POPULARITY
Categories
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Hospital Santa Cruz integra rede estadual de ambulatórios para tratamento de feridas crônicas* Legislativo reconhece Altemir Melo como Cidadão Vera-cruzense* Festa de São João Batista vai ter celebrações religiosas e programação junina em Santa Cruz* Em destaque na segurança pública: Colisão frontal deixa motorista ferido na RSC-287, em Santa Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Hospital Santa Cruz integra rede estadual de ambulatórios para tratamento de feridas crônicas* Legislativo reconhece Altemir Melo como Cidadão Vera-cruzense* Festa de São João Batista vai ter celebrações religiosas e programação junina em Santa Cruz* Em destaque na segurança pública: Colisão frontal deixa motorista ferido na RSC-287, em Santa Cruz
País importa mais de 85% de seu combustível e precisa de dólares; por isso, primeiro-ministro fez apelo para que população contenha sua 'sede por ouro'.
País importa mais de 85% de seu combustível e precisa de dólares; por isso, primeiro-ministro fez apelo para que população contenha sua 'sede por ouro'.
Sermão para o III Domingo depois da PáscoaPadre Raul Regula, IBP.27/04/2026Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos – Belém/PA
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou uma operação para desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 338 milhões. Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em endereços na zona norte e oeste da cidade. Segundo as investigações, o grupo possui pelo menos 25 integrantes e usava empresas fictícias e saques fracionados para dificultar o rastreamento dos recursos. A investigação começou em 2022, após uma instituição financeira relatar um saque de R$ 1 milhão em uma agência bancária. E ainda: Cidadão americano com ebola chega à Alemanha para tratamento.
#oqueachei https://youtu.be/ZzBpNDnKCS4?si=bcbP1FLLEjrVqaoD
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Diretamente de Curitiba, Eu questionei aAdriana Karam. Presidente do Grupo Educacional Opet . Quer assistir o debate completo? Visite https://universidadedoconsumidor.com.br/curso-data-mastery-360@adrianakaram_@uniopet@editoraopet@hevertonsa@universidadedoconsumidor#atendimentoaocliente #experienciadocliente #atendimento #customerexperience #opet
Ninguém duvida que Alfred Hitchcock é um dos maiores cineastas de todos os tempos. Fundamental também para a história do horror, o chamado “Mestre do Suspense” já ganhou um RdMCast especial para chamar de seu, o de número #243, lançado ainda no começo de 2020. Nele, comentamos os maiores clássicos do diretor, de Festim Diabólico (1948) a Os Pássaros (1963). No entanto, percebemos que, mesmo em quase 2h de duração, cometemos grandes injustiças, deixando de fora a carreira inicial do diretor na Inglaterra e alguns dos grandes filmes que dirigiu nos Estados Unidos ao longo dos anos 1940. Portanto, para nos redimir, resolvemos dedicar mais de duas horas para falar sobre os filmes em preto e branco de Alfred Hitchcock. De um suspense mudo que emula Jack o Estripador, passando pelo primeiro filme britânico falado e chegando aos anos 1930, onde a tensão do período eclode em desconfiança e elaboradas tramas de espionagem, vamos até discussões durante e após a Segunda Guerra Mundial nos anos 1940, com uma rede de nazistas infiltrados no Rio de Janeiro. Dê play neste RdMCast especial com doses esperadas de assassinatos, acusações falsas e mulheres loiras, e receba uma dose inesperada de safadeza e talaricagem, transmitidas pelo peculiar humor britânico que era característico de Hitchcock. Mas preste atenção, o futuro da humanidade pode depender de que você consiga decorar esta mensagem escrita em código.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:O Inquilino/The Lodger (1927) – PlexChantagem e Confissão/Blackmail (1929) – PlexAssassinato/Murder! (1930) – PlexO Homem que Sabia Demais (1934)39 Degraus (1935) – PlexAgente Secreto (1936)Sabotagem (1936) – PlexJovem e Inocente (1937)A Mulher Oculta (1938) – PlexRebecca, a Mulher Inesquecível (1940)Correspondente Estrangeiro (1940)Suspeita (1941)Sabotador (1942)A Sombra de uma Dúvida (1943)Um Barco e Nove Destinos/Lifeboat (1944)Quando Fala o Coração/Spellbound (1945)Interlúdio/Notorious (1946)Pacto Sinistro/Strangers on a Train (1951) O Homem Errado (1956)Citações off topic:A Sucessora (livro, 1934)Dirty Dancing: Ritmo Quente (1987)Intriga Internacional (1959)Cidadão Kane (1941)Soberba (1942)A Princesa e o Plebeu (1953)O Sol é para Todos (1962)A Profecia (1976)Círculo do Medo (1962)Festim Diabólico (1948)Disque M para Matar (1954)Janela Indiscreta (1954)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #243 – Especial Alfred HitchcockRdMCast #548 -Horror da Vida Real: Incêndios e a Guerra Civil LibanesaRdMCast #525 – Especial Scream Queens: Barbara SteeleRdMCast #453 – A franquia A Profecia: é tudo para você, Damien!RdMCast #303 – Cabo do MedoSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
O Instituto Mário Penna realiza, no dia 25 de junho, o 4º Jantar Beneficente em prol da vida. Para participar, envie um e-mail para eventos@mariopenna.org.br ou entrar em contato pelo telefone (31) 3299-9310. Fundação Hemominas faz um apelo para doação de sangue. Os agendamentos para doação podem ser feitos pelo aplicativo ‘MG app Cidadão’ ou pelo site: mg.gov.br . See omnystudio.com/listener for privacy information.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lucas Papais - Diretor de Atendimento ao Cidadão do DetranSP - CNH Digital
Lucas Papais - Diretor de Atendimento ao Cidadão do DetranSP - CNH Digital
Lucas Papais - Diretor de Atendimento ao Cidadão do DetranSP - CNH Digital
Marcos Sanluis entrevista a Alberto Pérez, voceiro do colectivo cidadán de Cee que loita para que non pechen os cines da localidade
Denúncia de pai de aluno com diabetes sobre suposta merenda escolar em Poranga gera polêmica; suspeito de importunação sexual em metrô é preso em flagrante na Grande Fortaleza; incêndio em residência na zona rural de Poranga.
Bloco 1 - Irã - Primeiras rodadas de negociações fracassam e Trump manda fechar o outro lado do estreito de Hormuz. Novas negociações previstas para os próximos dias.- Líbano - Embaixadores de Israel e Líbano se encontram para negociar. EUA informa a Israel sobre cessar-fogo de 10 dias.- Gaza - segunda etapa do cessar-fogo não avança e impasse está colocado. Cidadãos de Gaza continuam pagando com vidas. Bloco 2- Netanyahu manda mensagem gravada para a televisão e começa a ser boicotado pelos canais de TV.- Pesquisas mostram queda de apoio à guerra e descontentamento com o seu resultado da guerra.- Festividade oficial do Dia de Independência tem muita polêmica e convidados que apoiam o governo.- David Zini chefe do Shin Bet, dá parecer para Netanyahu não depor- Roman Goffman, secretário militar de Netanyahu é escolhido novo chefe do Mossad. - Bagatz debate afastamento de Ben Gvir.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalEpisódio #350 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) participou, nesta quarta-feira, 8, do ciclo de palestras promovido pelo Instituto Federal do Acre (Ifac), Campus Xapuri, com apoio do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), como parte do projeto “Educação Cidadã”. A atividade integrou outras ações de serviços eleitorais ofertadas à comunidade, que seguem até quinta-feira, 9.
Papa Leão XIV a caminho de Angola para uma visita de três dias. O líder da Igreja Católica vai passar por Luanda, pelo Santuário de Muxima e por Saurimo, na Lunda Sul. Cidadãos esperam que Papa aborde questões dos direitos humanos, mas também a situação social e política em Angola.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Start Eldorado de hoje, você vai conhecer uma iniciativa que mostra, na prática, como a tecnologia transforma vidas e aproxima até mesmo quem está em situação de total vulnerabilidade em relação a seus direitos. Usando análise de dados e Inteligência Artificial, a cidade de Taubaté (interior de SP), reconhecida e premiada como smart city, colocou em prática um projeto inovador para aproximar a população mais desassistida do acesso à saúde, educação e benefícios sociais: nasceu o CRAS Social, levando informação, orientação e serviços diretamente para a palma da mão do cidadão, de forma proativa e baseada em dados. A ideia surgiu de uma constatação: mesmo em situação de dificuldade, a maioria das famílias procura manter o acesso ao celular e à internet. A ferramenta também ajuda a gestão pública a ser mais eficiente, reunindo informações estratégicas para melhorar políticas sociais e combater fraudes, um passo importante rumo a cidades cada vez mais inteligentes e conectadas com a realidade da população. Para falar do tema, o apresentador Daniel Gonzales recebe o coordenador do projeto, o psicólogo social Railel Azevedo. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, em FM 107,3 (para toda Grande SP), site, app e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gosta do podcast? Conheça o Catarse do Mais Que um Filme: https://www.catarse.me/juliagavillanOu me pague um café via pix: julia.gavillan@gmail.comAntes mesmo da famosa transmissão de A Guerra dos Mundos no rádio, Hollywood já estava interessada em Orson Welles. Cria do rádio e apaixonado por teatro, Welles não tinha nenhum interesse real em cinema, além de ganhar dinheiro suficiente para pagar suas dívidas. Nem ele imaginava que seu primeiro longa-metragem se tornaria um divisor de águas em Hollywood. Eu sou Júlia Gavillan e esse é o Mais Que um Filme.
El Foro Cidadán polo Ferrocarril reactivará las movilizaciones este sábado 11 de abril con un viaje a Betanzos, exigiendo mejoras en las líneas ferroviarias que conectan Ferrol con el resto de Galicia. La concentración será a las 8:30 horas en la estación de Ferrol, y el trayecto tendrá un coste de 5 euros por adelantado o 6,60 en taquilla. Posteriormente, se realizarán conferencias informativas en el Ateneo Ferrolán durante abril.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) registrou, por meio do Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC), 605 atendimentos no mês de março de 2026, demonstrando a relevância do serviço no atendimento à população acreana.
Roberta Martinelli conversa com Fernando Catatau sobre a volta do Cidadão Instigado, disco e carreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Isadora Almeida (@almeidadora) e Renan Guerra (@_renanguerra) conversam sobre o retorno de Robyn após oito anos com um novo álbum de inéditas, mergulhar na discografia da cantora e como a artista sueca segue pautando a música pop.Apoie a gente: https://apoia.se/podcastvfsmNão Paro De Ouvir➜ Marina Lima https://tinyurl.com/2mjbjr4p➜ Letrux https://tinyurl.com/bdezan53➜ Fcukers https://tinyurl.com/58hba3a8➜ Cidadão Instigado https://tinyurl.com/338tafcm➜ Sofia Kourtesis https://tinyurl.com/5frc3eme➜ Slim Soledad https://tinyurl.com/fmd32ahs➜ Slayyyter https://tinyurl.com/4eb2dppt➜ Buhr https://tinyurl.com/52ufa6w4➜ Julia Mestre https://tinyurl.com/ytf67xxd➜ Paul McCartney https://tinyurl.com/45mnp93d ➜ Jungle https://tinyurl.com/22d838vt➜ Olof Dreijer https://tinyurl.com/awtumhpm➜ Larinhx https://tinyurl.com/2r9e8bse➜ The Afghan Whigs https://tinyurl.com/yc7cuuz4➜ Leven Kali https://tinyurl.com/mpa2cdzy➜ Antonio Neves e Thiaguinho Silva https://tinyurl.com/22xskbam➜ CA7RIEL & Paco Amoroso https://tinyurl.com/27y8sucn➜ Mclusky https://tinyurl.com/y68528st Você Precisa Ouvir Isso➜ Nuremberg (Cinemas)➜ Queerpanorama (Cinemas)➜ Vanguart (2007)➜ Clássicos VFSM: "Kala", M.I.A. http://tinyurl.com/2s7vb8re➜ Mob Psycho 100 (Crunchyroll, Netflix)Playlist Seleção VFSM: https://bit.ly/3ETG7oEContato: sobremusicavamosfalar@gmail.com
O Pautas Femininas desta semana debate a proposta que criminaliza a misoginia no Brasil, entendida como o ódio, a aversão ou a discriminação contra mulheres. O programa mostra como uma sugestão legislativa apresentada por uma cidadã no portal e-Cidadania, que recebeu mais de 20 mil apoios, se transformou em projeto de lei aprovado pelo Senado. A proposta prevê penas de reclusão e multa para casos de ofensas, incitação ao ódio e discriminação motivadas por gênero. O programa destaca o posicionamento da senadora Ana Paula Lobato, do PSB do Maranhão, autora do projeto, que defende a medida como resposta ao crescimento da violência contra as mulheres e ao discurso de ódio, especialmente nas redes sociais. A entrevistada da edição é a psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello, autora da ideia legislativa original. Ela explica o conceito de misoginia, os impactos desse tipo de violência na sociedade e os avanços que a tipificação pode trazer para a proteção das mulheres.
Raul Fritsch, vereador em Santa Cruz do Sul (Republicanos), e Luís Carlos Dhiel, diretor-presidente do Grupo Arauto de Comunicação, participaram do Direto ao Ponto. Diretor-presidente do Grupo Arauto é homenageado com título de Cidadão Santa-cruzense.
Raul Fritsch, vereador em Santa Cruz do Sul (Republicanos), e Luís Carlos Dhiel, diretor-presidente do Grupo Arauto de Comunicação, participaram do Direto ao Ponto. Diretor-presidente do Grupo Arauto é homenageado com título de Cidadão Santa-cruzense.
Agora já pode tratar dos seus Certificados de Aforro em doze Espaços Cidadão. Pode subscrever, resgatar ou atualizar os seus dados perto de casa. Tratar das suas poupanças ficou mais fácil. Saiba mais em gov.ptSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (15): A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá emitiu um alerta urgente recomendando que todos os cidadãos norte-americanos deixem o Iraque imediatamente. A medida ocorre após um ataque com mísseis e drones atingir a sede diplomática, resultando em incêndios no complexo. O Departamento de Estado elevou o alerta de viagem para o Nível 4, o mais alto da escala, citando riscos graves de terrorismo, sequestros e conflitos armados. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira a reunião de dois dias para definir a taxa básica de juros da economia, a Selic. Atualmente em 15% ao ano, a taxa é o principal instrumento do Banco Central para o controle da inflação. O anúncio da decisão oficial e o comunicado do comitê serão divulgados ao final da tarde desta quarta-feira. O governo federal e agências de turismo acompanham com preocupação o agravamento dos conflitos no Oriente Médio, especialmente as tensões envolvendo o Irã. O maior temor é o impacto na malha aérea internacional, uma vez que cidades como Doha, Dubai e Istambul são hubs fundamentais para brasileiros em rotas para a Ásia e Oriente Médio. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha aponta que 71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala de trabalho 6x1, na qual o trabalhador tem apenas uma folga após seis dias de serviço. O levantamento mostra um amplo apoio popular à proposta que visa reduzir a jornada semanal, atualmente em discussão no Congresso Nacional. Entre os entrevistados, a maioria acredita que a mudança traria melhorias na qualidade de vida e na saúde mental. O sistema penitenciário federal é conhecido por um dos protocolos de segurança mais rigorosos do mundo. Destinado a líderes de facções e presos de alta periculosidade, o regime inclui isolamento em celas individuais de cerca de 7 m², monitoramento por câmeras 24 horas e banho controlado por horários predeterminados. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, transferido para a Penitenciária Federal de Brasília, enfrenta essa rotina de exceção. Um detento do sistema prisional brasileiro chamou a atenção ao alcançar a marca de 880 pontos na prova de redação do Enem PPL (Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade). Com o resultado, o interno agora pode utilizar a nota para ingressar no ensino superior. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles comenta a previsão do mercado financeiro de que a taxa Selic deve ser mantida em 15%. Meirelles analisa o cenário de juros e destaca a influência dos combustíveis nos índices oficiais, afirmando que "tudo é impactado pelo preço do diesel". O aumento sucessivo no preço dos combustíveis tem gerado impacto direto no orçamento do consumidor brasileiro. Além do gasto maior para abastecer, a alta do diesel e da gasolina reflete no preço final de produtos e serviços, elevando o custo de vida. Especialistas apontam que a pressão sobre os transportes e a logística encarece desde a cesta básica até o frete, obrigando o consumidor a reajustar gastos essenciais para equilibrar as contas no fim do mês. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou decisões recentes do Judiciário que interferem em políticas da administração municipal. Ao comentar declarações da ministra Cármen Lúcia sobre a gestão pública, Nunes afirmou que "se juiz quer governar, que seja eleito", defendendo a separação dos poderes. O prefeito argumenta que o papel de formular e executar políticas públicas cabe ao Executivo, eleito pelo voto popular, e que a judicialização excessiva prejudica o andamento da cidade. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Alberto Gonçalves comenta o preço dos combustíveis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enrevistas mostram que os americanos escolhem o país por ser seguro, com clima ameno, bons espaços para cultura e desporto, serviços de saúde que tratam e muito boa gastronomia.
Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Renan Guerra (@_renanguerra) e Nik Silva (@niksilva) embarcam na nave para conversar sobre a carreira, os números e o impacto de Xuxa na Música Brasileira. Apoie a gente: https://apoia.se/podcastvfsmNão Paro De Ouvir➜ Pick a Piper https://tinyurl.com/mr279rwd➜ Djavan & Zé Miguel Wisnik https://tinyurl.com/5b7hmnn8➜ Tori Amos https://tinyurl.com/2ssb7u7w➜ Rubio https://tinyurl.com/mrfamxrm➜ Fausto Fawcett & Chelpa Ferro https://tinyurl.com/y4ayvtyh➜ Thundercat https://tinyurl.com/2ftcnr37➜ American Football https://tinyurl.com/3wuw6m22➜ Jordan Rakei https://tinyurl.com/43xm4aeh➜ Antonio Neves & Thiaguinho Silva https://tinyurl.com/55w7bctp➜ Mombojó https://tinyurl.com/45ah6fe2➜ Chococorn And The Sugarcanes https://tinyurl.com/ya3axbd6➜ Cidadão Instigado https://tinyurl.com/38se32k9➜ Gorillaz https://tinyurl.com/msd7u3s9➜ Mitski https://tinyurl.com/b4nm5dwa➜ Bill Callahan https://tinyurl.com/4d9xj7mx➜ Twisted Teens https://tinyurl.com/54y5uc5f➜ Lello Bezerra https://tinyurl.com/5d8ymm9x Você Precisa Ouvir Isso➜ My Hero Academia (Netflix)➜ Jill Scott: Tiny Desk Concert https://tinyurl.com/u2hf7dwv➜ Queens Of The Dead, de Tina Romero (Cinemas)Playlist Seleção VFSM: https://bit.ly/3ETG7oEContato: sobremusicavamosfalar@gmail.com
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Governo moçambicano anuncia falta de verbas para o 13.º salário. Funcionários públicos reagem com indignação. Cidadão turco detido em Moçambique após pedido de extradição da Turquia vai aguardar julgamento em liberdade, mas caso continua nos tribunais. No norte da Tanzânia, novas reservas de caça para turismo estão a deslocar comunidades Maasai.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (08/01/2026): Um processo administrativo do INSS, de novembro passado, analisando a regularidade do acordo de cooperação técnica com o Banco Master, alega haver um cenário de irregularidades sistemáticas nas operações de crédito da instituição financeira. O documento, enviado para a presidência do INSS pela Diretoria de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão e pelos coordenadores de pagamento e gestão de benefícios, afirma que o Master deixou de apresentar 251.718 documentos que comprovassem contratos de crédito consignado firmados. E mais: Política: CPI fará nova investida para convocar Lulinha; PF diz que terá atuação técnica Internacional: EUA dizem ter plano de 3 fases para Venezuela, incluindo transição política Metrópole: Mesmo com chuva, Cantareira deve continuar em nível de alerta neste anoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump afirma que Delcy Rodríguez, Presidente interina da Venezuela, pode vir a pagar um preço “mais alto que o de Maduro”, caso não apoie os objetivos do seu governo. Emitidos avisos de onda de calor intensa para quatro estados da Austrália, com previsões de temperaturas superiores a 40 graus nos próximos dias. Cidadã portuguesa entre as 40 vítimas mortais do incêndio no bar Le Constellation, na estância de ski suíça de Crans-Montana. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.
Neste episódio do Imigrante Rico Podcast, Chay Dias conversa com Sal Dias, fundador da Unique Renovations, empresa de construção na Flórida, e general contractor que construiu a própria história na América em cima de resiliência, fé e trabalho duro.De Minas Gerais para os Estados Unidos, passando por mecânica, construção, estrada, acidentes, depressão, dívidas de 187 mil dólares e recomeços sucessivos, Sal abre o jogo sobre o que é, na prática, construir uma vida e um negócio sólido na América mesmo com limitação física, dor diária e todos os motivos do mundo para desistir.Por que assistir:• Entenda a jornada real de um imigrante que quebrou, recomeçou e hoje lidera uma empresa de construção na Flórida• Veja como transformar limitações físicas e dores crônicas em força mental e propósito• Descubra os bastidores da legalização, do green card e da cidadania americana em um caso cheio de entraves e viradas• Aprenda com os erros e acertos de quem já esteve devendo 187 mil dólares e reconstruiu tudo do zero• Inspire-se com uma visão de sucesso que não é só sobre dinheiro, é sobre caráter, liberdade e ficar em paz com a própria históriaO que você vai aprender:• Como a limitação física do Sal moldou a mentalidade de resiliência dele• O impacto de crises como 11 de setembro e a bolha imobiliária na vida de imigrantes empreendedores• Os caminhos que ele percorreu. mecânico, construção, caminhoneiro, dono de oficina, caminhões e, depois, Unique Renovations• A diferença entre viver como empregado e se tornar self employed, criando as próprias oportunidades• Os bastidores da documentação. anistia, perda de sponsor, transferência de processo para a esposa, green card e cidadania• A visão dele sobre preconceito entre imigrantes e o senso de justiça que o move a defender quem é mais vulnerável• O que é sucesso e riqueza para ele. não dever, ter tudo pago, ter liberdade e manter o caráter intacto #ImigranteRicoEducação #Podcast #ChayDias #SalDias #UniqueRenovations #ConstruçãoNosEUA #GeneralContractor #VidaDeImigrante #ImigranteNosEUA #EmpreenderNosEUA #HistóriasReais #Resiliência #Sucesso #RiquezaDeVerdade #ConstruçãoCivil #Jacksonville #Flórida
O tema abriu o debate no seminário nacional sobre segurança pública, nesta segunda (1º), promovido pelo PT, no Rio de Janeiro. José Dirceu, Benedito Mariano, Marivaldo Pereira e Tarso Genro apresentaram diagnósticos e propostas para enfrentar o crime organizado, reduzir a violência estatal e fortalecer uma política nacional cidadã, democrática e integrada. O boletim traz sonoras exclusivas, com trechos reais e completos dos participantes.Sonoras:
Cidadãos da Guiné-Bissau esperam por resultado das eleições. Observadores dizem que o candidato presidencial Fernando Costa poderá vencer, sem precisar de segunda volta. Em Angola, destaque para o segundo e último dia da Cimeira União Africana-União Europeia. Europa e África querem reforçar a cooperação e facilitar aos africanos o acesso a créditos para o financiamento e projetos comuns.
O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, admite ter usado um ferro de solda com o intuito de soltar a tornozeleira eletrónica. A Austrália responsável por conduzir as negociações preliminares da COP-31, em conjunto com os países do Pacífico. Cidadãos estão a ser alertados devido ao ciclone tropical Fina, que se desloca para oeste, após ter afetado comunidades no Território do Norte. Na Fórmula 1, os pilotos da McLaren, Lando Norris e Oscar Piastri, foram desclassificados do Grande Prémio de Las Vegas mais de quatro horas após o final da corrida.
Sonhos videntes, cartoes perdidos e pantufas
A Provedoria de Justiça foi ver como estavam a ser aplicadas as suas recomendações sobre o atendimento a cidadãos nos serviços públicos e voltou a descobrir falhas importantes. É o costume, diríamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.