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Oxigênio
#223 – Existe vida nos oceanos das luas geladas?

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 38:58


Algumas das luas de Júpiter e Saturno têm sido objetos de interesse da astrobiologia há tempos. Novas missões estão a caminho para explorar alguns desses satélites e procurar  condições de habitabilidade que podem estar em grandes oceanos debaixo da superfície. Aqui na Terra, o estudo de organismos que vivem e se reproduzem em ambientes considerados extremos, os extremófilos, pode ajudar a entender como a vida pode se adaptar a condições de temperatura extremamente baixa, entre outros estressores. Para tratar do tema, o repórter Danilo Albergaria conversou com as pesquisadoras Amanda Bendia e Maria Eduarda Nascimento, ambas do Instituto Oceanográfico da USP, Rosaly Lopes, da NASA e Douglas Galante, do Instituto de Geociências, também da USP. Este é o terceiro episódio de uma série produzida pelo Danilo, com apoio do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. _________________ Roteiro Danilo: Nos dois primeiros episódios do podcast Oxigênio dedicados à astrobiologia, falamos da busca por vida em exoplanetas e em Marte. Desde os anos 60, Marte foi o objeto que mais capturou as atenções dos cientistas interessados em entender se a vida pode ter surgido e  persistido em outros lugares do sistema solar. Mas esse panorama tem mudado nas últimas décadas. Desde as missões Galileo e Cassini, algumas das luas que orbitam Júpiter e Saturno entraram no rol de mundos com potencial de oferecer condições habitáveis à vida como a conhecemos. Novas missões espaciais estão a caminho ou em fase final de preparação para explorar algumas das luas dos gigantes gasosos. Entre os seus objetivos está entender melhor as potenciais condições de habitabilidade nos grandes oceanos debaixo da superfície dessas luas – ou seja, os cientistas querem saber se esses lugares oferecem condições suficientes para que seres vivos sobrevivam. Nesse episódio, eu entrevistei quatro cientistas que trabalham direta ou indiretamente com isso. Com eles, vamos explorar o que sabemos – e o que ainda não sabemos – sobre as luas geladas do sistema solar. Será que pode existir vida nesses lugares? É isso o que muita gente que pesquisa astrobiologia quer saber. [Vinheta] Danilo: Algumas das missões mais importantes da exploração espacial do presente e do futuro próximo estão destinadas às luas de Júpiter e Saturno. Vamos falar primeiro das que vão explorar a vizinhança de Júpiter.  A sonda JUICE, acrônimo para “explorador das luas geladas de Júpiter” em inglês, foi lançada pela ESA (a agência espacial europeia) em 2023 para explorar Ganimedes, Calisto e Europa, três das quatro luas de Júpiter chamadas de galileanas. O quarteto foi observado pela primeira vez há mais de 400 anos por Galileu Galilei. A não ser pela nossa própria Lua, nenhuma lua do sistema solar é visível a olho nu. Galileu foi o primeiro a observar as luas de Júpiter usando um telescópio, invenção recente que tinha sido aprimorada por ele. As luas galileanas de Júpiter são relativamente grandes. Embora ainda sejam objetos bem menores do que a Terra, Ganimedes e Calisto são um pouco maiores do que a nossa Lua, enquanto a  Europa é um pouco menor. A quarta lua, a Io – um verdadeiro inferno vulcânico, e que não estava no radar de estudos da missão de 2023 como as demais, é praticamente do mesmo tamanho da nossa Lua.  A JUICE está a caminho do sistema joviano, ou seja, Júpiter e suas luas, mas ainda se encontra na vizinhança da Terra. Ela deve se aproximar de novo de nós para pegar embalo com a gravidade do nosso planeta, que vai estilingar a sonda para o sistema solar externo. A JUICE deve chegar aos arredores de Júpiter em julho de 2031. Outra sonda, a Europa Clipper, da NASA, foi lançada em outubro de 2024 para investigar, como o nome sugere, a lua Europa, a mais interessante das luas de Júpiter. A estilingada da Europa Clipper, ao passar perto da Terra, vai acontecer um pouco depois da passagem da JUICE – vai ser em dezembro de 2026, mas a Clipper deve chegar antes à vizinhança de Júpiter, em abril de 2030. A Clipper vai orbitar Júpiter e passar bem pertinho da superfície de Europa umas 50 vezes. Além das duas missões ocidentais, a China está planejando lançar uma sonda em 2029 para chegar a Júpiter em 2035 e explorar as luas Calisto e Ganimedes. Por que tanto interesse nessas grandes luas de Júpiter? Como eu já indiquei no começo do episódio, existem muitos indícios e evidências indiretas de que Europa, Calisto e Ganimedes têm enormes oceanos debaixo de uma espessa superfície gelada. A estimativa é de que cada uma dessas três luas tenha corpos de água líquida maiores do que todos os oceanos terrestres. Conversei sobre isso com o Douglas Galante, professor do Instituto de Geociências da USP e um dos pioneiros da astrobiologia no Brasil – ele é vice-coordenador do AstroLab, da USP, o primeiro laboratório dedicado à pesquisa em astrobiologia no país, fundado em 2011 por Douglas, pelo químico Fabio Rodrigues, atual coordenador do laboratório, e pelo Ivan Paulino-Lima, que hoje é pesquisador na NASA. Douglas: Uma coisa sempre interessante quando a gente pensa nessas luas geladas que eu sempre falo é que a gente adora falar que a Terra é o planeta água, algo que ficou popularizado, e a gente esquece de pensar que nessas luas de Júpiter e Saturno a gente tem mais água do que aqui na Terra. É em cada uma delas. Então a gente é muito presunçoso. Europa, os modelos mostram que ela pode ter um oceano de 100 quilômetros de profundidade. A gente não consegue imaginar o que são 100 quilômetros. O ponto mais profundo aqui na Terra, da Fossa das Marinas, são 11 quilômetros. Imagina 10 vezes mais. Danilo: Ganimedes, a maior lua de todo o sistema solar, deve ter um oceano seis vezes maior do que todos os oceanos da Terra combinados. Mas esses enormes corpos de água líquida não estão na superfície das luas, e sim debaixo de superfícies congeladas que podem chegar a centenas de quilômetros de espessura. Júpiter está cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra, e o frio a essa distância do Sol impossibilita a existência de água líquida na superfície das luas. O Douglas chamou a atenção para o fato de que essas luas estendem possível habitabilidade para além da região em que a Terra orbita, mais próxima do Sol e que permite água líquida na superfície. Douglas: Mas o que eu acho super interessante, que eu sempre coloco, é que as luas dão um indicativo de habitabilidade que é maior do que a gente conhecia. Quando a gente olha os conceitos de habitabilidade tradicionais, que definem a zona de habitabilidade estelar, que é a presença de água líquida na superfície, as luas são ambientes crípticos que obtêm energia para manutenção da água líquida a partir da interação gravitacional com seus planetas hospedeiros. Danilo: Ok, mas se a superfície é gelada demais para ter água líquida, como esses oceanos podem existir? A explicação é a seguinte: o decaimento radioativo dos elementos que formam o núcleo das luas gera calor considerável de forma mais ou menos constante, parecido com o que acontece com o núcleo da Terra. Mas isso é só parte da explicação. Entra, então, o chamado “aquecimento de maré”. Conforme a lua se desloca na órbita do planeta gigante, a atração gravitacional do planeta não é uniforme: como a órbita não é circular, mas elíptica (ou “ovalada”), as luas às vezes estão um pouco mais perto e às vezes um pouco mais longe do planeta. Isso produz um efeito de “estica e puxa” que estica e comprime a lua, e isso gera calor entre as suas camadas internas. Também entra aí o fato de que as órbitas de Ganimedes, Io e Europa estão em ressonância, ou seja, enquanto a Io completa uma volta, a Europa completa duas, e a Ganimedes, quatro, o que aumenta a excentricidade de suas órbitas (ou seja, estica um pouco a elipse). Nesse processo, a própria variação na distância entre as luas gera uma interação gravitacional que contribui para o efeito de aquecimento de maré. Além disso, a provável presença de sais nos oceanos faz com que o ponto de congelamento diminua, mantendo a água em estado líquido. A JUICE e a Europa Clipper serão importantes para entender melhor as superfícies das luas e colher dados indiretos que indiquem algumas características desses oceanos, incluindo informações sobre se eles oferecem condições habitáveis para a vida como a conhecemos. Água líquida é uma das condições necessárias. Mas como os cientistas vão fazer para saber o que mais pode haver nesses oceanos?  [Música] Danilo: Para entender como os cientistas vão fazer para saber mais sobre as luas geladas, eu conversei com a Rosaly Lopes, que é diretora de ciências planetárias do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ela teve atuação importante na missão Galileo, que explorou as luas de Júpiter entre 1995 e 2003.  Rosaly: Eu trabalhei na missão Galileo e a missão Galileo foi que descobriu que a Ganimedes e a Europa tinham oceanos de água líquida debaixo de uma crosta de gelo, principalmente Europa. Aí o pessoal fica muito entusiasmado porque Europa, nós sabemos que tem calor no interior, tem sinais de criovulcanismo, criovulcanismo é o vulcanismo que traz essa água líquida do interior para a superfície. E são três coisas essenciais para existir vida, vida como a nossa: água, energia, como calor, como vulcanismo, e material orgânico. Nós não sabemos muito sobre o material orgânico em Europa. Sabemos mais em Encélado e Titã, por exemplo. Eu também trabalhei na missão Cassini. Mas a missão que está indo agora para a Europa vai estudar justamente os depósitos da superfície para ver se é material orgânico ou não. Danilo: Encélado e Titã são luas de Saturno, e a Cassini foi a missão da NASA que explorou o sistema saturniano entre 2004 e 2017. Vamos falar delas daqui a pouco. Por ora, o que a Rosaly falou sobre possível criovulcanismo (ou vulcanismo gelado) em Europa é importante porque pode ser um dos mecanismos pelos quais parte do oceano do interior poderia ser expelida em enormes plumas de vapor de água e gelo. Não é algo completamente diferente de vulcões expelindo o magma do manto terrestre para a superfície. A Europa Clipper carrega instrumentos capazes de fazer medições que vão ser usadas para distinguir se essas plumas contêm material vindo do oceano profundo ou de pequenos reservatórios mais próximos da superfície. As pistas de criovulcanismo na superfície incluem anomalias de temperatura em determinadas regiões – mais quentes do que o esperado – além da presença de características que lembram fluxos de erupções ou de derretimento de geleiras aqui na Terra. Aliás, junto com a ausência de crateras de impacto de grande porte, isso indica que a superfície de Europa é jovem, devendo ter entre 50 e 100 milhões de anos. Em comparação, a superfície de Marte e da nossa Lua, formadas há bilhões de anos, tem muitas dessas grandes crateras, o que indica que a superfície não se renova. Ao examinar a superfície de Europa com a Clipper, os cientistas vão poder fazer inferências sobre seu interior. Mas a sonda não vai pousar na superfície da lua. Em vez disso, ela vai orbitar Júpiter e fazer 44 rasantes sobre Europa.  Douglas: Na verdade, ela não vai nem orbitar a Lua, ela vai ficar fazendo flybys em volta da Lua, vai fazer rasantes na Lua, e quando ela faz esses rasantes, ela faz uma série de imagens de alta resolução, faz medidas espectroscópicas para medir a composição, mas ela não vai, de fato, acessar diretamente o potencial oceano líquido que existe ali debaixo. E daí todo mundo pergunta, mas porque a gente não simplesmente pousa na superfície da Lua, faz um furo, mede a água e vê o que tem ali e pega um atum europeano, sei lá. Então isso é uma coisa complicada, porque o oceano de Europa tem 100 km de profundidade. A crosta, a gente fala que é uma crosta fina, mas fina, de 10 km de espessura. A gente tem que lembrar que as calotas polares aqui no nosso planeta têm de 4 a 4,5 quilômetros de profundidade.  Danilo: Pesquisadores estão explorando a potencial habitabilidade de oceanos de subsuperfície das luas analisando os seres vivos encontrados em condições muito adversas, extremas. A Amanda Bendia é professora do Instituto Oceanográfico da USP e coordenadora do ExtreMar, o Laboratório de Extremófilos Marinhos do instituto. Extremófilos são microrganismos capazes de viver em condições extremas e a Amanda é especialista em extremófilos marinhos de ilhas vulcânicas da Antártida. Lá existem fumarolas submarinas habitadas por micróbios adaptados a um ambiente com variação extrema de temperatura. Ela destaca o problema de conceber como microrganismos poderiam se adaptar às pressões muito altas que o oceano de Europa deve ter.  Amanda: Aqui na Terra, falando de extremófilos, a gente já encontrou vida nos mais extremos possíveis, desde a profundidade máxima do oceano até a mais alta atmosfera. Só que a profundidade máxima do nosso oceano é perto de 11 quilômetros, que fica naquela região das fossas marianas. Em Europa, é estimado que o ponto mais fundo seja ali perto de 100 quilômetros, então é 10 vezes quase mais profundo do que a nossa maior profundidade. Então, é um desafio a gente tentar entender como uma forma de vida ali poderia sobreviver a uma alta pressão como essa. Danilo: A Maria Eduarda Nascimento é doutoranda orientada pela Amanda, também no Instituto Oceanográfico da USP. A pesquisa dela envolve criar modelos computacionais para entender como possíveis comunidades de microrganismos poderiam subsistir no interior de oceanos de subsuperfície de luas geladas por meio de quimiolitoautotrofia – que é um nome sofisticado para descrever como alguns micróbios aqui na Terra se alimentam de compostos inorgânicos – como minerais e rochas – sem precisar de oxigênio e da luz do Sol. Os oceanos das luas geladas podem estar em contato com um interior quente e isso, dependendo dos elementos e compostos disponíveis, pode sustentar vida microbiana quimiolitoautotrófica. A gente vai falar disso daqui a pouco, porque a Maria também conversou comigo sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Maria: Ela tem o REASON, que é um radar para ver o quão grande é essa crosta de gelo e a estrutura. Ele tem um magnetômetro que é pela deformação no campo magnético que a gente sabe que tem um oceano, que a água salgada do mar acaba mexendo nesse campo eletromagnético, que a gente sabe que os elétrons da água salgada criam essa deformação no campo. Então a gente tem esse, que daí vai dizer quanto profundo é, vai dizer quão realmente muito profundo é. Qual é a salinidade? Vai ter um espectrômetro de massa também na Europa Clipper, então vai analisar esses gases na atmosfera por espectrometria. Danilo: A Clipper não vai ter como procurar diretamente por sinais de vida, buscando bioassinaturas, mas vai ser capaz de colher dados que vão poder indicar se o oceano é habitável ou não. Morando há décadas nos Estados Unidos, a Rosaly fala das bioassinaturas no inglês, biosignatures. Ela também falou sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Rosaly: Tem um que nós chamamos MASPEX, que é um espectrômetro de massa. Ele vai poder analisar gases perto de Europa. Se tiver pluma trazendo material do interior, isso vai ser uma beleza. Se não tiver pluma, aí depende de quanto material deve ter saído do interior. Também tem um Surface Dust Analyzer, que pode analisar partículas de poeira, dust é poeira. E existem sempre em todos os planetas e luas pequenos impactos de micrometeoritos e que estão colocando para fora partículas da superfície de Europa. Então, esse instrumento vai analisar a composição dessas partículas. E também, se tiver pluma no interior, colocando material para a superfície, também esse instrumento vai ser muito importante.  Nós vamos saber, por exemplo, mais sobre a espessura da crosta de gelo, se tem plumas trazendo material do interior para a superfície, se tem depósitos dentro da crosta de gelo que são, digamos, líquidos, que em vez de estar abaixo no oceano, estão mais perto da superfície. Está saindo algum material e nós sabemos que tem composição e cor diferente em umas regiões que chamam de Chaos Terrains, regiões caóticas, onde mais material veio do interior. E poder analisar a composição desse material, se tem material orgânico ou não. Então, [a sonda] vai também nos dizer muito mais sobre a lua Europa. Mas não é uma missão para detectar a vida, nem biosignature. Danilo: Diferentemente da Clipper, a JUICE (lançada pela ESA, a agência espacial europeia) não vai prospectar somente Europa, mas também Ganimedes e Calisto. Na verdade, o foco principal da missão da agência espacial europeia é a maior lua de todo o sistema solar, Ganimedes, a única que tem campo magnético próprio. A sonda vai orbitar essa grande lua, mirando entender sua estrutura interna, buscando mais informações sobre a extensão de sua crosta gelada, o volume de seu oceano, e caracterizar seu campo magnético. A sonda também vai fazer rasantes sobre Europa e Calisto para identificar locais mais interessantes para o pouso de futuras missões. O objetivo declarado da missão é entender as condições de habitabilidade oferecidas pelas três luas jovianas. Mas, claro, as luas de Júpiter não são as únicas que interessam para a astrobiologia. [Música] Danilo: Orbitando Saturno estão dois mundos que vêm chamando a atenção dos pesquisadores interessados na busca por vida fora da Terra há décadas: Titã e Encélado. Titã é a maior lua de Saturno – no sistema solar, ela só é menor do que a Ganimedes. Vamos falar de Titã daqui a pouco. Encélado é uma lua pequena – ela ainda tem tamanho mais do que suficiente para, com a própria gravidade, ter se tornado um objeto redondo, mas tem 15% do diâmetro da nossa Lua. A superfície dela, congelada, quase inteiramente branca com detalhes azulados, foi observada de perto pela primeira vez em 1980 e 81 quando as sondas Voyager visitaram o sistema saturniano. Se já era intrigante, Encélado se tornou um dos objetos mais interessantes do sistema solar com os indícios de que ela, também, possui um oceano de subsuperfície. A sonda Cassini, que começou a explorar o sistema de Saturno em 2004, observou Encélado ejetando plumas de materiais que devem compor esse oceano. Em três oportunidades, em 2008, 2012 e 2015, a Cassini deu rasantes – a uns 50 quilômetros de distância da superfície de Encélado – passando pelas plumas para analisar o que tinha ali. A Rosaly, que trabalhou na missão, falou um pouco sobre os achados. Rosaly: Encélado, o que é muito interessante é que esse líquido está em contato direto com o interior, a crosta do interior, porque foram detectados sais na pluma. Então, quer dizer que esse material está vindo direto do oceano. E nós sabemos que o oceano está em contato com o interior, que tem material orgânico também, sílica. Então, esse material está vindo direto do oceano até a superfície e você pode, digamos, colher esse material, voar pela pluma e colher o material.  Danilo: Com a Cassini, descobrimos indícios de que o oceano de Encélado tem materiais orgânicos e os seis elementos químicos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Eu também pedi para a Amanda explorar um pouco mais o que sabemos do oceano de Encélado a partir das plumas. Ela vai mencionar algo muito importante: as fontes hidrotermais.  Amanda: lá em Encélado é legal que tem umas plumas que são ejetadas em direção à superfície. E aí a Cassini passou de rasante nessas plumas que ficam geralmente ali no Polo Sul, de Encélado, e detectaram partículas de sílica. Esse tipo de partícula só poderia ser formado em temperaturas altas. Então, eles começaram aí uma discussão de que teriam fontes hidrotermais no fundo do oceano de Encélado. Isso é muito entusiasmante, porque a vida aqui na Terra, uma das grandes hipóteses, que é uma das mais aceitas pela comunidade científica, é que a vida teria se originado em fontes hidrotermais do oceano primitivo da Terra. Porque tem todos esses componentes químicos que geram um gradiente químico. A vida poderia obter energia, produzir energia a partir desse gradiente. Danilo: Até a década de 1970 ninguém sabia da existência das fontes hidrotermais no fundo dos oceanos terrestres. A crosta terrestre tem fissuras. Quando essas fissuras estão no assoalho oceânico, a água entra em contato com o magma próximo, o que gera verdadeiras chaminés, fumarolas. Nessas fontes, na escuridão do fundo oceânico, ecossistemas inteiros existem graças a microrganismos que conseguem produzir sua própria matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas, como compostos de enxofre, nitrogênio e ferro. A Amanda e a Maria falaram um pouco deles. Amanda: Tem não só micro-organismos bem específicos desses ambientes, mas até animais associados, porque os microrganismos sustentam a vida nesses locais, porque eles fazem um tipo de metabolismo que chama quimiossíntese. Que é um tipo de metabolismo que a gente tem todas as evidências de que era o metabolismo das primeiras formas de vida que existiram aqui. Eles conseguem obter energia a partir desses compostos químicos à base de enxofre, por exemplo. E aí, a partir dessa energia, eles conseguem fixar o CO2, que nem as plantas fazem a partir da luz. Fixam CO2 para produzir as moléculas orgânicas, eles conseguem, a partir da energia dessas rochas, desses compostos inorgânicos, fixar esse carbono e produzir, sintetizar essas moléculas orgânicas, então são produtores primários do fundo do oceano que sustentam a vida nesse oceano profundo. Então essas fontes hidrotermais são como se fossem oásis para essa vida de ambiente extremo em mar profundo. Maria: Eles estão lá respirando nitrogênio, respirando ferro, outros elementos. Então eles demonstram que essas similaridades, considerando o tempo também, por exemplo, Enceladus acredita que esse oceano esteja mais ou menos presente há um bilhão de anos, é tempo para a vida conseguir se adaptar a esse ambiente. Então, é plausível imaginar que se a gente tem um substrato quimiossintético, como por exemplo para a nossa vida aqui nas fontes hidrotermais, é plausível a gente imaginar que nesses outros mundos, onde existem essas condições alienígenas parecidas com o que a gente tem aqui, também exista vida.  Danilo: Além disso, o metano está entre os materiais orgânicos detectados em Encélado. Isso é mais um motivo para entusiasmo com o potencial de habitabilidade do oceano de Encélado. Amanda: Mas o legal do metano é que eles viram que provavelmente naquela camada fria de gelo tem clatrato de metano nas fissuras. Porque tem vários modelos que mostram a formação desse tipo de clatrato de metano, que são moléculas de metano que em volta tem moléculas de água congeladas, resumindo. E aqui na Terra a gente tem condições de oceano profundo e de subsuperfície pela alta pressão. Em temperatura baixa, a gente também tem hidrato de metano, que é abundante em algumas regiões de mar profundo, em subsuperfície. E aí, aqui na Terra, a gente tem nessas regiões de subsuperfície, eventualmente esse clatrato de metano pode vir mais em direção à superfície e exsudar esse metano. E a gente tem uma rica diversidade de arqueias que conseguem utilizar esse metano, arqueias e bactérias também, mas a gente vê que tem especificamente arqueias que conseguem metabolizar esse metano, consumir esse metano, são chamadas de metanotróficas. E aí é um grupo que hoje a gente já sabe que está espalhado na Terra, em todas as regiões de exsudação de metano, e que é muito adaptado a conseguir… Utilizar esse metano para obter energia nesses ambientes. Então a gente sabe que o metano também é um indicativo superlegal como uma fonte de energia para um possível metabolismo metanotrófico. [Música] Danilo: Eu não consigo decidir qual dessas luas é a mais interessante, mas eu sei que primeira a ter despertado minha curiosidade desde que li o livro Pálido Ponto Azul, do astrônomo Carl Sagan, é Titã. Então, vamos, finalmente, falar dela, a maior lua de Saturno. Titã foi observada pela primeira vez pelo astrônomo holandês Christian Huygens, com um telescópio que ele mesmo projetou, em 1655. Essa, que é a segunda maior lua do sistema solar, tem uma característica muito peculiar: Titã tem uma atmosfera muito espessa, e é tão densa que a pressão atmosférica em sua superfície é 50% maior do que a da Terra. Quando a sonda Voyager 1 passou pelo sistema saturniano em 1980, pela primeira vez os seres humanos puderam ver que a atmosfera de Titã oculta a superfície no espectro da luz visível. A Voyager também conseguiu caracterizar a atmosfera, composta principalmente de nitrogênio, com traços de metano e a presença de algo que vem semeando a imaginação de muita gente: moléculas orgânicas complexas. A sonda Cassini levou consigo um módulo nomeado em homenagem ao Christian Huygens. Quando a Cassini chegou perto de Titã, ela soltou a Huygens em direção à lua. Em janeiro de 2005, a Huygens desceu pela atmosfera muito densa de Titã, abriu um paraquedas e pousou. Por pouco mais de uma hora, a Huygens conseguiu fazer imagens da superfície, confirmando uma suspeita antiga dos astrônomos: como a Terra, Titã tem líquido estável na superfície. Mas não é água. Com temperatura média por volta de 180 graus Celsius negativos, a superfície de Titã tem lagos de hidrocarbonetos, ou seja, matéria orgânica. São lagos de metano e etano em estado líquido. Chove metano em Titã. Como? O Douglas explica. Douglas: Nessas temperaturas, o etano e o metano que fazem a atmosfera já conseguem ser condensados. Todo mundo já viu aqui um botijão de cozinha, de butano, butano propano, que dentro do botijão o gás está líquido. Você abre a torneirinha ali, a mangueira, sai líquido. E ele prontamente, quando chega na atmosfera, ele expande e forma gás. Então, quando você comprime gases, eles podem condensar e se tornar líquidos. Eles mudam de fase. A mesma coisa acontece lá. Com a alta pressão lá, a pressão é duas vezes a pressão aqui da Terra. E baixa temperatura, eles condensam, formam líquido. Então, ela tem oceanos, rios, lagos de metano e etano. E lentamente esse metano e etano vão evaporando, indo para a atmosfera. Na alta atmosfera eles se condensam de novo e formam nuvens. E essas nuvens podem chover ou nevar metano e etano. Então você tem um ciclo hidrológico, metanológico, completo de ciclagem de metano e etano na superfície.  Danilo: Quando esse material orgânico abundante em Titã interage com a radiação ultravioleta do Sol, ela forma polímeros orgânicos – moléculas compostas de cadeias muito extensas de carbono e hidrogênio. O Sagan deu o nome de tolinas para essas macromoléculas orgânicas muito abundantes em Titã. Douglas: Além disso, tem essas tolinas que formam hidrocarbonetos mais complexos. Por isso que normalmente o próprio [Carl] Sagan dizia isso: Titã pode não ser o melhor lugar para a vida como a gente conhece, mas pode existir alguma coisa de vida como a gente não conhece. Acima de tudo ela é um excelente laboratório de química prebiótica, porque você tem esse monte de moléculas orgânicas se formando, se complexificando e interagindo que pode dar os primeiros passos. Então grande parte das missões para ir para Titã ou para estudar Titã estão relacionadas com essa parte de química prebiótica. Esse é o principal argumento. Mas a própria missão que talvez vá em 2028, a Dragonfly, ela tem a proposta de procurar as duas coisas, de procurar resquícios, presença de água líquida, porque existe alguma água na superfície, mas normalmente na forma de gelo, ela vai buscar esse gelo e buscar por eventuais sinais de vida como a gente conhece, vida baseada em célula, coisas que a gente conhece. Danilo: A Dragonfly é uma missão da NASA em fase final de preparação. É uma espécie de drone do tamanho de um carro pequeno que vai explorar Titã. Deve até mesmo ser capaz de fazer pequenos voos pela atmosfera da lua. O lançamento da Dragonfly está previsto para julho de 2028 e a ela deve chegar em Titã em 2034. O que ela poderia encontrar lá, que seja de interesse astrobiológico? Será que Titã não poderia ter algum tipo de vida muito diferente da terrestre, com um maquinário bioquímico diferente? Douglas: A gente não conhece nada aqui na Terra que viva e que tenha metabolismo nessas temperaturas baixas, mas é cogitado. A Dragonfly também vai procurar por indícios de vida como a gente não conhece, algum desequilíbrio químico, alguma bioassinatura termodinâmica que possa indicar algum tipo de vida como a gente não conhece.  Danilo: Procurar pelo tipo de vida que a gente conhece, a terrestre, já é um desafio – se é que algo do tipo da vida terrestre existe fora da Terra. Um desafio ainda maior é procurar por vida como a gente não conhece. Tem muita coisa que a gente não sabe sobre a própria vida terrestre – como ela surgiu, por exemplo. Mas isso é o que sabemos que não sabemos – em outras palavras: é o desconhecido conhecido. Quando falamos em vida como não conhecemos, deve haver um espaço ainda maior de possibilidades que ignoramos e que nem sequer conseguimos conceber. É uma forma de ignorância dupla: nem sequer sabemos o que não sabemos. No próximo episódio, vamos voltar para a nossa vizinhança do sistema solar e olhar para um planeta gêmeo da Terra: Vênus. Ambos têm praticamente o mesmo tamanho, mas Vênus é um verdadeiro inferno, com uma superfície quente a ponto de derreter chumbo. Seria possível haver qualquer coisa viva lá? Na superfície, muito provavelmente não. Mas nas nuvens mais altas, a temperatura é bem mais amena. Em 2020, cientistas alegaram ter detectado fosfina, que aqui na Terra é produzida por seres vivos, uma possível bioassinatura nas nuvens altas de Vênus. Isso reacendeu o interesse astrobiológico no nosso vizinho infernal e novas missões estão em desenvolvimento para explorar a atmosfera ultradensa de Vênus. A pesquisa, o roteiro, a produção e a narração foram feitas por mim, Danilo Albergaria. A revisão do episódio foi da Simone Pallone, coordenadora do Oxigênio. A edição de áudio é do Guilherme Lopes, aluno do curso de Midialogia e estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa, a Cocen. As vinhetas do Oxigênio foram criadas por Elias Mendez. Este podcast foi produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, para divulgação do projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se gostou deste episódio, indique para seus amigos e amigas. [VINHETA DE ENCERRAMENTO]    

Debate da Super Manhã
Suape: Hub de combustíveis sustentáveis

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 26, 2026 47:19


Debate da Super Manhã: Com projetos voltados ao hidrogênio verde, e-metanol, biometano e combustível sustentável de aviação (SAF), o Porto de Suape vem consolidando sua posição como um dos principais polos brasileiros de transição energética e produção de combustíveis sustentáveis. No debate desta terça-feira (26), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a produção de energias limpas no complexo industrial pernambucano, a infraestrutura logística integrada e a conexão com os mercados nacional e internacional no setor de fontes energéticas sustentáveis. Participam do debate o diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto; a secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto; e o professor do Instituto de Petróleo e Energia (i-LITPEG) da UFPE, Fábio Machado Cavalcanti, integrante do Laboratório de Refino e Tecnologias Limpas (LabRefino/Lateclim), vinculado ao Departamento de Engenharia Química e ao Centro de Tecnologia e Geociências (CTG).

Podcast da Mineração
Data-Driven Mining com Msc Fabrício Santos - Produção: Podcast da Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 14:41


Entrevista completa==> https://youtu.be/6U2zjp13lrENeste programa especial, o podcast da mineração recebe Fabrício Santos MSc. Mestre em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, Geofísica Aplicada, fundador e CEO da Lithogeo que é uma empresa focada em inovação e automação. Aceleramos decisões com tecnologia, praticidade e confiabilidade.Este é o terceiro episódio de uma série que trará insights valiosos sobre diversos as tecnologias aplicadas da empresa. Neste episódio, vamos focar na eficiência operacional, custos e estratégia de negócios e como a ferramenta Lithogeo está democratizando a geofísica no Brasil. Descubra como transformar gigabytes de códigos em mapas de magnetometria e gamaespectrometria em questão de minutos.Entre em contato com a Lithogeo:Instagram: @lithogeoWhatsApp: 37 99907-4345https://lithogeo.com.br/ - contato@lithogeo.com.brAssista ao vídeo completo e descubra como a a Lithogeo transforma dados públicos, decisões rápidas: automação inteligente para quem não tem tempo a perder.

Podcast da Mineração
O Fim dos Dados Secretos com Msc Fabrício Santos - Produção: Podcast da Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 19:45


Entrevista Completa ==> https://youtu.be/8JVmcPTVa4kNeste programa especial, o podcast da mineração recebe Fabrício Santos MSc. Mestre em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, Geofísica Aplicada, fundador e CEO da Lithogeo que é uma empresa focada em inovação e automação. Aceleramos decisões com tecnologia, praticidade e confiabilidade.Este é o segundo episódio de uma série que trará insights valiosos sobre diversos as tecnologias aplicadas da empresa. Neste episódio, vamos apresentar a plataforma que leva o nome da empresa, a ferramenta Lithogeo está democratizando a geofísica no Brasil. Descubra como transformar gigabytes de códigos em mapas de magnetometria e gamaespectrometria em questão de minutos.Entre em contato com a Lithogeo:Instagram: @lithogeoWhatsApp: 37 99907-4345https://lithogeo.com.br/ - contato@lithogeo.com.brAssista ao vídeo completo e descubra como a a Lithogeo transforma dados públicos, decisões rápidas: automação inteligente para quem não tem tempo a perder.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Tiago Antonelli, Pesquisador em Geociências do Serviço Geológico do Brasil

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 11:20


Tiago Antonelli, pesquisador em geociências do Serviço Geológico do Brasil, falou no Direto ao Ponto sobre o levantamento dos estudos de risco realizados em Santa Cruz do Sul, que foram apresentados em audiência pública nesta semana na Câmara de Vereadores.

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep91 | Maternagem e o mundo do trabalho

ADunicamp

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 27:41


Novo episódio do Conexão ADunicamp debate maternagem e direitos no mundo do trabalho.Entre jornadas duplas, direitos negados e silêncios históricos, maternar segue sendo uma experiência atravessada por desigualdades estruturais. Para muitas mulheres e pessoas trabalhadoras, o cuidado ainda significa sobrecarga, invisibilização e precarização.É nesse contexto que o novo episódio do videocast Conexão ADunicamp mergulha no processo de construção da cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho: conheça seus direitos”. O material nasce do encontro entre universidade, movimento sindical, advocacia trabalhista e mulheres dos movimentos sociais de Campinas, uma iniciativa construída a muitas mãos, em que cada relato carrega memória, denúncia e horizonte de transformação.Coordenada pela ADunicamp, a cartilha estará disponível em breve nos formatos impresso e digital. A iniciativa reafirma o compromisso da entidade com a defesa dos direitos trabalhistas e com o fortalecimento do debate público sobre o cuidado como dimensão estruturante da sociedade.Nesta edição, conversamos com a professora Maria José Mesquita, docente do Instituto de Geociências (IG/Unicamp), diretora de Comunicação da ADunicamp, e com Luciana Barreto, advogada do escritório LBS Advogadas e Advogados (assessoria jurídica da entidade) e uma das autoras do material. Elas compartilham como a cartilha foi gestada, das rodas de escuta à elaboração jurídica, do acolhimento das experiências à construção de uma linguagem acessível, crítica e politizada.O lançamento da cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho: conheça seus direitos” acontecerá no dia 20 de março, em dois momentos:às 9h, na Casa Laudelina de Campos Mello Organização da Mulher Negra, espaço histórico de organização e luta das mulheres negras, com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes;às 18h, no auditório da ADunicamp, com debate e participação das pessoas que construíram esse processo coletivo.Em breve divulgaremos mais informações sobre o lançamento!CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampAcesse nosso sitewww.adunicamp.org.brSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicamp   / @adunicamp-secaosindical3742  Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Tiago Antonelli, Pesquisador em Geociências do Serviço Geológico do Brasil

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 11:20


Tiago Antonelli, pesquisador em geociências do Serviço Geológico do Brasil, falou no Direto ao Ponto sobre o levantamento dos estudos de risco realizados em Santa Cruz do Sul, que foram apresentados em audiência pública nesta semana na Câmara de Vereadores.

Podcast da Mineração
Plataforma Lithogeo com Msc Fabrício Santos - Produção: Podcast da Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 20:21


Neste programa especial, o podcast da mineração recebe Fabrício Santos Mestre em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, Geofísica Aplicada, fundador e CEO da Lithogeo que é uma empresa focada em inovação e automação. Aceleramos decisões com tecnologia, praticidade e confiabilidade.Este é o primeiro episódio de uma série que trará insights valiosos sobre diversos as tecnologias aplicadas da empresa. Neste episódio, vamos apresentar a plataforma que leva o nome da empresa, a ferramenta Lithogeo está democratizando a geofísica no Brasil. Descubra como transformar gigabytes de códigos em mapas de magnetometria e gamaespectrometria em questão de minutos.Entre em contato com a Lithogeo:Instagram: @lithogeoWhatsApp: 37 99907-4345https://lithogeo.com.br/ - contato@lithogeo.com.brAssista ao vídeo completo e descubra como a a Lithogeo transforma dados públicos, decisões rápidas: automação inteligente para quem não tem tempo a perder.

ECOEM
Estudante de Teixeira de Freitas desenvolver plataforma gratuita para estudantes do ENEM

ECOEM

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 17:19


Pedro Henrique Monteiro (Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental)

Debate da Super Manhã
Terras Raras

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 52:53


Debate da Super Manhã: Essenciais para tecnologias como celulares, carros elétricos e energia limpa, as terras raras colocam o Brasil no centro de uma disputa econômica global. Um tema decisivo para o presente e o futuro do desenvolvimento nacional. No debate desta quinta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as reservas brasileiras, o potencial do país e de Pernambuco e a importância econômica e estratégica dos elementos contidos nas terras raras. Participam o professor do Instituto de Petróleo e Energia (i-LITPEG) do Laboratório de Refino e Tecnologias Limpas (LabRefino/Lateclim), do Departamento de Engenharia Química, do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da UFPE, Fábio Machado Cavalcanti, o coordenador do Curso de Relações Internacionais da UniFBV, Gustavo Delgado @gustavo.work, e o economista, David Batista.

Meio Ambiente
Santuário na Antártida preservará amostras de geleiras condenadas a desaparecer

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 19:10


As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI

Solidaris
Unai Canela, documentalista: "No cal anar a l'altra punta del m

Solidaris

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 53:40


5 Minuts +
5'+ L'Entrevista 30/10/2025: Primera edició del Curs Internacional de Vulcanologia Olot – La Palma

5 Minuts +

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 4:59


El Curs Internacional de Vulcanologia inicia la primera edició amb places exhaurides Del 20 d’octubre a l’1 de novembre, 25 participants de 9 nacionalitats diferents es formen en vulcanologia amb sessions teòriques, pràctiques i sortides de camp a la Garrotxa i a l’illa de La Palma. En parlem amb el Dr. Xavier de Bolós, de l’Applied Volcanology Team del Geociències Barcelona (CSIC) i director del curs

Debate da Super Manhã
DEBATE DA SUPER MANHÃ: DESENVOLVIMENTO DO SEMIÁRIDO PERNAMBUCANO

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 48:15


Debate da Super Manhã: Mostrar as potencialidades do Semiárido do estado como promoção de desenvolvimento da Região Nordeste. Esse é o objetivo do Seminário Desenvolvimento do Semiárido Pernambucano que acontece nesta quinta-feira (4) com entrada gratuita. No debate desta quarta-feira (3), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o desenvolvimento sustentável e a energias renováveis da região e os impactos da educação e qualificação das Engenharias, Agronomia e Geociências. Participam o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PE). Adriano Lucena, o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, e o ex-deputado federal, Danilo Cabral.

Podcast da Mineração
Izabela Camisassa - REDCO - Combinação de Fatores para Maximizar Projetos de Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 29:10


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Izabela Camisassa, Country Manager da REDCO. Graduada em Engenharia Geológica pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) em 2012, sendo premiada como melhor aluna do curso. Possui sólida formação científica (dois projetos de iniciação científica e projeto de pesquisa na The University of Queensland, Austrália) e realizou estágios na Vale Australia (Queensland) e Vale S.A. (Carajás - PA), onde foram adquiridos conhecimentos sobre Exploração de Carvão e Cu-Au, respectivamente. Em 2019, quando decidiu mergulhar e se dedicar à carreira de gestão, iniciou a pós graduação em Gestão de Negócios na FDC (Fundação Dom Cabral) e, concomitantemente, assumiu a Coordenação de Planejamento, Geologia e Topografia da mina de Tapira, Mosaic. Autou também como Gerente de Geociências do Corredor Sul da Vale. Conversamos sobre o equilíbrio ideal entre os aspectos técnicos, econômicos e ambientais em um projeto de mineração, principais desafios técnicos enfrentados, atuação da REDCO e muito mais. Criação de Arte: Raul CadenaApoio:REDCOPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrMentoria - Roberta Azevedo - https://robertacavalcante.com.br/inscreva-se/ - @robertac.azevedo http://www.vptransportes.com.br/É com orgulho que anunciamos o lançamento da loja oficial do Podcast da Mineração! https://reserva.ink/podcastdamineracaoConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"

Podcast da Mineração
Webminar Especial Expominera NE - Patrocinador Prata - Mútua

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 20:54


Expo Minera Nordeste 2025, o maior evento voltado ao setor mineral da região Nordeste, que aconteceu entre os dias 06 e 08 de maio de 2025, no Centro de Convenções de Natal – RN. Foi a primeira edição do evento, trazendo uma nova era para a mineração na região, reunindo empresas, investidores, autoridades governamentais e a sociedade civil em um ambiente vibrante de inovação, networking e desenvolvimento.Link do Evento: https://www.expomineranordeste.com.br/Nesse Webminar conversamos com o Engenheiro de Produção e especialista em Gestão Pública, Eng. Petróleo e Gás, Planejamento e Gestão do Trânsito e Mobilidade Urbana, Márcio Sá é diretor geral da Mútua RN – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea. Sua gestão tem se destacado pela valorização da Engenharia, Agronomia e Geociências, além do apoio direto a estudantes e instituições de ensino do Rio Grande do NorteSua trajetória também inclui importantes cargos públicos: foi Secretário de Mobilidade Urbana de Natal e Secretário de Administração e Finanças da Prefeitura Municipal de Maxaranguape. Atualmente, atua como engenheiro da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU).Com forte atuação institucional, Márcio Sá foi conselheiro do CREA-RN por seis anos, coordenador da Câmara de Engenharia Mecânica e Metalurgia (Câmara Industrial), além de ter exercido, por três mandatos, a coordenação da Comissão de Ética Profissional do Crea-RN.Realização: Associação dos Engenheiros de Minas do Rio Grande do Norte (Aemirn)Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da CIência, da Tecnologia e da Inovação - SEDECOrganização: Amanda Rocha - Eventos CorporativosMídia Oficial: @podcastdamineracao ​

Podcast da Mineração
Gustavo Baptista - Geográfo PHD - Pós Graduação em Sensoriamento Remoto

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 31:25


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Gustavo Baptista, Professor Associado do Instituto de Geociências da UnB, com ampla atuação em programas de pós-graduação e coordenação acadêmica. Doutor em Geologia, com experiência em Sensoriamento Remoto, Avaliação Ambiental e Urbana. É pesquisador do Observatório das Metrópoles e criador do podcast “O Fascinante Mundo do Sensoriamento Remoto”, o maior do mundo em língua portuguesa sobre o tema, conversamos sobre a Pós Graduação em Sensoriamento Remoto, como surgiu a ideia, carga horária, formato e muito mais.Link para inscrição: https://ambgeo.com/pos-sensoriamento-remoto/Criação de Arte: Raul CadenaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrhttp://www.vptransportes.com.br/Apoio:GeoSensorÉ com orgulho que anunciamos o lançamento da loja oficial do Podcast da Mineração! https://reserva.ink/podcastdamineracaoConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"

Jornal da USP
Cultura na USP #93: Museu de Geociências recebe visitantes nas férias de julho após a reinauguração

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 57:21


Conheça a exposição gratuita que conta um pouco da história de 4,6 bilhões de anos do nosso planeta

Adufrgs Sindical
Entrevista com Jefferson Cardia Simões

Adufrgs Sindical

Play Episode Listen Later Jul 4, 2025 24:46


Neste episódio, a ADUFRGS-Sindical faz uma homenagem ao Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador Científico celebrados em 8 de julho. Para falar sobre o tema, nosso convidado desta edição é o professor Jefferson Cardia Simões, diretor do Centro Polar e Climático (CPC) do Instituto de Geociências da UFRGS. Ele é pioneiro da ciência glaciológica no Brasil e liderou expedições para a Antártida, a fim de estudar as mudanças climáticas no mundo.

Podcast da Mineração
Silas Samuel - Msc em Geociencias e Geólogo do Geoparque Seridó - Geoconservação e Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later May 20, 2025 42:23


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Silas Samuel - Msc em Geociencias e Geólogo do Geoparque Seridó. Conversamos sobre o Geoparque Seridó situa-se no semiárido nordestino, região centro-sul do Estado do Rio Grande do Norte, envolvendo totalmente os territórios dos municípios de Acari, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Lagoa Nova e Parelhas. Estes municípios fazem parte da mesorregião Central Potiguar e englobam partes das microrregiões Serra de Santana e Seridó Oriental, reconhecida como uma entidade de excelência e de referência pela comunidade local, regional, nacional e internacional, proporcionando o desenvolvimento econômico territorial sustentável, por meio de seu modelo de gestão, de acordo com às diretrizes do Programa Internacional de Geociências e Geoparques da UNESCO e muito maisCriação de Arte: Raul Cadena / Phablo KauãPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrRevo Geoscience - https://revogeoscience.com/Mentoria - Roberta Azevedo - https://robertacavalcante.com.br/inscreva-se/ - @robertac.azevedo Apoio:Geoparque Seridó - Rio Grande do Norte - http://geoparqueserido.com.br/É com orgulho que anunciamos o lançamento da loja oficial do Podcast da Mineração! https://reserva.ink/podcastdamineracaoConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #innovations #geoturismo #geoparte #conservação #geo

Reportagem
Como Brasil, Guiana Francesa quer explorar petróleo na Amazônia

Reportagem

Play Episode Listen Later May 12, 2025 7:32


O movimento pela retomada da exploração petrolífera na costa da Guiana Francesa é liderado por políticos locais, como o deputado Jean-Victor Castor. No Brasil, a autorização para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas ainda não saiu. Ibama continua avaliando os estudos de impacto ambiental na região apresentados pela Petrobras. Mas segundo o pesquisador Gustavo Moura, o Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará, os dados estão incompletos.  Como o Brasil, a Guiana Francesa quer explorar petróleo na Amazônia. Os políticos locais reivindicam a retomada de prospecção petrolífera ao largo da costa do território francês, vizinho do Amapá. A exploração foi suspensa em 2019 pela multinacional francesa Total após o fracasso de suas buscas. Desde então, entrou em vigor na França a Lei Hulot de proteção do meio ambiente que proíbe a extração de petróleo em todo o território nacional  Os defensores da retomada da exploração acreditam que há petróleo no local em abundância, como nos vizinhos Suriname, Guiana e na Foz do Amazonas no Brasil. Eles denunciam uma hipocrisia de Paris e pedem a revogação da Lei Hulot. A reportagem da RFI conversou em Caiena com o deputado Jean-Victor Castor, do grupo Esquerda Democrata e Republicana, representante da Guiana Francesa na Assembleia Nacional. “Temos que sair dessa hipocrisia. A Guiana Francesa tem muitos recursos, seja de mineração, petróleo ou gás. Eu Jean-Victor Castor, deputado pela Guiana Francesa, junto com o meu colega Davy Rimane e outros parlamentares de guianenses, somos a favor não que esse assunto seja de novo debatido, somos a favor da revogação da Lei Hulot”, defende.   Até agora, um único ministro, Manuel Valls da pasta dos Territórios Ultramarinos, se mostrou favorável a reabrir o debate sobre a retomada da exploração de petróleo na região.Recursos para desenvolver a Guiana FrancesaO deputado de esquerda lembra que mais 90% da Guiana Francesa é coberta pela Floresta Amazônica e que sua pegada de carbono é baixa, ao contrário da França. Os recursos do petróleo são necessários para desenvolvimento do território de 300 mil habitantes, 60% deles em situação de pobreza.  Segundo ele, “a Guiana Francesa contribui fortemente para a proteção do meio ambiente e para a redução das mudanças climáticas do planeta. Não podemos penalizar a Guiana Francesa a ponto de não serem asseguradas as necessidades mais básicas de acesso à água, acesso à eletricidade, educação”.    Ele acusa a França de manter o território em uma situação de subdesenvolvimento. “Há várias décadas, tudo o que foi planejado pelas autoridades públicas fracassou simplesmente porque a França não quer investir na Guiana Francesa”, afirma. E para garantir que os recursos do petróleo sejam efetivamente investidos na Guiana Francesa, Jean-Victor Castor, que é independentista e integrante do Movimento pela Descolonização e Emancipação Social, reivindica também mais autonomia para o território francês da América do Sul.  “A Guiana Francesa deve conquistar a plena soberania, mesmo que por etapas, com uma fase transitória. Mas o que é fundamental entender é que não podemos, por um lado, pedir para ter acesso aos nossos recursos, principalmente petróleo e gás, e não ter competência para poder decidir quem terá as autorizações de exploração”, demanda. Eles querem evitar sair de uma "situação colonial para uma situação neocolonial".Impacto ambiental Do outro lado da fronteira, no Brasil, a polêmica sobre a defesa do governo do presidente Lula de explorar petróleo na Foz do Amazonas continua. O Ibama avalia os estudos de impacto ambiental na região apresentados pela Petrobras. Mas segundo o pesquisador Gustavo Moura, o Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará e coordenador do projeto Maretórios Amazônicos, os dados estão incompletos.“São esses estudos de impacto ambiental que vão dizer como é que se deve agir, inclusive em caso de acidente. A gente encontrou diversos problemas, principalmente ligados à questão da área de influência, que tem sido delimitada no estudo, quanto também nos impactos que podem causar em povos e comunidades tradicionais na região, sobretudo as comunidades de pesca”.  Segundo o oceanógrafo, várias cidades que iriam receber resíduos ficaram de fora e o estudo estabeleceu áreas de pesca tradicional descontínuas. “Não existe território de pesca descontínuo porque eles não chegam de uma área à outra voando. Eles chegam navegando, e essas áreas, que são áreas de navegação, muitas vezes são parte do território de pesca também”, indica.  Consequentemente, fica difícil, em caso de derramamento, “dimensionar como isso vai afetar a cadeia produtiva, os produtos da sociobiodiversidade aqui na Amazônia”, completa, afirmando que “as consultas livres e prévias, informando as comunidades tradicionais” dos riscos e impactos não foram feitas. Gustavo Moura ressalta ainda que “o bloco fica muito próximo aos grandes sistemas recifais da Amazônia”. Por isso, ele “acha difícil que estudos consistentes mostrem que a exploração de petróleo nessa região não vá gerar um impacto inaceitável para a região”. Transição energética O discurso desenvolvimentista usado na Guiana Francesa também é usado no Brasil para justificar a exploração do petróleo na Amazônia. O governo brasileiro afirma que os recursos do setor são necessários para financiar a transição energética. Para ele, o Brasil envia um sinal negativo ao mundo, principalmente neste ano em que Belém recebe a COP 30. “Um sinal extremamente negativo. Todo mundo olha a região amazônica como um espelho do futuro da humanidade e, obviamente, a exploração de recursos fósseis não está dentro desse hall de coisas que a gente pensa enquanto alternativa de futuro. O que não nos responderam ainda é quanto de petróleo precisa ser vendido, a qual preço e durante quanto tempo para fazer o processo de transição energética?”, questiona O pesquisador considera que o Ibama está fazendo bem o papel dele. No entanto, Gustavo Moura está pessimista e estima que a autorização para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, com impactos inaceitáveis para a região, vai acabar saindo. “Eu acho que eles têm uma pressão muito forte para liberar. Tendo a acreditar que vai ser liberado e da pior forma possível, sem resolver muitos desses problemas que eu coloquei anteriormente”, conclui.

Jones Manoel
INSS: lulismo com medo de candidatura Ciro | O objetivo de Bolsonaro com foto escatológica | 5.5

Jones Manoel

Play Episode Listen Later May 5, 2025 234:53


O Manhã Brasil desta segunda  (5), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) o lulismo passou o fim de semana explicitando o medo com uma eventual candidatura Ciro Gomes em 2026, resultante da saída da Carlos Lupi do governo; 2) Bolsonaro publicou uma foto escatológica com seus intestinos à mostra durante a cirurgia realizada e 13 de abril, a sétima desde a facada de setembro de 2018Pessoas convidadas:Carlos Eduardo Martins, doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), professor adjunto e chefe do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Hegemonia e Contra-Hegemonia (LEHC/UFRJ), coordenador do Grupo de Integração e União Sul-Americana do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) e pesquisador da Cátedra e Rede Unesco/UNU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (Reggen).Rualdo Menegat, geólogo, doutor em Ciências na área de Ecologia de Paisagem (UFRGS), doutor Honoris Causa (Universidade Ada Byron, Peru), professor da Cátedra Unesco/Rede UniTwin de Desenvolvimento Sustentável/FLACAM (La Plata, Argentina), professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências da UFRGS, geólogo assessor científico da National Geographic Brasil e membro honorário do Fórum Nacional dos Cursos Geologia

UFOP CAST
PODCAST INFORMATIVO: Hidrogeodia

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 9:16


A 3ª edição do Hidrogeodia foi realizada neste ano de 2025, trazendo reflexões sobre a importância das águas subterrâneas no meio ambiente e de uma gestão sustentável deste recurso. O evento é uma iniciativa da Associação Internacional de Hidrogeólogos da Espanha, e foi realizado na Serra do Botafogo, a 7 km do Centro Histórico de Ouro Preto. O encontro contou com a participação da UFOP, por meio de estudantes e pesquisadores do Programa de Extensão Geociências sem Muros, do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão da Cátedra Unesco (NUCAT) e do PET Engenharia Geológica. Acompanhe os detalhes deste importante momento de diálogo e troca de conhecimento neste Podcast Informativo.Ficha TécnicaProdução: Patrícia Consciente e Wasington ReisEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio BernardiImagem: Divulgação

Papo no Auge!
Geo no Auge! - Ep. 11: Inovação e geociências - com Nayara Mesquita

Papo no Auge!

Play Episode Listen Later Mar 26, 2025 36:17


No episódio 11 do Geo no Auge!, a ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Doutora Iva Oliveira⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Geo Smart Consultoria e Tecnologia Colaborativa⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, e eu conversamos com Nayara Mesquita⁠, uma das idealizadoras da startup Reminera, voltada ao auxílio de mineradoras e pedreiras a minimizar o desperdício, gerar receita e garantir o acesso de agricultores a fertilizantes econômicos e sustentáveis.⁠⁠⁠Nesta conversa, nossa entrevistada falou sobre o processo de criação de sua startup, o processo de incubação na UFPE, sobre deeptechs e sobre a manutenção competitiva da Reminera num ambiente de negócios altamente tecnológico. Conheça também o trabalho da Dra. ⁠Iva Oliveira⁠ e de sua ⁠Geo Smart Consultoria⁠.Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente. Nos apoie via plataforma ⁠Catarse de financiamento coletivo⁠ e pelo Mercado Pago⁠. Link para o Catarse: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.catarse.me/vamosproauge⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Links para o Mercado Pago:⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 5,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 10,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 30,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 50,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 100,00⁠⁠

ADunicamp
PODCAST CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep 71 | Cotas Trans na Unicamp

ADunicamp

Play Episode Listen Later Feb 28, 2025 41:15


Podcast Conexão ADunicamp estreia temporada 2025 com novo cenário e debate sobre cotas trans na UnicampA nova temporada do Conexão ADunicamp chegou com tudo! O cenário está renovado, mas com a proposta de sempre: discutir temas essenciais para a universidade e a sociedade, com profundidade, compromisso social e uma abordagem progressista.O primeiro episódio do ano abre espaço para o debate sobre a implementação de Cotas Trans na Unicamp. Para falar sobre o tema, a entrevistada convidada é Luara Souza de Oliveira, artista visual, produtora cultural, ativista e graduanda em Ciências Sociais na Unicamp.Luara é uma das articuladoras e cofundadoras do Núcleo de Consciência Trans da Unicamp, além de coordenadora de relações na associação Ateliê TRANSmoras. Sua trajetória no ativismo está diretamente ligada à luta por políticas públicas e direitos civis para pessoas trans e travestis. Ao longo dos anos, esteve à frente de iniciativas como a 1ª Marcha Trans de Campinas e participou de importantes exposições e eventos culturais, como a ArtSampa e a Semana de Arte Transviada. Seu reconhecimento veio também da Câmara Municipal de Campinas, que a homenageou com os títulos de Juventude Negra Notável e Cidadã Emérita Zumbi dos Palmares.O episódio também contou com a participação especial da professora Maria José Mesquita, diretora de Comunicação da ADunicamp e docente no Instituto de Geociências (IG/Unicamp). Sua presença trouxe um olhar acadêmico sobre a importância das políticas de inclusão na universidade e o papel da ADunicamp nesse debate.Com discussões ricas e necessárias, essa nova fase do Conexão ADunicamp reforça o compromisso com a construção de uma universidade mais diversa, democrática e inclusiva. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming e aqui no canal oficial da ADunicamp. Não perca!CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta e cenário: Magrão PercursionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSIGA NOSSAS REDESwww.adunicamp.org.brfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampinstagram.com/adunicampyoutube.com/adunicamp

Emissão Especial
"Não estamos preparados para sismo maior"

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 10:03


Grande Lisboa voltou a tremer. Rui Fernandes, coordenador do Laboratório para a Geociência e investigador da UBI alerta para falhas na prevenção de efeitos sísmicos. "Só nos preocupados quando acontece". See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oxigênio
#188 Ep. 2: Por dentro da nuvem

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 6, 2025 23:09


Cada dia mais usuários adentram as redes sociais das Big Techs, como Facebook, Instagram, Threads, e assim por diante. Em 2024, mais de 5 bilhões de pessoas estavam usando as redes sociais, e esses usuários precisam de espaço de armazenamento para guardar seus arquivos, novos data centers precisarão ser construídos para atender às crescentes demandas. Mas qual é o impacto ambiental causado por essas estruturas de armazenamento de dados? Esta inquietação levou a Juliana Vicentini e o Rogério Bordini, a produzirem esta série de podcasts, em três episódios, para tratar do tema Impactos socioambientais das Big Techs, como parte do trabalho de Conclusão de Curso da Pós-Graduação em Jornalismo Científico, um programa do Labjor em parceria com o Departamento de Política Científica e Tecnológica, do Instituto de Geociências, da Unicamp. Os três episódios que compõem a série são: 1) Uma luz que nunca se apaga, (2) Por dentro da nuvem e (3) Pistache, cookies e muita soberania.  Neste segundo episódio, os jornalistas científicos ouviram a Daniela Zanetti, professora de Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo e também o Plinio Ruschi, engenheiro ambiental formado pela UNESP que atua como gerente de projetos climáticos na BRCarbon e o Alexandre Ferreira, especialista em computação verde e pesquisador do Recod.ai, Laboratório de Inteligência Artificial da Unicamp, que já conhecemos no primeiro episódio.  Acompanhe a série completa! Roteiro: Rogério: Gente, olha só esse sorvete maravilhoso, Juliana! Vou pegar um pra postar no meu Insta! Juliana: Tá bonito mesmo. Também vou querer. (pausa) Moço, me vê dois de pistache? (pequena pausa) Rogério: Junta aqui pra tirar uma selfie! (entra efeito sonoro de click de câmera seguido de som de notificação de erro) Rogério: Ixi, meu celular tá falando que tô sem espaço de armazenamento pra subir essa foto. Juliana: Afff esses serviços de nuvem limitados. Os caras têm milhares de data centers no mundo e mesmo assim nos cobram um rim pra subir uma mísera fotinho. Rogério: Pois é, né. Até ouvi falar que tem um site chamado Data Center Map que monitora a distribuição desses centros de dados pelo mundo. Numa escala global, já são quase 8000. Já pensou? Juliana: No Brasil temos 150 deles, sendo que 55 estão aqui pertinho da gente em São Paulo, e a tendência é que apareçam ainda mais. Segundo um relatório do Santander que eu li, essa vinda de data centers das Big Techs no território nacional está relacionada ao baixo custo para instalação aqui, boa infraestrutura, menor preço da energia quando comparado ao que é cobrado em outros países, e matrizes energéticas de hidrelétrica, eólica e solar, que, modéstia a parte, temos bastante por aqui. Rogério: Isso quer dizer então que em breve a gente ter espaço de sobra pra arquivar nossas fotos, certo? Juliana: Não é bem assim. Duvido muito que as empresas que estão instalando esses data centers no Brasil estão pensando no benefício dos usuários. É claro que a vinda dessas estruturas poderá gerar empregos à população local, mas certamente as empresas continuarão a expandir seus modelos de negócio enquanto usam nossos recursos naturais. E isso me preocupa um pouco. Rogério: Mas como o uso de recursos naturais acontece? Será que esses centros de dados só causam danos mesmo? Juliana: Não sei, Roger. Melhor pedir ajuda aos nossos universitários. Juliana: Meu nome é Juliana Vicentini e no episódio de hoje, eu e o Rogério Bordini vamos tentar desvendar o que está por detrás dos centros de dados que estão pipocando cada vez mais no Brasil e no mundo, e quais são os impactos socioambientais que eles geram. Este é o segundo episódio de uma série sobre data centers e o impacto socioambiental que eles causam. Se quiser saber mais, ouça o primeiro episódio e acompanhe os próximos. Rogério: Bora lá então, mas eu antes posso terminar meu sorvete? Juliana: Pode, vai.

Farol - Conexões da Informação
A Geopoética e sua importância na preservação do Patrimônio Natural com Luiza Ponciano [T04E14]

Farol - Conexões da Informação

Play Episode Listen Later Nov 27, 2024 50:22


No 14º episódio da 4ª temporada do Farol Podcast, abordaremos sobre a Geopoética, que busca promover formas de compreender e representar a relação entre o ser humano e a terra de maneira poética e reflexiva. O faroleiro Lucas George Wendt conversou com a bióloga e paleontóloga, Luiza Corral Martins de Oliveira Ponciano, que atualmente é docente permanente do Mestrado Profissional em Ecoturismo e Conservação (PPGEC/UNIRIO). Seus temas de interesse incluem diversas áreas como Geoturismo, Geoconservação, Divulgação das Geociências, Patrimônio Natural, entre outros.  Nossa convidada ao longo do episódio discute a Geopoética como uma abordagem que busca promover uma compreensão poética e reflexiva da relação entre os seres humanos e a Terra, enfatizando a união entre ciência e sensibilidade. Destacou que a Geopoética permite uma abordagem tanto interdisciplinar como transdisciplinar, o que enriquece a pesquisa e a prática nas áreas de geociências e artes. Siga as redes sociais da nossa convidada Instagram: @luiza_puri_corral_lola Você pode encontrá-la em: http://lattes.cnpq.br/0519721250469036

Papo no Auge!
Geo no Auge! - Ep. 07: Paradigmas da educação e os desafios da empregabilidade para profissionais em geociências em Portugal - com Ricardo Carvalhido

Papo no Auge!

Play Episode Listen Later Nov 6, 2024 72:17


No sétimo episódio do Geo no Auge!, a ⁠⁠⁠Doutora Iva Oliveira⁠⁠⁠, da ⁠⁠⁠Geo Smart Consultoria e Tecnologia Colaborativa⁠⁠⁠, e eu conversamos com o Professor Doutor Ricardo Carvalhido, que é geólogo, doutor em geologia, diretor geral da Academia de Formação do PA Grupo, docente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (Portugal), coordenador científico do Geoparque de Viana do Castelo e secretário geral da SEDES. Nesta conversa, discutimos educação, comunicação, ciência e os desafios da empregabilidade para profissionais em geociências em Portugal. Mais uma conexão Brasil-Portugal. Ouça. Conheça também o trabalho da Dra. Iva Oliveira e de sua Geo Smart Consultoria. Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast. Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente. Nos apoie via plataforma ⁠Catarse de financiamento coletivo⁠ e pelo ⁠PicPay⁠. Link para o Catarse: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.catarse.me/vamosproauge⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Link para o PicPay: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://picpay.me/paponoauge⁠⁠

Podcast Sem Fronteira
Insegurança alimentar e a fome (Convidado: Cleder Fontana)

Podcast Sem Fronteira

Play Episode Listen Later Nov 5, 2024 46:26


No episódio "Insegurança alimentar e a fome", Cleder Fontana, professor do departamento de Geociências da UFSM e integrante do Núcleo de Estudos em Geografia, Agricultura e Alimentação (NUGAAL), aprofunda questões cruciais para entender a fome e a insegurança alimentar no Brasil. Começamos elucidando os conceitos de segurança e insegurança alimentar, assim como a definição de fome. Revisitamos o clássico estudo de Josué de Castro "Geografia da Fome" e exploramos dados recentes alarmantes. Por fim, Cleder compartilha sua visão sobre o papel do agronegócio brasileiro na alimentação global, e debatemos as soluções possíveis e os desafios para garantir o acesso universal aos alimentos. #psemfronteira #ciência #insegurancaalimentar #fome #NUGAAL

Palavra Aberta
Quais as consequências da crise climática que o Brasil está enfrentando? Especialistas debatem

Palavra Aberta

Play Episode Listen Later Sep 14, 2024 24:45


 O Brasil está em alerta com a seca extrema e uma forte onda de calor em pleno inverno. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem registrado baixa umidade relativa – de até 12% - clima de deserto, em boa parte do país.Um dos resultados é a propagação de incêndios florestais. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 24 horas, o Brasil teve mais de cinco mil focos e concentra quase 80% das áreas afetadas pelo fogo em toda a América do Sul.Tempo seco, calor e longo período sem chuva levam a outra consequência. Escassez de água. Além disso, diante dos eventos climáticos severos, os alimentos ficam mais caros, a conta de luz também sobe, com o uso das termelétricas, e problemas respiratórios levam dezenas de pacientes às unidades de saúde.Para debater a crise climática e suas consequências, o Palavra Aberta deste sábado (14) recebe a Bióloga, Engenheira Ambiental, Mestre em Botânica e Mestre em Sustentabilidade, Doutora em Recursos Hídricos e professora do UNIBH, Fernanda Raggi. Participa também do debate o Climatologista, Mestre em Climatologia e Doutorando em Poluição Atmosférica no Instituto de Geociências da UFMG, Alceu Raposo.  O podcastO podcast Palavra Aberta vai ao ar todos os sábados, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios anteriores nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas. 

Notícias MP
MPAC é homenageado na abertura da 3ª Semana de Engenharia, Agronomia e Geociências

Notícias MP

Play Episode Listen Later Sep 14, 2024 1:01


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na noite desta quarta-feira, 11, no auditório do Sebrae, da abertura da 3ª Semana de Engenharia, Agronomia e Geociências, organizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Acre (CREA-AC).

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep60 | “O Guaíba é nosso destino, o que acontecer a ele acontecerá conosco”. Uma análise do desastre ambiental-climático ocorrido no Rio Grande do Sul

ADunicamp

Play Episode Listen Later Jul 5, 2024 51:08


“O Guaíba é nosso destino, o que acontecer a ele acontecerá conosco”. A fala inquietante do professor Rualdo Menegat, docente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e autor do 'Atlas Ambiental de Porto Alegre', durante a entrevista concedida ao podcast Conexão ADunicamp, nos convida a refletir sobre o recente desastre climático que assolou o Rio Grande do Sul. Menegat faz uma análise sobre as causas das enchentes históricas, tece conexões entre o aquecimento global, o planejamento urbano inadequado e a falta de investimentos em infraestrutura e também aponta os passos necessários para um futuro mais sustentável. Neste episódio contamos com a participação especial da professora Maria José Mesquita, diretora de Comunicação da ADunicamp e docente no Instituto de Geociências (IG) da Unicamp. Você pode ouvir o podcast #ConexãoADunicamp nas principais plataformas do gênero: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts etc. E, se preferir, acesse pelo Youtube. CRÉDITOS Roteiro e apresentação: Cristina Segatto Apresentadora convidada: Professora Maria José Mesquita Edição: Paula Vianna Vinheta: Magrão Percursionista Produção e Coordenação: Fernando Piva Realização: ADunicamp SIGA NOSSAS REDES www.adunicamp.org.br facebook.com/adunicamp twitter.com/adunicamp instagram.com/adunicamp youtube.com/adunicamp

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T4Ep02_Alerta vermelho: a negligência e o negacionismo ameaçam o planeta

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Jul 5, 2024 40:51


No segundo episódio desta quarta temporada do Podcast Ideias : sustentabilidade em todos os recantos, os eventos climáticos extremos chamam a nossa atenção para uma nova realidade. Intitulado de “Alerta vermelho: a negligência e o negacionismo ameaçam o planeta” e apresentado por Ana Célia Baía Araújo, nosso segundo episódio traz como convidado o professor Cristiano Prestrelo de Oliveira, do Departamento de Ciências Atmosféricas e Climáticas (DCAC) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Climáticas (PPGCC/UFRN). Com experiência na área de Geociências e Climatologia, ele nos traz sua visão sobre as demandas que as cidades precisam atender para lidar com os efeitos das mudanças climáticas. Vem conferir! Ficha Técnica: Ana Célia Baía Araújo (Roteiro e Apresentação) Cristiano Prestrelo de Oliveira (Entrevistado) Diágoras Gabriel de Lacerda Silva (Roteiro e Mídia) Edilza Paula Queiroz Alves (Roteiro) Flávia Alessandra Souza de Andrade (Edição) Hellen Diana Fernandes Araújo (Roteiro e Mídia) Yonara Claudia dos Santos (Roteiro, Edição e Mídia)

Rádio Gaúcha
Professor Do Instituto De Geociências Da Ufrgs, Felipe Geremia Nievinski - 11/06/2024

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Jun 11, 2024 12:12


Professor Do Instituto De Geociências Da Ufrgs, Felipe Geremia Nievinski - 11/06/2024 by Rádio Gaúcha

Fronteiras da Ciência
T15E04 - Extinções em massa

Fronteiras da Ciência

Play Episode Listen Later Jun 4, 2024


Evolução e Extinção são como as duas faces de uma mesma moeda” - dessa forma simples, porém precisa, o paleontólogo César Schultz, nosso colega professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências, explica o papel das extinções na história da vida na Terra. Contra este pano de fundo de contínuas extinções, porém, alguns eventos se destacam por suas dimensões, as chamadas Extinções em Massa, quando uma enorme quantidade de espécies desaparece subitamente do registro geológico. Dentre as múltiplas causas possíveis, as extraterrestres - como o impacto de asteróides - são sempre as favoritas, as mais comentadas. Mas adivinhem quem, de fato, é quase sempre o principal culpado? Para saber, escute a entrevista da qual participam Jeferson Arenzon, do Departamento de Física (IF), e Jorge Quillfeldt, do Departamento de Biofísica (IB), todos da UFRGS. Produção e edição: Jorge Quillfeldt Créditos da Imagem: Victor Leshyk/Scientific American (2022), https://www.scientificamerican.com/article/toxic-slime-contributed-to-earth-rsquo-s-worst-mass-extinction-mdash-and-it-rsquo-s-making-a-comeback/

Jornal da Gazeta
Edilson Pizzato, Prof. Inst. Geociências da USP, sobre a calamidade no Rio Grande do Sul

Jornal da Gazeta

Play Episode Listen Later May 9, 2024 10:01


Vamos agora à entrevista do dia, com Denise Campos de Toledo.

Podcast da Mineração
Arthur Pinto Chaves - Tratamento de Minérios na Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later May 8, 2024 33:56


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração. Nesse programa fizemos uma entrevista com Arthur Pinto Chaves, Possui graduação em Engenharia Metalúrgica, mestrado em Tecnologia Mineral, doutorado , livre-docência, Professor Titular, todos pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor colaborador MS-6 no Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da EPUSP. No passado foi engenheiro júnior do IPT, assessor da diretoria do IPT, Gerente de Processos Minerais da Paulo Abib Engenharia S/A, Gerente de Planejamento e Desenvolvimento das Empresas Brumadinho, Gerente de Operações e Mercado da Promon Engenharia e professor colaborador MS-5 no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Engenharia de Minas, com ênfase em Tratamento de Minérios, atuando principalmente nos seguintes temas: tecnologia limpa, beneficiamento, tecnologia mineral, tratamento de minérios e flotação. Professor da equipe do DEPEC da Fundação Gorceix. Avaliador do curso de Engenharia de Minas da Universidade Federal de Campina Grande, pelo CNPq. Membro Conselho Consultivo da Fundação Gorceix. Professor visitante da Universidad Mayor de San Agustin, Arequipa, Peru. Conversamos como foi sua trajetória na mineração, desafios do tratamento de minérios na mineração, como foi a criação do seus livros e muito mais. Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração" Criação de Arte: Raul Cadena / Phablo Kauã Patrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração: ADIMB - https://adimb.org.br/ - @adimb_oficial ATHO BIM - https://athobim.com/ - @atho.bim ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabr Lembrem-se "Mineração pode não ser futuro mas não existe futuro sem a mineração" #mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #innovations #adimb #setormineral #desafios #tecnologia #technology #engenharia #geologia #geology #jorc #geointertainment #metals #reservas #recursos #CBRR #chile #mineria #executivemining

TUTAMÉIA TV
Política neoliberal de Leite e Melo desmantelou proteção de Porto Alegre, aponta professor da UFRGS

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later May 7, 2024 81:57


TUTAMÉIA entrevista o geólogo Rualdo Menegat, professor titular do Instituto de Geociência da UFRGS e vice-presidente científico do Foro Latino-americano de Ciências Ambientais. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena. Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...

UFOP CAST
FRUTOS DA EXTENSÃO: Educação Inclusiva em Geociências para Deficientes Visuais

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Apr 24, 2024 4:55


Neste episódio, você vai conhecer o “Educação Inclusiva em Geociências para Deficientes Visuais”, que visa não apenas garantir um maior alcance à educação, mas também, torná-la mais inclusiva. Não perca essa oportunidade de se inspirar e conhecer esta forma de transformar e melhorar a educação para todos! Ficha Técnica Produção: Renato Matos Edição de Texto: Patrícia Consciente Edição de áudio e sonoplastia:

Rádio Escafandro
111: Finalmente os ETs. Ou não.

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Apr 3, 2024 70:35


Em 2017, um objeto astronômico diferente de tudo o que a gente já tinha visto antes passou perto da terra: o Oumuamua. Ele tinha uma velocidade maior do que o normal, não tinha uma cauda como os cometas, nem poeira, como os asteroides. Por tudo isso, astrônomos concluíram que o Oumuamua era o primeiro objeto de fora do sistema solar identificado por telescópios humanos. Mas, para um astrofísico em particular, ele poderia ser ainda mais interessante. Poderia ser o resto de um objeto tecnológico criado por alguma civilização extraterrestre. A partir dessa história, este episódio mergulha na astrobiologia. Um campo de estudo que tenta entender como a vida surgiu aqui, para buscar por vida alienígena Episódios relacionados: #21 – Robôs, bactérias e o futuro da humanidade41 – Não culpe o meteoro #41 – Não culpe o meteoro#42 – A vida, o universo e tudo o mais Avi Loeb Astrofísico, professor da universidade de Harvard, diretor do projeto Galileu, que busca por indícios de vida inteligente extraterrestre. Douglas Galante Professor doutor do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Trabalha nas áreas de Geobiologia, Astrobiologia e Ciências Planetárias. Osvaldo Frota Pessoa Júnior Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente. Sávio Torres de Farias Biólogo, professor da Universidade Federal da Paraíba, vem desenvolvendo trabalhos sobre origem do sistema biológico, com ênfase na organização biológica do Ultimo Ancestral Universal Comum. Ficha técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Gaúcha
Doutora em Paleontologia pelo Instituto de Geociências da UFRGS, Bianca Mastrantonio - 16/02/2024

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Feb 17, 2024 11:07


Prestosuchus chiniquensis, espécie pré-histórica que viveu há 240 milhões de anos.

Rádiofobia Podcast Network
RÁDIOFOBIA 366 - com Sérgio Sacani

Rádiofobia Podcast Network

Play Episode Listen Later Nov 20, 2023 139:13


Saudações científicas, ouvinte radiofobético! Neste episódio Leo Lopes, Thiago Miro, Jef Barbosa, Júlio Macoggi e Vitor Estácio abastecem seus foguetes para receber o geofísico, Mestre em Engenharia do Petróleo, Doutor em Geociências, divulgador científico, YouTuber, podcaster, autor e fundador do Space Today - o maior canal de astronomia do Brasil - Sérgio Sacani! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- ouça o podcast Horizonte de Eventos- assine o canal do Space Today no Youtube- revista Astronomy Now- revista All About Space Links citados nas Cartinhas do Totô:- Ouça o podcast "Reflexões sobre o Podcast"- Ouça "O Mistério da Fazenda Vita"- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine a newsletter semanal do Castnews, a maior plataforma de notícias para podcasters do Brasil- ouça o podcast semanal do Castnews- entre no canal do Castnews no Telegram- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- participe do grupo do Curso de Podcast no Telegram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no YouTube!- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no Twitch!- Rádiofobia Podcast Network no Apple Podcasts- Rádiofobia Podcast Network no Spotify- Siga @radiofobialhes no tuVítter- Curta a página do Radiofobia Podcast no Facebook Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Google Podcasts- Apple Podcasts- Amazon Music- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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RÁDIOFOBIA 366 - com Sérgio Sacani

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Play Episode Listen Later Nov 20, 2023 139:13


Saudações científicas, ouvinte radiofobético! Neste episódio Leo Lopes, Thiago Miro, Jef Barbosa, Júlio Macoggi e Vitor Estácio abastecem seus foguetes para receber o geofísico, Mestre em Engenharia do Petróleo, Doutor em Geociências, divulgador científico, YouTuber, podcaster, autor e fundador do Space Today - o maior canal de astronomia do Brasil - Sérgio Sacani! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- ouça o podcast Horizonte de Eventos- assine o canal do Space Today no Youtube- revista Astronomy Now- revista All About Space Links citados nas Cartinhas do Totô:- Ouça o podcast "Reflexões sobre o Podcast"- Ouça "O Mistério da Fazenda Vita"- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine a newsletter semanal do Castnews, a maior plataforma de notícias para podcasters do Brasil- ouça o podcast semanal do Castnews- entre no canal do Castnews no Telegram- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- participe do grupo do Curso de Podcast no Telegram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no YouTube!- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no Twitch!- Rádiofobia Podcast Network no Apple Podcasts- Rádiofobia Podcast Network no Spotify- Siga @radiofobialhes no tuVítter- Curta a página do Radiofobia Podcast no Facebook Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Google Podcasts- Apple Podcasts- Amazon Music- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ciência USP
Destaque do Ciência USP #31: O que precisamos desvendar sobre o passado geológico da Antártica?

Ciência USP

Play Episode Listen Later May 31, 2022 9:42


Neste episódio, conversamos com o geólogo André Pires Negrão, professor do Instituto de Geociências da USP, que explica como cientistas revelaram que uma grande área do leste antártico é formada por rochas muito mais jovens do que o previsto

Jornal da USP
Destaque do Ciência USP #31: O que precisamos desvendar sobre o passado geológico da Antártica?

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 31, 2022 9:42


Neste episódio, conversamos com o geólogo André Pires Negrão, professor do Instituto de Geociências da USP, que explica como cientistas revelaram que uma grande área do leste antártico é formada por rochas muito mais jovens do que o previsto

Rádio Gaúcha
Geógrafo Francisco Aquino - 29/05/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later May 30, 2022 17:34


Após o Yakecan, o que é possível projetar em relação ao clima gaúcho e passagem de novos fenômenos naturais. Geógrafo, mestre em Geociências e com doutorado em Climatologia e Mudanças Climáticas entre a Antártica e o sul do Brasil, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Francisco Aquino.

Podfalar
107- Treta e teta com @plantao_materno

Podfalar

Play Episode Listen Later May 16, 2022 54:30


A nossa conversa de hoje é com Cris Machado (@plantao_materno), mestre e doutora em Geociências e Especialista em Cuidado Materno-Infantil. Atualmente, a Cris ministra cursos de extensão na área materno-infantil e é docente de Pós-Graduação em Aleitamento Materno. Fun fact: nossa convidada foi da paleontologia para a consultoria de amamentação e, ao longo do papo, nos contou como essa mudança de carreira aconteceu. A Cris também compartilhou com a gente as dores e delícias de falar sobre maternidade na internet e já combinamos dela voltar pra gravar mais um episódio com a gente. O assunto: mães também transam! Vai ser tudo :) Boa semana, gente! .... - Grupo do PodFalar no Telegram: https://t.me/joinchat/GuzW-kGgWWOIYZEZ .... Fale conosco: Insta @pod.falar E-mail ppodfalar@gmail.com .... Música: The Place Inside by Silent Partner