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Em 2026, quando Marilyn Monroe completaria 100 anos, a Cinemateca francesa apresenta uma exposição que revisita sua carreira, entre 1946 e 1962. Com figurinos, filmes e arquivos raros, a mostra Marilyn Monroe: 100 anos! conta como a atriz enfrentou contratos abusivos, censura e misoginia no auge de Hollywood. Morta em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn permanece subestimada como intérprete, embora continue celebrada como mito absoluto da cultura do século 20. Na Cinemateca de Paris, principal instituição de preservação do cinema na França, a exposição “Marilyn Monroe, 100 anos” propõe um reencontro com uma figura tão conhecida quanto sistematicamente mal compreendida. Longe de repetir o culto fetichista que costuma cercar a atriz, a mostra parte de uma pergunta incômoda: que tipo de estrela hollywoodiana Marilyn foi, de fato, entre 1946 e 1962, no auge do sistema de estúdios dos Estados Unidos? “Posso ser inteligente quando isso importa, mas a maioria dos homens não gosta disso.” Dita em 1953 no filme Os Homens Preferem as Loiras, a frase escrita por Anita Loos e interpretada por Marilyn funciona como senha e síntese. Ela aponta para o paradoxo central de sua trajetória: celebrada como imagem absoluta de desejo, Marilyn continuou sendo tratada como intérprete menor, mesmo quando diretores e colegas reconheciam publicamente sua inteligência e disciplina. Alfred Hitchcock, por exemplo, resumiu a visão dominante ao afirmar que ela “carregava o sexo no rosto”. Henry Hathaway, em sentido oposto, enfatizava “a inteligência de uma atriz extraordinária, que trabalha muito e quer sempre fazer melhor”. Entre esses dois polos, erguia‑se uma carreira curta, filmada em Technicolor, promovida em telas panorâmicas e atravessada por contratos leoninos. No espaço expositivo, a exuberância visual dos anos 1950 se impõe. Materiais publicitários, figurinos, fotos assinadas por Eve Arnold, Richard Avedon e Andy Warhol compõem o retrato de uma indústria que fabricava glamour ao mesmo tempo em que restringia brutalmente a autonomia de suas estrelas. A curadora Florence Tissot explica que seu ponto de partida foi “mostrar qual estrela hollywoodiana Marilyn Monroe era, e o que isso significava na prática”. "No começo, eu confesso que fiquei bem insatisfeita, porque a gente se depara com uma quantidade enorme de análises que acabam sempre voltando para a biografia dela, interpretando – ou até exagerando – a leitura da vida pessoal. No fim, dá um pouco a sensação de que a gente fica girando em círculo. Então tem também essa questão: como se posicionar diante de todos esses relatos. E depois, outra dificuldade que eu senti foi conseguir acesso aos arquivos", afirmou. Estrela de marketing antes de ser atriz A exposição começa pelas imagens de uma jovem ainda chamada Norma Jean Baker, fotografada como pin‑up enquanto trabalhava em uma fábrica ligada à indústria aeronáutica durante a Segunda Guerra. O sorriso ingênuo, o enquadramento sugestivo e os objetos de conotação claramente fálica revelam, segundo Tissot, “toda a hipocrisia dos anos 50”, quando puritanismo e erotização coexistiam sem constrangimento. Os Estados Unidos viviam a ascensão da revista Playboy e a divulgação do Relatório Kinsey sobre sexualidade feminina. Mas, ao mesmo tempo, enfrentavam o rigor do Código Hays, um conjunto de regras morais que regulou o que podia ou não aparecer nos filmes produzidos por Hollywood durante mais de três décadas. Oficialmente chamado de Motion Picture Production Code, ele entrou em vigor em 1930, mas só passou a ser aplicado com rigor a partir de 1934, quando os grandes estúdios concordaram em submeter seus filmes a uma censura prévia. Leia tambémTemporada excepcional de leilões pode tornar retrato de Marilyn obra mais cara do século 20 Nesse contexto, Marilyn tornou‑se o rosto perfeito de uma sensualidade aceitável, desejável e, paradoxalmente, domesticada. Mas o estereótipo da “loira burra” embutia uma ideia profundamente misógina: a de que beleza, desejo e inteligência não poderiam coexistir em uma mulher. A própria Marilyn denunciou isso em uma rara entrevista à NBC, em 1955, ao afirmar que “as pessoas associam as loiras, verdadeiras ou falsas, à estupidez. Não sei por quê. É uma visão muito limitada”. Ainda assim, esse rótulo estruturou boa parte de seus papéis iniciais. Trabalho, estudo e um talento subestimado Ao contrário da imagem de improviso, Marilyn estudou intensamente, antes mesmo de ingressar no famoso Actor's Studio, em Nova York. "Na verdade, desde o começo ela já fazia aulas, por vontade própria. Estudou canto, dança, interpretação e mímica e pantomima", conta Florence Tissot. "Isso não é muito conhecido, mas é importante lembrar, sobretudo diante dessa imagem de atriz meio inconsequente que se criou em torno dela. Na prática, ela queria ser uma boa atriz – isso era fundamental para ela. Era uma pessoa muito determinada", aponta a curadora. Em filmes como Quando a Cidade Dorme e A Malvada, ambos de 1950, Marilyn aparece pouco, mas críticos como James Naremore identificam ali uma intérprete capaz de condensar medo, raiva, sedução e vulnerabilidade em poucos segundos. “Mesmo com cenas breves, ela empurra os limites dos personagens que lhe eram oferecidos”, observa Tissot. Essa dedicação raramente foi reconhecida. As histórias de bastidores, quase sempre narradas do ponto de vista dos diretores homens, consolidaram a imagem de uma atriz atrasada, indisciplinada e emocionalmente instável. Billy Wilder foi um dos que mais vocalizaram esse discurso, ecoado com especial força na crítica francesa do pós‑guerra. Contratos abusivos e uma batalha desigual Em 1953, no auge do sucesso de Os Homens Preferem as Loiras, Marilyn recebeu um salário significativamente menor que o de Jane Russell, sua parceira de cena. Os contratos de exclusividade de sete anos davam aos estúdios o poder de decidir se e quando uma atriz trabalharia. “Eram contratos abusivos”, afirma Tissot, “e Marilyn foi muito mal remunerada durante grande parte da carreira”. A partir de meados da década, ela passa a renegociar. Luta por salários mais altos, pelo direito de escolher papéis e diretores, e cria sua própria produtora. Conquista vitórias parciais, mas nunca alcança a autonomia de estrelas como Mae West. Mesmo em seu último projeto, Something's Got to Give, Marilyn ganhava menos que colegas homens e menos que Elizabeth Taylor. O preço dessa rebeldia foi alto. Segundo Tissot, a indústria responde com um backlash: a loira ingênua cede lugar à mulher neurótica, problemática, instável. Filmes como A Loira Explosiva ridicularizam justamente sua tentativa de se emancipar. Leia tambémLivro publica confissões e trechos de diários de Marilyn Monroe Entre a transgressão e o castigo A cena da saia branca levantada pelo metrô, em O Pecado Mora ao Lado, sintetiza esse conflito. Filmada em 1954, diante de milhares de curiosos, ela violava simbolicamente o Código Hays e gerou uma das imagens mais reproduzidas da história do cinema. Tissot optou por abrir a exposição não com o vestido da cena, mas com fotos da multidão, sublinhando o caráter espetacular e exibicionista da operação. A imagem eclipsou o próprio filme. “O material promocional da estrela passa a se sobrepor à obra”, observa a curadora. Marilyn era, ao mesmo tempo, instrumento de transgressão e alvo de punição moral. "No fundo, isso mostra toda a complexidade que envolve uma estrela como a Marilyn Monroe. Na França, algo parecido aconteceu com a Brigitte Bardot. É uma década cheia de contradições: ao mesmo tempo em que começa um movimento de emancipação das mulheres, existe um discurso constante que reduz essas figuras à sexualidade. E, no contexto norte-americano, isso se soma a um certo puritanismo. Então fica claro que a imagem da Marilyn Monroe está presa nessa espécie de armadilha", analisa Tissot. Nos anos finais, em filmes como Quanto Mais Quente Melhor e Os Desajustados, a vulnerabilidade passa ao primeiro plano. Sua morte, em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, encerra a carreira e inaugura outra coisa: a administração incessante de seu mito. Um mito sem arquivo A curta carreira e a morte precoce dificultaram o trabalho histórico, segundo a curadora. Os pertences de Marilyn foram leiloados e se dispersaram por coleções privadas. Contratos, cartas e objetos raramente estão acessíveis. “Isso explica por que as lendas continuam tão fortes”, diz Tissot. “Há excesso de discurso, mas pouco acesso aos documentos.” A exposição, ao contextualizar imagens, filmes e discursos, não busca absolver nem vitimizar, e, segundo a curadora, pretende recolocar Marilyn Monroe como sujeito histórico, atriz trabalhadora e figura central para entender como Hollywood fabricou suas estrelas – e como as descartou. A mostra fica em cartaz em Paris até 26 de julho de 2026.
Loiras cobertas de sangue, festas intermináveis, personagens hispânicos dúbios (é latino ou é espanhol?), gritaceira para gays, o paradoxo Sarah Michelle Gellar e mais uma carta reversa do Uno.Atenção, a noiva se atrasou, mas finalmente está aqui!!! Escute com exclusividade nosso episódio sobre Casamento Sangrento 2: A Viúva / Ready or Not: Here I Come.Disponível em nossas salas de apoiadores:http://apoia.se/esqueletosgays http://orelo.cc/esqueletosgaysConfira o nosso site: esqueletosnoarmario.com/@esqueletosgays no Twitter e Instagram
No nordeste brasileiro é comum ouvir as pessoas chamarem pessoas loiras de galega. No Ceará, ainda empregam a palavra para também designar o vendendor de porta-a-porta. Mas afinal, da onde vem esta palavra? Por que passamos a utilizá-la para adjetivar pessoas loiras de olhos claros? Isto tem algo a ver com alguma cultura de imigrantes no Brasil? Neste episódio tentaremos responder a estas perguntas e adentrar um pouco na história da migração galega para o Brasil.Fontes:Galicía e Brasil, tecendo histórias da educação, da Faculdade de Educação da USPhttps://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/108116/64855 https://www.correio24horas.com.br/brasil/por-que-pessoas-loiras-sao-chamadas-de-galegas-em-varios-lugares-do-brasil-1025https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/galego/
No episódio de hoje, Afonso Borges fala sobre o romance “Raízes loiras”, da autora Bernardine Evaristo. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com mais um feat de milhões, convidamos a Gabi Marques para análisar a icônica primeira temporada de X-Men 97. A Gabi cria conteúdos de milhões em suas redes analisando filmes e séries no índice Loiras, Rivalidade e Subtexto Gay.
Loiras peitudas, voodoo freestyle, o legado de Pânico no cinema de horror, representatividade queer monstruosa, o carisma de Jennifer Tilly, a primeira vítima da cultura do cancelamento, dramas familiares, prostituição em nome da Virgem Maria, besteirol anos 2000 e os perrengues diários de Meredith Grey. Está no ar o segundo episódio da nossa Maratona do Brinquedo Assassino! Hoje os Esqueletos falam das obra primas A Noiva e O Filho de Chucky! Apresentado por: Luiz Machado - @machadolue no Twitter e no Instagram Alvaro de Souza - @AlvarodeSouza98 no Twitter e @alllvarusdesouza no Instagram João Neto - @jon3to no Twitter e @joaoneto_89 no Instagram
Vocês gostaram tanto do Desafio da Quinta Série que a gente aceitou repetir a dose. Desta vez, com a modelo e atriz Gianne Albertoni de convidada. Daí, na hora de gravar, vimos que além da loira participante, o podcast tem um apresentador loiro e uma apresentadora que ESTAVA loira. Os três guerrearam pra ver quem ganhava o maravilhoso prêmio de 100 reais em notas do Banco Imobiliário, que valem mais que barras de ouro (que, por sua vez, valem mais que dinheiro). Vem testar seus conhecimentos com a gente! ### IMPORTANTE: A gente tem agora uma campanha de apoio coletivo. Por apenas R$ 9 mensais, você tem acesso ao Debates Inúteis Club, com dois episódios EXCLUSIVOS para assinantes todo mês. Cola lá no apoia-se/debatesinuteis e se junte a nós! E siga a gente no Instagram! @debatesinuteis @alvaroleme, @melinaharden, @thiago_p
Hollywood tem, enfim, um espaço dedicado à celebração da sétima arte. O Academy Museum of Motion Pictures (Museu da Academia de Filmes) abre as portas para o público em 30 de setembro depois de um atraso de quatro anos da data inicial. O projeto foi anunciado em 2012, mas começou a ser sonhado quando a organização que promove o Oscar foi fundada, em 1927. Agora, 92 anos depois, se torna realidade. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O museu ocupa dois prédios, um deles de sete andares, no coração de Los Angeles. O acervo de 13 milhões de artefatos vai ajudar a contar a trajetória da indústria cinematográfica desde a época do cinema mudo até os dias de hoje. Entre as preciosidades estão os sapatinhos da personagem Dorothy, de "O Mágico de Oz" (1939), a máquina de escrever que Alfred Hitchcock usou para escrever o roteiro de "Psicose" (1960) e uma das capas de Bela Lugosi no longa "Drácula", de 1931. Na inauguração do local para a imprensa, além de toda a direção, a atriz Anna Kendrick e o ator Tom Hanks deram boas-vindas aos jornalistas. Hanks classificou o museu como "a maior lanterna mágica do mundo", uma referência aos primeiros projetores da história do cinema, que também podem ser vistos no novo espaço cultural. “Existem outras cidades com museus de cinema mas, com todo o respeito, este tem que ser o Parthenon deles”, disse Hanks. “O cinema é uma arte mágica que fala a todos, em todos os lugares. Devo dizer que conversamos sobre este museu na Academia há quase 20 anos e o resultado final é dez vezes melhor do que em nossos sonhos”, reiterou o dono de duas estatuetas do Oscar. Hanks é membro do conselho de curadores, junto com Laura Dern, Whoopi Goldberg, entre dezenas de artistas, e liderou a arrecadação de fundos para o projeto junto com a atriz Annette Bening e o presidente executivo da Walt Disney Co., Bob Iger. O custo do museu foi de U$ 482 milhões. “Queremos trazer todas as histórias internacionais e diversas do cinema para nossas galerias”, afirmou o diretor do museu, Bill Kramer. No próximo sábado (25), o local será palco de uma noite de gala repleta de estrelas hollywoodianas. Na próxima semana, no dia 30 de setembro, as portas se abrem para o público. A História do Cinema Quem dá as boas vindas ao público é Bruce, o personagem principal do filme Tubarão (1975). Com 548 quilos e 7,6 metros, a estrela do filme de Steven Spielberg que levou três estatuetas do Oscar, está pendurado no vão central e é possível vê-lo de todos os andares. Spielberg, aliás, é um dos maiores doadores do museu e logo na entrada está a galeria que leva o nome de sua família. É ali, com uma apresentação de 13 minutos, que o visitante assiste a uma rápida introdução à história do cinema que tem início com o trabalho dos irmãos Lumière e chega até os dias de hoje. A verdadeira imersão acontece nos andares seguintes. A maior galeria celebra diferentes eras, gêneros e diretores, como Orson Welles e o icônico "Cidadão Kane" (1941), "Mulheres de Verdade Têm Curvas" (2002), da diretora colombiana Patricia Cardoso, além de Spike Lee, Oscar Micheaux entre tantos outros. É nesta galeria que estão também 40 peças de vestuário de filmes como "Era Uma Vez em… Hollywood" (2019), "Os Homens preferem as Loiras" (1953), "O Mágico Inesquecível" (1978), "La La Land" (2016), "Rocketman" (2019) e "Interestelar" (2014). Assim como as roupas de cada filme ajudam a contar a arte por trás das estilistas que desenham peças para superproduções, a exposição explica todos os detalhes que fazem um filme: desde a produção de som, de cenários, luz, montagens, efeitos especiais até maquiagem e cabelo. Já a instalação Impacto/Reflexão explora como narrativas documentais podem levar a mudanças na sociedade, com destaque aos movimentos Vidas Negras Importam, #Metoo, as relações laborais e mudanças climáticas. O museu da Academia, é claro, dedica um bom espaço às premiações do Oscar. O espectador pode assistir aos discursos mais badalados das nove décadas da festa mais famosa do cinema americano e também ver uma galeria cheia de estátuas reais. A primeira data de 1927. Pedro Almodóvar foi o diretor escolhido para a mostra temporária dentro da galeria de história do cinema. Doze telões projetam trechos de filmes do cineasta espanhol que ganhou o Oscar em 2002, pelo roteiro do filme "Fale com Ela". É no final da exposição sobre a história do cinema que vem o deleite para os fãs da cultura pop. Este é o momento para o encontro com os ídolos: aí que estão o "E.T". (1982), os andróides de "Star Wars" C-3PO e R2-D2, o homem-anfíbio de "A Forma da Água" (2017), além de vestuários de filmes da Marvel, "Edward Mãos de Tesoura" (1990) e o protótipo do rosto do "Exterminador do Futuro" (1984). Já todo o último andar dá espaço à mostra temporária sobro cineasta japonês Hayao Miyazaki que pela primeira vez ganha uma retrospectiva dedicada a ele em solo norte-americano. O público vai poder viajar pela carreira de seis décadas do artista: são 400 objetos que explicam o processo criativo do animador através de desenhos, layouts, cartazes e projeções de filmes. Mostra de Filmes No espaço dedicado ao cinema não poderia faltar exibições diárias de filmes. São duas salas que trazem uma programação extensa desenvolvida pelo curador brasileiro Bernardo Rondeau. "Temos duas salas de projeção, sendo que uma delas tem mil lugares e espaço para orquestra. A programação é muito diversa e extensa, com filmes relacionados com as exposições da galeria História do Cinema e com as mostras temporárias. Atualmente temos as animações de Hayao Miyazaki, além de produções que ganharam o Oscar. Toda semana também temos filmes infantis", conta o curador que diz que também tem vontade de colocar o Brasil na programação. "Tenho muito interesse em trazer o cinema brasileiro para nossas salas e também galerias. Na mostra de Spike Lee, por exemplo, na parte que fala das referências que ele tem como cineasta, expomos um poster do filme Pixote (1981), dirigido por Héctor Babenco. O museu já adquiriu outros materiais de filmes brasileiros, peças da Carmen Miranda e até uma película dela fazendo provas de roupa. Sempre vamos estar renovando os objetos das exposições e quem sabe, em breve, teremos mais do Brasil por aqui", revela Rondeau. A experiência de ganhar um Oscar Os visitantes também terão a oportunidade de receber uma estatueta do Oscar, mesmo que seja por alguns instantes. Depois de escrever o nome em um computador, entra-se no espaço interativo com um telão no qual está projetada a imagem do Dolby Theater - local onde acontece a entrega dos troféus na célebre cerimônia. Em seguida, escuta-se a famosa frase: "E o Oscar vai para". Então, o visitante ouve seu nome e tem o direito de segurar a estatueta - uma réplica perfeita, com mesmo peso e dimensões. Por cerca de 15 segundos, é possível até mesmo fazer uma performance para aceitar o prêmio. Tudo é gravado em vídeo e enviado ao visitante via e-mail. Mas, infelizmente, não é possível levar a estatueta para casa.
Anita Loos foi roteirista e uma das personagens mais conhecidas do cinema mudo. Começou escrevendo intertítulos picantes e inteligentes. Depois, ficou famosa ao escrever o romance Os Homens Preferem as Loiras, em 1926. O livro virou filme mudo, peça na Broadway, e até outro filme com Marylin Monroe. Loos era conhecida por sua escrita sarcástica, cheia de sagacidade verbal. Vale lembrar que a redação de roteiros, o forte de Loos, era o departamento mais feminino da indústria: roteiristas, editoras de estória, artistas de intertítulos e cenógrafas trabalhavam juntas. Roteiristas chegavam, em muitos casos, a ser até mais respeitados/as que diretores. A trajetória de Loos comprova o protagonismo das mulheres no cinema mudo. Realidade que durou pouco, já que a indústria cinematográfica, enquanto se consolidava como “negócio”, foi dominada por homens. As mulheres, que durante os anos 1920 ocupavam funções executivas, foram limadas do sistema.
[Oh! You Pretty Things] Convidamos nosso amigo Montez Oliveira para falarmos sobre um belo filme do exílio do diretor brasileiro Júlio Bressane, que esta semana ficou disponível no Youtube. Espero que gostem desta conversa. supercuts.pod@gmail.com twitter.com/supercutspod instagram.com/supercutspod facebook.com/supercutspod
Rafinha, Juju Massena, Magro Lima e Cosma, juntos com as presenças itinerantes de Ki Fornari e Cris Pereira fazem testes, desabafam, dão dicas de filmes e coisas pra se fazer no finde, recebem convidados de Vitor Kley até Paulo Zulu e muito mais nesse programa sem pautas e sem vergonha. Veja muito mais no youtube
Quando falamos de uma dança, seja ela qual for, muitas vezes dizemos que essa dança tem sua própria cor e nuances particulares, o colorido que faz dela uma dança única. No episódio de hoje, Henry Chuang propõe para Talita LC uma conversa sobre dança e cores, coreografia e iluminação, estímulos visuais e sensoriais, estados emocionais e corporais. Temas abordados nesse episódio: Dança do Ventre; Danças de Salão; Danças de Contato; Dança Moderna e Contemporânea; Danças Folclóricas; Danças Urbanas; Improvisação; Dança-teatro; Jazz Dance; Sapateado; Vídeo-dança; Transposição de Linguagem; Interdisciplinaridade; Balé Clássico; Swing Dances; Coreografia; Cromoterapia; Iluminação; Estados Emocionais e Corporais; Estímulos Sensoriais; Preparação, Expansão, Manutenção e Restauração Corporal; Significado das Cores e Contexto. Referências Citadas: António Pinto Ribeiro - Dança Temporariamente Contemporânea (Corpo Livro); C.S. Lewis - Surpreendido pela Alegria (Esnobismo Cronológico); Aerosmith - Pink; Madonna - Material Girl; Marilyn Monroe - Os Homens Preferem as Loiras (referência usada pela Madonna); Abstract: The Art of Design (Season 2) - Olafur Eliasson (Netflix); Cia Druw - Poetas da Cor/ Lúdico (Kandinsky). Vem Junto! Youtube | TAH concept
Quem são, onde vivem e o que fazem as Loiras de Sam? Vem descobrir no episódio de hoje (lançado antecipadamente especialmente para vocês)
#004 Podcast Débora Zago - Sobre loiras --- Send in a voice message: https://anchor.fm/deborazago/message
durée : 00:01:50 - La sélection des Héros de la vigne FB Hérault
O Nuno Markl fala sobre a terceira temporada de "Stranger Things". E ainda: O regresso de "Loiras à Força", o trailer de "Knives Out" e a última temporada de "Divorce".
Série de áudios explicativos sobre os procedimentos de alisamento Sweet Hair Professional.
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Essa semana minha convidada é a Dani Madrid, ela é professora de história, formada em música e em astronomia e participa do time de história Scicast. Aqui ela vai falar de oooooutro tipo de "História", a da adolescência dela em meio à loiras dos anos 90.
Paula Porca vive na “Avenida Q” e é o tipo de mulher que todos os homens quiseram e nunca puderam ter. Inês Aires Pereira é a atriz que lhe dará voz num irreverente musical para adultos, original da Broadway. A estreia deste espetáculo está marcada para 8 de fevereiro, no Teatro da Trindade, em Lisboa, numa mistura da estética dos Marretas com assuntos para gente crescida. A incluir até sexo ao vivo... mas com bonecos fofinhos. Uma conversa bem-disposta para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”
No aaaaaar o Não Ouvo #021! Com essa bela canção de LUIDELE ou ADELUIDA, sei lá… No podcast de hj falamos um pouco sobre históóórias sobrenaturais (voz macabra do Cid Moreira)…. Loiras do banheiro, bruxas, crianças fantasmas e tudo mais, da o play dj! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
BSC: O melhor podcast de humor do Brasil! Diversão e entretenimento por Bobos Sem Corte
Nunca dantes o BSC podcast fez um programa tão fantasticamente instrutivo e com um assunto da mais alta relevância quanto esse especial Cervejas. Aprenda tudo sobre com os nossos convidados especialistas do Beercast. Cervejinhas, cervejão, premium gourmet, sem álcool, preta, amarela, azul, e alien solf pale ale de hiper fermentação. É mole? Descubra também qual foi a melhor cerveja que cada um da equipe já tomou, e se o pessoal do Beercast conseguiu adivinhar o nosso teste cego com as melhores cervejas do mercado. Venha tomar uma cervejinha esperta enquanto faz aquele som no Estúdio Liverpool! A geladeira duplex lhe aguarda! Duração: 55 min | Download: baixar 40Mb Deixe seu comentário abaixo ou mande um email para contato@bobossemcorte.com Acompanhe os próximos programas e baixe os antigos: RSS Feed Assinar no iTunes Ver no Smartphone Ouvir no Stitcher | Baixar Stitcher mobile: IOS - Android - Kindle Fire Ouvir no TuneIn Radio | Baixar TuneIn Radio mobile: IOS - Android - Windows Phone - Blackberry Podcasts relacionados: BSC#61 - Coisa de Macho BSC#59 - As Baladas Nossas de Cada Dia BSC#50 - Churrasco BSC#28 - Todo Carnaval Tem Seu Fim Acesse também: Facebook Twitter Conheça o Estúdio Liverpool!
Loiras, morenas, ruivas, excêntricas e polêmicas. Além disso, será que as cantoras são boas atrizes? E aquelas super estrelas de cinema que decidem fazer carreira na música? Funcionam? Existe alguma uma regra? Quem conseguiu escapar? Quem pagou mico? É possível fazer sucesso na música e no cinema, ao mesmo tempo? Jurandir Filho (Juras), Maurício Saldanha (Mau) e Fábio Barreto (Barreto) discutiram sobre a mescla dessas duas indústrias. A questão é: como e por que elas se engajam em projetos assim? Quem está tirando espaço de quem? Qual cantora você acha que pode despontar como uma excelente atriz? Ou qual cantora que virou atriz, você acha que nunca deveria ter entrado no mundo dos cinemas? Falamos de alguns nomes e pedimos para que colaborem aqui nos comentários sobre atrizes que se aventuraram na música e cantoras que se aventuraram no cinema. Quem melhor transitou nas indústrias?
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Finalmenteeeeeeeeê, novo MONACAST “no ar”. Neste MONACAST agradecemos, primeiramente, todos que votaram na Monalisa de Pijamas no iBest. E não menos importante, recebemos um Convidado Especial: Jurandir Filho, diretor geral do Portal Cinema com Rapadura e do Rapadura Cast para o nosso bate-papo sobre Loiras e Morenas. Participaram também, além de mim – Mafalda: Eubalena, […]