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Homilias - IVE
”Pedir as coisas importantes”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 3:20


Homilia Padre Antônio Gonzalez, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 8,1-10Naqueles dias, havia de novo uma grande multidãoe não tinha o que comer.Jesus chamou os discípulos e disse:"Tenho compaixão dessa multidão,porque já faz três dias que está comigoe não têm nada para comer.Se eu os mandar para casa sem comer,vão desmaiar pelo caminho,porque muitos deles vieram de longe".Os discípulos disseram:"Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?"Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?"Eles responderam: "Sete".Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão.Depois, pegou os sete pães, e deu graças,partiu-os e ia dando aos seus discípulos,para que os distribuíssem.E eles os distribuíam ao povo.Tinham também alguns peixinhos.Depois de pronunciar a bênção sobre eles,mandou que os distribuíssem também.Comeram e ficaram satisfeitos,e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram.Eram quatro mil, mais ou menos.E Jesus os despediu.Subindo logo na barca com seus discípulos,Jesus foi para a região de Dalmanuta.Palavra da Salvação.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 8,1-10 - 14/02/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 4:48


Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2 "Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. 3 Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe". 4 Os discípulos disseram: "Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?" 5 Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?" Eles responderam: "Sete". 6 Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7 Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8 Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9 Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10 Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.

Linhas Direitas
#214 - O Que Fazia Falta Eram Quatro Passos Coelhos

Linhas Direitas

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026


Arauto Repórter UNISC
A gente não tinha nada. E tinha tudo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 5:50


Minha mãe cortava o frango, picava os ovos e passava manteiga no pão com a mesma faca. Na mesma tábua. Sem água sanitária para cada tarefa. E sabe o que aconteceu?Nada.Eu não lembro de ter tido intoxicação alimentar uma vez sequer.Todo domingo era "frango com batata frita".Não precisava de grandes banquetes pra ter refeição em família.Eram nossas tradições. Simples. Mas preciosas.Nosso lanche da escola ia embrulhado em saquinho de pão.Não tinha lancheira térmica. Não tinha compartimento refrigerado.E o lanche? Pão com manteiga.Surpreendentemente, nenhuma bactéria nos derrubou.No verão, a gente mergulhava em rio, lago, praia.Ninguém sonhava em pagar pra se espremer numa piscina cheia de cloro.As praias nunca fechavam.E a gente nadava sem medo.Na escola, fazíamos educação física com tênis simples.Sem amortecedor. Sem tecnologia de mil reais.A gente caía? Sim. E levantava.E aquelas quedas viravam histórias.Fez algo errado? Levava castigo.Isso se chamava disciplina.E a gente cresceu respeitando regras e honrando os mais velhos.Éramos às vezes cinquenta por sala.E mesmo assim, todo mundo aprendeu a ler, escrever e fazer conta.Tabuada? A gente sabia de cor.Dever de casa? Fazia à noite, na mesa da cozinha.E conseguíamos escrever uma carta sem erro de português.No meio do ano, tinha festa junina.Bolo feito pelas mães. Rifa. Quadro de honra com os nomes dos melhores alunos.Que orgulho!Não importava de onde a gente vinha.Cantávamos o hino nacional juntos. Respeitávamos a bandeira.E ninguém achava isso opressão.A gente brincava na rua até os pais chamarem.E eles sempre sabiam onde a gente tava.Porque todo mundo se conhecia. Todo mundo cuidava.E sim, dava pra andar na rua de noite sem medo.Picada de abelha? Não ia pro hospital. Não tomava antibiótico.Era iodo, alho ou vinagre. E passava.Como a gente sobreviveu?Talvez justamente por causa dessa simplicidade.Amor a todos que viveram essa época.E aos que não viveram...Sinto muito pelo que vocês perderam.Porque hoje:O lanche tem que ir em marmita térmica com gelinho.A criança não pode cair porque "vai traumatizar".Brincar na rua virou perigoE no meio de tanta proteção...As crianças ficaram mais frágeis.Mais ansiosas.Mais perdidas.Porque a gente trocou simplicidade por paranoia.Trocou liberdade por controle.Trocou resiliência por fragilidade.E agora a gente tem:Crianças que não sabem lidar com frustração.Adolescentes que não sabem escrever uma frase.Adultos que não sabem resolver conflito sem processar alguém.Não estou dizendo que tudo era perfeito.Mas tem algo que a gente perdeu no meio do caminho:A capacidade de ser simples. De ser forte. De ser gente.Porque hoje:A gente tem mil informações. Mas nenhuma sabedoria.Mil redes sociais. Mas nenhuma conexão real.Mil terapias. Mas nenhuma paz.E às vezes eu olho pra trás e penso:A gente não tinha nada. Mas tinha tudo.Tinha vizinho que cuidava.Tinha rua pra brincar.Tinha simplicidade pra ser feliz.E hoje?Hoje a gente tem tudo.Mas parece que não tem nada.Essa é uma homenagem a quem cresceu com o simples. E sobreviveu. E virou gente de verdade.Não porque era melhor. Mas porque era real.Compartilhe com quem viveu essa época maravilhosa.Autor desconhecido

Assunto Nosso
A gente não tinha nada. E tinha tudo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 5:50


Minha mãe cortava o frango, picava os ovos e passava manteiga no pão com a mesma faca. Na mesma tábua. Sem água sanitária para cada tarefa. E sabe o que aconteceu?Nada.Eu não lembro de ter tido intoxicação alimentar uma vez sequer.Todo domingo era "frango com batata frita".Não precisava de grandes banquetes pra ter refeição em família.Eram nossas tradições. Simples. Mas preciosas.Nosso lanche da escola ia embrulhado em saquinho de pão.Não tinha lancheira térmica. Não tinha compartimento refrigerado.E o lanche? Pão com manteiga.Surpreendentemente, nenhuma bactéria nos derrubou.No verão, a gente mergulhava em rio, lago, praia.Ninguém sonhava em pagar pra se espremer numa piscina cheia de cloro.As praias nunca fechavam.E a gente nadava sem medo.Na escola, fazíamos educação física com tênis simples.Sem amortecedor. Sem tecnologia de mil reais.A gente caía? Sim. E levantava.E aquelas quedas viravam histórias.Fez algo errado? Levava castigo.Isso se chamava disciplina.E a gente cresceu respeitando regras e honrando os mais velhos.Éramos às vezes cinquenta por sala.E mesmo assim, todo mundo aprendeu a ler, escrever e fazer conta.Tabuada? A gente sabia de cor.Dever de casa? Fazia à noite, na mesa da cozinha.E conseguíamos escrever uma carta sem erro de português.No meio do ano, tinha festa junina.Bolo feito pelas mães. Rifa. Quadro de honra com os nomes dos melhores alunos.Que orgulho!Não importava de onde a gente vinha.Cantávamos o hino nacional juntos. Respeitávamos a bandeira.E ninguém achava isso opressão.A gente brincava na rua até os pais chamarem.E eles sempre sabiam onde a gente tava.Porque todo mundo se conhecia. Todo mundo cuidava.E sim, dava pra andar na rua de noite sem medo.Picada de abelha? Não ia pro hospital. Não tomava antibiótico.Era iodo, alho ou vinagre. E passava.Como a gente sobreviveu?Talvez justamente por causa dessa simplicidade.Amor a todos que viveram essa época.E aos que não viveram...Sinto muito pelo que vocês perderam.Porque hoje:O lanche tem que ir em marmita térmica com gelinho.A criança não pode cair porque "vai traumatizar".Brincar na rua virou perigoE no meio de tanta proteção...As crianças ficaram mais frágeis.Mais ansiosas.Mais perdidas.Porque a gente trocou simplicidade por paranoia.Trocou liberdade por controle.Trocou resiliência por fragilidade.E agora a gente tem:Crianças que não sabem lidar com frustração.Adolescentes que não sabem escrever uma frase.Adultos que não sabem resolver conflito sem processar alguém.Não estou dizendo que tudo era perfeito.Mas tem algo que a gente perdeu no meio do caminho:A capacidade de ser simples. De ser forte. De ser gente.Porque hoje:A gente tem mil informações. Mas nenhuma sabedoria.Mil redes sociais. Mas nenhuma conexão real.Mil terapias. Mas nenhuma paz.E às vezes eu olho pra trás e penso:A gente não tinha nada. Mas tinha tudo.Tinha vizinho que cuidava.Tinha rua pra brincar.Tinha simplicidade pra ser feliz.E hoje?Hoje a gente tem tudo.Mas parece que não tem nada.Essa é uma homenagem a quem cresceu com o simples. E sobreviveu. E virou gente de verdade.Não porque era melhor. Mas porque era real.Compartilhe com quem viveu essa época maravilhosa.Autor desconhecido

Quinta Misteriosa
O SERIAL KILLER ESQUIZOFRÊNICO HERBERT MULLIN #562

Quinta Misteriosa

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 33:31


Fred Perez foi assassinado no próprio quintal. A polícia chegou até Herbert Mullin, 25 anos, que confessou algo chocante: não eram um ou dois crimes. Eram muitos mais. Vítimas aleatórias, métodos brutais, e um motivo que ninguém esperava ouvir. Entre 1972 e 1973, Santa Cruz se tornou a Capital dos Assassinatos dos EUA. Mas o que levou um jovem popular, votado "mais provável de ter sucesso", a se tornar um dos casos mais perturbadores da história criminal americana? #562

Entendendo a Bíblia
Os filhos de Jacó já eram adultos em Gn 31-34?

Entendendo a Bíblia

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 12:27


Episódio do dia 15/01/2026, com o tema " Os filhos de Jacó já eram adultos em Gn 31-34?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: TENHO DÚVIDAS. GN 31.38 E 34.1 PASSARAM DÉCADAS? EM SIQUEM OS FILHOS DE JACÓ JÁ ERAM ADULTOS? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Bom Dia
Bom Dia, 10 de Janeiro

Renascença - Bom Dia

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 0:47


Conheceram-se há muitos anos. Eram jovens, participavam em campos de férias, nos longos meses de férias de Verão, iam à Missa juntos. A vida acabou por os separar, mas uma vez por ano combinam um jantar e quando se reencontram parece que o tempo não passou por eles.

Story in the Public Square
Navigating challnges posed for foreign-born doctors in underserved American communities with Eram Alam

Story in the Public Square

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 27:59


Nearly one in four doctors in the U.S. is foreign-born—many from South Asia—and they often serve in rural and underserved urban communities where American physicians are scarce. Harvard medical historian Eram Alam describes the public health challenges posed when immigrants are frequently met with suspicion in the communities they serve.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Mundo Agora
Análise: Quem concedeu aos Estados Unidos o direito de agir como polícia do mundo?

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 5:58


Os ataques americanos à Venezuela, culminando na captura do controverso presidente Nicolás Maduro, são um atentado contra o direito internacional. Mas o que mais surpreende é o silêncio cúmplice dos demais países, acuados num mundo em que vale a lei do mais forte. Thomás Zicman de Barros, analista político Na madrugada de sábado (3), Caracas e outras cidades venezuelanas foram despertadas por explosões. Eram bombardeios americanos, que culminaram na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, levados a Nova York para serem julgados como criminosos comuns. Trata-se de uma violação explícita do direito internacional, uma ingerência inaceitável de uma potência estrangeira sobre a soberania venezuelana, por mais que se possam fazer críticas severas ao governo chavista. O que mais impressiona, porém, é a forma como essa violação passou praticamente incólume. Por cálculo ou por medo, as chancelarias do mundo evitaram contestar diretamente as ações de Washington, abrindo um precedente perigoso. A operação para capturar Maduro se inscreve na Estratégia de Segurança Nacional divulgada por Washington em dezembro passado. Trata-se de uma releitura da bicentenária Doutrina Monroe, baseada em uma visão de mundo organizada em esferas de influência. A América Latina reaparece como quintal dos Estados Unidos, um espaço vital onde governos hostis devem ser removidos e onde potências consideradas externas, como Rússia e China, devem ser mantidas à distância. A Venezuela tornou-se o exemplo mais explícito dessa doutrina aplicada sem disfarces. A ausência de disfarces fica clara nas justificativas oficiais. A defesa dos direitos humanos e da democracia, frequentemente mobilizada como pretexto para intervenções americanas, simplesmente não apareceu no discurso de Donald Trump. Ele não pronunciou a palavra “democracia” uma única vez na coletiva de imprensa após a operação. Nada surpreendente, vindo de um presidente que demonstra reiterado desprezo pela democracia no plano doméstico. Segundo a Casa Branca, a captura de Maduro teria como motivação suas ligações com o narcotráfico. A comparação imediata é com Manuel Noriega, presidente do Panamá capturado e levado aos Estados Unidos no fim dos anos 1980. Mesmo esse verniz, no entanto, descasca rapidamente. Não apenas porque, há poucas semanas, Trump perdoou um ex-presidente hondurenho amplamente documentado como colaborador de cartéis, mas também porque, na mesma coletiva em que ignorou a palavra democracia, falou longamente sobre petróleo. Disse, sem rodeios, que os Estados Unidos pretendem explorar as reservas venezuelanas. Condenar a ingerência americana não implica minimizar a situação interna da Venezuela. Maduro é um líder amplamente contestado, no poder após eleições questionadas, sustentado por uma base social hoje minoritária e por um pacto profundo com as Forças Armadas, que controlam setores estratégicos da economia. A crise política e social do país é real. Ainda assim, há algo menos legítimo do que qualquer governo chavista: uma intervenção militar estrangeira dessa natureza. Bombardear um país e sequestrar sua elite dirigente, por pior que ela seja, é a suspensão aberta do direito internacional e da autodeterminação dos povos. A pergunta que se impõe é simples. Quem concedeu aos Estados Unidos o direito de agir como polícia do mundo? Quem autorizou ataques militares sem aval de fóruns multilaterais? E quem atribuiu a Nova York uma jurisdição universal de fato, funcionando como um tribunal da Haia privado, justamente para um país que se recusa a reconhecer as cortes internacionais competentes? Tão grave quanto a ação americana foi a reação da comunidade internacional. O governo brasileiro condenou a operação, mas a nota oficial do presidente Lula evita cuidadosamente mencionar os Estados Unidos. Os bombardeios e o sequestro de Maduro parecem ter sido obra de um agente indeterminado. Frases na voz passiva, sem sujeito. O cálculo é compreensível. Lula sabe que deteriorar relações com Washington pode abrir espaço para novas ingerências em pleno ano eleitoral. Mais constrangedora ainda foi a postura europeia. O presidente da França, Emmanuel Macron, chefe de Estado de um país membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, abandonou uma tradição diplomática que remonta a De Gaulle. Quando os Estados Unidos invadiram o Iraque com pretextos farsescos para derrubar Saddam Hussein, o então presidente francês Jacques Chirac se opôs frontalmente e denunciou a farsa. Desta vez, Macron limitou-se a avalizar a ação de Trump. Nenhuma palavra sobre a violação do direito internacional. Apenas a celebração da queda de Maduro e a vaga promessa de uma democracia futura, garantida por um presidente americano que sequer pronuncia essa palavra. Macron parece não perceber o precedente que legitima. Se Washington pode agir impunemente em seu quintal, por que a Russia deveria se conter na Ucrânia, ou no espaço pós-soviético? No fundo, apesar de contrariados em suas parcerias com Caracas, Moscou e Pequim parecem apreciar o precedente aberto por Trump. O futuro da Venezuela permanece envolto em incertezas. Trump afirma que os Estados Unidos administrarão o país pelo tempo que julgarem necessário, assegurando um regime alinhado a Washington e às petrolíferas americanas. Ao mesmo tempo, a estrutura de poder chavista permanece intacta. O partido governista segue operando. Os militares continuam no centro da economia. A vice-presidenta em exercício, Delcy Rodríguez, reuniu o gabinete, declarou Maduro ainda presidente e reafirmou a vigência da Constituição bolivariana. Tutela americana ou soberania bolivariana? Talvez ambas, em um arranjo ainda opaco. Ao descartar a líder opositora María Corina Machado, Trump sugere que a pessoa física de Maduro seria a fonte dos problemas e que seria possível negociar com o restante do chavismo. Os próximos dias definirão o rumo da política venezuelana. A caixa de Pandora aberta no último sábado, porém, libertou demônios cujas consequências vão muito além da crise do país. Cuba, México e Colômbia já aparecem em análises e declarações como possíveis próximos alvos dessa lógica de coerção e tutela. Entramos em uma velha nova era, em que a intervenção aberta dos Estados Unidos na América Latina volta a ser tratada como normal. A diferença é que Trump é franco quanto aos interesses materiais em jogo e conta com a conivência cúmplice de chancelarias acuadas ao redor do mundo. No fim, vale a máxima: Crime ocorre. Nada acontece. Feijoada. Ou, na versão local, pabellón criollo.

Assunto Nosso
Pontos de Vista

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:47


Um famoso escritor estava em sua sala de estudo. Pegou a caneta e começou a escrever:No ano passado precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo.Nesse mesmo ano, cheguei a idade de 60 anos e tive que renunciar ao meu trabalho favorito. Havia permanecido 30 anos naquele editorial.No mesmo ano, experimentei a dor pela morte de meu pai e meu filho fracassou em seu exame médico porque teve um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi outra perda.Ao final escreveu:“FOI UM ANO MUITO RUIM!”Quando a esposa do escritor entrou na sala, o encontrou triste em meio aos seus pensamentos. Por trás dele, leu o que estava escrito no papel.Saiu da sala em silêncio e voltou com outro papel que colocou ao lado do papel de seu marido.Quando o escritor viu o papel, encontrou escrito o seguinte:No ano passado finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor.Completei 60 anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade.No mesmo ano, meu pai, com a idade de 95 anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, conheceu seu Criador.No mesmo ano, Deus abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo sem nenhuma sequela.Ao final, ela escreveu:“ESSE ANO FOI UMA GRANDE BENÇÃO!”Eram os mesmos acontecimentos, mas com pontos de vista diferentes.Se refletirmos bem, temos inúmeras razões para ser gratos a Deus.Não é a FELICIDADE que nos torna GRATOS, mas, sim, a GRATIDÃO que nos faz FELIZES!Sempre há algo para agradecer!Você escolhe como escrever sua história!

Arauto Repórter UNISC
Pontos de Vista

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:47


Um famoso escritor estava em sua sala de estudo. Pegou a caneta e começou a escrever:No ano passado precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo.Nesse mesmo ano, cheguei a idade de 60 anos e tive que renunciar ao meu trabalho favorito. Havia permanecido 30 anos naquele editorial.No mesmo ano, experimentei a dor pela morte de meu pai e meu filho fracassou em seu exame médico porque teve um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi outra perda.Ao final escreveu:“FOI UM ANO MUITO RUIM!”Quando a esposa do escritor entrou na sala, o encontrou triste em meio aos seus pensamentos. Por trás dele, leu o que estava escrito no papel.Saiu da sala em silêncio e voltou com outro papel que colocou ao lado do papel de seu marido.Quando o escritor viu o papel, encontrou escrito o seguinte:No ano passado finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor.Completei 60 anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade.No mesmo ano, meu pai, com a idade de 95 anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, conheceu seu Criador.No mesmo ano, Deus abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo sem nenhuma sequela.Ao final, ela escreveu:“ESSE ANO FOI UMA GRANDE BENÇÃO!”Eram os mesmos acontecimentos, mas com pontos de vista diferentes.Se refletirmos bem, temos inúmeras razões para ser gratos a Deus.Não é a FELICIDADE que nos torna GRATOS, mas, sim, a GRATIDÃO que nos faz FELIZES!Sempre há algo para agradecer!Você escolhe como escrever sua história!

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O CASO ARIANE, O DIA EM QUE UM GRUPO DE JOVENS TIROU A VIDA DA AMIGA PARA VER SE ERAM PSICOP4TAS

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Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 14:40


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Colunistas Eldorado Estadão
Acorda, Pedrinho! | Envolvidos no escândalo do INSS eram defensores dos aposentados

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 10:13


Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Crime e Castigo
Há falsos polícias que andam a roubar casas. O que fazer?

Crime e Castigo

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 12:39


A PJ apanhou 13 falsos polícias que andavam a roubar casas. Eram violentos. Não é a primeira vez. Como evitar uma situação destas? Este é o tema do Crime e Castigo de hoje, onde falaremos também do advogado, que foi adjunto de uma antiga ministra da Justiça, apanhado nas malhas da pedofilia. Um podcast com Paulo João Santos e Francisca, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Cláudio Martins.

Airplane Geeks Podcast
871 QF32 A380 Uncontained Engine Failure

Airplane Geeks Podcast

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 87:05


The captain of an A380 that experienced an uncontained engine failure, paying air traffic controllers during a shutdown, a $10,000 bonus for those who worked, NTSB preliminary report on UPS Flight 2976, a request for information on a new ATC system, dressing better when flying commercially, and going through airport security without a Real ID. Guest Richard De Crespigny was the captain of Qantas Flight QF32 on November 4, 2010, when one of the plane's Rolls-Royce Trent 900 engines experienced an uncontained engine failure. The A380 had just taken off from Singapore. Richard and his crew managed to get everyone home safely, and the story has since become a bit of a legend in Australian flying circles. Richard is a former RAAF pilot, has written books, given keynotes around the world, and now hosts his own podcast on resilience and leadership called FLY! Richard explains that the uncontained engine failure on Qantas Flight QF32 involved the Number 2 engine. This resulted in extensive damage to the aircraft and many system failures. Five pilots were in the cockpit, and they formed a “hive mind,” making hundreds of decisions to stabilize the aircraft, which took two hours. A hundred checklists were actioned in the air, and more when the A380 was back on the ground. The incident was so complex that it has been characterized as “Apollo 13 with passengers.” We learn what was said in the cockpit during the first 30 seconds, and how the cabin crew performed because the flight deck could not communicate with them. In his mind, Richard set up to perform an “Armstrong Spiral” in case all four engines went out when landing the plane. On approach, speed and stall warnings were sounding constantly because the systems could not handle all the damage. Richard explains why he decided not to immediately evacuate the passengers due to the dangers outside. This uncontained engine failure crippled the A380, yet the crew was able to manage the situation and there were no injuries. Richard speaks frequently of “resilience” and how that characteristic worked to their advantage.  QF32 uncontained engine failure. From the FAA Airbus A380-842 report, crediting the ATSB accident report. Since the incident, Richard has published several books: QF32 tells the story of what happened. It was published before the investigators made all the facts public, so Richard had to hold back. However, a new edition will fill in the missing pieces. The newer book Fly! tells the how and the why. Check out: The FLY! Podcast with Richard De Crespigny, available on Apple / Spotify / Omny, or wherever you listen to podcasts. The QF32 book and the FLY! book. Reach Richard at richardd@aeronaut.biz. Aviation News US airline group urges Congress to pay controllers during future shutdowns Trade group Airlines for America (A4A) wants to see air traffic controllers get paid during future government shutdowns. Chris Sununu, A4A President and CEO, said, “This shutdown has demonstrated the serious safety, human and economic consequences of subjecting the aviation sector to this kind of stress and chaos. It must never happen again.” Air Traffic Controllers Say $10,000 Shutdown Bonuses Are Tearing the Workforce Apart – And Jeopardize Safety The Administration wants to give air traffic controllers and TSA screeners $10,000 if they had perfect attendance during the shutdown. DOT Secretary Sean Duffy said this would apply to 776 employees. Some controllers are expressing their displeasure with this move. UPS Flight 2976 Crash During Takeoff The NTSB has issued a Preliminary Report [PDF] on the UPS Flight 2967 MD-11F accident November 4, 2025. The airplane, N259UP, was destroyed after it impacted the ground shortly after takeoff from runway 17R at Louisville Muhammad Ali International Airport (SDF), Louisville, Kentucky. The 3 crewmembers aboard the airplane and 11 people on the ground were fatally injured. There were 23 others on the ground who were injured. Still images from an airport surveillance video show the left engine and left pylon separation from the left wing. The left pylon aft mount's forward and aft lugs were both found fractured. The fractured and separated upper portions of the forward and aft lugs were found adjacent to runway 17R. The left wing clevis, aft mount spherical bearing, and aft mount attachment hardware were found with a portion of the left wing at the accident site. The spherical bearing outer race had fractured circumferentially. FAA Issues Request for Information on New ATC System The FAA aims to replace the current En Route Automation Modernization system (ERAM) and the Standard Terminal Automation Replacement System (STARS) with a single, unified system, known as the Common Automation Platform (CAP). The Agency's Request For Information [PDF] asks the public to answer a series of questions. Transportation Secretary Sean Duffy Urges Passengers To Dress Better — But That Won't Fix Today's Inflight Behavior Problems DOT Secretary Sean Duffy tweeted that “Manners don't stop at the gate. Be courteous to your fellow passengers. Say please and thank you to your flight crews. Dress with respect. Lend a hand to those who could use it. It’s time to bring back civility and respect when we travel.” See also: Sean Duffy Wants You To Get Dressed Up When You Fly: “It's Time to Bring Back Civility And Respect When We Travel” No Real ID or passport? The TSA may charge you $18 to go through security May 7, 2025, was the date that Real ID was enforced at TSA checkpoints. Travelers must produce a Real ID-compliant driver’s license, a passport, a Global Entry card, or other approved document. The TSA is now proposing that travelers without one of those approved documents can still pass through airport security checkpoints. However, they can expect to pay an $18 fee for additional screening. The TSA has issued a Notice of Proposed Rulemaking (NPRM) in the Federal Register: TSA Modernized Alternative Identity Verification User Fee. The fee grants access to secure airport areas for up to 10 days and covers multiple flights. Payment of the fee does not guarantee entry; travelers must successfully authenticate their identity each time, and they may still face additional screening or delays.​ The collected fee is intended to offset government costs for new biometric verification kiosks, customer service improvements, and system updates.​ Hosts this Episode Max Flight, Rob Mark, and our Main(e) Man Micah.

The Healthcare Policy Podcast ®  Produced by David Introcaso
Harvard Professor Eram Alam Discusses Her Just-Published Book, "The Care of Foreigners, How Immigrant Physicians Changed US Healthcare"

The Healthcare Policy Podcast ® Produced by David Introcaso

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 34:32


The US has effectively always suffered a physician shortage. Last year the AMA estimated a shortage of 86,000 by 2035. US policymakers have since 1965 addressed this problem by recruiting foreign born physicians (termed Foreign Medical Graduates or FMGs), mostly from Southeast Asia, largely India. Today FMEs, that account for 25-30% of the physician workforce, are disproportionately employed in Health Professional Shortage Areas or HPSAs in which there remains or persists a strong demand, e.g., HRSA recognizes over 7,500 primary care HPSAs. Nevertheless, Prof. Alam concludes stratifying our medical system can be interpreted in part as a cover up to a problem of long-term disinvestment in rural healthcare and minority health. Simply growing the work force has had, Prof Alam argues, both a minimal impact on the equitable distribution of US healthcare resources while intensifying global health inequalities resulting from substantial brain drain.Information about Prof. Alam's book is at: https://www.press.jhu.edu/books/title/53838/care-foreigners?srsltid=AfmBOopgVAOX_1s9S7NaIMoKsXgrUS2htC4_HaE0zTYDrfQJltnIpRK7. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.thehealthcarepolicypodcast.com

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A GRANDE VITÓRIA DE JESUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 3:46


LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 CRÔNICAS 20:15-22 PLANO DE LEITURA ANUAL: JEREMIAS 46–47; HEBREUS 6   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Durante a Segunda Guerra Mundial, alguns pianos foram lançados de avião a fim de suprir as saudades que os soldados europeus sentiam de suas casas. Os pianos foram fabricados contendo 10% da quantidade normal de metal, com cola especial resistente à água e tratamentos anti-insetos. Eram instrumentos robustos e simples, mas forneciam entretenimento para os soldados, que se reuniam e cantavam canções familiares longe de seus lares. Cantar, especialmente canções de louvor, é uma das maneiras pelas quais os cristãos podem encontrar paz na batalha. O rei Josafá descobriu isso ao enfrentar vastos exércitos invasores (2 CRÔNICAS 20). Aterrorizado, o rei convocou todo o povo para orar e jejuar (vv.3-4). Em resposta, Deus lhe disse para liderar os soldados para enfrentarem o inimigo, prometendo que eles “não [teriam] de lutar” (v.17). Josafá creu em Deus e agiu com fé. Ele designou cantores para irem à frente dos soldados e cantarem louvores a Deus pela vitória que eles acreditavam que veriam (v.21). E quando a música deles começou, o Senhor milagrosamente derrotou seus inimigos e salvou Seu povo (v.22). A vitória nem sempre vem quando ou como queremos. Mas sempre podemos proclamar a vitória suprema de Jesus sobre o pecado e a morte que já foi conquistada para nós. Podemos escolher descansar em espírito de louvor mesmo em meio a uma zona de guerra.  Por: KAREN PIMPO 

Expresso - Expresso da Manhã
Roda da sorte: o local de Lisboa onde eram entregues milhares de bebés para terem uma hipótese de viver

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 27:11


Durante mais de dois séculos, centenas de milhares de bebés foram deixados, e não abandonados, na Roda de Lisboa. A roda era um cilindro oco de madeira onde se colocava o bebé; fazia-se girar o cilindro, tocava-se a sineta e, do outro lado da parede, o bebé era recolhido. A Misericórdia guarda 90 mil objectos que acompanhavam essas crianças - medalhas, amuletos, sapatinhos, fotografias, tranças de cabelo - e, sobretudo bilhetes onde a mãe se despedida do bebé, bilhetes onde se deixavam pistas sobre de quem era filho, muitas vezes porque os pais manifestava a intenção de as procurar no futuro. É o maior acervo de mundo e está candidato a património da humanidade. Joana Pereira Bastos e Raquel Moleiro são as autoras desta investigação e é com elas que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Talk Nerdy with Cara Santa Maria
Immigrant Physicians w/ Eram Alam

Talk Nerdy with Cara Santa Maria

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 63:26 Transcription Available


In this episode of Talk Nerdy, Cara is joined by associate professor in the Department of the History of Science at Harvard University, Dr. Eram Alam. They discuss her highly relevant book, The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare.

New Books in American Studies
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in American Studies

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/american-studies

New Books in Public Policy
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in Public Policy

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/public-policy

New Books in Politics
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in Politics

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/politics-and-polemics

Infectious Historians
Episode 141 - Foreign Healthcare Workers with Eram Alam

Infectious Historians

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 70:02


Eran Alam (Harvard University) speaks to the Infectious Historians about foreign healthcare workers in the US. The conversation begins with an examination of doctors in the US - how many are trained (and retire), different fields and different parts of the country. Historically, immigration has been a key way in which the US has historically addressed shortages of doctors. Eram highlights the different countries - particularly in South Asia - from which doctors immigrated to the US, where they became instrumental for the US healthcare system. At the same time, this migration also had long-term impacts on doctors' home countries.

New Books Network
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books Network

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network

New Books in Medicine
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in Medicine

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/medicine

New Books in South Asian Studies
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in South Asian Studies

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/south-asian-studies

The Academic Life
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

The Academic Life

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/academic-life

New Books in the History of Science
Eram Alam, "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare" (JHU Press, 2025)

New Books in the History of Science

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 51:39


For more than 60 years, the United States has trained fewer physicians than it needs, relying instead on the economically expedient option of soliciting immigrant physicians trained at the expense of other countries. The passage of the Hart–Celler Immigration and Nationality Act of 1965 expedited the entry of foreign medical graduates (FMGs) from postcolonial South Asia and sent them to provide care in shortage areas throughout the United States. Although this arrangement was conceived as temporary, over the decades it has become a permanent fixture of the medical system, with FMGs comprising at least a quarter of the physician labor force since the act became law. This cohort of practitioners has not been extensively studied, rendering the impacts of immigration and foreign policy on the everyday mechanics of US health care obscure. In The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare, Dr. Alam foregrounds global dynamics embedded in the medical system to ask how and why Asian physicians—and especially practitioners from South Asia—have become integral to US medical practice and ubiquitous in the US public imaginary. Drawing on transcripts of congressional hearings; medical, scientific, and social scientific literature; ethnographies; oral histories; and popular media, Dr. Alam explores the enduring consequences of postcolonial physician migration. Combining theoretical and methodological insights from a range of disciplines, this book analyzes both the care provided by immigrant physicians as well as the care extended to them as foreigners. Our guest is: Dr. Eram Alam, who specializes in the history of medicine, with a particular emphasis on globalization, race, migration, and health during the twentieth century. She is an assistant professor in the Department of the History of Science at Harvard University. She received her PhD in History and Sociology of Science from the University of Pennsylvania, and holds a BA and BS from Northwestern University and a MA from the University of Chicago. Our host is: Dr. Christina Gessler, who is a developmental editor, and the producer of the Academic Life podcast. She writes the show's newsletter at ChristinaGessler.Substack.com Listeners may enjoy this playlist: Where Is Home? Immigration Realities Secret Harvests Who Gets Believed The House on Henry Street Womanist Bioethics Welcome to Academic Life, the podcast for your academic journey—and beyond! You can support the show by sharing episodes, or by donating here. Join us again to learn from more experts inside and outside the academy, and around the world. Missed any of the 275+ Academic Life episodes? Find them here. And thank you for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Conversas à quinta - Observador
A Vida em Revolução. Ângelo Correia: “A sede do PPD eram uns quartinhos. O PS tinha um Palácio. Foi influência da maçonaria”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 57:45


A épica implantação do PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o papel do contínuo, o militante encapuzado, o casting para as mesas nas sessões de esclarecimento, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Parte I da entrevista com Ângelo Correia: “O 11 de Março é talvez o fenómeno político mais destruidor por muitos anos em Portugal.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
22/10/2025 | 2ª Edição: Lojas de brinquedos em grandes shoppings de SP eram usadas pelo PCC para lavar dinheiro da facção

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 4:25


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Lojas de brinquedos infantis em shoppings de São Paulo foram alvos de uma operação do Ministério Público, nesta quarta-feira (22). Os estabelecimentos seriam usados pelo PCC para lavar dinheiro. A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais localizados na capital paulista, em Guarulhos (SP) e em Santo André, na Grande São Paulo. No total, foram bloqueados R$ 4,3 milhões. Segundo as investigações, lojas de brinquedos em grandes shoppings teriam sido usadas pelo PCC para lavar dinheiro da organização criminosa. Duas mulheres ligadas a um dos chefes da facção teriam investido grandes valores na abertura das lojas; ninguém foi preso. E ainda: Justiça italiana aprova extradição de Carla Zambelli ao Brasil.

All Vorbe
#416 Oaia Electronică Eram De Fapt Noi

All Vorbe

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 58:04


Doom Android Dream Of Electric Sheep Timestamps: 0:00 Intro 9:39 Condemned: Criminal Origins 22:11 Edgar s-a jucat Freedom Force 32:20 Știri: Șeful Asasin constrâns să demisioneze de la Ubisoft; EA face un Dead Space nou??? Senatului SUA nu îi place când alte state fac propagandă 42:59 Quantic Dream vrea să facă Overwatch Become Human; Industry Giant e un joc; Dramă la gZdoom YouTube: https://www.youtube.com/c/jocsivorbe1416 YouTube Stream Highlights: https://www.youtube.com/c/JocȘiVorbeBits Twitch: https://www.twitch.tv/jocsivorbe iTunes: https://podcasts.apple.com/us/podcast/all-vorbe/id1331438601 Spotify: https://open.spotify.com/show/3RFgOJDgyEnpvkUQoSh0Tc Facebook: www.facebook.com/JocSiVorbe/ Instagram: https://www.instagram.com/jocsivorbe/ Discord: https://discord.gg/m5a6DDfBFc Tip Jar: https://ko-fi.com/jocsivorbe Patreon: https://www.patreon.com/jocsivorbe RSS și linkuri de download: http://feeds.soundcloud.com/users/soundcloud:users:281506836/sounds.rss

ASIAN AMERICA: THE KEN FONG PODCAST
EP 561: Harvard's Dr. Eram Alam On How Immigrant (Especially South Asian) Physicians Changed U.S. Healthcare

ASIAN AMERICA: THE KEN FONG PODCAST

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 51:28


Harvard Associate Professor of the History of Science Dr. Eram Alam has just published "The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed U.S. Healthcare." Her extensive research revealed that, over decades, foreign medical graduates (FMGs) have become a sizeable and stable part of the U.S. physician workforce--at least a quarter since 1965. Their presence has shaped aspects of healthcare delivery, especially in underserved areas. But also, their presence raises questions about responsibility: what does it mean for U.S. healthcare to be so dependent on immigrant labor? What are the costs--to the physicians, to their home countries--to the idea of "universal" or equitable care?

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 264: Caring for Plants for the first (last?) time

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 42:17


To book your conversation with Eli this very week, go to https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/And here is the monologue for your benefit:Depois que me divorciei, meus amigos me aconselharam a cuidar de algo, planta ou cachorro, para ocupar a mente. Afinal, cabeça vazia é oficina do Diabo. Mas eu me sentia bem, e o divórcio não foi nem litigioso, foi por incompatibilidade de gênios mesmo... De qualquer forma, ter um cachorro é muito trabalhoso e planta, sem graça, mas, no fim das contas, acatei a sugestão e fui para a floricultura que fica ali perto do centro.— E o senhor já tem um espaço para a planta? — o vendedor me perguntou.O vendedor explicou que eu precisava saber bem o espaço disponível, porque podia tanto levar uma muda quanto uma planta já adulta. Se fosse uma muda, teria que cuidar bem na hora do transplante. Se fosse uma planta grande, o ideal era um vaso com boa drenagem e dar uma soltada no torrão para arejar a terra.— Fica na varanda mesmo — respondi, dizendo que um dia ia ter uma casa de vergonha, mas por enquanto ia ficar na varandinha.O vendedor agradeceu a informação e me conduziu até uma seção em que estavam várias samambaias bem frondosas dentro de vasos. Eram plantas perfeitas para se ter dentro de casa, “especialmente para quem é meio esquecido.”Não sei como o vendedor descobriu essa informação sobre mim, de que sou esquecido, mas ele acertou na mosca. Eu bem que podia passar dois ou três dias sem cuidar da plantinha e ela morreria de sede.— E como é que eu devo regar a plantinha? — perguntei.Era simples. Primeiro, você pode usar um regador ou qualquer outra coisa que tenha em casa. Um regador é melhor, mas um copo d’água dá conta do recado. Agora é muito importante testar o solo antes de molhar.“Mete o dedo na terra e vê se a areia fica grudada no seu dedo. Caso fique, então significa que o solo está bastante úmido, e aí não vai despejar tanta água. E, se perceber que as folhas estão ficando amarronzadas, isso pode ser falta d’água ou o tempo pode estar muito seco.”O vendedor me deu uma cotoveladinha enquanto eu ponderava se levava ou não a planta.— E tem um segredinho — ele confidenciou. — Coloca um pratinho com umas pedrinhas debaixo do vaso e põe água. Isso ajuda a manter a umidade.Depois fez outra pausa e continuou.— E me diz uma coisa. Bate sol na sua varanda?Pior que batia.Ao que o vendedor falou que samambaia era planta de sombra, com no máximo luz de sol indireta. Se eu colocasse a planta no sol, ela ia queimar e morrer.Eu já estava me aporrinhando com a ideia do tanto de trabalho, mas o vendedor não se deu por satisfeito.— E se o senhor perceber que tem muitas folhas secas, é hora de podar. Pode usar uma tesourinha boa de casa, desde que seja bem afiada, para desbastar sem machucar a planta.Quando ouvi isso, me peguei pensando em quem faria a poda das folhas enquanto eu viajasse.E acho que o vendedor leu os meus pensamentos. Disse que, se eu viajasse, não precisava me preocupar tanto: era uma planta de baixa manutenção. Bastava ter regado a planta pelo menos uma vez na semana, além de ter colocado, claro, o substrato correto, ter arejado a terra e deixado a planta num ambiente protegido.— Substrato é tipo adubo? — perguntei, para não dizer estrume e parecer um matuto.Não, não eram a mesma coisa, mas se complementavam.E tinha mais. Ai de mim se colocasse a planta em ambiente com ar-condicionado! E também era bom ter outras coisinhas plantadas por perto. E colocar a samambaia longe do sol não significava colocá-la no escuro, porque era uma planta, não um urso, para ficar entocada dentro de uma caverna. Ficando confortável, tudo ia ficar tranquilo.Depois de ouvir tudo aquilo vindo de um vendedor tão atencioso, decidi me escafeder dali e ir para minha casinha. Ia curtir a solteirice sem nem cachorro nem planta por perto.

O Sargento na Cela 7
Episódio 3: Ele não é meu irmão | A Eleição Mais Louca de Sempre

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 34:35


Eram como irmãos, vão acabar com uma amizade destruída. O confronto entre Mário Soares e Francisco Salgado Zenha marca as eleições presidenciais de 1986. O desentendimento entre os dois históricos socialistas já vinha de trás, mas vai atingir o clímax na primeira volta das eleições. Durante o debate que os põe frente a frente na televisão, Soares acusa Zenha de encabeçar uma candidatura fratricida. Quando ouve a resposta dele, percebe que perdeu o amigo de uma vida: “Ele não é meu irmão. Não é, nunca foi, nem nunca será”. Já Freitas do Amaral sonha com uma vitória à primeira volta. E a onda de euforia à volta do candidato da direita até tem direito a “dresscode” — um sobretudo verde e chapéu de palha. Pela primeira vez, o país vive uma campanha “à americana”. "A eleição mais louca de sempre" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Gonçalo Waddington e tem banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir semanalmente os episódios de "A eleição mais louca de sempre" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Piratinha do Ar
Episódio 3: Ele não é meu irmão | A Eleição Mais Louca de Sempre

Piratinha do Ar

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 34:37


Eram como irmãos, vão acabar com uma amizade destruída. O confronto entre Mário Soares e Francisco Salgado Zenha marca as eleições presidenciais de 1986. O desentendimento entre os dois históricos socialistas já vinha de trás, mas vai atingir o clímax na primeira volta das eleições. Durante o debate que os põe frente a frente na televisão, Soares acusa Zenha de encabeçar uma candidatura fratricida. Quando ouve a resposta dele, percebe que perdeu o amigo de uma vida: “Ele não é meu irmão. Não é, nunca foi, nem nunca será”. Já Freitas do Amaral sonha com uma vitória à primeira volta. E a onda de euforia à volta do candidato da direita até tem direito a “dresscode” — um sobretudo verde e chapéu de palha. Pela primeira vez, o país vive uma campanha “à americana”. "A eleição mais louca de sempre" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Gonçalo Waddington e tem banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir semanalmente os episódios de "A eleição mais louca de sempre" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Prova Oral
LEADERSHIP SUMMIT 2025

Prova Oral

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 55:53


Eram nove da manhã e o Fernando Alvim partiu rumo à descoberta pelos melhores líderes do nosso País.

O Antagonista
Cortes do Papo - Senado vai barrar PEC da Blindagem?

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 16:05


A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira, 16, em dois turnos a PEC da Blindagem. No primeiro turno, foram registrados 353 votos a favor e 134 votos contrários, além de uma abstenção.Eram necessários 308 votos para garantir o avanço do texto. No 2º turno, o placar foi de 344 votos a 133.O texto determina que membros do Congresso “não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem processados criminalmente, sem prévia licença de sua Casa Legislativa” - ou seja: a Câmara, se o alvo for deputado federal; ou o Senado, se for senador.Após o aval do Congresso, a proposta foi encaminhada ao Senado.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Radio NV
Сталося дещо дуже погане для Москви. США дали добро на удари вглиб РФ | Михайло Гончар - Війна в Україні

Radio NV

Play Episode Listen Later Aug 30, 2025 21:59


Михайло Гончар, президент Центру глобалістики «Стратегія ХХІ», на Radio NV про удари українських дронів по Краснодарському і Сизранському НПЗ, які це матиме наслідки для економіки ворога, про дефіцит бензину в Росії, про передачу Україні від США далекобійних ракет ERAM. Ведучий – Дмитро Тузов

Airplane Geeks Podcast
861 Floatplane

Airplane Geeks Podcast

Play Episode Listen Later Aug 27, 2025 92:05


We talk with a floatplane pilot who flies the de Havilland Canada DHC-2 Beaver commercially. In the news, we look at strategies for modernizing the air traffic control system, striking flight attendants and some who wish they could, and a wingsuit accident takes the life of an ICON Aircraft co-founder. Guest John Crawford flies the de Havilland Canada DHC-2 Beaver commercially on the Canadian West Coast. He began flying Beavers when he was the Chief Pilot and Operations Manager for a company specializing in floatplane training, where he overhauled the training program. In addition to his full-time flying job, John also has a coaching program that helps pilots get their first flying position without the unnecessary and expensive detour of instructing. He helps student pilots with resumes, job search beyond job ads, interview preparation, and more. John Crawford and the de Havilland Canada DHC-2 Beaver. John describes his path to becoming a floatplane pilot, learning to fly, and using taildragger and bush-flying experience. He notes the origin of the Beaver and the challenges of flying a floatplane compared to other aircraft, including obstructions in the water, winds, and docking. John's coaching project started as a proof of concept but has grown to include Canadian, U.S., and international students. We look at his teaching methods, the pattern of floatplane student pilots who do well learning to fly, and how John shows people how to get work. John also provides a valuable perspective on flight instructing in general and how teaching is not for everyone. See John's website, find him on YouTube, and on Instagram. Aviation News The ‘brand new' ATC system might not be as new as you think The National Airspace System today is built on three main software platforms that help transmit flight plan data, collect aircraft position information, and display all of that on the screens of air traffic controllers: the Standard Terminal Automation Replacement System (STARS) used by approach and departure facilities, En Route Automation Modernization (ERAM) used by enroute facilities, and the Advanced Technologies & Oceanic Procedures (ATOPs) used by oceanic facilities in California and New York. The FAA said that combining these three protocols into a single common automation platform would be more efficient. That proposal is a pillar of the administration's ATC modernization plan, and it would cost an estimated $31.5 billion. Instead of replacing STARS, ERAM, and ATOPs, FAA chief Bryan Bedford said the agency is exploring a cheaper way to connect the systems that "will look and feel and act exactly the same" as a common platform without actually being one. "There's technology that we can stick in between ERAM and STARS and ATOPs and the user, you know, a new interface. These interfaces actually exist today. We can take that data, we can re-present it across the users of the NAS." US flight attendants are fed up like their Air Canada peers. Here's why they are unlikely to strike Hourly wages for flight attendants can be very low relative to the cost of living. Some can't afford housing in their home base location and must therefore commute from a lower-cost region. Discontent is amplified when FAs are not paid until the cabin door is open. Airline strikes are rare due to the Railway Labor Act of 1926, amended in 1936 to include airlines. For airline workers to strike, Federal mediators must declare an impasse. But even then, the president or Congress can intervene. Air Canada reaches deal with flight attendant union to end strike as operations will slowly restart Ten thousand Air Canada flight attendants went on strike, but that ended with a tentative deal that includes wage increases and pay for boarding passengers. ICON founder dies in wingsuit accident ICON Aircraft co-founder Kirk Hawkins died August 19, 2025, in a wingsuit accident in the Swiss Alps.

Radio NV
Трамп прийняв рішення. США Висилають Україні далекобійні ракети, що полетять по РФ | Андрій Ткачук - Війна в Україні

Radio NV

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 20:28


Андрій Ткачук, майор ЗСУ, політолог, на Radio NV про ситуацію на фронті, бої на Покровському напрямку, навколо Добропілля, нову ціль рашистів на Донеччині, та передачу Україні далекобійних ракет ERAM від США. Ведучий – Павло Новіков

Radio NV
Ця ракета реально стане геймчейнджером на полі бою | Віталій Кононученко - Війна в Україні

Radio NV

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 23:02


Віталій Кононученко, журналіст, OSINT-аналітик, військовий оглядач Дзеркало тижня, на Radio NV, про погодження Білим домом продажу Україні крилатих ракет ERAM, чому США залишають за собою погодження запусків цих ракет, з якої платформи повинні здійснювати запуски такого типу ракет, чи постане питання про збільшення бойового авіапарку, що відомо про радіус дії ERAM, чи можна ними збивати крилаті ракети, чи є Довгий Нептун модернізацією ракети Нептун, про звільнення Новомихайлівки, Володимирівки та Зеленого Гаю на Донеччині та якою є поточна ситуація на Покровському напрямку Ведучий – Дмитро Тузов

Radio NV
Трамп пішов на небачений крок. Цей сигнал Путін зрозуміє | Роман Безсмертний - Війна в Україні

Radio NV

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 24:43


Роман Безсмертний, політик, Надзвичайний і Повноважний посол України, на Radio NV, про яка зараз позиція Росії у мирному процесі, коли в США зрозуміють, що Москва затягує час, чому така нехитра комбінація Росії працює з Трампом, які провальні місця в позиції США вдається зафіксувати, чи має для Вашингтону якесь значення Будапештський меморандум, чи може США вийти з мирного процесу для України, чи зможе Трамп відновити довіру до себе та погодження Білого дому продажу ракет ERAM Україні Ведучий – Дмитро Тузов

Silicon Curtain
BREAKING: Worse Than Biden - Callous Restrictions Placed on Ukraine!

Silicon Curtain

Play Episode Listen Later Aug 24, 2025 13:32


Edition No231 | 24-08-2025 - Once more, we are asking the same question we asked of Biden and Sullivan? Is U.S. policy tying Ukraine's hands—not just inadvertently, but by design? Are we watching a strategic muddle, or calculated delay? Who's Blocking Ukraine's Offense Capabilities? Let's start with the curious case of long‑range missiles—approved for purchase but not for use, potentially sold but shackled. According to The Kyiv Independent, Washington has approved the sale of 3,550 ERAM missiles—Extended‑Range Attack Munitions, with a range of 241 to 450 kilometres—but wait for it… their use inside Russian territory requires U.S. approval. That approval is rumoured to be withheld. It feels like we're back in 2023-24. In other words, sold but not unleashed.” Profited from but not permitted to be used in the way they were designed. (The Kyiv Independent)Even more tellingly, a “review process” has quietly been imposed giving Defence Secretary Pete Hegseth authority to block Ukrainian long‑range strikes into Russia using U.S. weapons. The result: strikes potentially prevented for months. (The Kyiv Independent)Ynetnews adds: “The Pentagon has quietly barred Ukraine from using U.S.-made long-range ATACMS missiles to strike inside Russia for months,” and “on at least one instance, Ukraine requested permission … but was denied.” (ynetnews)----------SUPPORT THE CHANNEL:https://www.buymeacoffee.com/siliconcurtainhttps://www.patreon.com/siliconcurtain----------SOURCES: https://kyivindependent.com/us-approves-sale-of-eram-missiles-to-ukraine-wsj-reports/https://www.ynetnews.com/article/ryrrjfutxxhttps://kyivindependent.com/pentagon-has-quietly-barred-ukrainian-long-range-strikes-in-russia-with-us-missiles-wsj-reports/https://www.politico.com/news/2025/08/20/pentagon-minimal-security-guarantees-ukraine-00516856https://edition.cnn.com/2025/07/08/politics/hegseth-did-not-inform-white-house-ukraine-weapons-pausehttps://www.theguardian.com/us-news/2025/jul/05/hegseth-weapons-shipments-ukraine ----------TRUCK FUNDRAISER - GET A SILICON CURTAIN NAFO PATCH:Together with our friends at LIFT99 Kyiv Hub (the NAFO 69th Sniffing Brigade), we are teaming up to provide 2nd Battalion of 5th SAB with a pickup truck that they need for their missions. With your donation, you're not just sending a truck — you're standing with Ukraine.https://www.help99.co/patches/nafo-silicon-curtain-communityWhy NAFO Trucks Matter: Ukrainian soldiers know the immense value of our NAFO trucks and buses. These vehicles are carefully selected, produced between 2010 and 2017, ensuring reliability for harsh frontline terrain. Each truck is capable of driving at least 20,000 km (12,500 miles) without major technical issues, making them a lifeline for soldiers in combat zones.https://www.help99.co/patches/nafo-silicon-curtain-community----------

Radio NV
Хороші новини. Тисячі ракет ERAM полетять вглиб Росії | Соломія Бобровська - Війна в Україні

Radio NV

Play Episode Listen Later Aug 24, 2025 23:00


Соломія Бобровська, народна депутатка, фракція Голос, членкиня парламентського Комітету з питань нацбезпеки, оборони та розвідки, на Radio NV про візит до Києва Кіта Келлога, зустріч Володимира Зеленського з Путіним, про гарантії безпеки для України, та передачу Україні далекобійних ракет від США.Ведуча – Власта Лазур

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 262: Renting a Car

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 45:51


Para saber demais informações e participar do clube de conversação depois do expediente, siga o link: ⁠⁠⁠⁠https://portuguesewitheli.com/cah⁠⁠⁠⁠ If you’d like to help our podcast, consider leaving us a review (Apple and Spotify). Or, alternatively, you can also make a small donation that will be used to cover costs and buy more books for me to research for the podcast

Seize The Moment Podcast
Eram Alam - Why U.S. Healthcare Depends on Immigrant Physicians | STM Podcast #243

Seize The Moment Podcast

Play Episode Listen Later Aug 17, 2025 66:23


On episode 243, we welcome Eram Alam to discuss the experiences of foreign-born physicians practicing in the US, the structural problems that led to significant deficits in healthcare across the US, the Hart-Celler Act of 1965 and the other political underpinnings of migrating physicians to the US, skepticism of immigrant physicians from rural populations, the exploitation of healthcare by capital, what we owe the countries whose physicians we entice, and why race continues to occupy our minds despite our desire to surpass the construct. Eram Alam is a historian of medicine and Associate Professor in the Department of the History of Science at Harvard University. His research explores the intersections of race, migration, and healthcare, with a focus on how global labor flows have shaped American medicine. His new book, available October 14, 2025,  is called The Care of Foreigners: How Immigrant Physicians Changed US Healthcare. | Eram Alam | ► Website | https://www.eramalam.com ► The Care of Foreigners Book | https://bit.ly/TheCareofForeigners Where you can find us: | Seize The Moment Podcast | ► Facebook | https://www.facebook.com/SeizeTheMoment ► Twitter | https://twitter.com/seize_podcast ► Instagram | https://www.instagram.com/seizethemoment ► TikTok | https://www.tiktok.com/@seizethemomentpodcast ► Patreon | https://bit.ly/3xLHTIa  

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 678 - CGIs, Aberturas e Cutscenes que explodiram as nossas cabeças nos games!

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later Jul 19, 2025 123:11


Jurandir Filho⁠, ⁠Felipe Mesquita⁠, ⁠João Pimenta⁠, ⁠Evandro de Freitas⁠ e ⁠Bruno Carvalho⁠ batem um papo sobre CGIs, aberturas e cutscenes que impactaram muito quando apareceram nos jogos de videogame. Durante a era dos 32 bits, especialmente na segunda metade dos anos 1990, uma verdadeira febre tomou conta do mundo dos videogames: as apresentações em CGI (imagens geradas por computador). Eram cenas cinematográficas, renderizadas previamente, que impressionavam pelo visual realista (para a época) e davam aos jogos uma cara de “filme interativo”. Na transição dos gráficos pixelados do 2D para um 3D ainda em construção, essas animações foram um diferencial poderoso para atrair jogadores e transmitir emoção, drama e escala épica.Para quem cresceu jogando em consoles 8 e 16 bits, ver personagens realistas se movendo com fluidez, com iluminação, câmera dinâmica e efeitos especiais era quase mágico. Era como ver o futuro acontecer diante dos olhos. As CGIs permitiam contar histórias com mais impacto. Em vez de apenas texto ou sprites limitados, você via a expressão dos personagens, os movimentos dramáticos e a ambientação completa — tudo com uma trilha sonora orquestrada ou dramática ao fundo. Muitos trailers de jogos da época usavam exclusivamente as CGIs para promover os títulos, e funcionava: dava a impressão de que o jogo era um épico cinematográfico, mesmo que o gameplay fosse bem mais simples. Com o PlayStation e o Sega Saturn usando CDs, os desenvolvedores tinham mais espaço para incluir vídeos de alta qualidade. Isso fazia os jogos parecerem mais “premium” em comparação aos cartuchos da geração anterior.As inesquecíveis apresentações de "Final Fantasy VII", "Final Fantasy VIII", "Resident Evil", a franquia "Tekken", "Chrono Cross", "Parasite Eve", "Soul Edge", "Legacy of Kain" e muito outros- ⁠ALURA⁠ | Aprenda Python do zero, crie dashboards interativos e acelere sua carreira em dados! TUDO DE GRAÇA!!! ⁠https://alura.tv/99vidas-imersao-dados

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 678 - CGIs, Aberturas e Cutscenes que explodiram as nossas cabeças nos games!

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later Jul 19, 2025 125:55


Jurandir Filho, Felipe Mesquita, João Pimenta, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo sobre CGIs, aberturas e cutscenes que impactaram muito quando apareceram nos jogos de videogame. Durante a era dos 32 bits, especialmente na segunda metade dos anos 1990, uma verdadeira febre tomou conta do mundo dos videogames: as apresentações em CGI (imagens geradas por computador). Eram cenas cinematográficas, renderizadas previamente, que impressionavam pelo visual realista (para a época) e davam aos jogos uma cara de “filme interativo”. Na transição dos gráficos pixelados do 2D para um 3D ainda em construção, essas animações foram um diferencial poderoso para atrair jogadores e transmitir emoção, drama e escala épica.Para quem cresceu jogando em consoles 8 e 16 bits, ver personagens realistas se movendo com fluidez, com iluminação, câmera dinâmica e efeitos especiais era quase mágico. Era como ver o futuro acontecer diante dos olhos. As CGIs permitiam contar histórias com mais impacto. Em vez de apenas texto ou sprites limitados, você via a expressão dos personagens, os movimentos dramáticos e a ambientação completa — tudo com uma trilha sonora orquestrada ou dramática ao fundo. Muitos trailers de jogos da época usavam exclusivamente as CGIs para promover os títulos, e funcionava: dava a impressão de que o jogo era um épico cinematográfico, mesmo que o gameplay fosse bem mais simples. Com o PlayStation e o Sega Saturn usando CDs, os desenvolvedores tinham mais espaço para incluir vídeos de alta qualidade. Isso fazia os jogos parecerem mais “premium” em comparação aos cartuchos da geração anterior.As inesquecíveis apresentações de "Final Fantasy VII", "Final Fantasy VIII", "Resident Evil", a franquia "Tekken", "Chrono Cross", "Parasite Eve", "Soul Edge", "Legacy of Kain" e muito outros.- ALURA | Aprenda Python do zero, crie dashboards interativos e acelere sua carreira em dados! TUDO DE GRAÇA!!! https://alura.tv/99vidas-imersao-dados