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Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
CIÊNCIA | Preparar a menopausa para a viver melhor

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 38:02


Sabia que as mulheres devem preparar o seu corpo para a menopausa? E que esta preparação deve começar por volta dos 35 anos? O endocrinologista Ricardo Rangel e Filipa Galrão desmistificam o fim do ciclo fértil.Mais do que um conjunto de sinais – dos «calores» às alterações da líbido e do peso –, a menopausa é uma transição fisiológica marcada por profundas mudanças hormonais, na qual a genética e o estilo de vida desempenham um papel significativo na manifestação dos sintomas.Nesta conversa, Filipa Galrão e Ricardo Rangel analisam o que acontece ao corpo da mulher com a descida dos níveis de estrogénio e da progesterona e explicam porque é que o desaparecimento deste suporte hormonal – com efeito regulador e anti-inflamatório – pode provocar sintomas mais intensos em alguns organismos.Destacando os fatores que podem acelerar ou retardar o início desta fase, a dupla explora ainda as diferenças entre perimenopausa, menopausa e menopausa precoce, o impacto desta transição na saúde feminina e os benefícios e riscos da Terapia Hormonal de Substituição. Para descomplicar a menopausa e saber como as mulheres se devem preparar para esta etapa inevitável, assista a este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISHAVER, Mary Claire «A nova menopausa: Viva a fase da mudança hormonal com informação e autonomia» (Intrínseca, 2025)VICENTE, Lisa «A Revolução da Menopausa – os sintomas, as mudanças e as soluções» (Planeta, 2025) MOSCONI, Lisa «Menopausa – o seu cérebro em mudança» (Ideias de Ler, 2025)Podcast: «The Dr Louise Newson Podcast»BIOSRicardo RangelMédico, licenciado pela Universidade do Porto, especialista em Endocrinologia e Nutrição. Com foco na saúde da mulher, integra nutrição, estilo de vida para restaurar a função endócrina e metabólica: «do intestino às hormonas».Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.

Le retour de Mario Dumont
Iran: nouvel avis du fédéral

Le retour de Mario Dumont

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 2:40


Iran: discussions à Genève. Poilievre s’est adressé à la communauté d'affaires. Généreuse compensation pour Sabia. Flash QUB avec Alexandre Dubé. Regardez aussi cette discussion en vidéo via https://www.qub.ca/videos ou en vous abonnant à QUB télé : https://www.tvaplus.ca/qub ou sur la chaîne YouTube QUB https://www.youtube.com/@qub_radioPour de l'information concernant l'utilisation de vos données personnelles - https://omnystudio.com/policies/listener/fr

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

SER Málaga
Ben Barek, memoria viva del malaguismo, protagonista en La Hora Sabia

SER Málaga

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 15:55


El Mañanero Radio
LE HACE PROPUESTA INDECENTE a Boli - La Psicóloga - como ser una mujer sabia

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 12:54 Transcription Available


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Dia a dia com a Palavra
Amar tem um preço, sabia?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:29


O amor parece trazer muitas vantagens. Quando se ama, tudo fica mais leve, mais bonito, mais alegre. Mas essa é só uma parte. Todo amor tem um preço, e às vezes é um preço alto.Amar o cônjuge, por exemplo, exige fidelidade, exclusividade. Esse é o preço!O amor a Deus tem um preço mais alto. Precisa ser o maior amor em nosso coração. Nem pai, nem mãe, nem filhos podem ocupar um lugar maior que o lugar de Deus em nosso coração.Mas o amor a Deus também traz um outro preço. Veja o que diz o Salmo 44 no verso 22: "Mas, por amor de ti, somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelhas para o matadouro."No contexto do salmista, ele fala de uma perseguição física. As guerras que ele tinha que enfrentar eram por conta do nome de Deus. Um alvo lhe foi colocado nas costas por conta de seu temor a Deus.Em nosso contexto talvez você tenha que perder algumas por conta de sua declaração de fé. Pode ser que um dia você tenha a mesma experiência do salmista. Quem sabe?De qualquer forma, isso é só uma demonstração de que o amor a Deus é exigente e tem um preço alto a ser pago. Não entender isso é ingenuidade. Ninguém pode amar a Deus e outras coisas ao mesmo tempo. O amor a Deus precisa ser superior a tudo. E aí, você está pronto para amar a Deus desse jeito?

Arrepios com a Bilinha
Uma Conversa sobre Espiritualidade

Arrepios com a Bilinha

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 134:26


Olá pessoas e bem-vindas a um episódio muito pessoal para mim ✨Quem já me segue há muito tempo sabe que os últimos anos têm sido muito desafiantes: um divórcio, um burnout, muitas mudanças pessoais. Mais recentemente, o meu pai partiu… e, com isso, uma porta que eu já vinha a abrir para a minha espiritualidade escancarou-se completamente.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Não sabia que se podia esfregar em pedra alheia!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:00


Bora lá curtir a vida!!!

Dia a dia com a Palavra
Você sabia que diariamente tomamos cerca de 3mil decisões?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 1:09


Esse é o número apontado por especialistas no assunto. Sinceramente, não vou contar para conferir e você também não precisa fazer isso.A verdade é que a vida é feita de decisões e muitas decisões. As decisões apontam para um "norte". Se, por exemplo, você decide fazer dieta, sua alimentação será diferente, assim como sua rotina, seus programas de fim de semana. Tudo muda!Veja que decisão está registrada no Salmo 44 no verso 6: "Não confio no meu arco, e não é a minha espada que me salva."O salmista escreveu esse verso como uma decisão importante. Ele disse: "eu não confio no meu arco...".Ele bem que poderia confiar em sua capacidade com o arco, ou em sua pontaria, ou até mesmo na qualidade de seu arco, mas ele não o fez. Decidiu confiar em Deus e essa é uma decisão que você também precisa tomar, pois ela define tudo na vida.Confiar em Deus não exime sua responsabilidade e nem tira de você o trabalho que precisa ser feito, mas faz o seu coração descansar de que o resultado está nas mãos de Deus e não nas suas.

Volta ao mundo em 180 segundos
11/02: Atentado mata 10 pessoas em escola do Canadá | FMI alerta para riscos à economia global | Chefe de polícia afirma que Trump sabia dos crimes de Epstein

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 5:08


No Canadá, 10 pessoas morrem em tiroteio numa escola secundária de Tumbler Ridge, na província de Colúmbia Britânica. Mulher autora do atentado se suicida após de cometer os assassinatos. E tem também:- Economista-chefe do FMI aponta conflitos prolongados, juros altos e instabilidade política como os riscos à economia global em 2026-  Ex-chefe de polícia de Palm Beach afirma em entrevista à BBC News que Donald Trump teria ligado pessoalmente para ele em 2006, no início da investigação contra Jeffrey Epstein e teria dito que "graças a Deus vocês estão finalmente parando ele"- Spotify começa a incorporar a IA na experiência dos seus usuários para criar e atualizar playlists, além de anunciar parcerias com grandes gravadoras como Sony, Universal e Warner, para que artistas possam usar a IA para fazerremixes, criar músicas novas e inserir efeitos nas faixas Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Afinal a IL sabia de casos de assédio dentro do partido?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 5:40


A iniciativa liberal voltou atrás na palavra e afinal admite que conhecia casos de assédio dentro do partido. E ainda, proteção civil promete que fez tudo bem, mas a verdade é que acabou tudo mal. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Bom, o Mau e o Vilão
Afinal, a IL sempre sabia de queixas de assédio

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 8:49


O comandante nacional da Protecção Civil (que admitiu o óbvio), o governo (que legislou mal) e a IL (que omitiu informação durante a campanha presidencial) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
Ronaldo faz 41 anos, a idade - apostamos nós - com que vai casar e chegar aos mil golos!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 5:47


O meme "Sabia, não?" deu lugar a um remix! A ligação de Snoop Dogg aos Jogos Olímpicos e ainda Portugal na final do Europeu de futsal.

Los Hijos de Tuta
Yo no sabia

Los Hijos de Tuta

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 22:07 Transcription Available


Os 3 Consultores
Comprei NVIDIA a menos de 100€, e nem sabia!

Os 3 Consultores

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 11:09


Comprei ações da NVIDIA… e nem sabia.Não analisei a empresa.Não li relatórios.Não tentei prever inteligência artificial, chips ou o futuro da tecnologia.Neste vídeo explico como é que, ao investir num ETF do S&P 500, acabei exposto a uma das empresas mais valiosas do mundo — sem nunca a ter escolhido diretamente.

M80 - Linha de Passe
"Sabia, não?" viralizou há dez anos e Marinho faturou com isso!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 5:51


Guarda-redes abandona jogo para ir fazer (alegadamente) o "número 2"! Ronaldo, à beira dos 41 anos, prometeu e não foi mesmo a jogo!

Aprenda em 5 Minutos
A chinesa que inventou o orelhão #176

Aprenda em 5 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 16:54


Sabia que os últimos orelhões que ainda existem vão serextintos? Pois é, o fim de uma era. E pensar que, no auge, chegaram a existir 1,2 milhão desses telefones públicos pelas ruas do país!  Antes de a gente dar adeus aos orelhões, achei uma boa ideiacontar pra vocês sobre a pessoa responsável pela existência deles. Eu amei a história, porque também não conhecia, da arquiteta chinesa Chu Ming Silveira.  Foi ela, que nos anos 1970 trabalhava na Companhia Telefônica Brasileira, a inventora desse formato tão peculiar que virou ícone da cultura pop brasileira.  No programa de hoje, que marca nossa volta das férias (a todovapor!), você vai conhecer a história de Chu Ming e a dos orelhões, esses aparelhos que ajudaram tantos brasileiros a se conectar com pessoas queridas e resolver tantos corres numa época em que a comunicação era muito mais lenta quea dos nossos dias. Ouça, compartilhe nas suas redes e mande pros amigos,beleza?  ============================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP ecriador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho. Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasner Direção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/ Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/ Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvaroleme Comercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag ======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquantocriava o episódio - Chu Ming Silveira: a história da designer sino-brasileiraque inventou o orelhãoPor Victor Bianchin, Galileu - A inusitada origem do orelhão, que virou 'estrela' em 'OAgente SecretoBBC Brasil- Fim do orelhão: telefone foi criado por arquiteta chinesaque cresceu no Brasil e virou símbolo nacional; veja a históriaG1

Enterrados no Jardim
O devir meloso da arte portuguesa. Outra conversa com Miguel Faria Ferreira

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 257:35


Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.

Diego Menin
VOCÊ SABIA... E NÃO SE HUMILHOU.

Diego Menin

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 42:53


Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin X: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com

El Mañanero Radio
Cómo ser una mujer sabia - Cristina Suárez “ La Psicóloga Cris”

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 11:32 Transcription Available


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Hoy por Hoy
Ministerio de ciencia y tecnología | ¿Qué es más relevante: muchos estúpidos o una sola persona sabia y ejemplar?

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 24:52


El reloj del apocalipsis, que nos asusta todos los años, este 2026 coloca el fin del mundo a solo 85 segundos de distancia del presente. "¡Y se nos van a hacer largos!" bromea Jaime García Cantero, al hilo del informe sobre el conocimiento científico de los españoles presentado por la Fundación BBVA. Una cuarta parte de los españoles, por ejemplo, piensa que los alienígenas han visitado la Tierra pero que los gobiernos lo ocultan, o que el cambio climático es un invento de los científicos para cobrar subvenciones. Afortunadamente, el porcentaje de españoles que no creen en las vacunas es bajo pero, a pesar de eso, Nuño comenta que España ha perdido la excelencia vacunal y la OMS nos ha retirado del grupo de países en los que estaba eliminado el sarampión. Estas ideas anticientíficas no son solo producto de la desinformación, sino que están generadas por el cinismo de algunas élites y la estupidez de muchos individuos. Hablamos de la estupidez en el sentido que le daba el filósofo italiano Carlo María Cipolla: "Una persona es estúpida si causa daño a otras personas sin obtener ganancia personal alguna o, incluso peor, perjudicándose a sí misma." Los antivacunas serían un ejemplo de estupiez de libro. Nuño nos explica qué es y para qué sirve Alphagenome, el nuevo sistema de Google DeepMind para entender la función de las secuencias largas de ADN que se anunció ayer en Nature, y nos ayuda a reflexionar sobre qué significa que una gran tecnológica, con un evidente afán de lucro, se ponga  hacer ciencia básica.Además, hablamos del estreno del documental Melania, que coincide en la misma semana en la que Amazon anuncia 16.000 despidos, y de la empresa Polymarket, que permite apostar por sucesos políticos extraordinarios, como la detención de Maduro, y que cuenta entre su accionariado con gente que sin duda cuenta con información privilegiada. Terminamos celebrando la vida de la matemática negra Gladys Mae West, que falleció esta semana a los 95 años. Nació en la Virginia de las leyes segregacionistas, que prohibían que los negros fueran a la universidad, y a pesar de eso consiguió entrar a trabajar como matemática en la Marina y contribuyó a la invención del GPS. Ya jubilada, hizo el doctorado. En el MCT se habla de muchos estúpidos, pero también caben las personas que son todo lo contrario. Ojalá fuera más relevante la segunda que los primeros.   

the news ☕️
Ex-presidente do BC sabia de crise no Master, vírus Nipah acende alerta na Ásia, crescimento de menstruações precoce e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 17:32


Bom dia! ☕️the news ao vivo aquiAs roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Para ter seu Binance Card, clique aqui.No episódio de hoje:

Colunistas Eldorado Estadão
Gribel: Campos Neto sabia dos problemas do Master, mas evitou intervir

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 11:35


Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Campos Neto sabia de problemas do Master, mas evitou intervir

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 8:40


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (28/01/2026): Roberto Campos Neto sabia dos graves problemas de liquidez do Banco Master quando presidia o Banco Central, mas evitou intervenção, apostando em uma solução de mercado com separação entre ativos bons e ruins. Documentos mostram que, em 2024, o banco acumulava baixa liquidez, irregularidades contábeis e falhas no gerenciamento de risco, apesar do acompanhamento reforçado da autoridade monetária. Mesmo assim, Campos Neto teria atuado duas vezes para evitar a liquidação, que só ocorreu em novembro, já sob a gestão de Gabriel Galípolo. E mais: Economia: Ibovespa bate 5 recordes em 6 sessões; dólar cai 1,38%, para R$ 5,20 Política:Tarcísio amplia em 72% o pagamento de emendas não obrigatórias ao PT Internacional: Trump fala em ‘investigação honesta’ sobre assassinato de manifestante Metrópole: Licenças do trabalho por transtorno mental têm alta de 79% em 2 anos Esportes: CBF profissionaliza 72 árbitros para o BrasileirãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aprender a Comer
Come como os outros comem?

Aprender a Comer

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 9:35


Sabia que muitas vezes come mais — ou pior — só porque está com outras pessoas? A Nutricionista Mariana Chaves explica como o ambiente social afeta o nosso apetite e como usar isso a nosso favor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aleixopédia
David Lynch

Aleixopédia

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 4:11


Sabia que David Lynch esteve quase para realizar O Regresso de Jedi? Mas, se tivesse aceitado, já não ia a tempo de realizar o Dune (e nunca teríamos aquela cena com o Sting de cueca...)

Flow Sport Club
O QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE O NOVO CALENDÁRIO DO FUTEBOL 2026

Flow Sport Club

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 85:44


Mari Pereira é comentarista e Vinicius Moura é narrador da ESPN

Comunidad Cristiana Ven y Ve
Palabras de una Mujer Sabia | Comunidad Cristiana Ven y Ve

Comunidad Cristiana Ven y Ve

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 55:01


Dios abrió el camino de perdón para que yo encontrara la vía para volver al Edén, a la vida eterna, David recibió LAS PALABRAS DE UNA MUJER SABIA, deja el orgullo porque la vida es corta, y te puede pesar el no aprovechar el tiempo, Dios no hace acepción de personas el perdón es para todos, Dios proveyó el camino para volver a la vida eterna. Recibamos estas palabras de sabiduría.

Aleixopédia
Mel Gibson

Aleixopédia

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 4:54


Sabia que o Mel Gibson tem uma data de irmãos? Os nomes deles é: Donal, Patricia, Sheila, Mary Bridget, Kevin, Maura, Daniel, Cristopher, Anne, Andrew (todos Gibson, também).

Aleixopédia
Anthony Hopkins

Aleixopédia

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 4:38


Sabia que Anthony Hopkins é cavaleiro? E que quase morreu de hipotermia em 1997? E que lê os guiões 250 vezes? Tudo assuntos NÂO abordados neste episódio... porque há muitos mais!

Podcast Universitário
#218 - NEM EU SABIA DISTO

Podcast Universitário

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 22:42


Neste episódio ficas a conhecer o FAIRe - Fórum Académico para a Informação e Representação Externa. Nesta conversa com o presidente do FAIRe, o Daniel Aragão, ficas a perceber o que é a FAIRe, como funciona, o papel que tem em Portugal e na Europa e como representam os estudantes nestes contextos.

Encontro com a Beleza
"One Life to Live": A canção que nos lembra de viver intensamente

Encontro com a Beleza

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 10:50


Sabia que Kurt Weill, além de compor peças inesquecíveis, também lutou contra a segregação racial? Na despedida, Martim Sousa Tavares reflete sobre como a música pode alavancar mudanças sociais. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fluent Fiction - Catalan
Rekindling Sibling Bonds: A Christmas Miracle at Montserrat

Fluent Fiction - Catalan

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 19:54 Transcription Available


Fluent Fiction - Catalan: Rekindling Sibling Bonds: A Christmas Miracle at Montserrat Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ca/episode/2025-12-24-08-38-20-ca Story Transcript:Ca: Montse ja era envoltada d'una bellesa freda i tranquil·la.En: Montse was already surrounded by a cold and tranquil beauty.Ca: La neu cobria els camins i el Monestir de Montserrat brillava amb la llum suau de les espelmes.En: The snow covered the paths, and the Monestir de Montserrat shone with the soft light of candles.Ca: Martí respirava l'aire fresc, ple de records i emocions.En: Martí breathed in the fresh air, full of memories and emotions.Ca: Havia convidat la seva germana Laia a aquest lloc sagrat, amb l'esperança de reconciliar-se.En: He had invited his sister Laia to this sacred place, hoping to reconcile.Ca: Després de molts anys de silencis i allunyament, Martí sabia que el moment havia arribat.En: After many years of silence and distance, Martí knew the moment had come.Ca: Laia va arribar mentre les campanes anunciaven el capvespre.En: Laia arrived as the bells announced the evening.Ca: El seu rostre era serè, però Martí va notar una llambregada de dolçor en els seus ulls que li va donar força.En: Her face was serene, but Martí noticed a glimmer of sweetness in her eyes that gave him strength.Ca: —Gràcies per venir, Laia —va dir Martí amb veu serena.En: “Thank you for coming, Laia,” Martí said with a calm voice.Ca: —De res, Martí. Sabia que aquest lloc tindria importància per a nosaltres —va respondre Laia, mantenint el seu to pragmàtic.En: “You're welcome, Martí. I knew this place would be important for us,” Laia responded, maintaining her pragmatic tone.Ca: Van caminar junts pels senderons emblanquinats, els seus passos ressonant suaus entre el murmuri de les muntanyes.En: They walked together along the snow-laden paths, their steps softly echoing among the murmurs of the mountains.Ca: Havia nevant recentment, deixant un paisatge digne d'un quadre.En: It had snowed recently, leaving a landscape fit for a painting.Ca: Finalment, van arribar a la capella del monestir, un lloc on moltes famílies cercaven pau i reflexió, i on els records dels seus pares eren més vius que mai.En: Finally, they reached the chapel of the monastery, a place where many families sought peace and reflection, and where the memories of their parents were more alive than ever.Ca: —Recordes com ens portaven aquí cada Nadal? —va mencionar Martí, amb els ulls brillants de nostàlgia.En: “Do you remember how they brought us here every Christmas?” Martí mentioned, his eyes shining with nostalgia.Ca: —Sí, ho recordo bé. Els pares sempre deien que Montserrat era un lloc especial, un lloc de miracles —va respondre Laia, deixant caure qualsevol escut emocional.En: “Yes, I remember it well. Our parents always said that Montserrat was a special place, a place of miracles,” Laia replied, letting go of any emotional shield.Ca: Un silenci càlid es va establir entre els dos.En: A warm silence settled between the two.Ca: La capella era plena de figures de pessebre, la llum d'espelmes dansava en les ombres.En: The chapel was full of nativity figures, the candlelight dancing in the shadows.Ca: De sobte, les velles ferides van emergir en la conversa.En: Suddenly, old wounds emerged in the conversation.Ca: Martí va parlar de la seva tristesa per la seva llunyania; Laia va expressar els seus sentiments de pèrdua per la família desunida.En: Martí spoke of his sadness over their distance; Laia expressed her feelings of loss for the fractured family.Ca: Era un moment tens, marcat per barreres emocionals que semblaven impossibles de traspassar.En: It was a tense moment, marked by emotional barriers that seemed impossible to cross.Ca: Però aleshores, de manera inesperada, una imatge del passat va aparèixer vividament en les seves ments: una excursió amb els seus pares a la muntanya, la calidesa d'aquells moments preciosos.En: But then, unexpectedly, an image from the past vividly appeared in their minds: a hike with their parents on the mountain, the warmth of those precious moments.Ca: Sense saber com, una comprensió mútua nació.En: Without knowing how, a mutual understanding was born.Ca: Les màscares es van caure i, amb elles, les tensions.En: The masks fell away, and with them, the tensions.Ca: Lentament, les seves converses van començar a fluir lliure de recriminacions, plenes de promeses i esperances de futur.En: Slowly, their conversations began to flow free of recriminations, full of promises and hopes for the future.Ca: —Vull que ens veiem més sovint —va dir Martí, amb un somriure autèntic.En: “I want us to see each other more often,” Martí said with an authentic smile.Ca: —Jo també. No podem deixar que el passat dicti el nostre futur —va respondre Laia, disposada a reconstruir el vincle trencat.En: “So do I. We can't let the past dictate our future,” Laia replied, ready to rebuild the broken bond.Ca: Quan la nit va caure sobre Montserrat, les campanes del monestir van ressonar novament, com un senyal de renovació i esperança.En: As night fell over Montserrat, the bells of the monastery rang again, like a sign of renewal and hope.Ca: Martí i Laia es van quedar una estona més, disfrutant la tranquil·litat i la bellesa del moment, amb la promesa de conservar el seu llegat familiar i construir nous records junts.En: Martí and Laia stayed a while longer, enjoying the tranquility and beauty of the moment, with the promise to preserve their family legacy and create new memories together.Ca: Va ser en aquell lloc sagrat, envoltats de la lenta caiguda de la neu, on Martí i Laia van trobar una nova oportunitat per ser germans, per ser una família de nou.En: It was in that sacred place, surrounded by the slow falling snow, where Martí and Laia found a new opportunity to be siblings, to be a family again.Ca: Per Nadal, la màgia de Montserrat havia fet un altre miracle.En: For Christmas, the magic of Montserrat had performed another miracle.Ca: I amb l'esperit renovat, van deixar enrere la distància i les malinterpretacions.En: And with renewed spirit, they left behind the distance and misunderstandings.Ca: L'amor fraternal va brillar una vegada més, fent d'aquella Nit de Nadal una que mai oblidarien.En: Brotherly love shone once more, making that Christmas Eve one they would never forget. Vocabulary Words:the chapel: la capellathe candles: les espelmesto reconcile: reconciliar-sethe glimmer: la llambregadathe echoes: els ressonsthe murmurs: els murmurispragmatic: pragmàticemotional barrier: barrera emocionalthe nativity figures: les figures de pessebreauthentic: autènticfractured: trencatto rebuild: reconstruirthe misunderstanding: el malenterèsthe renewal: la renovacióserene: serèthe paths: els caminsthe silence: el silencito emerge: emergirthe landscape: el paisatgeto dictate: dictartense: tensthe mask: la màscarathe distance: la distànciabrotherly love: l'amor fraternalto preserve: conservarthe nostalgia: la nostàlgiato resonate: ressonarthe mountain: la muntanyato perform: ferthe emotion: l'emoció

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Você sabia que o Espírito Santo tem ciúmes? - Meditação Matinal 21/12/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 32:13


"De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis.Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?" Tiago 4:1-5

WGospel.com
Saiba que em breve vai acontecer!

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Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 4:52


TEMPO DE REFLETIR 01620 – 21 de dezembro de 2025 Apocalipse 22:6 – Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Estas palavras seguem imediatamente a visão de João, da Nova Terra. Enquanto esteve em Patmos ele aprendeu quão bem as coisas poderiam ir e quão mal também poderiam ir. Tinha visto o esplêndido início do evangelho em Jerusalém. Em seguida tinha visto as garras de ferro de Roma esmagarem a vida das igrejas e dos crentes. Domiciano reinava e procurou o aniquilamento dos perturbadores cristãos. De dentro da igreja novas ameaças à fé assaltavam o verdadeiro evangelho. O cativeiro em Patmos trouxe visões que tomavam o trauma e desencorajamentos de seus dias e os projetavam na arena cósmica. O que suas igrejas estavam sofrendo, o tempo traria sobre a Igreja como um todo. Contudo, as mesmas visões traziam esperança e alegria. As vastas multidões ao redor do trono, os cânticos de vitórias sobre o mar de vidro, o Cordeiro sobre o Monte de Sião mostravam-lhe quão temporárias eram a presente crise e dificuldade. Deus conduziria à vitória final e ele partilharia daquele triunfo. João aprendeu que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou da situação difícil das igrejas que ele amava. Todavia, ele também aprendeu que os perseguidos, os apóstatas e os fiéis estão todos projetados na tela do futuro. Perseguição como em Pérgamo é a sorte da igreja em todos os tempos. A apostasia, vista tão claramente em Tiatira tinha assumido dimensões cósmicas. Fidelidade como a de Filadélfia salvaria um povo para o reino. Sabia quão preciosa era a comunhão que ele e outros haviam partilhado com Jesus. As visões da Nova Jerusalém tomavam essa íntima e doce comunhão e faziam dela o governo da Nova Terra. A morte e a enfermidade tinham fugido de diante do Filho de Deus. Desapareceriam da Terra para sempre. João poderia estar surpreso de que ainda aguardamos as coisas que em breve devem acontecer. Mas ele não estaria surpreso ante a alegria que enche o nosso coração ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Ele se lembraria da comunhão com Jesus. Lembrar-se-ia da visão do futuro.  E nos estimularia a orar: “Vem, Senhor Jesus!” Vamos fazer isso agora? Pai, ansiamos pela volta de Cristo Jesus! Ansiamos pelo cumprimento da promessa do regresso contida em Tua Palavra. Ajuda-nos em nosso preparo, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Encontro com a Beleza
A mais bela canção de amor de Richard Strauss

Encontro com a Beleza

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 9:32


Sabia que "Morgen!" foi escrita por Richard Strauss como presente de casamento para sua esposa? Um poema sobre a certeza de que "amanhã o sol voltará a brilhar", uma mensagem perfeita para o Natal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Es la Mañana del Fin de Semana
El Rincón de Lectura: Sabia mente, decide bien para vivir mejor

Es la Mañana del Fin de Semana

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 11:14


En El Rincón de Lectura ojeamos Sabia mente, la última publicación de Marcos Vázquez editada por Tenos.

Es la Mañana del Fin de Semana
Es La Mañana de Fin de Semana: La carrera al Polo Sur, los TCA ante la Navidad y Sabia mente

Es la Mañana del Fin de Semana

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 55:51


Rubén García sobre la llegada al Polo Sur, los TCA en la temporada navideña y Sabia mente de Marcos Vázquez.

Aleixopédia
Eduardo Mãos-de-Tesoura

Aleixopédia

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 4:42


Sabia que o cantor Nick Carter (o garoto loiro dos Backstreet Boys) aparece como figurante no filme Edward Scissorhands? Tinha 12 anos, foi antes de entrar para a banda (só entrou com 13)

Sabiduría Oculta Podcast
Charlatanes Espirituales: El Negocio del Despertar Espiritual

Sabiduría Oculta Podcast

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 9:26 Transcription Available


Alguien te ha ofrecido un despertar espiritual urgente. Un curso milagroso. Una iniciación exclusiva que promete revelar tu poder oculto. Suena profundo, pero algo en tu interior se inquieta.En este episodio de Sabiduría Oculta, abordamos de frente el fenómeno de la charlatanería espiritual en la red. A petición de un miembro de nuestra comunidad, analizamos un mensaje real que circula en redes, desglosando las señales de alerta que todos debemos conocer. ¿Cómo distinguir entre la sabiduría verdadera y el marketing del miedo? ¿Por qué la urgencia y la exclusividad son banderas rojas?Te comparto reflexiones desde mi reciente viaje a Japón, donde la espiritualidad se vive en silencio y paciencia, no en promesas empaquetadas. Escucha el episodio completo "Charlatanes Espirituales: El Negocio del Despertar Espiritual". Encuentra tu brújula interior.Únete a nuestra comunidad para profundizar en estas herramientas. https://chat.whatsapp.com/HeFZzihhLY0LGcQorxIRlwSígueme en redes sociales

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 266: Little "Ways" to Get Ahead

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 50:41


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Noticentro
Pensionados del IMSS podrían ver suspendido su pago

Noticentro

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 1:24 Transcription Available


Consumo privado se estanca en septiembre: Inegi Israel y Líbano sostienen su primer diálogo directo en 40 años¿Sabia usted qué diciembre era el decimo mes del Año?Más información en nuestro podcast

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Provavelmente o Exército já sabia do Alzheimer de Heleno"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 23:57


A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com o pedido do general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para cumprir a pena de 21 anos no processo da trama golpista em casa. Em parecer enviado nesta sexta-feira, 28, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República Paulo Gonet defendeu a prisão domiciliar humanitária para o general. "Meses atrás, o Exército estava conversando com o STF, discutindo dois casos - um do general Teophilo (único absolvido por falta de provas) e a segunda questão era o Heleno. Ele era muito prestigiado na Força mas está com 78 anos. Provavelmente o Exército já sabia do Alzheimer - que ocorria desde 2018. Heleno foi chefe do GSI, com acesso às informações sigilosas do País, tendo Alzheimer. Isso é uma questão humanitária. Jair Bolsonaro tem mais de 70 anos, sua saúde é frágil e isso pode, mais adiante, ter um peso significativo para uma eventual prisão domiciliar. Inclusive porque o projeto da dosimetria não vai adiante; ninguém está interessado nisso e o ex-presidente é página virada", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aleixo FM
25 de Novembro de 1975

Aleixo FM

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 5:06


Sabia que o chamado 25 de Novembro (Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres) durou 3 dias e só terminou a 27 de Novembro (feriado municipal da cidade de Guarda)?

Aleixopédia
Martin Scorsese

Aleixopédia

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 4:19


Sabia que Martin Marcantonio Luciano Scorsese (nome completo) podia ter escolhido qualquer combinação de nomes e teria, na mesma, um nome artístico decente?

Conversas à quinta - Observador
A História do Dia. Caso Epstein: Donald Trump sabia ou não dos abusos sexuais?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 19:20


Novos emails vêm levantar suspeitas sobre o conhecimento de Donald Trump do esquema de abusos sexuais de Jeffrey Epstein. O que revelam os documentos? Uma conversa com o jornalista José Carlos Duarte.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Queer Theology
Gender is a Calling with Justin Sabia Tanis

Queer Theology

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 47:18


In this episode, Fr. Shannon talks with the Rev. Dr. Justin Sabia-Tanis. He is an assistant professor and director of […] The post Gender is a Calling with Justin Sabia Tanis appeared first on Queer Theology.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Você sabia que Deus é Sofredor?... - Meditação Matinal 07/11/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 29:59


"Porém TU, SENHOR, ÉS UM DEUS CHEIO de Compaixão, e Piedoso, SOFREDOR, e Grande em Benignidade e em Verdade." Salmos 86:15"Inclina para mim os Teus ouvidos, livra-me depressa; sê a minha firme rocha, uma casa fortíssima que me salve.Porque Tu És a minha rocha e a minha fortaleza; assim, por amor do Teu Nome, guia-me e encaminha-me.Tira-me da rede que para mim esconderam, pois Tu És a minha força." Salmos 31:2-4

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 265: A "lovable" crook

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 51:35


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Aviva Nuestros Corazones
Una administradora sabia

Aviva Nuestros Corazones

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025


Serie: La mujer que teme al Señor, esa será alabada. Ep8. Dios es tu proveedor supremo.