Podcasts about marrocos

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Volta ao mundo em 180 segundos
20/02: Board of Peace vai investir R$ 52 bi em Gaza | Países preparam envio de força internacional para Palestina | Ex-príncipe Andrew preso por envolvimento com Epstein

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 6:42


Trump reúne em Washington representantes de quase 50 países na primeira reunião do chamado Conselho da Paz, que prometem um investimento equivalente a 52 bilhões de reais em um fundo para reconstrução de Gaza. E ainda:- Indonésia, Marrocos, Cazaquistão, Kosovo e Albânia se comprometem a enviar tropas para uma força internacional de estabilização em Gaza- Trump diz que coisas ruins podem acontecer ao Irã caso os países não cheguem a um acordo sobre a questão nuclear nos próximos dias- Tensão entre EUA e Irã eleva o preço do barril de petróleo Brent a 71 dólares- Polícia britânica prende Andrew Windsor, ex-príncipe de 66 anos e irmão do rei Charles, suspeito de compartilhar informações confidenciais com Jeffrey Epstein durante seu papel como enviado comercial britânico- Tratamento experimental com polilaminina que devolveu movimentos ao tetraplégico Bruno de Freitas e conduzida pela cientista da UFRJ Tatiana Coelho de Sampaio, ganha o mundo todo e vira destaque no The Guardian Ouça PriCler e as Panteronas no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

ONU News
Comunidade global quer eliminar trabalho infantil abordando as causas profundas 

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:31


Conferência Mundial sobre a Erradicação do Trabalho Infantil realiza edição de 2026 em Marraquexe, Marrocos; objetivo é liberar 138 milhões de crianças que estão a trabalhar.

Ponta de Lança Podcasts
África em Pauta #115- A disputa pela Somalilândia (Manual do Conflito)

Ponta de Lança Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 268:37


A treta entre Somália, Somalilândia e a Etiópia. Inundações no Marrocos e Moçambique. Partidos de Oposição em Burkina Faso. E o Giro completo em África.APOIE O PDL no PIX: contatopontadelanca@gmail.comApresentação: Marcus Carvalho, Luis Fernando Filho e Márcio PauloBloco Principal: Camila Zambo e Cesar Augusto Chidozie Quadro: Márcio PauloEdição: Luis Fernando FilhoASSINE nossos planos no APOIA-SE (cartão ou boleto):⁠ ⁠https://apoia.se/pontalancapdl⁠⁠

Reportagem
Cinco séculos de Camões, o maior poeta da língua portuguesa

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 6:25


Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que  dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.

Efervesciencia
Efer 727 (25-12-25): Arqueoastronomía no Sáhara Occidental

Efervesciencia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 57:59


(2:11) Marcelino Veiguela desenvolveu unha investigación sobre o ensino STEM mediante miniproxectos experimentais no cárcere de A Lama. (12:01) De onde vén a escala de temperaturas que usamos todos os días? Nova efeméride do Calendario da Historia da Ciencia de Moncho Núñez. (17:09) A arqueoastrónoma do INCIPIT Andrea Rodríguez Antón lévanos aos ceos do Sahara Occidental e a súa relación coa xente que viviu e vive nese territorio agora ocupado por Marrocos. (36:24) Nunha eclipse os paxaros cambian de comportamento e activan "o coro do mencer". Dous traballos publicados en Nature e Science estudaron este fenómeno na eclipse do 8 de abril de 2024 en Estados Unidos. Haberá que estar atentos na vindeira eclipse. Cóntanolo o noso ornitólogo Nacho Munilla. Tamén nos trae un exemplo onde a evolución converxe. Os especialistas quedaron pampos ao atoparen unha hibridación entre dous xéneros de paxaros separados 7 millóns de anos.

Z2 Talks
JAMAL SOUFANE | Z2T 217

Z2 Talks

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 66:02


Jamal Soufane é daqueles atletas que fazem a corrida parecer simples, mesmo quando não é. Diretamente de Marrocos, para Fortaleza, e obviamente mais importante para o nosso estúdio, recebemos esse monstro para trocar aquele papo com Victor e Doc.---------------------------------------------Jamal Soufanehttps://www.instagram.com/jamalsoufanePaulo Puccinellihttps://www.instagram.com/paulo.puccinelliVictor Castello Brancohttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2---------------------------------------------PLAYLIST COMPLETA https://www.youtube.com/playlist?list=PLcotMVx5Zr8VPHl8RZ3KuI3jULNRxya5YZ2Performance - https://www.instagram.com/z2performance---------------------------------------------#z2performance #z2talks #podcast #alwayschasing

Semana em África
A semana em que a população de Moçambique enfrentou intempéries e cheias

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 16:50


Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.

Ubuntu Esporte Clube
UBUNTU ESPORTE CLUBE #182 - UM BALANÇO DA COPA AFRICANA DE NAÇÕES

Ubuntu Esporte Clube

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 76:33


No primeiro episódio de 2026, o Ubuntu Esporte Clube recebe o jornalista Luis Fernando Filho, especialista em futebol africano, para um balanço da Copa Africana de Nações. Além da épica e conturbada decisão entre Senegal e Marrocos, o episódio debate o tamanho de Sadio Mané na história do futebol no continente e projeta as possibilidades das seleções africanas na próxima Copa do Mundo.

Pelada na Net
8 e a faixa - Senegal vence a Copa Africana de Nações

Pelada na Net

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 12:21


Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane comenta o jogo histórico e emocionante em que Senegal bateu Marrocos pra se sagrar campeão da Copa Africana de Nações.STANDUP DO PAULO MANSUR COM PARTICIPAÇÃO DO VIDANE EM CAMPINAS 24/JAN: compre seu ingresso!ACOMPANHE AS LIVES - Siga ⁠⁠⁠@cortesjovemnerdoficial⁠⁠ e entre no canal do Jovem Nerd na Twitch!ORIGINAIS DO FUT - Acesse ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.originaisdofut.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@originaisdofut_⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ no instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠site ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://peladananet.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | bsky ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@peladananet.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | twitter ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@PeladaNET⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@PeladaNaNet⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | grupo no telegram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://t.me/padegostosodemais⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga os titulares:Maidana – ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bsky⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Show do Vitinho – ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bsky⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Príncipe Vidane – ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ / ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bsky⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Projetos paralelos:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Dentro da Minha Cabeça⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Reinaldo Jaqueline⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fábrica de Filmes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Contribua com o Peladinha:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoia.se⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Patreon⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chave pix: podcast@peladananet.com.br

Trivela
Do abandono à taça: o caos na final da Copa Africana

Trivela

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 74:29


A final da Copa Africana de Nações entrou para a história pelo caos: revolta com a arbitragem, abandono de campo da seleção de Senegal por 14 minutos e uma retomada liderada por Sadio Mané para garantir o título sobre o Marrocos, marcado também pela cavadinha frustrada de Brahim Díaz. O episódio completa o giro com a vitória autoritária do Manchester United sobre o City na Premier League, os tropeços dos líderes na Inglaterra, a estreia de Endrick na França e a polêmica dos times sub-20 nos Estaduais brasileiros.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil

Futebol no Mundo
Futebol no Mundo #529: Confusões e título de Senegal na CAN e pressão sobre Vinícius Jr.

Futebol no Mundo

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 95:42


Neste episódio, falamos sobre a final épica da Copa Africana entre Marrocos e Senegal, a briga pela liderança de LA LIGA e a derrota do Barcelona em San Sebastián. Também é assunto a vitória do Real Madrid em dia de protestos, o Thomas Frank ameaçado no Tottenham, a vitória do United no dérbi de Manchester e muito mais. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Trivela
50 anos em 90 minutos: A obsessão do Marrocos contra a dinastia de Senegal

Trivela

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 79:06


A final da Copa Africana de Nações entrega o duelo que o continente esperava: o anfitrião pressionado contra o campeão consolidado. No Meiocampo #198, analisamos o choque entre a "muralha" de Walid Regragui, que carrega o peso de um jejum de 50 anos e um investimento estatal bilionário, e a "dinastia" de Senegal, liderada por Pape Thiaw e Sadio Mané em sua terceira final recente. Discutimos se o fator casa em Rabat será apoio ou fardo para os marroquinos, os duelos individuais decisivos e onde a hegemonia da África será definida taticamente: na paciência defensiva ou na experiência de quem sabe vencer finais.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil

Semana em África
Guiné-Bissau: A indignação à volta da nova Constituição aprovada pela Junta Militar

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 7:51


Esta semana, a Junta Militar na Guiné-Bissau aprovou uma nova versão da Constituição que reforça os poderes do Presidente, algo apontado como ilegítimo por juristas ouvidas pela RFI. Outro tema polémico a marcar a semana é o ensaio científico sobre a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau. Por estes dias também se celebrou, em Angola, a notícia da ida do Papa ao país este ano, enquanto em Moçambique se falou em alegadas violações graves dos Direitos Humanos na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula. Bem-vindos à Semana em África, o programa em que revemos alguns dos temas que abordámos nos nossos noticiários. Na Guiné-Bissau, a Junta Militar que governa o país desde que tomou o poder à força, a 26 de Novembro, aprovou, esta terça-feira, uma nova Constituição que reforça os poderes do Presidente da República como chefe supremo do país, com poderes de representar o Estado, liderar o Governo, nomear ministros e secretários de Estado e ainda dissolver o Parlamento. A jurista e antiga ministra da Justiça da Guiné-Bissau, Carmelita Pires, disse à RFI que a reforma constitucional não tem efeito jurídico porque resulta de uma ruptura da ordem constitucional. Também a jurista portuguesa de origem guineense, Romualda Fernandes,  afirma que a alegada revisão constitucional adoptada pelos militares não tem base legal nem democrática. Romualda Fernandes foi consultora na última revisão da Constituição guineense e avisa que um governo de transição não tem legitimidade para fazer mudanças deste calibre. Também esta semana foi anunciado que o Governo de transição da Guiné-Bissau adiou a vacinação à nascença dos recém-nascidos contra a hepatite B para 2028. Entretanto, o Projecto de Saúde de Bandim, que deveria iniciar um ensaio científico sobre os efeitos nao especificados das vacinas contra a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau, continua a levantar polémica. Magda Robalo, antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, disse à RFI que se trata de um estudo problemático em termos éticos. Angola vai receber a visita do Papa ainda este ano. Leão XIV será o terceiro chefe da Igreja católica a visitar o país, depois de João Paulo II em 1992 e de Bento XVI em 2009. Dom Zacarias Kamwenho, arcebispo emérito de Lubango, diz que esta visita é uma "decisão natural" por Angola ter sido o primeiro país da Africa Subsariana a ser evangelizado. Em Moçambique, esta semana fez um ano que Daniel Chapo tomou posse como Presidente do país.   Num relatório preliminar publicado na quarta-feira, a plataforma Decide alertou sobre indícios de violações graves dos Direitos Humanos durante confrontos com a polícia na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula, no norte do país. Pelo menos 38 pessoas teriam morrido a 28 de Dezembro. De notar ainda que, esta sexta-feira, o Governo moçambicano reunia-se para avaliar a situação da actual época chuvosa, que já matou 94 pessoas no país desde Outubro. Também esta semana foi notícia, em Moçambique, o desabamento, na quinta-feira, de uma mina de ouro em Manica e houve, pelo menos, cinco vítimas mortais. No futebol, este domingo, Marrocos e Senegal jogam a final da CAN2025, o Campeonato Africano das Nações, em Rabat. O Egipto e a Nigéria lutam este sábado pelo terceiro lugar, em Casablanca.

Arauto Repórter UNISC
Destino - Maria Cristina Gomes

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 47:40


Na noite desta quarta-feira, o primeiro episódio de 2026 do Programa Destino recebe a bancária aposentada Maria Cristina da Fontoura Gomes. A moradora de Vera Cruz, apaixonada por viagens, compartilhou um pouco de suas experiências na Espanha, Marrocos, Cuba e outros destinos.

Assunto Nosso
Destino - Maria Cristina Gomes

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 47:40


Na noite desta quarta-feira, o primeiro episódio de 2026 do Programa Destino recebe a bancária aposentada Maria Cristina da Fontoura Gomes. A moradora de Vera Cruz, apaixonada por viagens, compartilhou um pouco de suas experiências na Espanha, Marrocos, Cuba e outros destinos.

Podcast 45 Minutos
O MUNDO DA COPA #04: 10 HISTÓRIAS QUE PRECISAM SER CONTADAS SOBRE O MARROCOS

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 114:56


O MUNDO DA COPA é a nova série do 45 Minutos. Apresentamos cada um dos 48 países que formam a Copa do Mundo de 2026 — a Copa das grandes histórias. Histórias que vão muito além das quatro linhas. No episódio #04, Marrocos. Um país onde tradição e modernidade caminham lado a lado. Terra de […]

Futebol no Mundo
Futebol no Mundo #522: Arsenal, City e Villa seguem firmes. Marrocos, Tunísia e Senegal tropeçam na Copa Africana

Futebol no Mundo

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 75:02


No episódio desta segunda-feira (29), falamos sobre tudo que rolou no mundo do futebol nesta semana pós-natal, incluindo o Boxing Day da Premier League e a Copa Africana das Nações. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Semana em África
Semana marcada pelo arranque do Campeonato Africano das Nações

Semana em África

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:53


Esta semana, as atenções estiveram voltadas para o Campeonato Africano das Nações que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e decorre até 18 de Janeiro. Neste programa, também repomos as reportagens de Natal feitas pelos nossos correspondentes na Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e marcadas pelas dificuldades económicas e pelas preocupações políticas. Bem vindos a esta Semana em África, marcada pelo arranque do CAN, Campeonato Africano das Nações, que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e que decorre até 18 de Janeiro. Angola e Moçambique são as únicas seleções lusófonas presentes. Na segunda-feira, Angola perdeu no seu jogo de estreia frente à África do Sul por 2-1 e, na terça-feira, Moçambique foi derrotado pela campeã Costa do Marfim por 1-0. Esta sexta-feira, Angola enfrentou o Zimbabué e não foi além do empate a uma bola, um resultado que complica as contas dos Palancas Negras. Este domingo os Mambas vão jogar contra o Gabão. Esta foi também a semana de Natal, marcada por muita preocupação quanto ao clima político na Guiné-Bissau. No domingo à noite, Vladimir Deuna, dirigente do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), foi agredido na sua residência por um grupo de homens armados e encapuzados. Na terça-feira, a Liga Guineense dos Direitos Humanos denunciou a invasão da sua sede, a Casa dos Direitos, em Bissau, por agentes policiais, depois de uma vigília para reclamar a libertação dos presos políticos na Guiné-Bissau. De acordo com Bubacar Turé, presidente da Liga, dois funcionários da organização foram espancados e tiveram que receber tratamento médico. Ainda na terça-feira, a junta militar que tomou o poder a 26 de Novembro e que interrompeu todo o processo eleitoral, libertou seis pessoas ligadas à oposição, mas Domingos Simões Pereira, Octávio Lopes e outras figuras destacadas continuam presas. Também o candidato da oposição Fernando Dias, que reclama a vitória nas presidenciais, continua refugiado junto da embaixada da Nigéria, que lhe concedeu asilo. Em Moçambique, o Presidente Daniel Chapo indultou 22 pessoas que tinham sido condenadas por terem participado nas manifestações pós-eleitorais de 2024. Porém, mais de 2.700 - das 7.200 que na altura foram detidas - continuam presas por terem participado nos protestos, de acordo com a plataforma eleitoral Decide. Recordo que 411 pessoas morreram na repressão pós-eleitoral, segundo dados da plataforma Decide. Quanto à festa de Natal, Orfeu Lisboa mostrou-nos os preparativos para aquela que é considerada como dia da família em Moçambique. Em Angola, as celebrações foram novamente condicionadas pelas dificuldades económicas da população, como nos contou Avelino Miguel. O fraco poder de compra também condicionou as festas em São Tomé e Príncipe, como nos lembrou Maximino Carlos. Fomos, ainda, até à ilha de São Vicente, em Cabo Verde, onde Odair Santos nos falou sobre as comemorações de Natal.

Convidado
Cabo Verde, a nação do futebol lusófona

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 15:44


Este ano de 2025 ficou marcado por vários eventos, várias provas, várias conquistas em diversas modalidades. No entanto, a RFI decidiu destacar alguns momentos marcantes na história do futebol lusófono. Cabo Verde acabou por ser a nação a alcançar feitos inéditos no futebol masculino, mas igualmente no feminino. Na vertente masculina, os Tubarões Azuis apuraram-se para o Campeonato do Mundo que vai decorrer em 2026 nos Estados Unidos, no Canadá e no México. A selecção cabo-verdiana terminou no primeiro lugar no Grupo D com 23 pontos, contabilizando sete triunfos, dois empates e uma derrota em dez jogos. A única derrota dos cabo-verdianos foi na terceira jornada por 4-1 frente aos Camarões, desde então nunca mais perderam, terminando com quatro pontos de vantagem em relação aos Camarões, com sete em relação à Líbia e com 11 em relação a Angola. O primeiro lugar dava direito a um apuramento directo para o próximo Mundial onde Cabo Verde se vai estrear. No sorteio já realizado, Cabo Verde ficou no Grupo H com a Espanha, a Arábia Saudita e o Uruguai. Todos os jogos dos Tubarões Azuis serão em território americano. Em entrevista exclusiva à RFI, Nélson Veiga, antigo internacional cabo-verdiano, analisou o apuramento dos Tubarões Azuis para o Mundial. Nélson Veiga, de 47 anos, antigo internacional cabo-verdiano, actuou, entre outros clubes, no Sporting Clube de Portugal, no Estoril, no Vitória de Setúbal e no Naval em território português, bem como no AEK Larnaca e no Omonia no Chipre, e no Kawkab de Marrakech em Marrocos. Na vertente feminina, a selecção cabo-verdiana alcançou o apuramento para o Campeonato Africano das Nações que vai decorrer em 2026 em Marrocos. Para chegar a esse apuramento, as cabo-verdianas eliminaram na primeira ronda a Guiné-Conacri por 6-3 no conjunto das duas mãos. Uma primeira eliminatória que não foi fácil, visto que tinham empatado a duas bolas na primeira mão, antes de vencer, em casa, por 4-1. Na segunda ronda, a eliminatória até começou mal visto que Cabo Verde perdeu, em casa, por 0-1 frente ao Mali. No entanto, na segunda mão, as cabo-verdianas conseguiram dar a volta ao resultado com um triunfo contundente por 2-4. Um triunfo e um apuramento inédito para a selecção cabo-verdiana, mas igualmente para qualquer nação da África Lusófona visto que é a primeira a alcançar esse feito. Em entrevista exclusiva à RFI, Romina Rosário, internacional cabo-verdiana, revelou-nos como viveu esse feito inédito e o que espera do CAN do próximo ano. Romina Rosário, internacional cabo-verdiana de 33 anos, actua na JuveForce, clube português. No que diz respeito às outras nações da África Lusófona, destaque para Angola e Moçambique que se apuraram para o Campeonato Africano das Nações de 2025 que decorre entre 21 de Dezembro e 18 de Janeiro de 2026. Angola participa pela décima vez, sendo que já atingiu os quartos-de-final por três vezes: 2008, 2010 e 2023. Quanto a Moçambique está presente pela sexta vez, mas até agora nunca conseguiu ultrapassar a fase de grupos da prova. Estas duas nações são aquelas que já estiveram mais vezes presentes na fase final do CAN, à frente de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, ambos com quatro participações, enquanto São Tomé e Príncipe nunca marcou presença na prova continental. O ano de 2025 foi recheado de triunfos inéditos no futebol, como o Paris Saint-Germain, clube francês, que conquistou pela primeira vez a Liga dos Campeões europeus de clubes, enquanto Portugal venceu pela segunda vez a Liga das Nações, sendo a primeira selecção a atingir esse feito na prova da UEFA, organismo que gere o futebol europeu. Quanto a nós ficamos por aqui, nesta lista não exaustiva de triunfos em 2025, mas 2026 promete já ter novos capítulos a escrever para muitas nações, inclusive Cabo Verde que estará presente no CAN feminino e no Mundial masculino.

Esportes
Adversário do Brasil no Mundial 2026, Marrocos inicia caminhada em busca do título da Copa Africana de Nações

Esportes

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 7:55


A 35ª edição da mais importante competição de futebol da África começa neste domingo (21) no Marrocos. A seleção anfitriã mede forças contra Comores e sonha com o bicampeonato, já que conquistou seu primeiro título em 1976. Adversário do Brasil na estreia na Copa do Mundo de 2026, Marrocos foi semifinalista do último Mundial, em 2022; o melhor resultado da história de um país africano no torneio. Marcio Arruda, da RFI em Paris A Copa Africana de Nações (CAN), realizada entre dezembro e janeiro, vai reunir 24 países, que têm apenas um objetivo: o título continental. Essa CAN promete ser a mais prestigiada da história da competição, já que sete das nove seleções que vão disputar a Copa do Mundo de 2026 estarão em campo. “Esta edição vai ter muito mais pessoas assistindo porque, no Mundial do próximo ano, nove seleções africanas vão participar. Entre as que estarão na Copa do Mundo, apenas Cabo Verde e Gana não vão jogar esta CAN. Mas a verdade é que as outras sete vão estar presentes e será uma oportunidade para os treinadores que vão enfrentá-las na próxima Copa observarem suas forças e suas fraquezas e já fazerem um trabalho de preparação", analisa Marco Martins, jornalista português especializado na Copa Africana de Nações. "Em jogos amistosos, estas seleções podem esconder um pouco as táticas, a maneira de jogar, quem são as estrelas e como são técnica e taticamente. Mas desta vez é uma competição oficial. É um torneio que as seleções africanas adoram; para elas, é uma honra conquistar esse troféu. É como a Eurocopa para os europeus. É um orgulho ser a principal seleção do continente. E agora as seleções não vão poder esconder o jogo”, argumenta Martins. Leia tambémSeleção brasileira muda postura em campo com Ancelotti e torcedores sonham com hexa Pensando no Mundial de 2026, o jornalista ressalta que é a chance do treinador da seleção brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, e sua comissão técnica avaliarem um dos adversários da equipe no torneio da Fifa. "O Brasil, por exemplo, vai jogar contra o Marrocos na Copa. Então, será uma oportunidade para o técnico Ancelotti tomar algumas notas e ver o potencial da equipe marroquina. Esta será uma CAN muito assistida justamente pelo fato de que faltam aproximadamente seis meses para a Copa do Mundo. Esta edição vai despertar muito mais interesse e terá uma grande visibilidade", completou Marco Martins. Sotaque português na Copa Africana Se Cabo Verde, que estará na Copa do Mundo, não vai disputar a CAN, outras duas seleções lusófonas jogarão em estádios marroquinos. “Temos a presença de Angola e Moçambique. Penso que são duas seleções que caíram em grupos bastante difíceis, mas eu realmente acho que podem fazer uma boa figuração no torneio”, opinou o técnico português Nuno da Silva. O treinador, que recentemente integrou a comissão técnica do União Desportiva do Songo, de Moçambique, analisou as chances da seleção moçambicana, que já disputou seis Copas Africanas e vai estrear nesta edição contra a atual campeã Costa do Marfim. “O grupo de Moçambique está estruturado com o retorno do capitão Dominguês e de outros jogadores que há anos fazem parte do elenco. Os jovens que têm entrado ainda não têm lugares cativos entre os 11 titulares. O grupo se manteve uniforme e isso pode ser uma vantagem para a seleção moçambicana”, disse. “Em uma competição como esta não se trata de ter grupos fáceis ou não. O momento de cada seleção vai ditar muita coisa na competição”, resume Nuno da Silva. Nuno também tem passagem pelo Interclube, um dos principais times de Angola. O treinador de 40 anos analisou a seleção angolana, que fará sua décima participação na CAN e, nesta edição, disputará seu primeiro jogo contra a África do Sul. “No grupo de Angola tem um novo técnico que já teve passagem pela seleção como treinador adjunto. Regressa agora ao país que conhece, mas numa função distinta e de mais importância. O grupo teve alguns regressos que estavam fora com o treinador anterior, teve também algumas perdas, e penso que neste aspecto, comparado a Moçambique, a seleção de Angola tem algo a perder porque vai precisar de mais tempo para assimilar as ideias do treinador”, explicou. Salah turbinado para esta CAN? Um dos favoritos no grupo de Angola é o Egito, maior vencedor da Copa Africana de Nações com sete conquistas. Entretanto, a última foi há 15 anos, em 2010. Principal jogador da seleção egípcia, Mohamed Salah, que busca sua primeira conquista pelo país, atravessa um momento delicado em seu clube, o Liverpool, da Inglaterra. O treinador da equipe, Arne Slot, deixou Salah fora do time titular nas últimas rodadas da Premier League. Tudo porque o atacante o criticou publicamente. E será que o técnico Nuno da Silva acha que essa desavença pode prejudicar o rendimento do jogador na seleção do Egito? “Sinceramente, por se tratar de uma relação clube-seleção, eu acho que pode dar uma força enorme ao atleta. Penso que isso, a relação dele com o treinador Arne Slot, é um problema interno do Liverpool. Voltar a ser o rosto e o símbolo da nação egípcia pode motivar bastante o Salah para a CAN. Acho que o Egito pode ficar muito mais forte com o Salah presente”, opinou Nuno. Equilíbrio entre os favoritos Além do Egito, há outras seleções favoritas ao título desta edição. Algumas por terem um jogador que pode decidir uma partida, outras pela força coletiva. “Não sei se poderá haver surpresas porque, no fundo, há muitas equipes que são favoritas, como o Marrocos, que é anfitriã, o Egito, que tem o Mohamed Salah, e a Nigéria, que conta com o Victor Osimhen. Há também a Tunísia, que é muito forte coletivamente, o Senegal, que vai a campo com Sadio Mané, a Argélia, que se destaca pelo coletivo, e finalmente a Costa do Marfim. Todas essas podem alcançar o título e estamos falando de um leque de quase dez seleções. A surpresa aconteceria se uma das duas seleções lusófonas, que até hoje nunca foram campeãs, chegasse ao título", afirmou Marco Martins.  "É importante falar que há um tipo de hierarquia, como acontece na América do Sul e na Europa. Na África, temos oito ou dez seleções que podem conquistar a CAN", explica o jornalista Marco Martins. "Então, eu não espero surpresa nesta edição. Daquelas que citei, se uma delas for campeã, para mim não será surpreendente”, cravou. O treinador Nuno disse que “os candidatos ao título acabam por ser os habituais, como Marrocos, por jogar em casa, Costa do Marfim, por ser a atual campeã, e outras seleções que podem ter boas atuações. Eu acho que Moçambique pode fazer uma 'gracinha' no grupo e ir longe na competição. Angola, claramente pela qualidade da seleção, pode pensar em algo além da simples passagem pela fase de grupos”. O jornalista Marco Martins não acredita que as duas seleções de língua portuguesa chegarão longe nesta CAN. “Se Angola ou Moçambique vencerem, será uma surpresa. Penso o mesmo sobre a Guiné Equatorial, Sudão, Botsuana e Benin”, opinou. Campeã aos trancos e barrancos Marco também lembrou o título da Costa do Marfim na última edição da Copa Africana. “Foi uma surpresa a Costa do Marfim alcançar o título. Apesar de jogar em casa, a campanha foi turbulenta. Lembro que algo não funcionava naquela seleção nos primeiros jogos e houve a troca de técnico. Era o clique que precisavam. Conseguiram avançar da fase de grupos graças a uma combinação de resultados. A classificação para as oitavas de final parece ter sido a motivação extra que a equipe precisava. Situação rara, mas não inédita. Na Eurocopa de 2016, Portugal terminou em terceiro no seu grupo e avançou às oitavas por ter sido um dos melhores terceiros colocados na competição”, contou o jornalista português. O regulamento daquela Euro permitia a classificação às oitavas das duas melhores seleções de cada grupo, além de quatro equipes com melhor desempenho entre as que ficaram em terceiro lugar nas suas respectivas chaves. “Depois de passar pela fase de grupos, Portugal conseguiu chegar à final e foi campeão ao vencer a França, que jogava em casa no Stade de France. Isso mostra que, de vez em quando, seleções e clubes conseguem dar a volta por cima. Na temporada passada, por exemplo, o PSG teve muitas dificuldades na Champions League. Na penúltima partida da primeira fase contra o Manchester City, em determinado momento, o PSG estava sendo eliminado, mas conseguiram reverter a situação, ganharam o jogo, se classificaram para os playoffs somente na última rodada, avançaram na competição e venceram a Liga dos Campeões. E algo parecido aconteceu com a Costa do Marfim”, completou. Apesar de ter conquistado o título da última edição da CAN, a equipe marfinense teve uma campanha irregular, que ficou marcada pela troca de treinador durante a competição. Depois da fase de grupos, o francês Jean-Louis Gasset foi demitido e o auxiliar marfinense Emerse Faé assumiu o comando da seleção até a vitória na final por 2 a 1 diante da Nigéria. Grupos desta edição da CAN: Grupo A: Marrocos, Mali, Zâmbia e Comores Grupo B: África do Sul, Zimbábue, Egito e Angola Grupo C: Tanzânia, Nigéria, Tunísia e Uganda Grupo D: Senegal, Botsuana, RD Congo e Benin Grupo E: Argélia, Guiné Equatorial, Burkina Faso e Sudão Grupo F: Camarões, Gabão, Moçambique e Costa do Marfim O jogo de abertura da Copa Africana de Nações será entre Marrocos e Comores. A final está prevista para o dia 18 de janeiro de 2026. Campeões na história da Copa Africana de Nações: Egito: 7 (1957, 1959, 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010) Camarões: 5 (1984, 1988, 2000, 2002 e 2017) Gana: 4 (1963, 1965, 1978 e 1982) Nigéria: 3 (1980, 1994 e 2013) Costa do Marfim: 3 (1992, 2015 e 2023) RD Congo: 2 (1968 e 1974) Argélia: 2 (1990 e 2019) Etiópia: 1 (1962) Sudão: 1 (1970) Congo: 1 (1972) Marrocos: 1 (1976) África do Sul: 1 (1996) Tunísia: 1 (2004) Zâmbia: 1 (2012) Senegal: 1 (2021)

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Folha no Ar - Andressa Hauaji Advogada,João Marcelo Coutinho Engenheiro de Produção,Roberta Barcelos Professora de História e Silvana Venâncio Jornalista#2290

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 124:19


Jogo 1 da final da Copa do Brasil entre Vasco e Corinthians Final do Intercontinental entre Flamengo e Paris Saint Germain Brasil de Ancelotti no grupo C da Copa 2026com Marrocos, Escócia e Haiti

Convidado
"Os militares temem, sim, as sanções financeiras": Guiné-Bissau sob crescente pressão internacional

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 7:59


Nos últimos dias, a Guiné-Bissau foi palco de duas actualidades distintas. Na primeira, a ex-primeira Dama, Dinísia Embaló, foi constituída arguida em Lisboa, no caso da mala dos cinco milhões encontrada no jato privado em que viajava. Na outra actualidade, a CPLP suspendeu oficialmente a Guiné-Bissau da organização, retirando ao país a presidência rotativa. Este passo foi dado no dia seguinte à decisão das as autoridades guineenses, que tinham anunciado a suspensão de todas as actividades do país no seio da CPLP, o que foi visto por muitos como uma "auto-suspensão".  A CPLP suspendeu oficialmente a Guiné-Bissau da organização e elegeu Timor-Leste para a Presidência, que até agora era assumida pela Guiné-Bissau. Numa altura em que deve chegar a Bissau uma missão da CEDEAO, outra organização da qual a Guiné-Bissau faz parte,  existe também a possibilidade de a CPLP fazer o mesmo. Solicitada pela RFI, a organização não confirma de forma oficial o envio de uma missão de alto nível a Bissau, como foi decidido na reunião extraordinária da comunidade, a 5 de Dezembro. "Convém que esta missão se desloque o mais rápidamente possível" disse José Ramos Hora, presidente timorense e agora presidente em exercício da CPLP. O dirigente reconheceu que "toda a deslocação terá de ser feita em concordância com os militares, que controlam as fronteiras e o espaço aéreo". José Ramos Horta foi categórico: "Não é possível mostrar flexibilidade. Não é possível ficarmos indiferentes perante a arrogância da clique militar que há cinquenta anos não deixa o país retomar um rumo normal". "Há violaçao flagrante do processo eleitoral, houve interrupção e até mesmo assalto [do processo eleitoral], porque o candidato dos militares perdeu. Agora, vão ficar completamente isolados", concluíu José Ramos Horta, referindo-se à crescente pressão internacional.  Garantias de vida dos presos políticos  Da reunião virtual dos chefes de estado da CPLP, a 16 de Dezembro, outros pontos devem ser destacados. Nomeadamente, pela primeira vez, a exigência "com carácter de urgência, da apresentação de provas de vida e garantias quanto à integridade física de todos os detidos", bem como a sua libertação "imediata e incondicional", já exigida pela CEDEAO. "É o mínimo", considera, em Bissau, Armando Lona, jornalista, investigador e coordenador da Frente Popular.  Como todos sabem, estes detidos não são criminosos, são políticos. Apenas participaram no processo eleitoral. O lugar deles não é prisão. Quem deveria estar na prisão são esses senhores e senhoras que hipotecaram o futuro da Guiné-Bissau durante esses anos todos. Nós saudamos essa posição da CPLP mas pensamos que, para além dessa exigência, é preciso fazer um seguimento. Os presidentes de São Tomé e Príncipe, de Portugal, de Cabo Verde, do Brasil, da Guiné Equatorial, de Moçambique e de Timor Leste, assim como o ministro dos Negócios Estrangeiros de Angola. Os dirigentes lusófonos exigiram, uma vez mais, a "retoma urgente da ordem constitucional", alinhando-se com os estatutos democráticos da organização. O que nem sempre foi o caso, denuncia Armando Lona.  Isto é interessante. A retoma da legalidade democrática e da ordem constitucional é o que nós guineenses exigimos. Eu encorajo a CPLP a ir nessa direção, porque o que conta é a legitimidade popular. Esta decisão  da CPLP é responsável, é oportuna. Porque, como sabemos, a CPLP tem tido uma atitude de cumplicidade. Mas acho que nunca é tarde para retomar o caminho do respeito dos estatutos que regulam os comportamentos de cada Estado membro. Esta turma agora que fala em nome da Guiné-Bissau, é uma turma de golpistas. Não tem nenhuma responsabilidade para falar em nome da Guiné-Bissau. Esta dita turma de golpista não passa de uma aberração inqualificável, que nenhum guineense de bom senso estaria interessado a ouvir. E para o investigador Armando Lona, não há como fazer parte de uma organização sem respeitar os estatutos e textos da mesma.Ora "aquilo que se tem passado na Guiné-Bissau é intolerável e inaceitável e enquanto cidadãos da CPLP e das outras organizações, exigimos que se respeite a democracia e os direitos humanos". A 5 de Dezembro, a CPLP decidiu enviar uma missão de alto nível a Bissau para acompanhar o processo de reposição da ordem constitucional. A decisão foi tomada antes da auto-suspensão e da oficialização da suspensão da Guiné-Bissau na CPLP. Mas estes últimos acontecimentos podem comprometer a vinda desta delegação, já que dependerá da boa vontade e da autorização das autoridades guineenses que os membros da CPLP aterrem ou entrem em Bissau.  Mas acho que toda a tentativa de impedir a chegada de uma missão, seja ela da CPLP, da CEDEAO, será uma prova de frustração. Esse grupo [de militares] sabe que está num isolamento total. Não tem legitimidade interna, não tem reconhecimento internacional. Portanto, resta lhe tentar fazer esses subterfúgios fúteis, mas que não, não vão ter sucesso porque o povo já boicotou tudo. O povo guineense está farto desse grupo. Hipotecaram o futuro dos guineenses, sobretudo da juventude, que agora só pensa em emigrar. Essa junta militar... Eu tenho dito e repito que não existe nenhuma junta militar na Guiné-Bissau. Esse grupo não não representa nem 5% dos efectivos das forças guineenses.  Armando Lona diz que estes militares no poder são meras individualidades no seio de toda a corporação militar, não representam portanto as Forças Armadas da Guiné-Bissau. E por outro lado, são milícias que tomaram o poder. Não refletem a realidade sociológica das nossas Forças Armadas. Nós tínhamos a certeza que mais dia menos dia, o regime ia cair. Caiu, como o povo demonstrou de forma brilhante, de forma patriótica, nas urnas. O jornalista prossegue: ao contrário do que foi dito pelo primeiro-ministro Ilídio Té Vieira, à imprensa guineense, no dia seguinte à cimeira da CEDEAO,  "os militares temem sim as ameaças de sanções financeiras".   Têm que temer. Não conseguem fazer nada sem apoio externo. Endividaram a Guiné-Bissau. Levaram o nosso plafond de dívidas para quase mais de 100% do Produto Interno Bruto. Todos os dias estão a emitir títulos de tesouro no mercado regional! Portanto, é um grupo que vive só desses esquemas. Logo, com sanções económicas e financeiras não podem sobreviver. O coordenador da frente popular destaca outro ponto: a existência de uma força da CEDEAO na Guiné-Bissau. Esta é composta por contingentes da Nigéria e do Senegal e os seus membros, fardados e armados, já eram visíveis nas ruas da capital antes das eleições gerais, durante, e depois. Questionamos o real mandato desta força da CEDEAO. Não vale a pena termos uma força paga pelas contribuições dos cidadãos da África Ocidental, quando na realidade está ao serviço de um ditador, que agora ninguém duvida de que era um ditador, mas também um campeão do crime do crime organizado e do branqueamento de capital. Aqui, Armando Lona faz referência à detenção de Dinísia Embaló, a ex-primeira dama, mulher do ex-presidente deposto, que continua em parte incerta. Dinísia Embaló foi constituída arguida por suspeita de contrabando e branqueamento, no caso das malas com 5 milhões de euros encontradas no jacto privado em que viajava. Voo esse que partiu de Marrocos, último país, aliás, onde se soube do paradeiro de Umaro Sissoco Embaló. Fez depois escala em Bissau e seguiu para Lisboa. Um caso que impactará muito provavelmente a imagem e o poder diplomático de Umaro Sissoco Embaló e do seu entourage. Não há julgamento maior do que esse julgamento da opinião pública internacional. Para nós isto basta. Infelizmente, sentimo-nos atingidos porque somos guineenses. Temos orgulho enquanto povo, temos dignidade, e lutámos pela nossa liberdade. Mas por acidente da história temos tido gente que não tem a preparação para estar a nossa frente.

Geopizza
O VIKING SANGUINÁRIO: ERIK, o VERMELHO #134

Geopizza

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 189:56


Um dos vikings mais temidos da Idade Média foi Erik, o Vermelho.Famoso por seu temperamento explosivo, Erik cresceu em uma sociedade moldada pela violência. Afinal, na Europa medieval, os vikings eram chamados de “terror do norte”.⚔️ Foram eles que saquearam mosteiros na Inglaterra, atacaram cidades na França, navegaram pelos rios da Rússia, sitiaram Paris e chegaram até o norte da África, destruindo emirados na região da atual Tunísia e Marrocos.Em todo caso, os vikings não eram só invasores. Na verdade, a maioria deles nunca saiu de suas fazendas, vivendo como simples camponeses medievais durante toda a vida.

JORNAL DA RECORD
10/12/2025 | 3ª Edição: Desabamento de dois prédios deixa mais de 20 mortos no Marrocos

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 3:22


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Equipes de resgate trabalham na busca por sobreviventes do desabamento de dois prédios que deixou ao menos 22 mortos no Marrocos. Oito famílias moravam em um dos edifícios de quatro andares; o outro prédio estava desocupado. Ao menos 16 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas ao hospital. Bombeiros alertam que mais pessoas podem estar sob os escombros. As autoridades vão investigar o que causou o desabamento. E ainda: Inflação em novembro é a menor para o mês em sete anos e fica dentro da meta do governo.

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Boletim Rádio Gazeta Online - 1ª edição (10 de dezembro de 2025)

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 3:38


Na primeira edição deste boletim você confere:- Otto Alencar diz que CCJ do Senado deve votar texto da Dosimetria na semana que vem;- PL Antifacção é aprovado em votação simbólica;- Desabamento de prédios no Marrocos deixa ao menos 22 pessoas mortas e 16 feridas. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Clara Pinheiro, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Esportes
Ancelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 6:44


O caminho do Brasil na fase de grupos da Copa de 2026 já está traçado. O sorteio realizado pela Fifa em Washington, nos Estados Unidos, colocou a seleção brasileira no grupo C para enfrentar Marrocos, Escócia e Haiti. Marcio Arruda, da RFI em Paris A federação internacional de futebol também definiu que o Brasil vai estrear na Copa do ano que vem contra o Marrocos no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. No dia 19, a seleção encara o Haiti, às 22h, na Filadélfia. O último duelo da fase de grupos será diante da Escócia, em Miami, às 19h do dia 24 de junho. Na última sexta-feira (5), a Fifa realizou o sorteio que definiu os 12 grupos da próxima Copa do Mundo. Após esta definição, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, falou sobre os adversários que o Brasil vai enfrentar na Copa. O treinador destacou a boa fase do Marrocos. “É um grupo muito difícil porque o Marrocos tem jogado muito bem. No mundial, a seleção marroquina melhorou e tem mais conhecimento e experiência do torneio. No futebol, tem obtido ótimos resultados. É uma equipe muito sólida, com diferentes características. O Marrocos tem uma organização defensiva muito boa”, alertou Ancelotti. Brasil e Marrocos já se enfrentaram em Copas do Mundo. Na única vez, em 1998, o Brasil venceu por três a zero, no jogo que Ronaldo Nazário marcou o primeiro de seus 14 gols em mundiais. Mas aquela seleção de Marrocos era bem diferente da atual equipe africana, que foi semifinalista na Copa de 2022, tendo conquistado o melhor resultado de uma seleção africana na história do torneio. O jornalista do Grupo Globo e apresentador do programa Seleção SporTV, André Rizek, também elogiou a seleção africana. Respeitando, mas sem medo “Inegavelmente, o Marrocos é a seleção que desperta um cuidado maior para o Brasil no grupo C. É semifinalista de Copa do Mundo; foi a primeira vez que uma seleção africana chegou a uma semifinal de Copa. E eles mantiveram o bom momento depois do mundial. O Marrocos enfrentou o Brasil num amistoso, que foi o primeiro jogo das duas seleções depois da Copa de 2022, e venceu por dois a um. Na última Copa, o país tinha 23 dos 26 jogadores atuando na Europa. E a base foi mantida. O Marrocos tem laterais melhores do que o Brasil, tem um baita goleiro, que é o Yassine Bounou, e trouxe o Brahim Díaz, que faltava para o ataque daquele time. É, sem dúvida, o grande desafiante do Brasil. Eu não digo que é para o Brasil ter medo, mas, com certeza, é para entrar em campo com respeito para enfrentar a seleção marroquina”, afirmou Rizek. Depois da partida contra os marroquinos, o Brasil volta a campo para o jogo diante do Haiti. Será a primeira vez que os dois países vão se enfrentar em uma Copa. “Honestamente, eu não conheço muito o Haiti. Sei que é a segunda vez que joga uma Copa do Mundo, depois de 1974, quando jogou contra a Itália e perdeu de três a um. Teremos tempo para estudarmos e nos prepararmos para essa partida”, disse o treinador italiano da seleção brasileira. O jornalista André Rizek, que tem grande experiência na cobertura de Copas do Mundo desde 1998, foi além. Saco de pancadas “Seleções como Haiti, Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão vão disputar a Copa do Mundo para ganhar experiência. Talvez até sofram grandes goleadas e vão comemorar demais se conseguirem fazer um gol. Então, o Haiti vai ser o saco de pancadas do grupo, sem dúvida alguma. Esse jogo não é para o Brasil se preocupar esportivamente porque todo mundo no grupo vai somar três pontos”, disse o jornalista do grupo Globo. Ancelotti afirmou que está “contente de jogar contra o Haiti porque o Brasil fez o Jogo da Paz, em 2004, que foi organizado pela ONU. Então, estamos contentes de enfrentar o Haiti”. Cenário diferente, mas nada assustador em relação ao adversário europeu. Essa é a opinião de Rizek. Invicto contra escoceses “A Escócia é uma velha conhecida do Brasil em Copas do Mundo. O Brasil encarou os escoceses na fase de grupos em 1974 e foi zero a zero. Em 1982, foi quatro a um de virada. Aí voltamos a nos enfrentar em 1990 com aquela vitória por um a zero com gol do Muller. E, em 1998, na estreia da Copa da França, deu Brasil com placar de dois a um. Eu cito o histórico porque é o que deve acontecer nesse mundial de 2026. Não vejo como a Escócia possa complicar muito a seleção brasileira. A gente, aqui no Brasil, adora a torcida escocesa, que é animada e admira o futebol brasileiro. Mas é muito difícil imaginar qualquer desfecho que não seja uma boa vitória do Brasil contra os escoceses”, concluiu o jornalista. Já o técnico Ancelotti prega cautela em relação à seleção escocesa. “A Escócia fez boas apresentações em seus últimos jogos e se classificou diretamente para o mundial, sem passar pela repescagem da Europa, o que é sempre muito complicado. Habitualmente, as equipes escocesas trabalham muito bem o aspecto físico”, opinou Ancelotti. “Não tenho dívida com ninguém” O treinador falou que o grupo de 26 jogadores não está fechado e que só vai definir a lista final perto da data da convocação para a Copa, em maio. “Eu entendo que todos estão muito interessados em Neymar, mas eu quero esclarecer que estamos em dezembro e a Copa é em junho. Eu só vou escolher a equipe que vai ao mundial em maio. Se Neymar merecer estar na lista, se ele estiver bem, melhor do que outros, ele vai jogar a Copa do Mundo e ponto. Não tenho dívida com ninguém”, garantiu Carlo Ancelotti. A Copa do Mundo de 2026 vai ser disputada pela primeira vez em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. Aliás, o México será o primeiro país a sediar três Copas; os mexicanos organizaram os torneios de 1970 e de 1986. E será justamente o México que fará o jogo de abertura. No dia 11 de junho, a seleção mexicana entrará no gramado do estádio Azteca para medir forças com a África do Sul. A partida será uma reedição do jogo de estreia da Copa de 2010, que foi disputada em solo sul-africano. Depois deste jogo, haverá outros 103. A grande final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. Novo formato A primeira Copa do Mundo com 48 países terá 12 chaves, sendo que os dois primeiros de cada grupo avançam para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros. Se avançar em primeiro no grupo C, o Brasil vai enfrentar o segundo colocado do F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção da repescagem europeia. Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia disputam esta vaga. As seleções que passarem pela segunda fase terão, na sequência, as oitavas, quartas, semis e a grande final. Assim, a seleção que for campeã terá jogado oito partidas, uma a mais do que os finalistas das últimas sete Copas, que reuniram, em cada uma dessas edições, 32 seleções. O zagueiro Marquinhos, que disputou as duas últimas Copas do Mundo, disse que só o tempo mostrará se o aumento para 48 seleções terá sido bom para as próximas Copas. “A gente ainda vai descobrir como vai ser essa Copa [com 48 seleções]. A Champions League, por exemplo, mudou e eu e meus companheiros do Paris Saint-Germain fomos campeões. Então, às vezes, algumas mudanças podem fazer bem para uma determinada competição. Eu acho que é justamente isso que eles [Fifa] querem: ter mais países participando de uma Copa do Mundo. E, além disso, dar oportunidade para atletas de outros países viverem essa emoção e esse mundo da Copa, que é maravilhoso”, afirmou o zagueiro do Brasil, que já disputou jogos nas Copas de 2018 e 2022. Nome certo na lista dos 26 jogadores que vão disputar a próxima Copa, Marquinhos afirmou que confia que a seleção fará uma grande Copa do Mundo. “A gente sabe que a seleção tem muita coisa para melhorar, mas é verdade que melhoramos nas últimas partidas. Então, não importa o nosso momento hoje. Quando a Copa do Mundo começar, tudo muda.  E eu tenho certeza de que o Brasil vai dar o seu melhor”, explicou Marquinhos. Precisa ser muito bom para eliminar o Brasil; é assim desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, o Brasil tem um retrospecto invejável. O país é o único a ter cinco títulos de Copas. Um recorde! E nesse embalo da seleção em Copas, vale lembrar uma curiosidade: desde a terceira edição, em 1938, o Brasil ou conquistou uma Copa do Mundo ou foi eliminado por uma seleção que terminou, pelo menos, em terceiro lugar. Ou seja, das 20 últimas Copas, ou o Brasil foi campeão ou perdeu para uma seleção que, se não foi campeã, foi quase. Para os supersticiosos de plantão, o Brasil volta a figurar no grupo C de uma Copa depois de 24 anos. A última vez foi em 2002, quando a seleção conquistou o pentacampeonato. Será que o jejum brasileiro vai acabar no ano que vem e o Brasil finalmente conquistará o tão sonhado hexa? Até lá, o Brasil vai precisar superar grandes seleções, que também já conhecem seus adversários na fase de grupos da Copa de 2026. Grupo A México, África do Sul, Coreia do Sul e repescagem (Dinamarca, Macedônia do Norte, Rep. Tcheca ou Irlanda) Grupo B Canadá, Catar, Suíça e repescagem (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia) Grupo C Brasil, Escócia, Haiti e Marrocos Grupo D Estados Unidos, Austrália, Paraguai e repescagem (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo) Grupo E Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador Grupo F Holanda, Japão, Tunísia e repescagem (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) Grupo G Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia Grupo H Espanha, Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai Grupo I França, Noruega, Senegal e repescagem (Iraque, Bolívia ou Suriname) Grupo J Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia Grupo K Portugal, Colômbia, Uzbequistão e repescagem (Nova Caledônia, RD Congo ou Jamaica) Grupo L Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá As repescagens, que definirão os últimos seis classificados para a Copa, serão jogadas em março de 2026. No mesmo mês, o Brasil vai fazer dois amistosos, ambos nos Estados Unidos: o primeiro contra a França e o segundo contra a Croácia.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 05/12/2025

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 46:01


Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (05): Flávio Bolsonaro anuncia que foi escolhido pelo pai para disputar a presidência. Polícia e Receita Federal fazem a maior apreensão de cocaína do Aeroporto Internacional de Confins (MG). EUA vão intensificar as ações militares na América Latina. Censo aponta mais de 12 mil favelas com 16 milhões de moradores no país. Na Copa do Mundo de 2026, Brasil cai em grupo com Marrocos, Haiti e Escócia. E os comentaristas da RECORD analisam os desafios da seleção na busca pelo hexa.

Resumão Diário
JN: Nova estratégia de segurança de Trump prioriza restaurar protagonismo dos EUA na América Latina; grupo do Brasil na Copa tem Marrocos, Haiti e Escócia

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 5:31


Os Estados Unidos anunciaram uma nova estratégia de segurança nacional, e Donald Trump declarou prioridades na política externa: restaurar o protagonismo americano no Ocidente, buscar a paz através da força e disputar influência econômica e geopolítica com a China. Já a Europa foi descrita por Trump como decadente. Veja também: morreu Frank Gehry, um dos arquitetos mais importantes da história. A cidade de Gramado comemora os 40 anos do Natal Luz. O planeta acompanhou o sorteio da Copa do Mundo. E a seleção conheceu os três primeiros adversários no Mundial.

Convidado
Guiné-Bissau vive um “golpe paradoxal”, afirma Carlos Lopes

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 14:36


A Guiné-Bissau vive um “golpe paradoxal”, descreve Carlos Lopes, depois de os militares terem interrompido as eleições, destituído o Presidente e instalado um regime de transição. O economista guineense alerta para a fragilidade institucional, a personalização do poder e o risco de colapso económico, criticando a resposta “demasiado diplomática” da CPLP e a incapacidade regional para restaurar a ordem constitucional. A Guiné-Bissau entrou, no final de Novembro, num novo período de convulsão política após a intervenção directa dos militares, que dissolveram as instituições civis, interromperam o processo eleitoral e destituíram o Presidente Umaro Sissoco Embaló. A invasão da Comissão Nacional de Eleições (CNE) por homens armados e encapuçados, acompanhada da destruição de materiais eleitorais, levou à suspensão da contagem e abriu caminho à instalação de um Alto Comando Militar para a Restauração da Segurança Nacional e da Ordem Pública, que nomeou um general como Presidente de transição. A comunidade internacional reagiu de imediato. A CPLP reuniu-se de emergência para ponderar sanções e exigir a “restauração da ordem constitucional”, incluindo a libertação de detidos e a reconstituição dos resultados eleitorais. A instabilidade reacendeu preocupações históricas sobre a fragilidade institucional do país. O economista e académico guineense Carlos Lopes faz-nos uma leitura da crise, que descreve como “um golpe paradoxal”, uma expressão que, segundo explica, reflecte a natureza inédita dos acontecimentos. Carlos Lopes rejeita classificações simplistas sobre o que vários analistas definem como auto-golpe. Na sua leitura, “não é natural que um golpe tenha as características que estamos a registar”. A primeira anomalia, afirma, é o silêncio quase total sobre o dirigente deposto: “Normalmente, num golpe, existe uma narrativa sobre a figura derrubada; neste caso, não há nenhuma. Há até um certo silêncio em relação ao Presidente deposto.” O segundo paradoxo emerge do próprio pretexto usado pelos militares. Embora aleguem irregularidades eleitorais, “as únicas interferências assinaladas são as de homens encapuçados que destruíram o material da CNE”, diz Carlos Lopes, sublinhando que o novo regime não demonstrou qualquer intenção de investigar o ataque. Pelo contrário, observa que o comportamento das autoridades militares “quase assume que foram parte do seu próprio golpe”. A composição do poder instalado pelos militares reforça a contradição, uma vez que as figuras centrais do novo governo são, segundo o economista, “todas muito próximas do Presidente deposto; o director de campanha de Embaló é hoje primeiro-ministro”. Para Carlos Lopes, esta proximidade directa levanta uma questão inevitável: “Durante todo o processo eleitoral não acharam que houvesse nada de estranho. Apenas horas antes da proclamação dos resultados decidiram invocar irregularidades.” A fragilização do sistema judicial é outro sinal de ruptura, o economista lembra que o novo Procurador-Geral foi nomeado com poderes excepcionais: “Pode arrestar juízes, deslocá-los, demiti-los; acaba com todo o processo formal do sistema judiciário.” Perante este quadro, conclui que “não estamos perante um golpe de Estado tradicional”. Carlos Lopes admite preocupação profunda, classificando esta crise como “mais um episódio de uma longa trajectória de rupturas da Constituição e das instituições”. O principal problema, afirma, é a tendência estrutural para substituir instituições por indivíduos: “A política na Guiné-Bissau está pessoalizada. As instituições são secundárias e o espaço político é ocupado por personalidades que impõem a sua vontade.” O surgimento inesperado de um general sem carreira política como chefe de Estado ilustra esse fenómeno: “Ninguém na Guiné-Bissau imaginaria que o actual general viesse a ser Presidente.” Para o economista, esta personalização do poder “mantém o país na sua fragilidade”. A instabilidade crónica guineense não surgiu do vazio. Carlos Lopes identifica raízes profundas no movimento de libertação nacional: “Há um mundo de traições dentro do movimento que deu origem ao partido do poder.” Ao longo das décadas, sucessivas dissidências fracturaram o sistema partidário e aprofundaram a distância entre a ala militar e a ala política. O resultado, diz, é uma cultura política imprevisível: “A Guiné-Bissau vive em traições permanentes. Quase nunca é possível descrever com clareza a posição de uma personalidade, porque já fez tudo e o seu contrário.” A crise actual repete padrões conhecidos, mas acrescenta factores inéditos. Entre eles, o “autoritarismo e a extrema personalização do poder por parte do Presidente Embaló”, que, na opinião de Carlos Lopes, retirou ainda mais capacidade ao aparelho do Estado. Acresce a crescente vulnerabilidade perante o narcotráfico: “O país ficou muito mais exposto ao tráfico de droga e às pressões associadas.” Outro elemento novo é o peso das redes internacionais construídas por Umaro Sissoco Embaló: “Ele tinha uma grande rede de contactos internacionais, fruto da sua trajectória anterior. Isso acrescenta uma dimensão externa à complexidade interna.” A capacidade de resposta da CEDEAO e da União Africana é limitada. Para Carlos Lopes, “a CEDEAO está muito fragilizada”, tanto pelas saídas recentes de três Estados-membros como pelas crises internas que afectam praticamente toda a região. A Nigéria enfrenta terrorismo e instabilidade económica; a Costa do Marfim ainda cura feridas da guerra civil; o Senegal viveu uma transição conturbada. Neste contexto, conclui o académico, “nenhum país está em condições de dar lições ao outro”. A posição da CPLP, que pondera suspender a Guiné-Bissau e enviar uma missão de "bons ofícios", é, para Carlos Lopes, insuficiente: “Parece-me demasiado diplomática. Considerar a suspensão não é suspender.” Acrescenta que falar de bons ofícios “é estranho quando o essencial seria exigir a libertação imediata dos presos políticos, detidos apenas por serem vencedores das eleições”. Sobre o périplo internacional de Umaro Sissoco Embaló, cuja rota passou pelo Senegal, Congo e Marrocos, com possíveis deslocações para França ou Portugal, Carlos Lopes evita especulações, mas admite que “ele beneficiou de facilidades fora do quadro diplomático habitual”, tanto de países africanos como europeus. E remata: “As evidências falam por si.” O economista alerta que a dimensão económica da crise pode tornar-se explosiva: “Vai ser muito difícil evitar regimes de sanções, e esses regimes podem impedir o acesso da Guiné-Bissau ao mercado de capitais da UEMOA.” Se isso acontecer, o Estado perde a sua principal fonte de financiamento: “O regime tem vivido de empréstimos trimestrais. A dívida interna é gigantesca. Sem essa válvula, não há sobrevivência económica.” O impacto sobre a população seria imediato: “A precariedade já era manifesta. Boa parte dessa dívida financiou despesas militares, viagens presidenciais e subsídios políticos. O que se gasta em despesas de prestígio é superior ao orçamento da educação.” Face a um quadro institucional debilitado, um sistema partidário fragmentado, organizações regionais fragilizadas e um risco económico crescente, a Guiné-Bissau enfrenta uma encruzilhada histórica. Reconstruir instituições credíveis vai exigir rupturas profundas num país habituado à instabilidade. “A Guiné-Bissau continua vulnerável porque não resolveu as suas fragilidades estruturais. E esta crise é mais uma demonstração disso.”, conclui.

Gringolândia
Gringolândia #324 - Uma Copa do Mundo sem grupo da morte

Gringolândia

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 79:27


Caíque Andrade, Jorge Natan e Rafael Bizarelo analisam grupos da Copa do Mundo de 2026 e o possível caminho do Brasil na competição. Seleção brasileira enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti na fase de grupos. Estreia será no dia 13 de junho, contra o Marrocos. Dá o play!

Boletim Folha
Bolsonaro escolhe Flávio como candidato à Presidência em 2026

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 5:06


Brasil vai enfrentar Marrocos, Haiti e Escócia na Copa do Mundo. E Netflix compra divisões da Warner Bros Discovery, dona do HBO MaxSee omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
05/12/2025 | 3ª Edição: Brasil conhece adversários da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 4:07


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil descobriu quais os adversários da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol de 2026. Antes do sorteio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o prêmio "Fifa Pela Paz", que foi entregue pela primeira vez pela entidade máxima do futebol. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, também participaram do evento representando as outras sedes. Cada líder tirou a bolinha do próprio país e depois posaram para uma foto em conjunto. O Brasil caiu no Grupo C. A seleção estreia contra o Marrocos, quarta colocada na última edição. Depois, enfrenta as seleções do Haiti e da Escócia, consideradas mais fracas. O Brasil vai jogar na costa leste dos Estados Unidos. As cidades ainda serão confirmadas. E ainda: Mais de 14 toneladas de produtos falsificados são apreendidos no Rio de Janeiro.

Fim de Tarde Eldorado
O Brasil se deu bem no sorteio de grupos da Copa do Mundo 2026?

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 35:05


A seleção brasileira conheceu seus primeiros adversários na Copa do Mundo de 2026 e já pode desenhar seus caminhos para conquistar a taça mais cobiçada do mundo que não ganha desde 2022. Pentacampeão, o Brasil busca o hexa no Canadá, Estados Unidos e México. Cabeça de chave do Grupo C, o Brasil terá pela frente na fase de grupos Marrocos, Haiti e Escócia. Os jogos serão nos dias 13, 19 e 24 de junho, respectivamente. A estreia será no MetLife Stadium, em East Rutherford, ou em Foxborough. Robson Morelli e Marcel Rizzo analisam o assunto em conversa com Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Boletim Rádio Gazeta Online - 3ª edição (05 de dezembro de 2025)

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 2:58


Na terceira edição deste boletim você confere:- Brasil vai enfrentar Haiti, Marrocos e Escócia na primeira fase da Copa do Mundo de 2026;- Morre, aos 75 anos, ator japonês que atuou em Mortal Kombat e Pearl Harbor;- De forma experimental, o metrô se São Paulo vai funcionar 24 horas aos sábados. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Por Dentro do Jogo
Brasil estreia contra Marrocos na Copa de 2026

Por Dentro do Jogo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 4:29


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Sermões Adventistas
Como Permanecer de Pé no Tempo de Angústia - Pr. André Flores

Sermões Adventistas

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 37:47


Neste episódio, refletimos sobre o tempo de angústia profetizado na Bíblia e aprofundado pelos escritos do Espírito de Profecia, olhando para os quatro tempos de angústia (1260 anos, decreto dominical, fechamento da porta da graça e tempo de angústia de Jacó) e para os quatro grupos espirituais que se formam nos últimos dias: fanatismo, liberalismo, indiferentismo e o cristianismo verdadeiro.A partir de textos como Deuteronômio 30 e das mensagens de livros como Caminho a Cristo e O Grande Conflito, o sermão mostra que o centro da preparação para o tempo do fim (end time, time of trouble) não é o medo do decreto dominical, mas um recomeço real com Cristo, pela graça, equilibrando discernimento espiritual e vida prática.Você vai ouvir apelos fortes à juventude, alertas sobre os perigos do liberalismo “não tem nada a ver”, do legalismo fanático e da indiferença espiritual, além do testemunho comovente de uma jovem no Marrocos que, através da pregação online, deixou o mundo e descobriu o cristianismo verdadeiro em Jesus.Alguns temas abordados neste episódio:O que são os quatro tempos de angústia e por que o maior ainda está à nossa frente.Decreto dominical, fechamento da porta da graça e o tempo de angústia de Jacó.A diferença entre fanatismo, liberalismo, indiferentismo e cristianismo verdadeiro.Como o Espírito Santo nos dá equilíbrio para permanecer de pé no tempo do fim.O chamado bíblico de “escolher a vida” (Deuteronômio 30) para nós, hoje.Reavivamento e reforma, leitura de Caminho a Cristo e confiança no Espírito de Profecia.Um apelo direto para jovens, casais, famílias e toda a igreja recomeçarem com Jesus.Palavras-chave incluídas: tempo de angústia, fim dos tempos, decreto dominical, sábado, Espírito de Profecia, Ellen White, Grande Conflito, reavivamento e reforma, juventude adventista, cristianismo verdadeiro, Adventist preaching, Sabbath, Spirit of Prophecy, end time message, revival and reformation.

Convidado
Paris e Argel longe de um entendimento após intervenção da Alemanha na libertação de Boualem Sansal

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 15:35


O escritor franco-argelino Boualem Sansal foi libertado esta semana e está de regresso à Europa, após ter sido condenado a cinco anos de prisão por atentar contra a unidade nacional na Argélia. Sansal é crítico do regime argelino e acabou por ser apanhado entre o fogo cruzado diplomático entre Paris e Argel. A sua libertação foi facilitada pela Alemanha, especialmente pelo Presidente Steinmeier, como explicou o jornalista e especialista em países africanos, Rui Neumann, em entrevista à RFI. O escritor franco-argelino Boualem Sansal foi libertado esta semana após ter cumprido um ano de prisão na Argélia, tendo sido originalmente condenado a cinco anos de prisão por atentar contra a unidade nacional. Bansal tornou-se um dos danos colaterais da deterioração da relação entre Paris e Argel, com a Alemanha a ter de intervir de forma a facilitar a libertação do escritor. Em entrevista à RFI, o jornalista e especialista em países africanos, Rui Neumann explicou a importância do papel da Alemanha na libertação de Boualem Sansal e as dificuldades entre Paris e Argel. "A mediação da Alemanha sem dúvida que teve um peso muito importante, porque as relações entre a Argélia e a França podem caracterizar-se como múltiplas reconciliações que acabam sempre em súbitas rupturas. Portanto, desde 1962, há uma relação muito tumultuosa entre a França e a Argélia, que neste momento está numa situação muito crítica. O Presidente alemão não é uma figura conhecida em França e na Argélia também não. [...] Há uma relação pessoal muito forte com o presidente argelino Abdelmadjid Tebboune. E isto aconteceu no período do covid em que o Presidente argelino ficou gravemente doente com o covid e foi tratado na Alemanha, numa logística que foi muito organizada pelo Presidente alemão. E aqui houve laços que se estabeleceram, laços pessoais e até mesmo políticos. Apesar da limitação que tem o próprio presidente alemão. Portanto, quem beneficiou, de certa forma foi a França, com a libertação de Boualem Sansal. Mas, por outro lado, mostra também a grande fragilidade da França na resolução de diferendos diplomáticos e, neste caso, para a libertação de Sansal. Lembro também que ainda há um jornalista francês que está detido na Argélia, o Christophe Gleizes, que para já, ainda não existem indícios da sua libertação", explicou o jornalista. Um dos mais recentes pontos de discórdia entre Paris e Argel é o apoio da França ao processo de autonomia do Sahara Ocidental proposto por Marrocos e entretanto aprovado no Conselho de Segurança das Nações Unidas, já que a Argélia apoia a Frente Polisario que é pela independência deste território. Mesmo com a aprovação desta resolução, Rui Neumann não acredita que se esteja mais perto da resolução deste conflito que dura desde 1975 - o fim da colonização espanhola -, sendo actualmente o único território do pós-colonial no continente africano sem estatuto definido. "Quando conhecemos bem a Frente Polisário e os seus dirigentes, obviamente que não vão baixar as armas. Quando eu digo as armas, são as armas no sentido bélico da expressão, mas também no sentido político, aqui há um posicionamento principalmente do Conselho de Segurança da ONU, em que se, digamos, de uma forma quase ambígua, se posiciona ao lado do plano da autonomia marroquino, em que considera que é o plano mais credível para o Sahara Ocidental. Há sempre a Argélia, o grande pilar de apoio da Frente Polisário. E eu recordo que a Frente Polisário é reconhecida pela própria ONU como a única organização que tem legitimidade histórica para representar a população sarauí. Não falamos de uma resolução, mas de instrumentos de enorme pressão contra a Frente Polisário para aceitar não o plano que propõem Marrocos, mas um outro cenário negociado", detalhou Rui Neumann.   O plano marroquino visa fazer do Sahara Ocidental uma região autónoma, com mais poderes para autoridades locais e a gestão do seu próprio orçamento, guardando para Marrocos a capacidade de impor a sua bandeira, a moeda e ainda outras capacidades constitutivas do Estado como as relações internacionais, a defes ae a segurança. A Frente Polisário disse que até poderia aceitar esta opção, mas só se ela fosse a referendo e aprovada pelos cerca de 600 mil habitantes do Sahara Ocidental.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #440 Trégua Entre Trump e Xi

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 241:05


Trump e Xi se encontraram, na Coreia do Sul, acertando uma trégua comercial entre China e EUA. Passamos por essa e outras notícias da bacia do Pacífico, incluindo a eleição do candidato democrata Zohran Kwame Mamdani como prefeito de Nova Iorque.Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do GRANDE Oriente Médio, explicando o novo capítulo na questão do Saara Ocidental e o plano de autonomia pelo Marrocos.No mais, demos aquele tradicional pião na nossa quebrada latino-americana, com destaque para rompimento unilateral das relações diplomáticas do Peru com o México.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://petlovebr.com/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

O Assunto
Os protestos da geração Z

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 24:13


Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment. Nepal, Madagascar, Quênia, Marrocos, Peru, Indonésia... Manifestações lideradas por jovens da geração Z – nascidos da metade de 1990 até o início da década de 2010 - têm se espalhado pelo mundo. No Nepal e em Madagascar, a onda de manifestações derrubou os governos. No Peru, o presidente recém-empossado decretou 30 dias de emergência em meio à onda de violência. Motivados por diferentes razões, todos estes protestos têm presença maciça de jovens descontentes com as elites políticas e econômicas, em um cenário de “pessimismo palpável” que impulsiona mobilizações. É o que explica Oliver Stuenkel em conversa com Natuza Nery neste episódio. Oliver fala como a geração Z tem a percepção de que as elites políticas estão “desconectadas” dos problemas reais do dia a dia da população. Professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment, nos EUA, Oliver avalia o que une esses jovens em diferentes pontos do mundo. “Todos eles têm pautas em comum, o que explica o uso de símbolos parecidos”, diz, ao citar o uso da bandeira pirata da série de anime “One Piece”. Oliver destaca o papel fundamental das redes sociais para a organização e espalhamento dos protestos. E reflete sobre o risco de avanço autoritário, ao citar o caso de Madagascar, onde as manifestações derrubaram o governo, mas um coronel do Exército assumiu o poder.

Geopizza
INDIANA JONES da VIDA REAL: PERCY FAWCETT #132

Geopizza

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 263:39


Cartógrafo, major e explorador, Percy Fawcett percorreu alguns dos lugares mais inóspitos do planeta. Em sua juventude, no Sri Lanka, explorou baías remotas e identificou ruínas de antigos reinos budistas.Quando adulto, trabalhou como espião para a Grã-Bretanha, investigando o sultão do Marrocos em Fez.Mas foi na Amazônia tornou-se famoso: Fawcett liderou expedições pelo Acre e pela Bolívia, ajudando a definir as fronteiras entre os dois países.Suas jornadas tornaram-se célebres, com seu rosto impresso em capas de jornais e revistas por toda Europa. Um tabloide da época dizia:“Esse é o verdadeiro escoteiro: tomem-o como exemplo! "O prestígio foi tanto que Leonard Darwin, filho de Charles Darwin e presidente da Royal Geographical Society, o levou em turnê para palestrar pela Inglaterra.Com chapéu de feltro, caderno de anotações e um jeito independente de trabalhar, Fawcett acabou se tornando o molde do aventureiro que mais tarde inspiraria personagens como Indiana Jones.Mas...nem todos o viam como um herói. Muitos colegas o consideravam rígido, arrogante e charlatão, um homem obcecado por glória pessoal e convicções quase absolutas sobre o território que explorava.E, de fato, havia muitas coisas sobre a vida de Fawcett que não era divulgada pela mídia geral...

Gregario Cycling
Ep 278 - 1.000 km em Marrocos, com Gesibel Rodrigues

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 55:12


Pedalar 1.000 km em até 120 horas.Dormir o mínimo.Sem apoio.No deserto do Marrocos.Poucos encaram.Menos ainda completam.A paulista Gesibel Rodrigues foi lá — sozinha — e fez.Enfrentou o desafio que impõe o maior risco para mulheres, em meio à cultura muçulmana.Pegue essa roda e ouça a conversa dela com Alvaro Pacheco sobre o BikingMan Marrocos 2025.

Visão Global
O plano de paz para Gaza

Visão Global

Play Episode Listen Later Oct 5, 2025 43:52


Hamas aceita partes do plano e quer negociar. Contestação em Marrocos. Eleições na Síria. A influência de Jair Bolsonaro. Edição de Mário Rui Cardoso.

Semana em África
Moçambique: Cabo Delgado volta a estar a ferro e fogo

Semana em África

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 10:19


Sejam bem-vindos a mais uma Semana em África. A actualidade desta semana ficou marcada por novos desenvolvimentos em Cabo Delgado, no extremo norte de Moçambique, onde se caminha para atingir um novo recorde de violência ainda este ano. As Nações Unidas falam em 519 ataques até ao final de agosto, em comparação com 448 em 2022. Em comunicado, o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, dá conta de que a maioria dos incidentes são ataques de grupos armados contra civis, ataques estes que incluem a utilização de explosivos improvisados. De acordo com o mesmo organismo, desde agosto, mais de 20 mil pessoas foram obrigadas a fugir desta província, incluindo mais de 10 mil crianças. A violência levou mesmo os Médicos Sem Fronteiras a anunciar a suspensão temporária das suas actividades na vila e nas localidades do distrito de Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado. A organização justifica a decisão devido ao agravamento da violência e apela a que a segurança de civis e dos trabalhadores humanitários seja assegurada.   A presidente cessante da organização "Continuadores de Moçambique", Isaura Nyusi, lamentou esta situação, em entrevista à RFI. “Os ataques terroristas perpetrados na província de Cabo Delgado causaram deslocações das populações com impacto negativo na vida das criancas e adolescentes privando-os dos seus direitos e deveres incluindo o de estudar e de cuidados de saúde”, rematou. Apesar desta instabilidade, o Presidente da República considera que estão criadas todas as condições de segurança para a retoma do projecto da Total em Palma, na província de Cabo Delgado. A garantia foi deixada na cerimónia de assinatura, em Maputo, da decisão final de investimento do Coral norte FNLG com a italiana ENI, projecto com funcionamento previsto para 2029 e, onde se prevê mais de 23 mil milhões de dólares em receitas fiscais e o assegurar de 800 milhões de dólares em contratos para empresas moçambicanas só nos primeiros seis anos.  Daniel Chapo afirmou que a decisão final de investimento entre os operadores da Área 4 da bacia do Rovuma e o Governo abre "uma janela de esperança para os moçambicanos".  "O Coral Norte é mais do que um projecto de gás. É um passo em direcção à independência económica de Moçambique, ao fortalecimento da nossa resiliência enquanto moçambicanos, unidos do Rovuma ao Maputo", declarou o Presidente moçambicano. O chefe de Estado assegurou ainda que a retirada das forças ruandesas acontecerá após a fase de desenvolvimento do projecto de gás e da formação de militares moçambicanos para o combate ao terrorismo. “Afirmamos que estão reunidas condições para o levantamento da força maior e aguardamos, em breve, o pronunciamento da concessionária da Área 1, projecto Mozambique LNG, sobre esta matéria”, terminou. Angola vai realizar Congresso Nacional de Reconciliação Angola vai realizar, na primeira semana de Novembro, o Congresso Nacional de Reconciliação, uma iniciativa da Conferência Episcopal. O Presidente angolano já confirmou a sua presença neste evento, que antecede os 50 anos da independência. Para a Igreja Católica, nomeadamente, na voz de José Manuel Imbamba, Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, a reconciliação seria a “peça fundamental” para o país. "Para nós é a peça fundamental e isto é um processo que nós devemos construir juntos, sem exclusão, sem rotulações, sem esta tendência da política do militante que nós estamos a levar a cabo, que está a nos colocar de costas viradas uns contra os outros e, sobretudo, nos focarmos na política da cidadania. É isto que nós desejamos e é esta Angola que nós queremos", começou por referir. O responsável acredita que é tempo de deixar de viver do passado inglório. "Basta de estarmos sempre a viver do passado inglório que nós carregamos ainda. E então há a necessidade de fazermos este exorcismo nacional, este exorcismo das consciências, esse exorcismo dos políticos", salientou ainda, em entrevista à RFI. Cabo Verde é o novo "destino sexual" para as cidadãs espanholas Cabo Verde é o “novo destino sexual” para as cidadãs espanholas. Quem o diz é o jornal “El Español”, que revelou, esta semana, que existem mulheres que viajam para as ilhas do Sal e de São Vicente à procura de sexo com homens jovens.  O presidente da Associação dos Guias de Turismo de São Vicente, Ruben Moreira, já reagiu e afirmou à RFI que, em São Vicente, não existe turismo sexual, sublinhando que os turistas que visitam o país, vêm à procura das paisagens e gastronomia. “O turismo sexual não existe aqui em São Vicente, até porque, quando as pessoas vêm, independentemente da nacionalidade, o que fazemos é mostrar-lhes o que temos de mais interessante e bonito sobre a nossa história, a nossa cultura e tudo o que as traz aqui: as nossas paisagens, a gastronomia e tudo o que elas ou eles também possam encontrar aqui em Mindelo, em Cabo Verde, de forma geral. Eu não acredito que o turismo sexual seja algo para se levar a sério em Cabo Verde. Acredito, sinceramente, do meu ponto de vista, que pode haver um ou outro caso pontual, mas não existe em Cabo Verde da forma como está a ser retratado na imprensa internacional”, disse o presidente da Associação dos Guias de Turismo de São Vicente, Rúben Moreira. Apesar dos nossos esforços, não foi possível ouvir, até ao momento, a reacção do Instituto Nacional do Turismo sobre o fenómeno de turismo sexual no arquipélago apontado pelo jornal "El Español". Em Cabo Verde, o sector do turismo bateu novos recordes em 2024, dados do Instituto do Turismo de Cabo Verde deram conta de que cerca de 1,2 milhões de turistas visitaram o arquipélago no ano passado. Geração Z: da Ásia a África alastram os protestos juvenis Para terminar, falamos-lhe ainda sobre um tema que está a marcar a actualidade dos últimos dias. Vários países do mundo, nomeadamente, na Ásia e África que têm sido palco de protestos levados a cabo pela chamada geração Z. É o caso de Marrocos ou de Madagáscar. Grupos de jovens têm contestado a governação de uma série de países e conseguido até, em alguns casos, concessões do poder, por exemplo as marchas estudantis em Timor Leste ou os protestos em Madagáscar. A chamada "Geração Z" refere-se a pessoas nascidas nos finais da década de 90 do século passado e no início dos anos 2010, do século XXI. Jovens que estão inconformados com a gestão dos seus países e têm saído à rua. Foi o caso nesta terça-feira nas maiores cidades marroquinas com apelos de centenas de jovens à reforma da educação e à melhoria dos serviços de saúde pública. Era já o quarto protesto do género, com registo de confrontos entre manifestantes e forças da ordem, num movimento sem líder declarado.O governo em comunicado na noite passada afirmava perceber as reivindicações e estar pronto a responder de forma positiva. Já em Madagáscar, apesar da demissão do governo, os protestos também sob a batuta da dita geração Z prosseguiram nesta terça. Os jovens querem agora a demissão do chefe de Estado, Andry Rajoelina e apelam à solidariedade dos mais velhos, da geração X, nascidos nos anos 60, para que venham engrossar as fileiras do movimento. O símbolo da revolta desta geração Z tem sido um pirata, o herói "One Piece" dos livros japoneses de banda desenhada "manga". Em Madagáscar, o movimento conseguiu já a demissão do ministro da energia, e depois, mesmo, de todo o executivo, mas continua a sair à rua, apesar das desculpas do Presidente pela gestão política do país, apelando a que este também seja afastado dos desígnios nacionais. Protestos idênticos também se registaram numa série de países asiáticos como o Nepal ou a Indonésia ou, mesmo, em Timor Leste de estudantes, inconformados com a forma como o país é gerido. Neste território lusófono, o parlamento voltou atrás em relação a regalias de deputados e da classe dirigente, incluindo a compra de carros topo de gama e pensões vitalícias para parlamentares e ex-titulares de órgãos de soberania.

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 03/10/2025 – Gaza, protestos juvenis e migração em foco

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 20:33


Conversas à quinta - Observador
A Vida em Revolução. “A vida era um festim”. O amor na revolução entre Julião Sarmento e Helena Vasconcelos

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Sep 1, 2025 64:38


Primeiro date proposto pelo artista Julião Sarmento à ex-assistente de bordo da TAP Helena Vasconcelos, em 1974: irem a uma orgia em Cascais — em que acabaram por ficar vestidos a um canto. Uma viagem de impulso a Marrocos para irem comprar haxixe. O acordo para terem uma relação aberta. A falta de preocupação com o dinheiro. O emprego na Secretaria de Estado da Cultura com Eduardo Prado Coelho. A vida boémia com outros artistas. As primeiras exposições. E ainda as mudanças na aviação e os traumas da ponte aérea para Luanda.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mochileiros sem Pauta
#18 História dos ouvintes: A perdida no Marrocos e o sonho de madrinha

Mochileiros sem Pauta

Play Episode Listen Later Aug 15, 2025 81:59


Nossa viajante se perde nos labirintos do Marrocos e qual o desfecho dessa história? Enquanto a outra viajante, um plot twist de viradas, desde um sonho de madrinha, até depilação de coisas pinicando no corpo. Vem saber o desfecho!Histórias de Cris Helena e Paty ➡️ ⁠⁠⁠Site da Agência Explorar Marrocos⁠⁠⁠ , e confira os pacotes de viagem!

Renascença - Extremamente Desagradável
[SUGESTÃO] Se conduzir, não esqueça a mulher na autoestrada

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Jul 27, 2025 5:31


A caminho das férias em Marrocos, um francês esqueceu a mulher numa estação de serviço e só deu por isso ao fim de 300 quilómetros. A Michelle Marques falou com o casal.

Actualidade - Renascença V+ - Videocast
Vídeo. 54 crianças nadaram sozinhas de Marrocos até Ceuta

Actualidade - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Jul 26, 2025 1:35


Vídeo. 54 crianças nadaram sozinhas de Marrocos até Ceuta253444b8-436a-f011-8dc9-0022488

crian rr v deo ceuta marrocos actualidade renascenca
Visão Global
Cabo Verde e Moçambique, NATO e Marrocos

Visão Global

Play Episode Listen Later Jun 29, 2025 43:48


Mochileiros sem Pauta
#110 Marrocos: quando o deserto leva ao imaginário

Mochileiros sem Pauta

Play Episode Listen Later Jun 19, 2025 143:36


Nesse papo leve e cheio de nuances, exploramos o país que desperta o imaginário de muita gente — com suas cores, sabores e, claro, o deserto. Mas o episódio vai além dos clichês: conversamos sobre o que se sente ao estar entre dunas, o que se descobre nos mercados, e como o inesperado faz parte do caminho. O episódio é um oferecimento da ⁠Explorar Marrocos⁠, agência especializada em transformar desejos em jornadas reais. Prepare o chá de hortelã, que esse episódio vai te levar. E a bancada pra esse papo foi com a Ully Flores, Willy Barros e Guilherme Eisfeld➡️ Site da Agência Explorar Marrocos , e confira os pacotes de viagem!