River forming part of the US-Mexico border
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Chegou o Corre Pace aqui pra mim, o ultratenis da Olympiku; Maratona de Xangai passou no primeiro processo de aprovação para se tornar major; Meia-Maratona do Sol virou patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Norte e mais sobre a Meia-Maratona do Recife.Inscreva-se na Maratona Internacional de João Pessoa usando o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto - https://www.maratonainternacionaldejoaopessoa.com/Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Tema: A missão e a oração de Jonas Texto: Jonas 1 e 2 Apresentador: Claiton Kunz Produção: André Castilho e Valdir Pydd Trabalhos Técnicos: Samuel Mattos e Luis Henrique Albuquerque Esta é a primeira palestra do Encontro de Amigos RTM 2026, ocorrido entre os dias 05 e 08/03/2026 no Filadélfia Hospedagens e Eventos, em São Bento do Sul, Santa Catarina. Há alguns tipos de sonos: o que é fruto do cansaço, o que vem em função do esgotamento, aquele que acontece por tédio, e o sono de navio, que é o caso de Jonas. Enquanto todos estavam desesperados com uma terrível tempestade que poderia destruir a embarcação, o profeta estava dormindo muito bem. Deus lhe havia dado uma tarefa muito clara, mas ele pensou: Vou fazer do meu jeito. Será que somos dessa maneira? Vamos saber como Deus trabalha com este homem desobediente para que tenha sua vida redirecionada assim como ele redireciona nossa própria vida. É melhor viver como um ateu alienado de Deus do que como um cristão fugindo de Deus. Dr. Claiton Kunz é pastor, professor e diretor da Faculdade Batista Pioneira, em Ijuí, Rio Grande do Sul.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema: A ação e a lição de Jonas Texto: Jonas 3 e 4 Apresentador: Claiton Kunz Produção: André Castilho e Valdir Pydd Trabalhos Técnicos: Samuel Mattos Esta é a segunda palestra do Encontro de Amigos RTM 2026, ocorrido entre os dias 05 e 08/03/2026 no Filadélfia Hospedagens e Eventos, em São Bento do Sul, Santa Catarina. Quando lemos este pequeno, mas conhecido livro da Bíblia, somos confrontados com o fato de que Jonas é o maior carente da graça de Deus. Ele quer a vingança e a destruição dos seus inimigos. Deus, porém, mostra qual é o seu caminho e o seu caráter, e nos desafia a darmos uma resposta. Jonas viu vários milagres e não creu, ao passo que os ninivitas não viram milagre algum e creram. Dr. Claiton Kunz é pastor, professor e diretor da Faculdade Batista Pioneira, em Ijuí, Rio Grande do Sul.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Climate-change-driven drought is hitting the river hard, contributing to water shortages. Learn more at https://www.yaleclimateconnections.org/
O Pautas Femininas desta semana aborda o Dia Internacional das Mulheres a partir de um olhar histórico e atual sobre a participação feminina na política brasileira. A edição resgata a conquista do voto feminino, oficializado em 1932 por decreto do então presidente Getúlio Vargas, após décadas de mobilização lideradas por nomes como Bertha Lutz. O programa relembra o pioneirismo do Rio Grande do Norte, onde Celina Guimarães se tornou a primeira mulher a votar no Brasil, em 1928, e Alzira Soriano foi eleita a primeira prefeita do país e da América Latina. Apesar dos avanços, os números ainda revelam desigualdade: atualmente, apenas 16 das 81 cadeiras do Senado são ocupadas por mulheres, cerca de 20% do total. A edição traz entrevista com a senadora Augusta Brito, do PT do Ceará, procuradora da Mulher no Senado, que fala sobre violência política de gênero, barreiras partidárias e os mecanismos de proteção às candidaturas femininas, como o canal “Zap Delas”.
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para a alta das cotações internacionais, a safra recorde da Argentina e as projeções iniciais para a produção brasileira em 2026.Destaques do episódio:
As chuvas voltaram e, mais uma vez, deixaram um rastro de destruição que já não pode ser tratado como surpresa. Em Minas Gerais, temporais atingiram cidades como Juiz de Fora e Ubá, com mortos e desaparecidos. No Rio de Janeiro, deslizamentos provocaram mortes em Angra dos Reis e colocaram municípios como Paraty em alerta máximo.Em 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou a maior tragédia climática de sua história: 147 mortos e mais de 2 milhões de pessoas afetadas. Os alertas existiam. Os mapas de risco estavam prontos. Então por que a chuva continua se transformando em desastre?Neste episódio do JR 15 Minutos, discutimos como a urbanização acelerada, a ocupação de áreas vulneráveis e a ausência de políticas permanentes de prevenção ampliam os impactos da crise climática no Brasil. A conversa é com Jeferson Tavares, professor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, que analisa os erros históricos no planejamento das cidades e aponta caminhos para evitar novas tragédias anunciadas.
PIB de 2025 alcançou R$ 12,7 trilhões, com destaque para agropecuária, que registrou crescimento de 11,7% e impulsionou resultado nacional. Porto de São Sebastião bate recorde de movimentação de cargas em janeiro. Foco de influência aviária foi confirmado em aves silvestres no Rio Grande do Sul. Situação não altera status sanitário do Brasil, que segue classificado como livre da doença. Alta do petróleo no mercado internacional pressiona custos do agro e expõe dependência brasileira do diesel importado. Agronegócio do Mato Grosso do Sul registra maior crescimento do país e consolida papel estratégico do estado na produção nacional. Tempo: instabilidade persiste nas regiões Norte e Nordeste, com risco de alagamentos.
Joe's Premium Subscription: www.standardgrain.comGrain Markets and Other Stuff Links —Apple PodcastsSpotifyTikTokYouTubeFutures and options trading involves risk of loss and is not suitable for everyone.The war in Iran poses risks to global fertilizer production and supply chains
This episode is a conversation with Hank Shaw, wild food chef, author, and the voice behind Hunter Angler Gardener Cook. Hank has spent decades hunting, fishing, foraging, and writing about wild ingredients, and his newest book, Borderlands, explores the rich food traditions stretching from the Rio Grande to the Pacific.Episode Overview:How did Hank Shaw go from political journalist to James Beard nominated wild food authority, and what pushed him to go all-in on hunting, fishing, and foragingWhat does food sovereignty really mean in practice, and why does cutting out the middleman change how we relate to land, habitat, and wild places?What exactly are the Borderlands, and why is this region between the United States and Mexico one of the most culturally rich and misunderstood food landscapes in North America?What are the defining wild proteins of the Borderlands, from venison and quail to javelina and jackrabbit, and how are they traditionally prepared?Why is seafood king in parts of the Borderlands, and what makes Gulf snook, smoked marlin, shellfish, and Baja style cooking so unique?What are quelites, and which wild greens and indigenous food traditions still shape Borderlands cuisine today?How do fire, mesquite coals, pit cooking, and slow grilling define Borderlands flavor?What traditional preservation methods still matter in hot, dry climates, including salting wild chilies, drying and smoking meats, and burying ingredients in salt or sugar?Which mushrooms can foragers find in the Borderlands during monsoon season, from porcini and lobster mushrooms to chanterelles and regional Amanitas?Use code “yearofplenty” for 15% OFF at www.mtblock.comMY ULTIMATE FORAGING GEAR LIST - Check it outLeave a review on Apple or Spotify and send a screenshot to theyearofplenty@gmail.com to receive a FREE EBOOK with my favorite food preservation recipes.Watch the Video Episode on Youtube:https://www.youtube.com/live/WOqNe8ut90M?si=4fziqCsltuGbtiEASign up for the newsletter:www.theyearofplenty.com/newsletterSupport the podcast via Patreon:https://www.patreon.com/yearofplentySubscribe to the Youtube Channel:https://www.youtube.com/@yearofplentyvideoDo you follow the podcast on social media yet?IG: https://www.instagram.com/poldiwieland/X: https://x.com/yearofplentypodI want to hear from you! Take the LISTENER SURVEY: https://www.surveymonkey.com/r/KZW53R
A escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz reacenderam alertas na economia global. Com cerca de 20% do petróleo mundial passando pela região, a interrupção da rota pressiona preços, encarece o transporte e aumenta a instabilidade nos mercados internacionais.Neste episódio, o Direto ao Ponto conversa com Moisés Waismann, economista e professor da UniLaSalle, para analisar como esse cenário pode repercutir no Brasil e, especialmente, no Rio Grande do Sul. Do agronegócio à indústria, passando pela logística e pela política de juros, entenda quais setores podem sentir primeiro os efeitos e quais fatores devem ser acompanhados nas próximas semanas.
Stephen F Austin vs. Incarnate Word College Basketball Pick Prediction Stephen F Austin vs. Incarnate Word Profiles Stephen F Austin at Incarnate Word 7:30PM ET— Stephen F Austin is 25-4 overall and 18-2 in the Southland with road wins against East Texas A&M, Northwestern St, Southeastern Louisiana, New Orleans, Nicholls, Lamar, Rio Grande as well as Corpus Christi. A road loss against McNeese. Incarnate Word is 11-18 along with 6-14 in the Southland with home losses against East Texas A&M, Corpus Christi, Rio Grande, Nicholls and New Orleans. Home wins against McNeese and Northwestern St.
McNeese vs. Nicholls College Basketball Pick Prediction by Tony T. McNeese vs. Nicholls Profiles McNeese at Nicholls 7:30PM ET—McNeese has a record of 24-5 overall and 17-3 in the Southland with road wins against Houston Christian, Corpus Christi, Southeastern Louisiana, Lamar, East Texas A&M as well as Northwestern St. Road losses against Incarnate Word, Rio Grande and Stephen F Austin. Nicholls sits at 12-17 with 11-9 in the Southland with home wins against Incarnate Word, Houston Christian, East Texas A&M and Northwestern St. Home defeats against Lamar, Stephen F Austin, New Orleans, Corpus Christi and Rio Grande.
Southeastern Louisiana vs. New Orleans College Basketball Pick Prediction by Tony T. Southeastern Louisiana vs. New Orleans Profiles Southeastern Louisiana vs. New Orleans 8PM ET— Southeastern Louisiana is 8-21 this year with 5-15 in the Southland with road losses against East Texas A&M twice, Incarnate Word, McNeese, Corpus Christi, Rio Grande, Stephen F Austin, Lamar and Northwestern St. New Orleans sits at 14-15 with 12-8 in the Southland winning at home against Incarnate Word, East Texas A&M, Lamar, Northwestern St and Corpus Christi. Home losses against Houston Christian, Nicholls and Rio Grande.
A exposição "A Gravura Gaúcha na Coleção Dalacorte" será aberta na próxima quarta-feira (4 de março), na Câmara de Vereadores de Getúlio Vargas. Em entrevista à Rádio Sideral, o colecionador Paulo Dalacorte detalhou a programação, que integra o projeto municipal Fazendo Cultura e inclui palestra inaugural e oficinas práticas gratuitas para diferentes faixas etárias.A abertura oficial está programada para as 15h, com uma palestra do artista Wilson Cavalcanti sobre a história da técnica no mundo e sua chegada ao Rio Grande do Sul. A exposição permanecerá aberta ao público até 27 de março, com visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h às 17h.
Jedna z najcenniejszych „pereł Karaibów” stała się pierwszym celem naszej wyprawy. Jamajka to kraj znany przede wszystkim ze swojej barwnej kultury rastafariańskiej, muzyki reggae oraz urokliwych zakątków idealnych do odpoczynku z dala od zgiełku zatłoczonych kurortów. Odwiedziliśmy nie tylko rajskie plaże, ale też Świetlistą Lagunę, wodospady Dunn's River Falls, Góry Błękitne i muzeum Boba Marleya w Kingston. Nie zabrakło spływu bambusowymi tratwami po rzece Rio Grande. Z kolei doświadczyliśmy luksusowych wakacji w Miami. Poczuliśmy tętno kultowej ulicy Ocean Drive i kultury hipsterskiej w dzielnicy Wynwood. Byliśmy na Wyspie Dżungli i Wyspie Szopów, a w poszukiwaniu krokodyli ruszyliśmy do Parku Narodowego Everglades. Na plażowanie wybraliśmy nie Miami Beach, ale równie atrakcyjną plażę Hollywood. Na koniec wybraliśmy się do Nowego Jorku, miasta marzycieli. Gośćmi Jerzego Jopa byli: dr hab. Renata Stojecka-Zuber, prof. Uniwersytetu Andrzeja Frycza Modrzewskiego w Krakowie oraz dr inż. Dariusz Kałwa, Certyfikowany Rzeczoznawca Techniki Samochodowej Ruchu Drogowego Maszyn i Urządzeń.
No Timeline de hoje, o promotor de Justiça André Ubaldino, do Ministério Público de Minas Gerais, fala sobre o recurso apresentado pelo MPMG contra a decisão do Tribunal de Justiça que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos. A repórter Letícia Mendes traz informações sobre a atuação da Patrulha Maria da Penha no Rio Grande do Sul, que já realizou ao menos 450 mil visitas com mulheres sob medida protetiva.#TimelineGaúcha #MinasGerais #NotíciasDoDia #RádioGaúcha
Getúlio Vargas recebe a quarta edição do Festival de Cervejas Artesanais do Norte Gaúcho entre os dias 6 e 8 de março. O evento será realizado no Centro Esportivo Municipal Ataliba José Flores com a participação de 17 cervejarias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A entrada ao público é gratuita em todos os períodos da programação. Os detalhes do evento foram detalhados no programa Olho Vivo nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, pela Diretora de Turismo de Getúlio Vargas, Andreza Soccol; Presidente da Associação de Cervejeiros Artesanais de Getúlio Vargas (Acerva-GV), Robson Serafini; e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Rauliquenia Gradin.
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Soybean cyst nematode (SCN) isn’t just a North American concern — it’s firmly established across Brazil’s soybean belt and remains a major yield robber for growers from Mato Grosso to Rio Grande do Sul. On this episode of the RealAgriculture Soybean School, Wellington Rodrigues, Lallemand Plant Care product manager based in southern Brazil, joins host... Read More
New Orleans vs. Stephen F Austin College Basketball Pick Prediction by Tony T. New Orleans vs. Stephen F Austin Profiles New Orleans vs. Stephen F Austin 7:30PM ET— New Orleans has a record of 13-15 with 11-8 in the Southland with road losses against Northwestern St, Nicholls St, McNeese St and Houston Christian. Road wins against Southeastern Louisiana, Nicholls St, East Texas A&M, Lamar and Incarnate Word. Stephen F Austin is 25-3 and 18-1 in the Southland winning at home against Rio Grande, Corpus Christi, Houston Christian, Incarnate Word, Northwestern ST, Southeastern Louisiana, McNeese, Lamar, Nicholls as well as East Texas A&M.
Hour 2 of the Bob Rose Show, with the latest on how sophisticated cartels push illegal immigrants across the Rio Grande border. US drones are thwarting rings of human trafficking operations that are marking illegals in their attempts to enter the US. Plus, all of Monday morning's breaking news stories for 2-23-26
Corpus Christi vs. Southeastern Louisiana College Basketball Pick Prediction by Tony T. Corpus Christi vs. Southeastern Louisiana Profiles Corpus Christi at Southeastern Louisiana 7PM ET—Corpus Christi has a mark of 14-134overall along with 10-9 in the Southland with road wins against Lamar, Rio Grande, Houston Christian, East Texas A&M, Incarnate Word and Nicholls. Road defeats against McNeese, Stephen F Austin, Northwestern St and New Orleans. Southeastern Louisiana is 8-20 along with 5-14 in the Southland with home losses against East Texas A&M, Stephen F Austin, New Orleans, Rio Grande and McNeese St. Home wins against Lamar, Nicholls St, Houston Christian and Incarnate Word. The Pick with the Explanation
Incarnate Word vs. Northwestern ST College Basketball Pick Prediction by Tony T. Incarnate Word vs. Northwestern St Profiles Incarnate Word at Northwestern St 7PM ET—Incarnate Word enters play at 11-17 overall and 6-13 in the Southland with road losses against Nicholls, New Orleans, Rio Grande, Lamar, Stephen F Austin, Houston Christian, McNeese as well as Southeastern Louisiana. They won on the road against Corpus Christi and East Texas A&M. Northwestern St is 9-19 along with 7-12 in the Southland winning at home against New Orleans, Corpus Christi, Rio Grande, Houston Christian and Southeastern Louisiana. Home defeats against Lamar, Stephen F Austin, Nicholls, East Texas A&M and McNeese.
UT Rio Grande Valley vs. McNeese St College Basketball Pick Prediction by Tony T. UT Rio Grande Valley vs. McNeese St Profiles UT Rio Grande Valley at McNeese St 7:30PM ET—Rio Grande is 16-12 on the year along with 12-7 in the Southland with road losses against East Texas A&M and Northwestern ST. Road wins against Houston Christian, Corpus Christi, Incarnate Word, New Orleans, Southeastern Louisiana and Nicholls St. McNeese is 23-5 and 16-3 in the Southland winning at home against Northwestern St, East Texas A&M, Lamar, Stephen F Austin, Nicholls, New Orleans, Incarnate Word, Corpus Christi as well as Houston Christian.
25 kwietnia 1846 roku amerykański patrol pod dowództwem kapitana Thorntona wpada w meksykańską zasadzkę nad rzeką Rio Grande. Generał Zachary Taylor natychmiast informuje Waszyngton: "Wojnę można uznać za rozpoczętą". W tym odcinku "Misji specjalnej" przenosimy się do połowy XIX wieku, by odkryć kulisy wojny amerykańsko-meksykańskiej. Jak doszło do konfliktu, który na zawsze zmienił mapę Ameryki Północnej? Dlaczego dużo liczniejsza armia meksykańska nie była w stanie powstrzymać marszu wojsk USA? Poznajcie kluczowe wydarzenia, polityczne intrygi i decyzje, które ukształtowały południową granicę Stanów Zjednoczonych.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (21): O planejamento militar dos Estados Unidos para o Irã chegou a um estágio avançado, com opções que incluem ataques a líderes específicos, sob ordens do presidente Donald Trump. Para analisar a escalada de tensão entre os países, a questão nuclear e o impacto global de um possível conflito, o Jornal da Manhã deste sábado (21) recebe o professor de relações internacionais Marcus Vinícius de Freitas. Após laudo de perícia, a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido havia sido reiterado pela defesa no dia 11 de fevereiro. A nova taxa global de 10%, anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em resposta à derrubada do tarifaço pela Suprema Corte estadunidense, entra em vigor na próxima terça-feira (24). Reportagem: Pedro Tritto. Em postagem nas redes sociais, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, reiterou que o candidato do partido ao Planalto vai sair de um trio de governadores do Brasil: Ronaldo Caiado, de Goiás, Ratinho Jr., do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em entrevista à AFP, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o país do leste europeu é alvo de pressão dos EUA para entregar o território de Donbass à Rússia. Reportagem: Luca Bassani. O presidente Lula afirmou que pretende conversar com o mandatário dos EUA, Donald Trump, sobre a negociação de exploração de minerais críticos e terras raras. Em entrevista à uma TV indiana, o petista mencionou a viagem e disse que “não aceitará imposições” estadunidenses. Reportagem: André Anelli. O Supremo Tribunal Federal (STF) analisou a limitação dos chamados "penduricalhos", verbas indenizatórias que fazem os salários do funcionalismo público ultrapassarem o teto constitucional. O julgamento ocorreu após ações contundentes do ministro Flávio Dino e veto do presidente Lula. Para explicar o impacto dessa decisão, que pode custar até R$30 bilhões aos cofres públicos, o Jornal da Manhã entrevista o especialista em direito administrativo Vitor Barretta. O presidente Lula e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram um acordo sobre os minerais críticos e terras raras em Nova Delhi. O petista afirmou que a negociação vai “fortalecer o Sul Global”. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou neste sábado (21), sobre a suspensão das tarifas globais para o governo de Donald Trump. Ele ressaltou que as relações entre o Brasil e os EUA “voltaram à normalidade”. Reportagem: André Anelli. O escândalo envolvendo o Banco Master e as recentes liquidações pelo Banco Central acendem um alerta para um possível rombo de R$51 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Para analisar o impacto dessa crise no sistema financeiro, os riscos da falta de regulamentação unificada e os perigos de CDBs com taxas muito altas, o Jornal da Manhã deste sábado (21) entrevistou o especialista em direito bancário Marcelo Godke. O presidente Lula discursou no Fórum Empresarial Brasil-Índia, em Nova Délhi, e defendeu a ampliação imediata das relações comerciais e tecnológicas entre os países. O petista estabeleceu com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a meta de atingir US$20 bilhões em intercâmbio comercial e anunciou acordos em inteligência artificial e biotecnologia. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Entre 1998 e 2001, no bairro Planalto, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, um padrão macabro começou a se repetir. Crianças saíam de casa para brincar na rua, ir ao mercadinho, ou mesmo dormiam tranquilos em suas casas quando, sem nenhuma explicação, desapareciam. Cinco desaparecimentos, nenhuma testemunha, nenhum corpo, e nenhuma resposta. Esse é o podcast Clube dos Detetives e hoje nós vamos falar sobre o caso das crianças desaparecidas do Planalto.• VERSÃO ESCRITA:- https://www.podcastcdd.com.br/post/112-as-crianças-do-planalto-desaparecidos• APOIE O PODCAST: - Apoia.se: https://apoia.se/clubedosdetetives- PIX: podcastcdd@gmail.com• REDES SOCIAIS:- Site: http://www.podcastcdd.com.br- Instagram: https://www.instagram.com/podcastcdd/- YouTube: https://www.youtube.com/@podcastcdd- E-mail: podcastcdd@gmail.com• FONTES: TJRN - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, G1, Café com Crime.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (20): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comemorou publicamente o rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (19), Tarcísio afirmou estar “muito feliz” com o resultado, classificando o rebaixamento como “muito bem-vindo”. Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7015/25, que torna obrigatória a divulgação semanal da agenda deliberativa do Plenário da Câmara por emissoras de rádio e televisão. A proposta determina a veiculação de mensagem institucional de utilidade pública com informações sobre datas, horários e temas das sessões de votação. O presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (19) que os vinhos brasileiros contarão com mecanismos de proteção no acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo Alckmin, o tratado já prevê um capítulo específico sobre salvaguardas, que será regulamentado por decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita durante a Festa do Vinho, no Rio Grande do Sul, e busca tranquilizar produtores nacionais diante da maior concorrência com rótulos europeus. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que determinou ao Secretário da Guerra e a outros departamentos e agências federais a divulgação de documentos oficiais sobre vida alienígena, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs). A ordem foi anunciada após repercussão de uma entrevista do ex-presidente Barack Obama ao podcast de Brian Tyler Cohen, na qual Obama negou que eles estejam escondidos na chamada Área 51. O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (20). A oitiva foi determinada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O projeto Antifacção continuará sob a relatoria do deputado Guilherme Derrite, após decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta. A manutenção ocorre em meio a discussões políticas sobre a condução e os ajustes no texto. A Prefeitura de São Paulo e o governo de São Paulo enviaram um ofício conjunto ao governo federal com duras críticas à Enel, distribuidora de energia que atua na capital e na região metropolitana. O documento aponta falhas recorrentes no fornecimento e sinaliza um rompimento institucional com a concessionária. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já respondeu com um relatório técnico sobre o pedido de caducidade do contrato, e a distribuidora tem prazo até o dia 26 de fevereiro para apresentar suas considerações antes de uma decisão definitiva. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma lei complementar municipal que instituía o “Programa Escola sem Partido” em Santa Cruz de Monte Castelo, no interior do Paraná. Os ministros seguiram o entendimento do Ministério Público Federal (MPF) de que a norma invade a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes gerais da educação e representa uma forma de cerceamento da atividade docente. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (19). O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, recusou um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o uso de instalações militares britânicas em eventuais operações contra o Irã. Segundo o governo britânico, a autorização violaria o direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (16): Um mega esquema de segurança foi montado para a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (15) na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, onde ele acompanha os desfiles; ministros foram orientados a não desfilar e evitar contato com a imprensa durante o evento. Promotores federais em Minneapolis retiraram as acusações contra dois imigrantes venezuelanos, um deles baleado na perna por um agente do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), depois que novas provas surgiram contradizendo a versão de que eles teriam agredido ou obstruído o trabalho dos agentes; a medida foi tomada após o Departamento de Justiça informar que as evidências recém-descobertas eram materialmente inconsistentes com as alegações iniciais, levando à suspensão das acusações no tribunal. O homem atropelado por um carro alegórico após o desfile da União de Maricá, na madrugada de domingo (15), no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, passou por cirurgia e permanece no CTI do Hospital Souza Aguiar, segundo informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz (PSD), durante evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do prefeito Eduardo Paes (PSD) e de ministros; o secretário classificou o caso como uma “tragédia” e afirmou que a equipe segue acompanhando a evolução do paciente sob observação intensiva. A presença de diversos ministros de Estado e presidentes de estatais na Marquês de Sapucaí, durante o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, foi marcada pelo silêncio perante a imprensa. Nomes como Gleisi Hoffmann, Alexandre Silveira, Alexandre Padilha, além de dirigentes da Petrobras e do BNDES, circularam pelo Sambódromo, mas evitaram conceder declarações aos jornalistas. A postura cautelosa é um reflexo das orientações do Palácio do Planalto para evitar possíveis complicações com a legislação eleitoral em 2026. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, acompanhou os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, e, em entrevista exclusiva à Jovem Pan, afirmou que o PSD pode ter uma chapa puro-sangue nas próximas eleições, além de elogiar o elenco da Portela durante a passagem pela avenida. O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou reação da oposição. O Partido Novo anunciou que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente, sob a alegação de que o evento teria configurado propaganda eleitoral antecipada com suposto uso de recursos públicos. A legenda afirmou nas redes sociais que entrará com ação quando houver registro formal de candidatura, classificando o desfile como peça de propaganda política. A Receita Federal iniciou um rastreamento interno para verificar se houve quebra de sigilo fiscal de cerca de 100 pessoas, entre elas ministros do Supremo Tribunal Federal e seus familiares, incluindo pais, filhos, irmãos e cônjuges. Segundo a Folha de S.Paulo, o pedido de análise partiu do ministro Alexandre de Moraes. A apuração ocorre em meio à crise institucional entre os Poderes após a quebra e liquidação do Banco Master, instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro. As revelações envolvendo o banco levantaram suspeitas sobre possíveis vazamentos de informações protegidas por sigilo bancário e fiscal. O czar das fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou que a suspensão do financiamento ao Department of Homeland Security (DHS) não deve afetar as operações de imigração no país. Segundo ele, os agentes do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) continuarão atuando mesmo sem receber pagamento temporariamente. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
New Orleans vs. Incarnate Word College Basketball Pick Prediction by Tony T. New Orleans vs. Incarnate Word Profiles New Orleans vs. Incarnate Word 7:30PM ET—New Orleans has a record of 11-15 this year with 9-8 in the Southland with road losses against Corpus Christi, Northwestern ST, McNeese and Houston Christian. They bear Rio Grande, Southeastern Louisiana, Nicholls and East Texas A&M on the road. Incarnate Word is 10-16 along with 5-12 in the Southland losing at home against East Texas A&M, Corpus Christi, Rio Grande and Nicholls. Home wins came against McNeese, Southeastern Louisiana, Houston Christian and Northwestern St.
Stephen F Austin vs. Corpus Christi College Basketball Pick Prediction by Tony T. Stephen F Austin vs. Corpus Christi Profiles Stephen F Austin at Corpus Christi 8PM ET—Stephe F Austin sits at 23-2 overall along with 6-1 in the Southland with road wins against East Texas A&M, Northwestern St, Southeastern Louisiana, New Orleans, Nicholls, Lamar and Rio Grande Valley. They lost at McNeese. Corpus Christi is 14-2 and 10-7 in the Southland with home wins against New Orleans, Southeastern Louisiana, Houston Christian and Lamar. The home defeats came against Nicholls, McNeese, Rio Grande and Incarnate Word.
This is Episode 84 - Notorious Governors of Texas Edmund J. Davis and the first of our series of Notorious Governors of Texas. With all the politics in the news today, I've naturally been thinking about politics and politicians. One group that has always intrigued me are governors. Not presidents, or senators, or members of the house, but governors. They're the ones who really give a state its identity, well at least in a way, because they're most often the ‘face' of the state. Here in Texas, our current governor seems to love making pronouncements about how his administration is going to fight this or that evil that might be encroaching on Texan's freedoms. More often than not, it's usually just a bunch of fluff that his advisors know will make his hard-core supporters emotional and get him on the evening news. After all he's running for re-election and needs to make sure people don't forget about him. Naturally this got me to thinking about Texas governors in the past, so I started researching what I thought of the most notorious governors in the history of the state. These governors often gained notoriety due to the turbulent, defining political eras in which they served, such as the Civil War, Reconstruction, and the Progressive era scandals. So, today I'm going to start a series on these leaders from the past. First is Edmund J. Davis: Union Army Officer and Reconstruction Governor of Texas. Davis was governor in the reconstruction period 1870 and 1874. He was a Republican, (not the type of Republican we have today, these were the anti-slavery, pro-union republicans). Since he was a Republican during Reconstruction, needless to say he was very unpopular with a large percentage of white Texans. They thought of him as a tyrant, because he believed in using the state police and he was adamant in enforcing what many considered to be radical Republican policies. Who was he, and how did he become governor? As were many Texans at the time, he wasn't originally from Texas. He was born at St. Augustine, Florida, on October 2, 1827, to William Godwin and Mary Ann (Channer) Davis. His lineage traced back to a Grandfather Godwin Davis, who had immigrated from England to Virginia and had fought and perished during the Revolutionary War. His father, who lived in South Carolina, was a land developer and attorney in St. Augustine. As a young man Davis was educated in Florida, and at age 19 moved, with the family to Galveston, Texas, in January 1848. In Galveston he started a career working in the post office while he undertook the study of law. In 1849 he relocated to Corpus Christi, where he worked in a store and continued to read and study law and in the fall of 1849, he was admitted to the bar. Between 1849 and 1853 he was an inspector and deputy collector of customs at Laredo. In 1853 he became district attorney of the Twelfth Judicial District at Brownsville. About 1856 Governor Elisha M. Pease named him judge of the same district, and Davis continued to serve as a state judge until 1861. As judge he accompanied the ranger unit of Capt. William G. Tobin, who was involved in the Cortina affair at Brownsville in 1859 On April 6, 1858, Davis married Elizabeth Anne Britton, daughter of Forbes Britton, a state senator and friend of Sam Houston. Now we have his personal story, but this is Texas and in Texas nothing is simple, particularly politics. Davis was a Whig until the mid-1850s. OK, who were the Whigs? They were a major political party that was very active from 1834 to 1854. They were originally formed in order to oppose President Andrew Jackson's policies and his desire to expand executive power. (see power hungry president's isn't exactly anything new in American history). They supported Henry Clay's "American System," and they believed in modernization, industrialization, protective tariffs, and a national bank. The fell apart by infighting over the expansion of slavery into new territories. This caused Northern "Conscience" Whigs to join the Republican Party and Southern "Cotton" Whigs to join other factions, such as the fledgling democratic party and some joined the “Know-Nothing” party. In 1855 after the Whigs fell apart, Davis joined the Democratic party. In 1861 even though the Texas democratic party was a strong advocate for secession and were pro-slavery, Davis supported Sam Houston and opposed secession. He ran unsuccessfully to become a delegate to the Secession Convention. Once Texas voted to leave and announced it was seceding from the union, Davis refused to take the oath of loyalty to the Confederacy, and the state vacated his judgeship on April 24. Unable to support the Confederacy in May of 1862 Davis fled Texas and travelled to New Orleans. From New Orleans along with John L. Haynes and William Alexander, he went to Washington. The men met with President Abraham Lincoln. Lincoln recommended that the three would be given help so they could provide weapons to troops that they wanted to raise. On October 26, 1862, Davis received a colonel's commission and authorization to recruit the cavalry regiment that became the First Texas Cavalry (U.S.). The First Texas saw extensive service during the war. In January of 1863 they barely escaped capture when Galveston fell to Confederates. While in Matamoros in March of 1863 Davis was captured by Confederates. He had been there attempting to take his family out of Texas and also recruit men for his unit. Needless to say, his capture caused diplomatic trouble between the Confederacy and Mexico. Finally Confederate Gen. Hamilton P. Bee in order to appease the Mexican governor Albino López released Davis. Davis crossed back into Texas and from November to December 1863 he took part in Gen. Nathaniel P. Banks's unsuccessful Rio Grande campaign. in an effort to disrupt the border trade Davis's unit marched to Rio Grande City and seized cotton and slaves. On November 4, 1864, Davis was promoted to brigadier general and for the remainder of the war commanded Gen. Joseph J. Reynolds's cavalry in the Division of Western Mississippi. On June 2, 1865, he was among those who represented Gen. Edward R. S. Canby at Gen. Edmund Kirby Smith's surrender of Confederate forces in Texas. After the war Davis participated in state politics as a Unionist and Republican. He served in the Constitutional Convention of 1866 and ran in the 1866 general election he ran unsuccessfully for the state Senate from his old district. He represented the border district and served as president of the Constitutional Convention of 1868–69. During this time, he made enemies among the white population by consistently supporting political programs that would have restricted the political rights of secessionists, expanded rights for Blacks, and divided the state. He also favored the ab initio theory, which held that all laws passed since secession were null and void. He ran for governor in the election of 1869 against Andrew J. Hamilton, another Republican, and won in a closely disputed race. His administration was a controversial one. Its program called for law and order backed by a State Police and restored militia, public schools, internal improvements, bureaus of immigration and geology, and protection of the frontier. (Sounds vaguely familiar doesn't it) All of these were the subject of strong attacks from both Democratic and Republican opponents. They added to the controversy surrounding Reconstruction in Texas. Davis ran for reelection in December 1873 and was defeated by Richard Coke by a vote of two to one. Davis did not gracefully accept defeat, and he believed that the Republican national administration was partly responsible for his loss. He refused to vacate office after losing a what he considered a fraudulent-ridden 1873 election to Democrat Richard Coke. Here's what happened. Democrat Richard Coke defeated Republican incumbent Edmund J. Davis with 100,415 votes to 52,141, a margin of over two to one. Davis, a Republican, refused to leave, citing a Texas Supreme Court ruling (the "Semicolon Court" in Ex parte Rodriguez) that declared the election unconstitutional. Davis occupied the lower floor of the Capitol with state troops, while Democratic supporters of Coke took the second floor. He asked President Ulysses S. Grant to send in federal troops to help him stay in office. Grant refused and finally on January 19, 1874, Davis resigned, allowing Coke to take office and restoring Democratic control to Texas. This signaled the official end of Radical Reconstruction in Texas and initiated a long period of Democratic dominance. From 1875 until his death Davis, contemporarily described as a "tall, gaunt, cold-eyed, rather commanding figure," headed the Republican party in Texas as chairman of the state executive committee. In 1880 he ran again for governor but was badly defeated by Oran M. Roberts. In 1882 he ran for Congress in the Tenth District against John Hancock, again unsuccessfully. He was nominated as collector of customs at Galveston in 1880 but refused the job because of his opposition to the administration of President Rutherford B. Hayes. Supporters recommended him for a cabinet position under President Chester A. Arthur, but he received no appointment. Davis died in Austin on February 7, 1883, and is buried there in the State Cemetery. This has been the Hidden History of Texas and the first in our stories of “notorious” Texas governors, Edmund J. Davis – see you next time, thanks for listening
A Holy Lent: Discipleship, Confession, and Prayer Book Practices A message to the Diocese of the Rio Grande introducing Lent as a season of wilderness that prepares Christians for Holy Week and Easter by recalling Jesus' temptation in the desert. Drawing from the Ash Wednesday liturgy in the Book of Common Prayer, it explains Lent's purposes: training disciples (including preparing converts for baptism), and restoring those estranged by sin through penitence, forgiveness, and reconciliation. The speaker invites viewers to observe a holy Lent through self-examination and repentance, prayer, fasting and self-denial, and reading and meditating on Scripture. Practical suggestions include joining the diocesan discernment program run by the Commission on Ministry for vocational discernment (lay or ordained), and reading resources such as Living the Sabbath (Norman Wirzba), Reconciliation: Preparing for Confession in the Episcopal Church (Martin Smith) with guidance on both general and private confession, Mary Earle's introduction to the desert mothers, The Calling of the Laity (an anthology compiled by Verna Dozier) on lay vocation, and Dietrich Bonhoeffer's The Cost of Discipleship and Life Together. The script also discusses the 1904 fictional short story The Archbishop's Test, which imagines the Church of England canceling programs to focus on fully living the prayer book through the Daily Office, weekly Eucharist, Evensong, and catechism teaching, arguing that deeper prayer renews the Holy Spirit's energy for ministry. Viewers are encouraged to begin Morning and Evening Prayer (or Compline) using the Book of Common Prayer, online resources like Forward Movement, or an app, and to use Lent to deepen faith, confess sins, seek reconciliation, and cultivate silence and solitude. 00:00 Welcome + What Lent Is Really About (Wilderness & Preparation) 00:56 Ash Wednesday in the Book of Common Prayer: The Church's Invitation to a Holy Lent 02:15 Why We Keep Lent: Discipleship Training, Penance, and Reconciliation 03:53 Practical Lenten Plan: Self-Examination, Prayer, Fasting & Scripture 04:23 Go Deeper in Vocation: Diocese of the Rio Grande Discernment Program 05:20 Lenten Reading Picks: Sabbath Rest, Confession, Desert Wisdom & Lay Ministry 09:33 Bonhoeffer for Lent: The Cost of Discipleship & Life Together 12:00 A Prayer Book Reset: ‘The Archbishop's Test' and Returning to the Daily Office 15:47 Final Invitation: Deepen Faith, Confess, Reconcile, and Enter the Wilderness
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de FebreroEl Poder De La MúsicaMientras el músico tañía el arpa, la mano del Señor vino sobre Eliseo (2 Reyes 3:15, NVI).Durante el tiempo que pasé en el cuarteto Arautos do Rei, fui testigo cercano de la influencia que tiene la música para impactar vidas. Desde el extremo de Rio Grande do Sul hasta los límites de Roraima, desde la tribu indígena en el interior del Amazonas hasta las islas flotantes de los Uros, en Perú, y mucho más allá, pude ver que no hay límites para el alcance de la música dedicada al Señor.Recuerdo que cada vez que cantábamos Pronto vendrá u otras canciones como Solo un poco más y Llegó la hora, los ojos de las personas brillaban. Era como si cada canción fuera un abrazo, una caricia de Dios traída por voces defectuosas y cantantes imperfectos. Al final de las presentaciones, recibíamos muchos mensajes como "Su música cambió mi vida".De hecho, el poder de la música es extraordinario. Este es uno de los grandes dones que Dios le concedió al ser humano. Es una avenida de comunicación con el Creador y "uno de los medios más eficaces para grabar en el corazón la verdad espiritual" (La educación, p. 168).La música es capaz de crear una atmósfera de ánimo y alegría, fijar las palabras de Dios en la memoria, disminuir la influencia de una tentación, elevar los pensamientos, despertar la simpatía, calmar el espíritu, expulsar la tristeza del alma y enseñar que la atmósfera del Cielo está hecha de alabanza.Cuando cantamos o tocamos un instrumento musical, invitamos al Señor a actuar en el corazón de los oyentes. Eso fue exactamente lo que sucedió con Eliseo en la experiencia descrita en 2 Reyes 3. Para saber qué respuesta debía dar al rey Josafat sobre la guerra contra Moab, Eliseo pidió que trajeran a un músico. La Biblia cuenta que, mientras el arpista tocaba, el Espíritu Santo vino sobre Eliseo y le trajo la respuesta que necesitaba.Tal vez hoy esté escribiendo para alguien que está triste, ansioso, o que necesita una respuesta de Dios. Te sugiero que muevas tus labios en alabanza al Señor. Si prefieres, coloca en tu celular algún himno que exalte a Dios. ¡Ese es el mejor remedio para el alma! Repite las palabras del salmista: "¡Alabaré al Señor en todo tiempo! Su alabanza estará siempre en mi boca" (Sal. 34:1).
A FARSUL em parceria com outras entidades, participa do Programa 2 Safras, para incentivar o aumento da produção Agrícola no Rio Grande do Sul. O novo presidente Domingos Velho Lopes fala sobre o Programa 2 Safras e sobre a situação da safra atual e dos produtores gaúchos.
Stephen F Austin vs. UT Rio Grande Valley College Basketball Pick Prediction by Tony T. Stephen F Austin vs. UT Rio Grande Valley Profiles Stephen F Austin at UT Rio Grande Valley 5:30PM ET—Stephen F Austin has a record of 22-3 with 15-1 in the Southland with road wins against East Texas A&M, Northwestern ST, Southeastern Louisiana, New Orleans, Nichols and Lamar. They lost on the road against McNeese. UT Rio Grande Valley is 14-11 and 10-6 in the Southland with home defeats against New Orleans, Nicholls, and Corpus Christi. They won at home against Incarnate Word, McNeese, Southeastern Louisiana and Houston Christian
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (13), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
The Brazilian party starter unveils 60 minutes of sun-drenched house. Minas Gerais isn't the typical Brazil of postcards. Yet from this landlocked terrain emerged one of its most accomplished sons. As OMOLOKO, João Vitor has mastered the art of summoning summer on the dance floor. Armed with a pair of CDJs and a USB, he carries sun-kissed house dreams shaped by countless hours lost in Discogs rabbit holes, forgotten corners of YouTube and the dust of hidden record shops. Vitor was born in Rio Grande do Norte, in Brazil's northeast, before moving south as a child when his family set out in search of new opportunities—a well-worn path in the world's fifth-largest country. Adopting the alias OMOLOKO in the late 2010s, he quickly became a beacon in Belo Horizonte's bubbling electronic scene. Carrying sounds from home deep in his memory alongside a restless desire to make the world dance to his own findings, he carved out a singular voice with genre-hopping sets, grounded in an affection for infectious grooves and warm, rolling kicks. In recent years, Vitor's fine-tuning of his craft behind the decks have made him more than a familiar face at countless essential nightlife hubs around the world, from Panorama Bar to Dekmantel, São Paulo's Gop Tun to Ibiza's DC-10. His résumé, already impressive, is expanding nicely. So to mark the beginning of carnaval in Brazil, who better for RA.1025. Vitor's RA Mix draws deeply from the lineage of house's most celebrated names, alongside obscure gems your Shazam wouldn't dare recognise. With slow-cooking patience, the session follows wherever the language of dance leads: South African kwaito, diva vocal flashes, funk-laced deep house, vibraphone-led strides and salsa-laced drumwork. It's like a dream team of house offshoots, all meeting for the very first time at the beach. Read more at https://ra.co/podcast/1044 @OMOLOKOO
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he dives into today's top stories shaping America and the world. In this Thursday Headline Brief of The Wright Report, Bryan leads with good news as President Trump's Five Bucket Strategy gains momentum, including a major international minerals pact designed to break China's grip on critical resources and early signs of a new rent-to-own housing pathway for young and middle-income Americans. He then explains why the AI Revolution is rattling markets and jobs alike, as new tools automate white-collar work faster than expected, raising hard questions about wages, employment, and who benefits from the coming productivity boom. Back at the border, Bryan details a quieter shift in Minnesota as local law enforcement begins cooperating more closely with ICE, allowing federal agents to pull back from street arrests and reduce risk, even as Democrats and judges escalate rhetoric and legal resistance. The episode pivots global with updates on cartel expansion into illegal vape trafficking in Mexico, a dramatic political turn in Bolivia as Chinese-backed projects are canceled and a former Marxist president vanishes, fresh evidence that China is massively expanding coal power despite climate promises, rising tensions over the Panama Canal, deepening financial strain on Russia as India weighs oil cuts, and renewed maneuvering with Iran that could set the stage for another major U.S. strike. "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: February 5 2026 Wright Report, Five Bucket Strategy minerals pact China, rare earth price floor Western mining, Argentina lithium copper Rubio, rent-to-own housing builders plan, AI Revolution market volatility Anthropic Claude, OpenClaw personalized AI risk, Minnesota ICE cooperation Tom Homan lighter touch, Democrats judges resist ICE, Rio Grande buoy wall Operation River Wall, Mexico cartel vape pens, Bolivia cancels China zinc project Morales missing, China coal expansion climate hypocrisy, Panama Canal cyber threat China, Russia oil revenue drop India decision, Iran nuclear talks Operation Midnight Hammer II
No 3 em 1 desta quinta-feira (05), o destaque foi a decisão do ministro do STF Flávio Dino, que determinou a suspensão de verbas indenizatórias que permitem pagamentos acima do teto constitucional a servidores dos Três Poderes. A liminar aponta falta de regulamentação para os chamados “penduricalhos” e fixa prazo de 60 dias para que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem os benefícios. A medida ainda será analisada pelo plenário da Corte. O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou o encontro com ministros que discutiria a criação de um código de conduta para a Corte. Segundo o gabinete, a suspensão ocorreu por conflito de agenda e pela ausência de parte dos magistrados, incluindo Luiz Fux, que se recupera de pneumonia. O adiamento ocorre em meio à resistência interna e à crise de imagem enfrentada pelo Supremo. O presidente Lula (PT) falou pela primeira vez sobre o encontro fora da agenda com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, realizado no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. Lula afirmou que Vorcaro relatou sofrer perseguição política e econômica e garantiu que as investigações sobre a instituição serão conduzidas de forma técnica pelo Banco Central, sem interferência do governo. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o país está disposto a dialogar com os Estados Unidos, desde que as conversas ocorram sem pressões, pré-condições ou interferência em assuntos internos. A fala ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Havana e à disputa de influência geopolítica na América Latina. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avalia que a direita precisa lançar uma candidatura de centro ao Senado para evitar a perda de espaço para a esquerda nas eleições. A estratégia leva em conta a possível entrada de nomes fortes do campo lulista, como Fernando Haddad (PT), além da pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite (PP). O presidente Lula (PT) também afirmou que Geraldo Alckmin (PSB) e Fernando Haddad (PT) terão papel importante na disputa eleitoral em São Paulo, mesmo sem conversas diretas recentes sobre o tema. A declaração reforça a mobilização do campo governista no maior colégio eleitoral do país. PT e PDT divergem sobre alianças estaduais para as eleições de 2026, com impasses em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Enquanto o PDT afirma haver compromissos de apoio nos estados, o PT nega acordos formais e diz que as definições ainda serão debatidas internamente, evidenciando tensões na base aliada de Lula. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido terá candidatura própria no primeiro turno das eleições presidenciais, citando Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, mas sinalizou uma possível aliança com o PL de Flávio Bolsonaro no segundo turno. O presidente Lula (PT) confirmou ainda que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he dives into today's top stories shaping America and the world. In this Listener Question episode of The Wright Report, Bryan shares good news for Texas farmers as Mexico finally agrees to deliver long-owed water under a decades-old treaty, then breaks down the high-stakes fight ahead over ICE funding, voter ID laws, and the risk of another government shutdown. Bryan also answers pointed questions about foreign-backed activism tied to Minneapolis protests, why the CIA cannot simply target an American billionaire operating from China, and how misinformation has warped the public's understanding of asylum, detentions, and so-called "illegal" versus "legal" migrants. The episode closes with a major shift in the medical world, as leading plastic surgeons reverse course on gender transition surgeries for children, signaling what Bryan calls the start of a long-overdue reckoning. "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: February 4 2026 Wright Report, Listener questions episode, Texas Mexico water treaty Rio Grande, Claudia Sheinbaum Trump water deal, ICE funding shutdown fight DHS, SAVE America Act voter ID filibuster, MEGA Act mail-in ballot rules, Roy Singham China funding protests, CIA authority limits foreign activists, fake asylum claims explained, Biden app parole fraud, plastic surgeons reject gender transition surgery children, trans medicine reckoning
Historiansplaining: A historian tells you why everything you know is wrong
We examine the origins of the first European colony in America north of Florida – New Mexico – from the rise of the Pueblo civilization, which mastered irrigation and “made the desert bloom,” building monumental complexes in arid plains and rocky canyons, through the repeated Spanish incursions in search of seven cities of gold and the construction of a tenuous European colony riven by struggles between church and state, and finally to the eruption of the largest and most coordinated Native uprising in colonial history, which expelled Europeans from New Mexico and ushered in a temporary restoration of the ancient Puebloan world. Image: Mission church of S. Esteban del Rey, 1629, at Acoma Pueblo Suggested further reading: Sanchez, Spude, & Gomez, “New Mexico: A History”; Gutierrez, “When Jesus Came, the Corn Mothers Went Away”; Brooks, “Captives and Cousins: Slavery, Kinship, and Community in the Southwest Borderlands”; Rodriguez, “Review: Subaltern Historiography on the Rio Grande,” American Ethnologist vol. 21, No. 4 (Nov., 1994) My earlier lecture series on the history of Florida (first European colony north of the Rio Grande), “Fortresses on Sand: The History of Florida”: https://soundcloud.com/historiansplaining/sets/fortresses-on-sand-the-history Please sign on as a patron at any level to hear the patron-only lectures, including my most recent on Central Africa: https://www.patreon.com/c/u5530632
Michael Hunn, Bishop of the Diocese of the Rio Grande for the Episcopal Church, addresses the moral implications of the current detention practices at the US-Mexico border. He highlights the struggles faced by detainees, including many who have no criminal record, and advocates for the closure of detention centers. The video includes a clip from Border Chaplain Reza, who speaks out against the criminalization of migrants and the inhumane conditions within detention centers. Bishop Hunn calls on all people, regardless of faith, to demand that the government reflect moral values and to resist the expansion of detention facilities. 00:00 Introduction and Purpose 00:48 Current Situation at the Border 02:33 Testimony from Reza 05:04 Moral and Ethical Implications 07:10 Call to Action
Guest: Professor Evan Ellis. Ellis evaluates Mexican President Claudia Sheinbaum, praising her pragmatic management of relations with the U.S. despite her leftist ideology. He notes she has navigated threats of tariffs and military intervention by cooperating on border security and extradition, while maintaining political dominance through her predecessor's powerful movement.1892 RIO GRANDE
Convidada: Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN. A filiação de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, ao PSD, reforça o discurso do presidente da sigla, Gilberto Kassab, de que o partido terá candidatura própria à Presidência. Caiado se soma a Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, na lista de postulantes ao Palácio do Planalto. A perspectiva de que o PSD lance uma chapa presidencial cresce à medida que reduz a possibilidade de que Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo pelo Republicanos, seja candidato. Ele, que é o nome dos sonhos de Kassab, repete a toda oportunidade que é candidato à reeleição em SP. Nesta quinta-feira (29), Tarcísio visitou Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, e reforçou que irá trabalhar para eleger Flávio presidente. Neste episódio, Rafael Colombo conversa com Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN, para analisar quem ganha e quem perde com as mais recentes movimentações de peças da direita e da centro-direita. Vera projeta quais são os planos de Kassab para essa eleição e avalia também as estratégias do governo para conquistar mais cadeiras no Congresso.
In the beginning, there was nothing but air. The supreme being breathed upon it, and the air became water. Air and water moved together, forming mud. Seeing its shape, the supreme being breathed again – and life began. Today, we'll be exploring this creation story – born of Afro-Brazilian philosophy – forged under conditions of extreme violence, displacement, and resistance. During the transatlantic slave trade, more than four million Africans were forcibly taken to Brazil – far more than were sent to the United States. They brought with them their gods, their rituals, and their philosophies. Despite sustained efforts to suppress them, these traditions not only survived, but developed into sophisticated systems of thought that remain living practices today. We'll be exploring these traditions with José Eduardo Porcher Assistant Professor of Philosophy at the Federal University of Rio Grande do Sul in Brazil. José is currently Director of the Spiritual Realities, Relationality, and Flourishing: Brazilian Contributions to Philosophy of Religion project, and has been centrally involved in a number of major research initiatives examining alternative approaches to philosophy of religion – including the John Templeton funded project Expanding the Philosophy of Religion by Engaging with Afro-Brazilian Traditions. In this episode, we'll explore the Afro-Brazilian religious tradition of Candomblé: its account of creation, its distinctive conception of God and the deities, and its striking vision of a world enchanted by a vital life-force that flows through people, objects, nature, and the divine. We'll ask what it means to live in a world where gods possess human bodies, where objects can be sacred, and where divinity is powerful yet limited. And we'll consider what these traditions might teach us about evil, responsibility, nature, and how to live well in a world that is far stranger than Western philosophy ever thought. This episode is produced in partnership with The Global Philosophy of Religion Project at University of Birmingham, funded by the John Templeton Foundation. Links José Eduardo Porcher, Webite José Eduardo Porcher, Afro-Brazilian Religions (Book)
Episode 122 - Security vs. Sustainability: The Future of the Rio Grande Guest: Jessie F. Fuentes, Founder & Owner, Epi's Canoe & Kayak Team The Rio Grande is more than a border — it's a lifeline for communities, wildlife, and commerce. But floating buoys, razor wire, and increased militarization are reshaping the river's safety and future. Join us as Jessie F. Fuentes shares firsthand insight into how these changes are impacting the environment, local businesses, and cross-border cooperation — and why protecting borders should never mean destroying the resources that sustain our communities.