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Volta ao mundo em 180 segundos
18/09: Venezuela desbloqueia sites censurados | Rússia e China vetam monitoramento do Irã | Trump ameaça UE com tarifas

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 4:46


A Venezuela desbloqueou sites de notícias que estavamcensurados há anos, medida que vem em meio à discussão sobre liberdade de expressão e uma possível transição política no país, embora a ONG Ve Sin Filtro tenha identificado 194 sites ainda inacessíveis, 84 deles de notícias. E mais:- Rússia e China vetaram a renovação de um mecanismo da ONU que monitorava as sanções contra o Irã, em meio à disputa com França, Reino Unido e Alemanha sobre a validade dessas medidas- Os Estados Unidos vão permitir que a delegação iraniana participe da Assembleia Geral da ONU na próxima semana e também autorizaram o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, a discursar por vídeo no evento- Donald Trump ameaçou aumentar tarifas contra a União Europeia caso o bloco siga com o convite ao Canadá para se tornar "membro associado", classificando a proposta como "ato hostil", enquanto o primeiro-ministro canadense Mark Carney defendeu a parceria no Parlamento Europeu- O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, pode buscar um novo mandato em 2028, mas esbarra no limite constitucional de dois mandatos e precisaria do apoio de deputados de outros partidos para antecipar a eleição- A Suécia terá nova primeira-ministra após a oposição de centro-esquerda vencer as eleições, com Magdalena Andersson devendo retornar ao cargo enquanto o partidode extrema direita perde espaço no Parlamento- A Rússia realiza neste fim de semana sua primeira eleição parlamentar desde o início da guerra, incluindo regiões ocupadas da Ucrânia, sem competição partidária efetiva ou observadores independentes Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Volta ao mundo em 180 segundos
15/09: Trump revoga regras ambientais nos EUA | Rússia ataca posto de combustíveis em Kiev | Hungria revê medidas anti-LGBTQIA+ de Orbán

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 4:57


Os Estados Unidos deram mais um passo para trás em políticas climáticas nesta segunda-feira, com a Agência de Proteção Ambiental (EPA) revogando regras que limitavam as emissões de gases de efeito estufa de usinas a carvão e gás natural. A medida do governo Donald Trump reverte esforços de Joe Biden e Barack Obama, e a EPA alega economia de mais de 300 bilhões de dólares para a indústria, enquanto grupos ambientais alertam para o risco de mais poluição e agravamento das mudanças climáticas. E mais:- Um juiz federal em Boston derrubou uma regra de Trumpque limitaria a 4 anos os vistos de estudantes estrangeiros e a 240 dias os de jornalistas nos Estados Unidos, decisão que beneficia cerca de 1,6 milhão de estudantes e 500 mil intercambistas no país- Um drone russo atingiu um posto de combustíveis em Kievnesta terça-feira, ferindo uma pessoa, um dia depois de Donald Trump afirmar que Rússia e Ucrânia haviam concordado em não atacar alvos de energia- A Hungria começa a rever leis anti-LGBTQIA+ da era Viktor Orbán, com o primeiro-ministro Péter Magyar enviando ao Parlamento projeto para revogar a chamada lei da "proibição da promoção da homossexualidade"- A Argentina deve enviar ao Congresso a proposta deorçamento de 2027 com mais recursos para defesa, reforçando a pressão do presidente Javier Milei sobre o Reino Unido na disputa pelas Ilhas Malvinas- Camboja e Tailândia deram um novo capítulo à disputaterritorial na Ásia, iniciando um processo de conciliação para tentar resolver o impasse sobre a fronteira marítima entre os dois países. A negociação, apoiada pela Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, prevê análise por especialistas independentes, cujas recomendações não serão obrigatórias, mas que os dois países aceitaram seguir no processo. Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

O Mundo Agora
Trump inflável, Rubio na América do Sul, e o risco de ingerência estrangeira no Brasil

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 3:50


A ofensiva diplomática de Washington na América do Sul e os laços com o bolsonarismo acendem o alerta para o risco de ingerência americana na eleição brasileira. Thomás Zicman de Barros, analista político Um enorme Donald Trump inflável subiu no meio da Avenida Paulista. Foi com esse símbolo, e agitando bandeiras americanas, que os apoiadores de Flávio Bolsonaro acharam apropriado comemorar o 7 de Setembro, dia da Independência. Há um paradoxo evidente em celebrar patriotismo e soberania nacional prestando homenagem ao líder de uma potência estrangeira. E a cena ganha outro significado diante do que acontece hoje ao redor do Brasil. Apenas um dia depois daquela manifestação, em 8 de setembro, Marco Rubio desembarcou na Colômbia. O secretário de Estado americano seguiu depois para Equador e Peru, numa viagem destinada a consolidar a aproximação de Washington com três governos de direita e extrema-direita da região. Os Estados Unidos vêm recompondo sua influência na América do Sul. Além dos três países visitados, Chile e Argentina estão muito próximos de Washington. Sobrou o Brasil de Lula para destoar desse novo mapa político. O próprio Rubio já disse isso. Em junho, ao celebrar diante do Senado americano a quantidade de governos latino-americanos hoje alinhados aos Estados Unidos, enumerou as poucas exceções. Citou Cuba e Nicarágua, há anos sob sanções americanas. Mencionou a Venezuela, agora sob tutela de Washington. E, nas palavras dele, “é claro, o Brasil”. Fez então uma observação reveladora: o Brasil está “no meio de um ciclo eleitoral”. Rubio acompanha esse ciclo de perto. Em maio, recebeu Flávio Bolsonaro em Washington. O candidato também se reuniu com J.D. Vance e Donald Trump. Risco de ingerência O risco evidente é de ingerência estrangeira nas eleições brasileiras. E há precedentes. No ano passado, Trump impôs tarifas de 50% ao Brasil, enquanto seu governo cassava vistos e aplicava sanções contra Alexandre de Moraes. A própria Casa Branca relacionou essas medidas ao processo contra Jair Bolsonaro. A política interna brasileira entra, abertamente, na política externa americana. A pergunta agora é até onde essa ingerência pode chegar. As redes internacionais da extrema direita ajudam a tornar essas iniciativas menos nítidas. Elas combinam governos, políticos, think tanks, organizações privadas e empresários numa teia por vezes opaca. Nos bastidores, movimentam dinheiro, formam quadros e conectam atores de diferentes países. Uma delas é a Rockbridge Network, rede conservadora americana que teve J.D. Vance entre seus fundadores. Nos últimos dias, surgiram suspeitas de que recursos ligados a essa rede possam ter beneficiado indiretamente a campanha de Flávio Bolsonaro. O financiamento não foi comprovado, mas há contatos documentados entre a organização americana e personagens do universo político brasileiro. E essa não é a única iniciativa do tipo. Talvez por isso valha a pena voltar à imagem da Avenida Paulista. Para alguns patriotas, a melhor forma de celebrar nossa soberania é louvando um inflável gigante de Donald Trump.

Vida em França
Cimeira do Espaço: Europa procura transformar capacidade em autonomia

Vida em França

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 12:22


A Europa tem ciência, indústria e tecnologia espacial, mas continua dependente de terceiros em áreas estratégicas como os lançamentos, as comunicações e o transporte de astronautas. Na Cimeira Internacional do Espaço decorre em Paris, o presidente da Agência Espacial Portuguesa, Ricardo Conde, defende que o desafio já não é provar capacidade, mas ganhar escala, investir e decidir em conjunto. A nova corrida espacial já não se joga apenas na conquista da Lua ou de Marte. Joga-se no controlo das comunicações, dos dados, dos sistemas de navegação, das infra-estruturas digitais e, cada vez mais, da segurança. É neste cenário que Paris acolhe desde ontem, 9 de Setembro, a primeira Cimeira Internacional do Espaço, reunindo governos, agências, empresas e investigadores para discutir quem terá capacidade de agir e de decidir na próxima economia espacial. Para a Europa, a questão tornou-se urgente. Entre a supremacia tecnológica dos Estados Unidos, a afirmação da China e o crescimento acelerado de empresas privadas, o continente procura perceber como preservar a cooperação internacional sem transformar essa cooperação numa dependência estrutural. O presidente da Agência Espacial Portuguesa e chefe da delegação portuguesa no Conselho da Agência Espacial Europeia, Ricardo Conde, começa por rejeitar a ideia de um espaço organizado em blocos fechados. “O espaço nunca se fez, nem nunca se fará, que não seja em cooperação”, afirma, lembrando programas como o Artemis e domínios em que a coordenação entre países é incontornável, como a gestão do tráfego espacial. Mas cooperar não significa abdicar de capacidade própria. “A Europa, e muito bem, procura afirmar a sua resiliência, no sentido de ter alguma autonomia”, sublinha. Para Ricardo Conde, os últimos anos mostraram até que ponto a dependência pode tornar-se uma fragilidade económica, tecnológica e política. A pandemia expôs a vulnerabilidade causada pela desindustrialização; a crise energética revelou os riscos de depender de fornecedores externos; e a guerra na Ucrânia voltou a colocar no centro do debate a dependência europeia dos Estados Unidos em matéria de defesa. “Quando se reage e não se planeia, andamos sempre numa situação de dependência”, observa. O responsável português descreve a Europa como “uma federação de vontades, às vezes boas, outras vezes nem por isso”. E considera que o espaço é hoje um dos terrenos onde essa dificuldade de construir uma estratégia comum se torna mais evidente. A soberania espacial está, desde logo, ligada à soberania digital. “Ninguém pode constituir-se como resiliente, independente ou autónomo quando está completamente dependente das grandes multinacionais e das grandes empresas americanas em serviços”, alerta. O exemplo mais evidente é o Starlink. A guerra na Ucrânia demonstrou o peso estratégico da constelação de satélites da SpaceX na manutenção das comunicações. A Europa ainda não dispõe de uma alternativa equivalente e prepara a constelação IRIS², destinada a garantir comunicações seguras e maior autonomia europeia, mas cuja plena capacidade só deve chegar no final da década. A navegação por satélite mostra, contudo, que a dependência pode ser reduzida. Durante décadas, a Europa viveu sob a predominância do GPS norte-americano. Hoje dispõe do Galileo, desenvolvido para assegurar uma capacidade europeia própria. Para Ricardo Conde, é esse tipo de autonomia que terá de ser construído também noutros segmentos. Um deles é o acesso ao espaço. “Quem controla, ou quem controlar, o acesso ao espaço controla a economia espacial”, afirma. A Europa dispõe actualmente do Ariane 6 e do Vega e começa a assistir ao aparecimento de uma nova geração de lançadores privados. Ricardo Conde vê nesta evolução a possibilidade de criar maior concorrência dentro do próprio continente. “Vai haver uma alteração profunda ao nível da competitividade de que a Europa necessita. Vão aparecer novos lançadores.” Mas permanece uma diferença simbólica e estratégica importante em relação aos Estados Unidos: a Europa consegue colocar satélites em órbita, mas não consegue enviar autonomamente os seus astronautas ao espaço. Para o presidente da Agência Espacial Portuguesa, não é a tecnologia que falta. “A Europa tem uma capacidade científica e técnica fantástica. Agora precisa de dimensão.”  É aqui que surge um dos maiores obstáculos europeus: a fragmentação. Os Estados Unidos dispõem de um Governo federal, de uma agência espacial e de estruturas de defesa inseridas numa mesma arquitectura nacional. Na Europa, as decisões distribuem-se entre a União Europeia, a Agência Espacial Europeia e dezenas de Estados com prioridades e níveis de investimento diferentes. “É uma questão de escala, é também uma questão de consenso político, de vontade política”, resume. Um eventual programa europeu de transporte tripulado exigiria anos de desenvolvimento, recursos financeiros substanciais e, sobretudo, um compromisso político prolongado entre os países. O contraste com a SpaceX ajuda a perceber a dimensão do desafio. Para Ricardo Conde, é errado olhar para a empresa de Elon Musk apenas como o triunfo isolado da iniciativa privada. A SpaceX cresceu apoiada em contratos públicos e numa relação estreita com a NASA e com as estruturas de defesa norte-americanas. Esse investimento permitiu construir uma cadeia quase completa: foguetes reutilizáveis para reduzir o custo dos lançamentos, Starlink para assegurar conectividade e naves capazes de transportar astronautas para a órbita. “Na realidade, tem a cadeia de valor toda”, observa. E a corrida não vai parar nos satélites. Na perspectiva do responsável português, os próximos anos deverão acelerar o desenvolvimento de serviços realizados directamente em órbita. Entre os projectos discutidos pela indústria encontram-se mesmo futuros centros de dados espaciais, uma possibilidade que vai exigir transportar quantidades muito maiores de equipamento para o espaço e garantir ligações permanentes à Terra. É nesse ponto que a capacidade de lançamento poder tornar-se ainda mais decisiva. Os grandes lançadores reutilizáveis norte-americanos prometem transportar cargas muito superiores às actuais, abrindo espaço a actividades económicas que hoje permanecem sobretudo no plano experimental. A resposta europeia, sustenta Ricardo Conde, não tem necessariamente de passar pela criação de uma cópia da SpaceX. Pode assentar na soma das capacidades existentes. França mantém um papel central nos lançadores e na indústria aeronáutica; Alemanha e Itália possuem importantes competências tecnológicas; o Reino Unido continua a ser um parceiro fundamental; e países como Espanha começam também a desenvolver novos actores privados. Há ainda espaço para países mais pequenos. Portugal, Bélgica ou Luxemburgo dificilmente podem competir isoladamente com as grandes potências espaciais, mas podem especializar-se e contribuir para construir a escala europeia. “A França é um actor importantíssimo, pelo seu conhecimento aeronáutico e pelas aplicações espaciais; a Alemanha, a Itália, o Reino Unido, que é fundamental termos sempre connosco, e começam também a aparecer outros actores importantes”, enumera Ricardo Conde. Portugal, acrescenta, pode contribuir “ao seu nível de investimento” para essa capacidade colectiva. É, no fundo, esta a equação que Paris coloca sobre a mesa. A Europa não parte do zero: fabrica satélites, desenvolve lançadores, explora o espaço, possui empresas de referência e uma das mais importantes comunidades científicas do mundo. O problema é transformar essas capacidades dispersas numa força suficientemente integrada para competir num sector cada vez mais estratégico.

Volta ao mundo em 180 segundos
10/09: EUA vão reforçar o combate ao narcotráfico no Equador | Presidente sérvio dissolve parlamento | 5 mortos em incêndio nas Filipinas

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 6:01


Os Estados Unidos vão reforçar o combate ao narcotráficono Equador, com o secretário de Estado Marco Rubio anunciando 45 milhões de dólares para embarcações militares e 55 milhões de dólares para desmantelar organizações criminosas no país, dentro da estratégia do governo Trump de ampliar influência na América Latina. E ainda:- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou sofrer "interferência estrangeira descarada" às vésperas daseleições gerais de outubro, após reportagem do jornal Haaretz sobre um suposto alerta dos Emirados Árabes Unidos sobre o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.- Netanyahu também ordenou o desmantelamento de cerca de 100 postos não autorizados de colonos na Cisjordânia, após pressão internacional que já envolve os Estados Unidos, cujo embaixador em Israel chamou colonos violentos de "terroristas"- A Coreia do Norte está concluindo a ponte sobre o rioYalu, na fronteira com a China, com mais de 3 quilômetros de extensão e obras retomadas após visita do presidente chinês Xi Jinping ao país em junho- O presidente da Sérvia, Aleksandar Vučić, dissolveu oParlamento e convocou eleições antecipadas para 25 de outubro, após quase dois anos de protestos contra corrupção e violência política no governo- Cinco pessoas morreram e 87 seguem desaparecidas apósincêndio em uma balsa na província de Palawan, nas Filipinas- A Apple anunciou o iPhone Duo, primeiro iPhone dobrávelcom duas telas e leitor de impressão digital, previsto para chegar ao Brasil em outubro por cerca de 31 mil reais Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Volta ao mundo em 180 segundos
09/09: 12 países aplicam sanções contra assentamentos de Israel na Cisjordânia | Jornalistas dizem que Netanyahu sabia dos ataques de 7 de outubro | China marca 50 anos da morte de Mao Tsé-Tung

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 9, 2026 4:45


França, Canadá e Reino Unido lideram uma declaraçãoconjunta contra os assentamentos israelenses na Cisjordânia, afirmando que a expansão das colônias e a violência dos colonos ameaçam diretamente a solução de dois Estados entre Israel e Palestina. Um grupo de doze países, incluindoDinamarca, Irlanda, Noruega, Espanha e Portugal, anunciou sanções contra Israel, com proibição de importar produtos das colônias, pressionando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a conter a ocupação. Os Estados Unidos nãovão aderir às sanções, e Israel retaliou fechando o consulado britânico em Jerusalém e proibindo a entrada de pelo menos 12 personalidades britânicas acusadas de antissemitismo. E mais:- Dois repórteres do jornal israelense Haaretz publicaramum livro revelando que o líder dos Emirados Árabes Unidos avisou Netanyahu, dez dias antes do ataque de 7 de outubro de 2023, que o Hamas preparava uma grande operação contra Israel. O gabinete do premiê nega o contato, e a oposição cobra responsabilidade pela morte de mais de 1.200 pessoas naquele dia - O Irã atacou dois barcos americanos, cerca de dezpetroleiros e uma base militar dos Estados Unidos na Jordânia no Estreito de Ormuz, em retaliação à destruição de cinco petroleiros iranianos pelos americanos- O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, publicou documentos que indicam que autoridades municipais teriam escondido os efeitos da poeira tóxica após os ataques de 11 de Setembro, ligada à morte de cerca de 9.400 pessoas além das vítimas diretas do atentado- Há exatos 50 anos morria Mao Tsé Tung, líder da Revolução Chinesa e fundador da República Popular da China, e jovens chineses voltam a se aproximar de suas ideias, impulsionando o turismo para seu vilarejo natal Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Convidado
"Kiev, na prática, é peão do grande xadrez entre as grandes potências" Major-General Carlos Branco

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 22:28


O Major-General do exército português Carlos Branco que tem partilhado periodicamente na RFI as suas análises sobre os conflitos vigentes no Médio Oriente e entre Kiev e Moscovo, lançou no passado mês de Julho um livro especificamente dedicado às raízes da guerra na Ucrânia. Intitulado "Ucrânia, variações de uma guerra inacabada", este livro compila uma série de artigos que o Major-General publicou nestes últimos anos sobre a história recente da Ucrânia. Autor de cinco livros publicados sobre a Guerra Fria, o Afeganistão, ou ainda sobre o conflito na ex-Jugoslávia, o Major-General Carlos Branco analisa ao pormenor e desfaz o discurso oficial em torno do conflito na Ucrânia, baseando-se em fontes documentais e na sua experiência em diversas organizações internacionais, nomeadamente a Aliança Atlântica, no seio da qual ocupou o cargo de Director da Divisão de Cooperação e Segurança Regional, do Estado-Maior Militar Internacional da NATO, em Bruxelas. Em entrevista à RFI, o Major-General Carlos Branco começa por apresentar no que consiste a sua obra sobre a Ucrânia. RFI: Do que fala concretamente o seu livro? Major-General Carlos Branco: Este livro é a compilação de mais de 70 artigos que eu fui publicando sobre o tema da guerra na Ucrânia, com uma série de artigos anteriores ao início da guerra propriamente dita em 2022, artigos publicados a seguir a 2014. Porque, na prática, a guerra não começa em 2022, começa em 2014 e é fundamentalmente uma reflexão no seu conjunto, claro, de uma uma interpretação realista das relações internacionais aplicadas ao caso concreto da guerra na Ucrânia. Basicamente, é uma análise centrada no papel das grandes potências na cena internacional. Neste caso concreto, o papel dos Estados Unidos e da Rússia e, no fundo, apresentar este conflito fundamentalmente com duas vertentes: a vertente internacional que envolve a afirmação hegemónica dos Estados Unidos. É apenas um capítulo, a guerra na Ucrânia, como outros, o Irão, como agora mais recentemente estas iniciativas para a Gronelândia, o controlo da Venezuela, o controlo do Canal do Panamá, etc. Portanto, uma dinâmica de conflito entre grandes potências e, nesse caso, uma tentativa dos Estados Unidos chegarem às fronteiras da Rússia, algo que uma grande potência não autoriza, não autoriza a Rússia, como também não autorizam os Estados Unidos, como também não autoriza a China. E depois há a outra dinâmica, que é um conflito que é fundamentalmente interno na Ucrânia, entre os diferentes grupos ucranianos. Porque a Ucrânia não é um país uno, é um país multinacional, é um país com vários grupos étnicos. E o que nós estamos a assistir é a tentativa de um grupo prevalecer relativamente aos outros, impondo-lhes uma série de coisas que para eles são inaceitáveis. Podíamos começar pelo exemplo da língua. O grupo que nesta altura se encontra no poder na Ucrânia, tenta que a língua ucraniana seja a única língua falada na Ucrânia. Quando nós sabemos perfeitamente que por toda a Europa democrática existem vários países multilingues e isso não é de modo nenhum uma excepção. São vários os países em que isso acontece. Não se compreende porque é que isto também não acontece na Ucrânia, um país que tem vários grupos étnicos e linguísticos. Portanto, a estes dois confrontos, este segundo confronto acabou por ser um confronto Ucrânia-Rússia. Uma vez que a esmagadora maioria da população do leste da Ucrânia é a população russa. Quando a população russa começou a ser atacada no rescaldo de um golpe de Estado de 2014 que derrubou um governo, um Presidente da República democraticamente eleito e instrumentalizado, sem qualquer margem para dúvidas e com a imensa evidência, por parte dos Estados Unidos, essas populações naturalmente reagiram. E houve, portanto, depois, uma solidariedade russa entre Moscovo e os seus 'irmãos' russos, que se encontravam inseridos na Ucrânia. Portanto, o livro elabora muito à volta dessas duas dinâmicas. Como é que elas se interceptam, como é que elas se influem mutuamente e como é que, em última análise, uma acaba por servir de instrumento à materialização da outra. Concretamente, refiro-me ao projecto hegemónico norte-americano que procura impor à Rússia uma derrota estratégica. Uma derrota estratégica essa que terá seguramente várias matizes, mas que fundamentalmente passa por colocar um governo que lhe seja favorável no Kremlin. E, portanto, a partir daí, desenvolver todas as suas acções, nomeadamente no domínio económico, do controlo energético, etc, etc. Se isso acontecesse, seria um controlo mundial por parte dos Estados Unidos e isso não vai acontecer. O que é de salientar, é mais um erro de cálculo estratégico dos Estados Unidos que nos tem vindo a habituar. Tiveram erros de cálculo no Vietname, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia. É mais um erro de cálculo estratégico no Irão, porque as coisas saíram quase que diametralmente opostas àquilo que eles queriam fazer. E é sempre a mesma tentativa de substituir um governo por outro que lhe seja favorável. E a partir daí, conseguem manobrar. Foi o que fizeram em Kiev. E portanto, Kiev, na prática, é peão deste grande xadrez entre as grandes potências. RFI: Precisamente, desfaz uma série de mitos em torno das raízes da guerra, aquilo que foi apresentado como uma revolução em 2014, também desfaz os mitos sobre o que acontece dentro da própria Ucrânia, também sobre o estado da oposição dentro da Rússia e também dos próprios interesses, não só dos Estados Unidos, como também da Europa. No meio deste conflito, como é que está a Europa no meio disto tudo? Major-General Carlos Branco: A Europa está num beco sem saída porque com estes dirigentes que estão no poder nesta altura, é difícil ver uma saída para este conflito. Inicialmente, a Europa acabou por aliar-se aos Estados Unidos e apoiar os Estados Unidos neste esforço contra a Rússia. Temos presente, por exemplo, a questão das sanções, etc. Mas a Europa, no meio disto tudo, foi extremamente prejudicada. Por exemplo, a questão energética. O modelo de desenvolvimento industrial europeu baseava-se muito na energia barata que era fornecida pela Rússia e isso acabou. E nós sabemos quem é que fez isso. Os Estados Unidos não permitiram que existisse essa relação entre a Europa, mas fundamentalmente, entre a Alemanha e a Rússia. Isso não é nada de agora, é uma coisa antiga. E a Europa, nesta altura, acaba por, em termos energéticos, consumir muito mais caro. O gás natural, vai comprá-lo aos Estados Unidos e não só, mas é muito mais caro e está a ter grandes dificuldades do ponto de vista do desenvolvimento económico e industrial, fundamentalmente porque não tem as matérias-primas que são indispensáveis para o novo paradigma económico, que passa fundamentalmente pela computação, a computação quântica, grande consumo de dados e a Europa não tem terras raras, para não falar na questão energética. Portanto, tem uma grande dependência. Mas o que é curioso é que a Europa está a falar para dentro, porque quando fala de autonomia, tem que perceber que não é autónoma e portanto, tem que considerar este elemento no processo de decisão e provavelmente terá que se adaptar do ponto de vista das políticas. Mas eu acho que o problema da Europa não é só a questão das matérias-primas. Repare, se nós tivermos em consideração as grandes tecnológicas mundiais, as 'sete magníficas' são todas americanas e nenhuma delas é europeia. E além disso, temos também a juntar-se a este grupo de grandes tecnológicas, também as chinesas. E quando falamos, por exemplo, de 'chips', a Europa é absolutamente deficitária nessa matéria. E se quisermos fazer uma análise mais profunda e verificarmos, por exemplo, as patentes nos mais variados domínios registadas pelos europeus e registadas pelos americanos e pela China, então pela China, muito mais, nós cada vez percebemos que existe uma 'décalage' aí. Repare, há cerca de talvez 20 anos, o PIB agregado da Europa era muito semelhante ao dos Estados Unidos. Hoje é cerca de dois terços. Portanto, quando falamos em dados concretos, nós podemos ter uma dimensão despida de preconceitos ideológicos e perceber que a Europa está numa regressão. Portanto, devia ter tomado uma série de medidas que pudessem inverter esse caminho. Mas as pessoas que estão nesta altura à frente da União Europeia e também dos países da Europa, não são pessoas qualificadas e, portanto, o caminho é escuro. Por exemplo, o comportamento da Europa relativamente a esta guerra na Rússia é uma coisa absolutamente difícil de explicar. RFI: Precisamente, no seu livro fala da deterioração das relações da Europa não só com a China, mas também com a Rússia. E, portanto, tendo em conta que a Europa, ou pelo menos os seus dirigentes, conhecem qual é a agenda dos Estados Unidos relativamente a este conflito, como é que se explica que hoje em dia, os líderes europeus, nomeadamente do Reino Unido, da Alemanha e da França, estejam actualmente com um discurso que tende a dar crédito à possibilidade de um conflito aberto com a Rússia? Major-General Carlos Branco: A explicação é difícil. Há várias possíveis. Uma delas é o facto de terem prometido às suas populações mundos e fundos e agora têm um nada para lhes dar. Não têm nada para lhes dar porque andaram a enganar as suas populações. Andaram a dizer que a Rússia não tinha mísseis, não tinha tecnologia, era apenas uma estação de serviços com armas nucleares. Portanto, deram uma imagem absolutamente errada da situação. Inclusivamente alinharam também num erro de cálculo estratégico, descurando a história. E nós sabemos o que tem sido o comportamento dos europeus relativamente às diferentes Rússias desde o século XVII que tem havido sempre tentativas de invasão da Rússia. A última foi no século XX, esta levada a cabo pelo presidente Biden. Era mais uma aventura, mas essa aí a iniciativa vinha do outro lado do Atlântico. A situação dos europeus relativamente à Rússia é diferente de país para país. Há um ódio visceral entre os russos e os ingleses. Relativamente à Alemanha, a situação tem outros matizes. Mas para responder à sua questão, esta gente andou a dizer que o caminho era a vitória, que íamos ser todos muito felizes e iriam fazer-se grandes negócios na Rússia, aliás, preferencialmente provocando a implosão da Federação e fazer negócios com as diferentes federações e ganhar muito dinheiro. Onde é que estamos? Agora estamos passados cinco anos numa Rússia que está na mó de cima do ponto de vista militar, como do ponto de vista económico, independentemente dos ataques que sofreu na sua profundidade, fundamentalmente nos últimos dois meses, o que é um facto, é que a Rússia não vai claudicar. E cada vez apresenta uma capacidade bélica maior. Como se está a verificar agora, há quase uma semana que Kiev está em permanente ataque e parece que estes dirigentes não perceberam ainda que se atingiu o 'impasse doloroso' e que se calhar, era altura de negociar. Era a altura de falar, era altura de pôr a diplomacia em cima da mesa. Mas isso não vai acontecer porque não estou a ver a Kaja Kallas (chefe da diplomacia da UE) com os requisitos mínimos para se encontrar na função em que se encontra. Tivemos, aliás, uma coisa absolutamente chocante. Houve uma reunião dos ministros das Finanças do G20 (esta semana) nos Estados Unidos. Repare bem nisto: o ministro das Finanças russo foi convidado pelo ministro das Finanças americano porque os Estados Unidos eram a nação anfitriã do evento e os países europeus recusaram-se a tirar uma fotografia dos participantes na reunião. Portanto, com esta gente, não vai haver nunca diplomacia. A situação vai-se agravar ou vai continuar. A isto acrescentam-se as iniciativas de Trump relativamente ao Médio Oriente, o petróleo, independentemente daquelas tiradas de Trump para que o petróleo afinal suba menos um bocadinho. O que é um facto é que continua a subir a inflação na Europa, salvo erro, já vai na casa dos 3% e eu não vejo como é que isto vai ser revertido, porque os europeus parecem estar empenhados em ir para o confronto militar. E hoje tivemos este caso absolutamente estúpido o argumento do tal drone que os alemães não conseguiram descobrir quem e que lhes rebentou com o Nord Stream (gasoduto Alemanha-Rússia), mas descobriram agora, passado um mês, que teria sido a Rússia, mas não apresentaram provas. Eu não estou a dizer que não foram os russos que fizeram aquilo, embora eu não perceba para quê. Eu não entendo. Mas não vamos excluir a possibilidade de terem sido os russos. Apresentem provas. Isso é a primeira questão. Mas isto só está a ser trazido ao de cima, porque Merz (o chanceler alemão) leva nesta altura cerca de 20 pontos de atraso relativamente à AFD (partido de extrema-direita) e vai ter eleições dentro de menos de uma semana. Isto é que é o problema e portanto estão a utilizar uma situação destas para procurar tirar benefícios em termos de política interna. Não há outra palavra. Mas isto cria dinâmicas. Por exemplo, ouvimos o secretário-geral da NATO a fazer uma série de afirmações absolutamente ignóbeis que, no fundo estava a alinhar com esta farsa toda e no fundo a criar situações que depois são extremamente difíceis de serem revertidas. RFI: No seu livro diz que no começo do conflito tinha havido uma possibilidade de eventualmente se chegar a um acordo de paz que foi impossibilitada, nomeadamente por líderes europeus, que convenceram Zelensky de que poderiam ter um acordo melhor e, portanto, relativamente a esta situação, quais são as possibilidades que existem neste momento de eventualmente negociar, sentar à mesa, discutir, chegar a um acordo? Major-General Carlos Branco: Eu vejo isso de forma muito remota. Isso só será possível, isso que eu vou dizer é incómodo, mas penso que nesta altura não há outra volta que é a vitória militar de uma das partes. Só haverá negociações quando se atingir aquilo que se chama de 'impasse doloroso', quando as partes perceberem que têm mais a ganhar à mesa das negociações do que no campo de batalha. Quando psicologicamente interiorizarem essa situação -e é o que nós dizemos- atingiu-se a maturidade e, portanto, há portas abertas para se avançar nesse caminho. Agora estamos longe de isso acontecer, porque a Ucrânia está a ser partida todos os dias. Há um sofrimento brutal para o povo ucraniano, mas os seus dirigentes estão a alimentar uma situação que está perdida. E eu sublinho isto. Mas vai ser até ao último ucraniano. Exactamente. Estes líderes não têm maturidade para perceber isto que eu estou a dizer e portanto vão continuar até ao fim. Para isto contribui também o papel dos europeus, porque se os europeus não dessem fogo a esta fornalha, se não criassem nos ucranianos o sonho de que isto pode ser revertido, de que podem derrotar a Rússia, quer dizer, eu não consigo perceber como é que isso acontece. O próprio chefe de gabinete do presidente Zelensky, Kyrylo Budanov, mas não só, foi também o seu lugar-tenente, que vieram dizer que a Ucrânia precisa de 30.000 soldados por mês. Não sou eu que digo. Portanto, um país que se encontra numa situação destas, que tem largos milhões de cidadãos fora das suas fronteiras, que está a recrutar da forma que é conhecida, que as pessoas são apanhadas no meio da rua e levadas à força, um país que está numa situação destas, a meu ver, está numa situação de grande vulnerabilidade. Mas os seus dirigentes continuam a achar que não. 'Não, isto ainda a gente ainda pode ganhar'. Portanto, é exactamente por causa disso e pela irresponsabilidade do estímulo que é dado pelos presidentes europeus. Aliás, vimos agora quando foi das comemorações do 35.º aniversário da independência da Ucrânia e que foram lá uma série de dirigentes a Kiev. E eles estavam com uma cara muito sorridente a tirar uma fotografia com o presidente. E eu interrogo-me: estão sorridentes porquê? Quer dizer, isto é de uma falta de senso e de uma falta de capacidade de análise da situação. Esta gente não sabe o que é que está a acontecer. Vivem numa bolha exactamente por causa disso. O futuro não pode ser brilhante. Para já, veremos se não há nenhuma movimentação incauta por parte de determinados países da Europa e que venham depois chamar a NATO. Até porque a tentativa de envolver a NATO com este argumento do ataque directo e na tentativa de provocar o artigo quinto (defesa colectiva no caso de um membro ser atacado), já houve várias. Portanto, nós estamos recordados quando houve o míssil ucraniano que caiu na Polónia e que matou, salvo erro, dois agricultores (em Novembro de 2022). O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco e a Ucrânia começaram logo a dizer 'isso foi à Rússia, foi à Rússia' e, portanto, já abriu portas para Zelenksy, porque sabe que não consegue sozinho ganhar a guerra. Precisa dos europeus. E o Biden veio mandá-los calar. Objectivamente, foi isso que aconteceu. Portanto, não alinhou nesse projecto porque o que queria, não era criar uma guerra na Europa. O que queria era remover o Putin do poder e colocar lá um seu apaniguado. Mas é que as pessoas às vezes não conseguem distinguir uma coisa da outra. Aliás, isso é outra coisa importantíssima. Biden nunca esteve muito empenhado na vitória militar da Ucrânia. Isso é outra questão que está profusamente documentada. O que ele queria era provocar uma alteração do poder em Moscovo. São coisas diferentes. poderão ter caminhos paralelos, poderão interceptar-se nalgumas fases, mas são coisas diferentes porque, em última análise, o objectivo estratégico é distinto. Portanto, não ter clarividência sobre esta matéria é dramático. RFI: Outro aspecto também importante do seu livro tem a ver com a forma como também são apresentados os acontecimentos pela comunicação social aqui na Europa. É bastante crítico relativamente ao papel da comunicação social. Major-General Carlos Branco: Sim, é verdade. A comunicação social está, com algumas excepções, mas muito reduzidas, plenamente alinhada com uma das partes, está entrincheirada e, portanto, não é um espaço de debate sobre o que está a acontecer, mas é fundamentalmente um espaço onde se divulga de uma forma exclusiva e frequentemente propagandística, os pontos de vista de uma das facções. E o espaço de debate está extremamente reduzido. E muitas das vezes quem tem uma opinião que não coincide com a do meio, acaba por ser marginalizado. Associado a isso, a União Europeia tem-se tornado cada vez mais um organismo autoritário, porque há indivíduos que tiveram maior protagonismo no espaço público e o que lhes aconteceu foi inclusivamente congelarem-lhes as contas bancárias. Portanto, isto que está a acontecer é uma deriva autoritária na qual a comunicação social está a alinhar. Relativamente a estas matérias, não vi estas notícias na televisão e muito menos manifestação de desconforto e de discussão destes assuntos, porque estes assuntos são cruciais. Os americanos saberão muito bem o que aconteceu no rescaldo do 11 de Setembro e as tentativas de calar opiniões, críticas e outras opiniões, vamos pôr isto nesses termos, e a Europa vai por esse caminho.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 31/08/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA voltam a bombardear Irã / Sabatina com Ronaldo Caiado

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 302:35


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (31): Os Estados Unidos realizaram neste domingo (30) bombardeios contra a ilha iraniana de Larak, os primeiros em um mês, segundo o comando militar americano para o Oriente Médio. De acordo com o Centcom, dois lançadores iranianos foram atacados após militares observarem membros da Guarda Revolucionária se preparando para lançar foguetes com minas navais. A Guarda Revolucionária afirmou que os ataques causaram mortos e feridos e prometeu “retaliação” contra a “agressão”. Pouco depois, o grupo informou ter atacado alvos militares americanos na Jordânia com mísseis balísticos e drones. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A votação da Medida Provisória (MP 1.357/2026) que zera o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, está prevista para ocorrer na comissão mista nesta terça-feira, dia 1º de setembro de 2026. Neste domingo (30), os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado e Romeu Zema cumpriram agendas de campanha em estados diferentes do país. Em São Paulo, Caiado participou de uma caminhada pela Avenida Paulista acompanhado da senadora Mara Gabrilli, em uma atividade que buscou fortalecer a presença do candidato do PSD na capital paulista. No Rio Grande do Sul, Zema visitou a feira Expointer, na cidade de Esteio, onde conversou com produtores do agronegócio e defendeu maior segurança no campo e avanço no seguro agrícola. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) manteve a bandeira tarifária amarela para setembro. Este será o quinto mês consecutivo que os consumidores vão pagar a mais pelo consumo de energia elétrica. Segundo a agência, a bandeira amarela é necessária devido às condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco. Nesse cenário, ocorre redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. Na prática, a bandeira amarela indica cobrança adicional na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Reportagem: Danúbia Braga. Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, participa da sabatina da Jovem Pan News e fala sobre diferentes temas relacionados à eleição e a um eventual governo. Caiado defende a caracterização de todas as facções como terrorismo doméstico, fala sobre segurança máxima nos presídios e atuação das Forças Armadas nas fronteiras, explica sua proposta de superávit primário de 1,5% do PIB e o ajuste fiscal, aborda as qualificações necessárias para exercer a Presidência, fala sobre composição política e chapa puro-sangue, apresenta como pretende se relacionar com Estados Unidos e China e defende o resgate do Itamaraty. O candidato também fala sobre sua relação com o bolsonarismo e afirma ter uma história de 40 anos na vida pública, apresenta sua estratégia para a saúde pública, com foco na qualificação de médicos e nos atendimentos no SUS, e fala sobre incentivos ao agronegócio e seguro rural, defendendo parceria com a iniciativa privada. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que, em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o atual presidente aparece com 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% do senador. Outros 10,3% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não sabem em quem votar. Lula também aparece à frente de Ronaldo Caiado (PSD). Nesse cenário, o presidente registra 46,6%, contra 41% do candidato do PSD. Brancos, nulos e indecisos somam 12,3%. No 1º turno, o principal movimento do levantamento é o avanço de Augusto Cury (Avante). O escritor passou de 1,6% em julho para 7,8%, crescimento de 6,2 pontos percentuais em um mês. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

E eu com isso?
#389 A era de ouro dos judeus nos EUA

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 48:18


Os Estados Unidos são o país com maior número de judeus na diáspora - quer dizer, tirando Israel, é onde mais tem judeus no mundo. São cerca de 7 milhões de judeus no país. E por serem tantos, parte da cultura judaica foi incorporada à cultura norte-americana. Termos em iidish são gírias, piadas judaicas aparecem nas séries e filmes produzidos em Hollywood e dificilmente um judeu vai ouvir um comentário como “nossa, você é o primeiro judeu que eu conheço”. Mas há quem diga que a “era de ouro” dos judeus norte-americanos chegou ao fim. Nossa convidada hoje é Stephanie Kestelman, ela é phD em Economia na universidade de Harvard, mora nos Estados Unidos desde 2012 e já morou na Pensilvânia, em Nova York, Massachusetts e, agora, mora em Washington DC. Aqui no Brasil, ela cresceu inserida na comunidade judaica, foi de movimento juvenil, e sempre tentou estabelecer uma vida judaica por onde passou. E compartilha sua vivência de 14 anos nos Estados Unidos.

Convidado
"Europeus têm que rapidamente fornecer defesa antiaérea à Ucrânia para ela se poder defender"

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 16:34


Nesta segunda-feira, a Ucrânia comemora os 35 anos da sua independência. Um aniversário assinalado com Kiev a acolher uma reunião dos seus principais aliados europeus, a chamada 'Coligação dos Voluntários', co-presidida pelo Reino Unido, a França e a Alemanha. Por esta ocasião, o novo Primeiro-ministro britânico Andy Burnham, efectua em Kiev aquela que é a sua primeira deslocação no estrangeiro. Outros responsáveis europeus também estão presentes na reunião da coligação, designadamente António Costa, Presidente do Conselho Europeu. Em cima da mesa está um reforço do apoio europeu à Ucrânia, com Bruxelas a anunciar o desbloqueamento de um pouco mais de 6 mil milhões de Euros de um envelope total de 90 mil milhões a favor de Kiev. No âmbito da reunião de hoje, o Reino Unido anunciou já a sua intenção de fornecer as informações necessárias para produzir mísseis de longo alcance 'Scalp', numa altura em que a Ucrânia encontra dificuldades em interceptar os ataques de mísseis russos que têm vindo a intensificar-se nas últimas semanas, muito embora também tenha ganho capacidade de atacar alvos económicos russos. A realização desta reunião, bem como essa transferência de tecnologia pelo Reino Unido já levou o Kremlin a retirar o seu embaixador de Londres e a acusar o governo britânico de "impedir qualquer resolução pacífica do conflito". Ainda antes do encontro de hoje, neste domingo, o Presidente ucraniano disse "querer muito a paz" mas vincou que "não tenciona capitular sem condições". Para o universitário e analista politico José Pacheco Pereira, Moscovo é que tem sido o principal obstáculo à resolução do conflito e o que se pode -e deve- esperar da reunião de hoje em Kiev é um apoio mais massivo da Europa, numa altura em que -a seu ver- pouco se pode esperar de Washington. RFI: O que se pode esperar da reunião de Kiev? José Pacheco Pereira: Mais do que o que se pode esperar, é aquilo que se tem que esperar. Porque a actual guerra na Ucrânia ganhou uma dimensão nova que não tinha precedentes noutro tipo de conflitos. No início do conflito, que é essencialmente um ataque com tanques e viaturas blindadas, toda a gente estava convencida de que a Rússia tinha todas as vantagens que estavam descritas, aliás, na NATO como sendo principal detentora de um grande exército assente em blindados e que poderia fazer parte dos planos da NATO, chegar rapidamente aos portos do Atlântico e impedir os reforços americanos. O ataque inicial à Ucrânia mostrou que isso não tinha nenhum sentido. Pelo contrário, a Rússia mostrou uma enorme incapacidade do ponto de vista do ataque por terra. O que tem feito é essencialmente um ataque por ar, e isso é que é o aspecto novo do conflito. E é evidente que isso coloca no centro da defesa os meios antiaéreos, portanto, a capacidade de interceptar mísseis e drones. E é isso que os europeus têm que rapidamente -mas não é para as calendas gregas- fornecer à Ucrânia para ela se poder defender. Porque a Ucrânia tem mostrado muita resiliência, muita capacidade de se defender, de criar condições muito complicadas para o invasor russo, mas precisa de um reforço antiaéreo. Mais do que dinheiro, mais do que ofertas hipotéticas para o futuro, é garantir que o espaço aéreo da Ucrânia não se torna um risco para as principais cidades ucranianas. E isso significa um compromisso europeu que vai muito longe e tem que ir muito longe, porque é da segurança europeia que se trata. Aliás, esta coligação percebeu isso e tem tido um papel que, em grande parte, substitui ou pelo menos vem complementar o dos Estados Unidos, porque com a administração Trump, os Estados Unidos traíram a Ucrânia. Quer dizer, em todos os aspectos fundamentais. Traíram a Ucrânia e têm uma relação ambígua com a Rússia. Os europeus têm que assumir essa defesa rapidamente e têm meios. A ideia de que a Europa não tem meios militares num conflito que pudesse ter com a Rússia é falsa. A Europa tem vários exércitos europeus que ainda têm capacidades operacionais consideráveis, como o inglês, o francês, o sueco. Tem uma responsabilidade em relação à defesa da Ucrânia e seria bom, no aniversário da independência da Ucrânia, que na realidade é a segunda independência, porque a Ucrânia chegou a ser independente na pós-primeira guerra. E essa independência depois foi absorvida pelo chamado 'Tratado da União', que criou a União Soviética. Quando o Tratado da União colapsou, a Ucrânia assumiu naturalmente a sua posição de independência, como vários outros componentes na assinatura original do Tratado da União. Portanto, a independência da Ucrânia é, aliás, a garantia de segurança para toda a faixa de países que estão encostados à Rússia, é fundamental para a segurança da Europa. RFI: Relativamente àquilo que disse sobre o facto de a Europa ter meios para proteger melhor o espaço aéreo da Ucrânia, está a referir-se nomeadamente, ao sistema 'Scalp' de que Londres vai transferir a tecnologia para Kiev? José Pacheco Pereira: Há vários sistemas eficazes em termos de protecção. Os europeus têm vários, como é o caso deste que referiu. Mas também têm uma responsabilidade de pressionar os americanos para fornecer os 'Patriots' (sistema de defesa antimíssil americano), que aliás, eu, numa das visitas que fiz à Ucrânia, vi instalados no lado da Polónia, que no fundo são da defesa polaca. Mas de qualquer maneira, eles são eficazes, principalmente em relação a mísseis. Não tanto em relação aos drones, que implicam outro tipo de protecção. Aliás, um dos grandes erros da solidariedade com a Ucrânia desde o primeiro minuto era não ter interditado o espaço aéreo da Ucrânia, quer à aviação russa, quer a ataques de mísseis. Se se tivesse feito desde o início a grande desvantagem que existiu na fase inicial e mesmo até aos dias de hoje, que é a impossibilidade de utilizar de forma eficaz a aviação e também de defesas antiaéreas, tinha dado um curso completamente diferente à guerra. RFI: Isto acontece numa altura em que Kiev, de facto, encontra problemas em termos de segurança do seu espaço aéreo. Mas acontece também numa altura em que Kiev tem crescentemente atacado alvos económicos na Rússia. Isto também marca um patamar no conflito? José Pacheco Pereira: Sem dúvida, e isso é no fundo: atacam-me de uma determinada maneira e eu tenho condições para responder da mesma maneira, sendo que a Europa aí também pode ter um papel importante, porque há muitas restrições em fazer aceder à Ucrânia mísseis que pudessem atacar com mais eficácia e com maior poder de fogo, chamemos-lhe assim, o interior da Rússia. Mas isso é a evolução normal de uma guerra que os russos quiseram porque invadiram. É uma coisa que as pessoas hoje tendem-se a esquecer: a Rússia invadiu a Ucrânia e eu acho que isto deve estar escrito por todo o lado. E, portanto, a Ucrânia, defende-se. E uma das formas de defesa é exactamente atacar não só objectivos económicos, mas refinarias, tudo o que é fundamental para a produção de petróleo e instalações militares do lado russo, com toda a legitimidade. RFI: O facto de o Reino Unido transferir essa tecnologia do sistema 'Scalp' para a Ucrânia, levou a Rússia a marcar o seu protesto com a ordem de regresso do seu embaixador à Rússia, com Moscovo a acusar o Reino Unido de "ser um entrave" ao estabelecimento da paz com a Ucrânia. José Pacheco Pereira: Há uma palavra portuguesa para designar muito bem esse tipo de atitudes: são tretas. Na verdade, a Rússia é o invasor. Enquanto não se retirar, enquanto não comparticipar nas despesas de reconstrução daquilo que destruiu na Ucrânia, não tem qualquer espécie de autoridade para falar, tanto mais que tem sempre recusado qualquer acordo de paz que não implique cedências territoriais. A guerra da Rússia, depois de objectivos que eram políticos, retirar aquilo que eles chamavam o 'governo nazi' da Ucrânia, na prática, centra-se hoje essencialmente para uma conquista de carácter territorial. Isso não pode ser admitido na Europa pura e simplesmente, a não ser por comum acordo. Mas esse comum acordo não pode ser feito na base da invasão e da ameaça militar a outras zonas da Europa em que há problemas do mesmo tipo. Não é só aí. O enclave de Kaliningrado, por exemplo, levanta um conjunto de problemas para a Lituânia. A Transnístria, na Moldova, a mesma coisa. Em várias zonas da Europa em que há esse tipo de conflitos, ou os conflitos vêm desde a origem da decadência e do fim da União Soviética e, portanto, estão mais ou menos congelados. Agora não podem ser resolvidos através de uma invasão militar. RFI: Estas declarações da Rússia relativamente ao governo britânico não são novas. Moscovo acusa frequentemente o campo ocidental de estar a travar a resolução do conflito. Julga que isto pode ter consequências até para a própria Europa, numa altura em que se sente um aumento da tensão militar de ambas as partes? José Pacheco Pereira: Pode, como é óbvio, simplesmente o grande obstáculo para a paz não é as posições da Europa. É a tentativa russa de ficar com parte da Ucrânia. É tão simples como isso. Enquanto essa tentativa não sair de cima da mesa das negociações e se reconheça a integridade, a soberania da Ucrânia, que é um princípio básico do direito internacional -que os próprios russos aceitaram durante muito tempo- enquanto isso não se verificar, as propostas de paz russas são retóricas. À Ucrânia tem que ser dadas condições de segurança a que os russos sempre se opõem, porque não querem tropas dos países da Europa a garantir as condições de segurança, nem americanas neste caso no interior da Ucrânia. Porque se nós admitirmos que um país pode ser invadido para conquistar parte desse país com argumentos culturais que, aliás, até são relativamente débeis, que é o facto de haver uma parte russo falante e haver uma tradição de relação com a Rússia no passado, isso acontece em vários sítios da antiga União Soviética. Isso é pretexto para invadir e violar todas as regras do direito internacional. Isso retira à Rússia qualquer espécie de autoridade, não só para fazer propostas que não incluam exactamente esses pontos essenciais. RFI: Julga que o facto de os Estados Unidos, neste momento estarem mais investidos no conflito no Médio Oriente e de ser também notória a falta de 'Patriots', pode de facto, inflectir duradouramente o conflito da Ucrânia? José Pacheco Pereira: Eu duvido que possa inflectir. Mas a prazo é evidente que é uma dificuldade. Os Estados Unidos já estão eles próprios a ter grande dificuldade com os abastecimentos militares nos ataques ao Irão. Portanto, é evidente que isso é um problema. Tanto mais que se trata de mísseis, cuja produção é, por muito rápida que seja, é lenta, que são muito caros e que os Estados Unidos precisam eles próprios. Portanto, isso somado à atitude dúbia que Trump tem tido em relação à Ucrânia e aquelas relações especiais que ele tem com todos os ditadores, mesmo que sejam ditadores comunistas, como é o caso da Coreia do Norte, ou então ditadores que na realidade, com outros termos estão a fazer a mesma coisa, como é o caso de Putin. É evidente que isso prejudica, sem dúvida. Mas dificuldades de abastecimento, também os russos têm. RFI: Outro desafio de Zelensky, é um desafio interno. Desde que ele demitiu, há algumas semanas, o seu ministro da Defesa, Mikhaïlo Fedorov, que é uma figura bastante popular junto da população ucraniana, tem havido um certo posicionamento gradual de Fedorov como potencial adversário interno de Zelensky. Fedorov desafiou-o a realizar presidenciais. Ora ontem, precisamente, Zelensky disse que é impossível realizar presidenciais porque "isto representaria um Tsunami no país". José Pacheco Pereira: A questão que se coloca é que a Ucrânia, não sendo uma democracia perfeita, tem vários elementos do seu funcionamento que são democráticos, que aliás, se acentuaram com a própria guerra, nem que seja por razões de legitimidade internacional. Mas é evidente que é um país em guerra e num país em guerra, acho muito difícil, de facto, até pela natureza da diáspora ucraniana, muitas pessoas fugiram no início do conflito, é suposto que os militares votem. Portanto, é muito difícil, de facto, garantir condições para umas eleições. Mas isso é normal no funcionamento de uma democracia. Agora, não numa democracia em guerra com as características desta guerra. Tem que haver uma enorme prudência por parte daqueles que estão a contestar Zelensky, porque tem sido fundamental no apoio à Ucrânia e não só no apoio a Ucrânia, como na determinação política. Eu espero que ninguém que pretenda defrontá-lo -legitimamente na democracia- uma vez acabada a guerra, não o faça como um porta-voz de Trump. A questão tem de ser resolvida internamente por um acordo qualquer que adie as eleições até à altura em que haja circunstâncias de se poder realizar com condições de segurança. RFI: No seu apelo, Fedorov também apelou o actual governo ucraniano a combater a corrupção. A corrupção era um dos principais problemas que eram denunciados na Ucrânia antes do começo da guerra. Sabe-se que houve ministros que no passado foram também demitidos devido a casos de corrupção. Como é que estamos neste momento? José Pacheco Pereira: Não sei o suficiente para poder responder como estamos neste momento. Mas uma coisa eu sei: uma das heranças da União Soviética foi a corrupção das elites. Em todos os países que alcançaram a independência, a corrupção era estrutural, funcionava de uma ponta a outra. Apesar de tudo, em parte pela pressão internacional e em parte também pela necessidade de legitimidade interna, Zelensky e os seus governos tomaram medidas contra a corrupção. Mas eu admito perfeitamente que a corrupção continua a ser um problema na Ucrânia. O problema é que quando a corrupção se torna o centro de uma luta política com estas características, é fundamental não assumir uma linguagem semelhante àquela do 'Chega' em Portugal. Ela deve ser pontualmente atacada, deve ser denunciada. Os responsáveis pela corrupção devem ser afastados, como aliás, já tem acontecido nos últimos anos na Ucrânia. Mas não transformar a Ucrânia de hoje naquilo que era a Ucrânia nos primeiros anos da independência. RFI: Esta reunião de hoje decorre alguns dias depois de ter sido detido na Croácia, um cidadão ucraniano que é acusado de estar por detrás da sabotagem do gasoduto 'Nord Stream' (em 2022). A Alemanha e a Ucrânia têm tido algum mal-estar devido a esta questão, uma vez que a Alemanha já chegou a acusar à Ucrânia de estar por detrás desta situação, o que ainda ontem Zelensky desmentiu. O que é que se pode dizer sobre este caso? José Pacheco Pereira: O que se pode dizer, neste caso é que a Europa, numa fase inicial da guerra, continuou a querer os combustíveis baratos que vinham da Rússia e em muitos casos, as sanções não eram aplicadas. E, do ponto de vista militar, um ataque a um gasoduto com estas características tem algum sentido. Se foi ou não foi feito por responsabilidade directa ucraniana, não sei. Mas o que é certo, é que num conflito desta natureza, em que os recursos que a Rússia tirava, provinham exactamente do gás natural, do petróleo e dos combustíveis em geral, são um objectivo legítimo em condições de guerra.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 19/08/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA impõem sanções ao Tribunal Penal Internacional / Sabatina com Tarcísio de Freitas

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 302:14


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (19): Os candidatos à presidência da República mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de votos foram convidados pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) para apresentar ao setor produtivo, nesta terça-feira (18), seus pontos de vista a respeito de temas relacionados à macroeconomia brasileira, como inflação, reforma tributária e segurança alimentar. Aceitaram o convite Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Flávio Bolsonaro (PL) foi representado por seu vice, Alfredo Gaspar (PL). Zema (Novo) e Lula (PT) não participaram. Reportagem: Bruno Pinheiro. A defesa da Coligação Desperta São Paulo, da qual Marina Silva (Rede) faz parte como candidata ao Senado, enviou uma representação ao Ministério Público Eleitoral (MPE) pedindo a abertura de um inquérito policial sobre o ataque ocorrido na última segunda-feira (17). O documento foi protocolado nesta terça-feira (18). Os advogados afirmam que o fato é publicamente documentado e envolve uma candidata no exercício de atividade eleitoral, solicitando a instauração de inquérito policial, preferencialmente perante a Polícia Federal, para apurar a possível prática do delito previsto no artigo 326B do Código Eleitoral e outras infrações que eventualmente sejam identificadas durante a investigação. Reportagem: Matheus Dias. O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), disse que não mantém conversas com líderes do Irã e que não há negociações agendadas com o país. Em publicação na rede Truth Social nesta terça-feira (18), o republicano afirmou ainda que o estreito de Ormuz segue aberto. Trump afirmou também que o bloqueio naval imposto ao país persa está ativo e disse que todos os explosivos aquáticos instalados na região foram removidos. Reportagem: Luciana Magalhães. Os Estados Unidos sancionaram, nesta terça-feira (18), Tomoko Akane, presidente e juíza do Tribunal Penal Internacional (TPI), em mais uma medida do governo Donald Trump contra integrantes da Corte. Japonesa, Akane ocupa a presidência do tribunal desde 2024. A decisão foi publicada pelo site do Departamento do Tesouro dos EUA. O órgão também sancionou Abdoulaye Seye, funcionário do gabinete da procuradoria do TPI envolvido em investigações relacionadas à questão palestina. As sanções podem restringir o acesso dos alvos a bens, serviços e transações sob jurisdição americana. O secretário de Estado, Marco Rubio, defendeu a medida em um post nas redes sociais. Segundo Rubio, os EUA estão em uma campanha diplomática para “neutralizar a ameaça do TPI à soberania nacional”. Reportagem: Fabrizio Neitzke. Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (19) mostra que o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), venceria em 1º turno a disputa pelo governo de São Paulo, se a eleição fosse hoje. Tarcísio conta com 50% das intenções de voto, ante 33,8% de Fernando Haddad (PT). Em um eventual 2º turno, Tarcísio registra 53% das intenções de voto, contra 36,9% de Haddad. O atual governador e candidato do Republicanos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, participa de sabatina e responde sobre os principais temas da disputa eleitoral. Tarcísio fala sobre sua relação com Bolsonaro e o bolsonarismo, o relacionamento com o governo Lula, os quatro pilares para a educação, os critérios para privatizações e concessões, a criação de cargos do Judiciário, a segurança pública e o combate às organizações criminosas, além das críticas de Fernando Haddad. O candidato também comenta a disputa ao Senado pela direita entre Guilherme Derrite, Ricardo Salles e André do Prado, explica seus apoios e fala sobre a relação com os prefeitos e o interior de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Os Pingos nos Is
Caso Lulinha / EUA estudam novas sanções contra Moraes

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 120:01


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (17):No programa Os Pingos nos Is desta segunda-feira (17), o comentarista André Marsiglia comenta as investigações contra o filho de Lula, o Lulinha, que apontam mensagens trocadas em março de 2024 nas quais Roberta Luchsinger diz que o futuro deles seria na Suíça. O comentarista alerta para os desdobramentos das apurações que envolvem ainda interlocuções com o ex-secretário do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, e com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Por fim, Marsiglia defende a necessidade de independência da Polícia Federal e do ministro André Mendonça para esclarecer até onde vão as conexões e os impactos dessas conversas no governo Lula. Os Estados Unidos estudam voltar a aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do jornal britânico Financial Times. A medida prevê o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos, além de proibir empresas norte-americanas de fazerem negócios com ele. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afastou o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE), Daniel Brandão, por 180 dias. A medida foi tomada após um pedido da Polícia Federal (PF), que investiga um suposto esquema de desvios públicos no Estado, que abrange emendas federais e um assassinato que teria ocorrido dentro do esquema. A Seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) encaminhou ao Conselho Federal da entidade uma proposta de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece limite de mandato de 12 anos, sem direito a recondução, para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Além do teto temporal, o texto sugere elevar a idade mínima para ingresso na Corte de 35 para 50 anos. Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu o pagamento dos chamados "penduricalhos", verbas indenizatórias e adicionais que inflavam os vencimentos e extrapolavam o teto do funcionalismo um juiz afirmou ter perdido mais de 20% da renda mensal e reclamou da situação em uma carta. “Jamais imaginei tamanha humilhação”, disse o magistrado. A plataforma Discord anunciou, nesta segunda-feira (17), que suspendeu as transmissões de vídeo e compartilhamento de tela para usuários no Brasil. A decisão atende a uma determinação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que instaurou um processo fiscalizatório para apurar o cumprimento de diretrizes de segurança da informação, a eficácia dos mecanismos de verificação de idade e a proteção de dados de crianças e adolescentes na rede social. O prazo para a plataforma cumprir a determinação terminou nesta segunda. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Programa Brasil de Fato MG
Os Estados Unidos já estão interferindo nas eleições brasileiras de 2026?

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 42:13


Confira os destaques desta semana:* Candidatura de Flávio Bolsonaro enfrenta impasses no registro e permanece sem apoio do centrão* Departamento de Estado dos EUA publica vídeo com tom de ameaça aos países da América Latina* Marco dos 100 anos que Fidel Castro teria completado no dia 13 de agostoEste é mais um Enfim, Sexta!, _com a deputada licenciada Bella Gonçalves (PT), o vereador licenciado de BH Bruno Pedralva (PT), o secretário-geral do Sindieletro-MG Jeferson Silva e o professor da UFMG Juarez Guimarães. Confira!

Gabinete de Guerra
"Os Estados Unidos não se querem expor a um conflito"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 11:54


Jorge Rodrigues, coordenador de risco geopolítico da Porto Business School, avisa que a situação do presidente Trump não está nada fácil, pois os EUA não se querem expor a um conflito de nível global.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MIT Technology Review Brasil
Podcast TR #326 - Robôs humanóides EUA X China

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 20:25


No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra, Alexandre Roldão e Carlos Aros analisam as novas restrições dos Estados Unidos a robôs humanoides estrangeiros, em meio ao avanço acelerado da indústria chinesa.A discussão passa pela disputa tecnológica entre China e Estados Unidos, pelos argumentos de segurança envolvendo os dados coletados por robôs e pelos impactos do protecionismo sobre a própria indústria americana.Com humanoides chineses chegando ao mercado por preços muito mais baixos e a Inteligência Artificial ganhando um corpo físico, a corrida pela robótica pode estar entrando em uma nova fase.Os Estados Unidos estão protegendo sua indústria ou abrindo espaço para a China liderar a próxima geração da robótica?

Reportagem
De La Espriella reforça guinada à direita na América Latina e aproxima Colômbia dos EUA

Reportagem

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 4:54


A chegada de Abelardo De La Espriella à presidência da Colômbia reforça a guinada à direita na América Latina e a crescente influência dos Estados Unidos na região. Em seu discurso de posse, na última sexta-feira (7), em uma base militar em Cali, no sudoeste do país, o novo presidente sinalizou a intenção de estreitar as relações com Washington e alinhar sua política de segurança às prioridades dos Estados Unidos. Pedro Pannunzio, especial de Cali para a RFI No fim de semana, De La Espriella ordenou operações militares em várias regiões do país contra dissidências das Farc e o Clã do Golfo, marcando o início de uma estratégia de combate frontal aos grupos armados.  As ações conduzidas pela Força Pública resultaram em mortes, prisões e na apreensão de armas e material de inteligência. Durante a posse, o presidente afirmou que um dos primeiros atos de seu governo seria aderir ao "Escudo das Américas", para "fortalecer a ação conjunta das nações livres diante das ameaças que afetam a segurança regional". A declaração foi feita diante de centenas de militares perfilados em posição de sentido. A organização, que reúne países liderados por políticos de direita alinhados a Washington, foi criada em março deste ano pelo governo de Donald Trump com o objetivo de estabelecer uma cooperação militar no continente americano. Os Estados Unidos, por sua vez, anunciaram a intenção de enviar a Colômbia uma ajuda financeira de US$ 1 bilhão “como parte de um pacote de segurança para apoiar o governo do Presidente De La Espriella na conquista de objetivos comuns”, de acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Estado no dia da posse do novo dirigente sul-americano. No domingo (9), a presidência colombiana divulgou uma nota em que afirma ter recebido “com profunda satisfação” o anúncio da intenção de financiamento. O comunicado diz, ainda, que o pacote fortalece o uso de “tecnologia norte-americana de alto nível” pelas forças armadas do país agora comandado por De La Espriella. Para Vladimir Rouvinski, professor de relações internacionais da Universidade Icesi, em Cali, a nova configuração da relação entre os dois países guarda semelhanças com uma experiência do passado. “O que nós provavelmente veremos é uma espécie de Plano Colômbia 2.0. O Plano Colômbia inicial buscava, em várias frentes, enfrentar a questão do narcotráfico na Colômbia a partir do fortalecimento das Forças Armadas colombianas.” O Plano Colômbia foi um acordo de cooperação bilateral em conjunto com os Estados Unidos criado em 1999. O projeto combinou ajuda financeira em larga escala e apoio militar norte-americano para combater o narcotráfico e enfraquecer grupos guerrilheiros de esquerda, como as FARC. A chegada de De La Espriella ao poder ocorre em um momento de fortalecimento de lideranças de ultradireita na região. O novo presidente colombiano, que nunca havia ocupado um cargo público, tem entre suas promessas a construção de megapresídios inspirados no modelo adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. Austeridade e política linha-dura Na área econômica, ele deve implementar medidas de austeridade. Em seu primeiro discurso como presidente do país, prometeu publicar um decreto para congelar os gastos públicos, sem explicar exatamente como a medida funcionaria. “O regime que deixa o poder promoveu um crescimento desmedido dos gastos, baseado em um endividamento que enfraqueceu as finanças nacionais”, alegou. Por outro lado, disse que iria eliminar o imposto ao patrimônio. Carlos Ortiz, professor da Universidade del Valle, acredita que as políticas do governo colombiano devem levar o país “novamente a um conflito social”. Para ele, as medidas anunciadas pelo novo governo representam um retrocesso em relação aos avanços democráticos durante a gestão de Gustavo Petro, antecessor de De La Espriella e primeiro presidente de esquerda a governar a Colômbia. “Evidentemente, é um movimento que tende a reduzir os avanços democráticos alcançados no passado e a fortalecer o papel do Estado em favor das grandes corporações e dos grandes oligarcas. Esse afastamento das necessidades dos setores populares, para insistir sempre nos benefícios dos mais ricos, é algo que voltará a se impor com este governo.” Enquanto a direita avança em boa parte da América Latina e a influência de Washington cresce na região, o Brasil permanece sob um governo de centro-esquerda, sem alinhamento com os Estados Unidos. Para o professor Vladimir Rouvinski, o país, no entanto, não está isolado e ainda exerce um importante peso político sobre os vizinhos sul-americanos. Para ele, caso Lula vença as eleições de outubro, o Brasil poderia atuar como uma espécie de contrapeso ao aumento da presença de Washington na América do Sul. “Eu diria que, nesse caso, o Brasil pode desempenhar um papel. Se Lula vencer, o país pode atuar como uma espécie de contrapeso, em muitos sentidos, ao aumento da presença dos Estados Unidos na América do Sul.”

Canal IE - UFRJ
CSMC 118: Os Estados Unidos e Nós

Canal IE - UFRJ

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 95:54


As mudanças representadas pelo Governo Trump na inserção americana no cenário mundial, no contexto da evolução histórica dessa inserção, é o tema desse Conversa Sobre o Mundo Contemporâneo 118. Luiz Carlos Prado e Ronaldo Bicalho debatem o tema.

os estados unidos mundo contempor
Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 31/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Paraguai entrega nota de repúdio ao Brasil / Lulinha será investigado

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 302:41


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (31): A convenção estadual do PSB em São Paulo confirma nesta sexta-feira (31) a candidatura de Simone Tebet ao Senado. Ela integra a chapa de Fernando Haddad ao governo paulista e Márcio França como vice. O evento será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo. Reportagem: Matheus Dias. O Paraguai convocou o embaixador brasileiro em Assunção para entregar uma nota de repúdio às declarações do presidente Lula sobre a Guerra do Paraguai. O governo paraguaio afirmou que defenderá os interesses nacionais diante das falas do presidente brasileiro. Reportagem: Paulo Édson Fiore. A Uefa anunciou boicote às competições da Fifa enquanto não for abandonada a proposta de criar uma empresa privada para administrar os torneios da entidade. A medida pode afetar competições como a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Wanderley Nogueira analisou. O STF autorizou a abertura de inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva por suspeitas de corrupção e tráfico de influência. A investigação surgiu a partir de apurações sobre fraudes no INSS e envolve repasses a uma empresária ligada ao filho do presidente. Reportagem: Janaína Camelo. A investigação contra Fábio Luís provocou reações de pré-candidatos à Presidência. Ronaldo Caiado, Renan Santos e Flávio Bolsonaro criticaram o governo e cobraram esclarecimentos sobre o caso. Reportagem: Pedro Tritto. Donald Trump anunciou um acordo para o desarmamento do Hamas e de outros grupos na Faixa de Gaza. Segundo o presidente americano, o plano prevê retirada gradual das tropas israelenses e atuação de uma força internacional para garantir a segurança. Reportagem: Eliseu Caetano. Flávio Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro não sabia da exibição do vídeo produzido com inteligência artificial durante a convenção do PL. Segundo o senador, a equipe jurídica considera que o material não viola a legislação eleitoral. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O PP voltou a discutir uma possível aliança com Flávio Bolsonaro, mas a sigla mantém resistência à indicação de Tereza Cristina para a vice. A prioridade do partido continua sendo fortalecer sua bancada no Congresso. Reportagem: Beatriz Manfredini. A campanha de Flávio Bolsonaro promoveu a segunda troca no comando da comunicação desde o início da pré-campanha. O publicitário Duda Lima assume a estratégia após a repercussão do vídeo com inteligência artificial exibido na convenção do PL. Jess Peixoto, Lucas Mehero e Roberto Motta comentaram. Reportagem: André Anelli. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado uma base aérea no Kuwait em resposta a ofensivas anteriores. Os Estados Unidos não confirmaram a ação, enquanto o Kuwait ainda não havia se manifestado. Reportagem: Luca Bassani. O Republicanos manteve a resistência à candidatura de Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais. Reunião entre o senador e dirigentes do partido terminou sem acordo, e aliados criticaram a decisão da legenda. Reportagem: Rodrigo Costa. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

E o Resto é História
Uma nova Constituição (independência americana 4)

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 68:36


Os Estados Unidos nasceram sob a luz de duas estrelas brilhantes: a Constituição e o primeiro presidente eleito, George Washington. Este é o quarto e último programa dedicado à independência americana See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
EUA impõem ao Brasil sobretaxa de 12,5% por suposto uso de trabalho forçado

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 9:10


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (24/07/2026): Os Estados Unidos anunciaram uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de falhas no combate ao trabalho forçado, que se soma aos 25% impostos na semana passada. Segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil, cerca de 3 mil produtos serão afetados e 85,3% das exportações atingidas passarão a pagar sobretaxa de 37,5%. O governo Luiz Inácio Lula da Silva classificou a medida como arbitrária, anunciou que acionará a Lei da Reciprocidade e recorrerá à Organização Mundial do Comércio. Entidades empresariais criticaram a retaliação e defenderam a manutenção do diálogo com os Estados Unidos. Economia: Petróleo sobe e vai a US$ 100; governo deve prorrogar subsídio à gasolina Política: Mendonça autoriza PF a investigar repasses para filme sobre Bolsonaro Metrópole: Após falha, fogo e paralisação, CPTM reassume operações das Linhas 11, 12 e 13 Cultura: Xuxa promete espetáculo para todas as geraçõesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% contra 'trabalho forçado' para Brasil e outros países; Mendonça autoriza investigação sobre repasses ao filme Dark Horse

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 5:48


Os Estados Unidos anunciaram sobretaxa de 12,5% contra 60 parceiros comerciais. Alegaram supostas falhas no combate ao trabalho forçado na fabricação dos produtos. Aqui no Brasil, a tarifa se somou a outros 25% que entraram em vigor nesta quarta-feira. O ministro do Supremo André Mendonça autorizou investigação sobre repasses de Daniel Vorcaro ao filme sobre o ex-presidente Bolsonaro. O Cenipa concluiu o relatório sobre o acidente da Voepass e disse que o avião não poderia ter decolado. Um incêndio paralisou três linhas de trem em São Paulo. Milhares de passageiros foram obrigados a caminhar pelos trilhos. A empresa estatal vai reassumir a operação das linhas, que estavam sob administração privada havia três dias.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Especial Verão | Magnífica Desolação: Kennedy não queria ir à Lua (EP. 1)

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 29:31


Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. “Esta é a nossa prioridade, de outra forma não devíamos estar a gastar esta quantidade de dinheiro, porque eu não estou assim tão interessado no Espaço”. Em setembro de 1962, numa reunião na Casa Branca, o Presidente John F. Kennedy teve de convencer o administrador da NASA de que era preciso ir à Lua custasse o que custasse. Os Estados Unidos não poderiam voltar a ser humilhados pela União Soviética na corrida ao Espaço. Nesse mesmo ano, Neil Armstrong entrou no programa de astronautas da NASA. O primeiro episódio de “Magnífica Desolação” acompanha as histórias de vida de John F. Kennedy e Neil Armstrong, duas figuras decisivas para a missão Apollo 11, que levou o Homem à Lua pela primeira vez.“Magnífica Desolação”, afirmou o astronauta Buzz Aldrin ao ver a superfície lunar pela primeira vez a 20 de julho de 1969. Aldrin foi o segundo homem a pisar a Lua e fez parte da histórica tripulação da Apollo 11, juntamente com Neil Armstrong e Michael Collins. Meio século depois, o Expresso entra novamente a bordo da Apollo e segue, dia após dia, a maior aventura da história da Humanidade. Acompanhamos as comunicações entre os astronautas e Houston, ouvimos o testemunho de quem viveu de perto aqueles momentos, a explicação de especialistas e entusiastas do Espaço, mas também histórias menos conhecidas da viagem que marcou o século XXSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 20/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Início das convenções partidárias / EUA intensificam ataques ao Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 302:16


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (20): A partir desta segunda-feira (20), os partidos políticos podem realizar as convenções partidárias para definir os candidatos que disputarão as eleições de 2026. O prazo para a realização das convenções vai até 5 de agosto. Nessa etapa são definidas as chapas para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Após a escolha dos nomes, os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral, e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto. As eleições serão realizadas em 4 de outubro. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao recesso parlamentar com pelo menos 23 derrotas consideradas relevantes no Congresso Nacional desde o início do terceiro mandato. O cenário para os próximos meses é visto como mais desafiador, já que o calendário eleitoral reduzirá o período de votações no Legislativo. A diminuição das sessões pode dificultar o avanço de propostas prioritárias do Palácio do Planalto, como a PEC que prevê a redução da jornada semanal para 40 horas e o fim da escala 6x1. Desde 2023, o governo enfrentou derrotas em votações, derrubada de vetos, projetos sem apoio suficiente, perda de espaço político e a rejeição de uma indicação ao Supremo Tribunal Federal. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos condicionaram a redução das tarifas impostas sobre produtos brasileiros à concessão de benefícios comerciais e de regulações favoráveis a empresas americanas. A sinalização indica que uma eventual diminuição do chamado tarifaço dependerá de negociações entre os dois países e da adoção de medidas que atendam às demandas apresentadas pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: Talita Souza. O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos realizou uma nova série de ataques contra o Irã, no nono dia consecutivo de bombardeios. A ofensiva teve como alvo instalações militares e centros de comando, em resposta à morte de três militares americanos. Os EUA também reforçaram sua presença militar no Oriente Médio, enquanto Donald Trump afirmou que o Irã foi atingido de forma "muito dura". Reportagem: Luca Bassani. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por maioria, o novo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra. Presa preventivamente por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, investigado na Operação Vérnix da Polícia Civil de São Paulo, Deolane permanece na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. A defesa solicitava a transferência para uma Sala de Estado-Maior ou a concessão de prisão domiciliar, mas a relatora do caso, desembargadora Renata William Rached Catelli, entendeu que, como a inscrição de Deolane na OAB está suspensa, ela não tem direito à Sala de Estado-Maior. Reportagem: David de Tarso. As exportações brasileiras para a União Europeia cresceram US$ 2 bilhões nos meses de maio e junho, os dois primeiros meses após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, segundo levantamento da ApexBrasil. A alta foi de 26% em comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro semestre, as vendas do Brasil para a União Europeia chegaram a US$ 26,9 bilhões, um aumento de US$ 3 bilhões, ou 12,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As plataformas digitais que operam no Brasil têm até esta segunda-feira (20) para se adequar às novas regras de fiscalização e responsabilização previstas no decreto 12.975 de 2026, publicado em maio pelo governo federal. A norma regulamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu a aplicação do artigo 19 do Marco Civil da Internet e ampliou as obrigações das empresas no combate a conteúdos criminosos. Jess Peixoto e Lucas Mehero comentaram. Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 18/07/2026 | Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro no STF

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 240:15


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (18): O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional , Nelsinho Trad (PSD) pede respostas ao governo Lula sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade como resposta ao tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A iniciativa busca entender como o governo federal está colocando a lei em prática e se os mecanismos do Congresso são suficientes para proteger os interesses comerciais do Brasil. Por outro lado, o governo brasileiro adota cautela e descarta retaliação aos EUA neste momento. Reportagem: Beatriz Souza. A carne brasileira está fora do tarifaço de 25% imposto pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros. O alívio, no entanto, é parcial. A China segue como principal preocupação do setor. O país mantém salvaguardas sobre a carne bovina brasileira com validade de três anos. Reportagem: Bruno Pinheiro. O conselho do governo federal aprovou o aumento na mistura de etanol na gasolina vendida nos postos do país. A medida tem validade de 180 dias, mas pode ser prorrogada. Reportagem: Marco Vianna. O Congresso Nacional iniciou o recesso com projetos importantes travados. Devido ao período eleitoral, pautas como o fim da escala 6x1 e “pautas-bombas” podem ser adiadas. Reportagem: Marco Viana. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a concessão de novos penduricalhos financeiros para integrantes do Congresso Nacional. A decisão do tribunal desafia o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e abre caminho para um reajuste salarial indireto de até 15%. Reportagem: Marco Viana. Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre parte das exportações do país, afetando principalmente os produtos industrializados brasileiros. O economista Ricardo Balistiero analisa neste sábado (18) os impactos reais da medida do governo Donald Trump na inflação e na balança comercial nacional. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu o adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria novos benefícios para agentes comunitários. O tema é considerado uma “pauta-bomba” uma vez que o impacto fiscal estimado é de até R$ 30 bilhões. Reportagem: Marco Viana. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou o depoimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A decisão do magistrado atende a uma investigação em andamento na corte sobre suspeita de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem: André Anelli. A pauta climática e as eleições foram os temas centrais da entrevista de Sônia Guajajara ao Jornal da Manhã deste sábado (18). As pautas indígenas e as eleições de 2026 foram um dos temas abordados na conversa, A parlamentar criticou o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o classificou como “aprendiz”. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) prevê um plano de R$ 130 milhões para diversificar o mercado de exportação do Brasil. A medida estratégica do órgão visa mitigar as perdas causadas pelo novo tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Noticiário Nacional
05h Irão promete retaliar caso os Estados Unidos não parem com os ataques

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:12


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O Antagonista
Por que Trump isentou carne e café — mas taxou etanol e calçados

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 11:01


Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de um novo tarifaço de 25% sobre uma série de produtos brasileiros, medida assinada por Donald Trump após recomendação do USTR.A lista atinge etanol, máquinas agrícolas, calçados, papel e celulose e bens de capital, mas isenta carne bovina, café, suco de laranja e peças aeronáuticas.O analista de economia Jason Vieira explica a lógica por trás das exceções — voltadas a evitar inflação nos EUA — e por que a via da reciprocidade dificilmente traria bons resultados para o Brasil. Assine o canal e ative o sininho para não perder nada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #TarifasTrump #Economia #Exportação #ComércioExterior #Etanol #Calçados #Agronegócio #Café #Carne #RelaçõesInternacionais #MercadoFinanceiro #BrasilEUA #PodcastBrasil #NotíciasGeopolíticas

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 16/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA e Irã seguem com ofensivas / EUA desvinculam família Bolsonaro das tarifas

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 302:11


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O Irã informou ter atacado infraestrutura militar dos Estados Unidos na região do Golfo em resposta aos bombardeios americanos e ao restabelecimento do bloqueio naval aos portos iranianos. A medida dos EUA entrou em vigor na terça-feira (14). No Kuwait, autoridades confirmaram o controle de um incêndio provocado por uma ofensiva aérea atribuída ao Irã, sem informar o local exato. Reportagem: Luca Bassani. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu oficialmente ao anúncio dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% sobre as importações provenientes do Brasil. Em nota, o Palácio do Planalto classificou a medida como um "marco lastimável" e responsabilizou a família Bolsonaro pelo desfecho da investigação americana que resultou na decisão. Alan Ghani e Lucas Mehero analisaram. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43%. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Entidades representativas da indústria brasileira manifestaram forte preocupação com a decisão dos Estados Unidos de impor uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. As taxas foram anunciadas em julho de 2026 e têm previsão para entrar em vigor no dia 22 de julho. O setor avalia que a medida pode afetar a competitividade dos produtos brasileiros e gerar impactos nas exportações para o mercado americano. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Lucas Ferraz, coordenador da FGV. Reportagem: Danúbia Braga. Os Estados Unidos desvincularam formalmente a família Bolsonaro das negociações comerciais envolvendo a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre milhares de produtos brasileiros. O governo norte-americano informou que a medida é baseada em interesses comerciais concretos, e não em preferências ideológicas. Segundo o Gabinete do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a recomendação final sobre o tema já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano. O relatório final da Polícia Federal sobre as fraudes envolvendo a Conafer aponta que pagamentos feitos à deputada estadual Chiara Biondini (PL-MG) teriam sido usados como instrumento de chantagem contra seu pai, o deputado federal Eros Biondini (PL-MG). A investigação registra repasses de R$ 60 mil à parlamentar entre 2021 e 2022, mas destaca que nenhum dos dois foi indiciado. Reportagem: Bruno Pinheiro. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo Lula não negociou de "boa-fé" com os norte-americanos sobre as tarifas aplicadas aos produtos brasileiros. Segundo ele, a decisão do presidente Donald Trump de impor uma taxa de 25% às importações do Brasil foi motivada pela condução das negociações e pelas políticas econômicas do governo brasileiro. Reportagem: Eliseu Caetano. O governo dos Estados Unidos oficializou nesta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A medida foi adotada pelo presidente Donald Trump após recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) e confirmada por um alto funcionário do governo norte-americano. Para comentar os impactos da decisão e a reação do governo brasileiro, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Zé Neto (PT-BA). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 14/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Bloqueio naval dos EUA ao Irã / Visitas de Flávio a Bolsonaro

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 303:12


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (14): Os Estados Unidos iniciam nesta terça-feira (14), às 17h pelo horário de Brasília, um bloqueio naval para impedir o tráfego de embarcações ligadas ao Irã. A operação começa um dia após o presidente Donald Trump afirmar que pretende assumir o controle do Estreito de Ormuz, classificando os EUA como os "guardiões" da rota marítima e defendendo a cobrança de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo estreito. Durante o conflito, navios militares americanos já haviam bloqueado a entrada de embarcações iranianas na região com o objetivo de impedir o transporte de produtos ligados ao Irã e pressionar a economia do país, em resposta ao fechamento da passagem por Teerã. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O PT iniciou uma campanha nacional para pressionar o Senado a votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O presidente nacional do partido, Edinho Silva, convocou militantes para uma mobilização nas redes sociais com o objetivo de intensificar a cobrança sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e os demais parlamentares para que a proposta avance na Casa. A PEC já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e aguarda análise dos senadores. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (13) que o país passará a cobrar um pedágio de 20% sobre toda a carga transportada pelo Estreito de Ormuz e retomará o bloqueio aos portos iranianos. Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos serão os “guardiões” da rota marítima e que a cobrança servirá para compensar os custos de segurança na região. O presidente também informou que o bloqueio será direcionado a navios e clientes ligados ao Irã, ampliando a pressão sobre Teerã em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Reportagem: Marco Viana. O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, estaria em prisão domiciliar sob custódia da divisão de inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, segundo informações publicadas pelo jornal americano The New York Times, com base em autoridades iranianas. De acordo com a reportagem, a medida teria ocorrido após suspeitas de que Ahmadinejad manteve interações com agentes de inteligência de Israel. A situação do ex-presidente permaneceu incerta desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O jornal também informou que Israel teria desenvolvido um plano para recrutar Ahmadinejad como ativo de inteligência e utilizá-lo em uma eventual mudança de regime no país. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Fernando Capano, advogado criminalista. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Resumão Diário
JN: PF investiga Valdemar Costa Neto por indicar emendas parlamentares mesmo sem mandato no Congresso; EUA impõem novas sanções contra o Irã

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 5:35


O Supremo bloqueou R$ 119 milhões em bens de Valdemar Costa Neto. A Polícia Federal investiga se o presidente do PL atuou para indicar verbas nesse valor em emendas parlamentares, mesmo sem ter mandato no Congresso. Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra o Irã. Um incêndio florestal matou 12 pessoas no sul da Espanha. Produtores rurais se preparam para extremos de chuva e seca no Brasil. Na Copa do Mundo, a Espanha eliminou a Bélgica e se classificou para a semifinal. Os espanhóis não chegavam tão longe havia dezesseis anos e, agora, enfrentam a França.

Os Pingos nos Is
Conflito EUA x Irã / Flávio diz estar aberto a conversar com Michelle

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 120:02


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (09):Os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques durante a noite desta quarta-feira (08) e a madrugada desta quinta-feira (09). Pelo menos 90 instalações e alvos militares do Irã foram atacados pelos EUA. A ofensiva fez com que a Marinha iraniana interrompesse a reabertura do Estreito de Ormuz. Fabrizio Neitzke traz mais informações sobre o conflito no Oriente Médio. A Ucrânia realizou novos ataques contra o território russo. Em uma operação coordenada, drones de Kiev cortaram o espaço aéreo e atingiram refinarias estratégicas e bombardearam navios-tanque russos no mar de Azov. Os ataques ocorrem após os Estados Unidos autorizar o uso do sistema de defesa Patriot. Um documento judicial brasileiro divulgado por parlamentares republicanos dos Estados Unidos voltou a colocar decisões da Justiça brasileira no centro do debate sobre liberdade de expressão e alcance das ordens judiciais. O documento mostra uma decisão de um juiz da Justiça paulista determinando que Facebook, Instagram e Telegram identifiquem o responsável por um perfil e suspendam a conta em até 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 30 mil. Os temas prioritários do governo federal podem ficar para depois das eleições. Entre eles, o fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública. O Congresso entrará em recesso no dia 18 de julho, voltando apenas no dia 31. Além disso, as campanhas eleitorais começarão no dia 13 de agosto. No meio deste período, Câmara e Senado terão uma espécie de “esforço concentrado” por algumas semanas. A expetativa é que nada de importante seja votado durante o período. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram nesta quinta-feira (9) a segunda fase da Operação Monã para investigar um esquema de fraudes em benefícios do INSS destinados a indígenas no sul da Bahia. A Justiça bloqueou mais de R$ 1,5 milhão em contas dos principais investigados e determinou o sequestro de um veículo. A estimativa é que as fraudes tenham causado prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (08), a admissibilidade da PEC que acaba com a aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados e membros do Ministério Público. Atualmente, juízes e promotores que cometem faltas graves ou crimes são afastados do cargo, mas continuam recebendo salários vitalícios proporcionais. O texto passará por dois turnos de votação na Câmara. Reportagem: Thaís Sprovieri. O desentendimento entre o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ainda é assunto semanas após o início da crise. Nesta quinta-feira (09), em sua chegada ao Brasil, Flávio disse estar aberto a conversar com Michelle e falou em esperar o tempo dela para retorno à campanha. O Partido Novo (TCU) entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para suspender R$ 763 milhões em publicidade do governo federal. A sigla alega que os recursos estariam sendo usados para promover a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em desacordo com a finalidade constitucional da comunicação pública. O partido também pede a anulação dos contratos questionados. O PSDB não lançará candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. A decisão foi sacramentada após o deputado federal e presidente nacional da legenda, Aécio Neves (MG), desistir de encabeçar o projeto ao Planalto. Protagonista das disputas presidenciais contra o PT por décadas, a sigla tucana encolheu e ficará de fora da corrida principal. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 10/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Israel diz que Irã tem plano para matar Trump

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 302:21


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (10): Israel repassou aos Estados Unidos informações de inteligência sobre um suposto plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. O alerta foi enviado antes dos recentes ataques americanos contra instalações nucleares iranianas e descrevia uma ameaça considerada mais específica do que as já acompanhadas pelas agências de segurança dos EUA. Após o comunicado, as medidas de proteção ao presidente foram reforçadas, embora autoridades americanas afirmem que não há indícios de uma ameaça iminente. Desde a morte do general iraniano Qasem Soleimani, em 2020, Washington mantém monitoramento permanente sobre possíveis ações de retaliação contra Trump e outros ex-integrantes de seu governo. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Durante uma agenda pública em Campinas, no interior de São Paulo, a ex-ministra do Meio Ambiente e deputada federal Marina Silva reagiu às declarações do governador Tarcísio de Freitas e o acusou de preconceito político de gênero. Segundo Marina, o governador adota "dois pesos e duas medidas" ao considerar natural sua atuação política em São Paulo, mas questionar a dela e a de Simone Tebet. A parlamentar também afirmou que há uma postura machista nos ataques da direita e declarou que as mulheres têm o direito de fazer política onde quiserem, sem serem tratadas como estrangeiras ou excluídas do cenário político. Reportagem: Misael Mainetti. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Caiado classificou como "inaceitável" a postura de Flávio ao pedir aos Estados Unidos o adiamento de tarifas contra o Brasil para evitar desgaste político. O governador também acusou Lula de tratar o tema de forma ideológica e de provocar o presidente norte-americano Donald Trump em meio à crise envolvendo as tarifas. Reportagem: Misael Mainetti. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (9) a criação do movimento “Imparáveis”, após deixar a presidência do PL Mulher. Em publicação nas redes sociais, Michelle afirmou que “milhares de Mulheres e Homens de Bem são agora, imparáveis” e declarou que ela, seus apoiadores e o Brasil não vão parar. Segundo a ex-primeira-dama, o movimento nasce com a união de pessoas que compartilham os mesmos valores e objetivos. Reportagem: Marco Viana. A Polícia Federal revelou que um grupo ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, oferecia contratos de até R$ 2 milhões para influenciadores e jornalistas publicarem conteúdos com críticas ao Banco Central e manifestações favoráveis ao banco. Segundo a investigação, a campanha, chamada de “Projeto DV”, previa acordos de confidencialidade com multas elevadas em caso de descumprimento dos contratos. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a redução da maioridade penal para 16 anos, o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA), afirmou que a votação da proposta será realizada apenas depois das eleições. Para comentar o adiamento e discutir o andamento da proposta, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Mendonça Filho (PL-PE). Os Estados Unidos interromperam os intensos bombardeios contra o Irã em uma tentativa de evitar uma escalada do conflito. A estratégia adotada envolve ataques pontuais e deliberados, intercalados com pausas táticas, permitindo que negociações e esforços diplomáticos nos bastidores atuem para buscar a estabilização da região. Reportagem: Eliseu Caetano. O recesso parlamentar do Congresso Nacional adiou a análise de diversas pautas para o segundo semestre. Para comentar os impactos da pausa nos trabalhos legislativos e os próximos passos no Legislativo, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Pedro Uczai (PT-SC). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Resumão Diário
JN: PF faz operação contra publicitário ligado a Vorcaro; EUA intensificam bombardeios a alvos militares do Irã; El Niño deixa cidades do Brasil em alerta

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 6:22


A Polícia Federal investiga mais um crime no escândalo do Banco Master. Mensagens revelaram que Daniel Vorcaro encomendou um dossiê para atacar o CEO do Banco Itaú. Os Estados Unidos atingiram 170 alvos militares no Irã. Os iranianos bombardearam os aliados americanos Kuwait e Bahrein. A emergência climática colocou um continente em alerta. No Brasil, especialistas cobram planejamento nas cidades, com a chegada do El Niño. A França venceu Marrocos e está na semifinal da Copa do Mundo. Os franceses vão enfrentar agora o vencedor de Bélgica e Espanha.

Notícia no Seu Tempo
Trump encerra trégua e ataca o Irã; tráfego no Estreito de Ormuz cai

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 8:01


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (09/07/2026): Os Estados Unidos retomaram os ataques contra o Irã após Donald Trump declarar o fim do cessar-fogo entre os dois países. As ofensivas miraram alvos ligados ao controle do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã prometeu retaliar contra bases americanas no Golfo Pérsico. A escalada voltou a interromper o tráfego na rota estratégica para o petróleo e aumentou os temores de uma guerra prolongada. O fracasso da trégua também enterrou, ao menos por enquanto, as negociações sobre o programa nuclear iraniano. Economia: Petróleo sobe; governo avalia adiar retirada de subsídio a combustíveis Política: Rejeição de Flávio leva campanha de Tarcísio a falar em ‘limite’ para apoio Esportes: Quartas de final colocam frente a frente a artilharia francesa e a invencibilidade marroquinaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
"Os Estados Unidos perderam a paciência"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 10:08


João Albuquerque avalia a volatilidade de Washington e a pressão de Israel no colapso das negociações com o regime iraniano. Analisa, ainda, o simbolismo das cerimónias fúnebres no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: Morre o dramaturgo Benedito Ruy Barbosa aos 95 anos; Argentina, Suíça e Bélgica avançam para as quartas de final da Copa

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 5:54


A Argentina de Messi fez o impossível, numa virada épica na Copa. O camisa 10 argentino perdeu pênalti contra o Egito, acabou marcando e se isolou na artilharia da competição. Do drama à glória, o futebol reverenciou a lenda Lionel Messi. O próximo tango é contra a Suíça, que eliminou a Colômbia nos pênaltis. Na bola, a Bélgica tirou os Estados Unidos do Mundial. Jogadores belgas ironizaram Donald Trump ao eliminarem os anfitriões. Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã. O presidente eleito da Colômbia acusou Gustavo Petro de planejar um golpe para se manter no governo. Morre em São Paulo Benedito Ruy Barbosa, que eternizou nas novelas todo o universo do Brasil rural.

3 em 1
Atlas/Bloomberg: Lula lidera o 1º turno com 46,3% contra 36,6% de Flávio

3 em 1

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 122:48


No 3 em 1 desta quarta-feira (01), o destaque foi a pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg que aponta para Lula (PT) como favorito na corrida pelo Palácio do Planalto. O atual presidente aparece com 46,3% das intenções de votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com quase 10 pontos a menos, somando 36,6%. A diferença diminui em um cenário de segundo turno, com Lula apresentando 48,8% e Flávio 42,3%. Após conflito com Flávio Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro deixou a presidência do PL Mulher. O anúncio foi divulgado na noite deterça-feira (30). Em entrevista exclusiva para a Jovem Pan, a deputada Soraya Santos (PL-RJ) afirma que em respeito ao “legado” da ex-primeira-dama, a cadeira da Presidência ficará vazia até o final da eleição. Segundo Soraya, a preocupação do partido agora é eleger Flávio. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), participou de reunião com lideranças do PL Mulher e comentou a repercussão do vídeo sobre festas de Vorcaro compartilhado por Michelle e também repudiou a fala do seu aliado, o jornalista Paulo Figueiredo, que disse que “mulheres votam mal”. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Morais determinou que a Procuradoria Geral da República (PGR) apresentasse um parecer final sobre o caso da arma apreendida com o segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Reportagem: Janaína Camelo. Os Estados Unidos anunciaram a primeira rodada de sanções econômicas contra pessoas e empresas brasileiras com suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A ação teve como foco uma rede que, segundo o Tesouro americano, explorava o sistema financeiro do país. O documento apresentado aponta que o PCC segue em franca expansão global e está significativamente presente nos Estados Unidos, especialmente no estado da Flórida. Reportagem: Eliseu Caetano. Sete dias após os terremotos que atingiram a Venezuela, o país segue lutando contra o tempo para encontrar possíveis sobreviventes. Em atualização recebida pela Jovem Pan, o governo venezuelano confirma que até o momento foram registradas 2.295 mortes e mais de 11 mil pessoas feridas. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente Lula (PT) esteve ao lado de Jaques Wagner pela primeira vez após a nona fase da Operação Compliance Zero, que teve o senador como um dos investigados, suspeito de ter favorecido o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em declaração, o líder petista afirmou que tem “companheiros de longa data” na Bahia. Reportagem André Anelli. Segundo uma pesquisa divulgada pela Paraná Pesquisas, o cenário da corrida para o Senado da Bahia aponta para Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, como favoritos. Mesmo em segundo lugar, Jaques apresenta vantagem considerável mesmo após ser alvo de investigação da Polícia Federal, suspeito de ter favorecido o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em reunião com lideranças sindicais nesta quarta-feira (1º), o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União) defendeu a mudança da escala de trabalho sem transição. A reunião foi classificada como muito positiva por ambas as partes, e gera expectativa de que a PEC vá tramitar dentro do Senado Federal. Reportagem Beatriz Souza. O Tribunal da Justiça italiana negou o segundo pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli nesta quarta-feira (1º), após o caso de porte ilegal de arma de fogo. A justiça italiana reconhece o mérito da condenação de Zambelli, mas a extradição exige uma série de trâmites legais para ser aprovada. Reportagem Matheus Dias. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) confirmou, nesta quarta-feira (1º), Gilberto Kassab (PSD) como seu vice na corrida pelo Palácio do Planalto. A formação da chapa “puro sangue” do PSD faz parte da estratégia do partido mirando o Senado Federal. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Os Pingos nos Is
Flávio busca adotar postura de pacificação com Michelle

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 119:07


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (01):O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), se pronunciou sobre a saída de Michelle Bolsonaro do comando do PL Mulher e o racha na família. Ao tentar conter os danos políticos provocados pelo desentendimento público, Flávio declarou que ambos vão "superar este momento difícil", buscando adotar uma postura de pacificação. A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) concedeu uma entrevista exclusiva à bancada de Os Pingos nos Is. A parlamentar colocou panos quentes no embate familiar entre Michelle e Flávio Bolsonaro, rechaçou os boatos de que assumiria o comando do PL Mulher. Os Estados Unidos anunciaram a primeira rodada de sanções econômicas contra pessoas e empresas brasileiras com suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A ação teve como foco uma rede que, segundo o Tesouro americano, explorava o sistema financeiro do país. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (1º) pelo Tesouro norte-americano. A Corte de Cassação, mais alto nível do poder jurídico da Itália, anulou o processo de extradição da ex-deputada Carla Zambelli nesta quarta-feira (1º). A decisão anula o entendimento da instância anterior, a Câmara Criminal da Corte, que havia autorizado o processo de extradição. O caso se refere à condenação de Zambelli no Supremo Tribunal Federal (STF) por porte ilegal de arma e constrangimento às vésperas do segundo turno das eleições de 2022. O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se manifestou sobre a operação desta quarta integra a terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de Galho Fraco II, que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares. A ação mira empresários ligados ao entorno político do deputado. Embora Sóstenes não esteja entre os alvos desta etapa, o parlamentar já foi alvo em uma fase anterior da investigação. Durante evento na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou Jaques Wagner (PT-BA) como um "irmão". A manifestação de afeto ocorre apenas uma semana depois do parlamentar deixar a liderança do partido no Senado. Jaques Wagner foi alvo de buscas da Polícia Federal na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas envolvendo o Banco Master. O senador Romário (PL-RJ) rebateu a enxurrada de críticas sobre sua ausência no Senado Federal para atuar como comentarista da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, pela Cazé TV. Diante da repercussão negativa, o parlamentar afirmou ter aberto mão de seus vencimentos no período de afastamento e garantiu que qualquer valor depositado será devolvido aos cofres públicos. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

3 em 1
Valdemar fala sobre crise entre Michele e Flávio / Mendonça na relatoria de "Dark Horse"

3 em 1

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 120:30


No 3 em 1 desta sexta-feira (26), o destaque foi que o líder do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto se manifestou sobre a crise envolvendo o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, da mesma sigla. O presidente do PL classificou o episódio como “muito sério” e que vai conversar com ambos. Ele teme o resultado nas urnas. “Se não nos entendermos, perdemos a eleição”, disse. O pré-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), falou nesta quinta-feira (25) que não viu o vídeo de Michelle Bolsonaro (PL), onde a ex-primeira-dama afirma ter sido maltratada por Flávio Bolsonaro (PL). Ciro se esquivou, disse que não vai ver o conteúdo e afirmou que o assunto é um problema do PL. O governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), minimizou o desentendimento entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL), classificando o episódio como uma "questão familiar". Tarcísio demonstrou otimismo e afirmou ter certeza de que ambos chegarão a um entendimento para caminharem juntos nas eleições. O vice-presidente Geraldo Alckmin, afirmou que "maus brasileiros tentam reverter o estrago", em uma declaração interpretada como indireta aos bastidores do tarifaço dos Estados Unidos. A fala ocorre logo após o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, responder à carta do senador Flávio Bolsonaro (PL) mantendo o apoio às taxas contra o Brasil. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, respondeu a uma carta do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) que pede a não implantação do tarifaço contra o Brasil. Rubio manteve apoio às tarifas contra os produtos brasileiros e afirmou que o assunto será discutido entre os governos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (26), afirmou que o mundo “está cheio de maluco”. A declaração ocorreu durante um evento em Santa Catarina. O petista disse ainda que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer tomar o Panamá e a Groenlândia. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes apresentaram nesta sexta-feira (26) um voto conjunto no julgamento virtual das várias ações que vão chancelar ou modificar os limites impostos pela Corte, em março deste ano, ao pagamento de penduricalhos. Os Estados Unidos anunciaram que bombardearam alvos iranianos nesta sexta-feira (26). De acordo com o governo americano. A ação ocorre após ataques do Irã contra embarcações no Estreito de Ormuz. Os bombardeios atingiram locais de armazenamento de mísseis e drones. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, determinou que André Mendonça seja o relator da investigação sobre o investimento do filme Dark Horse, que conta a história de Jair Bolsonaro. Parecer da área técnica cita dois processos em relação ao longa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, que viaje para a Venezuela na próxima semana para ver como as Forças Armadas do Brasil podem ajudar o país vizinho diante dos impactos do terremoto ocorrido na última quarta-feira (24). O número de mortes causadas pelo abalo sísmico subiu para 920 no fim da tarde desta sexta-feira (26). A transferência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a Papudinha gerou uma onda de desconfiança e forte receio de políticos. Nos bastidores, alguns parlamentares desconfiam que a mudança de carceragem possa indicar novos desdobramentos nas investigações do Caso Master. Segundo interlocutores, o avanço do episódio tem potencial para se tornar o fato mais decisivo na corrida eleitoral de qualquer parlamentar. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Visão Global
O memorando para a paz entre os Estados Unidos e o Irão

Visão Global

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 45:58


O memorando para a paz entre os Estados Unidos e o Irão e a conferência de Lisboa. Edição de José Guerreiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 21/06/2026 | EUA negam novo bloqueio no Estreito de Ormuz

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 179:17


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (21): O deputado estadual presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo André do Prado (PL), lançou neste sábado (20) sua pré-candidatura ao Senado. O evento foi realizado em Guarulhos e contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tenta a reeleição, e do senador e pré-candidato à Presidência da República de Flávio Bolsonaro (PL). Os Estados Unidos negaram um novo bloqueio do Estreito de Ormuz após o Irã acusar Israel e os EUA de violar o acordo de cessar-fogo, revelando as dificuldades da negociação. Reportagem: Luca Bassani. O professor de história da Universidade de São Paulo (USP), Osvaldo Coggiola, analisou a nova escalada de tensão no Oriente Médio após as acusações do Irã contra os Estados Unidos e Israel envolvendo o Estreito de Ormuz. Segundo o especialista, o atual acordo de cessar-fogo possui bases extremamente frágeis e a situação na região reflete, no máximo, uma trégua temporária. A Justiça Eleitoral lançou o Conta+JE, novo sistema desenvolvido pela Justiça Eleitoral para tornar mais seguro, simples e transparente o processo de prestação de contas de candidatas, candidatos e partidos políticos. A ferramenta traz uma série de benefícios na elaboração das contas ao disponibilizar o processo totalmente on-line e eliminar a entrega de mídia com os documentos comprobatórios. Reportagem: Marco Viana. A Polícia Civil de São Paulo prendeu mais três suspeitos envolvidos na trágica morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de apenas 21 anos, durante a prática de rope jump em Limeira, no interior paulista. Ela estava na Ponte do Esqueleto e foi arremessada sem os equipamentos de segurança necessários. Os três novos presos integravam a equipe responsável pela organização e execução da atividade. Outras três pessoas foram presas no dia da tragédia. Reportagem: Matheus Dias. A alta na inflação dos alimentos continua pressionando o orçamento das famílias brasileiras. O último dado do IPCA, que registrou um salto de 1,33% no grupo de alimentação e bebidas. Para entender o que está por trás desse cenário, o economista Rodrigo Simões, professor da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP), analisa os fatores que elevam os preços nas prateleiras. A possível invasão hacker aos sistemas da Defesa Civil expôs uma vulnerabilidade crítica na segurança digital do órgão. O incidente, que resultou no envio de um alerta falso, gerou preocupação na população e levantou questionamentos sobre a proteção de dados públicos. O caso é investigado pela Polícia Federal (PF). Luiz Augusto D'Urso fala sobre os impactos que a ação criminosa pode causar e afirma que o caso expõe uma falha grave do sistema. A Colômbia vai às urnas neste domingo (21) para definir, em segundo turno, quem será o próximo presidente do país no período de 2026 a 2030. A disputa histórica centraliza duas visões de governo totalmente opostas para suceder Gustavo Petro: de um lado, o senador de esquerda Iván Cepeda; do outro, o advogado de de direita Abelardo de la Espriella. O líder indígena cacique Raoni Metuktire, 94, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Paulo após passar por uma cirurgia de desobstrução intestinal. Raoni foi transferido do Mato Grosso para a capital paulista devido a um quadro de pneumonia e obstrução gástrica. Apesar da gravidade, o boletim médico oficial indicou que a intervenção cirúrgica ocorreu sem complicações. Reportagem: Misael Mainetti. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Conexão Geo
Conexão Geo 391 - O FRÁGIL ACORDO ENTRE OS ESTADOS UNIDOS E O IRÃ

Conexão Geo

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 26:06


Pauta:1)O FRÁGIL ACORDO ENTRE OS ESTADOS UNIDOS E O IRÃ2)A REUNIÃO DO G7 NA FRANÇA3)ESTAMOS DE OLHO4)BOA NOTÍCIA

Os Pingos nos Is
Investigação da PF sobre INSS e Master é questionada

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 117:25


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (15):No início de maio, a Polícia Federal (PF) trocou a equipe que investigava o escândalo do INSS o que gerou uma série de questionamentos sobre a decisão da corporação pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar uma possível interferência. A PF aposta na análise de celulares e documentos em ambos os casos. Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) já articula os bastidores para ter uma atuação mais direta e vigilante nas eleições de 2026. A movimentação ganha força e novos contornos na corte após os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça assumirem postos de comando no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os Estados Unidos aprovaram a venda de 100 mísseis ao Brasil mirando as facções criminosas que atuam no país. A decisão é do Departamento de Estado dos Estados Unidos. O valor estimado é de US$ 330 milhões. A possível venda ocorre após a mudança de nomenclatura do Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A inadimplência no Brasil atingiu o patamar de 37% das famílias no mês de maio, segundo dados divulgados pela nova pesquisa PoderData. O levantamento avaliou atrasos de contas do mês. O levantamento também aponta que mais de 52% disseram que o programa Desenrola Brasil não conseguiu aliviar as contas ou disseram que não conhecem a proposta de renegociação das dívidas. Uma tragédia em Limeira, no interior de São Paulo, terminou com a morte de um jovem durante a prática de rope jump e a tentativa de fuga dos responsáveis. O caso aconteceu no sábado (15). Após jogarem a vítima sem a corda de segurança acoplada, os funcionários trocaram de roupa e saíram do local, mas foram capturados pela Polícia Militar (PM). Em audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão da equipe em preventiva. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Morning Show
EUA e Irã firmam acordo de paz / Lula no G7 / Estreia da Seleção preocupa

Morning Show

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 119:17


Confira no Morning Show desta segunda-feira (15): A nova pesquisa eleitoral realizada pela BTG/Nexus mostra o presidente Lula (PT) liderando as intenções de voto para a sucessão de 2026. No primeiro turno, o petista aparece com 42% da preferência, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) com 33%. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro manifestou preocupação com a segurança do irmão, o senador, e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL). Em entrevista, o parlamentar alertou que o irmão corre o risco de sofrer um atentado político. O presidente Lula (PT) sancionou o novo marco legal do transporte público coletivo no Brasil. A legislação traz diretrizes para modernizar o setor, mas a sanção ocorreu com vetos a trechos sobre gratuidades e subsídios aprovados pelo Congresso Nacional. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), pautou para esta terça-feira a votação da proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho semanal. A matéria tramita em regime de urgência. Os Estados Unidos e o Irã avançaram nas negociações e selaram um acordo de paz histórico que prevê a reabertura do Estreito de Ormuz. O correspondente Eliseu Caetano traz os bastidores de Miami e detalha o impacto imediato no mercado financeiro e a queda nos preços do petróleo. A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados estendeu o modelo de votações remotas para os parlamentares até o início do recesso parlamentar. A decisão permite que os deputados registrem presença e votem diretamente de seus redutos eleitorais. Os líderes das principais economias do mundo estão reunidos na França para a cúpula do G7. O correspondente Luca Bassani traz os detalhes dos bastidores da Europa e as discussões sobre o recente acordo entre os Estados Unidos e o Irã. A Anvisa manteve a suspensão da comercialização de lotes específicos de detergentes, desinfetantes e lava-louças das marcas Ypê e Tixan Ypê fabricados antes de abril. O repórter David de Tarso traz os detalhes sobre os produtos vetados devido a uma contaminação bacteriana. A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo com um empate amargo diante de Marrocos. O desempenho em New Jersey ligou o alerta e aumentou a cobrança sobre o técnico Carlo Ancelotti. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro deflagrou uma operação contra um grupo acusado de deformar pacientes em procedimentos estéticos ilegais. As investigações começaram após denúncias de complicações graves em aplicações para harmonização de glúteos em São João de Meriti. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 10/06/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA atacam o Irã / Disputa presidencial no Peru

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 302:23


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (10): Os Estados Unidos anunciaram ataques contra o Irã em resposta à derrubada de um helicóptero Apache no Estreito de Ormuz. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a operação foi classificada como uma ação de autodefesa e ocorreu por ordem do presidente americano. A ofensiva começou às 18h no horário de Brasília. Washington afirma que a medida é uma resposta proporcional à agressão considerada injustificada por parte do Irã. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, evitou fazer críticas públicas à decisão do ministro Nunes Marques, presidente do TSE. O magistrado determinou a suspensão de uma pesquisa eleitoral após pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O caso segue gerando repercussão no meio político e eleitoral. A CBF decidiu custear a viagem dos presidentes dos 40 clubes das Séries A e B para os Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 2026. A entidade pagará passagens, hospedagem, alimentação e ingressos para que os dirigentes acompanhem a estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos. A iniciativa gerou repercussão no meio esportivo. O tema foi comentado por Wanderley Nogueira. O julgamento no TSE sobre a suspensão de uma pesquisa da AtlasIntel foi interrompido após pedido de vista da ministra Estela Aranha. O levantamento apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro. Antes da paralisação, o placar era de 1 a 0 pela manutenção da suspensão. Ainda não há previsão para a retomada da análise pelo plenário da Corte. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou confiar na segurança da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A aplicação do imunizante foi suspensa temporariamente pelo Ministério da Saúde. Segundo Tarcísio, a vacina passou por cerca de 20 anos de pesquisas e testes clínicos com 11 mil voluntários. O governador defendeu a retomada da vacinação após a conclusão das investigações em andamento. A disputa presidencial no Peru segue indefinida e pode levar semanas para ter um resultado oficial. Com cerca de 97% das urnas apuradas, o candidato de esquerda Roberto Sánchez aparece com 50,07% dos votos. Já a candidata de direita Keiko Fujimori registra 49,93%. A Quinta Turma do STJ decidiu por unanimidade que não houve estupro de vulnerável em um caso envolvendo um jovem de 18 anos e uma adolescente de 13 anos no Paraná. Durante o julgamento, o relator, ministro Messod Azulay Neto, destacou que determinadas situações exigem análise individualizada das circunstâncias. O processo corre sob segredo de Justiça. A Corte ressaltou a existência de casos considerados excepcionais. O diretor da AtlasIntel, Yuri Sanches, comentou no Jornal da Manhã a suspensão da pesquisa eleitoral determinada pelo TSE. O levantamento, que apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro, permanece proibido de divulgação. O julgamento foi interrompido após pedido de vista da ministra Estela Aranha. Enquanto aguarda nova análise da Corte, a AtlasIntel defende a metodologia utilizada. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra Luiz Inácio Lula da Silva liderando as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Em uma eventual disputa de segundo turno, o presidente teria 44% das intenções de voto, contra 38% do senador. Os demais candidatos aparecem com percentuais inferiores. Em nova proposta de delação premiada apresentada à PF e à PGR, o banqueiro Daniel Vorcaro mudou sua versão sobre a relação com o senador Ciro Nogueira e o ex-governador Cláudio Castro. Segundo fontes com acesso ao material, ele passou a considerar os episódios investigados como casos de propina. A nova narrativa abandona a versão anterior de que se tratavam apenas de relações de amizade. A mudança pode impactar o andamento das investigações. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 06/06/2026 | Flávio apoia decisão de Trump / EUA apoiam o presidente da Bolívia

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 243:18


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (06): O senador Flávio Bolsonaro defendeu publicamente a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, afirmando que a medida trará uma “asfixia financeira” para as facções criminosas. Enquanto aliados políticos apoiam o movimento, a decisão gera forte debate no Palácio do Planalto e entre analistas de segurança pública sobre uma possível interferência na soberania nacional. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos e países da América Latina, integrantes do grupo "Escudo das Américas", assinaram um documento de apoio ao presidente da Bolívia, Rodrigo Paz. O líder direitista enfrenta fortes protestos, bloqueios de estradas por caminhoneiros e agricultores, além de pedidos de renúncia devido a reformas econômicas. O governo boliviano acusa o ex-presidente Evo Morales de coordenar as manifestações para desestabilizar o país. Reportagem: Luca Bassani. A seleção do Irã garantiu os seus vistos para entrar nos Estados Unidos e disputar a Copa do Mundo de 2026, após semanas de incerteza diplomática. A autorização foi concedida apenas dez dias antes da estreia da equipe, em meio ao acirrado conflito militar e político entre Washington e Teerã. O governo do Brasil corre contra o tempo para estender o prazo de negociação com os Estados Unidos e evitar a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os produtos nacionais. A medida, imposta pela gestão de Donald Trump, coloca em xeque a relação comercial e geopolítica entre os dois países. Enquanto Brasília tenta blindar o Pix das tratativas e esticar as conversas até meados de julho, analistas debatem se a ameaça norte-americana é uma estratégia de pressão econômica ou um movimento político para frear o protagonismo do Brasil na América do Sul. O novo tarifaço de até 25% sobre importações brasileiras, gera alerta nas relações comerciais entre os dois países. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (06), o professor Igor Lucena explicou que a medida norte-americana possui um caráter político e busca forçar um alinhamento econômico e ideológico do Brasil com os Estados Unidos. A Polícia Federal estuda incluir o nome do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na "Difusão Prateada" da Interpol, mecanismo internacional voltado ao rastreio e bloqueio de ativos financeiros no exterior. A medida busca mapear o patrimônio ocultado pelo empresário, investigado na Operação Compliance Zero por fraudes bilionárias estimadas em mais de 80 bilhões de reais envolvendo o Banco Master. Reportagem: Raphaella Almeida. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que o trabalhador brasileiro prioriza estabilidade no emprego e o regime CLT, mesmo diante das discussões sobre o fim da escala 6x1. O estudo aponta que, embora o salário continue sendo o principal atrativo, a busca por segurança social e flexibilidade, como o home office, ganha força. O ministro Edson Fachin rejeitou o pedido de suspeição e remoção de Kassio Nunes Marques da relatoria do processo que discute a instalação da CPI do Banco Master no Senado. A decisão foi estritamente processual, sob a justificativa de que o questionamento apresentado por parlamentares foi feito fora do prazo legal. Com isso, Nunes Marques segue à frente do caso, gerando debate entre analistas sobre os critérios de neutralidade e ética na Suprema Corte. Reportagem: Raphaella Almeida. Os Estados Unidos classificaram oficialmente as facções criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, gerando repercussão imediata nos bastidores de Brasília. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã deste sábado (06), o especialista em segurança pública Coronel Frederico Afonso analisa os impactos práticos da medida na soberania nacional, no controle de fronteiras e no sufocamento financeiro das organizações. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 05/06/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Políticos na Marcha para Jesus / eleição 2026 / PCC e CV classificados como terroristas

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 301:43


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (05): A Marcha para Jesus reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo. Entre as autoridades presentes estavam o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o governador paulista Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital Ricardo Nunes, o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e o advogado-geral da União Jorge Messias, que representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As autoridades acompanharam a caminhada em um trio elétrico que partiu da Estação da Luz em direção à Praça Heróis da FEB. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente os parlamentares republicanos que se uniram aos democratas para aprovar uma resolução na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que busca limitar seus poderes para conduzir ações militares contra o Irã sem autorização prévia do Congresso. Em publicação na rede social Truth Social, Trump classificou a votação como “sem sentido” e acusou os quatro membros de seu partido que apoiaram a medida de agir contra os interesses do país. Segundo o presidente, a iniciativa pode comprometer as negociações em andamento para encerrar o conflito com o governo iraniano. As facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho passam a ser oficialmente classificadas como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos a partir desta sexta-feira (05). A medida foi anunciada pela administração de Donald Trump em 28 de maio e amplia os instrumentos legais disponíveis para autoridades americanas atuarem contra indivíduos, empresas e redes financeiras ligadas aos grupos. Desde o anúncio, o governo brasileiro tem mantido conversas diplomáticas com Washington em busca de esclarecimentos e para tentar reverter a decisão. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de relações internacionais. Os Estados Unidos anunciaram uma nova rodada de sanções contra integrantes da cúpula do governo de Cuba. Entre os alvos estão o presidente Miguel Díaz-Canel, sua esposa, membros da família Castro e instituições ligadas aos setores político, militar e de inteligência cubanos. A medida faz parte da estratégia da administração de Donald Trump para aumentar a pressão sobre Havana e responsabilizar autoridades que, segundo Washington, participam da repressão interna e de ações consideradas contrárias aos interesses de segurança nacional norte-americanos. Para analisar os impactos diplomáticos e geopolíticos da decisão, a Jovem Pan entrevista o especialista em relações internacionais Vitelio Brustolin. Pesquisa da Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (5) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. No cenário de primeiro turno, Lula registra 42,1% das intenções de voto, enquanto o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro aparece com 33,6%. O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre os dois candidatos. Nesse cenário, o atual presidente teria 47,8% das intenções de voto, contra 41,3% atribuídos ao parlamentar do PL. Os senadores Zequinha Marinho e Cleitinho retiraram suas assinaturas da Proposta de Emenda à Constituição apresentada pela oposição como alternativa à PEC que prevê o fim da escala 6x1. A decisão ocorre poucos dias após o senador Romário também deixar de apoiar o texto. A proposta alternativa é articulada pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, e prevê mudanças na jornada de trabalho por meio de acordos individuais entre empregadores e trabalhadores, com remuneração proporcional às horas trabalhadas. O texto se contrapõe à PEC original, que propõe o fim da escala 6x1 sem redução salarial. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Os Pingos nos Is
Brasil estuda utilizar a Lei da Reciprocidade contra os EUA

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 117:33


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (04):O governo brasileiro estuda a possibilidade de adotar a reciprocidade contra os Estados Unidos caso a Casa Branca imponha a tarifa que pode chegar a 37,5% em produtos brasileiros. O Planalto afirmou que se a sanção for confirmada, vai se reservar aos direitos previstos na Lei de Reciprocidade, que permite sobretaxar produtos, importações e serviços, além de descumprir acordos comerciais. Após a ameaça dos Estados Unidos de taxar os produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta desgastar a imagem de Flávio Bolsonaro (PL). Com a aproximação das eleições, o petista teria pedido, durante reunião ministerial, para que os ministros acusem o senador de traidor da pátria. Os Estados Unidos cobraram uma postura muito mais rígida do governo brasileiro no combate às facções criminosas que atuam no Brasil. O país ainda negou interferência norte-americana em território brasileiro. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), classificou o atual cenário político do Brasil como uma “guerra espiritual”. A fala ocorreu durante um discurso na 5ª Marcha Para Jesus, em São Paulo, nesta quinta-feira (04). O senador disse ainda que o “mal” será expulso do governo do Brasil. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que os magistrados não podem decidir com “vontade política” durante evento em Curitiba, no Paraná, nesta quinta-feira (04), ao rebater acusações de ativismo judicial. “Não somos juízes eleitos”. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 02/06/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Greve em Portugal / EUA devem impor tarifa de 25% a produtos brasileiros

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 302:39


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (02): Uma greve geral em Portugal provocou cancelamentos e alterações em voos entre o Brasil e Lisboa, afetando operações de companhias como TAP Air Portugal, Azul Linhas Aéreas e LATAM Airlines. O Aeroporto de Lisboa orientou os passageiros a verificarem o status de suas viagens antes de seguirem para o terminal, enquanto as empresas adotaram medidas de flexibilização e remarcação para clientes impactados. A paralisação, motivada por reivindicações trabalhistas, pode afetar cerca de 500 voos e também atingir outros serviços de transporte no país. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enfrenta forte pressão de diferentes setores em torno da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva articula pela aprovação do texto já aprovado na Câmara dos Deputados, Alcolumbre encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma proposta alternativa apresentada pela oposição. O Superior Tribunal de Justiça concedeu prazo de 15 dias para que o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, apresente defesa prévia em uma denúncia por calúnia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ministro do STF Gilmar Mendes. A acusação tem como base vídeos satíricos da série “Os Intocáveis”, divulgados nas redes sociais de Zema, que, segundo a PGR, associaram falsamente o magistrado ao caso envolvendo o Banco Master. Após a manifestação da defesa, o STJ decidirá se aceita ou não a denúncia, etapa que poderá transformar Zema em réu no processo. Os Estados Unidos concluíram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que, segundo o relatório, oneram ou restringem o comércio norte-americano. Entre os pontos citados estão o PIX, questões relacionadas ao desmatamento ilegal e problemas na aplicação de leis anticorrupção. Como resposta, o documento propõe a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceção de itens como carne, frutas, café, aeronaves e terras raras, entre outros. A investigação foi iniciada em 15 de julho de 2025 pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos, após determinação do presidente Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 dos EUA. O deputado federal Lindbergh Farias, vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, protocolou uma petição incidental no Supremo Tribunal Federal pedindo a abertura de uma investigação sobre uma possível conexão entre um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo, emendas parlamentares e o financiamento do filme Dark Horse. O pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino no âmbito da ADPF 854, que trata da transparência e da rastreabilidade das emendas parlamentares no país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um cessar-fogo está em vigor entre Israel e o Hezbollah. Segundo Trump, após uma conversa com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, ficou acertado que não haverá movimentação de tropas israelenses em direção a Beirute. O presidente norte-americano também declarou que manteve contato, por meio de representantes de alto escalão, com o Hezbollah e que o grupo concordou em interromper os disparos, enquanto Israel também não realizaria novos ataques. Os Estados Unidos concluíram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que, segundo o relatório, oneram ou restringem o comércio norte-americano. Entre os pontos citados estão o PIX, questões relacionadas ao desmatamento ilegal e problemas na aplicação de leis anticorrupção. Como resposta, o documento propõe a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceção de itens como carne, frutas, café, aeronaves e terras raras, entre outros. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o economista Roberto Giannetti da Fonseca, ex-secretário da Camex. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 28/05/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: PEC que acaba com a escala 6x1 é aprovada / Motta comemora aprovação do fim da escala 6x1

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 28, 2026 302:10


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (28): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1. A medida foi aprovada em dois turnos, com ampla maioria entre os parlamentares, e prevê um período de transição de até 14 meses para implementação das novas regras. Agora, a proposta segue para análise do Senado Federal. A aprovação da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1 provocou reação de parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados. Integrantes de partidos contrários à proposta classificaram a medida como irresponsável e alertaram para possíveis impactos sobre empregos, produtividade e custos para empresas. Apesar das críticas, o texto foi aprovado com ampla maioria em dois turnos e agora seguirá para análise do Senado Federal. A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal uma representação apontando indícios de irregularidades em repasses financeiros relacionados à produção do filme “Dark Horse”. Segundo a investigação, parte dos R$ 61 milhões negociados pelo senador Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro pode ter sido utilizada para custear despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra o Irã, segundo informações divulgadas pela agência Reuters e confirmadas por uma autoridade americana. De acordo com o relato, militares dos EUA bombardearam uma instalação militar iraniana considerada uma ameaça às tropas americanas e ao tráfego marítimo comercial no estratégico Estreito de Ormuz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu a aprovação da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e acaba com a escala 6x1. Segundo Motta, mudanças sociais importantes sempre enfrentaram resistência e a redução da jornada representa uma medida estrutural de promoção da saúde e qualidade de vida dos trabalhadores. O parlamentar comparou o debate atual a marcos históricos como a criação da carteira de trabalho e o fim da escravidão, afirmando que o Brasil historicamente optou por avanços civilizatórios diante de críticas iniciais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho sem corte salarial representa uma “conquista histórica e civilizatória”. Em declaração após a votação na Câmara dos Deputados, Lula agradeceu ao presidente da Casa, Hugo Motta, pelo avanço da proposta e afirmou que o governo atuará para garantir a aprovação do texto no Senado Federal. A medida prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e o fim gradual da escala 6x1. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1, medida que agora segue para análise do Senado Federal. O setor de bares e restaurantes acompanha com atenção os possíveis impactos da proposta, especialmente sobre custos operacionais, contratações e funcionamento dos estabelecimentos. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Paulo Solmucci, presidente da Abrasel. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao Congresso americano alertando para a grave escassez de mísseis de defesa aérea no país. Segundo o governo ucraniano, o atual ritmo de entrega de armamentos pelo programa PURL já não acompanha a intensidade dos ataques russos. No documento, Zelensky também citou recentes ofensivas da Rússia, incluindo o uso de mísseis balísticos do tipo Oreshnik, e reforçou o pedido por apoio militar diante da ameaça de escalada no conflito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 16/05/2026 | Impacto da conversa entre Flávio e Vorcaro / EUA cercam Cuba

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 16, 2026 242:05


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (16): O mercado financeiro encerrou mais uma semana em forte instabilidade, impactado por tensões internacionais e ruídos políticos no Brasil. A falta de acordo entre Estados Unidos e Irã elevou os preços do petróleo e gerou temores inflacionários globais, enquanto o cenário doméstico foi sacudido pela repercussão de conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro. Como resultado, o dólar disparou para a maior cotação em um mês, superando os R$ 5,06, e a Bolsa de Valores registrou nova queda relevante. Os Estados Unidos intensificaram significativamente as operações de espionagem aérea nas proximidades de Cuba, realizando pelo menos 25 missões com aeronaves de inteligência e drones de alta altitude desde o início do ano. A movimentação militar ocorre em meio a uma grave crise energética e de combustíveis na ilha caribenha. Especialistas apontam que o caráter público e incomum das missões funciona como uma demonstração de força e uma clara mensagem de intimidação de Washington a Havana. O presidente Lula defendeu a proibição do uso de Inteligência Artificial nas eleições de 2026, classificando a medida como uma "questão de caráter". No entanto, os comentaristas Acacio Miranda e Thulio Nassa alertam que uma restrição total pode abrir precedentes para a censura prévia no debate político. Enquanto o TSE tenta impor limites às deep fakes, o uso da tecnologia por partidos e governistas escancara a complexidade de se regulamentar a inovação no país. O Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei que assegura a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil, exigindo que empresas com mais de 100 funcionários publiquem relatórios de transparência. A medida visa combater a disparidade de gênero no setor privado, onde mulheres ainda ganham, em média, 21% menos que os homens exercendo as mesmas funções. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã deste sábado (16), o advogado Jackson Passos explica que a nova legislação endurece as penalidades, prevendo indenizações por danos morais para além do pagamento das diferenças salariais. O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou Kevin Warsh como substituto de Jerome Powell no comando do Federal Reserve. O economista e jurista, de linha liberal, assume em meio a questionamentos da imprensa norte-americana sobre o risco de interferência política na instituição. Especialistas debatem os impactos dessa transição para o cenário global e traçam um paralelo com a autonomia do Banco Central no Brasil, alertando sobre as consequências do populismo nas decisões econômicas. A Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro (proprietário do Banco Master), em uma nova fase da Operação Compliance Zero. A investigação aponta que Henrique atuava como o financiador do grupo criminoso "A Turma", envolvido em fraudes financeiras de grande escala. O desdobramento da operação revela ainda o suposto envolvimento de cinco agentes da PF, que teriam recebido propina e ameaçado desafetos do esquema. O programa Jornal da Manhã deste sábado (16) conversou com o advogado criminalista Felipe Carrijo para entender o tema. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou a sua visita oficial à China sem alcançar grandes acordos em temas sensíveis, evidenciando impasses em áreas como inteligência artificial, defesa e na questão de Taiwan. O encontro com o líder chinês, Xi Jinping, ocorre em um momento de forte pressão interna sobre o governo norte-americano devido aos impactos inflacionários da guerra contra o Irã. Enquanto Washington tenta redefinir a sua política bilateral para reduzir os prejuízos das empresas, Pequim consolida a sua relevância geopolítica global e já se prepara para receber o presidente russo, Vladimir Putin. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices