POPULARITY
Categories
Devocional Filipenses Da parte de Paulo e de Timóteo, servos de Cristo Jesus, dirigimo-nos a todos os santos em Cristo Jesus que vivem na cidade de Filipos, com os seus bispos e diáconos. Que Deus, nosso Pai, e Jesus Cristo, nosso Senhor, vos concedam graça e paz. Filipenses 1.1-2 O cristão deve ter uma noção balizada de si mesmo. Não se enxergando como o supra sumo do que quer que seja, mas antes como um permanente aprendiz de Jesus. Longe de uma postura senhorial. Próximo de uma conduta simples e humilde. Vendo-se como propriedade integral de Deus, sem Lhe sonegar nenhum ascendente em qualquer área da vida. Tendo máximo prazer em obedecer sem reservas a tudo aquilo que Ele diga. Vibrando com a liberdade que o amor concede. Percebendo que a fé não se compartimenta, mas se integra. Transparecendo Cristo por actos e palavras. Recusando viver numa cápsula religiosa. Abrindo os olhos da alma para lá das fronteiras de quintal que lhe queiram impor. Entranhando a visão alargada de reino. Percebendo que está rodeado de companheiros cujo carácter Deus também vai burilando. Desejando continuamente que o encanto da mensagem da reconciliação se efective a cada dia, em si e nos que o rodeiam. - Jónatas Figueiredo
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” II Timóteo 3:1-5“Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, INTENÇÃO, fé, longanimidade, amor, paciência, Perseguições e aflições tais quais me aconteceram...” II Timóteo 3:10-11
Quando a Princesa-Eleitora da Saxônia e Rainha da Polônia Christiane Eberhardine morreu, em 4 de setembro de 1727, um estudante da Universidade de Leipzig chamado Hans Carl von Kirchbach teve a ideia de promover, às suas próprias custas, uma cerimônia póstuma em homenagem à rainha, que seria realizada na Igreja de São Paulo, ligada à Universidade de Leipzig. Tendo obtido da direção da universidade permissão para realizar a cerimônia, Kirchbach encomendou uma cantata para ser exibida durante o evento. Para compor a música, ele contratou Bach, que trabalhava em Leipzig havia então quatro anos. Quanto à letra da cantata, ele pediu para o conceituado escritor, crítico literário e professor da Universidade de Leipzig Johann Christoph Gottsched. O resultado desse empenho de Hans Kirchbach é a cantata Lass, Fürstin, lass noch einen Strahl, “Deixa, princesa, deixa ainda um raio” (BWV 198), que foi apresentada no dia 17 de outubro de 1727, na Igreja de São Paulo da Universidade de Leipzig. Composta de duas partes e dez movimentos, a cantata é exibida nesta edição de Manhã com Bach. Christiane Eberhardine era venerada na Saxônia - região de predomínio do protestantismo e onde o próprio reformador Martim Lutero havia introduzido a Reforma Protestante dois séculos antes - porque ela se recusara a se converter ao catolicismo quando o seu marido, o rei Augusto II, o Forte, foi eleito rei da Polônia, em 1697. Para assumir o trono polonês, Augusto precisou renunciar ao protestantismo e adotar o catolicismo, no que não foi seguido pela esposa. Como mulher do rei, Christiane Eberhardine recebeu o título de Rainha da Polônia, mas se recusou a comparecer à cerimônia de posse do marido, onde seria coroada, e jamais pôs os pés na Polônia, apesar de toda a insistência de Augusto. Com isso, ela se tornou um símbolo da resistência protestante contra o catolicismo e uma espécie de protetora dos protestantes, que temiam que Augusto II implantasse uma contra-Reforma na Saxônia. Originalmente, a letra composta por Gottsched era um poema com nove estrofes. Bach faz uma série de modificações nessa estrutura, separando versos e com eles criando recitativos, árias e coros. Não há registro da reação de Gottsched a essas alterações, mas é bem possível que o famoso escritor e professor não tenha ficado muito satisfeito em ver seu texto alterado. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 30 e 31 de maio de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Tendo sido aclamado pela multidão, 11 Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. 12 No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. 13 De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. 14 Então Jesus disse à figueira: "Que ninguém mais coma de teus frutos". E os discípulos escutaram o que ele disse. 15 Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. 16 Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. 17 E ensinava o povo, dizendo: "Não está escrito: 'Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos'? No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões". 18 Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. 19 Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. 20 Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. 21 Pedro lembrou-se e disse a Jesus: "Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou". 22 Jesus lhes disse: "Tende fé em Deus. 23 Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: 'Levanta-te e atira-te no mar', e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. 24 Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. 25 Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados".[26]
Sermão para o Domingo de Pentecostes / Padre Raul Regula, IBP. /Capela São José – Belém/PA.
Os últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Arthur Varreira (Uerj) e João Paulo Kleinlein (Uerj)Edição de áudio e vídeo: Daniel Teixeira (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://lppe.uerj.br/
A propagação inicial de um foco epidémico de Ébola deve-se em parte à semelhança dos sintomas iniciais com os de doenças comuns em África, como a Malária. Nesta edição de Ciência, o Dr. Eusébio Manuel explica-nos as dificuldades nessa etapa da epidemia e como o combate se torna mais eficaz uma vez identificado o contágio por Ébola. O actual surto de Ébola no leste da República Democrática do Congo foi considerado uma emergência de saúde pública de âmbito internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS sublinhou, no entanto, que não responde aos critérios de uma pandemia. Neste magazine de Ciência, conversámos com o Dr. Eusébio Manuel, chefe do Departamento de Higiene e Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde de Angola que, afirmou, "estamos atentos e alertas em acompanhar a situação que ocorre na República Democrática do Congo." Relativamente à variante Bundibugyo, explica que "o vírus Ébola é o mesmo, independentemente do género, (...) a letalidade é sempre a mesma. Os sinais-sintomas são os mesmos, portanto, não há muita diferença em relação a outra estirpe de Ébola, apesar de este ter já uma alta letalidade, não há nenhuma diferença em termos de sinais-sintomas." Numa fase inicial da epidemia, a detecção de infecções por Ébola é difícil porque não há casos registados e os primeiros diagnósticos confundem-se com os de outras doenças comuns em África: "Um dos principais sintomas é febre. Muitas das vezes cruzamos nos nossos países, onde a malária é a primeira causa de morte e de doença, suspeitamos sempre como seja malária, mas depois os sintomas secundários vão aparecendo, dias depois. As pessoas apresentam sinais de febre e essa febre pode cruzar-se com astenia, dores musculares, mas são sinais-sintomas que vêm a posteriori. O sinal principal para reconhecimento é a febre. E depois vamos fazendo outros diagnósticos diferenciados. As hemorragias aparecem no quinto, sétimo dia, mas aí é onde ocorre o maior perigo, em que a pessoa esquece-se que está frente a uma doença altamente contagiosa como a doença hemorrágica. Mas nesta fase a pessoa já se envolveu com o doente. Por isso o contágio é muito frequente." Quando se passa a uma fase testagem já a epidemia está em curso porque nestes primeiros dias há muitos contactos. E depois, há falta de recursos laboratoriais. Em Angola "nós temos um laboratório de referência, que é o Instituto Nacional de Investigação em Saúde, que faz o diagnóstico primário. Mas caso haja evidências claras de que se trata de uma febre hemorrágica, temos que mandar as amostras ao Instituto Pasteur de Dacar [Senegal] ou Camarões, que são os únicos laboratórios que nós temos de referência em relação às doenças hemorrágicas." O diagnóstico de uma febre hemorrágica dá-se muitas vezes da forma mais dolorosa, como sublinha o Dr. Eusébio Manuel: "O sinal muito fatal de reconhecimento daquilo que nós chamamos o sinal de gatilho, ou gatilho para reconhecer a doença hemorrágica, é quando começam a falecer, a morrer ou apanhar a mesma doença, as pessoas que estiveram a manipular essa pessoa, os enfermeiros, médicos, familiares que estiveram em contacto, começam a apresentar os mesmos sinais-sintomas. Aí nós percebemos que essa doença é altamente contagiosa." Na fase actual, em que há o reconhecimento de uma epidemia em curso e um alerta internacional, o estado de preparação é outro: "Nós estamos numa fase de alerta máximo. Significa que a situação está a ocorrer no país vizinho e nós daqui estamos num estado de preparação para que isso não se introduza em Angola. Estando já a doença identificada no país, aí as condições de profilaxia e as condições de segurança já são máximas: evita-se a cumprimentar, seja qualquer pessoa, e todo e qualquer doente com sinal, síndrome febril, é considerado um doente. Tendo em conta, claro, o seu perfil, sua condição e se ele esteve em contacto com pessoas, essas pessoas devem ser isoladas imediatamente." 60 por cento dos casos suspeitos foram detectados em mulheres que estão um pouco mais expostas às condições de contágio, refere o Dr. Eusébio Manuel: "Primeiro, o que é uma zoonose? É uma doença que é transmitida pelo contacto com animais infectados. Se nós repararmos, na região africana, maioritariamente quem vão, quem trabalham nas lavras, são o sexo feminino. Enquanto os homens às vezes ficam vendendo na praça ou noutros sítios. (...) Se bem que há homens também. A proporção de homens, sobretudo os que lidam com caça, e a caça é o homem, mas quem prepara é a mulher. Mas o que justifica isto é mesmo envolvimento das mulheres nas aldeias, nas áreas de maior risco. Os rituais fúnebres, os que fazem muitos homens e mulheres quando morre alguém? São as mulheres que estão à volta do óbito. Fazem aqueles rituais todos. Então, a probabilidade delas se contaminarem é muito maior em relação aos homens."
#PAINCAST #medicina #neurocirurgiafuncional_________________________________Pix da Vaquinha para a recuperação do Pirula.chave pix: pirulla@vakinha.com.brAPRESENTADORES:Dr Alessandro Mesquita - Instagram @dr.alessandro_ortopediaedorDr Andre Meireles Borba - Instagram @dr.andreborba_neurocirurgiaoINSTAGRAM DO CANAL:@pain.castCAPTAÇÃO E TRANSMISSÃO:Carbono Studios - Instagram @Carbono.studios
A lei da nacionalidade está novamente em foco. André Ventura sugere que “os portugueses têm o direito de decidir”, levantando a hipótese de um referendo. Passará a estratégia do partido Chega por insistir em trazer os contornos desta lei para a agenda? Tendo em mente que não estão reunidas as condições para ser criado um referendo, que tipo de mobilização o líder do Chega pretende? Ouça a análise de Miguel Prata Roque e de a Cecilia Meireles na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 11 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
In this week’s episode of Pretty Private with Eboné, Eboné explores dream visitation, grief, and what it means when loved ones appear in dreams. Joined by dream visitation guide Ning Tendo, she dives into spiritual connection after death, the difference between regular dreams vs. visitation dreams, and how these experiences relate to healing after loss. From personal loss to deeper insight on the afterlife, signs from loved ones, and grief support, this episode offers comfort and perspective for anyone longing to feel close to someone they’ve lost. Connect with Eboné: The Professional Homegirl Coloring Books: Purchase Here Buy Eboné A Gift: Shop Now Eboné PHG Storefront: Shop Now Read Eboné's Love Letters: www.theyalltheone.com Website: www.prettyprivatepodcast.com Instagram: @theprofessionalhomegirl & @prettyprivatepodcast TikTok: @prettyprivatepodcast The Professional Homegirl Youtube Channel: Subscribe Here See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Alexandra Tedesco (Uerj) e João Paulo Kleinlein (Uerj)Edição de áudio e vídeo: Daniel Teixeira (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://lppe.uerj.br/
O activista angolano Osvaldo Caholo foi condenado nesta segunda-feira a dois anos e meio de prisão efectiva pela prática do crime de instigação pública ao crime aquando das manifestações de Julho do ano passado contra o aumento do preço do combustível que resvalaram para incidentes em vários pontos do país e resultaram oficialmente em pelo menos 30 mortos em Luanda. A defesa do activista que se encontra detido desde essa altura apresentou recurso contra esta decisão que considerou injusta. Apesar de a 5.ª Secção da Sala dos Crimes Comuns do Tribunal da Comarca de Luanda absolver o activista de 37 anos dos outros crimes de que era acusado, apologia do crime e rebelião, foram unânimes as reacções de decepção por parte da sua defesa como também dos seus familiares que denunciaram uma sentença a seu ver "excessiva" e "com motivações políticas". Para além da sua pena de prisão, o activista, antigo militar e também universitário que ficou conhecido há dez anos por fazer parte do grupo "15+2", foi condenado a pagar uma multa de 250 mil Kwanzas. Muito embora lhe tenham reconhecidas circunstâncias atenuantes, como o facto de ter cooperado com as autoridades, ser chefe de família, pai de menores e ter mantido uma boa conduta durante o processo, a justiça angolana considerou que ele proferiu ameaças contra figuras do poder durante uma transmissão em directo nas redes sociais, no âmbito das manifestações de Julho de 2025. Em entrevista concedida à RFI, o advogado Simão Afonso, membro da equipa de defesa do activista, fez o ponto da situação. "Enquanto advogado de defesa. É evidente que é uma condenação que a nós não satisfaz, na medida em que sempre estivemos convencidos de que o nosso constituinte era inocente. Durante a audiência de produção de provas por mais de três dias, não ficaram provados os crimes de que é acusado. Não obstante o Ministério Público ter pedido a absolvição nos dois crimes, necessariamente o de rebelião e apologia pública, nós, enquanto defesa, nas alegações orais, solicitámos ao tribunal que ele fosse absolvido dos três crimes, mesmo para efeitos do crime de instigação pública ao crime, aquele em que foi condenado. O tribunal não apresentou qualquer prova. Nunca ficou provado no tribunal. Todos os fundamentos que o tribunal apresentou para o incriminar têm muita incidência política. Portanto, para nós, não faz qualquer sentido esta condenação, porque em nenhum momento ficou provado e é só por isso que, em reacção imediata, nós interpusemos o recurso", explicou o advogado. Para o representante de Osvaldo Caholo, o que ficou evidente durante o processo, "é uma contradição muito visível, expressa naquilo que foi a condenação e o fundamento da própria condenação. Nós estamos a ver o tribunal a fundamentar a decisão e apresentar um conjunto de atenuantes e situações que favorecem o arguido. O facto de ser réu primário, o facto de ser chefe de família, ter cooperado significativamente, ser pai de filhos menores, um conjunto de atenuantes. E foi apresentada apenas uma situação agravante, que é o dolo. E nós estamos a ver, tendo em conta as atenuantes que foram reconhecidas pelo próprio tribunal através da juíza e a moldura penal, que são de três anos, estamos a ver fazer mais sentido, o tribunal a fazer cair pelo menos metade da pena". Ao evocar os passos a seguir depois de ser entregue o recurso da defesa, Simão Afonso refere que "o processo vai agora para a relação, para ser apreciada num tribunal superior. Tendo em conta o prazo da prisão preventiva, nenhum detido pode ficar mais de 18 meses sem condenação transitada em julgado. Então quer dizer que o tribunal tem esse limite. Ele já está preso há nove meses, então o tribunal tem antes de 18 meses para proferir uma decisão relativamente ao processo que agora vai apreciar". Sobre o estado de espírito do seu cliente, o advogado refere que "é um elemento bastante forte. Ele sempre demonstrou convicção. Em nenhum momento ficou abalado". Apesar de o interessado não ser ficado abalado de acordo com o seu advogado, o certo é que este caso está a ser acompanhado com muita atenção pela sociedade civil, nomeadamente pela Mudei que comentou o veredicto nas redes sociais e também pelo Movimento Revolucionário Angolano. Reagindo hoje à decisão da justiça, este último movimento emitiu uma "nota de repúdio" e disse "pautar acções mais contundentes". Em declarações à RFI, a activista angolana Laura Macedo que acompanhou o processo de Osvaldo Caholo, também dá conta da sua revolta e apela à mobilização. "É uma injustiça muito grande o que aconteceu com Osvaldo. E nós temos todos que ter em conta que, depois daquelas atenuantes todas que a juíza disse, é inadmissível que ela tenha dado esta pena. A moldura penal máxima da pena que ele apanhou são três anos. Sendo três anos, a moldura penal. O que é que nós temos? Ela dá dois anos e seis meses. Se ela tivesse dado dois anos e cinco meses, ele poderia ter saído. A pena já seria convertida em multa. Então, isto é uma jogada para manterem o Osvaldo fora da circulação e nós temos todos que nos unir e lutar contra isto, embora daqui a seis meses os advogados já possam entrar com um pedido de liberdade condicional por bom comportamento", diz a activista. Sobre as acções encaminhadas desde ontem perante a sentença judicial, Laura Macedo refere que juntamente com outras pessoas presentes no julgamento, fizeram uma manifestação logo à saída do Tribunal que foi inviabilizada pela polícia. "Fomos rechaçados dali. Ninguém quis chocar com a polícia porque achámos que era mesmo o que a polícia queria mesmo provocar, a ver se apanhava mais algum. Então, contivemos um bocado os ânimos e abandonamos o local. Mas certamente nós vamos começar a promover acções até que o Tribunal da Relação se pronuncie sobre o recurso". Paralelamente, à situação de Osvaldo Carolo, a de outro activista, Tanaice Neutro, também suscita preocupação. O jovem, que se ilustrou igualmente em protestos, foi detido na semana passada, quando estava a assistir ao julgamento de Osvaldo Caholo, seu camarada de luta. O advogado Simão Afonso, vinca o carácter anormal desta situação. "Foi num momento em que nós estávamos na sala e percebemos que ele havia sido detido. Até agora não foram apresentadas as verdadeiras motivações. Portanto, a nossa apreciação é que as pessoas, dentro daquele espaço, um órgão de soberania, um tribunal, é o local onde elas deviam se sentir mais seguras. E quando alguém vai apenas acompanhar uma sessão de julgamento e é detido, é muito preocupante. Isso altera significativamente a situação de justiça em Angola e Direitos fundamentais. Portanto, fica claro que até o próprio tribunal não é um local seguro. Não é local de cidadania, não é local de exercício de direitos, não é local para a realização da Justiça", considera o advogado. Também testemunha desta detenção ocorrida na passada quarta-feira, Laura Macedo, refere que Tanaice Neutro "não estava a incomodar ninguém". "Foi a maior irregularidade que pôde acontecer. Ele estava quieto. Ele não estava a incomodar ninguém. O comandante do município entrou ali com homens e, coercivamente, arrastou-o para fora. Isso foi na quarta-feira passada. Tanto quanto sei, não foi presente ao juiz de garantia. Há prazos, portanto, a polícia não está a cumprir e o Ministério Público, não sei se está a fazer vista grossa. Não sei o que é que se está a passar", diz a activista para quem este cenário, num contexto em que as eleições de 2027 estão à porta, não é surpreendente. "Já nas outras eleições nós vimos isto acontecer", diz Laura Macedo ao apelar aos restantes activistas à "contenção nas palavras. Contenção nas suas palavras não quer dizer não fazerem as denúncias, é arranjarem palavras. E nisso o português é fértil", conclui.
devocional 1 Tessalonicenses Que o próprio Deus, nosso Pai, e Jesus, nosso Senhor, conduzam os nossos passos para ir ter convosco. 1 Tessalonicenses 3.11 Reconheço que nem sempre procuro a direcção de Deus para os problemas ou projectos que tenho entre mãos. Tendo a chamar a mim a primeira e última decisão, sem consultar o Seu parecer. É um velho e distorcido hábito que combato desde que me conheço. Venho fazendo progressos, mas bem sei que se me distraio lá estou eu novamente ao volante das resoluções. Estou num processo contínuo de disciplina pessoal para me submeter aos planos de Deus. Interessa-me mais a Sua agenda de fundo do que a minha de bolso. Tanto mais que os meus impulsos são enganosos, enquanto que os Seus desígnios são de alta confiança. Sim, quero envolver Deus em cada assunto que me surja. Dos pequenos esboços aos grandes intentos, necessito da Sua sábia recomendação. Preciso que a minha vida seja dirigida por Deus nos mais ínfimos pormenores. A Sua companhia é preciosa não só quando troveja. Sou dos que quer expressar diariamente: “Que seja o próprio Deus, nosso Pai, e Jesus, nosso Senhor, a conduzir os nossos passos.” - Jónatas Figueiredo
História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana. A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba. RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão. É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade. É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”..., enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.
Os últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Alexandra TedescoEdição de áudio e vídeo: João Paulo Kleinlein (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://lppe.uerj.br/
1. Aonde Quer Que Eu Vá (Mulú Remix) 2. Dos Margaritas (Remix) 3. O Beco (Tropkillaz Remix) 4. Tendo a Lua (Culture Remix) 5. Vital e Sua Moto (Remix '90) 6. Lourinha Bombril (ÀTTØØXXÁ Remix) 7. Selvagem (Ganjaman E DvBz Remix) 8. Ska (DJ Marky Remix) 9. O Amor Não Sabe Esperar (Pretinho da Serrinha E Bossacucanova Remix) 10. Óculos (DJ Meme Re-Vision) 11. Uma Brasileira (Dudumix Remix) 12. Será que vai chover (Versão estudio)
Homilia Padre Victor Hugo, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,11-18Naquele tempo,Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava,inclinou-se e olhou para dentro do túmulo.Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus,um à cabeceira e outro aos pés.Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras?"Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram".Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus.Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? A quem procuras?"Pensando que era o jardineiro, Maria disse:"Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar".Então Jesus disse: "Maria!"Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabuni" (que quer dizer: Mestre).Jesus disse: "Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos:subo para junto do meu Pai e vosso Pai,meu Deus e vosso Deus".Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos:"Eu vi o Senhor!",e contou o que Jesus lhe tinha dito. Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 11 Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12 Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13 Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram". 14 Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15 Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? A quem procuras?" Pensando que era o jardineiro, Maria disse: "Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar". 16 Então Jesus disse: "Maria!" Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabuni" (que quer dizer: Mestre). 17 Jesus disse: "Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus". 18 Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Eu vi o Senhor!", e contou o que Jesus lhe tinha dito.
Um nome que é sinônimo de automobilismo para o Brasil está perto da Fórmula 1. Em poucos anos, mais um Fittipaldi pode estar no grid da categoria. Emmo é o mais jovem piloto da família Fittipaldi, que há décadas se confunde com a história do esporte a motor. Ele é filho de Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1 (1972/74), duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis (1989/93) e campeão da Indy (1989). Marcio Arruda, da RFI em Paris Aos 19 anos, Emerson Fittipaldi Jr, conhecido como Emmo, acabou de estrear na Fórmula 2, último degrau antes da Fórmula 1. Depois de passar pela Fórmula 4 italiana, pela Regional Europeia, que também é chamada de Freca, e pela Eurocup-3, Emmo contou em entrevista exclusiva à RFI o motivo de ter pulado a Fórmula 3 e ido direto para a Fórmula 2, que é o caminho mais comum entre os pilotos. “A gente teve uma oportunidade muito boa na equipe AIX Racing de poder dar esse pulo grande para a Fórmula 2. A gente sabe que a F2 é um mundo muito pequeno, com apenas 22 carros. Então, não é sempre que você tem um assento para guiar", explicou. Por isso, ele não deixou escapar essa primeira oportunidade que teve e trabalhou muito para estar preparado para esse "grande passo". "Eu fui de um carro com 280 cv (de potência do motor) para quase 700 cv. Então, é muita diferença. De uma categoria para outra, é um grande pulo”, comenta. A temporada 2026 da Fórmula 2 começou na Austrália, no começo do mês passado. Emmo avaliou sua estreia na nova categoria. “A minha corrida em Melbourne foi a minha estreia na Fórmula 2 e também a minha primeira corrida em fim de semana de Fórmula 1. Então, é sempre uma oportunidade legal de estar na mesma pista, horas antes da Fórmula 1", lembrou. Segundo ele, essa foi uma oportunidade de ficar mais perto do sonho, que é a F1. "Minha estreia foi muito positiva porque a gente conseguiu tudo que precisava fazer, da questão de aprendizado até a adaptação ao regulamento da Fórmula 2. Acredito que a cada corrida a gente vai dar passos para a frente e ir melhorando cada vez mais”, disse. Guerra impõe alterações no calendário O piloto brasileiro iria voltar ao cockpit agora em abril, mas a Fórmula 2 cancelou as corridas do Bahrein e da Arábia Saudita por causa da Guerra do Irã. O cancelamento encurtou o calendário e aumentou a distância para a próxima etapa, que agora será em Mônaco, no primeiro fim de semana de junho. Até lá, nada de descanso e foco total no trabalho. “Vai ter um break bem grande entre Melbourne e Mônaco. Sempre entre as corridas, eu faço um trabalho físico e também no simulador. Hoje em dia, existe o simulador e a gente pode andar muito para conhecer as pistas. Aí eu fico andando, andando… até conseguir melhorar o meu tempo. E isso vai me ensinando que não há limite; sempre posso melhorar com o treino”, acredita o jovem piloto. Tendo bons resultados na Fórmula 2, que é o Enem da Fórmula 1, o piloto de 19 anos prevê que em pouco tempo chegará na categoria onde o pai é bicampeão. “Em dois anos, no máximo, teremos algumas notícias. É preciso andar bastante na Fórmula 2 e mostrar que tenho potencial para entrar na Fórmula 1", antecipa. Ele relembra que a família Fittipaldi é uma das maiores no automobilismo. Na Fórmula 1, é até agora "a família que teve mais pilotos", garante. "Se chegarmos a ter cinco (pilotos), aí eu acho que ninguém vai alcançar a nossa família. Ela vai ser, para sempre, a maior família da história da Fórmula 1. Então, eu acho que é fantástico se eu puder alcançar esse meu sonho. O importante, agora, é focar e dar o meu melhor para que, um dia, eu possa estar na F1. Aí eu estarei muito contente”, prevê. Os Fittipaldi sonham em 'fazer a quina' Se realizar o sonho de guiar na F1, Emmo se tornará o quinto Fittipaldi a competir na categoria. Como se diz no esporte, a família vai fazer a quina - fazendo referência ao jogo de loteria. Os quatro que passaram pela F1 são seu pai Emerson, que pilotou para as equipes Lotus, McLaren e Copersucar/Fittipaldi de 1970 a 1980, seu tio Wilsinho, que guiou para Brabham e Copersucar/Fittipaldi entre 1972 e 1975, seu primo Christian, que foi piloto da Minardi e da Footwork de 1992 a 1994, e seu sobrinho Pietro, que competiu pela Haas em dois Grandes Prêmios em 2020. Leia tambémEmerson Fittipaldi é homenageado em circuito francês que já recebeu a Fórmula 1 Com DNA da velocidade, Emmo revelou o assunto que é sempre conversado em família. “É sempre muito divertido estar com meus familiares. Não tem nenhum lugar que a gente esteja que a gente não fale sobre F1. Com Christian, Enzo e Pietro, o assunto sempre é corrida”, revelou. Para chegar à Fórmula 1, Emmo Fittipaldi sabe que o caminho é longo e difícil, principalmente para quem carrega um sobrenome de peso. “É um nome icônico na Fórmula 1 e, por isso, é óbvio que vem com pressão. As pessoas olham um pouquinho mais para mim do que para outros, mas no final das contas, na hora da corrida, não penso na diferença do nome. Eu estou lá para dar o meu melhor”, afirmou. Ídolo em casa O filho de Emerson Fittipaldi revelou quem é seu ídolo nas pistas. “Meu pai é minha maior inspiração e é por causa dele que estou correndo. Quando eu era pequenino, vi fotos e vídeos dele e sempre quis fazer o esporte que ele fez. Foi meu pai quem me mostrou o esporte pela primeira vez quando eu tinha 7 anos. Quero chegar aonde ele chegou na carreira. Ele brinca comigo que talvez eu possa ser melhor do que ele, mas primeiro eu preciso chegar na F1. Depois a gente conversa se vou ser melhor ou não”, revelou Emmo. “Ele é um pai que está sempre me ajudando e me ensinando porque ele tem muita experiência não só de corrida, mas de vida. É incrível ter um pai como ele”, completou. Nascido em 2007 na Flórida, Estados Unidos, o piloto escolheu a bandeira do Brasil para competir nas pistas. E isso não faz dele menos brasileiro do que o pai Emerson ou os tricampeões de F1 Ayrton Senna (1988/90/91) e Nelson Piquet (1981/83/87). Campeão da Fórmula E, Nelsinho Piquet, assim como Max Wilson, que é campeão da Stock Car, nasceram na Alemanha e carregam com orgulho a bandeira brasileira nas pistas. Outro exemplo é Hermano da Silva Ramos, o Nano, que é o piloto mais velho do mundo que já acelerou na Fórmula 1. Nano nasceu há 100 anos na França e competiu nos anos 50 da F1 com a bandeira do Brasil. Leia tambémHermano da Silva Ramos, piloto mais velho da história da F1, chega aos 100 anos Sonhando com uma Fórmula 1 bem diferente daquela de Hermano, Emmo disputa a atual temporada da F2 com o compatriota Rafael Câmara, que é piloto da academia da Ferrari. Atualmente, o filho do Emerson não está na melhor equipe da categoria, mas o jovem acredita que está no caminho certo. “Para 2026, a equipe e eu queremos aprender bastante. Quero evoluir em todos os procedimentos que a gente tem de fazer num fim de semana de corrida. Tenho certeza de que a competição contra pilotos excelentes vai melhorar muito a minha pilotagem. A minha meta para esse ano é aprender, trabalhar muito com a equipe e evoluir ao máximo”, afirmou Emmo Fittipaldi.
Ministério PermanecerInstituto Jesus Cristo
Actualmente, cerca de 12% dos angolanos falam francês, uma percentagem mais expressiva nas zonas fronteiriças com a RDC e o Congo, bem como em Cabinda, onde a língua é mais falada entre a população escolarizada. Ainda assim, o francês continua a ser uma língua estrangeira minoritária, muito atrás do português - falado por mais de 70% da população - do inglês e das línguas nacionais. É neste contexto que o Governo angolano decidiu reforçar, numa reforma adoptada em Junho de 2025, o ensino do francês no ensino primário, uma medida que, segundo o director-geral do Instituto Nacional de Avaliação e Desenvolvimento da Educação, Diasala Jacinto André, visa responder a razões geográficas, diplomáticas e educativas, sublinhando que a intenção é que, no ano lectivo de 2027/2028, o ensino do francês seja generalizado em todas as escolas. Por que razão foi implementado o projecto de ensino do francês no ensino primário em Angola? O projecto surge no âmbito da regulamentação da docência no terceiro ciclo do ensino primário, em particular na quinta e sexta classes, mas, acima de tudo, está também ligado ao Programa de Transformação Curricular, como resposta à necessidade de atender à procura e ao interesse em massificar as principais línguas de comunicação internacional em todo o sistema de ensino em Angola, tal como recomenda a Lei de Bases do Sistema de Educação em Angola. E como é que esta decisão foi recebida pela população? A introdução da língua francesa no sistema de ensino em Angola não foi uma novidade, mas é uma inovação a introdução no ensino primário, neste caso na quinta e sexta classes, e em geral, foi bem acolhida pela população. Este projecto já foi testado em algumas escolas. Qual foi o balanço e como será aplicado nas restantes? A língua francesa está integrada no plano de estudos como componente curricular reservada à coadjuvação, com dois tempos lectivos semanais em cada uma das classes da quinta e sexta classes, perfazendo 120 horas anuais. Esta disciplina está a ser introduzida de forma gradual. Começámos no ano lectivo 2024/2025 e alargámos gradualmente para o presente ano lectivo de 2025/2026. Ainda não temos a disciplina generalizada na totalidade. O que é que isto exige? Por um lado, a formação e preparação de professores que vão assumir a leccionação desta disciplina nestas classes; por outro, a preparação e produção de material didáctico. Há professores suficientes? Vão receber apoio de países francófonos, como, por exemplo, a França, no que se refere à formação de docentes? Temos professores em formação. Não prevemos receber professores de outros países, embora tenhamos, na vizinhança norte e leste de Angola, países francófonos. Não devemos recrutar nem solicitar apoio de professores de outros países. Temos um cronograma de implementação da disciplina que prevê a formação de professores. Docentes que já estão no sistema têm sido adaptados, porquanto actuam essencialmente no primeiro ciclo do ensino secundário, e serão adaptados para actuarem no ensino primário, enquanto continuamos na modalidade de formação inicial, preparando novos professores para assumirem a disciplina no ensino primário. Em quantas escolas está, neste momento, a ser leccionado o francês e quando pensam que estará generalizado em todas as escolas angolanas? O plano operacional de implementação deste programa prevê a generalização no ano lectivo 2027/2028. Neste momento, temos cerca de 126 escolas a implementar a disciplina, embora algumas que inicialmente prevíamos não tenham conseguido criar condições para a formação. Ainda assim, o balanço é positivo. Esta decisão revela que Angola se aproxima mais da francofonia, o país aderiu à Organização Internacional da Francofonia em 2018 como membro observador, numa altura em que, no mundo global, o inglês é a língua prioritária? Esta decisão tem algumas razões fundamentais. Uma delas é a razão geográfica: Angola faz fronteira com dois países de língua francesa, RDC e Congo Brazaville, que têm o francês como língua oficial, havendo proximidade entre os povos fronteiriços e uma troca permanente que exige facilidade de comunicação. Há também uma razão multilateral: o facto de Angola participar em diversas organizações e conferências internacionais e regionais em que a língua de trabalho é o francês. Assim, potenciar os alunos que passam pelo sistema de educação angolano, aprendendo as línguas francesa e inglesa, confere-lhes uma valência adicional, dominando pelo menos duas línguas estrangeiras. Ou seja, o francês estará ao mesmo nível que o inglês? É esse o objectivo — apostar no multilinguismo? Sim. Essa é a intenção. Já temos o inglês no ensino secundário e o francês, e pretendemos potenciar também o inglês no ensino primário. Isto ainda não começou, mas está previsto. Tendo em conta o apoio e a cooperação bilateral decorrentes da adesão de Angola à Organização Internacional da Francofonia, tivemos apoio técnico e financeiro da cooperação francesa, o que facilitou e acelerou a introdução da língua francesa no terceiro ciclo do ensino primário. A intenção é potenciar os alunos no domínio tanto da língua inglesa como da língua francesa. Não há aqui uma intenção da França de impor o ensino do francês ao inglês nas escolas angolanas? Não. Angola é um Estado soberano. Numa altura em que a França tem algumas dificuldades em países francófonos, não se estará a virar para Angola para manter a sua zona de influência? Talvez essa pergunta devesse ser dirigida às autoridades francesas. Da nossa parte, estamos a fazer algo que está em conformidade com a política educativa angolana: o francês e o inglês já são línguas estrangeiras no sistema educativo angolano. O que estamos a fazer é alargar este ensino - que até agora se concretizava apenas no ensino secundário - ao ensino primário. Tal como acontece com a língua francesa, pretendemos também, nas classes iniciais do ensino primário, introduzir o ensino da língua inglesa. Angola participa activamente em organizações africanas, como a Francofonia. É também uma forma de o país procurar uma liderança na África Central e Austral? Com certeza. Se tivermos em conta, por exemplo, a nossa participação nas instituições da UNESCO a nível regional, fazemos actualmente parte da sub-região P5, correspondente à África Central, cujo grupo está sediado nos Camarões, onde a língua de trabalho é o francês. Tivemos, inclusivamente, no último mandato, ao nível da direcção da Internacional da Educação, um quadro angolano. É também nossa intenção, com o domínio da língua francesa, potenciar a inserção de quadros angolanos nestas organizações regionais e multinacionais. Há também uma componente económica? O objectivo é reforçar a relação com países vizinhos francófonos? Sendo da área da educação, posso responder sobretudo pelos objectivos educativos e do sistema de educação. Porém, no mundo globalizado, isto tem uma valência importante, pois permite também o acesso ao mercado de trabalho por parte dos alunos que frequentam o sistema educativo angolano. Ao nível regional, o domínio de línguas internacionais e estrangeiras facilita o acesso ao conhecimento. Trata-se, portanto, de uma mais-valia, um capital que o sistema está a proporcionar aos seus educandos.
X-Tendo Bundle FANTASTiC | 18 March 2025 | 183 MB Aparte de todo lo que aporta a la comunidad de productores a nivel mundial con sus tutoriales, Alejoangel es un […]
In February, I was surprised to receive a phone call from jail. It was Steven Tendo calling from the Strafford County jail in Dover, New Hampshire, where he was being held after being violently arrested by ICE agents on Feb. 4 at the Vermont assisted living facility where he works.Tendo was determined that his voice be free even if his body was not. That determination is a throughline in his life. It is why he is alive to tell his story today as a free man, at least for now.Steven Tendo is a minister, health care worker, nursing student and asylum-seeker from Uganda. He fled his native country in 2018 after the Ugandan government targeted him for the education and voter registration work that he was doing through an organization that he founded. He endured a harrowing ordeal in Uganda: he was abducted by armed men and interrogated and tortured in a secret facility. Several of his fingers were cut off. At another time, he was placed in an underground room with a python. Several members of his family have been killed. He was warned that he was next.After making his way to the U.S. in 2018, Tendo applied for asylum and spent two years in immigration detention in Texas, where his case drew the attention of Amnesty International. Tendo's asylum application was denied and he has been fighting deportation in the courts ever since.Tendo told me that if he is deported to Uganda, “I would definitely die. They would kill me.” He said that Ugandan operatives told his family “that they should prepare my grave because they are ready for me.”In 2021, after being released from detention, Tendo settled in Vermont, where he works as a licensed nursing assistant at UVM Medical Center and is pursuing a nursing degree at Vermont State University. He is a minister of a small church.On February 20, a New Hampshire judge ruled that ICE had failed to follow proper procedure and ordered Tendo released after 16 days in jail.Tendo said that his violent arrest in Shelburne on February 4 “exhumed the trauma that I went through in Uganda.”He compared what he experienced at the hands of ICE agents in Vermont to Uganda, where justice is “kind of a jungle. There is no process. There is no warning. There is no nothing. They would just pick you up anyhow, anywhere. I thought that the U.S. being a first world country, a super power, a democracy…it would be different. And so when that happened to me, I cried deeply down in my heart. I was like, ‘Why does it have to follow me wherever I go?'”Tendo remains in constant peril. On March 20, Tendo had to report to the ICE office in St. Albans for what was supposed to be a routine check-in. ICE has periodically used these check-ins to arrest people. In what is now a familiar ritual, some 200 people rallied outside the ICE office in support of Tendo last week and his check-in occurred without incident. He was ordered to check-in again with ICE in a month.Tendo said that the support he has received from Vermonters throughout his ordeal “means a lot to me, and it sends a message to ICE that I am not a criminal.”He is motivated to keep going by “the people that benefit out of my voice being aired out there on their behalf. They see me as a beacon of hope.”“I just can't put up with injustice against anybody, irrespective of their skin color, irrespective of their faith, irrespective of who they are.”The treatment that he and fellow detainees were subjected to in the immigration jail in New Hampshire was “inhumane,” Tendo said, with 40 men sharing one bathroom and being subjected to constant cold.“I witnessed a lot of fear and a lot of desperation among most of the people” in the jail, which included primarily Latin American and African immigrants. He asserted that everyone in immigration detention had paperwork such as active asylum cases. No one, he said, was “illegal.”“Everyone was confused, everyone was scared, everyone was traumatized, because most of them had been picked off the streets.”I asked Pastor Tendo what keeps him going.“My faith has brought me a long way. I am someone who sees a light at the end of the tunnel. …My eyes see beyond what people are seeing right now. I am seeing a community where everybody can be accepted and work together and use our unique differences to build each other.”Tendo said that he uses every challenge “to strengthen myself and push back with kindness, with love and with compassion.”“I know it may sound weird and not common. But it's who I am.”
A carta de Paulo a Filemom é um tesouro que a Providência fez chegar às nossas mãos a fim de promover a nossa edificação. É a mais curta de todas as cartas escritas pelo apóstolo, contendo apenas 335 palavras no grego original. São apenas 25 versículos, mas essa pequena carta parece um bilhete pessoal, mas na verdade um tratado teológico sobre perdão e graça. Numa única frase, eu diria que esta carta é um manual de relacionamento. Tendo em vista que a vida cristã tem uma dimensão horizontal, a carta de Filemom é oportuna para fortalecer e promover relacionamos saudáveis.
Resumo:E se a maneira como pensamos sobre dados, estado e comportamento pudesse mudar como pensamos e criamos sistemas de software? Esta palestra explora como os princípios da programação funcional (em especial funções puras, imutabilidade e funções de ordem superior) oferecem uma abordagem radicalmente diferente para o projeto de sistemas em comparação com padrões tradicionais como o orientados a objetos. Através da linguagem Elixir, vamos analisar como o pensamento funcional transforma tudo, desde fluxo de dados e gerenciamento de estado até concorrência e tratamento de erros, mostrando como problemas que requerem coordenação cuidadosa em OOP se tornam elegantemente simples ao abraçar princípios funcionais.Sobre Paulo Valente: Paulo é engenheiro eletrônico e de computação, apaixonado por programação e música, o que sempre despertou seu interesse por processamento de sinais digitais (DSP) e aprendizado de máquina.Tendo trabalhado com Elixir há mais de 7 anos, poder contribuir para as áreas de aprendizado de máquina e cálculo numérico do Elixir e do BEAM é um sonho que se tornou realidade.Fonte do resumo: https://elixirconf.com/participants/paulo-valente/ Esta foi a palestra de abertura do SE4FP 2025 https://se4fp.github.io/2025/
Homilia Padre Alejandro Cunietti, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 11,3-7.17.20-27.33b-45Naquele tempo,as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus:"Senhor, aquele que amas está doente".Ouvindo isto, Jesus disse: "Esta doença não leva àmorte; ela serve para a glória de Deus,para que o Filho de Deus seja glorificado por ela".Jesus era muito amigo de Marta,de sua irmã Maria e de Lázaro.Quando ouviu que este estava doente,Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava.Então, disse aos discípulos: "Vamos de novo à Judeia".Quando Jesus chegou,encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias.Quando Marta soube que Jesus tinha chegado,foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa.Então Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivessesestado aqui, meu irmão não teria morrido.Mas mesmo assim, eu sei queo que pedires a Deus, ele to concederá".Respondeu-lhe Jesus: "Teu irmão ressuscitará".Disse Marta: "Eu sei que ele ressuscitarána ressurreição, no último dia".Então Jesus disse: "Eu sou a ressurreição e a vida.Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá.E todo aquele que vive e crê em mim,não morrerá jamais. Crês isto?"Respondeu ela: 'Sim, Senhor, eu creio firmementeque tu és o Messias, o Filho de Deus,que devia vir ao mundo".Jesus ficou profundamente comovidoe perguntou: "Onde o colocastes?"Responderam: "Vem ver, Senhor".E Jesus chorou.Então os judeus disseram: "Vede como ele o amava!"Alguns deles, porém, diziam:"Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?"De novo, Jesus ficou interiormente comovido.Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra.Disse Jesus: "Tirai a pedra!"Marta, a irmã do morto, interveio:"Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias".Jesus lhe respondeu:"Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?"Tiraram então a pedra.Jesus levantou os olhos para o alto e disse:"Pai, eu te dou graças porque me ouviste.Eu sei que sempre me escutas.Mas digo isto por causa do povo que me rodeia,para que creia que tu me enviaste".Tendo dito isso, exclamou com voz forte:"Lázaro, vem para fora!"O morto saiu,atado de mãos e pés com os lençóis mortuáriose o rosto coberto com um pano.Então Jesus lhes disse:"Desatai-o e deixai-o caminhar!"Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Mariae viram o que Jesus fizera, creram nele.Palavra da Salvação.
Devocional Quaresma Refletimos sobre a sétima frase de Cristo em Lucas 23:46: " Jesus clamou em alta voz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Tendo dito isto, expirou". A declaração final. Não foi grandiosa. Não foi uma proclamação do tipo «Eu consegui». Não foi um discurso teológico. Era a confiança simples de um Filho num Pai bom e bondoso. Era Jesus a mostrar-nos o que significa confiar em Deus a 100%. Era Jesus a mostrar-nos como renunciou ao Seu direito de viver. Era Jesus a mostrar-nos como morrer. O Dr. William Barclay escreve: «Jesus morreu com uma oração nos lábios. “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. Era Salmos 31:5 com uma palavra acrescentada: Pai. Isto mostrava que, após o Seu grito: «Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?», Jesus voltava agora a dirigir-se a Deus como «Pai», restabelecendo a intimidade dentro da Trindade. Ele morreu em perfeita paz, entregando-se Àquele que melhor conhecia.» A caminho de casa O que Deus está a pedir-me para Lhe entregar? Estou a confiar um futuro desconhecido a um Deus conhecido? Oração Deus Pai, obrigado pela intimidade com o Pai que Cristo demonstrou naquele último momento na cruz. Obrigado pela paz com que Ele soprou o Seu último fôlego – a paz que está prontamente disponível para todos os que crêem. Ajude-me a confiar em Ti para o amanhã e para toda a eternidade. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Quando passou por Portugal em 2025, Raphael Ghanem fez mais de 20 espetáculos, durante 10 dias para mais de 29 mil espetadores. Em 2026, volta a Portugal para fazer rir ainda mais pessoas, já que esgotou recentemente duas sessões no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Na digressão “Se é que você me entende 2.0”, o comediante brasileiro mostra o seu stand-up, mas também as interações com o público que são absolutamente virais nas redes sociais. Tendo começado como ator, participou em novelas, mas a vontade de fazer comédia em palco estava sempre presente. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, revela como passou de “não conseguir vender bilhetes” para “vender tudo” após aparecer na televisão, para voltar a não vender nada “três meses depois”, explica por que razão convidou a humorista Luana do Bem para participar nos seus espetáculo e conta a história de como esteve para comprar uma casa em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "CBN Na Sua Casa", com a comentarista Lucy Mizael, o assunto em destaque é sugestão de ouvinte. "Tendo em vista nossa utilização de vasilhas e utensílios plásticos para armazenamentos rápidos, congelamentos e de usos diários, qual seria a melhor forma de limpeza e higienização dessas vasilhas plásticas? A comentarista ajuda.
Episode kali ini kita bahas dikit soal Pokemon Fire Red and Leaf Green yang kemarin baru rilis di Nintendo Switch dan juga sekaligus bahas yang seru-seru di #PokemonPresents kemarin!
GÊNESIS: TRANSFORMADO PARA REINAR
Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país. Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais". “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa. O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados. Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento. “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!” Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz. Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia. Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente. “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.” Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui. O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra. Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares. Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia. Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta. “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.” Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência. Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território.
Luís Neves já tomou posse como novo ministro da Administração Interna e prometeu abraçar “todas as propostas positivas” que lhe cheguem. Tendo deixado a Polícia Judiciária (PJ) a poucos meses de concluir o seu terceiro mandato como director nacional, o novo ministro afasta quaisquer “reservas” quanto a esta transição e explica ter sentido o apelo para “abraçar este novo projecto”. A escolha de Luís Neves é uma boa surpresa de Luís Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Naquele tempo, 14 Os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15 Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". 16 Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão". 17 Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18 Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19 de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?" Eles responderam: "Doze". 20 Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: "Sete". 21 Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?"
In this episode, I was lucky enough to interview with Dan Goldsmith, co-founder and chairman of Tendo and co-founder of Proofpoint Capital. Dan shares stories from his Philadelphia roots, the early formation of his grit, and the mindset that has guided his career — from running a mobile DJ business in high school to building and scaling multiple technology companies. He offers a thoughtful perspective on perseverance, explaining how deep obsession with a problem can fuel success, while also highlighting the risks of letting conviction turn into blind spots.Dan delves into Tendo's mission to modernize healthcare by putting patients at the center, improving access, affordability, and quality recognition for providers. He provides a candid take on the economic realities of healthcare, the evolving influence of AI, and why meaningful industry change may be driven more by employers than regulators. Dan also discusses his newest venture, Proofpoint Capital — an operator-led fund built to help early-stage companies scale through pattern recognition and decades of hands-on operating experience.Discover how grit, focus, and pattern recognition shaped Dan Goldsmith's journey in this episode of The First Customer!Guest Info:Tendohttp://tendo.comProofpoint Capitalhttps://www.proofpointcapital.com/Dan Goldsmith's LinkedInhttps://www.linkedin.com/in/danielgoldsmith/Connect with Jay on LinkedInhttps://www.linkedin.com/in/jayaigner/The First Customer Youtube Channelhttps://www.youtube.com/@thefirstcustomerpodcastThe First Customer podcast websitehttps://www.firstcustomerpodcast.comFollow The First Customer on LinkedInhttp://www.linkedin.com/company/the-first-customer-podcast/
First up on the show: Colchester resident and asylum seeker Steven Tendo was detained by ICE Wednesday after his shift at the University of Vermont Medical Center, where he works as a nursing assistant. Tendo fled Uganda in 2018. On Vermont Edition last year he said he was tortured by the Ugandan government for encouraging youth voter registration.For an update on Tendo's case and whereabouts, we speak with immigration attorney Brett Stokes. He is the director of the Center for Justice Reform Clinic at Vermont Law and Graduate School.Thousands of athletes are in Italy for the 2026 Winter Olympics, which start tomorrow. Some of those athletes are from our little corner of the world, which makes them extra fun to root for. Here to give us a local look at the biggest international sports competition in the world is Mitch Wertlieb. He's the host of Vermont This Week on our main TV channel, and as of just a few days ago, the host of the Sports Rapport, a weekly sports show from Vermont Public.If you're not familiar with the biathlon, here's how it works. Athletes cross-country ski with rifles on their backs. During the race, they stop and shoot at targets 50 meters away. If they miss a shot, they get time added to their race, or they have to ski an extra 150 meter penalty loop. Biathlete Susan Dunklee of Craftsbury joins us now. She's competed in three winter Olympics, and she's won two silver medals in world championship races. She is now the Director of Biathlon at the Craftsbury Outdoor Center.
Tendo alcançado a independência de Espanha logo no início do século XIX, a Venezuela tem um percurso complexo e atribulado, que dura até aos dias de hoje. Esta é um breve resumo da sua HistóriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: NEEMIAS 1:4-11 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 25–26; MATEUS 8:1-17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Abraham Lincoln disse a um amigo: “Ajoelhei-me muitas vezes, convencido de que não havia para onde ir”. Nos anos da Guerra Civil Americana, ele passou muito tempo orando e convocou seu país para juntar-se a ele. Lincoln proclamou “um dia de humilhação, oração e jejum” em 1861 e novamente em 1863: “É dever das nações, bem como dos homens, reconhecer sua dependência do poder soberano de Deus: confessar seus pecados e transgressões em humilde tristeza, mas com a segura esperança de que o arrependimento genuíno conduzirá à misericórdia e ao perdão”. Tendo os israelitas sido cativos na Babilônia por 70 anos, o rei Ciro decretou que quem quisesse voltar a Jerusalém poderia retornar. Quando Neemias, também israelita (NEEMIAS 1:6) e copeiro do rei da Babilônia (v.11) soube que aqueles que haviam retornado estavam angustiados e envergonhados (v.3), ele sentou-se e chorou. Neemias passou dias lamentando, jejuando e orando (v.4), lutando em oração por sua nação (vv.5-11). E mais tarde, também chamou seu povo para jejuar e orar (9:1-37). Séculos depois, nos dias do Império Romano, Paulo também exortou seus leitores a orar por aqueles que estão em posição de autoridade (1 TIMÓTEO 2:1-2). Nosso Deus ainda ouve as nossas orações sobre assuntos que afetam a vida de outras pessoas. Por: ALYSON KIEDA
"E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." I Tessalonicenses 5:23"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o Seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne…" Romanos 8:1-3"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo…" Romanos 5:1
O documento enviado pelo governo do Rio de Janeiro à administração Donald Trump, solicitando a inclusão do Comando Vermelho (CV) nas listas de sanções e designações dos Estados Unidos, tenta legitimar a facção criminosa como grupo terrorista ou organização transnacional. Carimbada em vermelho como confidencial, a análise estratégica elaborada pela Subsecretaria de Inteligência Integrada — subordinada diretamente ao governador Cláudio Castro — sugere a aplicação de sanções aos integrantes do CV, principalmente de natureza econômica. "Começa com a história do senador Flavio Bolsonaro dizendo que tinha inveja quando via os EUA explodindo as embarcações da Venezuela e acharia maravilhoso se o país viesse para cá fazer isso na Baía de Guanabara. Isso é ingerência interna e mata pessoas. Quem tomou providências práticas nesta direção é o Claudio Castro; ele já vem tendo conversas com o governo dos EUA. É outro ataque à soberania nacional. O projeto no Congresso abre as portas para este tipo de ação acontecer com este pretexto. Daqui a pouco os EUA vão mandar nas Américas", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O documento enviado pelo governo do Rio de Janeiro à administração Donald Trump, solicitando a inclusão do Comando Vermelho (CV) nas listas de sanções e designações dos Estados Unidos, tenta legitimar a facção criminosa como grupo terrorista ou organização transnacional. Carimbada em vermelho como confidencial, a análise estratégica elaborada pela Subsecretaria de Inteligência Integrada — subordinada diretamente ao governador Cláudio Castro — sugere a aplicação de sanções aos integrantes do CV, principalmente de natureza econômica. "Começa com a história do senador Flavio Bolsonaro dizendo que tinha inveja quando via os EUA explodindo as embarcações da Venezuela e acharia maravilhoso se o país viesse para cá fazer isso na Baía de Guanabara. Isso é ingerência interna e mata pessoas. Quem tomou providências práticas nesta direção é o Claudio Castro; ele já vem tendo conversas com o governo dos EUA. É outro ataque à soberania nacional. O projeto no Congresso abre as portas para este tipo de ação acontecer com este pretexto. Daqui a pouco os EUA vão mandar nas Américas", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;" Romanos 5:1"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei." Romanos 3:28"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." Gálatas 2:16
A maturidade revela o compromisso, e o compromisso nos conduz à maturidade. À medida que caminhamos rumo à estatura plena de Cristo, como nos ensina a Palavra em Efésios, somos chamados a crescer em unidade na fé, no conhecimento do Filho de Deus e no amor que edifica o corpo. Tendo essa reflexão como pano de fundo, desfrutamos de um domingo especial de celebração do Corpo de Cristo e, em particular, da nossa igreja local. Em nossa reunião, testemunhamos o novo nascimento de irmãos em Cristo por meio do batismo e acolhemos com alegria os novos membros que o Senhor confiou à nossa comunidade. Juntos, então, pudemos professar o Pacto de Membresia, reafirmando o compromisso que temos com Cristo, uns com os outros e com o mundo ao qual fomos enviados para a proclamação do Evangelho. Oramos para que o Senhor continue edificando Sua igreja entre nós, conduzindo cada membro à maturidade e à unidade no compromisso. Que sejamos, juntos, um testemunho vivo do Evangelho ao mundo, para a glória de Deus.
A Bíblia é muito clara quando afirma que o Diabo não é um concorrente de Deus, e enfatiza que o ídolo que compete pelo coração humano é o dinheiro. Não é possível servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro. Quem de fato tem nossos afetos? Aquele que ama ao dinheiro nunca se farta. Nosso coração não se sacia das coisas criadas, sempre queremos um pouco mais. Quem ama o dinheiro está sempre ocupado tentando ganhar mais dinheiro, assim como preservar aquilo que já possui. Tendo muito ou pouco, o homem deve desfrutar do que Deus lhe concede. Para aqueles que estão em Deus, até o morrer é lucro e dádiva de Deus. A promessa de Deus é que em seu plano bom, e no devido tempo, o dom da alegria acompanhará aqueles que confiam no Senhor. O Criador separou deliberadamente o dom e o desfrute. É ele quem dá a alegria do desfrutar para aqueles que Nele confiam. Deus fez todas as coisas de forma a entendermos que precisamos de um redentor. Nenhum ser humano é capaz de se auto saciar. “Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos Nele”. John Piper _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #VANITASVANITATUM Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos Paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo Qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e NOS GLORIAMOS NA ESPERANÇA DA GLÓRIA DE DEUS." Romanos 5:1-2"E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, verdadeiramente herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ELE padecemos, para que também com ELE sejamos glorificados. Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a Glória que em nós há de ser revelada." Romanos 8:17-18
Durante o século XX a Argentina foi palco de diversos golpes e derrubadas de governo, que criaram um cenário político frágil e instável. Tendo voltado a se tornar uma democracia na primeira metade dos anos 1980 e tendo continuado assim desde então, o país costuma ser visto como exemplo de país que lidou melhor com a transição e a punição aos perpetradores de sua última ditadura, mas ainda lida com fantasmas do seu passado autoritário. Convidamos Camila Grejo para discutir quais foram os golpes que ocorreram na Argentina e por que há alguma idealização sobre a forma com a qual o país vizinho lidou e ainda lida com este passado traumático.Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Leia o capítulo 28 de Deuteronômio e entenda a diferença entre a Bênção e a Maldição.Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo Qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. Romanos 5:1-4