POPULARITY
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
Penalty kicks are among the most psychologically intense moments in the World Cup, where matches can hinge on a single shot. Queensland University of Technology researchers Benno Torgler and David Savage examine how fear of failure, pressure and decision-making can shape performance. - Estudo feito por Benno Torgler, co-autor de 'Nervos de Aço? Estresse, Desempenho e Atletas de Elite', sugere que jogadores mais jovens podem lidar melhor com a pressão. A entrevista foi feita em inglês.
Em 2026, quando Marilyn Monroe completaria 100 anos, a Cinemateca francesa apresenta uma exposição que revisita sua carreira, entre 1946 e 1962. Com figurinos, filmes e arquivos raros, a mostra Marilyn Monroe: 100 anos! conta como a atriz enfrentou contratos abusivos, censura e misoginia no auge de Hollywood. Morta em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn permanece subestimada como intérprete, embora continue celebrada como mito absoluto da cultura do século 20. Na Cinemateca de Paris, principal instituição de preservação do cinema na França, a exposição “Marilyn Monroe, 100 anos” propõe um reencontro com uma figura tão conhecida quanto sistematicamente mal compreendida. Longe de repetir o culto fetichista que costuma cercar a atriz, a mostra parte de uma pergunta incômoda: que tipo de estrela hollywoodiana Marilyn foi, de fato, entre 1946 e 1962, no auge do sistema de estúdios dos Estados Unidos? “Posso ser inteligente quando isso importa, mas a maioria dos homens não gosta disso.” Dita em 1953 no filme Os Homens Preferem as Loiras, a frase escrita por Anita Loos e interpretada por Marilyn funciona como senha e síntese. Ela aponta para o paradoxo central de sua trajetória: celebrada como imagem absoluta de desejo, Marilyn continuou sendo tratada como intérprete menor, mesmo quando diretores e colegas reconheciam publicamente sua inteligência e disciplina. Alfred Hitchcock, por exemplo, resumiu a visão dominante ao afirmar que ela “carregava o sexo no rosto”. Henry Hathaway, em sentido oposto, enfatizava “a inteligência de uma atriz extraordinária, que trabalha muito e quer sempre fazer melhor”. Entre esses dois polos, erguia‑se uma carreira curta, filmada em Technicolor, promovida em telas panorâmicas e atravessada por contratos leoninos. No espaço expositivo, a exuberância visual dos anos 1950 se impõe. Materiais publicitários, figurinos, fotos assinadas por Eve Arnold, Richard Avedon e Andy Warhol compõem o retrato de uma indústria que fabricava glamour ao mesmo tempo em que restringia brutalmente a autonomia de suas estrelas. A curadora Florence Tissot explica que seu ponto de partida foi “mostrar qual estrela hollywoodiana Marilyn Monroe era, e o que isso significava na prática”. "No começo, eu confesso que fiquei bem insatisfeita, porque a gente se depara com uma quantidade enorme de análises que acabam sempre voltando para a biografia dela, interpretando – ou até exagerando – a leitura da vida pessoal. No fim, dá um pouco a sensação de que a gente fica girando em círculo. Então tem também essa questão: como se posicionar diante de todos esses relatos. E depois, outra dificuldade que eu senti foi conseguir acesso aos arquivos", afirmou. Estrela de marketing antes de ser atriz A exposição começa pelas imagens de uma jovem ainda chamada Norma Jean Baker, fotografada como pin‑up enquanto trabalhava em uma fábrica ligada à indústria aeronáutica durante a Segunda Guerra. O sorriso ingênuo, o enquadramento sugestivo e os objetos de conotação claramente fálica revelam, segundo Tissot, “toda a hipocrisia dos anos 50”, quando puritanismo e erotização coexistiam sem constrangimento. Os Estados Unidos viviam a ascensão da revista Playboy e a divulgação do Relatório Kinsey sobre sexualidade feminina. Mas, ao mesmo tempo, enfrentavam o rigor do Código Hays, um conjunto de regras morais que regulou o que podia ou não aparecer nos filmes produzidos por Hollywood durante mais de três décadas. Oficialmente chamado de Motion Picture Production Code, ele entrou em vigor em 1930, mas só passou a ser aplicado com rigor a partir de 1934, quando os grandes estúdios concordaram em submeter seus filmes a uma censura prévia. Leia tambémTemporada excepcional de leilões pode tornar retrato de Marilyn obra mais cara do século 20 Nesse contexto, Marilyn tornou‑se o rosto perfeito de uma sensualidade aceitável, desejável e, paradoxalmente, domesticada. Mas o estereótipo da “loira burra” embutia uma ideia profundamente misógina: a de que beleza, desejo e inteligência não poderiam coexistir em uma mulher. A própria Marilyn denunciou isso em uma rara entrevista à NBC, em 1955, ao afirmar que “as pessoas associam as loiras, verdadeiras ou falsas, à estupidez. Não sei por quê. É uma visão muito limitada”. Ainda assim, esse rótulo estruturou boa parte de seus papéis iniciais. Trabalho, estudo e um talento subestimado Ao contrário da imagem de improviso, Marilyn estudou intensamente, antes mesmo de ingressar no famoso Actor's Studio, em Nova York. "Na verdade, desde o começo ela já fazia aulas, por vontade própria. Estudou canto, dança, interpretação e mímica e pantomima", conta Florence Tissot. "Isso não é muito conhecido, mas é importante lembrar, sobretudo diante dessa imagem de atriz meio inconsequente que se criou em torno dela. Na prática, ela queria ser uma boa atriz – isso era fundamental para ela. Era uma pessoa muito determinada", aponta a curadora. Em filmes como Quando a Cidade Dorme e A Malvada, ambos de 1950, Marilyn aparece pouco, mas críticos como James Naremore identificam ali uma intérprete capaz de condensar medo, raiva, sedução e vulnerabilidade em poucos segundos. “Mesmo com cenas breves, ela empurra os limites dos personagens que lhe eram oferecidos”, observa Tissot. Essa dedicação raramente foi reconhecida. As histórias de bastidores, quase sempre narradas do ponto de vista dos diretores homens, consolidaram a imagem de uma atriz atrasada, indisciplinada e emocionalmente instável. Billy Wilder foi um dos que mais vocalizaram esse discurso, ecoado com especial força na crítica francesa do pós‑guerra. Contratos abusivos e uma batalha desigual Em 1953, no auge do sucesso de Os Homens Preferem as Loiras, Marilyn recebeu um salário significativamente menor que o de Jane Russell, sua parceira de cena. Os contratos de exclusividade de sete anos davam aos estúdios o poder de decidir se e quando uma atriz trabalharia. “Eram contratos abusivos”, afirma Tissot, “e Marilyn foi muito mal remunerada durante grande parte da carreira”. A partir de meados da década, ela passa a renegociar. Luta por salários mais altos, pelo direito de escolher papéis e diretores, e cria sua própria produtora. Conquista vitórias parciais, mas nunca alcança a autonomia de estrelas como Mae West. Mesmo em seu último projeto, Something's Got to Give, Marilyn ganhava menos que colegas homens e menos que Elizabeth Taylor. O preço dessa rebeldia foi alto. Segundo Tissot, a indústria responde com um backlash: a loira ingênua cede lugar à mulher neurótica, problemática, instável. Filmes como A Loira Explosiva ridicularizam justamente sua tentativa de se emancipar. Leia tambémLivro publica confissões e trechos de diários de Marilyn Monroe Entre a transgressão e o castigo A cena da saia branca levantada pelo metrô, em O Pecado Mora ao Lado, sintetiza esse conflito. Filmada em 1954, diante de milhares de curiosos, ela violava simbolicamente o Código Hays e gerou uma das imagens mais reproduzidas da história do cinema. Tissot optou por abrir a exposição não com o vestido da cena, mas com fotos da multidão, sublinhando o caráter espetacular e exibicionista da operação. A imagem eclipsou o próprio filme. “O material promocional da estrela passa a se sobrepor à obra”, observa a curadora. Marilyn era, ao mesmo tempo, instrumento de transgressão e alvo de punição moral. "No fundo, isso mostra toda a complexidade que envolve uma estrela como a Marilyn Monroe. Na França, algo parecido aconteceu com a Brigitte Bardot. É uma década cheia de contradições: ao mesmo tempo em que começa um movimento de emancipação das mulheres, existe um discurso constante que reduz essas figuras à sexualidade. E, no contexto norte-americano, isso se soma a um certo puritanismo. Então fica claro que a imagem da Marilyn Monroe está presa nessa espécie de armadilha", analisa Tissot. Nos anos finais, em filmes como Quanto Mais Quente Melhor e Os Desajustados, a vulnerabilidade passa ao primeiro plano. Sua morte, em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, encerra a carreira e inaugura outra coisa: a administração incessante de seu mito. Um mito sem arquivo A curta carreira e a morte precoce dificultaram o trabalho histórico, segundo a curadora. Os pertences de Marilyn foram leiloados e se dispersaram por coleções privadas. Contratos, cartas e objetos raramente estão acessíveis. “Isso explica por que as lendas continuam tão fortes”, diz Tissot. “Há excesso de discurso, mas pouco acesso aos documentos.” A exposição, ao contextualizar imagens, filmes e discursos, não busca absolver nem vitimizar, e, segundo a curadora, pretende recolocar Marilyn Monroe como sujeito histórico, atriz trabalhadora e figura central para entender como Hollywood fabricou suas estrelas – e como as descartou. A mostra fica em cartaz em Paris até 26 de julho de 2026.
Mauricio Rosa é iluminador de dança, música, teatro e eventos. Atua também como técnico do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre. Estudou elétrica no SENAI e teatro na UFRGS. Foi produtor do RS LUZ, eventos de oficinas e debates sobre iluminação artística.Release:Brazil Beijo (2018)A obra trabalha a partir da dança, das narrativas e dos hinos da tribo marroquina Gnawa, que foi exilada de Gana para o Marrocos e se estabeleceu nas montanhas do Atlas - escravos que se tornaram uma fonte de orgulho e encontraram sua liberdade pela música e pela dança. Os sons da adaptação feminina da antiga música ritual tribal (geralmente realizada pelos homens), juntamente com os ritmos brasileiros e palavras faladas em português, enfatizam um novo sentido de existência e liberdade. Música e vocais criados por bailarinos geram um leve toque de relance, liberando os grilhões do tempo, cultura, geografia e gênero.Ficha Técnica:Companhia Municipal de Dança de Porto AlegreDireção Geral : Airton TomazzoniDireção Artística: Paula AmazonasDireção Executiva: Ilza do CantoCoreografia/ Trilha Sonora: Orly PortalFigurinos: Valentina Stets e Orly PortalIluminador: Maurício RosaTécnico de Som: Marcos VazVídeo: Fernando Muniz - Moov.artFotografia: Cíntia BrachtElenco (2018): Fernando Queiroz, Mauricio Miranda, Pamela Agostini, Stephanie Cardoso, Victória Terragno.Elenco (2019): Andressa Pereira, Kleo Di Santys, Maurício Miranda, Pamela Agostini, Paula FinnLink para assistir o vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=fiwwZOv3Me0
Fundou um clube de futsal em Santarém e uma religião à volta do guarda-redes Neno. Estudou jornalismo, tornou-se revisor de texto e no meio de uma vida cheia de acasos absurdos veio acabar como humorista. Sérgio Fernandes é um dos guionistas do “Conteúdo do Batáguas”. Por ter pouca vontade de subir a palco e estar sem vagar para a ribalta, foi obrigado pela equipa a montar um espetáculo a solo: “Graças a Neno”, estreia-se em maio e levará Pastor Serjão e os Devotos de Neno a Porto, Lisboa e, claro, Guimarães. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, Sérgio Fernandes explica a origem do Vitória Clube de Santarém e da sua religião, revela alguns dos inimagináveis livros que já teve de rever e um que acabou por escrever para um famoso apresentador da nossa praça. Conta ainda uma piada pela qual teve de lutar para que entrasse no “Conteúdo do Batáguas” e promete que “amanhã” é que vai mesmo começar a escrever o espetáculo “Graças a Neno”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“A Mente da Inovação” é o tema deste Podcast como convidado José Chavaglia Neto, conduzido por Cibele Marques de Souza e João Pentagna, idealizadores da Neuromarket.José foi professor de empreendedorismo e inovação na FGV Management e no curso de doutorado na Florida Christian University (EUA). Foi professor auxiliar de marketingturístico na Universidade Europeia (Portugal). Estudou desenvolvimento de produtos na Universidade de Stanford (EUA), Pós-doutorado em Economia na EESP/FGV,Doutor em Métodos Quantitativos e Mestre em Gestão Empresarial pelo Instituto Universitário de Lisboa ISCTE/IUL (Portugal).Tópicos abordados neste Podcast:1. Vantagem Competitiva Cognitiva2. O Dilema do "Cérebro Operacional" vs. "Cérebro Inovador3. Arquitetura de Escolhas e Vieses4. Cultura de Agilidade Mental (Neuroplasticidade Organizacional5. Liderança de Alto Impacto e Empatia Preditiva6. Inovação na Era da Augmentação Humana
“A Mente da Inovação” é o tema deste Podcast como convidado José Chavaglia Neto, conduzido por Cibele Marques de Souza e João Pentagna, idealizadores da Neuromarket.José foi professor de empreendedorismo e inovação na FGV Management e no curso de doutorado na Florida Christian University (EUA). Foi professor auxiliar de marketingturístico na Universidade Europeia (Portugal). Estudou desenvolvimento de produtos na Universidade de Stanford (EUA), Pós-doutorado em Economia na EESP/FGV,Doutor em Métodos Quantitativos e Mestre em Gestão Empresarial pelo Instituto Universitário de Lisboa ISCTE/IUL (Portugal).Tópicos abordados neste Podcast:1. Vantagem Competitiva Cognitiva2. O Dilema do "Cérebro Operacional" vs. "Cérebro Inovador3. Arquitetura de Escolhas e Vieses4. Cultura de Agilidade Mental (Neuroplasticidade Organizacional5. Liderança de Alto Impacto e Empatia Preditiva6. Inovação na Era da Augmentação Humana
É um dos nomes mais valiosos da literatura portuguesa contemporânea. Estudou e trabalhou na Alemanha, foi professora catedrática em Lisboa e viveu no Brasil e em Moçambique. E só numa fase mais madura da vida, aos 41 anos, lançou o primeiro livro: “O Silêncio”, distinguido com o Prémio de Ficção do PEN Clube. Desde aí, nunca mais parou de publicar, revelando-se uma notável romancista e contista. Em 2025 publicou o 21º livro “Autobiografia não escrita de Marta Freud”, a revelar o lado sombrio de Sigmund Freud, obra premiada com o Grande Prémio da APE. Aos 86 anos, Teolinda Gersão prepara novo romance, mostra-se preocupada com as dores do mundo e lamenta que os netos tenham emigrado, porque “este país não tem futuro para eles.” See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Gonçalves diz que nasceu para viajar. Começou a palmilhar o mundo com o dinheiro ganho em trabalhos de verão. Estudou turismo, foi estudante Erasmus na Grécia e já foi a mais de cem países.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Gonçalves diz que nasceu para viajar. Começou a palmilhar o mundo com o dinheiro ganho em trabalhos de verão. Estudou turismo, foi estudante Erasmus na Grécia e já foi a mais de cem países.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Gonçalves diz que nasceu para viajar. Começou a palmilhar o mundo com o dinheiro ganho em trabalhos de verão. Estudou turismo, foi estudante Erasmus na Grécia e já foi a mais de cem países.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Dito e Feito, a cantora, compositora e investigadora Beatriz Nunes conversa com o trio português Novelo Vago — Vera Morais, Inês Lopes e Teresa Costa — a propósito do seu concerto no sábado, dia 31 de janeiro. A partir desse ponto de encontro, a conversa aborda como a poesia, o humor, a liberdade e até o protesto contaminam as práticas e experiências de criação do trio. Um episódio gravado à distância, unindo Amesterdão, Porto e Barreiro. Bios Vera Morais Vera Morais é uma cantora e improvisadora/compositora natural do Porto. O seu trabalho situa-se entre a música improvisada, o avant-jazz e a música contemporânea, sendo os seus principais pontos de interesse nestas músicas a permeabilidade entre composição e improvisação e as possibilidades extra-convencionais da voz a nível sónico e expressivo. Dirige o Queer Choir Amsterdam – uma iniciativa artística e social fundada pelxs artistas Rah Naqvi, Shreya de Souza e Mylou Oord – e é cocuradora do ciclo de concertos Improbellissimo com Raoul van der Weide. Integra também o coletivo Orbits, com quem organizou em abril de 2024 um festival de música criativa em Amesterdão. Em 2024 foi recipiente do prémio “Artista Revelação” da RTP/Festa do Jazz. Está atualmente sediada entre o Porto e Amesterdão (Países Baixos). Teresa Costa É uma flautista natural do Porto cujo trabalho se reparte entre performance de música antiga, orquestral, contemporânea e projetos de natureza interdisciplinar. Em 2021 terminou o mestrado em performance no Conservatório de Amesterdão. Em 2023 integrou a Academia Gustav Mahler e o ULYSSES Ensemble, tendo-se agregado ao Ensemble Intercontemporain no festival ManiFeste do IRCAM. Colaborou com a Royal Concertgebouw Orchestra, o Remix Ensemble Casa da Música, a De Nieuwe Philharmonie Utrecht, o Jong Nederlands Blazers Ensemble e a Residentie Orkest. Está envolvida em projetos de música contemporânea e/ou original como duo Suzanne, Ladrem, pardais!, Sketch351 (artista em residência do festival Dag in de Branding), Vera Morais EUPNEA e Novelo Vago. Desenvolve performances para a infância com o colectivo Kleintjekunst. Faz parte de LIÇO, com quem investiga o cruzamento do canto a vozes com os ofícios da lã. Inês Lopes É uma pianista portuguesa residente nos Países Baixos que tem procurado nos últimos anos expandir a sua prática através da colaboração com compositores e/ou artistas de outras áreas, de projetos envolvendo instrumentos como toy piano e outros instrumentos de brincar, e mais recentemente, através da improvisação. Colaborou com formações como o Remix Ensemble da Casa da Música e o Ensemble DME e é desde 2020 membro do grupo Sketch351, atualmente ensemble em residência no festival Dag in de Branding (Países Baixos). Estudou no Conservatório de Música do Porto, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto) e no Conservatório Real de Haia (Países Baixos), onde estudou com a pianista Ellen Corver e tirou uma especialização em Ensemble Contemporâneo. Beatriz Nunes Nascida em 1988 no Barreiro, é vocalista, compositora e investigadora. Licenciou-se em Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, possui um mestrado em Educação Musical pela mesma instituição e atualmente está a realizar um doutoramento em Etnomusicologia pela Universidade NOVA de Lisboa. A sua investigação centra-se em jazz, género e performance, contribuindo para o debate académico nas áreas de estudos de género e música. Paralelamente à sua carreira académica, Beatriz mantém-se ativa na cena musical portuguesa, atuando internacionalmente e colaborando em diversos projetos artísticos. Passou em 2023 pelo TBA integrando o ensemble LEIDA. Conversa com Beatriz Nunes, Inês Lopes, Teresa Costa e Vera Morais Pós-produção áudio Dito e Feito: Joana Linda Música: Raw Forest Produção: Teatro do Bairro Alto
Para a última sessão do ano de Zona Lê Dramaturgia, Zia Soares e Patrícia Portela trouxeram para o centro da conversa a escrita de quem encena. Ambas criam, também e não só, a partir do corpo em cena, da arquitetura do espetáculo e da urgência de dizer. A dramaturgia, aqui, é inseparável do gesto, da direção, da escuta de um tempo que se quer partilhado. A palavra nasce do palco e para o palco — e o pensamento encena possibilidades de mundo. Zia Soares é encenadora e atriz. O seu trabalho desenvolve-se entre a África e a Europa. Patrícia Portela (1974). Autora de performances e obras literárias, tem um mestrado em cenografia pela Faculdade de Utrecht e em Filosofia Contemporânea pelo Instituto Internacional de Filosofia de Lovaina. Estudou cinema e dança contemporânea. Viveu em Macau, Utrecht, Helsínquia, Ebeltoft, Berlim, Antuérpia (durante quase duas décadas), Viseu e Lisboa. Maria Giulia Pinheiro é dramaturga, encenadora e performer. Escreve para teatro desde 2012 e venceu a 2.ª edição do Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina com a obra Isso não é relevante. Criou e coordena desde 2017 o Núcleo de Dramaturgia Feminista. A sua produção cruza literatura e performance em projetos apresentados no Brasil, Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Espanha. Conversa com Maria Giulia Pinheiro, Patrícia Portela e Zia Soares Edição Podcast Dito e Feito Joana Linda Produção Teatro do Bairro Alto
Gostava de ter sido coreógrafa. Queria, acima de tudo, ser livre. Estudou dança, jornalismo e trabalhou na rádio. É apresentadora e comunicadora. O palco é a sua casa, o voluntariado uma parte importante da sua essência. E é uma estreia no Fala Com Ela.
E o PodeCircus continua a toda, sempre com novos convidados e muito conhecimento sobre circo para todos. Hoje recebemos ela que é artista plural com trajetória de 30 anos no cenário nacional e internacional. Mestra em Artes pela UNESPAR com pesquisa voltada à mulheres de circo, e proposta do conceito "Corpos Lona". Pós Graduadal na área do corpo acrobático PUC/PR. Bacharel e Licenciada em dança pela Unespar. Formada no Curso de Teatro Musical Escola Projeto Broadway Curitiba-PR. Estudou pesquisa e experimentação corporal no centro em movimento CEM, Lisboa Portugal. Transita nas artes do movimento circense, dança, teatro além de produtora cultural. Possui um espaço na cidade de Curitiba onde leciona dança e arte circense. Participou e participa de projetos no Brasil, Portugal, Áustria, Alemanha, Colômbia e Argentina. Com vocês, em nosso picadeiro sonoro, Marina Prado.Para saber mais: https://www.instagram.com/marinaprado.arteConheça o Grupo Circus: https://linktr.ee/CircusFef
Sobe a notificação, aparece a oferta relâmpago, o botão “comprar agora” brilha. A cabeça diz “calma”, mas o dedo responde “parcelando dá, eu mereço”. Quem nunca? As pesquisas da Creditas, maior plataforma de crédito com garantia do Brasil, mostram o nó: 61% dizem entender de finanças, mas 47% têm dificuldade de planejar e 46% carregam dívidas entre duas e quatro vezes o salário – com empréstimo pessoal em destaque. Se saber bastasse, a conta já tinha fechado. Mas dinheiro não é só número: nossa vida financeira é reflexo das nossas relações com mundo, os outros e com a gente mesmo. Hoje vamos olhar para as emoções que bagunçam as escolhas – deixando o moralismo de lado, e trazendo ciência do comportamento para a conversa. Vamos falar de compras por impulso num feed que seduz o tempo todo; de despesas inesperadas que apertam o peito e o bolso e de por que tantos estão caindo no canto da sereia das bets. Respira, puxa a cadeira e vem de peito aberto: hoje vamos desatar os nós que existem entre as escolhas que você gostaria de fazer, e as que realmente faz. Participam com a gente: Deborah Bizzaria: Economista pela UFPE e especialista em gestão pública no Insper. Estudou economia comportamental na Warwick University (Reino Unido) e é associada do Livres; Vera Rita de Mello Ferreira: primeira latino-americana a ser eleita presidente da Associação Internacional de Pesquisa em Psicologia Econômica. Psicanalista e Doutora em Psicologia Econômica, e Pioneira na análise de fenômenos econômicos na ótica combinada destas duas áreas; _____ Esse programa é um oferecimento Creditas. _____ Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Bingre do Amaral é professor na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Estudou na Universidade Técnica de Lisboa, pela qual é licenciado em Engenharia Florestal e mestre em Planeamento Regional e Urbano. Desde 1998 foca o seu trabalho de docência, consultoria e investigação na temáticas do ambiente, conservação da natureza, florestas, ordenamento territorial e política de solos (rústicos e urbanos). _______________ Índice: (0:00) Introdução (2:29) Qual é a solução para resolver de vez o problema dos incêndios? Ordenamento do território | O fim dos serviços florestais. | Tweet João Cancela (19:23) Problema da propriedades sem dono conhecido. História da madeira encomendada na Suécia (34:44) Como se resolve o problema dos terrenos? Desamortizações no século XIX. (38:37) Fiscalidade sobre os solos rústicos. Georgismo (53:14) Rever a lei de heranças. Mapeamento (1:00:04) Espécies de árvores | Turismo de natureza | Percentagem de área florestal privada (1:06:51) Eucaliptos e indústria da celulose | Grandes empresas do sector. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Bingre do Amaral é professor na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Estudou na Universidade Técnica de Lisboa, pela qual é licenciado em Engenharia Florestal e mestre em Planeamento Regional e Urbano. Desde 1998 foca o seu trabalho de docência, consultoria e investigação na temáticas do ambiente, conservação da natureza, florestas, ordenamento territorial e política de solos (rústicos e urbanos). _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:39) Início: Porque arde tanto Portugal? | Causas naturais vs acção humana | História da paisagem em Portugal desde o Paleolítico até hoje | Processo de Haber-Bosch | A transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anos (37:45) Como os eucaliptais abandonados facilitam a propagação do fogo (40:46) O papel das Alterações Climáticas | Alentejo (44:12) Qual é a solução? Já conseguimos diminuir o nº de ignições, mas…. Paradoxo do fogoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A burocracia é um dos maiores obstáculos para quem sonha em viver fora do Brasil. Mas a Jumpstart, startup fundada por Fabiano Rocha, está mudando esse cenário. Usando inteligência artificial combinada ao olhar humano, a empresa promete tornar processos de visto mais ágeis, acessíveis e seguros. No novo episódio do Podcast Canaltech, Fabiano compartilha sua trajetória inspiradora da infância simples à conquista de uma vaga no MIT por meio de vaquinha e explica como sua própria experiência como imigrante motivou a criação da Jumpstart. Ele também revela como a empresa atraiu investidores de peso e quais são os próximos passos para apoiar brasileiros que buscam novas oportunidades no exterior. Você também vai conferir: Google é condenado a pagar US$ 425 mi por violar privacidade de usuários, bombas criptografadas prometem dar fim aos golpes nos postos, advogado Mark Zuckerberg processa Meta por confusão com nome do CEO, LG lança aspiradores com IA que reconhecem sujeira e evitam manchas e setembro ainda reserva show de fenômenos no céu. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Emanuele Almeida, Lucas Parente, Vinicius Moschen e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Teston é avicultor, natural do interior de Santa Catarina, e apaixonado por conhecimento. Com 27 anos, já havia conquistado os títulos de Mestre, Doutor (PhD) e Pós-Doutor em Filosofia e Comportamento Humano. Leitor voraz, dedicou quase uma década a estudar intensamente, lendo e fichando quatro livros por semana. É autor de diversos artigos, livros e capítulos acadêmicos, além de ser proficiente em seis idiomas. Estudou com renomados pensadores como Luigi Ferrajoli e Eligio Resta na Universidade de Roma TRE, e realizou estágio pós-doutoral com Pasquale Pasquino da New York University.Temas:00:00 - Intro10:11 - O Caminho Espiritual Na Perspectiva Moderna20:49 - Estudos Sobre Percepção, Corpo E Realidade31:11 - Como A Sociedade Condiciona Nossas Escolhas41:20 - A Busca Por Melhoria Pessoal No Cotidiano51:38 - A Beleza Presente No Conhecimento E Na Filosofia1:02:01 - A Lógica E O Espírito Na Estrutura Da Vida1:12:33 - Calorias, Energia E O Corpo Como Ferramenta De Consciência1:22:53 - O Medo De Quebrar E A Pressão Pelo Crescimento Empresarial1:33:28 - Tomada De Decisão Baseada Em Estatística E Probabilidade1:43:43 - Os Emaranhados Invisíveis Que Formam A Sociedade1:53:50 - O Ambiente Como Gatilho Para O Comportamento HumanoPaulo:https://www.instagram.com/menegon.mauricio/Youtube:https://www.youtube.com/excepcionaispodcastSiga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcastEspaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi
Obras do músico italiano inspiraram três fugas e pelo menos um movimento orquestral do compositor alemão
Roberta Roman é o tipo de pessoa que transforma obstáculos em combustível. Aos 15 anos, deixou o Brasil e chegou aos Estados Unidos sem saber falar inglês. Começou a trabalhar em uma cafeteria, enfrentou preconceito, dificuldades financeiras e muitos desafios que só quem é imigrante entende.Mas ela nunca desistiu. Estudou, se dedicou, agarrou cada oportunidade com garra e foi crescendo passo a passo. Hoje, é uma das líderes da ETS, a maior empresa de aluguel de equipamentos comandada por brasileiros na região de Massachusetts e uma das que mais crescem no país inteiro.Neste episódio do IRCast, Roberta abre o coração e conta como construiu essa trajetória inspiradora com muito trabalho, fé e boas relações.Se você sonha em vencer fora do Brasil, essa história é pra você.
Irene Flunser Pimentel: historiadora, antifascista, defensora da democracia, a liberdade é o que a move. Estudou a PIDE, o Estado Novo, as manhas do regime de Salazar, ganhou o Prémio Pessoa e é criticada por muitos por ser demasiado assertiva. Neste episódio do podcast Um Género de Conversa, fala sobre a possibilidade de já estarmos a viver uma terceira guerra mundial, pasma-se com o estado ”enlouquecido” da política nacional e internacional, aponta o dedo ao discurso anti-imigração e relembra como era a vida das mulheres na ditadura.
Oração de São Tomás de Aquino.São Tomás de Aquino (1225 - 1274) foi um frade dominicano, filósofo e teólogo italiano.Nascido em Roccasecca, no Reino da Sicília. De família nobre, ingressou ainda jovem na Ordem dos Dominicanos, apesar da oposição de seus pais. Estudou em Colônia e Paris, onde foi discípulo de São Alberto Magno. Tomás dedicou sua vida ao estudo, ensino e escrita, tornando-se uma das maiores autoridades intelectuais da Igreja Católica.Seus ensinamentos buscavam a harmonia entre fé e razão. Ele acreditava que a razão humana podia levar ao conhecimento de Deus e que a fé completava o que a razão não alcançava. Sua obra mais conhecida, Summa Theologica, sistematiza a doutrina cristã abordando questões como a existência de Deus, a natureza da alma, a moral e os sacramentos. Tomás também destacou a importância das virtudes, especialmente a caridade, como caminho para a união com Deus.São Tomás de Aquino, considerado um dos maiores teólogos da Igreja Católica, morreu aos 49 anos, deixando um legado teológico e filosófico de imensa profundidade. Seu pensamento influenciou profundamente a teologia cristã, a filosofia ocidental e o ensino religioso até os dias atuais.
Neste episódio da série especial em comemoração ao Dia da Arte, o Podcast Filosófico recebe Simone Matias, ilustradora e voluntária da Nova Acrópole de Santos (SP). Com ampla experiência na ilustração de livros para a infância, Simone compartilha seu processo criativo e reflexões sobre a arte de contar histórias por meio de imagens. A conversa, conduzida por Marcelo Silveira e Pedro Guimarães, aborda a ilustração como linguagem visual e forma de expressão sensível e simbólica, capaz de provocar encantamento, despertar a imaginação e promover autoconhecimento. Simone explora a conexão entre literatura e imagem, a importância da imaginação no processo artístico e a busca por beleza e verdade como fundamentos de sua criação. Inspirada pela filosofia, que trilha junto à arte desde o início de sua trajetória, Simone revela como o processo criativo pode se tornar um caminho de investigação interior, onde o caos inicial dá lugar à ordem e à harmonia. O episódio convida à valorização da arte como ferramenta de educação e de reconexão com o olhar encantado sobre a vida e o mundo. Participantes: Simone Matias, Marcelo Silveira e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Johannes Brahms - Concerto para piano e osquestra nº2 - Opus 83 - 3ºmov. Sobre a convidada: Simone Matias nasceu em Santos, é ilustradora e professora de desenho, ilustração, arte e filosofia. Tem mais de 80 livros infantis e infantojuvenis publicados por diversas editoras do país. É professora de filosofia na Nova Acrópole há 12 anos. Estudou ilustração na Scuola Internazionale d'Illustrazione (Sàrmede, Itália) e desenho/pintura na The Florence Academy of Art (New Jersey, EUA). Em 2025, lançou seu primeiro livro solo, Azul da lá, editado pela Abacatte. Em 2024, ilustrou Um gigante tão pequeno, premiado pela Fundação Biblioteca Nacional. Entre outros reconhecimentos, recebeu o prêmio PROLELI/UNESP em 2022 e teve obras selecionadas por instituições como a Cátedra UNESCO de Leitura e o projeto “Leia com uma Criança” do Banco Itaú. Mais sobre Simone: simonematias.com.br | Instagram: @simonematiasilustradora
Como parte da série especial em comemoração ao Dia da Arte, este episódio do Podcast Filosófico recebe o músico e voluntário da Nova Acrópole em Porto Alegre, Márcio Cecconello. Violinista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Márcio compartilha sua vivência profissional no universo das orquestras e as conexões filosóficas que emergem dessa experiência artística coletiva. Guiados pelos apresentadores Marcelo Silveira e Pedro Guimarães, o episódio propõe uma reflexão profunda sobre o lema “A Busca da Unidade para além das Diferenças”, destacando a orquestra como metáfora viva dessa harmonia na diversidade. Márcio comenta sobre os desafios técnicos, humanos e simbólicos que envolvem a convivência entre músicos de diferentes culturas, formações e estilos, ressaltando o papel do maestro, do spalla e da própria intenção artística como elementos de convergência. A conversa também aborda a relação entre filosofia e música, e como a prática filosófica, vivida na Nova Acrópole, oferece sentido e direção ao ideal artístico, possibilitando um fazer musical mais consciente, profundo e transformador. Participantes: Márcio Cecconello, Marcelo Silveira e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Le Jardin Féerique, de Maurice Ravel Sobre o convidado: Márcio Cecconello é mestre em Performance Musical pela UFMG e bacharel pela UFRGS. Estudou em Viena e na Universidade do Tennessee, além de ter participado de masterclasses com renomados professores internacionais. Atuou em importantes turnês com orquestras juvenis internacionais e foi vencedor do Concurso Jovens Solistas Sesi/Fundarte. Como violinista e professor, tem vasta experiência em música de câmara, música barroca e atuação em grandes orquestras brasileiras. Atualmente, é músico da OSPA e diretor artístico da Sphaera Mundi Orquestra, em Porto Alegre.
Ela é filha de roceiros. Gente simples, trabalhadora: o pai virou pedreiro, a mãe, empregada doméstica, quando a família deixou o sertão nordestino rumo à São Paulo. E foi na “cidade grande” que a Gilvania Rufino traçou uma meta ousada: queria ser uma executiva. A jornada foi longa — e atravessou o mundo. Na adolescência, ela mudou-se para o Japão. Lá aprendeu o valor da disciplina, do trabalho duro e da cultura do cuidado. Com o dinheiro economizado em turnos puxados numa indústria de alimentos, ajudou o pai a empreender no setor de transportes voltados ao agro em Mato Grosso. A mulher que desde cedo entendeu que sonho se constrói com coragem e visão, nunca mediu esforços. Estudou, cresceu, entrou no mercado financeiro com um propósito: fazer a diferença. Hoje, lidera a XP no principal estado agro do país. Tem um objetivo claro: levar aos produtores soluções personalizadas que impulsionem os negócios da porteira pra fora — com estratégia, inteligência e, como ela sempre destaca, eficiência financeira. Mais do que números, ela fala de futuro. De sucessão, de educação, de decisões inteligentes que mantêm negócios vivos por gerações. E tudo isso com a sensibilidade de quem sabe, na pele, o valor de cada conquista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natural de Famalicão, Luís Gomes fez sucesso na Bioquímica até ter enveredado pelo vinho. Estudou a fundo o novo caminho, deixou-se seduzir pela Baga e pela Bairrada e já está a celebrar os primeiros 10 anos do projeto Giz.
Utiliza o código ACONTECER15 para teres 15% de desconto no site https://farmaspot.pt/?utm_source=Youtube&utm_campaign=podacontecer O convidado de hoje descobriu aos 10 anos que a sua paixão era saber ler os pensamentos das pessoas. Estudou com os mais conceituados especialistas do mundo - e isso inclui agentes do FBI, do MI6 e da CIA - e tornou-se o maior profiler do nosso país.Alexandre Monteiro é autor do livro de não-ficção mais vendido - "Torne-se um Decifrador de Pessoas" - e tem como propósito ajudar personalidades de sucesso a interpretar e influenciar pessoas.Mentor de empresas pertencentes ao TOP20, celebridades, políticos e milionários, para si a família vem sempre em primeiro lugar.Prepara-te para um episódio que te dá a conhecer o percurso do homem que, em criança, tinha Sherlock Holmes como herói e sabia que a vida tinha de ser mais do que "um roteiro já definido".Espero que gostes e lembra-te, também #podacontecer contigo! :)
Aos 87, David Hockney, um dos artistas britânicos mais influentes dos séculos 20 e 21, continua ativo como nunca. Prova disso é a exposição “David Hockney, 25”, em cartaz na Fundação Louis Vuitton, em Paris, dedicada à sua produção dos últimos 25 anos. Patrícia Moribe, em ParisPela primeira vez no imponente prédio projetado por Frank Gehry, um artista ainda vivo ganha as honras da casa. As filas de entrada são longas, mas uma vez dentro do museu, os visitantes se espalham pelas onze salas em três andares, sem a sensação de acotovelamento diante das obras.São mais de 400 trabalhos expostos, geralmente de grandes proporções, entre pinturas, desenhos, fotografias, colagens, projeções e a sua paixão dos últimos anos – as pinturas feitas no telefone celular e tablet. “Não se trata de uma retrospectiva, embora apresentemos uma espécie de prelúdio com obras célebres, como a famosa pintura da piscina, A Bigger Splash” (1967), explica Magdalena Gemra, da equipe de curadoria da fundação, entrevistada por Muriel Maloouf, da RFI, referindo-se ao quadro da fase californiana de Hockney, com muita luminosidade e referências à água. Outra pérola dessa época, também na mostra, é “Retrato de um Artista”, de 1972, arrematado em leilão em 2018 por US$ 90 milhões, valor recorde na época para um quadro de um artista ainda em vida.Mas o foco da exposição em Paris, explica Gemra, foi especialmente para as obras dos últimos 25 anos, incluindo quatro anos passados na Normandia, isolado durante a Covid, quando Hockney mergulhou na paisagem local e nos retratos das pessoas próximas a ele.A exposição começa com um grande letreiro de neon na parede: Remember you cannot cancel spring (“Lembre-se de que não se pode cancelar a primavera”), uma frase que Hockney escreveu para um grupo de amigos durante a pandemia, em 2020. “É uma mensagem alegre e esperançosa que queremos transmitir com a exposição. Mesmo diante das tragédias que todos vivemos, a obra de David transmite uma alegria que permanece”, disse Magdalena Gemra.O irrequieto Hockney participou ativamente de todas as etapas da montagem da exposição, passando pelas cores das paredes, até o catálogo. A equipe da fundação o visitou várias vezes em seu ateliê em Londres e o artista veio a Paris três vezes, sempre acompanhado de familiares e amigos.Sempre rebeldeDavid Hockney nasceu em 9 de julho de 1937, em Bradford, Inglaterra. Estudou na Royal Academy of Arts e foi apontado como um dos pioneiros da arte pop na Grã-Bretanha. Mudou-se nos anos 1960 para Los Angeles, também com temporadas em Londres e Paris.Na virada do século, ele voltou seus olhos e paletas para a Yorkshire natal, retratando o que via e sentia com aquarelas e óleos.Hockney sempre explorou técnicas diferentes, das tintas, passando pela foto, até a imagem digital, na qual virou referência.Influência“Em 2010, eu vi na Fundação Pierre Bergé e Yves Saint Laurent, em Paris, seus primeiros desenhos feitos no iPhone e fiquei muito impressionado”, diz o artista visual Fernando Barata, radicado em Paris e que também trabalha com imagens digitais. “Enquanto muitos artistas pop usavam a tecnologia como comentário sobre a cultura de massa e reprodução, mecânica, Hockney a incorporou em seu processo criativo. Para ele, um iPad não é apenas uma referência cultural, mas um suporte legítimo, um novo meio expressivo que merece a mesma seriedade da pintura tradicional”, apontou o artista. “Foi uma verdadeira alavanca para meus primeiros trabalhos digitais em iPad. A difusão instantânea das obras digitais criou um novo paradigma que desafia o modelo tradicional de galerias, marchands e leilões. Essa democratização dos meios de distribuição transformou a relação entre artistas e público, permitindo conexões diretas sem os intermediários tradicionais de sistema artístico”, diz Fernando Barata.A exposição também traz as paisagens grandiosas da natureza americana e muitos retratos, principalmente de amigos e pessoas próximas, como o companheiro e braço-direito Jean-Pierre Gonçalves de Lima. O rebelde Hockney chegou a recusar uma condecoração e uma encomenda para pintar o retrato da rainha Elizabeth II.Na última sala, imersiva, suas criações para óperas passeiam pelas paredes. Os visitantes podem ficar onde quiserem, mas os locais mais disputados são as almofadas espalhadas pelo chão.Homossexual assumido e fumante inveterado, sempre com roupas coloridas e um sorriso no rosto, Hockney não para de se reinventar."David Hockney 25" fica em cartaz na Fundação Louis Vuitton, em Paris, até 31 de agosto de 2025.
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (05) é o Deputado Zucco.Luciano Lorenzini Zucco nasceu em 9 de março de 1974, em Alegrete (RS). Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, onde concluiu o Ensino Médio. Ingressou no Exército Brasileiro, graduando-se em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). É Mestre em Inteligência Estratégica, Especialista em Docência do Ensino Superior e possui MBA Executivo em Segurança Privada e Pública.Ao longo da carreira, acumulou extensa qualificação nas áreas de segurança pública e privada com diversos cursos na área. Possui curso de segurança presidencial no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; de avaliação de riscos na Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça; de negociação e gerenciamento de crises; de técnicas policiais na Special Weapons and Tactics (SWAT) e curso de inteligência pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).Estreou na política em 2018, quando foi eleito o deputado estadual mais bem votado no Rio Grande do Sul. Na ocasião, obteve a quarta maior votação da história, com 166.747 votos, tendo recebido votos em todas as cidades do Estado.Em 2022, repetiu o mesmo feito e foi o deputado federal mais votado no Rio Grande do Sul, desta vez com 259.023 votos. Recentemente, o parlamentar teve aprovado um substitutivo de sua autoria ao PL 2012/22, que reformula a legislação sobre prevenção de desastres e estipula prazos para a elaboração de planos de defesa civil. A proposta inclui novas obrigações para o empreendedor que exerce atividades com risco de acidente ou desastre. O parlamentar é autor de diversas outras propostas naquelas que são suas principais áreas de atuação: segurança pública, educação e saúde. Em 2025, Zucco assumiu a liderança da oposição na Câmara dos Deputados.Redes Sociais: Instagram: https://instagram.com/zuccoX: https://twitter.com/deputadozuccoYoutube: https://www.youtube.com/@deputadozuccoFacebook: https://facebook.com/deputadozuccoTiktok: https://www.tiktok.com/@deputadozuccoWhatsApp: (51) 9114-8110Site: https://tenentecoronelzucco.com.br/
O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas que tanto marcaram quanto foram marcadas por ela. A forma que temos de homenagear Fernanda é fazendo sua voz ser ouvida mais uma vez, para que ecoe e possamos aprender com a sua experiência. É difícil apresentar Fernanda, pois essa foi e fez muitas coisas em sua vida. Nasceu no interior da Paraíba na década de 1960, saiu de casa ainda adolescente, trabalhou de doméstica, babá, artista circense e tantas outras profissões para sobreviver. Estudou técnica de enfermagem e se tornou parteira, trabalhou em diversos hospitais e dedicou muito da sua vida à luta pela saúde pública. Na militância, teve importância em seu estado e também em âmbito nacional. Em outubro de 2002 fundou a ASTRAPA – Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba, organização que até hoje existe e atua naquele estado na defesa dos direitos das pessoas trans. Durante os anos de 2004 a 2008 se tornou vice-presidenta da ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Representando a ANTRA participou da elaboração do Programa Brasil Sem Homofobia, do Processo Transexualizador e de tantas outras políticas públicas para a população LGBT. Acreditava na ocupação dos espaços institucionais como forma de promover mudanças sociais mais amplas e por mais de uma vez se lançou candidata pelo Partido dos Trabalhadores. Seu legado para esse país é amplo e não será esquecido. Selecionei algumas gravações de falas da Fernanda que assisti para compartilhar com vocês. São falas que a ativista fez durante eventos públicos que acompanhei e gravei para a minha pesquisa de doutorado. Mais especificamente, estou utilizando um pedaço de uma fala feita no XXII ENTLAIDS, realizado no ano de 2017, na cidade de Teresina (PI). E dois pedaços de falas que Fernanda fez, em 2016, em um evento organizado pela profa. Flávia Teixeira da Universidade Federal de Uberlândia. Como a gravação não foi feita pensando em publicar em um podcast, a qualidade do som não é perfeita e há uma série de ruídos ou barulhos da plateia. É claro que o que vocês ouvirão é apenas um recorte de quem foi a Fernanda, a partir dos meus encontros com ela. Eu era um estudante de doutorado pesquisando o movimento trans e Fernanda, uma das ativistas centrais daquele movimento. Ela foi uma figura importante nessa minha trajetória, não apenas pelo local que ocupava no movimento, mas também pelo conteúdo de suas falas, por nossas conversas e trocas de carinho. Fernanda era extremamente inteligente, alegre, enérgica e dona de uma personalidade forte. Mesmo sem querer acabava por se destacar nos lugares. Não se calava quando via ou ouvia algo que não concordava, mesmo quando sabia que suas posições eram consideradas polêmicas ou controversas. Nossas conversas eram intensas, Fernanda discordava radicalmente de várias das minhas ideias e aprendi muito com essas discussões. Tenho insistido em minhas produções que o conhecimento não é produzido apenas nas universidades e espaços formais de saber. Fernanda e o movimento trans produziram e ainda produzem muito conhecimento. Espero que com esses pedacinhos áudio eu possa honrar a sua história e compartilhar com vocês o conhecimento que ela ainda tem a nos passar.
Lutz veste Insider
Cleide Evelin nasceu carregando uma marca trágica: sua mãe, Cleide, morreu em seu parto. O sonho da mãe, de ter uma filha, foi interrompido no momento em que Evelin veio ao mundo. A dor dessa perda foi tão grande que o pai, incapaz de lidar com o luto, decidiu deixá-la no hospital, rejeitando-a antes mesmo de conhecê-la. A @cleide_evelin foi adotada pelos tios, por parte de pai, que lhe deram o amor e o acolhimento que seu pai biológico não conseguiu oferecer. Apesar da tragédia, seus tios nunca esconderam a verdade. Evelin cresceu sabendo de toda a história - da morte precoce da mãe até o abandono pelo pai, a quem, mais tarde, ela escolheria perdoar. Carregando o nome de sua mãe como uma homenagem, Evelin cresceu cercada por amor, mas também pela sombra de uma rejeição que poderia tê-la esmagado. Ao invés disso, ela transformou a dor em força. Mesmo sabendo do passado, dos momentos mais duros, ela escolheu olhar para frente. Estudou, superou os obstáculos que a vida lhe impôs e se tornou uma agente de mudança. Através do Instituto Juntos Brasil, Evelin impacta vidas que, como a sua, foram marcadas pela rejeição, levando esperança e cuidado às comunidades mais vulneráveis no Brasil e também na África. Nos últimos momentos de vida de seu pai biológico, Evelin o perdoou com apenas 13 anos. Ela entendeu que ele também havia sido uma vítima do luto, da dor profunda que o fez incapaz de cuidar dela. Esse ato de perdão foi o ponto de virada em sua história — não como um fim, mas como o início de sua missão de transformar a rejeição em acolhimento. Hoje, Evelin honra o legado da mãe que sonhava com ela e resgata outros que, como ela, também foram deixados para trás. São mais de 7000 pessoas que ela já transformou a vida de alguma forma com seu trabalho, e isso é só o começo! Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5 Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia
Ele é gentileza e humor. Estudou jornalismo. A música aconteceu por acaso e foi ficando. Para o palco, leva a sua melancolia e tantas outras coisas, que nascem da interação com os músicos e com a plateia.
O convidado do programa Pânico dessa terça-feira (30) é Rav Sany. Rabino Sany Sonnenreich, mais conhecido como Rav Sany, é neto de sobreviventes do Holocausto. Começou sua preparação para o rabinato em Israel logo após terminar o Colegial na renomada Or Israel College. Estudou a Torá por oito anos ao lado de grandes cabalistas, rabinos e mestres da Torá de nossa geração e, por fim, especializou-se no trabalho comunitário voltado para os jovens. Recebeu seu diploma de rabino pelo Instituto Ner le Élef, em Jerusalém. Atualmente, mora em São Paulo e é diretor do Olámi Faria Lima, projeto de aproximação e direcionamento de jovens às suas raízes na cidade. Eles fazem parte da rede mundial Olámi, com 320 centros pelo mundo todo, toda semana seu projeto traz um cardápio eclético de atividades como: palestras, encontros com bate-papo, projetos sociais, assistenciais, viagens, almoços, entre outros eventos que contam com lições de vida, e conteúdos focados em preparar os jovens para uma jornada mais alegre e repleta de significado tanto no aspecto pessoal como profissional, para uma vida bem sucedida na esfera material e também na espiritual. Rabino Sany também é presidente do Instituto Rav Sany que visa disseminar os valores milenares judaicos por meio de uma linguagem acessível, moderna, atrativa e irreverente, mas sem perder suas raízes originais e tradicionais, ambicionando ir além dos muros da comunidade e impactar toda a sociedade maior. Além do audiovisual, o instituto Rav Sany promove eventos culturais beneficentes e ações sociais voltados para as comunidades carentes, a fim de promover a igualdade e a justiça social. Sany ainda é presidente da Sonnen Group, Holding que administra, coordena e executa os negócios presentes no RS Networking Prime Club, ecossistema para Ceo's extraordinários que atrela seus lucros a um propósito nobre e entidades de valor. O rabino também é apresentador do Rav Sany Live Show, programa de entretenimento com inspiração e entrevistas exibido em rede nacional pela Rede Mais Família, TV SCC SBT e + SBT. Como escritor, assina a obra “Já Pensou Nisso?”. Rav Sany leciona em diversas entidades, onde colabora como consultor e disseminador da cultura judaica, é continuamente convidado para ministrar palestras por todo o Brasil e no exterior e representa constantemente a comunidade judaica na imprensa brasileira! Como comentarista, o programa traz César Mello, o caçador de pickpockets.
Ela começou por seguir o sonho de ser bailarina. Estudou no Conservatório e chegou a ir para a Holanda. Mas não era feliz. A pressão da imagem fez com que enfrentasse um burnout e se afastasse da área. É pouco depois que a Índia entra nas vidas deles, e que acaba por uni-los. Mas calma... Catarina chegou a ter de fazer-lhe um Ultimato! Saiba qual foi no mais recente episódio do podcast Ouvir Falar de Hoje com a bailarina e cantora Catarina Aires e o físico e podcaster Tomás Magalhães. No fim do episódio... Um bombom: a mais recente canção da Catarina, que junta as vozes dos dois: "Amor de Mãe Não Tira Férias".
No Performance S/A de maio conversamos com Juliano Cornacchia - fundador e CEO na Vórtx. Juliano é triatleta amador, mas começou a vida esportiva no judô, inclusive treinando no Japão. Estudou lá e trouxe consigo a disciplina do país - essencial para o seu futuro. Cursou direito e começou sua carreira no mercado financeiro, fora do mercado tradicional de advocacia. Essa base foi o que o levou a fundar a Vórtx muitos anos depois. Durante essa trajetória de trabalho, com uma carreira muito bem sucedida, se afastou do esporte. O triathlon veio para reconectá-lo com a rotina saudável e desafiadora. Quer saber os detalhes dessa trajetória cheia de boas histórias? Não deixe de conferir o episódio completo nos canais de streaming. . Apresentado por: Lelo Apovian - A AGP Pesquisasa traz a voz do seu cliente para o centro das decisões do seu negócio. Avaliando sua marca e seus produtos, indicando sua satisfação, é o cliente que direciona a estratégia e o caminho para sua empresa. Acesse o Instagram e saiba mais!
"Sou duas em uma… Tem a atriz e tem a Health Coach. As duas se revezam de acordo com o mood, e com a necessidade do serviço." Daniela Escobar, é a nossa entrevistada da LIVE de quinta, dia 29 fevereiro. Ela diz que também é a que pede ajuda para uma causa que considera muito relevante, o respeito a vida de outros seres. Os animais. Daniela Escobar nasceu o 16 de janeiro de 1969 em Rio Grande do Sul, Brasil. É atriz e autora, conhecida pelo seu trabalho em Another Forever (2016), O Clone (2001) e Vida de Menina (2003). Durante 6 anos, foi apresentadora do programa de TV "Super Bonita" Estudou teatro na CAL, Tablado e, em Nova York e estudou cinema, na UCLA, em Los Angeles. Se quiser saber mais da uma fuçadinha no @danielaescobar Apresentadores Juliana Bittencourt: @julianabittencourt12 Gabriel Carvalho: @gabrielcarvalho822 Lili Zucchini: @lili_zucchini Siga a Daniela no Instagram: @danielaescobar Siga o Bubbles no Instagram: @bubblespodcast Seja um patrocinador do Bubbles. Entre em contato, como a @americandreamrealstate A empresa que te ajudar a investir na Flórida, comprando lotes e terrenos, com retorno rápido e certo!
Por influência dos pais, ela praticou vela até o início da adolescência. Depois, através da educação física escolar teve contato com diversas modalidades. Sua infância, porém, foi bastante diferente da vivida pela maioria das outras crianças. Ela e suas duas irmãs mais velhas tiveram experiências incríveis ao viajarem com os pais algumas vezes para a Antártica e isso foi determinante para a construção da sua personalidade e maneira curiosa de enxergar o mundo. Em 2020, durante a pandemia, para manter-se sã e saudável, começou a correr. Autodidata, gostava de estudar fisiologia e montou ela mesma o seu esquema de treinos. Pegou gosto pelo esporte e em 2022 participou da Meio Maratona do Rio de Janeiro. As sensações provocadas pela corrida motivaram-na a procurar um técnico, pois ela queria experimentar a maratona. Em 2023 estreou em Porto Alegre no meio do ano e alguns meses depois, concluiu a Maratona de Amsterdam em excelentes 3h03'. Além do bem estar e superação física, a corrida lhe proporcionou uma experiência de auto-conhecimento e reflexão, algo que combinou com a sua personalidade. Formou-se em Administração de Empresas pela FGV e trabalhou algum tempo como analista de private equity para então descobrir que queria ser médica. Estudou e hoje cursa a faculdade do Albert Einstein. Conosco aqui uma futura médica, corredora, fotógrafa, escritora e observadora, a jovem paulistana Marina Helena Bandeira Klink. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Quer reduzir até 30% dos gastos de energia de sua empresa? Fale com a Boven! Há mais de 10 anos no mercado, é líder na migração de empresas para o mercado livre de energia. Com uma equipe especializada e tecnologia de ponta, a Boven oferece as melhores soluções energéticas para o seu negócio, reduzindo custos sem necessidade de investir em equipamentos. Não deixe sua empresa ficar para trás, descubra as vantagens de ser livre com a Boven. De energia, a Boven entende! boven.com.br
Ari Svartsnaider , diretor e criador da Mr. Cat, filho de pai imigrante Judeu da Bessarabia, e mãe de família Ucraniana, foi criado no Posto 6 em Copacabana, foi acostumado com a simplicidade de nadar na praia todo dia com seu pai , e desde pequeno a criou uma forte relação com o mar e o surfe. Estudou arquitetura , aplicando design no seu trabalho. O jiu-jítsu também teve um importante passagem em sua vida e ama a arte. Mais uma vez tivemos a honra de receber esse mestre da vida, e nessa troca, ele conta um pouco sobre "quem somos nós" a tribo dos judeus e o que representa para a sociedade nos tempos que vivemos hoje uma troca surpreendente e única! Mais um episódio inédito e na íntegra no Pura Connection Podcast! Inscreva-se em nosso canal do youtube e assista todos os podcasts: www.youtube.com/puratempleofarts ❌NEW PROJECT PURA CONCEPT - GUARDA DIAMANTE BY XANDE RIBEIRO❌ Curso 100% on-line! Compre agora e aproveite o preço com desconto por tempo limitado… Clique no link abaixo e saiba mais: https://www.puratempleofarts.com.br/curso-de-jiu-jitsu-online-guarda-diamante-by-xande-ribeiro/ ❌ NEW PROJECT ⚡️ PURA CULTURE - LIFE PHILOSOPHY ❌ Um projeto que foi criado para que você faça parte da filosofia PURA em qualquer lugar do mundo. Juntamos todas as nossas experiências e conhecimentos adquiridos em todos esses anos, além de conexões com grandes ídolos dos tatâmes e da vida em um só lugar, na Plataforma PURA CULTURE! Nossa plataforma conta com módulos como trocas com grande mestres no dojo, jiu-jítsu Pura, treinos de mobilidade, Pura Yoga, posturas, técnicas de respiração, meditação , backstage exclusivos de podcasts e outros conteúdos com foco na evolução física, mental e espiritual. Novos conteúdos serão publicados toda semana com bônus de aulas ao vivo de jiu jitsu e yoga. Os 50 primeiros assinantes, terão um desconto vitalício de 50% na sua assinatura (apenas R$ 38,50) . Seja um membro. https://www.puratempleofarts.com.br/pura-culture/ Visite nosso website: www.puratempleofarts.com.br --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/puratempleofarts/support
Estudou jornalismo e foi técnica de comunicação numa empresa. Convive com uma doença rara congénita, chamada de “doença dos ossos de vidro.Fez mais de uma centena de fracturas e desloca-se em cadeira de rodas desde sempre.Publicou em 2008 o seu primeiro livro “Mafaldisses – Crónicas sobre rodas”. É autora, cronista. É certificada em Storytelling, em Coaching Internacional e é oradora motivacional.Criou o projecto “Sorrir Sobre Rodas”, é voluntária em projectos de solidariedade social e dá a cara e a voz pela inclusão e pela igualdade de oportunidades.Esta caravana tem tudo para dar certo porque vamos as duas sobre rodas passear pela sua vida.Comigo Mafalda Ribeiro.Podem seguir a Mafalda Ribeiro: https://www.instagram.com/mafi_gotasnocharco/Produção e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Manuel Cargaleiro é pintor e ceramista e um dos mais conceituados e internacionais artistas plásticos portugueses. Nascido em 1927, encantou-se pela cerâmica ainda em pequeno. No princípio dos anos 50, começou a participar em mostras e exposições em Portugal. Estudou posteriormente em Itália e França, onde foi uma figura de proa da chamada ‘Escola de Paris'. Em Paris, onde vive ainda parte do tempo, foi representado pela famosa Galeria Albert Loeb e é hoje pela galeria Helene Bailly. Na capital francesa, decorou (por duas vezes) uma das estações centrais do metro. Tem também fundações e museus espalhados por Portugal (Castelo Branco) e Itália. -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com -> Registe-se aqui para ser avisado(a) de futuras edições dos workshops. _______________ Índice: O que leva alguém a tornar-se artista? O que procura transmitir com a sua arte? Max Ernst Como foi ser vizinho de Picasso? Quanto da inspiração do artista vem do inconsciente? Formas de convocar a criatividade? Quanto do talento é inato? A importância de usar a cor certa | Jaime Murteira | Monet Como devemos apreciar uma obra de arte? Onde acaba o artesanato e começa a arte? | As mantas de retalho da Mãe Como evoluiu a sua arte ao longo do tempo? A importância da curiosidade e de ler muito para criar algo de diferente O que é especial na cerâmica? | Cerâmica de Iznik (Turquia) | Terapia com jovens toxicodependentes com barro É verdade que “um quadro nunca está terminado; é apenas abandonado”? _______________ No final da temporada passada, antes da pausa de verão, publiquei, se bem se lembram, um episódio em que respondia a algumas perguntas enviadas por vocês. Uma delas questionava porque é que não tenho abordado muito o tema Arte no podcast. Na altura, tentei explicar porque abordava menos a arte, mas a verdade é que fiquei ‘picado' pela pergunta… Porque não, realmente, trazer um artista ao podcast, mas para uma conversa “à 45 Graus”, em vez das entrevistas de vida que habitualmente fazem em programas de cultura? Entretanto, já há algum tempo que Manuel Cargaleiro, o convidado deste episódio, era um tema de conversa recorrente com o meu amigo Luís Plácido Santos, que é seu amigo. Eu já gostava dos quadros de Cargaleiro, mas o que me chamou a atenção nas conversas com o Luís foi um artista de 96 anos (quase 97) não só manter-se no activo como ter ainda a disposição para fazer novos amigos, mesmo com 60 anos menos do que ele! Como estava a pensar trazer um artista ao 45 Graus, dei por mim a pensar, porque não Cargaleiro? O Luís, simpaticamente, fez a ponte, e o resto… é história -- ou, neste caso, conversa. Manuel Cargaleiro é pintor e ceramista e um dos nossos mais conceituados e internacionais artistas plásticos. Nascido em 1927, encantou-se pela cerâmica ainda em pequeno, e no princípio dos anos 50, começou a participar em mostras e exposições em Portugal. Posteriormente, estudou em Itália e França, onde foi uma figura de proa da chamada ‘Escola de Paris'. Em Paris, onde vive ainda parte do tempo, foi representado pela famosa Galeria Albert Loeb e está hoje na galeria Helene Bailly. A sua obra está também em espaços públicos em Portugal e em França — na capital francesa uma das estações centrais do metro foi duas vezes decorada por si. Cargaleiro tem também fundações e museus espalhados por Portugal (Castelo Branco) e Itália. Na nossa conversa, falámos sobre a vida e obra do convidado, dos mistérios da inspiração e da criatividade na arte e de arte em geral. Estes temas entrecruzam-se, e fomos avançando e regressando aos assuntos; por isso desta vez deixo na descrição do episódio apenas a lista de tópicos que abordámos, sem os marcadores de tempo habituais. Comecei por perguntar a Cargaleiro o que leva alguém a tornar-se artista? Daí, falámos da sua obra, de como foi ser vizinho de um Picasso já consagrado (e porque nunca chegou a meter conversa com ele!), dae hábitos de trabalho e do papel do inconsciente na criatividade. Falámos também de arte concreta: como é que um artista decide, por exemplo, as cores certas para usar num quadro? Neste ponto, Cargaleiro citou o pintor francês Monet, fundador do impressionismo. E é curioso, porque é justamente de Monet o quadro (‘O lago Waterlily com a ponte japonesa') que é o postal mais vendido na loja de recordações de um dos principais museus do Mundo, o Metropolitan Museum em Nova Iorque. Não será por acaso… Perguntei-lhe também como devemos nós, público, apreciar uma obra de arte, e sobre o que distingue um objecto artístico de simples artesanato. Esta pergunta veio a propósito de umas mantas de retalho que a Mãe de Cargaleiro tecia, sem qualquer pretensão, mas muito originais, que ele mais tarde divulgou e tornou famosas. Falámos também de outras formas de arte e do seu interesse original pela cerâmica. No final, perguntei-lhe se partilha da angústia perfeccionista de tantos pintores ao longo da história em dar uma obra por terminada. Ao longo desta conversa com Manuel Cargaleiro, embora tenhamos falado da sua vida e obra, tentei seguir (para voltar à minha resposta à pergunta do ouvinte) a abordagem de sempre no 45 Graus -- neste caso: falar do tema, Arte, de uma perspectiva ampla e tentando tirar da experiência do convidado alguns princípios gerais. No caso de Cargaleiro, ouvindo-o descrever o seu percurso, houve sobretudo dois aspectos que me chamaram a atenção como tendo provavelmente contribuído muito para o carácter criativo e inovador da sua obra. O primeiro, o facto de, em miúdo, ter passado horas a fio a observar a flora da zona em que vivia, a absorver todo o detalhe a cambiantes de cores da natureza -- que a comuns mortais como eu passam completamente ao lado. O 2º aspecto que, suspeito, ajudou muito a torná-lo um artista diferenciador é o facto de ter sido sempre (e continuar a ser) alguém imensamente curioso: ao longo da vida, leu avidamente sobre diferentes assuntos (muito para lá da pintura e da cerâmica) e deu-se sempre com todo o tipo de gente, sempre disposto a conhecer pessoas novas. Esta curiosidade e diversificação de interesses está mais do que provada que está associada à criatividade (se tiverem interesse, recomendo o livro Range de David Epstein) e suspeito que a obra de Cargaleiro vive também muito disso. ______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Francisco Hermenegildo, Ricardo Evangelista, Henrique Pais João Baltazar, Salvador Cunha, Abilio Silva, Tiago Leite, Carlos Martins, Galaró family, Corto Lemos, Miguel Marques, Nuno Costa, Nuno e Ana, João Ribeiro, Helder Miranda, Pedro Lima Ferreira, Cesar Carpinteiro, Luis Fernambuco, Fernando Nunes, Manuel Canelas, Tiago Gonçalves, Carlos Pires, João Domingues, Hélio Bragança da Silva, Sandra Ferreira , Paulo Encarnação , BFDC, António Mexia Santos, Luís Guido, Bruno Heleno Tomás Costa, João Saro, Daniel Correia, Rita Mateus, António Padilha, Tiago Queiroz, Carmen Camacho, João Nelas, Francisco Fonseca, Rafael Santos, Andreia Esteves, Ana Teresa Mota, ARUNE BHURALAL, Mário Lourenço, RB, Maria Pimentel, Luis, Geoffrey Marcelino, Alberto Alcalde, António Rocha Pinto, Ruben de Bragança, João Vieira dos Santos, David Teixeira Alves, Armindo Martins , Carlos Nobre, Bernardo Vidal Pimentel, António Oliveira, Paulo Barros, Nuno Brites, Lígia Violas, Tiago Sequeira, Zé da Radio, João Morais, André Gamito, Diogo Costa, Pedro Ribeiro, Bernardo Cortez Vasco Sá Pinto, David , Tiago Pires, Mafalda Pratas, Joana Margarida Alves Martins, Luis Marques, João Raimundo, Francisco Arantes, Mariana Barosa, Nuno Gonçalves, Pedro Rebelo, Miguel Palhas, Ricardo Duarte, Duarte , Tomás Félix, Vasco Lima, Francisco Vasconcelos, Telmo , José Oliveira Pratas, Jose Pedroso, João Diogo Silva, Joao Diogo, José Proença, João Crispim, João Pinho , Afonso Martins, Robertt Valente, João Barbosa, Renato Mendes, Maria Francisca Couto, Antonio Albuquerque, Ana Sousa Amorim, Francisco Santos, Lara Luís, Manuel Martins, Macaco Quitado, Paulo Ferreira, Diogo Rombo, Francisco Manuel Reis, Bruno Lamas, Daniel Almeida, Patrícia Esquível , Diogo Silva, Luis Gomes, Cesar Correia, Cristiano Tavares, Pedro Gaspar, Gil Batista Marinho, Maria Oliveira, João Pereira, Rui Vilao, João Ferreira, Wedge, José Losa, Hélder Moreira, André Abrantes, Henrique Vieira, João Farinha, Manuel Botelho da Silva, João Diamantino, Ana Rita Laureano, Pedro L, Nuno Malvar, Joel, Rui Antunes7, Tomás Saraiva, Cloé Leal de Magalhães, Joao Barbosa, paulo matos, Fábio Monteiro, Tiago Stock, Beatriz Bagulho, Pedro Bravo, Antonio Loureiro, Hugo Ramos, Inês Inocêncio, Telmo Gomes, Sérgio Nunes, Tiago Pedroso, Teresa Pimentel, Rita Noronha, miguel farracho, José Fangueiro, Zé, Margarida Correia-Neves, Bruno Pinto Vitorino, João Lopes, Joana Pereirinha, Gonçalo Baptista, Dario Rodrigues, tati lima, Pedro On The Road, Catarina Fonseca, JC Pacheco, Sofia Ferreira, Inês Ribeiro, Miguel Jacinto, Tiago Agostinho, Margarida Costa Almeida, Helena Pinheiro, Rui Martins, Fábio Videira Santos, Tomás Lucena, João Freitas, Ricardo Sousa, RJ, Francisco Seabra Guimarães, Carlos Branco, David Palhota, Carlos Castro, Alexandre Alves, Cláudia Gomes Batista, Ana Leal, Ricardo Trindade, Luís Machado, Andrzej Stuart-Thompson, Diego Goulart, Filipa Portela, Paulo Rafael, Paloma Nunes, Marta Mendonca, Teresa Painho, Duarte Cameirão, Rodrigo Silva, José Alberto Gomes, Joao Gama, Cristina Loureiro, Tiago Gama, Tiago Rodrigues, Miguel Duarte, Ana Cantanhede, Artur Castro Freire, Rui Passos Rocha, Pedro Costa Antunes, Sofia Almeida, Ricardo Andrade Guimarães, Daniel Pais, Miguel Bastos, Luís Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira
Filho de um funcionário da CP e de uma costureira, ainda hoje não sabe nadar devido a um trauma pelo qual passou ainda menino, tinha quatro anos. Regressa aos seus dias de infância com o saudosismo dos dias intermináveis em que jogava a barra e com o peão, da amizade "genuína" entre as pessoas e do dinheiro que se fazia esticar para se encontrar comida em cima da mesa. Estudou até à quarta classe e com 11 anos apenas lançou-se à vida. Ganhava, em dinheiro de hoje, 50 cêntimos por mês. Foi litógrafo e um faz tudo. Até jogador de futebol. E bom. Dizia, quem o conhecia, que ficou por se fazer um grande jogador de futebol. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estudou engenharia civil na bela FEUP e lá trabalhou como bolsei de investigação durante um ano. No entanto, deixou tudo o que dava como certo e foi trabalhar para Moçambique. Esta experiência como emigrante, e o voltar a Portugal para morar sozinha, despertou na Sofia Manuel uma paixão que desconhecia até então: as plantas.Mais conhecida como A Tripeirinha, a Sofia partilha com o mundo o que sabe, como vive, como cuidar e como construir uma vida feliz. Rodeada dos verdes e da família.Convosco, a planta-mor... Sofia Manuel!Aprendam a tratar das vossas plantinhas com @atripeirinha
Viveu a sua infância e adolescência, até aos seus 18 anos, por terras transmontanas. Desde aí mora em Braga, onde se licenciou em engenharia biológica e se especializou mais tarde em sistemas de gestão de qualidade e ambiente.É casada e tem 4 filhos que a motivam a dar o seu melhor, mesmo no meio do turbilhão de alguns dias mais caóticos. Em 2010 aventurou-se nos caminhos do empreendedorismo e uma lançou a marca dedicada a desenvolver produtos e serviços especializados em agricultura urbana. 6 anos depois, não deu certo e recomeça do zero.Em 2017, depois da filha mais nova nascer, lança novo projeto com marca mais pessoal: CULTIVOS DA CASEIROÉ autora do livro “jardim de ervas aromáticas”, calendário vitalício da horta nas 4 estações e a Minha horta em casa.É formadora há quase 20 anos, em temáticas relacionadas com a gestão ambiental e boas práticas de sustentabilidade.Desde 2013 realiza vários workshops e palestras na área da agricultura biológica urbana e jardinagem ecológica.Criou o curso online “Horta urbana” e o de “Hortas aromáticas em vaso” e a ACADEMIA DA horta e JARDIM. Interessa-se pelas práticas de yoga, pilates, meditação e medicina Ayurveda. Adora convívios e tocar viola e cantar em convívios de família e amigos. Estudou piano e canto lírico e atuou em vários eventos.Hoje N'a Caravana trago um cheirinho maravilhoso de campo e de esperança, a bordo Susana Caseiro.Podem seguir a Susana Caseiro: https://www.instagram.com/susana__caseiro/?hl=enProdução e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Conheça o nosso e-book: Aprenda a “Treler” Notícias. www.treler.com.br === Poxa! O sujeito estudou em Harvard! Houve um tempo em que só isso seria motivo para ‘pagar um pau' para a pessoa. Hoje, depois de tantas informações que surgiram após a derrubada dos critérios étnicos (sendo gentil) para aprovação de estudantes nas universidades americanas, recentemente decidida pela Suprema Corte americana… taí.. andamos muito menos impressionados com esta informação. === Para quem desejar apoiar a nossa causa de liberdade de expressão e informação, muito além da imprensa tradicional, visite o nosso programa de apoio: apoia.se/saindodabolha. Contribua pelo Pix Silikast: 1f28519c-9458-46ad-b5bb-429fb366229e
Neste episódio, Renata Capucci e Maria Scodeler recebem Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e Tenisson Oliveira Boa Sorte, pai do Jerônimo, desaparecido há quatro anos.
Começou por ter o sonho de tratar crianças. Estudou Grávidas, Bebés e Crianças e Ortodontia. Dedicada a ser Mãe e Dentista continuava com dúvidas. Só que desta vez o problema, era em casa. Continuou a estudar e pesquisar. Estudou fisiologia e função, com a Ortopedia Funcional dos Maxilares e a Reabilitação Neuro-Oclusal. Assim chegou à Respiração e fez nascer o Instituto Respirar quando percebeu que o problema era transversal a toda a sociedade. Até porque se calcula que cerca de 70% da população mundial respira mal Começou a participar em palestras para Pais, Professores, Cuidadores e Profissionais de Saúde.Diariamente ensina Hábitos de Vida saudáveis e compatíveis com o meio ambiente de cada um de forma a reduzir ao máximo o seu problema sem fármacos nem abordagens invasivas. A bordo N'a Caravana, Rita Sousa Tavares.Podem seguir a Rita: https://www.instagram.com/rita.sousatavares/Produção e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR ONDE ELA ESTUDOU A FL ANTES DE VIRAR FAIXA-PRETA | ERICO ROCHA by Erico Rocha