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Convidado: Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal Na manhã deste sábado (28), os iranianos foram surpreendidos com bombardeios na capital Teerã e em diversas cidades do país – pelo menos 200 pessoas morreram, de acordo com informações da rede humanitária Crescente Vermelho, que atua em nações muçulmanas. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto na ação. Trata-se da operação “Fúria Épica”, um ataque de grandes proporções promovido pelos Estados Unidos e Israel contra o regime dos aiatolás. Imediatamente, as forças militares do Irã reagiram. Mísseis e drones foram lançados ao território israelense e houve também ataques a países que mantêm bases americanas, caso de Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes. Os ataques ocorreram mesmo com negociações em curso entre Estados Unidos e Irã para que o regime interrompesse seu programa nuclear. Donald Trump defendeu a ofensiva dizendo que os iranianos nunca quiseram um acordo de verdade. E, num vídeo publicado nas redes sociais, instou a população a derrubar o regime para tomar o poder. Neste episódio especial, Natuza Nery entrevista Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal, para explicar o tamanho da crise no Oriente Médio e o risco de uma guerra generalizada na região. Tanguy também analisa por que o governo americano decidiu atacar agora e avalia o que pode acontecer com o regime dos aiatolás a partir dos acontecimentos deste sábado.
Confira no Jornal da Record News desta terça-feira (24): Lula se reúne com presidente dos Emirados Árabes em Abu Dhabi. Grande São Paulo tem dois feminicídios em menos de 24 horas. E mais: idosa morre afogada e 600 pessoas ficam desalojadas no Rio de Janeiro.
A Eslováquia e a Chéquia, antiga Checoslováquia, são importantes para perceber a história atual? Bruno Cardoso Reis analisa ainda as reuniões de paz nos Emirados e no Omã e o fim do tratado New Start.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Perante mais uma ronda de negociações entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, coloca-se a questão de se saber se os seus resultados podem beneficiar de algum modo aqueles que querem o estabelecimento da paz. Para todos os efeitos, a Europa continua a ser o parente pobre deste choque de forçar que se dá, mais uma vez, no Emirados Árabes Unidos.Do outro lado do Atlântico, o ‘caso' Epstein' espalha as suas metástases por todo o lado – inclusivamente para o lado de cá do oceano – o que não é necessariamente mau para Donald Trump.Entretanto, vale a pena tentar-se perceber para onde vai a Índia e a sua frenética atividade na área da negociação de parcerias estratégicas comerciais com os principais blocos económicos.
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (02): O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que as negociações de paz entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos serão retomadas nesta quarta-feira (04) e quinta-feira (05), em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Mais de 50 organizações da sociedade civil iniciaram uma mobilização coletiva para pressionar pela implementação de um código de conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal. A articulação ocorre em meio ao agravamento da crise na Corte após o caso Banco Master e busca reunir apoios institucionais de entidades ligadas à ética, transparência e governança pública. Durante a oração do Angelus neste domingo (1º), o papa Leão XIV afirmou estar profundamente preocupado com o aumento das tensões entre os Estados Unidos e Cuba. O pontífice fez um apelo por um “diálogo sincero e eficaz” entre os dois países, destacando a necessidade de evitar a violência e novos sofrimentos para o povo cubano. A corrida eleitoral de 2026 já provoca movimentações no Senado, com parlamentares articulando candidaturas aos governos estaduais e negociações para formar coligações regionais. Alguns nomes são: Alan Rick (AC), Omar Aziz (AM), Marcos Rogério (RO), Professora Dorinha (TO), Eduardo Gomes (TO), Renan Filho (AL), Eduardo Girão (CE), Efraim Filho (PB), Ciro Nogueira (PI), Cleitinho Azevedo (MG), Wilder Morais (GO), Izalci Lucas (DF), Wellington Fagundes (MT), Jayme Campos (MT) e Sergio Moro (PR). O ano político em Brasília começa oficialmente nesta semana com o fim do recesso do Congresso Nacional e a retomada das atividades do Poder Judiciário. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem presença prevista na cerimônia de abertura do ano judiciário, marcada para esta segunda-feira (02), no Supremo Tribunal Federal. José Maria Trindade comentou. Altos comandantes militares dos Estados Unidos e de Israel se reuniram de forma secreta no Pentágono na última sexta-feira (30) para discutir o aumento das tensões com o Irã. A CPI do Crime Organizado, no Senado, marcou para esta semana os depoimentos dos governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Ibaneis será ouvido na terça-feira (03), enquanto Castro depõe na quarta-feira (04), ambos às 9h. Em meio à crise envolvendo a fraude no Banco Master, senadores afirmam que o caso deve ser abordado durante o depoimento do governador do DF, citado anteriormente por Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. A segurança pública é o principal problema do Brasil para a população, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (2). O tema foi citado por 22,2% dos entrevistados, seguido por saúde pública (20,1%) e inflação e preço dos produtos (15,9%). Educação (13,8%) e geração de emprego e renda (9,4%) aparecem na sequência. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), solicitou ao ministro Dias Toffoli, do STF, autorização para o depoimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A oitiva, marcada para quinta-feira (5), deve tratar exclusivamente dos contratos de empréstimos consignados ligados ao INSS. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). Uma segunda mulher afirmou que o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, a teria enviado ao Reino Unido para um encontro com Andrew Mountbatten-Windsor, filho da rainha Elizabeth II. O nome do príncipe voltou ao centro das atenções após ele perder oficialmente o título em outubro, em meio a denúncias de seu suposto envolvimento com o bilionário americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio, falamos sobre a rodada da Champions League, com vitórias de Real Madrid, Barcelona, ingleses e Bayern de Munique. Também fizemos algumas contas para a última rodada da primeira fase. Além disso, ainda contamos com uma entrevista com Jobson, brasileiro que atua no Al-Dhafra, dos Emirados Árabes Unidos. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
NESTA EDIÇÃO. Atraso no período úmido leva a situação de atenção na operação do sistema elétrico, diz ONS. Migração para o mercado livre de energia desacelera em 2025. Engie vai construir maior parque solar do portfólio nos Emirados Árabes Unidos, com 1,5 GW. Interesse dos EUA na Groenlândia está ligado ao comércio de óleo e gás de China e Rússia no Ártico. ***Locução gerada por IA
O futuro da agricultura está cada vez mais ligado às novas tecnologias. Em Angola, um dos exemplos é dado pela Kilunga. A Agritech angolana utiliza imagens de satélite e modelos de IA para monitorizar a saúde das culturas em tempo real e combina isso com ferramentas integradas de gestão agrícola, financeira e operacional que permitem a tomada de decisões agrícolas sustentáveis e baseadas em dados. A empresa de tecnologia agricola ajuda os agricultores a tomarem decisões e a melhorarem a produtividade de forma sustentável. O fundador e CEO da Startup, João N'vula, esteve recentemente em Portugal, na Websummit, a RFI aproveitou a ocasião para descobrir mais sobre o funcionamento de uma empresa como a Kilunga. Nós usamos satélites europeus para ajudar fazendeiros em Angola e agora estamos a expandir para a África, no geral, com a nossa parceria que temos com o Corredor do Lubito. O Corredor do Lobito é um dos corredores logísticos mais importantes de África neste momento. Está a expandir essa importância a nível mundial, inclusive a China, os Estados Unidos e os Emirados também estão com investimento pesado no Corredor do Lobito. E nós estamos lá para digitalizar as fazendas ao longo daquele corredor e expandir as nossas operações lá. O que é que um agricultor que adquira os vossos serviços vai poder ter? O agricultor que adquira os nossos serviços vai poder ter o controle da sua própria fazenda. Isso a nível espacial, a nível financeiro e não vai precisar perder muito tempo naquilo que é a gestão da própria actividade, porque terá tudo num único lugar, tanto a gestão financeira, a gestão de equipa, a gestão de tarefas, o cálculo automático dos custos e consegue ter toda aquela análise, todos aqueles indicadores financeiros que vão lhe ajudar a entender a saúde técnica e também, realmente, financeira da própria fazenda. Então, é isso que nós propomos a ele, rapidez na tomada de decisão e praticidade na visualização dos dados. Quem está no terreno, quem vai fazer o plantio ou a colheita, qual é o tipo de informação que pode recolher? Se vai fazer o plantio, ele vai precisar de dados climáticos. Esses dados climáticos vão-lhe dar quando é que vai chover e fazer o melhor planeamento. Para fazer o melhor planeamento, ele vai precisar cadastrar o talhão, na plataforma ele delimita o talhão. É como se ele estivesse fisicamente a arar a terra, fazer o tratamento e plantar as sementes. Ele faz o registo online, delimita a terra e dá o nome ao talhão, a geo-referência do talhão e as descrições do que vai ser feito aqui no talhão. Depois, vai para a parte do plantio, que está também na plataforma, e aí consegue escolher o talhão, escolher os insumos que vão estar no talhão, que vão estar naquele talhão, e também a data em que o talhão vai ser usado para o plantio. Aí ele consegue automaticamente, com base nesses dados, saber quanto é que ele vai gastar, e por aí já sabe quanto ele vai vender cada produto de maneira a ter o devido rendimento. Há doenças, há pragas, há teor de humidade no solo, … . Em que é que a vossa aplicação pode ajudar o agricultor, as cooperativas? A plataforma, por oferecer imagens de satélites, vamos lá desmistificar esse ponto... : Quando uma planta está de boa saúde, ela reflecte a luz do solo de uma certa maneira quando está saudável, então, o satélite, ao captar essas imagens, capta aquilo em quatro bandas do espectro eletromagnético, e infelizmente os nossos olhos não conseguem observar, mas o computador observa e o nosso algoritmo pega aquelas bandas e calcula. Assim consegue dar essas informações do índice de vegetação daquela zona e o índice de humidade daquela zona. Ele consegue saber, pelo índice de vegetação, consegue saber se a plantação está boa, onde está boa e onde está má e onde tem humidade ou não tem humidade, onde está completamente seco. Essas informações são cruciais para o monitoramento da fazenda e proporcionar uma actividade mais profissional e realmente mais comercial, porque vai poder ter a capacidade de produzir mais ainda e com mais qualidade. A partir do momento da recolha até à distribuição, qual é o papel da vossa aplicação? Os nossos clientes relatam um aumento de 40%, 60% das suas plantações. Então, nós observamos que eles estavam a ter um aumento, mas aí têm que vender a uma velocidade muito grande, porque senão os produtos acabam por estragar. E nós observamos, agora, um outro mercado aí e começamos agora a criar postos logísticos inteligentes para a stocagem (armazenamento) de produtos agrícolas. O que acontecia? Eles têm a necessidade de vender aquilo muito rápido, os escoadores cobravam muito caro, de acordo com a necessidade do cliente. Mas, já com um posto logístico inteligente, ele pode controlar tudo a partir da plataforma, ele tem a possibilidade e tem o tempo de esperar por propostas melhores, para negociar propostas melhores. Então, nós não temos carros para escoar, mas nós oferecemos a possibilidade de estocar. Por isso é que estamos entrando, também, no corredor do Lobito. Como é que está a ser a aceitação? Ainda é um problema, por isso é que nós estamos a investir, a levantar capital também para investir pesado na formação. Antes de vir cá, para Portugal, eu estava atrás de uma parceria com Universidade Mandume ya Ndemufayo (UMN) , uma universidade agrária, e também com alguns centros de formação que são especializados em cursos agrários, de tal maneira a ajudar as pessoas a entender a importância desses dados, a importância de trabalhar com informação precisa de maneiras a melhorar as suas actividades. Então, a literacia ainda é um problema. Tem zonas que nem telemóvel usam, quando usam a rede é escassa. Então, é um problema. Inclusive, eu já pude contribuir com o Governo participando da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira. Também falando em inclusão financeira, estamos a envolver o digital. Então, tínhamos que pensar também na distribuição das redes e muito mais, como é que a informação chegaria até lá. Com a minha experiência de campo, com o projeto, já pude contribuir naquela área. E aí o Governo também está a começar a olhar nesse ponto e tentamos tratar aqui da digitalização que vai facilitar também a nossa entrada no mercado. A nível de área, qual é a área que já tem ao vosso cuidado? Quimbele, agora também estamos, Benguela, Lobito, exatamente, e estamos agora também no Cuanza Norte. São um total de 7 mil hectares. O Lobito estamos a entrar agora e pretendemos já atacar as fazendas que estão ao longo do corredor Lobito. Estiveram presentes na Web Summit, foi importante a vossa presença? Muito importante. Tivemos contacto com investidores internacionais, temos contacto com empresas e empreendedores que realmente podem agregar valor às nossas empresas. Consegui firmar uma parceria que vai levar a nossa solução para um outro nível, vai ajudar com que os nossos fazendeiros tenham portas abertas para o globo, venderem os seus produtos numa única plataforma e também importarem produtos sem múltiplas fontes. Numa única fonte conseguem importar os seus produtos sem ter necessidade de importar de vários pontos e perder a qualidade. Então, se temos um único ponto, onde eles podem confiar. Eles podem, simplesmente, entrar em contacto com aqueles que eles precisam. É, realmente, uma mais-valia para os nossos clientes e também para nós, porque estamos aqui a dar múltiplas oportunidades aos nossos clientes. Então, foi muito, muito, muito importante a nossa presença cá.
Anistia Internacional acusa Emirados Árabes por apoio a paramilitares.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A COP30 encerrou, neste sábado, 22 de Novembro, com um acordo modesto sobre a acção climática e sem plano para abandonar as energias fósseis. O Brasil, que acolheu a cimeira do clima em plena Amazónia, esperava mostrar que a cooperação climática não estava morta e “infligir uma nova derrota aos negacionistas”, como prometeu o presidente basileiro José Inácio Lula da Silva no início da conferência, mas não conseguiu convencer os países petrolíferos do Norte e do Sul, nem as economias emergentes, a enviarem uma mensagem colectiva ambiciosa para acelerar o abandono das energias fósseis. O texto adoptado por consenso pelos 194 países membros do Acordo de Paris e pela União Europeia faz apenas uma referência não explícita à saída das energias fósseis, recordando a decisão da COP28 no Dubai, Emirados Árabes Unidos. Os países em desenvolvimento obtiveram um apelo para triplicar a ajuda financeira destinada à adaptação a um clima mais violento até 2035. “Não vencemos em todas as frentes, mas obtivemos o triplo dos financiamentos para a adaptação até 2035. Era a nossa prioridade, tínhamo-la estabelecido como linha vermelha”, declarou Evans Njewa, representante do grupo dos 44 países menos avançados do mundo. O presidente brasileiro da COP30, André Corrêa do Lago, anunciou entretanto a intenção de lançar uma iniciativa própria sobre o abandono gradual das energias fósseis, bem como outra contra a desflorestação, para os países voluntários. Todavia, não se trata de uma decisão geral dos países da COP. Acho que uma das grandes coisas que vai nos animar nos próximos meses vai ser esse exercício de desenvolver um mapa do caminho sobre a redução da dependência de combustíveis fósseis e também de como é que nós vamos acelerar o combate ao desmatamento. A presidente da delegação do Parlamento Europeu à 30.ª Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, Lídia Pereira, saudou o acordo alcançado, sublinhou que a "Europa conseguiu garantir avanços concretos e evitou um não-acordo, que seria desastroso para o clima e para o multilateralismo a nível global". A União Europeia voltou a enfrentar um bloco muito coeso, os BRICS, o grupo do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e, também, dos países árabes e, ao mesmo tempo, uma presidência brasileira pouco diligente em propor ou aceitar novas propostas em particular na área da mitigação, ou seja, nos compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Que, aliás, foi sempre a nossa prioridade número um. Apesar de tudo, a União Europeia conseguiu alguns resultados importantes. Por exemplo, no pilar da mitigação houve finalmente um reconhecimento claro do défice que existe entre aquilo que está prometido e acordado e o que é realmente necessário para manter 1,5°C, dentro do quadro do Acordo de Paris. O texto final inclui uma referência ao Consenso dos Emirados Árabes Unidos da COP28, no Dubai. Foi também lançada uma iniciativa bilateral para a transição no abandono dos combustíveis fósseis. Não é a solução ideal. Não é aquilo que pretendíamos, mas é um passo relevante no pilar da adaptação. O financiamento fica protegido dentro daquilo que foi definido nas COP's anteriores. E há uma novidade é que os países recomendaram, pelo menos, triplicar o financiamento até 2035. ONG ambientalistas denunciaram a ausência de um roteiro concreto para a saída dos combustíveis fósseis, “mais uma vez continuou a falhar o essencial”, referem as ong's portuguesas Zero, Oikos e FEC - Fundação Fé e Cooperação. Francisco Ferreira, presidente da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, sublinha que a conferência ficou “muito aquém daquilo que aqui se esperava”. Esta era, supostamente, a COP da verdade e da implementação. E no que diz respeito à verdade, continuamos, infelizmente, numa trajectória de aquecimento de 2,5°C em relação à era pré-industrial. No que respeita à implementação, aí é talvez a maior desilusão, porque a queima de combustíveis fósseis - onde está a principal responsabilidade pelo aquecimento da atmosfera - e daqui tinha que sair um roteiro, que agora é apenas uma promessa fora da convenção por parte da presidência brasileira para os próximos meses. Quando a mitigação é crucial para garantir que alteramos esta trajectória de aquecimento, esta conferência está longe realmente da acção da implementação prometida. Como balanço final feito pela ZERO, Oikos e FEC, termos aqui, em Belém, conseguido aprovar textos e o Mutirão, o grande documento-chave com um conjunto de linhas orientadoras, nomeadamente um acelerador global de implementação, são avanços, mas esta COP30 falhou naquilo que era essencial. Acabou por valer a pena, sem dúvida, mas é sempre triste chegarmos ao fim e percebermos que as necessidades do planeta e dos compromissos, principalmente dos países desenvolvidos, ficaram muito aquém daquilo que aqui se esperava. A Amnistia Internacional acusa os líderes mundiais de serem “incapazes de colocar as pessoas à frente dos lucros”. André Julião, Coordenador Editorial e Assessor de Imprensa da Amnistia Internacional Portugal mostra-se ainda chocado com a presença e participação dos lobistas do sector petrolífero no encontro. Houve aqui questões que ficaram muito abaixo das expectativas. Desde logo, porque os líderes da COP30 não conseguiram chegar a um acordo para colocar as pessoas acima dos lucros. Houve uma enorme falta de unidade, responsabilidade e transparência. Isso prejudicou a implementação de medidas climáticas urgentes. A principal decisão da COP30 evitou qualquer menção aos combustíveis fósseis, que são, como se sabe, o principal motor das alterações climáticas. Como agravante, houve um número recorde de lobistas de combustíveis fósseis. Esses lobistas tiveram acesso às negociações, nomeadamente através dos Estados que os representam e, portanto, deixaram a humanidade à mercê das consequências mortais dos seus planos de continuar a expansão dos combustíveis fósseis. O Brasil, porém, cumpriu a palavra: a sua COP30 foi a COP “dos povos”. Dezenas de milhares de militantes do clima, indígenas, sindicalistas e outros simpatizantes manifestaram-se pacificamente nas ruas de Belém. A sociedade civil não o fazia desde Glasgow, em 2021.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Um brasileiro que está fazendo acontecer e criou pontes entre as áreas de CRM, CX e UX Guilherme Rodrigues, líder de CX e Design do Payit, a carteira digital do maior banco dos Emirados Árabes, First Abu Dhabi Bank.Assista a integra desta minha entrevista em nosso canal do youtube.. Esta e outras centenas de debates riquíssimos. https://youtube.com/live/-l5A1bTeh8E@kblito #atendimentoaocliente #experienciadocliente #inovação #customerexperience #callcenter #crm #ciênciadedados #satisfaçãodocliente #jornadadocliente #consumidor #ouvidoria #marketing #empreendedorismo #vendas #sucessodoocliente
A Microsoft vai investir mais de 15 mil milhões de dólares nos Emirados Árabes Unidos. A empresa tornou-se a primeira, sob a administração Trump, a obter autorização dos Estados Unidos para exportar tecnologia de inteligência artificial avançada para o paísSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
O ex-vice-presidente do Sudão do Sul, Riek Machar, acusado de "crimes contra a Humanidade", comparece desde esta segunda-feira perante a justiça do seu país no âmbito de um julgamento cuja legalidade é contestada pelos seus advogados e pelos seus apoiantes que denunciam "motivações políticas", num contexto de eterna guerra fratricida com o seu mais directo adversário, o Presidente Salva Kiir. Detido em regime de prisão domiciliar há mais de sete meses por estar alegadamente por detrás de um ataque cometido a 3 de Março por milícias chamadas de "Exército Branco" em Nasir, no nordeste do país, em que morreram mais de 250 militares, uma alta patente do exército assim como um piloto das Nações Unidas, Riek Machar enfrenta a justiça juntamente com sete outros réus acusados de "assassinato", "terrorismo" e "conspiração". Este julgamento decorre numa altura em que se observa um aumento substancial da tensão num país que desde a sua independência em 2011, raramente conheceu momentos de serenidade, tendo sido palco de uma guerra civil que causou mais de 400 mil mortos entre 2013 e 2018. Em 2020, a assinatura de um acordo de paz entre Riek Machar e o Presidente Salva Kiir para a partilha do poder, abriu uma página de esperança que parece agora estar a fechar-se, com os apoiantes de Riek Machar a lançar apelos para uma mobilização no sentido de se derrubar o regime, sendo que já se registam confrontos, com as Nações Unidas a contabilizarem em Junho mais de 165 mil deslocados. Esta situação, já por si delicada, é agravada, segundo um recente relatório da ONU, pelo fenómeno da corrupção generalizada nas elites políticas desse país que é rico em petróleo mas cuja população vive na miséria. Em entrevista concedida à RFI, Ana Elisa Cascão, investigadora independente especialista do Corno de África, analisa o contexto em que decorre o julgamento e o antagonismo -até pessoal- que existe entre o Presidente Salva Kiir e o seu antigo vice-presidente Riek Machar. RFI: Em que contexto em que decorre este julgamento? Ana Elisa Cascão: Em termos de contexto, o Sudão do Sul é o país mais novo do mundo, que nasceu em 2011, depois de um parto muito complicado e que tinha um líder que era respeitado por todos, que era John Garang. Mas já na altura estavam o Salva Kiir e Riek Machar. Faziam parte dos que estavam no terreno a lutar pela independência do Sudão do Sul. Ele morreu num acidente trágico de helicóptero no Uganda. Toda a gente sabe que não foi por mero acaso e, portanto, o poder foi entregue a estas duas figuras que acontece serem de etnias diferentes. Mas isso deixou de ser propriamente importante, porque isto tem a ver com a partilha do poder e partilha de recursos financeiros, obviamente, porque o Sudão do Sul tem bastante petróleo. E, portanto, isso é um incentivo, obviamente, a conflitos no país, que é extremamente pobre. Mas a guerra civil começou logo passado dois anos da independência. Em 2013 já tínhamos estes senhores a batalhar. Mas nessa altura havia um oleoduto a atravessar o Sudão que era um país estável, se podemos dizer assim. E portanto havia bastantes influxos financeiros e dava para alimentar os dois corruptos. Neste momento com a situação no Sudão, o investimento está a diminuir no Sudão do Sul. Significa que existe um bolo mais pequeno para partilhar, mas mais corruptos a quererem ter acesso a esse dinheiro. Em 2018, houve um acordo de paz, mas como muitos acordos de paz nesta região e noutras regiões, é um bocadinho uma paz podre. Mas este ano, as questões vieram todas ao de cima. Aqui já não estamos a falar de um exército ou só dois exércitos. Nós estamos a falar de milícias de um país que é controlado por milícias. Conclusão: quando estamos a falar de milícias, é um bocadinho difícil atribuir causalidade, dizer A, B, C, D isto, aquilo, aqueloutro. Portanto, independentemente de Riek Machar, que de facto devia estar a ser julgado por muitos crimes, o Salva Kiir provavelmente também devia. Agora, a questão é o dispositivo legal, depende. Quem é que o vai julgar? Há juízes independentes no sul do Sudão do Sul? Este processo é uma caça às bruxas e, portanto, não vai resolver propriamente nada. E quanto mais não seja, porque -espero que isto não seja mal entendido- mas o Salva Kiir está numa situação geriátrica. É uma pessoa que não tem saúde física e sequer ainda discernimento para ser o Presidente de um país que, obviamente, quer ter um mínimo de paz. RFI: Ainda antes de se começar o julgamento de Riek Machar por crimes contra a Humanidade, na semana passada, peritos da ONU divulgaram um relatório estabelecendo que existe uma corrupção generalizada na elite do Sudão do Sul e que desde praticamente a independência, essa elite está a açambarcar as receitas do petróleo e deixou basicamente a população sem quase nada. Como se vive no Sudão do Sul? Ana Elisa Cascão: Mais uma vez, é uma situação complicada. Portanto, este relatório das Nações Unidas vem providenciar evidência daquilo que toda a gente sabe. Basta visitar a capital do Sudão do Sul, Juba. Eu fiz isto em 2011 e 2012. O que é importante é, obviamente, ter carros de alta cilindrada e relógios Rolex. É assim que se mede o poder. O Sudão do Sul não tem outro recurso, não tem diamantes ou gás ou qualquer coisa desse género, mas tem o petróleo, que continua a ser um dos recursos mais importantes na economia global. E, portanto, neste momento temos empresas chinesas, da Malásia, a fazer exploração de petróleo nessa área. Portanto, podemos ver que há aqui um contínuo. A independência veio porque havia petróleo e a comunidade internacional apoiou a independência do Sudão do Sul. O facto é que o país tem todo o potencial. Agora começaram do zero. E isso é que nós também temos que ver. Não havia nada. Não foi a guerra civil que destruiu o que lá estava. E, portanto, houve essa ideia que a partir de 2018, com o acordo de paz, começou a haver mais infra-estruturas, porque também havia mais dinheiro. E agora, neste momento, temos aqui todo um país que é perfeito para corrupção e, depois, é um país que não tem acesso ao mar. Está rodeado de países que estão eles próprios em conflitos. Portanto, isto dá azo a estes políticos quererem manter no poder para todo o sempre. Não chegam sequer a confiar na sua própria 'entourage' própria. Mas o que é que vai acontecer? Vai mudar de mão. Portanto, os contratos feitos com estas grandes companhias internacionais vão ser feitos através de outras pessoas. Com certeza não vai acabar na mão dos Sudaneses do Sul que há muitos, muitos anos, deviam ter mais do que o mínimo em termos de tudo. Habitação, escolas, sítios para viver. Portanto, o que podemos observar é que as pessoas estão outra vez a fazer exactamente aquilo que fizeram durante a guerra civil do Sudão, que é abandonar o país. RFI: Os apoiantes de Riek Machar dizem que estas acusações de "crimes contra a Humanidade" são meramente "políticas". Na semana passada, os peritos da ONU também disseram, por meias palavras, que, no fundo, o que está em jogo é uma luta entre ambos os campos pelo controlo dos recursos naturais. Isto, de facto, é mais uma questão política, uma luta pelos recursos? Ana Elisa Cascão: Eu acho que é assim que se pode definir. Há aqui duas coisas em paralelo. Uma é haver recursos, é haver luta por esses recursos, sabendo que este dinheiro não é imediato, tem de haver aqui contratos com uma série de instituições. E depois, é a rivalidade pessoal. Têm mais de 70 anos, de certeza. Estão nesta luta e são vistos como líderes da independência, ainda que nem os principais, há 30 ou 40 anos atrás. E, portanto, é muito difícil substituí-los. Mesmo quem faz parte de um grupo ou de outro, falando, por exemplo, em termos étnicos, porque há uma divisão claramente étnica. Portanto, mesmo outras figuras poderiam eventualmente ser importantes e trazer algum tipo de esperança. Tenho muitos amigos no Sudão do Sul que dizem que 'quem não tem sangue nas mãos no sentido de que não batalhou na guerra pela independência do Sudão do Sul, não pode governar'. Portanto, estamos aqui a fechar um capítulo muito grande. E então, quem é que vai substituir esta geração? Mas penso que a população quer que haja eleições. Seja quem forem os candidatos. Porque estamos na situação em que foram sempre estas duas pessoas, como Presidente, vice-presidente ou grupos armados a ter quase dois exércitos. RFI: Nesta altura, dado tudo o que aconteceu, a destituição de Riek Machar, o julgamento, os apoiantes a apelarem para que haja uma acção decisiva para mudar o regime, julga que estamos a caminho de uma nova guerra civil aberta? Ana Elisa Cascão: Eu acho que ela já está a acontecer. A questão é que quando nós pensamos em guerra civil, estamos sempre a pensar num grupo contra o outro. Aqui é muito mais do que isso. Foi o que aconteceu em Março. Riek Machar disse que não tinha dado ordens a essas milícias e que as milícias tinham agido por conta própria. Nós podemos não acreditar. Eu não acredito. Mas o facto é que isso pode acontecer. E, portanto, tem que haver aqui um tipo de política, nesse caso, da União Africana ou alguns dos países vizinhos que têm algum poder de influência dentro do Sudão do Sul, como por exemplo, o Uganda, o Quénia. O problema principal neste momento, são as milícias. Se as milícias não respondem a ninguém, seja lá quem for que está sentado em Juba, o conflito vai continuar. Pode haver eleições, porque isto foi sempre um problema do Sudão. Foi sempre isso que se disse: que se se tornasse independente, esse risco estava lá. Porque são pessoas que estiveram envolvidas na guerra e é isso que elas conhecem, as lutas pelo poder, a luta com o vizinho do outro lado do rio. Há que desmobilizar as milícias. Há, por exemplo, forças da União Africana ou do IGAD (Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento). Isso acontece na Somália. Também já aconteceu no Sudão do Sul, na verdade. Portanto, deve haver algum tipo de pressão a nível político do topo. Mas ao mesmo tempo, para perceber porque é que estas milícias estão a crescer, elas estão a crescer por causa da pobreza. A corrupção não é uma coisa que acontece no topo. Quando se define corrupção, ela vai do ponto mais baixo até ao ponto mais cima do poder. E, portanto, aqui já temos todo um 'setting' que tem que ser modificado. RFI: Quais são as hipóteses de a comunidade internacional, a ONU ou a própria União Africana de facto intervirem, tendo em conta que temos não sei quantos conflitos abertos, considerados todos urgentes? Ana Elisa Cascão: Temos um genocídio a acontecer em Gaza, temos guerra no Myanmar, temos tantas guerras a acontecer que obviamente o Sudão do Sul é uma coisa menor. Vamos só olhar para o mapa africano neste momento. O conflito da República Democrática do Congo e do Ruanda não está nada resolvido e tem ligações com estes conflitos também. Mas o Sudão em si é a maior crise humanitária. Não estamos a falar do mesmo tipo de conflito que em Gaza, obviamente. Estamos a falar de um país que está numa guerra civil, que é a maior crise humanitária da história moderna. Dado o número de pessoas que foram deslocadas inclusive para o Sudão, a Etiópia, para o Egipto e para o Chade, tem que haver uma resposta. E aí sim, está na agenda o Sudão, porque tem muita influência. O Sudão tem mar, tem uma fronteira com o Chade, há uma crise humanitária incrível e muita ajuda humanitária não entra no Sudão, portanto, está a ir para o Chade. Portanto, temos aqui tantos focos. O Sudão do Sul aparece aqui como uma coisa menor. Neste momento, o Sudão no espectro africano é a coisa mais importante a ser resolvida, porque envolve a comunidade internacional, Emirados, a Arábia Saudita, etc, também no conflito. O Sudão do Sul não está no final da lista mas não é -com certeza- considerada uma prioridade.
O futevôlei é uma modalidade que faz sucesso no Brasil e vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o mundo, impulsionada pelas redes sociais e pelo apoio de personalidades, como Neymar e Ronaldinho Gaúcho. Recentemente, a dupla de Alagoas, Franklin e Hiltinho, uma das mais vitoriosas da atualidade, foi campeã de um torneio internacional disputado na França, o Mondial FootVolley, já tradicional no circuito. Renan Tolentino, da RFI, em Paris A final foi contra outra dupla brasileira,Tavinho e Gui Nascimento, mostrando o domínio do país na modalidade. Para Hiltinho, o título teve um sabor de superação, que ele dedica ao filho de 8 anos. “Esse mundial representa uma grande conquista para mim, porque eu estava voltando de uma lesão no joelho, estava sem treinar direito há dois meses. Então foi uma das conquistas que me deixou mais feliz, por eu não estar 100%. Além disso, também queria ganhar, porque era aniversário do meu filho e eu não podia estar com ele. Queria muito vencer para dedicar esse título para ele”, conta Hiltinho. Evolução do esporte A competição aconteceu na cidade de Juan-Les-Pins, no sul do país, no fim de julho. Ao todo, participaram 16 equipes de diferentes nacionalidades, como Alemanha, Israel, Argentina, Suíça, Emirados Árabes Unidos, França e, claro, o Brasil. “Os europeus estão jogando muito e, a cada ano, o campeonato está evoluindo. No próximo ano, creio que vai estar ainda mais difícil de se ganhar, mas acho que o domínio ainda é dos brasileiros”, avalia o jogador. Para chegar até a decisão e conquistar o título, a dupla teve que passar por quatro etapas. Hiltinho conta que um dos momentos mais difíceis foi na semifinal, contra Israel, que terminou no terceiro lugar. “Na fase de grupos, enfrentamos duplas da Espanha e da Holanda, e nas quartas, encaramos jogadores do Paraguai. Na semi, fizemos um jogo duro contra os israelenses, que estão jogando muito. Depois do Brasil, creio que eles são os mais fortes atualmente”, explica o brasileiro. “Nós sabíamos que poderíamos ser campeões” Na final, Franklin e Hiltinho venceram os compatriotas Tavinho e Gui Nascimento por 2 sets a 0, com placares de 18 a 16 e 21 a 20. “Foi um jogo muito duro. Eles são os atuais líderes do ranking brasileiro e vêm conquistando muitos títulos esse ano no Brasil, mas a gente sabe do nosso potencial também. Nós sabíamos que poderíamos ser campeões. Jogamos com muita tática e muita inteligência. A cada ponto, montávamos uma estratégia de defesa, eu e Franklin, e nisso conseguimos neutralizar alguns ataques deles. Foi um jogo equilibrado, no qual uma dupla fazia o ponto e a outra também. Tanto o primeiro como o segundo set foram decididos no detalhe”, recorda Hiltinho. O set decisivo foi disputado até o último ponto, terminando de uma forma quase cinematográfica, com Franklin e o adversário disputando a bola na rede. Após um breve rali, os dois chegaram juntos fazendo o shark attack, um dos movimentos mais plásticos do futevôlei, no qual o atleta eleva o calcanhar acima da rede e bate na bola com a sola do pé, de cima para baixo. “É um movimento muito bonito e um dos ataques mais eficientes do futevôlei, apesar de ser difícil de executar. É como se fosse uma cortada de vôlei, só que você bate com o pé”, explica. Experiência e inúmeros títulos O título mundial na França é resultado de uma longa jornada para a dupla brasileira. Hoje com 35 anos e multicampeão, incluindo 11 mundiais, Hiltinho iniciou a carreira em 2008, nas praias de Maceió, capital de Alagoas, sua terra natal. Em um cenário diferente, o conterrâneo Franklin, de 30, começou praticando o esporte de forma recreativa, em quadras de concreto, e se profissionalizou em 2016. A parceria dos dois já dura quase 10 anos, rendendo inúmeros títulos. Juntos, eles já conquistaram mais de 30 troféus, entre torneios nacionais e internacionais. "Eu e Franklin estamos juntos desde 2017. Graças a Deus, é uma parceria de muito sucesso, não só dentro de quadra, mas também fora das quadras. É como um irmão e esse laço que a gente tem foi muito importante nas nossas conquistas. O Franklin é um dos caras mais inteligentes do futevôlei atualmente. Joga muito. Sou fã dele", destaca Hiltinho. Com todos esses títulos, a dupla já deixou sua pegada na história do futevôlei, mas está pronta para mais. Hiltinho e Franklin se preparam para disputar a sequência do campeonato brasileiro, com mais três etapas entre setembro e outubro. “Agora, a gente está focado em querer ganhar mais. Vamos treinar mais, juntos, sem lesões e, se Deus quiser, vamos acabar esse ano com mais conquistas”, projeta o atleta.
Os protestos em Luanda, capital de Angola. Situação preocupante na Costa do Marfim. Sudão vs Emirados Árabes. E o Giro completo por África.APOIE O PDL no PIX: contatopontadelanca@gmail.comApresentação: Marcus Carvalho e Luis Fernando FilhoParticipações: JUREMA (Angola), Márcio Paulo e Cesar Augusto ChidozieQuadro: Márcio PauloEdição: Luis Fernando FilhoASSINE nossos planos no APOIA-SE (cartão ou boleto): https://apoia.se/pontalancapdl#Angola #Africa #Geopolitica
Segundo a ONU, 60% dos deslocados em Moçambique são crianças e muitas estão separadas de seus pais, sem documentação ou acesso à escola. Uma combinação de ataques armados, choques climáticos, surtos de doenças e falta grave de recursos assola o país africano. E ainda:- Governo libanês aceitou um plano americano para desarmar o Hezbollah até o final de 2025- Presidente da Colômbia afirma "não reconhecer a soberania peruana" sobre a ilha de Santa Rosa, localizada na tríplice fronteira entre a Colômbia, o Peru e o Brasil- Putin e Trump devem se encontrar na próxima semana, nos Emirados Árabes Unidos, para discutir o fim dos ataques à Ucrânia Ouça Os Garotin no Spotify Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O corpo da publicitária Juliana Marins, que morreu em um vulcão na Indonésia, chegará ao Brasil na quarta-feira (2). De acordo com a companhia aérea responsável pelo traslado, o corpo de Juliana será transportado na terça-feira (1) para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e chegará ao Rio de Janeiro na tarde do dia 2 de julho. A família da publicitária pediu à Justiça Federal que uma nova autópsia seja feita no corpo de Juliana assim que ele chegar ao Brasil. E ainda: Moradores vivem momentos pânico durante 'guerra de espadas' em Salvador (BA).
Semana de Galo x Colorado! Porque Palácios está indo para os Emirados Árabes? Galo tentou mesmo a volta de Allan? Com Laura Rezende, Henrique Fernandes, Carol Leandro e Rogério Corrêa. Edição: Amanda Paiva.
Depois de dois meses e meio, cerca de 100 caminhões com suprimentos chegaram à Faixa de Gaza nesta terça-feira (20). O desbloqueio da ajuda humanitária foi feito no mesmo dia em que a União Europeia e o Reino Unido engrossaram a pressão internacional para que Israel permitisse ajuda a Gaza. Para Israel, os bloqueios servem como forma de forçar o Hamas a libertar os reféns que estão sob poder do grupo terrorista desde os ataques de 7 de outubro de 2023. A situação de Gaza é tão crítica que a fez a ONU alertar que 14 mil bebês poderiam morrer em 48 horas caso a ajuda não chegasse. Depois da pressão internacional e do apelo da ONU, cerca de 100 caminhões com ajuda humanitária entraram no território. “Estão atacando a gente com fome, com sede”, relata a palestina Assmaa Abo Eldijian em conversa com Natuza Nery neste episódio. Nascida nos Emirados Árabes, Assmaa viveu no Brasil dos 4 aos 20 anos de idade. Morando em Gaza desde 2006, onde se casou e vive com os filhos, a palestina conta como é lidar com o conflito que já dura quase 600 dias e já deixou mais de 50 mil mortos. Natuza fala também com João Koatz Miragaya, que fala direto de Israel. Mestre em História pela Universidade de Tel Aviv, Miragaya responde como a população israelense vê a guerra contra o Hamas neste momento. Ele relembra como o bloqueio de ajuda humanitária foi uma das primeiras repostas de Israel ao ataque do Hamas que matou mais de 1,4 mil israelenses. E conclui como a percepção da população israelense sobre a guerra mudou desde a última troca de reféns, em fevereiro.
Donald Trump voltou a colocar o Oriente Médio no centro de sua estratégia internacional. Em uma das primeiras viagens do segundo mandato, ele passou por Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes, mas deixou Israel de fora. Enquanto negocia acordos bilionários e costura uma nova arquitetura regional, o presidente estadunidense mostra que sua prioridade continua sendo clara: os interesses dos Estados Unidos acima de tudo. Mas o que isso revela sobre suas intenções? Trump retirou exigências que antes eram fundamentais para os aliados, como o reconhecimento de Israel pelos sauditas e fechou acordos com grupos como os houthis sem avisar Tel Aviv. Também atuou diretamente na libertação de um refém com cidadania americana, prometendo ao Hamas um cessar-fogo mais longo. Tudo isso sem consultar o governo israelense. O que isso nos diz sobre o novo papel dos EUA na região, e sobre o futuro das relações com Israel? Para nos ajudar a responder essas perguntas e entender os bastidores dessa diplomacia nada convencional, a gente recebe Hussein Kalout, cientista político, conselheiro do CEBRI, ex-conselheiro de assuntos estratégicos da Presidência da República.
Thor Koringa e seu pai, Fred Fontes, compartilham suas experiências no mundo do Jiu-Jitsu e além. Thor, um jovem talento da arte suave, já se destaca internacionalmente, competindo em alto nível e vivendo experiências únicas dentro e fora dos tatames. Seu pai, Fred Fontes, é um grande incentivador e mentor, tendo uma forte conexão com o meio das lutas e uma visão aprofundada sobre o impacto do esporte na formação de caráter e na vida dos atletas.Neste episódio, eles falam sobre o caminho de Thor no Jiu-Jitsu, as dificuldades e sacrifícios da vida de um competidor e a influência que o esporte tem na construção da disciplina e da mentalidade vencedora. Além disso, abordam uma questão polêmica sobre a diferença entre o Brasil e os Emirados Árabes: será que vivemos uma falsa liberdade por aqui?Com histórias inspiradoras e reflexões profundas, essa conversa promete te fazer enxergar o Jiu-Jitsu – e a vida – de uma forma diferente. Assista até o final e deixe sua opinião nos comentários!
Um Cut Back que começa em 2025, passa por 1986 e termina em 2050.Tanta tecnologia nos cega para o que realmente interessa.Uma onda de sonho para o senhor e a senhora pode ser o maior retrocesso da WSL- ou não, tudo depende de combinar o preço.Quantas chances perdeu Tyler em Abu Dhabi?Uma coisa é certa, Italo não pode ser parado!A cruzada vista pelos árabes do libanês Amin Maalouf é a nossa sugestão de leitura.A trilha fica por conta do Jay Richford & Gary Stevan (Stefano Torossi) com Flying High e The Drastics com I Want You Back (do disco MJ is a Rocker, versões do Michael Jackson e Jackson 5 em ritmo de reggae)
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*No Conselho de Segurança, Guterres pede avanços para reforma do órgão*Em 2025, diplomacia timorense quer expandir áreas de atuação na ONU*Luta contra a corrupção é fundamental para se obter paz no Haiti, diz Unodc*Surgem primeiros casos de Mpox na China, Emirados Árabes Unidos e Tailândia
Epidemia da varíola M continua ativa na República Democrática do Congo após ser declarada emergência global de saúde pública há seis meses; efeitos do conflito em território congolês representam risco de alastramento de casos.
NESTA EDIÇÃO. Lula sanciona PL das eólicas offshore com vetos a emendas. As tendências para o mercado livre de energia em 2025. Transpetro avalia entrada em projeto de infraestrutura portuária no ES. Seacrest consegue liminar para suspender pagamentos à Petrobras por campos maduros. Em missão no Oriente Médio, Silveira debate investimentos com Adnoc e assina acordo para minerais críticos com Emirados Árabes. Cientistas confirmam que 2024 foi o ano mais quente já registrado.
A temporada 2024 da Fórmula 1 termina no próximo fim de semana nos Emirados Árabes Unidos, com as atenções voltadas para o ano que vem. Com o campeonato decidido, a dança das cadeiras e as tensões nos bastidores ganham os holofotes.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito: http://litocavalcanti.com.br/.
Semana de cessar-fogo com o Hezbollah e avanço de leis anti-democráticas.... Bloco 1 - Entra em vigor o cessar-fogo com o Hezbollah. - Situação em Gaza se mantém catastrófica. - Israel Katz suspende prisões administrativas contra colonos. - Rabino Zvi Kogan, do Chabad, é sequestrado e morto nos Emirados Árabes. Bloco 2 - Em pronunciamento no último sábado, Netanyahu se defende de acusações em caso de documentos roubados e ataca o exército. - Guerra contra os meios de comunicação: governo cancela assinaturas do jornal ao Haaretz, filmes são proibidos de ser filmados e é aprovada lei para privatizar a rede pública de comunicação. Bloco 3 - Debate de conceitos: Apartheid, Limpeza étnica e Genocídio. - Dica cultural Para quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuro No exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuro Temos também a nossa campanha de apoio único. No Brasil - apoia.se/ladoesquerdopontual Nós nas redes: bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.social site - ladoesquerdo.com twitter - @doladoesquerdo e @joaokm instagram - @doladoesquerdodomuro youtube - youtube.com/@doladoesquerdodomuro Episódio #277 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
A morte de um rabino nos Emirados Árabes Unidos veio lançar dúvidas sobre ações iranianas. Um caso nebuloso que pode incendiar ainda mais o Médio Oriente. Cátia Bruno, editora de Internacional, é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No último dia oficial da Conferência do Clima da ONU em Baku, o jornalista Eduardo Geraque conversa com Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados da USP, sobre a proposta para meta de financiamento climático, que é menor do que 1/5 do montante defendido por especialistas e países em desenvolvimento. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
As negociações e bastidores da reta final da Conferência do Clima da ONU são discutidos pelo jornalista Eduardo Geraque e pela presidente do Instituto Talanoa, Natalie Unterstell. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa com Shigueo Watanabe Junior, pesquisador dos institutos ClimaInfo e Talanoa, sobre as influências do G-20 na Cúpula do Clima da ONU. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Rittl, diretor de Políticas Públicas para Florestas e Mudanças Climáticas da WCS, conversa com o jornalista Eduardo Geraque sobre a semana final da Conferência do Clima da ONU, em Baku. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com a diretora de políticas públicas da SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, que está na convenção do clima da ONU em Baku. Malu fala sobre as possibilidades das negociações do evento, das obrigações que as autoridades dos países têm de agir de forma ágil perante o cenário climático atual e sobre a ambição brasileira com o desmatamento zero. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o diretor executivo do ClimaInfo, Délcio Rodrigues, sobre a possibilidade do Brasil liderar o processo de transição energética mundial, estamos preparados para isso? Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o Superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, sobre como o setor privado vem atuando para enfrentar as mudanças climáticas. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Essa cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o coordenador do Programa Política e Economia Ambiental do Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da FGV EAESP, Guarany Osório, sobre as discussões do mercado mundial de carbono. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jornalista Eduardo Geraque conversa com o diretor executivo do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão. Leia: https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/brasil-detalha-meta-climatica-cop-baku-azerbaijao/ O vice-presidente, Geraldo Alckmin, apresentou nesta quarta-feira,13, na Cúpula do Clima da ONU (COP-29), em Baku, no Azerbaijão, documento que detalha as metas brasileiras para reduzir emissões de gases do efeito estufa até 2035. Na proposta, o governo promete a substituição gradual dos combustíveis fósseis em sua matriz energética, mas não detalha um cronograma. Também reforçou o compromisso de desmate zero, que vem sendo anunciado desde o início desta gestão. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Acompanhe a cobertura da COP29 no Estadão A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Não há mais tempo a perder”, declarou o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) ao abrir a cúpula dos líderes mundiais, que ocorre durante a Conferência do Clima (COP-29). Nesta terça-feira, 12, e quarta-feira, 13, representantes de 198 países são esperados no evento, realizado em Baku, no Azerbaijão. Na live de hoje, o jornalista Eduardo Geraque conversa com Marcos Buckeridge, vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Oferecimento: Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (11) é Thiago Arancam. Dono de uma voz poderosa, o brasileiro Thiago Arancam é considerado um dos maiores tenores da atualidade. Ele se apresentou nos principais teatros do mundo, em mais de 40 países. Destaque para o Alla Scala (Milão), Ópera de Roma (Itália), Ópera Nacional de Washington (EUA), Ópera Estadual de Viena (Áustria), Deutsche Ópera de Berlim (Alemanha), Bolshoi (Moscou), além de inúmeras produções no Japão, Emirados Árabes, Malásia, Canadá, Espanha, França, Polônia, Letônia, Mônaco e Reino Unido. Foram mais de 700 apresentações ao redor do mundo. No Brasil, em 2011, subiu ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a montagem da ópera “Tosca”, de Puccini, no papel do pintor Mario Cavaradossi, amante de Floria Tosca. Em 2014, no Theatro Municipal de São Paulo, encenou a Ópera Carmen de Bizet. Na Europa, conheceu Plácido Domingo, com quem gravou “Cyrano de Bergerac”, na São Francisco Opera (USA); “Madame Butterfly”, em Washington e “Carmen”, na Los Angeles Opera. Trabalhou com grandes regentes de orquestra, entre eles: Daniel Harding em vários concertos com a Swedish Radio Symphony Orchestra; Christian Thielemann em “Dresden” na Manon Lescaut, Pier Giorgio Morandi na ópera “Tosca” em Las Palmas e Estocolmo; o brasileiro Silvio Barbato com a Orquestra Camerata Brasil em Brasília, João Carlos Martins, Plácido Domingo, Julius Rudel, Lorin Maazel, Nicola Luisotti, Patrik Fournellier, Renato Palumbo, Corrado Rovaris, entre outros. De volta ao Brasil em 2017, Thiago Arancam reencontrou suas raízes, lançou o álbum “Bela Primavera”, que deu origem ao espetáculo que rodou o país e emocionou o público. Em 2018, gravou o CD “This is Thiago Arancam” (2018); em 2019, “Thiago Arancam (Ao Vivo)”. Os três trabalhos trazem as influências do mundo lírico e aproximam o tenor da Música Popular Brasileira, além da força e da emoção da voz do artista, considerado um dos principais tenores da atualidade. Em paralelo ao trabalho com as turnês e lançamento dos novos álbuns, o cantor seguiu com as apresentações em diferentes países, entre eles Rússia, Lituânia, Estados Unidos e Austrália, com as óperas Madame Butterfly, Manon Lescaut, Turandot, Tosca e Carmen. E também lançou clipes e disponibilizou o conteúdo da turnê Bela Primavera em seu canal oficial no YouTube. Com fôlego gigante, Thiago Arancam protagonizou a versão brasileira de “O Fantasma da Ópera”, musical já visto por mais de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, ficou em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, de agosto de 2018 até dezembro de 2019. Arancam realizou 360 apresentações, sendo sua maior marca de execução em uma mesma obra. Durante a pandemia 2020/2021 Thiago realizou mais de 20 shows ao vivo por streaming e transmissões pela televisão, totalizando mais de 10 milhões de visualizações em audiência. Como comentarista, o programa traz Mônica Salgado. Jornalista, criadora de conteúdo multiplataforma, consultora e palestrante.
Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29, realizada entre esta segunda-feira, 11, até 22 de novembro. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ Oferecimento: EletrobrasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um evento de campanha do prefeito Ricardo Nunes (MDB) nesta terça-feira, 22, em São Paulo. Bolsonaro, que no início da corrida eleitoral chegou a flertar com a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), agora colou o adesivo do emedebista no peito e pediu votos para o aliado a uma plateia de empresários. Em um discurso breve, de cerca de três minutos, Bolsonaro destacou a parceria com Nunes durante seu governo para extinguir a dívida da cidade com a União. O ex-presidente ainda reforçou o pedido de votos ao emedebista e lembrou que as eleições só terminam às 17h do próximo domingo.Leia: https://www.estadao.com.br/politica/em-sp-bolsonaro-pede-voto-a-nunes-que-fala-em-nao-baixar-a-guarda-nao-existe-campanha-ganha/ Andreazza também fala sobre a defesa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), da proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF). Lira disse que o texto não busca suprimir ou extinguir a função jurisdicional da Corte, nem interferir em sua autonomia. “Longe de configurar qualquer violação ao núcleo essencial da separação de poderes, propõe-se uma maior transparência e segurança jurídica ao sistema constitucional, sem interferir na função jurisdicional precípua do STF, mas aprimorando-a”, afirmou. Lira enviou manifestação à Corte a pedido do ministro Kassio Nunes Marques, relator de ação ajuizada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) que pede a suspensão imediata da proposta. Leia: https://www.estadao.com.br/politica/lira-defende-pec-que-limita-decisoes-do-stf-e-diz-que-objetivo-e-aprimorar-funcao-da-corte/ O colunista também comenta sobre a reunião do grupo Brics. A décima-sexta cúpula do grupo BRICS na cidade russa de Kazan deve se tornar um triunfo diplomático para o presidente russo, Vladimir Putin, especialmente após a expansão do bloco em 2023, quando foram incluídos Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos (a Arábia Saudita também foi convidada, mas ainda não deu resposta). Lula não foi ao evento por conta de uma recomendação médica após acidente doméstico. Leia: https://www.estadao.com.br/internacional/oliver-stuenkel/cupula-do-brics-na-russia-representa-dilema-estrategico-para-o-brasil/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os ministros do STF participaram de pelo menos 22 agendas no exterior entre junho de 2023 e maio de 2024, a maioria na Europa, segundo levantamento feito pelo Estadão. Nove desses eventos foram organizados ou patrocinados por instituições privadas — algumas delas com causas em julgamento na Corte.Foram 14 agendas na Europa, sendo três na França, três na Alemanha, duas na Espanha, duas em Portugal, duas no Reino Unido e duas na Suíça. Os magistrados também foram a fóruns no Canadá, Emirados Árabes Unidos, Cabo Verde e Argentina. Os Estados Unidos aparecem entre os destinos favoritos dos ministros do Supremo. Quatro eventos em território americano receberam integrantes da Corte brasileira entre janeiro e abril de 2024.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A última edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal antes do Natal!Recebemos novamente Natalie Unterstell, presidenta do Instituto Tanaloa, para abordar os atritos e resoluções da COP28, realizada nos Emirados Árabes Unidos.Outro convidado foi o sociólogo franco-congolês-brasileiro Serge Katembera, que fez a prévia das eleições da República Democrática do Congo, que serão realizadas na próxima quarta-feira (20/12).No mais, Filipe Figueiredo e Matias Pinto seguiram com a cronologia dos últimos acontecimentos na Faixa de Gaza.Por fim, nossa dupla de apresentadores deram aquele tradicional pião pela nossa quebrada-latino americana com Sylvia Colombo, que voltou de Buenos Aires com os principais detalhes da posse de Javier Milei e também as atualizações da crise na Guiana Essequiba.