River forming part of the US-Mexico border
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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (16): Um mega esquema de segurança foi montado para a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (15) na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, onde ele acompanha os desfiles; ministros foram orientados a não desfilar e evitar contato com a imprensa durante o evento. Promotores federais em Minneapolis retiraram as acusações contra dois imigrantes venezuelanos, um deles baleado na perna por um agente do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), depois que novas provas surgiram contradizendo a versão de que eles teriam agredido ou obstruído o trabalho dos agentes; a medida foi tomada após o Departamento de Justiça informar que as evidências recém-descobertas eram materialmente inconsistentes com as alegações iniciais, levando à suspensão das acusações no tribunal. O homem atropelado por um carro alegórico após o desfile da União de Maricá, na madrugada de domingo (15), no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, passou por cirurgia e permanece no CTI do Hospital Souza Aguiar, segundo informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz (PSD), durante evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do prefeito Eduardo Paes (PSD) e de ministros; o secretário classificou o caso como uma “tragédia” e afirmou que a equipe segue acompanhando a evolução do paciente sob observação intensiva. A presença de diversos ministros de Estado e presidentes de estatais na Marquês de Sapucaí, durante o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, foi marcada pelo silêncio perante a imprensa. Nomes como Gleisi Hoffmann, Alexandre Silveira, Alexandre Padilha, além de dirigentes da Petrobras e do BNDES, circularam pelo Sambódromo, mas evitaram conceder declarações aos jornalistas. A postura cautelosa é um reflexo das orientações do Palácio do Planalto para evitar possíveis complicações com a legislação eleitoral em 2026. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, acompanhou os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, e, em entrevista exclusiva à Jovem Pan, afirmou que o PSD pode ter uma chapa puro-sangue nas próximas eleições, além de elogiar o elenco da Portela durante a passagem pela avenida. O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou reação da oposição. O Partido Novo anunciou que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente, sob a alegação de que o evento teria configurado propaganda eleitoral antecipada com suposto uso de recursos públicos. A legenda afirmou nas redes sociais que entrará com ação quando houver registro formal de candidatura, classificando o desfile como peça de propaganda política. A Receita Federal iniciou um rastreamento interno para verificar se houve quebra de sigilo fiscal de cerca de 100 pessoas, entre elas ministros do Supremo Tribunal Federal e seus familiares, incluindo pais, filhos, irmãos e cônjuges. Segundo a Folha de S.Paulo, o pedido de análise partiu do ministro Alexandre de Moraes. A apuração ocorre em meio à crise institucional entre os Poderes após a quebra e liquidação do Banco Master, instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro. As revelações envolvendo o banco levantaram suspeitas sobre possíveis vazamentos de informações protegidas por sigilo bancário e fiscal. O czar das fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou que a suspensão do financiamento ao Department of Homeland Security (DHS) não deve afetar as operações de imigração no país. Segundo ele, os agentes do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) continuarão atuando mesmo sem receber pagamento temporariamente. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
New Orleans vs. Incarnate Word College Basketball Pick Prediction by Tony T. New Orleans vs. Incarnate Word Profiles New Orleans vs. Incarnate Word 7:30PM ET—New Orleans has a record of 11-15 this year with 9-8 in the Southland with road losses against Corpus Christi, Northwestern ST, McNeese and Houston Christian. They bear Rio Grande, Southeastern Louisiana, Nicholls and East Texas A&M on the road. Incarnate Word is 10-16 along with 5-12 in the Southland losing at home against East Texas A&M, Corpus Christi, Rio Grande and Nicholls. Home wins came against McNeese, Southeastern Louisiana, Houston Christian and Northwestern St.
Stephen F Austin vs. Corpus Christi College Basketball Pick Prediction by Tony T. Stephen F Austin vs. Corpus Christi Profiles Stephen F Austin at Corpus Christi 8PM ET—Stephe F Austin sits at 23-2 overall along with 6-1 in the Southland with road wins against East Texas A&M, Northwestern St, Southeastern Louisiana, New Orleans, Nicholls, Lamar and Rio Grande Valley. They lost at McNeese. Corpus Christi is 14-2 and 10-7 in the Southland with home wins against New Orleans, Southeastern Louisiana, Houston Christian and Lamar. The home defeats came against Nicholls, McNeese, Rio Grande and Incarnate Word.
As previsões meteorológicas para esta segunda quinzena de fevereiro indicam uma mudança significativa no padrão de umidade sobre o Brasil. Após um final de semana com chuvas em grande parte da Região Sul, o cenário agora aponta para uma redução na intensidade das precipitações no Rio Grande do Sul, enquanto áreas de Santa Catarina, Paraná e o Paraguai ainda enfrentam instabilidades no início da semana. O grande destaque, porém, é o retorno de chuvas constantes e volumosas para a faixa Centro-Norte do país. Após uma breve trégua que favoreceu o avanço das máquinas, o produtor deve se preparar para um período de umidade persistente, o que exige atenção redobrada quanto ao excesso de água no solo para as atividades de colheita e plantio.Fique por dentro das atualizações climáticas e planeje suas operações no campo com os dados da Rural Clima em parceria com a IHARA.Assista pelos tópicos:0:00 – Balanço das chuvas do último final de semana na Região Sul.0:15 – Instabilidades e previsão de chuvas para SC, PR e Paraguai.0:25 – Redução da intensidade das chuvas no Rio Grande do Sul.0:40 – Retorno de chuvas volumosas e constantes para a Região Centro-Norte.1:15 – Alerta sobre excesso de umidade e impactos na colheita e plantio.✅ Conheça nossas soluções:https://ihara.com.br/produtos/#IHARA #Agricultura #Agronegócio #BoletimDoClima #PrevisãoDoTempo #BoletimMeteorológico #Agro #Chuva #Soja #MilhoBem-vindo(a) ao canal da IHARA!Desde 1965, a IHARA trabalha ao lado do agricultor. Com mais de 80 produtos no portfólio para atender mais de 100 culturas diferentes, temos como propósito solucionar o dia a dia do agricultor no campo e contribuir com o progresso da agricultura brasileira. Aqui no canal, você vai encontrar muitos conteúdos de qualidade, produzidos em parceria com grandes especialistas do mercado, para ajudar você em seus desafios.Tags: IHARA, Agricultura, Agronegócio, Boletim do clima, Previsão do tempo, Boletim meteorológico, Agro, Chuva, Safra 2025/26
This is Episode 84 - Notorious Governors of Texas Edmund J. Davis and the first of our series of Notorious Governors of Texas. With all the politics in the news today, I've naturally been thinking about politics and politicians. One group that has always intrigued me are governors. Not presidents, or senators, or members of the house, but governors. They're the ones who really give a state its identity, well at least in a way, because they're most often the ‘face' of the state. Here in Texas, our current governor seems to love making pronouncements about how his administration is going to fight this or that evil that might be encroaching on Texan's freedoms. More often than not, it's usually just a bunch of fluff that his advisors know will make his hard-core supporters emotional and get him on the evening news. After all he's running for re-election and needs to make sure people don't forget about him. Naturally this got me to thinking about Texas governors in the past, so I started researching what I thought of the most notorious governors in the history of the state. These governors often gained notoriety due to the turbulent, defining political eras in which they served, such as the Civil War, Reconstruction, and the Progressive era scandals. So, today I'm going to start a series on these leaders from the past. First is Edmund J. Davis: Union Army Officer and Reconstruction Governor of Texas. Davis was governor in the reconstruction period 1870 and 1874. He was a Republican, (not the type of Republican we have today, these were the anti-slavery, pro-union republicans). Since he was a Republican during Reconstruction, needless to say he was very unpopular with a large percentage of white Texans. They thought of him as a tyrant, because he believed in using the state police and he was adamant in enforcing what many considered to be radical Republican policies. Who was he, and how did he become governor? As were many Texans at the time, he wasn't originally from Texas. He was born at St. Augustine, Florida, on October 2, 1827, to William Godwin and Mary Ann (Channer) Davis. His lineage traced back to a Grandfather Godwin Davis, who had immigrated from England to Virginia and had fought and perished during the Revolutionary War. His father, who lived in South Carolina, was a land developer and attorney in St. Augustine. As a young man Davis was educated in Florida, and at age 19 moved, with the family to Galveston, Texas, in January 1848. In Galveston he started a career working in the post office while he undertook the study of law. In 1849 he relocated to Corpus Christi, where he worked in a store and continued to read and study law and in the fall of 1849, he was admitted to the bar. Between 1849 and 1853 he was an inspector and deputy collector of customs at Laredo. In 1853 he became district attorney of the Twelfth Judicial District at Brownsville. About 1856 Governor Elisha M. Pease named him judge of the same district, and Davis continued to serve as a state judge until 1861. As judge he accompanied the ranger unit of Capt. William G. Tobin, who was involved in the Cortina affair at Brownsville in 1859 On April 6, 1858, Davis married Elizabeth Anne Britton, daughter of Forbes Britton, a state senator and friend of Sam Houston. Now we have his personal story, but this is Texas and in Texas nothing is simple, particularly politics. Davis was a Whig until the mid-1850s. OK, who were the Whigs? They were a major political party that was very active from 1834 to 1854. They were originally formed in order to oppose President Andrew Jackson's policies and his desire to expand executive power. (see power hungry president's isn't exactly anything new in American history). They supported Henry Clay's "American System," and they believed in modernization, industrialization, protective tariffs, and a national bank. The fell apart by infighting over the expansion of slavery into new territories. This caused Northern "Conscience" Whigs to join the Republican Party and Southern "Cotton" Whigs to join other factions, such as the fledgling democratic party and some joined the “Know-Nothing” party. In 1855 after the Whigs fell apart, Davis joined the Democratic party. In 1861 even though the Texas democratic party was a strong advocate for secession and were pro-slavery, Davis supported Sam Houston and opposed secession. He ran unsuccessfully to become a delegate to the Secession Convention. Once Texas voted to leave and announced it was seceding from the union, Davis refused to take the oath of loyalty to the Confederacy, and the state vacated his judgeship on April 24. Unable to support the Confederacy in May of 1862 Davis fled Texas and travelled to New Orleans. From New Orleans along with John L. Haynes and William Alexander, he went to Washington. The men met with President Abraham Lincoln. Lincoln recommended that the three would be given help so they could provide weapons to troops that they wanted to raise. On October 26, 1862, Davis received a colonel's commission and authorization to recruit the cavalry regiment that became the First Texas Cavalry (U.S.). The First Texas saw extensive service during the war. In January of 1863 they barely escaped capture when Galveston fell to Confederates. While in Matamoros in March of 1863 Davis was captured by Confederates. He had been there attempting to take his family out of Texas and also recruit men for his unit. Needless to say, his capture caused diplomatic trouble between the Confederacy and Mexico. Finally Confederate Gen. Hamilton P. Bee in order to appease the Mexican governor Albino López released Davis. Davis crossed back into Texas and from November to December 1863 he took part in Gen. Nathaniel P. Banks's unsuccessful Rio Grande campaign. in an effort to disrupt the border trade Davis's unit marched to Rio Grande City and seized cotton and slaves. On November 4, 1864, Davis was promoted to brigadier general and for the remainder of the war commanded Gen. Joseph J. Reynolds's cavalry in the Division of Western Mississippi. On June 2, 1865, he was among those who represented Gen. Edward R. S. Canby at Gen. Edmund Kirby Smith's surrender of Confederate forces in Texas. After the war Davis participated in state politics as a Unionist and Republican. He served in the Constitutional Convention of 1866 and ran in the 1866 general election he ran unsuccessfully for the state Senate from his old district. He represented the border district and served as president of the Constitutional Convention of 1868–69. During this time, he made enemies among the white population by consistently supporting political programs that would have restricted the political rights of secessionists, expanded rights for Blacks, and divided the state. He also favored the ab initio theory, which held that all laws passed since secession were null and void. He ran for governor in the election of 1869 against Andrew J. Hamilton, another Republican, and won in a closely disputed race. His administration was a controversial one. Its program called for law and order backed by a State Police and restored militia, public schools, internal improvements, bureaus of immigration and geology, and protection of the frontier. (Sounds vaguely familiar doesn't it) All of these were the subject of strong attacks from both Democratic and Republican opponents. They added to the controversy surrounding Reconstruction in Texas. Davis ran for reelection in December 1873 and was defeated by Richard Coke by a vote of two to one. Davis did not gracefully accept defeat, and he believed that the Republican national administration was partly responsible for his loss. He refused to vacate office after losing a what he considered a fraudulent-ridden 1873 election to Democrat Richard Coke. Here's what happened. Democrat Richard Coke defeated Republican incumbent Edmund J. Davis with 100,415 votes to 52,141, a margin of over two to one. Davis, a Republican, refused to leave, citing a Texas Supreme Court ruling (the "Semicolon Court" in Ex parte Rodriguez) that declared the election unconstitutional. Davis occupied the lower floor of the Capitol with state troops, while Democratic supporters of Coke took the second floor. He asked President Ulysses S. Grant to send in federal troops to help him stay in office. Grant refused and finally on January 19, 1874, Davis resigned, allowing Coke to take office and restoring Democratic control to Texas. This signaled the official end of Radical Reconstruction in Texas and initiated a long period of Democratic dominance. From 1875 until his death Davis, contemporarily described as a "tall, gaunt, cold-eyed, rather commanding figure," headed the Republican party in Texas as chairman of the state executive committee. In 1880 he ran again for governor but was badly defeated by Oran M. Roberts. In 1882 he ran for Congress in the Tenth District against John Hancock, again unsuccessfully. He was nominated as collector of customs at Galveston in 1880 but refused the job because of his opposition to the administration of President Rutherford B. Hayes. Supporters recommended him for a cabinet position under President Chester A. Arthur, but he received no appointment. Davis died in Austin on February 7, 1883, and is buried there in the State Cemetery. This has been the Hidden History of Texas and the first in our stories of “notorious” Texas governors, Edmund J. Davis – see you next time, thanks for listening
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de FebreroEl Poder De La MúsicaMientras el músico tañía el arpa, la mano del Señor vino sobre Eliseo (2 Reyes 3:15, NVI).Durante el tiempo que pasé en el cuarteto Arautos do Rei, fui testigo cercano de la influencia que tiene la música para impactar vidas. Desde el extremo de Rio Grande do Sul hasta los límites de Roraima, desde la tribu indígena en el interior del Amazonas hasta las islas flotantes de los Uros, en Perú, y mucho más allá, pude ver que no hay límites para el alcance de la música dedicada al Señor.Recuerdo que cada vez que cantábamos Pronto vendrá u otras canciones como Solo un poco más y Llegó la hora, los ojos de las personas brillaban. Era como si cada canción fuera un abrazo, una caricia de Dios traída por voces defectuosas y cantantes imperfectos. Al final de las presentaciones, recibíamos muchos mensajes como "Su música cambió mi vida".De hecho, el poder de la música es extraordinario. Este es uno de los grandes dones que Dios le concedió al ser humano. Es una avenida de comunicación con el Creador y "uno de los medios más eficaces para grabar en el corazón la verdad espiritual" (La educación, p. 168).La música es capaz de crear una atmósfera de ánimo y alegría, fijar las palabras de Dios en la memoria, disminuir la influencia de una tentación, elevar los pensamientos, despertar la simpatía, calmar el espíritu, expulsar la tristeza del alma y enseñar que la atmósfera del Cielo está hecha de alabanza.Cuando cantamos o tocamos un instrumento musical, invitamos al Señor a actuar en el corazón de los oyentes. Eso fue exactamente lo que sucedió con Eliseo en la experiencia descrita en 2 Reyes 3. Para saber qué respuesta debía dar al rey Josafat sobre la guerra contra Moab, Eliseo pidió que trajeran a un músico. La Biblia cuenta que, mientras el arpista tocaba, el Espíritu Santo vino sobre Eliseo y le trajo la respuesta que necesitaba.Tal vez hoy esté escribiendo para alguien que está triste, ansioso, o que necesita una respuesta de Dios. Te sugiero que muevas tus labios en alabanza al Señor. Si prefieres, coloca en tu celular algún himno que exalte a Dios. ¡Ese es el mejor remedio para el alma! Repite las palabras del salmista: "¡Alabaré al Señor en todo tiempo! Su alabanza estará siempre en mi boca" (Sal. 34:1).
Stephen F Austin vs. UT Rio Grande Valley College Basketball Pick Prediction by Tony T. Stephen F Austin vs. UT Rio Grande Valley Profiles Stephen F Austin at UT Rio Grande Valley 5:30PM ET—Stephen F Austin has a record of 22-3 with 15-1 in the Southland with road wins against East Texas A&M, Northwestern ST, Southeastern Louisiana, New Orleans, Nichols and Lamar. They lost on the road against McNeese. UT Rio Grande Valley is 14-11 and 10-6 in the Southland with home defeats against New Orleans, Nicholls, and Corpus Christi. They won at home against Incarnate Word, McNeese, Southeastern Louisiana and Houston Christian
A FARSUL em parceria com outras entidades, participa do Programa 2 Safras, para incentivar o aumento da produção Agrícola no Rio Grande do Sul. O novo presidente Domingos Velho Lopes fala sobre o Programa 2 Safras e sobre a situação da safra atual e dos produtores gaúchos.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (13), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Após saída de Toffoli, entenda os próximos passos do caso Master no STF. Tornado provoca destruição em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Delegado diz que academia onde aluna morreu usava em um dia na piscina a carga de cloro recomendada para uma semana. Morte de estudante em MG: suspeito confessou crime, não se arrependeu e agiu sem planejamento, diz polícia. Geração X é a mais satisfeita com a vida amorosa e sexual no Brasil; Baby Boomers é a menos, revela pesquisa Ipsos.
No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.Destaques do episódio:
A participação brasileira na Wine Paris 2026 ganhou destaque entre os expositores internacionais e deixou os produtores brasileiros otimistas. Oito vinícolas de quatro estados – Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco – marcaram presença no salão francês, encerrado na quarta-feira (11), que se consolidou como uma das maiores vitrines globais do setor. Adriana Moysés, da RFI em Paris Com apoio da ApexBrasil, as empresas exibiram a diversidade da viticultura brasileira e comemoraram a boa acolhida de compradores e especialistas europeus. Criada em 2019, a Wine Paris se transformou em um encontro obrigatório do calendário mundial do vinho, que reuniu, no ano passado, mais de 5.400 expositores de 154 países. É essa dimensão, somada ao dinamismo comercial, que tem atraído cada vez mais vinícolas brasileiras. Entre os produtores estreantes, a Salton disse estar impressionada com a magnitude do evento. O gerente de negócios internacionais da vinícola, com sede em Bento Gonçalves (RS), César Baldasso, reconheceu que a Wine Paris superou as expectativas. “A gente está totalmente surpreendido. É uma feira de altíssima qualidade, com um movimento muito grande – e um movimento de qualidade. As reuniões foram excelentes, compradores realmente interessados no Brasil. Saímos daqui certos de que voltaremos no próximo ano”, disse Baldasso. Ele também destacou o papel crescente dos espumantes brasileiros no mercado internacional. “O espumante brasileiro é um grande diferencial, o melhor espumante do hemisfério sul – e, por que não, entre os melhores quando consideramos o Velho Mundo?” Miolo reforça diversidade e aposta no futuro Também gaúcha, a Miolo participou pela segunda vez da Wine Paris. Para Lúcio Motta, líder da área de exportação, o interesse dos compradores segue forte, especialmente pelos espumantes, mas não só. “O espumante é o interesse inicial, mas os tintos e brancos têm procuras similares. Os importadores ficam impressionados com a quantidade de uvas que produzimos e com nossa capacidade de trabalhar em diferentes níveis de preço”, afirmou Motta. Durante a feira, houve um debate sobre as consequências do Acordo Comercial Mercosul–União Europeia, que, ao derrubar as tarifas de importação para zero no caso dos vinhos, pode impactar a competitividade das bebidas nacionais. Atualmente exportando para seis países europeus – França, Itália, Alemanha, República Tcheca, Suécia e Malta –, além de outros mercados pelo mundo, o representante da Miolo encara o futuro com confiança. “A preocupação existe, claro. Mas também vemos uma oportunidade. Quem ainda não exporta precisa começar a pensar nisso, porque o mercado brasileiro ficará mais competitivo. Vamos ter que buscar novos mercados e essa expansão já está no nosso horizonte há 30 anos”, disse Motta. Vinhos de Minas Gerais A Serra da Mantiqueira esteve representada pela Casa Almeida Barreto, que participou pela primeira vez de uma feira internacional. Para Jorge Almeida, a expectativa foi superada. “Muita gente está curiosa para explorar vinhos do Brasil. Trouxemos vinhos jovens, frescos, da safra 2024, sem passagem por barrica, para deixar a fruta falar mais. A altitude de 1.300 metros nos dá acidez alta e complexidade. A resposta tem sido muito positiva”, apontou Almeida. Na mesma região, a vinícola Barbara Heliodora iniciou sua produção há cerca de oito anos e chamou a atenção por ter conseguido desenvolver, em pouco tempo, vinhos complexos e longevos, segundo o sommelier Marcos Medeiros. “A Mantiqueira produz vinhos elegantes e frutados, graças à amplitude térmica. As uvas que melhor se adaptaram foram a sauvignon blanc e a syrah. Desde 2018, fazemos de um rosé delicado a uma Grande Reserva com até 24 meses em carvalho. Os franceses estão adorando – é um vinho diferente, vindo de um país tropical”, comentou o sommelier. Do Vale do São Francisco à capital francesa A pernambucana Verano Brasil mostrou na feira a singularidade da produção no Vale do Rio São Francisco, região do paralelo 8 onde é possível colher uvas o ano inteiro. O diretor comercial Evandro Giacobbo trouxe dois estilos nos rótulos apresentados. "O primeiro, mais despojado, tropical, jovem e refrescante – pensado para encantar um público iniciante. E a linha Garziera, mais tradicional, com varietais de malbec, cabernet sauvignon e chardonnay. É a jovialidade do Vale do São Francisco chegando a Paris”, celebrou. A Wine Paris 2026 ocupou nove pavilhões no Parque de Exposições da Porte de Versailles. Entre seus corredores movimentados, os produtores brasileiros encontraram não apenas compradores interessados, mas uma verdadeira oportunidade de reposicionar a imagem do Brasil no cenário internacional como um país de diversidade vitivinícola.
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
O Ministério Público Federal abriu investigação para apurar possível conexão de Jeffrey Epstein com o Brasil. Uma denúncia registrada no MPF do Rio Grande do Norte aponta que o criminoso sexual teria interesse em uma mulher, ou garota, moradora de Natal. Não há informações sobre a idade da pessoa.
A Sicredi Sul Minas RS/MG registrou resultado líquido de R$ 40,9 milhões no último exercício, valor que representa o dobro do apurado no ano anterior. O desempenho sustenta o plano de expansão da cooperativa, que prevê chegar a 18 agências em Minas Gerais até o final de 2026. Os dados e as metas foram apresentados pela diretoria em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, na quarta-feira, 11 de fevereiro.Atualmente, a instituição opera 15 agências em território mineiro e mantém 10 unidades no Rio Grande do Sul. A área de atuação em Minas abrange 45 municípios. Segundo o presidente Euzébio Rodigheiro, a cooperativa recebe demandas de cidades interessadas na instalação de novas unidades e a expansão ocorre dentro de planejamento considerado sustentável. “Recebemos diariamente solicitações de municípios que pedem a presença do Sicredi. Precisamos analisar cada passo em um planejamento sustentável”, afirmou.
Ele nasceu numa fronteira em guerra, aprendeu a lutar desde cedo e jurou lealdade à Coroa Portuguesa.Mas em algum momento, Bento Gonçalves virou as costas para o Império e entrou pra história como um rebelde.Neste episódio, eu te conto quem foi Bento Gonçalves da Silva e como ele se tornou um dos principais nomes da Revolução Farroupilha, o conflito que marcou o Rio Grande do Sul e desafiou o poder imperial por dez anos. Da infância em uma região disputada à liderança de uma revolução, passando por prisões, fugas e retornos inesperados ao campo de batalha, você vai entender o contexto político, social e militar que transformou Bento em um personagem central da história brasileira.E, claro, no final do episódio, eu te conto o que visitar no Rio Grande do Sul pra se aprofundar nessa história.Locais mencionados no episódio:Museu Histórico Farroupilha em PiratiniMuseu Júlio de Castilhos em Porto AlegrePara contato, parcerias e sugestão de episódios, envie um e-mail para: passaporteprocrime@tagcreator.spaceSe você gosta do Passaporte pro Crime, considere apoiar o projeto via:Orelo: orelo.cc/passaporteprocrimeApoia.se: https://apoia.se/passaporteprocrimePatreon: patreon.com/PassaporteproCrimePara ficar por dentro de novidades e fofocas da vida da apresentadora, é só seguir:Instagram: @andressaisferTikTok: @andressa.isfer
As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para o desenvolvimento de tecnologias e têm ganhado destaque com o crescente interesse de grandes potências. Embora o Brasil tenha a segunda maior reserva mundial, o país ainda enfrenta entraves para avançar nas etapas de refino, separação e agregação de valor, o que mantém a dependência externa em partes importantes da cadeia.Neste episódio do Direto ao Ponto, a pesquisadora Lucy Chemale, do Serviço Geológico do Brasil (SGB), faz um panorama nacional e analisa como o Rio Grande do Sul se insere nesse contexto. O episódio também aborda a pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que identificou potencial para terras raras em Caçapava do Sul, na Região Central, ajudando a colocar o Estado no mapa desses minerais estratégicos.
Citações e trechos do livro “Gates to Buddhist Practice”, de Chagdud Tulku Rinpoche.Nascido no leste do Tibete (Kham), Chagdud Tulku Rinpoche (1930 - 2002) foi um lama da escola Nyingma de Budismo Vajrayana tibetano. Aos quatro anos ele foi reconhecido como um tulku (encarnação de um mestre de meditação), e um recebeu treinamento rigoroso, aprofundoando seus estudos em extensos retiros.Em 1959, ele escapou da ocupação comunista do Tibete e viveu exilado em comunidades de refugiados na Índia e no Nepal até se estabelecer nos Estados Unidos, em 1979. Em 1994, mudou-se para o Brasil e começou a construção do seu centro principal, o Khadro Ling, no Rio Grande do Sul.Ao viajar e ensinar constantemente, irradiando entusiasmo e compaixão, tornou-se o lama do coração de centenas de alunos e foi uma inspiração profunda para milhares de outros.Quando lhe perguntavam por que, aos sessenta e quatro anos, mudou-se para a América do Sul ao invés de permanecer confortavelmente nos Estados Unidos, respondia: “Percebi a fé dos brasileiros e o seu interesse no Budismo e quis ensiná-los”.
The Brazilian party starter unveils 60 minutes of sun-drenched house. Minas Gerais isn't the typical Brazil of postcards. Yet from this landlocked terrain emerged one of its most accomplished sons. As OMOLOKO, João Vitor has mastered the art of summoning summer on the dance floor. Armed with a pair of CDJs and a USB, he carries sun-kissed house dreams shaped by countless hours lost in Discogs rabbit holes, forgotten corners of YouTube and the dust of hidden record shops. Vitor was born in Rio Grande do Norte, in Brazil's northeast, before moving south as a child when his family set out in search of new opportunities—a well-worn path in the world's fifth-largest country. Adopting the alias OMOLOKO in the late 2010s, he quickly became a beacon in Belo Horizonte's bubbling electronic scene. Carrying sounds from home deep in his memory alongside a restless desire to make the world dance to his own findings, he carved out a singular voice with genre-hopping sets, grounded in an affection for infectious grooves and warm, rolling kicks. In recent years, Vitor's fine-tuning of his craft behind the decks have made him more than a familiar face at countless essential nightlife hubs around the world, from Panorama Bar to Dekmantel, São Paulo's Gop Tun to Ibiza's DC-10. His résumé, already impressive, is expanding nicely. So to mark the beginning of carnaval in Brazil, who better for RA.1025. Vitor's RA Mix draws deeply from the lineage of house's most celebrated names, alongside obscure gems your Shazam wouldn't dare recognise. With slow-cooking patience, the session follows wherever the language of dance leads: South African kwaito, diva vocal flashes, funk-laced deep house, vibraphone-led strides and salsa-laced drumwork. It's like a dream team of house offshoots, all meeting for the very first time at the beach. Read more at https://ra.co/podcast/1044 @OMOLOKOO
O Domingão do Carlão resgata uma história de vida e superação que merece ser revista. Em clima de "Vale a pena ver de novo", recordamos o bate-papo com Ajax Dantas Góis Filho, fundador da DINA – Dinamarca Industrial Agrícola, gravado diretamente na sede da empresa.Neste registro especial, Ajax abriu o coração sobre sua origem na roça, no interior do Rio Grande do Norte. Ele relembrou como os valores aprendidos na zona rural formaram a base para sua coragem empreendedora, que o levou a fundar a DINA e transformar a marca em uma referência global na fruticultura.O fundador destacou a força da exportação e o rigor com a qualidade, fatores que colocaram a fruta brasileira em destaque nos mercados internacionais. Ajax também abordou os aprendizados da sucessão e a missão de manter vivo um legado que começou com passos simples no campo. Uma narrativa poderosa sobre como raízes fortes geram frutos gigantes!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nos dias 4 e 5 de fevereiro, da 149ª Reunião ordinária do Conselho Nacional de Corregedores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNCGMPEU), realizada no Palácio do MP do Rio Grande do Sul (MPRS), em Porto Alegre. O evento reuniu corregedores-gerais de todo o país e contou com painéis temáticos e uma reunião de trabalho.
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he dives into today's top stories shaping America and the world. In this Thursday Headline Brief of The Wright Report, Bryan leads with good news as President Trump's Five Bucket Strategy gains momentum, including a major international minerals pact designed to break China's grip on critical resources and early signs of a new rent-to-own housing pathway for young and middle-income Americans. He then explains why the AI Revolution is rattling markets and jobs alike, as new tools automate white-collar work faster than expected, raising hard questions about wages, employment, and who benefits from the coming productivity boom. Back at the border, Bryan details a quieter shift in Minnesota as local law enforcement begins cooperating more closely with ICE, allowing federal agents to pull back from street arrests and reduce risk, even as Democrats and judges escalate rhetoric and legal resistance. The episode pivots global with updates on cartel expansion into illegal vape trafficking in Mexico, a dramatic political turn in Bolivia as Chinese-backed projects are canceled and a former Marxist president vanishes, fresh evidence that China is massively expanding coal power despite climate promises, rising tensions over the Panama Canal, deepening financial strain on Russia as India weighs oil cuts, and renewed maneuvering with Iran that could set the stage for another major U.S. strike. "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: February 5 2026 Wright Report, Five Bucket Strategy minerals pact China, rare earth price floor Western mining, Argentina lithium copper Rubio, rent-to-own housing builders plan, AI Revolution market volatility Anthropic Claude, OpenClaw personalized AI risk, Minnesota ICE cooperation Tom Homan lighter touch, Democrats judges resist ICE, Rio Grande buoy wall Operation River Wall, Mexico cartel vape pens, Bolivia cancels China zinc project Morales missing, China coal expansion climate hypocrisy, Panama Canal cyber threat China, Russia oil revenue drop India decision, Iran nuclear talks Operation Midnight Hammer II
No 3 em 1 desta quinta-feira (05), o destaque foi a decisão do ministro do STF Flávio Dino, que determinou a suspensão de verbas indenizatórias que permitem pagamentos acima do teto constitucional a servidores dos Três Poderes. A liminar aponta falta de regulamentação para os chamados “penduricalhos” e fixa prazo de 60 dias para que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem os benefícios. A medida ainda será analisada pelo plenário da Corte. O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou o encontro com ministros que discutiria a criação de um código de conduta para a Corte. Segundo o gabinete, a suspensão ocorreu por conflito de agenda e pela ausência de parte dos magistrados, incluindo Luiz Fux, que se recupera de pneumonia. O adiamento ocorre em meio à resistência interna e à crise de imagem enfrentada pelo Supremo. O presidente Lula (PT) falou pela primeira vez sobre o encontro fora da agenda com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, realizado no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. Lula afirmou que Vorcaro relatou sofrer perseguição política e econômica e garantiu que as investigações sobre a instituição serão conduzidas de forma técnica pelo Banco Central, sem interferência do governo. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o país está disposto a dialogar com os Estados Unidos, desde que as conversas ocorram sem pressões, pré-condições ou interferência em assuntos internos. A fala ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Havana e à disputa de influência geopolítica na América Latina. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avalia que a direita precisa lançar uma candidatura de centro ao Senado para evitar a perda de espaço para a esquerda nas eleições. A estratégia leva em conta a possível entrada de nomes fortes do campo lulista, como Fernando Haddad (PT), além da pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite (PP). O presidente Lula (PT) também afirmou que Geraldo Alckmin (PSB) e Fernando Haddad (PT) terão papel importante na disputa eleitoral em São Paulo, mesmo sem conversas diretas recentes sobre o tema. A declaração reforça a mobilização do campo governista no maior colégio eleitoral do país. PT e PDT divergem sobre alianças estaduais para as eleições de 2026, com impasses em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Enquanto o PDT afirma haver compromissos de apoio nos estados, o PT nega acordos formais e diz que as definições ainda serão debatidas internamente, evidenciando tensões na base aliada de Lula. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido terá candidatura própria no primeiro turno das eleições presidenciais, citando Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, mas sinalizou uma possível aliança com o PL de Flávio Bolsonaro no segundo turno. O presidente Lula (PT) confirmou ainda que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Donate (no account necessary) | Subscribe (account required) Join Bryan Dean Wright, former CIA Operations Officer, as he dives into today's top stories shaping America and the world. In this Listener Question episode of The Wright Report, Bryan shares good news for Texas farmers as Mexico finally agrees to deliver long-owed water under a decades-old treaty, then breaks down the high-stakes fight ahead over ICE funding, voter ID laws, and the risk of another government shutdown. Bryan also answers pointed questions about foreign-backed activism tied to Minneapolis protests, why the CIA cannot simply target an American billionaire operating from China, and how misinformation has warped the public's understanding of asylum, detentions, and so-called "illegal" versus "legal" migrants. The episode closes with a major shift in the medical world, as leading plastic surgeons reverse course on gender transition surgeries for children, signaling what Bryan calls the start of a long-overdue reckoning. "And you shall know the truth, and the truth shall make you free." - John 8:32 Keywords: February 4 2026 Wright Report, Listener questions episode, Texas Mexico water treaty Rio Grande, Claudia Sheinbaum Trump water deal, ICE funding shutdown fight DHS, SAVE America Act voter ID filibuster, MEGA Act mail-in ballot rules, Roy Singham China funding protests, CIA authority limits foreign activists, fake asylum claims explained, Biden app parole fraud, plastic surgeons reject gender transition surgery children, trans medicine reckoning
Historiansplaining: A historian tells you why everything you know is wrong
We examine the origins of the first European colony in America north of Florida – New Mexico – from the rise of the Pueblo civilization, which mastered irrigation and “made the desert bloom,” building monumental complexes in arid plains and rocky canyons, through the repeated Spanish incursions in search of seven cities of gold and the construction of a tenuous European colony riven by struggles between church and state, and finally to the eruption of the largest and most coordinated Native uprising in colonial history, which expelled Europeans from New Mexico and ushered in a temporary restoration of the ancient Puebloan world. Image: Mission church of S. Esteban del Rey, 1629, at Acoma Pueblo Suggested further reading: Sanchez, Spude, & Gomez, “New Mexico: A History”; Gutierrez, “When Jesus Came, the Corn Mothers Went Away”; Brooks, “Captives and Cousins: Slavery, Kinship, and Community in the Southwest Borderlands”; Rodriguez, “Review: Subaltern Historiography on the Rio Grande,” American Ethnologist vol. 21, No. 4 (Nov., 1994) My earlier lecture series on the history of Florida (first European colony north of the Rio Grande), “Fortresses on Sand: The History of Florida”: https://soundcloud.com/historiansplaining/sets/fortresses-on-sand-the-history Please sign on as a patron at any level to hear the patron-only lectures, including my most recent on Central Africa: https://www.patreon.com/c/u5530632
Michael Hunn, Bishop of the Diocese of the Rio Grande for the Episcopal Church, addresses the moral implications of the current detention practices at the US-Mexico border. He highlights the struggles faced by detainees, including many who have no criminal record, and advocates for the closure of detention centers. The video includes a clip from Border Chaplain Reza, who speaks out against the criminalization of migrants and the inhumane conditions within detention centers. Bishop Hunn calls on all people, regardless of faith, to demand that the government reflect moral values and to resist the expansion of detention facilities. 00:00 Introduction and Purpose 00:48 Current Situation at the Border 02:33 Testimony from Reza 05:04 Moral and Ethical Implications 07:10 Call to Action
Em 9 de abril de 1993, uma Sexta-feira Santa, o Brasil testemunhou um dos crimes mais chocantes contra um membro da Igreja Católica. A Irmã Lindalva Justo de Oliveira, uma freira vicentina dedicada ao cuidado de idosos no Abrigo Dom Pedro II, em Salvador, foi brutalmente assassinada com 44 facadas. O autor do crime, Augusto da Silva Peixoto, nutria uma obsessão doentia pela religiosa, confundindo sua caridade com interesse romântico. Ao ser rejeitado e ouvir que o coração de Lindalva pertencia a "outro homem" — referindo-se a Jesus Cristo —, o agressor planejou o martírio. Neste vídeo, detalhamos a trajetória de Lindalva, desde sua infância humilde no Rio Grande do Norte até seu reconhecimento como Beata pela Igreja Católica em tempo recorde. Analisamos a força moral de sua família, o perdão concedido por sua mãe ao assassino e o simbolismo das 44 chagas que ecoam o sacrifício de Cristo.
Guest: Professor Evan Ellis. Ellis evaluates Mexican President Claudia Sheinbaum, praising her pragmatic management of relations with the U.S. despite her leftist ideology. He notes she has navigated threats of tariffs and military intervention by cooperating on border security and extradition, while maintaining political dominance through her predecessor's powerful movement.1892 RIO GRANDE
Convidada: Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN. A filiação de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, ao PSD, reforça o discurso do presidente da sigla, Gilberto Kassab, de que o partido terá candidatura própria à Presidência. Caiado se soma a Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, na lista de postulantes ao Palácio do Planalto. A perspectiva de que o PSD lance uma chapa presidencial cresce à medida que reduz a possibilidade de que Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo pelo Republicanos, seja candidato. Ele, que é o nome dos sonhos de Kassab, repete a toda oportunidade que é candidato à reeleição em SP. Nesta quinta-feira (29), Tarcísio visitou Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, e reforçou que irá trabalhar para eleger Flávio presidente. Neste episódio, Rafael Colombo conversa com Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN, para analisar quem ganha e quem perde com as mais recentes movimentações de peças da direita e da centro-direita. Vera projeta quais são os planos de Kassab para essa eleição e avalia também as estratégias do governo para conquistar mais cadeiras no Congresso.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (29): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o próximo ataque contra o Irã “será muito pior” caso o país não aceite negociar um acordo sobre armas nucleares. Em publicação nas redes sociais, Trump pediu que Teerã se sente rapidamente à mesa para firmar um entendimento que impeça o desenvolvimento de armamento nuclear, alegando que o tempo está se esgotando. O Irã reforçou o embate com os Estados Unidos após novas ameaças do presidente americano e respondeu nesta quarta-feira (28) avisando que qualquer ação militar de Washington será considerada o início de uma guerra. O conselheiro sênior do líder supremo iraniano afirmou em publicação nas redes sociais que um “ataque limitado” é uma ilusão e que a resposta de Teerã seria imediata, abrangente e sem precedentes. A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar a atuação de influenciadores digitais no chamado caso Master, com foco em duas principais suspeitas de crimes: difamação e obstrução de justiça. Segundo investigadores, há indícios de tentativas de atrapalhar o andamento das apurações ou de manipular o resultado das investigações criminais. A PF analisa provas já colhidas e busca identificar quais condutas criminosas podem ter ocorrido ao longo do caso. O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que há indícios de crime organizado no caso Banco Master e estuda incluir a investigação no escopo da comissão. Segundo ele, há relatos de relações suspeitas do grupo controlador do banco com figuras dos três Poderes, o que pode levar a pedidos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telemático dos envolvidos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, terá nesta quinta-feira (29) seu primeiro encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro após o lançamento da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, anunciado em dezembro. Tarcísio deve visitar Bolsonaro na Papudinha para conversar sobre as eleições. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, anunciou que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi convocado para depor na comissão na próxima semana. Além dele, também foi chamado o ex-presidente do Banco BMG, Luiz Félix Cardamone Neto, ambos investigados no caso de fraudes envolvendo descontos irregulares contra aposentados e pensionistas. Os depoimentos estão previstos para a próxima quinta-feira (05). Empresários de São Paulo e parte do setor financeiro da Faria Lima passaram a tratar como concreta a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Antes vistos com desconfiança quanto à viabilidade e à continuidade do projeto político, esses grupos agora avaliam que terão de considerar Flávio no tabuleiro eleitoral. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou que a construção de uma candidatura presidencial da chamada terceira via para 2026 pode envolver um processo interno mais complexo, mas avaliou que isso tende a fortalecer o nome escolhido. Segundo ele, debates e negociações dentro do partido são positivos para consolidar uma candidatura competitiva. A declaração foi feita ao comentar a chegada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial, segundo levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas. No entanto, em cenários de segundo turno, o petista aparece em empate técnico tanto com o senador Flávio Bolsonaro quanto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. De acordo com a pesquisa, Lula registra 44,8% contra 42,2% de Flávio Bolsonaro e 43,9% frente a 42,5% de Tarcísio, indicando uma disputa acirrada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (27): O Irã advertiu os Estados Unidos de que responderá “com força” e de maneira “enérgica” a qualquer agressão, após a chegada de um porta-aviões americano ao Oriente Médio. Em comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que o país confia em suas próprias capacidades militares e que a presença do navio de guerra não afetará sua determinação. Autoridades iranianas instalaram um painel mostrando um porta-aviões destruído com a mensagem de que “quem semeia vento, colhe tempestade”. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma operação para desarticular um esquema criminoso suspeito de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde. Ao todo, são cumpridos 35 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte, além de medidas cautelares e patrimoniais. As investigações apontam irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública, com indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço, envolvendo empresas que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, em dezembro de 2024, de uma reunião fora da agenda oficial com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e com Gabriel Galípolo, então indicado à presidência do Banco Central. O encontro teria sido articulado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que levou Vorcaro e o ex-CEO do banco, Augusto Lima, ao Palácio. Em um telefonema classificado como "altamente produtivo", o presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceram as bases para uma nova parceria de segurança. O foco central é o asfixiamento financeiro de facções criminosas, com ênfase na repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas. O INSS decidiu prorrogar até 20 de março o prazo para beneficiários contestarem descontos indevidos em seus benefícios. A medida foi tomada após problemas técnicos no portal Meu INSS, registrados desde a última segunda-feira (19), que dificultaram o acesso dos usuários. Segundo o instituto, a Dataprev foi cobrada para prestar esclarecimentos, especialmente porque uma manutenção programada deixará os sistemas fora do ar entre 27 de janeiro e 1º de fevereiro. A OAB-SP enviou nesta segunda-feira (26) ao ministro Edson Fachin uma proposta de código de conduta para o STF. O texto proíbe manifestações político-partidárias de ministros e exige quarentena de três anos para advocacia após o mandato. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Leonardo Sica, presidente da OAB-SP. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o 19º Batalhão da Polícia Militar apresente, em até cinco dias, um relatório completo sobre a rotina do ex-presidente Jair Bolsonaro desde sua transferência para uma Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da PMDF, conhecido como “Papudinha”, no Complexo Penitenciário da Papuda. Bolsonaro havia sido mantido anteriormente na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e foi transferido em 15 de janeiro. O deputado estadual Paulo Fiorilo (PT-SP) enviou ofícios ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) solicitando informações sobre possíveis prejuízos em fundos de Previdência municipais que aplicaram recursos no Banco Master. Segundo o parlamentar, cidades paulistas teriam investido cerca de R$ 218 milhões em títulos que ficaram indisponíveis após a liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central. Fiorilo alerta que a situação pode comprometer o pagamento de aposentadorias e pensões e pressionar as finanças das prefeituras, responsáveis por cobrir eventuais déficits dos regimes próprios de Previdência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Fórum Onze e Meia de hoje: Marcha de Nikolas criou mais tensão com Centrão e os Bolsonaro.Participa do programa o deputado estadual do Rio Grande do Sul Leonel Radde (PT-RS).Apresentação de Luiz Carlos Azenha e Yuri Ferreira.
In the beginning, there was nothing but air. The supreme being breathed upon it, and the air became water. Air and water moved together, forming mud. Seeing its shape, the supreme being breathed again – and life began. Today, we'll be exploring this creation story – born of Afro-Brazilian philosophy – forged under conditions of extreme violence, displacement, and resistance. During the transatlantic slave trade, more than four million Africans were forcibly taken to Brazil – far more than were sent to the United States. They brought with them their gods, their rituals, and their philosophies. Despite sustained efforts to suppress them, these traditions not only survived, but developed into sophisticated systems of thought that remain living practices today. We'll be exploring these traditions with José Eduardo Porcher Assistant Professor of Philosophy at the Federal University of Rio Grande do Sul in Brazil. José is currently Director of the Spiritual Realities, Relationality, and Flourishing: Brazilian Contributions to Philosophy of Religion project, and has been centrally involved in a number of major research initiatives examining alternative approaches to philosophy of religion – including the John Templeton funded project Expanding the Philosophy of Religion by Engaging with Afro-Brazilian Traditions. In this episode, we'll explore the Afro-Brazilian religious tradition of Candomblé: its account of creation, its distinctive conception of God and the deities, and its striking vision of a world enchanted by a vital life-force that flows through people, objects, nature, and the divine. We'll ask what it means to live in a world where gods possess human bodies, where objects can be sacred, and where divinity is powerful yet limited. And we'll consider what these traditions might teach us about evil, responsibility, nature, and how to live well in a world that is far stranger than Western philosophy ever thought. This episode is produced in partnership with The Global Philosophy of Religion Project at University of Birmingham, funded by the John Templeton Foundation. Links José Eduardo Porcher, Webite José Eduardo Porcher, Afro-Brazilian Religions (Book)
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (21):Nova pesquisa AtlasIntel mostra que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduziu a vantagem de Lula (PT) de 12 para apenas 4 pontos em um eventual segundo turno. O levantamento também testou cenários com Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL), que apresentaram desempenho semelhante, ampliando a pressão sobre o governo e animando a oposição. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cancelou uma visita a Jair Bolsonaro, alegando compromisso oficial no estado. Nos bastidores, aliados apontam desgaste acumulado após críticas e ataques nas redes sociais, inclusive vindos de integrantes da família Bolsonaro. Apesar do cancelamento, Tarcísio reafirmou lealdade ao ex-presidente e manteve apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Lula (PT) minimizou o número de ministérios em seu governo — atualmente 38, número cerca de 60% maior que o da gestão Bolsonaro. O presidente afirmou que governos com menos pastas seriam “mais incompetentes” e negou que o tamanho da Esplanada represente aumento de gastos públicos, reacendendo o debate sobre corte de despesas e eficiência administrativa.Cerca de 20 ministros do governo Lula (PT) devem deixar suas pastas para disputar cargos eletivos pelo país. A estratégia do PT busca reforçar a base nos estados e no Congresso, mas pode deixar o presidente sem seu núcleo duro durante a campanha, aumentando o risco de isolamento político e dificuldade de articulação em Brasília. A promessa de Lula (PT) de acabar com a fila do INSS não foi cumprida. Em três anos, o número de pessoas à espera por atendimento triplicou, passando de 1 milhão para 3 milhões, com destaque para as perícias, que somam mais de 1,2 milhão de pendências. Diante do cenário, o Ministério Público abriu investigação para apurar a lentidão do órgão. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Lula (PT) culpou o governo Bolsonaro pela disseminação das bets no Brasil e comparou os sites de apostas a cassinos e jogos de azar. O presidente defendeu a regulação e a tributação do setor, mas dados mostram que, mesmo após a legalização, o governo aplicou poucas multas às empresas, levantando questionamentos sobre fiscalização e responsabilidade. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deu uma invertida na claque petista que o vaiou durante evento com Lula nesta terça-feira, 20. “Este é o amor que venceu o medo? Não, né. Então vamos respeitar, por favor. Eu estou aqui cumprindo o meu dever institucional, em respeito ao cargo que exerço, em nome do povo do Rio Grande do Sul, com respeito ao Presidente da República. Todos nós aqui, eu e o Presidente, fomos eleitos pelo mesmo povo, eu respeito o cargo do Presidente da República e peço respeito, por favor”, disse Leite. Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (21): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Davos nesta quarta-feira (21) para participar do Fórum Econômico Mundial, em meio ao desgaste nas relações com aliados europeus e às tensões globais. A viagem foi marcada por um problema técnico no Air Force One, que obrigou a aeronave presidencial a retornar aos Estados Unidos logo após a decolagem. O discurso de Trump no evento é aguardado com expectativa. Na coletiva que marcou um ano de seu segundo mandato, Trump comentou a relação com o Brasil. Ao ser questionado por uma repórter brasileira, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá papel no Conselho da Paz, nova iniciativa de mediação global. “Eu gosto dele”, declarou o presidente americano ao destacar a importância do líder brasileiro no projeto. O Congresso Nacional se prepara para discutir a regulamentação de aplicativos de transporte e entrega após a conclusão do relatório do grupo de trabalho criado pelo governo para tratar do tema. Coordenado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, o GT deve apresentar suas propostas em até 10 dias, depois de reunião realizada no Palácio do Planalto. O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecida como Will Bank, instituição que integra o conglomerado do Banco Master. O Will Bank operava sob Regime Especial de Administração Temporária após a liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo BC em 18 de novembro de 2025. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros, afirmou que o colegiado vai acompanhar de perto as investigações sobre o colapso do Banco Master. Segundo ele, está prevista uma rodada de visitas institucionais, que deve começar com um encontro com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, após a retomada dos trabalhos legislativos, no início de fevereiro. Parlamentares europeus passaram a defender que as seleções de futebol de seus países não participem da Copa do Mundo de 2026, que terá jogos nos Estados Unidos. A proposta de boicote surge como reação à escalada do discurso do presidente Donald Trump sobre a anexação da Groenlândia, território do Ártico que pertence à Dinamarca. A China anunciou o fim do embargo à carne de frango do Rio Grande do Sul, em vigor há mais de um ano após um surto da Doença de Newcastle. A decisão, divulgada na sexta-feira (16), encerra a última restrição mantida ao Brasil, já que o país se declarou livre da gripe aviária em junho de 2025 e o bloqueio ao restante do território havia sido suspenso em novembro. A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (21) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando as intenções de voto pela reeleição em todos os cenários analisados. O levantamento, no entanto, mostra um crescimento expressivo do senador Flávio Bolsonaro, que avançou mais de dez pontos percentuais nos últimos dois meses e passou a reduzir a distância em relação ao primeiro colocado. Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manteve desempenho estável em comparação com a pesquisa anterior e aparece na segunda posição ao lado de Flávio, porém ainda mais distante de Lula. Cerca de 20 ministros do governo Lula devem deixar seus cargos para disputar eleições nos estados e fortalecer a base política do presidente durante o período eleitoral. A movimentação inclui ministros e parlamentares licenciados que precisam se afastar para viabilizar candidaturas e apoio local. Com isso, Lula pode perder parte de seu núcleo duro na campanha, incluindo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que deixará o cargo para concorrer ao Senado pelo Paraná. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
In this episode of the Chuck ToddCast, Chuck delivers a blunt warning about how Donald Trump’s erratic, ahistorical tariff strategy is pushing the United States toward a self-inflicted crisis—one that could even stumble into war. With none of the usual political penalties applying to Trump, elected Republicans have opted for fearful silence, becoming complicit as tariffs punish American taxpayers and U.S. credibility abroad rapidly erodes. Americans, worn down by “Trump Exhaustion Syndrome” and the lack of consequences after January 6th, are watching as the last real guardrail—the economy—buckles under market turmoil, while Congress and the Supreme Court delay or abdicate their responsibility to act. The episode underscores the extraordinary global fallout: Canada openly questioning whether it can rely on the U.S., wargaming invasion scenarios, pursuing “strategic autonomy,” and calling for new middle-power alliances even as it reaffirms commitment to NATO. As isolationism spreads and the rules-based order America once led begins to fracture, Chuck argues that only a congressional reckoning—or a midterm revolt—can halt the damage and preserve the country’s democratic institutions. Gina Hinojosa, a Texas state representative and Democratic candidate for governor, joins Chuck to discuss how the school choice debate has created unexpected opportunities for Democrats in traditionally red states. Hinojosa, who entered politics through school board advocacy to save her son's school, argues that corruption—not ideology—is the biggest driver of Texas politics. She accuses Governor Greg Abbott of holding school funding hostage to push through a voucher program, forcing closures across the state while Texas ranks in the bottom three nationally for education funding. Hinojosa contends that vouchers lack transparency and accountability, and notes that even Trump-voting Texas women have joined the fight against them. She criticizes charter schools for cherry-picking students while taking public resources, and highlights how special education funding has been systematically cut, leaving expensive and crucial services unmet. Beyond education, Hinojosa paints a broader picture of dysfunction in Texas, claiming Abbott has awarded $1 billion in no-bid contracts to donors—what she calls the "Greg Abbott corruption tax"—and pointing to failures in the state's deregulated electric grid, border policy, and treatment of vulnerable communities. She argues that Texas operates as a three-party state, with two Republican wings and Democrats, and describes how Abbott used millions to primary moderate "Bush Republicans," successfully defeating nine incumbents who wouldn't toe the line. While acknowledging challenges like the border security issue that flipped the Rio Grande Valley toward Trump and ICE enforcement she describes as "terrorizing communities," Hinojosa sees opportunities in growing business community frustration over tariffs and deportations. She emphasizes that despite Texas's economic power and population growth—which will add 4-5 congressional districts—ordinary Texans aren't benefiting, with small business owners earning less than the national average and electric bills skyrocketing due to data center demand and grid mismanagement. Finally, Chuck updates his ToddCast Top 5 senate seats Democrats are most likely to flip in the midterms, answers listeners’ questions in the “Ask Chuck” segment and recaps his experience at the college football national championship game… and the insane prices being charged to attend. Get your wardrobe sorted and your gift list handled with Quince. Don't wait! 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Timeline: (Timestamps may vary based on advertisements) 00:00 Chuck Todd’s introduction 06:00 Trump is potentially stumbling into a war over tariffs 07:00 Trump’s strategy is erratic & detached from historical norms 07:45 None of the usual political penalties apply to Trump 08:15 Canada is preparing & worrying that U.S. could invade 08:45 Trump’s tariffs punish the American taxpayer 09:30 Elected Republicans are afraid of voicing dissent 10:45 Republicans choose silence & makes them complicit 12:00 Americans are numb, suffering from “Trump Exhaustion Syndrome” 13:00 Lack of consequences for January 6th emboldened Trump 14:45 Trump has weakened American credibility abroad 16:00 There’s little check left in the GOP to prevent damage 16:30 The only guardrail left is the economy and markets, which crated 18:15 Isolationism is terrible politics and terrible for the country 19:15 Congress is the only institution that can stop Trump & is abdicating 20:15 SCOTUS delays ruling on tariffs, making them hard to unwind 21:15 It’s possible the midterms become a revolt & sober up the GOP 21:45 Trump is affected by the “political YOLO virus” 22:30 Mitch McConnell could have changed the course of history, and didn’t 23:30 Trump has made America most vulnerable & isolated in decades 25:00 Canadian PM gives Davos speech pleading with Americans 26:00 When America chooses isolationism, so will everyone else 27:00 Canada has shifted toward “strategic autonomy” 28:15 Carney is saying Canada can’t rely on the United States 29:00 Canada is wargaming for an invasion from the south 29:45 Canada proposes a middle power trading bloc 31:15 Carney says Canada stands committed to NATO’s Article 5 31:45 Canada looking for new partners to confront an aggressive U.S. 32:30 America has thrived atop the rules based order, and is risking everything 34:45 25th Amendment intended for true incapacitation 35:30 Congress has to do its job to preserve the America we love 42:45 Gina Hinojosa joins the Chuck ToddCast 43:45 School choice issue has opened the door for Dems in red states 45:15 Gina’s background in education & school board politics 46:45 Ran for school board to save her son’s school 47:15 Greg Abbott is reallocating money, forcing school closures 48:00 Corruption is biggest driver of politics in Texas 48:45 Consultants & vendors use part time legislators to make money 49:30 Schools closing all over Texas due to budget cuts & vouchers 50:45 Abbott held school funding hostage trying to pass voucher program 51:15 Texas is bottom 3 in the country for school funding 52:45 Texas women who voted Trump joined fight against vouchers 54:00 Vouchers have no transparency or accountability 55:15 The school funding model hasn’t changed since industrial age 56:30 Do you support Texas’s “recapture” funding model? 57:45 The recaptured money is being wasted 59:15 Student testing and NAEP scores are decreasing overall 1:00:30 Teachers deserve to be treated and paid like professional 1:01:15 Special needs students can attend private school funded by state 1:02:15 Special education is very expensive & requests go unmet 1:03:30 State cut corners to avoid paying for special ed students 1:05:00 Charter schools take public resources but not all kids 1:06:00 Charter schools deny admission to kids with disciplinary records 1:07:30 Education paid for by Texas property taxes which have skyrocketed 1:08:00 Texans pay the “Greg Abbott corruption tax” 1:08:45 Abbott has given $1 billion dollars in no-bid contracts to donors 1:10:30 The corruption issue is ripe but the electorate is cynical on both sides 1:12:00 Abbott’s corruption is the #1 talking point in the Republican primary 1:13:15 Gas companies let Texans freeze until prices spiked high enough 1:15:15 Border security issue led to Rio Grande valley voting for Trump 1:16:45 Biden was able to fix border issues, just took too long to do it 1:17:15 Deportations flipped political sentiment in Rio Grande valley 1:18:45 ICE is terrorizing communities 1:19:30 Masked law enforcement should be illegal 1:20:30 Texas is a three party state: Two GOP wings & Democrats 1:21:15 How can you grow the Democratic party in Texas? 1:22:30 The “Bush Republicans” in TX can’t vote their districts or conscience 1:23:00 Abbott used millions to primary Bush Republicans & 9 lost their race 1:24:15 Is the GOP nationalizing the race your biggest challenge? 1:25:15 Texas will gain 4-5 congressional districts due to growth 1:27:30 The business community in TX is mad at tariffs & deportations 1:28:15 People of Texas aren’t benefiting from their economic power 1:30:00 Small business owners make less than average nationally 1:30:30 Texas’s electric grid is a ticking time bomb 1:31:00 Deregulation & corruption have exacerbated issues with grid 1:31:45 Electric bills skyrocketing due to data centers 1:33:15 Thoughts on nuclear energy to address energy problems? 1:34:45 Favorite food on the campaign trail? 1:37:30 Chuck’s thoughts on interview with Gina Hinojosa 1:39:00 ToddCast Top 5 seats Democrats can win & flip senate 1:41:45 #1 North Carolina & #2 Maine 1:45:30 #3 Michigan 1:48:45 #4 Ohio 1:50:15 #5 Alaska 1:53:30 Ask Chuck 1:54:15 Which presidency would be more dangerous… Trump or Vance? 1:58:30 If most Americans are center left or right, why can’t we elect centrists? 2:03:15 Would military action against a treaty ally be considered an illegal order? 2:06:45 How should the country resolve insider trading on the prediction markets? 2:08:15 Reaction to Indiana winning National Championship over Miami 2:18:30 The prices at the National Championship were highway robberySee omnystudio.com/listener for privacy information.
Gina Hinojosa, a Texas state representative and Democratic candidate for governor, joins the Chuck ToddCast to discuss how the school choice debate has created unexpected opportunities for Democrats in traditionally red states. Hinojosa, who entered politics through school board advocacy to save her son's school, argues that corruption—not ideology—is the biggest driver of Texas politics. She accuses Governor Greg Abbott of holding school funding hostage to push through a voucher program, forcing closures across the state while Texas ranks in the bottom three nationally for education funding. Hinojosa contends that vouchers lack transparency and accountability, and notes that even Trump-voting Texas women have joined the fight against them. She criticizes charter schools for cherry-picking students while taking public resources, and highlights how special education funding has been systematically cut, leaving expensive and crucial services unmet. Beyond education, Hinojosa paints a broader picture of dysfunction in Texas, claiming Abbott has awarded $1 billion in no-bid contracts to donors—what she calls the "Greg Abbott corruption tax"—and pointing to failures in the state's deregulated electric grid, border policy, and treatment of vulnerable communities. She argues that Texas operates as a three-party state, with two Republican wings and Democrats, and describes how Abbott used millions to primary moderate "Bush Republicans," successfully defeating nine incumbents who wouldn't toe the line. While acknowledging challenges like the border security issue that flipped the Rio Grande Valley toward Trump and ICE enforcement she describes as "terrorizing communities," Hinojosa sees opportunities in growing business community frustration over tariffs and deportations. She emphasizes that despite Texas's economic power and population growth—which will add 4-5 congressional districts—ordinary Texans aren't benefiting, with small business owners earning less than the national average and electric bills skyrocketing due to data center demand and grid mismanagement. Get your wardrobe sorted and your gift list handled with Quince. Don't wait! Go to https://Quince.com/CHUCK for free shipping on your order and 365-day returns. Now available in Canada, too! Protect your family with life insurance from Ethos. Get up to $3 million in coverage in as little as 10 minutes at https://ethos.com/chuck. Application times may vary. Rates may vary. Thank you Wildgrain for sponsoring. Visit http://wildgrain.com/TODDCAST and use the code "TODDCAST" at checkout to receive $30 off your first box PLUS free Croissants for life! Timeline: (Timestamps may vary based on advertisements) 00:00 Gina Hinojosa joins the Chuck ToddCast 01:00 School choice issue has opened the door for Dems in red states 02:30 Gina’s background in education & school board politics 04:00 Ran for school board to save her son’s school 04:30 Greg Abbott is reallocating money, forcing school closures 05:15 Corruption is biggest driver of politics in Texas 06:00 Consultants & vendors use part time legislators to make money 06:45 Schools closing all over Texas due to budget cuts & vouchers 08:00 Abbott held school funding hostage trying to pass voucher program 08:30 Texas is bottom 3 in the country for school funding 10:00 Texas women who voted Trump joined fight against vouchers 11:15 Vouchers have no transparency or accountability 12:30 The school funding model hasn’t changed since industrial age 13:45 Do you support Texas’s “recapture” funding model? 15:00 The recaptured money is being wasted 16:30 Student testing and NAEP scores are decreasing overall 17:45 Teachers deserve to be treated and paid like professional 18:30 Special needs students can attend private school funded by state 19:30 Special education is very expensive & requests go unmet 20:45 State cut corners to avoid paying for special ed students 22:15 Charter schools take public resources but not all kids 23:15 Charter schools deny admission to kids with disciplinary records 24:45 Education paid for by Texas property taxes which have skyrocketed 25:15 Texans pay the “Greg Abbott corruption tax” 26:00 Abbott has given $1 billion dollars in no-bid contracts to donors 27:45 The corruption issue is ripe but the electorate is cynical on both sides 29:15 Abbott’s corruption is the #1 talking point in the Republican primary 30:30 Gas companies let Texans freeze until prices spiked high enough 32:30 Border security issue led to Rio Grande valley voting for Trump 34:00 Biden was able to fix border issues, just took too long to do it 34:30 Deportations flipped political sentiment in Rio Grande valley 36:00 ICE is terrorizing communities 36:45 Masked law enforcement should be illegal 37:45 Texas is a three party state: Two GOP wings & Democrats 38:30 How can you grow the Democratic party in Texas? 39:45 The “Bush Republicans” in TX can’t vote their districts or conscience 40:15 Abbott used millions to primary Bush Republicans & 9 lost their race 41:30 Is the GOP nationalizing the race your biggest challenge? 42:30 Texas will gain 4-5 congressional districts due to growth 44:45 The business community in TX is mad at tariffs & deportations 45:30 People of Texas aren’t benefiting from their economic power 47:15 Small business owners make less than average nationally 47:45 Texas’s electric grid is a ticking time bomb 48:15 Deregulation & corruption have exacerbated issues with grid 49:00 Electric bills skyrocketing due to data centers 50:30 Thoughts on nuclear to address energy problems? 52:00 Favorite food on the campaign trail?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episode 122 - Security vs. Sustainability: The Future of the Rio Grande Guest: Jessie F. Fuentes, Founder & Owner, Epi's Canoe & Kayak Team The Rio Grande is more than a border — it's a lifeline for communities, wildlife, and commerce. But floating buoys, razor wire, and increased militarization are reshaping the river's safety and future. Join us as Jessie F. Fuentes shares firsthand insight into how these changes are impacting the environment, local businesses, and cross-border cooperation — and why protecting borders should never mean destroying the resources that sustain our communities.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (20):O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou uma caminhada de cerca de 240 km, saindo de Minas Gerais rumo a Brasília, em defesa dos presos pelos atos de 8 de Janeiro. O deputado afirma que a mobilização não é um gesto de vaidade, mas uma forma de se posicionar contra o que classifica como prisões injustas, além de ser um chamado à consciência nacional por liberdade e justiça. Em meio a polêmicas recentes envolvendo magistrados, o presidente do STF, Luiz Edson Fachin, defendeu a criação de um código de conduta para ministros da Corte. Segundo Fachin, a proposta não fere a independência judicial e busca alinhar o Supremo a padrões internacionais de transparência, tema que deve ganhar força com a retomada dos trabalhos do Judiciário. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad afirmou que a economia não elege nem derruba candidatos e citou pesquisas que colocam o tema atrás da segurança pública. A declaração gerou reação, já que inflação, impostos e custo de vida seguem pesando no bolso do brasileiro. O avanço da direita na América do Sul acendeu o sinal de alerta máximo no governo Lula (PT). A perda de espaço da esquerda em países vizinhos e a ascensão de líderes conservadores aumentam o temor no Planalto de que o cenário internacional contamine o debate interno e complique o projeto de reeleição no Brasil. O Ceará, um dos estados com mais mortes violentas em 2025, vive uma guerra entre facções criminosas que já dominam comunidades inteiras. Em Pacatuba, moradores foram expulsos de casas após ameaças, pichações e intimidação, transformando vilarejos em cidades fantasmas usadas pelo crime organizado para tráfico e exploração ilegal de imóveis.Durante evento do Minha Casa Minha Vida no Rio Grande do Sul, o presidente Lula (PT) criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que o líder norte-americano tenta governar o mundo por meio das redes sociais. A fala repercutiu no debate sobre diplomacia, política internacional e a postura do governo brasileiro. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta terça-feira (20), o destaque foi o discurso do presidente Donald Trump ao completar um ano de seu segundo mandato. Durante o pronunciamento, o líder americano exaltou o desempenho da economia dos Estados Unidos, defendeu a política de tarifas e criticou a gestão anterior, de Joe Biden. Trump afirmou que os preços dos medicamentos estão caindo “mais do que nunca”, destacou o combate à inflação e apresentou o tarifaço como um dos pilares da consolidação de seu novo período de governo. Ainda no balanço, Trump ressaltou o crescimento do emprego, o endurecimento no combate à criminalidade e declarou que “zero imigrantes ilegais entraram” no país. O presidente também afirmou estar orgulhoso da ofensiva realizada contra a Venezuela durante sua atual gestão e disse ter encerrado “oito guerras intermináveis” desde que reassumiu o poder. Questionado por uma repórter brasileira, Trump comentou a relação com o Brasil e afirmou que o presidente Lula (PT) terá um papel no recém-criado Conselho da Paz. “Eu gosto dele”, declarou, ao destacar a importância do petista na iniciativa de mediação global. Em outro episódio, Trump publicou imagens — que aparentam ter sido geradas por inteligência artificial — em que aparece fincando a bandeira dos Estados Unidos na Groenlândia, em meio às ameaças de tomada do território pelo governo americano. No Brasil, o presidente Lula (PT) reagiu às declarações e afirmou, durante evento no Rio Grande do Sul, que Trump tenta governar o mundo pelas redes sociais. O petista defendeu a necessidade de respeito no trato com a população, em declaração feita pouco antes de ser elogiado pelo líder americano. O ministro Alexandre de Moraes autorizou a visita do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a Jair Bolsonaro (PL), que deve acontecer nesta quinta-feira (22). Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
This new waterborne barrier doesn't look the same as the buoys Texas installed near Eagle Pass in 2023. The state's buoys are about 2,000 feet of spheres, with discs separating them. They cover roughly 2,000 feet in the Rio Grande. The federal government's new design of buoys is more cylindrical and appears to be more closely linked, and they will stretch significantly farther.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (16): O ex-presidente Jair Bolsonaro passou a primeira noite na chamada Papudinha, área do Complexo Penitenciário da Papuda administrada pela Polícia Militar do Distrito Federal, onde cumprirá pena de 27 anos por tentativa de golpe. A transferência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes após reclamações da defesa e da família sobre as condições da cela na Polícia Federal, incluindo barulho constante do ar-condicionado. Na nova unidade, Bolsonaro ficará sozinho em um espaço de 64 metros quadrados, com quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e área externa, além de acompanhamento médico, televisão, geladeira, alimentação especial, fisioterapia, assistência religiosa, banho de sol, cinco refeições diárias e possibilidade de redução da pena por leitura, além de visitas autorizadas de Michelle e dos filhos. O comandante-geral da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, coronel Cláudio Feoli, afirmou que a morte do produtor rural Marcos Nornberg, de 48 anos, durante uma operação policial em Pelotas, foi resultado de um “grande mal-entendido com desfecho trágico”. Segundo a BM, a ação foi realizada após informações repassadas pela Polícia Militar do Paraná, que recebeu a informação de dois presos de que a propriedade era um possível depósito de armas e veículos roubados. Durante a abordagem, houve uma colisão de percepções: o agricultor acreditou estar sendo vítima de um roubo, enquanto os policiais entenderam que estavam sob ameaça de criminosos, o que resultou no confronto fatal. O caso envolvendo o Banco Master deixou de ser apenas uma apuração policial e passou a ocupar o centro de um embate institucional entre órgãos do Estado. Decisões judiciais, críticas à atuação do Banco Central e a retirada da Polícia Federal de etapas da investigação ampliaram a crise e transformaram um banco de médio porte em um problema político e jurídico de grandes proporções. Para falar sobre o assunto, o Morning Show entrevista Cláudio Frischtak, ex-economista do Banco Mundial. O ex-presidente do Partido Novo, João Amoêdo, cobrou publicamente explicações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sobre sua relação com o empresário Fabiano Campos Zettel, preso temporariamente na segunda fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura irregularidades envolvendo o Banco Master. A cientista política Gloria Álvarez concedeu entrevista ao Morning Show e falou sobre a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, que na opinião dela não garante uma mudança no rumo da Venezuela, especialmente se o poder for exercido por figuras ligadas ao mesmo grupo político, como é o caso, já que o país foi assumido pela vice de Maduro, Delcy Rodríguez. O Ministério Público do Paraná apontou indícios de omissão de socorro no caso de Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que ficou cinco dias desaparecido após se perder na trilha de retorno do Pico Paraná, no início do ano. O entendimento da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul contraria a conclusão da Polícia Civil, que havia arquivado o inquérito por não identificar crime. Roberto desapareceu em 1º de janeiro, caminhou cerca de 20 quilômetros seguindo o rio Cacatu e só conseguiu ajuda ao chegar a uma fazenda em Antonina, onde avisou a família que estava vivo. Agora, o caso pode ganhar novos desdobramentos jurídicos. A delegada da Polícia Civil de São Paulo, Layla Lima Ayub, foi presa nesta sexta-feira (16) por suposto envolvimento com o PCC, o Primeiro Comando da Capital. Ela foi alvo da Operação Serpens, realizada pelos Ministérios Públicos de São Paulo e do Pará e pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil paulista. Segundo a investigação, a delegada recém-empossada mantinha vínculo pessoal e profissional com integrantes da facção criminosa. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo concedeu uma coletiva de imprensa para falar sobre o assunto. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024.E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante?Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso?As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio.Mergulhe mais fundoDetermined: A science of life without free will (link para compra)Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra)Entrevistados do episódioAngelo Roberto Ilha da SilvaDesembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D'Plácido).. Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020).Osvaldo Frota Pessoa JúniorProfessor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente.Ficha técnicaLocução adicional: Priscila PastreApoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
In the beginning, there was nothing but air. The supreme being breathed upon it, and the air became water. Air and water moved together, forming mud. Seeing its shape, the supreme being breathed again – and life began. Today, we'll be exploring this creation story – born of Afro-Brazilian philosophy – forged under conditions of extreme violence, displacement, and resistance. During the transatlantic slave trade, more than four million Africans were forcibly taken to Brazil – far more than were sent to the United States. They brought with them their gods, their rituals, and their philosophies. Despite sustained efforts to suppress them, these traditions not only survived, but developed into sophisticated systems of thought that remain living practices today. We'll be exploring these traditions with José Eduardo Porcher Assistant Professor of Philosophy at the Federal University of Rio Grande do Sul in Brazil. José is currently Director of the Spiritual Realities, Relationality, and Flourishing: Brazilian Contributions to Philosophy of Religion project, and has been centrally involved in a number of major research initiatives examining alternative approaches to philosophy of religion – including the John Templeton funded project Expanding the Philosophy of Religion by Engaging with Afro-Brazilian Traditions. In this episode, we'll explore the Afro-Brazilian religious tradition of Candomblé: its account of creation, its distinctive conception of God and the deities, and its striking vision of a world enchanted by a vital life-force that flows through people, objects, nature, and the divine. We'll ask what it means to live in a world where gods possess human bodies, where objects can be sacred, and where divinity is powerful yet limited. And we'll consider what these traditions might teach us about evil, responsibility, nature, and how to live well in a world that is far stranger than Western philosophy ever thought. This episode is produced in partnership with The Global Philosophy of Religion Project at University of Birmingham, funded by the John Templeton Foundation. Links José Eduardo Porcher, Webite José Eduardo Porcher, Afro-Brazilian Religions (Book)
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?Ao longo da conversa, a gente fala sobre:a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
The news of Texas covered today includes:Our Lone Star story of the day: Some Texas A&M faculty behave like children – and the press pats them on the head encouraging such while telling us that the professors are victims of evil censorship. It's really something all together different. I spend a good deal of time picking apart this story: Texas A&M blocks teaching of some Plato readings in philosophy class. (By the way, that headline is not entirely truthful.)Our Lone Star story of the day is sponsored by Allied Compliance Services providing the best service in DOT, business and personal drug and alcohol testing since 1995.Big ball border bouys being installed in the Rio Grande by the feds.Important column: The hypocrisy of the Maduro fanclub.I did not get to the YCT endorsements and other campaign stack items, maybe tomorrow.Listen on the radio, or station stream, at 5pm Central. Click for our radio and streaming affiliates. www.PrattonTexas.com
This is Part One of Borderly, a limited series by Immigrantly exploring life on the U.S.–Mexico border through history, memory, and lived experience. Before walls, patrols, or policy debates, there was a river. In this opening episode, host Mario Carrillo returns to El Paso to examine how the border came into existence and what was lost when a line was drawn through land, families, and identity. The episode traces the border's origins from the Rio Grande as a shared lifeline for Indigenous communities, through colonization, war, and the Treaty of Guadalupe Hidalgo. Mario reflects on growing up crossing the border freely, leaving El Paso, and what it meant to come back. The episode also features historian Yolanda Chávez Leyva, who shares her border story and decades of research on the El Paso–Juárez region. Her work reveals how revolution, migration, labor, and racial hierarchies shaped the area, and how cruelty and generosity have coexisted here for generations. This episode lays the foundation for the series: the border not as a country's edge, but as a place with its own center, history, and meaning. New episodes follow weekly in January. Join us in creating new intellectual engagement for our audience. You can find more information at http://immigrantlypod.com. Please share the love and leave us a review on Apple Podcasts & Spotify to help more people find us! You can connect with Saadia on IG @itssaadiak Email:saadia@immigrantlypod.com Host: Mario Carrillo I Producer: Saadia Khan I Editorial review: Shei Yu I Sound Designer & Editor and Borderly Theme Music: Lou Raskin I Other Music: Epidemic Sound Immigrantly Podcast is an Immigrantly Media Production. For advertising inquiries, contact us at info@immigrantlypod.com Want to go deeper into your own identity? Download Belong on Your Own Terms, the app helping first-gen, second-gen, and third-culture kids reclaim belonging on their own terms. link below http://studio.com/saadia Don't forget to subscribe to Immigrantly Uninterrupted for insightful podcasts. Follow us on social media for updates and behind-the-scenes content. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices