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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/02/2026): O dólar fechou o dia ontem com queda de 0,62%, cotado a R$ 5,18, menor valor desde 28 de maio de 2024. Uma ordem do governo chinês para que os bancos do país comprem menos títulos da dívida americana derrubou a moeda. A orientação não se aplicaria às participações estatais chinesas em títulos do Tesouro dos EUA. O movimento reflete a preocupação de que participações substanciais na dívida pública americana possam expor bancos a oscilações bruscas. Beneficiada pelo fluxo de recursos externos, a Bolsa brasileira fechou aos 186.241 pontos, alta de 1,80% e 10.º recorde em menos de um mês. O bom desempenho foi puxado pela Vale e por bancos. E mais: Política: Câmara envia à Comissão de Constituição e Justiça proposta para acabar com a escala de trabalho seis por um Economia: Argentina abre economia, a inflação cai e o PIB sobe, mas a indústria paga caro Internacional: Chavismo prende opositor ligado a María Corina 12 horas após libertá-lo Metrópole: Prefeitura contrariou o próprio regulamento ao liberar bloco que registrou superlotação Esportes: Chegou a hora de o Brasil cair no gelo nos Jogos de Inverno Cultura: Jorge Aragão, Alcione e Zeca Pagodinho anunciam turnê juntosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA EDIÇÃO. Brasil vê oportunidade para embarcar em estratégia dos EUA para minerais críticos. Axia e GIZ vão construir a primeira planta brasileira para produção de aço de baixo carbono a partir do hidrogênio verde. Governo vai apresentar projetos para novos incentivos à indústria química. ***Locução gerada por IA
Por que Donald Trump quer comprar a Groenlândia? O que a OTAN tem a ver com o Ártico? E por que essa região congelada virou uma das maiores disputas estratégicas do século XXI? Neste episódio do Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa a Groenlândia como peça central da geopolítica contemporânea, conectando história, política externa dos Estados Unidos, OTAN, degelo do Ártico e segurança internacional. Você vai entender: ● A lógica histórica das compras territoriais dos EUA (Louisiana, Alasca, Ilhas Virgens) ● O papel da OTAN e do Artigo 5º no Atlântico Norte e no Ártico ● Por que o degelo abre novas rotas marítimas e intensifica a disputa global ● A presença de minerais críticos e terras raras na Groenlândia ● Como esse tema aparece em provas do CACD e concursos de RI
Miguel Baumgartner, especialista em relações internacionais, admite que o Irão tem capacidade militar para responder a uma ofensiva americana e também para retaliar contra Israel. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A tensão no Minnesota resulta de uma “estratégia de caos deliberado” de Donald Trump, com o propósito de minar a confiança nas instituições e nas autoridades estaduais democratas nos EUA. Não é por acaso que tudo isto acontece neste Estado, conhecido pela sua hospitalidade e que é governado por Tim Waltz, que foi o candidato democrata à vice-presidência do país nas últimas eleições. Carlos Gaspar compara mesmo esta turbulência à instabilidade da República de Weimar, antes da ascensão do nazismo, na Alemanha dos anos 30 do século passado. Teresa de Sousa salienta que a administração Trump está a ser desmentida pelo “factor telemóvel”. As câmaras dos telemóveis revelam a brutalidade da actuação das agências federais, que o Governo tenta ocultar. Neste episódio, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO descrevem um mundo onde a estratégia de desordem de Donald Trump está a forçar a União Europeia a tornar-se mais autónoma, a procurar alianças estratégicas com a Índia e a lidar com o perigo de uma China politicamente instável e opaca, onde Xi Jiping acaba de purgar cinco generais da Comissão Militar Central. Texto de Amílcar CorreiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis garante que Trump sempre se mostrou disponível para atacar o Irão e que o seu foco é o programa nuclear. Afirma que prioridade da Europa devia ser dar as melhores defesas à Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O secretário geral da NATO diz que a Europa não se pode defender sem os EUA. A nova doutrina estratégica dos EUA diz que pode, apenas com apoio “significativo mas reduzido” dos mesmos. Enquanto isso, Washington e Bruxelas parecem sobretudo contar consigo mesmos. O que esperar do futuro das relações internacionais entre os dois blocos? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 28 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Orlando Samões considera que administração Trump "não está a saber fazer leitura em negociações que já levam um ano". Os EUA deixam Kiev em posição difícil "porque querem ficar ao lado do vencedor".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O TikTok evitou a proibição nos Estados Unidos com um acordo que muda quem controla a plataforma no país. Depois de anos de tensão política e legal, a rede social continua ativa, mas passa a operar sob novas regras e com uma estrutura desenhada para responder às preocupações de WashingtonSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Cunha (PSD) espera que Trump cumpra a palavra e não utilize força na Gronelândia. Tiago Moreira de Sá (Chega) e Francisco Assis (PS) concordam que única solução é cooperação entre EUA e Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-ministro da Economia sublinha que as empresas portuguesas tem conseguido resistir ao impacto das tarifas de Trump. Mas avisa que os estragos podem ser grandes se a nova dose, agora anunciada a propósito da Gronelândia, podem ser bastante sérios. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Manuel Caldeira Cabral, economista e ex-ministro da Economia. A edição esteve a cargo de Salomé Rita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump não está brincando quando afirma querer comprar a Groenlândia, território autônomo sobre o qual a Dinamarca é soberana. O presidente americano parece determinado a tomar o controle do território no Ártico, e agora ameaça os países europeus que se opuserem aos seus planos com novas tarifas alfandegárias. Mas, afinal, quanto custaria comprar o país? Em seu primeiro mandato, o líder republicano já havia demonstrado a intenção de adquirir a maior ilha do mundo, alegando ameaças à segurança dos Estados Unidos. Agora, ele volta a tratar do assunto, com contornos de uma gigantesca transação imobiliária – numa tentativa de repetir a que foi feita em 1867, quando Washington comprou o Alasca da Rússia, por US$ 7,2 milhões na época. Há mais de 80 anos, a própria Groenlândia recusou uma primeira proposta dos americanos, no valor de US$ 100 milhões. O governo do território e sua população continuam a ressaltar que o país não está à venda. O montante sobre a mesa hoje atingiria facilmente a casa das dezenas ou até centenas de bilhões de dólares, dada a valorização estimada dos recursos minerais estocados nos seus subsolos. A emissora NBC News, citando especialistas e ex-membros do governo federal americano, evocou a cifra de US$ 700 bilhões, sem especificar a metodologia utilizada. No New York Times, um ex-economista do Banco Central americano (Fed), considerou os valores já pagos pelo país para a aquisição de outros territórios e cruzou com os dados de inflação e crescimento econômico dos Estados Unidos e da Dinamarca. Conforme David Baker, a nova proposta situaria entre US$ 12 bilhões e US$ 77 bilhões. Mas outro cálculo bem mais modesto também estaria sendo considerado: oferecer dinheiro diretamente para os 57 mil habitantes da ilha, em troca de apoio político para a ideia da separação da Dinamarca e adesão aos Estados Unidos. Nesta hipótese, o valor dos recursos naturais da ilha tende a ser minimizado. De olho nas terras raras e minérios A Groenlândia abriga algumas das maiores reservas mundiais de terras raras e minerais críticos, essenciais para o setor da tecnologia. Para além das suas fronteiras, o subsolo do Ártico ainda concentra 30% das reservas de gás natural do planeta e 13% das de petróleo. “Tem hidrocarbonetos por todo o lado no Ártico. Mas até hoje, na Groenlândia, nunca se conseguiu encontrar uma reserva comercialmente explorável, ou seja, um lugar no gelo, na terra ou no mar onde os recursos estejam tão concentrados que valha a pena explorar”, frisa o pesquisador sênior da Universidade do Quebec Mikaa Blugeon-Mered, especialista no papel dos polos na transição energética, à RFI. “É por isso, e para conseguir financiar a própria independência total da Dinamarca, que a Groenlândia tem buscado desenvolver o setor mineral, de terras raras, urânio, molibdênio. Dos 50 metais críticos considerados prioritários pelo governo americano, 44 estariam presentes na Groenlândia em quantidades suficientemente satisfatórias para interessar os Estados Unidos.” A ambição americana de acessar esses recursos sequer é disfarçada: o embaixador nomeado pelos Estados Unidos na Dinamarca é ninguém menos do que Ken Howery, bilionário que fez fortuna na Silicon Valley. Entretanto, a exemplo da Venezuela e seu petróleo, os recursos naturais da Groenlândia são de difícil acesso: 80% do seu território é recoberto por uma espessa camada de gelo, necessitando investimentos colossais que levantam dúvidas sobre a viabilidade financeira da sua eventual exploração. Quantificar o valor real destes recursos é um cálculo complexo e, ainda assim, inexato. Não à toa, existem apenas duas minas em atividade na Groenlândia atualmente. China e 'freedom city' Neste aspecto, uma grande preocupação americana é conter a expansão da concorrência chinesa na região, salienta Mikaa Blugeon-Mered, autor de «Alors tu veux acheter le Groenland...” ("Então você quer comprar a Groenlândia?”, em tradução livre) “Quem está lá querendo comprar hidrocarbonetos e minerais do Ártico? Hoje, a principal compradora é a China. Ela tem um papel fundamental, porque tem tentado estabelecer posições estratégicas em toda esta região do Ártico, solicitando licenças, tentando comprar minas e assim por diante”, complementa o pesquisador. “Nos últimos 15 anos, eles têm tentado internalizar essa cadeia de valor, controlá-la desde a mina até o seu uso final, particularmente no que diz respeito aos elementos de terras raras, nos quais a China tem uma presença significativa na Groenlândia. Hoje, é precisamente isso que os Estados Unidos estão tentando neutralizar e se apropriar”, afirma. Outro aspecto que entra na conta dos americanos é o potencial da ilha como uma "freedom city". O conceito, elaborado pela ala libertária das tech e aliada de Trump, imagina paraísos fiscais com regulação mínima, ideais para se tornarem laboratórios da inovação em inteligência artificial, veículos autônomos, lançamentos espaciais e micro reatores nucleares. Além de embaixador na Dinamarca, Ken Howery é cofundador de uma poderosa empresa de venture-capital ao lado de Peter Thiel, defensor da ampla desregulação do setor de tecnologias e um dos financiadores de projetos do gênero. Ambos são amigos de Elon Musk e Thiel, grande doador das campanhas de Trump, foi um dos responsáveis pela ascensão política do vice-presidente americano, J.D. Vance.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Os Estados Unidos vão suspender, a partir de 21 de janeiro, a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A decisão de Donald Trump gerou dúvidas e incertezas entre brasileiros que pretendem morar ou trabalhar nos Estados Unidos. O JR 15 Minutos recebe o advogado de imigração, Vinicius Bicalho, para explicar o que muda e quem realmente é atingido nesse novo cenário.
Pauta:1) O QUE OS EUA FARÃO EM RELAÇÃO AO IRÃ2) A GROENLÂNDIA E A DEFESA DO ÁRTICO3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Maduro caiu em uma noite, vestindo um moletom da Nike, mas o regime que ele construiu ao longo de décadas não desapareceu com ele. A captura do ditador é apenas o começo de um processo muito mais perigoso e complexo. O que a história de Cuba nos ensina sobre intervenções americanas e por que a euforia inicial pode se transformar em frustração?
Os EUA inverteram a pirâmide nutricional e as proteínas agora são a principal fonte de caloria recomendada.Entenda o que isso significa para o agro e me conte aqui nos comentários o que achou dessa mudança
Está no ar mais um Enfim, Sexta!, podcast do Brasil de Fato MG!Confira os destaques desta semana:EUA e Irã: quais são os objetivos da interferência norte-americana e quais os impactos geopolíticos dessa estratégia?Banco Master: o que as investigações revelam sobre a relação da extrema direita com práticas corruptas e ilegais?Fake news do PIX: a mentira como método político da extrema direita e como a população pode se proteger da desinformação em ano eleitoral.Romeu Zema: quais as perspectivas para a atuação do governador de Minas nos próximos meses, diante de seus interesses eleitorais?Este é mais um Enfim, Sexta! com Emerson Andrada, coordenador-geral do Sindieletro-MG; Iza Lourença (PSOL), vereadora de Belo Horizonte; e José Luiz Quadros, professor da UFMG e diretor do APUBH. Confira!
Após a pressão diplomática de monarquias árabes como Arábia Saudita, Catar e Omã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desistiu, ao menos por enquanto, de lançar um ataque contra o Irã e deu sinais de distensão na crise, que foram acompanhados por movimentos similares feitos pelo regime xiita. O governo do Irã negou ontem que o ativista Erfan Soltani, de 26 anos, tenha sido condenado à morte por enforcamento. A possibilidade de execução de Soltani, que foi preso durante a onda de manifestações no país, levou Trump a ameaçar invadir o país. Em entrevista à Rádio Eldorado, Tanguy Baghdadi, professor de Relações Internacionais e apresentador do podcast Petit Journal, disse que já há sinais de negociação porque uma eventual guerra seria ruim para os dois lados e até mesmo para países que são adversários do Irã. “São monarquias inimigas do Irã, mas que não estão dispostas a pagar esse preço de mudança do regime que pode ser custoso para a região e gerar instabilidade. Pode haver radicalização e impasse no preço do petróleo”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! ☕the news ao vivo aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Para ter seu Binance Card, clique aqui.No episódio de hoje:
O Irã passa por uma grave crise, com protestos espalhados por várias cidades e centenas de vítimas fatais. O presidente Trump conclamou os iranianos a derrubar o regime e prometeu ajuda. Os EUA atacarão o Irã? Mesmo sem a presença de meios militares relevantes no Oriente Médio?Esse é o principal assunto da live de hoje, mas também abordaremos os principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
O Visões Populares de hoje entrevista Juliane Furno, cientista social e economista, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social, sobre as investidas imperialistas na Venezuela e ao redor do mundo, as manifestações no Irã e os conflitos internos nos Estados Unidos. “Os EUA não precisam mais da Europa e se voltam ao que foi a sua expressão no entre-guerras: um imperialismo de caráter nacionalista”, explica.Confira a entrevista completa.
Nos últimos dias, estão acontecendo no Irã os maiores protestos da história do país desde a derrubada do monarca do país pela revolução islâmica de 1979.Apesar de ter encarado diversos protestos desde então, o aiatolá Khamenei se encontra em uma posição bastante precária. Com idade avançada e liderando um país enfraquecido, as chances de queda do regime dessa vez são mais reais do que nunca.Será que isso vai acontecer em breve? Como será o futuro do Irã e da região? Os EUA ou Israel vão interferir nessa história? Vou tentar responder essas perguntas nesse vídeo aqui!
Os EUA publicaram semana passada novas diretrizes alimentares para a população, que, literalmente, viraram de cabeça para baixo a antiga pirâmide alimentar.Esse documento influencia dramaticamente as políticas públicas, a alimentação nas escolas, hospitais, instituições como as militares, e se você está se perguntando por que dar atenção a uma diretriz americana, é importante lembrar que historicamente essas normas influenciaram os padrões alimentares do mundo todo, incluindo o Brasil.Estamos no Instagram: Dr. Souto - Sari Fontana Para ser avisado sobre cada novo episódio e receber os links das matérias mencionadas e as referências bibliográficas por e-mail, cadastre-se gratuitamente em https://drsouto.com.br/podcastAdquira seu livro - UMA DIETA ALÉM DA MODA: Amazon (também na versão Kindle)"Dance of the Sugar Plum Fairy"Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
A intervenção dos Estados Unidos na Venezuela e os seus impactos são o tema deste episódio. Gonçalo Moura Martins e António Ramalho analisam os objetivos da Administração Trump, a rivalidade com a China e a resposta que a Europa poderá dar. No entender dos dois gestores, os únicos que podem parar neste momento os EUA são os próprios norte-americanos.
Estados Unidos pressionam para mudança de regime na Venezuela e mantêm tensão com aliados. A polémica sobre a Gronelândia e o expansionismo americano e os protestos massivos contra o regime no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estados Unidos pressionam para mudança de regime na Venezuela e mantêm tensão com aliados. A polémica sobre a Gronelândia e o expansionismo americano e os protestos massivos contra o regime no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de tomar o petróleo da Venezuela, Donald Trump se prepara para se apropriar dos recursos naturais da Groenlândia. Os EUA dão todos os sinais de que querem tomar a ilha da Dinamarca e a Europa reage com passividade.E mais: Bolsonaro passa por exames após bater a cabeça e Lula lembra do dia que quem levou um tombo e bateu a cabeça foi ele. Ainda: indígenas e ambientalistas criticam Petrobras por acidente na Foz do Amazonas. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Delcy Rodríguez, a nova figura central na política venezuelana, pode ser a chave para entender os próximos passos? Ainda o papel do chavismo, a crise migratória e o impacto da intervenção de Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os EUA não precisaram nem de 15 minutos para derrubar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sequestrá-lo e levá-lo para apodrecer na cadeia em solo norte-americano sob acusação de narcotráfico. A agressão dos EUA é mais um sintoma de que o fim do império dos EUA se aproxima e, como qualquer império decadente, o norte-americano está em desespero e fica mais agressivo. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
NESTA EDIÇÃO. Impactos da invasão dos EUA à Venezuela na oferta global não tendem a ser imediatos, indicam especialistas. Petrobras inicia produção da sétima plataforma do campo de Búzios. Ano eleitoral no Brasil começa com alta nos preços do diesel, gasolina e gás de cozinha, depois da elevação do ICMS. Ibama renova licença de instalação do gasoduto Brasil Central, que pode destravar licenciamento de três térmicas. ***Locução gerada por IA
Os EUA realizaram uma operação militar e conseguiram deter Nicolás Maduro. Os venezuelanos festejaram, enquanto as reações políticas foram mais cautelosas. Irá a democracia voltar à Venezuela?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estará Trump a criar uma nova ideia de legitimidade? E será que tinha luz verde prévia da China e Rússia? A análise de António José Telo, antigo professor catedrático de história na Academia Militar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os EUA bombardearam a capital da Venezuela na madrugada desta sexta-feira para sábado após meses de ameaças do presidente norte-americano Donald Trump. Os alvos foram aeroportos e bases militares. Aqui, as primeiras informações sobre a guerra que Trump acaba de iniciar na América Latina. O objetivo dos EUA é derrubar o governo de Nicolás Maduro e tomar controle do petróleo venezuelano.Podcast publicado às 4h27 (horário de Brasília) de 3/1/2026 e atualizado às 8h14.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Miguel Baumgartner relembra que Putin não quer conquistar a Ucrânia, quer é o domínio total. O especialista em RI diz que para ajudar a Ucrânia os EUA têm de garantir que a Rússia não sai fortalecida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (31): A festa da virada de ano no Rio de Janeiro recebeu o prêmio de maior réveillon do mundo. A expectativa é de que 2,5 milhões de pessoas passem o dia 31 de dezembro na Praia de Copacabana. Reportagem: Taís Brito. Prestes a celebrar o réveillon, a Prefeitura do Rio de Janeiro montou um esquema de segurança que conta com a presença de 3.500 policiais. O Coronel Marcelo de Menezes conversou com a Jovem Pan para detalhar os preparativos para a festa da virada de ano de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. Confira a programação completa da festa da virada de ano na Avenida Paulista, que terá a corrida de São Silvestre, além de apresentações musicais e queima de fogos. O evento terá uma operação especial no transporte e na segurança. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Partido Progressistas está marcando reuniões em São Paulo com políticos em potencial que possam disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026. A sigla demonstra insatisfação com a gestão de Tarcísio de Freitas. Reportagem: Beatriz Manfredini. Segundo um estudo da FGV, o réveillon na Avenida Paulista vai movimentar mais de R$1,1 bilhão e uma ação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana vai mobilizar um grande número de agentes para garantir a segurança. A Jovem Pan conversou com o secretário municipal de Segurança Urbana Orlando Morando para analisar a virada de ano. Os produtores rurais da Polônia bloquearam importantes rodovias em protesto com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O tratado entre os blocos está em negociação há mais de 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. Por conta dos problemas de saúde, a Polícia Federal decidiu adiar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre os itens encontrados no cofre do Palácio do Alvorada. Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, vai ter que explicar ao STF a suposta violação da proibição do uso das redes sociais. Um editorial da revista britânica The Economist defende que o presidente Lula não deveria correr à reeleição em 2026. Segundo a publicação, apesar do Brasil demonstrar resiliência das instituições democráticas, o país “merece escolhas melhores”. O Tribunal Superior do Trabalho acatou a situação dos Correios e postergou o pagamento de R$702 milhões em débitos trabalhistas. Apesar do TST considerar legal e não abusiva a greve da estatal, os funcionários devem retornar imediatamente aos serviços. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro do STF Alexandre de Moraes não autorizou Vicente de Paulo Reinaldo, pai de Michelle e sogro de Jair Bolsonaro, a visitar o ex-presidente durante o período de internação. O magistrado citou as regras do ambiente hospitalar e a falta de segurança no local. Reportagem: Igor Damasceno. A guerra no Leste Europeu passa por um momento de recrudescimento, após a Ucrânia ter atacado com drones um porto e um gasoduto na região do Mar Negro, pertencente à Rússia, região de Tuapse. Reportagem: Luca Bassani. Os EUA anunciaram novas sanções contra o Irã e a Venezuela pelo comércio de drones entre os dois países. O departamento do tesouro norte-americano sancionou dez indivíduos e organizações. Reportagem: Fabrizio Neitzke O programa Jornal da Manhã desta quarta-feira (31) conversou com o professor de direito internacional Manuel Furriela sobre as expectativas do cenário global em 2026, em meio ao conflito entre os EUA e Irã, além da escalada de tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O governo levou quase um mês para desmentir mais uma versão da fake news sobre taxa no pix divulgada pelo programa de humor Pânico. O episódio é uma amostra grátis do que será o ano que vem.Os EUA realizaram o primeiro ataque em terra na Venezuela, segundo confirmou o presidente norte-americano. E a morte de ícone da cultura pop mundial que ficou famosa após um erro de restauração de uma imagem de Jesus. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Francisco Proença Garcia, militar, professor universitário e investigador, admite que só os EUA poderão dar garantias de segurança à Ucrânia, mas questiona sobre a confiança que se deve ter em Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, analisamos o documento de Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos divulgado no fim de novembro e o que ele revela sobre o plano econômico e geopolítico de Donald Trump.O foco na contenção da China, o reposicionamento da Europa, a nova Doutrina Monroe e a reindustrialização americana ajudam a entender o redesenho do comércio global.Uma leitura essencial para compreender tarifas, cadeias de suprimento, dólar forte e os impactos dessa estratégia para o Brasil e o mundo.
Um português é o suspeito da morte de Nuno Loureiro, físico português do MIT, e do tiroteio na Universidade de Brown. Os EUA decidiram suspender programa de vistos. Daniela Melo é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um português é o suspeito da morte de Nuno Loureiro, físico português do MIT, e do tiroteio na Universidade de Brown. Os EUA decidiram suspender programa de vistos. Daniela Melo é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um português é o suspeito da morte de Nuno Loureiro, físico português do MIT, e do tiroteio na Universidade de Brown. Os EUA decidiram suspender programa de vistos. Daniela Melo é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (08): O senador Flávio Bolsonaro se reuniu com líderes do Centrão após o anúncio da sua pré-candidatura à Presidência. A bancada do Morning Show debate a polêmica declaração do filho 01 de que há um "preço" para desistir: a anistia para condenados pelo 8 de janeiro. Analisamos a insatisfação da direita e a peça que Tarcísio de Freitas representa nas eleições de 2026. Reportagem: Rany Veloso. Uma nova pesquisa Datafolha revelou que Flávio Bolsonaro é o nome com menor potencial para enfrentar Lula em 2026, com apenas 8% de preferência da direita bolsonarista, enquanto que a ex-primeira-dama Michelle e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, seriam candidatos mais competitivos para o pleito. A bancada do Morning Show analisa a disputa interna do clã Bolsonaro e as chances de surgimento de uma Terceira Via para o eleitorado antipetista. 14 menores infratores, sendo a maioria ligada ao Comando Vermelho, escaparam de uma unidade do Degase, no RJ, após uma rebelião e a abertura de um buraco na parede. A bancada do Morning Show debate a falha do Estado em ressocializar os criminosos e conter a reincidência de jovens já cooptados pelo crime organizado. Obras de arte de Portinari e Matisse foram roubadas da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, em uma ação flagrada pelo programa Smart Sampa. A polícia identificou os criminosos, que teriam se inspirado em roubos famosos como o do Louvre na França. O programa Morning Show analisou o caso e debateu uma pesquisa do MIT que aponta: o trabalho por aplicativo ajuda a reduzir a criminalidade em bairros periféricos. O presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu um decreto para retirar dos estados o direito de regulamentar a crescente indústria da Inteligência Artificial, gerando um grande conflito interno. O Morning Show debate a polêmica: essa decisão é uma estratégia vital para o domínio global da IA, ou um erro que ignora a falta de controle sobre uma tecnologia perigosa? O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reconheceu a morte de Alfredo Díaz, ex-governador e forte opositor ao seu regime, preso em um dos centros mais temidos do país. Os EUA e organizações de direitos humanos questionam a causa "natural" (infarto) da fatalidade e intensificam a pressão internacional, com a crise na América Latina sendo uma das pautas de cúpulas. A bancada debate o impacto da morte de Díaz e o papel do Brasil como mediador no conflito. O presidente norte-americano, Donald Trump, quer barrar a fusão entre Netflix e Warner Bros., que ameaça o cinema tradicional, enquanto a produção do filme sobre Bolsonaro, estrelado por Jim Caviezel, gera debate sobre viés ideológico e a hegemonia da esquerda na distribuição de cultura. O programa Morning Show conversou com Josias Teófilo para analisar a concentração de poder e a nova onda de obras cinematográficas no mundo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Exame toxicológico para quem vai tirar carteira de habilitação. Os EUA orientam cidadãos americanos a deixarem a Venezuela imediatamente e realizam novo ataque no Oceano Pacífico. Ministro Alexandre de Moraes solicita julgamento de réus acusados de serem mandantes da morte de Marielle Franco. Nicolás Maduro contrata guarda-costas e muda rotina em resposta a pressões dos EUA. E mais: pesquisa revela apoio dos brasileiros à aproximação com Israel e neutralidade nas negociações.
O dia 6 de agosto de 1945 é possivelmente o mais importante do século XX. Naquela madrugada, no céu da cidade de Hiroshima, a bomba “Little Boy” inaugurou a era atômica da humanidade. Poucos dias depois, a segunda bomba foi detonada em Nagasaki, empurrando o Japão para a capitulação e encerrando a guerra mais sangrenta da história.Não existe dúvida alguma que esses acontecimentos mudaram completamente a realidade do mundo, ao mesmo tempo colocando o fim da humanidade ao alcance de um botão, mas criando as décadas mais pacíficas que a história já conheceu, mesmo que sob o fantasma da destruição total.O que ainda suscita muita dúvida e um grande debate é se o uso das bombas naquele momento era necessário ou não. Essa é uma das maiores polêmicas da história da geopolítica e também o tema do vídeo de hoje.Afinal, o uso das bombas foi uma fútil e cruel demonstração de força dos americanos, ou foi o amargo, mas necessário, custo a se pagar pela paz?Primeiro, vamos expor os argumentos dos dois lados e depois vou dar a minha opinião sobre o assunto!
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ministro do STF, Alexandre de Moraes, decretou a prisão preventiva do deputado federal Alexandre Ramagem, após uma suspeita de fuga para os Estados Unidos. Alexandre Ramagem estava proibido de deixar o país após ter sido condenado a mais de 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. De acordo com a Polícia Federal, ele teria deixado o Brasil em setembro. A investigação aponta que o deputado foi de avião até Roraima, cruzou de carro a fronteira com a Guiana e pegou um voo para os Estados Unidos com um passaporte diplomático. Na Câmara, ele apresentou atestados médicos e participou de votações remotamente. A casa afirmou que não foi informada sobre a viagem. A defesa de Alexandre Ramagem disse que também não sabia sobre a saída do país. E ainda: Presidente Lula chega à África do Sul para a cúpula do G20.
Neste episódio do Podcast Imigrante Rico Educação, Chay Dias conversa com Fábio Poppa, fundador da Exata, uma empresa de tecnologia especializada em inteligência de dados e inteligência artificial que ajuda negócios a transformarem dados em decisões estratégicas.Direto de um evento em Miami, Fábio compartilha sua trajetória empreendedora — do início no Brasil à expansão para o México e Estados Unidos — e revela os bastidores da internacionalização da Exata, mostrando como a empresa construiu uma presença global sólida e conquistou contratos com grandes players, como a Chevron (Texas).
O documento enviado pelo governo do Rio de Janeiro à administração Donald Trump, solicitando a inclusão do Comando Vermelho (CV) nas listas de sanções e designações dos Estados Unidos, tenta legitimar a facção criminosa como grupo terrorista ou organização transnacional. Carimbada em vermelho como confidencial, a análise estratégica elaborada pela Subsecretaria de Inteligência Integrada — subordinada diretamente ao governador Cláudio Castro — sugere a aplicação de sanções aos integrantes do CV, principalmente de natureza econômica. "Começa com a história do senador Flavio Bolsonaro dizendo que tinha inveja quando via os EUA explodindo as embarcações da Venezuela e acharia maravilhoso se o país viesse para cá fazer isso na Baía de Guanabara. Isso é ingerência interna e mata pessoas. Quem tomou providências práticas nesta direção é o Claudio Castro; ele já vem tendo conversas com o governo dos EUA. É outro ataque à soberania nacional. O projeto no Congresso abre as portas para este tipo de ação acontecer com este pretexto. Daqui a pouco os EUA vão mandar nas Américas", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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