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As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI
Derretimento do gelo em ritmo recorde afeta manutenção de recursos hídricos, especialmente em áreas de montanha, que abastecem 2 bilhões de pessoas; conferência de alto-nível no Tajiquistão propôs aumento de ambições de mitigação dos países rumo à COP30, que será em novembro, no Brasil.
10-1 ao Panamá e depois um 3-2 enganador ao Tajiquistão. Foi mais complicado, sim, mas Portugal passou com distinção e competência no segundo jogo e apurou-se para os oitavos do Mundial. Segue-se Marrocos, num jogo onde só é preciso empatar para passar em primeiro. Antevemos esse jogo, o que pode ser a fase a eliminar e aspetos individuais dos jogadores da seleção… e não só.
Minha convidada brincou muito na rua durante a infância. Além das brincadeiras comuns, ela gostava de correr ao redor do quarteirão e pular corda até contar 2 mil. Na escola adorava as aulas de educação física. Aos 13 anos teve acesso à piscina de um clube da cidade e se recorda de ter nadado muitas vezes por horas, tanto que foi convidada a fazer parte da equipe de natação. Acompanhava sua mãe à academia e sonhava frequentar as aulas de ginástica. Quando fez 15 anos, ganhou de presente a matrícula na academia. No segundo ano do colegial, inspirada pela sua ídolo, Fernanda Keller, fugia de algumas aulas para ir ao clube treinar sozinha as modalidades do triathlon. Começou a trabalhar como professora de ginástica e ingressou na faculdade de educação física. Aprendeu todos os tipos de aula, da localizada ao step, da aeróbia até toda a diversidade da franquia Bodypump. Em 2006, Foi convidada por uns amigos a participar da histórica Ecomotion Pró, a maior corrida de aventura brasileira da época. Depois migrou para as corridas de montanha e participou do X Terra Ilhabela, da Maratona Torres Del Paine na Patagônia, do The North Face Challenge São Francisco e da Transgrancanaria. Participou também de três provas de Ironman e fez o trekking ao acampamento Base do Everest, chegou o topo do Kilimanjaro e do Huayna Potosi, na Bolívia. Viajou durante 9 meses através do Oceano Pacífico a bordo de um veleiro, ano passado fez um trekking desafiador de 400 quilômetros no Himalaia e se apaixonou definitivamente pela montanha. Este ano tentou chegar ao cume do Lenin, uma montanha de 7.134 metros de altura entre o Tajiquistão e o Quirguistão. Conosco aqui a educadora física com pós-graduação em musculação e bases fisiológicas do treinamento esportivo, treinadora criadora do método que leva o seu nome, triatleta, aventureira, ultramaratonista e montanhista uberlandense, a acelerada Vanessa Silva de Oliveira. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Quando a paixão pelo esporte encontra a energia transformadora, nascem histórias inspiradoras e uma nova etapa do seu negócio está para começar! Sabia que no Mercado Livre de Energia, você está livre das Bandeiras Tarifárias e pode economizar até 40% na conta de energia? É uma alternativa inteligente para empresas que procuram eficiência energética, economia e compromisso com a sustentabilidade, contribuindo com a redução de emissões de carbono em nosso planeta. Com a Boven, você migra com segurança e tranquilidade, aproveitando todas as vantagens desse modelo. Descubra quanto o seu negócio pode economizar com o gerenciamento da Boven. De energia, a Boven entende! boven.com.br
Alexandre Páris recorda a viagem que realizou em 2009 de bicicleta com um amigo. Foi de Lisboa até ao Tajiquistão e viveu muitas aventuras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, exploramos um dos temas mais alarmantes e atuais: a expansão do ISIS-K (Estado Islâmico Khorasan) e seu impacto na segurança global, com foco especial na Rússia. Em março deste ano, um ataque devastador em Moscou matou 145 pessoas e feriu centenas, destacando a crescente ameaça do terrorismo doméstico. O vídeo investiga as raízes do problema, analisando a situação socioeconômica do Tajiquistão, de onde muitos jovens radicalizados emergem. Com uma economia estagnada e uma população jovem e desempregada, o país se tornou um terreno fértil para o recrutamento jihadista. A repressão política e religiosa do governo tajique só agrava a situação, empurrando mais jovens para os braços do extremismo. Discutimos também como a guerra na Ucrânia e a pressão sobre os serviços de inteligência russos contribuíram para o aumento da radicalização entre as comunidades de migrantes na Rússia. A circulação de armas e a xenofobia exacerbada contra migrantes da Ásia Central criaram um ambiente propício para a ação do ISIS-K.
Matheus Vieira da Silva nasceu no interior do Paraná e rodou boa parte do Brasil, enquanto buscava sua chance de mostrar que podia ser um bom camisa 9. Tendo jogado pelo sub20 do Cruzeiro e equipes profissionais das mais diversas regiões do país, foi quando estava no Brasiliense que decidiu sair do Brasil aos 24 anos. Ele reconhece que foi a melhor decisão que podia ter tomado. Enquanto no Brasil acabava vendo as chances serem raras de entrar em campo e mostrar o que podia fazer, na Ásia ele teve a oportunidade de balançar as redes no Vietnã, na Tailândia e na Indonésia. Foi justamente o destaque nesse último país mencionado que muitas portas se abriram, sendo uma delas bem incomum e que permite jogar uma Champions da Ásia: o Ravshan FC, da cidade de Kulob no Tajiquistão. País pouco conhecido e bem fechado para a grande mídia, tem sido um agradável lar para o camisa 9 que chega com o desafio de se adaptar o quanto antes num futebol muito diferente do que viu no sul da Ásia, já que no Tajiquistão há uma forte herança do estilo de jogo soviético.
O Cazaquistão é o maior dos países de uma região asiática composta por várias antigas repúblicas soviéticas, que incluem o Quirgustão, o Tajiquistão, o Turquemenistão e o Uzbequistão. Esta é uma zona de forte influência russa. Se só ouviu falar do Cazaquistão por causa do personagem Borat, criado pelo humorista britânico Sacha Baron Cohen, este é o momento certo para ficar a saber um pouco mais sobre o 9º maior país do planeta… e o maior sem acesso ao mar (é maior que a Europa Ocidental, por exemplo). Uma conversa com o professor e investigador Daniel Pinéu. Ele é especialista em Relações Internacional, professor e investigador na Universidade de Amesterdão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acnur revela que situação continua piorando no Afeganistão e riscos para ir a nações vizinhas aumentam; apenas cidadãos com passaportes e vistos válidos podem entrar no Paquistão e no Irã, enquanto passagem para Uzbequistão e Tajiquistão está proibida. Uma parceria da Agência Radioweb e da Rádio ONU News.
Essa semana os hosts JP Miguel (@JP_miguel) e Gustavo Rebello (@gu_rebel) tentam explicar quem são, onde moram e como é a vida de novos (alguns nem tanto) grupos terroristas pelo Afeganistão, Paquistão, Usbequistão, Tajiquistão, India, Síria, Ucrânia, República Centro Africana e Moçambique. A personalidade da semana fica por conta do Primeiro Ministro Justin Trudeau que deu um tiro no pé. No bizarro, o caso de um casal separado pelo Brexit. No meio ambiente o caos e despreparo do nordeste dos EUA diante do furacão Ida. Além é claro, do obituário, da agenda da semana e da dica cultural! Lembrando sempre que mandem sugestões, críticas, etc para contato@opodnext.com, ou ainda pelo site: opodnext.com onde você também encontra informações sobre como assinar o Podnext Confidencial, para nos apoiar e ter acesso a conteúdo extra que ficou de fora do programa. Se você desejar, pode contribuir quando e se puder também fazendo um PIX para contato@opodnext.com E BORA PRO PROGRAMA! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/podnext-podcast/message
Quando pensamos em Ásia logo pensamos no Sudeste Asiático e os arredores. Mas o que sabemos sobre as terras da Ásia Central? os famosos países conhecidos pela fonética do "ão" como Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão. O que diferencia entre eles? Sabia que o Turcomenistão é tão mais fechado quando a Coreia do Norte? E que Quirguistão praticamente se encontra acima dos 1600m de altitude? Os blogs relatam que a paisagem que corta esse parte do mundo é algo que choca quem cruza tais terrenos. Um bate papo introdutório sobre a Ásia Central, para que logo possamos gravar sobre cada um desses países. Seja um apoiador e venha carregar a mochila junto com a gente! https://www.catarse.me/mochileirossempauta https://www.curtlo.com.br Cupom de desconto: MSP2021 E-mail história dos ouvintes: Para adquirir o livro do Ricardo - Roda America caina@mochileirossempauta.com.br / ou qualquer contato nas redes sociais. Grupo telegram: https://t.me/mochileirossempauta Host: Cainã Ito https://www.instagram.com/caina.ito/ Arte Vitrine: Guto Arrigoni https://www.instagram.com/gutoarrigoni/ Convidados: Tomate https://www.instagram.com/campodegelo/ Kaleb https://www.instagram.com/avilovskyi/ Carla Boeachat https://www.instagram.com/fuigosteicontei/
Com uma complexa geografia repleta de cadeias montanhosas e sem acesso ao oceano, o Afeganistão se encontra novamente em um contexto desesperador. No último domingo da semana passada, o grupo radical fundamentalista “Talibã” tomou mais uma vez o controle da capital Cabul, fazendo com que o presidente Ashraf Ghani fugisse para o país vizinho Tajiquistão, declarando sua derrota.
Tem gente que nasceu pra não ficar parada em um lugar só. A Luciana é uma delas. Depois de se casar com um professor neozelandês, a paranaense se mudou com ele para o Catar, e depois Arábia Saudita, Emirados Árabes, Ilhas Caiman, Tajiquistão… e agora está no Uzbequistão, sem previsão de parar. Ela conversou com a Erika sobre as particularidades e sobre as culturas da Ásia Central, um destino bem pouco conhecido por brasileiros, e sobre as várias aventuras que o mundo te propõe. Apresentação e entrevista: Erika Jurdi Convidados: Luciana Piddock Edição: 20 a 20 Arte da vitrine: JP Martins Feed: http://onomedissoemundo.com/feed/podcast/ — Booking — Reserve seu hotel pelo Booking.com. — Links — ONDEM 001: Sobre o Tajiquistão Instagram Luciana Música: Jony - Kometa Apoia.se do ONDEM Instagram do ONDEM Grupo do ONDEM no Facebook Telegram do ONDEM Mapa do ONDEM Você pode entrar em contato com a gente pelo Twitter, Instagram e Facebook. Para não perder nenhum episódio, assine o podcast no iTunes, no seu agregador de podcast preferido ou no Spotify. Para apoiar o ONDEM, acesse apoia.se/ondem e contribua com nosso projeto.
Comentado no episódio de hoje: - Conflito entre Tajiquistão e Quirguistão - Conflitos na fronteira entre Venezuela e Colômbia - Tensões entre EUA e China no mar do sul da China - Tensões entre EUA e Irã
A coluna de hoje, de Tanguy Baghdadi, fala sobre os atritos entre Tajiquistão e Quirguistão, duas ex-Repúblicas Soviéticas, com profundos problemas fronteiriços, sobretudo em torno da gestão dos recursos hídricos da região. No centro da disputa, a região de Vorukh, um exclave tajique em meio ao território quirguiz. Gostou? Que tal se tornar apoiador do Petit Journal? Acesse petitjournal.com.br e nos ajude a manter nosso projeto sempre vivo! E pra conhecer nosso portfólio de cursos e aulas, gratuitas, acesse petitcursos.com.br!
Vem com a gente que no Viajar pra Quê? #79 a gente conversou com Rebecca Alethéia, viajante maluca por conhecer países bem fora do radar. Já morou no Tajiquistão, em Trinidad & Tobago, em Moçambique, além de gastar a sola da bota explorando mais de 30 país do globo. Manda o play e vem com a gente. #podcastviajarpraque #temaiseme #podcastdeviagem ---------------- Converse com a gente: www.instagram.com/temaiseme www.youtube.com/temaiseme contato@temaiseme.com ---------------- Converse com a Rebecca: www.instagram.com/rebeccaletheia
O anime e mangá “Captain Tsubasa”, ou Supercampeões como ficou conhecido no Brasil, foi muito popular nos anos 80 e 90. Oliver Tsubasa (Tsubasa Ozora no original japonês), o personagem principal da história, é muito lembrado por vestir a camisa do São Paulo Futebol Clube, poucas pessoas sabem que Oliver Tsubasa foi baseado em uma pessoal real, confira agora no quarto episódio do “Lado B do Esporte”! Links e informações Um dos textos que serviu de base para a criação desse episódio foi esse da coluna do Rafael Reis no UOL. O anime “Captain Tsubasa” foi exibido no Brasil em tem períodos diferentes; Nos anos 90 pela Rede Manchete (Captain Tsubasa J); Nos anos 2000 pela Rede TV! e pelo Cartoon Network (Road to 2002); Mais recentemente, em 2018, uma nova versão foi exibida no Cartoon Network (Captain Tsubasa 2018). Musashi Mizushima seguiu trabalhando com futebol, o trabalho mais recente dele foi como assistente técnico da seleção do Tajiquistão em 2019.
A Luciana já fez de tudo nessa vida. Originalmente da área de finanças, ela também já foi professora de inglês, de business, de academia e até mesmo agente penitenciária! Com seu marido ela viaja o mundo trabalhando, tendo tido a oportunidade de viver em países como Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Ilhas Cayman, Tajiquistão, e... The post Professora e Viajante em Tashkent, Uzbequistão – Carreira sem Fronteiras #56 appeared first on Carreira sem Fronteiras.
Thiago e Flávia e estão viajando em uma bicicleta Tandem, passaram pelo Irã, Turcomenistão, Uzbequistão e chegaram ao Tajiquistão. Ouça e comente!
No segundo programa da série Grandes Textos do Oriente – Parte II, convidamos a historiadora Leandra Yunis para falar sobre a vida e a obra do poeta e místico Rumi (nascido numa região onde hoje fica o Tajiquistão), mais especificamente sobre seu principal trabalho: os Dísticos Espirituais, que influenciaram sobremaneira a cultura e a literatura islâmicas. A conversa partiu das origens do religioso, passou por alguns dos pilares de seu pensamento, e chegou aos motivos pelos quais ele é o autor islâmico que mais “conquistou” o Ocidente.
Chegamos ao último episódio da série de entrevistas com brasileiros que moram nos EUA. Desta vez vamos para a Costa Oeste do país para entrevistar a cearense Ana Vitale, que desde 2010 mora em Portland, Oregon, terra dos donuts e de pessoas estranhas em monociclos. Antes da entrevista, além dos meus recados, tem um ainda mais importante da Letícia, além da dica de livro da Camila Navarro, do blog Viaggiando, e de uma lista de 25 filmes rodados no estado do Oregon. Apresentação e entrevista: Filipe Teixeira Convidada: Ana Vitale Edição: Kaio Anderson Arte da vitrine: Brão Barbosa e Mateus Teixeira Feed: http://onomedissoemundo.com/feed/podcast/ Streaming: Spotify — Booking — Reserve seu hotel pelo Booking.com. — Links — Apoia.se do ONDEM Loja do ONDEM Grupo do ONDEM no Facebook Telegram do ONDEM Mapa do ONDEM Página do ONDEM no Libsyn Viva Viena Episódios do ONDEM sobre os EUA American, United Statian, Usamerican, or Gringo?, por Luís Cláudio Villafañe G. Santos Na Natureza Selvagem, de Jon Krakauer Os 25 melhores filmes rodados em Oregon ONDEM #122 - Síndrone do Regresso, com Vanessa Gazetta Podcast Mundo Interno ONDEM #1 - Vandemberg no Tajiquistão Qual a renda necessária para manter um lar médio em cada estado dos EUA em 2018 ONDEM #148 - Erika no Canadá ONDEM #131 e #132 - Criando filhos bilíngues, com Tammer Castro Você pode entrar em contato com a gente pelo Facebook, Instagram e Twitter. Para não perder nenhum episódio, assine o podcast no iTunes, no seu agregador de podcast preferido, no Spotify ou no Deezer. Para apoiar o ONDEM, acesse apoia.se/ondem e contribua com nosso projeto. Outra forma de contribuir é adquirindo os produtos com a nossa marca em fb.com/onomedissoemundo/shop.
No episódio deste mês do O Som do Mundo, vamos viajar para a terra das matrioskas, descer um pouco no mapa e ir para o Tajiquistão, conhecer um pouco sobre a música amazonense e ir para o país dos pubs, a Irlanda. As músicas escolhidas foram: Rússia – ONDEM – Episódio #075 – Pamella Cruz O país foi […] O post O Som do Mundo #002 apareceu primeiro em O nome disso é mundo.
Faça uma lista de dez países que você gostaria de visitar. Ou então faça uma lista dos dez países que você NÃO visitaria de maneira nenhuma. Se preferir, aumente essa lista para 15 ou 20. Aí eu pergunto: o Tajiquistão apareceu em alguma delas? Não, né? Mas para o Vandemberg Lopes, o Tajiquistão foi o país que ele chamou de casa durante um ano. Saiba como foi essa experiência neste episódio de estreia do O nome disso é mundo. Leia também o diário do Vandemberg no Tajiquistão e, se você se sentir estimulado a uma aventura como essa, visite o site da AIESEC para obter mais informações.