Podcasts about Bora

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Latest podcast episodes about Bora

Habari za UN
UNICEF nchini Zambia watoa mafunzo ya kupika vyakula bora vyenye lishe kwa ajili ya watoto

Habari za UN

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:21


Nchini Zambia, mafunzo ya mapishi yanayotolewa na Shirika la Umoja wa Mataifa linalohusika na masuala ya watoto, UNICEF, kwa wanawake yamefanikiwa kubadilisha namna familia zinavyowalisha watoto wao, kwa kutumia vyakula ambavyo tayari vinapatikana katika mazingira yao. Taarifa zaidi na Leah Mushi.

Bola Ao Ar
Adeus, obrigado e até já.

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 6:47


Neste episódio, o João Dinis, o Lucas Niven e o Ricardo Brito Reis dizem "adeus" ao Bola ao Ar e "até já" a todos os que os seguiram ao longo destes 478 episódios.Tudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Bola Ao Ar
Kawhi, Giannis e o futuro do Bola ao Ar

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 41:31


Neste episódio, o João Dinis, o Lucas Niven e o Ricardo Brito Reis:falam sobre os jogões de Kawhi e Scottie Barnesa polémica em torno de Giannisdão a notícia mais importante da história do Bola ao Are muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Toca Do Dragão
TDD EP#245 | HO! HO! HO! É Natal, pega no meu... Podcast! (VOL.6)

Toca Do Dragão

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 111:34


#tocadodragao #2025 #podcast #Natal #MerryChristmas #Xmas #FelizNatal #Navidad #FelizNavidadEpisódio de hoje: HO! HO! HO! Mais um ano de alegria, mais um especial de Natal do Toca! Que maravilha! Vamos comemorar! BORA!ENTRE NA COMUNIDADE DO TOCA! ⁠⁠https://cesber.wixsite.com/tocadodragao⁠⁠REDES SOCIAIS E MUITO MAIS!https://beacons.ai/tocadodragaoFAÇA SUA DOAÇÃO #APOIE a TOCA a partir de R$ 5,00/ mês - Estamos no Apoia.sehttps://apoia.se/atocadodragaoDOADORES DE DEZEMBRO/2025 PAULO DEROS ELVE, THIAGO KAWABATA, BRUNO BRAZ, RODRIGO SILVA, MARCIA REGINA BERNARDES, MASON YEON, RYAN MOREIRA, PAULA GESTAL, GABRIEL SCHADE, LEONARDO DE PAULA, LELE DANTAS, JORGE CANELAS, OMAR, VICTOR FERNANDES, RAPHAEL BRUNO, DIEGO RIBEIRO, RICHARD COCIELLO, VLADMIR, JOÃO PANDA, WESLEY SOUZA, CEZAR AUGUSTO, ANTHONY MARTINS, ANDRIA SEDREZ, WELLINGTON VASCONCELLOSAgradecemos aos Inscritos do Podcast que fizeram suas doações pelo PICPAY nosso e-mail: tocadodragaopodcast@gmail.comGRUPO DO TELEGRAM https://t.me/+fn75BRye8sY2NDExGRUPO DO WHATSAPPhttps://chat.whatsapp.com/KUtDsVnnv7w6hcseloXqCQCASTERS NESSE EPISÓDIO: Richard (Ricky, O Bardo), JC (Pãozinho), Wilkson Carvalho e Paulo Deros ElveMÚSICAS ORIGINAIS DO TOCA #Compositor: Caio Varalta / Tema do Podcast: "Entrando na Toca" - Todos os Direitos Reservados

Bola Ao Ar
Spurs chocam Thunder (outra vez), Redick explode (outra vez) e Jokić faz história (outra vez!)

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 54:21


Neste episódio, o Ricardo Brito Reis e o Lucas Niven analisam os cinco jogos do Dia de Natal na NBA, incluindo a terceira vitória dos San Antonio Spurs sobre os Oklahoma City Thunder em duas semanas, mais um colapso dos Los Angeles Lakers e a performance absolutamente histórica - mais uma! - de Nikola Jokić.Tudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Sapien Podcast
Mizah dergileri neden artık ilgi görmüyor? | Emrah Ablak ile Ahkam

Sapien Podcast

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 28:57


Ahkam'ın bu bölümünde Emrah Ablak'la çizginin peşine düşüyoruz: Bir çocuğun sık sık taşındığı şantiye hayatından, yalnızlığını kalemle eğlendiren bir karikatüriste dönüşme hikâyesini dinliyoruz. King Kong'lu bir dergi sayfasından, yasak odadaki tavan boyu çizgi roman arşivine uzanan o “kadersel” yolu adım adım konuşuyoruz.Emrah abi, tarama ucuyla şöhler kağıt arasında geçen ömrünü, neden hâlâ tablete tam olarak geçmediğini, iyi çizmek ile iyi anlatmak arasındaki farkı ve kendi kuşağının sokakta büyüyen karikatürist tavrını anlatıyor. Çizginin “hain” yanını, bırakınca nasıl elinin unuttuğunu, sürekli pratik yapmanın Karate Kid'le yarışacak kadar sıkı bir disiplin olduğunu örneklerle açıyoruz.Bir yandan da Bora ile beraber yaptıkları çizgi roman denemelerini, TÜBİTAK'la özdeşleşen Saklı Düşman serisini, ekonomik nedenlerle yarım kalan projeleri ve bir gün çizmek istediği Çanakkale hikâyesini konuşuyoruz. Çocuklara çizgi öğreten son karikatüristlerden biri olmanın ağırlığını, yeni neslin çok meslekli geleceğini ve yapay zekâ çağında “geleneksel” kalemin hâlâ neden cazip olduğunu tartışıyoruz.

Roda a Fita Podcast
O pior filme de natal, a máfia natalina e fantasmas moralistas - Especial de Natal #6 | RFP

Roda a Fita Podcast

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 41:39


No podcast de hoje, conversamos sobre 3 filmes de natal que escolhemos sendo eles "Um natal muito, muito louco", "Os fantasmas de Scrooge" e "Feliz Assalto". Comentamos sobre os personagens e debatemos sobre a mensagem que eles nos passam, além de um péssimo filme de natal que fez o Luiz ficar maluco de raiva. Bora conferir que ficou muito legal :)Podcast publicados de 15 em 15 dias. Porém devido a correria da vida por causa do mestrado dos participantes, estamos apresentando alguns hiatos

Espiritismo Cast
Jesus no Espiritismo

Espiritismo Cast

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 29:04


#jesus #espiritismo #kardec Jesus de Nazaré - essa personalidade histórica tão seguida, venerada, inspiradora, é o tema de nosso bate-papo deste vídeo.Quem é Jesus no espiritismo?Qual a natureza divina de Jesus? Ele é Deus?Qual a relação entre o espiritismo e os evangelhos?Reencarnação e profecias - como o espiritismo as interpreta?Qual a missão do Espiritismo?Estas e outras questões são o tema deste vídeo. Bora conversar?Seja membro deste canal e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link:https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join Produzido por Evandro Oliva Se você quiser e puder, nos apoie para manter este canal em atividade: https://www.evandrooliva.com/apoio Por favor, clique no JOINHA, se inscreva no canal! Ative as notificações para saber de novos vídeos! Compartilhe com seus amigos! https://www.evandrooliva.com

Secrets To Scaling Online
The Creator Scarcity Problem No One Talks About

Secrets To Scaling Online

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 46:47


In this episode, Jordan West sits down with Bora, co-founder of Reacher, one of the leading TikTok Shop affiliate platforms, to break down what's really happening inside social commerce right now.They uncover why only 1.4% of creators on TikTok Shop generate meaningful GMV, why creator outreach conversion rates are collapsing, and what brands must do differently to win in an increasingly competitive market.The conversation dives deep into:Creator scarcity vs creator volumeWhy mass outreach is dyingThe future of brand-owned contentWhy AI content is being suppressed on TikTokHow top brands are building moats through creator relationshipsWhy loyalty, training, and community matter more than everIf you're a brand, agency, founder, or operator trying to scale on TikTok Shop, this episode reveals the uncomfortable truths most people ignore — and the strategies that actually work going into the next phase of social commerce.===============================

Bola Ao Ar
Natal a chegar, Pelicans e recuperar e Hall of Fame "pobrezinho"

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 51:08


Neste episódio, o João Dinis e o Lucas Niven:Fazem a antevisão do muito aguardado Dia de Natal na NBAFalam do bom momento de Spurs e…PelicansDos nomeados para o Hall of Fame do próximo anoe muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Toca Do Dragão
SCT #71 | STRANGER THINGS (S05 | PARTE 1)

Toca Do Dragão

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 43:00


#tocadodragao #podcast #serie #review #netflix #strangerthingsAPOIE O TOCA: https://apoia.se/atocadodragaoEpisódio de hoje: "Os Bagulhos Doidos" está de volta! Trazendo mais nostalgia e musicas dos anos 80! Bora fazer uma review dessa primeira parte! Fazendo um esquenta para a segunda!ACESSE O SITE DO TOCA! ⁠⁠⁠https://cesber.wixsite.com/tocadodragao⁠⁠⁠DOADORES DE DEZEMBRO/2025 PAULO DEROS ELVE, THIAGO KAWABATA, BRUNO BRAZ, RODRIGO SILVA, MARCIA REGINA BERNARDES, MASON YEON, RYAN MOREIRA, PAULA GESTAL, GABRIEL SCHADE, LEONARDO DE PAULA, LELE DANTAS, JORGE CANELAS, OMAR, VICTOR FERNANDES, RAPHAEL BRUNO, DIEGO RIBEIRO, RICHARD COCIELLO, VLADMIR, JOÃO PANDA, WESLEY SOUZA, CEZAR AUGUSTO, ANTHONY MARTINS, ANDRIA SEDREZ, WELLINGTON VASCONCELLOS, BRENDA DO NASCIMENTOAgradecemos aos Inscritos do Podcast que fizeram suas doações pelo PICPAY nosso e-mail: tocadodragaopodcast@gmail.comGRUPO DO TELEGRAM https://t.me/+fn75BRye8sY2NDExGRUPO DO WHATSAPPhttps://chat.whatsapp.com/KUtDsVnnv7w6hcseloXqCQIMPORTANTE * Deixe seu comentário e compartilhe se você gostou :D Isso ajuda o nosso podcast a ganhar mais alcance e assim poderemos melhorar e trazer novos equipamentos, temas e pessoas também! Obrigado!CASTERS NESSE EPISÓDIO: Richard (O Bardo), Rodrigo Silva e Léo De Paula (Farol da História)MÚSICAS ORIGINAIS DO TOCA Compositor: Caio VaraltaMúsica Tema do Podcast: "Você está no Seriando Billy"Todos os Direitos ReservadosLINKTREE: ⁠⁠⁠CLIQUE AQUI E SIGA!⁠⁠⁠⁠⁠⁠linktr.ee/caiovaralta

The Shift
Dez livros para começar bem 2026

The Shift

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 43:41


A mudança é a única constante do século 21 e continua mais rápida em 2026. Mas tem coisas que nunca mudam, como a nossa lista de dez livros para o novo ano. Os dez livros de 2026 (que na verdade são 11) ajudam a ler o presente tecnológico, com senso crítico, e mantendo o humano no centro. Bora ler?Os livros de 2026Superagency: What Could Possibly Go Right with Our AI Future - escrito por Reid Hoffman e Greg Beato;Empire of AI: Dreams and Nightmares in Sam Altman's OpenAI - de Karen Hao;A máquina que pensa: Jensen Huang, Nvidia e o microchip mais cobiçado do mundo - escrito por Stephen Witt, com tradução de André Fontenelle;O cientista e o executivo - de Diego Barreto e Sandor Caetano;Pensamento eficaz: Como transformar situações cotidianas em resultados extraordinários, livro de Shane Parrish;Uma Breve História da Inteligência: Evolução, IA e os Cinco Avanços que Nosso Cérebro fez - escrito por Max Bennett, com tradução de Eveline Machado;Reshuffle: Who Wins When AI Restacks the Knowledge Economy - livro de Sangeet Paul Choudary;The Instant AI Agency: How To Cash 6 & 7 Figure Checks In The New Digital Gold Rush Without Being A Tech Nerd - de Dan Wardrope;Start. Scale. Exit. Repeat.: Serial Entrepreneurs' Secrets Revealed! - por Colin C. CampbellAgilidade Emocional: Abra sua Mente, Aceite as Mudanças e Prospere no Trabalho e na Vida — escrito por Susan David, com tradução de Claudia e Eduardo Gerpe Duarte A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter

Uma Conversa
Leitura Orante: Epistola de João

Uma Conversa

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 35:54


Bora ter Uma Conversa através da Palavra de Deus!? Para esta Lectio Divina escolhemos o texto de 1 João 4, 1-6. Então, antes de dar play, pegue a sua bíblia! No decorrer do episódio, dê pause quantas vezes quiser para, fazer a sua própria Leitura, Meditação, Oração e Contemplação. Lembrando que nessa última etapa o tempo é seu, demore o quanto precisar, deixando que o Senhor fale ao seu íntimo, no silêncio, depois que a trilha sonora acabar.| Música: Salmo 47| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Sociais: @1Conversa

UniForCast
#13 Bora Nessa - CRIARTE Escola Yolanda Queiroz

UniForCast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 20:04


O podcast "Bora Nessa" é um programa que fala sobre a cobertura de eventos, trazendo dicas de como registrar tudo de um jeito bacana. Os episódios costumam abordar desde a preparação para o evento até a produção de conteúdo. Os apresentadores compartilham experiências pessoais, técnicas de reportagem e ferramentas úteis, além de entrevistas com especialistas. A proposta é ajudar os ouvintes a aprimorar suas habilidades de cobertura e garantir que capturem a essência dos eventos de maneira envolvente e informativa. FICHA TÉCNICA:Técnicos de áudio e edição: João Sales Produção, Matheus Pinheiro, Beatriz Barros e Clara Cezarino Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção Geral: Max Eluard

Bola Ao Ar
Panicómetro, Alien-Wemby e pré-Natal

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 46:12


Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis:Equipas que vão carregar no panicómetroVictor Wembanyamae muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

PROJETO CONTATO PODCAST
BATE PAPO NERD SUPERLIVE - NOVIDADES DA SEMANA

PROJETO CONTATO PODCAST

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 115:25


BORA acompanhar a resenha de sexta passada que rolou no nosso canal no YTSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Um Milkshake Chamado Wanda
MARATONA DE FILMES E SÉRIES com Isabela Boscov e Roberto Sadovski - #696

Um Milkshake Chamado Wanda

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 112:41


Quer saber mais sobre cibersegurança se divertindo de verdade? Jogando “Caso 404”, você explora, encontra easter eggs e desbloqueia dicas pra se proteger online. Leve, rápido e feito pra quem vive plugado no digital. E ainda rola desconto no final. Bora testar? https://kas.pr/q7snLISTA DE INDICAÇÕES:SADOVSKIKerouak, o Exterminador de Aço (Prime Video)Descompensada (Prime Video)O Segredo do Abismo (Disney+)Os Safados (Prime Video)Em Ritmo de Fuga (HBO Max)BOSCOV:Black Rabbit (Netflix)Escorregando para a Glória (Aluguel)Trilogia De Volta Para o Futuro (HBO Max)The Americans (Disney+)O Leopardo (Looke)SAMIR:Ao Norte do Norte (Netflix)Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars (Netflix)Boogie Nights (HBO Max)Como Vender a Lua (Apple TV+)A Extraordinária Vida de Ibelin (Netflix)MARINA:Alien: Earth (Disney+)O Diabo de Cada Dia (Netflix)O Incrível Mundo de Gumball (HBO Max)For All Mankind (Apple TV+)Tetris (Apple TV+)PHELIPE:Superman (HBO Max)Mulheres com Ombreiras (HBO Max)Quando Chega o Outono (Aluguel)Um Sonho de AmorSwimming Pool (Prime Video)Quer mandar seu caso pra gente? Mande um desabafo, uma rapidinha ou dilema para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto!Podcast #696 apresentado por:@phelipecruz@eusousamir@santahelena@realisabelaboscov@rsadovskiProdução:Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)Edição / Captação:Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!Apoiase: https://apoia.se/podcastwandaOrelo: https://orelo.cc/wandahttps://linktr.ee/podcastwandaToda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.

Café & Corrida
BORA CORRER TODOS os DIAS em 2026? NIKE na SP CITY Marathon, Cebolão e triatleta na SÃO SILVESTRE

Café & Corrida

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 14:41


Corra todo santo dia com a gente - https://cnoar.run/TodoSantoDiaVai rolar o desafio de correr todos os dias em 2026? Vai. Ele mudou de nome, é mais democrático e vc já pode se inscrever! Nike é a nova patrocinadora da SP City Marathon e a expo da prova mudou de lugar, finalmente! Revolta com as inscrições da Ayrton Senna Racing Day; Cebolão tá dentro da São Silvestre e um triatleta brasileiro também.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.

Pergunta Simples
Que lições do palco ajudam a comunicar melhor no dia a dia? Diogo Infante

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 51:11


Quando a comunicação deixa de ser talento e passa a ser trabalho Há pessoas que parecem ter nascido com presença. Quando falam, o silêncio organiza-se à volta delas. Quando entram numa sala, sentimos qualquer coisa mudar. A tentação é chamar a isso carisma. Ou talento. Ou dom. A conversa com Diogo Infante desmonta essa ideia logo à partida. Antes da presença houve timidez. Antes da voz segura houve dificuldade em falar. Antes do palco houve desajuste, deslocação, a sensação de não pertencer completamente ao sítio onde se estava. O teatro não surgiu como ambição, mas como solução. Uma forma de aprender a comunicar quando comunicar não era natural. Um lugar onde a palavra podia ser ensaiada, onde o corpo podia ganhar confiança, onde o erro não era um fim — era parte do processo. Talvez por isso a noção de presença apareça nesta conversa de forma tão concreta. Não como algo abstrato, mas como um estado físico e relacional. Presença é perceber se o outro está connosco. Presença é sentir quando uma frase chega — ou quando cai no vazio. E esse vazio, quando acontece, dói. Não por vaidade. Mas porque revela uma falha de ligação. Há um momento particularmente revelador: quando fala do silêncio do público. Não o silêncio atento, mas aquele silêncio inesperado, quando uma deixa cómica não provoca riso. “Aquilo dói na alma”, diz. E nessa frase está tudo o que importa saber sobre comunicação: falar é sempre um risco. O outro não é cenário. É parte ativa do que está a acontecer. A conversa avança e entra na exposição pública. Aqui, Diogo Infante faz uma distinção interessante: entre a pessoa privada e a figura pública. Não como máscara, mas como responsabilidade. Há um “chip” que se ativa — uma disciplina interna que permite aguentar expectativas, projeções, rótulos. A maturidade está em não confundir esse papel com a verdade interior. É uma ideia útil num tempo em que confundimos visibilidade com autenticidade. Falamos também de televisão, cinema, teatro. Dos ritmos diferentes. Das exigências técnicas. Mas a ideia central mantém-se: a verdade não depende do meio. Depende da intenção. Comunicar para milhões não dispensa rigor. Simplificar não é empobrecer. Outro ponto forte da conversa é a vulnerabilidade. Num espaço público cada vez mais dominado por certezas rápidas e discursos blindados, assumir fragilidade continua a ser um gesto arriscado. Mas aqui a vulnerabilidade surge como força tranquila. Como forma de aproximação. Como autoridade que não precisa de se impor. Quando a conversa entra no território da família, tudo ganha outra densidade. Dizer “amo-te”. Pedir desculpa. Estar disponível. A comunicação íntima aparece como o verdadeiro teste. Se falhamos aí, o resto é técnica. E só técnica não chega. No plano mais largo, surge a pergunta maior: para que serve a arte num tempo acelerado, ruidoso, polarizado? A resposta não vem em tom grandioso. Vem simples: para nos salvar. Não salvar o mundo. Salvar-nos a nós. Da pressa. Do cinismo. Da incapacidade de escutar. No fim, fica uma conclusão exigente: a presença não é talento — é trabalho. A comunicação não é performance — é relação. E a verdade, quando existe, dá sempre algum trabalho a dizer. Talvez seja por isso que esta conversa não é apenas sobre teatro. É sobre como falamos, como ouvimos e como estamos uns com os outros. E isso, hoje, é tudo menos simples. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. A sua exatidão pode variar. 0:00 Abertura do Episódio e a Angústia do Impostor Muitos de nós temos o síndroma de um impostor. Achamos sempre que que somos uma fraude, que na verdade, estamos só a replicar uma mentira. Não estamos a ser suficientemente verdadeiros ou estamos a repetir um padrão de comportamento que já fizemos. Achamos sempre que não estamos à altura do desafio. 0:15 É muito doloroso. É por isso que as pessoas acham que isso ser ator é. É maravilhoso, mas é um processo de grande angústia, angústia criativa, porque estamos perante a expetativa. Tu já estás a pensar aí, a peça do do clube dos poetas mortos, e eu e eu começo a pensar, AI, meu Deus, se aquilo for uma merda, o que é que eu faço, não é? 0:44 Pessoa 2 Ora, digam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje conversamos com alguém que encontrou no palco não apenas uma profissão, mas uma espécie de casa interior. Diogo Infante contou me que na infância começou pela timidez e pelo desajuste, por aquela sensação de ser observado, de ser o lisboeta gozado no Algarve, de não ter ainda um lugar onde a voz encaixasse e que foi o teatro que lhe deu essa linguagem, a presença e, nas palavras dele, uma forma de se adaptar ao mundo. 1:13 À medida que foi crescendo como artista, veio uma outra descoberta. É de que existe um chip, uma espécie de mecanismo, um parafuso que se ativa quando ele entra no modo figura pública. Um mecanismo de responsabilidade, de expectativa e, às vezes, de peso. 1:30 Mas o mais interessante veio quando falou do silêncio do público, do que acontece quando diz uma frase que ele sabe que devia provocar o riso. E ninguém reage. Esta frase diz tudo sobre a comunicação. O público não é cenário, é organismo vivo, é uma reação em tempo real, é a energia que mexe connosco. 1:48 E é essa conversão entre a técnica e a vida, palco, intimidade, presença e vulnerabilidade que atravessa a conversa de hoje. Falamos do medo de falhar, daquele perfeccionismo que vive colado na pele dos artistas e que o Diogo conhece tão bem. Falamos da comunicação dentro de casa, da importância de dizer. 2:06 Gosto de ti ao filho do valor de pedir desculpa do que se aprende ao representar os outros e do que se perde quando acreditamos demasiado na imagem que o público tem de nós. E falamos dessa ideia luminosa que ele repete com ternura. A arte no fim existe para nos salvar da dureza do mundo, da dureza dos outros e, às vezes, da dureza que guardamos para nós próprios. 2:28 Esta é, portanto, uma conversa sobre teatro, mas não só. É, sobretudo uma conversa sobre. Comunicação humana sobre como nos mostramos, como nos escondemos, como nos ouvimos e como nos reconstruímos. Se eu gostar desta conversa, partilhe, deixe o comentário e volte na próxima semana. 2:44 E agora, minhas senhoras e meus senhores. Diogo Infante, Diogo Infante, ponto. Não tem mais nada para dizer. UI é só isto, Diogo Infante. 2:56 Como a Timidez Moldou o Caminho para o Palco Diogo Infante, ator, encenador. Quando eu disse que que IA conversar contigo, que IA ter o privilégio de conversar contigo, uma minha amiga disse, Ah, diz lhe que eu gostei muito do do sirano de bergerak. E eu pensei, mas isso já passou algum tempo? Sim, sim, mas eu continuo. Adorei aquela peça, deixar a marca das pessoas. 3:13 É isso que tu fazes todos os dias. 3:15 Pessoa 1 É isso que eu tento, se consigo umas vezes mais, outras vezes menos, antes mais. Olá, como estás? Muito obrigado por este convite. Sim, eu, eu, eu tento comunicar. Se é esse o tema. Acho que percebi cedo que tinha dificuldade em comunicar. 3:35 Era muito tímido, tinha dificuldade em em em fazer me ouvir, tu sabes. 3:41 Pessoa 2 Que ninguém acredita nisso? 3:42 Pessoa 1 Mas é verdade, é verdade, é absolutamente verdade. 3:44 Pessoa 2 Como é que é isso? Como é que tu tens? Como é que tu tens? 3:47 Pessoa 1 Dificuldade porque era talvez filho único, porque fui muito cedo para o Algarve e era um meio que me era estranho com um. Um linguajar diferente e eu sentia me deslocado. Eu tinha para aí 11 anos e no início foi difícil e eles olhavam, achavam que eu era Beto e não era nada Beto. 4:03 E falava a lisboeta, e eles gozavam comigo e depois, à medida, fui crescendo. Foi uma adaptação e percebi que representar era algo natural em mim, porque era uma forma de me adaptar ao meio e de conseguir encontrar plataformas de comunicação. 4:20 E quando finalmente expressei que queria ser ator, a minha mãe sorriu porque pensou, estás lixado e pronto. E vim para o conservatório EE. Foi. Foi me natural representar, ou seja, esta ideia de eu assumir um Alter Ego que não sou eu é me fácil. 4:42 Às vezes é mais difícil ser eu própria. 4:45 Pessoa 2 Tu criaste uma capa no fundo que resolve o teu problema, que pelo menos que tu imaginavas como sendo 11 não comunicador, não era um mau comunicador, um não comunicador 11 alguém que tem timidez para para conseguir falar e então toca a pôr a capa de super herói e eu vou superar. 5:00 Todavia, quando eu vejo os teus trabalhos, a última coisa do mundo que o se me ocorre é que tu estás a fingir, porque é que ele tresanda à verdade? Bom, esse é o truque. 5:11 Pessoa 1 Não é? É acreditarmos tão tanto na mentira que ela se torna verdade. Estou a brincar, claro, mas hoje em dia acho que já ultrapassei a minha timidez, mas sempre que tenho que estar aqui, por exemplo, ou tenho que assumir uma persona pública, eu meto um chip. 5:27 É o Diogo Infante que está a falar, não é o Diogo, é o Diogo Infante, é a figura, é pessoa com responsabilidade, com uma carreira, diretor de um teatro que tem. Há uma expectativa, não é? 5:37 Pessoa 2 Isso pesa? 5:38 Pessoa 1 Claro que pesa, claro que pesa. Eu quero dizer a coisa certa. Quer? Quer corresponder às expectativas? Não quer desiludir? Quer que gostem de mim? Bem, isso parece uma terapia. 5:46 Pessoa 2 Estamos todos a fazer isso, não é um. 5:47 Pessoa 1 Bocadinho, acho que sim, então. 5:49 Pessoa 2 E quando é que tu és, Diogo? Só Diogo. 5:51 Pessoa 1 Bom, olha, quando acordo, quando lá ando lá por casa e digo umas asneiras. E quando me desanco com os cães e quando me desanco com o meu filho e não estou a brincar. Ou seja, eu acho que sou eu quando baixo A guarda, quando estou muito à vontade, quando estou rodeado de pessoas que me querem bem, os amigos, a família. 6:08 Não quero com isto dizer que eu seja uma construção. Eu digamos que tornei me uma versão mais polida de mim próprio, porque tenho que passar uma impressão. Tenho que comunicar EE quero controlar o veículo da comunicação. 6:23 Pessoa 2 E controlar a narrativa? Imagino que sim. 6:25 Desafios de Interpretar um Ícone e a Pressão Artística Estás agora, neste exato momento, disse me um passarinho azul a preparar uma peça cujo o título é. O clube dos poetas mortos, ou pelo menos é inspirado nos clubes dos poetas mortos. Não sei se é este o título, é mesmo esse o título? 6:38 Pessoa 1 É o título. 6:39 Pessoa 2 E tu és o professora. 6:40 Pessoa 1 Vou ser o professor ainda. 6:43 Pessoa 2 Há bilhetes para isso? 6:44 Pessoa 1 Sim, o espetáculo só vai estrear no final de abril. Portanto, mas está a voar. Os bilhetes estão a voar a. 6:50 Pessoa 2 Verdade. Como é que é isso? Como é que como é que tu fazes essa personagem mítica do. Do professor que inspira os seus alunos para sair da banalidade e que o sonho é, no fundo, infinito e que devemos conquistá lo? 7:03 Pessoa 1 Olha, eu eu sinto muita empatia por essa personagem, porque eu tento fazer isso na minha esfera de trabalho diária no seja no teatro, seja na televisão. Eu eu acho que é quase uma obrigação. E hoje em dia. Esta mensagem que o filme integra incorpora talvez faça mais sentido do que nunca, num momento em que estamos a assistir a comportamentos extremados na nossa sociedade, em que estamos a regredir relativamente a algumas conquistas EE direitos adquiridos e portanto, esta ideia de não sigas não sejas mais um não sigas, não sejas 11 Carneirinho no meio da manada. 7:43 Assume, te vive a tua verdade faz todo o sentido. E o personagem é tão inspiradora aqui, a dificuldade se quiseres é distanciar me da interpretação icónica do do do Kevin, não é Kevin, AI meu Deus, do Robin Williams, do Robin Williams, coitadinho. 8:00 EE encontrar a personagem em mim, portanto, tenho que fazer a minha própria versão. 8:04 Pessoa 2 Como é que isso se faz? Tu reescreves o texto que te pegas no texto? 8:07 Pessoa 1 Não, não, não. 8:08 Pessoa 2 Não, o texto é aquele. 8:09 Pessoa 1 Não o texto Oo filme faz 30 anos. EOO, argumentista para celebrar os 30 anos, fez uma versão para teatro. Normalmente há peças de teatro que dão filmes. Aqui foi ao contrário, ele próprio escreveu o guião, neste caso, a peça para teatro e Ela Foi feita nos Estados Unidos, em Washington, já foi feita em Paris e Lisboa. 8:30 Vai ser o terceiro país onde ela vai ser interpretada e já teve, já fizemos audições, já temos um elenco de miúdos fantástico e o espetáculo está em preparação e nem sequer estamos em ensaios. Mas a verdade é que já está a gerar imensa expetativa e imensa procura. 8:44 Pessoa 2 Como é que se prepara o que é que até porque tu tens que tocar estes instrumentos todos, não é? Quer dizer, tens, tens que tocar OOO instrumento de de encenador Oo de fazer o casting. Imagino que tenhas também esse tenhas aí uma mão nisso de de ator EE tu dizes me, que já está em preparação, mas ainda não começaram os ensaios. 9:02 Pessoa 1 Os ensaios ainda não começaram, é só só estreia em em abril do ano que vem e. 9:05 Pessoa 2 Começa se a ensaiar quando? 9:06 Pessoa 1 2 meses antes? Neste momento, o que está em preparação foi as audições, foi feito um cartaz, entretanto, já tivemos reuniões com o cenógrafo, com o figurinista, com está se a preparar toda a logística para depois o espetáculo seja montado no fundo é juntar as peças. 9:22 A parte dos ensaios propriamente dita acaba por ser mais divertido para os atores. Mas eu não vou encenar o espetáculo, vou apenas representar, quem vai encenar é o Elder Gamboa. Antes disso, vou eu encenar um espetáculo que começo os ensaios para a semana que é a gaivota do shakhov. 9:37 Que vamos estrear, entretanto, No No Trindade. Com quem? Com o Alexandre lencastre a fazer AA arcadina. Porque está de volta. Está de volta, claro. O teatro, sim, sim. 9:45 Pessoa 2 Bem, isso é 111 grande, uma grande sorte. 9:49 Pessoa 1 Sobretudo depois dela, há 30 anos atrás, ter feito a Nina, que é outro personagem icónico da gaivota, bastante mais novo, a jovem atriz. E ela agora vai fazer a Diva do teatro a arcadina num numa interpretação que eu tenho a certeza que vai ser memorável. 10:03 Pessoa 2 Como é que se encena uma Diva? Como é que se ajudam? 10:05 Pessoa 1 Com muito amor, com muito amor. Não se ensina nada, não é porque ela sabe tudo. Mas é no fundo, instigando, instigando confiança, apoio, dando ânimo. Porque os atores, seja Alexandre ou outro, qualquer grande ator tem muitas dúvidas, tem muitas angústias. 10:24 Pessoa 2 Precisa de mimo? 10:25 Pessoa 1 Sim, muito, até porque nós somos assaltados por. Muitos de nós temos o síndroma de um impetor. Achamos sempre que que somos uma fraude, que na verdade estamos só a replicar uma mentira, não estamos a ser suficientemente verdadeiros ou estamos a repetir um padrão de comportamento que já fizemos. 10:42 Achamos sempre que não estamos à altura do desafio. Eu trabalhei com o Eunice Muñoz e ela também tinha dúvidas, ela também se questionava e, portanto, todos nós passamos por esse processo. Mas isso é doloroso ou não é muito doloroso? É por isso que as pessoas acham que isso ser ator é. É maravilhoso, mas é um processo de grande angústia, angústia criativa, porque estamos perante a expectativa. 11:03 Tu já estás a pensar aí, a peça do do clube dos poetas mortos já está cá em cima. E eu começo a pensar, AI, meu Deus, se aquilo for uma merda, o que é que eu faço? 11:09 Pessoa 2 Não é, mas, mas, mas, mas é legítimo, não é? Quer dizer, repara, eu vi o filme, adorei o filme, claro, eu vejo te a ti. Eu gosto muito do teu trabalho. Juntar estas 2 coisas. Eu digo, não, não pode falhar. 11:19 Pessoa 1 É evidente que não é inocente AA junção desses fatores, mas isso não alivia a responsabilidade que eu sinto nos ombros, eu? E Alexandra e outros atores que têm sentem esse peso. 11:29 Pessoa 2 Mas tu, quando as pessoas entram no teatro, tu já estás ali a ganhar 10 zero. Quer dizer isto, isto não, não é um processo. Virgem eu, não, eu, eu, eu, eu, eu já, eu sentei, me na minha, no meu lugar do teatro, com essa expectativa, mas. Mas. Mas também tem um lado bom que, é claro, tens créditos, claro. 11:47 Pessoa 1 Obviamente, e. E estes anos todos de trabalho e de reconhecimento, dão nos essa, esse crédito e essa confiança. O público compra muitas vezes o bilhete sem saber o que vai. Confia nas nossas escolhas. EE, essa pressão é boa. E repare, eu muitas vezes comparo nos a atletas de alta competição. 12:04 Nós temos que ter aquela performance naquele momento, naquele segundo. É agora que toca, dá o gong e vai. EEE tens que o que é que? 12:13 Pessoa 2 Se sente nesse nesse momento? 12:14 Pessoa 1 Um choque de adrenalina brutal é das coisas que mais nos faz sentir vivos, o momento, a responsabilidade. Mas também bebemos dessa adrenalina e alimentamo nos para poder encarar um espetáculo com 2 horas e chegar ao fim com uma energia vital brutal e o público sair de lá arrebatado preferencialmente. 12:32 Pessoa 2 E não se cansasse no fim. 12:34 Pessoa 1 Passado 1 hora, quando aquilo começa a baixar e chegas a casa. E Tomas um copo de vinho e olhas assim para a televisão e aí dá a quebra. 12:41 Pessoa 2 E que e dói te músculos, dói ou não? 12:43 Pessoa 1 Não, às vezes dói mais a alma, Oo músculo da. 12:46 Pessoa 2 Calma, porquê? 12:47 Pessoa 1 Porque falhaste naquela frase? Porque hesitaste a respiração? Porque não deste a deixa se calhar no timing certo? Nós somos muito críticos. Eu acho que todas as pessoas que têm uma responsabilidade pública, não é? 12:59 A Dinâmica com o Público e Diferenças de Meio Se tu fizeres uma apresentação e te enganares, vais. 13:01 Pessoa 2 É uma, é uma. 13:02 Pessoa 1 Dor é uma dor, sim. Lá está é a mesma coisa. É uma. 13:04 Pessoa 2 Dor, mas é tu és muito perfeccionista na. 13:06 Pessoa 1 Muito, muito, muito. É por isso que eu trabalho com muita antecedência. Sou muito chato. Quero o quero garantir que tudo está preparado para quando o momento, se der, não há. Não há falhas, EEEE. 13:17 Pessoa 2 E esse diálogo com o público, porque tu estás em cima de um palco, mas tu estás a respirar com o mesmo público. Como é que é? Como é que é essa comunicação? Porque ela não flui só. Do palco para o lado de cá, não é? Quer dizer. Para o outro lado também também a maneira como nós nos rimos, como como aplaudimos, como nos distraímos, sim. 13:36 Pessoa 1 Sim, tudo interfere. E é por isso que nós dizemos, cada cada dia é um dia diferente. Cada espetáculo é diferente conforme o público. O público muda e é o público. Esse coletivo, naquele dia, forma uma espécie de um organismo. Como pulsar próprio com uma respiração própria, umas vezes são mais agitados, outras vezes são mais calmos, umas vezes são mais reativos, outras vezes são mais introspectivos e eles emanam uma energia e nós estando no palco, sentimo la mas mas física é palpável, é algo que dizemos bem, isto hoje UI não estão a sentir e às vezes é uma carga. 14:09 Pessoa 2 Mas isso é uma angústia, essa que deve ser uma angústia. 14:11 Pessoa 1 Sim, às vezes é boa, às vezes é. É uma expectativa. 14:14 Pessoa 2 Boa agora é que vai ser agora é que eu vos vou mostrar. 14:17 Pessoa 1 Que nós começamos logo por sentir Oo bruá na sala antes do espetáculo começar. A Carmen de Loures dizia me, quando eles falam muito é porque vêm para gostar. Se um público estiver muito calado, muito silencioso. UI. Isto hoje eles vêm para para cortar na casa. 14:31 Pessoa 2 Hoje vai ser difícil, hoje é o tipo júri do do festival da canção e, portanto, tem que ser. 14:34 Pessoa 1 Conquistado profissional está muito habituado. EEE apropria. Se EE absorve essas energias e transforma as sejam elas boas ou más. Agora nós não somos indiferentes a elas e às vezes isso contamina. Eu já parei um espetáculo mais do que uma vez para pedir às pessoas. 14:50 Se acalmarem, ou para deixarem de olhar para o telemóvel ou ou para deixarem de escrever já. 14:55 Pessoa 2 Isso é uma falta de respeito também, não é bom. 14:56 Pessoa 1 Infelizmente, é um prato desde que há 20 anos, apareceram os telemóveis e agora com os com os smartphones, para além dos toques, as luzes, as pessoas escrevem. 15:05 Pessoa 2 Tu vês na cara das pessoas? 15:06 Pessoa 1 Claro, no meio de uma plateia, às escutas acendes, um telemóvel é um é um. É um clarão não só incomodativo para nós, mas como também é incomodativo para todos os outros que estão à volta, não é? É evidente que há toda uma lógica. Nós anunciamos no anúncio de sala, pedimos encarecidamente, explicamos os anúncios, até que testa um bocadinho cada maiores e mas invariavelmente acontece. 15:26 Mas é uma, vai se ir tocando? É um, é um processo. 15:29 Pessoa 2 Olha, fazer isto no teatro. Tu tens pessoas à tua frente e, portanto, tu consegues. Ouvi Los. Tu consegues interagir com eles. Tu sabes seguramente. Táticas e técnicas para ora para desposterizar, ora para aumentar o interesse, enfim, ora para os acalmar. 15:47 Se aquilo estiver muito, muito complicado. A tua outra experiência é das telenovelas, onde tu também apareces muito apareces, como como como um das personagens principais. Aí não há público e aquilo é suspeito. 16:04 Uma carga de trabalhos muito grande, uma carga de trabalho muito grande para para fazer cena, pôr cena, para a cena, pôr cena, pôr cena. Como? Como é que é essa experiência aí? Bom, é menos criativa. 16:14 Pessoa 1 São técnicas diferentes, ou seja, na essência, tudo é representar, não é? Quando estamos num palco, é evidente, tu tens essa consciência que estás perante uma plateia? EE, há uma relação viva, dinâmica, EEE, que tu, da qual tu tens a responsabilidade de tentar controlar. 16:31 Em televisão ou em cinema, é diferente, porque o há o corte, há, há o take, podes repetir, podes fazer um pick up. EE no fundo, o que é que é um picape? O picape é. Se estás a fazer uma cena e há um engano, vamos pegar ali. EE vais e. 16:45 Pessoa 2 Depois dá para montar. 16:45 Pessoa 1 Sim, porque depois as templeiras de corte e, portanto, podemos ir salvar a cena com pick up. Normalmente o que se diz é tens que olhar a pensar na Câmara como o público. Eles estão a ver te a através da lente, mas tu? 17:00 Pessoa 2 Relacionas te com a lente com a Câmara, não. 17:01 Pessoa 1 Diretamente. Mas tu sabes que ela está ali. Eu também. Eu também não olho para o público quando estou no palco ou tento. Mas eu sei que eles estão lá, portanto, essa consciência permanente que está ali, um interlocutor que está, mas. 17:13 Pessoa 2 Não é frio, lá está a Câmara, é uma coisa fria. 17:15 Pessoa 1 É, é, mas ao mesmo tempo bom, há os camerman. Há toda uma equipa que está ali a acompanhar te e tu imaginas sempre que há uma grande intimidade, porque efetivamente a Câmara permite essa proximidade. E, portanto, tu adequas Oo teu registo, quer de voz, quer até de expressão, a um plano que é necessariamente mais próximo. 17:35 No teatro, tens aquela amplitude toda e, portanto, tens. Sabes que tens que projetar a voz? O gesto tem que ser mais amplo. A energia com que pões nas frases tem que chegar à à velhinha que é surda, que está na última fila, na. 17:46 Pessoa 2 Televisão? Não. Na televisão, não muito. 17:48 Pessoa 1 Ampliada na televisão, tu trabalhas para um plano médio apertado e, portanto, tens é que ser mais subtil, tens que conter mais em em termos de traços gerais, é isto. 17:55 Pessoa 2 Porque senão se tu fizeres, fores mais histriónico ou falares mais alto do que ficas. 17:58 Pessoa 1 Esquisito não é? Fica muito, super expressivo. EE fica, lá está. Fica muito teatral. Não é do mau sentido. 18:04 Pessoa 2 E o que é EEE? É as telenovelas, tanto quanto eu consigo perceber elas. Estão a ser escritas ao mesmo tempo que vocês estão a representar? Não necessariamente. Não necessariamente pode. Portanto, podes ser o guião. 18:12 Pessoa 1 Todo sim, há. Sim, há guiões que já estão acabados e, portanto, às às vezes são adaptações de outros formatos que se importam, outras vezes são abertas, ou seja, estão a ser escritas à medida que estão a ser feitas, às vezes com uma frente de 101520 episódios e, portanto, tu próprio não sabes para onde é que aquilo vai. 18:28 Ritmo Intenso das Novelas e a Eternidade de Shakespeare E conforme e se estiver no ar, então. Pode haver até 111 dinâmica com o público. O público está a gostar muito daquele casal. Lá está a gostar muito daquele conflito e isso é explorado. 18:38 Pessoa 2 Vamos pôr mais fermento aqui, vamos pôr, criar mais cenas depois. 18:41 Pessoa 1 Varia, varia. 18:42 Pessoa 2 Estás a gravar o quê agora? 18:43 Pessoa 1 Neste momento, estou AA gravar uma novela na TVI que se chama amor à prova e é um lá está é uma adaptação de um formato chileno ou venezuelano, portanto, adaptado à realidade portuguesa. 19:00 É, é mais pequena do que habitualmente. Tem apenas 100 episódios, apenas 100 apenas. Mas efetivamente tem uma carga de gravação muito intensa. Nós chegamos, eu gravo tranquilamente 12 cenas de só da parte da manhã. 19:13 Pessoa 2 12 cenas só. 19:14 Pessoa 1 Em 3. 19:14 Pessoa 2 Horas e 1 e 1 cena normalmente demora quê 2 minutos? 19:17 Pessoa 1 5 minutos. A cena pode ter 223 páginas, portanto estamos a falar de 234 minutos. Mas multiplicas isto por 10. Estás a ver, não? 19:25 Pessoa 2 É só para decorar o texto, como é que? 19:26 Pessoa 1 Sim. 19:27 Pessoa 2 Como é que eu? 19:27 Pessoa 1 Eu decoro na hora. 19:29 Pessoa 2 Na hora, como é que? 19:30 Pessoa 1 Isso se faz? 19:31 Pessoa 2 Espera lá. Isto aqui vai ser uma ótima explicação para os alunos do secundário, que é. Como é que se decora na hora, é? 19:36 Pessoa 1 Diferente é uma coisa, é decorares 11 conteúdos em que tens que dominar a matéria e saber do que é que estás a falar ali. O que eu faço é, eu leio a cena na véspera para perceber o que é que se passa e quando chego lá, passo com o colega, Bora lá e em vez de decorar as palavras, eu decoro as ideias. 19:51 Pessoa 2 O sentido, o sentido. 19:53 Pessoa 1 Que é, se eu souber o que estou a dizer, é mais fácil replicar, e mesmo que eu não diga aquela palavra, digo outra, parecida. E a coisa dá se. 20:00 Pessoa 2 E os realizadores não são muito aborrecidos, não querem, não é? 20:03 Pessoa 1 Shakespeare não é, não é, não é propriamente mulher. Portanto, o que interessa aqui é. Lá está a semelhança, a verdade, a fluidez e a sinceridade. EE se ficares muito agarrada à palavra, porque aquela que. 20:15 Pessoa 2 Pronto, vai soar a falso, vai soar péssima. Olha o que é que Shakespeare tem de interessante e de extraordinária para continuarmos todos AA ver e a e a gostar daquilo que os atores a fazerem. 20:25 Pessoa 1 Ele é um génio. Ele conseguiu captar na sua obra de 30 e tal peças mais não sei quantos contos, mais poemas mais. Eu diria que o essencial da natureza humana. Considerando que ele escreveu no século 15, é incrível pensar que ele tem esta esta capacidade de de de nos identificar e perpetuar. 20:51 E eu acho que estão estão está lá tudo. A Shakespeare ensina a ser, ensina a humanidade, mas. 20:58 Pessoa 2 Aquilo que é extraordinário é que depois aquele texto parece muito simples, bom, muito, muito simples, no sentido em que eu entendo aquilo. O que é que ele está a? 21:06 Pessoa 1 Dizer isso é um trabalho difícil, difícil. 21:09 Pessoa 2 Fazer o mais fácil ou mais? 21:10 Pessoa 1 Difícil? Exatamente no original. Em em inglês, o texto é inverso e, portanto, e usa uma série de terminologia que já está em desuso. Portanto, os próprios ingleses têm dificuldade muitas vezes. Em acompanhar aquilo que é dito, eles percebem o sentido mais do que todas as palavras. 21:29 Pessoa 2 E como é que tu fazes para para? 21:30 Pessoa 1 Para quando é pensar nisso, o que acontece é, há várias abordagens à tradução. Há uns que são mais académicos e que tentam ser fiéis ao verso EEE, à estrutura EEE. As traduções ficam muito pouco dizíveis. E depois há alguns tradutores, felizmente, que se. 21:49 Traduzem em prosa, portanto, EE tentam é captar AA ideia e menos AO verso, e então torna se mais fluido em português. Na tradução tu podes simplificar para facilitar o entendimento. 22:00 Pessoa 2 Fica lá a poesia no fundo, sempre sem, sem aparecer necessariamente inverso. 22:04 Pessoa 1 Sempre que é necessário, até se pode ir ir buscar um verso ou outro. Mas a prosa é poética também. EEEA essência do texto não se perde. 22:13 O Que Distingue a Presença e o Talento Bruto Olha o que é. 22:13 Pessoa 2 Que distingue? A presença, aquilo que nós sentimos como uma presença ali de uma mera performance. Há bocadinho que estavas a falar aqui do do síndrome do impostor. Que que que é essa nossa relação com a verdade? De de, do, do que é, da da, de quem está a fingir ou de quem está a interpretar uma verdade, apesar de estar a ser teatralizada? 22:33 Como é que se treina, no fundo, uma voz para dizer a verdade? 22:37 Pessoa 1 Não sei, sinceramente, não sei. Ainda me debato com isso. Não tanto no meu próprio processo, mas, sobretudo quando estou a dirigir atores e quando estou a tentar explicar como é que se consegue chegar lá. O que tenha testemunhado ao longo dos anos é que há pessoas que entram num palco sem abrir a boca e algo acontece. 22:56 Elas transportam uma energia. 11, confiança. 11. Aura. 23:01 Pessoa 2 O que é que é isso? Algo acontece? 23:05 Pessoa 1 Chama a tua atenção. Tu queres olhar para aquela pessoa? Tu precisas de olhar para aquela pessoa. E ela ainda não abriu sequer a boca. E isso é muito claro. Por exemplo, quando estou a fazer audições, estou a fazer audições em teatro, tens 20 atores a fazer o mesmo texto e há um ou 2 de repente. 23:20 Pessoa 2 Brilha. 23:20 Pessoa 1 Brilha. Às vezes é. É a maneira como se proporiam do texto, como o tornam seu, como conseguem escavar uma leitura muito original. Outras vezes é meramente 11 atitude, uma postura. 23:35 E isto não se codifica porque é é muito difícil de EE, nem sempre acontece, ou seja, o mesmo ator. Noutro contexto, se calhar pode não ter o mesmo efeito ou com as mesmas pessoas, mas as pessoas que normalmente são brilhantes. 23:51 Olha, há pouco falávamos da Alexandra. A Alexandra é uma atriz para quem a conhece bem, muito insegura, com muitos anseios, muitos temores. Mas lembro me quando fizemos o quem tem medo de Virgínia woolf? Também no teatro da Trindade. Há 8 anos atrás, quando era hora de entrar, nós entrávamos os 2 em cena na nossa casa. 24:13 Fora de cena, Alexandre estava a dizer, não quero, não quero, não quero, tenho medo, tenho medo, tenho medo de ir assim, Ah, não quero depois entrava e mal ela entrava, explodia algo acontecia, era incrível, ela mudava, ela mudava assim de um do dia para a noite. EE aquilo que era um temor, ela transformava numa arma. 24:30 Pessoa 2 Transformar uma fragilidade numa força. 24:32 Pessoa 1 Sim, claro, Oo meu medo? Há há pessoas que com o medo, atacam, não é? E portanto, é. Eu acho que é isso que ela fazia e que ela faz, que é quando tem temor, ela vai para cima de um palco e seduz. EE abraça, nos abraça, nos com o público. 24:46 Pessoa 2 Arrebata nos no fundo, arrebata nos e leva nos quando ela quiserem. 24:49 Pessoa 1 E algo não, não se explica. Tu podes tentar dizer e um ator vê lá, se consegues fazer isto. Mas isto às vezes é inato. 24:56 Pessoa 2 É, não dá para treinar. 24:57 Pessoa 1 É uma natureza? Não. O que dá para treinar é todo o lado técnico. É a postura, é a maneira como lanças, a voz, a maneira como. Como tu atacas uma cena, a energia que colocas, a vitalidade, e isso trabalha se agora, depois de fatores que nos escapam, muitas vezes é, é o subtexto, não é, é aquilo que não é dito, é, é, é uma essência, é uma natureza. 25:16 Porque é que numa multidão nós passamos por 50 pessoas e há uma a quem, onde, onde o nosso olhar pára e não é necessariamente porque é mais bonito, é qualquer coisa que nos faz olhar para aquela. 25:27 Pessoa 2 Pessoa é um fator x, é um carisma. 25:28 Pessoa 1 Sim, claro, claro. Qualquer coisa que impacta a toca comove. 25:35 Pessoa 2 E nós conseguimos correlacionarmos logo com essa pessoa, apesar de não a conhecermos, apesar. 25:38 Pessoa 1 Eu diria que sim. Eu, eu sou. Eu adoro talento. Sou muito sensível ao. 25:44 Pessoa 2 Talento, não é? 25:45 Pessoa 1 Certo, mas digamos que eu estou treinado por via da da minha profissão para ver talento. E quando eu vejo o talento no seu estado bruto, como um Diamante é, é normalmente é muito comovente. Porque tu vês todo o potencial e a pessoa às vezes só está só, só é e tu dizes me meu Deus, como é que esta pessoa às vezes eu vejo jovens atores acabaram de sair do conservatório, pisa, vão para cima de um palco, uma maturidade, uma energia, uma luz e eu disse, como é que se ensina isto? 26:18 Onde é que tu estás, onde é que tu aprendeste isto e não se aprendeu? Eles trazem com eles, trazem da vida, trazem de outra, não sei de. 26:24 Pessoa 2 Outras vidas há bocadinho falavas da Eunice. Ou ou o Rui de Carvalho, por exemplo. Oo que é que o que é que estes 2 atores que juntam longevidade EE lá está e essas coisas todas, o que é que eles têm de verdadeiramente especial? 26:39 Pessoa 1 Ah, olha, eu, Rui, conheço menos. Bem, eu trabalhei muito com a Eunice e com a Carmen de Loures. O que o que eu sinto é é uma entrega total AAA, uma arte que amam eles amam aquilo que fazem. 26:56 E há um sentido de ética e de paixão, de rigor e profissionalismo, tudo isso. Mas depois há algo que é transcendente, que é é a maneira como como estão Oo Rui conta se que no início da sua carreira sofreu muito nas mãos do ribeirinho que o maltratava e que o dirigiu e o isso. 27:16 E o Rui é um ator que se foi construindo, foi foi dominando 11 técnica e uma. E uma presença invulgar por causa da escultura sim, a inicia Carmen. A história é diferente. A Carmen era uma mulher de uma beleza plácida, começou por fazer cinema, a Eunice mal apareceu com miúda 18 anos, era logo um furacão toda a gente não falava de outra coisa no conservatório, ela já era a melhor aluna nota 19 aos 12 anos, quando estreou No No teatro nacional, dona Maria segunda, perceberam logo que ela era um bicho de palco. 27:51 Pessoa 2 Saiam da frente. 27:51 Pessoa 1 E saiam da frente. E pronto, EE foi assim até à sua morte, aos 94. 27:55 Pessoa 2 Anos e há agora novas das destas novas geração? Já há, há há atrizes e atores que tenham também. 28:01 Pessoa 1 Isso assim, há gente muito boa, há gente muito boa. 28:03 Pessoa 2 O que é que tu fazes com essas? 28:04 Pessoa 1 Epifanias para ti, guardo as registo verbalizo. 28:10 Pessoa 2 És mais exigente com eles? 28:11 Pessoa 1 Não, não, não. Eu tento é aprender. Aprender, sim. Ou seja, porque eles têm uma frescura e têm um olhar tão novo perante situações que, para mim, já são recorrentes. E eu penso. Como é que eu nunca vi isto antes? Como é que eu nunca olhei para isto desta maneira? 28:25 Pessoa 2 Eles trazem uma frescura do ponto de vista, sim. 28:27 Pessoa 1 E. 28:28 Pessoa 2 Isso também e isso ensina te. 28:29 Pessoa 1 Há uma audácia, não tem Nada a Perder. Arriscam sem medo. E isso aprende se claro que sim. 28:35 Pessoa 2 Isso é absolutamente EE pode se estimular ou, pelo contrário, esvaziar. 28:39 Pessoa 1 Bom, sim, tu podes fazer todo um trabalho psicológico, pois que os demova. Espero bem que não. Isso seria de uma enorme crueldade. O que eu tento fazer é fomentar, alimentar, beber e estimular EE, aprender. 28:52 Pessoa 2 Olha, estamos no momento das redes sociais, onde? Temos coisas muito interessantes, como a propagação da mensagem, como a proximidade. Imagino que até para a promoção do teu trabalho as coisas sejam mais fáceis. Mas, por outro lado, temos tudo, todo o lixo que vem por aí, não é o ruído, a toxicidade, a pressão para se ter uma opinião, sobretudo, e sou contrário anão aceitação da opinião do outro. 29:17 Navegar o Digital e Lições da Comunicação Familiar Como é que? Como é que tu vais gerindo isto? 29:20 Pessoa 1 Tento gerir com alguma prudência, alguma parcimónia. Tento não, não. Não viver totalmente dependente destas plataformas e desta esta necessidade de extravasar opiniões a torto e direito ou até dispor uma intimidade. 29:36 Eu sempre fui recatado e, portanto, sou muito criterioso naquilo. 29:40 Pessoa 2 Que como é que te protege, lá está? 29:42 Pessoa 1 Com critério, com selecionando bem aquilo que me interessa partilhar e faço com parcimónia. É sobretudo isto. É sobretudo um instrumento de trabalho. De há uns anos para cá, eu sinto que tornei me mais. 29:58 Não diria acessível, mas tive mais vontade de partilhar alguns aspetos da minha vida. 30:04 Pessoa 2 O que é que mudou quando foste pai? Sim, isso foi muito público. Adotaste uma criança, agora um homem. 30:11 Pessoa 1 Desde que fui pai Oo meu olhar mudou necessariamente EEE. Portanto, as escolhas. Todas as escolhas que fiz. Pensava sempre também nele e naquilo que eu acho que poderia ser bom para ele. Mas, portanto, tento não não ficar escravo nem nem nem pôr me a jeito para me magoar, fruto de qualquer reação da bisbilhotice, da bisbilhotice ou dos comentários ou do que for AA verdade é que tenho tido sorte. 30:40 Bom, eu também não ando sempre AA ver tudo o que escrevem, mas normalmente tenho reações muito positivas e. Muito agradáveis àquilo que publico, seja pessoal ou profissional, mas tento não levar nada disto muito a Sério porque acho perverso. 30:57 Pessoa 2 Olha, eu não quero entrar muito na tua intimidade, mas tenho uma curiosidade só na tua relação com o teu filho. Como é que são os diálogos? Porque isso interessa me tu, tu que és 11 cativador de de jovens talentos no mundo. Quando ele apareceu na tua vida, como é que foi? 31:13 O que é que, o que é que, como é que, como é que é esse, como é que é esse diálogo? Com, com, com uma, com uma pessoa que já que tem capacidade de pensar e de dizer e de desafiar. 31:25 Pessoa 1 Olha, eu basicamente repliquei o modelo de educação e que tive na minha vida e que implicava essencialmente 2 coisas, uma muito amor, muito amor. Todos os dias, agora menos, mas todos os dias lhe dizia que o amava e todos os dias falamos ao telefone. 31:46 Quando não estamos fisicamente perto, falamos, falamos várias vezes ao dia e a segunda coisa é precisamente isso, é a comunicação, é proximidade, é para o bem, para o mal. Eu disse, lhe tu podes me podes me contar tudo, podes falar comigo de tudo e, portanto, eu também promovo isso que é, falo com ele, se mesmo que se estou chateado, se discordo, promovo um diálogo, vamos tentar perceber porque é que o que é que está mal ou o que é que está bem? 32:11 O que é que tu achas? O que é que eu acho? E isso criou, entre nós 11, franqueza que me parece saudável e que nos permite falar de assuntos que possam ser mais ou menos delicados, mais ou menos sensíveis, sempre com a certeza que queremos Oo bem e o melhor do outro. 32:26 Pessoa 2 Que é uma definição de amor. Mas como qualquer pai e filho, deve haver momentos em que vocês socam. Sim, tem pontos de vista completamente radicais, mas uma. 32:32 Pessoa 1 Uma coisa que eu aprendi com o meu filho foi a pedir desculpa, ou seja, aprendeste com ele porque ele tinha dificuldade em fazê lo ele pequenino. Ficava muito nervoso, se fazia uma asneira e eu percebi, OK, se tu não consegues. 32:50 Então eu comecei a pedir desculpa quando errava ou quando fazia alguma coisa mal. E como quem para lhe dizer não faz mal nenhum, assumir que falhamos ou ou ou que estamos arrependidos ou que queremos melhorar. E foi um processo EE. Eu hoje também peço mais vezes desculpa e ele falo já de uma forma muito mais tranquila, já sem dramas sem, mas não os nossos confrontos. 33:11 São muito desta natureza. Eu às vezes sou mais impulsivo, emocional, EEE. Depois ele olha assim para mim e diz, porque é que estás a falar assim e tens razão? Desculpa, estou irritado, mas tens que perceber isto, tens razão, pá, eu percebo também peço desculpa, mas tens que perceber que eu pensei assim e a minha ideia foi esta, disse, é OK, então vá, está cá, um abraço e vamos. 33:29 Pessoa 2 Portanto, tenho um efeito calmante em ti, no. 33:31 Pessoa 1 Fundo sim, absolutamente. EE agora já está numa fase em que se é 11 jovem adulto. Tem 22 anos e já posso falar com ele de outras coisas. Posso falar das minhas angústias, dos meus sonhos, das minhas ambições. Ele dá me conselhos. Ele vai ver tudo o que eu faço. 33:46 Ele gosta muito de teatro e, portanto, tem um olhar crítico, tem um olhar sustentado, tem opiniões formadas. É muito giro falar de política, falar de do que, do que seja. 33:56 Pessoa 2 O que é o maravilhoso da da vida? 33:58 Enfrentar Desafios Sociais e o Sonho de Salvar Olha, estamos num tempo em que a ética, a responsabilidade e a empatia parece que tiraram férias durante algum tempo. Coisas que nós considerávamos como normais, nomeadamente direitos civis, coisas que são normais e banais, parecem agora estar sob ameaça. 34:14 O que é que fazemos a isto? Ignoramos ou combatemos? Com toda a formação, tenho sempre essa dúvida que é quando quando alguém defende alguma coisa completamente absurda e que nós temos a sensação de que não faz sentido. 34:28 Pessoa 1 Eu, eu percebo a pergunta, podemos dar? 34:29 Pessoa 2 Gás. 34:30 Pessoa 1 Porque às vezes sinto que quanto mais combatemos ou quanto mais damos visibilidade a esse tipo de posturas e. 34:35 Pessoa 2 Estamos a ajudar, não é? 34:36 Pessoa 1 Exatamente, estamos AAA divulgá las a fomentá las. Às vezes é evidente que ignorar silenciosamente também não é uma boa política. Eu acho que temos que encarar isto enquanto sociedade, enquanto coletivo, enquanto e perceber quais é que são os limites. Oo que é que é razoável. 34:53 Vivendo nós em democracia e admitindo que há pessoas com opiniões diferentes e respeitando essa diferença. Ainda assim há limites. Há limites para aquilo que é passível de ser dito quando isso incita o crime, a violência, o ódio. 35:10 AA os extremismos. EE portanto, eu acho que temos que olhar para os políticos que têm responsabilidade legislativa. Temos que olhar para a justiça. Que seja mais eficaz, seja mais célere. Quando assistimos na própria casa da democracia, no parlamento, a comportamentos, bom que não se não aceitaríamos numa escola, por exemplo, então algo que está profundamente mal e isso tem que ser balizado. 35:35 Pessoa 2 Olha, EE, quando essas discussões começam a contaminar a nossa bolha, dos nossos amigos, que nós até dizemos, mas porque é que tu estás a dizer 11? Coisa daquele passa um efeito de contágio, não é? É como os. 35:47 Pessoa 1 Vírus com os amigos. 35:50 Pessoa 2 Amigos ou próximos? 35:51 Pessoa 1 Eu. 35:51 Pessoa 2 Vou não vou largar um bocadinho o. 35:52 Pessoa 1 Círculo eu quero acreditar que o que as a escolha a minha escolha de amigos. 35:57 Pessoa 2 Te protege. 35:58 Pessoa 1 Protege me. Mas se ouvir pessoas a dizerem coisas que a mim me agridem, porque são absolutamente idiotas, eu não vou entrar nesse, nesse, nesse, nessa discussão, nesse diálogo. Não vou gastar essa energia. Um amigo SIM. 1 conhecido não. 36:14 Pessoa 2 Pois deixas deixas passar, olha, há bocadinho estavas a falar dos teus, dos teus medos, das tuas vulnerabilidades que vem de onde, que, que tipo de medos são? 36:23 Pessoa 1 Esses os normais, ou como qualquer pessoa, o medo de morrer, o medo de falhar, o medo de desiludir, o medo de sofrer, o medo de não ser suficiente, o medo de. São muitos, mas é assim, eu, eu, eles existem. 36:40 Mas eu não sou uma pessoa medrosa. Eu não sou um pessimista da entende. 36:44 Pessoa 2 Que és um otimista? 36:45 Pessoa 1 Sim, sim, eu, eu, eu vejo o copo meio cheio. Eu, eu não me escudo a uma luta, a um embate. Eu posso tremer, mas vou, eu vou lá, eu vou à eu vou à luta. 36:57 Pessoa 2 Então, EE do lado otimista, do lado solar, onde é que? Onde é que estão os teus sonhos? O que é que, o que é que tu, o que é que tu projetas como? OK, aqui eu tenho que pôr mesmo as minhas fichas e que isto tem que acontecer mesmo. 37:07 Pessoa 1 Bom, eu estou numa fase. Da minha vida, em que eu o que procuro é acolher um bocadinho, os frutos daquilo que semeai ao longo da vida. 37:15 Pessoa 2 O que já acontece, o que já acontece? 37:17 Pessoa 1 E, portanto, os meus sonhos agora são, se calhar, de outra natureza. Já não tenho ambições profissionais, não quero ir para Hollywood, não quero ganhar um óscar. Não, não, não, porque isso implicava uma outra vida que eu não tenho. Já não tenho e não tenho nem energia, nem vontade. 37:33 Adoro o meu país, adoro viver aqui. Tenho 111, carreira longa, já fiz muita coisa. Sinto me muito reconhecido pelo meu trabalho. Sinto que tenho um espaço de ação, de intervenção, tenho responsabilidades. Portanto, eu, eu, no essencial, sinto me um privilegiado. 37:51 Os meus sonhos são em garantir que a minha família está bem, saudável, que tenho condições para poder continuar a trabalhar e a fazer os textos que. Gosto que quero trabalhar me e relacionar me com os públicos que me acompanham há muitos anos. 38:07 Este trabalho tem vindo a desenvolver há 8 anos no Trindade, que me deixa cheio de de orgulho. 38:12 Pessoa 2 Que é um teatro especial, não? 38:13 Pessoa 1 É. É muito especial. Não só porque foi lá que me estreei como encenador há muitos, muitos anos. Mas tem 11. Bom, é um belíssimo exemplo. Do teatro palco à italiana, neste país muitíssimo bem preservado. E depois tem 11. Relação plateia, palco fantástica. 38:29 E tenho me permitido levar a cena espetáculos de que tenho muito orgulho. É uma proximidade também? Sim, sim, também essa proximidade física, energética, EE é um teatro onde me sinto bem e sinto me acarinhado. Sinto, me sinto me em casa. 38:42 Pessoa 2 Exatamente, há bocadinho usavas a palavra casa. Disseram me que tu cuidas de todos os detalhes que vão desde a bilheteira, no sentido de quem é que é? A pessoa que acolhe na bilheteira, a pessoa que leva as pessoas até até se sentar isto tudo isto faz parte do espetáculo. 39:00 Pessoa 1 Sim. Ou seja, eu diria que um projeto artístico, que foi isso que eu desenhei para a Trindade não se esgota apenas na programação. É um conceito. Que é um conceito de fruição. É uma experiência que começa desde que a gente liga para o para o Trindade a pedir uma informação, desde que compramos um bilhete. 39:16 Como somos, a maneira como somos recebidos na sala, como somos acolhidos no fundo, eu trato Oo Trindade e este projeto como uma empresa cultural que tem que ter uma relação privilegiada com o seu público, tem que acarinhar os seus funcionários e que tem que ter resultados. 39:32 E, portanto, eu não acho que seja nada de novo, de nem transcendente, é apenas um cuidado que eu imprimo em todas as Vertentes que têm que ver com o espetáculo, seja no palco ou fora dele. 39:42 Pessoa 2 Que é isso que nos faz depois sentir bem num determinado sítio e acolhidos. 39:44 Pessoa 1 É o que eu desejo. É assim que eu gosto, é assim que eu me sinto quando eu me sinto bem num num sítio, num espaço, enquanto utente público, seja o que for, eu volto. E é isso que eu quero proporcionar, proporcionar às pessoas com autoridade. 39:55 Pessoa 2 Olha, o que é que a arte pode fazer por nós? Por estes tempos mais conturbados. 39:59 Pessoa 1 Olha, se eu tivesse que reduzir uma única palavra, diria salvar nos. 40:02 Pessoa 2 Assim, logo uma coisa simples. 40:04 Pessoa 1 Simples, porque, na verdade, para que é que vivemos? Não é? Não pode ser só para comer e para procriar e para. Ou seja. 40:11 Pessoa 2 Fazem os animais. 40:12 Pessoa 1 Pronto, exatamente, quer dizer. 40:13 Pessoa 2 Os animais, mas os outros? 40:14 Pessoa 1 Distinguem nos não é. A arte eleva, nos eleva nos a um nível de sofisticação intelectual, espiritual. É É Ela que nos permite. Encarar OA vida OA essência da vida, o sentido da vida EE podermos ao mesmo tempo mergulhar em nós próprios, os nossos sentimentos, na nossa história. 40:34 Portanto, eu acho que esse legado é algo essencial. Acho que todas as pessoas que de uma forma ou de outra têm um contacto com expressões artísticas, eles não têm que ser artistas, mas as pessoas que na vida têm contacto com experiências artísticas. 40:50 São necessariamente mais felizes, mais completas, mais preenchidas. 40:54 Pessoa 2 Mas estamos numa cidade onde gastamos AA vida e a formação dos nossos, das nossas crianças, mais a ter matemática e física e afins do que ir ao teatro, ver uma exposição, ir passear no parque. 41:07 Pessoa 1 Isso é outra discussão, não é? Ou seja. 41:08 Pessoa 2 A nossa matriz está a criar na realidade autómatos e não e não. 41:13 Pessoa 1 Certo, é por isso que já há muitos métodos a serem desenvolvidos e explorados de ensino. Que não passam necessariamente por essa essa compilação de conhecimento, essa aquisição, essa quantificação de de conhecimento que depois, na verdade fica muito pouco, não é quantos nós nos lembramos das coisas que aprendemos na escola? 41:31 Já nem dos rios eu me lembro, entre entre outras coisas. Matemática nem pensar. Felizmente temos as calculadoras, mas o que eu quero dizer é, sabem, matemática é evidente. Eu acho que a educação pela arte podia ser um caminho muito interessante. 41:48 Ou seja, pôr precocemente jovens em contacto com as expressões artísticas ajuda não só a desenvolver a fruição e o sentido crítico, mas e o sentido estético, mas também a desenvolver competências do ponto de vista da imaginação, da criatividade, que são coisas que nós podemos usar em todas as áreas da nossa existência. 42:07 E isso torna nos seres mais sensíveis, mais atentos, mais empáticos e menos e mais generosos também. 42:14 Ferramentas Essenciais para uma Comunicação Eficaz Olha, eu quero aprender. Quero tomar a tua experiência, aprender EE, partilhar com quem nos ouve. O que é que nós precisamos de fazer para nos tornarmos melhores comunicadores? Tu tens uma caixa cheia de ferramentas para nos para, para nos ajudar a comunicar melhor. 42:32 O que é que nós podemos fazer? Vamos, vamos lá. Podemos fazer 11 lista ou ou ou ir ou ir por um caminho para nos tornar melhores comunicadores. 42:40 Pessoa 1 Olha, eu, eu não tenho isto sistematizado, não é? Mas eu diria. 42:44 Pessoa 2 Também não precisamos de todas. Pronto, isso são 2. Quer dizer, podemos começar pela voz, por exemplo. 42:47 Pessoa 1 Eu diria que para para comunicarmos melhor, é muito importante começar por saber o que é que queremos dizer, o que é que queremos comunicar? O problema é que se as pessoas não têm bem a certeza do que querem comunicar. 43:00 Pessoa 2 Sai propaganda, sai propaganda. 43:02 Pessoa 1 Ou sai, envie usado. Não é ou, ou a comunicação perde. Se algures eu, eu começaria por aí, que é termos convicções, termos valores, termos opiniões estruturadas. Vai facilitar. Depois eu diria sermos económicos, concisos. 43:18 Pessoa 2 Não gastar, não gastar o tempo da Malta. 43:20 Pessoa 1 Nem o tempo da Malta, nem a voz, nem nem nem nem o vocabulário. Porque às vezes diz se muita coisa para, às vezes é uma coisa tão simples, não é? Portanto, eu acho que a simplicidade é um bom artifício. 43:30 Pessoa 2 Estamos a falar e à procura do que vamos a dizer. 43:32 Pessoa 1 Exatamente. 43:34 Pessoa 2 Dá, me dá me um sujeito, dá me dá, me dá me um predicado que é para a gente conseguir perceber do que é que estás a. 43:40 Pessoa 1 Falar shakhov já defendia isso. Ser conciso é muito importante. Bom se estivermos a falar da comunicação oral. A articulação é fundamental, não é? Ou seja, porque quando a gente. 43:53 Pessoa 2 Ninguém entende nada. 43:54 Pessoa 1 Entende nada. Portanto, eu acho que falam para dentro a capacidade de falar para fora no sentido de comunicar EEE. Porque nós quando falamos, não falamos só com a voz. Para além de falarmos com a voz de lançarmos as palavras de as articularmos, depois falamos com a energia que pomos na. 44:11 Pessoa 2 E lá está a nossa caixa pulmonar também, não é? 44:13 Pessoa 1 Torácica, EE as nossas expressão. EEE aquilo que não dizemos também é muito importante, não é toda o toda a linguagem que fica. 44:20 Pessoa 2 Isso aprendemos logo com as mães quando elas estão zangadas. 44:22 Pessoa 1 Connosco e não, não precisam de muito. 44:26 Pessoa 2 Não é? 44:27 Pessoa 1 E depois, eu acho que sermos sinceros também ajuda. 44:29 Pessoa 2 Não é sempre? 44:31 Pessoa 1 Bom. 44:31 Pessoa 2 Ou uma mentirinha piedosa também pode caber neste neste. 44:35 Pessoa 1 Se a intenção é que ela pessoa perceba, tens é que. 44:38 Pessoa 2 Circular não é? Olha, e a arte de escutar, porque isto de dizer depois de pensar ou não pode ser uma coisa mais visceral, a arte de ouvir. 44:48 Pessoa 1 Olha, no teatro é fundamental. Aliás, na arte de representação, há mesmo workshops que se chama escuta ouvir, saber ouvir. 44:56 Pessoa 2 Como é que se ensina isso? 44:57 Pessoa 1 Ouvindo. Que é que é? O que é que acontece? Muitas vezes um ator sabe as suas falas, não é? EE sabe a tua deixa e só está à espera da deixa para dizer a dele, portanto, tu dizes chapéu a chapéu é a minha deixa. 45:11 Pessoa 2 Isso fica artificial, não é claro. 45:13 Pessoa 1 Fica. Tu estás à espera da deixa. Mas se tu estiveres a ouvir tudo aquilo que tu estás a dizer, tem um sentido EOAAA. Minha fala é uma reação à tua. 45:22 Pessoa 2 E tu entras no comboio? 45:23 Pessoa 1 Obviamente, tens que ouvir, tens que ouvir, tens que processar e tens que integrar. E isso tudo tem tempos e às vezes OAA, Malta nova, muitas vezes com a ansiedade. Precipita um bocadinho e tu dizes. Calma, calma, ouve, ouve o que ele está a dizer, ouve, ouves, retens. 45:39 Ah, e reages. E isso pressupõe um tempo, pressupõe uma respiração, pressupõe jogo, jogo. 45:44 Pessoa 2 O timing conta. 45:45 Pessoa 1 Muito. Timing é tudo. Timing é tudo em em representação, em comédia. Então é fundamental, se tu falhas o timing, a piada já foi. A maneira como lança se aquele tempo de suspensão. 45:56 Pessoa 2 Há uma aceleração, há uma suspensão e depois consegues fazer que a piada aconteça. 46:01 Pessoa 1 Em em teoria, sim, mas é uma coisa que se sente mais do que se explica, não é? É aqui, cuidado, estás a correr, estás a assim, não tem graça. Tens que tens que fazer o punchline, tens que fazer a chamada e depois lanças a eu estou te a ouvir. 46:12 Pessoa 2 Estou a pensar no ralo solnado lá está que que, independentemente do texto e tudo o que fosse, havia não só maneira de dizer, mas depois também aquela tu quase antecipavas que ali IA acontecer alguma. Coisa e ele trocava te as. 46:24 Pessoa 1 Voltas e tu? 46:25 Pessoa 2 Ias tu ias te embora logo rapidamente, o que é que te falta fazer? 46:30 Pessoa 1 Olha bom o jantar. 46:33 Pessoa 2 Logo tu cozinhas. 46:35 Pessoa 1 Pouco, felizmente, tenho. Tenho em casa quem cozinho muito bem, mas. 46:38 Pessoa 2 Gostas de comer. 46:39 Pessoa 1 Eu gosto muito de comer, pronto. Gosto da sou, sou, sou. Sou um bom garfo. Não sei. Não sei se me falta fazer assim tanta coisa. Eu tenho 11 gaveta cheia de peças que quero fazer. Gostava de fazer um bocadinho mais de cinema, mas é algo que não depende só de mim. 46:55 Pessoa 2 É difícil fazer cinema em Portugal, não é? É fazer no sentido de produzir. 46:59 Pessoa 1 Sim, é muito, é muito difícil, não é porque. 47:00 Pessoa 2 É caro? 47:01 Pessoa 1 É muito caro, não é? Um filme custará à volta de meio milhão, meio milhão de euros, pelo menos. E. 47:08 Pessoa 2 Depois, depende do que é que se venda daquele filme, não é? 47:10 Pessoa 1 Nem tanto, porque não há. Não temos indústria, portanto, este dinheiro é, é. São apoios do estado. Muitas vezes ARTP também participa. Às vezes vêm da Europa, da euro imagens ou de outros organismos que consegues uma co produção, mas eu não tenho capacidade nem tempo para montar esse tipo de coisas. 47:29 Estou aqui empenhado em tentar escrever uma série que propusemos. De resto, ou ou o ica, para ver se conseguimos desenvolver uma ideia. Portanto, eu gostava também de realizar. É uma coisa que já fiz, já já realizei uma curta metragem, mas gostava de realizar a uma série a uma longa metragem. 47:47 No fundo, é um prolongamento natural do facto de eu já ensinar os espetáculos há muitos anos. 47:51 Pessoa 2 E mesmo com com os netflixs desta vida e afins, esse processo não se tornou melhor? Quer dizer, houve o rabo de peixe, obviamente. 47:56 Pessoa 1 É muito competitivo, há muita gente boa a competir por esse nicho e, portanto, para alguém como eu, que vem da área mais do teatro. 48:03 Pessoa 2 E o mercado é pequeno, é muito. 48:05 Pessoa 1 Eficiente, mas eu não, eu não, não vou desistir e se surgir a oportunidade, falo way, mas perguntavas me o que é que eu gostava de fazer? Gostava ainda de realizar um filme ou uma série. 48:14 Pessoa 2 Diogo Infante, muito obrigado. Estou obviamente ansioso e com uma elevadíssima expetativa. Desculpa, como já aqui cá em cima, para para ver esse professor do clube dos poetas mortos. Não sei o que é que vais fazer da tua vida, mas mas isto está a correr bem. 48:32 Pessoa 1 Não vai correr bem? 48:33 As Seis Lições Essenciais para uma Melhor Comunicação Quantos espetáculos é que é que é que são, quantas? Quantas? Então, eu fico sempre frustrado quando aparece um grande espetáculo. Que que eu às vezes que eu tenho a sorte de ir ver. E me dizem isto agora só tem mais mais 3, 3 sessões e eu digo, mas por? 48:48 Pessoa 1 Nós, no Trindade, é ponto, assente. Não fazermos espetáculos menos de 2 meses e meio. Mínimo que luxo. Sim, a gavolta vai estar 2 meses e meio em cena, mas o clube dos poetas mortos. Vai estar bastante mais. 49:00 Pessoa 2 Há conversas que nos deixam marca e esta é uma delas, o Diogo Infante lembro nos que comunicar não é despejar palavras, é estar inteiro, é estar presente, é saber escutar. Mostrou me que a presença não é talento, é uma construção e que a vulnerabilidade, quando não é usada como arma, torna se uma força e que a verdade vive sempre na tensão entre técnica e alma. 49:19 Aqui ficam as lições que eu tirei desta conversa, 5 lições principais a primeira é que a presença constrói se todos fomos tímidos de algum momento. A diferença está no trabalho que fazemos para lidar com isso e para ultrapassar essa timidez e para reforçar a presença. 49:35 A segunda é que a vulnerabilidade é um ativo e não um risco. Quando alguém assume fragilidade com clareza, cria proximidade e não fraqueza. A terceira lição é que a comunicação começa sempre na escuta. Diogo mostrou isso sempre. Escutar é parte da presença, escutar é parte da ética, escutar é parte do ofício quarto. 49:55 A expetativa pesa, mas pode ser transformada. O chip público pode ser disciplina, sem deixar de ser a verdade. A quinta é que, em família, comunicar é amar, é dizer gosto de ti, é pedir desculpa, é estudar o tom e tudo isso molda vínculos. 50:12 A sexta pode ser a arte. A arte salva porque nos baixa, a guarda, porque nos dá um espelho, porque nos dá respiração, e a sétima é que a verdade implica sempre risco e ainda assim. É sempre melhor do que viver dentro do papel. Errado. 50:27 Obrigado ao Diogo Infante pela generosidade, pela coragem desta conversa e obrigado a quem nos está a escutar. Se este episódio vos compartilhem com alguém que precisa de comunicar melhor ou simplesmente ouvir uma boa conversa, podem seguir o pergunta simples, no YouTube, no Spotify, no Apple podcast e em perguntasimples.com e até para a semana.

Bola Ao Ar
Knicks levam a Taça e trocas que deviam (mesmo!) acontecer

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 47:57


Neste episódio, o João Dinis e o Lucas Niven:comentam aa final-four da NBA Cup que coroou os New York Knicksolham para alguns nomes que podiam e deviam mudar de arese muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Caos Corporativo
Ep. 03 – O jogo invisível das carreiras: Segurança não existe! Assuma o comando da sua carreira

Caos Corporativo

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 38:09


Bora ouvir mais um episódio do podcast Caos Corporativo?

Microcosmos ChillOut and Ambient

Microcosmos Records is pleased to present the new single “1961” by Bora. “1961” is a sonic tribute to the dreamers, inventors, and cosmonauts of the early Space Age. Groovy rhythms intertwine with ethereal pads, subtle ethnic textures, and archival cosmic elements. The voice and the signal of the satellite bring the listener directly into the emotional landscape of the first space breakthrough — the moment humanity stepped beyond Earth for the very first time. For Bora, this track carries a deeply personal story: endless bicycle journeys through remote towns and villages, serene river mornings, open fields shimmering in the sun, and the quiet presence of history still living in the land. “1961” captures this inner world — tender, dreamy, filled with awe and a longing to touch something greater. Put on “1961” and drift into the universe of the First Ones — those who looked at the stars with courage, wonder, and boundless imagination.

Adufrgs Sindical
Entrevista com Jairo Bolter e Débora Coelho

Adufrgs Sindical

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 41:03


Neste episódio, o videocast traz uma entrevista com o presidente da ADUFRGS-Sindical, Jairo Bolter, e a diretora Secretária Débora Coelho sobre as perspectivas para a gestão 2025-2028.

Bola Ao Ar
Final-4 em Las Vegas, lacrosse e cachaço de Porco

Bola Ao Ar

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 45:31


Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis conversam sobre:Os apurados para a final-4 da NBA CupWarriors, Wemby, sugestões de sítios para jantares de Natale muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!

Pharma and BioTech Daily
Transformative Breakthroughs in Cancer and Gene Therapy

Pharma and BioTech Daily

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 7:01


Good morning from Pharma Daily: the podcast that brings you the most important developments in the pharmaceutical and biotech world. In the ever-dynamic landscape of these industries, recent advancements have underscored both the scientific ingenuity and strategic foresight shaping patient care today.Pfizer has unveiled promising clinical trial data for Tukysa, indicating its potential as a first-line maintenance therapy in HER2-positive breast cancer. This development suggests that Tukysa could delay disease progression, offering patients extended survival prospects and an improved quality of life. Additionally, Pfizer's recent licensing agreement with Yaopharma for YP05002—a small molecule GLP-1 agonist currently in Phase 1 trials aimed at obesity treatment—highlights their strategic push into the rapidly evolving obesity treatment market.Meanwhile, Fondazione Telethon, an Italian nonprofit organization, has achieved a significant milestone with FDA approval for Waskyra—the first gene therapy for Wiskott-Aldrich syndrome. This ex vivo gene therapy directly targets the genetic roots of this rare disease, shifting treatment from symptomatic management to addressing underlying causes. This approval is transformative not only for patients suffering from this condition but also for the broader field of gene therapies, heralding a new era in treating rare genetic disorders.On the strategic front, Eli Lilly's decision to establish a $6 billion active pharmaceutical ingredient manufacturing facility in Huntsville, Alabama, marks a pivotal investment in U.S. manufacturing capabilities. This site will be critical in producing APIs for small molecule and peptide medicines, a testament to Lilly's commitment to meeting growing therapeutic demands while bolstering domestic production resilience—a trend gaining momentum across the industry. In oncology, Eli Lilly's Jaypirca demonstrated an impressive reduction in disease progression during Phase 3 trials for chronic lymphocytic leukemia.Biocon's acquisition of Viatris' stake in their biosimilar subsidiary exemplifies the shifting dynamics within the biosimilars market. This move allows Biocon to consolidate its market position as biosimilars gain traction as cost-effective alternatives to branded biologics. Such strategic realignments are indicative of competitive maneuvering aimed at capturing greater market share and driving down healthcare costs.Roche has made strides with compelling results from its Phase 3 trial of giredestrant, an oral selective estrogen receptor degrader showing a 30% reduction in risk for invasive breast cancer recurrence or death. The significance of this development lies in offering an oral alternative to injectable treatments, potentially improving patient adherence and reshaping standard care protocols for hormone receptor-positive breast cancer. Furthermore, Roche has achieved another regulatory milestone with its monoclonal antibody Gazyvaro gaining EU approval for treating lupus nephritis following successful Phase 3 trials.Innovation continues unabated as Formation Bio forms a new subsidiary through a $605 million deal with Lynk Pharmaceuticals. By securing rights to a next-generation immunology asset, Formation Bio positions itself at the forefront of immunological research developments. Concurrently, BioNTech and Bristol Myers Squibb have reported positive results from Phase 2 trials of Pumitamig for triple-negative breast cancer—validating bispecific antibodies' efficacy within oncology.Collaborative efforts are also reshaping industry landscapes. Bora and Corealis have partnered to create an end-to-end contract development and manufacturing organization for oral solid dose drug development. This collaboration aims to streamline processes and provide scalable solutions through a single contracting source, reflecting a shift towards integrated service models that enhance efficiencySupport the show

Café Brasil Podcast
Café Brasil 1008 – A estética da burrice - Por que precisamos da beleza.

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 45:25


Você já ouviu que “gosto não se discute”, né? Pois aqui a gente vai discutir, e muito. Neste episódio eu junto Guimarães Rosa, Roger Scruton, neuroestética, cidades feias, músicas pobres e timelines tóxicas para mostrar como a perda da beleza está emburrecendo o Brasil. Beleza não é frescura: organiza a alma, a cidade e a cultura. Se tudo vira “tanto faz”, abrimos espaço para a estética da burrice. Bora afinar o olhar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................

O Antagonista
Débora do Batom podem sair da cadeia em março

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 11:12


Aprovação do PL da dosimetria tende a beneficiar réus como a Débora do Batom e Fátima de TubarãoMeio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Heinous – An Asian True Crime Podcast
The Vanishing of Sheena Bora | 2012

Heinous – An Asian True Crime Podcast

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 45:23


In 2012, Sheena Bora had her whole future ahead of her; she was hardworking, ambitious, and carving out her career in the bustling city of Mumbai. But beneath the surface were webs upon webs of deadly family secrets. And when Sheena vanished overnight without a trace, the truth that emerged tore through one of India’s most powerful media families, and unraveled layers of deception that few could believe. Join your fellow Heinous fans and interact with the team at our website or through our socials (IG, TikTok) @heinous_1upmedia. - Love Heinous? But feel its getting too dark for you? Check out:

Caos Corporativo
Ep. 02 – O jogo invisível das carreiras: Política corporativa - o jogo que você está jogando

Caos Corporativo

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 24:44


Mais um episódio do podcast Caos Corporativo na área!

Uma Conversa
Fraternidade e Moradia

Uma Conversa

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 57:58


Bora ouvir Uma Conversa na moral! Vem com a gente refletir sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2026: “Fraternidade e Moradia – Ele veio morar entre nós”. Convidamos você, ouvinte, a explorar como o direito à terra, ao trabalho e ao teto é expressão do Evangelho. A Igreja e a sociedade são chamadas à solidariedade, através da construção de comunidades acolhedoras. Escuta aí!|Música: Alê, o Ferreiro (prod. Suno) - Contrição| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Digitais: @1Conversa

The Insider Travel Report Podcast
Jan Sorensen, Vice President of Food and Beverage Operations for Celebrity

The Insider Travel Report Podcast

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 7:32 Transcription Available


Jan Sorensen, vice president of food and beverage operations for Celebrity Cruises, talks with James Shillinglaw of Insider Travel Report about the many dining options aboard Celebrity Xcel. These range from the main restaurants Cosmopolitan, Tuscan, Normandie and Cyprus to casual venues like Mosaic at The Bazaar, Bora, Spice Café and Raw on 5 to elegant eateries Le Grand Bistro, Le Petit Chef and Le Voyage by Daniel Boulud. There are so many choices, it's almost overwhelming, with plenty of options over the course of a seven-day cruise. For more information, visit www.thecelebritycommitment.com or www.celebrity.com.  All our Insider Travel Report video interviews are archived and available on our Youtube channel  (youtube.com/insidertravelreport), and as podcasts with the same title on: Spotify, Pandora, Stitcher, PlayerFM, Listen Notes, Podchaser, TuneIn + Alexa, Podbean,  iHeartRadio,  Google, Amazon Music/Audible, Deezer, Podcast Addict, and iTunes Apple Podcasts, which supports Overcast, Pocket Cast, Castro and Castbox.  

Tám Sài Gòn
Review phim: QUÁN KỲ NAM , PHI VỤ THẾ KỶ: THOẮT ẨN THOẮT HIỆN, PHI VỤ ĐỘNG TRỜI 2, GANGSTER VỀ LÀNG, PHIÊN CHỢ CỦA QUỶ, 100 MÉT, Sân khấu của j-hope 'HOPE ON THE STAGE' THE MOVIE,...

Tám Sài Gòn

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 27:15


Review các phim ra rạp từ ngày 28/11/2025:PHÒNG TRỌ MA BẦU – T16Đạo diễn: Ngụy Minh KhangDiễn viên: Huỳnh Phương, Anh Tú, Phương Lan, Cát Phượng,Thể loại: Hài, Kinh DịHai người bạn thân thuê phải một căn phòng trọ cũ, nơi liên tục xảy ra những hiện tượng kỳ bí. Trong hành trình tìm hiểu, họ đối mặt với hồn ma của một người phụ nữ mang thai – “ma bầu”. QUÁN KỲ NAM – T16Đạo diễn: Lê Nhật Quang (Leon Le)Diễn viên: Liên Bỉnh Phát, Đỗ Thị Hải Yến, Trần Thế Mạnh,Thể loại: Tâm Lý, Tình cảmVới sự nâng đỡ của người chú quyền lực, Khang được giao cho công việc dịch cuốn “Hoàng Tử Bé” và dọn vào căn hộ bỏ trống ở khu chung cư cũ. Anh làm quen với cô hàng xóm tên Kỳ Nam, một góa phụ từng nổi danh trong giới nữ công gia chánh và giờ lặng lẽ với nghề nấu cơm tháng. Một tai nạn xảy ra khiến Kỳ Nam không thể tiếp tục công việc của mình. Khang đề nghị giúp đỡ và mối quan hệ của họ dần trở nên sâu sắc, gắn bó. Liệu mối quan hệ của họ có thể tồn tại lâu dài giữa những biến động củа xã hội thời bấy giờ? PHI VỤ ĐỘNG TRỜI 2 Đạo diễn: Jared Bush, Byron HowardDiễn viên: Jason Bateman, Quinta Brunson, Fortune FeimsterThể loại: Gia đình, Hành Động, Phiêu Lưu, Thần thoại ZOOTOPIA 2 trở lại sau 9 năm.PHI VỤ THẾ KỶ: THOẮT ẨN THOẮT HIỆN – T13Đạo diễn: Ruben FleischerDiễn viên: Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco, Isla Fisher, Justice Smith,Thể loại: Hồi hộp, Tội phạmTứ Kỵ Sĩ chính thức tái xuất, bắt tay cùng các tân binh ảo thuật gia Gen Z trong một phi vụ đánh cắp kim cương liều lĩnh nhất trong sự nghiệp. Họ phải đối đầu với bà trùm Veronika của đế chế rửa tiền nhà Vandenberg (do Rosamund Pike thủ vai) - một người phụ nữ quyền lực và đầy thủ đoạn. Khi kinh nghiệm lão làng của bộ tứ ảo thuật va chạm với công nghệ 4.0 của một mạng lưới tội phạm xuyên lục địa, liệu ai sẽ làm chủ cuộc chơi? GANGSTER VỀ LÀNG – T16Đạo diễn: Kim Hee - SungDiễn viên: Ji Seung - Hyeon, Jeong Hyesung, Beak Sung - chul chỉ còn một tháng để thoát án tử. Anh cải trang, ẩn mình trong một ngôi làng hẻo lánh nhưng lại là tâm điểm biểu tình. Khi tìm thấy tình yêu với cô gái Bora, gã giang hồ buộc phải mang mặt nạ đom đóm đứng lên chiến đấu, đối mặt với quá khứ. Anh sẽ tìm thấy sự cứu rỗi hay bị nhấn chìm mãi mãi?PHIÊN CHỢ CỦA QUỶ - T18Đạo diễn: Hong Won-kiDiễn viên: Yoo Jae-myung; Moon Chae-won; Ngoc Xuan; Emma Le; Hua Vi Van; Dinh Y Nhung.Thể loại: Kinh DịPhiên chợ của quỷ - Nơi linh hồn trở thành những món hàng để thỏa mãn tham vọng của con người. Sân khấu của j-hope 'HOPE ON THE STAGE' THE MOVIE – T13Thể loại: Hòa nhạc, Phim tài liệuTrải nghiệm trọn vẹn hai đêm encore ngoạn mục tại Goyang – lần đầu tiên trên màn ảnh rộng! Khám phá toàn bộ sắc màu nghệ thuật của j-hope: từ những bản hit trong album solo “Jack In The Box”, album đặc biệt “HOPE ON THE STREET VOL.1”, đến màn công chiếu lần đầu “Killin' It Girl”. Tất cả được tái hiện qua những sân khấu live mãn nhãn, kèm theo hậu trường độc quyền và sân khấu đặc biệt cùng Jin, Jung Kook và Crush. 100 MÉTĐạo diễn: Kenji IwaisawaThể loại: Hoạt HìnhĐẠT 8.1 TRÊN IMDb - TRỞ THÀNH MOVIE ANIME THỂ THAO ĐƯỢC GIỚI PHÊ BÌNH QUỐC TẾ CA NGỢI LÀ “ĐỈNH CAO HOẠT HÌNH” “Kiệt Tác Rotoscoping” (vẽ lại dựa trên cảnh quay người thật) khi tạo nên những phân cảnh chi tiết với độ chân thực đáng kinh ngạc - Bộ Phim 100 MÉT là câu chuyện kéo dài hơn 15 năm, xoay quanh hai vận động viên chạy nước rút có xuất phát điểm trái ngược nhau:Togashi: Một "thiên tài" bẩm sinh về chạy bộ.PHIM ĐIỆN ẢNH THÁM TỬ LỪNG DANH CONAN: DƯ ẢNH CỦA ĐỘC NHÃN (CHIẾU LẠI) - KĐạo diễn: Katsuya ShigeharaDiễn viên: Minami Takayama, Wakana Yamazaki, Rikiya Koyama, Megumi Hayashibara, ...Thể loại: Bí ẩn, Hành Động, Hoạt Hình-------------------------------------------#8saigon #reviewphimrap #quankynam #phivudongtroi2 #phivutheky3

Reportage Afrique
Dans l'est de la RDC, les bénévoles du «Club RFI de Goma» au chevet des victimes du conflit

Reportage Afrique

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 2:26


Dans l'est de la République du Congo, déchiré par les conflits armés depuis une décennie, des organisations humanitaires locales et internationales sont à pied d'œuvre pour soutenir les milliers des personnes qui souffrent suite à la guerre. Parmi ces organisations, le Club RFI intervient dans les communautés au travers des aides, en soutenant la population meurtrière. Durant deux ans, plus de 100 000 femmes et enfants ont été pris en charge dans l'accompagnement psychosocial. Aujourd'hui, ces bénévoles nous racontent leurs engagements pour la communauté au risque de leurs vies.  Dans le quartier Himbi, au cœur de Goma, sous un silence accompagné du chant des oiseaux, Nathalie Muchinya et Alphanie Thembo racontent leur engagement en faveur des habitants de l'est du pays. En dépit des incertitudes, ces deux membres du Club RFI de Goma sont décidées à aller à la rescousse des communautés. « Depuis la guerre du M23, j'organise deux séances de groupe de paroles, de résilience émotionnelle et de décharge émotionnelle avec les jeunes. Travailler pour le bien des autres personnes sans attendre quelque chose en retour », explique Alphanie Thembo. « Ce qui m'anime aujourd'hui est de travailler en tant que bénévole au sein du club RFI Goma. C'est cet esprit d'abord d'humanité. L'humanitaire, c'est vraiment important pour moi et ce service qu'on rend à la communauté. Quelqu'un vient et témoigne de ce que vous lui avez fait ressentir, ce que vous lui avez encore donné, de nouveau cet espoir de vivre », abonde Nathalie Muchinya. Nathanaël Bora, chargé de programme au sein de l'organisation, estime que servir les communautés qui souffrent devrait animer l'humanité aujourd'hui : « Nous ne sommes pas affectés de la même manière. Bien sûr que, nous aussi, vivons dans cette communauté. Il y a des difficultés que nous connaissons. Par exemple, à cause de ce conflit, il y a des femmes qui sont violées. Alors qu'est-ce que nous, au Club RFI, nous faisons ? Nous cherchons à mettre ensemble le psychologue bénévole pour l'accompagnement psychologique de ces femmes violées, de ces victimes de violences sexuelles. Je suis vraiment motivé à continuer à aider ma communauté. Parce que ma communauté a besoin des œuvres caritatives, des œuvres de bénévolat pour surmonter toutes les difficultés que nous connaissons. » Des besoins énormes Depuis la prise des villes de Goma et Bukavu, les besoins sont devenus énormes. Maître Zacharie Bashwira, coordonnateur du Club RFI, plaide pour plus du financement, au regard de la crise actuelle qui s'accentue et dont les femmes et les jeunes, dit-il, sont les premières victimes. « Notre objectif, c'est d'arriver à encadrer ces jeunes. Les clubs RFI, par exemple, viennent de donner une chance à une trentaine de jeunes orphelins de guerre qui vivent dans les orphelinats à Goma et à Nyiragongo. Nous les avons formés à des métiers professionnels. Aujourd'hui, ils sont sur le marché de l'emploi. On ne va pas s'arrêter là. On va continuer ces cycles pour essayer de passer d'une jeunesse à risque à une jeunesse opportune », détaille-t-il. Aujourd'hui, le Club RFI à Goma compte 39 volontaires permanents et une centaine des bénévoles occasionnels, qui œuvrent tous au service de la communauté.

Hablando en Plata
Aligera tu carga: el poder de ordenar tus espacios con Débora Abreu

Hablando en Plata

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 53:55


En este episodio de Hablando en Plata, Adriana Valladares conversa con Débora Abreu, organizadora de espacios y fundadora de Leveza, sobre el verdadero significado de poner orden.Más allá de la estética o la limpieza, Débora explica cómo ordenar puede ser un acto profundamente emocional, una forma de procesar cambios, cerrar etapas y reconectar con lo que realmente importa.Desde sus experiencias acompañando a personas en mudanzas, duelos y transiciones de vida, comparte herramientas prácticas para empezar a ordenar sin culpa, con respeto y sin juicios, entendiendo que soltar no es desechar, sino honrar lo vivido y abrir espacio a lo que sigue.Una conversación cálida y reveladora sobre cómo el orden exterior refleja el orden interior, y cómo aligerar la casa puede, en realidad, aligerar la vida.¡Cuéntanos qué te pareció este episodio y no olvides seguirnos en nuestras redes sociales!YouTube

Cueca Apertada
#170 – Cair com estilo! E dar a volta por cima!

Cueca Apertada

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 34:04


The Unofficial Shopify Podcast
This Founder Automated Influencer Outreach Completely

The Unofficial Shopify Podcast

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 45:44


So there's this guy, Bora Celik. Software engineer, thirty years in the game. Last year he tells his investors something crazy: SaaS is dead. Not dying. Dead. And here's the thing - he might be right. See, while everyone's playing with ChatGPT, asking it questions, Bora's building these things called AI agents. They don't just answer questions. They do the work. Like, actually reach out to influencers, negotiate deals, send products, follow up. No humans involved. One of his clients, Harney & Sons Tea, they've got agents running their entire influencer program. The agents find people, check their engagement rates, send emails, track who posts. Everything. And the wildest part? The CEOs of these $100 million companies are building their own agents now. Using tools anyone can access. Today, Bora shows us exactly how.SPONSORSSwym - Wishlists, Back in Stock alerts, & moregetswym.com/kurtCleverific - Smart order editing for Shopifycleverific.comZipify - Build high-converting sales funnelszipify.com/KURTLINKSN8N Agent Builder: https://n8n.io/ai-agents/Agentic Brand Newsletter: https://agenticbrand.ai/Agentic: https://a.gentic.co/WORK WITH KURTApply for Shopify Helpethercycle.com/applySee Our Resultsethercycle.com/workFree Newsletterkurtelster.comThe Unofficial Shopify Podcast is hosted by Kurt Elster and explores the stories behind successful Shopify stores. Get actionable insights, practical strategies, and proven tactics from entrepreneurs who've built thriving ecommerce businesses.

Flow Games
ANÚNCIO dos INDICADOS THE GAME AWARDS 2025, COBERTURA - #FGN #flowgames

Flow Games

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 164:46


Simplesmente a premiação mais badalada do mundo dos games, The Game Awards fez o anúncio dos seus indicados. A premiação vai rolar no dia 11 de dezembro direto de Los Angeles, tendo como sempre Geoff Keighley como o mestre de cerimônias. O Flow Games acompanhou o anúncio e repercutiu todos os indicados de cada categoria.Bora acompanhar com a gente!

Tudo é Cura
#72 - Autoimagem: A Decisão Que Muda Tudo

Tudo é Cura

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 32:28


Bora falar sobre "a consciência de Ser"?A base do trabalho do Neville Goddard é libertar a nossa imaginação e a nossa autoimagem. A imaginação nos traz referencia do novo, amplia aonde podemos chegar. O autoconceito nos permite ser a pessoa que transita nesse novo lugar, de maneira fluida, com confiança, sem resistência ou incoerência.E é isso que cria o campo que magnetiza nossas experiências (antigas ou novas): o que a gente é capaz de visualizar e quem é a gente é capaz de ser.Referencias:O Despertar da Consciência - Neville Goddard⁠⁠ (link direto da Editora, versão com audiobooks e palestras)Quebrando o Hábito de Ser Você - Joe DispenzaOs Quatro Compromissos - Don Miguel Ruiz

Passaporte Orlando
Passaporte Orlando Ep. 257 - Relato de Viagem - Orlando 2025 - Parte 2: Cruzeiro Star of the Seas

Passaporte Orlando

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 209:04


Olá amigos! Bora pra segunda e última parte do relato desta mais recente viagem para a Florida. E neste episódio falamos tudo sobre nosso cruzeiro de sete dias a bordo do navio Star of the Seas da Royal Caribbean, tudo que vimos, fizemos, os shows, as diversões e até os cochilos hehehe. Bora ouvir pra […]

Bibotalk - Todos os podcasts
100 mais delongas – BTPapo 100

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 66:30


Chegamos no BTPapo 100! Bora maratonar os BTPapos anteriores?clique aqui Torne-se mantenedor ou mantenedora do Bibotalk: clique aqui Compre na Amazon pelo link do Bibotalk: https://bibotalk.com/amazon Torne-se um Prime na Amazon: https://amzn.to/43cww5F Vantagens de ser Prime: (1) frete grátis nos produtos enviados pela Amazon; (2) séries e filmes originais e um variado catálogo de outros […] O conteúdo de 100 mais delongas – BTPapo 100 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

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BTCast | Bibotalk
100 mais delongas – BTPapo 100

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Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 66:30


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VeloNews Podcasts
Campy's New Gravel Drivetrain Explained, Rivian's Wild E-Bike, & 32,000 Miles on Indoor Trainers

VeloNews Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 83:19


Campagnolo's Super Record X evolved from their 13-speed wireless road drivetrain and employs an off-road-specific rear derailleur with their Nano Clutch and race-focused gearing, but can it compete against GRX and Red? Velo tech editor Josh Ross explains the just-released Italian gruppo and their new, 50mm tall Bora gravel wheels. Alvin was at Rivian's launch of their (questionably named) Also TM-B e-bike and has all the details of this tech-heavy city rig. The Also employs a pedal-by-wire belt drive system, magnesium housing with TWO motors, an inverted suspension fork, and a car-like regenerative braking feature, but Levy wants to know if it will ever be available or if it's destined for vaporware status? Lastly, the crew digs into Josh's comprehensive indoor trainer buyer's guide, including the least expensive smart trainer that makes sense, why you should consider buying used, haptics and other add-ons, and what his price-no-object indoor setup might look like. They also share their tricks for making indoor rides "fun." Further reading I've ridden 32,000 Miles on Indoor Trainers. These Are the Best Ones. Campagnolo's Top-Shelf Super Record Group Is Going Gravel Rivian's New E-Bike Is the Most Impressive Bike I've Ridden All Year Timestamps 00:00 Intro2:00 Talking about Rivian's new e-bike19:50 Campagnolo Super Record X37:00 Indoor training57:44 How much do you need to spend?1:03:00 Alvin: How do I make indoor training not suck?1:17:55 Josh's dream setup

The Lutheran History Podcast
TLHP 74 Martin and Katherina's Marriage: Details Less Often Told with Nathaniel Biebert

The Lutheran History Podcast

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 52:28


What was it like to witness Martin Luther's wedding—and even his bridal chamber? In this episode, we explore Justus Jonas's vivid letter announcing Luther's marriage to Katharina von Bora, complete with tears, friends, and ancient wedding customs that may shock modern ears. Along the way, we'll uncover the surprising role of the best man, the significance of Luther's marriage for Reformation theology, and why vocation and family life became so central to his legacy.Support the show Confessional Languages Scholarship The Wauwatosa Diary (book) Youtube ( even more behind-the-scenes videos available for certain patron tiers) Facebook Website Interview Request Form email: thelutheranhistorypodcast@gmail.com About the HostBenjamin Phelps is a 2014 graduate from Martin Luther College with a Bachelor of Arts with a German emphasis. From there went on to graduate from Wisconsin Lutheran Seminary in 2018. Ben has been a regular writer and presenter on various Lutheran history topics. His 2018 thesis on Wyneken won the John Harrison Ness award and the Abdel Ross Wentz prize. He is also the recipient of several awards from the Concordia Historical Institute.Ben is currently a doctoral student in historical theology through Concordia Seminary's reduced residency program in St. Louis. ...

Heart of the Matter Radio
The Truth about Katie's Great Escape

Heart of the Matter Radio

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 1:51


This week, we celebrate the life of Kathrina von Bora, a runaway nun who married Martin Luther in 1526. This amazing lady impacted the lives of many people and left an incredible legacy. You will enjoy this true story.

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)
722. Josué y Jueces - Débora y Gedeón - vencedores improbables. PARTE 6

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 79:13


Este relato e el libro de Jueces os muestra que Dios utiliza los instrumentos menos esperados para realizar Sus propósitos. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com

Mamilos
Cansados da polarização: o Brasil moderado

Mamilos

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 77:59


Quantas vezes você já ouviu, aqui no Mamilos mesmo, que o Brasil tá muito polarizado, que qualquer discussão rapidamente vira um embate em que ninguém se escuta, com opiniões radicais e sem nuance matando qualquer possibilidade de diálogo e construção de consenso. Quantas vezes já falamos que a polarização é um dos maiores desafios políticos da atualidade? Talvez a realidade seja um pouco diferente, e isso pode ser uma boa notícia. Uma pesquisa da More in Common com a Quaest mapeou um país bem mais complexo, que se divide em 6 campos, ao invés de apenas Petistas x Bolsonaristas. Em um extremo, temos os Progressistas Militantes representando 5% da população. Do outro, patriotas indignados com 6%. Esse contingente pequeno de pessoas é apoiado e tem suas opiniões amplificadas por um segmento menos radical do seu espectro político: a Esquerda Tradicional, com 14% da população e os Conservadores Tradicionais com 21%. No centro, espremidos ficam os Cautelosos com 27%. E fora da conversa os desengajados com outros 27%. Qual é a relevância desta descoberta? Toda a polarização que inflama as conversas e ocupa o maior espaço no debate público nasce nas pontas, dessa minoria de 11% de pessoas altamente engajadas e barulhentas. Enquanto a maioria da população está INVISÍVEL no debate. São 54% de brasileiros fora dos holofotes, mais preocupados com renda, serviços públicos e segurança do que com a guerra de costumes que caracteriza o fla x flu político. Hoje, a gente tira o zoom dessa miopia e põe uma lupa no Brasil real. Vamos entender quem são esses invisíveis, por que se afastam da arena, e o que os dados mostram quando saímos do atalho “Lula x Bolsonaro”. Dessa nova perspectiva emerge um recado forte que atravessa todos os segmentos: de 92% a 96% gostariam que os partidos trabalhassem juntos; entre 70% e 83% concordam que temos mais em comum do que diferenças. Se a política virou palco de confronto, os números apontam em outra direção: há terreno para cooperação. Bora mapear esse país que existe para além do barulho. Participam com a gente: Pablo Ortellado: Professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da EACH-USP, colunista do jornal O Globo e diretor-executivo da More in Common Brasil; Camila Rocha: mestra e doutora em ciência política pela USP, autora do livro “Menos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil” _____ Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me

chá com rapadura
122 - sarapatel

chá com rapadura

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 62:28


Aperta o play pra ver quem resolveu dar as caras de novo depois de séculos sumida... a fujona do podcast tá de volta e não veio só, viu? Trouxe junto uma verdadeira fauna. A resenha tá boa. Ah, e pra quem tá no Patreon, segura que vem aí o rapadurinha, quentinho, já já. Ainda não apoia o podcast? O link tá na bio! Bora!

Molecule to Market: Inside the outsourcing space

In this episode of Molecule to Market, you'll go inside the outsourcing space of the global drug development sector with JB Agnus, Chief Commercial Officer at Bora Pharmaceuticals. Your host, Raman Sehgal, speaks with JB about the pharmaceutical and biotechnology supply chain, including: How his global roles taught him the importance of bridging cultures What attracted him to Bora Pharmaceuticals and the company's remarkable trajectory The value of intentionality, taking charge of your own career, and prioritising physical and mental wellness What it really looks and feels like to be a CDMO CCO, and the realities of stepping up into the role Why it matters not to conform to the norm and instead stay true to yourself Prior to joining Bora, JB held senior leadership roles in business development at AGC Biologics, Ajinomoto Bio Pharma Services, Novasep, and Isochem. He holds a bachelor's degree in organic chemistry from Université Paul Sabatier Toulouse III in Toulouse, France, and a master's degree in chemical engineering from Centrale Méditerranée in Marseille, France.   Molecule to Market is sponsored by Bora Pharma, Charles River, and Lead Candidate. Please subscribe, tell your industry colleagues, and help us celebrate the value of the global life science outsourcing space. We'd also appreciate a positive rating!

Modus Operandi
Twin Flames: o culto das almas gêmeas - Exclusivo Amazon Music

Modus Operandi

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 0:45


Crosstalk America from VCY America
Katharina von Bora Monument

Crosstalk America from VCY America

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 15:17


Martin and Katie Luther married in 1525, building a loving, faithful partnership. Katie managed home and finances, cared for children, and endured hardships, exemplifying devotion, humor, and mutual respect in life and faith.