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Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país. Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais". “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa. O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados. Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento. “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!” Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz. Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia. Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente. “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.” Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui. O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra. Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares. Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia. Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta. “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.” Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência. Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território.
Luís Neves já tomou posse como novo ministro da Administração Interna e prometeu abraçar “todas as propostas positivas” que lhe cheguem. Tendo deixado a Polícia Judiciária (PJ) a poucos meses de concluir o seu terceiro mandato como director nacional, o novo ministro afasta quaisquer “reservas” quanto a esta transição e explica ter sentido o apelo para “abraçar este novo projecto”. A escolha de Luís Neves é uma boa surpresa de Luís Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Naquele tempo, 14 Os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15 Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". 16 Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão". 17 Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18 Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19 de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?" Eles responderam: "Doze". 20 Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: "Sete". 21 Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?"
In this episode, I was lucky enough to interview with Dan Goldsmith, co-founder and chairman of Tendo and co-founder of Proofpoint Capital. Dan shares stories from his Philadelphia roots, the early formation of his grit, and the mindset that has guided his career — from running a mobile DJ business in high school to building and scaling multiple technology companies. He offers a thoughtful perspective on perseverance, explaining how deep obsession with a problem can fuel success, while also highlighting the risks of letting conviction turn into blind spots.Dan delves into Tendo's mission to modernize healthcare by putting patients at the center, improving access, affordability, and quality recognition for providers. He provides a candid take on the economic realities of healthcare, the evolving influence of AI, and why meaningful industry change may be driven more by employers than regulators. Dan also discusses his newest venture, Proofpoint Capital — an operator-led fund built to help early-stage companies scale through pattern recognition and decades of hands-on operating experience.Discover how grit, focus, and pattern recognition shaped Dan Goldsmith's journey in this episode of The First Customer!Guest Info:Tendohttp://tendo.comProofpoint Capitalhttps://www.proofpointcapital.com/Dan Goldsmith's LinkedInhttps://www.linkedin.com/in/danielgoldsmith/Connect with Jay on LinkedInhttps://www.linkedin.com/in/jayaigner/The First Customer Youtube Channelhttps://www.youtube.com/@thefirstcustomerpodcastThe First Customer podcast websitehttps://www.firstcustomerpodcast.comFollow The First Customer on LinkedInhttp://www.linkedin.com/company/the-first-customer-podcast/
devocional Efésios Sigam, portanto, o exemplo de Deus, uma vez que são seus filhos queridos. Vivam no amor de Deus, à semelhança de Cristo que nos amou, oferecendo-se a si próprio por nós como um sacrifício bem aceite por Deus. Como crentes em Deus, não consintam que a devassidão ou qualquer espécie de imoralidade ou ganância sejam sequer nomeadas no vosso meio. Também não fica bem dizerem palavras inconvenientes, insensatas ou grosseiras. Palavras de agradecimento a Deus é que devem dizer. Lembrem-se disto: os que se entregam à devassidão e à imoralidade, ou se deixam dominar pela ganância, que é uma espécie de idolatria, não têm parte na herança do reino de Cristo e de Deus. Não se deixem enganar por ninguém com palavras ocas. É por isso que Deus vai castigar aqueles que não lhe obedecem. Não queiram nada com eles. Lembrem-se que dantes eram escuridão, mas agora são luz em união com o Senhor. Comportem-se como filhos da luz. Efésios 5.1-8 Não há maior alvo que se possa ter na vida do que ser um imitador de Deus. Traduzir o Seu carácter em cada simples acção. Transparecer o Seu coração nos pequenos nadas quotidianos. Sim, “como filhos amados”, é um prazer imenso procurar retratar por sorrisos, gestos e atitudes a forma de ser do Pai do céu. O cristão procura reproduzir na sua própria vida os traços da personalidade de Jesus. Tendo experimentado o Seu amor tudo faz para o espelhar nos seus relacionamentos. Usa a obediência como perfume. Insiste numa caminhada santa, procurando distanciar-se de comportamentos descompensados. Os excessos e descontrolos são saudavelmente evitados, bem como as conversas tortuosas. O que realmente não edifica é trocado por “acções de graças”. A cultura de ordinarice dá lugar à excelência. A religiosidade balofa é substituída por uma espiritualidade arejada, onde as brincadeiras são inofensivas e não bolorentas. Recorde-se que o “reino de Cristo e de Deus” não é herdado por gente conscientemente insubordinada e propositadamente rebelde. Façam-se, pois, ouvidos moucos às vozes que preconizam a leviandade como estilo de vida. Caminhe-se às claras: “Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor!” - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
First up on the show: Colchester resident and asylum seeker Steven Tendo was detained by ICE Wednesday after his shift at the University of Vermont Medical Center, where he works as a nursing assistant. Tendo fled Uganda in 2018. On Vermont Edition last year he said he was tortured by the Ugandan government for encouraging youth voter registration.For an update on Tendo's case and whereabouts, we speak with immigration attorney Brett Stokes. He is the director of the Center for Justice Reform Clinic at Vermont Law and Graduate School.Thousands of athletes are in Italy for the 2026 Winter Olympics, which start tomorrow. Some of those athletes are from our little corner of the world, which makes them extra fun to root for. Here to give us a local look at the biggest international sports competition in the world is Mitch Wertlieb. He's the host of Vermont This Week on our main TV channel, and as of just a few days ago, the host of the Sports Rapport, a weekly sports show from Vermont Public.If you're not familiar with the biathlon, here's how it works. Athletes cross-country ski with rifles on their backs. During the race, they stop and shoot at targets 50 meters away. If they miss a shot, they get time added to their race, or they have to ski an extra 150 meter penalty loop. Biathlete Susan Dunklee of Craftsbury joins us now. She's competed in three winter Olympics, and she's won two silver medals in world championship races. She is now the Director of Biathlon at the Craftsbury Outdoor Center.
Homilia Padre Gean Bernardes, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 5,21-43Naquele tempo,Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem.Uma numerosa multidão se reuniu junto dele,e Jesus ficou na praia.Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga,chamado Jairo.Quando viu Jesus, caiu a seus pés,e pediu com insistência:"Minha filhinha está nas últimas.Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!"Jesus então o acompanhou.Uma numerosa multidão o seguia e o comprimia.Ora, achava-se ali uma mulherque, há doze anos, estava com uma hemorragia;tinha sofrido nas mãos de muitos médicos,gastou tudo o que possuía,e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais.Tendo ouvido falar de Jesus,aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão,e tocou na sua roupa.Ela pensava:"Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada".A hemorragia parou imediatamente,e a mulher sentiu dentro de sique estava curada da doença.Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele.E, voltando-se no meio da multidão, perguntou:"Quem tocou na minha roupa?"Os discípulos disseram:"Estás vendo a multidão que te comprimee ainda perguntas: 'Quem me tocou?'"Ele, porém, olhava ao redorpara ver quem havia feito aquilo.A mulher, cheia de medo e tremendo,percebendo o que lhe havia acontecido,veio e caiu aos pés de Jesus,e contou-lhe toda a verdade.Ele lhe disse:"Filha, a tua fé te curou.Vai em paz e fica curada dessa doença".Ele estava ainda falando,quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga,e disseram a Jairo:"Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?"Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga:"Não tenhas medo. Basta ter fé!"E não deixou que ninguém o acompanhasse,a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João.Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga,Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando.Então, ele entrou e disse:"Por que essa confusão e esse choro?A criança não morreu, mas está dormindo".Começaram então a caçoar dele.Mas, ele mandou que todos saíssem,menos o pai e a mãe da menina,e os três discípulos que o acompanhavam.Depois entraram no quarto onde estava a criança.Jesus pegou na mão da menina e disse:"Talitá cum" — que quer dizer:"Menina, levanta-te!"Ela levantou-se imediatamente e começou a andar,pois tinha doze anos.E todos ficaram admirados.Ele recomendou com insistênciaque ninguém ficasse sabendo daquilo.E mandou dar de comer à menina.Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 21 Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. 22 Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, 23 e pediu com insistência: "Minha filhinha está nas últimas. Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!" 24 Jesus então o acompanhou. Uma numerosa multidão o seguia e o comprimia. 25 Ora, achava-se ali uma mulher que, há doze anos, estava com uma hemorragia; 26 tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía, e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. 27 Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. 28 Ela pensava: "Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada". 29 A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. 30 Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: "Quem tocou na minha roupa?" 31 Os discípulos disseram: "Estás vendo a multidão que te comprime e ainda perguntas: 'Quem me tocou?'" 32 Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo. 33 A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade. 34 Ele lhe disse: "Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença". 35 Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo: "Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?" 36 Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: "Não tenhas medo. Basta ter fé!" 37 E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. 38 Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando. 39 Então, ele entrou e disse: "Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo". 40 Começaram então a caçoar dele. Mas, ele mandou que todos saíssem, menos o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam. Depois entraram no quarto onde estava a criança. 41 Jesus pegou na mão da menina e disse: "Talitá cum" — que quer dizer: "Menina, levanta-te!" 42 Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. 43 Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina.
devocional Efésios Há um só corpo e um só Espírito, do mesmo modo que a esperança para a qual foram chamados é uma só. Existe um único Senhor, uma só fé e um só batismo. Há um só Deus, Pai de todos, que está acima de todos e que atua através de todos e em todos. Efésios 4.4-6 A igreja precisa interiorizar rapidamente que é um corpo uno. Encabeçado por Cristo. Sem fragmentações ou outros cabecilhas. Não é aceitável que patentes religiosas terrenas deturpem o plano traçado por Deus. Ele e só Ele estabelece o caminho a trilhar pelos Seus filhos. Estes devem agir em obediência, movidos pelo Espírito que os anima. Tendo experimentado o Seu toque indelével, não podem deixar de pensar noutra coisa que não seja destacar Cristo de todas as maneiras e feitios. A esperança que brota da cruz fá-los marchar na mesma direcção. A meta comum é dar Jesus a conhecer e vê-l'O reinar. Tomam-n'O como único Amo, a Quem seguem apaixonadamente. O seu verdadeiro credo resume-se à declaração: Jesus Cristo é Senhor! A Ele se entregam de corpo e alma, assumindo sem reserva a sua fé e dela testemunhando pelo baptismo. Sentem juntos uma alegria indescritível por sublinhar publicamente a sua identificação com a morte e ressurreição de Jesus. Nada os encanta mais do que andar de mão dada com Cristo. Entregam-Lhe a condução das suas vidas e, como tal, vivem para amar, tendo noção que há “um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos.” Seja visível o Seu domínio em nós! - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.
Halo guys, happy new year semuanya!Di episode ini kita bakal bahas harapan dan juga ngobrol soal game-game yang akan ditunggu di tahun ini.Klean lagi nungguin game apa nih?
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Naquele tempo, 13 Jesus saiu de novo para a beira do mar. Toda a multidão ia ao seu encontro e Jesus os ensinava. 14 Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!" Levi se levantou e o seguiu. 15 E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos. Com efeito, eram muitos os que o seguiam. 16 Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: "Por que ele come com os cobradores de impostos e pecadores?" 17 Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: "Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores".
Homilia Padre Angel Casabon, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 2,13-17Naquele tempo,Jesus saiu de novo para a beira do mar.Toda a multidão ia ao seu encontroe Jesus os ensinava.Enquanto passava,Jesus viu Levi, o filho de Alfeu,sentado na coletoria de impostos,e disse-lhe: "Segue-me!"Levi se levantou e o seguiu.E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi,muitos cobradores de impostos e pecadorestambém estavam à mesa com Jesus e seus discípulos.Com efeito, eram muitos os que o seguiam.Alguns doutores da Lei, que eram fariseus,viram que Jesus estava comendocom pecadores e cobradores de impostos.Então eles perguntaram aos discípulos:"Por que ele comecom os cobradores de impostos e pecadores?"Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes:"Não são as pessoas sadias que precisam de médico,mas as doentes.Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores".Palavra da Salvação.
A edição deste ano do Fórum Econômico Mundial é decisiva para o futuro do evento, que reúne há 55 anos algumas das maiores empresas e líderes mundiais na pequena cidade suíça de Davos. Não apenas a instituição enfrenta uma crise interna, como o multilateralismo vive o momento de maior instabilidade desde a Segunda Guerra Mundial. O encontro começa na próxima segunda-feira (19), com foco no diálogo “em um mundo cada vez mais contestado”. Durante cinco dias, empresários, chefes de Estado e de Governo, além da sociedade civil, debaterão temas como novas fontes de crescimento econômico, o aumento da cooperação e a “busca da prosperidade respeitando os limites do planeta” – um contorcionismo de linguagem para não ferir os melindres do convidado mais aguardado este ano, Donald Trump. A última vez que o presidente dos Estados Unidos se deslocou para o evento foi em 2020, no último ano de seu primeiro mandato. Em 2025, de volta ao poder, ele fez um discurso por teleconferência, no qual prometeu o “maior corte de impostos da história dos EUA”, anunciou o fim do Green New Deal implementado por seu antecessor, Joe Biden, e sinalizou o início da guerra comercial que encamparia com o resto do mundo. Desta vez, a presença de Trump em Davos, acompanhado de nomes como o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, o secretário de Estado, Marco Rubio, e os enviados de Washington para as guerras na Ucrânia, sugerem que o presidente aposta alto no fórum de 2026. “Ele vai lá para falar verdades, que é o que ele sabe fazer. E isso é bom, porque o fórum se tornou um grande berço da hipocrisia internacional”, afirma Alberto Pfeifer, coordenador do grupo de Análise de Estratégia Internacional da USP. “Ele deve repetir que este modelo de mundo, que fez sentido em um determinado momento da história, acabou e não é mais o que organiza o mundo”, complementa. Ao mesmo tempo, o presidente americano estará entre seus pares empresários e não deve desperdiçar a oportunidade de fazer negócios. “Ele sabe que são esses caras que movem o mundo, porque ele é um deles. Ele poderá restabelecer uma coalizão com os grandes empresários europeus e de outros países, que vão afluir lá, dizendo que ‘os Estados Unidos são o melhor país do mundo para investir, venham para os Estados Unidos'”, diz Pfeifer. Investigação e saída do fundador O encontro, que sempre foi uma ocasião para reunir a elite econômica do planeta, está cada vez mais marcado pela influência americana. Em agosto, Larry Fink, CEO da líder mundial de gestão de ativos BlackRock, assumiu a copresidência do fórum, ao lado do vice-presidente do laboratório suíço Roche. Os dois substituíram o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que deixou a presidência em meio a uma investigação interna sobre a governança da instituição, incluindo uso indevido de recursos. Schwab foi absolvido das suspeitas de “irregularidades materiais”, mas não retomou o posto. O escândalo ocorre em um momento em que o evento já vinha perdendo eficácia como instrumento de regulação internacional, na avaliação do professor da USP. “O fórum cumpriu um papel relevante e de projeção em particular nos anos 1990 e 2000, quando ele poderia ser considerado uma ONU alternativa, paralela. Ele juntava o que a governança multilateral não conseguia e, assim, desenvolvia agendas comuns para toda a humanidade. Ele fez sentido naquele período, mas hoje não faz mais tanto”, explica. “Hoje, essa agenda perdeu tração e esse espaço de interlocução perdeu relevância, assim como o que acontece na ONU e na OMC, para definir os rumos dos investimentos privados e das políticas externas dos países.” Presença brasileira esvaziada Até o momento, o Brasil não informou sobre a presença de autoridades em Davos. Em 2025, o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, representou o governo. O presidente Lula participou de todas as edições durante os seus primeiros dois mandatos, à exceção de 2009. Mas, desde que voltou ao poder, não retornou à cidade suíça. “Pela presença do Trump, seria importante o Brasil estar lá, por ser um espaço em que há certa informalidade, em que você pode ter conversas de corredor e de bastidores. Tendo a alta cúpula do governo americano lá, seria interessante ter algum representante do alto escalão do governo brasileiro”, observa Pfeifer. Pelo segundo ano consecutivo, um espaço de conferências e reuniões focadas no país será montado na Promenade, a principal avenida da cidade, que dá acesso ao evento oficial. A Brazil House é uma iniciativa de um grupo de grandes empresas – Gerdau, Vale, BTG Pactual, Randoncorp e BE8 – e dará ênfase à sustentabilidade.
Tendo alcançado a independência de Espanha logo no início do século XIX, a Venezuela tem um percurso complexo e atribulado, que dura até aos dias de hoje. Esta é um breve resumo da sua HistóriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
devocional Efésios Foi também em Cristo que fomos escolhidos para sermos herdeiros do seu reino, destinados de acordo com o plano daquele que tudo opera conforme o propósito da sua vontade. Louvemos, portanto, a glória de Deus, nós que previamente já pusemos a nossa esperança em Cristo. Foi em união com Cristo que também receberam a palavra da verdade, a boa nova da salvação. Foi também em união com Cristo que creram e foram selados com o Espírito Santo da promessa. O Espírito Santo é a garantia da herança que nos está prometida e que consiste na completa libertação dos que pertencem a Deus, para louvor da sua glória. Efésios 1.11-14 Não tenho ponta de dúvida de que é em Cristo que me realizo plenamente. Fez-me herdeiro de Deus, proporcionando-me um estatuto impensável para um pecador maltrapilho. Agregou-me à Sua família, sendo eu um rebelde da pior espécie. Levantou-me quando estava de rastos. Ergueu-me o queixo quando a minha auto-estima soçobrava. Sussurrou-me que era amado, sem parar, desde o início. Estendeu-me o Seu perdão. Restaurou-me a alma. Devolveu-me a dignidade. Colocou-me um sorriso nos lábios. Transformou-me como pessoa. Apontou-me o caminho para o céu, ensinando-me a viver na terra. Salvou-me e equipou-me. Encheu-me as medidas. Supriu todos os meus vazios. Dotou-me de uma paz inexplicável. “Tendo n'Ele crido, fui selado com o Espírito Santo”. Assim, gozo hoje, antecipadamente, uma alegria perene. Tanto mais que, estando no fim da fila das escolhas altamente improváveis, resolveu piscar-me o olho para O seguir e, imagine-se, dá-l'O a conhecer. Sim, sou feliz com Jesus! - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: NEEMIAS 1:4-11 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 25–26; MATEUS 8:1-17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Abraham Lincoln disse a um amigo: “Ajoelhei-me muitas vezes, convencido de que não havia para onde ir”. Nos anos da Guerra Civil Americana, ele passou muito tempo orando e convocou seu país para juntar-se a ele. Lincoln proclamou “um dia de humilhação, oração e jejum” em 1861 e novamente em 1863: “É dever das nações, bem como dos homens, reconhecer sua dependência do poder soberano de Deus: confessar seus pecados e transgressões em humilde tristeza, mas com a segura esperança de que o arrependimento genuíno conduzirá à misericórdia e ao perdão”. Tendo os israelitas sido cativos na Babilônia por 70 anos, o rei Ciro decretou que quem quisesse voltar a Jerusalém poderia retornar. Quando Neemias, também israelita (NEEMIAS 1:6) e copeiro do rei da Babilônia (v.11) soube que aqueles que haviam retornado estavam angustiados e envergonhados (v.3), ele sentou-se e chorou. Neemias passou dias lamentando, jejuando e orando (v.4), lutando em oração por sua nação (vv.5-11). E mais tarde, também chamou seu povo para jejuar e orar (9:1-37). Séculos depois, nos dias do Império Romano, Paulo também exortou seus leitores a orar por aqueles que estão em posição de autoridade (1 TIMÓTEO 2:1-2). Nosso Deus ainda ouve as nossas orações sobre assuntos que afetam a vida de outras pessoas. Por: ALYSON KIEDA
Homilia Padre Reinaldo Satiro, IVE Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 2,16-21Naquele tempo,os pastores foram às pressas a Beléme encontraram Maria e José,e o recém-nascido, deitado na manjedoura.Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino.E todos os que ouviram os pastoresficaram maravilhados com aquilo que contavam.Quanto a Maria, guardava todos estes fatose meditava sobre eles em seu coração.Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deuspor tudo que tinham visto e ouvido,conforme lhes tinha sido dito.Quando se completaram os oito diaspara a circuncisão do menino,deram-lhe o nome de Jesus,como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido.Palavra da Salvação.
“...os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura. Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino.”
Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, mandou cada um em uma viagem para observar uma árvore que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno; o segundo, na primavera; o terceiro no verão e o quarto e mais jovem no outono.Tendo todos retornado da viagem, o pai os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que essas tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele já tinha visto.O último filho discordou dos demais também. Disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...Diante disso, o homem explicou a seus filhos que todos estavam certos, porque cada um tinha visto apenas uma estação da vida da árvore. O pai ensinou, então, que não se pode julgar uma árvore, ou ninguém, por apenas uma estação.Que tal a gente passar um dia sem julgar acontecimento algum e nem pessoa alguma? Podemos começar o dia dizendo: "hoje não julgarei nada que me aconteça e nem a ninguém".O não julgamento cria silêncio em nosso coração e mente.Se estamos constantemente julgando, avaliando os fatos como certo ou errado, se ficamos constantemente rotulando, certamente estamos criando uma turbulência muito grande em nosso coração e abrindo caminho para que os outros nos julguem também.Tente, ao menos por hoje, não julgar.
Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, mandou cada um em uma viagem para observar uma árvore que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno; o segundo, na primavera; o terceiro no verão e o quarto e mais jovem no outono.Tendo todos retornado da viagem, o pai os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que essas tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele já tinha visto.O último filho discordou dos demais também. Disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...Diante disso, o homem explicou a seus filhos que todos estavam certos, porque cada um tinha visto apenas uma estação da vida da árvore. O pai ensinou, então, que não se pode julgar uma árvore, ou ninguém, por apenas uma estação.Que tal a gente passar um dia sem julgar acontecimento algum e nem pessoa alguma? Podemos começar o dia dizendo: "hoje não julgarei nada que me aconteça e nem a ninguém".O não julgamento cria silêncio em nosso coração e mente.Se estamos constantemente julgando, avaliando os fatos como certo ou errado, se ficamos constantemente rotulando, certamente estamos criando uma turbulência muito grande em nosso coração e abrindo caminho para que os outros nos julguem também.Tente, ao menos por hoje, não julgar.
Homilia Padre João Vitor, IVE:*Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 2,15-20*Quando os anjos se afastaram, voltando para o céu, os pastores disseram entre si:"Vamos a Belém ver este acontecimentoque o Senhor nos revelou".Os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José,e o recém-nascido deitado na manjedoura.Tendo-o visto,contaram o que lhes fora dito sobre o menino.E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam.Quanto a Maria, guardava todos esses fatose meditava sobre eles em seu coração.Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido,conforme lhes tinha sido dito.Palavra da Salvação.
"Eis que venho em breve" «Mas, atenção! Eu virei muito em breve e trarei comigo a recompensa para dar a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ómega, o primeiro e o último, o princípio e o fim. Felizes os que purificam as suas vestes para terem o direito de comer o fruto da árvore da vida e de entrar pelas portas da cidade. Mas ficarão de fora todos os que são como cães, os feiticeiros, os imorais, os assassinos, os adoradores de falsos deuses e todos os que mentem por palavras e obras. Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos dizer tudo isto acerca das igrejas . Eu sou o rebento e o descendente da família de David. Sou a estrela brilhante da manhã.» O Espírito e a Esposa dizem: «Vem!» Aquele que ouve isto diga igualmente: «Vem!» Quem tiver sede que se aproxime. Quem quiser a água da vida recebe-a de graça. Eu, João, declaro a todos os que ouvirem as palavras proféticas deste livro: «Se alguém lhes acrescentar qualquer coisa, Deus há de castigá-lo com os castigos descritos neste livro. E se alguém retirar alguma das palavras proféticas escritas neste livro, Deus lhe retirará a sua parte na árvore da vida e na cidade santa, conforme vem escrito neste livro.» Aquele que é testemunha de todas estas coisas diz: «Sim! Vou chegar muito em breve!» Assim seja! Vem, Senhor Jesus! Leitura bíblica em Apocalipse 22:12-20 Passear no céu é maravilhoso e não se pense que só será possível lá adiante. Não há aqui nenhuma referência a uma viagem em balão de ar ou a alguma aventura radical em parapente. Trata-se, sim, de sublinhar que é perfeitamente viável experienciar já hoje o que Jesus nos reserva na morada eterna. Com Ele o futuro pode muito bem começar a ser saboreado no presente. A vida que d'Ele jorra deve inundar-nos no dia-a-dia até que venha buscar-nos. Vamos comendo do fruto do Espírito até àquele momento em que, juntamente com toda a vasta família do Pai, nos deliciaremos com a “árvore da vida.” Andemos na luz, com o raciocinar de Jesus, enquanto não chega a hora de O ver “frente a frente” e com Ele “reinar para todo o sempre”. Estando iminente a Sua desejada chegada, insistamos no caminho da santificação contínua. Tendo “as vestes” purificadas em Cristo, toca a andar, em passada firme, deste lado da eternidade até ao momento da chegada à cidade celestial!… - Jónatas Figueiredo Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
O último semestre de 2025 trouxe a São Tomé e Príncipe a qualificação de todo o seu território como reserva da Biosfera e ainda a classificação da representação teatral Tchiloli como Património Cultural Imaterial da Humanidade. No entanto, o país continua a enfrentar desafios entre a vaga de emigração e o mistério à volta do desaparecimento do processo do 25 de Novembro de 2022. São Tomé e Príncipe celebrou este ano os 50 anos da sua independência. A RFI esteve em São Tomé e Príncipe para falar com os são-tomenses sobre este meio século de autonomia, as conquistas, mas também o que ficou por realizar. Em Julho de 2025 emitimos nas nossas antenas, e pode também ainda ouvir na internet, um especial sobre os 500 anos da história deste arquipélago, assim como o domínio colonial e a passagem à constituição de um Estado são-tomense. Alguns meses depois destas emissões, vamos revisitar alguns dos temas desse especial e dar conta do que se passou entretanto. O primeiro país reserva da biosfera da UNESCO Entre florestas verdejantes, rotas de nidificação de tartarugas e paraíso dos ornitólogos, a beleza e riqueza natural de São Tomé e Príncipe não é nenhum segredo, mas até agora só uma parte - a ilha do Príncipe - era reconhecida pela UNESCO como reserva da biosfera. Em Setembro, e após uma candidatura de vários anos, também a ilha de São Tomé, especialmente a grande floresta chamada Ôbo, foi reconhecida como reserva da biosfera, transformando o país no primeiro Estado no Mundo a ser completamente abrangido por esta denominação. Algo inédito, mas impulsionado pelo "trabalho exemplar" feito no Príncipe, como explicou António Abreu, director da Divisão de Ciências Ecológicas e da Terra na UNESCO, disse em entrevista à RFI no mês de Setembro. "É algo inédito, mas muito interessante. Durante 12, 13 anos, era apenas a ilha do Príncipe, que é de facto uma reserva da biosfera exemplar e onde, apesar dos problemas estruturais e de ser uma região ultraperiférica marítima num país em vias de desenvolvimento. Há um sucesso não só ao nível da conservação da natureza, mas também o impacto que teve na promoção do crescimento económico, da demonstração de que há alternativas viáveis em relação à exploração e utilização sustentável dos recursos naturais fez com que a ilha maior, São Tomé, também encarasse essa perspectiva. Teremos o primeiro país, mesmo sendo pequeno, integralmente reserva da Biosfera. O que demonstra que o modelo das reservas da biosfera não tem limites exclusivamente nas reservas da biosfera", disse o alto funcionário da UNESCO. Este alargamento da reserva da biosfera a São Tomé vem estabelecer uma escolha estratégica do país para o seu desenvolvimento futuro, preferindo a conservação do património natural à destruição da floresta. No Sul da ilha de São Tomé instalaram-se há alguns anos plantações de palmeiras tendo como intuito a extração do óleo de palma, uma tendência que deve agora parar de forma a honrar esta distinção da UNESCO. "Em 2008, 2009, a opção do povo do Príncipe, do Governo Regional do Príncipe, em concertação com o Governo nacional, foi optar por uma via alternativa à da monocultura do óleo de palma. Porque a monocultura do óleo de palma tem uma dimensão inicial que pode proporcionar algum rendimento, mas ao fim de alguns anos o ciclo produtivo esgota se. Entretanto, a monocultura ajudou a destruir o potencial, a diversidade ecológica e, portanto, os serviços dos ecossistemas que proporcionam água, que proporcionam abrigo, proporcionam cultura e identidade ao território, acabam por destruir. E, portanto, neste caso, na ilha de São Tomé, o que se espera que possa haver então? Aquilo que nós chamamos uma restauração ecológica, que é uma das funções que as reservas da biosfera também promovem em alguns sítios, tem promovido com muito sucesso e que permitem recuperar alguns erros e algumas decisões que não foram bem apoiadas do ponto técnico e de sustentabilidade", disse António Abreu. O país espera agora a classificação das roças São João, Água-Izé, Monte Café e Diogo Vaz na Ilha de São Tomé e Belo Monte e Sundy, na Ilha do Príncipe, como Património Mundial da UNESCO. A historiadora Nazaré Ceita, que participa neste processo de classificação, considera que mais do que o património, está a salvaguardar-se a memória de todos os são-tomenses. “Quer dizer que há qualquer coisa que se está a passar que é uma valorização da memória? Na verdade, a memória colectiva sobre as roças, que é tão grande que não será apenas para São Tomé e Príncipe, será uma memória coletiva de Cabo Verde, de Moçambique, de Angola e quiçá de outros espaços que nós falamos menos. E a valorização da memória colectiva é muito necessária para a perpetuação da história. E eu acredito que o monumento mais visível que temos para esse efeito é precisamente o conjunto das roças. Será uma forma de criar uma exceção para São Tomé e Príncipe em termos históricos. Hoje é como na UNESCO se diz, quando nós falamos da questão da autenticidade, da exclusividade, do valor universal excepcional, vários países podem ter tudo, mas para São Tomé e Príncipe eu acredito que o valor universal excepcional está precisamente nas roças que nós temos que na candidatura. Aliás, já temos a candidatura preliminar, mas é preciso agora todo um trabalho para a classificação que leva às vezes um tempo. Estamos esperançados. Apesar dos meus 60 anos, eu acredito que eu ainda consiga ver esta classificação mundial” Já no final do ano, também o Tchiloli, uma encenação teatral e musical representada há centenas de anos nas ilhas foi oficialmente inscrita no Património Cultural Imaterial da Humanidade. Emir Boa Morte, director-geral da Cultura e secretário da comissão nacional da UNESCO, lembra que “mais importante que o prémio, é a preservação do Tchiloli” e prometeu uma estratégia de salvaguarda desta tradição. "Nós recebemos este prémio, mas, no entanto, o que é mais importante agora é nós preservarmos. Vai haver aqui uma estratégia para a preservação desse mesmo património cultural imaterial", garantiram as autoridades. Impasse no sector do turismo Com o reconhecimento internacional na conservação da natureza e do património histórico, São Tomé e Príncipe tem todas as potencialidades para uma aposta no turismo que respeite e ajude a conservar o ambiente, mas também seja fonte de rendimento para o país como explicou António Abreu, director da Divisão de Ciências Ecológicas e da Terra na UNESCO. "Outra área também que é demonstrativa é, digamos, o investimento na área do turismo sustentável, em que o modelo que se pratica nas reservas da biosfera é o exemplo e o Príncipe é um exemplo disso. É um modelo de qualidade que oferece uma experiência única e, portanto, oferecendo uma experiência única, baseada nos valores naturais e culturais, o visitante não vai apenas pelo sol e pela praia, mas vai porque vai vivenciar e vai ter a oportunidade de ter uma experiência que é única. E isso em termos de competitividade no mercado do turismo, naquilo que é o mercado global, dá uma vantagem comparativa a estes sítios", explicou António Abreu. No entanto, para ter um turismo sustentável e de qualidade, não aderindo à moda do turismo de massas, são necessários operadores turísticos por um lado capazes de proporcionar estadias e experiências extraordinárias aos turistas e, por outro, que respeitem e preservem a natureza das ilhas. Até agora, o maior operador no país era o grupo HBD, do multimilionário Mark Shuttleworth, sendo também o maior empregador da ilha Príncipe. Este grupo que gere actualmente a Roça Sundy, a Roça Paciência e os resorts Sundy Praia e Bombom, entre outros investimentos também em São Tomé, instalou-se no país no início dos anos 2010 e desde lá promove também acções a nível social. Entretanto, em Outubro deste ano, após disputas com o governo regional do Príncipe e desacordos com o Governo central, especialmente porque o HBD queria cobrar o acesso dos habitantes locais a praias dos seus resorts, o grupo anunciou que iria abandonar as ilhas. Mark Shuttleworth disse numa carta dirigida ao governo regional do Príncipe que se uma parte das lideranças políticas da ilha pensa que o trabalho do seu grupo é, e passo a citar, “feito de má-fé, com intenções neocoloniais”, o grupo iria retirar-se do país. Em entrevista à RFI, em Julho de 2025, o presidente da região autónoma do Príncipe, Filipe Nascimento, reconheceu o perigo de um possível monopólio e disse, já nessa altura, querer aposta na diversificação de investidores. "Como tudo na vida, temos sempre que lidar com os temas, com todos os cuidados, as cautelas, mas considerar que devemos trabalhar com confiança. E é isso que trabalhamos diariamente para estabelecer a confiança em toda a sociedade ou em todo o mercado, que é na relação, os poderes democráticos e os investimentos, nomeadamente dos empresários estrangeiros, mas também com uma componente muito importante que é a população. Criar as condições políticas para o ambiente de negócio, isto é, o sucesso dos investimentos e, ao mesmo tempo, que haja este benefício para todas as partes, sobretudo para a população, para as metas que as autoridades pretendem almejar. Em que é importante as receitas, a população, o emprego, mas também criar um quadro jurídico legal que regule de forma harmoniosa e equilibrada todas estas relações, que dê, por um lado, garantia de proteção dos investimentos, mas, por outro lado, respeito para não só as regras do mercado funcionarem, como também o respeito da cultura, o ambiente, as pessoas de um modo geral existe, embora no dia a dia aspectos que vão surgindo que é preciso gerir na base de um diálogo que temos feito com muita responsabilidade e continuaremos a fazer. Os riscos há em qualquer mercado, mas sim, no caso do Príncipe, uma economia pequena numa ilha. Há, portanto, necessidade de continuarmos a trabalhar para a diversificação dos subsectores da economia, mas também dos intervenientes. Isto é, mais empresários, mais investidores", disse Filipe Nascimento. Após um mês de impasse e negociações, o desfecho deste imbróglio ainda não é conhecido, com as autoridades a assegurar que querem que o grupo permaneça e manifestações da sociedade civil a favor do HBD. A imigração são-tomense face às novas regras sem Portugal Este é um grupo que se tornou essencial nas ilhas, já que emprega quase mil pessoas, num território onde é difícil encontrar trabalho qualificado, o que nos últimos anos tem levado muitos jovens e menos jovens a procurar emprego fora do país, especialmente desde 2023, altura em que a CPLP abriu portas à mobilidade dos seus cidadãos. Assim, São Tomé terá perdido nos últimos três anos cerca de 10% da sua população, com grande incidência na faixa etária dos 18 aos 35 anos. Mais de metade escolhe Portugal para viver e partem à procura de melhores condições económicas. Este é um movimento que a historiadora e professora universitária Nazaré Ceita identificou nas salas de aula do ensino superior no país e que tem já fortes impactos no dia a dia de quem vive nas ilhas. Esta académica espera que também venha a haver impactos positivos. "Hoje, quando eu procuro um canalizador que não encontro, eu procuro um eletricista que não encontro. E muitos deles são levados por empresas portuguesas organizadas. Quer dizer que há qualquer coisa que está a escapar. Então eu vejo isto com preocupação, mas a minha preocupação ao mesmo tempo é levada para o outro lado, porque há muitos países em que são as remessas dos emigrantes é que desenvolvem o país. Pode ser que as pessoas que estejam fora estejam a criar condições para ajudarem a desenvolver São Tomé e Príncipe. Uns podem continuar lá, mas pode ser que outros regressem. Só me preocupa o facto de muitos deles, caso dos alunos daqui da faculdade, que às vezes não terminam a sua monografia e vão para lá fazer trabalhos completamente humildes. Quando eu acho que houve um investimento bastante grande e nós estamos com salas vazias, às vezes de alunos que dizem eu vou me embora. Quer dizer que há qualquer coisa que se está a passar", declarou a docente universitária. O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Américo Ramos, deplorou em Agosto a saída dos jovens o estrangeiro e disse querer implementar uma “emigração consciente”, que permita aos são-tomenses terem boas condições de vida nos países de destino. A gestão dos fluxos migratórios é uma das prioridades do seu Governo, segundo afirmou em Agosto. "Enquanto não atingimos o nível de desenvolvimento desejado, devemos saber gerir os fenómenos migratórios com responsabilidade. A migração está, por isso, na agenda política deste Governo, através do programa de envolvimento da diáspora no desenvolvimento nacional. Foram já definidas políticas públicas com acções concretas, algumas das quais já em curso desde o início do ano de 2025. Entre estas acções destacam-se a criação do Gabinete das Comunidades, com o objectivo de acompanhar e implementar políticas públicas direccionadas à nossa diáspora. O reforço da protecção consular através da CPLP, sobretudo em países sem representação diplomática directa. A ampliação da rede diplomática. A facilitação do acesso a documentos oficiais essenciais para legalização e integração. A criação de incentivos fiscais e aduaneiros, nomeadamente através de regime simplificado de pequenas remessas e do Regime Especial para bens Essenciais", detalhou o líder do Governo. Desde lá, as regras da imigração para Portugal mudaram, com os portugueses a endurecerem os critérios para quem se pode instalar no seu território. Tendo em conta este acordo, os fluxos migratórios dos países lusófonos não foram completamente travados, mas quem se quiser estabelecer em Portugal vindo de um país da CPLP terá agora de passar pelo crivo da unidade de coordenação de fronteiras do sistema de segurança interno, isto é, da verificação dos sistemas de segurança. É este órgão que atribui depois um parecer para obter o visto de residência, deixando assim de ser possível pedir em Portugal autorizações de residência CPLP apenas com vistos de turismo ou com isenção de visto. Assim, com a nova lei de estrangeiros quem queira imigrar para Portugal terá primeiro de obter um visto consular e depois pedir uma autorização de residência. Nas ilhas, pouco a pouco, verifica-se também o fenómeno inverso, com alguns jovens, desiludidos com o projecto de se mudarem para a Europa, regressam e reinstalam-se nas suas comunidades, como relatou Filipe Nascimento, presidente da região autónoma do Príncipe, tendo ele próprio vivido e estudado em Portugal antes de ter regressado às suas origens, assumindo o comando do governo regional a partir de 2020. “Estamos a perder os nossos jovens e isso preocupa sempre, tratando-se particularmente de quadros e talentos. Temos pessoas a sair, seja professores, enfermeiros, pessoas empregadas no sector do turismo que está em crescimento e sentimos dos empregadores esse desafio de continuidade, de formação, capacitação, de novos quadros. Mas, como tudo na vida, devemos olhar por um lado, com preocupação, mas não com drama. Temos que continuar a fazer o nosso trabalho e interessa ver que mesmo se olharmos para os dois últimos anos em que saiu um maior número de jovens como nunca saiu, fruto desta evolução da legislação de migração de Portugal enquanto parte do Tratado da CPLP para a mobilidade das pessoas, mas respeitar porque subscrevemos esse tratado. Mas, por outro lado, dizer que muitos jovens que saíram reconheceram que afinal não é tão mau estar no Príncipe. Eu sei de quatro jovens que já estavam lá há alguns meses e já regressaram e mais que lá estão, estão a preparar o seu regresso. E sei de muitos que também vão em jeito de férias para explorar, chegam lá e respeitam o tempo de férias de um mês ou 15 dias e regressam ao perceberem que é um bom país. O Príncipe oferece tudo para se ser feliz, constituir família, realizar sonhos cá com o que temos. Então isto também nos orgulha, mas é um desafio para nós. Criar um ambiente melhor, dar mais terrenos aos jovens para a construção de casa, oferecer e já temos feito também uma trajetória interessante. Fizemos parceria com universidades e temos centenas de pessoas hoje a frequentar o ensino superior à distância. Continuamos a trabalhar para baixar o custo de vida, continuarmos a oferecer uma saúde de mais qualidade” O roubo do processo do 25 de Novembro Se a imigração tem contribuído para desgastar o capital social do país, o caso do 25 de Novembro de 2022 tem assombrado a política são-tomense. Este ataque ao quartel fez quatro mortos e foi qualificado pelas autoridades nessa altura como uma tentativa de golpe de Estado, com a Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) a ter dito em 2025 que “não existem provas sérias e convincentes” de que o grupo quisesse tomar o poder. Foi o próprio Presidente, Carlos Vilas Novas, a pedir no dia 12 de Julho deste ano que a situação real daquele dia fosse esclarecida o mais rapidamente possível. "Aproveito a ocasião para exortar as autoridades competentes e de uma vez por todas, a darem o respetivo seguimento à conclusão do processo da morte de quatro cidadãos, na sequência da invasão do quartel das Forças Armadas, em 25 de Novembro de 2022. As autoridades devem o desfecho deste caso as vítimas aos seus familiares e à sociedade. A vida é o bem jurídico supremo e é a todos os títulos inadmissível que os que contra ela atentam fora das causas de justificação previstas na lei, saiam impunes. É necessário que a verdade seja conhecida e a justiça seja feita em conformidade com as leis em vigor na nossa República", declarou o chefe de Estado. No entanto, o processo do julgamento da alegada tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 2022 que resultou na morte de quatro homens no quartel militar de São Tomé, desapareceu das instalações do Estado-Maior das Forças Armadas no final de Outubro. Mais de vinte militares, nomeadamente altas patentes, foram acusados pelo Ministério Público de estarem envolvidos na morte e tortura dos quatro homens, mas até ao momento não foram julgados porque o Tribunal Civil se declarou incompetente e remeteu o processo para o Tribunal Militar que, por sua vez, refere não dispor de meios para este julgamento. No terceiro aniversário deste acontecimento, a ministra da Justiça são-tomense, Vera Cravid, considerou que este acontecimento permanece "na memória colectiva como um dos momentos mais sombrios da história recente” do país. Já para Filinto Costa Alegre, membro da Associação Cívica e que lutou pela independência do país, o esclarecimento do que se passou naquele dia é essencial para que os jovens voltem a acreditar no país e para construir um futuro colectivo. “Há que fazer um trabalho que leve as pessoas a paulatinamente irem Acreditando que há vida para além da emigração. Há vida para além da emigração? Há futuro para além da emigração? Então, mas é preciso demonstrar isso? Isso não é com discursos, é na prática. E então, do meu ponto de vista, há matérias que podem servir como rampa de lançamento para essa nova fase para os próximos 50 anos. Mobilizar as pessoas, as pessoas de boa vontade, as pessoas que ainda acreditam que querem regenerar. Então vamos construir grupos de trabalho para diversos assuntos. Mas os mais prioritários são o combate ao 25 de novembro. Esta, esta política, essa estratégia de intentonas, inventonas para para resolver problemas. Por isso tem que acabar” Se, como o Presidente Carlos Vila Nova expressou no seu discurso dos 50 anos de independência do país, o país não está onde gostaria de estar, há também motivos de regozijo e de esperança de um futuro melhor para São Tomé e Príncipe. "Mas se nem tudo são rosas, nem tudo são espinhos, não podemos ignorar as conquistas alcançadas ao longo destes 50 anos, apesar das dificuldades económicas. Os sucessivos governos de São Tomé e Príncipe fizeram importantes avanços no campo da educação, da saúde e dos direitos humanos. A escolarização foi uma prioridade nas primeiras décadas da independência. O governo procurou formar uma nova geração de líderes e técnicos que pudessem colaborar na edificação de uma sociedade mais justa e igualitária. A inclusão social também foi um ponto chave das políticas públicas, com ênfase na redução das desigualdades, na garantia do acesso à saúde e à educação para todos os cidadãos, especialmente em áreas rurais e isoladas. As políticas de educação foram conduzidas no sentido de promover maior equidade e um maior acesso à formação profissional essencial para o desenvolvimento do país no cenário global. As universidades e centros de formação técnica. Entretanto, surgidos a desempenhar um papel cada vez mais importante na capacitação da população e no desenvolvimento do capital humano, As dificuldades com que nos temos debatido não podem desbotar ganhos como o aumento da taxa de escolarização e a consequente redução da analfabetização a níveis residuais. A construção de um grande número de jardins de infância, de escolas primárias e secundárias em todos os distritos do país e na região Autónoma não podem desbotar ganhos como a construção de vários liceus que visam juntar se ao antigo e único. A data da independência, integrado na antiga Escola Técnica Silva Cunha, não podem desbotar ganhos como o surgimento de instituições de ensino superior privadas no país e a criação da Universidade de São Tomé e Príncipe e dos seus diversos pólos, traduzida na possibilidade de formar mais homens e mulheres que melhor sirvam o país e o mundo. hoje convertido em aldeia global. As dificuldades com que nos debatemos não podem anular ganhos, como a redução significativa das taxas da mortalidade materna e infantil, o aumento da cobertura vacinal, o aumento da esperança média de vida ou a erradicação do paludismo não podem anular ganhos como o aumento exponencial da construção de novos centros de tratamento de água potável, bem como o aumento da cobertura do fornecimento de água potável e da eletricidade a quase toda a população do país", concluiu o Presidente são-tomense.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Para criar o Oratório de Natal (BWV 248), em 1734, Johann Sebastian Bach reutilizou árias e coros que ele havia composto pouco mais de um ano antes para fazer duas cantatas seculares, uma para lembrar o aniversário do coroamento do rei Friedrich Christian da Saxônia e outra para festejar o aniversário da rainha da Polônia e Eleitora da Saxônia Maria Josefa, apresentadas pela primeira vez em setembro e dezembro de 1733, respectivamente. Com textos escritos para situações bem específicas, essas cantatas não eram adequadas para novas apresentações. Tendo em vista que essas obras exigiram considerável esforço do compositor, é compreensível que Bach tivesse interesse em recuperar as músicas que ele criara para situações únicas e garantir a elas um lugar permanente no seu repertório, mesmo que com um texto diferente. É o que escreve o musicólogo alemão Christoph Wolff, Professor Emérito da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, no livro Johann Sebastian Bach - The Learned Musician (Johann Sebastian Bach - O Músico Erudito). Wolff destaca que praticamente todos os coros e árias das duas cantatas congratulatórias apresentadas em 1733 foram utilizadas no Oratório de Natal. Os recitativos compostos especialmente para o Oratório foram usados por Bach para criar novas e convincentes conexões entre as partes da composição, que tinham originalmente uma sequência diferente de conteúdo textual e ideias musicais, acrescenta Wolff. Formado por seis partes, o Oratório de Natal está sendo exibido em seis edições de Manhã com Bach. Nesta edição, é apresentada a terceira parte. O podcast traz ainda o Concerto para Dois Cravos em Dó Maior (BWV 1061). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 6 e 7 de dezembro de 2025. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
GRAVADO EM 2023Hoje nosso papo é com o atual treinador do Esporte Clube Água Santa.Tendo comandados grandes equipes como Chapecoense, Guarani e Náutico.Além de já ter trabalhado como auxiliar no Audax, onde trabalhou com Fernando Diniz.@pivettibruno----------------------HOST'S:Vallejo: @leovallejoMari: @maripratali------------------------------PRODUÇÃO:@estudio.oca77--------------------CORTES & THUMBNAILS@zorksstudios ---------------------CONTATO: osestagiarios.juan@gmail.com----------------------Produção e Edição@ZorksStudios
Grupos criminosos que antes se dedicavam somente ao tráfico de drogas estão expandindo suas atividades e incluindo os crimes ambientais entre elas. No episódio desta quinta (20) do podcast USP Analisa, o professor e pesquisador do Núcleo de Estudos Amazônicos da Universidade de Brasília (UnB), Franco Perazzoni, e o perito criminal federal Herbert Dittmar discutem os fatores estruturais e econômicos da região amazônica que contribuem para essa mudança. Para Perazzoni, além de ser mais rentável e ter uma punição menor, o crime ambiental nem sempre é visto pela sociedade brasileira como algo tão grave quanto o tráfico de drogas. “A criminalidade ambiental tem um lucro elevado. Historicamente, 1 kg de pasta base na Bolívia, na Colômbia, custa US$ 700. Chega no Brasil a US$ 2 ou US$ 3 mil, na Europa a US$ 10 mil, na Ásia a US$ 60 mil. Só que na Indonésia, por exemplo, tem risco de pena de morte. E você consegue levar só pequenas quantidades. Agora vamos pegar uma madeira boa, mogno. Você paga a árvore em pé quando corta, então gasta basicamente o combustível, a motosserra, o operador, que são custos baixíssimos. Sai a US$ 3 ou US$ 4 mil, às vezes, o metro cúbico. Então é extremamente lucrativo, o risco é muito baixo e o fato é muito mais aceitável socialmente.” Ele destaca ainda que, no caso da madeira, há toda uma rede de apoio mobilizada para obter uma documentação que dê aparência legal ao produto ilegal. “No Brasil, a gente tem um problema muito sério: tudo que é público não é de ninguém. Em qualquer área de preservação onde o Estado não esteja presente, você entra e tira dez, 20, cem caminhões de madeira. Tendo uma infraestrutura criminosa ali, você consegue legalizar e ela é vendida normalmente.” Dittmar destaca ainda que a economia interfere nas dinâmicas criminais, citando o caso do valor do ouro, que atualmente custa em torno de R$ 745 o grama e está gerando um aumento nos roubos de alianças em cidades como São Paulo. Além disso, segundo ele, o crime interfere na própria cultura de alguns povos indígenas. “Eu conheci os enawenê-nawê no Mato Grosso, que não comem carne vermelha, só peixe e frango. Como o rio foi destruído pelo garimpo, a Funai tem que entregar todos os meses caminhões frigoríficos de peixe para eles sobreviverem. Índios que viviam de colocar armadilhas no rio para pescar, para pegar peixe, para sobreviver, então a cultura desses povos vai sendo alterada.” Ele alerta ainda que a Floresta Amazônica não está sendo apenas desmatada, mas completamente degradada. “Desmatamento, hoje, nós já temos garantidos 22%, e mais ou menos 38% de floresta degradada. Ou seja: nós já perdemos 60% da Amazônia. Eu não estou falando 6%. Eu estou falando 60%.” O USP Analisa é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast. O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram ou em nosso grupo no WhatsApp.
Bem-vindos ao 1º episódio da 3ª temporada da Série ContrafogosOs últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Alexandra TedescoEdição de áudio e vídeo: João Paulo Kleinlein (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://www.lppe.uerj.br/
Após mais de 24 horas de instabilidade na Guiné-Bissau com a instalação de um Presidente militar, observadores e activistas guineenses defendem que o alegado golpe de Estado se trata de uma encenação. Sumaila Djaló, activista guineense, defende que a vitória nas eleições foi de Fernando Dias e que os militares devem agora "garantir que as eleições sejam concluídas" e que os resultados sejam divulgados. Em Bissau e nas comunidades guineenses espalhadas pelo mundo, crescem as acusações de encenação quanto ao alegado golpe de Estado a decorrer na Guiné-Bissau. Sabe-se que Domingos Simões Pereira, assim como mais de uma dezena de políticos, magistrados e activistas, estão detidos, enquanto que Umaro Sissoco Embaló continua a ligar para meios de comunicação internacionais, dizendo ter sido deposto. Em entrevista RFI, o activista guineense Sumaila Djaló descreveu o que se passou na Guiné-Bissau na quarta feira e assegura que, através das actas de votação entretanto divulgadas, a vitória nas eleições presidenciais é de Fernando Dias. "As projecções apontavam para uma maioria absoluta clara do Fernando Dias da Costa na primeira volta e a derrota de Umaro Sissoco Embaló. [...] A única coisa que faltava era a proclamação oficial, que é só um expediente de formalizar o que todos já sabíamos, todos as candidaturas sabiam [...] Começamos a tomar conta desta última encenação a partir de informações de que tiros estavam a ser ouvidos nas imediações do Palácio da Presidência. Mas acontece que colegas de Bissau, de movimentos sociais e organizações de defesa dos direitos humanos e liberdades democráticas já tinham informações dos setores subalternos, das Forças Armadas de que havia uma orquestração nesse sentido. Portanto, estamos perante uma clara encenação que, mais uma vez, procura inviabilizar o processo eleitoral e, acto subsequente, ter formas de prender arbitrariamente e colocar nas prisões, como agora está a acontecer, os principais adversários", detalhou o investigador. Tendo em conta a recente designação do general Horta Inta-A e controlo total do país por parte dos militares, Sumaila Djaló pede que estes autorizem a divulgação dos resultados eleitorais e que restabeleçam a ordem constitucional no país. "As chefias militares estão a cumprir as ordens do seu chefe nos últimos seis anos. Mas a Constituição da República da Guiné-Bissau atribui às Forças Armadas a defesa da integridade territorial e, quando necessário, a defesa da constitucionalidade. [...] Isso deve passar por garantir que as eleições sejam concluídas porque estavam praticamente encerradas e permitir que a Comissão Nacional de Eleições proclame o vencedor das presidenciais e os resultados das legislativas em segurança e de acordo com os resultados apurados nas mesas de voto", defendeu o activista. Organizações internacionais e parceiros da Guiné-Bissau têm estado a dizer que olham com preocupação para a situação, mas ainda não foram exigidas ao novo regime militar instalado no país quaisquer garantias nem prazos para assegurar a continuidade do Estado de Direito. "As entidades chamadas organizações da comunidade internacional, sobretudo no caso da Guiné-Bissau, a CEDEAO, que até tem a delegação das Nações Unidas e União Africana para acompanhar os Estados membros, mas a própria União Africana, as Nações Unidas e a própria União Europeia ou a CPLP, são entidades guiadas pelo domínio dos Estados membros mais fortes no cenário geopolítico. A CEDEAO depende de Estados, sobretudo com ligações ao velho aparelho franco-africano, a CPLP é claramente dominada por Estado português. E a própria União Africana não é isenta dessa dominação dos Estados mais fortes em África. E esses Estados determinam o que é o posicionamento nestas circunstâncias. [...] Essas disputas internas nas próprias instituições determinadas pelos Estados mais fortes, interessados em capturar os Estados mais fragilizados por interesses económicos ou por interesses geopolíticos estratégicos, acabam por esvaziar as possibilidades de intervenção destes espaços no sentido de garantir o que, no papel, dizem defender, ou seja, os valores da democracia, os valores da liberdade, os valores dos direitos humanos, que são valores sempre postos em causa nestes seis anos na Guiné-Bissau", concluiu.
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"E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." I Tessalonicenses 5:23"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o Seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne…" Romanos 8:1-3"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo…" Romanos 5:1
O documento enviado pelo governo do Rio de Janeiro à administração Donald Trump, solicitando a inclusão do Comando Vermelho (CV) nas listas de sanções e designações dos Estados Unidos, tenta legitimar a facção criminosa como grupo terrorista ou organização transnacional. Carimbada em vermelho como confidencial, a análise estratégica elaborada pela Subsecretaria de Inteligência Integrada — subordinada diretamente ao governador Cláudio Castro — sugere a aplicação de sanções aos integrantes do CV, principalmente de natureza econômica. "Começa com a história do senador Flavio Bolsonaro dizendo que tinha inveja quando via os EUA explodindo as embarcações da Venezuela e acharia maravilhoso se o país viesse para cá fazer isso na Baía de Guanabara. Isso é ingerência interna e mata pessoas. Quem tomou providências práticas nesta direção é o Claudio Castro; ele já vem tendo conversas com o governo dos EUA. É outro ataque à soberania nacional. O projeto no Congresso abre as portas para este tipo de ação acontecer com este pretexto. Daqui a pouco os EUA vão mandar nas Américas", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O documento enviado pelo governo do Rio de Janeiro à administração Donald Trump, solicitando a inclusão do Comando Vermelho (CV) nas listas de sanções e designações dos Estados Unidos, tenta legitimar a facção criminosa como grupo terrorista ou organização transnacional. Carimbada em vermelho como confidencial, a análise estratégica elaborada pela Subsecretaria de Inteligência Integrada — subordinada diretamente ao governador Cláudio Castro — sugere a aplicação de sanções aos integrantes do CV, principalmente de natureza econômica. "Começa com a história do senador Flavio Bolsonaro dizendo que tinha inveja quando via os EUA explodindo as embarcações da Venezuela e acharia maravilhoso se o país viesse para cá fazer isso na Baía de Guanabara. Isso é ingerência interna e mata pessoas. Quem tomou providências práticas nesta direção é o Claudio Castro; ele já vem tendo conversas com o governo dos EUA. É outro ataque à soberania nacional. O projeto no Congresso abre as portas para este tipo de ação acontecer com este pretexto. Daqui a pouco os EUA vão mandar nas Américas", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;" Romanos 5:1"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei." Romanos 3:28"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." Gálatas 2:16
No ano de 2023, os irmãos Danny e Michael Philippou surpreenderam os amantes do horror com seu ótimo filme de estreia: Fale Comigo. Tendo desenvolvido sua carreira cinematográfica a partir de curtas de horror e comédia no YouTube, a dupla de diretores greco-australianos demonstraram enorme maturidade ao conseguir equilibrar ótimos jumpscares e uma tensão latente com personagens profundos e uma trama bem desenvolvida. Três anos mais tarde, Faça Ela Voltar supera ainda a marca do longa anterior, discutindo temas como luto e abuso emocional em meio a uma trama tensa e um gore muito bem inserido. Prepare-se então para um RdMCast que aborda os temas sérios levantados pelo filme e nunca deixa de se impressionar com a sua qualidade. Seria Faça Ela Voltar o mais novo candidato a levar o Corvo de Ouro de 2026? Junte-se a nós e descubra.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabi Larocca e Gabriel Braga.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Faça Ela Voltar (2025)Citações off topic:Fale Comigo (2022)Fuja (2020)O Mal que nos Habita (2023)https://youtu.be/J3z59E6PpIMEPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #427 – Fale Comigo: um dos melhores filme de 2023RdMCast #338 – Os Monstros de Guillermo Del ToroRdMCast #298 – Corrente do Mal (It Follows)RdMCast #502 – Franquia VHS: aliens, found footage e fitas amaldiçoadasSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
A maturidade revela o compromisso, e o compromisso nos conduz à maturidade. À medida que caminhamos rumo à estatura plena de Cristo, como nos ensina a Palavra em Efésios, somos chamados a crescer em unidade na fé, no conhecimento do Filho de Deus e no amor que edifica o corpo. Tendo essa reflexão como pano de fundo, desfrutamos de um domingo especial de celebração do Corpo de Cristo e, em particular, da nossa igreja local. Em nossa reunião, testemunhamos o novo nascimento de irmãos em Cristo por meio do batismo e acolhemos com alegria os novos membros que o Senhor confiou à nossa comunidade. Juntos, então, pudemos professar o Pacto de Membresia, reafirmando o compromisso que temos com Cristo, uns com os outros e com o mundo ao qual fomos enviados para a proclamação do Evangelho. Oramos para que o Senhor continue edificando Sua igreja entre nós, conduzindo cada membro à maturidade e à unidade no compromisso. Que sejamos, juntos, um testemunho vivo do Evangelho ao mundo, para a glória de Deus.
Tendo chegado aos 8,8 na escala de Ritcher, o terramoto de Kamchatka (zona da Rússia na costa do Pacífico) provocou um tsunami que percorreu milhares de quilómetros, mas não provocou mortes. Há 20 anos, no Índico, o terramoto de Sumatra, pouco mais forte em magnitude, provocou quase 300 mil mortes. Perceba as diferenças, ouvindo o geólogo João Duarte, professor na Universidade de Lisboa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Bíblia é muito clara quando afirma que o Diabo não é um concorrente de Deus, e enfatiza que o ídolo que compete pelo coração humano é o dinheiro. Não é possível servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro. Quem de fato tem nossos afetos? Aquele que ama ao dinheiro nunca se farta. Nosso coração não se sacia das coisas criadas, sempre queremos um pouco mais. Quem ama o dinheiro está sempre ocupado tentando ganhar mais dinheiro, assim como preservar aquilo que já possui. Tendo muito ou pouco, o homem deve desfrutar do que Deus lhe concede. Para aqueles que estão em Deus, até o morrer é lucro e dádiva de Deus. A promessa de Deus é que em seu plano bom, e no devido tempo, o dom da alegria acompanhará aqueles que confiam no Senhor. O Criador separou deliberadamente o dom e o desfrute. É ele quem dá a alegria do desfrutar para aqueles que Nele confiam. Deus fez todas as coisas de forma a entendermos que precisamos de um redentor. Nenhum ser humano é capaz de se auto saciar. “Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos Nele”. John Piper _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #VANITASVANITATUM Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Ti è mai capitato di incontrare un uomo, al supermercato, alla stazione, per strada. E senza neanche scambiarci una parola, cominci a fare la lista mentale dei “pro e contro”? Potrebbe essere un buon compagno? Una donna mi ha mandato un vocale, al quale rispondo nel nuovo podcast: “Tendo a considerare ogni essere umano di sesso maschile come un potenziale partner… anche sconosciuti. Li analizzo come se dovessi scegliere. Cosa ne pensi?” Nel nuovo episodio rispondo a questa riflessione, e credimi. Ci ho messo la mia esperienza di donna, coach e essere umano che ha esplorato a fondo il bisogno d'amore, di riconoscimento… e anche di controllo. Spoiler: non è un “problema”. Ma è un segnale. E può diventare un portale. Se ti accende, seguimi in questo viaggio ancora più a fondo. ✨ Mandami anche tu la tua domanda: http://speakpipe.com/giusivalentini
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cantou louvores e subiu no trio elétrico com uma bandeira de Israel nas costas durante a 33ª Marcha para Jesus nesta quinta-feira, 19, na capital paulista. Considerado pré-candidato à Presidência da República em oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Tarcísio foi muito festejado e, durante discurso no palco, abordou o “arrependimento por nossos caminhos”. "O governador está 'botando as manguinhas de fora'. Seu discurso é tipicamente de candidato; estamos vendo que a balança está baixando para o presidente e subindo para Tarícisio. Essa é uma mostra muito significativa de que esta religiosidade concentrada nos evengélicos está tendo poder político maior que as próprias lideranças. Lula fez sua carreira com multidões na rua, mas não está mais mobilizando. Bolsonaro, que fez toda campanha de 2018 botando povo na rua, também não está 'com essa bola toda' não. Quem bota povo na rua, agora, é o eleitorado evangélico. A ex-primeira dama Michele, que não tem qualificação nenhuma para concorrer a cargo político, alavanta sua carreira em cima dele", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alô, alô! Por que nossa espécie domesticou os cães? Nesse episódio narrativo, Lucas Andrade se pergunta por que adotou a Moana, uma vira-lata que destruia sua casa a cada vez que ele dava uma saidinha para comprar pão. Essa parceria entre cachorro e humano surgiu há pelo menos 14 mil anos, quando os proto-cães (ancestrais dos cães) resolveram rondar nossos acampamentos humanos em busca de restos de comida. Assim, aos poucos se formou uma parceria que cruzou diferentes fases da história humana e que modificou os processos evolutivos dessas duas espécies. Necessários para a caça, segurança, pastoreio, transporte e até alimentação (sim, já comíamos carne de cachorro!), os doguinhos se diversificaram em mais de 400 raças espalhadas pelo mundo. Tendo novas funções como corrida, adestramento, cães de guarda, cães para concurso de beleza e até cães para girar carne em restaurantes chiques. Mas será que ainda hoje, com toda tecnologia e complexidade social que alcançamos, ainda precisamos desses animais problemáticos? Nesse episódio, Lucas conta sua comovente história para entender a função desses companheiros de quatro patas. E essa narrativa nos faz refletir não só sobre a evolução humana, mas também sobre nosso sistema econômico e nossa psicologia social.Convidado especial: Dr. Rui Sérgio MurrietaAssuntos abordados:00:00 - Adoção da Moana (Por que fiz isso?!)03:30 - Pra que serviam os cães para o humano ancestral? Coevolução.05:40 - Aliança entre humanos e protocães: a extinção dos Neandertais.09:39 - Turnspit dogs: os cachorros de cozinha.18:26 - Experimento de domesticação de raposas (Dmitry Belyayev).23:45 - Impacto ecológico dos pets.25:59 - Impacto emocional.31:55 - Laços sociais: a utilidade do cão hoje.38:45 - "Neurose coletiva", solidão e indústria de produtos para pets.40:50 - O cão precisa ser útil?43:45 - Epílogo: os vasos. Referências, links e recomendações: Um estudo com camundongos que corrobora a Síndrome da Domesticação. (The Royal Society Publishing) Livro: "Canis lupus familiaris: uma abordagem evolutiva e veterinária" (Ricardo Augusto Dias, link para PDF). Podcast: Turnspit Dogs: The Rise And Fall Of The Vernepator Cur (NPR) Mais sobre o Turnspit dog, o cachorro de cozinha (NCPR) Vídeo: Primeira raposa domesticada (Verge Science) Darwin e a Síndrome da Domesticação (Darwinianas) "Estudo mostra como cães se tornaram pets" (Revista Veja) Livro: "The invaders" Como seres humanos e seus cães levaram os Neanderthais à exintinção (em inglês) (Shipman P, 2015.) Livro: "Variação dos Animais e plantas sob domesticação" (Charles Darwin) Editorial: How Animals Affect Us: Examining the Influence of Human-Animal Interactions on Human Health (Revista Frontiers in Veterinary Science) Dados sobre o crescimento do mercado de pets (Seabre) Dados sobre abandono de cães no Brasil (IMVC) Solidão traz riscos à vida (CNN) Estudo sobre solidão e problemas fisiológicos (Revista Nature) Extra: Sobre impacto ambiental dos pets: Como uma única gata causou a extinção de uma espécie, David Lyal e sua gata Tibbles (Oddity Central)
"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos Paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo Qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e NOS GLORIAMOS NA ESPERANÇA DA GLÓRIA DE DEUS." Romanos 5:1-2"E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, verdadeiramente herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ELE padecemos, para que também com ELE sejamos glorificados. Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a Glória que em nós há de ser revelada." Romanos 8:17-18
Durante o século XX a Argentina foi palco de diversos golpes e derrubadas de governo, que criaram um cenário político frágil e instável. Tendo voltado a se tornar uma democracia na primeira metade dos anos 1980 e tendo continuado assim desde então, o país costuma ser visto como exemplo de país que lidou melhor com a transição e a punição aos perpetradores de sua última ditadura, mas ainda lida com fantasmas do seu passado autoritário. Convidamos Camila Grejo para discutir quais foram os golpes que ocorreram na Argentina e por que há alguma idealização sobre a forma com a qual o país vizinho lidou e ainda lida com este passado traumático.Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Marc Bloch foi um historiador francês que se tornou um dos mais influentes do século XX. Tendo sido um dos fundadores da revista Annales, como ficou conhecida através das décadas, ele foi responsável por grandes obras de História, em especial sobre Idade Média, e deixou incompleto um livro que hoje se tornaria leitura de base em cursos de História pelo Brasil e outros países: Apologia da História ou o ofício do historiador. Convidamos Jougi Guimarães para conversar sobre a história de Marc Bloch e algumas de suas principais ideias sobre como se faz história.Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Leia o capítulo 28 de Deuteronômio e entenda a diferença entre a Bênção e a Maldição.Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo Qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. Romanos 5:1-4
Ser a garota nova na escola já é difícil, mas o que acontece quando ninguém consegue pronunciar seu nome? Tendo acabado de se mudar da Coreia, Unhei está ansiosa para se adaptar. Assim, em vez de se apresentar no primeiro dia de aula, ela decide escolher um nome americano em um pote de vidro. Mas, embora Unhei pense em ser uma Suzy, Laura ou Amanda, nada parece certo. Com a ajuda de um novo amigo, Unhei aprenderá que o melhor nome é o seu próprio. Escrito e ilustrado por Yangsook Choi, e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episódio. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/43ZeQ1r Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!Trilha sonora:Music: Glimmers Of The Past by Sascha EndeLink: https://filmmusic.io/en/song/12287-glimmers-of-the-past
Ela é apaixonada por ajudar os outros! Carina Pirró é psicóloga há mais de 20 anos, possuindo uma experiência notável no trabalho com a mente humana. Tendo atuado em atendimento hospitalar, ela viu com os próprios olhos fenômenos que muitos profissionais só veem nos livros. Assim, neste episódio do podcast, ela nos conta mais sobre a sua trajetória profissional e explica aspectos intrigantes sobre a psicologia humana. Aperte o play e confira.#psicologia #ansiedade #depressão #psicologiahospitalar #investigaçãocriminal #criminal Assista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal