e consequentemente aumentará o preço do petróleo. Países que utilizam os combustíveis derivados do petróleo vão sofrer, afirma Viriato Cassamá, porque perspectiva-se um aumento galopante do preço do produto e a Guiné-Bissau deve estar preparada para enfrentar as consequências. Como a Guiné-Bissau é um país que não produz petróleo, a nossa matriz energética é mais na base térmica, os combustíveis fósseis, com certeza que a Guiné-Bissau, nesta primeira fase, irá sofrer e muito com a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP e da OPEP +. Com o preço do petróleo em alta restará aos países avançarem para fontes alternativas de produção de energia, nomeadamente a partir do vento, da água, da biomassa florestal e do sol. Nesses capítulos, defende Viriato Cassamá, a Guiné-Bissau estará à vontade para produzir energia de forma limpa e sustentável a longo prazo. A alternativa que resta à Guiné-Bissau é de capitalizarmos o activo energético que nós temos. A Guiné-Bissau é um país que tem mais de 30 mil horas de insolação [de sol] por ano. Investindo nas [energias] renováveis a Guiné-Bissau, irá, com certeza, ter uma soberania energética, não só no solar como também na biomassa florestal, porque a Guiné-Bissau é um país florestal, tem muita biomassa florestal que neste momento não é aproveitada para produção da energia. De acordo com estudos feitos, a parte insular, a parte das ilhas tem um potencial grande da produção da energia através do vento, a energia eólica. A Guiné-Bissau, antigamente, na época colonial, era conhecida como “Terra de mil rios”, temos tantos rios, também podemos aproveitar esses recursos naturais para podermos produzir energia através de mini- hídricas. Quer dizer que a Guiné-Bissau tem muitas potencialidades para produzir a sua própria energia de uma forma muito mais limpa e que terá uma sustentabilidade a longo prazo. O país não tem muitos recursos financeiros internos, mas Viriato Cassamá é da opinião de que é possível ir buscar dinheiro junto de parceiros internacionais de desenvolvimento para a materialização de projectos de construção de centrais de produção de energia a partir do sol. Temos estado a trabalhar com os nossos parceiros de desenvolvimento. Neste momento está-se a concluir a construção da central solar de Bôr (subúrbios de Bissau). Está-se a pensar também construir três centrais solares, em Gabu, Bafatá (ambas cidades no leste do país) e Canchungo (cidade do norte do país). A Guiné-Bissau tem muita potencialidade nesta área, mas é preciso fazermos uma diplomacia com mais celeridade de forma a podermos captar muito mais recursos que estão à disponibilidade de países menos avançados para podermos investir nas energias limpas. O desafio da Guiné-Bissau não se pode cingir apenas em produzir energias a partir de fontes alternativas e limpas, a meta deve também ser ajudar o mundo a emitir menos dióxido de carbono. Viriato Cassamá diz que o actor principal nessa mudança de paradigma deve ser a Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB) devido à sua função charneira no país. A EAGB poderá aproveitar esta oportunidade como sendo um único actor na distribuição de energia a nível nacional, poderá aproveitar esta oportunidade para captar muito mais financiamento e investir nas renováveis. Agora, felizmente, temos energia que vem do Projeto da Valorização da Bacia do Rio Gâmbia que é a OMVG, a fonte da produção dessa energia limpa e renovável através de uma barragem na Guiné-Conacri. A EAGB poderá trabalhar também nesse sentido para que a Guiné-Bissau possa ter a sua soberania energética. Como eu disse, temos a potencialidade solar, temos a potencialidade eólica, temos a potencialidade hídrica, temos a potencialidade da biomassa florestal. A EAGB deverá mudar a sua forma de pensar, pensando num investimento em energias limpas e a longo prazo, uma energia amiga do ambiente, irá, com certeza ajudar a Guiné-Bissau a participar naquela quota de reduzir os gases com efeito estufa. Viriato Cassamá, engenheiro ambiental guineense e antigo ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau aqui com uma análise sobre as consequências do anúncio da saída da OPEP por parte dos Emirados Árabes Unidos já a partir de 1 de Maio.
NESTA EDIÇÃO. Com a compra de mais um ativo na Bacia de Campos, Petrobras caminha com plano de retomada na região. Preço do barril de petróleo volta a subir após fracasso de tentativas de negociações entre EUA e Irã. Casa Branca avalia proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. MME publica diretrizes para as janelas de acesso à rede elétrica. Como foi a articulação pró-biocombustíveis do governo e empresários brasileiros na Feira de Hannover, na Alemanha. ***Locução gerada por IA
João 13.1-11 |Celeb em 23/04/2026 |Igreja Batista URBANA |Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
Sermão da Quinta-Feira Santa. Tríduo Pascal. Texto base se encontra em João 13,1-15.
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
NESTA EDIÇÃO. Oferta global de diesel pode ter novas baixas com ataques à Rússia; governo brasileiro ainda não vê risco de desabastecimento. Barril de petróleo volta a fechar acima dos US$ 100. Vibra com marca da Petrobras foi um erro, avalia Décio Oddone. Petrobras faz nova descoberta no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos. ***Locução gerada por IA
O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. A Ucrânia disse na segunda-feira que estava disposta a trocar o gás moçambicano por tecnologias militares, uma troca que preocupa o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano. Na segunda-feira, Daniel Chapo, o Presidente moçambicano, e Volodymyr Zelensky, Presidente ucraniano, tiveram uma conversa telefónica em que Kiev mostrou interesse no gás moçambicano. Em contrapartida, a Ucrânia prometeu apoio militar, nomeadamente a nível tecnológico, deixando entender que se trata de tecnologias usadas actualmente pelo país nos combates contra os russos como drones. No caso de Moçambique, segundo a Ucrânia, estas tecnologias poderiam servir para a segurança interna do país e a protecção das populações face ao terrorismo. Esta conversa surge num momento em que a crise de combustíveis, nomeadamente de gás, se está a acelerar devido aos ataques no Qatar e no Irão, assim como o encerramento do estreito de Ormuz. Impedida de voltar aos níveis de produção de gás dos tempos de paz, a Ucrânia procura alternativas de abastecimento estando já a preparar-se para o próximo Inverno. No entanto, o aprofundamento das relações com a Ucrânia pode abalar a política de não-alinhamento de Moçambique nos conflitos internacionais, segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano. "Neste momento não é oportuno para Moçambique estabelecer relações quer comerciais, quer diplomáticos com a Ucrânia, até por conta do tipo de relações históricas estabelecidas entre Moçambique e Moscovo. Nos últimos seis meses Moçambique mudou a sua abordagem de não alinhamento para alinhamentos e isso pode sobremaneira perigar a posição de Moçambique nos próximos tempos, até no concerto das nações. [...] Este acordo eu penso que ele é benéfico para Ucrânia. É uma forma de fazer pressão sob a Rússia no sentido de, se nós não tivermos possibilidades de utilizar os combustíveis que se encontram no território controlado pela Rússia, vamos abrir novas linhas de cooperação e parceria, incluindo com o país chamado Moçambique, que tem grandes reservas de gás e também de petróleo e que nos próximos tempos poderá ser a principal fonte de abastecimento para Ucrânia", explicou o especialista. Este analista considera ainda que Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. "Tenho a impressão que nós, como país, não estávamos preparados para esse boom da exploração de recursos naturais, particularmente o gás. O que pode acontecer é que a exploração vai iniciar e Moçambique vai ser uma opção real para um conjunto de países ocidentais, já que o Irão e o Qatar estão com uma conotação negativa por parte da NATO. E, consequentemente, Moçambique vai ser o espaço de eleição. Mas o problema é que tenho muitas reservas que Moçambique como nação, Moçambique como país, terá de se preparar para esse boom. E essa escolha, tanto quanto forçada, de um conjunto de actores internacionais que agora vão começar a olhar Moçambique como a principal saída para continuar a exploração do gás e petróleo nos próximos tempos", declarou Fidel Terenciano. Para este politólogo, Moçambique deve concentrar-se nas suas relações com os parceiros africanos, considerando que as forças do Ruanda se devem manter no país de forma a reforçar os esforços levados a cabo para encontrar “um equilíbrio” em Cabo Delgado. "Devemos encontrar novos aliados no contexto africano. Preocupa-me bastante como cientista político baseado em Moçambique, o porquê da África do Sul não ter sido uma grande opção para Moçambique para debelar a questão da insurgência no contexto de Cabo Delgado. Parece-me que estamos a deixar de lado os vizinhos muito próximos que, de alguma maneira, ressentem a problemática do conflito em Cabo Delgado. Estamos a pagar a aliados um pouco mais distante que, na minha opinião, talvez nem estão interessados nos efeitos nefastos e negativos do conflito, quiçá apenas estão interessados nos efeitos positivos para eles próprios, dentre eles o fornecimento de material bélico, envio de seus homens e a cobrança das facturas muito altas. Há o contínuo controle do processo de exploração, produção e venda dos barris de gás a nível de Cabo Delgado e os lucros que eles podem obter através desse apoio que eles dão à Moçambique", concluiu e avisou Fidel Terenciano.
NESTA EDIÇÃO. Pacote do Congresso contra crimes nos combustíveis corre risco de escorregar para 2027. Petroleira do Kwait estreia no pré-sal brasileiro com compra de fatia de projeto da Shell na Bacia de Santos. Mercado na expectativa de projeto de lei para garantir incentivos a data centers. ***Locução gerada por IA
NESTA EDIÇÃO. Consulta sobre proibição de biodiesel importado para cumprimento da mistura é concluída. Brava compra participação da Petronas em campos no pós-sal da Bacia de Campos. Europa e Brasil avançam rumo a acordo para lítio, níquel e terras raras. Desconto para baixa tensão no mercado livre de energia deve ser de até 18%, prevê comercializadora. ***Locução gerada por IA
The 1952 classic, "Botch-a-me," by Rosemary Clooney, is a play on "Bacia me" which means "kiss me" in Italian. It has nothing to do with a guy named Butch. Card #737 on Beckett - https://marketplace.beckett.com/hooplasportscards_1082/item/1988-topps-737-butch-wynegar_82605424Hall of Fame Card Corner - https://baseballhall.org/discover/cardcorner-1978-topps-butch-wynegarSABR Article about Butch's big year - https://sabr.org/journal/article/butch-wynegar-from-single-a-to-the-major-league-all-star-game-in-one-year/1986 Article about Butch leaving NY - https://www.upi.com/Archives/1986/08/04/New-York-Yankees-catcher-Butch-Wynegar-who-left-the/9117523512000/BP interview with Butch - https://www.baseballprospectus.com/news/article/8101/prospectus-qa-butch-wynegar/ Minor League Interview - https://www.milb.com/news/gcs-350176Twins Daily article about Early Butch - https://twinsdaily.com/forums/topic/70808-butch-wynegar-had-an-incredible-two-year-start-to-a-13-year-career/ Opening Day Homer - https://youtu.be/EV5g8PD7-Us?si=KVjevlzyMeJV3qF8
NESTA EDIÇÃO. Crise entre EUA e Venezuela vive escalada com bloqueio ao trânsito de navios petroleiros. Greve na Petrobras tem adesão em todas as plataformas da Bacia de Campos. Nova linha de crédito de até R$ 6 bilhões incentiva redução no consumo de diesel no transporte rodoviário. ANP não busca convergência nem toma lado na revisão tarifária do gás, diz Pietro Mendes. Menos de 250 mil famílias retiraram botijões no Gás do Povo. ***Locução gerada por IA
STF publica ata de julgamento em que ministros rejeitaram recursos de Bolsonaro por unanimidade. Defesa de Bolsonaro vai entrar com novos recursos, mas já prepara laudos médicos para prisão domicilia. O que se sabe e o que falta esclarecer sobre ataque armado que matou indígena Guarani Kaiowá em MS. Petrobras faz nova descoberta de petróleo na Bacia de Campos. Abono salarial PIS/Pasep: veja as novas regras para 2026 e quem pode perder o direito ao benefício.
Objawy występują przez co najmniej dwa tygodnie po porodzie. Obejmują takie symptomy jak smutek, utrata zainteresowań, zmęczenie, problemy z koncentracją, lęk o dziecko czy poczucie winy związane z macierzyństwem. Rozpoznanie i leczenie depresji okołoporodowej ma kluczowe znaczenie dla zdrowia i dobrego samopoczucia pacjentki i jej dziecka. Nieleczona może utrudniać opiekę nad dzieckiem, przyczynia się do ogromnego cierpienia, budowania więzi, długotrwałych problemów rozwojowych u dziecka, wpływa na relacje rodzinne i zwiększa ryzyko samobójstwa. Dane epidemiologiczne wskazują, że dotyka pomiędzy 10 a 20% osób, a ta zmienność związana jest z regionem, statusem socjoekonomicznym, występowaniem epizodów depresji w przeszłości, brakiem wsparcia społecznego i wieloma czynnikami indywidualnymi. Jest problemem złożonym i nadal wstydliwym, bo macierzyństwo często jest stanem upragnionym, a gdy pojawia się choroba, trudno poczuć radość, bo ta przygnieciona jest lawiną poczucia winy.To jest seria Gutral Gada Osobiście, nie tylko dlatego, że widzę się dzisiaj z moją gościnią w studio, ale dlatego, że dzieli się ona swoim osobistym doświadczeniem trudności w obszarze zdrowia psychicznego. Najczęściej zadawane przez Was pytania dotyczą przeżyć osób w chorobie, by odnieść to do własnych doświadczeń. Poszukiwanie wsparcia i psychoedukacji przez dzielenie się doświadczeniem jest naturalne i może być wspierające, jednak pamiętajcie, że żaden podcast, ebook czy kurs nie załatwi Wam ani diagnozy, ani nie zagwarantuje efektów równych do współpracy ze specjalistą. Jednak dla oswajania tematu i społecznego wsparcia powstaje ta osobista seria. A pierwsza zaproszenie przyjęła aktorka filmowa, teatralna i dubbingowa, Karolina Bacia @costampoangielsku. Nie będzie wiwisekcji, będzie, mam nadzieję, wspierająco i inspirująco dla tych, którzy przekonają się, że jest wsparcie w cierpieniu. Za możliwość realizacji i dystrybucji tego podcastu kłaniam się w pas Patronom i Patronkom.Fot. moje - @opowiedziane_swiatlem Fot. Karoliny - Aleksandra ZaborowskaMontaż: Eugeniusz Karlov
NESTA EDIÇÃO. Congresso começa a discutir relatório de Eduardo Braga (MDB/AM) para a MP 1304/2025, que pode traçar os rumos para o leilão de gás da União. Governo acena com decretos para captura de carbono e SAF até a COP30. Petrobras avalia CCS na Bacia do Paraná. J&F anuncia nova aquisição de térmicas, dessa vez a óleo.
NESTA EDIÇÃO. Os motivos que levaram a Eletrobras a mudar de nome para Axia Energia. Petrobras pede para perfurar mais poços na Bacia da Foz do Amazonas, enquanto ambientalistas judicializam licença ambiental. A alta do preço do barril de petróleo, com as novas sanções contra a Rússia. Brasil e Indonésia assinam memorando para cooperação em energia e mineração.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras recebe a licença para a Bacia da Foz do Amazonas, com a chancela do MMA: “rigoroso processo ambiental”. Enquanto a indústria comemora, ambientalistas falam em judicialização. Empregados da EPE intensificam greve. Europa fecha acordo para a proibição completa de importações de gás russo a partir de 2028. BNDES, a Petrobras e Finep concluem seleção de gestor de fundo para transição energética.
Três semanas para a abertura da Conferência do Clima em Belém e a presidência da COP 30 usa a diplomacia para tentar garantir avanços. O Ibama autorizou pesquisa exploratória de petróleo e gás na Bacia da Foz do Amazonas, e a Petrobras vai poder perfurar um poço em águas profundas. Foram presos em Minas Gerais traficantes de drogas que estavam com fardas da Polícia Militar. A Faixa de Gaza teve novos episódios de conflito, e mediadores pressionam Israel e o Hamas a cumprir o acordo de cessar-fogo. A França reforçou a segurança em museus depois do roubo de joias no Louvre. O jogo entre os dois melhores times do Brasileirão incendiou o debate sobre falhas de arbitragem. Neurologistas atualizaram diretrizes para agilizar o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista.
NESTA EDIÇÃO. Receios de pressão nos preços e na oferta levam MME a estabelecer meta reduzida de aquisição obrigatória de biometano por produtores e importadores de gás natural para 2026. Perfuração na Bacia da Foz do Amazonas custará R$ 842,4 milhões, estima Petrobras. PetroReconcavo liberada para importar gás da Argentina. Incêndio em reator e falha na proteção de subestação foram as causas do apagão, aponta relatório preliminar do ONS.
NESTA EDIÇÃO. Brasil avança em estratégia para minerais críticos, tema que deve entrar na pauta das conversas sobre as tarifas impostas pelos EUA. Ibama nega licença para térmica a gás em Brasília. Campo de Bacalhau entra em produção no pré-sal da Bacia de Santos. Preço do petróleo cai ao menor valor desde o final de maio. Porto do Açu e JAQ estudam embarcações movidas a hidrogênio verde.
NESTA EDIÇÃO. Brasil tem mais um apagão causado por falhas pontuais em equipamentos no Sistema Interligado Nacional. No primeiro dia das audiências públicas da MP 1304, relator critica usinas renováveis sem conexão à rede e promete texto para fim de outubro. Petrobras e Ibama terão nova reunião para ajustes em licenciamento na Bacia da Foz do Amazonas. País formaliza proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis até 2035.
NESTA EDIÇÃO. Plano vai garantir oferta de derivados no mercado com interrupção das atividades na Refit, que atendia sobretudo baixada e norte fluminense. Petrobras entrega ajustes ao Ibama em processo de licenciamento para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Redata vai multiplicar em quase quatro vezes a capacidade de processamento de dados no Brasil e pode atrair R$ 2 trilhões de investimentos. União Europeia anuncia pacote para acelerar transição energética da África.
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NESTA EDIÇÃO. Megaoperações contra crime organizado pavimentam trabalhos para combate a fraudes no setor de combustíveis. Novos diretores de agências reguladoras tomam posse. Regras do leilão de reserva de capacidade inviabilizam participação de usina a carvão no RS. Ibama indica próximos passos de análise para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Brasil fecha acordos em bioenergia com o México e inaugura nova rota de comércio com a China.
NESTA EDIÇÃO. EUA ampliam presença no abastecimento de combustíveis brasileiro. Em resposta a investigação de Trump sobre etanol, governo e indústria brasileira propõem parceria para abrir mercados. Senado aprova diretores indicados para ANP e Aneel. Sonda chega ao Amapá para simulado da Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras quer retornar à distribuição de GLP em um momento de reformulação das regras do setor. Presidente da Petrobras acredita que a companhia está “perto de um consenso” para a licença de exploração da Bacia da Foz do Amazonas. Lula veta 63 dos 400 dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Créditos de descarbonização do RenovaBio sofrem desvalorização acentuada em 2025.
NESTA EDIÇÃO.MP da reforma do setor elétrico chega ao Congresso com instalação de Comissão Mista que deve ser comandada por ex-ministros. Descoberta da bp no pré-sal da Bacia de Santos é a maior da companhia em mais de duas décadas. EUA vão aumentar tarifas sobre a Índia por compra de petróleo russo. Entidade de biocombustíveis apoiam governo em discussões sobre tarifas.
Ao todo serão investidos 170 bilhões na nova etapa do Acordo Rio Doce, com foco na reconstrução, reparação e justiça aos atingidos e atingidas pelo rompimento da barragem, em 2015.
Especialista angolano em relações internacionais diz que falta capacidade à União Africana para resolver problemas como o conflito na RDC. Em Angola, a exploração de petróleo na Bacia do Etosha-Okavango preocupa ambientalistas e defensores dos direitos humanos. Destacamos os 60 anos de existência do serviço amárico da DW e da sua influência em mais de 120 milhões de etíopes.
O seu download não será tarifado! Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com o linchamento do cineasta Hamdan Ballal e a formação do novo governo na Síria.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com visita de Lula ao Japão, a suspeita de espionagem da ABIN no Paraguai e projeções eleitorais pela região.Por fim, explicamos o tarifaço de Trump, junto com outras notícias dos EUA e da Bacia do Pacífico.E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal
Secas severas e intensas têm se tornado mais frequentes e devastadoras no Brasil e no mundo, principalmente nas últimas quatro décadas. Neste período, o país registrou mais de 13 mil casos de estiagem extrema, de norte a sul -- essa é a conclusão de um estudo publicado na revista científica "Science". Em 2024, por exemplo, quase 60% do país sofreu com a maior seca da história, comprometendo biomas e a produção agrícola, já que o cenário de seca favorece incêndios e compromete pastos, tomados pelo fogo. As consequências são vistas agora, de imediato, e tendem a ser ainda mais preocupantes para o futuro. Cientistas alertam que as secas vão ficar piores até 2060. As saídas apontam para a diminuição do desmatamento, o investimento em tecnologias sustentáveis e a cobrança de ações do governo. Quem explica isso é Ana Paula Martins do Amaral Cunha, pesquisadora no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, o Cemaden. "As imagens que nós temos visto nesses últimos anos são rios sumindo". Trata-se de uma situação que, segundo ela, se espalha pelo Brasil. "Agora a gente tem visto grandes rios na Amazônia, onde isso não é comum, secando. E não só na Amazônia, como também na região da Bacia do Paraguai, ou seja, região do Bioma Pantanal."
Debate da super manhã: Pernambuco é um dos maiores produtores de leite do Nordeste. São 27 cidades localizadas no Agreste e no Sertão do estado que fazem parte da bacia leiteira, com produção diária de aproximadamente 2,3 milhões de litros do produto. No debate desta terça-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber sobre a infraestrutura, o apoio governamental e os benefícios fiscais dados aos produtores e empresários do setor. Participam o secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco, Wilson de Paula, o presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco (Sinproleite), Saulo Malta, o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de Pernambuco (Sindileite), Alex de Oliveira Costa, e o gerente da Fábrica Polilac, George Pires Martins.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! No episódio de hoje, Bibo e Gutierres Fernandes conversam com Valmir Nascimento, autor de A Mente Carismática, um livro lançado pela Editora Thomas Nelson Brasil que busca provocar a igreja evangélica a pensar uma cosmovisão pentecostal. […] O conteúdo de A política da bacia – BTCast 585 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
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#553 - Lições da Liderança - Abraçando a Toalha e a Bacia | JB Carvalho by JB Carvalho