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Canal Saúde Podcasts
Ciência e Letras - Amir Haddad trajetória

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 25:52


Originalmente exibido em 25.06.2024. Ator, diretor, professor e teatrólogo, Amir Haddad é múltiplo nas artes cênicas. O mineiro internacionalmente reconhecido por seu trabalho nas artes cênicas foi um dos fundadores do Teatro Oficina e criador dos grupos de teatro 'A Comunidade' e o Grupo Tá na Rua. E para dar conta de sua obra, o Ciência e Letras sobre ele foi dividido em duas partes. Neste episódio abordaremos a trajetória de Amir Haddad. Para falar sobre o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com o próprio Amir Haddad. // CRÉDITOS ROTEIRO E APRESENTAÇÃO RENATO FARIAS // PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES// DIRETORA DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHOA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENADOR DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE E EDITORA FIOCRUZ***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Flims Network
The Mandalorian and Grogu + El final de The Boys.

Flims Network

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 129:07


Originalmente íbamos a grabar sobre el final de The Boys pero los cabros (Fílmico y Dr. Malo) se pusieron a hablar de The Mandalorian and Grogu (2026) y estuvimos ahí mucho rato (yo todavía no la veo, whoops). Después seguimos con The Boys y por qué el final nos pareció (unánimemente) tan charcha. Advertencia: Capítulo alto en cortisol y ancianos gritándole a la nubosidad. Spoilers de The Boys pero no del Mandaloriense. Recuerden que pueden acceder a material exclusivo, pre-estrenos y m´ás en www.patreon.com/hermeselsabio SI lo que buscan es películas y series en formato físico: www.filmico.tv

Canal Saúde Podcasts
Bate Papo - 125 anos da Fiocruz

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 26:36


Originalmente exibido em 04.07.2025. O Bate Papo na Saúde desta edição é sobre os 125 anos da Fiocruz. A Fundação Oswaldo Cruz foi fundada em 25 de maio de 1900 e tem uma história rica em conquistas na área da saúde pública, desde a produção de vacinas, soros e medicamentos até a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias. Passando ainda, por informação, educação e comunicação. Para saber um pouco mais sobre o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com o arquiteto, urbanista e chefe do Departamento de Patrimônio Histórico da Fiocruz, Renato Gama-Rosa e com o historiador, doutor em história e pesquisador titular da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Jaime Benchimol. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS // PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA// EDIÇÃO PABLO FRENCH//DIRETOR DE TV BEM-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA// CINEGTAFISTAS ALEXANDRE PRADO, ANDRÉ LUIZ E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM TAPHAEL BERENDT//COLORISTA DANIEL NEVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES PAULO LONTRA//COOREDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO// COOREDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Manhã com Bach - USP
Manhã com Bach #316: Cantata de Bach para rainha surgiu de encomenda feita por estudante

Manhã com Bach - USP

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 58:34


Quando a Princesa-Eleitora da Saxônia e Rainha da Polônia Christiane Eberhardine morreu, em 4 de setembro de 1727, um estudante da Universidade de Leipzig chamado Hans Carl von Kirchbach teve a ideia de promover, às suas próprias custas, uma cerimônia póstuma em homenagem à rainha, que seria realizada na Igreja de São Paulo, ligada à Universidade de Leipzig. Tendo obtido da direção da universidade permissão para realizar a cerimônia, Kirchbach encomendou uma cantata para ser exibida durante o evento. Para compor a música, ele contratou Bach, que trabalhava em Leipzig havia então quatro anos. Quanto à letra da cantata, ele pediu para o conceituado escritor, crítico literário e professor da Universidade de Leipzig Johann Christoph Gottsched. O resultado desse empenho de Hans Kirchbach é a cantata Lass, Fürstin, lass noch einen Strahl, “Deixa, princesa, deixa ainda um raio” (BWV 198), que foi apresentada no dia 17 de outubro de 1727, na Igreja de São Paulo da Universidade de Leipzig. Composta de duas partes e dez movimentos, a cantata é exibida nesta edição de Manhã com Bach. Christiane Eberhardine era venerada na Saxônia - região de predomínio do protestantismo e onde o próprio reformador Martim Lutero havia introduzido a Reforma Protestante dois séculos antes - porque ela se recusara a se converter ao catolicismo quando o seu marido, o rei Augusto II, o Forte, foi eleito rei da Polônia, em 1697. Para assumir o trono polonês, Augusto precisou renunciar ao protestantismo e adotar o catolicismo, no que não foi seguido pela esposa. Como mulher do rei, Christiane Eberhardine recebeu o título de Rainha da Polônia, mas se recusou a comparecer à cerimônia de posse do marido, onde seria coroada, e jamais pôs os pés na Polônia, apesar de toda a insistência de Augusto. Com isso, ela se tornou um símbolo da resistência protestante contra o catolicismo e uma espécie de protetora dos protestantes, que temiam que Augusto II implantasse uma contra-Reforma na Saxônia. Originalmente, a letra composta por Gottsched era um poema com nove estrofes. Bach faz uma série de modificações nessa estrutura, separando versos e com eles criando recitativos, árias e coros. Não há registro da reação de Gottsched a essas alterações, mas é bem possível que o famoso escritor e professor não tenha ficado muito satisfeito em ver seu texto alterado. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 30 e 31 de maio de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.

MUNDO BABEL
Lindo Capullo de Alhelí

MUNDO BABEL

Play Episode Listen Later May 30, 2026 118:04


Botón floral famoso por su intenso aroma y bello colorido. Por extension, persona hermosa y delicada y por derogación, torpe y estúpida.“Capullito de Alhelí”, bolero clásico o pelicula de M. Ozores con JL Lopez Vazquez.Originalmente, el envoltorio protector en el que las orugas se transforman en mariposas. sin olvidar el muy masculino prepucio.Del latin “capullus”, politicos capullos, mediáticos capullos-y capullas-, venenosos o meramente ornamentales. “Amapola”,”Clavelitos" o “Los Nardos” junto al bolero de Rafael Hernandez o “Clara” en la BSO, el merecido homenaje a sus cualidades extraordinarias. Con flores a Maria. Puedes hacerte socio del Club Babel y apoyar este podcast: mundobabel.com/club Si te gusta Mundo Babel puedes colaborar a que llegue a más oyentes compartiendo en tus redes sociales y dejar una valoración de 5 estrellas en Apple Podcast o un comentario en Ivoox. Para anunciarte en este podcast, ponte en contacto con: mundobabelpodcast@gmail.com.

Canal Saúde Podcasts
Boletim Ciência - Pesquisa Juventudes fora da escola

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later May 27, 2026 20:29


Originalmente exibido em 10.04.2024. O Boletim Ciência desta edição fala sobre a pesquisa 'Juventudes Fora da Escola', que se debruçou sobre esse problema. Para saber mais sobre os achados desse estudo, a apresentadora Neide Diniz conversa com o sociólogo, analista de pesquisa e avaliação da Fundação Roberto Marinho (FRM), Felipe Santos. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO NEIDE DINIZ//PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// DIREÇÃO DE IMAGEM BEM-HUR MACHADO E DANIEL NEVES//EDIÇÃO LEONARDO J BARROS MELISSA TEIXEIRA//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDE DEBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUSA//PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHÔA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA//COORDENAÇÃO DE FINAIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Canal Saúde Podcasts
Ligado em Saúde - Processo de transição no SUS

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later May 20, 2026 25:46


Originalmente exibido em 05.08.2024. Ligado em Saúde desta edição fala sobre o processo de transição de gênero no Sistema Único de Saúde (SUS). Como é? Quem pode fazer? Quais são os passos? Essas e outras questões estão na pauta do programa. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Juliana Duarte conversa com a médica endocrinologista do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Carolina Cunha. // SONORAS DENISE THAINÁH SANTOS FRANÇA SECRETÁRIA EXECUTIVA CONSELHO ESTADUAL LGBTQIA+//// FRANCISCO DA SILVA PINTO DO ESPIRITO SANTO COODENADOR REGIONAL DO IBRAT RJ // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO JULIANA DUARTE//PRODUÇÃO REPORTAGEM E ROTEIRO EDUARDO COSTA// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES E PABLO FRENCH//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//CINEGRAFISTAS ALEXANDRE PRADO, SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//DIRETOR DE IMAGENS RENATO SALES//OPERADOR DE VÍDEO S S SANTOS//OPEROR DE VT ANTONIO CARLOS NASCIMENTO//OPERADOR DE TELEPROMPTER RODRIGO COSTA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//ASS. DE PROGRAMAÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIRAS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES// //DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIRETORA ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUSA//DIRETOR DE PRODUÇÃO RAPHAEL UCHOA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Inglés desde cero
261 - Nanny or Daycare Worker - Niñera o Personal de Guardería

Inglés desde cero

Play Episode Listen Later May 18, 2026 28:11


¿Sabías que "Twinkle, Twinkle, Little Star" es una de las canciones infantiles más reconocidas del mundo? Originalmente era un poema escrito en 1806, ¡y hoy en día los niños de habla inglesa la aprenden casi desde que nacen! Tal vez la conoces en español como “Estrellita ¿dónde estás?” En el episodio de hoy, vamos a aprender el vocabulario y las frases que usan las niñeras y el personal de guardería en inglés — desde la hora del cuento hasta cómo manejar un berrinche. Si trabajas con niños o quieres hacerlo, ¡este episodio es para ti! ¡Es hora de jugar con el inglés! It's time to play with English! Recuerda que todos los recursos para este episodio, incluyendo la transcripción, la tabla de vocabulario y ejercicios para repasar el aprendizaje, están disponibles en nuestro sitio web.  Haz clic en este enlace para ver todos los recursos para este episodio:   https://inglesdesdecero.ca/261 ----- Dale “me gusta” a nuestra página en Facebook: https://www.facebook.com/inglesdesde0/ ----- Síguenos en Instagram: https://www.instagram.com/ingles.desde.cero/ ----- Suscríbete en YouTube: https://www.youtube.com/@inglesdesdecero145 ----- Encuéntranos en Pinterest: https://es.pinterest.com/inglesdesdeceroca/ ----- Aprende inglés con nativos que se formaron en su enseñanza. ¡Visita nuestro sitio web, https://inglesdesdecero.ca/ para inscribirte y seguir todas nuestras lecciones! Descubre si tu marca aparece (o no) cuando la IA recomienda soluciones. Únete al reto gratuito de 3 días de HubSpot — regístrate aquí: https://hubs.la/Q04fn0pB0__No dejes pasar esta oportunidad con Shopify y regístrate para un período de prueba por solo un dólar al mes en shopify.mx/desdecero Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Canal Saúde Podcasts
Ciência e Letras - O pacto da branquitude

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later May 13, 2026 25:44


Originalmente exibido em 23.07.2024. O Pacto da Branquitude é o tema do Ciência & Letras desta edição. A autora Cida Bento foi eleita em 2015 pela The Economist como uma das pessoas mais influentes do mundo no campo da diversidade. O livro O Pacto da Branquitude surge a partir de pesquisas de mestrado e doutorado em que a autora identificou o que chama de “pacto narcísico da branquitude”. Para saber mais sobre o tema, o apresentador Renato Farias conversa com a autora do livro, Cida Bento. // CRÉDITOS APRESENRAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS// PRODUÇÃO CARLA COUTNHO// DIREÇÃO DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIÇÃO FELIPE DAVD RODRIGUES//DIREÇÃO DETOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA //TECNICO DE SOM MARCITO VIANA//COLORISTA DANIEL NEVES// CONTROLE MESTRE ALEX SANDRO// CARLOS NASCIMENTO//GABRIEL RIOS// RONALD FARIA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIAS//AQSS DE PROGRAMÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DEBORA GARCIA //COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//PRODUÇÃO EXECUTIVA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE E EDITORA FIOCRUZ***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Canal Saúde Podcasts
Bate Papo - Ultraprocessados nas escolas

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later May 6, 2026 25:32


Originalmente exibido em 28.07.2025. O Bate Papo na Saúde desta edição é sobre Alimentos Ultraprocessados nas Escolas. São produtos alimentícios que passaram por múltiplas etapas de processamento industrial e que contêm ingredientes artificiais. Normalmente, eles têm longos prazos de validade e são projetados para serem práticos e atraentes. Para esclarecer dúvidas e debater o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com a nutricionista, doutora em Saúde da Criança e Adolescente e assessora técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Lúcia Gratão e com a presidente do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio), Aline Borges. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS//PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA//EDIÇÃO PABLO FRENCH//DIREÇÃO DE TV BEM-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES// CINEGRAFISTAS DANIEL NEVES E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM LUIZ BRANDÃO//COLORISTA DANIEL NEVES// CONTROLE MESTRE ALEX SANDRO// CARLOS NASCIMENTO//GABRIEL RIOS// RONALD FARIA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIAS//AQSS DE PROGRAMÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//COORENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES PAULO LONTRA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Canal Saúde Podcasts
Boletim Ciência - Jovens brasileiras estão fazendo história na ciência e na tecnologia

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 19:34


Originalmente exibido em 13.05.2024. O Boletim Ciência desta edição fala sobre as jovens brasileiras que estão fazendo história na ciência e tecnologia. A apresentadora Neide Diniz conversa com a dupla Big Bang, as embaixadoras mirins do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Beatriz e Isabella Toassa. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO NEIDE DINIZ//PRODUÇÃO CARLA COUTINHO//DIREÇÃO DE TV BEM-HUR MACHADO E DANIEL NEVES//EDIÇÃO LEONARDO J BARROS E MELISSA TEIXEIRA//CONTROLE MESTRE ALEX SANDRO// CARLOS NASCIMENTO//GABRIEL RIOS// RONALD FARIA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIAS//AQSS DE PROGRAMÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//PRODUTOR EXECUTIVO RAPHAEL UCHÔA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Resposta Pronta
CGTP. "Está lá tudo o que estava originalmente, nada mudou"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 5:02


O secretário-geral da CGTP acusa o Governo de não ter lucidez por continuar a tentar levar a cabo as alterações à legislação laboral. Tiago Oliveira considera que nada mudou ao longo destes meses.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Canal Saúde Podcasts
Ligado em Saúde - Emergência, quando ir

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 25:21


Originalmente exibido em 15.07.2024. O Ligado em Saúde desta edição fala sobre quando procurar uma emergência. Como saber em que momento devemos buscar uma emergência e qual a diferença entre os atendimentos primário, secundário e terciário? Para saber essas respostas e mais informações sobre o assunto, a apresentadora Juliana Duarte conversa com o diretor do Hospital Municipal Lourenço Jorge, Bruno Guimarães. // SONORAS MATÉRIA CORPO DE BOMBEIROS // EDUARDO COSTA REPORTER//MAJOR FÁBIO CONTRERAS //SUBTENENTE HENRIQUES // CRÉDITOS APREENTAÇÃO E ROTEIRO JULIANA DUARTE// PRODUÇÃO E REPORTAGEM EDUARDO COSTA// EDIÇÃO PHELIPE DAVID RODRIQGUES E PABLO FRENCH//DIRETOR DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//CINEGRAFISTAS ALEANDRE PRADO, SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA// CONTROLE MESTRE ALEXANDRE FERREIRA, GABRIEL RIOS, CARLOS NASCIMENTO, RONALDO FARIAS//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ// GERENCIA DE MÍDIAS IANE FIGUEIRAS//GERENCIA DE ARTE E DE FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIRETORA ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUSA//DIRETOR DE PRODUÇÃO RAPHAEL UCHOA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Audios IDI Querétaro

El mes. El tiempo no es solo una sucesión de días, sino un don sagrado. Desde la creación, Dios dispuso que los astros sirvieran de señales para las estaciones y los años, asignando a la luna la función central de regular los meses. Originalmente, los meses no tenían nombres, solo números ordinales. Cada mes iniciaba con el novilunio o la primera aparición de la luna nueva, un evento espiritual llamado Rosh Jodesh. Escuchemos la promesa eterna en Isaías capítulo 66, versículo 23: Y será que de mes en mes, y de sábado en sábado, vendrá toda carne á adorar delante de mí, dijo Jehová. A pesar de los cambios en los calendarios humanos, el sistema lunisolar de Dios permanece inmutable. Al fijar nuestra mirada en el reino milenial, vemos que estos tiempos señalados seguirán siendo espacios de encuentro y adoración para todas las naciones. El orden del tiempo establecido por el Creador trasciende la historia. Honrar sus ciclos es reconocer Su soberanía sobre nuestras vidas. ¿Estamos atentos a los tiempos del Señor?.

Canal Saúde Podcasts
Ciência e Letras - Autoconhecimento através dos chacras

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 25:55


Originalmente exibido em 06.08.2024. O Ciência & Letras desta edição é sobre o livro 'Autoconhecimento Através dos Chakras. Na publicação, a autora, Claudia Mele, propõe alavancas de transformação coletivas, aplicáveis em casa, mas sobretudo em sala de aula, baseadas no conhecimento desses centros energéticos do corpo. No programa, o apresentador Renato Farias conversa com a autora, a pesquisadora, professora, preparadora corporal e atriz, Claudia Mele. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS// PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES// DIREÇÃO DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DECFOTOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//ASSIST. DE CAMERA RAPPHAEL ASUMPÇÃO// ASSISTS DE ESTÚDIO ANDRE LUIZ E ANDREI MANTOVANI//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA//COLORISTA DANIEL NEVES//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//NÚCLEO DE MÍDIAS NALDO ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOZA//PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHOA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEN-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE E EDITORA FIOCRUZ***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

La Brigada del Ruido Ska Podcast
Skanking Reggae Fest 2017 (Reeditado)

La Brigada del Ruido Ska Podcast

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 19:25


Viajamos al pasadoEn este episodio de La Brigada del Ruido, viajamos directo a la vibra del Skanking Reggae Fest 2017, un evento cargado de energía, cultura y mucho ritmo entre el ska y el reggae. Este capítulo es más que un recuerdo: es una cápsula del tiempo donde se siente el ambiente del festival, las voces de la gente, la música y esa conexión única que solo se vive en este tipo de eventos.Originalmente, el episodio incluía canciones que lamentablemente fueron bloqueadas en plataformas como Spotify. Pero lejos de dejarlo en el olvido, este capítulo fue reeditado para que la experiencia siga viva, adaptándose a las reglas actuales sin perder su esencia.Ahora puedes disfrutarlo con un enfoque más narrativo, donde el protagonismo lo tienen las historias, las sensaciones y el contexto del festival. Es una muestra clara de cómo La Brigada del Ruido no solo pone música, sino que documenta una cultura.Si eres amante del ska, del reggae o simplemente te gusta sentir que estuviste ahí sin haber ido, este episodio es para ti.Dale play y súmate a la brigada.

Canal Saúde Podcasts
Bate Papo - Políticas para o Brasil fora do mapa da fome

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 25:26


Originalmente exibido em 06.10.2025. O Bate Papo na Saúde desta edição fala sobre as políticas para o Brasil se manter fora do mapa da fome. O programa explica quais são as políticas implementadas para um país, mais uma vez fora do mapa da fome. O apresentador Alessandro Vieira conversa sobre o assunto com a diretora da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (SESAN/MDS), Patrícia Gentil e com a secretária nacional adjunta de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas da Secretaria Geral da Presidência da República, Izadora Brito. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEEIRO ALESSANDRO VIEIRA// PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAI//EDIÇÃO CLARISSE GREEN// DIREÇÃO DE TV EBN-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA//CINEGRAFISTAS BEN-HUR MACHADO E ALEXANDRE PAIVA// TÉCNICO DE SOM RAPHAEL ASSUMPÇÃO//COLORISTA DNIL NEVES//NUCLEO DE MIDIAS NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERLA FILMES//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINAIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNPP GERAL FILMES// REALZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Canal Saúde Podcasts
Boletim Ciência - Mudanças climáticas e risco de Doença de Chagas na Amazônia

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 19:22


Originalmente exibido em 20.08.2025. Nesta edição do Boletim Ciência, o tema é mudanças climáticas e o risco de reemergência da doença de Chagas na Amazônia Três eixos centrais orientam essa conversa: o controle de vetores, o planejamento territorial e a ampliação das campanhas educativas, estratégias essenciais para conter a expansão da doença em meio às transformações ambientais. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Neide Diniz conversa com o pesquisador da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Leandro Schlemmer Brasil. // CRÉDITOS: EDIÇÃO/CORTES APREENTAÇÃO E ROTEIRO NEIDE DINIZ// PRODUÇÃO ANGÉLICA PAULO// DIREÇÃO DE IMAGEM DANIEL NEVES E BEM-HUR MACHADO//EDIÇÃO CLARISSE GREEN//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES E TOTA PAIVA//OPERADORES DE CAMERA DANIEL NEVES, TOTA PAIVA SEBLEN MANTOVANI E ALEXANDRE PRADO//TÉCNICO DE SOM RAPHAEL BERENDT//NÚCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSITCA CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GASRCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Daniel Ramos' Podcast
Episode 520: 29 de Marzo del 2026 - Devoción matutina para Jóvenes - ¨Diferente¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 4:14


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================29 de Marzo¿Zig o Zag?Había confusión en la asamblea. Cada uno gritaba una cosa distinta, y la mayoría ni siquiera sabía para qué se habían reunido. (Hechos 19:32)La psicología define la expresión "efecto manada" como el comportamiento de un grupo de personas que reacciona de manera similar, aunque de forma irracional, solo por la presión del grupo. Originalmente, la expresión se refiere al comportamiento de los animales cuando están frente al peligro. Popularmente, a esta tendencia humana se la llama "A donde va Vicente, ahí va la gente".En general, las personas ceden a la presión de las masas. So todos van en una dirección, la mayoría los sigue. Es una reacción impulsiva, por imitación. En realidad, es la alternativa más cómoda, porque el individuo no necesita pensar. Basta con seguir la corriente. El problema que quien está dentro de una "manada" rara vez sale de ella. Quien cambia de opinión generalmente es castigado con desprecio, ostracismo o incluso con la muerte, como ocurrió en el contexto nazi.Las redes sociales son entornos propicios para el desarrollo del efecto manada, debido al volumen de información y la velocidad de reacción de las personas. Si alguien influyente opina sobre algo, la probabilidad de que muchos lo sigan es grande. Por eso, la publicidad en Internet es el alma del negocio actual.El texto biblico de hoy habla sobre un tumulto masivo provocado por Demetrio, un orfebre de Éfeso que fabricaba estatuillas de la diosa Diana. Al enterarse de que Pablo predicaba contra la idolatría y altraba el mundo con sus ideas, Demetrio causó un alboroto en la ciudad. Muchos fueron al anfiteatro, con capacidad para 24.000 personas, y allí gritaron durante casi dos horas: "Grande es Diana de los efesios" (Hech. 19:34).La mayoría de la gente no sabía por qué estaba alli. Probablemente muchos practicaban la idolatria únicamente porque otros lo hacían. Solo cuando el escribano de la ciudad reflexionó sobre el hecho y vió que no había una razón plausible para la reunión, se disolvió la asamblea. (ver. 40, 41)Esta historia nos advierte sobre el riesgo de seguir la "corriente". No hagas algo solo porque todos lo están haciendo. Camina con tus propias piernas. Reflexiona más. Si el mundo hace "zig", no tengas miedo de hacer "zag". Sigue el camino correcto, aunque solo la minoría esté a tu lado. 

Chutando a Escada
Ecologia da mente e extrema-direita

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 70:01


O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
Quem Ri por Último - Lucas Balzer (Salmos 2:1-12 - Série: Orando e Vivendo Salmos)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 61:46


Originalmente utilizado nas cerimônias de coroações dos reis de Israel, o Salmo 2 enfatiza a soberania de Deus frente à rebeldia do homem. Deus já constituiu o seu Rei no monte Sião e ri de todos aqueles que creem ser possível desafiá-lo. Essa mensagem era tranquilizadora para os reis da época, mas também o é para nós, pois aponta para uma realidade muito mais sublime: o Rei que Deus constituiu é Cristo Jesus. Aquele que tem autoridade para nos quebrar como barro deixou-se ser quebrado na cruz para nos refazer como seus filhos. Aguardamos o retorno do Rei, servindo-o com temor e alegrando-nos nele com tremor, sabendo que ele detém o controle de todas as coisas e que nele podemos nos refugiar, pois é o único capaz de trazer vida. ___ #FAMILIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS

Leitura de Ouvido
Katherine Mansfield - Feuille D'Album (conto)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 43:26


“Feuille D'album" (1917) é um conto de Katherine Mansfield (1888-1923) no qual uma narradora mulher, onipotente e onipresente desnuda até os pensamentos e sonhos do jovem artista solitário Ian French, que vive em Paris. A história existencialista passa uma boa mensagem sobre até onde a timidez pode chegar. Ou impedir de conquistar. Originalmente intitulado An Albun Leaf, que quer igualmente dizer Folha de Álbum, saiu em 20 de setembro de 1917 na Revista New Age. Depois, compôs algumas de suas coleções de contos, com o título alterado para francês. Ian French é pintor e tem uma vida reclusa da sociedade. Quando ele aparece em cafés, várias mulheres tentam conquistá-lo. Mas a visita em seu estúdio é sempre impossível. Isso, até o dia chuvoso em que ele avista, da janela, uma moça magra de avental e lenço rosa na cabeça. O fluxo de consciência é tão intenso no conto tanto quanto a descrição minuciosa e muito bem-feita, tanto do jovem personagem quanto do seu apartamento, quando a narradora resolve revelá-lo. Depois de muito o artista imaginar, o golpe final do conto é de pura ação, quando ele resolve seguir a moça, que sai às compras à noite. Em miscelânea com a ação, que narra os passos da vizinha, há os fluxos de pensamento do rapaz. É um conto existencialista e revisional, pois leva a refletir sobre o que se faz e o que se deixa de fazer, para além das aparências, mas pautados nos sentimentos mais profundos que sentimos. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Donas da P@#$% Toda
#309 - As fantasias que usamos quando nem é carnaval

Donas da P@#$% Toda

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 41:11


A girl boss, a mãe super-heroína, a boa moça, a independente que dá conta de tudo sozinha…a dona da p* toda. Nesta terça-feira de carnaval, nosso papo de amigas é para falar sobre as máscaras, fantasias e personagens que acabamos vestindo no dia a dia para sobreviver. E não é só uma impressão nossa. Um texto da revista The Collector conta que “todos nós já percebemos que tendemos a esconder diferentes aspectos de nós mesmos em diversos contextos sociais. Carl Jung, o famoso psicólogo suíço, chamou esse fenômeno de 'persona'. A persona é parte integrante do modelo de psique de Jung. Segundo ele, 'a persona é um sistema complexo de relações entre a consciência individual e a sociedade'. Não se trata de algo real, mas sim de uma personalidade cuidadosamente construída que permeia as interações do indivíduo com o mundo. Originalmente um termo para máscaras de atuação na Grécia Antiga, a persona tem a dupla função de criar uma impressão específica nos outros e ocultar a verdadeira natureza de alguém”.Quais são as máscaras que você mais usa? O que elas escondem? De qual você já está cansada? ------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-Toda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠APOIE O PODCAST! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.apoia.se/donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-----O ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Donas da P* Toda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.donasdaptoda.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Vamos conversar?Larissa Guerra: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@larissavguerra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marina Melz: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marinamelz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno Stolf: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunostolf⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Geek Punch
GEEK PUNCH - STRANGER THINGS T2/Punch 105 "Turn Arouuund"

Geek Punch

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 78:43


Originalmente no ibamos a hablar de esta serie tan pronto, pero terminamos adelantando todo para que saliera en Enero el capítulo. Es el inicio de una nueva época para Geek Punch, acá les presentaremos al nuevo integrante mientras regresa David y hablaremos de esta serie que está llena de cosas raras. ¿Qué calificación le darían? ¿Esta serie es muy ñoña? ¿Jugarían Dungeons & Dragons? ¿Cómo no amar a Steve Harrington? ¿Por qué no había Demodogs en el final? ¿Qué haríamos diferente? Todo esto y más en el nuevo capítulo de Geek Punch.

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#387 Rádio Cidade FM 96,9 São Paulo - 46 anos

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 44:57


25 de janeiro é tradicionalmente o aniversário de São Paulo. Mas para quem gosta de rádio e mora nessa "paulicéia desvairada", a data é inesquecível também por marcar o aniversário de uma outra Cidade.Originalmente nascida no Rio de Janeiro, em 1977, a Rádio Cidade FM, do grupo Jornal do Brasil, chega em São Paulo no dia 25 de janeiro de 1980. Foram 21 anos de sucesso inquestionável, até ser forçada a mudar de nome em 2001 (transformou-se na Sucesso FM).Para comemorar essas 4 décadas em que o rádio jovem ganhou definitivamente sua linguagem em FM vamos relembrar áudios de entrevistas e depoimentos, muitos deles gravados por mim em fita cassete. Pra começar nossa viagem, voltamos ao ano de 1979, quando foram feitos os primeiros testes de locução para formar a equipe da Cidade FM de São Paulo, que no ano seguinte entra no ar em 96,9. Em seguida, tem a estreia de Beto Rivera no primeiro dia da emissora. Tem ainda a primeira trilha da Cidade, gravada pela banda Os Famks, que logo chama a atenção de Mariozinho Rocha e se transforma no Roupa Nova. Entrevistas e depoimentos de vários nomes importantes que passaram pelos microfones da Cidade FM, nos 96,9 de São Paulo ajudam a contar a história e a importância que essa rádio teve e tem para a linguagem do rádio a partir do final dos anos 70.Capítulos:00:00 Abertura sobre a importância da Rádio Cidade FM em São Paulo02:17 Primeiros testes da Rádio Cidade em 1979, com Rony Magrini, Celene Araújo e Beto Rivera08:13 Beto Rivera na estreia da Rádio Cidade em São Paulo, em 25 de janeiro de 198008:47 Música tema da inauguração da Rádio Cidade, com locutores da emissora do Rio de Janeiro recepcionando a chegada em São Paulo12:35 Rony Magrini fala sobre o primeiro tema da Cidade FM gravado pelos locutores de São Paulo, em 198017:18 Como nasceu o grupo Roupa Nova: após gravar a música tema da Cidade FM, Mariozinho Rocha viu o talento da banda, que ainda se chamava Os Famks. 18:57 Delphis, Rony Magrini e Sandra Groth falam sobre as inovações que a Rádio Cidade FM trouxe para o rádio21:29 Edição especial do programa O Sucesso da Cidade, em homenagem ao Dia do Rádio. Tavinho Ceschi e Celso Giunti recebem locutores e dirigentes da Cidade FM no estúdio27:41 Passagem de horário entre Cesar Rosa e Rony Magrini em 198030:00 Flavio Ashcar (falecido em 2020) relembra o início na Rádio Cidade30:54 Bob Floriano (falecido em 2025) relembra como começou na Rádio Cidade36:04 Como foi a cobertura do show do Queen, no Morumbi, pela Cidade FM37:30 Tema de fim de ano da Cidade FM para o ano 2000: Feliz Cidade44:03 Vinhetas da Rádio Cidade FM nos anos 80Ouça outros episódios sobre a Rádio Cidade no podcast Peças Raras: Sandra Groth e as mulheres da CidadeRádio Cidade FM em uma só vozComo nasceu a Rádio Cidade

Geek Punch
GEEK PUNCH - ¿QUÉ PASÓ AYER? T2/Punch 104 "Abusa madres Rincón"

Geek Punch

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 55:15


Oficialmente llegamos al último capítulo con el señor David Castañeda, y desde este humilde podcast le queremos desear todos los éxitos en su maestría. Originalmente ibamos a grabar sobre "Dr. Stone" pero no se alcanzó porque dividieron la serie, así como en esta trilogía de películas no alcanzaron a medirse con los tragos. ¿David vio qué en DVD? ¿Es de los mejores inicios de películas? ¿Volvió abusa madres Rincón? ¿Cuáles son nuestros momentos preferidos de cada película? ¿Qué opinan del doblaje? Todo esto y muchas más en este capítulo de Geek Punch

Daniel Ramos' Podcast
Episode 509: 05 de Enero del 2026 - Devoción matutina para Jóvenes - ¨Diferente¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jan 4, 2026 4:20


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTE”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================05 DE ENEROAPROVECHA LAS OPORTUNIDADESAprovechen bien cada oportunidad, porque los días son malos (Efesios 5:16, NBV).La palabra "oportunidad" es una expresión que viene del latín opportunitate y está relacionada con el término ob portus, que significa "en dirección al puerto". Originalmente, este término era utilizado en el ámbito de la navegación, cuando un barco aprovechaba el viento y la marea para llegar sano y salvo al muelle.Me gusta imaginar que la vida es como un viaje en alta mar. El recorrido está repleto de vientos fuertes y olas atemorizadoras, elementos indispensables para la formación de un buen marinero. Pero también hay belleza y calma en el camino. Saber disfrutar de cada etapa es el secreto para un viaje exitoso.¿Sabes aprovechar las oportunidades que surgen en el océano de tu existencia? El otro día leí una experiencia muy interesante del navegante y escritor Amyr Klink: "Una vez, anclado en la Antártida, escuché ruidos que sonaban como frituras. Pensé: '¿Acaso aquí también hay chinos fritando pasteles?' Eran cristales de agua dulce congelada que producían ese sonido al entrar en contacto con el agua salada. El efecto visual era impresionante. Pensé en tomar una foto, pero me dije a mí mismo: 'Tranquilo, tendrás mucho tiempo para eso...' En los 367 días que siguieron, el fenómeno no se repitió. Algunas oportunidades son únicas".No necesitas frustrarte por las oportunidades perdidas. iMuévete y haz que las cosas sucedan! ¿Te invitaron a predicar? ¡Predica! ¿Surgió una oportunidad para servir? iSirve! No ignores el plan que Dios tiene trazado para tu vida.El apóstol Pablo nunca dejaba pasar una oportunidad para dar tes-timonio. Incluso un naufragio no fue suficiente para apartarlo de su misión (Hech. 27; 28). Acerca de este episodio, Elena de White comentó: "Durante los tres meses que los náufragos se quedaron en Melita, Pablo y sus compañeros en el trabajo aprovecharon muchas oportunidades de predicar el evangelio. De manera notable el Señor obró mediante ellos" (Los hechos de los apóstoles, p. 367).Tienes 24 horas de oportunidades cada día. Esas "aguas" nunca regresarán. "Iza las velas" y aprovecha. Sonríe más, agradece más, haz las cosas con esmero, y no te olvides de amar a las personas y hablar de Jesús. De esta manera, llegarás en paz a un puerto seguro. 

Daniel Ramos' Podcast
Episode 509: 01 de Enero del 2026 - Devoción matutina para menores - ¨Héroes y villanos¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 3:56


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2026“HEROES Y VILLANOS”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church 01 DE ENEROEL PRIMER VILLANO«Tu corazón se llenó de orgullo, y te creíste un dios sentado en el trono de los dioses» (Ezequiel 28: 2).Toda historia comienza desde el inicio, y la historia del primer villano también tuvo el suyo. Pocos nombres evocan tanto misterio y controversia como el de Lucifer. Frecuentemente conocido como el archienemigo por excelencia, la figura de Lucifer trasciende el simple antagonismo, representando una complejidad y profundidad que desafían el pensamiento.Lucifer significa «portador de luz» en latín. Originalmente, era un ángel y ostentaba un lugar privilegiado en el reino celestial. Se lo describe como «lucero del amanecer» (Isaías 14: 12), y como el «modelo de perfección, lleno de sabiduría y de perfecta belleza» (Ezequiel 28: 12). Su posición era exaltada porque estaba «adornado de toda clase de pie-dras preciosas» (vers. 13) y su lugar era «en el monte santo de Dios [...] entre las estrellas» (vers. 14).Ese mismo versículo en Isaías se lee diferente en la versión Reina Valera de 1960. Dice: «Tú, querubín grande, protector, yo te puse en el santo monte de Dios, allí estuviste». Este título de «querubín grande, protector» sugiere que Lucifer estaba delante de Dios y su rol incluía cubrir su gloria rutilante. Eso es lo que sucedía con los querubines que estaban en la tapa del arca del pacto, en medio de los cuales se manifestaba la shekinah, o sea, la gloria de Dios. Lo que los querubines cubrían con sus alas extendidas era la manifestación visible o la presencia de Dios, especialmente en el tabernáculo y luego en el templo.La Escritura dice que, de ese origen digno y luminoso, este «lucero del amanecer», como lo llama Isaías, fue derribado por el suelo. La Biblia señala: «Tu corazón se llenó de orgullo, y te creíste un dios sentado en el trono de los dioses» (Ezequiel 28: 2). Además, «las riquezas te han vuelto orgulloso» (vers. 5). Las ambiciones de Lucifer eran elevadas y quería desplazar a Dios en su posición de Señor de este universo: «Voy a subir hasta el cielo; voy a poner mi trono sobre las estrellas de Dios; voy a sentarme allá lejos en el norte, en el monte donde los dioses se reúnen. Subiré más allá de las nubes más altas; seré como el Altísimo» (Isaías 14: 13-14).Así, Lucifer se convirtió en Satanás, el adversario, el acusador (Zacarías 3: 1). Su caída fue tanto estrepitosa como misteriosa. ¿Cómo cupo en un ser perfecto semejante arrogancia para querer desplazar a Dios? La Biblia no explica esto, pero dice otras cosas que debes saber y evitar. 

SODOMARAMA
Heated Rivalry

SODOMARAMA

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 109:47


Y que mejor manera de despedir el año que con nuestra reseña de Heated Rivalry, la serie canadiense que fue la sorpresa mas agradable del 2025: dos jugadores de hockey sobre hielo tienen una rivalidad caliente pero detras de cuatro paredes viven un intenso y sexual romance.Creada por Jacob Tierney y basada en los populares libros ¿smut? de Rachel Reid, nos muestra a Shane Hollander (Hudson Williams) y al ruso Ilya Rozanov (Connor Storrie) pero tambien a Scott Hunter (Francois Arnaud) y su relacion con el barista Kip (Robbie G.K.).Originalmente esto es el audio de nuestros videos haciendo recap en Youtube (recomendamos que los vean tambien acá) pero es la mejor manera de mostrar nuestro timido entusiasmo inicial y nuestro total fanatismo hacia el final (por ejemplo, no hubo que googlear el nombre de nadie para escribir este texto).Esperemos que lo disfruten ya que incluye spoilers, datos curiosos, polémicas alrededor y todo nuestro amor.Dejen vuestros comentarios acá abajo o en nuestras redes y si les gusta nuestro contenido pueden dejarnos una donación!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://cafecito.app/sodomarama⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Si no pueden mandar cafecitos aca esta nuestro paypal amigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.paypal.com/donate/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@SODOMARAMA⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@axelfritzler_⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@pabloataboada⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O en Twitter:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@NoSoyAlexOk⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@EnAfter ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Email: sodomarama@gmail.com

Canal Saúde Podcasts
Ciência e Letras - Transmasculinidades negras

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 25:30


Originalmente exibido em 16.05.2023. O livro 'Transmasculinidades Negras: narrativas plurais em primeira pessoa' é o assunto do Ciência e Letras de hoje. A publicação trata de duas categorias sociais centrais: a masculinidade e a negritude trazendo discussões particulares ao amplo debate sobre gênero e masculinidades com textos que trazem os pontos de vista e vivências de seus autores sobre essas questões. E para saber mais sobre Transmasculindades Negras, o apresentador Renato Farias conversa com um dos autores e organizadores do livro, Leonardo Peçanha, e o autor do prefácio da publicação, Guilherme Almeida. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS// PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES// DIREÇÃO DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES// OPERADOR DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//ASSISTENTES DE CAMERA ANDRE LUIZ ANDRE PATO E RPHAEL ASSUNÇÃO //TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA MAURÍCIO MAIA// COLORISTA DANIEL NEVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA// PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHÔA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Rock a Domicilio
El Mejor y Peor Disco de Iron Maiden.

Rock a Domicilio

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 57:01 Transcription Available


Un episodio de nuestros archivos que vuelve a estar disponible. Con Juan Kiss, Carlos Onoro y Alberto Marchena. Originalmente grabado en el 2020. 

Canal Saúde Podcasts
Bate Papo - Políticas sobre drogas e territórios periféricos

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 26:52


Originalmente exibido em 12.02.2024. O tema do programa de hoje é ‘Políticas sobre Drogas e Territórios Periféricos'. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Yasmine Saboya conversa com o Secretário Nacional de Periferias, Guilherme Simões; e a Secretária Nacional de Políticas de Drogas, Marta Machado. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO YASMINE SABOYA// PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA// EDIÇÃO MELISSA TEIXEIRA// DIREÇÃO DE TV BRN-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA//CINEGRAFISTA RAFAEL ASSUNÇÃO//ASSISTENTE DE CAMERA EDUARDO PAGANINI//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA//COLORISTA DANIEL NEVES //FIGURINO ROBERTA FERREIRA//ASSISTENTE DE PRODUÇÃO THAINÁ MATHIAS//MTION DESIGN JEFFERSON ARCANJO//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHÔA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM- HUR MACHADO// COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

Manhã com Bach - USP
Manhã com Bach #297: Em 1734, “Oratório de Natal” foi exibido ao longo das festas natalinas

Manhã com Bach - USP

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 55:57


Originalmente, as seis partes que formam o Oratório de Natal (BWV 248), de Johann Sebastian Bach - composto em Leipzig para celebrar o Natal de 1734 -, não foram apresentadas todas na mesma ocasião. Cada uma delas foi executada num dia diferente, de acordo com o calendário litúrgico cristão referente às festas de Natal. A primeira parte foi exibida no primeiro dia de Natal, dia 25. A segunda, no segundo dia de Natal, dia 26. E a terceira, no terceiro dia de Natal, dia 27. A quarta parte foi destinada ao dia de Ano Novo, 1º de janeiro, data da Festa da Circuncisão de Jesus. A quinta parte foi apresentada no primeiro domingo após o Ano Novo. E a sexta parte foi executada na Festa da Epifania, 6 de janeiro, que lembra o batismo de Jesus e a visita dos reis do Oriente, concluindo os festejos de Natal. Essas seis partes estão sendo ouvidas em Manhã com Bach ao longo de seis programas. Nesta edição, o podcast exibe a quarta parte. O programa traz ainda o Concerto de Brandemburgo Número 5 em Ré Maior (BWV 1050). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 13 e 14 de dezembro de 2025. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.

Canal Saúde Podcasts
Boletim Ciência - Mapeamento do universo

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 19:14


Originalmente exibido em 24.06.2024. O Boletim Ciência desta edição fala sobre o projeto internacional inédito para o mapeamento do universo, previsto para operar em 2026. A ideia é produzir a maior e mais completa representação gráfica do sistema solar. A apresentadora Neide Diniz conversa sobre o assunto com o diretor do Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA), Luiz Niccolaci e com o professor do Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF), Daniel de Oliveira. // CRÉDITOS ROTEIRO E APRESENTAÇÃO NEIDE DINIZ // PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// DIREÇÃO DE IMAGEM BEM-HUR MACHADO E DANIEL NEVES// EDIÇÃO LEONARDO J. B, BARROS//DEÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CAMERA DANIEL NEVES, SEBLEM MANTOVANI, TOTA PAIVA, ALEXANDRE PRADO// TÉCNICOS DE SOM MARCITO VIANNA E MAURÍCIO MAIA//OPERADOR DE TELE PROMPTER RODRIGO DA SILVA COSTA// DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI// DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQIERQUE// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// PRODUTOR EXECUITIVO RAPHAEL UCHÔA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM – HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

RdMCast
(teaser) Cabana RdM #86 - As Três Máscaras do Terror

RdMCast

Play Episode Listen Later Aug 19, 2025 2:16


Que Black Sabbath é uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos nós já sabemos. Mas você sabia que seu nome é uma homenagem a um filme de terror clássico de 1963? Exatamente! A banda se inspirou em um longa dirigido por ninguém mais, ninguém menos, do que o cineasta italiano Mario Bava e que chegou ao Brasil com o título de As Três Máscaras do Terror.Originalmente intitulado I tre volti della paura, o filme antológico Black Sabbath não apenas traz três contos para lá de horripilantes – O Telefone, O Wurdalak e A Gota d'Água – como também conta com a participação do icônico ator Boris Karloff.Entre telefonemas ameaçadores, maldições vampirescas e um fantasma que volta para assombrar a enfermeira que roubou seu anel, As Três Máscaras do Terror é uma pequena joia na filmografia de Mario Bava que merece ser apreciada. O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAAs Três Máscaras do Terror (1963)off topicQuando um Estranho Chama (1979)O Solar Maldito (1960)EpisódiosRdMCast #504 – Em Volta da Fogueira XXXVI feat. Lucas Maia (Refúgio Cult)RdMCast #493 – Isso Deu um Remake: Quando um Estranho ChamaTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo

César Sar - El Turista
1123. Mumbai la antigua Bombay, India.

César Sar - El Turista

Play Episode Listen Later Aug 17, 2025 24:12


Mumbai, conocida anteriormente como Bombay, tiene una historia que se remonta a tiempos antiguos. Originalmente, era un archipiélago de siete islas habitadas por los pescadores Koli, una comunidad indígena que dependía del mar para su sustento.Gracias por estar aquí escuchando este podcast —¡ya vamos por más de 1,100 episodios juntos! Somos una comunidad que no para de crecer, hace algunos meses que hemos superado el millón de escuchas. y eso es pura magia, ¡gracias a ti! Esto es una locura y me encanta compartirlo contigo. Por cierto, si viajas y quieres estar conectado tengo un código de descuento de 5% para tí en tu próxima eSim de HolaFly https://holafly.sjv.io/N94mdN el código de descuento es ELTURISTA Que lo disfrutes. Por qué no se trata de estar todo el tiempo conectado, se trata de tener conexión cuando realmente lo necesitas.

Todavía no he pulsado el botón de ‘monetizar' porque no quiero que nada interrumpa esta aventura: ni anuncios, ni pausas, solo tú y yo explorando el mundo. Pero te necesito: ¿me echas una mano? Dame 5 estrellas y deja una reseña, son 30 segundos para ti y un empujón enorme para mí. Tú también puedes ser parte activa: ¿tienes ideas para futuros episodios? Envíame un audio de hasta 1 minuto por Instagram o Facebook —puedes mandar varios si necesitas más tiempo—. Búscame como https://www.instagram.com/cesarsar_elturista/ , CesarSar en FB https://www.facebook.com/CesarSar/ o suscríbete a mi canal de YouTube https://www.youtube.com/channel/UC55ZMnqfOlSc7uWbIEM4bDw ¿Prefieres escribirme? Mándame un correo a viajes@cesarsar.com , y si quieres, incluye una nota de voz. Si sueñas con un viaje perfecto, déjame ayudarte. Como viajero consultor, pongo a tus pies mis 135 países recorridos y tres vueltas al mundo —¡eso son muchas historias que contar! Escríbeme al mismo mail y organicemos juntos tu próximo gran viaje, para que vivas, disfrutes y sueñes a lo grande, porque un buen viaje es pura vida. Además, he vuelto a lanzar viajes de autor en grupo, así que estate atento a mis redes y web www.cesarsar.com aquí voy publicando mis viajes recomendados, y los viajes en los que voy yo acompañando. Siempre son viajes diseñados por mí, o modificados por mí para poder disfrutar juntos de las mejores experiencia en diferentes lugares del mundo. Y si te mola este podcast y quieres darme un extra de apoyo con la serie de tv, deja un comentario en mi post de BuenViaje en IG: https://www.instagram.com/p/CrKqoyzubKZ/? Un abrazo enorme, comunidad. Compartir es vivir, ¡y contigo esto cobra sentido!Aquí algunas de las plataformas donde está disponible el podcast. Apple Podcast https://podcasts.apple.com/es/podcast/c%C3%A9sar-sar-el-turista/id1592890080Spotify https://open.spotify.com/show/14Gs7rhzsYoaQe5Nh05SsI?si=HMPa8pfqSKWSSf0ZtIQGKgIVOOX https://go.ivoox.com/sq/1396585#Viajes #ViajesBarartos #Viajes #Viajessostenibles #Consejosdeviajes #Viajesfelices #Podcastdeviajes #Vueltaalmundo #mumbai #bombay #india

Audio Devocional

  «Uno solo puede ser vencido, pero dos presentan resistencia. El cordón de tres hilos no se rompe fácilmente» (Eclesiastés 4:12) Hay poder en la unidad. El diablo lo sabe. Por eso, continuamente está luchando contra esa unidad. Él toma las diferencias que hay en nosotros, diferencias que Dios puso para hacernos más fuertes, y trata de usarlas para romper el vínculo que nos une. Por ejemplo, los hombres y las mujeres. El diablo nos ha engañado al hacernos creer que uno es superior al otro. Pero puedo resolver ese argumento ahora mismo. Las mujeres son superiores a los hombres. Si no lo crees, como hombre trata de dar a luz un bebé. Pero también, los hombres son superiores a las mujeres. Si no lo crees, como mujer trata de concebir uno sin nosotros. ¡Es la combinación de las diferencias la que nos hace fuertes! Incluso se ha llegado a discutir si Dios es hombre o mujer. Pero la Biblia nos lo aclara. ¡Él es ambos! Eso es correcto. En el idioma hebreo, todas las palabras tienen género, son masculinas o femeninas. Pero la palabra hebrea Jehová es masculina y femenina a la vez. Dios es tan femenino como masculino y tan masculino como femenino. Originalmente, la raza humana era así también. Cuando Dios hizo primero al hombre, era tan femenino como masculino. Luego, Dios separó la parte femenina e hizo a la varona o “varón con vientre”. Después, ambos tuvieron que juntarse para ser perfectamente completos. Todavía eso es cierto. Por ejemplo, cuando Dios une al esposo y a la esposa, con frecuencia, junta personas que poseen mayores diferencias de personalidad. Donde uno es débil, el otro es fuerte, y viceversa. Por eso, cuando llegan a ser uno, son más poderosos de lo que eran estando separados. Hubo un tiempo en que no lo comprendía. Me molestaba con Dios por haberme enviado una esposa que no se preocupaba por algunas de las cosas que me gustaban. Pero, finalmente, me di cuenta que Dios sabía lo que estaba haciendo. Si Él me hubiera dado una esposa que fuera tan aficionada a la aviación como yo, hubiéramos pasado el resto de nuestra vida en las nubes. No estaríamos predicando la Palabra. Estaríamos en alguna exhibición aérea volando cabeza abajo. Nos llamaríamos el equipo Copeland, o algo parecido. ¿Existen en tu vida personas que son irritantemente diferentes a ti? No dejes que el diablo use esas diferencias para separarte de ellas. Por el contrario, ¡agradécele a Dios por esas personas! Deja que Él te enseñe cómo apreciarlas y ¡lo poderoso que pueden ser… juntos! Lectura bíblica: Eclesiastés 4:9-12   © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 483: Escuela Sabática - Lectura 08 de Junio del 2025

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jun 7, 2025 3:53


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         II TRIMESTRE DEL 2025Narrado por: Miguel PáezDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO 08 DE JUNIOHAMBRE EN LA “CASA DEL PAN” Los críticos de la fe cristiana han señalado a menudo la brutal realidad de vivir en este mundo como prueba de que: (a) Dios no existe, (b) es impotente para impedir que ocurran cosas malas o (c) no le importa que suframos. Sin embargo, muchas de las historias de la Biblia proveen abundantes evidencias de que ninguna de estas suposiciones es correcta. Es cierto que Dios permite que la humanidad coseche las consecuencias de la rebelión contra él, pero está siempre presente y activo en la historia humana para la resolución final del pecado y el sufrimiento, aunque sin coartar la libertad humana. La historia de Rut es un ejemplo de ello. Lee Rut 1:1 al 5. ¿Cuáles fueron las penurias que cayeron sobre Noemí y Rut, y qué las causó? ¿Cómo refleja esto la situación a la que se enfrenta ahora toda la humanidad? El enunciado inicial de esta historia resulta paradójico: Hubo una hambruna que afectó a Belén, una ciudad cuyo nombre significa “casa del pan [o del alimento]”. La abundancia caracterizaba al Edén, donde Dios dijo a Adán y a Eva: “Puedes comer de todo árbol del huerto” (Gén. 2:16). La humanidad comenzó su existencia en medio de la abundancia, bajo el cuidado de un Creador generoso, pero su papel de administradores de la Creación se convirtió luego en la esclavitud del pecado. “Con el sudor de tu rostro comerás el pan hasta que vuelvas a la tierra de donde fuiste tomado”, dijo Dios a Adán (Gén. 3:19). Al igual que Noemí, hemos sido desposeídos de la herencia que Dios originalmente dispuso que tuviéramos, y nuestra vida se ha convertido en una penuria. El Edén fue un regalo, pero no incondicional. Los humanos eran libres de rebelarse, pero eso significaría que tendrían que asumir la responsabilidad de su propio bienestar. Originalmente, debíamos controlar o ejercer dominio sobre la Creación con la bendición de Dios, pero ahora nos enfrentamos a la tarea de controlar un mundo caído. Los seres humanos egoístas que compiten por los escasos recursos provocan mucho dolor y sufrimiento. La tragedia es indecible. La tierra sigue produciendo en abundancia, lo que es un poderoso testimonio del amor de Dios, pero la codicia humana y los estragos del pecado hacen que el mundo parezca someternos más a nosotros que nosotros a él. Un día, sin embargo, todo esto terminará. Incluso después de seis mil años de pecado y muerte, ¿cómo sigue revelando la Tierra las maravillas del amor y el poder creador de Dios? 

Perdidos En El Eter
La Nerdoteca #04 - Astérix y los Normandos (1966)

Perdidos En El Eter

Play Episode Listen Later Jun 4, 2025 46:49


La Nerdoteca, nuestro club de lectura de comics. Este mes (en mayo, en realidad), leímos Astérix y los Normandos, Albert Uderzo (arte) y René Gosciny (guión), creadores de los irreductibles galos. Originalmente fue publicado por entregas en la revista Pilote (editorial Dargaud) en 1966, y recopilada en álbum al año siguiente, por la editorial Hachette, mientras que Grijalbo la publicó en español en 1974. La primera aparición de Asterix fue en 1961, así que estamos ante un comic y universo nuevito, aunque bien poblado, cuando se publica este comic. Acompañen a Eze, Chris, y MaGnUs a reseñar este comic, y leer las opiniones de la audiencia. Mirá el video completo y dejanos tu reseña en YouTube, o escuchá el audio donde sigas nuestro podcast (pero mejor mirá el video, que le pusimos mucho amor): https://youtu.be/Pi6xT6OleqQ Si te gusta, tiranos un mango por Cafecito desde Argentina o Ko-Fi desde Uruguay y el resto del mundo, los links están en bit.ly/perdidoseter. En junio leemos el primer tomo de Captain Tsubasa, alias Supercampeones, el manga en el que se báso la famosa serie de animé.

MetalProgPop Cast
250: Jailbreak - Thin Lizzy

MetalProgPop Cast

Play Episode Listen Later May 10, 2025 127:41


Jailbreak es el sexto álbum de estudio de la banda irlandesa de hard rock Thin Lizzy, publicado el 26 de marzo de 1976. Es el álbum más vendido de la banda en todo el mundo y está considerado como su mejor trabajo. Jailbreak incluye el mayor éxito del grupo, "The Boys Are Back in Town", y el sencillo homónimo, dos de los mayores éxitos en la discografía de la banda.Originalmente, Thin Lizzy quería publicar como primer sencillo "Running Back", mucho más comercial y orientada hacia el pop,[2]​ lo que da cuenta de la producción más accesible que presenta este disco con respecto a sus anteriores.

O Assunto
REPRISE – O Brasil de ‘Vale Tudo'

O Assunto

Play Episode Listen Later May 2, 2025 35:09


Na semana em que a TV Globo comemora 60 anos, O Assunto reprisa o episódio especial sobre a novela Vale Tudo. Originalmente exibida entre 1988 e 1989, a trama marcou a história da televisão brasileira a partir do conflito ético: vale tudo para se dar bem? Escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, a novela aborda também aspectos fundamentais da sociedade brasileira. O remake de Vale Tudo, no ar desde o último dia 31 de março na TV Globo e no Globoplay, revisita os mesmos dilemas, mas sob a perspectiva do Brasil de hoje. A autora da nova versão, Manuela Dias, enfatiza o desafio de equilibrar o reconhecimento da obra original com a necessidade de surpreender o público, incorporando as inúmeras atualizações tecnológicas, culturais e sociais ocorridas desde então. “O maior desafio será matar Odete Roitman”, afirma Manuela, em entrevista a Natuza Nery - ela revela, inclusive, que já tem um suspeito em mente para assumir o assassinato. A dramaturga conta como fez para atualizar a trama ao mundo de 2025 sem descaracterizar personagens icônicos como a própria Odete Roitman, além de Raquel e Maria de Fátima. E para explicar a importância de "Vale Tudo" para a teledramaturgia e para a cultura brasileira, Natuza conversa também com a historiadora Martina Spohr, professora e coordenadora do laboratório de estudos sobre Estado, poder e sociedade da Escola de Ciências Sociais/CPDOC, da FGV do Rio de Janeiro.

Perdidos En El Eter
La Nerdoteca #03 - Hellboy: Los Lobos de San Augusto (1994/1995)

Perdidos En El Eter

Play Episode Listen Later May 2, 2025 37:58


Otra entrega de La Nerdoteca, nuestro club de lectura de comics. Este mes, leímos Hellboy: Los Lobos de San Augusto, la segunda aventura publicada del diablotija, por Mike Mignola, James Sinclair, y Pat Brosseau. Originalmente fue publicado por entregas en la antología Dark Horse Comics Presents en 1994, y al año siguiente recopilada en un tomo unitario, con algunas correcciones y ocho páginas nuevas. Sumense a Eze, Chris, y MaGnUs, que reseñan este comic, y leen las opiniones de la audiencia. Buscá el video completo en nuestro canal de YouTube, o escuchá el audio donde sigas nuestro podcast. Si te gusta, tiranos un mango por Cafecito desde Argentina o Ko-Fi desde Uruguay el resto del mundo, los links están en bit.ly/perdidoseter. El mes que viene leemos Astérix y los Normandos, una aventura clásica de los galos irreductibles. #comics #horror #terror #DarkHorse #Hellboy

O Assunto
O Brasil de 'Vale Tudo'

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 7, 2025 34:53


Originalmente exibida entre 1988 e 1989, a novela marcou a história da televisão brasileira a partir do conflito ético: vale tudo para se dar bem? A trama escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères aborda também aspectos fundamentais da sociedade brasileira, como conflito de classes sociais, crises econômicas e impunidade contra a corrupção, no período histórico de redemocratização do país, depois de 20 anos de ditadura militar e durante a construção da nova Constituição Federal. O remake de Vale Tudo, no ar desde o último dia 31 de março na TV Globo e no Globoplay, revisita os mesmos dilemas, mas sob a perspectiva do Brasil de hoje. A autora da nova versão, Manuela Dias, enfatiza o desafio de equilibrar o reconhecimento da obra original com a necessidade de surpreender o público, incorporando as inúmeras atualizações tecnológicas, culturais e sociais ocorridas desde então. “O maior desafio será matar Odete Roitman”, afirma Manuela, em entrevista a Natuza Nery para este episódio -- ela revela, inclusive, que já tem um suspeito em mente para assumir o assassinato. A dramaturga conta como fez para atualizar a trama ao mundo de 2025 sem descaracterizar personagens icônicos como a própria Odete Roitman, além de Raquel e Maria de Fátima. E para explicar a importância de "Vale Tudo" para a teledramaturgia e para a cultura brasileira, Natuza conversa também com a historiadora Martina Spohr, professora e coordenadora do laboratório de estudos sobre Estado, poder e sociedade da Escola de Ciências Sociais/CPDOC, da FGV do Rio de Janeiro.

Misterios
EUP (14/02/2025): Tarot, significado e historia · Extrañas luces en una cámara de vigilancia

Misterios

Play Episode Listen Later Mar 1, 2025 120:32


El último peldaño (14/02/2025) EL TAROT, SIGNIFICADO E HISTORIA. El tarot es un antiguo sistema de adivinación que se originó en el siglo XV en Europa, probablemente en Italia. Originalmente, las cartas del tarot eran utilizadas para jugar a juegos de mesa. Sin embargo, en el siglo XVIII, empezaron a asociarse con la cartomancia, la práctica de la adivinación mediante el uso de cartas. Las cartas del tarot están compuestas por 78 naipes, divididos en Arcanos Mayores y Arcanos Menores. Los Arcanos Mayores representan arquetipos universales y lecciones de vida, mientras que los Arcanos Menores se asemejan más a una baraja de cartas tradicional y tratan sobre aspectos cotidianos. A lo largo de los siglos, el tarot ha sido utilizado no solo para la adivinación, sino también como herramienta de meditación y autoconocimiento. Con el ingeniero, doctor en Historia del Arte, escritor y gestor cultural Pedro Ortega, que acaba de publicar "Tarot, significado e historia" y autor también de "El Tarot de Mantegna, la sabiduria del renacimiento", vamos a conocer las claves de este juego de cartas que se convirtió en símbolo de esoterismo. LOS CASOS DE LOS OYENTES: EXTRAÑAS LUCES EN UNA CÁMARA DE VIGILANCIA Una cámara de seguridad de una finca en Casabermeja (Málaga) ha captado dos extrañas luces que se mueven ante su objetivo. Es uno de los casos que os ofrecemos esta semana enviados por nuestros oyentes, dentro de esta sección "aperiódica" que dedicamos a dar a conocer las informaciones, comentarios y opiniones que nos enviáis los que escucháis el programa. Con Antonio Tapia analizamos algunos de los documentos que nos han llegado a nuestro whatsapp 644823513. LAS EMOCIONES FÓSILES Las emociones fósiles son sensaciones y sentimientos intensos que permanecen en nuestro subconsciente a lo largo del tiempo, a menudo desde experiencias de la infancia o eventos significativos del pasado. Estas emociones pueden resurgir en momentos inesperados, influenciando nuestras reacciones actuales y comportamientos sin que seamos plenamente conscientes de ello. Comprender y reconocer estas emociones ayuda a gestionar mejor nuestras respuestas emocionales y mejorar nuestro bienestar. Vamos a profundizar en los misterios de nuestras emociones con el psicólogo y profesor de la Universidad de Murcia, Pedro Jara Vera, que acaba de publicar el libro "Las emociones fósiles". Programa emitido en Onda Regional de Murcia Dirección y presentación: Joaquín Abenza. Producción y documentación: María José Garnández. Blog del programa: http://www.elultimopeldano.blogspot.com.es/ WhatsApp +34 644 823 513

Ileana Historias
¿Dónde se encontraban las Amazonas realmente? (75)

Ileana Historias

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 16:15


Originalmente se habla de las Amazonas en Grecia, pero saben que también las han ubicado en Sudamérica? Fuentes: https://www.facebook.com/groups/1003852436348141/permalink/3200507770015919/ https://sisbib.unmsm.edu.pe/bibvirtualdata/libros/Literatura/estampas/viajes.pdf https://www.abc.es/historia/abci-quienes-eran-temidas-mujeres-atacaron-brutalmente-conquistadores-america-201903200217_noticia.html?ref=https:%2F%2Fwww.google.com%2F Sígannos en: *YouTube: @IleanaHistorias *Facebook: @IleanaHistorias *Twitter: @HistoriasIleana *Rumble: IleanaHistorias *Spotify: IleanaHistorias *DivulgacionTotal.com Aceptamos colaboraciones económicas en: https://paypal.me/divulgaciontotal Merchandising: https://teespring.com/stores/divulgaciontotal Por favor, compartan y... a pensar bonito, Gracias.

MUNDO BABEL
Que el Glamour sea contigo

MUNDO BABEL

Play Episode Listen Later Feb 1, 2025 119:32


Elegancia depurada, encanto que fascina, mágico hechizo para denominar esa cualidad llamada glamour que a algunos adorna y a otros se niega Originalmente del escocés “grammar”, de los practicantes del ocultismo y las artes mágicas, pero la moda parece haber acaparado. ¿Es cuestión de dinero? ¿Exclusividad? ¿Es Audrey Hepburn la que aporta el glamour a Givenchy en “Desayuno con Diamantes" o a la inversa? ¿Bowie o Astaire? ¿Alexander McQueen o Balenciaga? ¿“Smoking o chandal? ¿Es el glamour cosa del pasado? Astaire, Cary Grant, Marlene Dietrich, Ferry , Grace Jones o yo mismo en la pasarela y que el glamour nos sea propicio. Puedes hacerte socio del Club Babel y apoyar este podcast: mundobabel.com/club Si te gusta Mundo Babel puedes colaborar a que llegue a más oyentes compartiendo en tus redes sociales y dejar una valoración de 5 estrellas en Apple Podcast o un comentario en Ivoox. Para anunciarte en este podcast, ponte en contacto con: mundobabelpodcast@gmail.com.

Relatos De Horror (Historias De Terror)
El Lugar De Mis Pesadillas Parte I

Relatos De Horror (Historias De Terror)

Play Episode Listen Later Sep 8, 2024 10:53


Originalmente iba a publicar esta historia totalmente completa, pero siendo sincero, creo el formato, queda mejor al dividirla en 3 secciones, es un caso de casas embrujadas, pero también hay algunas cosas extras dentro de la misma vivencia. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

DEMENTES
Pasar de la quiebra a revolucionar el sistema educativo en México - Christian Ríos - Casos de Éxito

DEMENTES

Play Episode Listen Later Jul 18, 2024 72:11


Christian Ríos es el CEO y fundador de ICE México, el Instituto de Certificación empresarial de México, encargado de construir y acreditar redes educativas, programas educativos y competencias profesionales desde el saber, saber hacer y saber ser, con el fin de certificar al capital humano en Latinoamérica. Originalmente, el Instituto empezó con el propósito de desarrollar competencias profesionales para dignificar al capital humano en México. ICEMéxico ha sido reconocido como el organismo con mayor emisión de certificados en 2023 por parte del Consejo Nacional de Normalización y Certificación de Competencias Laborales. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Leyendas Legendarias
San Valentín Legendario 2024

Leyendas Legendarias

Play Episode Listen Later Feb 17, 2024 121:31


(Originalmente transmitido en vivo por YouTube el 14 de Febrero del 2024) Para festejar este San Valentín, preparamos un programa especial con historias de amor en prisión, historias de amor en Florida y anécdotas de relaciones tóxicas enviadas por nuestra comunidad macabrosa. También puedes escucharnos en Youtube, Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/leyendaspodcast​ Apóyanos en YouTube: https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Síguenos: https://instagram.com/leyendaspodcast​ https://twitter.com/leyendaspodcast​ https://facebook.com/leyendaspodcast​ #Podcast​ #LeyendasLegendarias​ #HistoriasDelMasAca Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices