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Ruy Seabra, selecionador que teve de começar a reconstruir a seleção em 1986, recorda em entrevista os dois convites de Silva Resende, a quem ameaçou chamar "o maior aldrabão"; a importância de Manuel Fernandes, Veloso e Shéu, que aceitaram ser convocados quando os jogadores de Saltillo recusaram; o defesa que não sabia passar a bola; a saga da "Seleção dos Pobres"; e a relação com os clubes: "Não perdíamos tempo com o Benfica, não valia a pena."See omnystudio.com/listener for privacy information.
TEMPO DE REFLETIR 01790 – 9 de junho de 2026 Lucas 5:9 – Pois ele e todos os seus companheiros estavam perplexos com a pesca que haviam feito. Ambiente de beira-mar. O mar azul e translúcido. Você escuta as ondas em marola quebrando preguiçosamente na praia, ou dando “tapinhas” no casco dos barcos. Sente em seu rosto o ar salgado. Um cheiro forte de peixe e restos de peixe. Ao caminhar pela areia grossa, você vê conchas quebradas, barracas abandonadas com areia acumulada à entrada. Mais adiante, vê pescadores que limpam as redes dos sargaços e de peixes que ninguém comprava. Acabavam de chegar de uma noite de pesca fracassada. Eram dois pares de irmãos, sócios de uma pequena companhia pesqueira. Mas aquela seria uma manhã diferente, porque Jesus subiria com eles no barco. Ele utiliza coisas comuns para realizar coisas incomuns. Utilizou os instrumentos e o barco deles para demonstrar o que pode ser feito quando nos colocamos em Suas mãos. O mundo vê fracasso nas redes vazias. Jesus vê oportunidades. Às vezes, fracassamos justamente onde tínhamos a certeza de que nos sairíamos bem ou em nossa área de maior conhecimento. Jesus mostra aquilo que podemos fazer quando obedecemos ao Seu mandado. Ele está sempre animando e dando uma segunda oportunidade. Apesar de dizerem: “Já demos tudo o que podíamos”, Jesus os convidou a ir além do que sua limitada visão do poder divino conseguia ver. Ele quer nos tirar da comodidade, da segurança e das limitações que nos autoimpusemos. Ele diz: “Seu potencial é bem maior do que você pensa.” O desafio era o alto-mar, o risco, o desconhecido. Jesus esconde Suas surpresas até que O sigamos. Não havia detector de cardumes, as águas do mar não resplandeceram, nem as redes brilharam. A surpresa não veio até o momento em que se atreveram a lançar novamente as redes. Ao ver as redes cheias, Pedro percebeu que estava na presença do Senhor que tudo pode, e reconheceu sua impureza: “Afasta-Te de mim, Senhor, porque sou um pecador” (v. 8). Hoje você estará no seu trabalho, fazendo coisas comuns e incomuns, e poderá ter um dia banhado pela graça de Deus. Se seguirmos Sua palavra, o dia terá sido de boas surpresas. Por que não convidar Jesus a entrar no seu barco hoje? Vamos orar? Grande Deus e Pai: obrigado por Tua graça maravilhosa. Por favor, entre no barco de nossa vida. Tome conta de todas as coisas, Pai. Transforma tudo do Teu jeito. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
No centenário da morte de Claude Monet, a França transforma Giverny, famoso vilarejo da Normandia que abrigou o pintor, em palco de revisões críticas sobre o nascimento do impressionismo. A exposição Antes das Ninféias: Monet descobre Giverny (1883–1890) desloca o foco das telas consagradas para o risco e as escolhas de um artista que rompeu com o academicismo. A mostra revela como paisagem, luz e técnica redefiniram a pintura moderna, num gesto que ainda hoje molda nosso modo de ver a arte. Há um século, morria Claude Monet, o mais famoso dos impressionistas. O pintor é homenageado em 2026 com várias exposições e eventos comemorativos que se multiplicam na França – em Paris, Le Havre e Giverny – , e também em outros países. Autor das mundialmente célebres Ninféias (série de pinturas de vitórias-régias e jardins aquáticos), ele sucumbiu em 5 de dezembro de 1926 a um câncer de pulmão. Monet fumava muito e era conhecido por manter hábitos alimentares bastante particulares – costumava comer andouillette no café da manhã, um tipo de embutido tradicional francês feito com tripas de porco ou de boi, acompanhado de uma taça de vinho branco. Ele morreu, aos 86 anos, em seu ateliê-jardim em Giverny, cercado por suas últimas telas e pelas flores que tanto amava. “Ele cai literalmente entre suas obras e o jardim, que era ao mesmo tempo espaço de vida e de trabalho”, observa Marie Delbarre, assistente de pesquisa do Museu dos Impressionismos de Giverny e co-curadora da mostra. Para ela, o dado biográfico não é anedótico, mas ajuda a entender a "fusão radical entre arte e natureza" que define Monet. Delbarre lembra que o pintor convivia com excessos e possuía uma notória instabilidade emocional. “Era alguém extremamente determinado, mas atravessado por momentos reais de desespero”, afirma, citando cartas em que Monet relata humilhações financeiras e até uma tentativa confusa de suicídio – por afogamento, sendo que ele era exímio nadador. Longe do gênio sereno das reproduções de calendário, emerge em Giverny um artista tenso, obsessivo e muito exigente consigo mesmo. Temperamento explosivo Esse temperamento explosivo também deixava marcas físicas. “Quando não estava satisfeito, ele destruía telas a golpes de bota ou queimava pinturas no jardim”, conta Delbarre. A fúria não era teatral, mas fazia parte de um método em que nada podia sobreviver sem atender ao rigor absoluto da luz certa. Para Marie Delbarre, há um consenso fundamental quando se observa a obra de Claude Monet: mais do que buscar uma reprodução fiel da realidade, o pintor se empenhou em apreender os efeitos da luz natural. “Essa foi a grande paixão de Monet, à qual ele dedicou toda a vida”, afirma. Definir o impressionismo, no entanto, é tarefa menos simples. Segundo ela, trata‑se de um movimento que não nasceu de um manifesto artístico, como ocorreu com o futurismo. "O grupo reunia personalidades artísticas muito distintas, o que torna difícil formular uma definição única e rigorosa que dê conta, ao mesmo tempo, de Monet e de seus pares", afirma. O que foi, afinal, o impressionismo Definir o impressionismo nunca foi, de fato, simples. “Não é um movimento teorizado pelos artistas”, explica Delbarre. O termo nasce do olhar crítico – muitas vezes hostil – de jornalistas e comentaristas da época, a partir do quadro Impression, soleil levant (1872), onde Monet representa o porto de Le Havre, cidade francesa onde o artista passou a infância. Mais do que um programa, havia afinidades e tensões entre personalidades muito diferentes. Monet, Renoir, Degas e Caillebotte nem sempre pintavam a mesma coisa. “Com Monet, o paisagem é central; com Renoir, as figuras humanas ocupam outro lugar”, diz a curadora. O ponto comum estava na recusa ao modelo acadêmico e na aposta na experiência direta do mundo visível, sem idealizações históricas ou mitológicas. Vale lembrar que até meados do século XIX, a grande pintura europeia exaltava cenas bíblicas, heróis antigos e narrativas literárias. O impressionismo rompe esse pacto. “Eles pintam o lazer moderno, o trem a vapor, a cidade, o campo visto como campo”, sintetiza Delbarre. A luz como problema central Se há um eixo incontornável no impressionismo, trata-se da luz. “Captar os efeitos da luz natural foi a grande paixão de Monet, à qual ele dedicou a vida inteira”, afirma a pesquisadora. Isso explica tanto as séries – como catedrais, fardos de feno ou, depois, as Ninféias – quanto a obsessão por pintar sob condições específicas, às vezes impraticáveis. As cores chocavam. “Eram mais puras, mais vivas, com uma pincelada visível que antes ficava restrita ao esboço”, explica Delbarre. Aos olhos dos contemporâneos, parecia descuido ou afronta. “O público recebia aquilo como um balde de tinta no rosto”, diz, sem exagero. Vista hoje em museus, a pintura impressionista ainda se impõe. “Quando colocada ao lado de uma obra acadêmica, parece irradiar luz da parede”, observa a curadora. O efeito não era acidental, mas fruto de uma escolha técnica e estética coerente. Fora do Salão de Arte, contra o sistema Ser recusado pelo Salão oficial de Paris significava quase desaparecer. “Era praticamente o único meio de se tornar conhecido por público e colecionadores”, lembra Delbarre, ao se referir à principal exposição artística organizada pela Academia francesa desde 1667, que ditava o gosto oficial e consagrava carreiras entre os séculos XVIII e XIX. Monet e seus amigos sabiam o risco que corriam ao desafiar o júri, dominado por professores ligados ao neoclassicismo. A pintura ao ar livre era vista como heresia. “Uma inconsistência total”, resume ela. Herdada em parte da Escola de Barbizon, pioneira na prática de pintar ao ar livre, valorizando paisagens comuns, campos, florestas e a vida rural, essa prática ganhava com Monet e seus pares um grau de radicalidade inédita, tanto pelo tema quanto pela execução. Um detalhe técnico foi decisivo: o tubo de tinta industrial. “Antes, pintar a óleo fora do ateliê era quase impossível”, explica Delbarre. Com o novo suporte portátil, a pintura pôde finalmente acompanhar o tempo, o vento e a mudança da luz – fatores centrais para a revolução impressionista. De Giverny ao mundo A exposição mostra justamente o momento em que esse caminho se consolida. Ao se instalar no pequeno vilarejo da Normandia, Monet encontra um laboratório a céu aberto. “É ali que ele começa a organizar a vida em função da pintura”, afirma Delbarre. Para além do encanto turístico, Giverny foi um campo de batalha estética. As escolhas feitas ali – de motivo, técnica e método – moldaram não apenas a obra tardia de Monet, mas a própria noção de pintura moderna. Cem anos depois, revisitar esse processo ajuda a separar o clichê do risco original que ainda sustenta o impressionismo. A mostra Antes das Ninféias: Monet descobre Giverny (1883–1890) fica em cartaz em Giverny até o dia 5 de julho de 2026.
⚓ Em 1808, a disfuncional Família Real de Portugal fugiu de Napoleão rumo ao Brasil, mudando para sempre o destino da futura nação.O príncipe Dom João VI, descrito como tímido, indeciso e com medo do mar, veio acompanhado de uma corte de quase 15 mil pessoas.
Naquele tempo, 1 Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: "Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, 2 e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste. 3 Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo. 4 Eu te glorifiquei na terra e levei a termo a obra que me deste para fazer. 5 E agora, Pai, glorifica-me junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse. 6 Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. Eram teus, e tu os confiaste a mim, e eles guardaram a tua palavra. 7 Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti, 8 pois dei-lhes as palavras que tu me deste, e eles as acolheram, e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti e acreditaram que tu me enviaste. 9 Eu te rogo por eles. Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. 10 Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu. E eu sou glorificado neles. 11a Já não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para junto de ti".
Terapia
Terapias
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O governo de São Paulo confirmou mais duas mortes por febre amarela no estado e alertou a população para se vacinar contra a doença. As duas mortes foram confirmadas em Lagoinha, na região do Vale do Ribeira. Eram dois homens de 64 e 54 anos. E ainda: Nova frente fria avança e traz instabilidades para o Centro-Sul do país.
No próximo domingo é recordado o "Dia Mundial da Internet" (World Internet Day). A data é comemorada em 17 de maio, desde 2006, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) promoveu uma assembleia entre os membros para estabelecer o compromisso de promover a inclusão digital por todo o mundo. Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré, vamos fazer uma viagem no tempo.Você lembra do tempo em que entrar na internet significava ocupar a linha telefônica da casa inteira? E quando baixar uma música demorava mais que ouvir o álbum completo? Pois é… hoje a internet controla banco, trabalho, namoro, compras, carro, TV, segurança, e até geladeira. Neste dia, vamos fazer uma viagem divertida pela evolução da rede mundial, lembrando como era a Internet em seus "primórdios".
Em 1999, quinze crianças ucranianas atravessaram o mundo sozinhas para chegar ao Brasil. Eram vítimas “invisíveis” de Chernobyl: nascidas após o acidente, mas ainda marcadas por suas consequências. Neste episódio, a historiadora Tatiana Marchette conta sobre o projeto que levou essas crianças ao Paraná, onde foram acolhidas por famílias da comunidade ucraniana em busca de tratamento e esperança.
Patrocine uma aula e ajude a levar a Torá mais longe: shiurpix@gmail.comA aula resume o início da história de Rut (bisavó do Rei David), focando no retorno de Naomí a Israel após a morte de seu marido e filhos. O texto destaca o contraste entre o compromisso absoluto de Rute com o judaísmo e a escolha de Orpá de retornar a Moav, abordando lições sobre a importância do compromisso espiritual.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Êxodo, capítulo 1, versículos 15 ao 20, nos traz uma reflexão sobre Sifrá, Puá e Joquebede, mulheres que deixaram um legado.Existem pessoas que passam pela vida deixando marcas superficiais. Mas existem outras que deixam um legado tão forte que o tempo não consegue apagar. Em Êxodo 1:15-20 encontramos mulheres simples, mas com uma coragem extraordinária: as parteiras Sifrá e Puá, e também vemos o início da história de Joquebede, mãe de Moisés. Mulheres que decidiram temer mais a Deus do que aos homens.O Egito vivia um tempo de opressão. Faraó, tomado pelo medo do crescimento do povo hebreu, decretou a morte dos meninos recém-nascidos. Era uma ordem cruel, injusta e desumana. Mas aquelas mulheres entenderam que princípios valem mais do que conveniências.A Bíblia diz que as parteiras “temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egito lhes ordenara”. Elas poderiam ter escolhido o caminho mais fácil: obedecer ao sistema, preservar suas próprias vidas e ficar em silêncio. Mas decidiram proteger vidas. Elas sabiam que obedecer a Deus sempre produzirá um legado eterno.O mais impressionante é que, humanamente falando, ninguém esperaria que os nomes dessas mulheres fossem lembrados. Eram apenas parteiras em meio a uma multidão. Porém, enquanto o nome de muitos poderosos da época foi esquecido, os nomes delas permanecem vivos na Palavra de Deus até hoje.Isso nos ensina que: Nem sempre o maior legado vem dos palácios. Muitas vezes ele nasce em lugares simples, através de pessoas comuns que têm coragem de fazer o que é certo.Joquebede também entra nessa história como uma mulher de fé. Quando viu que seu filho era formoso, decidiu escondê-lo por três meses. Ela não enxergava apenas um bebê; ela enxergava propósito. Enquanto o Egito via uma ameaça, Deus via um libertador.Há mães, pais, líderes e servos de Deus que talvez pensem que aquilo que fazem é pequeno demais. Mas Deus transforma atos de coragem, oração e fidelidade em marcas eternas.O legado que o tempo não apaga não é construído com fama, dinheiro ou aplausos. É construído com temor a Deus, fidelidade e coragem para permanecer firme mesmo em tempos difíceis.As parteiras salvaram crianças.Joquebede protegeu um propósito.E por trás da obediência dessas mulheres, uma geração inteira foi alcançada.Talvez ninguém esteja vendo suas lutas, seus sacrifícios e sua fidelidade hoje. Mas Deus vê. E aquilo que é feito para Ele nunca será esquecido.Reflexão final: O Egito tentou apagar uma geração, mas Deus levantou mulheres para preservar o futuro.O tempo pode apagar monumentos, riquezas e nomes famosos. Mas jamais apagará o legado de alguém que decidiu obedecer a Deus.Porque pessoas guiadas pelo temor do Senhor deixam marcas na terra… e memórias no céu.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
The creation of Medicare and Medicaid in 1965 enabled millions of Americans to meaningfully access healthcare for the first time — and dramatically increased demand for doctors. The passage of the Hart-Celler Immigration and Nationality Act a few months later enabled tens of thousands of immigrant physicians to migrate to the US. Since then, immigrant physicians have comprised between 25 — 40% of the physician workforce. Our guest on this episode is Professor Eram Alam, associate professor of history at Harvard. Alam specializes in the history of medicine, race, migration, and health during the twentieth century. In 2025, she published The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare.Over the course of our conversation, Professor Alam traces the legal, economic, and geopolitical factors that led to the US depending on immigrant physicians to care for many of the country's most vulnerable populations. We explore how American attitudes toward immigration have shifted over time and how the current state of politics has created a jarring disconnect: many patients depend on care from immigrant physicians and yet continue to view immigrants as un-American. Finally, Professor Alam reminds us how remembering everyone feels a little out of place, can help us see the person in front of us more fully. In this episode, you'll hear about: 3:00 - Dr. Alam's work as a professor and historian of healthcare and medicine7:30 - The background for Dr. Alam's book The Care of Foreigners. 13:00 - The story behind the 1965 legislation that led to the mass employment of physician immigrants in the US22:10 - How the role of immigrant physicians in the US healthcare system complicates the idea of meritocracy in medicine29:00 - The ways in which US immigration policy has changed the experience for foreign-born doctors over time 33:45 - Dr. Alam's view of how current immigration crackdowns fit into the larger historical narrative of US immigration 45:36 - How dehumanizing political rhetoric surrounding immigrants can blind us to the humanity of those who care for us53:26 - The unifying power in acknowledging discomfort in ourselves and othersIf you enjoyed this episode, please subscribe, rate, and review our show, available for free on Spotify, Apple Podcasts, or wherever you get your podcasts. If you know of a doctor, patient, or anyone working in health care who would love to explore meaning in medicine with us on the show, feel free to leave a suggestion in the comments or send an email to info@thedoctorsart.com.Copyright The Doctor's Art Podcast 2026
A história do Rio Grande do Sul está profundamente ligada à presença dos jesuítas, que fundaram a primeira redução no lado esquerdo do Rio Uruguai em 1626. No terceiro episódio da temporada do programa Aconteceu no RS, dedicada aos 400 anos das Missões, o padre Anderson Rabêlo, reitor do Santuário do Caaró e pároco da Paróquia Todos os Santos, detalha a trajetória da Companhia de Jesus e o impacto do martírio dos primeiros missionários.Oferecimento: Colégio Anchieta e UnisinosFicha técnica:Produção e edição: Lucas VieiraOperação: Leandro MoccaArtes e vinheta: Laura MelchiorSupervisão: Rafael Manito e Fernando Salvador Coordenação: Larissa Guerra
Será que os ancestrais dos mamíferos botavam ovos? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como um fóssil de 250 milhões de anos pode revelar evidências inéditas sobre a reprodução dos primeiros sinapsídeos e a origem das estratégias que deram origem aos mamíferos modernos.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda)Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche) e Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Emilio Garcia (@emilioblablalogia) Caio de Santis (@caiodesantis), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), BláBláLogia Produções (@blablalogia) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)ReferênciaBENOIT, J.; FERNANDEZ, V.; BOTHA, J. The first non-mammalian synapsid embryo from the Triassic of South Africa. PLOS One, v. 21, n. 4, p. e0345016, 9 abr. 2026.
“Mulheres de Abril” é o filme da realizadora Raquel Freire que celebra as mulheres que, em África e Portugal, lutaram pela liberdade, contra o colonialismo e contra a ditadura. O documentário teve ante-estreia no Festival IndieLisboa e brevemente vai estar nas salas de cinema portuguesas. Portugal viveu 48 anos de ditadura salazarista. Foi a ditadura mais longa da Europa. O regime terminou em 1974 com a revolução de 25 de Abril. O documentário “Mulheres de Abril”, da realizadora Raquel Freire, celebra as mulheres que participaram activamente na luta antifascista e anticolonialista e que, até agora, estavam esquecidas na história. Ana Maria Cabral, Julieta Rocha, Helena Neves, Isabel do Carmo, Maria Emília Brederode Santos, Luísa Sarsfield Cabral, Margarida Tengarrinha, Teresa Loff Fernandes, Ruth Rodrigues e Zezinha Chantre são as protagonistas de um filme onde representam uma imensa força que são as todas mulheres que, entre Portugal e os territórios africanos ocupados, lutaram para construir a revolução de Abril e nas guerras de libertação travadas pelos movimentos independentistas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. “Mulheres de Abril” é o momento de as mulheres ocuparem o seu lugar na história, de dar voz às “capitãs de Abril”. Em entrevista à RFI, a realizadora portuguesa Raquel Freire começa por revelar como o contexto familiar a inspirou a criar “Mulheres de Abril”. Raquel Freire, realizadora do filme Mulheres de Abril: Tenho o grande privilégio de ter uma família de lutadoras e lutadores antifascistas. Ou seja, eu tenho na minha família pessoas que morreram para eu poder estar aqui hoje em liberdade a fazer filmes. E cresci a ouvir estas histórias da minha avó, das minhas tias-avós, da minha mãe, do meu pai, todas as histórias da luta, inclusive até da Virgínia Moura, que foi uma grande lutadora anti-fascista do Porto, e achou eu por ser tão próximo, sempre soube que ia ter que fazer este filme, mas fui sempre adiante. Até que de repente me apercebi, pela minha mãe, que ela já estava a ficar numa idade em que era o momento certo para contar estas histórias. E, ao mesmo tempo, também porque tenho um filho, apercebi-me que havia um grande desconhecimento da juventude do que tinha sido o nosso passado. O nosso passado de luta. Ou seja, nós não tivemos só quase 50 anos da ditadura mais longa da Europa e 500 anos de colonialismo. Nós tivemos décadas de luta contra o colonialismo e tivemos cinco décadas de luta contra a ditadura. E este factor de ter existido sempre resistência e sempre uma luta de diferentes colectivos, desde os católicos progressistas, aos comunistas, aos socialistas, às pessoas mais conservadoras. Mas esta luta pela democracia estava por contar-se. E quando era contada, era sempre sobre o modo de - ah, houve um herói que fez isto - . E não, o 25 de Abril não foi feito num dia. O Salgueiro Maia não acordou de manhã a dizer, hoje vou chamar os meus amigos e fazer o 25 de Abril. Não. Começou na Guiné. Começou com uma luta contra a guerra colonial, contra a injustiça do que era a guerra colonial, contra uma juventude em Portugal que era mandada para morrer durante décadas nas nossas antigas colónias e a opressão de povos que tinham todo direito na sua autodeterminação e na sua independência. Portanto, esta luta pela liberdade, tanto em Portugal como em África, estava por contar-se. E sempre que era contada era só por homens e sobre homens. Portanto, havia uma história por contar-se. E esta história é o que vamos ver neste filme. Uma história que, neste caso, é contada só por mulheres. Sim, porque a história até agora foi contada por homens e sobre homens. E estamos em 2026. Chegou o momento de darmos voz e de escutarmos com atenção as mulheres que sempre tiveram na história e que foram sendo apagadas dela. E que foram fundamentais a sua participação na luta pela liberdade. Sem estragarmos o prazer de ver o filme, o que é que levou a Raquel Freire a colocar cada uma destas mulheres neste filme? Olha, poderiam ser muitas mais. Muitas mais mesmo. Difícil foi escolher só estas 10, porque as listas iniciais eram de dezenas de mulheres. Porque, felizmente, temos muitas heroínas anónimas que deram a sua vida a lutar pela liberdade. Tanto aqui como nos países africanos que lutavam nas lutas de libertação. E nestas, o que eu tentei foi, cruzando os critérios de interseccionalidade, ter o máximo de representatividade possível. Ou seja, eu queria que o cinema tivesse também o seu lado democrático de 25 de Abril. Que houvesse o máximo de pluralidade e de representatividade. Porque temos mulheres portuguesas, temos mulheres cabo-verdianas, temos mulheres guineenses, temos mulheres de diferentes classes sociais, temos mulheres do povo e temos mulheres que tiveram acesso a estudos e que pertenciam a uma elite que já lutava na oposição democrática contra o regime. Temos mulheres católicas progressistas, temos mulheres que, de todo, estavam completamente longe da religião. Temos mulheres de várias sensibilidades políticas, temos mulheres comunistas, mulheres mais da extrema esquerda, mulheres socialistas, mulheres de uma área mais conservadora. Eu queria que a pluralidade e a riqueza que houve nesta luta, nesta união de forças contra o fascismo e o colonialismo estivesse no filme. Quais foram os desafios para rodar este filme, para colocar estas mulheres à frente da câmara e transformar nesta história tão rica? O grande desafio foi como é que eu ia filmar de uma forma que fosse também respeituosa em relação aos princípios do 25 de Abril. Ou seja, quando comecei a fazer cinema, o meio de cinema era um meio muito hierarquizado, muito machista, muito homofóbico, com praxes violentos e eu nunca quis trabalhar assim. Então, uma das minhas lutas no cinema foi sempre como fazer cinema sem ser assim. E neste filme foi isso que fizemos, ou seja, nós tínhamos uma equipa de mulheres, tínhamos uma equipa que acompanhava o ritmo destas mulheres e que, no fundo, é uma coisa muito mais humana. Em vez de estarmos 14 horas num platô, trabalharmos menos horas, mas estarmos concentradas e focadas e rodeamos estas mulheres o máximo possível de escuta, de carinho, de empatia e de amor. Eu não faço filmes sobre, eu faço filmes com. Portanto, o filme é feito com estas mulheres e com esta equipa muito generosa, talentosa e dedicada. Tenho que destacar todos os membros da equipa que foram maravilhosas, a Madame Filmes, que fez a produção também. E havia uma coisa que para mim era muito importante, é que este filme fosse uma roda de conversa, um círculo de olhares. Ou seja, o meu olhar existe, o cinema é um olhar sobre o mundo e, se tivermos sorte e for um bom filme, passamos a ver o mundo, é como um par de óculos, pomos um par de óculos depois de ver um bom filme e começamos a ver coisas nítidas que antes não víamos, começamos a ver coisas que estavam no escuro e que de repente vêm à luz. Portanto, eu queria que o cinema, sendo para mim esta arte coletiva, fosse um momento para estas mulheres também de alegria e de reconhecimento. E esse foi o maior desafio, foi que, apesar de elas irem, por exemplo, à prisão de Caxias, onde foram presas e torturadas, que não fosse uma experiência onde elas seriam de novo traumatizadas, mas fosse uma experiência em que elas se sentissem acolhidas e queridas e dignificadas. Há filmagens feitas em Portugal, em Cabo Verde, como é que foi filmar em Cabo Verde? Eu nunca tinha estado em Cabo Verde. Filmar em Cabo Verde foi um grande desafio porque eu sabia que uma portuguesa em Cabo Verde, eu não queria repetir a história do colonialismo, portanto, é preciso ter muita consciência quando vamos filmar fora de Portugal, sobretudo num país que teve uma opressão tão violenta como teve Cabo Verde durante tantos séculos feitos por portugueses. Portanto, filmar em Cabo Verde foi um desafio ainda maior de fazer com que estas mulheres se sentissem escutadas e de, ao mesmo tempo, as respeitar em tudo o que fosse possível. Por exemplo, eu tenho cenas em Cabo Verde em que é a minha produtora cabo-verdiana, e que foi a minha assistente de realização lá, a Samira Vera Cruz, que conduz as perguntas em crioulo, porque eram perguntas demasiado delicadas e quem vir o filme vai perceber o que é que eu estou a falar, estou a falar de um momento muito difícil do filme. Eram perguntas demasiado delicadas para eu fazer na língua de quem tinha sido o opressor. Portanto, eu tive esse cuidado, eu tentei que fosse uma mulher cabo-verdiana a estabelecer essa conversa, esse diálogo. Esse, para mim, foi o maior desafio. E, depois, ao mesmo tempo, fiquei completamente fascinada, como penso que toda a gente fica quando vai a Cabo Verde, com a cultura cabo-verdiana. Portanto, o outro desafio não foi fazer o filme inteiro, não pôr no filme todo as imagens maravilhosas de Cabo Verde e retratar um país real, e não um país sonhado ou imaginado. Houve outros momentos, certamente, muito delicados, quando se está a fazer um documentário onde participam mulheres que sofreram a violência de uma ditadura, do colonialismo. Como é que a Raquel lidou com essas situações? Falou agora de pedir à produtora de Cabo Verde para apresentar as questões em crioulo, houve outros momentos assim? Houve! Houve porque eu pedi às mulheres para irmos às prisões onde elas tinham estado presas e torturadas. Porque eu fazia uma pergunta, a meio das filmagens, que era, “pessoalmente para ti, o que foi pior no fascismo ?”, e, claro, que a resposta a esta questão era sempre muito, muito sofrida e muito delicada. Há mulheres que, com muita reticência, me dizem que foi a separação dos filhos o pior de tudo, não foi a prisão, não foi a tortura, não foi o isolamento, “pior de tudo foi eu estar separada dos meus filhos”. Há mulheres para quem o pior foi, por exemplo, terem de fazer abortos clandestinos. Ou seja, a miséria, a pobreza a que a ditadura tinha votado, o povo deste país, que as obrigava a ter uma condição em que não podiam sequer ter acesso a cuidados básicos de saúde. E, claro, a opressão que existia, uma dupla opressão, o fascismo e o facto de serem mulheres sobre elas. Há um momento especial no filme em que há uma mulher operária, uma grande lutadora, que, como ela diz, “sou revolucionária porque sempre fui revolucionária, eu não sabia o que era o fascismo, mas sabia que era mau”, e que é operária desde os 8 anos, que nunca pôde sequer ir à escola, e ela, quando nos conta o que é que para ela foi o pior no fascismo, foram os abortos clandestinos e ser maltratada. E eu penso que todas elas, quando falam destes momentos, por muito que nós estejamos lá para as apoiar, voltam a esse momento. O que aconteceu imediatamente a seguir a isso foi, quando eu disse “corta!”, nos levantámos todas e fizemos um círculo e abraçamos, e ficámos abraçadas a elas. E tentámos sempre que no final das filmagens, não só que os horários se adaptassem a elas, como no final das filmagens termos sempre momentos de convívio. Nós tivemos sempre almoços, nós tivemos sempre jantares, tivemos festas, tivemos momentos em que tentamos dar todo o nosso amor e todo o nosso carinho para elas se sentirem amadas e reconhecidas. Há pouco em off, a Raquel Freire disse-me que este filme iria ser apresentado junto das escolas. Qual o papel que este e outros filmes como este podem ter nos dias de hoje, na atualidade que vivemos? Eu acho que são fundamentais! O cinema, o audiovisual, sobre as várias formas que existem hoje em dia, são absolutamente fundamentais para nós sabermos quem somos e de onde viemos, para conhecermos a nossa história. Neste momento, os jovens têm muito pouco acesso ao que foi a nossa história e à verdade, ou seja, à história contada pelas pessoas que a fizeram, que a construíram. Temos grandes vagas populistas de reescrita da história. Para compreendermos o que somos hoje e fenómenos como os que temos hoje, como temos hoje o racismo, por exemplo, como temos o retrocesso ou a tentativa de retrocesso nos direitos das mulheres, tentativas de governos totalitários em várias partes do mundo, a guerra, para percebermos o presente hoje, é muito importante sabermos que isto já aconteceu no passado e que no passado, mesmo nos momentos mais difíceis, houve mulheres e homens que se juntaram e juntos conseguiram fazer do impossível o possível. Ou seja, conseguiram lutar pela liberdade e venceram, porque nós tivemos o 25 de abril, estamos aqui hoje, e os países colonizados tiveram a sua independência.
Em plena guerra no Médio Oriente, os Emirados Árabes Unidos decidiram abandonar nesta terça-feira, 28 de Abril, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP, em nome dos "interesses nacionais". O economista angolano Osvaldo Mboco considera que esta saída fragiliza a liderança da Arábia Saudita e vai obrigar à reorganização da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos decidiram sair da OPEP, invocando o interesse nacional. O que é que esta decisão reflecte? Os Emirados Árabes Unidos são um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial e têm capacidade para aumentar a sua produção. No entanto, as normas da OPEP, conduzidas pela Arábia Saudita - que chefia a organização - impõem contenção e redução do número de barris de petróleo produzidos por dia.Isto tem implicações ao nível da economia dos países. Esta retirada reflecte a posição dos Emirados Árabes Unidos que têm como objectivo ganhar maior autonomia relativamente à sua política energética. Esta automonia passa, essencialmente, pelo aumento da produção diária, com o objectivo de maximizar receitas provenientes dessa mesma produção, bem como intensificar o seu papel enquanto um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial. Eram conhecidas as fortes rivalidades pelo controlo da OPEP entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. A liderança saudita fica posta em causa com esta decisão? A liderança fica um pouco fragilizada. Esta liderança tem vindo a sofrer saídas de países-membros de forma significativa , países com uma produção relevante, como foi o caso de Angola, Qatar e Equador. Agora, os Emirados Árabes Unidos, o que pode também abrir caminho para que outros países, que ainda estão na organização, tencionem fazer o mesmo. Isto acaba, em certa medida, por fragilizar a posição da Arábia Saudita relativamente à sua liderança. Ainda assim, a OPEP continua a ser, uma organização extremamente importante do ponto de vista da regulação da produção, podendo influenciar o preço do barril de petróleo. O mercado petrolífero funciona na lógica da oferta e da procura: quanto maior for a oferta, tendencialmente o preço desce; quanto maior for a escassez ou o controlo, pode haver um equilíbrio que evite aquilo a que eu chamaria um choque petrolífero, que pode pôr em causa o próprio preço do petróleo. Os Emirados Árabes Unidos tinham recentemente criticado a resposta militar dos países do Golfo, com o encerramento do Estreito de Ormuz, devido à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão. Esta situação também pode ter levado à saída da organização? Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita convergem em determinadas matérias de política externa. Ambos são aliados dos Estados Unidos, embora tenham algumas divergências nas suas relações com a Rússia e a China. Ainda assim, existem assuntos estruturais em que seguem na mesma direcção. Os Emirados Árabes Unidos têm uma visão diferente relativamente ao que está a acontecer no Golfo Pérsico, nomeadamente no que diz respeito ao Estreito de Ormuz e às influências na região. Se repararmos, também várias críticas foram feitas por aliados europeus aos Estados Unidos, relativamente à sua estratégia no Oriente. Assistimos, pela primeira vez, a vários “nãos” relativamente a intervenções apoiadas pela NATO, o que considero normal. O Presidente dos Estados Unidos tinha recentemente acusado a organização de enganar o mundo ao aumentar o preço do petróleo. Esta saída pode ser vista como uma vitória para Donald Trump? Os Estados Unidos são um dos países que mais consomem petróleo, em função da sua capacidade industrial. Naturalmente, quanto maior for o preço do petróleo, maiores podem ser os impactos económicos. Do ponto de vista político, não diria que é uma vitória, mas sim uma decisão que pode interessar aos Estados Unidos. Os americanos também produzem petróleo de xisto - embora seja mais dispendioso - e possuem uma das maiores reservas do mundo. No entanto, uma fragilidade da OPEP pode não ser totalmente vantajosa para os Estados Unidos, devido à questão do petrodólar. Este só tem a dimensão que conhecemos em função dos acordos estabelecidos após o choque petrolífero de 1973, nomeadamente com a Arábia Saudita, para que o petróleo fosse comercializado em dólares. A saída de vários países da OPEP pode levar à desvalorização do petróleo e abrir espaço para que alguns países passem a transaccionar noutras moedas, como já acontece com o Irão. Ainda assim, não me parece ser o caso dos Emirados Árabes Unidos, dada a sua relação próxima com os Estados Unidos. A Arábia Saudita é um dos poucos membros com capacidade significativa de reserva de petróleo. A longo prazo, com a reabertura do Estreito de Ormuz, isto pode representar o enfraquecimento estrutural da OPEP? A OPEP pode estar enfraquecida, mas é difícil afirmar que este seja o seu fim. Enfrenta, no entanto, vários desafios que devem ser ultrapassados. Um deles é a necessidade de reforçar a cooperação com o grupo OPEP+, que inclui países como a Rússia, que não sendo membro formal, tem um papel relevante nas decisões sobre o mercado petrolífero. Outro desafio passa pela adaptação à transição energética global, que tem vindo a ganhar força nos últimos anos. Por fim, é essencial gerir as tensões internas entre os Estados-membros, que têm interesses e contextos muito distintos. Caso contrário, poderemos continuar a assistir à saída de países, o que levará a uma perda de controlo directo sobre os preços num mercado cada vez mais fragmentado. Este é, sem dúvida, um dos grandes desafios: manter a relevância e a capacidade de influência num contexto global em mudança.
Em 2026, quando Marilyn Monroe completaria 100 anos, a Cinemateca francesa apresenta uma exposição que revisita sua carreira, entre 1946 e 1962. Com figurinos, filmes e arquivos raros, a mostra Marilyn Monroe: 100 anos! conta como a atriz enfrentou contratos abusivos, censura e misoginia no auge de Hollywood. Morta em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn permanece subestimada como intérprete, embora continue celebrada como mito absoluto da cultura do século 20. Na Cinemateca de Paris, principal instituição de preservação do cinema na França, a exposição “Marilyn Monroe, 100 anos” propõe um reencontro com uma figura tão conhecida quanto sistematicamente mal compreendida. Longe de repetir o culto fetichista que costuma cercar a atriz, a mostra parte de uma pergunta incômoda: que tipo de estrela hollywoodiana Marilyn foi, de fato, entre 1946 e 1962, no auge do sistema de estúdios dos Estados Unidos? “Posso ser inteligente quando isso importa, mas a maioria dos homens não gosta disso.” Dita em 1953 no filme Os Homens Preferem as Loiras, a frase escrita por Anita Loos e interpretada por Marilyn funciona como senha e síntese. Ela aponta para o paradoxo central de sua trajetória: celebrada como imagem absoluta de desejo, Marilyn continuou sendo tratada como intérprete menor, mesmo quando diretores e colegas reconheciam publicamente sua inteligência e disciplina. Alfred Hitchcock, por exemplo, resumiu a visão dominante ao afirmar que ela “carregava o sexo no rosto”. Henry Hathaway, em sentido oposto, enfatizava “a inteligência de uma atriz extraordinária, que trabalha muito e quer sempre fazer melhor”. Entre esses dois polos, erguia‑se uma carreira curta, filmada em Technicolor, promovida em telas panorâmicas e atravessada por contratos leoninos. No espaço expositivo, a exuberância visual dos anos 1950 se impõe. Materiais publicitários, figurinos, fotos assinadas por Eve Arnold, Richard Avedon e Andy Warhol compõem o retrato de uma indústria que fabricava glamour ao mesmo tempo em que restringia brutalmente a autonomia de suas estrelas. A curadora Florence Tissot explica que seu ponto de partida foi “mostrar qual estrela hollywoodiana Marilyn Monroe era, e o que isso significava na prática”. "No começo, eu confesso que fiquei bem insatisfeita, porque a gente se depara com uma quantidade enorme de análises que acabam sempre voltando para a biografia dela, interpretando – ou até exagerando – a leitura da vida pessoal. No fim, dá um pouco a sensação de que a gente fica girando em círculo. Então tem também essa questão: como se posicionar diante de todos esses relatos. E depois, outra dificuldade que eu senti foi conseguir acesso aos arquivos", afirmou. Estrela de marketing antes de ser atriz A exposição começa pelas imagens de uma jovem ainda chamada Norma Jean Baker, fotografada como pin‑up enquanto trabalhava em uma fábrica ligada à indústria aeronáutica durante a Segunda Guerra. O sorriso ingênuo, o enquadramento sugestivo e os objetos de conotação claramente fálica revelam, segundo Tissot, “toda a hipocrisia dos anos 50”, quando puritanismo e erotização coexistiam sem constrangimento. Os Estados Unidos viviam a ascensão da revista Playboy e a divulgação do Relatório Kinsey sobre sexualidade feminina. Mas, ao mesmo tempo, enfrentavam o rigor do Código Hays, um conjunto de regras morais que regulou o que podia ou não aparecer nos filmes produzidos por Hollywood durante mais de três décadas. Oficialmente chamado de Motion Picture Production Code, ele entrou em vigor em 1930, mas só passou a ser aplicado com rigor a partir de 1934, quando os grandes estúdios concordaram em submeter seus filmes a uma censura prévia. Leia tambémTemporada excepcional de leilões pode tornar retrato de Marilyn obra mais cara do século 20 Nesse contexto, Marilyn tornou‑se o rosto perfeito de uma sensualidade aceitável, desejável e, paradoxalmente, domesticada. Mas o estereótipo da “loira burra” embutia uma ideia profundamente misógina: a de que beleza, desejo e inteligência não poderiam coexistir em uma mulher. A própria Marilyn denunciou isso em uma rara entrevista à NBC, em 1955, ao afirmar que “as pessoas associam as loiras, verdadeiras ou falsas, à estupidez. Não sei por quê. É uma visão muito limitada”. Ainda assim, esse rótulo estruturou boa parte de seus papéis iniciais. Trabalho, estudo e um talento subestimado Ao contrário da imagem de improviso, Marilyn estudou intensamente, antes mesmo de ingressar no famoso Actor's Studio, em Nova York. "Na verdade, desde o começo ela já fazia aulas, por vontade própria. Estudou canto, dança, interpretação e mímica e pantomima", conta Florence Tissot. "Isso não é muito conhecido, mas é importante lembrar, sobretudo diante dessa imagem de atriz meio inconsequente que se criou em torno dela. Na prática, ela queria ser uma boa atriz – isso era fundamental para ela. Era uma pessoa muito determinada", aponta a curadora. Em filmes como Quando a Cidade Dorme e A Malvada, ambos de 1950, Marilyn aparece pouco, mas críticos como James Naremore identificam ali uma intérprete capaz de condensar medo, raiva, sedução e vulnerabilidade em poucos segundos. “Mesmo com cenas breves, ela empurra os limites dos personagens que lhe eram oferecidos”, observa Tissot. Essa dedicação raramente foi reconhecida. As histórias de bastidores, quase sempre narradas do ponto de vista dos diretores homens, consolidaram a imagem de uma atriz atrasada, indisciplinada e emocionalmente instável. Billy Wilder foi um dos que mais vocalizaram esse discurso, ecoado com especial força na crítica francesa do pós‑guerra. Contratos abusivos e uma batalha desigual Em 1953, no auge do sucesso de Os Homens Preferem as Loiras, Marilyn recebeu um salário significativamente menor que o de Jane Russell, sua parceira de cena. Os contratos de exclusividade de sete anos davam aos estúdios o poder de decidir se e quando uma atriz trabalharia. “Eram contratos abusivos”, afirma Tissot, “e Marilyn foi muito mal remunerada durante grande parte da carreira”. A partir de meados da década, ela passa a renegociar. Luta por salários mais altos, pelo direito de escolher papéis e diretores, e cria sua própria produtora. Conquista vitórias parciais, mas nunca alcança a autonomia de estrelas como Mae West. Mesmo em seu último projeto, Something's Got to Give, Marilyn ganhava menos que colegas homens e menos que Elizabeth Taylor. O preço dessa rebeldia foi alto. Segundo Tissot, a indústria responde com um backlash: a loira ingênua cede lugar à mulher neurótica, problemática, instável. Filmes como A Loira Explosiva ridicularizam justamente sua tentativa de se emancipar. Leia tambémLivro publica confissões e trechos de diários de Marilyn Monroe Entre a transgressão e o castigo A cena da saia branca levantada pelo metrô, em O Pecado Mora ao Lado, sintetiza esse conflito. Filmada em 1954, diante de milhares de curiosos, ela violava simbolicamente o Código Hays e gerou uma das imagens mais reproduzidas da história do cinema. Tissot optou por abrir a exposição não com o vestido da cena, mas com fotos da multidão, sublinhando o caráter espetacular e exibicionista da operação. A imagem eclipsou o próprio filme. “O material promocional da estrela passa a se sobrepor à obra”, observa a curadora. Marilyn era, ao mesmo tempo, instrumento de transgressão e alvo de punição moral. "No fundo, isso mostra toda a complexidade que envolve uma estrela como a Marilyn Monroe. Na França, algo parecido aconteceu com a Brigitte Bardot. É uma década cheia de contradições: ao mesmo tempo em que começa um movimento de emancipação das mulheres, existe um discurso constante que reduz essas figuras à sexualidade. E, no contexto norte-americano, isso se soma a um certo puritanismo. Então fica claro que a imagem da Marilyn Monroe está presa nessa espécie de armadilha", analisa Tissot. Nos anos finais, em filmes como Quanto Mais Quente Melhor e Os Desajustados, a vulnerabilidade passa ao primeiro plano. Sua morte, em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, encerra a carreira e inaugura outra coisa: a administração incessante de seu mito. Um mito sem arquivo A curta carreira e a morte precoce dificultaram o trabalho histórico, segundo a curadora. Os pertences de Marilyn foram leiloados e se dispersaram por coleções privadas. Contratos, cartas e objetos raramente estão acessíveis. “Isso explica por que as lendas continuam tão fortes”, diz Tissot. “Há excesso de discurso, mas pouco acesso aos documentos.” A exposição, ao contextualizar imagens, filmes e discursos, não busca absolver nem vitimizar, e, segundo a curadora, pretende recolocar Marilyn Monroe como sujeito histórico, atriz trabalhadora e figura central para entender como Hollywood fabricou suas estrelas – e como as descartou. A mostra fica em cartaz em Paris até 26 de julho de 2026.
Negra e pioneira na Lua! Não pela colonização; mas pela libertação. Bora falar de Afronauts, um filme que desafia os limites da liberdade e de uma exploração espacial longe das amarras do colonialismo! É possível? Somente através do afrofuturismo.
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João Castelo-Branco e Natalie Gedra no pub e Renato Senise direto de Mônaco debatem os principais assuntos da semana no futebol inglês. Mais uma queda do Arsenal, as mudanças no Tottenham, mais uma crise no Chelsea e muito mais. Confira. 00:00 Azedou Arsenal? 03:50 Méritos ao Southampton 07:30 Na conta do Arteta? 15:00 Cachorro vencedor? 16:00 Tottenham e a última cartada 19:00 Renato Senise direto de Mônaco 28:00 Chupa João 32:00 Di Zerbi: uma boa decisão? 38:00 A polêmica com Greenwood 42:00 West Ham x Leeds! Que jogo 46:00 Liverpool humilhado, Slot tem futuro? 52:00 Manchester City engatou! 55:00 Cherki é muito doido! 57:00 Adeus Bernardo Silva 1:00:00 Chelsea vence mas segue em turbulência 1:03:00 Enzo punido pelo clube. Chelsea sem alma? 1:10:00 Seleção inglesa não empolga 1:12:00 Foden fora da Copa? 1:15:40 Irlanda e Gales não classificam Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
No terceiro e último episódio desta série especial de 'Temos de Falar Com Elas', a conversa foi feita com a apresentadora Liliana Campos que, ao lado de Ana Galvão, Ana Garcia Martins, e Bárbara Guimarães, quis deixar várias opiniões sobre a sexualidade feminina. "Não sei se estas gerações falam de sexo, mas com as minhas amigas, falamos mais agora com a menopausa, do que falávamos quando tínhamos 30 anos", salientou. Outros dos temas vão desde os valores Olímpicos à forma como se imagina a reforma. Para ouvir aqui!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eram vistas como as primárias para a sucessão de Macron. Afinal, nenhuma maré eleitoral. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num dia quente de outubro de 2014, duas bolotas apareceram numa praia cearense. Eram dois peixes-boi recém-nascidos – gêmeos, uma raridade – e foram salvos pela Aquasis, uma ONG que se especializou nesse tipo de resgate. Os gêmeos, batizados de Tico e Teco, passaram os seguintes anos em reabilitação. Tico dava um pouco mais de trabalho: era um pouco mais devagar, um pouco mais arisco, e muito agarrado no gêmeo dele. Quando Teco morreu aos quatro anos, temeram também pela vida do irmão – mas em vez disso, Tico desabrochou. Tanto que em julho de 2022, ele foi o quinto peixe-boi solto pela Aquasis para tentar a vida livre. Começou ali uma peregrinação que passou por três países e mobilizou pesquisadores pelo Caribe afora. E assim como Ulisses, da Odisseia, Tico também enfrenta dificuldades homéricas para voltar para casa. Por Flora Thomson-DeVeaux Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em https://www.radionovelo.com.br/clube A Escola MASP está com inscrições abertas para o curso Histórias da Arte Latino-americana – um percurso crítico pela produção do continente nos séculos XX e XXI, entre obras, documentos e ações coletivas que disputam imaginários públicos e articulam redes de solidariedade, num continente atravessado por ditaduras, lutas anti-imperialistas e reivindicações por justiça social. São 12 aulas online e ao vivo, às segundas, das 19h às 21h, de 9 de março a 1º de junho, com Luise Malmaceda. As aulas ficam gravadas por 30 dias.No mesmo semestre, a Escola MASP também oferece Histórias da Arte Moderna, com Felipe Martinez, de 16 de março a 15 de junho.Assinantes do Clube Novelo têm 10% de desconto. https://www.bilheteria.masp.org.br/pt-BR/courses/25b741bb-36ae-44b9-85b7-d153f44025b7?utm_source=parcerias&utm_medium=spot&utm_campaign=hala&utm_id=novelo A partir dos 7 anos nos cães e 8 nos gatos, check-up regular vira parte do cuidado. O Plano de Saúde Petlove ajuda a colocar esse cuidado na rotina, com rede credenciada em todo o Brasil e microchipagem gratuita. Use o cupom RADIONOVELO50 e ganhe 50% de desconto na primeira mensalidade. Plano de Saúde Petlove. Se tem pet, tem que ter. *Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=radionovelo “Um hino à vida” traz a história de Gisèle Pelicot, a mulher que enfrentou o marido e expôs um dos casos mais chocantes de abuso na França. Com o cupom 10OFFGISELE você ganha 10% de desconto no site da Amazon: https://www.amazon.com.br/Um-hino-vida-enfrentou-chocantes/dp/8535943420/?&tag=companhiadasl-20 Palavras-chave: peixe-boi, vaca marinha, Aquasis, resgate, manatí, manatee, Venezuela Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Succesul autentic vine din curajul de a experimenta și de a testa idei noi fără teama de a eșua în fața publicului. Este esențial să ne oprim periodic din agitația zilnică pentru a învăța lucruri noi și pentru a ne verifica sistemul de valori personale. Tehnologia modernă și inteligența artificială trebuie privite ca unelte puternice care ne ajută să ne transformăm viziunile în realitate mult mai rapid decât în trecut. În același timp, educația trebuie să evolueze spre un model personalizat, adaptat nevoilor și ritmului unic al fiecărui individ. Oamenii care au atins succesul au datoria morală de a sprijini comunitatea și de a împărtăși experiența lor celor aflați la început de drum. Societatea ar funcționa mult mai eficient dacă s-ar baza pe competență și pe respectarea cuvântului dat, în locul birocrației rigide. În final, viitorul nostru depinde în mod direct de capacitatea de a rămâne curioși și de a ne adapta constant la schimbările accelerate ale lumii. IGDLCC înseamnă Informații Gratis despre Lucruri care Costă! Totul ne costă dar mai ales timpul așa că am făcut această serie pentru a mă informa și educa alături de invitați din domeniile mele de interes. Te invit alături de mine în această călătorie. Mi-am propus să mă facă mai informat și mai adaptat la schimbările care vin. Sper să o facă și pentru tine.
Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira vez que Jorge Leitão Ramos entrou numa sala de cinema foi há 67 anos. No Monumental em Lisboa podiam sentar-se 2170 pessoas a ver o mesmo filme, à mesma hora, no mesmo local — que para o crítico de cinema do Expresso “parecia um palácio com aqueles vastos foyers de grandes lustres, mármores, esculturas e imensas carpetes.” Ele “queria estar ali, viver naquele lugar”. Agora que, de Braga a Tavira, se fecham multiplexes, conversamos com ele, para lembrar cinemas da Lisboa que já não existem, e com João Miguel Salvador para dar conta da realidade em que deixamos de ir ao cinema e passamos a receber o cinema em casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bonjour et bienvenue dans la revue de presse hebdo et audio du secteur retail / e-commerce en France proposée par Les Digital Doers.
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Fred Perez foi assassinado no próprio quintal. A polícia chegou até Herbert Mullin, 25 anos, que confessou algo chocante: não eram um ou dois crimes. Eram muitos mais. Vítimas aleatórias, métodos brutais, e um motivo que ninguém esperava ouvir. Entre 1972 e 1973, Santa Cruz se tornou a Capital dos Assassinatos dos EUA. Mas o que levou um jovem popular, votado "mais provável de ter sucesso", a se tornar um dos casos mais perturbadores da história criminal americana? #562
Nearly one in four doctors in the U.S. is foreign-born—many from South Asia—and they often serve in rural and underserved urban communities where American physicians are scarce. Harvard medical historian Eram Alam describes the public health challenges posed when immigrants are frequently met with suspicion in the communities they serve.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
The captain of an A380 that experienced an uncontained engine failure, paying air traffic controllers during a shutdown, a $10,000 bonus for those who worked, NTSB preliminary report on UPS Flight 2976, a request for information on a new ATC system, dressing better when flying commercially, and going through airport security without a Real ID. Guest Richard De Crespigny was the captain of Qantas Flight QF32 on November 4, 2010, when one of the plane's Rolls-Royce Trent 900 engines experienced an uncontained engine failure. The A380 had just taken off from Singapore. Richard and his crew managed to get everyone home safely, and the story has since become a bit of a legend in Australian flying circles. Richard is a former RAAF pilot, has written books, given keynotes around the world, and now hosts his own podcast on resilience and leadership called FLY! Richard explains that the uncontained engine failure on Qantas Flight QF32 involved the Number 2 engine. This resulted in extensive damage to the aircraft and many system failures. Five pilots were in the cockpit, and they formed a “hive mind,” making hundreds of decisions to stabilize the aircraft, which took two hours. A hundred checklists were actioned in the air, and more when the A380 was back on the ground. The incident was so complex that it has been characterized as “Apollo 13 with passengers.” We learn what was said in the cockpit during the first 30 seconds, and how the cabin crew performed because the flight deck could not communicate with them. In his mind, Richard set up to perform an “Armstrong Spiral” in case all four engines went out when landing the plane. On approach, speed and stall warnings were sounding constantly because the systems could not handle all the damage. Richard explains why he decided not to immediately evacuate the passengers due to the dangers outside. This uncontained engine failure crippled the A380, yet the crew was able to manage the situation and there were no injuries. Richard speaks frequently of “resilience” and how that characteristic worked to their advantage. QF32 uncontained engine failure. From the FAA Airbus A380-842 report, crediting the ATSB accident report. Since the incident, Richard has published several books: QF32 tells the story of what happened. It was published before the investigators made all the facts public, so Richard had to hold back. However, a new edition will fill in the missing pieces. The newer book Fly! tells the how and the why. Check out: The FLY! Podcast with Richard De Crespigny, available on Apple / Spotify / Omny, or wherever you listen to podcasts. The QF32 book and the FLY! book. Reach Richard at richardd@aeronaut.biz. Aviation News US airline group urges Congress to pay controllers during future shutdowns Trade group Airlines for America (A4A) wants to see air traffic controllers get paid during future government shutdowns. Chris Sununu, A4A President and CEO, said, “This shutdown has demonstrated the serious safety, human and economic consequences of subjecting the aviation sector to this kind of stress and chaos. It must never happen again.” Air Traffic Controllers Say $10,000 Shutdown Bonuses Are Tearing the Workforce Apart – And Jeopardize Safety The Administration wants to give air traffic controllers and TSA screeners $10,000 if they had perfect attendance during the shutdown. DOT Secretary Sean Duffy said this would apply to 776 employees. Some controllers are expressing their displeasure with this move. UPS Flight 2976 Crash During Takeoff The NTSB has issued a Preliminary Report [PDF] on the UPS Flight 2967 MD-11F accident November 4, 2025. The airplane, N259UP, was destroyed after it impacted the ground shortly after takeoff from runway 17R at Louisville Muhammad Ali International Airport (SDF), Louisville, Kentucky. The 3 crewmembers aboard the airplane and 11 people on the ground were fatally injured. There were 23 others on the ground who were injured. Still images from an airport surveillance video show the left engine and left pylon separation from the left wing. The left pylon aft mount's forward and aft lugs were both found fractured. The fractured and separated upper portions of the forward and aft lugs were found adjacent to runway 17R. The left wing clevis, aft mount spherical bearing, and aft mount attachment hardware were found with a portion of the left wing at the accident site. The spherical bearing outer race had fractured circumferentially. FAA Issues Request for Information on New ATC System The FAA aims to replace the current En Route Automation Modernization system (ERAM) and the Standard Terminal Automation Replacement System (STARS) with a single, unified system, known as the Common Automation Platform (CAP). The Agency's Request For Information [PDF] asks the public to answer a series of questions. Transportation Secretary Sean Duffy Urges Passengers To Dress Better — But That Won't Fix Today's Inflight Behavior Problems DOT Secretary Sean Duffy tweeted that “Manners don't stop at the gate. Be courteous to your fellow passengers. Say please and thank you to your flight crews. Dress with respect. Lend a hand to those who could use it. It’s time to bring back civility and respect when we travel.” See also: Sean Duffy Wants You To Get Dressed Up When You Fly: “It's Time to Bring Back Civility And Respect When We Travel” No Real ID or passport? The TSA may charge you $18 to go through security May 7, 2025, was the date that Real ID was enforced at TSA checkpoints. Travelers must produce a Real ID-compliant driver’s license, a passport, a Global Entry card, or other approved document. The TSA is now proposing that travelers without one of those approved documents can still pass through airport security checkpoints. However, they can expect to pay an $18 fee for additional screening. The TSA has issued a Notice of Proposed Rulemaking (NPRM) in the Federal Register: TSA Modernized Alternative Identity Verification User Fee. The fee grants access to secure airport areas for up to 10 days and covers multiple flights. Payment of the fee does not guarantee entry; travelers must successfully authenticate their identity each time, and they may still face additional screening or delays. The collected fee is intended to offset government costs for new biometric verification kiosks, customer service improvements, and system updates. Hosts this Episode Max Flight, Rob Mark, and our Main(e) Man Micah.
The US has effectively always suffered a physician shortage. Last year the AMA estimated a shortage of 86,000 by 2035. US policymakers have since 1965 addressed this problem by recruiting foreign born physicians (termed Foreign Medical Graduates or FMGs), mostly from Southeast Asia, largely India. Today FMEs, that account for 25-30% of the physician workforce, are disproportionately employed in Health Professional Shortage Areas or HPSAs in which there remains or persists a strong demand, e.g., HRSA recognizes over 7,500 primary care HPSAs. Nevertheless, Prof. Alam concludes stratifying our medical system can be interpreted in part as a cover up to a problem of long-term disinvestment in rural healthcare and minority health. Simply growing the work force has had, Prof Alam argues, both a minimal impact on the equitable distribution of US healthcare resources while intensifying global health inequalities resulting from substantial brain drain.Information about Prof. Alam's book is at: https://www.press.jhu.edu/books/title/53838/care-foreigners?srsltid=AfmBOopgVAOX_1s9S7NaIMoKsXgrUS2htC4_HaE0zTYDrfQJltnIpRK7. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.thehealthcarepolicypodcast.com
In this episode of Talk Nerdy, Cara is joined by associate professor in the Department of the History of Science at Harvard University, Dr. Eram Alam. They discuss her highly relevant book, The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare.
For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/american-studies
Eran Alam (Harvard University) speaks to the Infectious Historians about foreign healthcare workers in the US. The conversation begins with an examination of doctors in the US - how many are trained (and retire), different fields and different parts of the country. Historically, immigration has been a key way in which the US has historically addressed shortages of doctors. Eram highlights the different countries - particularly in South Asia - from which doctors immigrated to the US, where they became instrumental for the US healthcare system. At the same time, this migration also had long-term impacts on doctors' home countries.
For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/medicine
A épica implantação do PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o papel do contínuo, o militante encapuzado, o casting para as mesas nas sessões de esclarecimento, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Parte I da entrevista com Ângelo Correia: “O 11 de Março é talvez o fenómeno político mais destruidor por muitos anos em Portugal.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Harvard Associate Professor of the History of Science Dr. Eram Alam has just published "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed U.S. Healthcare." Her extensive research revealed that, over decades, foreign medical graduates (FMGs) have become a sizeable and stable part of the U.S. physician workforce--at least a quarter since 1965. Their presence has shaped aspects of healthcare delivery, especially in underserved areas. But also, their presence raises questions about responsibility: what does it mean for U.S. healthcare to be so dependent on immigrant labor? What are the costs--to the physicians, to their home countries--to the idea of "universal" or equitable care?
To book your conversation with Eli this very week, go to https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/And here is the monologue for your benefit:Depois que me divorciei, meus amigos me aconselharam a cuidar de algo, planta ou cachorro, para ocupar a mente. Afinal, cabeça vazia é oficina do Diabo. Mas eu me sentia bem, e o divórcio não foi nem litigioso, foi por incompatibilidade de gênios mesmo... De qualquer forma, ter um cachorro é muito trabalhoso e planta, sem graça, mas, no fim das contas, acatei a sugestão e fui para a floricultura que fica ali perto do centro.— E o senhor já tem um espaço para a planta? — o vendedor me perguntou.O vendedor explicou que eu precisava saber bem o espaço disponível, porque podia tanto levar uma muda quanto uma planta já adulta. Se fosse uma muda, teria que cuidar bem na hora do transplante. Se fosse uma planta grande, o ideal era um vaso com boa drenagem e dar uma soltada no torrão para arejar a terra.— Fica na varanda mesmo — respondi, dizendo que um dia ia ter uma casa de vergonha, mas por enquanto ia ficar na varandinha.O vendedor agradeceu a informação e me conduziu até uma seção em que estavam várias samambaias bem frondosas dentro de vasos. Eram plantas perfeitas para se ter dentro de casa, “especialmente para quem é meio esquecido.”Não sei como o vendedor descobriu essa informação sobre mim, de que sou esquecido, mas ele acertou na mosca. Eu bem que podia passar dois ou três dias sem cuidar da plantinha e ela morreria de sede.— E como é que eu devo regar a plantinha? — perguntei.Era simples. Primeiro, você pode usar um regador ou qualquer outra coisa que tenha em casa. Um regador é melhor, mas um copo d’água dá conta do recado. Agora é muito importante testar o solo antes de molhar.“Mete o dedo na terra e vê se a areia fica grudada no seu dedo. Caso fique, então significa que o solo está bastante úmido, e aí não vai despejar tanta água. E, se perceber que as folhas estão ficando amarronzadas, isso pode ser falta d’água ou o tempo pode estar muito seco.”O vendedor me deu uma cotoveladinha enquanto eu ponderava se levava ou não a planta.— E tem um segredinho — ele confidenciou. — Coloca um pratinho com umas pedrinhas debaixo do vaso e põe água. Isso ajuda a manter a umidade.Depois fez outra pausa e continuou.— E me diz uma coisa. Bate sol na sua varanda?Pior que batia.Ao que o vendedor falou que samambaia era planta de sombra, com no máximo luz de sol indireta. Se eu colocasse a planta no sol, ela ia queimar e morrer.Eu já estava me aporrinhando com a ideia do tanto de trabalho, mas o vendedor não se deu por satisfeito.— E se o senhor perceber que tem muitas folhas secas, é hora de podar. Pode usar uma tesourinha boa de casa, desde que seja bem afiada, para desbastar sem machucar a planta.Quando ouvi isso, me peguei pensando em quem faria a poda das folhas enquanto eu viajasse.E acho que o vendedor leu os meus pensamentos. Disse que, se eu viajasse, não precisava me preocupar tanto: era uma planta de baixa manutenção. Bastava ter regado a planta pelo menos uma vez na semana, além de ter colocado, claro, o substrato correto, ter arejado a terra e deixado a planta num ambiente protegido.— Substrato é tipo adubo? — perguntei, para não dizer estrume e parecer um matuto.Não, não eram a mesma coisa, mas se complementavam.E tinha mais. Ai de mim se colocasse a planta em ambiente com ar-condicionado! E também era bom ter outras coisinhas plantadas por perto. E colocar a samambaia longe do sol não significava colocá-la no escuro, porque era uma planta, não um urso, para ficar entocada dentro de uma caverna. Ficando confortável, tudo ia ficar tranquilo.Depois de ouvir tudo aquilo vindo de um vendedor tão atencioso, decidi me escafeder dali e ir para minha casinha. Ia curtir a solteirice sem nem cachorro nem planta por perto.
We talk with a floatplane pilot who flies the de Havilland Canada DHC-2 Beaver commercially. In the news, we look at strategies for modernizing the air traffic control system, striking flight attendants and some who wish they could, and a wingsuit accident takes the life of an ICON Aircraft co-founder. Guest John Crawford flies the de Havilland Canada DHC-2 Beaver commercially on the Canadian West Coast. He began flying Beavers when he was the Chief Pilot and Operations Manager for a company specializing in floatplane training, where he overhauled the training program. In addition to his full-time flying job, John also has a coaching program that helps pilots get their first flying position without the unnecessary and expensive detour of instructing. He helps student pilots with resumes, job search beyond job ads, interview preparation, and more. John Crawford and the de Havilland Canada DHC-2 Beaver. John describes his path to becoming a floatplane pilot, learning to fly, and using taildragger and bush-flying experience. He notes the origin of the Beaver and the challenges of flying a floatplane compared to other aircraft, including obstructions in the water, winds, and docking. John's coaching project started as a proof of concept but has grown to include Canadian, U.S., and international students. We look at his teaching methods, the pattern of floatplane student pilots who do well learning to fly, and how John shows people how to get work. John also provides a valuable perspective on flight instructing in general and how teaching is not for everyone. See John's website, find him on YouTube, and on Instagram. Aviation News The ‘brand new' ATC system might not be as new as you think The National Airspace System today is built on three main software platforms that help transmit flight plan data, collect aircraft position information, and display all of that on the screens of air traffic controllers: the Standard Terminal Automation Replacement System (STARS) used by approach and departure facilities, En Route Automation Modernization (ERAM) used by enroute facilities, and the Advanced Technologies & Oceanic Procedures (ATOPs) used by oceanic facilities in California and New York. The FAA said that combining these three protocols into a single common automation platform would be more efficient. That proposal is a pillar of the administration's ATC modernization plan, and it would cost an estimated $31.5 billion. Instead of replacing STARS, ERAM, and ATOPs, FAA chief Bryan Bedford said the agency is exploring a cheaper way to connect the systems that "will look and feel and act exactly the same" as a common platform without actually being one. "There's technology that we can stick in between ERAM and STARS and ATOPs and the user, you know, a new interface. These interfaces actually exist today. We can take that data, we can re-present it across the users of the NAS." US flight attendants are fed up like their Air Canada peers. Here's why they are unlikely to strike Hourly wages for flight attendants can be very low relative to the cost of living. Some can't afford housing in their home base location and must therefore commute from a lower-cost region. Discontent is amplified when FAs are not paid until the cabin door is open. Airline strikes are rare due to the Railway Labor Act of 1926, amended in 1936 to include airlines. For airline workers to strike, Federal mediators must declare an impasse. But even then, the president or Congress can intervene. Air Canada reaches deal with flight attendant union to end strike as operations will slowly restart Ten thousand Air Canada flight attendants went on strike, but that ended with a tentative deal that includes wage increases and pay for boarding passengers. ICON founder dies in wingsuit accident ICON Aircraft co-founder Kirk Hawkins died August 19, 2025, in a wingsuit accident in the Swiss Alps.