Town in Central Sulawesi, Indonesia
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Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.
Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.
O TBT DA VIDA: ENTRE SAUDADES, CRUSHES E ESPERANÇAComecei o episódio de hoje sem assunto. Estava cansado, depois de um dia de treino, natação, trabalho na Drops Jurídico, cuidados com minha mãe e, naturalmente, com o meu querido Tufão.Como era quinta-feira, pensei em falar de TBT. Mas não daquele TBT feito apenas de fotografias antigas. Falei do TBT das pessoas que passaram pela nossa vida.Há pessoas que deixam lembranças.Outras deixam cicatrizes.Algumas deixam saudade.E existem aquelas que deixam a memória de um futuro que poderia ter acontecido.O Toshi foi assim para mim. Foi alguém com quem eu realmente acreditava que construiria uma vida. Havia planos, amor e a possibilidade concreta de uma história a dois. A morte interrompeu aquilo que nós pretendíamos viver. Restou a saudade, mas também a gratidão pelo que existiu.O passado, porém, não pode se transformar em prisão.Hoje, o meu coração continua aberto. Há o eterno crush Agnaldo, do pet shop, e há o Gabrielzinho, do Carrefour, que desperta em mim carinho, ternura e vontade de amar e ser amado.Não sei o que o futuro reserva. Não posso obrigar ninguém a gostar de mim, a me escolher ou a desejar viver aquilo que eu desejo. Posso apenas respeitar, admirar, desejar felicidade e continuar acreditando.Eu sei muito bem o que quero viver. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, buscar alguém que queira caminhar na mesma direção.Talvez esse seja o verdadeiro TBT da vida: olhar para trás com gratidão, lembrar com carinho de quem marcou nossa história, viver o presente com serenidade e não fechar a porta para aquilo que ainda pode acontecer.Todo mundo já teve um Toshi, um Agnaldo ou um Gabrielzinho na própria história.O coração pode guardar saudade sem desistir da esperança.
Aceitar gasolina, dinheiro, cesta básica ou PIX em troca do voto é crime? Presos e pessoas analfabetas podem votar? Posso usar camiseta, adesivo, bandeira ou broche de um candidato quando for votar? Se eu presenciar compra de votos ou outra irregularidade eleitoral, como e onde posso denunciar?Essas perguntas de eleitores catarinenses foram respondidas por Promotores de Justiça no episódio do podcast Momento MP sobre as eleições. Mediada pelas jornalistas do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) Silvia Pinter Pereira e Clarissa Battistella Cervieri, a conversa teve participação do Coordenador do Centro de Moralidade Administrativa (CMA) e do Núcleo de Apoio Eleitoral (NAE), Promotor de Justiça Márcio Vieira, e da Promotora de Justiça Cristina Naços, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Justiça de Indaial e Promotora Eleitoral da 15ª Zona Eleitoral Catarinense.Ouça!#MPSC #eleições #podcast
#ElGranMusical | Theo Posso, su trayectoria en el periodismo deportivo y una evaluación a la Copa del Mundo by FM Mundo 98.1
Sermão para o VII Domingo depois de PentecostesPadre Luiz F. Pasquotto, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Devocional Filipenses Muito me alegrei no Senhor por me terem manifestado novamente sentimentos de carinho. Não quero dizer que eu pense que me tivessem esquecido, mas não tinham tido ocasião de se manifestarem. Não digo isto por precisar de alguma coisa, pois aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei viver na pobreza e também na abundância. Aprendi a viver em toda e qualquer situação: a ter fartura e a ter fome, a ter em abundância e a não ter o suficiente. Posso enfrentar todas as dificuldades naquele que me fortalece. Filipenses 4.10-13 Há quem pense que o cume da felicidade é a auto suficiência. Ilude-se esse que julga não necessitar de nada nem de ninguém. Abençoada pessoa que se dá conta do privilégio que é ser alvo de actos de solidariedade. É indicador de maturidade admitir que sabe mesmo bem receber mimos (in)esperados. Lá no fundo todo o ser humano aprecia ser apaparicado em doses moderadas. Não existe coração sadio que se blinde a “sentimentos de carinho.” Mais do que coisas o que gente de carne e osso almeja são abraços. E quando eles chegam valem ouro. Com isto não se escamoteia a preciosidade das pequenas e simples ajudas materiais. Elas, porque reconfortantes, representam um tónico extra. Ainda que se deseje que o cristão esclarecido aprenda “a contentar-se com o que tem”, tanto mais que sabe perfeitamente que pode “todas as coisas n'Aquele que o fortalece.” - Jónatas Figueiredo
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 8:29-39 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 38–40; ATOS 16:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A atriz Sally Field sentiu algo que todos desejamos sentir. Ao ganhar seu segundo Oscar, em 1985, disse: “Eu queria, mais do que tudo, ter o seu respeito. Na primeira vez não o tive, mas desta vez, sinto que o tenho. Não posso negar o fato de que gostam de mim. Sim, agora gostam de mim!”. Um eunuco etíope também se surpreendeu por ter sido aceito. Como gentio e eunuco, a entrada nos pátios internos do templo era-lhe negada (EFÉSIOS 2:11-12; DEUTERONÔMIO 23:1). No entanto, ele ansiava por ser incluído. Filipe o encontrou a caminho de Jerusalém quando voltava de outra peregrinação que, certa mente, deixou a desejar (ATOS 8:27). O etíope lia uma passagem do livro de Isaías, em que o Senhor prometia abençoar os eunucos que se apegassem à Sua aliança, dando-lhes “dentro dos muros [do templo] um memorial e um nome […] permanente” (ISAÍAS 56:4-5). Como isso ocorreria? Então, Filipe “anunciou-lhe as boas-novas a respeito de Jesus”, e o homem falou: “Veja, aqui tem água! O que me impede de ser batizado?” (ATOS 8:35-36). Ele pensava: Posso mesmo entrar? Este é o meu lugar? Filipe o batizou como sinal de que Jesus derrubara todos os muros (EFÉSIOS 2:14). Jesus acolhe e une todos os que abandonam o pecado e confiam nele. O homem “seguiu viagem cheio de alegria” (ATOS 8:39), pois finalmente achara seu lugar. Por: MIKE WITTMER
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
I verbi irregolari italiani spaventano molti studenti, ma in realtà sono i verbi più usati nella conversazione quotidiana. Per questo motivo, conoscerli bene è il segreto per parlare un italiano naturale e fluente. In questo articolo vedremo insieme la coniugazione completa di 23 verbi irregolari fondamentali al presente indicativo e al passato prossimo, con tante curiosità, esempi pratici e piccoli trucchi per ricordarli. 23 Verbi Irregolari = 50% di Italiano I verbi irregolari sono quei verbi che non seguono il modello standard di coniugazione delle tre coniugazioni italiane (-are, -ere, -ire). La loro radice cambia, e a volte anche la desinenza diventa imprevedibile. La buona notizia? La maggior parte di questi verbi appartiene al vocabolario di base: una volta imparati, li userai costantemente. Vediamoli ora uno per uno, con la coniugazione al presente, l'ausiliare giusto al passato prossimo (essere o avere) e il participio passato corretto. I Verbi Ausiliari: Essere e Avere 1. Essere Cominciamo dal verbo Essere, il primo fra tutti per importanza e che usiamo per parlare dell'identità ("Io sono Graziana"), della professione ("Lei è insegnante"), della provenienza ("Tu sei spagnolo?"), dello stato d'animo ("Siamo felici!") e tantissimo altro. È anche il verbo ausiliare per eccellenza nei tempi composti. PersonaPresentePassato Prossimoiosonosono stato/atuseisei stato/alui/leièè stato/anoisiamosiamo stati/evoisietesiete stati/elorosonosono stati/e Attenzione all'accento: è vs e Mi raccomando: è (verbo) ha l'accento grave e si scrive in modo diverso da e (congiunzione). Esempio: "Marco è italiano e parla italiano". È un errore piccolo ma molto comune anche tra gli italiani, soprattutto quando scrivono velocemente sui social. Curiosità: il participio passato di essere è "stato", lo stesso del verbo stare. Vuoi sapere quando usare l'uno o l'altro? Dai un'occhiata alla guida dedicata su essere vs stare. 2. Avere L'altro grande verbo ausiliare dell'italiano. La H all'inizio non si pronuncia, ma si scrive sempre! È fondamentale per non confondere ho (verbo) con o (congiunzione), hai con ai (preposizione articolata), o hanno con anno (l'unità di tempo). Sembrano dettagli, ma fanno la differenza. PersonaPresentePassato Prossimoiohoho avutotuhaihai avutolui/leihaha avutonoiabbiamoabbiamo avutovoiaveteavete avutolorohannohanno avuto Espressioni con "Avere" In italiano, avere si usa anche in tantissime espressioni dove altre lingue userebbero essere. Per esempio: "ho fame", "ho sete", "ho freddo", "ho caldo", "ho 30 anni", "ho ragione", "ho paura", "ho un mal di testa terribile".Quindi non dire mai "sono fame" o "sono 30 anni"! Verbi di Movimento: Andare, Stare, Venire, Uscire, Nascere 3. Andare PersonaPresentePassato Prossimoiovadosono andato/atuvaisei andato/alui/leivaè andato/anoiandiamosiamo andati/evoiandatesiete andati/elorovannosono andati/e Curiosità: il presente indicativo in italiano è un tempo verbale "multiuso". Lo usiamo per parlare del presente, ma anche del futuro. Basta aggiungere un'indicazione temporale: "Domani vado al cinema". Andare si usa in tantissime espressioni quotidiane: "andare a piedi", "andare in macchina", "andare al lavoro", "andare a scuola". E poi c'è la classica domanda italiana: "Come va?". Una conversazione tipica al bar in Italia inizia praticamente sempre così! 4. Stare PersonaPresentePassato Prossimoiostosono stato/atustaisei stato/alui/leistaè stato/anoistiamosiamo stati/evoistatesiete stati/elorostannosono stati/e Stare è un verbo che gli stranieri spesso confondono con essere, ma in italiano hanno usi diversi! Stare lo usiamo per indicare uno stato di salute ("Come stai? Sto bene"), una posizione o permanenza in un luogo ("Sto a casa di mia sorella per il weekend"), oppure in espressioni come "stare zitto", "stare attento", "stare calmo". C'è anche la forma "stare + gerundio" che è importantissima per parlare di azioni in corso: "Sto mangiando", "Stiamo studiando italiano". 5. Venire PersonaPresentePassato Prossimoiovengosono venuto/atuvienisei venuto/alui/leivieneè venuto/anoiveniamosiamo venuti/evoivenitesiete venuti/elorovengonosono venuti/e Attenzione a non confondere venire con andare! Venire indica un movimento verso chi parla, mentre andare indica un movimento verso un altro luogo. Per approfondire, leggi la guida su andare vs venire. Venire lo usiamo anche in espressioni come "venire in mente" ("Mi è venuta in mente una cosa"), "venire voglia" ("Mi viene voglia di gelato"), "venire bene/male" (parlando di una foto o una ricetta). 6. Uscire PersonaPresentePassato Prossimoioescosono uscito/atuescisei uscito/alui/leiesceè uscito/anoiusciamosiamo usciti/evoiuscitesiete usciti/eloroesconosono usciti/e Curiosità: la "u" che diventa "e" Nota che alla prima, seconda, terza persona singolare e alla terza plurale, la "u" diventa "e". Strano, vero? Ma è una caratteristica di alcuni verbi irregolari italiani. Uscire ha tanti significati: può significare "andare fuori di casa" ("Esco di casa alle 8"), ma anche "frequentare qualcuno romanticamente" ("Sto uscendo con Marco da tre mesi"), oppure "essere pubblicato" ("È uscito un nuovo libro di Ferrante"). 7. Nascere PersonaPresentePassato Prossimoionascosono nato/atunascisei nato/alui/leinasceè nato/anoinasciamosiamo nati/evoinascetesiete nati/eloronasconosono nati/e Le preposizioni con "nascere" In italiano si dice "sono nato A" + città (a Roma, a Milano, a Napoli) e "sono nato IN" + regione o paese (in Toscana, in Italia, in Spagna). Una piccola eccezione: con le isole grandi si usa "in" (in Sicilia, in Sardegna), ma con le isole piccole si usa "a" (a Capri, a Ischia).Ad esempio: "Sono nata a Bari, in Puglia, in Italia". I Verbi Modali: Dovere, Potere, Volere I verbi modali (dovere, potere, volere) sono particolari perché sono sempre seguiti da un altro verbo all'infinito. Esprimono obbligo, possibilità o volontà. Sono fondamentali per comunicare in italiano, ma nascondono diverse insidie! 8. Dovere PersonaPresentePassato Prossimoiodevoho dovutotudevihai dovutolui/leideveha dovutonoidobbiamoabbiamo dovutovoidoveteavete dovutolorodevonohanno dovuto Dovere esprime un obbligo o una necessità: "Devo studiare per l'esame", "Dobbiamo andare al lavoro". Può essere anche un sostantivo che significa "obbligo, responsabilità", ma soprattutto è il verbo che usiamo per parlare di debiti: "Ti devo 20 euro" significa "ho un debito di 20 euro con te". Quale ausiliare al passato prossimo? Quando dovere è seguito da un verbo che richiede essere come ausiliare, la regola tradizionale dice che bisogna usare essere. Quindi: "Sono dovuto andare al lavoro" è la forma più corretta secondo la grammatica. Nel parlato si sente spesso anche "Ho dovuto andare al lavoro": entrambe sono accettate, ma la prima è quella consigliata. 9. Potere PersonaPresentePassato Prossimoiopossoho potutotupuoihai potutolui/leipuòha potutonoipossiamoabbiamo potutovoipoteteavete potutoloropossonohanno potuto Attenzione all'accento: "può" si scrive con l'accento! È una di quelle piccole regole che fanno la differenza tra uno scritto da principiante e uno da esperto. Potere esprime la possibilità o il permesso: "Posso entrare?" (chiedo permesso), "Possiamo andare al cinema?" (suggerisco una possibilità). È utilissimo per le richieste cortesi: invece di dire "Mi dai un caffè?" è più educato dire "Mi puoi dare un caffè?". 10. Volere PersonaPresentePassato Prossimoiovoglioho volutotuvuoihai volutolui/leivuoleha volutonoivogliamoabbiamo volutovoivoleteavete volutolorovoglionohanno voluto Attenzione: in italiano dire semplicemente "voglio" senza altre formule può sembrare un po' brusco! Per essere educati, soprattutto al ristorante o al bar, è meglio usare il condizionale "vorrei" ("Vorrei un caffè, per favore") oppure aggiungere "per favore". Volere si usa anche in espressioni come "voler bene" ("Ti voglio bene" indica un affetto non romantico, e si usa con familiari e amici). E poi c'è "volerci", una forma derivata che si usa per esprimere il tempo o la quantità necessaria: per scoprire la differenza con metterci, leggi la guida su volerci e metterci. Sapere: il Verbo della Conoscenza 11. Sapere PersonaPresentePassato Prossimoiosoho saputotusaihai saputolui/leisaha saputonoisappiamoabbiamo saputovoisapeteavete saputolorosannohanno saputo Qui c'è un dilemma classico per gli studenti: sapere o conoscere? Entrambi si traducono spesso con "to know", ma in italiano si usano in modo diverso! Sapere si usa per fatti, informazioni e abilità ("So parlare italiano", "So che Roma è la capitale"). Conoscere si usa per persone, luoghi e cose con cui abbiamo familiarità ("Conosco Roma", "Conosco Marco"). Per approfondire, leggi la guida su potere, riuscire, sapere, conoscere. Curiosità: "sapere di" significa anche "avere il sapore o l'odore di qualcosa". Per esempio: "Questa pizza sa di formaggio", "Il vestito sa di fumo". Piccola sfumatura interessante: "ho saputo" al passato prossimo spesso significa "sono venuto a conoscenza di", cioè "ho scoperto". Esempio: "Ieri ho saputo che Marco si è sposato!". Verbi di Azione Quotidiana: Dare, Dire, Bere 12. Dare PersonaPresentePassato Prossimoiodoho datotudaihai datolui/leidàha datonoidiamoabbiamo datovoidateavete datolorodannohanno dato Attenzione: dà vs da La terza persona singolare "dà" si scrive con l'accento grave! Perché? Per non confonderla con la preposizione semplice "da". Quindi: "Maria dà un libro a Luigi" (verbo) vs "Vengo da Roma" (preposizione). Dare è un verbo super versatile in italiano. Lo usiamo in espressioni come "dare del tu/del lei" (per parlare in modo informale o formale), "dare una mano" (= aiutare), "dare fastidio" (= disturbare), "dare un esame" (= sostenere un esame all'università)....
Palestras completas e trechos selecionados de discursos deSwami B. V. Tripurari traduzidos para a língua portuguesa. Tradução simultânea das aulas de domingo pelo seu discípulo: Jivadaya Krsna Das.Áudio na voz do seu discípulo: Prema Mantra Das. Swami B. V. Tripurari é um mestre espiritual da tradição Gauḍīya Vaiṣṇava. Ele é discípulo de Srila A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada. Recebeu sua primeira iniciação em 1972 e entrou na ordem de vida renunciada — sannyasa — em 1975. Após a partida de Srila Prabhupada, Swami Tripurari refugiou-se em Srila B. R. Sridhara Deva Goswami, um renomado irmão espiritual de seu mestre. Atualmente, Swami Tripurari reside em Audarya Ashram, na Califórnia, Estados Unidos, onde se dedica à escrita, ao ensino e à orientação de seus estudantes. Ele também viaja pelo mundo compartilhando seus ensinamentos, visitando paísescomo Brasil, Chile, Polônia e Inglaterra. Para saber mais sobre sua vida, ensinamentos, livros e palestras, por favor, visite os links abaixo:Site oficial swamitripurari.com.brAcompanhe o canal do Youtube: https://www.youtube.com/@SwamiTripurari-Portugu%C3%AAs
A associação entre obesidade e hipogonadismo masculino gera dúvidas frequentes no consultório, especialmente sobre o momento certo para a reposição hormonal. Neste vídeo, discutimos se a prescrição de testosterona é indicada nesse cenário e como manejar o paciente de forma segura e embasada.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
O vice-prefeito de Lauro Müller, Serraninho, se pronunciou nesta terça-feira (23) sobre os acontecimentos registrados durante o Campeonato Aberto de Futsal, realizado no último sábado (20), no Centro de Eventos Nelson Righetto. O episódio, marcado pelo uso de sinalizadores e intensa fumaça dentro do ginásio, provocou o cancelamento de uma das partidas da semifinal da competição e gerou repercussão nas redes sociais após a divulgação de vídeos mostrando uma discussão envolvendo o vice-prefeito. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, Serraninho apresentou sua versão dos fatos e afirmou que sua intervenção ocorreu após ser procurado por moradores preocupados com a situação. Segundo ele, o ginásio estava lotado quando o incidente aconteceu. O vice-prefeito relatou que já havia deixado o local e se dirigia ao carro quando percebeu uma movimentação incomum de pessoas saindo do ginásio. “Vi um tumulto de pessoas saindo; achei que era uma briga. Pessoas me procuraram, inclusive uma senhora com uma criança no colo chorando, pedindo para eu tomar uma atitude porque algo tinha sido solto lá dentro”, relatou. Diante da situação, Serraninho decidiu retornar ao ginásio para verificar o que estava acontecendo. “Como pessoa pública, não pude me omitir e voltei para ver o que estava acontecendo”, afirmou. Ao entrar novamente no local, ele encontrou o ambiente tomado pela fumaça dos sinalizadores. Conforme seu relato, a informação recebida era de que os artefatos haviam sido acionados por integrantes da torcida do Cairu. O vice-prefeito disse que optou inicialmente pelo diálogo ao invés de acionar imediatamente a polícia. “Eu poderia ter chamado a polícia imediatamente, mas tentei resolver conversando, pois moramos em uma cidade pequena onde todos se conhecem”, explicou. De acordo com Serraninho, a conversa com os representantes da equipe transcorreu de forma tranquila e o erro teria sido reconhecido pelos próprios responsáveis. “Falei com o responsável pela equipe do Cairu, que admitiu o erro e pediu desculpas. O assunto estava se encerrando”, contou. Entretanto, o clima mudou quando outras pessoas se aproximaram da discussão. “Outras pessoas apareceram de forma agressiva, falando alto e me intimidando, achando que eu queria prejudicar a equipe. Foi aí que aconteceu a discussão acalorada”, disse. As imagens da discussão circularam rapidamente nas redes sociais e geraram críticas à postura do vice-prefeito. Para ele, porém, os vídeos não mostram o contexto completo da situação. “O vídeo que circula mostra apenas um pedaço da discussão, não o motivo por trás dela”, argumentou. Após a intervenção da Polícia Militar e da organização da competição, foi decidido que não havia condições de segurança para a continuidade da partida entre Cairu e Amaral. O confronto foi remarcado para a próxima quinta-feira, dia 25 de junho, às 20h, com portões fechados ao público. Além disso, conforme definição da organização, a equipe do Cairu recebeu como penalidade a doação de cinco cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. Mesmo diante da repercussão do caso, Serraninho afirmou que não se arrepende de sua postura. “Não me arrependo da minha atitude, pois estava defendendo o interesse das pessoas que me procuraram”, declarou. O vice-prefeito reconheceu, porém, que situações semelhantes poderão ser conduzidas de forma diferente futuramente. “Posso mudar minha atitude no futuro e acionar a polícia diretamente, mas minha intenção foi esclarecer os fatos e garantir a segurança”, concluiu. O episódio segue repercutindo no município e reacende o debate sobre segurança em eventos esportivos e a responsabilidade de torcedores e organizadores para garantir a integridade do público presente.
Conversación con Natalia Irene Molina Posso directora del Departamento Nacional De Planeación, una visión diferente del desarrollo.
Link para participar: https://forms.gle/hDHUfhJZAQTikGyy9 Quando nosso marido acha que toda ideia contrária é confronto, como agir? Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/4fIA35H
A inteligência artificial está a tornar-nos mais inteligentes ou mais dependentes? Hoje pedimos à IA para escrever, resumir, explicar, decidir e até criar por nós. Mas quando deixamos de fazer esforço para pensar, o que acontece ao nosso cérebro? Neste episódio do Top of Mind, Alexandre Castro Caldas, neurologista e uma das maiores referências portuguesas em neurociência, explica como a tecnologia está a transformar a forma como aprendemos, memorizamos, nos concentramos e interpretamos a realidade. Uma conversa sobre inteligência, pensamento crítico, neuroplasticidade e os riscos de delegarmos demasiado cedo aquilo que nos torna humanos. Antes de perguntar algo à inteligência artificial, talvez queira ouvir este episódio. Episódio disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. OMD-NPD-UNB-PT-26-0004
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8576IL GENDER NEGA SCIENZA ED EVIDENZA, LO DICONO GLI ORMONIdi Roberto Marchesini Recentemente ho tenuto una conferenza sul tema del maschile e del femminile che, ovviamente, ho trattato dal punto di vista aristotelico-tomista. Durante il momento di confronto con il pubblico, un giovane astante mi ha rivolto questo appunto: «Gli atteggiamenti e i comportamenti sono certamente influenzati dalla cultura, dall'educazione e dallo stile di vita; non credo sia possibile che siano in qualche modo influenzati dalla biologia». Lo confesso: ho faticato a credere alle mie orecchie.Questa affermazione contrasta, innanzitutto, con l'esperienza comune, almeno degli esseri umani delle classi sociali meno giovani. Io avevo una cagnolina che faceva la pipì accovacciata. Inoltre, la pipì solo quando ne aveva bisogno, tranne quando era in calore; in quel periodo, lasciava tracce di pipì qua e là, per segnalare la sua disponibilità alla riproduzione. Il suo amico Edo, invece, faceva la pipì alzando la zampina; e usava la pipì per "marcare il territorio", lasciando tracce del suo passaggio nei luoghi dove altri maschi avevano fatto la stessa cosa in precedenza. Posso assicurare al gentile lettore che non ho insegnato io, alla mia cagnolina, a fare pipì accovacciata; e - ho verificato - nessuno ha insegnato a Edo quel modo di liberarsi la vescica.Esclusa l'ipotesi "costruzione sociale" (società cinofila patriarcale e maschilista), resta evidentemente l'ipotesi biologica e istintuale (che fa, cioè, riferimento ad una anima).Comportamenti e atteggiamenti diversi tra i sessi - il lettore mi creda o no - li ho riscontrati personalmente in altre specie animali: gatti, pollame, pesci... Maschi e femmine hanno, in diverse circostanze della loro vita, atteggiamenti e comportamenti diversi; e non ho mai visto nessuno educare al predominio maschile polli o avannotti.L'UNICA FONTE DI CONOSCENZATuttavia, se i moderni si limitavano a deridere le verità metafisiche, i contemporanei faticano a credere anche ai propri occhi: l'unica fonte di conoscenza certa sembra essere la scienza, che si esprime principalmente attraverso social media e fonti di informazione mainstream; ma anche, marginalmente, mediante ricerche e paper peer reviewed.Facciamo una verifica rapida e semplice, tramite il secondo strumento (paper scientifici): la biologia - in particolare gli ormoni - ha un'influenza su atteggiamenti e comportamenti? Non prendiamo una sola ricerca ma una rassegna. Leggiamo: «Con questa rassegna illustriamo il ruolo cruciale che gli ormoni svolgono nel comportamento e nella cognizione umana, dall'interazione immediata tra fisiologia e situazioni ai processi di sviluppo a lungo termine che si estendono per tutto l'arco della vita. Il primo ormone, la secretina, fu scoperto nel 1902, ma anche a più di 120 anni di distanza la nostra comprensione dell'endocrinologia sociale e comportamentale è tutt'altro che completa. Tuttavia, è ormai evidente che esistono interazioni tra fattori ormonali e sociali, aprendo una moltitudine di quesiti di ricerca rilevanti per le scienze sociali».In sostanza: non ci si pone più la domanda se gli ormoni (cioè la biologia) influenzino comportamenti e atteggiamenti, lo lo diamo ormai per accertato; la domanda è come questo avvenga. Apprendiamo anche che questo tipo di ricerca non è recente o recentissimo; cosa che ne giustificherebbe l'ignoranza: risale a più di centoventi anni fa.Esiste addirittura una scienza (una scienza che, stranamente, merita ancora il nome di scienza; non junk-science) dedita esclusivamente a questo tema e che si chiama neuro-endocrinologia, definita come branca multidisciplinare della medicina che studia le complesse interazioni reciproche tra il sistema nervoso e il sistema endocrino.IL TESTOSTERONEPrendiamo come esempio (facile, abbiamo detto) il testosterone, un ormone steroideo appartenente alla famiglia degli androgeni. Esso viene prodotto soprattutto nei testicoli nell'uomo, in quantità minori nelle ovaie nella donna e, in entrambi i sessi, anche dalle ghiandole surrenali; è, quindi, un ormone prevalentemente (ma non esclusivamente) maschile.Bene, il testosterone non influenza solo lo sviluppo corporeo (crescita dei genitali; comparsa della barba e dei peli; abbassamento della voce; aumento della massa muscolare; incremento della densità ossea; distribuzione tipicamente maschile del grasso corporeo, conformazione cerebrale "maschile"...). Esso influenza anche il comportamento, come è ampiamente dimostrato dalla ricerca (appunto) endocrinologica. E non nel senso che «aumenta l'aggressività», come sostiene la vulgata ufficiale: nel senso che riduce la tendenza a mentire; contrasta il conformismo e le strategie di reputazione ingannevoli; favorisce la perseveranza; è correlato con l'intelligenza «fluida».In sostanza: il testosterone influenza eccome atteggiamenti e comportamenti; soprattutto aumentando la vita "virtuosa". Non a caso, la parola virtù, così come virilità, ha la sua radice nella parola latina vir, che indicava l'uomo adulto pienamente realizzato...Per concludere: l'ideologia gender, essendo una ideologia, nega l'esperienza comune; ma, in questo caso, nega persino la scienza, quella con la S maiuscola. È, per usare il linguaggio contemporaneo, negazionista e antiscientifica. Il che richiede, evidentemente, un lungo percorso di indottrinamento e di lavaggio (con tanto di risciacquo e centrifuga) del cervello; da effettuarsi nelle più rinomate istituzioni scolastiche.La biologia, nel frattempo, continua imperterrita a fare il suo lavoro.
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8572I TRE MOTIVI PER CUI I SACERDOTI LASCIANO IL MINISTEROdi Giuseppe Forlai Da sempre i preti abbandonano il ministero, i coniugi si separano, le monache lasciano la clausura, i frati il convento. I motivi sono i più diversi, le cause profonde che portano a determinate scelte spesso insondabili. Sembra assurdo dirlo, ma tant'è: non tutti sanno precisamente perché cambiano vita; più che altro "sentono" che qualcosa si è rotto dentro, mettendo tutto in discussione. Quando un prete abbandona non bisogna scandalizzarsi, piuttosto chiedersi con molta umiltà e sapienza: «Perché io rimango?». Si narra che dei monaci egiziani incontrarono lungo il sentiero un anziano abbà rannicchiato con la testa tra le mani che versava lacrime abbondanti. Domandarono: «Padre, perché piangi? Cosa ti è mai successo?». Egli rispose: «Ho visto pocanzi un monaco cadere in un grande peccato». Stupefatti i giovani esclamarono: «E dunque, perché questa spropositata disperazione?». E l'anziano: «Oggi lui, domani io». Attenzione a puntare il dito. Senza fare le pulci a chi lascia, è utile condurre una disamina delle varie storie di vita, almeno nel tentativo di rimanere lucidi e farsi un esame di coscienza. Giudicare no, vigilare sì. Le cause degli abbandoni si rimpallano da anni, e le più "quotate" sono conosciute. C'è chi parla di crisi del celibato, di una formazione seminaristica lontana dalla realtà (questa motivazione va sempre molto di moda, soprattutto in chi non ha mai fatto il formatore); c'è poi chi denuncia la solitudine del prete o il logoramento pastorale, oppure la scarsa cura di taluni vescovi verso sacerdoti. In questi ultimi anni è poi aumentato il fenomeno dei preti adulti che lasciano, e l'abbandono non sembra più essere appannaggio dei giovani o della famigerata crisi del settimo anno. Si lascia il ministero anche a sessant'anni (come d'altra parte si divorzia perfino in età matura). Comunque i dati sociologici esistono e non vale la pena riproporli. Chi scrive fa l'eremita, non l'esperto, quindi non azzardo analisi. Posso però condividere alcune costanti che ho registrato accompagnando i consacrati.ALCUNE COSTANTILa prima cosa che mi colpisce è come nei preti in crisi l'emozione del momento abbia la forza di cancellare un'intera biografia: esperienze, scelte, valori, convinzioni di fede vengono quasi azzerate da un fallimento, un innamoramento, una delusione. Come se l'identità personale non si distendesse più sul corso del tempo vissuto, ma si contraesse improvvisamente, appiattendosi sul disagio dell'oggi; non esiste più nulla al di fuori del sentirsi male, e il rinchiudersi interamente nel disagio - cassando la memoria - sembra essere l'unica maniera per sentirsi liberi. Avviene come se di un romanzo di mille pagine ne restassero solo dieci, e da queste si pretendesse di conoscere tutta la trama.La seconda cosa che mi colpisce - e che segue sovente la scomparsa della biografia personale - è che nelle storie di abbandono il senso della comunità e la responsabilità verso il prossimo decadono rapidamente. I volti delle persone che hanno accompagnato il cammino sbiadiscono, le persone affidate, il popolo di Dio - che sembrava prima la ragione precipua di ogni dedizione - improvvisamente non hanno più alcun posto nella coscienza di sé. Dopo anni di discernimento comunitario fatto per diventare prete, coinvolgendo superiori, formatori, parroci di pastorale e popolo di Dio, per scegliere di lasciare non serve più nessuno... se non lo psicologo, che finalmente «mi fa sentire me stesso». Questo, devo dire, mi ha fatto sempre molto pensare.La terza cosa che constato è la discriminante del fattore fede. Ossia il prete che entra in una crisi destabilizzante con una lettura provvidenziale della sua storia, vive il tempo della prova non come una messa in discussione di tutto, ma come un'occasione. Posso essere interiormente lacerato e per lungo tempo, ma a seconda del fatto che io abbia o meno un'esperienza viva di Cristo e dei sacramenti la crisi sboccherà in esiti sensibilmente diversi. La maggior parte dei preti che ho conosciuto e che per motivi personali hanno lasciato il ministero, si sono anche allontanati del tutto o in parte dal credo della Chiesa, a favore di una religiosità cucita addosso in maniera individualistica. In questo caso si comprende come le crisi vocazionali - specie nei giovani preti che hanno ricevuto da ragazzi una formazione cristiana meramente aggregativa sentimentale - possano essere interpretate come crisi di fede.Le cause remote degli abbandoni non tocca a me stabilirle, ma gli stessi preti che incontro ogni tanto ne elencano qualcuna, che riporto di seguito.TRE CAUSE RICORRENTI1) La fatica a essere onestiEssere sinceri ed essere autentici sono due cose molto diverse. I formatori non sempre sanno operare tale distinzione nei seminaristi: un candidato che tutto racconta non significa che sia autentico. Si è sinceri quando si manifesta ciò che si sente, si è autentici quando si rivela ciò che si è e si desidera davvero. Non è la stessa cosa. Si può essere gravemente narcisisti e contemporaneamente sinceri, solo per fare un esempio.2) Il mito dell'infaticabilità senza equilibrioIl bravo prete/seminarista - si pensa - è quello che si dà tanto da fare. Anche qui si rischia di confondere il vero lavoro con la dispersione. Un prete che corre dalla mattina alla sera senza rispettare i suoi limiti fisici e spirituali, non è uno che lavora, bensì più semplicemente un uomo disordinato. E questo affannarsi (che è una forma di accidia) è un ottimo alibi per occultare i "draghi": vuoti da non sentire, intemperanze nel celibato da occultare, legami morbosi da non ammettere.3) La fragilità del cammino di fedeCrescere nell'amore del Signore è ciò che di meno scontato si possa registrare nella vita presbiterale. Perdere la fede è un attimo che può scoccare senza avvedersene. Il prete può non accorgersi di rimanere fermo nella sequela: il contatto quotidiano e frequente con "le cose di Dio" può dare l'illusione di essere intimo con il Signore. Errore fatale. Non basta essere stati ordinati per diventare dei credenti. Il grande domenicano francese Henri-Dominique Lacordaire (+ 1861) diceva che se un prete ha la donna, beve, è attaccato ai soldi e non sa perché è prete, prima o poi si perde; se un prete ha la donna, beve, è attaccato al denaro, ma sa perché e per chi è prete, allora tutto cambia, tutto è recuperabile. «Signore, da chi andremo? Tu hai parole di vita eterna» (Gv 6,68).
A sardinha é um dos peixes mais saudáveis do verão: rica em ómega-3, proteína, vitamina D e B12. A Nutricionista Mariana Chaves explica qual a quantidade certa e como deve vir acompanhada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fernando Silva é Diretor de Insígnia Modelo Continente. Uma vida dedicada ao retalho. Partilha como a forma de liderar foi mudando ao longo da carreira e os receios de ficar desatualizado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "Retrabalho", naturalmemente, o assunto tem a ver com a Copa do Mundo! Com a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 se aproximando, uma dúvida volta a surgir entre milhões de trabalhadores: os dias de jogos do Brasil são considerados feriados? Vai ter folga? A legislação brasileira não prevê feriado, ponto facultativo ou dispensa automática do trabalho durante as partidas da Copa do Mundo. Os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro explicam.
Fernando Silva é Diretor de Insígnia Modelo Continente. Uma vida dedicada ao retalho. Partilha como a forma de liderar foi mudando ao longo da carreira e os receios de ficar desatualizado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sei mai entrato in un negozio in Italia senza sapere come chiedere uno sconto? O ti sei bloccato perché non ricordavi come dire «me lo incarta, è un regalo»? In questo articolo trovi tutte le espressioni che gli italiani usano davvero quando fanno shopping — al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa — con le spiegazioni grammaticali più utili e le curiosità culturali che ti faranno sentire subito più a tuo agio. Fare Shopping in Italiano Al Mercato e dal Salumiere Andare al mercato in Italia non è solo fare la spesa — è quasi un rituale sociale. Si chiacchiera, si scherza, si chiede consiglio al venditore. I mercati rionali e i banchi del salumiere sono luoghi in cui il vocabolario cambia rispetto a quello del supermercato: si usano unità di misura diverse, formule di cortesia più dirette e un tono generalmente più informale e familiare. Conoscere le espressioni giuste ti permette di interagire in modo naturale e di ottenere esattamente quello che cerchi. Espressioni Utili «Mi dà mezzo chilo di pomodori, per favore?» «Mi dà due etti di prosciutto?» «Me ne dà ancora un po'?» «Sono buoni questi? Li ha assaggiati?» «Quant'è in tutto?» «Quanto costa al chilo?» L'Etto: l'Unità di Misura Italiana Dal salumiere o al banco dei formaggi si usa moltissimo l'etto — abbreviazione di ettogrammo — che corrisponde a 100 grammi. «Due etti» sono 200 grammi, «tre etti» sono 300 grammi. Usare questa parola è uno dei segnali più immediati di familiarità con la lingua e la cultura italiana. Spesso il venditore ti farà assaggiare qualcosa: non rifiutare mai, sarebbe scortese. In Boutique o nei Negozi di Abbigliamento Entrare in una boutique italiana può essere un po' intimidatorio se non si conoscono le frasi giuste. Il commesso si avvicinerà quasi sempre subito con un «Posso aiutarla?» — una formula cortese ma che può mettere in difficoltà chi non sa come rispondere. Conoscere le espressioni per chiedere taglie, colori, provare un capo o rimandare la decisione all'indomani ti darà la sicurezza di muoverti liberamente, senza sentirti osservato o sotto pressione. Espressioni Utili «Sto solo dando un'occhiata, grazie.» «Ce l'ha in una taglia più piccola?» «Ce l'avete in altri colori?» «Posso provarlo?» «Mi scusi, dove sono i camerini?» «Me lo mette da parte fino a domani?» La Frase Salvavita: "Sto Solo Dando un'Occhiata" Questa è una delle espressioni più utili in assoluto. Rispondere «sto solo dando un'occhiata, grazie» al commesso significa: «voglio guardare in pace, senza essere disturbato». Lui capirà e si farà da parte. Nota grammaticale: il pronome cambia in base al genere dell'oggetto. Per una gonna (femminile) si dice «posso provarla?»; per dei jeans (plurale maschile) si dice «posso provarli?». Un piccolo dettaglio che fa una grande differenza nella naturalezza del discorso. Ai Saldi e all'Outlet I saldi in Italia sono un evento quasi sacro: hanno date ufficiali stabilite dalle singole Regioni — di solito inizio gennaio e inizio luglio — e gli italiani li aspettano tutto l'anno. Nei mercati, nelle bancarelle e nei piccoli negozi è anche comune negoziare il prezzo direttamente: sapere come farlo con le parole giuste può fare la differenza tra pagare il prezzo intero e ottenere uno sconto inaspettato. Espressioni Utili «Quanto mi fa di sconto?» «Me lo fa un prezzo?» — tipica del mercato o dei piccoli negozi «È già scontato o c'è ancora il prezzo pieno?» «Avete delle promozioni in corso?» «Avete una tessera fedeltà?» "Me lo fa un Prezzo?": Quando Usarla e Quando Evitarla Questa espressione funziona benissimo nei mercati, dalle bancarelle e nei piccoli negozi indipendenti — in quei contesti è del tutto normale e attesa. È invece meglio evitarla in un negozio di lusso o in una catena internazionale, dove potrebbe sembrare fuori luogo. Alla Cassa: Pagare e Ricevuta Alla cassa di un negozio italiano potresti trovarti a dover gestire diverse situazioni — dal metodo di pagamento alla richiesta dello scontrino. In Italia il pagamento con carta è ormai diffuso ovunque, ma non sempre garantito nei piccoli negozi o nei mercati. Sapere come chiedere le informazioni giuste ti eviterà momenti di imbarazzo e ti permetterà di chiudere ogni acquisto senza sorprese. Espressioni Utili «Accettate la carta?» «Posso pagare in contanti?» «Posso pagare a rate?» «Mi fa lo scontrino, per favore?» «Ci sono dei costi aggiuntivi?» Scontrino, Ricevuta e Fattura: le Differenze Lo scontrino è quello che ricevi quando compri qualcosa come consumatore: per esempio al bar, in farmacia o al supermercato. Oggi spesso è sostituito dal documento commerciale, che ha preso il posto del vecchio scontrino fiscale. La ricevuta attesta che hai pagato un servizio o una prestazione. È più “nominativa” dello scontrino, ma meno completa della fattura. La fattura è il documento più completo. Serve soprattutto quando l'acquisto riguarda un'attività professionale o aziendale, oppure quando il cliente la richiede. Contiene imponibile, IVA, dati del venditore e del cliente, descrizione della prestazione o del bene venduto. Esempio semplice:Se compri un caffè, ricevi uno scontrino/documento commerciale.Se paghi una prestazione occasionale, potresti ricevere una ricevuta.Se acquisti un computer per la tua attività con partita IVA, chiedi una fattura. Per Regali e Occasioni Speciali Nei negozi italiani tradizionali, soprattutto nelle boutique e nei negozi indipendenti, l'incarto regalo è quasi un'arte — carta colorata, nastri, fiocchi — e di solito è completamente gratuito. È una delle piccole attenzioni della cultura commerciale italiana che sorprende spesso chi viene dall'estero. Basta chiederlo nel modo giusto, e il risultato sarà un pacco regalo curato e professionale senza alcun costo aggiuntivo. Espressioni Utili «Me lo incarta? È un regalo.» «Ci mette un fiocchetto?» «Mi mette anche un bigliettino?» «Fate consegne a domicilio?» «Quanto costa la spedizione?» I Pronomi nei Regali: "Me lo" o "Me la"? Il pronome cambia in base al genere dell'oggetto acquistato. Per una sciarpa (femminile): «Me la incarta? È un regalo. La posso cambiare se non le piace?» Per un cappello (maschile): «Me lo incarta? È un regalo. Lo posso cambiare se non gli piace?» Il pronome indiretto finale (le / gli) si riferisce invece alla persona che riceverà il regalo. Resi, Cambi e Situazioni Difficili Non sempre un acquisto va come previsto — la taglia non va bene, il colore non piace a chi riceve il regalo, o semplicemente si cambia idea. In Italia i negozi applicano politiche di reso e cambio diverse tra loro, quindi è sempre utile chiedere prima di acquistare. Queste espressioni ti permettono di gestire qualsiasi situazione complicata con sicurezza e senza imbarazzo. Espressioni Utili «Posso restituirlo se non mi va bene?» «Entro quanti giorni posso cambiarlo?» «Mi date un buono o il rimborso?» «Mi scusi, ho cambiato idea.» «Mi scusi, mi può aiutare?» «Posso parlare con il responsabile?» Nota: la frase «ho cambiato idea» funziona sempre, in qualsiasi situazione. Basta dirla con un sorriso e nessun commesso italiano si offenderà — è una formula gentile e diretta che chiude la conversazione senza imbarazzo. Domande Frequenti Cosa Significa "Etto" in Italiano? L'etto è un'abbreviazione di «ettogrammo» e corrisponde a 100 grammi. È un'unità di misura usatissima nei negozi alimentari, dal salumiere e al banco dei formaggi. «Due etti» = 200g, «tre etti» = 300g. Usarla correttamente è uno dei segnali più immediati di familiarità con la cultura italiana. Qual È la Differenza tra "Scontrino" e "Fattura"? Lo scontrino è il documento fiscale emesso automaticamente alla cassa — obbligatorio per legge in tutti gli esercizi commerciali italiani. La fattura è un documento più formale, richiesto da aziende o liberi professionisti per le spese deducibili. Se si acquista come privato, lo scontrino è sempre sufficiente. Perché il Pronome Cambia in "Posso Provarlo" / "Posso Provarla"? Perché in italiano i pronomi diretti concordano con il genere e il numero del sostantivo che sostituiscono. «Lo» per i maschili singolari (maglione, cappello), «la» per i femminili singolari (gonna, giacca), «li» per i maschili plurali (jeans, pantaloni), «le» per i femminili plurali (scarpe, magliette). Quando Si Tengono i Saldi in Italia? I saldi estivi iniziano generalmente nella prima settimana di luglio e durano 4-8 settimane. I saldi invernali iniziano nella prima settimana di gennaio. Le date esatte variano da Regione a Regione, perché sono stabilite dalle singole amministrazioni regionali. L'Incarto Regalo È Sempre Gratuito in Italia? Nella maggior parte dei negozi tradizionali e nelle boutique indipendenti, l'incarto regalo è incluso nel prezzo. Nei grandi centri commerciali e nelle catene internazionali la situazione può variare. In ogni caso basta chiedere: «Me lo incarta? È un regalo» — difficilmente si sentirà rispondere di no. Ti è piaciuto scoprire come fare shopping in italiano? Allora l'articolo dedicato alle 50+ espressioni colloquiali fa proprio al caso tuo! { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test su Fare Shopping in Italiano", "description": "Quiz interattivo con 10 domande sulle espressioni italiane per fare shopping: al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa e per i regali.", "educationalLevel": "Intermedio A2-B1", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quanti grammi sono 'due etti'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "200" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale frase usi se vuoi guardare in un negozio senza essere d
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelitaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quante volte al giorno si dice «va bene»? Per accordarsi, per accettare, per riempire il silenzio — sembra la soluzione per tutto. Il problema è che usare sempre la stessa espressione suona ripetitivo e artificioso. In italiano esistono alternative molto più naturali e precise, ognuna adatta a un contesto diverso. Smettila di Dire Sempre "Va Bene" Alternative per Esprimere Accordo e Conferma Quando qualcuno dice qualcosa e si è d'accordo, invece del solito «va bene» si può ricorrere a queste espressioni. 1. Certo! / Certamente! Si usa per confermare qualcosa in modo deciso e leggermente formale. È perfetto quando si vuole trasmettere sicurezza e professionalità. «Possiamo vederci alle tre?» — «Certo! Ti aspetto al bar.» «Hai capito le istruzioni?» — «Certamente, nessun problema.» 2. Esatto! / Esattamente! Perfetto quando qualcuno ha capito o detto qualcosa nel modo giusto. È come dire: «hai centrato il punto». «Quindi dobbiamo prendere il treno delle otto?» — «Esatto! Quello è il più veloce.» «La riunione è stata spostata a venerdì?» — «Esattamente, hai capito bene.» 3. Giusto! / Già! Molto informale, tipico del parlato quotidiano. «Già» in particolare esprime un accordo quasi pensieroso, come se si stesse elaborando ciò che si è appena sentito. «Roma è la capitale d'Italia.» — «Giusto! Me lo ero dimenticato.» «Domani è lunedì.» — «Già... e ho ancora mille cose da fare.» 4. Senza Dubbio / Indubbiamente Più formale, usato per esprimere un accordo forte e convinto. In una conversazione tra amici può suonare eccessivamente serio — meglio riservarlo a contesti professionali o quando si vuole dare particolare peso alle proprie parole. «La pizza napoletana è la migliore del mondo.» — «Senza dubbio! Non si discute.» «Questo progetto richiede molto lavoro.» — «Indubbiamente, ma ne vale la pena.» Alternative per Accettare o Approvare Qualcosa Quando qualcuno propone qualcosa e si accetta, queste espressioni sono molto più efficaci del generico «va bene». 5. D'Accordo! La sostituzione più diretta e naturale di «va bene». Funziona in quasi tutti i contesti — formali e informali — ed è l'espressione che i madrelingua usano più spesso al suo posto. «Ci vediamo sabato per studiare insieme?» — «D'accordo! A che ora?» «Ti va di mangiare la pizza stasera?» — «D'accordo, ma la pago io questa volta!» 6. Perfetto! Quando non si accetta soltanto, ma si è anche soddisfatti della proposta. È come dire: «non si sarebbe potuto organizzare meglio». «Ho prenotato il ristorante per le otto.» — «Perfetto! Non vedo l'ora.» «Il documento è pronto, te lo mando adesso.» — «Perfetto, grazie mille.» 7. Ottimo! Simile a «perfetto», ma con un tono leggermente più formale o professionale. Si sente spesso in ufficio o in contesti accademici. «Ho finito il rapporto in anticipo.» — «Ottimo lavoro! Puoi mandarmelo?» «Ho trovato una soluzione al problema.» — «Ottimo! Spiegami tutto.» 8. Benissimo! Un po' più caloroso ed emotivo rispetto a «ottimo». È il superlativo di «bene» — trasmette calore e partecipazione genuina. «Ho superato l'esame d'italiano!» — «Benissimo! Lo sapevo che ce la facevi!» «Posso portare il dolce alla cena?» — «Benissimo, tutti ti adoreranno!» Alternative Entusiaste Quando «va bene» sarebbe troppo poco e si vuole esprimere vera soddisfazione o gioia. 9. Fantastico! / Magnifico! / Meraviglioso! Tre espressioni potentissime per trasmettere entusiasmo autentico. Attenzione però: usarle troppo spesso le svuota di significato. Meglio tenerle per i momenti davvero speciali. «Ti regalo un viaggio a Napoli per il tuo compleanno.» — «Fantastico! Quando si parte?» «Ho trovato i biglietti per il concerto.» — «Meraviglioso! Pensavo fossero esauriti.» 10. Che Bello! / Che Notizia! Più colloquiale, usato soprattutto quando si riceve una buona notizia inaspettata. È spontaneo e genuino — tipicamente italiano. «Mia sorella aspetta un bambino!» — «Che bello! Quando nasce?» «Ho trovato lavoro finalmente!» — «Che notizia! Sono così contenta per te!» 11. Evviva! / Finalmente! «Evviva» è una pura esclamazione di gioia — quasi un piccolo festeggiamento con le parole. «Finalmente» si usa invece quando si aspettava qualcosa da lungo tempo: si sente tutta la pazienza accumulata. «Domani non lavoro!» — «Evviva! Andiamo al mare?» «Hanno riaperto quel ristorante che amavamo.» — «Finalmente! Ci prenoto subito un tavolo.» Alternative con Rassegnazione o Pazienza Quando si accetta qualcosa senza esserne entusiasti, l'italiano offre espressioni molto efficaci — e a volte persino teatrali — per comunicarlo. 12. Se Non C'è Alternativa... / Se Non Si Può Fare Altrimenti... Per accettare qualcosa con rassegnazione elegante. Il tono comunica chiaramente: «non è quello che si voleva, ma cosa si può fare?» «Dobbiamo alzarci alle cinque di mattina per prendere il treno.» — «Se non c'è alternativa... metterò tre sveglie.» «La riunione è spostata a sabato mattina.» — «Se non si può fare altrimenti, ci sarò.» 13. Pazienza! / Poco Male! «Pazienza» si usa quando qualcosa non è come si vorrebbe, ma lo si accetta con serenità — quasi con filosofia. «Poco male» si usa invece quando il problema non è grave: è come dire «non è la fine del mondo». «Non riesco a venire alla tua festa, mi dispiace.» — «Pazienza! Ci vedremo un'altra volta.» «Il treno ha dieci minuti di ritardo.» — «Poco male, ho il mio libro.» 14. Dai, Va Bene lo Stesso / In Fondo Va Bene Per accettare qualcosa con un tono rilassato e senza drammi. «Dai» in apertura di frase ammorbidisce tutto — è una piccola concessione informale che segnala disponibilità senza entusiasmo. «Il caffè è finito, c'è solo il tè.» — «Dai, va bene lo stesso. Prendo il tè.» «Il ristorante era pieno, andiamo in pizzeria?» — «In fondo va bene — la pizza mi piace anche di più!» Riepilogo: Quando Usare Quale Espressione SituazioneEspressioni consigliateAccordo deciso o formaleCerto, Certamente, Senza dubbio, IndubbiamenteConfermare che qualcuno ha capito beneEsatto, Esattamente, GiustoAccordo informale e pensierosoGià, GiustoAccettare una propostaD'accordo, Perfetto, Ottimo, BenissimoEsprimere entusiasmo per una buona notiziaFantastico, Meraviglioso, Che bello, EvvivaSollievo dopo una lunga attesaFinalmenteAccettazione con rassegnazionePazienza, Poco male, Se non c'è alternativaAccettazione rilassata e informaleDai va bene lo stesso, In fondo va bene Domande Frequenti Qual È la Differenza tra "Perfetto" e "Ottimo"? Entrambe esprimono approvazione, ma «perfetto» ha un tono più personale e soddisfatto — si usa quando si è contenti di come stanno le cose. «Ottimo» è leggermente più formale e si sente spesso in contesti professionali o accademici, come risposta a un risultato o a una prestazione. Si Può Ancora Usare "Va Bene"? Sì, «va bene» è corretto e naturale — il problema nasce quando viene usato in modo automatico per qualsiasi situazione. Avere a disposizione alternative più precise permette di scegliere l'espressione più adatta al contesto, rendendo il proprio italiano più ricco e credibile. Quando Si Usa "Pazienza" e Quando "Poco Male"? «Pazienza» si usa quando si accetta qualcosa di spiacevole con serenità, spesso con una sfumatura di rassegnazione consapevole. «Poco male» si usa invece quando il problema è oggettivamente lieve — è come dire che non c'è motivo di preoccuparsi. Queste Espressioni Funzionano Sia nel Parlato che nello Scritto? La maggior parte funziona in entrambi i contesti. Alcune — come «già», «dai va bene lo stesso» o «evviva» — sono tipiche del parlato informale e suonerebbero fuori luogo in un testo scritto formale. Altre — come «certamente», «indubbiamente» o «d'accordo» — si adattano bene anche alla comunicazione scritta professionale. Se stai imparando a variare il tuo italiano, non fermarti qui — continua con l'articolo dedicato alle alternative a 'sono in ritardo'. Accedi a siti e contenuti italiani da qualsiasi parte del mondo e in totale sicurezza con NordVPN! Usa il codice coupon LEARNAMO per ricevere uno sconto speciale! { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Quiz: Alternative a 'Va Bene' in Italiano", "description": "Quiz interattivo sulle alternative all'espressione 'va bene' in italiano. 10 domande su accordo, approvazione, entusiasmo e rassegnazione nel parlato e nello scritto.", "educationalLevel": "Intermedio B1-B2", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quale espressione si usa per confermare che qualcuno ha capito o detto qualcosa nel modo giusto?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Esatto" } }, { "@type": "Question", "name": "In italiano, 'Già' può esprimere accordo pensieroso.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Vero" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale espressione è più adatta in un contesto professionale per approvare un risultato?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Ottimo" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale espressione si usa quando si accetta qualcosa con rassegnazione perché non esiste altra scelta?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Se non c'è alternativa" } }, { "@type": "Question", "name": "'Benissimo' è il superlativo di quale parola?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "bene" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale espressione trasmette che una situazione negativa non è grave e non merita preoccupazione?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Poco male" } }, { "@type": "Question", "name": "'Già' è adatta per un testo scritto formale.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer",...
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“É assim, então, que saberemos que pertencemos à verdade de Deus e que o nosso coração se sente seguro na presença dele. Pois, se o nosso coração nos condena, sabemos que Deus é maior do que o nosso coração e conhece tudo.” 1João 3:19-20 NTLH Você se sente culpado?Ao longo da vida podemos ter vivido situações que nos fazem sentir-se culpados, pois na consciência de hoje acreditamos que poderíamos ter agido de forma diferente, como se isso pudesse mudar o passado.Ainda que acusações possam vir através de pensamentos e pessoas a nosso respeito, ter de forma segura quem verdadeiramente somos, nos blinda de injustos julgamentos.Seu coração pode até latejar a dor do arrependimento e da condenação, mas o Senhor com sua infinita misericórdia sabe e conhece tudo que há em nós, nos trazendo o perdão absoluto.Nenhuma condenação há para quem está em Cristo!Romanos 8:1Não se cobre por aquilo que não foi, ou por aquilo que gostaria de fazer, Seja em Deus uma pessoa segura e confiante que não trás a condenação maior que o perdão e misericórdia de Deus.Pergunte a si mesmo:Posso me condenar por aquilo que não sou ou por aquilo que Deus já me perdoou?Oração: Senhor nos ajude a sentir-se liberto de toda e qualquer acusação, pois sabemos que contigo somos libertos de tudo aquilo que nos condena, ainda que venha de nós mesmos.Em nome de Jesus, Amém !Que você tenha hoje um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#NãoSeCondene#SejaSeguro#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio
Il paradosso che molti non vogliono nominareEsistere online senza svendere l'anima. Si può?Il prezzo di esistere nel digitale*****************We are the Net: un podcast su società, culture, filosofie, digital marketing, tecnologie e spiritualità.Ideato e condotto da Fabio Mattis alias lo Sciamano Digitale———————-☑️ Entra nel canale Telegram https://t.me/wearethenet
Quais são os erros que faz você cair na Alfândega ao voltar de uma viagem internacional? Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao passar pelo "Nada a Declarar"? No episódio de hoje, mergulhamos nos bastidores da alfândega nos maiores aeroportos do Brasil.Conversamos com Marcelo Conceição, Auditor Fiscal Chefe da Divisão de Conferência de Bagagem da Receita Federal do Aeroporto de Guarulhos, e Patrícia Miranda, Auditora Fiscal Delegada do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Eles inclusive estarão na próxima temporada do famoso programa "Aeroporto: Área Restrita".Você vai entender de uma vez por todas como funcionam os limites de isenção, as cotas para compras no exterior e o que realmente acontece quando alguém é parado no raio-x.Neste episódio, você vai descobrir:Cotas e limites: O que pode e o que não pode? Como não ser pego de surpresa. O raio-X não mente: O que os fiscais realmente buscam nas malas.Tudo sobre multas: Qual o imposto e quando o bem pode ser retido.Apreensões: O que acontece com os itens apreendidos?Mitos X Realidade: Trazer dois iPhones é permitido? Posso dividir a cota pela família?Esse episódio é um guia essencial pra você que viaja pro exterior e traz aquelas comprinhas para o Brasil. Evite dores de cabeça e prejuízos ao desembarcar.Mais informações: Guia do Viajante da Receita FederalGostou desse episódio? Siga ou inscreva-se o podcast e já compartilhe com quem está com viagem marcada para o exterior.*** Imagem de capa gerada por IA
Fluent Fiction - Italian: A Canvas of Heritage: Luca's Artistic Journey in Firenze Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/it/episode/2026-05-08-07-38-19-it Story Transcript:It: Il sole di primavera illuminava Firenze con una luce dorata.En: The spring sun illuminated Firenze with a golden light.It: I fiori sbocciavano lungo le strade storiche, e il profumo di caffè riempiva l'aria.En: Flowers blossomed along the historic streets, and the scent of coffee filled the air.It: Era un giorno speciale per Luca, Giulia e Alessandro.En: It was a special day for Luca, Giulia, and Alessandro.It: Si ritrovavano per una riunione di famiglia alla Galleria degli Uffizi, famosa per le sue opere d'arte rinascimentali.En: They were gathering for a family reunion at the Galleria degli Uffizi, famous for its Renaissance artworks.It: Luca camminava lentamente verso l'ingresso della galleria.En: Luca walked slowly towards the gallery entrance.It: Sentiva il peso della storia familiare su di sé.En: He felt the weight of family history upon him.It: La sua famiglia era nota nel mondo dell'arte da generazioni.En: His family was renowned in the art world for generations.It: Ma lui, Luca, era un aspirante artista che cercava il suo posto.En: But he, Luca, was an aspiring artist seeking his place.It: Giulia lo osservava con un sorriso gentile.En: Giulia watched him with a gentle smile.It: "Andrà tutto bene, Luca," disse, dandogli una leggera pacca sulla spalla.En: "It will all go well, Luca," she said, giving him a light pat on the shoulder.It: Giulia era pratica e concreta, lavorava nel settore tecnologico, ma amava supportare il fratello.En: Giulia was practical and concrete, working in the tech sector, but she loved supporting her brother.It: All'interno, le stanze della galleria erano affollate di turisti e appassionati d'arte.En: Inside, the gallery's rooms were crowded with tourists and art enthusiasts.It: I soffitti alti e le opere famose dell'epoca rinascimentale creavano un'atmosfera solenne.En: The high ceilings and famous works of the Renaissance era created a solemn atmosphere.It: Alessandro, il loro cugino, li accolse con entusiasmo.En: Alessandro, their cousin, greeted them enthusiastically.It: "Ciao a tutti!"En: "Hello everyone!"It: disse, con un sorriso orgoglioso.En: he said, with a proud smile.It: Per lui, l'arte era una missione di vita, e lavorare agli Uffizi era il sogno realizzato.En: For him, art was a life's mission, and working at the Uffizi was his dream come true.It: Alessandro guidò Luca e Giulia verso un'antica pittura di famiglia appesa in una delle gallerie.En: Alessandro guided Luca and Giulia towards an ancient family painting hanging in one of the galleries.It: "Questo è il capolavoro di nostro bisnonno," spiegò.En: "This is our great-grandfather's masterpiece," he explained.It: "Un simbolo del nostro retaggio."En: "A symbol of our heritage."It: Mentre gli altri membri della famiglia ammiravano il dipinto, Luca fece un passo indietro.En: While the other family members admired the painting, Luca took a step back.It: Sentiva che le sue opere non avrebbero mai potuto eguagliare tali capolavori.En: He felt that his works could never match such masterpieces.It: Ma oggi era deciso a fare un passo audace.En: But today, he was determined to take a bold step.It: "Ho qualcosa da mostrarvi," disse Luca, tirando fuori una tela coperta.En: "I have something to show you," said Luca, pulling out a covered canvas.It: Alessandro fece un cenno di incoraggiamento, mentre gli altri si avvicinavano curiosi.En: Alessandro nodded encouragingly as the others approached curiously.It: Luca rivelò il suo dipinto.En: Luca revealed his painting.It: Raffigurava Firenze, ma con uno stile moderno e personale.En: It depicted Firenze, but in a modern and personal style.It: I colori vibranti e le forme astratte raccontavano una storia nuova.En: The vibrant colors and abstract shapes told a new story.It: Le reazioni furono diverse.En: The reactions were varied.It: Alcuni apprezzarono il coraggio, altri rimasero perplessi.En: Some appreciated the courage, others were puzzled.It: Ma ciò che importava di più era lo sguardo di approvazione di Alessandro.En: But what mattered most was Alessandro's approving look.It: "Hai talento, Luca.En: "You have talent, Luca.It: Non dubitare mai di questo," disse con sincerità.En: Never doubt it," he said sincerely.It: Dopo la riunione, Giulia si avvicinò e propose: "Posso aiutarti a entrare in contatto con alcune gallerie d'arte contemporanea."En: After the reunion, Giulia approached and proposed, "I can help you get in touch with some contemporary art galleries."It: Luca sorrise, finalmente vedendo una strada chiara davanti a sé.En: Luca smiled, finally seeing a clear path ahead of him.It: Mentre il sole tramontava su Firenze, Luca si sentiva per la prima volta libero.En: As the sun set over Firenze, Luca felt free for the first time.It: Aveva trovato la sua voce nel mondo dell'arte, unendo passato e presente.En: He had found his voice in the art world, uniting past and present.It: Con il supporto della famiglia e una nuova fiducia in se stesso, era pronto a lasciare il segno.En: With his family's support and newfound confidence, he was ready to leave his mark. Vocabulary Words:the spring: la primaverailluminated: illuminavathe flowers: i fioriblossomed: sbocciavanothe scent: il profumogathering: ritrovavanothe gallery: la galleriathe entrance: l'ingressothe weight: il pesorenowned: notathe shoulder: la spallacrowded: affollatethe ceilings: i soffittithe artworks: le opereenthusiastically: con entusiasmothe masterpiece: il capolavorothe heritage: il retaggioadmired: ammiravanoto encourage: incoraggiarerevealed: rivelòdepicted: raffiguravavibrant: vibrantithe courage: il coraggiopuzzled: perplessithe approval: lo sguardo di approvazioneapproached: si avvicinòcontemporary: contemporaneathe sunset: il tramontofree: liberoto unite: unire
Come posso fare? è una domanda che nasce quando ci troviamo davanti a qualcosa che ci supera: una scelta difficile, una relazione che cambia, una situazione che non sappiamo più gestire con i soliti strumenti. In questo episodio esploriamo cosa c'è davvero dentro questa domanda: non solo il bisogno di una soluzione, ma anche il desiderio di orientamento, di appoggio, di un modo diverso di stare dentro a ciò che stiamo vivendo.Attraverso uno sguardo psicologico e corporeo osserviamo come spesso la mente cerchi subito una strategia, mentre il corpo chiede prima di essere ascoltato. Un viaggio per scoprire che il vero “come fare” non nasce solo da tecniche o risposte pronte, ma dalla capacità di fermarsi, di sentire e di trovare il proprio passo nella complessità.Iscriviti al #podcast, commenta e condividi con i tuoi amici le #puntate di #thebigfatvoice. Seguimi sui #social, rimaniamo in contatto e buon ascolto!Visita il sito www.mbgvoice.com Segui la pagina Facebook https://www.facebook.com/mbgvoicereal Segui il profilo Instagram https://www.instagram.com/magabecco Puoi metterti in contatto con Massimiliano scrivendo a info@mbgvoice.comFai girare la voce… o meglio… fai girare #thebigfatvoiceMusica originale by #audiio @helloaudiio www.audiio.com
Uma ouvinte está numa relação algo insatisfatória mas acha que na sua idade já não deve encontrar melhor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fluent Fiction - Italian: Heroic Easter: Giulia's Journey to Save the Family Vineyard Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/it/episode/2026-04-15-07-38-19-it Story Transcript:It: Era una mattina luminosa e frizzante di primavera nella campagna toscana.En: It was a bright and crisp spring morning in the campagna toscana.It: Il sole splendeva dolcemente sulle colline verdi, e i filari di viti nella tenuta di Luca cominciavano a germogliare.En: The sun shone gently on the green hills, and the rows of vines on Luca's estate were beginning to bud.It: La Pasqua era imminente, un momento speciale per la famiglia di Luca, quando amici e parenti si riunivano per celebrare insieme.En: Easter was imminent, a special time for Luca's family, when friends and relatives gathered to celebrate together.It: Quest'anno, tuttavia, c'era un problema.En: This year, however, there was a problem.It: Luca, il diligente proprietario del vigneto, si trovava con una caviglia gonfia e immobilizzata, conseguenza di una caduta improvvisa del giorno prima.En: Luca, the diligent vineyard owner, found himself with a swollen and immobilized ankle, the result of an unexpected fall the day before.It: La sua mente era preoccupata: come avrebbe potuto garantire che tutto fosse perfetto senza di lui?En: His mind was worried: how could he ensure everything would be perfect without him?It: Giulia, una parente in visita, camminava tra le viti con Luca.En: Giulia, a visiting relative, walked among the vines with Luca.It: Pur non avendo esperienza nei vigneti, voleva aiutare.En: Even though she had no experience in vineyards, she wanted to help.It: Nonostante la sua insicurezza, Giulia era determinata a dimostrare il suo valore e forse, in questo, trovare il suo posto nella famiglia.En: Despite her insecurity, Giulia was determined to prove her worth and perhaps, in doing so, find her place in the family.It: “Giulia, dobbiamo assicurare che le viti siano in buona salute per il festival,” spiegava Luca, seduto con il piede alzato.En: “Giulia, we need to make sure the vines are healthy for the festival," Luca explained, sitting with his foot elevated.It: “Senza di me, sarà un compito difficile.” “Posso farlo, Luca,” rispose Giulia con fiducia.En: “Without me, it will be a difficult task.” “I can do it, Luca,” replied Giulia confidently.It: “Insegnami cosa devo sapere.” Luca esitò.En: “Teach me what I need to know.” Luca hesitated.It: Era difficile per lui affidare una responsabilità così grande.En: It was hard for him to entrust such a big responsibility.It: Ma senza molte opzioni, accettò.En: But with few options, he agreed.It: Giulia si mise subito all'opera, imparando a riconoscere le foglie sane, a irrigare con cura, e a osservare i segni di eventuali problemi.En: Giulia immediately got to work, learning to recognize healthy leaves, carefully irrigate, and observe signs of any problems.It: Un pomeriggio, mentre controllava da sola le viti, Giulia notò qualcosa di preoccupante: un'infestazione di insetti su alcune piante.En: One afternoon, while inspecting the vines alone, Giulia noticed something concerning: an insect infestation on some plants.It: Il suo cuore accelerò.En: Her heart raced.It: Senza aspettare, corse verso la casa di Luca.En: Without waiting, she ran towards Luca's house.It: “Luca!En: “Luca!It: C'è un problema con le viti!” esclamò Giulia, agitata.En: There's a problem with the vines!” exclaimed Giulia, agitated.It: Luca, sebbene preoccupato, mantenne la calma.En: Luca, though worried, remained calm.It: “Bene, Giulia.En: “Good, Giulia.It: Vai al capanno degli attrezzi.En: Go to the toolshed.It: Prendi lo spray naturale contro i parassiti.En: Take the natural spray against pests.It: Spruzzalo sulle viti infestate.” Con Luca a guidarla, Giulia agì rapidamente.En: Spray it on the infested vines.” With Luca guiding her, Giulia acted quickly.It: Superò la sua paura, seguendo le istruzioni di Luca con precisione.En: She overcame her fear, following Luca's instructions precisely.It: Presto, riuscì a salvare le viti dall'infestazione.En: Soon, she managed to save the vines from the infestation.It: Tornò da Luca con un sorriso pieno di sollievo.En: She returned to Luca with a smile full of relief.It: La domenica di Pasqua, il sole splendeva radioso sopra il vigneto rigoglioso.En: On Easter Sunday, the sun shone brightly over the lush vineyard.It: La famiglia si riunì, circondata dalla bellezza della natura.En: The family gathered, surrounded by nature's beauty.It: Grazie a Giulia, tutto il lavoro di Luca non era stato vano.En: Thanks to Giulia, all of Luca's work had not been in vain.It: Seduti a tavola, Luca guardò Giulia con gratitudine.En: Seated at the table, Luca looked at Giulia with gratitude.It: “Hai fatto un lavoro meraviglioso,” disse con genuino rispetto.En: “You did a wonderful job,” he said with genuine respect.It: “Hai salvato la nostra Pasqua.” Giulia sorrise, sentendosi finalmente a casa.En: “You saved our Easter.” Giulia smiled, finally feeling at home.It: Aveva trovato il suo spazio nella famiglia, non solo con le sue azioni, ma con il coraggio di mettersi in gioco.En: She had found her place in the family, not just with her actions, but with the courage to take the plunge.It: E così, tra risate e brindisi, la famiglia celebrò una Pasqua speciale, con il vigneto rigoglioso come sfondo perfetto, simbolo di collaborazione e fiducia reciprocamente guadagnata.En: And so, amid laughter and toasts, the family celebrated a special Easter, with the lush vineyard as the perfect backdrop, a symbol of collaboration and mutually earned trust. Vocabulary Words:the countryside: la campagnathe estate: la tenutaimminent: imminentethe vineyard: il vignetoswollen: gonfiaimmobilized: immobilizzatathe mind: la mentediligent: diligenteinsecurity: l'insicurezzathe responsibility: la responsabilitàhealthy: saneto irrigate: irrigareto observe: osservarethe infestation: l'infestazionethe heart: il cuorethe toolshed: il capanno degli attrezzithe spray: lo sprayinfested: infestateto overcome: superareto save: salvarethe Easter: la Pasquathe relief: il sollievolush: rigogliosoto gather: riunirsigratitude: la gratitudinegenuine: genuinoto smile: sorriderethe courage: il coraggiothe plunge: il giocobackdrop: lo sfondo
Patins, ar condicionado, polícias, montanhas russas e o regresso de Dengaz!
Esta é uma das situações mais comuns na co-parentalidade. O "jogo" tem um nome na literatura: a assimetria de regras entre casas. Como se desarma este “jogo” sem pôr o filho no meio?See omnystudio.com/listener for privacy information.
EUA e Irã se preparam para negociações de paz em Islamabad, no Paquistão. Artemis II: calor extremo, velocidade altíssima e pouso no mar; veja como será o retorno da espaçonave à Terra. Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e enfrentam problemas na justiça; veja a atuação parlamentar de cada um. Posso sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em estudo pelo governo que pode liberar R$ 17 bilhões. Os seis quitutes que ganharam da coxinha como melhor comida de rua da América do Sul.
The Italian verb “potere” means “can”, but it doesn't always work the same way. Learn how to use it correctly and avoid common mistakes. Learn about our Online Italian School and get a free mini lesson every week: https://joyoflanguages.online/italian-school Subscribe to our new YouTube channel: https://www.youtube.com/@joyoflanguages.italian?sub_confirmation=1 Get the bonus materials for this episode: https://italian.joyoflanguages.com/podcast/Italian-verb-potere Today's Italian words: Posso? = Can I? / May I? Possiamo andare = We can go Puoi prenotare un tavolo per stasera = You can reserve a table for tonight (singular, informal) Potete lasciare le valigie qui= You can leave your luggage here (plural)
Predicazione espositiva di 1 Pietro capitolo 5, versetto 7, predicata dall'ospite Isacco Al Freijat e registrata presso il Centro Evangelico Battista in data 1 marzo 2026.Titolo del messaggio: "L'ansia e la cura Divina: Come posso vivere serenamente senza ansia?"1 PIETRO 5 V6-76 Umiliatevi dunque sotto la potente mano di Dio, affinché egli vi innalzi a suo tempo, 7 gettando su di lui ogni vostra preoccupazione, perché egli ha cura di voi.
Resumão de IA!Cena comum no mercado: o fotógrafo não está parado. Está trabalhando, produzindo, às vezes até bem. Mas está sem direção clara. Não sabe se o caminho que segue faz sentido para onde quer chegar ou se quer chegar. A IA acelerou esse desconforto. O mercado mudou rápido demais e muita gente está operando no piloto automático esperando a névoa baixar.A névoa não baixa sozinha.Por isso, quero te apresentar três coisas que existem aqui no meu ecossistema para momentos exatamente como esse. 1. Uma leitura do seu momento... sem compromisso longo. Para quem tem pressa...A Leitura R.U.M.O. é simples: você me envia seu contexto e principal desafio (posicionamento, preço, transição de nicho, diferenciação. O que estiver travando). Eu faço uma análise estratégica aplicada ao seu momento real e entrego um documento em até 5 dias úteis.Não é mentoria. Não é acompanhamento. É uma leitura pontual de direção — para quem precisa de clareza, não de mais conteúdo. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/leitura-rumo-estrategia-negocio-fotografico-jpg2. Para quem quer continuidade e uma entrada diferenteA comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto acaba de incluir algo novo para novos membros: um acompanhamento estratégico nos primeiros três meses. Isso significa uma Leitura R.U.M.O. completa no primeiro mês, orientações mensais e dois encontros individuais online para organizar o seu momento e definir direção dentro da comunidade.É uma forma de entrar já com visão estratégica sobre onde você está e para onde vai e não apenas ter acesso a conteúdo.Se quiser conversar com alguém que já está dentro antes de decidir, me fala. Posso conectar você a membros da comunidade.→ Conheça a Fotograf.IA + C.E.Foto: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/acompanhamento-estrategico-fotograf-ia3. Ao vivo, em São Paulo no dia 24 de marçoSe você está em SP e prefere ter essa conversa pessoalmente, tem um encontro presencial acontecendo no dia 24/3, num cowork na Avenida Paulista.O tema é Fotografia Humana em Tempos de IA — decisões práticas sobre posicionamento e negócio. São poucas vagas, formato pequeno e intencional.Não é palestra. É uma conversa de quem está navegando esse momento junto.→ Garanta sua vaga no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/fotografia-humana-em-tempos-de-ia-decisoes-praticas-sobre-posicionamento-e-negocio/3282559?_gl=1*1gcxjbn*_gcl_au*MTUyMjkxODk0OC4xNzY4OTE4NTE4LjU5NDk4NzI2MC4xNzcxNDM4Njc2LjE3NzE0Mzg2ODc.*_ga*MzgzMjk5Mzc3LjE3Njg5MTg1MTk.*_ga_KXH10SQTZF*czE3NzI0ODQwMTEkbzQ5JGcxJHQxNzcyNDg0MDE1JGo1NiRsMCRoMTY5NzczMjcwNgSiga o Leo Saldanha: Instagram: @leosaldanha.com.br Patrocínio das melhores plataformas do mercado: https://alboompro.com.br/ e https://www.fotto.com.br/vender-fotosConheça o Fotograf.IA: https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-ia
Neste episódio falamos sobre os principais temas de segurança digital e privacidade das últimas semanas, abordando assuntos que você precisa conhecer para entender o cenário atual da proteção de dados, segurança infantil online e inteligência artificial. Você vai descobrir como o Roblox e o Discord lidam com a verificação de idade e proteção de crianças na internet, incluindo os riscos de predadores digitais, mecanismos psicológicos de retenção e a ausência de controles parentais eficazes. Também abordamos o polêmico caso do Grok no X (antigo Twitter) gerando imagens de nudez de mulheres e menores de idade sem guardrails, e as medidas tomadas pela ANPD, Ministério Público Federal e Senacon contra a plataforma. Discutimos o acordo de adequação mútua entre Brasil e União Europeia em proteção de dados pessoais e o que isso representa para transferências internacionais de dados e oportunidades comerciais. Ainda comentamos a solicitação do FBI à Microsoft pelas chaves de criptografia BitLocker, a ação judicial contra a Meta por suposto acesso às mensagens criptografadas do WhatsApp, o fenômeno das personas digitais criadas por IA, como a “Aboriginal Steve Irwin”, e os deepfakes com celebridades. Por fim, apresentamos a WhisperSafe, novo patrocinador do podcast, um software de transcrição local com privacidade em foco, usando modelos Whisper da OpenAI sem envio de dados para a nuvem. Assine o podcast para não perder nenhum episódio, deixe sua avaliação nas plataformas e siga o Segurança Legal no Instagram, Mastodon, Blue Sky, YouTube e TikTok. Apoie o projeto independente em apoia.se/segurancalegal. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Grupo 1 – Roblox, crianças e proteção digital em plataformas de jogos ‘Estou sendo atacado por crianças’, diz Felca após ser alvo de protesto no Roblox Opinião: feito para viciar, Roblox tem lógica de cassino e vira caça-níquel para crianças Palcos no Discord serão bloqueados para adolescentes e restritos para grupos da mesma idade Hackers expose age-verification software powering surveillance web ‘O que adolescentes fizeram com cão Orelha acontece todas as noites em muitas casas do Brasil, ao vivo no Discord’, alerta juíza Vanessa Cavalieri Internal chats show how social media companies discussed teen engagement Como vão funcionar as novas regras do Discord para verificar idade no app? Grupo 2 – Grok, conteúdo sexual gerado por IA e responsabilização do X/Musk ANPD, MPF e Senacon recomendam que X impeça geração e circulação de conteúdos sexualizados indevidos por meio do Grok ANPD, MPF e Senacon determinam que X implemente de forma imediata medidas para corrigir falhas no Grok Masterful gambit: Musk attempts to monetize Grok’s wave of sexual abuse imagery Joint statement on AI-generated imagery and the protection of privacy Grupo 3 – Adequação mútua Brasil-UE em proteção de dados e multas na UE Brasil e União Europeia reconhecem adequação mútua em matéria de proteção de dados pessoais Violation de données : sanction de 5 millions d'euros à l'encontre de FRANCE TRAVAIL Violation de données : sanction de 42 millions d'euros à l'encontre des sociétés FREE MOBILE et FREE Más sanciones y de mayor importe: La AEPD sube el nivel de multas en 2025 Grupo 4 – Vigilância, privacidade e Estado The Department of Homeland Security is demanding that Google turn over information about random critics Microsoft is giving the FBI BitLocker keys US authorities reportedly investigate claims that Meta can read encrypted WhatsApp messages Grupo 5 – IA generativa e identidade ‘It’s AI blackface’: social media account hailed as the Aboriginal Steve Irwin is an AI character created in New Zealan Imagem do Episódio – Children’s Games (Bruegel) Transcrição do Episódio (00:00:08.000 –> 00:00:17.500) Bem-vindos e bem-vindas ao Café Segurança Legal, episódio 411, gravado em 24 de fevereiro de 2026. (00:00:17.500 –> 00:00:22.920) Eu sou Guilherme Goulart e junto com o Vinícius Serafim vamos trazer para vocês algumas notícias das últimas semanas. (00:00:22.920 –> 00:00:24.440) E aí, Vinícius, tudo bem? (00:00:24.440 –> 00:00:27.940) Olá, Guilherme, tudo bem? (00:00:24.440 –> 00:00:27.940) Olá aos nossos ouvintes. (00:00:28.180 –> 00:00:30.600) Você estava com saudade de gravar ou não? (00:00:30.600 –> 00:00:39.160) Cara, eu já estava até duvidando da minha capacidade de gravar de novo, porque a gente passou quase.. (00:00:30.600 –> 00:00:39.160) Vai fechar dois.. (00:00:39.160 –> 00:00:40.820) Um mês e pouco. (00:00:40.820 –> 00:00:45.280) O último foi ali em janeiro, não foi? (00:00:45.280 –> 00:00:46.720) Foi em janeiro que a gente gravou. (00:00:46.720 –> 00:00:51.000) Agora você me pegou, você me pegou no contrapé. (00:00:51.000 –> 00:00:57.820) Mas nós gravamos o episódio 410 da Retrospectiva, que se você não ouviu, está lá no dia 6 de janeiro. (00:00:58.180 –> 00:01:02.100) De 2026. (00:00:58.180 –> 00:01:02.100) Retrospectiva 2025. (00:01:03.780 –> 00:01:07.380) Bem, então, esse é o nosso momento de conversarmos sobre algumas notícias. (00:01:07.380 –> 00:01:10.240) Pegue o seu café e venha conosco para entrar em contato. (00:01:10.240 –> 00:01:18.760) Vocês já sabem, é lá no podcast.roba.segurançalegal.com, no Mastodon, no Instagram, no Blue Sky, no YouTube e no TikTok também. (00:01:18.760 –> 00:01:24.520) Você pode ver que tanto no TikTok quanto no YouTube você consegue ver também uns shorts lá que aparecem no Instagram também. (00:01:24.900 –> 00:01:30.420) A nossa campanha de financiamento coletivo, vocês já sabem, lá no apoia.se barra segurança legal. (00:01:30.420 –> 00:01:36.940) A gente sempre pede que você considere colaborar com esse projeto independente de proteção de conteúdo. (00:01:36.940 –> 00:01:41.960) E, Vinícius, temos uma novidade que é um novo patrocinador aqui no Segurança Legal. (00:01:42.500 –> 00:01:43.520) É isso aí, Guilherme. (00:01:43.520 –> 00:01:54.360) Tem a WhisperSafe, na verdade, o produto da WhisperSafe de uma startup que nós conhecemos, inclusive o dono da startup. (00:01:54.360 –> 00:02:04.360) É um software para transcrição de voz com um valor bastante acessível comparado com outros que tem no mercado. (00:02:05.420 –> 00:02:08.640) Ele faz transcrição tanto.. (00:02:08.640 –> 00:02:13.760) Eu tenho usado muito para fazer, para mandar comandos para IA. (00:02:13.760 –> 00:02:17.060) Eu fazia prompt tudo estruturadinho, digitando e tal. (00:02:17.060 –> 00:02:26.200) Agora, para programar, para criar scripts, criar alguns programas, para fazer alguns testes, eu tenho utilizado essencialmente ele para digitar. (00:02:26.200 –> 00:02:34.080) E tem uma funcionalidade muito interessante, que é a gravação e transcrição de reuniões, que eu também tenho utilizado. (00:02:35.220 –> 00:02:40.820) Independente do software que você utiliza, você abre ele, clica gravar a reunião, ele vai gravar todo o áudio da reunião. (00:02:40.820 –> 00:02:48.280) E depois que ele grava e você aperta lá o botãozinho para transcrever, ele te dá uma.. (00:02:48.280 –> 00:02:53.000) Ele tanto gera um arquivo com a transcrição bruta, se tu quiser usar com alguma IA, (00:02:53.000 –> 00:03:04.160) Como ele já deixa na área de transferência a tua transcrição com um prompt montado para te colar na IA que tu quer utilizar para fazer um resumo da tua reunião. (00:03:04.160 –> 00:03:07.500) Então, termina a reunião, cola na IA e pimba. (00:03:07.500 –> 00:03:16.880) O valor dele é um valor bastante acessível e, para os ouvintes do Segurança Legal, nós temos 20 cupons. (00:03:17.840 –> 00:03:28.700) O cupom é SEGLEG50, ele dá 50% de desconto vitalício, digamos assim. (00:03:28.700 –> 00:03:35.360) Você faz a assinatura, aplica o desconto, se fizer mensal ele vai aplicar a todos os pagamentos mensais (00:03:35.360 –> 00:03:40.080) E, se for anual, ele vai aplicar a todos os pagamentos anuais. (00:03:40.080 –> 00:03:44.540) Então, não é um desconto que vale só no primeiro ano ou só no primeiro pagamento. (00:03:44.540 –> 00:03:48.460) SEGLEG50 para os ouvintes do Segurança Legal. (00:03:49.080 –> 00:03:55.520) São 20 cupons, são 20 cupons que a gente tem aí, pelo menos para este episódio. (00:03:55.520 –> 00:04:01.320) E o mais importante, Vinícius, ele é um aplicativo que é construído com privacidade em foco. (00:04:01.320 –> 00:04:06.820) Ou seja, se você, os dados e toda a parte de transcrição, ela fica só na sua máquina, (00:04:06.820 –> 00:04:11.020) Não vai para a nuvem, a não ser que você queira depois usar isso no MyA e tal, (00:04:11.020 –> 00:04:14.580) Mas, assim, para assuntos mais críticos. (00:04:14.580 –> 00:04:18.560) Se você quiser ter lá para fazer uma ata depois, isso fica só na sua máquina. (00:04:18.560 –> 00:04:24.280) Ele faz, ele usa os modelos da Whisper, isso está lá na interface, está muito claro. (00:04:24.280 –> 00:04:31.040) Ele usa os modelos da, os modelos Whisper da OpenAI, que são modelos que rodam local na máquina. (00:04:31.040 –> 00:04:35.460) E o interessante é que tu não precisa nem ter uma placa de vídeo, não precisa ter GPU nem nada, (00:04:35.460 –> 00:04:39.280) Ele funciona muito bem, eu testei no meu notebook, não tem placa de vídeo dedicada. (00:04:40.700 –> 00:04:45.580) E funcionou muito bem, assim, ele é bastante rápido. (00:04:45.580 –> 00:04:52.320) E eu tenho feito os testes até para ver a questão de velocidade, já que tem os modelos disponíveis lá. (00:04:52.320 –> 00:04:55.000) Eu estava usando sempre o Turbo, assim, vou usar o melhor. (00:04:55.000 –> 00:05:00.500) Aí eu resolvi começar a usar o Medium e o Small lá dos modelos. (00:05:00.500 –> 00:05:04.580) E, cara, o Small, ele dá umas erradas, assim, sabe? (00:05:04.580 –> 00:05:06.260) Mas o Medium funciona muito bem. (00:05:06.260 –> 00:05:08.060) Tá bom. (00:05:08.840 –> 00:05:15.480) Então, basta você acessar o whispersafe.ai.ai, você vai ver lá todos os valores. (00:05:15.480 –> 00:05:19.920) Na hora do pagamento, pode usar o cupom SEGLEG50 e vamos lá. (00:05:19.920 –> 00:05:24.080) Bem-vindos, então, ao novo patrocinador do podcast Segurança Legal. (00:05:24.080 –> 00:05:30.480) Vamos para os temas, então, Vinícius, desses últimos dois meses, dá para se dizer aí. (00:05:30.480 –> 00:05:32.680) Hoje já estamos aí no dia 24 de fevereiro. (00:05:32.680 –> 00:05:44.260) Bastante coisa acontecendo, mas nós vamos, em vez de comentar propriamente as notícias, claro que nós vamos citá-las aqui, mas nós dividimos em alguns grupos. (00:05:44.340 –> 00:05:49.420) De temas que nos chamaram a atenção e que também foram temas importantes aí nas últimas semanas. (00:05:49.420 –> 00:05:53.860) O primeiro deles diz respeito à questão da proteção da criança na internet. (00:05:53.860 –> 00:05:56.400) Proteção digital, sobretudo em plataformas. (00:05:56.400 –> 00:06:00.200) Você que nos acompanha aqui sabe que a questão da proteção de criança é importante. (00:06:00.200 –> 00:06:04.860) A gente tem diversos, para esse podcast, a gente tem diversos episódios gravados sobre isso. (00:06:05.100 –> 00:06:11.420) Chegamos a comentar, inclusive, um episódio mais recente também sobre o ECA Digital, Vinícius, se você puder ver o número aí para nós. (00:06:11.420 –> 00:06:24.280) E, basicamente, o que nós estamos vendo mais recentemente é toda uma questão sobre como tornar essas plataformas, os problemas envolvendo plataformas utilizadas por crianças. (00:06:24.280 –> 00:06:33.320) E cada vez mais as crianças têm usado, seja o discórdio, mas aqui o foco dessas notícias é o Roblox. (00:06:33.320 –> 00:06:38.740) Então, se você tem filho, provavelmente já ouviu falar sobre Roblox, que é um jogo. (00:06:38.740 –> 00:06:44.020) Dá para dizer que é um jogo, mas que simula quase como um ambiente, assim. (00:06:38.740 –> 00:06:44.020) Virtual. (00:06:44.020 –> 00:06:47.600) Eu cheguei a jogar ele logo que ele apareceu. (00:06:47.600 –> 00:06:52.020) Assim, não tão logo, mas os colegas do meu filho começaram a jogar. (00:06:52.020 –> 00:06:54.900) Ai, meu filho veio com essa história do Roblox. (00:06:54.900 –> 00:06:57.140) E aí, disse, não, beleza, vamos ver. (00:06:57.140 –> 00:06:58.860) Aí eu entrei com ele. (00:06:59.320 –> 00:07:02.180) Cara, é um ambiente, é um ambiente virtual. (00:07:02.180 –> 00:07:08.400) Para mim, me lembrou muito aquele Second Life, tá ligado? (00:07:08.400 –> 00:07:09.320) Sim, Second Life. (00:07:09.320 –> 00:07:11.100) Me lembrou muito aquilo, então. (00:07:11.100 –> 00:07:15.880) E aí, dentro, tu tem espaços. (00:07:15.880 –> 00:07:19.980) Que tu acessa aplicações, jogos e tudo mais. (00:07:19.980 –> 00:07:22.560) Tu pode criar, inclusive, e tal. (00:07:22.700 –> 00:07:26.080) E aí, ele tem uma moeda interna no jogo, tá? (00:07:26.080 –> 00:07:28.080) Ele tem grana envolvida. (00:07:28.080 –> 00:07:36.080) E, cara, em cinco minutos de Fussaclo ali, eu larguei para o meu filho, ó, tem jogos melhores (00:07:36.080 –> 00:07:36.640) Para te jogar. (00:07:36.640 –> 00:07:39.060) Tu não vai jogar isso aqui. (00:07:39.060 –> 00:07:44.520) Justamente porque é um ambiente, eu percebi, o que eu percebi de cara, e se confirmou depois, (00:07:44.520 –> 00:07:47.180) Um ambiente muito descontrolado, entende? (00:07:47.680 –> 00:07:56.360) Um ambiente muito descontrolado, com muita, assim, nomes estranhos de personagens, todo (00:07:56.360 –> 00:08:03.060) Mundo pode se comunicar com todo mundo, então, é um negócio bem estranho. (00:08:03.060 –> 00:08:04.880) Pelo menos, era. (00:08:04.880 –> 00:08:06.060) A percepção. (00:08:06.060 –> 00:08:06.260) Não entrei mais para jogar. (00:08:06.260 –> 00:08:11.720) Mas aí, pelo que a gente vê agora nas reações e notícias e tudo mais, pelo visto, (00:08:11.720 –> 00:08:12.580) Continua estranho. (00:08:12.580 –> 00:08:13.620) Continua estranho. (00:08:13.620 –> 00:08:18.880) O, o, a grande questão aqui é que, por fora, e isso está acontecendo no mundo (00:08:18.880 –> 00:08:20.140) Inteiro, não é só no Brasil. (00:08:20.140 –> 00:08:23.820) No Brasil, por conta do ECA Digital, mas assim, começa.. (00:08:23.820 –> 00:08:24.660) Episódio 400, viu, Guilherme? (00:08:24.660 –> 00:08:25.940) Tá, legal. (00:08:25.940 –> 00:08:26.660) Episódio 400, isso é legal. (00:08:26.660 –> 00:08:32.380) É que começa a se ampliar toda a discussão de como você fazer a verificação de idade (00:08:32.380 –> 00:08:34.120) De pessoas nessas plataformas. (00:08:34.120 –> 00:08:41.000) Então, aqui a gente junta nesse mesmo pacote o Roblox e também o Discord. (00:08:41.360 –> 00:08:43.840) E aí, uma coisa muito interessante. (00:08:43.840 –> 00:08:48.460) Que gerou, assim, até um fenômeno social, me parece que relevante. (00:08:48.460 –> 00:08:52.160) Crianças começaram a protestar lá, porque as crianças seriam os beneficiários. (00:08:52.160 –> 00:08:56.820) Mas começaram a protestar por conta das novas medidas de verificação de idade. (00:08:56.820 –> 00:08:59.280) Aí, o Felca foi alvo de protesto e tal. (00:08:59.280 –> 00:09:05.920) E tem as crianças lá, simulando um protesto, segurando cartazes lá dentro do Roblox. (00:09:07.520 –> 00:09:11.380) Saíram também notícias dizendo, e aí, mais ou menos na tua percepção, Vinícius, (00:09:11.380 –> 00:09:16.720) De que o Roblox, como acontece com grandes plataformas, ele teria uma lógica de cassino, (00:09:16.720 –> 00:09:21.860) Ou seja, as crianças ficariam ali, utilizariam gatilhos psicológicos, (00:09:21.860 –> 00:09:26.860) Como já ocorre em redes sociais, para que as crianças ficassem mais tempo lá dentro. (00:09:26.860 –> 00:09:33.160) E aí, também começou a se ventilar de que predadores sexuais estariam dentro do Roblox, (00:09:33.160 –> 00:09:36.760) Se fazendo passar por crianças. (00:09:33.160 –> 00:09:36.760) Disfarçados aí. (00:09:36.760 –> 00:09:40.700) Nos Estados Unidos, isso é um problema bem sério lá, justamente com isso. (00:09:40.700 –> 00:09:52.020) E teve o CEO do Roblox, ele teve lá no episódio do The Hard Fork. (00:09:53.020 –> 00:09:59.060) Eu já vejo o número de episódios aqui, mas o nome do CEO é Dave Bazzucchi, tá? (00:09:59.060 –> 00:10:06.020) E, cara, o pessoal do The Hard Fork tentou, assim, impressionou, foi uma coisa que ficou até tenso, sabe? (00:10:06.020 –> 00:10:08.940) Não é normal, assim, tu ver esse episódio do The Hard Fork desse jeito. (00:10:08.940 –> 00:10:14.100) E o cara sempre saindo pela tangente, assim, e perguntas bem diretas. (00:10:14.460 –> 00:10:21.300) Em termos de controle de comunicação, a questão de deixar adultos falar com crianças, assim, várias coisas. (00:10:21.300 –> 00:10:23.420) E ele sempre dando evasiva. (00:10:23.420 –> 00:10:26.320) Ele não.. (00:10:23.420 –> 00:10:26.320) Assim, foi muito ruim, sabe? (00:10:26.320 –> 00:10:32.020) A impressão que tu tens é que o cara foi ali para tentar se justificar, (00:10:32.020 –> 00:10:35.280) Não aceitando os problemas que ele tem na plataforma. (00:10:35.280 –> 00:10:38.800) Isso o CEO da própria Roblox, sabe? (00:10:38.800 –> 00:10:40.320) Na própria empresa. (00:10:40.320 –> 00:10:50.300) Então, isso me deixou ainda mais convencido de que é uma empresa que não tem preocupação nenhuma (00:10:50.300 –> 00:10:54.240) Com essa questão de segurança de crianças e tudo mais, entende? (00:10:54.240 –> 00:10:55.540) É bem delicado. (00:10:55.540 –> 00:10:58.760) Se o pessoal já se preocupa com o Discord, o Roblox é muito pior. (00:10:58.760 –> 00:11:00.000) É muito pior. (00:11:00.000 –> 00:11:03.140) Em termos de possibilidades de comunicação. (00:11:03.140 –> 00:11:06.380) É uma reportagem aqui da Folha de São Paulo. (00:11:06.420 –> 00:11:10.920) Pelo Daniel Mariani, ele destaca justamente isso. (00:11:10.920 –> 00:11:13.660) Inclusive de monetização. (00:11:13.660 –> 00:11:18.120) Práticas predatórias em games e monetiza compulsão e frustrações. (00:11:18.120 –> 00:11:22.720) Explora mecanismos psicológicos como medo de ficar fora da plataforma. (00:11:22.720 –> 00:11:25.060) Ficar de fora e perda de noção de tempo. (00:11:25.060 –> 00:11:27.540) Então, ele conta uma historinha que ele sai com o filho e o filho diz (00:11:27.540 –> 00:11:31.600) Olha, nós temos que voltar até tal hora porque vai acontecer um evento lá no Roblox (00:11:31.600 –> 00:11:34.920) E eu preciso estar lá e enfim. (00:11:35.800 –> 00:11:42.840) E aí, a crítica toda é também de que haveria uma falta de vontade, digamos assim, (00:11:42.840 –> 00:11:46.920) Da empresa de adotar controles parentais e também a questão da verificação da idade. (00:11:46.920 –> 00:11:52.820) E a verificação da idade que começa agora também a ficar mais presente agora em março. (00:11:52.820 –> 00:11:55.440) Tudo indica que vai acontecer também no Discord. (00:11:55.720 –> 00:11:57.760) Então, isso.. (00:11:57.760 –> 00:12:01.500) E também o Discord, Vinícius, se você quiser falar logo a seguir, (00:12:01.500 –> 00:12:07.160) Mas o Discord também aplicando novas formas de controle parental. (00:12:07.160 –> 00:12:11.440) Mas a grande discussão, e mais uma vez, isso está acontecendo no Brasil e no mundo, é (00:12:11.440 –> 00:12:17.200) Mas qual vai ser ou quais serão as medidas de controle de identidade. (00:12:18.080 –> 00:12:27.420) Então, se fala em biometria facial, se fala em envio de documentos e tal, e aí a grande preocupação que se coloca (00:12:27.420 –> 00:12:33.320) É no aumento das práticas de vigilância sobre como, que as empresas vão lidar com isso, (00:12:33.320 –> 00:12:39.040) Sobre o fato de a biometria facial ser um dado sensível, que poderia ser utilizado para outras sinalidades. (00:12:39.040 –> 00:12:47.020) Uma das notícias aqui mostra que o próprio Discord estava usando uma empresa lá, ou contratou uma empresa de verificação (00:12:47.020 –> 00:12:53.380) Que tinha conexões, que é a tal da persona lá, conexões no site deles, dizia mesmo (00:12:53.380 –> 00:12:55.840) This is a US government system. (00:12:55.840 –> 00:13:01.240) Mas aí que tá, Guilherme, assim, a gente tem um problema bem sério para resolver aí, tá? (00:13:01.240 –> 00:13:08.060) Porque ao mesmo tempo que se quer que as empresas consigam fazer a verificação de idade, (00:13:09.040 –> 00:13:11.160) E aí sim, é ok. (00:13:11.160 –> 00:13:12.660) O que que eu faço essa verificação de idade? (00:13:12.660 –> 00:13:17.000) O que que eu faço de um jeito que eu consiga ter um mínimo de confiança (00:13:17.000 –> 00:13:20.060) De que a criatura não tá mentindo pra mim, que o Zora não tá mentindo pra mim (00:13:20.060 –> 00:13:22.420) E tá entrando com menos de 13 ou coisa parecida? (00:13:22.420 –> 00:13:25.660) Então, eu preciso uma forma de verificar isso. (00:13:25.660 –> 00:13:28.400) Tu vai verificar como? (00:13:28.400 –> 00:13:30.080) Imagina a própria empresa. (00:13:30.080 –> 00:13:34.680) Ela vai usar reconhecimento facial para tentar identificar a idade? (00:13:34.680 –> 00:13:36.440) Ela vai pedir documentação? (00:13:38.360 –> 00:13:40.020) Não sei se isso é bom, se é ruim, entende? (00:13:40.020 –> 00:13:42.000) Eu só tô com o problema. (00:13:42.000 –> 00:13:46.220) Aí, o ideal, eu não gostaria de ficar dando minha identidade pra tudo quanto é empresa. (00:13:46.220 –> 00:13:50.460) Então, uma outra opção o governo tem as informações. (00:13:50.460 –> 00:13:54.360) Uma agência governamental tem as informações, as nossas informações. (00:13:54.360 –> 00:13:55.580) Sabe a idade que a gente tem. (00:13:55.580 –> 00:13:57.540) Tem toda a comprovação de quem a gente é. (00:13:58.220 –> 00:14:07.340) Será que não dá pra ter um protocolo que, de forma anônima, eu acesso um site e esse site (00:14:07.340 –> 00:14:15.160) Conversa com o site do governo e aí eu converso com o site do governo e digo, gera aí um token (00:14:15.160 –> 00:14:21.420) Pra mim, eu sou fulano, gera um token dizendo que eu tenho mais de 18 anos ou tem mais de 13 (00:14:21.420 –> 00:14:22.460) Ou coisa parecida. (00:14:22.460 –> 00:14:27.360) Parecido com o que a gente já faz no Alt pra fazer autenticação quando a gente usa o Google e tudo mais. (00:14:27.360 –> 00:14:31.720) Parecido com isso, mas em vez de dizer quem nós somos, ele diz que idade que a gente tem. (00:14:31.720 –> 00:14:32.860) Tá? (00:14:32.860 –> 00:14:36.000) Só que daí tu tem vários outros problemas. (00:14:36.000 –> 00:14:38.380) Ok, o site pode não saber quem tu é por ali. (00:14:38.380 –> 00:14:39.360) Não tem problema. (00:14:39.360 –> 00:14:41.460) E aí tem outro jeito de saber quem tu mas enfim. (00:14:41.460 –> 00:14:43.180) Até porque você vai ter um cadastro lá. (00:14:43.240 –> 00:14:43.960) Exato. (00:14:43.960 –> 00:14:51.560) Então assim, ok, ao mesmo tempo tu vai estar dizendo pro governo o que que tu tá acessando. (00:14:51.560 –> 00:14:57.260) Então se o governo começar a registrar lá na hora de consultar quem tá consultando o teu cadastro (00:14:57.260 –> 00:15:00.900) Ou pra quem tu tá se autenticando, ele sabe o que que tu tá acessando. (00:15:00.900 –> 00:15:06.060) E aí teve um problema recente, a gente chegou a comentar aqui, eu só não lembro se foi na (00:15:06.060 –> 00:15:10.120) Inglaterra especificamente ou foi na União Europeia, tá? (00:15:10.120 –> 00:15:11.900) E se eu não tô enganado, foi na Inglaterra, cara. (00:15:11.900 –> 00:15:19.940) Mas eles estavam com a demanda de, pra acessar site pornográfico, tu tem que dar a tua (00:15:19.940 –> 00:15:23.300) Identificação real, tá? (00:15:23.300 –> 00:15:28.080) Pra que o site tenha certeza de que tu é o maior de idade. (00:15:28.080 –> 00:15:36.360) E aí começou uma outra discussão da questão da privacidade das pessoas que acessam (00:15:36.360 –> 00:15:37.600) Esses sites e tudo mais. (00:15:38.100 –> 00:15:46.060) Então eu não vejo uma solução perfeita, assim, que empresa privada não guarde as informações (00:15:46.060 –> 00:15:48.760) Ou não tem um repositório de informações pra fazer isso. (00:15:48.760 –> 00:15:52.560) Tem uma solução que já é conhecida que é uma chamada, com a chamada Meu ID. (00:15:52.560 –> 00:15:59.420) Eu uso pra algumas plataformas de jogos, que a ideia é justamente essa, tu se autentica (00:15:59.420 –> 00:16:04.100) Com a plataforma, com a tua documentação, faz prova, faz o esquema da imagem e tudo mais. (00:16:04.100 –> 00:16:06.140) Aí tu usa ela pra se autenticar uma plataforma. (00:16:06.140 –> 00:16:11.660) Então, ou a gente vai ter que ter uma empresa como essa, ou vai ter que vincular com algum (00:16:11.660 –> 00:16:12.500) Órgão do governo. (00:16:12.500 –> 00:16:18.140) Eu não vejo uma saída diferente pro Discord, por exemplo. (00:16:18.140 –> 00:16:21.540) Eu não vejo uma saída diferente pro Facebook. (00:16:22.220 –> 00:16:27.240) Como é que eu vou autenticar, como é que eu vou saber que o usuário tem mais certa idade, (00:16:27.240 –> 00:16:37.040) Sem que eu possa ser enganado e sem pedir uma confirmação mais consistente, documental, (00:16:37.040 –> 00:16:43.280) Nem que seja interfaceada ou intermediada pelo governo ou por uma empresa privada, (00:16:44.460 –> 00:16:49.760) Que diga, não, Vinícius realmente tem mais de 13 anos. (00:16:49.760 –> 00:16:51.620) É um problema não. (00:16:51.620 –> 00:16:53.520) Eu não vejo uma solução fácil pra isso. (00:16:53.520 –> 00:16:55.720) É um problema de privacidade. (00:16:55.720 –> 00:17:01.940) Essa questão que eu comentei aqui desse persona que o Discord tava usando, (00:17:01.940 –> 00:17:05.660) A grande questão era que era um negócio quase como um data broker de verificação (00:17:05.660 –> 00:17:11.980) Que iria ser utilizado para fins de vigilância estatal. (00:17:11.980 –> 00:17:17.900) E aí o Discord, depois que isso vira notícia, eles voltam atrás. (00:17:17.900 –> 00:17:19.940) Eles dizem, nós não vamos mais usar isso. (00:17:19.940 –> 00:17:21.100) Ou seja, assim, tiram. (00:17:21.100 –> 00:17:23.000) O problema é um problema de privacidade. (00:17:23.000 –> 00:17:27.280) Você poderia, eu imagino, Vinícius, que se todo mundo tivesse, (00:17:27.280 –> 00:17:31.960) Levasse proteção de dados a sério, você poderia sim ter um protocolo (00:17:31.960 –> 00:17:36.560) Em que empresas e Estado poderiam fornecer um meio de autenticação (00:17:36.560 –> 00:17:39.540) Privacy-friendly. (00:17:39.540 –> 00:17:43.860) Ou seja, sem a coleta de informações sobre quem acessou o quê. (00:17:43.860 –> 00:17:48.360) Eles, ambos os lados, ou todos os lados, deveriam abrir mão disso. (00:17:48.360 –> 00:17:53.080) Mas nós sabemos que no estado atual de coisas, isso não vai acontecer. (00:17:53.080 –> 00:17:53.800) É o contrário. (00:17:53.800 –> 00:17:57.440) O que essa notícia mostra é que as empresas e governos estão, (00:17:58.560 –> 00:18:02.820) Frequentemente, caminhando para utilizar essa desculpa da verificação (00:18:02.820 –> 00:18:04.760) Para aumentar o monitoramento sobre as pessoas. (00:18:04.760 –> 00:18:06.620) E essa que me parece que é a preocupação. (00:18:06.620 –> 00:18:12.060) Enfim, nós vamos deixar, como sempre, todas as notícias lá no Show Notes. (00:18:12.060 –> 00:18:15.020) Tem outras coisas aqui, se você se interessa por essa questão. (00:18:15.020 –> 00:18:18.660) O papel do Discord em questão de agressão de animais, (00:18:18.660 –> 00:18:21.040) Que teve aí recentemente com o caso do Cão Orelha. (00:18:21.040 –> 00:18:25.860) E também sobre como empresas internamente discutiram e sabem. (00:18:25.860 –> 00:18:29.540) O próprio Instagram sabia como o próprio Instagram fazia mal para meninas (00:18:29.540 –> 00:18:30.680) E para adolescentes e tudo mais. (00:18:30.680 –> 00:18:32.440) Então, isso continua acontecendo. (00:18:32.440 –> 00:18:35.160) Documentos internos aí vazados. (00:18:35.160 –> 00:18:40.440) Como acontece, demonstram que eles sabem dos potenciais maléficos. (00:18:40.440 –> 00:18:46.680) Para adolescentes e continuam oferecendo as plataformas ou serviços (00:18:46.680 –> 00:18:49.700) Sem levar em consideração a proteção da criança e do adolescente. (00:18:49.700 –> 00:18:53.220) Então, fica nesse primeiro grupo aí, Vinícius. (00:18:54.120 –> 00:18:54.640) Perfeito. (00:18:54.640 –> 00:18:57.720) Segundo grupo, tem a ver também. (00:18:57.720 –> 00:19:00.300) Tem a ver com crianças e adolescentes, mas não somente. (00:19:00.300 –> 00:19:03.120) Mas tem a ver também com proteção de.. (00:19:03.120 –> 00:19:05.740) Sobretudo de mulheres na internet, da imagem de mulheres (00:19:05.740 –> 00:19:12.360) E sobre como a IA tem sido utilizada especificamente pelo X ou Twitter, Vinícius? (00:19:12.360 –> 00:19:15.660) Todo mundo que fala X logo depois tem que dizer o antigo Twitter. (00:19:15.660 –> 00:19:17.800) Mas todo mundo já sabe que o X é o antigo Twitter. (00:19:18.040 –> 00:19:20.500) Você fica meio com um vício ali. (00:19:20.500 –> 00:19:22.880) E aí, o que começou? (00:19:22.880 –> 00:19:24.060) O nome virou.. (00:19:24.060 –> 00:19:26.180) Parece que o nome virou o X antigo Twitter mesmo. (00:19:26.180 –> 00:19:27.440) Junto. (00:19:27.440 –> 00:19:28.400) Que nem a HBO. (00:19:28.400 –> 00:19:31.180) Viu a HBO Max, que era HBO. (00:19:31.180 –> 00:19:33.280) Aí depois virou a HBO Max. (00:19:33.280 –> 00:19:34.760) Aí depois foi Max. (00:19:34.760 –> 00:19:35.980) Aí tinha.. (00:19:35.980 –> 00:19:36.140) Gol. (00:19:36.140 –> 00:19:38.360) Aí voltaram com a HBO agora. (00:19:38.360 –> 00:19:40.940) Eu tenho a assinatura deles lá. (00:19:40.940 –> 00:19:41.360) Meu Deus. (00:19:41.360 –> 00:19:44.700) Eu nem sei mais o que eu tô assinando lá, porque eu não sei mais o nome desse. (00:19:44.700 –> 00:19:51.960) E aí a questão que, enfim, nesses últimos meses aí virou, uma notícia muito forte (00:19:51.960 –> 00:19:57.740) Foi que o pessoal pedia lá pro Grock no X pra que ele tirasse, deixasse mulheres nuas (00:19:57.740 –> 00:20:02.920) Ou tirasse a roupa de mulheres, inclusive de crianças. (00:20:03.660 –> 00:20:10.520) E naquela perspectiva, de que a ferramenta é neutra, a ferramenta só faz aquilo que (00:20:10.520 –> 00:20:16.440) O usuário pede pra ela fazer, a culpa não é nossa e tal, mas ao mesmo tempo a ferramenta (00:20:16.440 –> 00:20:22.400) Era programada sem guardrails ali pra despir pessoas. (00:20:22.400 –> 00:20:28.940) E se ela pode ser programada para despir pessoas, me parece que também é fácil colocar guardrails (00:20:28.940 –> 00:20:35.400) Aí pra impedir que ela dispa, dispa, despir, despir pessoas. (00:20:35.400 –> 00:20:37.920) Acho que eu nunca tinha usado o verbo despir dessa forma. (00:20:37.920 –> 00:20:39.840) Então, é.. (00:20:39.840 –> 00:20:41.080) E aí o que que aconteceu? (00:20:41.080 –> 00:20:43.860) Não sei se você quer fazer uma observação agora ou depois aqui, só pra.. (00:20:43.860 –> 00:20:45.080) Não, pode sim, pode sim, pode sim. (00:20:45.080 –> 00:20:46.580) Aí o que que aconteceu? (00:20:46.580 –> 00:20:52.860) Foi toda uma pressão em cima do X, Elon Musk chega e diz, não, olha, nós vamos, (00:20:52.860 –> 00:21:00.340) Então vamos ampliar os controles aqui, só vai poder despir pessoas quem tiver a conta (00:21:00.340 –> 00:21:01.920) Paga do X. (00:21:01.920 –> 00:21:09.820) E obviamente que daí a emenda saiu pior que o soneto e no Brasil também já vimos movimentações, (00:21:10.160 –> 00:21:17.560) De três entidades aqui, a NPD, Ministério Público Federal e Senacom, em primeiro lugar fizeram (00:21:17.560 –> 00:21:25.420) Uma recomendação lá em janeiro e agora mais recentemente, depois da resposta do X, esses (00:21:25.420 –> 00:21:32.400) Três órgãos entenderam que as medidas foram insuficientes e cada um deles, na medida das (00:21:32.400 –> 00:21:36.620) Suas competências, iniciou um processo pra determinar. (00:21:36.620 –> 00:21:42.500) Aí sim, antes tinham sugerido medidas, o X informou as medidas que foram tomadas, eles (00:21:42.500 –> 00:21:47.500) Entenderam que não foram suficientes e a partir de agora começaram, cada um na medida das (00:21:47.500 –> 00:21:53.000) Suas competências, procedimentos administrativos, seja a NPD, uma medida preventiva, o Ministério (00:21:53.000 –> 00:21:58.960) Público também, um procedimento interno e a Senacom também numa medida cautelar administrativa (00:21:58.960 –> 00:22:01.700) Determinando que eles imediatamente parem. (00:22:01.700 –> 00:22:08.720) E implementem soluções técnicas e administrativas pra impedir a geração de imagens de pessoas (00:22:08.720 –> 00:22:10.000) Nuas. (00:22:10.620 –> 00:22:16.580) E pra variar. (00:22:10.620 –> 00:22:16.580) Pra variar as maiores vítimas disso foram mulheres, tá? (00:22:16.580 –> 00:22:19.800) E inclusive menores de idade, tá? (00:22:19.800 –> 00:22:20.800) E adolescentes. (00:22:20.800 –> 00:22:25.920) Isso foi o que causou, claro que, mesmo que não tivesse menores de idade envolvidas, (00:22:25.920 –> 00:22:32.620) Isso já gerou bastante polêmica, mas com menores de idade é a coisa.. (00:22:33.300 –> 00:22:37.840) E aí uma coisa, Guilherme, só uma observação, a gente já fala há muitos anos aqui no Segurança (00:22:37.840 –> 00:22:42.880) Legal, há muito tempo, essa questão da super exposição das crianças na internet e muitas (00:22:42.880 –> 00:22:43.960) Vezes pelos próprios pais. (00:22:43.960 –> 00:22:48.920) Quando a gente falava assim, ó, não expõe, não fica botando foto, não sei o quê, tu não (00:22:48.920 –> 00:22:50.900) Sabe o que vai poder ser feito com isso amanhã. (00:22:52.040 –> 00:22:56.620) E eu lembro de estar falando e falando sobre isso em 2015, em escolas, fazer umas palestras (00:22:56.620 –> 00:22:59.020) Assim, falando pro pessoal exatamente nesses termos. (00:22:59.020 –> 00:23:07.800) E agora aqui estamos nós em 2026 com o X antigo Twitter, uma ferramenta de ar embutida (00:23:07.800 –> 00:23:13.940) Que, cara, tira a roupa de adolescente, menor de idade e tudo mais. (00:23:14.480 –> 00:23:19.600) E aí, e mesmo que você seja cuidadoso com a imagem dos filhos e tal, que é realmente (00:23:19.600 –> 00:23:20.500) A recomendação.. (00:23:20.500 –> 00:23:22.560) As escolas tinham foto, publicam, é um.. (00:23:22.560 –> 00:23:28.740) Exato, não, e ainda você tem pessoas públicas, que eventualmente, eventualmente não, (00:23:28.740 –> 00:23:34.940) Mas pessoas públicas que têm a sua imagem publicada em função da sua, da sua atividade, (00:23:34.940 –> 00:23:40.600) Sei lá, uma política, pessoas do ramo político, enfim, artistas e tudo mais, e ainda (00:23:40.600 –> 00:23:46.220) Assim não há, me parece, aliás, eu tenho certeza que não há um direito de pessoas (00:23:46.220 –> 00:23:53.460) Usarem IA pra macular a imagem de mulheres, inclusive teve notícias, pegaram lá uma (00:23:53.460 –> 00:23:58.420) Primeira ministra, não lembro exatamente de qual país, e aí começaram a fazer isso (00:23:58.420 –> 00:24:02.200) Com a imagem dela pra desqualificá-la, enfim. (00:24:02.200 –> 00:24:10.580) E aí acaba entrando, Vinícius, um pouco naquilo, eu vou puxar lá pro grupo 6, (00:24:10.580 –> 00:24:16.200) Mas tem um pouco a ver, o Vinícius me mandou esses dias uma notícia de um.. (00:24:16.200 –> 00:24:21.120) Seria um aborígine, da Nova Zelândia, que fazia vídeos.. (00:24:21.120 –> 00:24:21.760) O Steve Irving. (00:24:21.760 –> 00:24:23.340) Conta aí a história, conta aí a história. (00:24:23.340 –> 00:24:23.680) O Steve Irving. (00:24:23.680 –> 00:24:24.440) . (00:24:24.440 –> 00:24:26.260) É inacreditável. (00:24:26.260 –> 00:24:29.200) O Steve Irving, o Steve Irving é um.. (00:24:29.200 –> 00:24:37.740) Um aborígine, australiano, que faz vídeos.. (00:24:37.740 –> 00:24:38.240) Neo-zelandês. (00:24:38.240 –> 00:24:38.740) Neo-zelandês. (00:24:38.740 –> 00:24:39.380) Neo-zelandês. (00:24:39.380 –> 00:24:42.400) É Nova Zelândia, não misturar Nova Zelândia com a Austrália. (00:24:42.400 –> 00:24:43.140) Nada. (00:24:43.140 –> 00:24:49.400) Neo-zelandês, que faz vídeos, aqueles vídeos assim, meio de aventura, assim, de ver os bichos (00:24:49.400 –> 00:24:50.780) De perto e meio.. (00:24:50.780 –> 00:24:55.620) Encontra uma cobra e mexe na cobra e um escorpião e por aí vai. (00:24:55.700 –> 00:24:56.700) Esses vídeos assim, sabe? (00:24:56.700 –> 00:24:57.140) E mostrando.. (00:24:57.140 –> 00:25:00.160) Mas mostrando os animais lá da Nova Zelândia. (00:25:00.160 –> 00:25:01.120) Sim, exatamente. (00:25:01.120 –> 00:25:02.460) Fazendo um negócio.. (00:25:02.460 –> 00:25:04.060) Cara, um negócio muito bem feito. (00:25:04.060 –> 00:25:05.340) Um negócio muito bem feito. (00:25:05.340 –> 00:25:06.800) Tipo um National Geographic, assim. (00:25:06.800 –> 00:25:09.320) Tinha um outro cara, aquele cara que morreu.. (00:25:09.320 –> 00:25:13.500) Bem conhecido, ele morreu com ferrão de uma arraia. (00:25:13.500 –> 00:25:14.200) Uma arraia. (00:25:14.200 –> 00:25:15.560) No peito. (00:25:15.560 –> 00:25:18.040) Eu não lembro o nome dele, mas tudo bem. (00:25:18.040 –> 00:25:21.040) .. (00:25:21.040 –> 00:25:24.880) E esse personagem é uma vibe muito parecida, tá? (00:25:25.700 –> 00:25:30.620) Cara, um negócio com, assim, muita gente seguindo. (00:25:30.620 –> 00:25:37.660) Houve 90 mil pessoas no Instagram e aí começou a chamar muita atenção, muita atenção. (00:25:37.660 –> 00:25:42.600) E aí o cara que criou o personagem veio ao público e dizia, ó, esse cara não existe. (00:25:43.400 –> 00:25:47.980) O Steve Irving era o cara que morreu com ferrão de arraia. (00:25:49.420 –> 00:25:50.400) Sim, verdade. (00:25:50.400 –> 00:25:51.480) Na notícia, sim. (00:25:51.480 –> 00:25:53.080) Eu misturei aqui que ele chamou.. (00:25:53.080 –> 00:25:54.620) É o Aboriginal Steve Irving. (00:25:54.620 –> 00:25:56.860) É o Steve Irving aborigine. (00:25:56.860 –> 00:25:57.340) Exatamente. (00:25:57.340 –> 00:25:59.780) O Steve Irving é o cara real que morreu. (00:25:59.780 –> 00:26:00.720) Isso, isso. (00:26:00.720 –> 00:26:01.220) Isso. (00:26:01.220 –> 00:26:03.380) E o nome do cara que.. (00:26:03.380 –> 00:26:06.220) Essa persona digital criada. (00:26:07.620 –> 00:26:09.340) Quem criou foi o.. (00:26:09.340 –> 00:26:10.400) Quem criou foi o.. (00:26:10.400 –> 00:26:13.720) O Keegan, John Manson, o cara que fez a.. (00:26:13.720 –> 00:26:15.140) Que criou o personagem. (00:26:15.140 –> 00:26:17.260) Cara, eu não tenho o nome do personagem aqui. (00:26:17.260 –> 00:26:20.040) Seria o Bush Legend. (00:26:20.040 –> 00:26:20.480) Mas.. (00:26:20.480 –> 00:26:21.320) Bush Legend. (00:26:21.320 –> 00:26:22.260) Esse é o canal. (00:26:22.260 –> 00:26:23.760) Esse é o canal, Bush Legend. (00:26:23.760 –> 00:26:24.520) O Bush Legend. (00:26:24.520 –> 00:26:25.260) A conta aqui, ó. (00:26:25.260 –> 00:26:26.260) Tá separado aqui. (00:26:26.260 –> 00:26:27.280) Bush Legend, a conta. (00:26:27.780 –> 00:26:30.500) Mas o interessante é que não é a conta em si, tá? (00:26:30.500 –> 00:26:33.260) Quem quiser olhar o Bush Legend lá, deve estar no ar ainda esse negócio. (00:26:33.260 –> 00:26:35.240) O interessante não é a conta em si. (00:26:35.240 –> 00:26:41.400) O interessante é que é uma coisa que tu assiste e, cara, tu não se dá a conta que (00:26:41.400 –> 00:26:42.360) Não é real. (00:26:42.360 –> 00:26:47.360) Talvez ali num vídeo ou outro tu possa até perceber, tá? (00:26:47.360 –> 00:26:50.880) Mas a maioria das pessoas não vai perceber. (00:26:50.880 –> 00:26:51.920) Não vai se dar conta, não vai se dar conta. (00:26:51.920 –> 00:26:53.560) Então, assim.. (00:26:53.560 –> 00:27:01.540) E recentemente teve um vídeo também, eu vi essa semana, ou semana passada, um vídeo (00:27:01.540 –> 00:27:06.360) Em que tava o Brad Pitt lutando com o Tom Cruise, tá? (00:27:06.360 –> 00:27:10.320) E eles discutindo os Epstein Files na luta. (00:27:10.320 –> 00:27:20.040) Eu mostrei pra minha esposa o vídeo e disse assim, olha só o trailer de um filme que eles (00:27:20.040 –> 00:27:20.940) Estão lançando e tal. (00:27:21.420 –> 00:27:24.060) Aí a gente começou a ver o vídeo, eu já tinha visto, ela começou a ver o vídeo, (00:27:24.060 –> 00:27:29.440) Assim, tá, mas aí eles falando e tal, e eles se batendo e não paravam de se bater (00:27:29.440 –> 00:27:31.840) E conversar, assim, mas que cena mais. (00:27:31.840 –> 00:27:33.080) Sem propósito. (00:27:33.480 –> 00:27:34.820) Uma coisa meio.. (00:27:34.820 –> 00:27:37.000) Mas ao mesmo tempo ela achou que fosse verdade. (00:27:37.000 –> 00:27:38.060) Aham. (00:27:38.060 –> 00:27:43.120) Ela achou que fosse verdade, porque os personagens, ali o Tom Cruise e o Brad Pitt, tá certinho (00:27:43.120 –> 00:27:43.500) Ali, cara. (00:27:43.500 –> 00:27:44.900) Claro que fica.. (00:27:44.900 –> 00:27:48.780) Depois eles começam a zoar, começam a mudar demais, assim, começam a botar uns personagens (00:27:48.780 –> 00:27:49.800) Meio estranhos no negócio. (00:27:50.560 –> 00:27:51.240) Mas é.. (00:27:51.240 –> 00:27:51.800) E há, cara. (00:27:51.800 –> 00:27:53.660) E aí isso gera tanto.. (00:27:53.660 –> 00:27:54.580) Não só uma preocupação. (00:27:54.580 –> 00:27:56.300) Agora nós estamos vando pra ano de eleição. (00:27:56.300 –> 00:27:57.360) Vamos ver o que vai acontecer. (00:27:57.360 –> 00:28:07.520) Mas não só gera essa possível confusão com quem assiste, pra quem assiste, mas também (00:28:07.520 –> 00:28:13.300) Tá gerando uma boa discussão lá nos Estados Unidos com relação, lá nos sindicatos dos (00:28:13.300 –> 00:28:16.380) Artistas e tudo mais. (00:28:16.380 –> 00:28:23.620) Porque, cara, se tu não quiser usar a imagem de alguém, que obviamente tu vai ter que pagar (00:28:23.620 –> 00:28:28.240) Pra usar a imagem do Tom Cruise, ninguém discute que mesmo que seja autorizado pelo Tom Cruise (00:28:28.240 –> 00:28:33.160) Tu vai ter que pagar o Tom Cruise pelo uso da imagem dele, mas que tu possa começar a criar (00:28:33.160 –> 00:28:37.600) Personagens completamente fictícios, ou pessoas. (00:28:37.600 –> 00:28:44.560) Atores fictícios, pra.. (00:28:37.600 –> 00:28:44.560) Pra atuarem num filme, atuarem numa série. (00:28:45.560 –> 00:28:48.320) E aí tu não precisar mais. (00:28:48.320 –> 00:28:53.580) Talvez tu possa substituir até o roteirista na brincadeira, mas tu não precisar mais (00:28:53.580 –> 00:28:55.500) De atores humanos pra atuar. (00:28:55.500 –> 00:28:57.120) Então.. (00:28:57.120 –> 00:29:01.940) Tem uma discussão bem interessante em cima disso, sabe? (00:29:01.940 –> 00:29:07.680) A questão do emprego dos artistas e da questão do conteúdo que tu entrega. (00:29:07.680 –> 00:29:09.200) Pras pessoas. (00:29:09.200 –> 00:29:11.120) Tu vai assistir um filme.. (00:29:11.120 –> 00:29:14.480) Assim, tu topa assistir um filme muito bom feito por Iá? (00:29:14.480 –> 00:29:16.560) Cara.. (00:29:16.560 –> 00:29:21.280) Eu acho que tem um elemento ético, inclusive se fala isso lá numa das notícias. (00:29:21.800 –> 00:29:27.300) Que é um preceito de trans.. (00:29:21.800 –> 00:29:27.300) Um preceito ético de transparência no uso de Iá. (00:29:27.300 –> 00:29:32.160) Então, quando a gente fala em princípios de governança de Iá, a transparência, ela (00:29:32.160 –> 00:29:36.060) Se desdobra em várias.. (00:29:32.160 –> 00:29:36.060) Várias situações. (00:29:36.060 –> 00:29:40.680) E uma das situações que a transparência se desdobra, enquanto princípio que deve reger (00:29:40.680 –> 00:29:45.320) O uso da Iá, isso eu tô falando porque é princípio já adotado na União Europeia (00:29:45.320 –> 00:29:46.940) E tudo mais, é.. (00:29:46.940 –> 00:29:51.140) . (00:29:46.940 –> 00:29:51.140) Você tem que saber que aquele conteúdo é gerado por Iá. (00:29:51.140 –> 00:29:52.800) E a grande.. (00:29:52.800 –> 00:29:54.320) E por que que isso virou notícia? (00:29:54.320 –> 00:29:55.540) Na verdade, são duas coisas. (00:29:55.540 –> 00:30:00.500) Isso virou notícia porque não se deram.. (00:29:55.540 –> 00:30:00.500) Ninguém se deu conta. (00:30:00.500 –> 00:30:05.540) Porque se diz, você mostra pra pessoa, se você olhar num vídeo e prestar atenção, (00:30:05.540 –> 00:30:06.760) Você vai descobrir que é. (00:30:06.760 –> 00:30:10.420) A questão é que hoje, até a gente comentava isso antes. (00:30:10.420 –> 00:30:17.520) Nós, eu e você e quem nos escuta, nós já estamos consumindo conteúdos gerados por (00:30:17.520 –> 00:30:18.440) Iá sem se dar conta. (00:30:18.440 –> 00:30:18.840) Por quê? (00:30:18.840 –> 00:30:23.400) Porque a lógica de consumir conteúdo em rede social não é você ficar prestando atenção (00:30:23.400 –> 00:30:28.980) Nos detalhes, a lógica é que você vai passando rapidamente sobre certos conteúdos. (00:30:28.980 –> 00:30:32.780) E você fica vendo muitos, aquela história do feed infinito que a gente já falou. (00:30:32.780 –> 00:30:38.080) Que é uma das maldições das redes sociais e o que aprisiona as pessoas lá dentro é (00:30:38.080 –> 00:30:38.860) O feed infinito. (00:30:38.860 –> 00:30:39.900) E vamos lá. (00:30:39.900 –> 00:30:42.620) O teu espírito crítico ali fica bem rebaixado. (00:30:42.840 –> 00:30:45.960) Claro que quando a gente olha o vídeo depois sabendo o que bom, tudo bem. (00:30:45.960 –> 00:30:51.860) Ontem mesmo eu tava na academia e fica uma TV ligada lá e tava passando uma propaganda (00:30:51.860 –> 00:30:53.300) Do Liquida Porto Alegre. (00:30:53.300 –> 00:30:57.000) É tipo uma liquidação de verão que eles fazem aqui na cidade. (00:30:57.800 –> 00:31:05.020) E, cara, cinco segundos da coisa já deu pra ver que era tudo gerado por Iá, cara. (00:31:05.020 –> 00:31:09.860) Toda uma propaganda gerada por Iá, até porque no final tinha uma senhora bem idosa correndo (00:31:09.860 –> 00:31:15.540) Junto com um monte de pessoas que ela não teria como uma senhora. (00:31:15.540 –> 00:31:19.400) Enfim, até teria, mas chamou a atenção o fato de ser uma senhora bem idosa correndo (00:31:19.400 –> 00:31:21.000) Loucamente na cidade, assim, sabe? (00:31:21.640 –> 00:31:25.980) Não que não seja possível, não que não seja possível. (00:31:25.980 –> 00:31:29.660) Não, não que não seja possível, mas, assim, aquilo já disparou, não, como assim. (00:31:29.660 –> 00:31:35.940) Então, você tem um elemento ético muito, isso tá acontecendo, a propaganda, eu acredito, (00:31:35.940 –> 00:31:39.720) Que o CONAR, enfim, a regulamentação da propaganda tem que deixar isso claro. (00:31:39.720 –> 00:31:45.220) Olha, você está assistindo uma reportagem, uma propaganda feita por Iá, assim como você (00:31:45.220 –> 00:31:49.340) Quando você tá consumindo um produto no supermercado, diz se aquilo ali tem transgênico (00:31:49.340 –> 00:31:51.900) Ou não, ou o que consta. (00:31:51.900 –> 00:31:52.140) Excesso de sal. (00:31:52.140 –> 00:31:53.980) Excesso de sal, por que não? (00:31:53.980 –> 00:31:58.020) Porque a gente sabe que isso é bem brain rotizável. (00:31:58.020 –> 00:31:58.900) Aham. (00:31:58.900 –> 00:32:01.200) Brain rotizável, você não inventei agora, Vinícius. (00:32:01.200 –> 00:32:02.880) É um bom verbo. (00:32:02.880 –> 00:32:04.220) Brain rotizável. (00:32:04.220 –> 00:32:13.740) Vinícius, Brasil, você já deve ter ouvido falar disso, mas Brasil e União Europeia, (00:32:13.740 –> 00:32:17.320) Consolidaram lá o seu acordo de adequação mútua. (00:32:17.320 –> 00:32:23.180) Então, basicamente, agora, no final de janeiro, foi anunciado esse reconhecimento recíproco (00:32:23.180 –> 00:32:25.560) De adequação dos regimes de proteção de dados. (00:32:25.560 –> 00:32:31.800) E tem-se pintado isso como um marco histórico, porque, além desse franco reconhecimento, (00:32:31.800 –> 00:32:35.060) A ideia é que se abra, principalmente para o Brasil. (00:32:35.440 –> 00:32:42.000) Mas a ideia é que o Brasil poderia se beneficiar com base nesse acordo de adequação, (00:32:42.000 –> 00:32:47.660) Prestando serviços, para toda a União Europeia. (00:32:47.660 –> 00:32:53.020) Então, isso poderia ampliar o uso de data centers para IA e também o uso de próprio serviço, (00:32:53.020 –> 00:32:56.040) Porque uma vez que você tem esse reconhecimento, você não precisa, (00:32:57.180 –> 00:33:00.580) Digamos assim, quando você for fazer a transferência internacional de dados, (00:33:00.580 –> 00:33:03.140) Que é uma das situações lá em que você faz de um lado para o outro, (00:33:03.140 –> 00:33:05.800) Esse reconhecimento implica na possibilidade automática, (00:33:05.800 –> 00:33:08.880) Sem, por exemplo, você pedir, precisar pedir consentimento, (00:33:08.880 –> 00:33:12.820) Ou fazer avisos adicionais, ou reconhecimentos das autoridades. (00:33:12.820 –> 00:33:18.980) Então, abre-se, de fato, um espaço comercial também, (00:33:19.040 –> 00:33:22.300) Não seja de fluxos, de fluxo seguro de dados, enfim. (00:33:22.300 –> 00:33:24.600) Qual a questão? (00:33:24.600 –> 00:33:31.800) A questão é que, quando a gente faz uma comparação em como a União Europeia tem aplicado sanções (00:33:31.800 –> 00:33:35.620) E como o Brasil tem aplicado sanções, mesmo diante desse reconhecimento, (00:33:35.620 –> 00:33:39.620) Nós notamos que há uma distância, porque no Brasil ainda há, (00:33:39.620 –> 00:33:43.980) E aqui eu falo como titular de dados pessoais, (00:33:44.360 –> 00:33:49.580) Ainda há um certo, é um certo, como é que eu vou dizer, (00:33:49.580 –> 00:33:54.640) Atraso, talvez, na aplicação de sanções em situações muito complexas. (00:33:54.640 –> 00:33:57.340) Apenas para vocês terem uma ideia de alguns números, (00:33:57.340 –> 00:34:00.120) Na França, por exemplo, agora é janeiro, fevereiro, (00:34:00.120 –> 00:34:06.280) Você teve a France Travel, foi multada em 5 milhões de euros, (00:34:06.280 –> 00:34:09.920) A Free Mobile, 42 milhões de euros, (00:34:10.920 –> 00:34:14.820) É dividido aqui em Free Mobile e Free, não sei o que é. (00:34:14.820 –> 00:34:19.140) Então, você teve aí todas essas situações somente, (00:34:19.140 –> 00:34:22.120) Ou seja, multas milionárias na França, (00:34:22.120 –> 00:34:27.400) Somente por situações de vazamentos que se confirmou que ocorreram (00:34:27.400 –> 00:34:30.300) Por causa de insuficiência de medidas de segurança (00:34:30.300 –> 00:34:32.560) Adotadas por essas organizações. (00:34:32.560 –> 00:34:34.060) Isso na França. (00:34:34.060 –> 00:34:36.940) Na Espanha, que é uma autoridade pequena, (00:34:36.940 –> 00:34:40.180) Tem, se não me engano, menos funcionários do que, (00:34:40.180 –> 00:34:43.540) Até fiz esses dias um apanhado de número de funcionários e tal, (00:34:43.540 –> 00:34:45.960) Mas acho que tem menos funcionários do que a nossa NPD, (00:34:45.960 –> 00:34:53.040) Eles terminaram 2025 com 394 procedimentos sancionadores (00:34:53.040 –> 00:34:57.040) E com multas que somadas deram 40 milhões de euros. (00:34:57.040 –> 00:35:00.040) Então, acho que para consolidar, de fato, (00:35:00.040 –> 00:35:03.700) Urge que nós tenhamos um aprimoramento, (00:35:03.700 –> 00:35:05.480) E eu não falo nem somente em multas, (00:35:05.480 –> 00:35:08.720) Eu falo em sanções, impedir certos tratamentos, (00:35:08.720 –> 00:35:14.400) Caminhar justamente para a implementação de medidas de segurança, (00:35:14.400 –> 00:35:16.680) Resolver a questão das farmácias, (00:35:16.680 –> 00:35:20.380) Resolver a questão que a gente já falou aqui no nosso podcast (00:35:20.380 –> 00:35:26.980) Sobre a farra das biometrias faciais em academias, (00:35:26.980 –> 00:35:29.580) Em condomínios. (00:35:29.580 –> 00:35:32.780) Então, acho que a gente comemora, de fato, (00:35:32.780 –> 00:35:36.060) Mas há um caminho ainda a ser perseguido, me parece, (00:35:36.060 –> 00:35:40.100) Posso estar errado, enfim, mas me parece que há um caminho ainda a ser percorrido. (00:35:40.100 –> 00:35:42.580) Isso, obviamente, é uma via de duas mãos. (00:35:42.580 –> 00:35:45.340) Então, a gente tem uma equivalência. (00:35:45.340 –> 00:35:46.080) Isso. (00:35:46.080 –> 00:35:48.500) Então, uma coisa que muda, então, por exemplo, (00:35:48.500 –> 00:35:51.660) Se você quiser usar algum data center na Europa, (00:35:51.660 –> 00:35:53.620) Na União Europeia, para fazer mais ou menos de dados (00:35:53.620 –> 00:35:57.820) E cidadãos brasileiros, em princípio, ok. (00:35:57.820 –> 00:35:59.860) Isso. (00:35:59.860 –> 00:36:02.260) Quando você tem na União Europeia, (00:36:02.260 –> 00:36:04.040) Nos países que fazem parte da União Europeia, (00:36:04.040 –> 00:36:06.980) Não é na Europa, porque você tem países que.. (00:36:06.980 –> 00:36:08.340) Sim, eu falei, União Europeia, não é Europeia. (00:36:08.340 –> 00:36:10.960) Tu tem Inglaterra que não faz mais parte da União Europeia. (00:36:10.960 –> 00:36:12.060) Inglaterra não é mais. (00:36:12.060 –> 00:36:14.520) Aí o pessoal lá da Inglaterra, (00:36:14.520 –> 00:36:15.720) Quando entra na União Europeia, (00:36:15.720 –> 00:36:18.300) Eles ficam na fila não dos residentes da União Europeia, (00:36:18.300 –> 00:36:20.040) Eles têm que enfrentar a fila de todo mundo, (00:36:20.040 –> 00:36:21.800) Mas Suíça também não é. (00:36:21.960 –> 00:36:22.660) É engraçado. (00:36:22.660 –> 00:36:24.420) A Suíça também não é. (00:36:24.420 –> 00:36:25.960) Embora a Suíça tenha, (00:36:25.960 –> 00:36:30.200) Seja conhecida justamente por hospedar sistemas, (00:36:30.200 –> 00:36:32.080) The Privacy Friendly, de segurança, (00:36:32.080 –> 00:36:34.180) Mais VPNs que ficam lá na Suíça, (00:36:34.180 –> 00:36:36.520) Se vendem, mas não faz parte da Suíça. (00:36:36.520 –> 00:36:38.740) A Suíça acho que faz parte do espaço Schengen, (00:36:38.740 –> 00:36:39.340) Se não me engano, (00:36:39.340 –> 00:36:42.320) Que permite que você entre, (00:36:42.320 –> 00:36:44.640) Sem a necessidade de passar por fronteiras, (00:36:44.640 –> 00:36:46.120) Tem o tráfego livre, (00:36:46.120 –> 00:36:47.180) Mas acho que não faz, (00:36:47.180 –> 00:36:49.740) Mas não faz da União Europeia. (00:36:51.160 –> 00:36:52.620) Bom, Vinícius, (00:36:52.620 –> 00:36:54.680) Seguindo aqui, (00:36:54.680 –> 00:36:59.520) Nós temos também toda a questão da vigilância, (00:36:59.520 –> 00:37:02.240) Lá no Grupo 5, (00:37:02.240 –> 00:37:04.420) De vigilância e privacidade, (00:37:04.420 –> 00:37:05.220) Que nós vimos, (00:37:05.220 –> 00:37:07.680) Que me chamou bastante atenção, (00:37:07.680 –> 00:37:09.320) Chamou bastante atenção, (00:37:09.320 –> 00:37:13.660) Que foi o FBI solicitando a Microsoft (00:37:13.660 –> 00:37:17.460) A entrega de chaves BitLocker. (00:37:17.460 –> 00:37:20.720) E a gente estava conversando sobre isso antes, (00:37:20.720 –> 00:37:23.100) Não é obrigatório, (00:37:23.100 –> 00:37:26.540) Que você salve a chave do BitLocker na Microsoft. (00:37:26.540 –> 00:37:26.940) Não. (00:37:26.940 –> 00:37:27.900) Você pode salvar. (00:37:27.900 –> 00:37:29.380) Pode não estar em outro lugar. (00:37:30.520 –> 00:37:33.140) O que chama atenção aqui é a possibilidade, (00:37:33.140 –> 00:37:33.740) E vejam, (00:37:33.740 –> 00:37:35.360) Assim, (00:37:35.360 –> 00:37:36.800) O FBI e a polícia, (00:37:36.800 –> 00:37:39.040) Eu tenho absoluta certeza (00:37:39.040 –> 00:37:44.300) Que todos esses órgãos de investigação, (00:37:44.300 –> 00:37:45.220) De persecução penal, (00:37:45.220 –> 00:37:46.440) Tem o direito de, (00:37:46.440 –> 00:37:47.820) Eventualmente, (00:37:47.820 –> 00:37:50.180) Por uma ordem judicial fundamentada, (00:37:50.180 –> 00:37:52.420) Pedir acesso a nuvens, (00:37:52.420 –> 00:37:54.300) Como é o que está acontecendo agora. (00:37:54.560 –> 00:37:56.020) Os grandes escândalos aí, (00:37:56.020 –> 00:37:56.820) Banco Master, (00:37:57.240 –> 00:37:57.620) Mas, assim, (00:37:57.620 –> 00:38:01.300) Grandes escândalos e de crimes e tal, (00:38:01.300 –> 00:38:04.420) O pessoal acaba acessando nuvem de gente (00:38:04.420 –> 00:38:06.180) Que deixa o WhatsApp fazendo, (00:38:06.180 –> 00:38:07.480) Não se fala muito, (00:38:07.480 –> 00:38:10.940) Mas que deixa o WhatsApp fazendo backup lá no Google, (00:38:10.940 –> 00:38:11.940) Acessa o Google, (00:38:11.940 –> 00:38:14.000) Recupera o backup e vê tudo que o cara fez, (00:38:14.000 –> 00:38:14.720) Quem conversou, (00:38:14.720 –> 00:38:16.020) E arquivos e tudo mais. (00:38:16.020 –> 00:38:18.580) Mas o que chama atenção (00:38:18.580 –> 00:38:22.160) Sobretudo como os Estados Unidos agora estão se posicionando, (00:38:22.160 –> 00:38:23.440) Nessa parte de vigilância, (00:38:23.440 –> 00:38:25.520) Já vem se posicionando ao longo dos últimos anos, (00:38:25.520 –> 00:38:27.260) De repente, (00:38:27.260 –> 00:38:30.500) O FBI pegar a tua chave do BitLocker (0
E aiiiiiii Diooooovens!! No episódio de hoje, a gente vai entrar num tema moral, delicado e MUITO atual: dá pra ganhar dinheiro com a fé? É certo? É errado? Onde termina o “trabalho digno” e começa a exploração do sagrado? Vamos conversar sobre o que a Igreja sempre alertou: o perigo de transformar Deus em produto, de vender “promessa”, de manipular a confiança das pessoas e cair naquele clima de “pague pra receber”. Ao mesmo tempo, também vamos falar do outro lado: quando é legítimo receber por um serviço, viver de um apostolado, sustentar uma missão, manter uma obra de evangelização e ser transparente com isso. A gente vai discutir qual é o limite, o que diferencia doação, dízimo e oferta de “comércio da fé”, como evitar escândalo, como olhar pra intenção do coração e, principalmente, como manter Cristo no centro — e não o lucro. Então, se você já se perguntou “até onde isso vai?”, “o que Deus espera de mim?” e “como eu reconheço quando estão passando do ponto?”, dá o play! E depois me conta: pra você, qual é a linha que ninguém deveria cruzar?
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Dou a largada para o episódio de hoje com uma provocação que incomodou muita gente: o QI médio do brasileiro. Não estou interessado em rotular pessoas, mas revelar um padrão invisível. Quando olhamos só para a média, deixamos de ver a engrenagem que transforma milhões em massa previsível, enquanto um pequeno grupo sustenta o sistema inteiro. Precisamos mudar a pergunta sobre quem é mais inteligente, para quem está sendo usado sem perceber. Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil. Posso entrar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Iniziamo a pralare dei mitici libricini, e poi si passa alla musica, alle esperienze fatte e ovviamente... cibo! Trascrizione interattiva e Vocab Helper Support Easy Italian and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content: easyitalian.fm/membership Come scaricare la trascrizione Apri l'episodio in Transcript Player Scarica come HTML Scarica come PDF Vocabolario Scarica come text file Scarica come text file with semicolons (per app che utilizzano flashcard) Iscriviti usando il tuo feed RSS privatoper vedere la trascrizione e il vocab helper subito sulla tua applicazione per ascoltare i podcast sul tuo cellulare. Note dell'episodio The Most Beautiful Italian Word (according to Italians) - https://www.youtube.com/watch?v=rbKSArNUR_4 Con Fabio oggi parliamo della sua esperienza all'estero e poi del suo ritorno in Italia. Come è andata? Dove tornerebbe? Ma non solo, parliamo di libri, di musica e cibo. E di seguito per chi vuole sapere di più di Fabio: Tutti i link utili per sapere di più di Fabio: https://fabiocerpelloni.com/ Any Language You Want - https://a.co/d/f7dp9fU Tiny Book Author (Amazon link) - https://a.co/d/4tSF01G Trascrizione Raffaele: [0:23] Bello, eh, questo stacco di batteria? Bellissimo! Matteo: [0:27] E buongiorno a tutti e due, oggi siamo in tre già dall'inizio. Raffaele: [0:33] Siamo di nuovo in tre. ricordiamo per chi si fosse perso la produttiva precedente, andatevela a recuperare. E questo spiegherà perché in questa puntata siamo in tre. Matteo, ma dove eravamo rimasti? Matteo: [0:53] Beh, e dove eravamo rimasti? Raffaele: [0:55] Io lo chiedo a te e tu lo chiedi a me? Matteo: [0:58] Non lo so. Raffaele: [0:59] Eravamo rimasti alle lingue, no? Abbiamo parlato quasi per tutta la puntata precedente di lingue. In quest'altra puntata, con il nostro Fabio, proviamo a trattare altri argomenti. Però usiamo le lingue come ponte. E quindi io ho subito una domanda per te, Fabio. Ovvero, sei italiano, ma scrivi libri e anche articoli, di questo poi magari ne parliamo nell'after show, in inglese. Come hai raggiunto questo livello di fluency si dice in inglese, di competenza chiamiamola in italiano? Ma anche di fiducia in se stessi, perché in tanti non scriverebbero un libro nella loro lingua madre. Tu invece scrivi libri in una lingua che non è la tua lingua madre. Fabio: [1:42] Ok. Quindi... buongiorno a tutti. A me è sempre piaciuto scrivere, devo dire, anche quando ero alle scuole superiori superiori, scuole superiori e medie. I miei temi che ci facevano fare... diciamo che sono sempre andato bene nei temi. Mi piaceva scrivere, mi piace esprimermi in forma scritta. Formandomi come insegnante ho dovuto scrivere parecchio in inglese, perché c'erano i vari... adesso non so come si può dire... assignments. I vari... (Compiti.) Compiti, esatto, compiti o comunque test dove dovevi produrre un testo scritto. E già questa cosa a me piaceva, perché poi anche scrivendo, vedi, ti vengono in mente cose, ti viene in mente... dubbi. Ci va la virgola, ci va questa proposizione, quell'altra, come esprimo quest'idea, quali parole uso? Quindi è un continuo scoprire quando scrivi. Sia idee che hai, ma anche a livello di forma, quindi di capire come strutturare una frase, un testo, un paragrafo. È una cosa che mi è sempre piaciuta, la faccio anche nella mia attività da libero professionista. Come ho raggiunto questo livello? Scrivendo, ricevendo anche un feedback, un riscontro. Da me stesso più che altro, perché poi sono sempre stato io quello che andava a vedere se il testo andava bene, se non andava bene. Adesso con l'intelligenza artificiale è tutto molto più semplice, quindi per qualcuno che vuole scrivere hai un assistente diretto che ti può dire "guarda, qua ci va questo, perché bla bla bla..." Poi sull'intelligenza artificiale possiamo farci un... Matteo: [3:51] Una serie più che una puntata. Fabio: [3:55] Comunque sì, addirittura adesso, non per dire, però arrivo a scrivere in inglese e mi sono quasi dimenticato le regole di punteggiatura dell'italiano. Perché le virgole in italiano, ho sempre il dubbio dove vanno, come vanno, se ci vanno. Mentre in inglese, scrivendo solo in inglese, perché poi scrivo solo in inglese, sono molto più sicuro di quello che metto sulla pagina. Raffaele: [4:26] C'è sempre interferenza. Ma i tuoi libri hanno una caratteristica, qual è questa caratteristica? Fabio: [4:33] Che sono corti. Sono corti. Appunto io li chiamo tiny books, libricini, perché il mio primo libro, Any Language You Want, in realtà è stato quasi una sorpresa per me. Perché io non ho mai pensato di scrivere un libro, in realtà. Io ho sempre visto questa cosa dello scrivere un libro, pubblicare un libro come un obiettivo impossibile. Scrivere un libro? Quante cose devi dire? Come fai a pubblicarlo? E poi cosa scrivo? Questo era quello che pensavo. Poi ho letto un libricino di business che si chiama Anything You Want di Derek Sivers, che era, che è, è stato un imprenditore americano, dove lui semplicemente aveva pubblicato questo libricino. Ogni pagina, su ogni pagina, ogni due facciate raccontava una storia di come aveva costruito il suo business. Ed era un libricino di meno di 100 pagine, molto piccolo. Ho detto "wow, cavolo, 'sto libro qua ha detto molto di più, ho trovato molto di più in questo libro che in tanti altri che ho letto. Perché comunque leggo parecchio. E ho detto "Quasi quasi lo scrivo anch'io un libro così", un libro corto, storie corte, iniziano e finiscono, ogni capitolo è una storiella. Storiella vera poi, perché non scrivo mai di... cioè non scrivo romanzi o storie inventate. E allora ho detto "Wow, allora ci provo anch'io, quindi non devo pubblicare 300 pagine per diventare un autore." [È] così che ho scritto poi il mio primo e il mio secondo. Che poi il mio secondo è "come scrivere un libricino". (Un metalibro.) Un metalibro, esatto, sempre storie mie. Parlo sempre... cioè parlo sempre di me, non perché sono egocentrico ma perché vorrei far vedere quello che può funzionare. L'ho fatto col primo con language learning, e l'ho fatto col secondo con il self publishing, lo scrivere. Raffaele: [6:53] C'è un grande vantaggio dei libricini, che ho sentito tra l'altro da, come chiamarlo, da un linguista e esperto anche di business che dovresti conoscere, ma ne parliamo nell'after show. Che dice che il vantaggio dei libri piccolini, è quello che ti spingono poi all'azione più facilmente. Finisci il libro presto e sei subito portato all'azione. Mentre invece libri grandi tendono ad addormentarti per certi versi. Quindi leggi il libro, ma poi alla fine del libro ti sei dimenticato di farci qualcosa con il libro. Fabio: [7:26] Sì, ne ho letto uno, appunto, anzi più di uno in realtà, dove è un continuo dire sempre la stessa cosa, sempre il solito, due o tre concetti, i soliti due o tre concetti, e tu dici "ma ok, non mi serve un altro esempio di questo concetto". E a volte questa cosa è un po' dovuta anche all'industria del publishing che richiede poi... l'autore... "o scrivi 250 pagine oppure non possiamo pubblicarti perché magari il libro non si vede sullo scaffale". Mentre un libro piccolo è più funzionale, ti dà quello che ti dà, quello che ti deve dare e basta: è inutile diluire o comunque dilungarsi, ecco. Raffaele: [8:21] Matteo, hai sentito nella puntata precedente? Fabio ha vissuto a Londra. Matteo: [8:27] Fabio ha vissuto a Londra, esattamente, ma questo lo dovevi sentire tu, che sei il Londra lover... Raffaele: [8:35] Eh vabbè, ma ci hai vissuto più tu che io però, è un'altra cosa che ci accomuna. Matteo: [8:40] Ma io prima di andare a Londra, perché poi andiamo anche a Londra, volevo chiedere a proposito dei due libricini: ma c'è un due senza tre in arrivo? Fabio: [8:49] C'è, c'è il 3. C'è il 3, è ancora un'idea, c'è un elenco di cose che voglio mettere dentro. Però ci sarà, io voglio continuare a farlo, sì, sì. Matteo: [9:04] A quel punto la seconda domanda è: ma è per caso su Any Martial Art You Want? Fabio: [9:12] No, non è su martial arts. Mia cognata mi ha detto "ah, hai scritto un secondo libro su come scrivere il primo libro, quindi il tuo terzo cos'è? Scrivi un terzo libro su come scrivere un secondo libro? Cos'è, Inception?" No, non è Inception, è sempre un libro di storie. Allora, ho un po' di idee, però quella che più mi piace, perché poi sempre parlando poi di language learning, di apprendimento linguistico: se fai qualcosa che hai... passione, per la quale passione o comunque qualcosa che ti entusiasma, poi la cosa ti riesce meglio. E quindi sto pensando a un libro di storie mie personali, sempre, ovviamente, però con un messaggio più universale. Non ho ancora ben chiaro il progetto, però questa cosa a me entusiasma molto. Anche perché io nel podcast che avevo aperto nel 2021, tutti [i miei primi] episodi erano storie mie personali, che utilizzavo per insegnare inglese. Prendere quei contenuti, aggiustarli e scrivere una storia, come testo scritto, e racchiudere il tutto in un libro poi... non so, questo qua è un progetto che mi ispira molto. Quindi diciamo che [all']80% questo è il terzo libro. Raffaele: [10:43] In bocca al lupo. Fabio: [10:44] Grazie. Raffaele: [10:46] "Crepi" si dice! No "grazie"! Fabio: [10:47] Crepi, crepi, infatti! Matteo: [10:48] Sei vegetariano? Fabio: [10:50] Io? Sono vegano. Matteo: [10:53] Ah vedi allora per questo non ha detto "crepi"! Matteo: [10:56] Ce li abbiamo tutti e tre allora: l'onnivoro, il vegetariano e il vegano. Matteo: [11:00] Posso fare una domanda che vorrei fare poi a tutti i nostri futuri ospiti, per fare poi una raccolta? Ci dai una ricetta? Fabio: [11:13] Una ricetta vegana? Matteo: [11:15] Una ricetta. Una ricetta che ti piace, una ricetta ovviamente che ti piace e che mangeresti, quindi se sei vegano, vegana. Raffaele: [11:22] La domanda più difficile delle due puntate. Fabio: [11:23] Questa è difficile sì! Allora, la ricetta: riso saltato con le verdure. E come si fa? Prendi il riso, lo salti e ci metti le verdure. Matteo: [11:41] Andiamo un po' più... almeno dicci le verdure. Fabio: [11:46] Ci metti il peperone, ci metti la carota, il broccolo, salti tutto, un po' di salsa di soia, riso integrale ai minerali: è più nutriente. E lo salto. Guarda, questo è come mi ha conquistato la mia compagna, con un riso saltato con le verdure. Raffaele: [12:07] Ma mi sembra una ricetta più asiatica che non italiana. Fabio: [12:10] Sì, perché sia io che la mia compagna siamo innamorati del sud-est asiatico, ci abbiamo viaggiato per cinque mesi e mezzo quando eravamo di ritorno dalla Nuova Zelanda. Così, con lo zainetto, senza... abbiamo pianificato i primi due giorni a Bali e poi il resto non sapevamo in realtà, non avevamo un piano. Avevamo un piano che stavamo in giro con i soldi che avevamo guadagnato in Nuova Zelanda a farci un mega viaggio, con un budget ristretto comunque. Non è che abbiamo fatto hotel 5 stelle, resorts... nulla di tutto ciò. Ma, con l'Asia sì, soprattutto io col Vietnam: mi piace molto. Raffaele: [13:02] Fantastico. Fabio, ti devo interrompere a questo punto, perché io prima ho lanciato l'amo per Londra ma non avete abboccato. Poi tu adesso hai detto che sei stato in Nuova Zelanda. Ma hai vissuto in più posti in giro per il mondo. Ti va di raccontarci un po' di questi tuoi... non viaggi soltanto, ma proprio di esperienze di vita all'estero? Fabio: [13:21] Allora, io sono partito per Londra nel 2011, lavoravo per Pret a Manger, che è tipo Starbucks. E ho fatto lì i primi... facciamo un anno e mezzo. Un anno e mezzo. Ero con la mia ex compagna, a Londra esperienza formativa, però esperienza che mi ha tirato fuori dal guscio, dalla protezione di mamma e papà. Ero lì facendo un lavoro per il quale non avevo studiato, perché facevo panini e zuppe. E il mio inglese lì è migliorato, perché comunque stando a contatto, parlando con i miei colleghi, sono migliorato. Poi con la mia compagna dell'epoca ci siamo lasciati, e ho detto "dove vado?" E pensavo "vado in Canada, adesso me ne vado in Canada, voglio comunque andare in un altro paese dove parlano l'inglese, così vado avanti, imparo sempre di più, diventerò insegnante". Avevo visto che c'era qualcosa qui col visto che non poteva funzionare, ho detto "no, sai dove vado? Andiamo da un'altra parte del mondo!" E sono andato in Australia. In Australia sono atterrato ad Adelaide e l'Australia per me è stato il mio... ancora lo ricordo come i miei due anni più belli dei miei 38 anni. Perché ho conosciuto un sacco di persone, ho visto un sacco di bei posti, poi a me piace il deserto, ho conosciuto la mia compagna attuale, che è quella che mi ha conquistato col riso con le verdure. In realtà l'avevo conosciuta in Italia perché, adesso la storia un po' si complica, in Italia io insegnavo così amatorialmente lezioni di batteria e lei era una mia studentessa. Matteo: [15:21] Oh, quindi legati dall'amore non solo per il sud-est asiatico, ma anche per la batteria e la musica. Fabio: [15:33] Sì, esatto. Una settimana prima che io partissi per l'Australia, io e Aloha, che è la mia compagna, abbiamo iniziato la relazione. Quindi è stata davvero dura all'inizio, perché in Australia io all'inizio ero da solo i primi quattro mesi. Lei poi mi fece la sorpresa di dire "vengo giù anch'io". Ma io ero io ero cotto, innamorato perso, cotto. Quindi i primi quattro mesi a distanza, in realtà quelli sono stati più brutti secondo me. Raffaele: [16:04] E che distanza poi, non è esattamente Napoli-Milano. Fabio: [16:07] Esatto, esatto, poi dall'Australia lei mi ha raggiunto, abbiamo fatto tutto quello che abbiamo fatto, perché abbiamo comprato un van, abbiamo girato, lavoravamo nelle farm, nelle piantagioni e abbiamo fatto lì quei due anni. E da lì poi ho detto "ma dove andiamo? Il visto è scaduto!" Il paese più vicino è la Nuova Zelanda, facilissimo da entrarci per candidarsi per il visto, l'abbiamo preso ed è lì poi che io ho preso la mia prima certificazione per diventare insegnante, ho iniziato a insegnare nelle scuole di lingua ad Oakland, in una scuola di lingua inglese ad Oakland, ho fatto tutta la mia prima esperienza. E la mia... Aloha lavorava in pasticceria, perché lei... no pasticceria, era una... vabbè comunque lavorava in un posto dove facevano da mangiare. E abbiamo fatto due anni lì, poi prima di tornare in Italia appunto abbiamo detto "andiamo a vedere l'Asia". Perché poi in Australia e in Nuova Zelanda incontravamo tante persone che dicevano "sono stato in Vietnam, abbiamo visto la Malesia, e la Cambogia, di qua. di là..." Tante persone in viaggio, sentivamo che avevano appunto avuto queste esperienze. Matteo: [17:27] E quindi dicevate "ma dovremmo vederla anche noi". Giusto. Fabio: [17:31] Esatto. Quindi prima di tornare facciamo anche noi i backpackers, come già lo facevamo, e andiamo lì. Abbiamo fatto appunto questi cinque mesi e mezzo vagando con lo zainetto, bellissimo. Io vorrei andare lì in pensione. Raffaele: [17:54] E invece sei tornato in Italia? Matteo: [17:56] Infatti sì, stavo per dire, vi siete stufati di girare? Fabio: [18:00] Beh, più che stufati,sapevamo l'inizio del viaggio e la fine. In realtà siamo tornati perché il visto della Nuova Zelanda era scaduto, in Indonesia, [nel] sud-est asiatico non potevamo stare. Anche perché i servizi... noi ci lamentiamo magari dell'Italia magari, però ci sono posti dove i servizi sono molto scadenti. E quindi siamo tornati, siamo tornati. Io poi ho iniziato a lavorare al British Council. Matteo: [18:39] Lavori ancora? No, non lavori [più] al British Council. Fabio: [18:43] Al British Council sono... come si dice... collaboratore, insomma, freelance. Raffaele: [18:49] Com'è tornare in Italia dopo aver vissuto diversi anni all'estero? Fabio: [18:54] Ma all'inizio, quando tornavo, perché ogni tanto tornavamo, io non vedevo poi l'ora di andare via, perché comunque la mia routine era dall'altra parte, avevo i miei progetti in Australia, Nuova Zelanda. Poi quando siamo tornati in realtà non è stato poi così scioccante o che so, deprimente o magari... È stata un'esperienza normale, abbiamo preso una casa in affitto, poi abbiamo comprato casa. Shock culturale non c'è stato in realtà, perché fondamentalmente siamo italiani quindi sapevamo cosa trovavamo. In realtà è stato anche... dopo aver visto certe cose fuori dall'Italia, in realtà ci siamo resi conto che in realtà ci sono tante cose che funzionano nel nostro paese. Però siccome siamo qui, non te ne accorgi poi. Te ne accorgi quando non le hai. Raffaele: [19:59] Le dai per scontate. Fabio: [20:01] Esatto, le dai per scontate. E quindi è stato anche un po'... mi ha fatto apprezzare in realtà di più l'Italia, il tornare. Matteo: [20:10] Questo è interessante, molto interessante. Fabio: [20:13] Eh bisogna... per quello che quando si dice "viaggiare ti apre gli occhi, viaggiare..." cioè non è un cliché, è così. Logico: se viaggi... scusa. Matteo: [20:23] No no no, continua. Fabio: [20:24] No, dico, se viaggi in paesi magari dove la cultura è identica... però neanche tanto perché, per esempio in Australia abbiamo avuto un paio di episodi dove ci siamo trovati davvero male. Ora senza... io l'Australia la porto al top, numero uno. Qua non potete vedere, ma ho bandiere australiane appese, ho un didgeridoo, insomma un po' di cose. Però ci siamo trovati male un paio di volte con l'assistenza sanitaria, e ci siamo detti "cavolo, ma in Italia ci lamentiamo però sta cosa è inconcepibile, non ci è mai successa prima". Quindi adesso non voglio dire che il sistema, come si dice... il sistema healthcare dell'Australia non funziona, anzi. Però [ci sono] state un paio di cose che ho detto "mah, le cose..." Anche a Londra, ma in realtà ovunque, in realtà ovunque: trovi cose che qua non hai e viceversa. Matteo: [21:23] Sì, il fatto del viaggiare che ti apre a volte... automaticamente pensiamo sempre verso... guardando noi verso una direzione, guardiamo verso il luogo dove arriviamo e pensiamo sempre che l'apertura è verso nuove cose. Ma a volte, come spesso succede, ci si accorge che anche dietro di noi era una situazione diversa da come la vedevamo. Fabio: [21:53] Esatto. In Cambogia abbiamo visto persone in motorino con la flebo. Raffaele: [22:03] Cosa? Fabio: [22:04] Sì, perché la storia... la Cambogia ha avuto questo genocidio davvero deprimente negli anni '70 con Pol Pot, questo dittatore che aveva fatto fuori 3 milioni di cambogiani, soprattutto gli intellettuali. Cioè se avevi gli occhiali eri considerato intellettuale e quindi dovevi essere fatto fuori. E quindi c'è tutta una sorta di... non ci sono certe figure, tipo medici, ingegneri, intellettuali, che possono portare avanti il paese. Si stanno riprendendo... Questo me la raccontava una volontaria australiana che era lì, quindi magari da verificare questa cosa, però questo è quello che mi aveva detto lei. E quindi manca tutta quella fetta di società, di figure professionali lì, e sono quindi praticamente tutti contadini, pescatori, lavoranti, insomma nel settore agricolo. E la sanità? La sanità lì infatti eravamo in una situazione dove "cavolo, se qua cadiamo in motorino che si fa? Se abbiamo un incidente, se succede qualcosa?" Qua sei... devi poi andare in giro con la flebo attaccata in motorino, come ne abbiamo visti tanti. Persone in motorino con la flebo che uscivano da questa clinica, poi dici "vabbè..." Raffaele: [23:39] Pazzesco, molto Interessante però. Fabio, però il nostro tempo qui nella puntata aperta a tutti è finito. Quindi io ti faccio un'ultima domanda brevissima: come possono trovarti i nostri ascoltatori? Fabio: [23:51] Allora possono trovarmi sul mio sito fabiocerpelloni.com o mi potete trovare su YouTube, Fabio Cerpelloni. Vi mando lì. Ah scusate, un terzo canale è su Substack, che ho ed è chiamato Better Writers Matteo: [24:15] Benissimo. Allora inseriremo tutti questi link nelle show notes, così tutti quanti potete andare a fare un po' di stalking. Raffaele: [24:26] Matteo, però c'è un problema: io ho ancora delle domande per Fabio. Matteo: [24:29] E non c'è problema, in realtà noi abbiamo ancora un po' di tempo con Fabio e lo andiamo a passare di là. Io già so che Raffaele prende il caffè, Fabio la pizza, ho preparato tutto nella nostra saletta dell'aftershow. Quindi salutiamo tutti quanti e andiamo a mangiare pizza e bere caffè. Fabio: [24:53] Bel piano! Raffaele: [24:54] Ciao a tutti. Matteo: [24:56] Ciao. Fabio: [24:57] Ciao ciao!
Em 1940, Chaplin ridicularizou Hitler e quebrou a aura do medo. Hoje, o ridículo virou arma de guerra política: não se debate ideia, se destrói gente. Neste episódio, pegamos o Rules for Radicals, de Saul Alinsky, e mostramos o método por trás da indignação fabricada: escolher um alvo, congelar, personalizar e polarizar. Quando a crítica vira artifício, quem pensa por conta própria vira ameaça. Posso entrar? Este episódio é a versão expressa do Café Brasil. Se você quiser ouvir o episódio completo, precisa tornar-se assinante. Acesse https://canalcafebrasil.com.br e escolha um plano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
En 6AM de Caracol Radio estuvo Camilo González Posso, presidente INDEPAZ quien dio un balance sobre homicidios, violencia, masacres y desplazados en 2025
Alexandre Barroso morreu algumas vezes antes de continuar vivo. Morreu entubado, morreu silenciado por protocolos, morreu quando percebeu que podia partir sem dizer aos filhos que os amava. E voltou. Não como herói, mas como alguém que aprendeu o essencial quando a vida encurta. Neste episódio, homenageio meu amigo compartilhando dez lições que não motivam plateias — ajudam a aguentar a vida quando ela aperta. Respirar, escolher, não desistir antes da hora. Posso entrar? Este episódio inaugura a versão expressa do Café Brasil. Se você quiser ouvir o episódio completo, precisa tornar-se assinante. Acesse https://canalcafebrasil.com.br e escolha um plano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mundo moderno vive obcecado por juventude, velocidade e disrupção. Mas talvez o maior salto da humanidade não tenha vindo da pressa —veio do tempo. Neste episódio, eu volto aos Natais da infância em Bauru, aos meus avós, e conecto essa memória afetiva a uma descoberta científica poderosa: quando os avós surgiram em número significativo, a humanidade aprendeu a lembrar, reconhecer padrões e construir cultura. O futuro nasceu da ruga. Vem pensar comigo. Posso entrar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................
Antes de virar espetáculo de palco, a emoção era ritual, identidade, pertencimento. A Haka maori não nasceu para vender cursos, mas para lembrar um povo de quem ele é. Neste episódio, partimos dos rituais ancestrais e chegamos aos eventos de coaching que transformaram catarse em produto, emoção em controle e autoconhecimento em marketing. Transformação real ou engenharia emocional? Vem pensar comigo. Posso entrar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................