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No espisódio de hoje do Pelas Pistas, os Hosts Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves recebem o Engenheiro especialista em Telemetria, Octavio Guazzelli, um dos brasileiros que ajudou no desenvolvimento da telemetria na Fórmula 1. No final dos anos 1980, Guazzelli e seus sócios criaram no Brasil um sistema de leitura de dados tão avançado e eficiente que não apenas os levou à Minardi, mas chamou a atenção da lendária Ferrari. Neste papo imperdível, Octavio conta como desbravou essa tecnologia nos anos 90, trabalhou com grandes nomes do grid e acabou dando uma verdadeira 'lição' de engenharia em uma das maiores equipes da história da F1. O Pelas Pistas também falou sobre o resultado da Stock Car em Santa Cruz do Sul, a Indy Nxt e a corrida de Indy no ultimo fim de semana. Aperta o Play e deixa o seu like que hoje tem muita história boa.ALERTA! O 1 º Lote de ingressos para o Pelas Pistas no Sampa Sky, dia 9/11 já estão a venda, corre e garanta o seu: https://www.ticketmaster.com.br/event... Inscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos! Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/ PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.br SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 119:159-168 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 81–83; ROMANOS 11:19-36 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A bela noiva, segurando o braço de seu orgulhoso pai, estava posicionada para caminhar até o altar. Mas não antes da entrada do seu sobrinho de 13 meses. Em vez de carregar o anel, ele era o portador da Bíblia. Dessa forma, os noivos, cristãos comprometidos em Jesus, queriam testemunhar seu amor pelas Escrituras. Sem muita distração, a criança caminhou até a frente da igreja. Marcas dos dentinhos do menino foram encontrados na capa de couro da Bíblia. Que figura de linguagem adequada aos cristãos ou aos que desejam conhecer a Cristo: saborear e nutrir-se das Escrituras! O Salmo 119 celebra detalhadamente o valor das Escrituras. Depois de declarar a bem-aventurança dos que vivem de acordo com a lei de Deus (v.1), o autor a exaltou poeticamente, declarando o seu amor por ela. “Vê, Senhor, como eu amo tuas ordens” (v.159); “Odeio e detesto a falsidade, mas amo a tua lei” (v.163); “Tenho obedecido a teus preceitos, pois os amo muito” (v.167). Que declarações fazemos sobre nosso amor a Deus e à Sua Palavra na maneira como vivemos? Um modo de testar nosso amor por Ele é perguntar: Com o que me envolvo e participo? Tenho “mordiscado” as doces palavras das Escrituras? E em seguida, aceitar este convite: “Provem e vejam que o Senhor é bom” (34:8). Por: ARTHUR JACKSON
Pimba na gorduchinha! Dois anos após nos despedirmos do mestre Silvio Luiz, o SaladaCast abre a caixa-preta da vida e da mente de um dos maiores comunicadores da história do Brasil. Muito além do "Olho no Lance" e do "Pelas barbas do profeta", quem era o homem por trás dos microfones?Pedro Bexiga recebe duas feras para desconstruir o mito: Alexandre Souza (filho de Silvio Luiz) e Wagner Willian (jornalista e autor da biografia "De Olho no Lance").Descubra a infância de Silvio nas coxias do rádio com sua mãe, sua carreira esquecida como ator de novelas, a época em que foi árbitro de futebol e como ele peitou diretores engravatados para criar o estilo irreverente que mudou para sempre a narração esportiva brasileira! Prepare o café, puxe a cadeira e venha conhecer o Silvio Luiz de chinelo, o pai de família e o gênio do improviso.Se você gosta de histórias de bastidores, futebol raiz e memória da TV, este episódio é histórico. Não esqueça de deixar o like, se inscrever no canal e compartilhar o programa com quem também sente saudade do mestre!✅ INSTAGRAM:https://www.instagram.com/alexandresousa/https://www.instagram.com/wagnerwilliam/https://www.instagram.com/pedro_bexiga/____________________________________✅Anuncie conosco / Contato:PEDRO BEXIGApedrolbx@gmail.com ___________________________________Bem vindo ao SaladaCast, um Podcast igualmente diferente como todos os outros!Apresentado por Pedro Bexiga, SaladaCast traz um bate papo descontraído com muito humor e emoção.Não se esquece de se inscrever e deixar aquele Like!Se gostou compartilhe!___________________________nynj0eo49xVídeos que você pode gostar muito!_________________________________ #saladacast #pedrobexiga #SilvioLuiz #DeOlhoNoLance #FutebolBrasileiro #HistoriaDaTV #JornalismoEsportivo #PodcastDeFutebol #PelasBarbasDoProfetaSALADACASTSALADA CAST[SaladaCast][Salada Cast]-SaladaCast--Salada-Cast-SaladaPEDRO BEXIGA
Homilia Padre Jonas Magno, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 14,22-33Depois da multiplicação dos pães,Jesus mandou que os discípulos entrassem na barcae seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar,enquanto ele despediria as multidões.Depois de despedi-las,Jesus subiu ao monte, para orar a sós.A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho.A barca, porém, já longe da terra,era agitada pelas ondas,pois o vento era contrário.Pelas três horas da manhã,Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar.Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar,ficaram apavorados, e disseram:"É um fantasma".E gritaram de medo.Jesus, porém, logo lhes disse:"Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!"Então Pedro lhe disse:"Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro,caminhando sobre a água".E Jesus respondeu: "Vem!"Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água,em direção a Jesus.Mas, quando sentiu o vento, ficou com medoe, começando a afundar, gritou: "Senhor, salva-me!"Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse:"Homem fraco na fé, por que duvidaste?"Assim que subiram no barco, o vento se acalmou.Os que estavam no barco,prostraram-se diante dele, dizendo:"Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!"Palavra da Salvação.
“Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: "É um fantasma". E gritaram de medo. ”
O Palmeiras encara o Internacional neste domingo (9) pelo Brasileirão e o jogo promete ser muito bom após o Colorado eliminar o Corinthians da Copa do Brasil de 2026.Inter nunca ganhou no Nubank Parque e o Verdão é muito favorito para faturar os três pontos.Hoje com o colorado Max Peixoto!
No Pelas Pistas desta semana Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves fizeram nosso famoso comparativo de Equipes e Pilotos de meio da temporada de 2026.Quem surpreendeu e evoluiu com a pilotagem e quem decepcionou pois não se adptou ou perdeu o ritmo nessa temporada. Aproveita e deixa nos comentários quem foi o Piloto e a Equipe que mais te surpreendeu positivamente e a que até agora só foi ladeira a baixo. ALERTA! O 1 º Lote de ingressos para o Pelas Pistas no Sampa Sky, dia 9/11 já estão a venda, corre e garanta o seu: https://www.ticketmaster.com.br/event... Inscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos! Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ Éhttps://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! Pitstoppitstop.com.br/ PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.br SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo federal sancionou, na última quarta-feira, uma lei que cria um sistema de transferência automática da pensão alimentícia, batizado de "Pix Pensão". A lei altera a legislação para permitir que quem recebe pensão alimentícia peça ao juiz a transferência automática, mês a mês, do valor devido diretamente para sua conta bancária ou a de um representante legal. Pelas novas regras, caberá à instituição financeira fazer o débito na conta de quem paga a pensão nas datas definidas pela justiça. O mecanismo entra em vigor daqui a um ano, com previsão para julho de 2027. A medida foi oficializada pela Lei nº 15.479/2026. Nesta edição do "Questões de Família", o comentarista José Eduardo Coelho Dias fala sobre o assunto.
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Gean Bernardes, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 14,22-36Depois que a multidão comera até saciar-se, Jesus mandou que os discípulos entrassem na barcae seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós.A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. A barca, porém, já longe da terra,era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: "É um fantasma". E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: "Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!"Então Pedro lhe disse: "Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água".E Jesus respondeu: "Vem!"Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e começando a afundar, gritou: "Senhor, salva-me!"Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: "Homem fraco na fé, por que duvidaste?"Assim que subiram na barca, o vento se acalmou. Os que estavam na barca, prostraram-se diante dele, dizendo: "Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!"Após a travessia desembarcaram em Genesaré. Os habitantes daquele lugar, reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; e pediam que pudessem, ao menos, tocar a barra de sua veste. E todos os que a tocaram, ficaram curados.Palavra da Salvação.
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O 'Pelas Alamedas' entra em campo nesta sexta-feira (31) pra gente falar tudo sobre a semana de vitória do Palmeiras no Brasileirão e de todas as polêmicas de arbitragem que o clube esteve envolvido nos últimos dias.Chave virada para a Copa do Brasil que domingo tem Fortaleza no Nubank Parque. Hoje com Jhonny Cassius e Rodrigo Wirth!Aguardamos vocês ao vivo, 17h!
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O GP da Hungria entregou tudo e surpreendeu com a dominância da McLaren, que garantiu a vitória com Lando Norris! Max Verstappen também roubou a cena com sua ultrapassagem precisa sobre o Hamilton garantindo o 2º lugar.Já a Ferrari, que prometia muito após um forte desempenho nos treinos e na classificação, pecou na estratégia e deixou escapar um pódio que parecia certo. Enquanto isso, Kimi Antonelli seguiu pontuando com consistência e se mantém na liderança do campeonato!Neste episódio, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam os pontos altos do GP da Hungria assim como a situação caotica entre Carlos Sainz e Oscar Piastri, além do desempenho da Audi com Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg. Fórmula 2: Brasil no pódio! Rafa Câmara faz grande corrida e garante o 3º lugar para somar pontos cruciais.Ainda teve Fórmula 3, a movimentação da Stock Car e o resultado atualizado do nosso tradicional Bolão Pelas Pistas!ALERTA! O 1 º Lote de ingressos para o Pelas Pistas no Sampa Sky, dia 9/11 já estão a venda, corre e garanta o seu:https://www.ticketmaster.com.br/event/pelas-pistas-no-sampa-skyInscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos! Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O primeiro-ministro decidiu neste ano não marcar férias no Verão e estará a “coordenar a actividade do Governo”, mantendo também agenda como presidente do PSD, disse fonte do gabinete de Luís Montenegro à Agência Lusa. Este anúncio surge depois de Montenegro ter sido criticado pela oposição por ter ido ver três jogos da selecção nacional de futebol aos Estados Unidos, numa altura em que Portugal estava em situação de alerta devido aos fogos. Já o Soundbite pára para as habituais férias de verão e retoma a 7 de Setembro. Boas férias!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O 'Pelas Alamedas' entra em cena nesta sexta-feira pra gente falar tudo sobre o duelo entre Palmeiras x Atlético-MG no próximo domingo, no jogo que marca a estreia do Nubank Parque.Novela Danilo chegou ao fim com um final triste para a torcida alviverde.Vem com a gente, hoje com Luca Amaral, do Informa Verdão e também Guilherme Frossard, especialista em Atlético-MG!
O GP da Bélgica entregou tudo! A corrida começou agitada com George Russell saindo da pista e Lewis Hamilton levando 5 segundos de punição. Kimi Antonelli segurou a liderança com maestria para vencer, enquanto Charles Leclerc garantiu um ótimo 2º lugar para voltar ao pódio. Destaque também para o brasileiro Gabriel Bortoleto, que fez uma corrida sólida e cruzou em P8, igualando seu melhor resultado no ano! Neste episódio, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam os bastidores e os destaques de Spa-Francorchamps, além de passarem pela Fórmula 2, com a vitória espetacular de Rafa Câmara e as novidades da Indy NXT.Para fechar, nossos hosts deixaram os palpites para o GP da Hungria. Será que teremos surpresas na próxima etapa? Inscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos! Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Ouça o que movimentou o mercado nesta quarta-feira.
Neste episódio do DoTheMATH, Henrique Granja, Superintendente de Tecnologia, explica por que processos de modernização dependem tanto da evolução tecnológica quanto da experiência acumulada pelas pessoas que conhecem a operação."A tecnologia muda, mas a base da engenharia de software não mudou" A conversa aborda modernização de sistemas, conhecimento tácito, débito técnico, desenvolvimento de equipes, IA aplicada à engenharia de software, indicadores de negócio, liderança e os critérios para transformar tecnologia em resultados para a empresa. ReferênciasDoTheMATH - Por que plataformas viraram prioridade no Bradesco: https://open.spotify.com/episode/2qxk1c30xfovogMS1ztdupMarcel Ghiraldini na The Shift – Tokenmaxxing: quando a ferramenta vira métrica e a métrica vira problema: https://theshift.info/hot/tokenmaxxing-quando-a-ferramenta-vira-metrica-e-a-metrica-vira-problema/Marcel Ghiraldini na The Shift - Sua equipe usa IA todo dia. Por isso está regredindo: https://theshift.info/hot/sua-equipe-usa-ia-todo-dia-por-isso-esta-regredindo/Siga o DoTheMATH no Spotify para acompanhar conversas sobre IA, dados, tecnologia, liderança e negócios com quem está construindo operações complexas no mercado. Novos episódios toda quarta-feira. Apresentação Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Fabiana Amaral, Brand and Culture Executive Director, MATH Convidado Henrique Granja, Superintendente de tecnologia Capítulos 00:00 – Abertura e trajetória de Henrique Granja 04:03 – Pessoas e conhecimento na modernização 08:23 – Débito técnico e evolução das plataformas 16:59 – Velocidade conectada ao resultado de negócio 19:37 – IA, uso de tokens e métricas de produtividade 25:40 – Pensamento crítico e atrofia cognitiva 39:12 – Indicadores de sucesso e dicas para modernizar Para ouvir e seguir:
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
O 'Pelas Alamedas' está de volta nesta sexta-feira (17), para debater tudo sobre esse retorno do Palmeiras no Brasileirão 2026 e também da possível chegada do Danilo.Você vai torcer por Flaco López na final da Copa ou não?Vem com a gente, a partir das 17h!
A dança das cadeiras na Fórmula 1 está aquecendo o mercado de pilotos. Rumores apontam que podem abrir vagas em diversas equipes, o que pode mudar completamente o Grid para 2027. Os Hosts Christina Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves, avaliam as possibilidades e comentam quem acham que pode mudar de equipe e quem pode ficar sem vaga.A proxima etapa da Fórmula 1 será na Belgica no circuito de Spa. Tambem falamos de Moto Gp, Wec e trouxemos as boas histórias dos nossos hosts no momento PitstopE se você é mebro não esqueça do seu palpite no Bolão do Pelas Pistas.Mesmo se tornando membro hoje, você concorre a brindes mensais no nosso bolão.Aperta o Play, deixa o like e compartilhe com os amigos esse episódio recheado de informação.Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ Éhttps://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Assista e seja abençoado! Nos envie sua mensagem fazendo seu pedido de oração (41) 99615-5162Siga nossas redes sociais!Instagram.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAFacebook.com/agindoOFICIALYouTube.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAwww.agindodeusquemimpedira.com.br
Bem-vindos aos Novenautas! ⛵
No episódio de hoje do Pelas Pistas trouxemos o Pipo Derani para comentar com a gente sobre o GP de Silverstone, a Fórmula 2, Indy NXT e sobre a sua participação na Rolex 6 horas de São Paulo, que acontece neste fim de semana. Além de falarmos sobre toda a situação do fim da corrida de Silverstone com o safety car que foi um total anti climax da competição, falamos sobre a primeira Vitória do ano de Charles Leclerc, os pontos conquistados por Gabriel Bortoleto e a frustração de Max com o carro no final da corrida. Além desses assuntos, também recebemos o Átila Abreu no estudio para dar mais detalhes sobre a saída da Scuderia Bandeiras da Stock Car e o futuro da equipe. Aperta o Play, deixa o like e compartilhe com os amigos esse episódio recheado de informação.Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O Brasil está fora da Copa do Mundo depois de enfrentar a Noruega e cair diante de Haaland - depois de uma aposta em Neymar que custou caro no jogo. O que fica da participação do Brasil e o que fica para o futuro? Na Cidade do México, a Inglaterra mostrou caráter para enfrentar o México no Azteca e sai com uma classificação imensa.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Viajar Pelas Dúvidas nas Mudanças da Vida
O Gp da Áustria, foi marcado por boas disputas, o retorno de Geroge Russel para mais um Pódio e para a surpresa de todos a melhora de Max Verstappen na corrida depois de um acidente no final da quali. No Pelas Pistas de hoje, Thiago Alves e Nelsinho Piquet analisaram a corrida e falaram sobre o que esperam da proxima corrida em Silverstone.Entre os assuntos, também comentamos sobre as corridas da Fórmula 2 com o desempenho de Rafa Camara, e na Fórmula 3 com Pedro Clerot, e o resultado da MotoGP. Claro que não faltou o bolão do Pelas Pistas. Aperta o Play, deixa o seu like e acelere com o Podcast mais veloz da internet brasileira.Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
No episódio de hoje do Pelas Pistas, nossos hosts Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves trazem os bastidores mais quentes do mercado de pilotos. Carlos Sainz está mesmo cavando uma vaga na Audi? E a Red Bull, vai conseguir segurar Max Verstappen diante de tanta pressão?Para o Brasil, o radar ligou o sinal máximo: os boatos de Rafa Câmara na Haas estão crescendo muito no paddock após seus testes com a Ferrari! Será que teremos mais um brasileiro na elite do automobilismo mundial?E claro, o programa de hoje está em festa! Comentamos a brilhante vitória de Nelsinho Piquet na Stock Car, acelerando tudo nas pistas de Cuiabá. Fechando o grid, passamos pelas novidades da MotoGP, as emoções da Indy e o desenvolvimento dos jovens talentos na Indy NXT.Inscreva-se no canal, deixe o seu like e ative o sininho para não perder nada do mundo da velocidade!Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Chegamos ao episódio 200 do Pelas Pistas! Isso só foi possível porque vocês continuam curtindo, compartilhando e assistindo ao nosso podcast. Muito obrigado a todos os nossos fãs! Vocês são incríveis.E nesse episódio especial, teve análise completa sobre o GP de Barcelona, marcado pela primeira vitória de Lewis Hamilton com a Ferrari. Também discutimos a situação complicada de George Russell: será que ele consegue se recuperar? Passamos pelos boatos de Alonso na Alpine, além das últimas novidades sobre a Audi e o Gabriel Bortoleto.Já na Fórmula 2, destacamos a belíssima vitória do Rafa Câmara, e trouxemos todos os detalhes das 24 Horas de Le Mans, com direito a Dudu Barrichello conquistando um grande terceiro lugar na GT3!Para fechar, no momento Pitstop e na segunda parte do programa, preparamos um momento muito especial para os hosts e para a história do Pelas Pistas. Gostou? Deixe a sua mensagem comemorando esses 200 episódios aqui nos comentários!Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brApresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O GP de Mônaco de Fórmula 1 foi marcado por um verdadeiro caos e situações completamente inusitadas!No Pelas Pistas de hoje, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam o show de Kimi Antonelli, que conquistou sua 5ª vitória seguida na temporada e fez história ao se tornar o piloto mais jovem da F1 a cravar um Grand Chelem (pole, vitória, volta mais rápida e todas as voltas lideradas), quebrando o recorde antigo de Max Verstappen.Enquanto Antonelli voa rumo ao Mundial, tambem tivemos o pódio de Lewis Hamilton com a Ferrari e de Isack Hadjar, além dos abandonos de Verstappen, Norris e a batida de Leclerc. Nas outras categorias tivemos Rafa Câmara na F2, o primeiro pódio de Pedro Clerot na F3 e as 100 vitórias de Marc Márquez na MotoGP. Tambem trouxemos atualizações da Indy e da Nascar, e claro o resultado do nosso bolão. atrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz Aperta o Play, deixe o seu like e compartilhe com os amigos para a comunidade do Pelas Pistas crescer ainda mais.
No Pelas Pistas desta semana, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves celebram a histórica marca da milésima corrida da McLaren na Fórmula 1! A bancada analisa os novos rumos técnicos da categoria, incluindo o debate sobre Mônaco sem asas móveis (com mapeamento de motor e asas fixas), a sobra de energia das baterias atuais e a nova forma de medição da taxa de compressão dos motores Mercedes.Nas duas rodas, o destaque vai para o grande fim de semana do brasileiro Diogo Moreira na MotoGP e a história incrível por trás da foto autografada por Marc Márquez. Fechando o episódio, trazemos tudo sobre a vitória de Álex Palou na Indy, os rumores de mercado envolvendo Felipe Nasr e Caio Collet, e o show de Enzo Fittipaldi, que, mesmo com o carro danificado, venceu mais uma na Indy NXT e assumiu a liderança do campeonato!Aperte o play, deixe o seu like e compartilhe com os amigos acelerados!
Dólar limitou ganhos, porém, preços trazem melhora considerável em relação às últimas duas semanas. Safra 2026/27 dá oportunidades ainda melhores.
Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves debatem o fim de semana emocionante que sacudiu o automobilismo mundial!No GP do Canadá de F1, o clima esquentou na Mercedes com o duelo de pista e as farpas entre Russell e Kimi, que fez história com sua 4ª vitória seguida ! Analisamos a "Regra Max" de Toto Wolff , o ótimo P2 de Hamilton , o desastre tático da McLaren e o drama da Audi . Na Fórmula 2, o resumo das vitórias de Noel León e Stenshorne, e a situação de Emmo e Câmara .Na Indy 500, acompanhe os detalhes da chegada mais apertada da história, com Rosenqvist batendo Malukas por 23 milésimos ! Falamos ainda sobre o forte acidente de Collet e a punição de Palou . Fechando com a NASCAR, a vitória de Daniel Suárez em um fim de semana encurtado pelo mau tempo e o adeus ao piloto Kyle Busch . Bolão Pelas Pistas A rodada de maio fechou com Lívia Castrioto cravando o pódio do Canadá ! Wagner Pitta levou o prêmio de maio somando (70 pts) E Bruno Bassan lidera o geral (154 pts) .Patrocínio:Nestlé Pro-Energy A combinação certa de proteína, cafeína e TCM pra dar energia e foco. Chegou Nescafé Pro-Energy. Um pré-tudo pro seu dia. https://www.goldenpill.com.br/ad/dc-NESTLE-PELASPISTAS banco BVMarque esse golaço : Financie e ganhe até R$1.000 em benefícios na conta https://www.bv.com.br/b/74074 Oferta válida até 15/6/2026.Sujeito a análise. Consulte condições no site: https://www.bv.com.br/documents/d/portal/feirao-rodas-mai26. Esta campanha não é patrocinada, apoiada, administrada ou associada à FIFA ou a qualquer torneio oficial de futebol Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/NSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Australianos estão entre as centenas de ativistas que foram libertados pelas autoridades israelitas, após terem sido detidos no início da semana. O embaixador de Israel na Austrália, Hillel Newman, defendeu a forma como o seu país lidou com os ativistas da flotilha de ajuda a Gaza. Está a ser desenvolvido um plano para destacar mais enfermeiros para o Território do Norte, de forma a responder ao mais grave surto de difteria registado no país nos últimos 30 anos. Mais mulheres e crianças australianas, com ligações ao Estado Islâmico, terão alegadamente deixado a Síria. Analistas do banco de investimento Morgan Stanley preveem uma descida dos preços da habitação na Austrália entre 5% e 10%. Afonso Eulálio tornou-se o terceiro ciclista português a liderar a Volta a Itália, também conhecida como Giro d'Italia, uma das três maiores provas de ciclismo de estrada do mundo.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Aloooooo! No episódio de hoje, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves recebem um convidado de peso: Dudu Barrichello! Ele compartilha os destaques da sua temporada, os planos para o futuro da carreira e analisa o cenário atual do automobilismo junto com a nossa bancada.Falamos sobre a Fórmula 1, o desempenho do Max em Nürburgring, os acidente de Alex Marques na MotoGp, o merecido pódio de Felipe Drudovich na Fórmula E, Stock Car, Indy 500 e muito mais! Aperta o Play e deixa o seu like! Patrocínio: Nestlé Pro-Energy A combinação certa de proteína, cafeína e TCM pra dar energia e foco. Chegou Nescafé Pro-Energy. Um pré-tudo pro seu dia. https://www.goldenpill.com.br/ad/dc-NESTLE-PELASPISTAS banco BVMarque esse golaço : Financie e ganhe até R$1.000 em benefícios na contahttps://www.bv.com.br/b/74074 Oferta válida até 15/6/2026.Sujeito a análise. Consulte condições no site: Bvbv.com.br/documents/d/portal/feirao-rodas-mai26. Esta campanha não é patrocinada, apoiada, administrada ou associada à FIFA ou a qualquer torneio oficial de futebol Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
Perdas de produtividade devem ser significativas e alguns produtores não devem nem realizar a colheita
Este preferes inclui fruticultura.
Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves discutem as mudanças nos motores da Fórmula 1 para 2027, que terão um aumento de 67 cv na potência a combustão e uma proporção de 60/40 entre combustão e eletricidade. O debate também aborda a proposta de um rodízio de GPs, alternando sedes como Spa-Francorchamps e Barcelona a partir de 2027 No mundo das duas rodas, a Aprilia dominou a MotoGP com uma dobradinha inédita de Jorge Martín e Marco Bezzecchi, enquanto Diogo Moreira abandonou após queda. Pela IndyCar, Lundgaard conquistou sua primeira vitória com a McLaren em uma corrida marcada por incidentes que prejudicaram o brasileiro Enzo Collet e Alexander Rossi. Na Nascar, Shane van Gisbergen (SVG) fez história com uma atuação brilhante em circuito misto, tornando-se o estrangeiro com mais vitórias na Cup Series. Patrocínio:Nestlé Pro-Energy A combinação certa de proteína, cafeína e TCM pra dar energia e foco. Chegou Nescafé Pro-Energy. Um pré-tudo pro seu dia. https://www.goldenpill.com.br/ad/dc-NESTLE-PELASPISTAS banco BVMarque esse golaço : Financie e ganhe até R$1.000 em benefícios na conta https://www.bv.com.br/b/73729 Oferta válida até 15/6/2026.Sujeito a análise. Consulte condições no site: https://www.bv.com.br/documents/d/portal/feirao-rodas-mai26. Esta campanha não é patrocinada, apoiada, administrada ou associada à FIFA ou a qualquer torneio oficial de futebolEstrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Willian Souto Edição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O SantoFlow recebe o Pe. Paul Denizot, reitor do Santuário de Nossa Senhora de Montligeon (França), para um tema profundo, sensível e extremamente necessário: A DOR DO LUTO E A INTERCESSÃO PELAS ALMAS.À frente de um dos maiores centros de oração do mundo pelos falecidos, Padre Paul dedica sua vida a consolar os que sofrem e a lembrar ao mundo de uma verdade muitas vezes esquecida: a morte não é o fim.Neste episódio, mergulhamos em uma realidade que todos enfrentamos, mas poucos sabem viver à luz da fé.Falamos sobre o luto, a dor da perda, o sofrimento do coração… e como tudo isso pode ser transformado pela esperança cristã. Também abordamos a importância da oração pelas almas do purgatório e o papel da intercessão na vida espiritual.Uma conversa profunda, acolhedora e cheia de sentido — daquelas que confortam, mas também despertam para uma missão muitas vezes negligenciada.✨ Um episódio sensível, consolador e espiritualmente transformador.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Descubra como as stablecoins estão impulsionando uma "dolarização digital" global e transformando o sistema financeiro. Com o apoio do governo americano, essas moedas digitais pareadas ao dólar já representam um fluxo mensal superior a 2 bilhões de dólares no Brasil, superando investimentos em ações e empresas no exterior. No vídeo de hoje analisa o impacto bilionário nas contas externas, a preocupação do Banco Central e do FMI com a soberania monetária e os desafios regulatórios para economias emergentes diante dessa inovação que oferece segurança e autonomia aos brasileiros.
A Fórmula 1 voltou e o GP de Miami provou que houve uma melhora na dinâmica da corrida com as primeiras mudanças no regulamento. Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisaram a corrida com vitória do italiano Kimi Antonelli, seguido pela evolução da McLaren com Lando Norris e Oscar Piastri. Max Verstappen veio agressivo nessa corrida e provou que vai lutar por vitórias. Quem também chamou atenção foi a Ferrari que, apesar de ter se classificado bem, errou no final da corrida e Charles Leclerc ficou apenas com a 8ª posição. E tivemos o melhor resultado de Franco Colapinto desde sua estreia. O que achou da corrida de Miami? Deixe nos comentários! Também falamos sobre o bom desempenho dos brasileiros em outras categorias, como Rafa Câmara na Fórmula 2, que está em 2º no campeonato. Já Caio Collet foi o mais rápido no Open Test da Indy. Na IMSA, Felipe Nasr foi P7, Dudu Barrichello P2 na GTD e Fraga P8. Na ELMS, Daniel Serra venceu nas 4 Horas de Paul Ricard e Pietro Fittipaldi foi P5 na LMP2.No Bolão do Pelas Pistas temos um novo líder: 1º Bruno Bassan com 139 pontosPatrocínio:banco BVMarque esse golaço : Financie e ganhe até R$1.000 em benefícios na conta https://www.bv.com.br/b/73727Oferta válida até 15/6/2026.Sujeito a análise. Consulte condições no site: https://www.bv.com.br/documents/d/portal/feirao-rodas-mai26. Esta campanha não é patrocinada, apoiada, administrada ou associada à FIFA ou a qualquer torneio oficial de futebolEstrella Galicia | A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ Éhttps://estrellagalicia.com/br/PITSTOP - Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO! Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Willian Souto Edição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O tênis brasileiro vai chegar ao cinema. Esse é o projeto de quatro anos que o premiado cineasta Leandro Lima determinou para a realização de um trabalho de fôlego, tentando acompanhar o desenvolvimento das principais promessas nacionais passo a passo.Inclusão social e empoderamento são temas que Leandro aborda em seu trabalho de mais de 20 anos e ele acredita que isso também vale para o tênis, esporte que passou a praticar há dois anos e se apaixonou. "Costumo bater bola no Pelezão, que tem quadras públicas aqui na Zona Oeste de São Paulo, e um dia deparei com um morador de rua jogando tênis. Achei a história incrível e percebi que o esporte tem muita história para contar".
De 'In my dreams', último disco del guitarrista Bill Frisell, la pieza que le da título inspirada por Bernard Herman e 'Isfahan' de Billly Strayhorn; del disco del también guitarrista Julian Lage, 'Scenes from above', 'Havens' -por Richie Havens- y 'Night shade'. Y dos canciones del disco de los hermanos Mario y Chico Adnet 'Falso antigo': 'Falso baiano'- con la voz de Roberta Sá- y 'Fred Astaire do samba' -con Pedro Miranda-. Abre el cuarteto de Ken Peplowski con 'Like a lover', antigua composición de Dori Caymmi al que podemos escuchar en su nuevo disco 'Utopia' ('Pelas mãos de algum poeta', 'Sozinho de nascença', 'Navegação', 'Ninho de vespa'). Cierra el Quartet West de Charlie Haden con 'Always say goodbye'. Escuchar audio