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No Papo Antagonista desta sexta-feira, 14, falamos sobre uma pesquisa Datafolha que mostrou que a influência de líderes religiosos na escolha do voto para presidente em 2026 é menor do que costuma se supor.Entre os eleitores evangélicos, apenas 28% afirmam que a opinião dos pastores terá muita ou alguma influência em sua decisão nas urnas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Oro Por Você 03246 – 13 de agosto de 2026 Pai, sabemos que estás perto e ouves nossos anseios e petições. Confiamos em Tua misericórdia e justiça, pedindo-Te que aumentes nossa fé. Olha com Teu olhar de misericórdia para cada um de meus ouvintes, agora. Especialmente àqueles que estão enfrentando o desemprego, a falta de mantimentos e a perspectiva de um futuro melhor. Derrama Tua bênção, Pai, também sobre aqueles que se acham abandonados, que sofrem calados, sozinhos, muitas vezes dentro de casa e não conseguem vislumbrar um alívio sequer. Por favor, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Dar sempre razão, elogiar sem exigir, deixar crescer a ideia de que merecem tudo sem esforço. O amor pelos filhos, mal gerido, pode ensinar-lhes menos do que deviaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Oferta de confinamento pode ser um limitante para alta nas cotações enquanto as demandas terão pouca influência na formação dos preços
Episodio 380.Te voy a dar un ejemplo de la vida misma:Inspirados por su loquetera propia, dos cocodrilos están montando un negocio. Pelos no tienen, eso lo sabemos, pero van con su traje de baño y sus cholitas a montar la universidad de la calle para dragones en un planeta gordo como Júpiter. Cuesta entender si no eres jamaiquino.
Veja também em youtube.com/@45_graus Inquérito: melhores episódios de 2026? Pedro Carneiro é professor de Economia na University College London, Research Economist no Centre for Microdata Methods and Practice e Research Fellow no Institute for Fiscal Studies. Doutorou-se em Economia na Universidade de Chicago. Publicou vários artigos científicos acerca dos determinantes e consequências de investimentos públicos e privados em crianças, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Também trabalhou em avaliações de programas de educação, saúde e pobreza em vários países. _______________ Índice (2ª Parte): Paper: Teacher Quality and Learning Outcomes in Kindergarten, 2016 Devemos ter métricas de desempenho dos professores consoante os resultados dos alunos? | Caso Vergara v. California Paper: The Decision-Makers We Become: Early Education and the Decision-Making of Boys and Girls (2026) Qual é a melhor forma de fazer investigação nesta área? Devíamos ter um Infarmed que determinasse as melhores medidas nesta área?See omnystudio.com/listener for privacy information.
TUTAMÉIA entrevista o historiador Norberto Escalona Rodriguez, professor de Ciências Sociais e integrante da União Nacional de Historiadores de Cuba. Ele é autor de "Fidel Castro: comandante invicto", publicado por Nossa América Projeto Cultural. A obra sintetiza livros e pesquisas anteriores de Norberto sobre a importância e a participação do grupo musical Quinteto Rebelde e do Batalhão das Marianas, formado por mulheres, na guerrilha em Sierra Maestra.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
As convenções partidárias que oficializam as chapas presidenciais também evidenciam uma mudança na estratégia das principais siglas do centrão para as eleições deste ano. Parte do espectro evita entrar diretamente na disputa pelo Palácio do Planalto e prioriza outras corridas: a do Congresso Nacional e dos governos estaduais. Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Caio Junqueira, analista de Política da CNN, Lara Mesquita, cientista política e professora da FGV-EESP (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas), Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN e Juliano Cortinhas, professor de Relações Internacionais da UnB.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Presidente dos EUA, Donald Trump entra na Justiça para restringir voto pelos correios. Presidente da Argentina, Javier Milei faz novas críticas e aumenta crise diplomática com o Brasil. Fiscalização resgata 32 trabalhadores em situação análoga à escravidão em MG.
Governo brasileiro apresentou um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC). Essa é a primeira etapa na busca de uma solução junto ao órgão.
Uma menina de 12 anos foi entregue por vontade dos pais a uma mulher que a devia levar para França, para casar com um homem e saldar uma dívida da família. Foi interceptada em Lisboa pela PSP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Austrália e Brasil estão entre as dezenas de países novamente tarifados pelo governo Trump nesta quinta-feira, e protestam. Na Austrália, delegados do Partido Trabalhista votam para endurecer a política do partido contra jogos de azar. Manifestantes pedem fim do AUKUS na frente da convenção trabalhista em Adelaide. Em Portugal, família, amigos, políticos e artistas prestaram as últimas homenagens a Luís Represas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Mais do mesmo: Trump e suas tarifas denunciam que ele continua fazendo por impulso, sem medir consequências e deixando a impressão de que tudo é apenas uma questão de arbittragem.Afinal de contas, se as tarifas (tarifaço) punem os países, tampouco elas livram os EUA de efeitos econômicos negativos. Então, qual é a lógica disso tudo? Só pode ser arbitragem, interesses escusos, operações disfarçadas de políticas de reindustrialização dos EUA (MAGA), que parecem nada mais do que uma cortina de fumaça a esconder o que Trump tem realmente feito desde quando assumiu a presidência: AUMENTAR A PRÓPRIA RIQUEZA, NÃO IMPORTA AS CONSEQUÊNCIAS, NEM PARA OS EUA, NEM PARA O RESTANTE DO MUNDO! #economia #tarifaço #trump #mercados
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
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Um artigo de opinião publicado no jornal espanhol ABC, assinado pelo filósofo Carlos Javier González Serrano, cruza um diagnóstico sobre mercados comportamentais e bolhas de filtro com o pensamento de María Zambrano sobre a atenção. O resultado é um texto breve mas denso, que interessa a qualquer professor, bibliotecário ou diretor de escola que já tenha sentido a dificuldade crescente dos alunos — e a sua própria — em sustentar um olhar sobre o mundo sem o desviar de imediato para o ecrã seguinte.
O Grupo Accordi sobe ao palco do Clube do Choro de Brasília nesta terça-feira (21/07) com o espetáculo Pelos Caminhos da América, em comemoração aos dez anos do projeto Merceditas, dedicado ao legado da cantora argentina Mercedes Sosa.
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odos hemos escuchado alguna vez esa frase que aparece antes de comenzar una película: "Basada en hechos reales". Unas pocas palabras capaces de cambiar por completo nuestra forma de ver lo que ocurre en la pantalla. Pero… ¿qué hay de cierto detrás de esas historias? ¿Cuánto pertenece a la realidad y cuánto es fruto de la imaginación de los guionistas? Esta noche recorreremos algunos de los casos que inspiraron las películas de terror más famosas de la historia. Descubriremos los hechos, las leyendas y los expedientes que dieron origen a relatos capaces de seguir provocando escalofríos décadas después de su estreno. Porque, a veces, el verdadero horror ocurrió mucho antes de que las cámaras empezaran a grabar. Voces del Misterio ENCUENTROS: Las películas de terror basadas en hechos reales que siguen poniendo los pelos de punta.
Continua o caos das provas por corrigir e a falta de água em Almada por resolver. Poderá o Primeiro Ministro atribuir culpas aos partidos que só mandam “bitaites”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da Europa ao Pacífico, eventos climáticos extremos estão devastando comunidades e a vida selvagem em todo o mundo, enquanto cientistas alertam para o fortalecimento do El Niño. O sistema climático deve se intensificar rapidamente até setembro, com clima mais seco previsto para a Austrália e a região do Pacífico Sul.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
¿Es posible sobrevivir a una cena con el suegro cuando el baño decide colapsar? Chascorrana homenajea a "El Pelos de Ripollet" con otra antológica anécdota de su infancia, una historia de supervivencia doméstica que roza lo surrealista y que pone a prueba la dignidad de cualquier yerno... Lyrics: ¡Vaya marrón, tú! Esturriake de primera... ¡Dale ahí! El Pelos llega embutío, con el Lonsdeil apretao, cuatro pelos con gomina... de cool water apestao. Le abre la puerta el suegro, marmolista de profesión, Camiseta imperio, mandíbula cuadrada y bigotón. Sargento Eslóiter, el del Pressing de tele 5, ¡como le lleves la contraria... te revienta de un brinco! ¡Ay, mi Pelos, bien metío en el fango! ¡Al Sargento te tienes que ganar! ¡Tú Cenando con los suegros! ¡Y sólo te la querias folgar! Llega el postre, la Comtessa, y el Pelos huye al lavabo... ¡vaya emboce supremo, no lo limpia ni Dino Bravo! Sin desatascador, y sudando como un pollo, pega la boca a la taza para arreglar el embrollo. ¡Quiere hacer de Kárcher! ¡escupiendo sin manos! ¡¡¡PFFFF-BRRRR-PLOP!!! Vaya esturriake.... ¡la que has liao hermano! Se quita el calcetín con rapidez y paciencia, limpia el marrón, ¡puro cine de emergencia! Lo mete en la cisterna tapando la jugada, y sale cojeando... como Chiquito la calzada . ¡Ay, mi Pelos, bien metío en el fango! ¡Al Sargento te tienes que ganar! ¡Tú Cenando con los suegros! ¡Y sólo te la querias folgar! El calcetín flotando... y el Pelos huyendo con la pava. Sargento, no mire el agua... ¡el yerno con su hija se le escapa! ¡Le va a dar por mala... por mala!
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Tanya 21 Tamuz Cap 7 Parte 2 -Como partir o mal e o coração pelos pecados cometidos
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (04): Casos de estupro e feminicídio aumentaram no estado de São Paulo entre janeiro e maio deste ano. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, a alta nos feminicídios foi puxada principalmente pelo interior paulista. Reportagem: Danúbia Braga. A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo. O texto, de autoria da deputada Tabata Amaral (PSB), já foi aprovado pelo Senado e agora terá tramitação acelerada. Reportagem: Beatriz Souza. A Polícia Federal intensificou as investigações contra brasileiros sancionados pelos Estados Unidos por suspeita de ligação com o PCC. O governo federal afirma que os investigados já eram monitorados no Brasil e avalia que a ação americana pode ter afetado as apurações. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Michelle Bolsonaro (PL) pode desistir da candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. A indefinição ocorre após atritos públicos com o senador Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Misael Mainetti. A partir deste sábado, candidatos às eleições de 2026 ficam proibidos de participar de inaugurações de obras públicas. A medida busca impedir o uso da máquina pública para promover candidaturas durante o período eleitoral. Reportagem: Misael Mainetti. A Polícia Federal deflagrou a quinta fase da Operação Unha e Carne para investigar um esquema de lavagem de dinheiro ligado à contravenção no Rio de Janeiro. O nome de Cláudio Castro (PL) aparece em uma lista atribuída a um bicheiro investigado, mas a defesa do ex-governador nega o recebimento de propina. Reportagem: Rodrigo Viga. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu a exigência de seguro adicional para mototáxis por aplicativo em São Paulo. Segundo o prefeito, a medida compromete a segurança dos passageiros e limita a autonomia dos municípios para regulamentar o serviço. Reportagem: Misael Mainetti. Um cientista político iraniano entrou na Justiça dos Estados Unidos contra a FIFA e pediu uma indenização de R$ 5,2 bilhões após a eliminação da seleção do Irã na Copa do Mundo. A ação cita um gol anulado pelo VAR e alega tratamento desigual durante o torneio. Reportagem: Wanderlei Nogueira. O professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Augusto Teixeira afirmou que a intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia torna um acordo de paz ainda mais difícil. Na entrevista, ele também analisou os impactos do terremoto na Venezuela e os desafios para a assistência humanitária. O pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) anunciou Aroldo Medina como candidato a vice em sua chapa para as eleições de 2026. Durante o evento, o partido também destacou o desempenho do presidenciável em uma pesquisa de intenção de voto. Reportagem: Marcelo Mattos. O economista e ex-diretor do Brasil no BID, Márcio Sete Fortes, avaliou que o segundo semestre deve ser marcado por desafios fiscais, juros elevados e impactos do cenário eleitoral sobre a economia. Segundo ele, o compromisso com as contas públicas será determinante para o mercado. O vice-presidente da Força Sindical, Sérgio Luiz Leite, defendeu que a PEC do fim da escala 6x1 seja votada antes das eleições de 2026. Segundo ele, a proposta tem amplo apoio popular e a reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), foi positiva. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Rumba catalana muy gamberra la que nos trae el grupo de Ripollet "Chascorrana", debutando con todo un himno generacional al Pelos de Ripollet, el cual con su temazo repasa y rememora momentos nivel leyenda de nuestro héroe de lo ajeno. Disfrutad de un tema tan gamberro como refrescante, un más que merecido homenaje al Pelos. Lyrics: ¡Ese Pelos! ¡De Ripollet al mundo, hermano! No busques más, que aquí la verdad solo tiene un nombre. ¡Dale ahí! Bajando por la Rambla con el pecho por delante, el "pico de oro" del barrio, un tipo fascinante. Si dice que es blanco, es blanco aunque lo veas carbón, en las calles de su pueblo, el pelos tiene la razón. Canalla como pocos, le pagan en ilusión, tendrá la voz ahogada, pero carga buen pollón. ¿Que si miente? ( ¡Qué va! ) Es que tiene mucha labia, currante como pocos, un demonio de tasmania. Recuerdo aquel verano, navegando por el mar, a dos gordas en el SURF se las llegó a camelar. (¡y hasta dos paquetes de luqui, les llegó a gorronear!) ¡Ay, mi Pelos de Ripollet! Que te vende la luna y te pone a soñar, con sus fantasias con SECA y ganas de ronear. Baila como el Michael Jackson y te hace el ESPAGAT, si el Pelos te lo cuenta, te lo tienes que tragar. ¡Es el King of roner, el que nunca va a fallar! (Que se flipa? ( ¡Qué va! ), te lleva a otro planeta, mientras cuenta sus historias, ya te roba la chaqueta. Dando por mala por mala y mala, en noches de gloria y de alcohol, mientras brilla en Ripollet como si fuera el mismo sol. Es un pícaro moderno, un poeta del engaño, que te alegra la mañana y te cura todo el daño. Ya lo sabes, campeón... Si te cruzas con el Pelos, déjate llevar. Porque él es el único que te dice la verdad... Y que todos tus sueños... nunca dejes de soñar.
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram precisos 13 anos de negociações para a União Europeia fechar um acordo sobre os direitos dos passageiros. Com a jornalista Ana Sanlez, explicamos o que muda e o que fica igual.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram precisos 13 anos de negociações para a União Europeia fechar um acordo sobre os direitos dos passageiros. Com a jornalista Ana Sanlez, explicamos o que muda e o que fica igual.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En la clavada telefónica de hoy llamamos a un residente de un edificio para darle una noticia completamente inesperada: la administración recibió varias quejas porque supuestamente está dejando demasiados pelos en la piscina comunitaria. Entre nuevas reglas absurdas, inspecciones de vello corporal y una supuesta cuota de limpieza especial, intentamos convencerlo de que ya no podrá usar la piscina hasta nuevo aviso. ¿Caerá en la trampa o explotará antes de descubrir que todo es una clavada telefónica? Prepárate para una llamada llena de confusión, indignación y muchas risas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em fala, presidente da República afirmou que pobres compram celulares furtados por serem mais baratos.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #Correios #Delegacias #Podcast #Politica #Noticias #SegurancaPublica #Brasil #Governo #Internet #Viral #Tendencias #Debate #Opiniao #Sociedade #Seguranca #Informacao #Atualidades #Comentario #Analise
Pelos poderes de Greyskull, o QueIssoAssim está de volta! No episódio 353, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Miotti, do JurassiCast, para mergulhar no universo de Eternia e conversar sobre Mestres do Universo (2026), a superprodução dirigida por Travis Knight que finalmente levou He-Man de volta aos cinemas. O filme acompanha o retorno do Príncipe Adam à sua terra natal para enfrentar o terrível Esqueleto e assumir seu destino como o homem mais poderoso do universo. No papo, discutimos a atuação de Nicholas Galitzine como He-Man, o elenco estrelado que inclui Camila Mendes, Jared Leto e Idris Elba, a maravilhosa dublagem de Garcia Jr., além da nostalgia dos desenhos dos anos 80, das referências para os fãs e dos momentos que fizeram a gente sair do cinema acreditando que estamos diante de um dos grandes filmes de 2026. Será que o novo He-Man faz jus ao legado de Eternia? O Esqueleto finalmente ganhou uma versão definitiva nos cinemas? E estamos mesmo diante do melhor filme do ano?
Quaest: Lula lidera com 44% no 2º turno e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro, que tem 38%. STJ não vê estupro de vulnerável em relação de jovem de 18 anos e menina de 13; 'Caso excepcionalíssimo', diz relator. EUA bombardeiam o Irã em retaliação à derrubada de helicóptero; Teerã ataca base americana no Bahrein. Impedido de entrar nos Estados Unidos, árbitro retorna à Somália e é recebido como herói. Visto não garante entrada e beber na rua pode ser proibido: o que brasileiros precisam saber antes de ir à Copa. Escalação da Seleção: Cunha é favorito para voltar ao time, e Ancelotti faz mistério sobre laterais.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
JOSÉ KOBORI é economista e KENJI é historiador e do canal Normose. Eles vão bater um papo sobre os países que foram afetados por guerras envolvendo os EUA na história. O Vilela reza todos os dias pra nunca bombardearem os outlets de Orlando.
Edgar siempre estuvo rodeado de historias paranormales, pero cuando creció y quiso tener su propio negocio experimentó unos de los momentos más aterradores de su vida: sombras, ruidos, voces, extrañas criaturas. Esta es su historia. Y en las noticias paranormales: En México una empleada estaba en el baño de su local y de repente la secadora de manos se activó sola. La mujer 'retó' a la presencia y no imaginarás lo que sucedió. En Ciudad Juárez han circulado testimonios de testigos que aseguran haber visto una figura alta, oscura, alada y de ojos brillantes.
No 3 em 1 desta sexta-feira (05), o destaque foi a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas que entrou em vigor nesta sexta (05). A medida visa ampliar os mecanismos de combate financeiro ao crime organizado transnacional, mas acende alertas sobre os potenciais impactos nas relações diplomáticas, na soberania nacional e no endurecimento de regras de compliance para empresas. O promotor de Justiça do Gaeco, Lincoln Gakiya, analisou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas pelos Estados Unidos. Em entrevista ao 3 em 1 nesta sexta (05), o especialista apontou que a medida é fruto da incompetência do Estado brasileiro no avanço do crime e descartou ações militares no país, alertando para o aumento dos custos operacionais de empresas. Durante reunião ministerial nesta sexta (05), o presidente Lula pediu que integrantes do governo acusem publicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de trair a pátria. A cobrança do petista busca desgastar o adversário político em meio à aproximação das eleições e após novos desdobramentos de tarifas comerciais vindas dos Estados Unidos. O senador Flávio Bolsonaro acionou o STF nesta sexta-feira (05) para pedir a suspeição do ministro Alexandre de Moraes em investigações ligadas ao Banco Master. A defesa contesta a imparcialidade de Moraes devido a contratos do Fisco com o escritório de sua esposa. O Tesouro Nacional enviou ao TSE quase R$ 5 bilhões destinados ao financiamento das campanhas eleitorais deste ano. A verba será dividida entre 30 partidos políticos, com o PL, o PT e o União Brasil liderando os recebimentos e concentrando cerca de 40% do valor total. A bancada do 3 em 1 debate a falta de governança e transparência na distribuição dos recursos. Os senadores Romário, Zequinha Marinho e Cleitinho retiraram suas assinaturas da PEC alternativa à jornada 6x1 no Senado Federal, após forte pressão e críticas nas redes sociais. A proposta buscava flexibilizar a negociação de horas, mas perdeu força. A bancada do 3 em 1 analisa os impactos econômicos e o clima para a votação. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nesse episódio vamos fazer uma análise dos documentos ufológicos liberados pelo governo dos EUA. Então aperte o play e venha conhecer os detalhes do início do desacobertamento! RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDO. Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br Contato para a criação do seu site Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! E-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.com A ufologia levada a sério! Revista Fenômeno UFO - Referência em Ufologia Links citados no episódio: Podcast - O Contato Análise dos documentos liberados pelo governo dos EUA - Parte 1 Análise dos documentos liberados pelo governo dos EUA - Parte 2 Análise dos documentos liberados pelo governo dos EUA - Parte 3 Análise dos documentos liberados pelo governo dos EUA - Parte 4See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Y si tu recuerdo más romántico de la adolescencia fuera, en realidad, un absoluto desastre generacional? En este episodio nos metemos de lleno en el barro de la memoria colectiva preadolescente. Estrenamos arsenal técnico en el estudio para analizar, diseccionar y reírnos de ese punto de inflexión que nos cambia el ADN a todos: el primer beso. Desde las estrategias de cortejo analógico en las pistas de patinaje de los años 80, hasta el nihilismo digital de la Generación Z, que prefiere un avatar de Discord antes que enfrentarse a un intercambio real de fluidos. Acompáñanos junto a Lua Danko , El Pelos de Ripollet y Sam Danko en un viaje en el tiempo a través de las confesiones más crudas, brillantes y desgarradoras de nuestra comunidad: El despertar precoz, el "sobe" veraniego y la posterior e inevitable "salida de caballo y parada de burro". El contrapunto sensorial de la sensibilidad femenina. Una cita entre zarzales, la iniciativa tomada a traición y el gran desengaño del "efecto Hollywood". La leyenda de Silvia, el "giro táctico hacia dentro" en la biblioteca del pueblo y el drama del DLC bloqueado sin opción a respawn. Brackets enganchados, olor a Axe Africa y por qué el mundo físico está oficialmente overrated. El primer beso de nuestros protagonistas, especialmente el de Lua Danko... Prepara los auriculares porque este es el choque cultural y generacional que no sabías que necesitabas. ¡SÚMATE A LA RESISTENCIA! ¿Tuviste una Silvia o un Pelos en tu vida? ¿Tu primer beso también se saldó con una visita al dentista? Déjanos tu historia en los comentarios de nuestro canal de Telegram o escríbenos bajo absoluto anonimato a info@losdanko.com. ¡Te leemos en el próximo episodio! ⚠️ ¿TE HAS QUEDADO CON GANAS DE MÁS? ⚠️ Si esta versión se te queda corta, recuerda que existe la EDICIÓN UNCUT exclusiva para nuestros patreons. En la versión premium encontrarás: - Audio íntegro sin censura. - Micros abiertos: Todas nuestras charlas, rajadas y locuras que ocurren entre cortes y que nunca deberían ver la luz... pero allí están. - Contenido extra que se queda fuera de la edición comercial. Apóyanos y accede al contenido completo aquí: [https://www.patreon.com/losdanko] --------------- Enlaces de interés: Web oficial: losdanko.com Comunidad Telegram: @mondodanko Publicidad: advoices.com/podcast/ivoox/1313
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Ministros do governo se reuniram, nesta sexta-feira (29), em Brasília (DF) e o Planalto respondeu a decisão dos Estados Unidos que classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O Planalto quer manter o diálogo com os americanos para tentar reverter a decisão. Em nota divulgada nesta sexta, o governo defendeu a soberania nacional e afirmou que o Brasil já atua no combate às facções criminosas. E ainda: Garimpeiro é resgatado de caverna no Laos após enchente.
Alberto Gonçalves comenta a cobertura da RTP às buscas da polícia na sede do PSOE, em Madrid.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (26/05/2026): Em reunião ontem cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), fecharam acordo para a inclusão na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala 6x1 de uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Pelos termos acertados, 60 dias após promulgação final da proposta haveria uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois – o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027. O tema é bandeira eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição. Política: Equipe econômica quer barrar PEC que dá autonomia ao BC Metrópole: Dino dá 10 dias a União e Estados para que divulguem plano para El Niño Internacional: Trump exige que países reconheçam Israel como parte de acordo com Irã Cultura: Papa alerta para riscos e cobra regulação da inteligência artificialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Qué onda con el bello corporal? desde cuando nos sale, donde esta bien y donde no socialmente tener bellos y porque. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Perfumes, bumbuns, diabolos e o primeiro livro do Manuel Cardoso!
Este preferes inclui fruticultura.
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Alexandre Garcia comenta o novo Desenrola, o uso do FGTS e de um outro fundo garantidor, e o caso do deputado petista que segura pedidos de informação feitos por deputados.
¿Es el K-Pop el nuevo orden mundial o solo una moda pasajera con mucha laca? En este episodio de Los Danko, nos ponemos las gafas de analizar para intentar entender el tsunami cultural que viene de Corea del Sur. Ni somos expertos en coreografías ni tenemos posters de BTS o 2NE1 en el estudio, pero tenemos a los mejores guías para desgranar este fenómeno: Sam Danko, el Pelos de Ripollet y la jefa Lua Danko. Juntos, exploramos cómo un país entero se puso de acuerdo para fabricar la música más perfecta (y a veces inquietante) del planeta. Un episodio pensado para "dummies" donde te explicamos las bases sin que te estalle la cabeza. ¿Qué vas a escuchar en esta edición abierta?: - Hallyu para principiantes: ¿Cómo ha conseguido Corea que medio mundo quiera comer Kimchi y escuchar pop coreano? - La Fábrica de Idols: El fascinante (y duro) proceso de creación de una estrella del K-Pop. - Psicología del Fan: ¿Por qué estas bandas generan una lealtad que roza lo religioso? Extrapolamos el fenómeno al mundo fan en general: del fútbol al dankismo. - Sección Dankistas al rescate: Como siempre, vuestros audios y correos son los que mandan en la recta final del programa. Bonus Track: Cerramos por todo lo alto con el tema "El Pelos de Ripollet" de los Chascorrana. ¡Un himno que se convertirá en el hit del verano! ⚠️ ¿TE HAS QUEDADO CON GANAS DE MÁS? ⚠️ Si esta versión se te queda corta, recuerda que existe la EDICIÓN UNCUT exclusiva para nuestros patreons. En la versión premium encontrarás: - Audio íntegro sin censura. - Micros abiertos: Todas nuestras charlas, rajadas y locuras que ocurren entre cortes y que nunca deberían ver la luz... pero allí están. - Contenido extra que se queda fuera de la edición comercial. Apóyanos y accede al contenido completo aquí: [https://www.patreon.com/losdanko] --------------- Enlaces de interés: Web oficial: losdanko.com Comunidad Telegram: @mondodanko Publicidad: advoices.com/podcast/ivoox/1313