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A intensificação das tensões internacionais em março de 2026 acendeu um alerta no agronegócio de Santa Catarina. O fechamento de rotas estratégicas no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho já provoca impactos na logística e no custo do transporte marítimo, afetando exportações e importações ligadas ao setor. Segundo análise da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Cepa), Santa Catarina tem forte relação comercial com países do Oriente Médio. Em 2025, as exportações para regiões direta ou indiretamente afetadas pelo conflito somaram cerca de US$ 915 milhões, com destaque para mercados como Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Israel. Além das exportações, o conflito também ameaça o fornecimento de fertilizantes e ureia usados na produção de milho, base da alimentação das cadeias de aves e suínos. A alta do frete, do petróleo e dos insumos pode pressionar ainda mais as margens de produtores e agroindústrias catarinenses. No mercado financeiro, a instabilidade internacional já refletiu na queda do Ibovespa e na valorização do dólar, aumentando as incertezas para o planejamento da próxima safra. Enquanto isso, especialistas apontam a busca por novos fornecedores de fertilizantes, como Marrocos, Canadá e China, como alternativa para reduzir os riscos ao setor. Roberth Andres Villazon Montalvan, analista de socioeconomia e desenvolvimento agrícola da Epagri/Cepa, concedeu entrevista no programa Cruz de Malta Noticias desta sexta-feira (13) e detalha o assunto.
Irão: Moçambicanos e angolanos pedem neutralidade de Maputo e Luanda. Maputo já terá manifestado solidariedade aos Emirados Árabes Unidos. Há crise na FNLA: militantes acusam a liderança de falta de transparência.
No vídeo de hoje, analisamos como a persistência da guerra no Irã aumenta a probabilidade de um novo choque energético global, com repercussões profundas na economia e na logística mundial. O contra-ataque iraniano surpreendeu os países do Golfo Pérsico, como os Emirados Árabes Unidos, mirando infraestruturas críticas de produção, refino e transporte de óleo e gás, com impacto no Brasil e, principalmente, nos países asiáticos.
Uma semana depois de os EUA e Israel terem iniciado ataques contra o Irão, a guerra está a alargar-se por todo o Médio Oriente, com o Irão a lançar ataques de retaliação contra Israel, bases norte-americanas e países vizinhos. O parlamento de Queensland aprovou novas leis contra o discurso de ódio e a expectativa é que as mesmas venham a contribuir para o combate ao antissemitismo. Foi aberto um inquérito parlamentar federal para investigar o racismo na Austrália. Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para organizar repatriamento: estima-se que cheguem a Lisboa esta sexta-feira 131 portugueses, que se encontravam nos Emirados Árabes Unidos.
O Estreito de Ormuz, localizado entre o Irã, Omã e os Emirados Árabes Unidos, é o ponto de passagem mais vital para o comércio de energia global. Recentemente, após uma escalada de tensões militares envolvendo os Estados Unidos e Israel, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã declarou o fechamento oficial desta rota. Por este canal transitam diariamente 20 milhões de barris de petróleo, o equivalente a um quinto do consumo mundial, além de 20% do gás natural liquefeito global. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa as causas geopolíticas deste bloqueio e as consequências imediatas: o engarrafamento de centenas de petroleiros, a disparada no preço do barril de petróleo — que pode atingir a marca histórica de 200 dólares — e o impacto direto na inflação e no preço dos combustíveis no Brasil. Entenda a estratégia de "guerra assimétrica" utilizada pelo Irã, que utiliza minas navais e táticas de enxame de lanchas rápidas para desafiar a superioridade militar americana e manter o controle sobre o fluxo de recursos que abastece potências como China, Índia e Japão.
Saiba o que é o abuso dessas imagens fabricadas na internet e e por que as leis, plataformas e sistemas de justiça estão falhando em combater problema; 98% de todos os vídeos são feitos com imagens pornográficas não autorizadas ou imagens de nudez falsas; Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos são destaque na lista de países com punição.
O economista não espera um choque petrolífero semelhante aos vividos na década de 70 mas avisa que a inflação poderá subir. Tudo dependerá da duração e da escala do conflito. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Ricardo Reis, professor da London School of Economics e colunista do Expresso. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, mergulhamos profundamente na crise geopolítica sem precedentes de março de 2026, iniciada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Descubra como a tentativa de decapitar a liderança iraniana através da "Operação Epic Fury" desencadeou uma resposta devastadora. O Irã implementou uma guerra assimétrica brilhante e letal, focando no calcanhar de Aquiles do império americano: a infraestrutura dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Catar.Explicamos como o Irã transformou a extrema vulnerabilidade hídrica do Golfo em uma arma de guerra, atacando usinas de dessalinização de água que mantêm capitais inteiras vivas. Entenda também as consequências catastróficas do fechamento de fato do Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária do Irã, cortando não apenas o suprimento global de petróleo, mas bloqueando 85% da entrada de alimentos básicos para a região do Golfo.Mas o impacto vai muito além do Oriente Médio! Revelamos a conexão oculta entre a sobrevivência do Golfo e o boom tecnológico nos EUA. Os fundos soberanos árabes não são mais apenas exportadores de petróleo; eles são o principal motor financeiro que sustenta a revolução da Inteligência Artificial (IA) e o mercado de ações americano. Mostramos como a destruição de data centers no Oriente Médio pode estourar a bolha da IA em Wall Street e como o CCG está usando essa alavancagem financeira trilionária para pressionar o governo dos EUA por um cessar-fogo.Assista até o final para entender por que não se vence uma guerra do século XXI com táticas do século XX e como essa crise vai redefinir o equilíbrio de poder global.#Geopolitica #Irã #EstadosUnidos #InteligenciaArtificial #EconomiaGlobal #Crise2026 #EstreitoDeOrmuz #OrienteMedio
O Médio Oriente está a ferro e fogo. Há uma tensão crescente nesta região do mundo depois dos Estados Unidos da América e Israel terem lançado uma operação conjunta contra o Irão. Teerão está a visar visando vários países da região. O Presidente francês, Emmanuel Macron anunciou, esta terça-feira, que iria enviar para o Mediterrâneo o porta-aviões Charles de Gaulle, o maior navio de guerra francês. França está a reforçar os meios militares na região para defender os seus interesses e também os interesses de países aliados, caso dos países do golfo. No magazine Vida em França desta semana, falámos sobre a posição francesa neste conflito. Em entrevista à RFI, Vítor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada de Lisboa e também professor adjunto da Sciences Po Aix en Provence, começa por analisar o discurso de Emmanuel Macron, um discurso "muito pragmático", em que o chefe de estado francês "começa por responsabilizar o Irão". Neste discurso, Emmanuel Macron fez uma dupla crítica: por um lado, contra intervenção israelo-americana, feita ao arrepio do direito internacional e sem consultar previamente as Nações Unidas. Por outro, uma acérrima condenação quanto à possível intervenção terrestre israelita no Líbano, que o chefe de Estado francês diz que, se vier a acontecer, "seria um erro estratégico". Vítor Ramon Fernandes reconhece que a "situação está a escalar muito mais rápido do que imaginava", defendendo que já estamos perante a "regionalização do conflito", depois de vários países do golfo, como o Catar ou os Emirados Árabes Unidos terem sido atingidos.por ataques iranianos. Neste programa, analisámos todas estas questões, numa altura em que o xadrez internacional é cada vez mais imprevisível e está em constante mudança.
“Nós vamos fazer tudo o que é possível para manter o fornecimento” - Ricardo Santin, presidente ABPA Com escalada do conflito no Oriente Médio, exportadores de carne de frango avaliam alternativas para o embarque do produto Halal O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango Halal, ou seja que é preparada de acordo com os preceitos islâmicos, garantindo qualidade e purezaPrincipal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas em janeiro, volume 14% superior ao registrado no ano passadoE a Arábia Saudita comprou 33,5 mil toneladas, alta de 5%A Associação Brasileira de Proteína Animal acompanha com atenção o conflito no Oriente Médio, região que é uma das maiores compradoras do frango brasileiro A ABPA, Associação Brasileira de Proteína Animal, avalia com atenção as alternativas que poderão ser utilizadas com o fechamento do estreito de Ormuz
O enriquecimento de uranio a 60% é um facto comprovado no Irao, mas os bombardeamentos norte-americanos e israelitas ameaçam as instalaçoes nucleares no pais, assim como na regiao, agravando o risco deste conflito. O programa nuclear do Irão foi apresentado como o principal motivo para os ataques norte-americanos e israelitas contra o país desde sábado, que resultaram, até agora, na morte do Ayatollah Ali Khamenei, assim como dezenas de dirigentes iranianos. Em Junho do ano passado, os Estados Unidos já tinham bombardeado o Irão, atingindo três centrais nucleares. Em entrevista à RFI, Rui Curado da Silva, Investigador principal no laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas da Universidade de Coimbra, em Portugal, explica que ao contrário do que aconteceu no Iraque, há provas imparciais que o Irão detém centenas de quilos de urânio enriquecido numa percentagem que indica a intenção de produzir armas de destruição maciça. "No Irão temos a inspecção da Agência Internacional de Energia Atómica, não são os Estados Unidos ou outro país que esta a dizer que eles tem urânio enriquecido. É a Agência Internacional de Energia Atómica que esteve no terreno. Portanto, não há dúvida nenhuma que eles têm centenas de quilos de urânio com mais de 60% de enriquecimento. E esse nível de enriquecimento não é necessário para as centrais nucleares: Para produzir electricidade, bastam 5%. Ja para produzir armas nucleares é necessário 90%. Portanto, aqui há uma clara indicação que o Irão quer ter armas nucleares", explicou o investigador. O perigo agora, perante bombardeamentos cerrados em várias cidades no Irão, é atingir uma das centrais nucleares onde há este urânio enriquecido e, assim, espalhar este composto altamente perigoso. "Há vários tipos de perigo. Eu vou destacar os dois extremos. Imaginemos que os Estados Unidos acertam no sítio onde eles têm centenas de quilos de urânio enriquecido naquele nível. O que vai acontecer é que o urânio vai ser projetado a dezenas, centenas de metros, alguns quilómetros no máximo, e vai contaminar essa zona toda. Depois as pessoas não podem andar naquela zona, porque aquilo é perigoso. Existe uma central nuclear ali naquela zona que eles agora andam a bombardear no Irão. Existe outra, no outro lado do Golfo, que tem quatro reactores, que é uma central nuclear dos Emirados Árabes Unidos, e depois os dois porta-aviões americanos que lá estão e são movidos a energia nuclear. Têm dois reactores nucleares. Portanto, se houver algum ataque a um desses reactores a funcionar, o caso é muito mais grave, porque há muito material ativo, muito material utilizado, que é muito perigoso, que pode incendiar-se facilmente e emitir isótopos de urânio e material contaminado para a atmosfera a distâncias de 1000 quilómetros ou 2000 quilómetros", explicou Rui Curado da Silva. Um acidente deste género seria similar ao que se passou em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, que terá causado até agora 4 mil mortos devido à exposição à radiação. De forma a evitar conflitos baseados na posse e produção de armas nucleares, Rui Curado da Silva defende uma acção mais alargada e eficaz da Agência Internacional de Energia Atómica. Este cientista integra o grupo Union of Concerned Scientists, ou União dos Cientistas Preocupados, que defende que, face ao conhecimento que existe hoje da energia atómica, a regulação internacional devia mudar. "Isto deveria passar por uma partilha de responsabilidades similar ao que já existe na União Europeia, onde são definidas regras para quando os países não cumprem os acordos. Existem consequências. E neste momento, os países que fazem parte da Agência Internacional de Energia Atómica têm consequências muito limitadas", concluiu o cientista.
Médio Oriente vive terceiro dia de guerra. Acompanhe neste jornal o relato de uma moçambicana a partir dos Emirados Árabes Unidos. Mandato de António Guterres na ONU termina este ano. Hipótese de um africano assumir o cargo é "extremamente improvável", diz académico Carlos Lopes. Em Moçambique, PODEMOS suspende membro e avança com processo-crime.
A capacidade de retaliação do regime iraniano, mais do que fazer mossa nos atacantes, põe em causa a imagem das petromonarquias, como a Arábia Saudita, o Dubai ou os Emirados que se apresentam ao mundo como territórios de paz, com fortes praças financeiras, plataformas para a indústria de aviação e para o turismo. À procura de perceber com que linhas se cose o futuro, partimos para a conversa com o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Capixabas que estão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, relatam momentos de tensão após a escalada do conflito no Oriente Médio desde este fim de semana. Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã no sábado (28), e o governo iraniano respondeu com bombardeios direcionados a países da região. Explosões foram ouvidas em Doha, no Catar, e também em Dubai, segundo informações divulgadas internacionalmente. Entre os capixabas que presenciam o conflito estão o representante da Federação do Comércio, José Carlos Bergamin, que está a passeio em Dubai e o Willian Marquesi, consultar que mora na região.
Convidado: Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal Na manhã deste sábado (28), os iranianos foram surpreendidos com bombardeios na capital Teerã e em diversas cidades do país – pelo menos 200 pessoas morreram, de acordo com informações da rede humanitária Crescente Vermelho, que atua em nações muçulmanas. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto na ação. Trata-se da operação “Fúria Épica”, um ataque de grandes proporções promovido pelos Estados Unidos e Israel contra o regime dos aiatolás. Imediatamente, as forças militares do Irã reagiram. Mísseis e drones foram lançados ao território israelense e houve também ataques a países que mantêm bases americanas, caso de Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes. Os ataques ocorreram mesmo com negociações em curso entre Estados Unidos e Irã para que o regime interrompesse seu programa nuclear. Donald Trump defendeu a ofensiva dizendo que os iranianos nunca quiseram um acordo de verdade. E, num vídeo publicado nas redes sociais, instou a população a derrubar o regime para tomar o poder. Neste episódio especial, Natuza Nery entrevista Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal, para explicar o tamanho da crise no Oriente Médio e o risco de uma guerra generalizada na região. Tanguy também analisa por que o governo americano decidiu atacar agora e avalia o que pode acontecer com o regime dos aiatolás a partir dos acontecimentos deste sábado.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (01): O governo do Irã confirmou a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A morte ocorreu durante ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a notícia em suas redes sociais, destacando que o aiatolá não conseguiu escapar da inteligência norte-americana e israelense. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o Irã sofrerá uma retaliação com força nunca antes vista caso decida atacar alvos americanos ou israelenses. A ameaça ocorre após múltiplos ataques iranianos atingirem nações aliadas no Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, além de cidades em Israel, incluindo Tel Aviv. A crise no Oriente Médio deve se arrastar por mais tempo após as recentes ofensivas, segundo a análise do professor de relações internacionais Vinícius Rodrigues Vieira. Ele avalia que a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei não derruba automaticamente a República Islâmica, pois o regime possui uma estrutura de poder complexa e não é baseado no personalismo de uma única figura O governo do Irã nomeou o aiatolá Alireza Arafi para integrar o conselho de liderança interino do país após a morte do líder supremo Ali Khamenei. A rápida movimentação do regime busca evitar um vácuo de poder e demonstrar estabilidade institucional enquanto não há a escolha de um sucessor definitivo. O conselho responsável pela escolha do novo aiatolá, a Assembleia dos Peritos, é formado por 88 clérigos xiitas. O exército do Irã anunciou uma nova onda de bombardeios contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Oriente Médio. A ofensiva militar é uma resposta direta do país após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. De acordo com o correspondente Luca Bassani, mísseis lançados pelo regime de Teerã foram interceptados próximos à base militar de Erbil, situada no norte do Iraque. Os principais membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), incluindo nações aliadas como Rússia e Arábia Saudita, realizam uma reunião de emergência para discutir os reflexos econômicos dos recentes ataques ao Irã. A grande preocupação do mercado internacional é a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica responsável pelo escoamento de cerca de 25% de todo o petróleo mundial. O conflito armado no Oriente Médio ganha novos contornos com a retaliação do Irã contra bases militares. O mestre em segurança pública e especialista em ciência política, Rodolfo Laterza, avalia que a operação conjunta entre Estados Unidos e Israel teve um caráter cirúrgico e de choque, mas esbarrou na rápida resposta balística iraniana. O exército de Israel realizou uma nova onda de bombardeios no Oriente Médio, destruindo caças da Força Aérea do Irã em uma ofensiva para diminuir a capacidade militar do país. Após os ataques, o governo iraniano confirmou a morte de quatro oficiais de alto escalão da segurança nacional, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa. O ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, analisou o histórico das relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo o diplomata, a parceria, que recentemente completou 120 anos, é considerada correta e sem grandes problemas. Gradilone destacou que as exportações do agronegócio brasileiro para o mercado iraniano rendem bilhões em divisas para o Brasil todos os anos. Por outro lado, a balança comercial é bastante desigual, já que o volume de importações de produtos do Irã é pequeno, concentrando-se basicamente em itens como ureia e pistache. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O mundo acordou observando uma escalada militar sem precedentes no século. Em 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel lançaram uma agressiva ofensiva nacional contra o Irã, batizada de Operation Epic Fury. O objetivo declarado por Donald Trump? Destruir a indústria de mísseis, o programa nuclear e forçar a queda do regime islâmico.Neste vídeo, fazemos uma análise completa do cenário geopolítico:
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
O episódio de hoje do Programa Destino é em um formato diferente, sem convidados. Nossa apresentadora, Paola Severo, relata suas experiências em uma viagem para os Emirados Árabes Unidos em janeiro deste ano, conhecendo Dubai e Abu Dhabi e suas atrações turísticas.
O episódio de hoje do Programa Destino é em um formato diferente, sem convidados. Nossa apresentadora, Paola Severo, relata suas experiências em uma viagem para os Emirados Árabes Unidos em janeiro deste ano, conhecendo Dubai e Abu Dhabi e suas atrações turísticas.
Confira no Jornal da Record News desta terça-feira (24): Lula se reúne com presidente dos Emirados Árabes em Abu Dhabi. Grande São Paulo tem dois feminicídios em menos de 24 horas. E mais: idosa morre afogada e 600 pessoas ficam desalojadas no Rio de Janeiro.
Na primeira edição deste boletim você confere:- Temporais em Minas Gerais deixam mais de 20 mortos e 45 desaparecidos;- PGR pede a condenação dos 5 acusados de planejar a morte da vereadora Marielle Franco;- Lula encontra presidente dos Emirados Árabes Unidos e avança na negociação de acordo com Mercosul. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
A Eslováquia e a Chéquia, antiga Checoslováquia, são importantes para perceber a história atual? Bruno Cardoso Reis analisa ainda as reuniões de paz nos Emirados e no Omã e o fim do tratado New Start.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Eslováquia e a Chéquia, antiga Checoslováquia, são importantes para perceber a história atual? Bruno Cardoso Reis analisa ainda as reuniões de paz nos Emirados e no Omã e o fim do tratado New Start.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Perante mais uma ronda de negociações entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, coloca-se a questão de se saber se os seus resultados podem beneficiar de algum modo aqueles que querem o estabelecimento da paz. Para todos os efeitos, a Europa continua a ser o parente pobre deste choque de forçar que se dá, mais uma vez, no Emirados Árabes Unidos.Do outro lado do Atlântico, o ‘caso' Epstein' espalha as suas metástases por todo o lado – inclusivamente para o lado de cá do oceano – o que não é necessariamente mau para Donald Trump.Entretanto, vale a pena tentar-se perceber para onde vai a Índia e a sua frenética atividade na área da negociação de parcerias estratégicas comerciais com os principais blocos económicos.
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (02): O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que as negociações de paz entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos serão retomadas nesta quarta-feira (04) e quinta-feira (05), em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Mais de 50 organizações da sociedade civil iniciaram uma mobilização coletiva para pressionar pela implementação de um código de conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal. A articulação ocorre em meio ao agravamento da crise na Corte após o caso Banco Master e busca reunir apoios institucionais de entidades ligadas à ética, transparência e governança pública. Durante a oração do Angelus neste domingo (1º), o papa Leão XIV afirmou estar profundamente preocupado com o aumento das tensões entre os Estados Unidos e Cuba. O pontífice fez um apelo por um “diálogo sincero e eficaz” entre os dois países, destacando a necessidade de evitar a violência e novos sofrimentos para o povo cubano. A corrida eleitoral de 2026 já provoca movimentações no Senado, com parlamentares articulando candidaturas aos governos estaduais e negociações para formar coligações regionais. Alguns nomes são: Alan Rick (AC), Omar Aziz (AM), Marcos Rogério (RO), Professora Dorinha (TO), Eduardo Gomes (TO), Renan Filho (AL), Eduardo Girão (CE), Efraim Filho (PB), Ciro Nogueira (PI), Cleitinho Azevedo (MG), Wilder Morais (GO), Izalci Lucas (DF), Wellington Fagundes (MT), Jayme Campos (MT) e Sergio Moro (PR). O ano político em Brasília começa oficialmente nesta semana com o fim do recesso do Congresso Nacional e a retomada das atividades do Poder Judiciário. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem presença prevista na cerimônia de abertura do ano judiciário, marcada para esta segunda-feira (02), no Supremo Tribunal Federal. José Maria Trindade comentou. Altos comandantes militares dos Estados Unidos e de Israel se reuniram de forma secreta no Pentágono na última sexta-feira (30) para discutir o aumento das tensões com o Irã. A CPI do Crime Organizado, no Senado, marcou para esta semana os depoimentos dos governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Ibaneis será ouvido na terça-feira (03), enquanto Castro depõe na quarta-feira (04), ambos às 9h. Em meio à crise envolvendo a fraude no Banco Master, senadores afirmam que o caso deve ser abordado durante o depoimento do governador do DF, citado anteriormente por Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. A segurança pública é o principal problema do Brasil para a população, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (2). O tema foi citado por 22,2% dos entrevistados, seguido por saúde pública (20,1%) e inflação e preço dos produtos (15,9%). Educação (13,8%) e geração de emprego e renda (9,4%) aparecem na sequência. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), solicitou ao ministro Dias Toffoli, do STF, autorização para o depoimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A oitiva, marcada para quinta-feira (5), deve tratar exclusivamente dos contratos de empréstimos consignados ligados ao INSS. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). Uma segunda mulher afirmou que o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, a teria enviado ao Reino Unido para um encontro com Andrew Mountbatten-Windsor, filho da rainha Elizabeth II. O nome do príncipe voltou ao centro das atenções após ele perder oficialmente o título em outubro, em meio a denúncias de seu suposto envolvimento com o bilionário americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio, falamos sobre a rodada da Champions League, com vitórias de Real Madrid, Barcelona, ingleses e Bayern de Munique. Também fizemos algumas contas para a última rodada da primeira fase. Além disso, ainda contamos com uma entrevista com Jobson, brasileiro que atua no Al-Dhafra, dos Emirados Árabes Unidos. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
NESTA EDIÇÃO. Atraso no período úmido leva a situação de atenção na operação do sistema elétrico, diz ONS. Migração para o mercado livre de energia desacelera em 2025. Engie vai construir maior parque solar do portfólio nos Emirados Árabes Unidos, com 1,5 GW. Interesse dos EUA na Groenlândia está ligado ao comércio de óleo e gás de China e Rússia no Ártico. ***Locução gerada por IA
O futuro da agricultura está cada vez mais ligado às novas tecnologias. Em Angola, um dos exemplos é dado pela Kilunga. A Agritech angolana utiliza imagens de satélite e modelos de IA para monitorizar a saúde das culturas em tempo real e combina isso com ferramentas integradas de gestão agrícola, financeira e operacional que permitem a tomada de decisões agrícolas sustentáveis e baseadas em dados. A empresa de tecnologia agricola ajuda os agricultores a tomarem decisões e a melhorarem a produtividade de forma sustentável. O fundador e CEO da Startup, João N'vula, esteve recentemente em Portugal, na Websummit, a RFI aproveitou a ocasião para descobrir mais sobre o funcionamento de uma empresa como a Kilunga. Nós usamos satélites europeus para ajudar fazendeiros em Angola e agora estamos a expandir para a África, no geral, com a nossa parceria que temos com o Corredor do Lubito. O Corredor do Lobito é um dos corredores logísticos mais importantes de África neste momento. Está a expandir essa importância a nível mundial, inclusive a China, os Estados Unidos e os Emirados também estão com investimento pesado no Corredor do Lobito. E nós estamos lá para digitalizar as fazendas ao longo daquele corredor e expandir as nossas operações lá. O que é que um agricultor que adquira os vossos serviços vai poder ter? O agricultor que adquira os nossos serviços vai poder ter o controle da sua própria fazenda. Isso a nível espacial, a nível financeiro e não vai precisar perder muito tempo naquilo que é a gestão da própria actividade, porque terá tudo num único lugar, tanto a gestão financeira, a gestão de equipa, a gestão de tarefas, o cálculo automático dos custos e consegue ter toda aquela análise, todos aqueles indicadores financeiros que vão lhe ajudar a entender a saúde técnica e também, realmente, financeira da própria fazenda. Então, é isso que nós propomos a ele, rapidez na tomada de decisão e praticidade na visualização dos dados. Quem está no terreno, quem vai fazer o plantio ou a colheita, qual é o tipo de informação que pode recolher? Se vai fazer o plantio, ele vai precisar de dados climáticos. Esses dados climáticos vão-lhe dar quando é que vai chover e fazer o melhor planeamento. Para fazer o melhor planeamento, ele vai precisar cadastrar o talhão, na plataforma ele delimita o talhão. É como se ele estivesse fisicamente a arar a terra, fazer o tratamento e plantar as sementes. Ele faz o registo online, delimita a terra e dá o nome ao talhão, a geo-referência do talhão e as descrições do que vai ser feito aqui no talhão. Depois, vai para a parte do plantio, que está também na plataforma, e aí consegue escolher o talhão, escolher os insumos que vão estar no talhão, que vão estar naquele talhão, e também a data em que o talhão vai ser usado para o plantio. Aí ele consegue automaticamente, com base nesses dados, saber quanto é que ele vai gastar, e por aí já sabe quanto ele vai vender cada produto de maneira a ter o devido rendimento. Há doenças, há pragas, há teor de humidade no solo, … . Em que é que a vossa aplicação pode ajudar o agricultor, as cooperativas? A plataforma, por oferecer imagens de satélites, vamos lá desmistificar esse ponto... : Quando uma planta está de boa saúde, ela reflecte a luz do solo de uma certa maneira quando está saudável, então, o satélite, ao captar essas imagens, capta aquilo em quatro bandas do espectro eletromagnético, e infelizmente os nossos olhos não conseguem observar, mas o computador observa e o nosso algoritmo pega aquelas bandas e calcula. Assim consegue dar essas informações do índice de vegetação daquela zona e o índice de humidade daquela zona. Ele consegue saber, pelo índice de vegetação, consegue saber se a plantação está boa, onde está boa e onde está má e onde tem humidade ou não tem humidade, onde está completamente seco. Essas informações são cruciais para o monitoramento da fazenda e proporcionar uma actividade mais profissional e realmente mais comercial, porque vai poder ter a capacidade de produzir mais ainda e com mais qualidade. A partir do momento da recolha até à distribuição, qual é o papel da vossa aplicação? Os nossos clientes relatam um aumento de 40%, 60% das suas plantações. Então, nós observamos que eles estavam a ter um aumento, mas aí têm que vender a uma velocidade muito grande, porque senão os produtos acabam por estragar. E nós observamos, agora, um outro mercado aí e começamos agora a criar postos logísticos inteligentes para a stocagem (armazenamento) de produtos agrícolas. O que acontecia? Eles têm a necessidade de vender aquilo muito rápido, os escoadores cobravam muito caro, de acordo com a necessidade do cliente. Mas, já com um posto logístico inteligente, ele pode controlar tudo a partir da plataforma, ele tem a possibilidade e tem o tempo de esperar por propostas melhores, para negociar propostas melhores. Então, nós não temos carros para escoar, mas nós oferecemos a possibilidade de estocar. Por isso é que estamos entrando, também, no corredor do Lobito. Como é que está a ser a aceitação? Ainda é um problema, por isso é que nós estamos a investir, a levantar capital também para investir pesado na formação. Antes de vir cá, para Portugal, eu estava atrás de uma parceria com Universidade Mandume ya Ndemufayo (UMN) , uma universidade agrária, e também com alguns centros de formação que são especializados em cursos agrários, de tal maneira a ajudar as pessoas a entender a importância desses dados, a importância de trabalhar com informação precisa de maneiras a melhorar as suas actividades. Então, a literacia ainda é um problema. Tem zonas que nem telemóvel usam, quando usam a rede é escassa. Então, é um problema. Inclusive, eu já pude contribuir com o Governo participando da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira. Também falando em inclusão financeira, estamos a envolver o digital. Então, tínhamos que pensar também na distribuição das redes e muito mais, como é que a informação chegaria até lá. Com a minha experiência de campo, com o projeto, já pude contribuir naquela área. E aí o Governo também está a começar a olhar nesse ponto e tentamos tratar aqui da digitalização que vai facilitar também a nossa entrada no mercado. A nível de área, qual é a área que já tem ao vosso cuidado? Quimbele, agora também estamos, Benguela, Lobito, exatamente, e estamos agora também no Cuanza Norte. São um total de 7 mil hectares. O Lobito estamos a entrar agora e pretendemos já atacar as fazendas que estão ao longo do corredor Lobito. Estiveram presentes na Web Summit, foi importante a vossa presença? Muito importante. Tivemos contacto com investidores internacionais, temos contacto com empresas e empreendedores que realmente podem agregar valor às nossas empresas. Consegui firmar uma parceria que vai levar a nossa solução para um outro nível, vai ajudar com que os nossos fazendeiros tenham portas abertas para o globo, venderem os seus produtos numa única plataforma e também importarem produtos sem múltiplas fontes. Numa única fonte conseguem importar os seus produtos sem ter necessidade de importar de vários pontos e perder a qualidade. Então, se temos um único ponto, onde eles podem confiar. Eles podem, simplesmente, entrar em contacto com aqueles que eles precisam. É, realmente, uma mais-valia para os nossos clientes e também para nós, porque estamos aqui a dar múltiplas oportunidades aos nossos clientes. Então, foi muito, muito, muito importante a nossa presença cá.
Anistia Internacional acusa Emirados Árabes por apoio a paramilitares.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A COP30 encerrou, neste sábado, 22 de Novembro, com um acordo modesto sobre a acção climática e sem plano para abandonar as energias fósseis. O Brasil, que acolheu a cimeira do clima em plena Amazónia, esperava mostrar que a cooperação climática não estava morta e “infligir uma nova derrota aos negacionistas”, como prometeu o presidente basileiro José Inácio Lula da Silva no início da conferência, mas não conseguiu convencer os países petrolíferos do Norte e do Sul, nem as economias emergentes, a enviarem uma mensagem colectiva ambiciosa para acelerar o abandono das energias fósseis. O texto adoptado por consenso pelos 194 países membros do Acordo de Paris e pela União Europeia faz apenas uma referência não explícita à saída das energias fósseis, recordando a decisão da COP28 no Dubai, Emirados Árabes Unidos. Os países em desenvolvimento obtiveram um apelo para triplicar a ajuda financeira destinada à adaptação a um clima mais violento até 2035. “Não vencemos em todas as frentes, mas obtivemos o triplo dos financiamentos para a adaptação até 2035. Era a nossa prioridade, tínhamo-la estabelecido como linha vermelha”, declarou Evans Njewa, representante do grupo dos 44 países menos avançados do mundo. O presidente brasileiro da COP30, André Corrêa do Lago, anunciou entretanto a intenção de lançar uma iniciativa própria sobre o abandono gradual das energias fósseis, bem como outra contra a desflorestação, para os países voluntários. Todavia, não se trata de uma decisão geral dos países da COP. Acho que uma das grandes coisas que vai nos animar nos próximos meses vai ser esse exercício de desenvolver um mapa do caminho sobre a redução da dependência de combustíveis fósseis e também de como é que nós vamos acelerar o combate ao desmatamento. A presidente da delegação do Parlamento Europeu à 30.ª Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, Lídia Pereira, saudou o acordo alcançado, sublinhou que a "Europa conseguiu garantir avanços concretos e evitou um não-acordo, que seria desastroso para o clima e para o multilateralismo a nível global". A União Europeia voltou a enfrentar um bloco muito coeso, os BRICS, o grupo do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e, também, dos países árabes e, ao mesmo tempo, uma presidência brasileira pouco diligente em propor ou aceitar novas propostas em particular na área da mitigação, ou seja, nos compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Que, aliás, foi sempre a nossa prioridade número um. Apesar de tudo, a União Europeia conseguiu alguns resultados importantes. Por exemplo, no pilar da mitigação houve finalmente um reconhecimento claro do défice que existe entre aquilo que está prometido e acordado e o que é realmente necessário para manter 1,5°C, dentro do quadro do Acordo de Paris. O texto final inclui uma referência ao Consenso dos Emirados Árabes Unidos da COP28, no Dubai. Foi também lançada uma iniciativa bilateral para a transição no abandono dos combustíveis fósseis. Não é a solução ideal. Não é aquilo que pretendíamos, mas é um passo relevante no pilar da adaptação. O financiamento fica protegido dentro daquilo que foi definido nas COP's anteriores. E há uma novidade é que os países recomendaram, pelo menos, triplicar o financiamento até 2035. ONG ambientalistas denunciaram a ausência de um roteiro concreto para a saída dos combustíveis fósseis, “mais uma vez continuou a falhar o essencial”, referem as ong's portuguesas Zero, Oikos e FEC - Fundação Fé e Cooperação. Francisco Ferreira, presidente da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, sublinha que a conferência ficou “muito aquém daquilo que aqui se esperava”. Esta era, supostamente, a COP da verdade e da implementação. E no que diz respeito à verdade, continuamos, infelizmente, numa trajectória de aquecimento de 2,5°C em relação à era pré-industrial. No que respeita à implementação, aí é talvez a maior desilusão, porque a queima de combustíveis fósseis - onde está a principal responsabilidade pelo aquecimento da atmosfera - e daqui tinha que sair um roteiro, que agora é apenas uma promessa fora da convenção por parte da presidência brasileira para os próximos meses. Quando a mitigação é crucial para garantir que alteramos esta trajectória de aquecimento, esta conferência está longe realmente da acção da implementação prometida. Como balanço final feito pela ZERO, Oikos e FEC, termos aqui, em Belém, conseguido aprovar textos e o Mutirão, o grande documento-chave com um conjunto de linhas orientadoras, nomeadamente um acelerador global de implementação, são avanços, mas esta COP30 falhou naquilo que era essencial. Acabou por valer a pena, sem dúvida, mas é sempre triste chegarmos ao fim e percebermos que as necessidades do planeta e dos compromissos, principalmente dos países desenvolvidos, ficaram muito aquém daquilo que aqui se esperava. A Amnistia Internacional acusa os líderes mundiais de serem “incapazes de colocar as pessoas à frente dos lucros”. André Julião, Coordenador Editorial e Assessor de Imprensa da Amnistia Internacional Portugal mostra-se ainda chocado com a presença e participação dos lobistas do sector petrolífero no encontro. Houve aqui questões que ficaram muito abaixo das expectativas. Desde logo, porque os líderes da COP30 não conseguiram chegar a um acordo para colocar as pessoas acima dos lucros. Houve uma enorme falta de unidade, responsabilidade e transparência. Isso prejudicou a implementação de medidas climáticas urgentes. A principal decisão da COP30 evitou qualquer menção aos combustíveis fósseis, que são, como se sabe, o principal motor das alterações climáticas. Como agravante, houve um número recorde de lobistas de combustíveis fósseis. Esses lobistas tiveram acesso às negociações, nomeadamente através dos Estados que os representam e, portanto, deixaram a humanidade à mercê das consequências mortais dos seus planos de continuar a expansão dos combustíveis fósseis. O Brasil, porém, cumpriu a palavra: a sua COP30 foi a COP “dos povos”. Dezenas de milhares de militantes do clima, indígenas, sindicalistas e outros simpatizantes manifestaram-se pacificamente nas ruas de Belém. A sociedade civil não o fazia desde Glasgow, em 2021.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Um brasileiro que está fazendo acontecer e criou pontes entre as áreas de CRM, CX e UX Guilherme Rodrigues, líder de CX e Design do Payit, a carteira digital do maior banco dos Emirados Árabes, First Abu Dhabi Bank.Assista a integra desta minha entrevista em nosso canal do youtube.. Esta e outras centenas de debates riquíssimos. https://youtube.com/live/-l5A1bTeh8E@kblito #atendimentoaocliente #experienciadocliente #inovação #customerexperience #callcenter #crm #ciênciadedados #satisfaçãodocliente #jornadadocliente #consumidor #ouvidoria #marketing #empreendedorismo #vendas #sucessodoocliente
A Microsoft vai investir mais de 15 mil milhões de dólares nos Emirados Árabes Unidos. A empresa tornou-se a primeira, sob a administração Trump, a obter autorização dos Estados Unidos para exportar tecnologia de inteligência artificial avançada para o paísSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O corpo da publicitária Juliana Marins, que morreu em um vulcão na Indonésia, chegará ao Brasil na quarta-feira (2). De acordo com a companhia aérea responsável pelo traslado, o corpo de Juliana será transportado na terça-feira (1) para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e chegará ao Rio de Janeiro na tarde do dia 2 de julho. A família da publicitária pediu à Justiça Federal que uma nova autópsia seja feita no corpo de Juliana assim que ele chegar ao Brasil. E ainda: Moradores vivem momentos pânico durante 'guerra de espadas' em Salvador (BA).
Semana de Galo x Colorado! Porque Palácios está indo para os Emirados Árabes? Galo tentou mesmo a volta de Allan? Com Laura Rezende, Henrique Fernandes, Carol Leandro e Rogério Corrêa. Edição: Amanda Paiva.
Depois de dois meses e meio, cerca de 100 caminhões com suprimentos chegaram à Faixa de Gaza nesta terça-feira (20). O desbloqueio da ajuda humanitária foi feito no mesmo dia em que a União Europeia e o Reino Unido engrossaram a pressão internacional para que Israel permitisse ajuda a Gaza. Para Israel, os bloqueios servem como forma de forçar o Hamas a libertar os reféns que estão sob poder do grupo terrorista desde os ataques de 7 de outubro de 2023. A situação de Gaza é tão crítica que a fez a ONU alertar que 14 mil bebês poderiam morrer em 48 horas caso a ajuda não chegasse. Depois da pressão internacional e do apelo da ONU, cerca de 100 caminhões com ajuda humanitária entraram no território. “Estão atacando a gente com fome, com sede”, relata a palestina Assmaa Abo Eldijian em conversa com Natuza Nery neste episódio. Nascida nos Emirados Árabes, Assmaa viveu no Brasil dos 4 aos 20 anos de idade. Morando em Gaza desde 2006, onde se casou e vive com os filhos, a palestina conta como é lidar com o conflito que já dura quase 600 dias e já deixou mais de 50 mil mortos. Natuza fala também com João Koatz Miragaya, que fala direto de Israel. Mestre em História pela Universidade de Tel Aviv, Miragaya responde como a população israelense vê a guerra contra o Hamas neste momento. Ele relembra como o bloqueio de ajuda humanitária foi uma das primeiras repostas de Israel ao ataque do Hamas que matou mais de 1,4 mil israelenses. E conclui como a percepção da população israelense sobre a guerra mudou desde a última troca de reféns, em fevereiro.
Donald Trump voltou a colocar o Oriente Médio no centro de sua estratégia internacional. Em uma das primeiras viagens do segundo mandato, ele passou por Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes, mas deixou Israel de fora. Enquanto negocia acordos bilionários e costura uma nova arquitetura regional, o presidente estadunidense mostra que sua prioridade continua sendo clara: os interesses dos Estados Unidos acima de tudo. Mas o que isso revela sobre suas intenções? Trump retirou exigências que antes eram fundamentais para os aliados, como o reconhecimento de Israel pelos sauditas e fechou acordos com grupos como os houthis sem avisar Tel Aviv. Também atuou diretamente na libertação de um refém com cidadania americana, prometendo ao Hamas um cessar-fogo mais longo. Tudo isso sem consultar o governo israelense. O que isso nos diz sobre o novo papel dos EUA na região, e sobre o futuro das relações com Israel? Para nos ajudar a responder essas perguntas e entender os bastidores dessa diplomacia nada convencional, a gente recebe Hussein Kalout, cientista político, conselheiro do CEBRI, ex-conselheiro de assuntos estratégicos da Presidência da República.
Thor Koringa e seu pai, Fred Fontes, compartilham suas experiências no mundo do Jiu-Jitsu e além. Thor, um jovem talento da arte suave, já se destaca internacionalmente, competindo em alto nível e vivendo experiências únicas dentro e fora dos tatames. Seu pai, Fred Fontes, é um grande incentivador e mentor, tendo uma forte conexão com o meio das lutas e uma visão aprofundada sobre o impacto do esporte na formação de caráter e na vida dos atletas.Neste episódio, eles falam sobre o caminho de Thor no Jiu-Jitsu, as dificuldades e sacrifícios da vida de um competidor e a influência que o esporte tem na construção da disciplina e da mentalidade vencedora. Além disso, abordam uma questão polêmica sobre a diferença entre o Brasil e os Emirados Árabes: será que vivemos uma falsa liberdade por aqui?Com histórias inspiradoras e reflexões profundas, essa conversa promete te fazer enxergar o Jiu-Jitsu – e a vida – de uma forma diferente. Assista até o final e deixe sua opinião nos comentários!
Um Cut Back que começa em 2025, passa por 1986 e termina em 2050.Tanta tecnologia nos cega para o que realmente interessa.Uma onda de sonho para o senhor e a senhora pode ser o maior retrocesso da WSL- ou não, tudo depende de combinar o preço.Quantas chances perdeu Tyler em Abu Dhabi?Uma coisa é certa, Italo não pode ser parado!A cruzada vista pelos árabes do libanês Amin Maalouf é a nossa sugestão de leitura.A trilha fica por conta do Jay Richford & Gary Stevan (Stefano Torossi) com Flying High e The Drastics com I Want You Back (do disco MJ is a Rocker, versões do Michael Jackson e Jackson 5 em ritmo de reggae)
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*No Conselho de Segurança, Guterres pede avanços para reforma do órgão*Em 2025, diplomacia timorense quer expandir áreas de atuação na ONU*Luta contra a corrupção é fundamental para se obter paz no Haiti, diz Unodc*Surgem primeiros casos de Mpox na China, Emirados Árabes Unidos e Tailândia
Epidemia da varíola M continua ativa na República Democrática do Congo após ser declarada emergência global de saúde pública há seis meses; efeitos do conflito em território congolês representam risco de alastramento de casos.
A temporada 2024 da Fórmula 1 termina no próximo fim de semana nos Emirados Árabes Unidos, com as atenções voltadas para o ano que vem. Com o campeonato decidido, a dança das cadeiras e as tensões nos bastidores ganham os holofotes.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito: http://litocavalcanti.com.br/.
No último dia oficial da Conferência do Clima da ONU em Baku, o jornalista Eduardo Geraque conversa com Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados da USP, sobre a proposta para meta de financiamento climático, que é menor do que 1/5 do montante defendido por especialistas e países em desenvolvimento. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (11) é Thiago Arancam. Dono de uma voz poderosa, o brasileiro Thiago Arancam é considerado um dos maiores tenores da atualidade. Ele se apresentou nos principais teatros do mundo, em mais de 40 países. Destaque para o Alla Scala (Milão), Ópera de Roma (Itália), Ópera Nacional de Washington (EUA), Ópera Estadual de Viena (Áustria), Deutsche Ópera de Berlim (Alemanha), Bolshoi (Moscou), além de inúmeras produções no Japão, Emirados Árabes, Malásia, Canadá, Espanha, França, Polônia, Letônia, Mônaco e Reino Unido. Foram mais de 700 apresentações ao redor do mundo. No Brasil, em 2011, subiu ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a montagem da ópera “Tosca”, de Puccini, no papel do pintor Mario Cavaradossi, amante de Floria Tosca. Em 2014, no Theatro Municipal de São Paulo, encenou a Ópera Carmen de Bizet. Na Europa, conheceu Plácido Domingo, com quem gravou “Cyrano de Bergerac”, na São Francisco Opera (USA); “Madame Butterfly”, em Washington e “Carmen”, na Los Angeles Opera. Trabalhou com grandes regentes de orquestra, entre eles: Daniel Harding em vários concertos com a Swedish Radio Symphony Orchestra; Christian Thielemann em “Dresden” na Manon Lescaut, Pier Giorgio Morandi na ópera “Tosca” em Las Palmas e Estocolmo; o brasileiro Silvio Barbato com a Orquestra Camerata Brasil em Brasília, João Carlos Martins, Plácido Domingo, Julius Rudel, Lorin Maazel, Nicola Luisotti, Patrik Fournellier, Renato Palumbo, Corrado Rovaris, entre outros. De volta ao Brasil em 2017, Thiago Arancam reencontrou suas raízes, lançou o álbum “Bela Primavera”, que deu origem ao espetáculo que rodou o país e emocionou o público. Em 2018, gravou o CD “This is Thiago Arancam” (2018); em 2019, “Thiago Arancam (Ao Vivo)”. Os três trabalhos trazem as influências do mundo lírico e aproximam o tenor da Música Popular Brasileira, além da força e da emoção da voz do artista, considerado um dos principais tenores da atualidade. Em paralelo ao trabalho com as turnês e lançamento dos novos álbuns, o cantor seguiu com as apresentações em diferentes países, entre eles Rússia, Lituânia, Estados Unidos e Austrália, com as óperas Madame Butterfly, Manon Lescaut, Turandot, Tosca e Carmen. E também lançou clipes e disponibilizou o conteúdo da turnê Bela Primavera em seu canal oficial no YouTube. Com fôlego gigante, Thiago Arancam protagonizou a versão brasileira de “O Fantasma da Ópera”, musical já visto por mais de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, ficou em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, de agosto de 2018 até dezembro de 2019. Arancam realizou 360 apresentações, sendo sua maior marca de execução em uma mesma obra. Durante a pandemia 2020/2021 Thiago realizou mais de 20 shows ao vivo por streaming e transmissões pela televisão, totalizando mais de 10 milhões de visualizações em audiência. Como comentarista, o programa traz Mônica Salgado. Jornalista, criadora de conteúdo multiplataforma, consultora e palestrante.