Commune in Hunedoara, Romania
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PEGUE A BACIA - PR. RUBENS MARTIM - 21/06/26Seja muito bem-vindo!Neste Podcast você vai encontrar tempos preciosos de orações e pregações inspiradas pelo Espírito Santo de Deus, o único capaz de transformar os corações por inteiro, conduzindo para uma profunda intimidade com o Pai e equipando sua vida para falar do amor de Jesus a todos os povos.Que o fogo do Espírito Santo queime em seu coração em cada vídeo/aúdio, despertando sua vida para o chamado de Deus para estes últimos dias.Inscreva-se no canal e compartilhe para que mais pessoas sejam abençoadas pela pregação do evangelho do Reino de Jesus Cristo.Leia a bíblia!https://www.instagram.com/casa.comunidadecrista/https://www.instagram.com/rubens_martim/https://www.instagram.com/falaprapsico.julianamartins/
NESTA EDIÇÃO Petrobras indica que perfuração na Bacia da Foz do Amazonas pode durar dez meses. AGU defende suspensão de benefício para a Refinaria da Amazônia. ONS adota operação especial para a Copa do Mundo, que traz desafios adicionais para o sistema elétrico no Brasil. Aquecimento causado pelas atividades humanas atingiu 1,37°C em 2025. ***Locução gerada por IA
NESTA EDIÇÃO. EUA batem recorde de exportações de petróleo em abril e mantêm volumes em maio, em meio a guerra com o Irã. Petrobras compra participação em bloco da Equinor no pré-sal da Bacia de Campos. Observatório do Clima quer colocar fim dos leilões de petróleo na pauta eleitoral. Acelen e Iata firmam acordo de olho na diversificação de matérias-primas para SAF. ***Locução gerada por IA
Secretária Natália Resende explica os investimentos feitos pelo Governo de SP em coleta e tratamento de esgoto.
NESTA EDIÇÃO. Reajustes no querosene de aviação e no gás natural indicam aceleração da inflação dos combustíveis em maio. Nova plataforma entra em produção no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Opep+ vai aumentar produção em junho. Trump promete esforço para retirar navios presos no Estreito de Ormuz. ***Locução gerada por IA
Divergências estratégicas entre dois dos maiores produtores do petróleo, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, vão originar um aumento brutal do preço do produto no mercado internacional e quem não se precaver com fontes energéticas alternativas terá problemas internos. As divergências já antigas com a Arábia Saudita levaram os Emirados Árabes Unidos a anunciar que vão sair da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) a partir do dia 1 de Maio. Viriato Luís Soares Cassamá, engenheiro ambiental e ex-ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau diz que os Emirados Árabes Unidos querem atacar o mercado da venda do petróleo, a partir de agora, de forma isolada. Ou seja, querem estar livres da responsabilidade de produzir por quotas, conforme os mecanismos da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos é o terceiro maior produtor do petróleo do mundo. A sua saída (da OPEP) em larga medida, irá comprometer o preço do barril do petróleo a nível mundial. No sistema de quotas haverá uma viragem para a conquista do mercado. Os Emirados Árabes Unidos, como todos nós sabemos, investiram muito (dinheiro) para aumentar a sua capacidade de produção do petróleo. De acordo com os dados investiram mais de cinco mil milhões de dólares para produção de cinco milhões de barris (de petróleo) por dia e essa saída (da OPEP) irá com certeza reduzir a quantidade de barris produzidos por dia a nível da OPEP e consequentemente aumentará o preço do petróleo. Países que utilizam os combustíveis derivados do petróleo vão sofrer, afirma Viriato Cassamá, porque perspectiva-se um aumento galopante do preço do produto e a Guiné-Bissau deve estar preparada para enfrentar as consequências. Como a Guiné-Bissau é um país que não produz petróleo, a nossa matriz energética é mais na base térmica, os combustíveis fósseis, com certeza que a Guiné-Bissau, nesta primeira fase, irá sofrer e muito com a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP e da OPEP +. Com o preço do petróleo em alta restará aos países avançarem para fontes alternativas de produção de energia, nomeadamente a partir do vento, da água, da biomassa florestal e do sol. Nesses capítulos, defende Viriato Cassamá, a Guiné-Bissau estará à vontade para produzir energia de forma limpa e sustentável a longo prazo. A alternativa que resta à Guiné-Bissau é de capitalizarmos o activo energético que nós temos. A Guiné-Bissau é um país que tem mais de 30 mil horas de insolação [de sol] por ano. Investindo nas [energias] renováveis a Guiné-Bissau, irá, com certeza, ter uma soberania energética, não só no solar como também na biomassa florestal, porque a Guiné-Bissau é um país florestal, tem muita biomassa florestal que neste momento não é aproveitada para produção da energia. De acordo com estudos feitos, a parte insular, a parte das ilhas tem um potencial grande da produção da energia através do vento, a energia eólica. A Guiné-Bissau, antigamente, na época colonial, era conhecida como “Terra de mil rios”, temos tantos rios, também podemos aproveitar esses recursos naturais para podermos produzir energia através de mini- hídricas. Quer dizer que a Guiné-Bissau tem muitas potencialidades para produzir a sua própria energia de uma forma muito mais limpa e que terá uma sustentabilidade a longo prazo. O país não tem muitos recursos financeiros internos, mas Viriato Cassamá é da opinião de que é possível ir buscar dinheiro junto de parceiros internacionais de desenvolvimento para a materialização de projectos de construção de centrais de produção de energia a partir do sol. Temos estado a trabalhar com os nossos parceiros de desenvolvimento. Neste momento está-se a concluir a construção da central solar de Bôr (subúrbios de Bissau). Está-se a pensar também construir três centrais solares, em Gabu, Bafatá (ambas cidades no leste do país) e Canchungo (cidade do norte do país). A Guiné-Bissau tem muita potencialidade nesta área, mas é preciso fazermos uma diplomacia com mais celeridade de forma a podermos captar muito mais recursos que estão à disponibilidade de países menos avançados para podermos investir nas energias limpas. O desafio da Guiné-Bissau não se pode cingir apenas em produzir energias a partir de fontes alternativas e limpas, a meta deve também ser ajudar o mundo a emitir menos dióxido de carbono. Viriato Cassamá diz que o actor principal nessa mudança de paradigma deve ser a Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB) devido à sua função charneira no país. A EAGB poderá aproveitar esta oportunidade como sendo um único actor na distribuição de energia a nível nacional, poderá aproveitar esta oportunidade para captar muito mais financiamento e investir nas renováveis. Agora, felizmente, temos energia que vem do Projeto da Valorização da Bacia do Rio Gâmbia que é a OMVG, a fonte da produção dessa energia limpa e renovável através de uma barragem na Guiné-Conacri. A EAGB poderá trabalhar também nesse sentido para que a Guiné-Bissau possa ter a sua soberania energética. Como eu disse, temos a potencialidade solar, temos a potencialidade eólica, temos a potencialidade hídrica, temos a potencialidade da biomassa florestal. A EAGB deverá mudar a sua forma de pensar, pensando num investimento em energias limpas e a longo prazo, uma energia amiga do ambiente, irá, com certeza ajudar a Guiné-Bissau a participar naquela quota de reduzir os gases com efeito estufa. Viriato Cassamá, engenheiro ambiental guineense e antigo ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau aqui com uma análise sobre as consequências do anúncio da saída da OPEP por parte dos Emirados Árabes Unidos já a partir de 1 de Maio.
NESTA EDIÇÃO. Com a compra de mais um ativo na Bacia de Campos, Petrobras caminha com plano de retomada na região. Preço do barril de petróleo volta a subir após fracasso de tentativas de negociações entre EUA e Irã. Casa Branca avalia proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. MME publica diretrizes para as janelas de acesso à rede elétrica. Como foi a articulação pró-biocombustíveis do governo e empresários brasileiros na Feira de Hannover, na Alemanha. ***Locução gerada por IA
João 13.1-11 |Celeb em 23/04/2026 |Igreja Batista URBANA |Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
Sermão da Quinta-Feira Santa. Tríduo Pascal. Texto base se encontra em João 13,1-15.
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
NESTA EDIÇÃO. Oferta global de diesel pode ter novas baixas com ataques à Rússia; governo brasileiro ainda não vê risco de desabastecimento. Barril de petróleo volta a fechar acima dos US$ 100. Vibra com marca da Petrobras foi um erro, avalia Décio Oddone. Petrobras faz nova descoberta no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos. ***Locução gerada por IA
O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. A Ucrânia disse na segunda-feira que estava disposta a trocar o gás moçambicano por tecnologias militares, uma troca que preocupa o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano. Na segunda-feira, Daniel Chapo, o Presidente moçambicano, e Volodymyr Zelensky, Presidente ucraniano, tiveram uma conversa telefónica em que Kiev mostrou interesse no gás moçambicano. Em contrapartida, a Ucrânia prometeu apoio militar, nomeadamente a nível tecnológico, deixando entender que se trata de tecnologias usadas actualmente pelo país nos combates contra os russos como drones. No caso de Moçambique, segundo a Ucrânia, estas tecnologias poderiam servir para a segurança interna do país e a protecção das populações face ao terrorismo. Esta conversa surge num momento em que a crise de combustíveis, nomeadamente de gás, se está a acelerar devido aos ataques no Qatar e no Irão, assim como o encerramento do estreito de Ormuz. Impedida de voltar aos níveis de produção de gás dos tempos de paz, a Ucrânia procura alternativas de abastecimento estando já a preparar-se para o próximo Inverno. No entanto, o aprofundamento das relações com a Ucrânia pode abalar a política de não-alinhamento de Moçambique nos conflitos internacionais, segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano. "Neste momento não é oportuno para Moçambique estabelecer relações quer comerciais, quer diplomáticos com a Ucrânia, até por conta do tipo de relações históricas estabelecidas entre Moçambique e Moscovo. Nos últimos seis meses Moçambique mudou a sua abordagem de não alinhamento para alinhamentos e isso pode sobremaneira perigar a posição de Moçambique nos próximos tempos, até no concerto das nações. [...] Este acordo eu penso que ele é benéfico para Ucrânia. É uma forma de fazer pressão sob a Rússia no sentido de, se nós não tivermos possibilidades de utilizar os combustíveis que se encontram no território controlado pela Rússia, vamos abrir novas linhas de cooperação e parceria, incluindo com o país chamado Moçambique, que tem grandes reservas de gás e também de petróleo e que nos próximos tempos poderá ser a principal fonte de abastecimento para Ucrânia", explicou o especialista. Este analista considera ainda que Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. "Tenho a impressão que nós, como país, não estávamos preparados para esse boom da exploração de recursos naturais, particularmente o gás. O que pode acontecer é que a exploração vai iniciar e Moçambique vai ser uma opção real para um conjunto de países ocidentais, já que o Irão e o Qatar estão com uma conotação negativa por parte da NATO. E, consequentemente, Moçambique vai ser o espaço de eleição. Mas o problema é que tenho muitas reservas que Moçambique como nação, Moçambique como país, terá de se preparar para esse boom. E essa escolha, tanto quanto forçada, de um conjunto de actores internacionais que agora vão começar a olhar Moçambique como a principal saída para continuar a exploração do gás e petróleo nos próximos tempos", declarou Fidel Terenciano. Para este politólogo, Moçambique deve concentrar-se nas suas relações com os parceiros africanos, considerando que as forças do Ruanda se devem manter no país de forma a reforçar os esforços levados a cabo para encontrar “um equilíbrio” em Cabo Delgado. "Devemos encontrar novos aliados no contexto africano. Preocupa-me bastante como cientista político baseado em Moçambique, o porquê da África do Sul não ter sido uma grande opção para Moçambique para debelar a questão da insurgência no contexto de Cabo Delgado. Parece-me que estamos a deixar de lado os vizinhos muito próximos que, de alguma maneira, ressentem a problemática do conflito em Cabo Delgado. Estamos a pagar a aliados um pouco mais distante que, na minha opinião, talvez nem estão interessados nos efeitos nefastos e negativos do conflito, quiçá apenas estão interessados nos efeitos positivos para eles próprios, dentre eles o fornecimento de material bélico, envio de seus homens e a cobrança das facturas muito altas. Há o contínuo controle do processo de exploração, produção e venda dos barris de gás a nível de Cabo Delgado e os lucros que eles podem obter através desse apoio que eles dão à Moçambique", concluiu e avisou Fidel Terenciano.
Nesta mensagem da série “À Páscoa”, mergulhamos em um dos momentos mais poderosos do ministério de Jesus.Antes da cruz.Antes da prisão.Antes do Getsêmani.Jesus pega uma bacia, uma toalha e começa a lavar os pés dos discípulos.Um ato simples, mas carregado de significado.Na cultura da época, lavar os pés era a função dos servos da casa.Ainda assim, Jesus — sendo Mestre e Senhor — escolhe servir seus discípulos para ensinar o verdadeiro significado da liderança. Nesta mensagem você vai entender:• O significado da Páscoa desde o Êxodo• O cordeiro e o sangue que marcaram a libertação do povo• O gesto de humildade de Jesus ao lavar os pés dos discípulos• Os princípios espirituais da bacia e da toalha• Por que a verdadeira autoridade nasce do serviçoA Páscoa não é apenas uma tradição.É a história de um Deus que se fez servo para libertar o seu povo.
NESTA EDIÇÃO. Pacote do Congresso contra crimes nos combustíveis corre risco de escorregar para 2027. Petroleira do Kwait estreia no pré-sal brasileiro com compra de fatia de projeto da Shell na Bacia de Santos. Mercado na expectativa de projeto de lei para garantir incentivos a data centers. ***Locução gerada por IA
Foram retomadas oficialmente nesta quinta-feira as actividades do megaprojecto para a exploração de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, cerca de cinco anos depois da sua suspensão, por "motivos de força maior", devido aos múltiplos ataques terroristas naquela zona e, em particular, junto das suas instalações em Afungi, no extremo norte da província, em Março de 2021. Com um orçamento de 20 mil milhões de Dólares e uma capacidade projectada de produzir 13 milhões de toneladas por ano a partir da Bacia 'offshore' do Rovuma, a retoma deste projecto que suscita muitas expectativas no país, foi assinalada esta manhã numa cerimónia na qual participaram o Presidente moçambicano Daniel Chapo, e o líder da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, nas instalações do empreendimento, em Cabo Delgado. Após visitar as obras do megaprojecto, Daniel Chapo considerou que isto “representa a vitória, resiliência, coragem e determinação do povo moçambicano perante as adversidades”, o Presidente destacando igualmente o impacto económico que este empreendimento representa para o país: 35 mil milhões de Dólares de receitas para o Estado ao longo de 25 anos e a criação de 17 mil postos de trabalho na fase de construção, com 80% a serem ocupados por moçambicanos. Paralelamente a estas perspectivas florescentes para o Estado moçambicano e também para a petrolífera francesa, o regresso da TotalEnergies a Cabo Delgado acontece numa altura em que o conflito vigente desde 2017 naquela região ainda não está resolvido. De acordo com as mais recentes informações da ACLED, organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos, registaram-se seis ocorrências violentas nestas duas últimas semanas em Cabo Delgado, com um balanço de pelo menos três mortos, o que eleva a 6.432, o número de mortos em oito anos de ataques constantes naquela zona. Em entrevista concedida à RFI, Borges Nhamirre, investigador do Instituto de Estudos de Segurança em Maputo, aborda esta questão, começando todavia por destacar a importância que a retoma deste projecto tem para Moçambique. RFI: O que representa a retoma das actividades da Total Em Cabo Delgado cinco anos depois da sua suspensão? Borges Nhamirre: No seu todo, a retoma das actividades é positiva porque o projecto significa um grande investimento para Moçambique. Há detalhes que não são satisfatórios, mas no geral, significa entrada de dinheiro para os cofres do Estado moçambicano e significa postos de trabalho para moçambicanos. O Presidente, no seu discurso de relançamento do projecto, disse que neste momento há cerca de 5000 pessoas que estão a trabalhar no acampamento da TotalEnergies e desses, 80% são moçambicanos e 40% são de Cabo Delgado. Portanto, é positivo para o uso do chamado 'conteúdo local', que inclui mão-de-obra e recursos locais. Então, no geral, é uma boa coisa. Agora, há detalhes que ainda têm que vir a público. Um dos mais importantes é o custo adicional do projecto, devido ao tempo da paragem. Este ponto não está esclarecido. O que veio a público é que a Total apresentou um custo adicional de 4,5 mil milhões de Dólares e o governo moçambicano pediu uma auditoria a estes custos. O projecto retoma hoje, sem que esta auditoria tenha sido concluída e os resultados apresentados. Não significa que o projecto não vai avançar, mas o custo total do projecto ainda não foi revelado. Isto eu penso que é o maior problema do ponto de vista de transparência deste projecto. RFI: A seu ver, quem é que vai pagar a conta a partir do momento em que se vai determinar o que de facto se perdeu durante estes anos todos? Borges Nhamirre: No final, quem vai pagar a conta são os moçambicanos, o Estado moçambicano, porque estes são os chamados 'custos dedutíveis', ou seja, Total a pagar pela Total. Dizemos Total porque é a operadora do projecto. Mas vamos dizer que os accionistas do projecto vão pagar no seu investimento o valor inicial já incorreram essas despesas. Na verdade, o que agora está em causa, é haver acordo entre a autoridade concedente, neste caso, o Estado moçambicano e a concessionária Total de que o valor gasto é este, para que este valor seja deduzido dos impostos que a Total iria pagar. Então não significa que o Estado moçambicano vá passar um cheque para a Total para pagar esses custos. Significa que a Total vai pagar menos impostos do que deveria pagar, deduzindo as despesas que já incorreu. Isto, parecendo que não, é um assunto muito sério, porque a factura que ela apresentou de 4,5 mil milhões de Dólares é aproximadamente um quarto de custo total inicial do projecto. Portanto, o valor que se tinha antes do custo inicial do projecto era cerca de 20 mil milhões. Então, se vai acrescentar 4,5 mil milhões, significa que é 25% mais caro do que se estava à espera. Isso automaticamente significa que Moçambique vai receber menos 25% daquilo que esperava receber em termos de impostos. E mesmo antes deste custo adicional, já havia muita contestação de que os ganhos que ficam para Moçambique destes recursos que são moçambicanos, são muito reduzidos. Mas de uma ou de outra forma, eu penso que este é o preço da guerra em Cabo Delgado. RFI: O Governo moçambicano argumenta que a Total decidiu suspender o projecto de "forma unilateral" e, no fundo, está a dizer implicitamente que não tem culpa da Total a ter interrompido o projecto. Borges Nhamirre: Eu penso que não. Essa leitura não está correcta, não da interpretação, mas da afirmação em si, porque a responsabilidade de garantir a segurança no território moçambicano é em primeira mão do Estado moçambicano. Portanto, se o Estado moçambicano tivesse garantido a segurança em território nacional, incluindo desse empreendimento económico, a Total não tinha como declarar "força maior", alegando razões de segurança. A responsabilidade de segurança dentro do território nacional é primeiramente do Estado moçambicano, seja para as empresas, seja para os cidadãos, seja para infra-estruturas do governo, seja lá o que for. Os outros detalhes dos custos, eu penso que esses já devem ser discutidos neste momento. Tecnicamente, não há elementos para argumentar se efectivamente a paragem custou este valor ou não custou, mas eu penso que não faz sentido dizer isto. E podíamos olhar para outras regiões. Por exemplo, temos outros projectos de exploração de gás para sul, na província de Inhambane. Não há conflito. Não houve suspensão dos projectos. Simples quanto isso. RFI: A Total, entre as condições que pediu a Moçambique, no âmbito da retoma das suas actividades, era que a sua concessão fosse prolongada por mais dez anos. O que é que se sabe exactamente sobre este aspecto das negociações? Borges Nhamirre: Sobre este aspecto, já há decisão do Conselho de Ministros. O que o Governo de Moçambique decidiu é que o período de extensão do projecto seria igual ao período da paralisação. Portanto, os quatro anos e meio, que é de Março ou Abril de 2021 até Outubro de 2025. Portanto, os dez anos de extensão que a Total estava a pedir, o Estado moçambicano não concedeu. Já emitiu um Boletim da República com o diploma do Conselho de Ministros a instruir nesse sentido. Portanto, esse aspecto já está ultrapassado. Poderia fazer sentido para a Total, para poder distribuir o custo adicional neste período de dez anos. Mas seria muito prejudicial para Moçambique porque o projecto é de Moçambique. A Total é só uma concessionária. Vamos compreender que seria uma espécie de capital. Está a arrendar o projecto. Então, quando o período de arrendamento termina, tem que terminar e se negociar um novo contrato se houver uma necessidade de extensão, com novas condições. Eu penso que a decisão tomada foi das melhores possíveis. RFI: A Total retoma as suas actividades em Cabo Delgado, numa altura em que a situação está longe de estar resolvida, uma vez que continuam os ataques. Borges Nhamirre: Sim, esta questão tem dois lados que devem ser vistos e compreendidos. Primeiro, era importante que o projecto retomasse, porque uma das causas do conflito em Cabo Delgado é o subdesenvolvimento. Os jovens que são radicalizados para integrar no grupo da insurgência, são jovens que estão desempregados, que não têm meios de sobrevivência. Então, teoricamente, acredita-se que com o desenvolvimento económico da província, também isso vai beneficiar as pessoas. O desenvolvimento é um dos factores para a redução do conflito. Então, teoricamente, isso é positivo. Agora, o risco que há é que agora o projecto vá operar em formato de 'enclave'. Ou seja, todos os trabalhadores da Total e também das empresas subcontratadas estarão fechados no acampamento e afins e não terá comunicação com a economia circundante, com o mundo exterior. Então, isso significa que as pessoas que construíram hotéis ou outras casas para alojamento, a esperar que beneficiassem do projecto terão poucos benefícios. Significa que pessoas que construíram restaurantes e outros serviços ou serviços de transporte a esperar que fossem utilizados pelas pessoas que estavam a trabalhar para o projecto, pelos milhares de pessoas que vão trabalhar para o projecto, não irão ter esses benefícios. Isso tem o potencial de frustrar as pessoas. Aliás, já ouvimos muitas ameaças das comunidades locais, a dizer que vão manifestar contra o projecto precisamente pelo facto de o projecto estar a operar como se fosse um enclave fechado. Então isso é negativo e pode contribuir para que as pessoas fiquem mais radicalizadas, as pessoas desenvolvam um sentimento negativo de ódio para com o projecto e assim o projecto e a segurança na região ficam precários. RFI: Durante estes cinco anos de suspensão do projecto, houve um relatório com recomendações sobre a forma de actuar da Total em termos, por exemplo, de responsabilidade social em Cabo Delgado e uma das recomendações foi de "envolver as comunidades locais" no projecto. Julga que neste momento, alguma das recomendações desse relatório foi tomada em consideração? Borges Nhamirre: Nesse relatório, uma das principais recomendações que tinha, era a constituição de uma fundação e que essa fundação iria apoiar o desenvolvimento com um orçamento de milhões de dólares. Isto ainda não é visível no terreno, mas em parte também pode ser porque o projecto estava suspenso. Com o projecto suspenso, dificilmente se haveria de canalizar dinheiro para a responsabilidade social corporativa através dessa fundação. Agora, temos de ver nos próximos doze meses, agora que o projecto retomou oficialmente, se a fundação também está a trabalhar, está a apoiar as pessoas. Contudo, a situação de conflito em Cabo Delgado, é prevalecente sobretudo nas zonas um pouco afastadas do projecto, porque Palma, onde o projecto está, está relativamente seguro. Não há ataques registados nos últimos meses, nos últimos anos. No entanto, há um perímetro de 80 quilómetros ou 50 quilómetros. A insegurança está lá. É lá onde as comunidades estão. Será muito difícil desenvolver projectos de beneficência social para as pessoas de uma zona de conflito, simplesmente porque as empresas, as organizações, não quererão destacar os seus recursos humanos, os seus recursos materiais, para apoiar zonas em conflito. Não há segurança. Era muito importante que se estabilizasse não só Afungi e Palma, mas também a região toda a norte de Cabo Delgado e a província toda, para permitir que as pessoas tenham os benefícios. Mas, mais uma vez, essa não é tarefa da TotalEnergies. Essa é a tarefa do governo moçambicano. RFI: Sente que, de facto, há alguma vontade política para o Governo encontrar uma estratégia para estabilizar a situação em Cabo Delgado? Por exemplo, o Presidente, recentemente, disse que poderia entrar em negociações com as organizações que estão a disseminar a violência em Cabo Delgado. Julga que existem algumas pistas que se possam explorar? Borges Nhamirre: Sim, eu penso que essa é a saída. A insurgência está há oito anos. A guerra civil em Moçambique durou 15 ou 16 anos e terminou com negociações entre as partes, a luta de libertação de Moçambique durou dez anos e terminou com a negociação entre as partes, para falar dos exemplos concretos moçambicanos. Então, eu penso que o Presidente tem é de aceitar as várias iniciativas existentes, porque há várias iniciativas a nível local em Cabo Delgado, a nível nacional e a nível regional da África Oriental e até a nível internacional, que estão a apoiar o diálogo para a resolução do conflito em Cabo Delgado. O antigo Presidente, Filipe Nyusi, era muito relutante em avançar para estas iniciativas de diálogo. Agora, o Presidente Chapo tem incluído esta questão de diálogo no seu discurso. Espera-se é que passe para a prática, porque esta é uma das melhores saídas para acabar com o conflito. RFI: Julga que há essa vontade efectiva de avançar? Borges Nhamirre: Normalmente, o diálogo para a resolução de conflito acontece de uma forma secreta e quando a informação transparece ao público, muitos passos já terão sido dados. É assim que funciona para evitar sabotagens, para evitar que aqueles que se beneficiam do conflito, façam acções de obstrução do diálogo. Porque não podemos nos esquecer que, enquanto o conflito armado é um problema para a população, para a maioria das pessoas, beneficia certas pessoas de todos os lados, seja do lado dos grupos atacantes, nesse caso os insurgentes, que se beneficiam de economia ilícita, mas também da parte do governo. Os generais ficam mais importantes em tempos de guerra. A logística militar enriquece as pessoas. Então o diálogo, normalmente sendo um meio alternativo de resolução de conflito, acontece de uma forma silenciosa, até que alguns acordos importantes sejam alcançados e a informação, depois, aparecer em público. Neste momento, para quem faz o trabalho de campo e faz pesquisa, dá para notar que existem alguns movimentos no sentido de se fazer o diálogo. Existem organizações identificáveis que têm estado a fazer esses contactos das duas partes. Neste momento estou em posição de afirmar que há contactos já feitos das lideranças dos insurgentes e das lideranças do governo moçambicano, para que haja diálogo. Agora, o diálogo para resolver o conflito não é linear, tem altos e baixos, tem acordos, tem rupturas. Então, até que seja anunciado pelas autoridades competentes, não há muita coisa que se possa dar como garantido. Mas as palavras do Presidente, quando repetidamente diz que é importante dialogar, não me parece que sejam palavras vazias. São palavras que reflectem esses esforços existentes.
NESTA EDIÇÃO. Consulta sobre proibição de biodiesel importado para cumprimento da mistura é concluída. Brava compra participação da Petronas em campos no pós-sal da Bacia de Campos. Europa e Brasil avançam rumo a acordo para lítio, níquel e terras raras. Desconto para baixa tensão no mercado livre de energia deve ser de até 18%, prevê comercializadora. ***Locução gerada por IA
The 1952 classic, "Botch-a-me," by Rosemary Clooney, is a play on "Bacia me" which means "kiss me" in Italian. It has nothing to do with a guy named Butch. Card #737 on Beckett - https://marketplace.beckett.com/hooplasportscards_1082/item/1988-topps-737-butch-wynegar_82605424Hall of Fame Card Corner - https://baseballhall.org/discover/cardcorner-1978-topps-butch-wynegarSABR Article about Butch's big year - https://sabr.org/journal/article/butch-wynegar-from-single-a-to-the-major-league-all-star-game-in-one-year/1986 Article about Butch leaving NY - https://www.upi.com/Archives/1986/08/04/New-York-Yankees-catcher-Butch-Wynegar-who-left-the/9117523512000/BP interview with Butch - https://www.baseballprospectus.com/news/article/8101/prospectus-qa-butch-wynegar/ Minor League Interview - https://www.milb.com/news/gcs-350176Twins Daily article about Early Butch - https://twinsdaily.com/forums/topic/70808-butch-wynegar-had-an-incredible-two-year-start-to-a-13-year-career/ Opening Day Homer - https://youtu.be/EV5g8PD7-Us?si=KVjevlzyMeJV3qF8
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo e do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop-Maphu), acompanhou, nesta quarta-feira, 19, a entrega da revitalização da Estação Elevatória de Esgoto (ETE) da Bacia do Igarapé Redenção, em Rio Branco.
NESTA EDIÇÃO. Crise entre EUA e Venezuela vive escalada com bloqueio ao trânsito de navios petroleiros. Greve na Petrobras tem adesão em todas as plataformas da Bacia de Campos. Nova linha de crédito de até R$ 6 bilhões incentiva redução no consumo de diesel no transporte rodoviário. ANP não busca convergência nem toma lado na revisão tarifária do gás, diz Pietro Mendes. Menos de 250 mil famílias retiraram botijões no Gás do Povo. ***Locução gerada por IA
STF publica ata de julgamento em que ministros rejeitaram recursos de Bolsonaro por unanimidade. Defesa de Bolsonaro vai entrar com novos recursos, mas já prepara laudos médicos para prisão domicilia. O que se sabe e o que falta esclarecer sobre ataque armado que matou indígena Guarani Kaiowá em MS. Petrobras faz nova descoberta de petróleo na Bacia de Campos. Abono salarial PIS/Pasep: veja as novas regras para 2026 e quem pode perder o direito ao benefício.
Objawy występują przez co najmniej dwa tygodnie po porodzie. Obejmują takie symptomy jak smutek, utrata zainteresowań, zmęczenie, problemy z koncentracją, lęk o dziecko czy poczucie winy związane z macierzyństwem. Rozpoznanie i leczenie depresji okołoporodowej ma kluczowe znaczenie dla zdrowia i dobrego samopoczucia pacjentki i jej dziecka. Nieleczona może utrudniać opiekę nad dzieckiem, przyczynia się do ogromnego cierpienia, budowania więzi, długotrwałych problemów rozwojowych u dziecka, wpływa na relacje rodzinne i zwiększa ryzyko samobójstwa. Dane epidemiologiczne wskazują, że dotyka pomiędzy 10 a 20% osób, a ta zmienność związana jest z regionem, statusem socjoekonomicznym, występowaniem epizodów depresji w przeszłości, brakiem wsparcia społecznego i wieloma czynnikami indywidualnymi. Jest problemem złożonym i nadal wstydliwym, bo macierzyństwo często jest stanem upragnionym, a gdy pojawia się choroba, trudno poczuć radość, bo ta przygnieciona jest lawiną poczucia winy.To jest seria Gutral Gada Osobiście, nie tylko dlatego, że widzę się dzisiaj z moją gościnią w studio, ale dlatego, że dzieli się ona swoim osobistym doświadczeniem trudności w obszarze zdrowia psychicznego. Najczęściej zadawane przez Was pytania dotyczą przeżyć osób w chorobie, by odnieść to do własnych doświadczeń. Poszukiwanie wsparcia i psychoedukacji przez dzielenie się doświadczeniem jest naturalne i może być wspierające, jednak pamiętajcie, że żaden podcast, ebook czy kurs nie załatwi Wam ani diagnozy, ani nie zagwarantuje efektów równych do współpracy ze specjalistą. Jednak dla oswajania tematu i społecznego wsparcia powstaje ta osobista seria. A pierwsza zaproszenie przyjęła aktorka filmowa, teatralna i dubbingowa, Karolina Bacia @costampoangielsku. Nie będzie wiwisekcji, będzie, mam nadzieję, wspierająco i inspirująco dla tych, którzy przekonają się, że jest wsparcie w cierpieniu. Za możliwość realizacji i dystrybucji tego podcastu kłaniam się w pas Patronom i Patronkom.Fot. moje - @opowiedziane_swiatlem Fot. Karoliny - Aleksandra ZaborowskaMontaż: Eugeniusz Karlov
NESTA EDIÇÃO. Congresso começa a discutir relatório de Eduardo Braga (MDB/AM) para a MP 1304/2025, que pode traçar os rumos para o leilão de gás da União. Governo acena com decretos para captura de carbono e SAF até a COP30. Petrobras avalia CCS na Bacia do Paraná. J&F anuncia nova aquisição de térmicas, dessa vez a óleo.
NESTA EDIÇÃO. Os motivos que levaram a Eletrobras a mudar de nome para Axia Energia. Petrobras pede para perfurar mais poços na Bacia da Foz do Amazonas, enquanto ambientalistas judicializam licença ambiental. A alta do preço do barril de petróleo, com as novas sanções contra a Rússia. Brasil e Indonésia assinam memorando para cooperação em energia e mineração.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras recebe a licença para a Bacia da Foz do Amazonas, com a chancela do MMA: “rigoroso processo ambiental”. Enquanto a indústria comemora, ambientalistas falam em judicialização. Empregados da EPE intensificam greve. Europa fecha acordo para a proibição completa de importações de gás russo a partir de 2028. BNDES, a Petrobras e Finep concluem seleção de gestor de fundo para transição energética.
Três semanas para a abertura da Conferência do Clima em Belém e a presidência da COP 30 usa a diplomacia para tentar garantir avanços. O Ibama autorizou pesquisa exploratória de petróleo e gás na Bacia da Foz do Amazonas, e a Petrobras vai poder perfurar um poço em águas profundas. Foram presos em Minas Gerais traficantes de drogas que estavam com fardas da Polícia Militar. A Faixa de Gaza teve novos episódios de conflito, e mediadores pressionam Israel e o Hamas a cumprir o acordo de cessar-fogo. A França reforçou a segurança em museus depois do roubo de joias no Louvre. O jogo entre os dois melhores times do Brasileirão incendiou o debate sobre falhas de arbitragem. Neurologistas atualizaram diretrizes para agilizar o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista.
NESTA EDIÇÃO. Receios de pressão nos preços e na oferta levam MME a estabelecer meta reduzida de aquisição obrigatória de biometano por produtores e importadores de gás natural para 2026. Perfuração na Bacia da Foz do Amazonas custará R$ 842,4 milhões, estima Petrobras. PetroReconcavo liberada para importar gás da Argentina. Incêndio em reator e falha na proteção de subestação foram as causas do apagão, aponta relatório preliminar do ONS.
NESTA EDIÇÃO. Brasil avança em estratégia para minerais críticos, tema que deve entrar na pauta das conversas sobre as tarifas impostas pelos EUA. Ibama nega licença para térmica a gás em Brasília. Campo de Bacalhau entra em produção no pré-sal da Bacia de Santos. Preço do petróleo cai ao menor valor desde o final de maio. Porto do Açu e JAQ estudam embarcações movidas a hidrogênio verde.
NESTA EDIÇÃO. Brasil tem mais um apagão causado por falhas pontuais em equipamentos no Sistema Interligado Nacional. No primeiro dia das audiências públicas da MP 1304, relator critica usinas renováveis sem conexão à rede e promete texto para fim de outubro. Petrobras e Ibama terão nova reunião para ajustes em licenciamento na Bacia da Foz do Amazonas. País formaliza proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis até 2035.
NESTA EDIÇÃO. Plano vai garantir oferta de derivados no mercado com interrupção das atividades na Refit, que atendia sobretudo baixada e norte fluminense. Petrobras entrega ajustes ao Ibama em processo de licenciamento para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Redata vai multiplicar em quase quatro vezes a capacidade de processamento de dados no Brasil e pode atrair R$ 2 trilhões de investimentos. União Europeia anuncia pacote para acelerar transição energética da África.
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NESTA EDIÇÃO. Megaoperações contra crime organizado pavimentam trabalhos para combate a fraudes no setor de combustíveis. Novos diretores de agências reguladoras tomam posse. Regras do leilão de reserva de capacidade inviabilizam participação de usina a carvão no RS. Ibama indica próximos passos de análise para perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. Brasil fecha acordos em bioenergia com o México e inaugura nova rota de comércio com a China.
NESTA EDIÇÃO. EUA ampliam presença no abastecimento de combustíveis brasileiro. Em resposta a investigação de Trump sobre etanol, governo e indústria brasileira propõem parceria para abrir mercados. Senado aprova diretores indicados para ANP e Aneel. Sonda chega ao Amapá para simulado da Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras quer retornar à distribuição de GLP em um momento de reformulação das regras do setor. Presidente da Petrobras acredita que a companhia está “perto de um consenso” para a licença de exploração da Bacia da Foz do Amazonas. Lula veta 63 dos 400 dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Créditos de descarbonização do RenovaBio sofrem desvalorização acentuada em 2025.
NESTA EDIÇÃO.MP da reforma do setor elétrico chega ao Congresso com instalação de Comissão Mista que deve ser comandada por ex-ministros. Descoberta da bp no pré-sal da Bacia de Santos é a maior da companhia em mais de duas décadas. EUA vão aumentar tarifas sobre a Índia por compra de petróleo russo. Entidade de biocombustíveis apoiam governo em discussões sobre tarifas.
Marcos do Val é alvo de operação da PF e terá que colocar tornozeleira eletrônica. BP anuncia descoberta de poço de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Ministro de extrema direita de Israel gera crise após rezar em templo muçulmano e pedir 'conquista' de Gaza. Hamas divulga vídeo de refém israelense cavando a própria cova: 'Isso não é ficção, isso é real'. Funcionário da Voepass relata 'remorso desgraçado' por não ter registrado por escrito falha; ouça áudio.
Ricardo Arioli comenta algumas das notíciss ligadas ao Agro que foram destaque na semana. O Leilão para procurar petróleo na Bacia do Parecis, em Mato Grosso. Biocombustíveis nos Estados Unidos mexem com o preço da Soja. Brasil pode diminuir emissões apostando no uso maior de biocombustíveis, ao invés dos elétricos.
NESTA EDIÇÃO. Expectativa de perfuração da Petrobras e de extensão das descobertas na Guiana desperta interesse pela Bacia da Foz do Amazonas em leilão da ANP. Conflito entre Irã e Israel aumenta a atratividade do petróleo brasileiro, diz IBP. Comissão Europeia apresenta plano para interrupção da importação de gás natural e petróleo da Rússia. Projeto do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação vai desenvolver microrreatores nucleares em parceria com a Diamante Energia.
Ao todo serão investidos 170 bilhões na nova etapa do Acordo Rio Doce, com foco na reconstrução, reparação e justiça aos atingidos e atingidas pelo rompimento da barragem, em 2015.
A retomada do julgamento conjunto de dois recursos que discutem a responsabilidade civil das plataformas da internet por conteúdos de terceiros é destaque no episódio #154 do podcast Supremo na Semana. A discussão sobre a validade de regra do Marco Civil da Internet sobre responsabilização das empresas por descumprimento de ordem judicial de retirada de conteúdo continuará na próxima quarta-feira (11/6).O episódio também analisa o andamento de ações que envolvem a deputada federal Carla Zambelli, entre elas a decisão que rejeitou recurso contra sua condenação a 10 anos de reclusão pela invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a que determinou sua prisão preventiva após fuga do Brasil. Também em destaque está o relatório parcial de monitoramento sobre o Novo Acordo da Bacia do Rio Doce para reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Outro tema é o início, na segunda-feira (9/6/2025), da fase de interrogatório dos réus que integram o Núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado.Esta edição do Supremo na Semana é apresentada por Mariana Brasil, analista de redes sociais do STF, e tem comentários de Gisele Reis, analista jurídica da Rádio e TV Justiça, e de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do STF.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
O Café PT recebeu, nesta segunda-feira, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros, Deyvid Bacelar. Na conversa, ele comentou a importância estratégica da nova descoberta de petróleo na Bacia de Santos e os impactos para o setor energético e o desenvolvimento do país.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras reduz preço do diesel a partir desta terça (6/5). BW Energy vai investir US$ 1,5 bilhão no campo de Maromba, na Bacia de Campos. Projeto de lei que elimina direito de preferência da Petrobras na partilha é pautado na Comissão de Infraestrutura do Senado. Capacidade global de geração renovável cresce 585 GW em 2024. Medida provisória da reforma do setor elétrico pode gerar novas tentativas de ampliar a geração termelétrica, diz Instituto E+.
A Petrobras criou uma comissão para investigar as causas da explosão que gerou um incêndio em uma plataforma na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. 32 trabalhadores receberam atendimento médico. 14 funcionários ficaram feridos. Um desses funcionários chegou a cair no mar e precisou ser resgatado. Ele sofreu diversas queimaduras e foi levado para um hospital. O estado de saúde dele é considerado estável. As chamas foram controladas depois de 4 horas. Segundo a Petrobras, a plataforma não produz petróleo desde 2020, mas mantém a extração de gás. Veja também: Bahia marca no fim, vence Ceará e conquista primeiro triunfo no Campeonato Brasileiro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Nesta segunda-feira (21), uma plataforma de petróleo explodiu na Bacia de Campos, no interior do Rio de Janeiro, e deixou pelo menos 14 funcionários feridos. Um homem chegou a cair no mar, foi socorrido por uma embarcação de apoio com queimaduras e levado para o hospital. E ainda: Polícia apreende avião em Goiás carregado com 500 quilos de cocaína.
Especialista angolano em relações internacionais diz que falta capacidade à União Africana para resolver problemas como o conflito na RDC. Em Angola, a exploração de petróleo na Bacia do Etosha-Okavango preocupa ambientalistas e defensores dos direitos humanos. Destacamos os 60 anos de existência do serviço amárico da DW e da sua influência em mais de 120 milhões de etíopes.
O seu download não será tarifado! Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com o linchamento do cineasta Hamdan Ballal e a formação do novo governo na Síria.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com visita de Lula ao Japão, a suspeita de espionagem da ABIN no Paraguai e projeções eleitorais pela região.Por fim, explicamos o tarifaço de Trump, junto com outras notícias dos EUA e da Bacia do Pacífico.E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal
Secas severas e intensas têm se tornado mais frequentes e devastadoras no Brasil e no mundo, principalmente nas últimas quatro décadas. Neste período, o país registrou mais de 13 mil casos de estiagem extrema, de norte a sul -- essa é a conclusão de um estudo publicado na revista científica "Science". Em 2024, por exemplo, quase 60% do país sofreu com a maior seca da história, comprometendo biomas e a produção agrícola, já que o cenário de seca favorece incêndios e compromete pastos, tomados pelo fogo. As consequências são vistas agora, de imediato, e tendem a ser ainda mais preocupantes para o futuro. Cientistas alertam que as secas vão ficar piores até 2060. As saídas apontam para a diminuição do desmatamento, o investimento em tecnologias sustentáveis e a cobrança de ações do governo. Quem explica isso é Ana Paula Martins do Amaral Cunha, pesquisadora no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, o Cemaden. "As imagens que nós temos visto nesses últimos anos são rios sumindo". Trata-se de uma situação que, segundo ela, se espalha pelo Brasil. "Agora a gente tem visto grandes rios na Amazônia, onde isso não é comum, secando. E não só na Amazônia, como também na região da Bacia do Paraguai, ou seja, região do Bioma Pantanal."
Debate da super manhã: Pernambuco é um dos maiores produtores de leite do Nordeste. São 27 cidades localizadas no Agreste e no Sertão do estado que fazem parte da bacia leiteira, com produção diária de aproximadamente 2,3 milhões de litros do produto. No debate desta terça-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber sobre a infraestrutura, o apoio governamental e os benefícios fiscais dados aos produtores e empresários do setor. Participam o secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco, Wilson de Paula, o presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco (Sinproleite), Saulo Malta, o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de Pernambuco (Sindileite), Alex de Oliveira Costa, e o gerente da Fábrica Polilac, George Pires Martins.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! No episódio de hoje, Bibo e Gutierres Fernandes conversam com Valmir Nascimento, autor de A Mente Carismática, um livro lançado pela Editora Thomas Nelson Brasil que busca provocar a igreja evangélica a pensar uma cosmovisão pentecostal. […] O conteúdo de A política da bacia – BTCast 585 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! No episódio de hoje, Bibo e Gutierres Fernandes conversam com Valmir Nascimento, autor de A Mente Carismática, um livro lançado pela Editora Thomas Nelson Brasil que busca provocar a igreja evangélica a pensar uma cosmovisão pentecostal. […] O conteúdo de A política da bacia – BTCast 585 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
#553 - Lições da Liderança - Abraçando a Toalha e a Bacia | JB Carvalho by JB Carvalho