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Descrição: PT: [ÁUDIO EM PORTUGUÊS] A Voz da Memória e os Amores Platónicos ❤️ Olá! Dizem que a poesia ganha uma nova alma quando é lida em voz alta. Hoje, trago um dos temas fundamentais do meu universo: os Amores Platónicos. Regresso a 2019 para recuperar o poema “Só um grande homem”, dando voz a sentimentos que outrora escrevi, num diálogo entre o passado e o presente.✍️ Lê o artigo completo no Blogue:
Radar DW: Será que Umaro Sissoco Embaló está prestes a regressar à Guiné-Bissau, após o golpe de Estado? E como será o futuro de Domingos Simões Pereira?
No episódio desta semana, Igor Gonçalves e Ricardo Brito Reis olham para os novos Celtics, para o papel de Neemias e para o regresso de Jayson Tatum. Além disso, olham para o problema do Tanking e para o crescimento dos Charlotte Hornets
"A PRIMEIRA BOMBA DE 2026 chega aos cinemas": é o que dizem. Mas será que é tão ruim assim?Nos Acompanhe em Nossas Mídias:TWITTERPÁGINA
Elori Saxl & Henry Solomon - Seeing Is Forgetting - Heart Funcionário - Horizonte - O Caminho do RegressoPan American - Fly the Ocean in a Silver Plane - Taxi to the Terminal Rafael Toral - Traveling Light - You Don't Know What Love IsKMRU - Kin - Blurred (feat. Fennesz)Joachim Spieth - Retrace - Longing Midori Hirano - OTONOMA - Ame, HikariMarkus Guentner - On Brutal Soil, We Grow - With No System Of Law Kelly Moran - Don't Trust Mirrors - ReappearingRafael Anton Irisarri - Points of Inaccessibility - Faded Ghosts of Clouds Alva Noto, Ryuichi Sakamoto - Vrioon - Trioon I(Last Show February 8)"Guardar Link Como" - "Save Link As"Right Mouse Button Click For Save Fotografia de Chris Friel
Hoje falo sobre descolagens atribuladas, sobre cemitérios e sobre encontrar a minha voz. Sim, é tão interessante como soa...00:00 - Introdução01:39 - Madeira for the win!09:13 - Regresso aos vlogs11:42 - Programa para a RTP14:58 - O cemitério das Sete Cidades20:47 - Conclusão
O tricot está de volta e alia criatividade e bem-estar. Vamos aprender sobre esta arte e tradição e sobre “O regresso do tricot”.
Na Marinha Grande, ainda há "muitas carências" de eletricidade e luz. O autarca, Paulo Vicente, alerta que apoios do Governo podem ser "insuficientes". Escolas vão reabrir gradualmente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, regressou a casa esta sexta-feira à noite, depois de ter passado dois meses detido pelos militares na Guiné-Bissau. “Agora, a luta vai continuar”, assegura o porta-voz do PAIGC, Muniro Conté, que aponta o regresso a casa de Domingos Simões Pereira como o cumprimento da resolução da Cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de Dezembro. Na Guiné-Bissau, o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, que se encontrava detido há mais de dois meses na Segunda Esquadra de Bissau foi transferido para a sua residência na sexta-feira à noite. Ele foi acompanhado pelo ministro da Defesa do Senegal, general Birame Diop, enviado especial do Presidente senegalês, Bassirou Diomaye Faye. O Presidente eleito da Assembleia Nacional Popular estava detido desde 26 de Novembro, dia em que os militares tomaram o poder e inviabilizaram a divulgaçao dos resultados das eleições gerais. Também esta sexta-feira Fernando Dias da Costa, candidato presidencial apoiado pelo PAIGC e que reclamou vitória nas eleições de 23 de Novembro, saiu da embaixada da Nigéria em Bissau (onde estava refugiado para evitar ser preso) e pôde ir para casa. O mesmo aconteceu com Geraldo Martins, antigo primeiro-ministro e quadro do PAIGC. Recordo que Domingos Simões Pereira e o histórico partido PAIGC tinham sido afastados das eleições gerais por decisão judicial e apoiaram Fernando Dias da Costa. Muniro Conté, porta-voz do PAIGC, diz que se trata de uma libertação dos presos políticos conforme a recomendação da Cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de Dezembro e rejeita que se trate de uma prisão domiciliária. “É uma libertação dos prisioneiros políticos. Neste caso, faltava o presidente do PAIGC e da Assembleia Nacional Popular, o engenheiro Domingos Simões Pereira, que era suposto ser libertado desde o mês de Dezembro, após a realização da Cimeira dos Chefes de Estado da CEDEAO. A resolução que saiu desta cimeira teve um carácter de decisão, recomendou-se a libertação de todos os prisioneiros políticos. Então, faltava o caso do presidente do PAIGC e presidente da Assembleia Nacional Popular, o que foi efectivado ontem”, declarou Muniro Conté à RFI. O porta-voz do PAIGC faz questão de sublinhar que Domingos Simões Pereira não foi transferido para “prisão domiciliária”. Muniro Conté destaca que “os contornos dessa libertação oportunamente serão anunciados” e afirma que a única resolução “com carácter decisório” que foi cumprida foi a que saiu da Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de 14 de Dezembro. Muniro Conté avisa que, apesar dos dois meses presos, Domingos Simões Pereira “está bem” e que “agora a luta vai continuar”. “A luta vai continuar. Ele escolheu este caminho. Podia ter escolhido uma caminho como outros tantos escolheram a comodidade de ir contra os princípios e valores em detrimento de mordomias. Ele escolheu o sacrifício em prol do povo da Guiné-Bissau para que a nossa democracia seja uma democracia verdadeira e não uma democracia para fazer a política servir-se do povo em vez de servir o povo”, acrescentou. O porta-voz do PAIGC rejeitou, ainda, a alegada possibilidade de uma direcção transitória do partido, algo abordado ontem, em Bissau, por Aladje Sano, que se apresentou aos jornalistas, numa conferência de imprensa difundida pela comunicação social local, como “representante de um grupo de dirigentes e militantes” do PAIGC. “O Comité Central do PAIGC é composto por 535 membros e qualquer intervenção em nome do Comité Central tem que ser feita após uma deliberação deste órgão. Não existe nenhuma deliberação do Comité Central que diz que alguém não deve estar à frente do partido, que o partido deve ser entregue aos combatentes da liberdade da Pátria. Aliás, em caso de substituição, os estatutos do partido são claros (...) O Congresso do PAIGC está previsto estatutariamente para o mês de Novembro e se o presidente do partido não tiver disponibilidade, por uma questão de impedimento, ele pode delegar um dos quatro vice-presidentes até à realização do Congresso. Saindo desta situação de detenção ou de sequestro, numa linguagem mais clara, se ele entender que um dos vice-presidentes pode, por delegação, dirigir o partido até à realização do Congresso, ele pode fazê-lo. Agora, está fora de questão entregar o partido aos combatentes porque não existe nos nossos estatutos em nenhuma linha. Não há nada que vai impedir Domingos Simões Pereira de continuar na vida política”, declarou Muniro Conté. Recordo que esta sexta-feira, a agência Lusa adiantava que o presidente do PAIGC ia ser libertado no final do dia e ficaria em prisão domiciliária, citando o porta-voz de um grupo que pedia uma direcção transitória no partido. As declarações eram de Aladje Sano que se apresentou como “representante de um grupo de dirigentes e militantes” do PAIGC. De acordo com a agência de notícias, Aladje Sano disse que DSP “não pode dirigir o partido em prisão domiciliária” e que o grupo que representa ia pedir uma direcção de transição até ao congresso do PAIGC em Novembro, data em que termina o mandato da actual direcção. Sano, que disse ser também membro do Comité Central do partido, é um dos assessores de João Bernardo Vieira, actual ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição e conhecido adversário de Domingos Simões Pereira no PAIGC. Regresso a casa acompanhados pelo ministro da Defesa do Senegal O regresso a casa dos opositores políticos acontece depois de o Presidente do Senegal,Bassirou Diomaye Faye, ter enviado o ministro da Defesa a Bissau.O chefe de Estado senegalês faz parte de um grupo de chefes de Estado encarregados pela CEDEAO para acompanhar e encontrar soluções para a crise política pós-eleitoral na Guiné-Bissau. De acordo com a agência Lusa, o ministro da Defesa do Senegal saudou a “boa vontade do Presidente de transição, general Horta Inta-a” e apelou aos guineenses para “abrir uma nova página” do diálogo. O governante senegalês disse que os guineenses devem preparar-se para as eleições legislativas e presidenciais, marcadas pelos militares, para 6 de Dezembro. Dois meses de poder militar na Guiné-Bissau A 26 de Novembro de 2025, os militares tomaram o poder, depuseram o Presidente cessante, Umaro Sissoco Embaló, e o processo eleitoral foi interrompido sem a divulgação dos resultados oficiais. Vários opositores políticos do regime de Sissoco Embaló foram detidos, entre eles o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira. Nos dois meses no poder, os militares alteraram a Constituição, atribuindo mais poderes ao Presidente da República, e marcaram novas eleições gerais para 6 de Dezembro.
Falsos Lentos T6 Ep 21 - Regresso a Jerez Confirmado? by bwinPortugal
O despedimento de Rúben Amorim marcou a semana, e este é um tema incontornável, até porque coloca-se sempre a hipótese de regressar a Lisboa... para treinar!Também se falou do momento dos rivais da 2ª circular, sendo que o do SL Benfica será o pior: encarnados estão quase sem objetivos para 2025/26 e a comunicação de Mourinho não parece ajudar.Houve ainda tempo para se falar da época memorável que o FC Porto está a fazer, da final da Taça da Liga (que jogaço!), do mercado de inverno... entre outros Temas.
Em julho, com música nova para mostrar, Mickael Carreira veio ao podcast da BLITZ falar não só do regresso musical, mas também do ‘peso’ do apelido Carreira, algumas (saudáveis) “maluqueiras” e as alegrias da paternidade. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os árbitros portugueses com a novidade de uma câmara no peito! Esfumou-se a possibilidade do adepto do United cortar o cabelo em 2025 e ainda o PSG, campeão do mundo, com golos portugueses.
A promessa foi feita em agosto e agora torna-se oficial: a Fórmula 1 regressa ao Algarve em 2027. Mas o que significa este regresso para a economia portuguesa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma festa de famílias judias que celebravam o Hanucá, festa das Luzes, em Sidney sofreu um massacre por dois atiradores, pai e filho, que nos recorda como o antissemitismo continua a assombrar judeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Autarquia pretende gerir o circuito e pôr privados a investir, avança o Jornal de Negócios. Ainda, inquéritos abertos pela PJ por suspeitas de corrupção subiram 54%, escreve o Diário de Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma festa de famílias judias que celebravam o Hanucá, festa das Luzes, em Sidney sofreu um massacre por dois atiradores, pai e filho, que nos recorda como o antissemitismo continua a assombrar judeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma festa de famílias judias que celebravam o Hanucá, festa das Luzes, em Sidney sofreu um massacre por dois atiradores, pai e filho, que nos recorda como o antissemitismo continua a assombrar judeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Autarquia pretende gerir o circuito e pôr privados a investir, avança o Jornal de Negócios. Ainda, inquéritos abertos pela PJ por suspeitas de corrupção subiram 54%, escreve o Diário de Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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40 anos depois, o Regresso ao Futuro aos olhos de uma criança que foi obrigada a ver, coitadinha!
Várias organizações subscreveram o que chamam de “pacto histórico” da sociedade civil para exigir o regresso à legalidade constitucional na Guiné-Bissau. O pacto foi anunciado na terça-feira, o dia em que a Comissão Nacional de Eleições disse não ter condições para divulgar os resultados das eleições gerais de 23 de Novembro, alegando que as actas eleitorais foram confiscadas por homens armados. O pacto inclui organizações não governamentais, religiosas, sindicatos, partidos políticos, representantes da juventude, dos chefes tradicionais e da diáspora. Sabino Gomes Júnior, presidente do Fórum dos Quadros das coligações API-Cabas Garandi e PAI-Terra Ranka, é um dos signatários e explicou à RFI em que consiste este pacto da sociedade civil. RFI: Quem são os signatários deste pacto e porque dizem que é histórico? Sabino Gomes Júnior: “O pacto é histórico porque é a primeira vez na Guiné-Bissau que estamos a ver todas as ‘mouvances' de forma extrapolada no país a se unirem. Estamos a falar de estudantes, políticos, Liga dos Direitos Humanos, associações académicas, sindicatos, associações de mulheres, associações religiosas, todo o mundo junto para falar de uma só voz, para exigir de uma só voz que a vontade popular deve ser respeitada, que a Guiné-Bissau quer a democracia, o povo quer a democracia, quer saber o resultado dos votos, quer que as pessoas presas injustamente sejam libertadas, querem que as pessoas que estão a ocupar o poder neste momento entreguem o poder aos civis, mas também que mandem parar as milícias de maltratar as pessoas pura e simplesmente. É histórico, é todo o mundo, não é só uma pessoa ou outra. A Ordem dos Advogados também vai assinar o pacto porque é um pacto em movimento, não é um pacto em que as organizações que já assinaram vão ser as únicas que vão assinar o pacto.” Como é que pretendem alcançar esses objetivos perante a força dos militares e perante a inversão da ordem constitucional à força? “A primeira etapa é a união nacional, é unir todas as ‘mouvances'. Isto é o que o pacto social está a representar. A sociedade civil quer unir todas as ‘mouvances' do país. Depois, é sentar e traçar um plano, um plano que vai ser traçado rapidamente para que as próximas etapas, as próximas decisões, sejam tomadas e sejam implementadas em conjunto, que passa forçosamente depois por desencadear actividades e acções que vão ser levadas a cabo, mas de forma conjunta.” No comunicado, vocês dizem querer fazer pressão, nomeadamente junto de organizações como a CEDEAO, mas, por exemplo, a delegação da CEDEAO que esteve em Bissau não se reuniu com nenhuma figura da sociedade civil em Bissau, nem com Fernando Dias, obrigado a estar escondido e que reivindica a vitória nas presidenciais, nem com Domingos Simões Pereira, que continua detido. Além disso, a a delegação foi a Bissau sem os presidentes de Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa. O que é que pode a CEDEAO? “Na verdade, eu penso que o pacto social quer deixar claro que o destino da Guiné-Bissau não depende apenas da CEDEAO. É a sociedade civil, é o povo da Guiné-Bissau a tomar o seu destino em mãos. Agora, claramente que se vai exigir também que as organizações que representam o povo da África Ocidental tomem também as suas responsabilidades e que realmente façam o que devem fazer que é repor a legalidade na Guiné-Bissau, repor a vontade do povo porque o povo já escolheu. Se está nas disposições da CEDEAO tomar medidas para que essas vontades exprimidas claramente nas urnas do povo sejam respeitadas nós vamos exigir que a CEDEAO faça a sua parte, mas o povo guineense não vai ficar só a espera da CEDEAO.” No comunicado, exigem a publicação e o respeito dos resultados oficiais das eleições gerais de 23 de Novembro. Que meios é que a sociedade civil tem para restabelecer a ordem constitucional e exigir os resultados eleitorais quando a CNE diz não ter as actas? “Claramente não vamos ainda, nesta fase, revelar quais são as medidas claras que o pacto social vai tomar porque serão medidas que serão comunicadas de forma colectiva.” O que esperam da CNE, se a CNE disse que não tem as actas? “Isso ficou claro. O povo da Guiné-Bissau sabe claramente qual foi a sua escolha. O povo da Guiné-Bissau não se está a organizar, a sociedade civil não se está a organizar apenas para começar a emitir comunicados. É para depois implementar acções que vão defender a vontade do povo. O povo da Guiné-Bissau sabe qual foi claramente a sua escolha, a CEDEAO também sabe claramente qual foi a escolha do povo, a CNE sabe. Estamos aqui, nesta fase, a organizar-nos. Agora, que fique claro que o pacto social depois vai tomar medidas e, de forma coordenada, é toda a sociedade civil da Guiné-Bissau que vai emitir de forma organizada e unida quais são as medidas que vão ser tomadas. Nós estamos a organizar-nos ainda, mas é claro que o povo da Guiné-Bissau vai defender a sua vontade.” Até agora houve, nomeadamente, jovens que se tentaram mobilizar para manifestar, mas acabaram detidos. Eu queria saber se eles ainda estão detidos e se as pessoas estão dispostas a dar o corpo ao manifesto e a ir para a rua manifestar-se se as manifestações são reprimidas. “Como acabei de dizer, uma coisa é ter apenas um grupo de jovens a manifestar, outra coisa é ter toda a sociedade guineense, incluindo neste pacto social a juventude também está dentro. A juventude já assinou o pacto social ontem [terça-feira], várias associações académicas assinaram o pacto social ontem e ainda estamos a contar com mais associações juvenis que vão ainda integrar o pacto social. Uma das coisas que o pacto social está a exigir e vai exigir é a liberdade, não somente para os presos políticos, mas também para as pessoas que foram presas de forma injusta.” Quantas pessoas estão presas no total? “São vários jovens foram presos, vários políticos também. Está completamente difícil para nós poder dar um número. Claramente uma das acções que vamos tomar é exigir que essas pessoas possam ter assistência médica e que sejam libertos.” A libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros políticos e activistas detidos no contexto pós-eleitoral é uma das exigências do pacto, mas há outras exigências. Quais são? “Claramente nós estamos a dizer libertação imediata e incondicional de todos os presos políticos e activistas no contexto pós-eleitoral; respeito pelos resultados eleitorais e a imediata publicação porque todo o mundo conhece as actas; retorno imediato ao controlo dos civis. Mas também estamos a pedir e a promover um diálogo, queremos que logo depois disso se lance um diálogo nacional verdadeiramente inclusivo e que os guineenses comecem realmente a conversar, que tomemos conta da nossa terra e que paremos de continuar a contar que a solução virá sempre de fora. É claro que também vamos pedir, vamos exigir mesmo, que se faça uma investigação profunda sobre as violações de direitos humanos porque vários jovens foram espancados durante estes dias. Vamos, ao mesmo tempo, organizar-nos para que as acções que o pacto vai tomar sejam transmitidas logo a seguir a esta fase em que estamos a organizar-nos e a fazer assinar ao máximo de entidades possíveis o pacto. Neste momento, a Ordem dos Advogados pediu também que quer fazer parte do pacto, as organizações sindicais já assinaram ontem, as organizações dos direitos humanos, as religiosas também, uma parte da juventude. Vamos continuar com esta fase e, logo a seguir, ainda esta semana, vamos passar por uma próxima fase que é comunicar quais são as acções em conjunto que o pacto social vai tomar.” Como está o ambiente em Bissau e o que é que prevalece: o medo ou a determinação? “Cada um poderá falar por si, mas, do meu lado, julgo que são as duas coisas. Há o medo, sente-se o medo em muitas pessoas, famílias que estão completamente a temer que os filhos não voltem, há os quadros que não conseguem falar por medo... Mas também se sente a determinação. Há, ao mesmo tempo, as duas coisas. Há a determinação de que temos que voltar à ordem constitucional, temos que dialogar na verdade das urnas. Queremos que se promova o diálogo, mas também que se respeite a vontade popular, que é, mais uma vez, o que foi exprimido nas urnas no dia 23 de Novembro. Sente-se também uma vontade clara da própria população de ultrapassar o medo para exigir que as pessoas que estão presas, que foram maltratadas, que ainda estão a sofrer e que precisam de medicamentos, como o Domingos Simões Pereira, o Octávio Lopes, o Roberto Mbesba, ou pessoas que nem sequer estamos a chamar o nome, ou pessoas comuns, que sejam libertos. Não há necessidade de mantê-los na prisão. Não há necessidade nenhuma. Que sejam libertos. Podemos engajar um processo de diálogo nacional, mas que sejam libertos e que se respeite a vontade popular. Então, é este sentimento que está a pairar aqui em Bissau.”
Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis conversam sobre:o regresso em grande de Neemias Queta à competiçãoportugueses na NCAAqualificação da seleção para o Mundial de basquetebole muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!
Neste episódio do Piado do Pardal, trago-vos uma reportagem na DevGamm Lisbon, um evento focado para os profissionais da indústria dos videojogos.Faço um apanhado sobre a minha experiência, partilho algumas ideias partilhadas nas palestras de Raphaël Joffres e Petr Pekař e, por fim, falo com Vasco Oliveira dos Loading Studios sobre «Alentejo: The Tinto and The Ugly». Como estamos em ano de celebração dos 40 anos do Regresso ao Futuro, faço também um pequeno tributo a este franchise.-Sigam o Piado do Pardal no Instagram e no TwitterContacto: piadodopardal@gmail.com-Obrigado DevGamm pela oportunidade e obrigado por estarem desse lado!
We're back. Mais ou menos.Depois explicamos.Temas do ep. 277:▶ Eleições▶ Momento desportivo
We're back. Mais ou menos.Temas do ep. 277:▶ Eleições▶ Momento desportivo
Orlando Samões, especialista em relações internacionais, considera que "Trump está a voltar a uma mentalidade de Guerra Fria", mas nota que neste caso pode ter alguma razão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os resultados das eleições autárquicas marcaram os últimos dias com o PS a surgir de novo com uma nova vida após o desaire nas legislativas de maio. O Partido Socialista torna-se novamente na segunda força política e empurra o Chega para baixo, que tinha ambições autárquicas bem maiores do que as alcançadas. Onde está o voto de protesto que deu o primeiro lugar da oposição no parlamento ao partido de André Ventura? Oiça a análise de Daniel Oliveira e de Francisco Mendes da Silva na versão podcast do programa Antes pelo Contrário, emitido na SIC Notícias a 14 de outubro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No regresso às aulas, convidámos o psicólogo Pedro Palrão, do programa “Por Ti” (Promoção do Bem-estar Mental nas Escolas), para falar connosco sobre os desafios dos alunos e dos professores. A Inteligência Artificial deve ser usada no ensino?
O testemunho da viúva após a morte de Charlie Kirk lança pergunta inesperada que reacende o debate: estará a fé a renascer entre os jovens num Ocidente que julgávamos cada vez mais descristianizado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump ameaça Portugalex.
Nesta edição despedimo-nos de Robert Redford, eterno galã de Hollywood, e que deixa uma marca inonfundível no mundo do cinema independente.O Pedro Andrade e a Marta Campos fazem ainda a revisão da noite dos Emmys, que consagrou a série "The Studio", da Apple TV Plus, e a minissérie da Netflix, "Adolescência".Hollywood Express com Patrícia Pereira, Marta Campos, Pedro Andrade, Filipa Galrão,Nuno Gonçalo e Mário Rui.
Regresso à escola, mas só dos alunos.
É sempre um misto de emoções: há quem conte os dias para rever os amigos e há quem sinta um aperto no estômago. Afinal, porque é que este momento mexe tanto connosco?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quinta-feira, 11 de setembro de 2025.
Regresso de setembro, regresso de watch, regresso de companheira Inês. É verdade, Pedro continua sem carro e dá-nos updates da sua saga. Além disso, comenta com Inês as novas uvas com sabor a algodão doce, a ida de Mariana Mortágua para Gaza de flotilha, a alegada morte durante dois dias de Trump e ainda há tempo para um pequeno jogo e pedido a programadores com interesse na língua portuguesa.(00:00) Intro (00:23) Pedro regressa ao ténis (01:47) A saga de estar sem carro durante quatro meses (05:38) Fazer mais quilómetros de carro do que o expectável (09:27) Dinâmica de aluguer de carros (10:58) PTM é o novo Camané? (12:36) Qualidade de vida na Suíça vs Portugal (17:49) Inês encontra ídolo durante as férias (22:30) Uvas com sabor a algodão doce: análise e taste test (27:29) Flotilha humanitária de Mariana Mortágua regressa a Portugal (32:01) E se a flotilha fosse feita por influenciadores? (34:29) Grok descodifica diálogo entre Ronaldo e Pedro Proença (37:44) Boatos sobre a morte de Donald Trump (42:35) Tragédia do Elevador da Glória: Carlos Moeda deve-se demitir? (51:42) PTM e Inês jogam Wordle, Connections & Palavra Do Dia
Este podcast tem o apoio do Activobank. Voltamos vivos, sem nervos e com orgulho depois de mais um Bate Pé ao vivo. Levantamos o véu em relação ao que aconteceu no espetáculo, principalmente a parte inicial onde Rui revela o presente de aniversário que Mafalda mereceu este ano. Está a valer ou não? Digam nos comentários. Entretanto semana de algumas polémicas que envolvem ser vitima de IA, ter mau perder no padel e coisas maradas da nossa vida. Bom ano!
Esta semana em África ficou marcada pelo desporto com o AfroBasket e ainda no campeonato de futebol de jogadores internos, o CHAN. Trazemos-lhe ainda a visão do nosso correspondente em Cabo Verde com as consequências da tempestade Erin. A semana no continente africano é marcada igualmente pelo possível regresso do grupo Wagner... os sinais de alerta vêm de Angola, de onde também esta semana Daniel Chapo apelou ao reforço regional no combate ao terrorismo. Esta semana em Moçambique, Daniel Chapo apelou ao reforço do compromisso regional no combate ao terrorismo, sublinhando que a ameaça não se limita apenas à província de Cabo Delgado, no norte do país, mas representa um risco para toda a região da África Austral... Em Angola a questão do possível regresso do grupo Wagner está cada vez mais na ordem do dia... Segundo Lou Osborn, do organismo "All eyes on Wagner", as operações de influência russa são agora mais discretas. Passam pela "African Initiative" e, simultaneamente, pela mobilização da Africa Corps, entidade que sucedeu às antigas estruturas militares da Wagner, sob a orientação do Kremlin. Ainda em Angola vinte pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante a disputa de um poço de água entre os membros das comunidades Mucubais e Nhaneca-Humbi na província do Namibe, sul de Angola. O Governador provincial confirma a ocorrência justificando-a como ligada à complexidade étnica da região, apesar de a seca ser o grande problema ... Esta semana trouxemos-lhe também a visão do nosso correspondente em Cabo Verde, dando conta das consequências da tempestade Erin que se abateu sobre a ilha de São Vicente no passado dia 11 de agosto... No desporto esta semana fica marcada pelo Basket e futebol. No que diz respeito ao AfroBasket grande destaque para o confronto entre países lusófonos, Angola e Cabo Verde onde a selecção anfitriã do Torneio venceu os cabo-verdianos por 90 a 80, num jogo que teve uma assistência recorde de 12700 espectadores... Menos sorte teve a selecção angolana de Futebol no Chan, campeonato de jogadores internos, que terminou no quarto lugar com quatro pontos no Grupo A com um triunfo, um empate e duas derrotas. Apenas os dois primeiros dos quatro grupos da primeira fase se apuraram para os quartos-de-final. Gogoró, internacional angolano de 30 anos, analisou a participação de Angola neste torneio.
Com o regresso às aulas à porta, multiplicam-se as dúvidas: qual a melhor escola, que actividades extra-curriculares escolher e como não sobrecarregar as crianças.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Supertaça, Mercado de Transferências, Regresso de João Félix ao Benfica.
Terça-feira, 15 de julho de 2025.
Regresso ao Parlamento
Apostas Eurovisão