POPULARITY
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, um aluno compartilhou que foi traído quatro vezes e ‘morre de medo' que isso ocorra novamente. Inclusive, em todas as vezes, ele foi trocado pelos ex-companheiros de suas namoradas.Atualmente, ele está namorando há dois anos e eles têm planos de se casar, só que ela mantém contato com o ex. Inclusive, eles já discutiram sobre o assunto. A companheira garantiu que é apenas amiga dele, mas mesmo assim ele se sente amedrontado. O aluno perguntou aos professores se deve ou não confiar nela.Noiva tem mentidoEm seguida, outro aluno, de 30 anos, contou que há dois anos está noivo, mas, há algum tempo, começou a perceber que a companheira começou a mentir sobre situações. Ele disse que tudo começou quando ela entrou na faculdade e passou a fazer novas amizades. Outra coisa que o tem chateado é que ela mente a ponto de acreditar na própria mentira. Ele pediu orientação, pois está desistindo do relacionamento.Terapia do AmorOuça depoimentos de pessoas que aprenderam a se valorizar e o que têm a dizer. Inclusive, participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Por fim, mais um aluno pediu ajuda. Ele comentou que está separado da esposa e que ela disse que não sente mais nada por ele. O aluno tem desconfiado de que ela possa estar com outra pessoa, mas deseja reconquistar o amor dela. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Os oito looks de Elizabeth Taylor, o vestido que ardeu, os ateliers mais concorridos, a moda dos casamentos em Portugal, e uma vaquinha para comprar a roupa de Isabel II.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os oito looks de Elizabeth Taylor, o vestido que ardeu, os ateliers mais concorridos, a moda dos casamentos em Portugal, e uma vaquinha para comprar a roupa de Isabel II.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os oito looks de Elizabeth Taylor, o vestido que ardeu, os ateliers mais concorridos, a moda dos casamentos em Portugal, e uma vaquinha para comprar a roupa de Isabel II.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Recentemente, me deparei com uma coluna da atriz Ingrid Guimarães no jornal "O Globo" intitulada "Se Jesus estivesse aqui". O texto, que rapidamente viralizou, tenta pintar um Cristo que se amolda perfeitamente ao paladar da nossa cultura atual: um Jesus que "pularia ondas", "tomaria vinho com espíritas" e "meditaria com budistas". À primeira vista, parece uma mensagem de amor e tolerância, mas, quando olhamos de perto, percebemos algo muito mais perigoso.O que estamos vendo aqui é a tentativa de criar um "Jesus Relativo" — um ícone que não confronta, não transforma e, principalmente, não exige arrependimento. Eu acho curioso, para não dizer trágico, quando figuras públicas que não vivem a realidade do Reino tentam ensinar à Igreja quem é o seu próprio Senhor. A Igreja estuda, segue e serve a Cristo há 2.000 anos. Não precisamos de uma releitura artística para entender o que está escrito de forma absoluta nas Escrituras.Jesus não é uma ideia positiva que você molda conforme sua conveniência. Ele é O Caminho, a Verdade e a Vida. Ele amava os pecadores? Sim, profundamente. Mas Ele os chamava à Metanoia — uma mudança radical de mente. Ele não se unia ao pecado; Ele libertava as pessoas dele. Dizer que Jesus aceitaria todas as práticas religiosas como caminhos válidos é ignorar Sua própria voz nos Evangelhos e abraçar a heresia universalista.Além disso, precisamos falar sobre esse ataque sutil à Igreja através da frase: "Amo Jesus, não o fã-clube". Entenda: a Igreja é o Corpo de Cristo. Ela é imperfeita, sim, porque é composta por nós, mas ela é a Noiva que Ele virá buscar. Não existe relacionamento com o Rei enquanto você despreza o Seu Reino e a Sua família.Neste vídeo, eu quero pontuar por que esse discurso "simpatizante" de Jesus é, na verdade, uma negação de quem Ele realmente é. É hora de pararmos de caçar opiniões em colunas de jornal e voltarmos para a Bíblia. Jesus não vai mudar para se adequar a nós; somos nós que precisamos ser transformados por Ele.Assista, reflita e compartilhe. Não podemos ficar calados enquanto tentam relativizar o Absoluto.
Leitura integral da peça Vestido de Noiva pelo Grupo de Teatro TODAVIDA
Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos filmes aos quais assistimos após o Oscar 2026, entre eles "Devoradores de Estrelas" (Project Hail Mary), da dupla Phil Lord e Christopher Miller, com Ryan Gosling e Sandra Hüller, e "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, estrelando Margot Robbie e Jacob Elordi. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós também falamos sobre a nossa participação no Golden Globes Tribute Gala e comentamos a animação "Super Mario Galaxy", o romance de horror "A Noiva!", que traz Jessie Buckley e Christian Bale vivendo um casal de monstros em fuga, os filmes brasileiros "#SalveRosa" e "Narciso", o thriller sci-fi "Matar. Vingar. Repetir." e a comédia "Quando o Céu Se Engana", estrelada por Aziz Ansari, Seth Rogen e Keanu Reeves. Confira a minutagem em que cada filme é abordado: 00:00:00 - Introdução e Golden Globes Tribute Gala 00:09:25 - Uma reflexão sobre podcasts 00:22:50 - Devoradores de Estrelas 00:39:06 - Super Mario Galaxy 00:43:36 - O Morro dos Ventos Uivantes 01:09:54 - A Noiva! 01:21:07 - #SalveRosa e Narciso 01:38:40 - Matar. Vingar. Repetir. e Quando o Céu Se Engana O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
A 80ª edição do Festival de Avignon decorre de 4 a 25 de Julho e tem, no cartaz, um enorme ponto de interrogação para destacar a importância de questionar o mundo através da arte. O tema acabou por surgir "de uma forma bastante livre", conta Tiago Rodrigues, o director do festival, que apresentou, esta quinta-feira, a programação no Théâtre du Rond-Point, em Paris. Foi aí que conversámos com o encenador e dramaturgo português sobre os nomes que preenchem uma edição em que, mais do que nunca, “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”. Tiago Rodrigues é o artista português que dirige um dos mais prestigiados festivais de teatro do mundo e que este ano cumpre a 80ª edição. Desta vez, a linha de força de Avignon está estampada no cartaz do evento: de um fundo amarelo solar sobressai um enorme ponto de interrogação. A força das dúvidas e dos questionamentos talvez seja a chave para entrar no espírito de Avignon, a cidade-teatro que abre portas para o mundo durante os dias do festival. Tiago Rodrigues assume que “o questionamento” acabou por se impor como um tema natural desta edição porque todos os espectáculos e eventos programados deixam no ar perguntas que são antídotos contra as “respostas simplistas” que “criam a violência” dos tempos que correm. O encenador e dramaturgo sublinha que juntar pessoas no mesmo espaço para fazerem perguntas através da arte “é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro”. Talvez por isso, o teatro é hoje ainda mais urgente e “claro que não está em vias de extinção”, avisa. Aos comandos do festival desde 2023 e reconduzido para um segundo mandato até 2030, Tiago Rodrigues alerta que “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”, exemplificando com o medo que o assola quando vê artistas como o libanês Ali Chahrour a viver sob bombardeamentos em Beirute. Mas vamos à programação do festival, que divulgámos esta quarta-feira depois da apresentação no espaço La FabricA, em Avignon. Um dia depois, Tiago Rodrigues foi ao Théâtre du Rond-Point, em Paris, para a conferência de imprensa do lançamento desta edição e a RFI teve a oportunidade de falar com ele. Começámos por abordar os nomes lusófonos e o director do festival apontou, desde logo, a artista brasileira Carolina Bianchi como “a grande revelação nos últimos anos no teatro mundial”, lembrando que ela foi a grande aposta de Avignon em 2023 (o primeiro ano programado por Tiago Rodrigues). A encenadora, actriz e escritora vai estrear em Avignon o terceiro capítulo da trilogia "Cadela Força", três anos depois de ali ter apresentado o primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, que ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza. Por outro lado, haverá dois dias de maratona teatral de 10 horas em que as três peças poderão ser vistas de seguida: “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. Sobre os também brasileiros Christiane Jatahy e Wagner Moura, que vão apresentar “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”, Tiago Rodrigues lembra que “Christiane Jatahy é uma artista muito amada pelo público do festival” e que, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, “neste momento, o actor brasileiro mais conhecido no mundo” e que regressa ao teatro 16 anos depois “com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor”. Nesta edição, acabam por ser poucos os artistas lusófonos, mas fica a promessa que, depois de portugueses, cabo-verdianos e brasileiros terem estado em edições anteriores, “os artistas moçambicanos, angolanos e guineenses” também merecem ter o seu palco em Avignon. Continuando o seu projecto de convidar línguas para o festival, depois do inglês, espanhol e árabe, Tiago Rodrigues justifica a escolha, este ano, da língua coreana como “uma vontade de viajar até longe”. Daí que um quarto da programação seja constituída por artistas da Coreia do Sul e uma das convidadas de honra, que inspira dois espectáculos, é a Nobel da Literatura Han Kang. De resto, mais de metade dos projectos são dominados por artistas mulheres com “propostas absolutamente extraordinárias”. Na entrevista, o director do Festival de Avignon mostrou-se, ainda, muito “preocupado com o que está a acontecer em Portugal, nomeadamente em Lisboa”, algo que descreveu como “uma espécie de cerco à liberdade de criação” e “um grande abandono da verdadeira democratização” do acesso às artes e à criação. RFI: Na apresentação da programação, o Tiago Rodrigues falou na vontade de que o festival seja uma “festa de questionamentos” e o cartaz apresenta um grande ponto de interrogação. Quais são as linhas de força que cosem as entrelinhas desta edição e até que ponto o questionamento é uma delas? Tiago Rodrigues: “O questionamento foi uma forma bastante livre de darmos um tema a este festival, de relembrarmos ao público que este festival - que faz muito trabalho sobre a sua história, sobre o seu arquivo - ao chegar à 80ª edição, queria estar muito concentrado também no presente e no futuro, perguntar o que é que vamos fazer nos próximos 80 anos de festival. Hoje, quando defendemos a importância das artes, do teatro, da dança na vida das pessoas, muitas vezes dão-nos a entender que estamos a defender qualquer coisa que está em vias de extinção ou qualquer coisa que é antiga e que estamos a tentar ainda fazer sobreviver não se sabe bem porquê, quando o que nós defendemos é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro que é a possibilidade de nos reunirmos em sociedade, pessoas juntas fisicamente no mesmo espaço para fazer perguntas juntos, mas fazer perguntas através da arte. E é isso que o festival faz há 80 edições e queríamos relembrar-nos a nós, os artistas, mas também ao público, que é isso que nós fazemos aqui. Num mundo onde estamos cheios de más respostas - poucas respostas mas más na maioria dos casos - respostas violentas, respostas simplistas, respostas pouco informadas, nós queremos colocar as boas perguntas. Perguntas às vezes complexas, perguntas também com prazer, perguntas com dúvida, perguntas que permitam o debate em vez de respostas que criam a violência. Eu acho que as artes podem ter esta função e certamente um festival onde vêm pessoas do mundo inteiro e se reúnem numa cidade que duplica a sua população no momento do festival para acolher o mundo inteiro que a visita, esse é o momento em que podemos fazer perguntas juntos.” Há três artistas brasileiros em destaque nesta edição: Carolina Bianchi, Christiane Jatahy e Wagner Moura. Comecemos por Carolina Bianchi, que foi revelada no primeiro ano de Tiago Rodrigues à frente do Festival de Avignon, em 2023. O que nos traz Carolina Bianchi? “Carolina Bianchi foi uma aposta do festival em 2023, na primeira edição que eu programei, porque acreditava que seria um grande acontecimento para o teatro europeu e mundial descobrir o trabalho de Carolina Bianchi que era um trabalho que estava muito discretamente escondido na cidade de São Paulo, que não rodava muito, que não era muito conhecido mesmo no Brasil. Tivemos a oportunidade de a desafiar a começar um projecto, uma trilogia. Ela sonhava fazer uma trilogia com três espectáculos consagrados à questão da violência e, sobretudo, a violência sobre as mulheres. O primeiro episódio é consagrado a essa violência na história da arte e na performance. O segundo no teatro e o terceiro na literatura mas como também a escrita pode ser uma forma de libertação, de emancipação. Ao ouvir essa ideia, dissemos imediatamente: ‘Vem fazer o primeiro espectáculo no Festival de Avignon'. O que aconteceu a seguir é do conhecimento geral. Carolina Bianchi, depois desse espectáculo, ganha o Leão de Prata da Bienal de Veneza, torna-se uma artista que faz todas as cenas europeias e mundiais, é revelada por esse festival. Criou o segundo capítulo entretanto, “Brotherhood”, e nós tínhamos combinado há muito que ela encerraria esta trilogia de novo em Avignon. A grande sorte que temos é que encerra com um espectáculo que será absolutamente fenomenal, “Uma Luz Cordial”, mas também conseguimos preparar, pela primeira vez, a hipótese de ver a trilogia seguida. São dez horas de teatro, uma grande aventura que tem ocupado esta artista durante quase cinco ou seis anos da sua vida e vamos poder ver não só a estreia mundial do último capítulo da trilogia, mas também, pela primeira vez, toda a trilogia seguida no Festival de Avignon, com cerca de 20 intérpretes brasileiros liderados por esta grande artista. É uma grande revelação dos últimos anos no teatro mundial.” E em relação a Christiane Jatahy, que já esteve em Avignon, e Wagner Moura, o que é que eles trazem ao festival? “Christiane Jatahy é já uma artista muito amada pelo público do festival, muito conhecida em França, uma encenadora que também é muito conhecida do público lusófono, seja no Brasil, seja em Portugal, que tem marcado as cenas europeias nos últimos anos, com as suas adaptações de repertório e desta vez, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, que decide voltar ao teatro 16 anos depois. Ele tem vivido a sua aventura cinematográfica, televisiva, neste momento é, sobretudo, talvez o actor brasileiro mais conhecido no mundo com a nomeação ao Oscar, com o Globo de Ouro que ganhou e com a Palma de Ouro em Cannes que ganhou pelo filme “O Agente Secreto”. E é muito comovente ver Wagner Moura regressar ao teatro com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor. Aqui, Christiane Jatahy e Wagner Moura escreveram juntos, inspiraram-se no “Inimigo do Povo”, de Henrik Ibsen, autor norueguês, e pegando na história do “Inimigo do Povo”, onde o protagonista acabou de anunciar que as águas de uma vila termal estão contaminadas e, portanto, ao salvar a saúde das pessoas, condenou economicamente essa cidade, ele é acusado de ser inimigo do povo. O que vemos nesta peça é que imediatamente a seguir a esta história há um julgamento e nesse julgamento há vários testemunhos, nomeadamente o do Dr. Stockmann, interpretado por Wagner Moura e escrito por Wagner Moura com Christiane Jatahy, que defende que não é inimigo do povo, pelo contrário, enquanto outros defendem que ele é inimigo do povo. Será o público a decidir o resultado deste julgamento e o espectáculo tem dois finais em função da decisão do público.” Em termos de lusofonia, não há muitos mais nomes lusófonos. Porquê? “Porque o Festival de Avignon é uma página em branco onde nós tentamos responder às mesmas questões com respostas diferentes todos os anos. Evidentemente, a língua portuguesa, nem que seja pela minha presença na direcção do festival, tem estado mais presente do que no passado na história do Festival de Avignon, com artistas portugueses, cabo-verdianos e brasileiros também. Este ano, a presença da língua portuguesa está defendida por duas grandes artistas brasileiras e no futuro voltará a estar defendida por, não sei, artistas angolanos, moçambicanos, guineenses, porque não? Portanto, a língua portuguesa tem essa riqueza de poder ter artistas, nomeadamente no teatro e na dança, que merecem ser descobertos e mostrados no Festival de Avignon. Certamente que a cena lusófona - e não só lusófona, também a cena especificamente portuguesa - continuará a ter presença no Festival de Avignon. Este ano não tem, porque nem todos os países podem estar todos os anos no festival. Há países, por exemplo, como a Coreia do Sul, que, através do convite à língua coreana como língua convidada, este ano regressa ao Festival de Avignon depois de 25 anos de ausência. Há 25 anos que não havia um artista coreano no festival. O mundo é grande, o festival também é muito grande, mas não é tão grande como o mundo. E, portanto, embora gostássemos de fazer um festival que tivesse artistas de todos os países do mundo todos os verões, esse sonho terá que ficar para mais tarde. Por agora, queremos ter todos os artistas do mundo, mas um festival de cada vez.” Até porque o Tiago Rodrigues foi reconduzido até 2030 na direcção do festival, não é? “Tenho a grande sorte de ter sido reconduzido para um segundo mandato que começará após este festival. Este é o meu último festival do primeiro mandato, mas estou já a preparar os próximos quatro festivais até 2030. Sem dúvida que até 2030 não faltarão artistas de língua portuguesa.” O que é que o incitou a convidar a língua coreana? “A vontade de viajar até longe esteve na origem deste convite à língua coreana. É a quarta língua que convidamos para o Festival de Avignon. Começámos com o inglês, depois com o espanhol, duas línguas globais, mas de origem europeia. A terceira língua foi o árabe, uma língua de origem não europeia, mas muito presente na Europa e muito presente em França, onde é a segunda língua mais falada. Portanto, estas três línguas, por serem globais e também, por uma certa proximidade, por serem línguas que nos dizem coisas quando somos público do Festival de Avignon, que é um público maioritariamente francês, e o internacional que é maioritariamente europeu, merecia ser provocado pela distância. Então, começámos a procurar as línguas asiáticas que poderia ser interessante propor e percebemos que a língua coreana, sendo uma língua que só é falada numa península, é também uma espécie de 'soft power' através do K-pop, da música popular, através do 'K-drama', as séries televisivas coreanas que são muito populares no mundo inteiro...” Da Prémio Nobel da Literatura... “Da Prémio Nobel da Literatura. Mas por trás dessa presença global, há um grande desconhecimento, por exemplo, do teatro e da dança da Coreia, portanto, fomos pesquisar. Fomos muitas vezes à Coreia do Sul, a várias cidades, descobrimos muitos artistas e compusemos aquilo que corresponde a um quarto da programação do festival, com artistas coreanos. Há muito teatro, muito teatro documentário, muita dança, muitas formas tradicionais como o pansori ou outras formas populares de circo, de música, de teatro, de dança, mas actualizadas com uma leitura contemporânea. E também a literatura porque Han Kang [Prémio Nobel da Literatura] estará no Festival de Avignon, será uma das figuras centrais do festival. Haverá uma grande leitura de partes do seu romance, dirigida por Julie Deliquet, pela actriz Isabelle Huppert e pela actriz coreana Hyeyoung Lee, que juntas lerão, em francês e em coreano, partes do romance de Han Kang em presença da própria Han Kang. Haverá espectáculos que adaptam outros romances de Han Kang. E haverá também encontros e entrevistas públicas com a Prémio Nobel e ela será uma das grandes presenças da língua convidada.” Há uma artista lusodescendente, percussionista da cena electro-pop francesa Lucie Antunes, que faz um espectáculo com Mathilde Monnier, uma presença conhecida em Avignon. São duas mulheres fortes, "guerreiras", como o nome de um dos álbuns de Lucie Antunes. Também está programada Rébecca Chaillon, que faz igualmente espectáculos muito fortes. Nesta edição, há mais mulheres a dirigirem projectos do que homens. Qual é a mensagem subjacente? “É a mensagem natural de que não é difícil fazer uma programação que eu considero de grande, grande, grande qualidade, tendo uma grande maioria de mulheres à frente dos projectos. Não queremos passar outra mensagem que aquela de dizer que deveria ser perfeitamente normal haver muitas programações em muitos festivais do mundo onde há uma maioria de mulheres, porque há enormemente artistas mulheres que fazem projectos absolutamente extraordinários. A mensagem termina aí e depois as conclusões são tiradas pelas pessoas. Foi sem esforço que chegámos a uma programação maioritariamente feminina e por pura paixão pelo trabalho proposto por estas artistas. Quando fomos fazer as contas no final, porque gostamos sempre de poder perceber até que ponto é que estamos a respeitar a nossa vontade de paridade, percebemos que estávamos muito para lá da paridade. E ainda bem que sim, porque artistas como por exemplo Lucie Antunes e Mathilde Monnier, que vão colaborar nesse espectáculo “Silence”, são grandes artistas. Uma vem pela primeira vez ao Festival de Avignon, a Lucie, e a Mathilde Monnier é a artista - depois do fundador do festival Jean Vilar - que mais vezes se apresentou no Festival de Avignon. Mas temos também toda uma geração de grandes encenadoras francesas, como Rébecca Chaillon, Jeanne Candel, Marion Siéfert, Tiphaine Raffier, que vêm marcar presença no festival e mostrar como uma boa parte da pujança, da qualidade e da diversidade do teatro francês passa pelas encenadoras.” No seu primeiro ano na direcção do Festival de Avignon, em 2023, disse-nos que quando se vem a Avignon pela primeira vez, sai-se transformado. Que utopias ainda faltam cumprir em Avignon? No mundo tão complicado em que vivemos hoje, ainda é possível sonhar? “Não só é possível, como é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia. Eu hoje, nesta apresentação, pude mencionar o choque com que vi as mensagens expressas por Ali Chahrour, um artista libanês que esteve no ano passado no festival e que está neste momento em Beirute sob bombardeamentos, e pude exprimir a minha perplexidade, o meu medo, o meu choque e, ao mesmo tempo, perante isto, é absolutamente imperativo sonhar, concretizar os sonhos e propor sonhar a outros. É por isso que nós falamos desta ideia de questões no festival. Questões podiam ser aqui um sinónimo de sonho. No Festival de Avignon eu diria que há ainda muitas coisas que eu gostaria de conseguir fazer até 2030. A batalha essencial, que é aquela que dá sentido ao facto de acompanharmos a criação artística, de defendermos a liberdade artística, de procurarmos meios para os artistas poderem trabalhar, é de conseguir completar, aperfeiçoar, prolongar a aventura do acesso democrático às artes. A democratização do acesso à criação continua a ser a enorme aventura não só em Avignon, mas no mundo inteiro e - porque estou a falar em português - preocupa-me muito o que está a acontecer em Portugal, em muitas cidades, nomeadamente em Lisboa, onde é completamente inesperado o que é uma espécie de cerco à liberdade de criação, ingerências políticas, mas também um grande abandono da verdadeira democratização. O acesso democrático às artes não é um exercício populista, uma flor que se põe na lapela nos dias de festa. É um trabalho quotidiano que deve permitir o acesso fácil à criação exigente, criação de grande qualidade feita em liberdade e à qual todas e todos devem ter acesso. Se fosse fácil, não era um serviço público. A cultura é um serviço público porque não é fácil de fazer. É preciso tempo, é preciso investimento e é preciso sonhar.”
ESTÁ VIVA! Sim, a Noiva (de Frankenstein?) está entre nós. Produzida para o monstro, inicialmente, ela conseguiu sua independência, mesmo com somente 4 minutos de tela no filme de 1935. Apesar de não ter nem falas, a Noiva conquistou o cinema de horror e teve muitas reencarnações ao longo das décadas. O RdMCast dessa semana se propõe a analisar A Noiva!, novo filme de Maggie Gyllenhaal, mas não sem antes fazer um histórico pelas várias versões femininas do monstro – e do doutor – nos filmes de Frankenstein. Prepare-se para entrar em um mundo de cabelos arrepiados, mechas brancas, ataques ao patriarcado e transferência de almas usando campos de força. Acione a alavanca e dê vida a esse debate.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:A Noiva de Frankenstein (1935)…E Frankenstein Criou a Mulher (1966)A Mulher de Frankenstein (1971)Carne Para Frankenstein (1973)A Prometida (1985)Frankenstein – Terror das Trevas (1990)Frankenstein de Mary Shelley (1994)Penny Dreadful (2014-2016)A Noiva! (2026)Citações off topic:Frankenstein (1931)O Jovem Frankenstein (1974)Todo Mundo em Pânico 2 (2001)Frankenstein (2025)A Noiva de Chucky (1998)A Noiva-Cadáver (2005)A Maldição de Frankenstein (1957)E Deus Criou a Mulher (1956)A Vingança de Frankenstein (1958)O Médico E A Irmã Monstro (1971)Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983)A Filha Perdida (2021)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #255 – A História da Maquiagem no Cinema de HorrorRdMCast #379 – As Comédias de Horror de Mel BrooksRdMCast #529 – Frankenstein de Guillermo del ToroRdMCast #481 – Especial O Médico e o MonstroRdMCast #326 – o Universo de DunaRdMCast #215 – CoringaRdMCast #477 – A SubstânciaINSIDER STORE COM ATÉ 25% OFFCupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
O Noivo está à porta, e aquele que OUVIR a Sua Voz, prontamente entrara com Ele.Nesses dias, O Espírito Santo me trouxe o encargo de compartilhar com a Noiva a prontidão para OUVIR.O Shemah, alerta a Israel: OUVE, Ó ISRAEL! O sentido é OUVIR com o coração disposto em obedecer.por Pastora Izza Vieira _Ministry Restored Women for the Nations_@pastoraizzavieira
Confira no Morning Show desta segunda-feira (23): O regime iraniano ameaça minar o Golfo Pérsico e atacar alvos estratégicos se os EUA e Israel avançarem. Com mísseis atingindo Tel Aviv e a economia global em xeque, o programa Morning Show debate: estamos à beira de um colapso energético? Entenda os riscos da "guerra do medo" e como a tensão entre Trump e os aiatolás impacta diretamente o preço dos combustíveis no Brasil. A CPMI do INSS tenta localizar a ex-noiva de Daniel Vorcaro, Martha Graeff, que vive nos EUA e não compareceu para depor sobre suposta ocultação de bens. O Morning Show debate as mensagens vazadas que ligam o empresário a encontros com o presidente Lula, ministros do STF e a cúpula do Congresso. Entenda a reviravolta no voto de Gilmar Mendes e os indícios de crimes financeiros envolvendo o Banco Master. O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se a favor da progressão de Jair Bolsonaro para a prisão domiciliar por razões humanitárias. Internado com pneumonia, o ex-presidente pode deixar o complexo da Papuda caso Alexandre de Moraes acate o parecer. A bancada do Morning Show debate a mudança de postura da PGR e os desdobramentos políticos dessa decisão. O Morning Show debate o fim do prazo para o retorno de quase três mil detentos no interior de SP após a saidinha. A bancada do Morning Show analisa casos chocantes de reincidência criminal, como o detento que assassinou o pai durante o benefício, além de discutir as recentes mudanças legislativas para extinguir a medida. Seria a saidinha um direito à ressocialização ou um atentado à segurança da população? Uma nova pesquisa para o governo de São Paulo apontou Fernando Haddad liderando a rejeição com 45%, enquanto Tarcísio de Freitas mantém o favoritismo. A bancada do Morning Show debate a estratégia do PT e a gestão do ex-prefeito, além da repercussão no momento atual da política nacional. Seria o fim da linha para o ex-ministro da Fazenda em SP? O Morning Show traz os destaques do futebol com o repórter Pedro Marques. Da nova camisa retrô da Seleção Brasileira à liderança isolada do Palmeiras no Brasileirão, a nossa bancada analisou as polêmicas da rodada. Teve empate entre o Corinthians e o Flamengo e o despertar do Vasco sob o comando de Renato Gaúcho. Confira o debate completo sobre os rumos do esporte no Brasil. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envio de agentes do ICE para aeroportos após o impasse orçamentário gerar o maior "shutdown" da história. Em meio ao caos nas filas e riscos de segurança, Elon Musk se ofereceu para pagar os salários dos funcionários federais. Confira o debate completo do Morning Show sobre a medida polêmica de Trump e a interferência do bilionário na crise estadunidense. Após apresentar um atestado médico, um vigilante em Goiás postou fotos curtindo um churrasco e acabou demitido por justa causa. A Justiça do Trabalho manteve a decisão, gerando um alerta sobre a má-fé no uso de licenças médicas. A bancada do Morning Show debate os limites da fiscalização e o "jeitinho brasileiro" no trabalho. O Morning Show desta segunda (23) trouxe os detalhes da prisão de Marcelo Frisoni, ex de Ana Maria Braga, nos Estados Unidos e a repercussão da "cirurgia íntima" do cantor Marrone. A bancada discute: por que falar sobre hemorroidas ainda é um tabu tão grande? Entenda os desdobramentos desses casos e como a internet não perdoa nada! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Mary Shelley baixando o santo, releituras histriônicas de clássicos, monstros namoráveis, a babygirlização de Christian Bale, duplas de detetives dos anos 30, monstro metendo, mafiosos, a verdadeira performance vencedora do Oscar de Jessie Buckley e o novo SCUM Manifesto pós-Barbie.Está no ar o nosso episódio sobre A Noiva!, a baguncinha de Maggie Gyllenhaal.Já está disponível nas nossas Salas de Apoiadores:apoia.se/esqueletosgaysorelo.cc/esqueletosgaysConfira o nosso site: esqueletosnoarmario.com/@esqueletosgays no Twitter e Instagram
Mário Abbade fala sobre, o filme A Noiva! que fala sobre o Dr. Euphronious um cientista que traz uma jovem assassinada de volta à vida para ser uma companheira para o monstro de Frankenstein.
Falamos do mais novo filme da atriz e cineasta Maggie Gyllenhaal, a mais velha e mais interessante dos irmãos Gyllenhaal que volta às raízes de Mary Shelley para esculpir um poderoso e divisivo manifesto feminista.::Coloque seu fone, aumente o volume e Senta que lá vem Spoiler! ::THE BRIDE!drama, comédia, terrorOnde assistir: salas de cinemaAvaliação imdB: 6/10Avaliação Metcritic: 56/100Avaliação Letterboxd: 3/5Avaliação Rotten
Em cartaz nos cinemas brasileiros, A Noiva! marca o retorno de Maggie Gyllenhaal à direção desde o elogiado A Filha Perdida (2021). Inspirado no universo criado por Mary Shelley em Frankenstein, o longa chega cercado de curiosidade e expectativa, reunindo um elenco de peso liderado por Jessie Buckley, que vive um momento especialmente forte na carreira e aparece entre os nomes mais comentados da temporada de premiações por outro filme: Hamnet.Na trama, uma mulher trazida de volta à vida tenta compreender seu lugar em um mundo que a vê como criação, ameaça e objeto de desejo. Ao mesmo tempo em que dialoga com o mito da noiva do monstro de Frankenstein, o filme propõe uma leitura contemporânea sobre identidade, autonomia e pertencimento.No elenco estão ainda nomes como Christian Bale, Annette Bening, Penélope Cruz e Peter Sarsgaard. Cercado de ambição estética e temática, A Noiva! também acabou dividindo opiniões entre crítica e público desde sua estreia. Neste episódio do podcast Papo de Cinema, o editor Victor Hugo Furtado recebe Yasmine Evaristo (crítica de cinema e votante do Globo de Ouro) e Mari Dertoni (jornalista e crítica de cinema) para falar sobre A Noiva!.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
A canção apaixonada da Noiva Que beije-me Ele com os beijos da sua boca; porque o Teu amor, é melhor do que o vinho.Pois, o Teu nome é como perfume derramado.Atrai-me e correrei após Ti.Ouço a voz do meu Amado!Ele vem saltando sobre as montanhas, pulando sobre as colinas.Ele me chama: Levanta-te, meu amor, formosa minha e VEM!Ele procura me ouvir, dizendo que a minha voz é doce.Ele declara as suas afeições por mim, e me diz que tenho arrebatado o seu coração com os meus olhares.Me cerca como a um jardim secreto e fechado, um manancial, uma fonte selada com frutos, aromas e delícias.Eu sou do meu Amado, e Seu desejo é para mim.O meu Amado é meu e eu sou dEle.Então vem meu Amado, apressarei a sua volta, o meu desejo é para Ti.Dançaremos a nossa canção, a marcha nupcial preparada para o Grande Dia.Maranata! Ora vem! Volta logo, meu Amado,YESHUA, HAMASHIA.por Pastora Izza Vieira _Ministry Restored Women for the Nations_@pastoraizzavieira
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escrito em 1818 por Mary Shelley, “Frankenstein” continua sendo inspiração para novas obras no cinema. Se no ano passado, foi a vez de Guillermo Del Toro dar vida a sua versão da história, agora é a diretora Maggie Gyllenhaal quem navega pela trama, baseado aqui em “A Noiva de Frankenstein”, clássico de 1934. O tom de “A Noiva!”, no entanto, é bem diferente. Mais do que o terror ou o sentimento de solidão, é a violência contra a mulher que permeia o filme. Neste episódio do CPop, Carlos Corrêa, Larissa Har e Victória Rodrigues comentam o filme.
A noiva apaixonada contempla os céus, permanecendo firme na fé em espera do grande encontro com seu Noivo, Maranata!
Ele vem! Essa é a certeza da noiva, que prontamente espera pelo Noivo!
Joana Marques fala-nos da noiva brasileira de Brad Pitt.
E a sua revista digital semanal do bizarro está de volta com a bancada formada por Mabê e Ju Infante!Na edição desta semana, a busca de quatro anos de uma noiva pelo penetra de seu casamento e uma briga com a Carreta Furacão!〰️
A peça “The Brotherhood”, da encenadora brasileira Carolina Bianchi, foi apresentada em Paris, no final de Novembro, no âmbito do Festival de Outono. Este é o segundo capítulo de uma trilogia teatral em torno dos feminicídios e violências sexuais e mostra como uma inquebrantável força masculina tem dominado a história da arte e do teatro, engendrando simultaneamente violência e amor quase incondicional pelos “grandes génios”. “The Brotherhood” é o segundo capítulo de uma obra sísmica, uma trilogia teatral em torno da violência contra as mulheres em que Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo mostram como o misterioso poder das alianças masculinas tem dominado a história da arte, do teatro e das próprias mulheres. Em 2023, no Festival de Avignon, a encenadora, actriz e escritora brasileira quebrou fronteiras e despertou o teatro europeu para a sua obra com o primeiro capítulo da trilogia “Cadela Força”, intitulado “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”. Nessa peça, arrastava o público para o inferno dos feminicídios e violações, a partir da sua própria história, e ingeria a droga da violação, ficando inconsciente durante grande parte do espectáculo. Agora, em “The Brotherhood”, Carolina Bianchi volta a trazer consigo as 500 páginas da sua tese e expõe incontáveis histórias de violência contra as mulheres, glorificadas por Shakespeare, Tchekhov e também tantos dramaturgos e encenadores contemporâneos. Ao mesmo tempo que questiona toda a complexidade que gera a deificação dos “génios” masculinos na história da arte e no teatro, Carolina Bianchi demonstra, com brilhantes laivos de ironia, que os deuses têm pés de barro e que as musas têm uma espada numa mão, mas também uma mão atrás das costas porque - como ela - têm um amor incondicional pelos “mestres”. Este segundo capítulo volta a abrir com uma citação de “A Divina Comédia” de Dante, situando-nos no purgatório e antecipando o inferno. Talvez por isso, uma das primeiras questões colocadas pela actriz-escritora-encenadora é “o que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro?”, a essa “morte em vida que é um estupro”? O teatro de Carolina Bianchi ajuda a pensar o impensável ao nomear a violência e ao apontar todos os paradoxos intrínsecos ao teatro e à arte: afinal, não é o próprio teatro quem perpetua a “brotherhood”, esse tal sistema que se autoalimenta de impunidade e violência, mas que também se mantém porque “somos todos brotherhood”? Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, a principal inspiração de Carolina Bianchi era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada. Em “The Brotherhood”, é a poetisa Sarah Kane quem mais a inspira pelo seu amor à poesia e à própria violência. Quase como uma fatalidade, Carolina recorda que Sarah Kane dizia que “não há amor sem violência”. Uma violência que atravessa toda a peça, como um tornado, porque “a violência é uma questão infinita para mim” - explica a encenadora à RFI. Resta saber quanto tempo as placas tectónicas da “brotherhood” no teatro vão conseguir resistir ao tornado Carolina Bianchi. “The Brotherhood” foi apresentado no Festival de Outono de Paris, de 19 a 28 de Novembro, na Grande Halle de La Villette, onde conversámos com a artista. “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?” RFI: O que é “The Brotherhood” e porque é que lhe consagrou a segunda parte da trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora de “The Brotherhood”: “‘Brotherhood' vem de uma expressão da Rita Segato, que é uma antropóloga argentina, que quando eu estava estudando para o primeiro capítulo ‘A Noiva e o Boa Noite Cinderela', eu cheguei a essa nomenclatura. Ela diz ‘brotherhood' para essa essa fraternidade entre homens, em que o estupro é parte de uma linguagem, de uma língua falada entre esses pares. Então, ela coloca o estupro como algo que é uma questão da linguagem com que essa fraternidade conversa, é uma consequência dessa conversa e isso para mim foi muito interessante de pensar porque tem esses aspectos dessa protecção. Fazer parte dessa fraternidade tem coisas maravilhosas e tem coisas terríveis e também acho que o espectáculo revela isso. Essa fraternidade é extremamente nociva, extremamente daninha para os membros dessa fraternidade também, para aqueles que são excluídos da fraternidade, e para aqueles que também fazem parte ela pode ser muito cruel. Acho que a peça busca trazer essa complexidade, é uma situação complexa de como olhar para esse amor que nós temos por essas grandes figuras da arte que se manifestam nesses homens que foram importantes, que são influenciadores, por exemplo, do teatro e em toda parte. O que é que atribui essa fascinação, esse poder e a complexidade que isso tem, as coisas terríveis que isso traz. Acho que é um grande embate com todas as coisas e eu não estou excluída desse embate, dessa contradição. O amor que eu sinto por esses grandes génios também é colocado ali numa posição bastante complexa e vulnerável.” O que faz desse amor que tem pelos “grandes génios”? Como é que, enquanto artista mulher, o mostra e, ao mesmo tempo, o denuncia? Diz que a peça “não é uma denúncia”, mas o que é que se faz com todo esse amor? “Eu acho que essa é uma das grandes perguntas da peça. O que é que a gente faz com todo esse amor? Eu não sei porque continuo habitando esse ponto de sombra, de contradição que é um ponto que me interessa habitar dentro da arte, dentro do teatro. Para mim, é mais sobre essa grande pergunta. Eu não tenho essa resposta. Eu não sei o que a gente faz com esse amor, mas eu acho que poder nomear que esse amor existe e que ele é complexo e que é difícil e que tem consequências e coisas que são dolorosas a partir desse amor foi uma coisa importante para mim. Como eu digo em cena, não é uma peça de denúncia, não é esse o lugar da peça, mas levantar essas questões e olhar do que é feita também essa história da arte. A trilogia toda traz muito essa pergunta: como a arte tem representado ou tem sido um espelho de coisas que, de facto, acontecem na sociedade e mesmo a arte, com toda a sua história de vanguarda e com toda a sua liberdade de certos paradigmas, ela consegue também ainda se manter num lugar de prosseguir com certos tipos de violência.” Em 2023, quando falámos do primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, disse que era “uma antecâmara do inferno, já com um pé no inferno”. Agora abre novamente com uma citação da Divina Comédia. Continuamos no inferno ou estamos antes no purgatório? “Sim. Nesta peça já estamos num purgatório, é acordar no purgatório. Tem uma frase da peça que é: “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?”. Acho que essa frase resume um pouco essa busca de um posicionamento. Eu descreveria a peça como uma grande crise de identidade. Ela parte de uma crise de identidade, como uma jornada nesse purgatório, seguindo um mestre – como Dante segue Virgílio nesse purgatório. O mestre aqui seria um grande encenador de teatro, um grande artista, esses reconhecidos génios como a gente se refere. Acho que seria isso, seria uma jornada dessa tentativa de se situar num contexto do teatro. O teatro não é só um assunto da peça, o teatro é uma forma, é a linguagem como esta peça opera a sua discussão, a sua conversa.” Ao mesmo tempo que o teatro consegue pôr em palavras o que a Carolina descreve como a “fenda” que é a violação, o teatro também perpetua esse sistema de “brotherhood”, o qual alimenta a impunidade e a violência. Por que é que o teatro contribui para a continuação desse sistema e como é que se pode travá-lo? “Aí tem uma pergunta que eu não tenho resposta mesmo e que acho que nem existe: travar uma coisa dessas. Eu acho que sou pessimista demais para conseguir dizer que isso vai acabar. O facto de estar tão imersa nos estudos dessa trilogia vai mostrando que isso, para mim, está longe de terminar. Acho que a gente tem vivido transformações bastante importantes, contundentes, em termos de mudanças mesmo, mas acho que talvez a maior mudança que a gente tem aprendido, falando numa questão de corpos que não estão dentro dessa masculinidade que tem o poder, eu acho que é a questão da autodefesa que a escritora Elsa Dorlin aponta muito bem. Então, acho que uma das estratégias de autodefesa também é conseguir falar sobre certas coisas, é conseguir articular, talvez através da escrita, talvez através desta arte que é o teatro, nomear mesmo certas coisas, trazer esse problema para um lugar de debate. Para mim, a questão das respostas é impossível, é impossível, é impossível. Eu acho que o teatro tem essa história como parte de uma questão da própria sociedade. O teatro começa com esse actor que se destaca do coro, a gente tem a tragédia, a gente tem essa perpetuação dessa jornada heroica, os grandes encenadores, os grandes dramaturgos que eram parceiros dos grandes génios. A gente tem uma história que é feita muito por esses grandes mestres.” Mas, se calhar, as placas tectónicas do teatro podem começar a mudar, nomeadamente com o que a Carolina faz… Um dos intérpretes diz “Somos todos Brotherhood”. A peça e, por exemplo, a parte da entrevista que faz ao encenador “génio” não é a demonstração de que, afinal, não somos todos “brotherhood”? “Aí é que está. Eu acho que não. Eu acho que tem uma coisa que é menos purista nesse sentido do bem e do mal, do lado certo, do lado errado. Eu acho que é justamente isso. Tudo aqui neste trabalho está habitando esse lugar de complexidade, esse lugar de que as coisas são difíceis, é esse pathos que está manchado nesta peça. Então, a questão sobre o reconhecimento, sobre a empatia e também sobre a total distância de certas coisas, ela fica oscilando. Eu acho que a peça traz essa negociação para o público. A gente habita todos esses lugares de contradições. Eu acho que quando aparece esse texto, no final da peça, “tudo é brotherhood”, também se está dizendo muito de onde a sociedade tem as suas bases fincadas e como apenas o facto de ser mulher não me exclui de estar, às vezes, compactuando com esse sistema.” É por isso que se apropria dessa linguagem da “brotherhood”, por exemplo, na forma como conclui a entrevista do encenador “génio”? “Para mim, fazer uma peça sobre a ‘brotherhood', sobretudo usando o teatro como a linguagem principal, tinha a ver também com abrir um espaço para que essa ‘brotherhood' pudesse falar dentro da peça, pudesse se infiltrar dentro da peça e governar a peça. Por isso, essa coisa de uma outra voz que narra a história. Então, para mim, a peça precisava trazer essa ‘brotherhood' como guia, de facto, e não eu tentando lutar contra isso, porque senão acho que isso também revelaria pouco dessa complexidade, desse movimento que a ‘brotherhood' traz. É uma força e uma linguagem e eu precisava falar essa língua, ou melhor, tentar falar essa língua dentro da peça. Acho que isso também revela muito da complexidade minha que aparece ali, não como uma heroína que está lutando contra alguma coisa, mas alguém que está percebendo algumas coisas, mas também se está percebendo a si própria no meio dessa confusão.” Leva para palco essa complexidade, essa confusão. Admite ter sido vítima dessa violência, mas continua atraída por ela e dá a ideia que a violência engendra a violência. Porquê insistir nessa violência que alguém chama de “tornado” dentro da peça? “Porque não tenho outra opção neste momento. Acho que tem uma coisa de uma obsessão com o mal, que combina talvez uma questão para mim de temer muito esse mal, de já ter, em algumas vezes na minha vida, sentido essa força, essa presença, esse mal. Acho que esse mal é algo que temo e, por isso, também me obceca muito. É a linguagem com a qual agora eu consigo articular parte da minha expressão, parte da minha escrita, parte da minha presença. Acho que essa questão da violência é uma questão infinita para mim. Tem uma frase do ‘Boa Noite Cinderela' que é:‘Depois que você encontra a violência, que você sofre uma violência, enfim, você fica obcecada por isso”. Tem uma frase também na própria ‘Brotherhood', quando os meninos estão lendo uns trechos das 500 páginas que me acompanham ali em cena sobre a pesquisa da trilogia, e eles dizem: ‘Bom, então ela escreve: eu não superei o meu encontro com a violência. Eu sou a sua filha'. É impossível. Você fica obcecada.” A Carolina diz, em palco, que já não pode com a palavra violação, com a palavra estupro, que já não pode falar isso… Não pode, mas não consegue parar. É mais uma contradição? “Completamente. Mas isso é muito o jeito que eu opero, é nessa contradição e, ao mesmo tempo, dizendo que se a palavra agora não está carregando essa violência dessa forma, se eu não posso dizer a palavra estupro porque eu estou cansada de me ouvir dizer isso, vem a poesia com a sua forma. E aí a forma do poema é violenta e é isso que eu também estou debatendo ali. Então, é mudar uma forma de escrita e ir para um outro lugar onde essa violência apareça de outras maneiras.” Mas que apareça na mesma? “Não sei porque, para mim, por exemplo, a violência poética é uma outra forma de violência. Se a gente for pensar em termos de linguagem, a forma de um poema tem uma outra maneira de as coisas aparecerem, de a gente descrever as coisas, delas existirem, delas saírem, que é diferente de quando você está trazendo, por exemplo, um material documental para o seu trabalho. São maneiras diferentes de expressar certas coisas. Eu acho que é isso que eu estou debatendo ali no final da peça.” Aí diz que “o melhor caminho para a poesia é o teatro”, citando T.S. Eliot. Porém, também diz que o amor que você precisa não é o teatro que lho pode dar, nem a vida. Gostaria que me falasse sobre o terceiro capítulo da trilogia. Há esperança no terceiro capítulo? “O terceiro capítulo vai falar sobre poesia e escrita que, para mim, são coisas que estão muito perto do meu coração e isso já está apontado no final de ‘Brotherhood'. Sobre a esperança, eu não sei. Eu não sei porque o terceiro capítulo tão pouco vem para concluir qualquer coisa. Vem para ter a sua existência ali. Não sei se, na trilogia, se pode esperar um “grand final”, entende? Acho que a questão da esperança para mim, não sei nem se ela é uma questão aqui. Eu acho que é mais entender o que o teatro pode fazer? O que é que essas linguagens artísticas podem fazer? E, às vezes, elas não fazem muito e outras vezes elas fazem pequenas coisas que também já parecem grandes coisas.” Em si, o que fez? Há uma mudança? “Completamente, Completamente. Acho que a cada espectáculo dessa trilogia é uma mudança enorme porque você fica ali mergulhada em todas essas questões durante muito tempo e vendo a transformação dessas questões dentro da própria peça à medida que a vai repetindo. Porque demanda um tempo para você olhar para aquilo que você fez e ver o que essa coisa faz nas outras pessoas porque você, como directora, pode pensar ‘Ok, eu quero que a peça tenha essas estratégias de comunicação com o público, mas você não sabe, você não tem como saber o que aquilo vai fazer nas pessoas, que sinapses ou que desejos ou que repulsa ou que sensações aquilo vai trazer nas pessoas. Isso, para mim, é um momento interessante do teatro, bonito, essa espécie de ritual em que estamos todos ali, convivendo durante esse tempo, em muitos tempos diferentes - o teatro tem isso, o tempo da plateia, o tempo do palco, são tempos completamente diferentes - e vendo o que acontece.” Uma das questões principais da peça, que anuncia no início, é “o que é que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro? Essa morte em vida que é um estupro?”. Até que ponto o teatro é, para si, a resposta? “Eu acho que o teatro é uma maneira de se formular a pergunta. Quando a gente vê na peça a pergunta colocada, transmitida por uma pessoa que sou eu, para eu chegar até essa pergunta é muito tempo e é muita elaboração a partir do pensamento do teatro. Então, acho que o teatro me ajuda a conseguir elaborar esses enunciados, essas perguntas, esses enigmas. Eu vejo o teatro como o lugar do enigma, onde o enigma pode existir, onde há coisas que não têm respostas, onde essa complexidade pode existir e pode existir na forma de enigma, de uma forma que não apresenta a solução. Então, acho que o teatro me ajuda a formular as perguntas e isso, para mim, é uma coisa que é muito bonita do teatro, é um lugar de uma honestidade muito profunda, como fazer para se chegar nas perguntas. O teatro é, para mim, o lugar dessa formulação, esse laboratório de formulação dessas perguntas, essas grandes perguntas.” Outra grande pergunta que se ouve na peça é: “Se a brotherhood no teatro desaparece, o teatro que amamos morre com ela? Estamos preparados para ficar sem esse teatro?” A Carolina não está a abrir uma porta para que esse teatro venha a existir? “Não sei se estou abrindo essa porta, mas ao formular essas perguntas, elas também ficam ali, nesse espaço, e agora elas habitam todas essas pessoas que estiveram aqui nestes dias assistindo a este espectáculo. Isso o teatro faz, esse compactuar, essas perguntas, tornar essas perguntas um processo colectivo. Agora essas perguntas deixam de ser perguntas que me assombram e passam a ser perguntas que talvez assombrem algumas pessoas que estiveram aqui. Isso é muito interessante. Mais do que acreditar que você está operando uma grande transformação, eu gosto de pensar num outro ponto, acho que só o facto de abrir essa pergunta, de fazê-la existir agora, colectivamente, isso é um trabalho, esse é o trabalho. Para onde ela vai a partir daqui, nem sei determinar, é um ponto bem nevrálgico do teatro, deixar as coisas ficarem com as pessoas. Eu busco muito esse lugar de não infantilizar o público, de deixar o público ficar com essas perguntas, de deixar o público ficar confuso, perdido. Acho que a gente às vezes ganha muito com isso, ganha muito com a confusão, quando ela é colocada. A gente pode permanecer com o trabalho mais tempo na gente quando ele consegue apontar esses enigmas, quando ele consegue manifestar as coisas de um jeito que a gente precisa pensar, que a gente precisa se debruçar. Nem tudo precisa de estar num tempo de uma velocidade lancinante, onde todas as questões são colocadas e imediatamente resolvidas, até porque essas resoluções, não sei se elas vão ser, de facto, resoluções.”
Publicado pela primeira vez em 1818 pela jovem Mary Shelley, Frankenstein se tornou uma das maiores obras-primas da literatura de horror e ficção científica. Nesse tempo, a história do cientista inconsequente que ousa desafiar a morte foi transportada inúmeras vezes para o cinema. Em 2025, após muita espera, foi a vez do cineasta Guillermo del Toro apresentar sua versão deste clássico, acompanhado por nomes badalados como Oscar Isaac, Jacob Elordi e Mia Goth. No RdMCast dessa semana, nossa bancada viaja até o laboratório de Victor Frankenstein para conversar sobre essa aguardada adaptação. Entre daddy e mommy issues, análises psicanalíticas, um monstro bonzinho e um cientista insuportável, venha com a gente enquanto dissecamos o novo filme, damos nosso veredito final sobre a criação de del Toro e gritamos aos quatro ventos: está vivo!O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Frankenstein (2025)Citações off topic:Frankenstein (livro, 1818)Pinóquio (2022)A Noiva de Frankenstein (1935)Frankenstein (1931)Frankenstein de Mary Shelley (1994)Frankenstein, o Monstro das Trevas (1990)O Irlandês (2019)Bonequinha de Luxo (1961)Mulheres Extraordinárias: As Criadoras e a Criatura (livro, 2020)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #338 – Os Monstros de Guillermo Del ToroRdMCast #474 – Especial Hellboy: as muitas faces do menino demônioCabana Rdm #22 – Pinóquio, um filme de Guillermo del ToroRdMCast #526 – Especial Scream Queens: Mia GothRdMCast #486 – Nosferatu: o vampiro com tesãoRdMCast #371 – Os Monstros da Universal: Uma Breve HistóriaRdMCast #456 – Especial Roger Corman: o mestre dos filmes BRdMCast #528 – Telefone Preto: sequestros, visões e o mundo dos mortosRdMCast #439 – Pobres Criaturas e o mundo bizarro de Yorgos LanthimosOuça o podcast Caça às bruxasSpotify: Caça às bruxas – uma história de terror realSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmUse o cupom RDM10 pra ganhar 10% de desconto em qualquer produto!PODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
A CONSTÂNCIA DE CRISTO E A MATURIDADE DA NOIVA - Fernando Mello
Em comemoração aos 20 anos de lançamento, o filme de Tim Burton vai ser exibido em versão remasterizada nos cinemas de todo o Brasil, a partir de 30 de outubro. A obra de stop motion é referência no mundo do audiovisual, pela estética, pelas técnicas e pelas críticas ao patriarcado.Reportagem: Maria Clara NadaiEdição: Thiago Kropf
28,5 milhões dizem viver em área dominada por facções e milícias, diz Datafolha. Operação mira suspeitos de divulgarem vídeo de noiva com padre em MT. VÍDEO: 'Serial killer' presa diz que também matou cães; polícia de SP apura se ela envenenou 14 animais. Invasão secreta da CIA, sobrevoo de bombardeiros: os sinais de que Trump está disposto a derrubar Maduro na Venezuela. Gracyanne Barbosa é assaltada na Barra Olímpica e tem carro levado por bandidos.
Fotos de um casamento entre uma mulher e dois homens na Índia viralizaram na internet, gerando um debate acalorado sobre consentimento, escolhas pessoais e direitos das mulheres.
Fotos de um casamento entre uma mulher e dois homens na Índia viralizaram na internet, gerando um debate acalorado sobre consentimento, escolhas pessoais e direitos das mulheres.
Mais um mês de outubro chegou e o RdM decidiu fazer um halloween comemorativo às nossas rainhas do grito! Ao total, quatro Scream Queens serão homenageadas pela nossa bancada. Para o episódio de abertura, escolhemos a rainha do horror de baixo orçamento, ela, que já enfrentou robôs assassinos, policiais do futuro, vampiros, cientistas malucos, zumbis e até mesmo brinquedos assassinos, a lenda, Barbara Crampton. Com uma carreira repleta de trabalhos e ainda em plena atividade, Crampton é conehcida por incentivar novos talentos e lutar, dentro da indústria, por melhores condições de trabalho às mulheres e por uma representação feminina decente no horror. Se proteja dos cadáveres reanimados e tenha prudência com práticas BDSM de outra dimensão, de castelos vitorianos até o espaço, Barbara Crampton é a Scream Queen que abre nosso halloween de 2025.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Início da Carreira:Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos (1985)Robôs Assassinos/Chopping Mall (1986)Do Além (1986)Full Moon Pictures:Pulse Punders (1988)O Mestre dos Brinquedos (1989)O Tira do Futuro (1991)A Guerra dos Robôs (1993)Herança Maldita/Castle Freak (1995) Piratas do Espaço (1996) The Neighbor's Wife (2001) The Sisterhood (2004)Trabalhos Recentes:Você é o Próximo (2011)As Senhoras de Salém Os Últimos Sobreviventes (2014)Ainda Estamos Aqui (2015)Tales of Halloween (2015) Road Games (2015) Sun Choke (2016) Irmã (2016)Replace – Maldição de Pele (2017) Puppet Master: The Littlest Reich (2018)Renascida das Trevas (2018)O Sacrifício (2020)A Anfitriã (2021)A Monstra: Sede de Sangue/Jakob's Wife (2021)A Última Parada do Arizona (2023)Suitable Flesh (2023)Every Heavy Thing (2025)Ciclo de curtas: The Evil Clergyman (2012)The Cartridge Family (2013)Paisley (2013)Citações off topic:A Noiva do Re-Animator (1990)Re-Animator – Fase Terminal (2003)In Search of Darkness: A Journey Into Iconic '80s Horror (2019)O Exterminador do Futuro (1984)Armadilha para Turistas (1979)Waterworld: O Segredo das Águas (1995)O Quinteto (1994 – 2000)A Volta do Mestre dos Brinquedos (1991)Os Pássaros Feridos (1983)O Sono da Morte (2016)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #512 – Embate famílias disfuncionais: Você é o Próximo X Casamento SangrentoRdMCast #299 – Embate Vampiros: A Hora do Espanto X Os Garotos Perdidos(prévia) Cabana RdM #48 – Horror no Shopping(teaser) Cabana RdM #66 – Armadilha para TuristasRdMCast #331 – Especial Evil DeadRdMCast #430 – Especial Resident EvilRdMCast #519 – A Vida de Chuck e a carreira de Mike FlanaganINSIDER STORE COM ATÉ 35% OFF:Cupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
É quarta-feira, mas o que isso significa? Podcast com os caras do Vogalizando, onde a gente traz histórias, curiosidades, informações e bastidores do canal. Não perde esse que tá maneiro!
Mais uma quarta com os caras do Vogalizando! Pra você que precisa da dose semanal de notícias, novidades dos bastidores, informações e tudo que envolve o canal.Se quiser participar das próximas edições do podcast é só enviar um email pra podcastdovogalizando@gmail.com
No episódio de hoje discutimos sobre uma lenda do século XIX conhecida como O fantasma de Greenbrier. Elva Zona Heaster era uma mulher encantadora que teve uma morte precoce aparentemente acidental. Mas o que ninguém esperava era que o fantasma dela ia ressurgir e contar a história verdadeira.CASO BIZARRO AO VIVO NO TEATRO EM SPingressos dia 7/8 https://www.sympla.com.br/evento/caso-bizarro-ao-vivo-em-sao-paulo/3033323ingressos dia 8/8 https://www.sympla.com.br/evento/caso-bizarro-ao-vivo-em-sao-paulo---dia-2/3033332〰️Obras citadas:
Fala galera! Se vocês curtem o Podcast, comentem para gerar engajamento, dessa forma vocês contribuem muito pro crescimento do Receios Obscuros! Bom episódio a todos
Este é só um trecho da aula completa da música "Everlasting Love", da banda U2, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
Um marco na história do teatro brasileiro chega a Nova York em uma versão inédita. O clássico “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, terá três apresentações no Playhouse 46, entre os dias 16 e 18 de maio, com um elenco formado por artistas brasileiros e estrangeiros. A montagem celebra a diversidade da cena artística da cidade e leva ao público americano um texto revolucionário da dramaturgia latino-americana. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova YorkA iniciativa é resultado de uma colaboração entre artistas e a produtora Are We In Love?, com o objetivo de apresentar a obra ao público internacional. O ator e produtor Daniel Mazzarolo conta que a ideia surgiu do desejo de deixar uma marca na cidade: “A gente começou a conversar sobre essa vontade de deixar uma marca em Nova York, digamos assim.”Escrita em 1943, “Vestido de Noiva” é considerada a peça que revolucionou o teatro moderno no Brasil. Com estrutura não linear, a trama acompanha Alaíde, uma jovem no leito de morte, navegando entre lembranças, delírios e realidade. A peça explora temas universais como repressão, culpa, moralidade e loucura, rompendo padrões e revelando os conflitos mais profundos da psique e da sociedade.A direção é assinada por Julia Burnier, que descreve o processo como uma jornada intensa. Segundo ela, o projeto começou em janeiro, quando se reuniu com Daniel e com a atriz Ana Moioli. “Foi uma loucura. Eu queria muito dirigir uma peça aqui em Nova York. Já dirigi muito em São Paulo e vim pra cá estudar atuação. Quando começamos a pensar em qual autor trazer, escolhemos Nelson Rodrigues de cara. O público americano não conhece nada de dramaturgia brasileira, então resolvemos trazer o nosso Rodrigues. E ‘Vestido de Noiva' é a minha peça favorita.”Julia destaca ainda que foi um trabalho totalmente independente, um verdadeiro passion project. “Você precisa de muita garra para produzir desse jeito, mas conseguimos reunir uma comunidade brasileira incrível, com artistas de várias nacionalidades — americanos, australianos — algo muito característico de Nova York.”A produção conta também com Catarina Aranha e Beatriz Silva, além de um elenco formado por Ana Moioli, Daniel Mazzarolo, Debora Balardini e Ma Troggian. Catarina, que também assina o figurino, diz ter se apaixonado pela peça ao conhecê-la por meio de Julia: “Ela me trouxe esse projeto lá por fevereiro, março. Nunca tinha lido essa peça, mas fiquei alucinada. Já tinha feito um filme do Nelson Rodrigues e amo a obra dele.”Daniel explica que, como não houve tempo hábil para aplicar a editais e buscar grants (subvenções), a equipe apostou em parcerias com empresas brasileiras sediadas em Nova York e em outras partes dos Estados Unidos para viabilizar o projeto. “Foi a forma mais rápida de conseguir o dinheiro.”No figurino, Catarina precisou adaptar os desejos criativos às limitações orçamentárias. “Tinha que ser algo possível de concretizar. Conforme a verba foi aparecendo, a gente foi criando. Foi um mergulho muito grande.”A peça e o idioma“Vestido de Noiva” será apresentado com legendas em inglês, mas adaptar o texto de Rodrigues para uma plateia estrangeira exigiu cuidados. Daniel reconhece que há uma complexidade no estilo do autor: “Tem muita coisa que a gente resolve na atuação. O texto traz uma carga melodramática, mas é uma sofisticação da cultura brasileira. Isso, pra mim, é uma grande qualidade.”Ana Moioli, que interpreta Alaíde, concorda. Para ela, o texto permite uma grande liberdade criativa, ainda que exija sensibilidade na interpretação: “O texto é muito aberto, e esse é um dos maiores valores do Nelson como dramaturgo. Ele nos dá espaço para criar, mesmo sendo fiel ao que está escrito.”Uma peça, três planosSegundo Daniel, a escolha por “Vestido de Noiva” também se deu por seu caráter disruptivo. “Dentro da obra do Nelson, essa peça é icônica. Não tem começo, meio e fim de forma tradicional. Ela viaja no tempo e entre três planos: o da realidade, o da memória e o da alucinação, todos sob a perspectiva da protagonista.”Outro contexto culturalMontar "Vestido de Noiva" em Nova York é, por si só, um feito ousado. Nelson Rodrigues, mestre em desvelar as contradições da sociedade brasileira, construiu uma obra que exige entrega total de quem está em cena. A peça, que se desenrola em três planos — realidade, memória e alucinação — é como um quebra-cabeça emocional que o público monta a partir das pistas deixadas pelos personagens. Para Fabiana, que vive na cidade há mais de oito anos, o desafio ganhou uma camada extra: o idioma.“Eu sou muito self-conscious com o meu inglês. Sempre fui”, conta ela, com franqueza e humor. “Eu brinco que... não é que vai ter um sotaque, eu sou um sotaque. Eu não consigo nem espirrar sem as pessoas me perguntarem de onde eu sou.”O enfrentamento dessa barreira linguística ganha ainda mais peso quando se trata de dar voz a Nelson Rodrigues em outra língua — e em outro continente. A tradução, nesse caso, não é apenas do português para o inglês, mas de uma linguagem carregada de brasilidade, subtexto e crítica social para um novo contexto cultural. É quase como traduzir um sotaque da alma.Fabiana conhece bem essa tensão. No Brasil, o sotaque baiano também foi motivo de insegurança. “Lá eu achava que tinha que mudar a maneira de falar para ser aceita. Hoje, não. Como diz na Bahia, eu só quero fazer o que é meu.” Essa aceitação ecoa com força em sua atuação, num momento em que ela não só representa um texto clássico, mas também sua própria identidade no palco."Vestido de Noiva" estará em cartaz por apenas um final de semana no Playhouse46, em Nova York, mas promete ser um pequeno passo dentro de uma promissora trajetória desse grupo de ativadores do teatro brasileiro fora do país. Uma rara e potente oportunidade de ver Nelson Rodrigues traduzido — não só no idioma, mas também pela coragem de quem, como Fabiana, transforma a própria trajetória em cena.
Teve muito papelão nesta rodada da Premier League, quem passou mais vergonha? 3 mins Arsenal: As críticas 19 mins Torcida do Liverpool x Alexander Arnold 20 mins Briga pelo top 5 30 mins Manchester City: Papelão de Rúben Dias 38 mins Nottingham Forest: Vergonha do Marinakis 47 mins Final Europa League Tottenham x Man United Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Neste episódio que desce voadora com sandália de palha, o The Dark One Podtrash invade o cinema kung fu dos anos 70 com Broken Oath, o filme chinês de 1977 que fez Quentin Tarantino olhar e dizer: “Vou copiar TUDO e ainda vou ganhar prêmio!” Com a maravilhosa Angela Mao, a verdadeira Noiva da porrada, […]
Fala galera, tudo certo? Mais um episódio na semana pra vocês, aproveitem! Deixem um comentário se puderem!
O post A bela noiva apareceu primeiro em Rede Novo Tempo de Comunicação.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Por Ákilla Nascimento. | Apocalipse 21.1-14 | https://bbcst.net/G9053
Por Ákilla Nascimento. | Apocalipse 21.1-14 | https://bbcst.net/G9053
No programa dessa segunda iremos ler e debater junto do magnânimo Joey Ponzi sobre os casos mais bizarros e escabrosos enviados pela nossa audiência. O convidado também conta um caso real seu, exclusivo para o Bunker X! As histórias de hoje são: O ESTRANHO TERROR NOTURNO O LOBISOMEM E O JACARÉ DOURADO A SONDA DE SABÃO O PERSONAL E.T. ou stalker de outro mundo? ___________ Seja membro no YouTube e ganhe benefícios!
As 29 regras para o casamento mais aborrecido de todos os tempos.
Pra. Zaly Pretti fala sobre a noiva e o Cordeiro. Ouça esta pregação da Pra. Zaly Pretti na IPR Church no culto de Domingo.